O amor ideal vai chegar em sua vida quando você parar de procurar!

O amor ideal vai chegar em sua vida quando você parar de procurar!

ELE VIRÁ ATÉ VOCÊ QUANDO VOCÊ ESTIVER PRONTO. ELE VIRÁ ATÉ VOCÊ QUANDO VOCÊ MENOS ESPERAR. QUANDO VOCÊ DECIDIR PARAR DE PROCURAR POR ELE.

Quando a vida parece que finalmente se encaixa e o “amor” é apenas uma peça perdida do quebra-cabeça, é aí que ele chega até você.

Parece clichê, mas é verdade: o amor vai te encontrar quando você parar de procurá-lo.

Quando você está procurando por romance, está dizendo ao Universo que está infeliz com o que ela já lhe deu.

Ao querer algo tão desesperadamente, tão apaixonadamente, você está insinuando que não o tem. Quanto mais você pensar no que não tem, mais atrairá o fato de não ter a coisa, o sentimento, a pessoa que deseja.

O amor – a coisa real – virá até você quando o Universo perceber a sua gratidão. Quando o Universo sentir a sua paciência, aceitação e permissão para que as coisas sejam o que são.

Por favor, entenda isso: o amor que deveria ser seu irá encontrá-lo quando você parar de procurar.

E quando ele chegar, você vai perceber de cara.

Esse tipo de amor – o amor que é feito para você – o deixará à vontade e fará com que você se mova em direção a ele com coragem, na mesma frequência com que você faz para enfrentar seus medos.

Será grande e ousado e acenderá uma chama dentro de você.

Será forte, bonito e encantador.

Com paciência vem o amor virtuoso, e o que é destinado a você fará sua presença ser conhecida.

Você conhecerá essa pessoa e pensará, oh, é você que eu estava procurando, e você entenderá que as coisas se encaixam quando é a hora.

Então, quando o amor vier, abra seu coração. Deixe-o entrar. Veja-o encaixar do jeito que deveria, mas enquanto ele não chega, vá viver a sua vida com alegria.

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*Fonte: seuamigoguru

Os fatores que predizem relacionamentos de sucesso (e por que o amor não é um deles)

Na verdade, não há nada mais importante para o sucesso de um relacionamento do que a convicção sobre o comprometimento do outro, dizem cientistas

O coração pode ter razões que a razão desconhece, mas isso não impediu os cientistas de tentarem encontrar o segredo da felicidade nos relacionamentos.

E graças à ajuda da inteligência artificial, uma equipe internacional de 85 pesquisadores diz acreditar ter identificado os principais fatores para um relacionamento de sucesso.

O estudo – o maior do tipo até hoje – usou algoritmos de aprendizado de máquina para analisar quase 12 mil casais em 43 bancos de dados de 29 laboratórios diferentes.

“Analisamos basicamente todas as informações que encontramos sobre o assunto”, diz Paul W. Eastwick, professor de psicologia da Universidade da Califórnia (EUA) e um dos coordenadores da pesquisa, à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

E uma das principais conclusões do estudo é que as características individuais não são tão decisivas quando se trata de prever o sucesso de um relacionamento. Mais importante são os julgamentos que se faz sobre ele.

Na verdade, não há nada mais importante para o sucesso de um relacionamento do que a convicção sobre o comprometimento do outro.

Outro indicador importante é o nível de intimidade: nas palavras de Eastwick, “aquela sensação de que seu parceiro o entende e realmente entende quem você é”.

E entre os cinco principais “preditores específicos do relacionamento” estão também o nível de gratidão ou reconhecimento, a satisfação sexual de alguém e a percepção de satisfação do outro parceiro com o relacionamento.

“Os julgamentos das próprias pessoas sobre o relacionamento em si, como o quão satisfeitas e comprometidas se sentiam com seus parceiros, ou quão gratas se sentiam por eles, explicam aproximadamente 45% de sua satisfação”, indica o estudo, publicado na edição de agosto da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, PNAS.

Em contrapartida, as diferenças individuais representaram apenas 21% da satisfação nos relacionamentos analisados.


Fator distal

“Os preditores individuais têm a ver com o que alguém pensa sobre si mesmo e, em princípio, são independentes de qualquer relacionamento; por exemplo, o que costumamos chamar de personalidade ou as ideias abstratas que alguém pode ter sobre como gostaria que seu parceiro fosse romântico”, explica Eastwick.

“Em contraste, preditores específicos de relacionamento são construções que exigem que pensemos sobre uma pessoa em particular, geralmente nosso parceiro: esta é uma pessoa em quem posso confiar, alguém que amo, alguém que me valoriza … E eles têm dois ou mais três vezes mais impacto quando se trata de prever o quão satisfeito você está com o relacionamento do que diferenças individuais”, diz ele à BBC News Mundo.

Isso não significa que diferenças individuais – que incluem, entre seus principais preditores, satisfação com a vida, negatividade, depressão e problemas de apego – não desempenhem um papel na felicidade de um casal.

Mas, como argumenta Eastwick, eles fazem isso sobretudo com base em sua própria experiência e condicionando o julgamento que se pode fazer do relacionamento, que é o que acaba sendo importante.

“Por exemplo, se eu sou um misantropo, o mais provável é que não confio nas pessoas e, portanto, não posso ser feliz em meu relacionamento”, esclarece Eastwick.

Mas, para o sucesso do relacionamento, o fator chave não é tanto a misantropia (aversão à convivência social), que seria um fator distal, mas a confiança, um importante preditor que, como o amor, não alcançou o “top 5” mas chegou ao “top 10” em termos de importância.

Essa classificação relativamente baixa foi uma surpresa para os pesquisadores?

‘Não somos videntes’
“O amor realmente se saiu muito bem, o que acontece é que é algo tão próximo da satisfação, o que estávamos tentando prever, que em muitos casos nem sequer o incluímos como candidato”, explica Eastwick.

“Em outras palavras, não é que isso não importe, mas é o que essencialmente estávamos procurando”, diz ele à BBC News Mundo.

Eastwick também destaca que, quando falam de “preditores”, não significa que os cientistas se sintam capazes de prever o futuro.

“Não somos videntes”, diz ele. “Mas os aspectos das relações que destacamos são coisas em que podemos trabalhar e assim melhorar a relação no presente”, conclui.

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*Fonte: bbc-brasil

Com o tempo, você aprende a amar mais, mas menos pessoas

É um segredo bem conhecido que os verdadeiros amigos podem ser contados com os dedos de uma mão e que, ao longo dos anos, a qualidade dos relacionamentos conta mais do que a quantidade.

É por isso que dizemos que, com o tempo, aprendemos a amar mais, mas menos pessoas.

As experiências de vida “nos forçam” a estreitar nosso círculo social, a ser mais seletivo e a administrar distâncias e proximidade mais precisamente e de acordo com nossas necessidades.

Não somos tímidos, nem anti-sociais, mas, na verdade, não nos interessa mais ter tantas pessoas ao nosso redor. Queremos estar cercados por aqueles que realmente importam para nós.

As decepções têm algo a ver com isso, mas as circunstâncias da vida também. Não temos o mesmo tempo de vínculo aos 15, 30 ou 40 anos. As prioridades mudam e isso resulta em um processo mais rigoroso de seleção de amigos.

Quanto mais profunda a amizade, mais agradável é

É muito comum se sentir sozinho, mas acompanhado. Da mesma forma, é frequente que esse sentimento seja mais comum e presente com o passar dos anos.

De fato, existem estudos que afirmam que a cada ano que passa nos ajuda a priorizar a qualidade sobre a quantidade.

Digamos que acabamos selecionando e priorizando as pessoas com quem nos damos melhor e que sentimos que nos trazem bem-estar em todos os níveis: social, emocional, cognitivo etc.

De certa forma, nosso conceito de amizade muda ao longo da vida. Quando somos pequenos, todo mundo é nosso amigo, a menos que um dia brigássemos por um brinquedo.

Com o tempo, construímos um grupo de referências, pessoas que seguimos e com quem trocamos e nos relacionamos, compartilhando sentimentos , pensamentos, interesses e jogos variados.

Em geral, todo mundo passa por estágios ou momentos em que se sente desconectado do ambiente e das pessoas que deveriam ser “amigas”.

Isso acontece em particular desde a pré-adolescência e a adolescência propriamente ditas, porque todos estão à procura de seu lugar na sociedade.

Mais tarde, em nossa juventude , continuamos tentando compor e recompor as peças do nosso quebra-cabeça. De acordo com pesquisadores de desenvolvimento evolucionário como Erikson, nesta fase, ainda existe uma grande confusão.

Aos poucos, estamos deixando de lado grandes reuniões, festas loucas e excessos sociais, e estamos procurando pessoas com quem discutir e com quem compartilhar nossas preocupações pessoais e psicossociais.

Com o tempo, preferimos ficar mais à vontade, sentir-nos amados e importantes, concordar com interesses e pensamentos, estimular nossa mente a partir de debates e administrar nosso mundo de uma maneira muito mais madura.

As pessoas e amizades que gostamos

As amizades que gostamos e nos trazem coisas têm aquelas que não precisam tirar uma foto permanente para publicá-las nas redes sociais .

Os amigos de quem gostamos são os que nos dizem o que realmente pensam, mesmo quando discordam ou ficam com raiva, aqueles que não têm medo de aliviar seus sentimentos e esclarecer mal-entendidos.

Em uma amizade, há tudo, até argumentos, se necessário, porque duas pessoas nem sempre conseguem concordar com seus pensamentos, crenças, sentimentos ou maneiras de fazer as coisas.

São amizades que acabam se tornando relacionamentos de irmãos e irmãs, uniões profundas e distantes de pensamentos sombrios ou preocupações ocultas. Eles são os que merecem os abraços mais bonitos e os olhares mais cúmplices.

Estas são as pessoas que nos ensinam a amar mais, a quem consideramos membros de nossa família, a quem acompanhamos nos bons e nos maus momentos, com quem nos comprometemos e de quem não queremos partir.

Eles são os primeiros a quem emprestamos o giz do nosso quadro, para que nos ensinem ou nos distraiam, para que nos atraiam um ônibus espacial que nos permita compartilhar o mesmo destino.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Estas são as 36 perguntas que farão você se apaixonar por qualquer um

Este questionário faz parte de um experimento de 1997 sobre como criar intimidade O estudo terminou com o casamento de dois dos participantes Voltou a ganhar importância depois de um artigo publicado no ‘The New York Times’

Mandy Len Catron publicou no dia 9 de janeiro um artigo no The New York Times (que traduzimos em Verne) e no qual narra como se apaixonou com a ajuda de 36 perguntas elaboradas pelo psicólogo Arthur Aron.

Embora a escritora tenha usado as perguntas de Aron para se apaixonar e para que se apaixonassem por ela, Aron colocou-as em seu estudo como uma ferramenta para gerar intimidade, não necessariamente amorosa, de forma gradual. O objetivo era ajudar os psicólogos a criar uma relação próxima no contexto de um laboratório, de modo que fosse possível manipular e estudar as variáveis desta relação.

Quando Aron testou o questionário, distribuiu alguns dos participantes em casais de homens e mulheres. Um dos casais que participou e se conheceu neste estudo acabou se casando seis meses mais tarde. Segundo explicou Aron à revista Wired, em 2010, “a última vez que entrei em contato com eles, ainda estavam juntos”.

Quer dizer, é possível que este questionário, criado para que as pessoas se abram aos poucos, realmente funcione. Nós o reproduzimos a seguir se alguém quiser testá-lo (sob sua responsabilidade). O estudo original exige que se trate de alguém completamente desconhecido. Recomenda-se empregar 45 minutos: quinze para cada conjunto de perguntas, embora tanto Mandy Len Catron quanto estes dois voluntários do The Guardian precisaram de mais tempo. Os participantes devem ler em voz alta uma pergunta cada um, embora os dois devem responder todas.

Quando terminarem o questionário, os dois devem se afastar e responder às perguntas feitas pelos pesquisadores. No estudo original não se menciona a necessidade de olhar nos olhos durante quatro minutos ao terminarem, mas não é desaconselhável: funcionou para Mandy Len Catron.

Grupo I
1. Se pudesse escolher qualquer pessoa no mundo, quem convidaria para jantar?

2. Gostaria de ser famoso? De que forma?

3. Antes de fazer uma ligação telefônica, você ensaia o que vai falar? Por quê?

4. Para você, como seria um dia perfeito?

5. Quando foi a última vez que cantou sozinho? E para outra pessoa?

6. Se pudesse viver até os 90 anos e ter o corpo ou a mente de alguém de 30 durante os últimos 60 anos de sua vida, qual das duas opções escolheria?

7. Tem uma intuição secreta de como vai morrer?

8. Diga três coisas que acredita ter em comum com seu interlocutor.

9. Por quais aspectos de sua vida você se sente mais agradecido?

10. Se pudesse mudar algo em como foi educado, o que seria?

11. Use quatro minutos para contar a seu companheiro a história de sua vida com todo o detalhe possível.

12. Se amanhã pudesse se levantar desfrutando de uma habilidade ou qualidade nova, qual seria?

Grupo II

13. Se uma bola de cristal pudesse contar a verdade sobre você, sua vida, o futuro ou qualquer outra coisa, o que lhe perguntaria?

14. Há algo que há muito tempo deseja fazer? Por que ainda não fez?

15. Qual é a maior conquista que conseguiu em sua vida?

16. O que mais valoriza em um amigo?

17. Qual é sua lembrança mais valiosa?

18. Qual é sua lembrança mais dolorosa?

19. Se você soubesse que vai morrer daqui a um ano de maneira repentina, mudaria algo em sua maneira de viver? Por quê?

20. O que significa a amizade para você?

21. Que importância tem o amor e o afeto em sua vida?

22. Compartilhem, de forma alternada, cinco características que consideram positivas em seu companheiro.

23. Sua família é próxima e carinhosa? Acha que sua infância foi mais feliz que a dos demais?

24. Como se sente em relação a sua mãe?

Grupo III

25. Diga três frases usando o pronome “nós”. Por exemplo, “nós estamos neste aposento sentindo…”

26. Complete esta frase: “Gostaria de ter alguém com quem compartilhar…”.

27. Se fosse terminar sendo amigo íntimo de seu companheiro, divida com ele ou com ela algo que seria importante que ela soubesse.

28. Diga a seu companheiro o que mais gostou nele ou nela. Seja muito honesto e diga coisas que não diria a alguém que acaba de conhecer.

29. Divida com seu interlocutor um momento embaraçoso de sua vida.

30. Quando foi a última vez que chorou na frente de alguém? E sozinho?

31. Conte a seu interlocutor algo que já gosta nele.

32. Há algo que seja muito sério e que não se deve fazer piadas a respeito?

33. Se fosse morrer esta noite sem possibilidade de falar com ninguém, o que lamentaria não ter dito a uma pessoa? Por que não disse até agora?

34. Sua casa está pegando fogo com todas suas coisas dentro. Depois de salvar seus entes queridos e seus bichos de estimação, sobra tempo para fazer uma última incursão e salvar um único objeto. Qual escolheria? Por quê?

35. De todas as pessoas que formam sua família, qual morte seria mais dolorosa para você? Por quê?

36. Divida um problema pessoal e peça a seu interlocutor que conte como ele ou ela teria agido para solucioná-lo. Pergunte também como acha que você se sente em relação ao problema que contou.

Para se apaixonar de qualquer um, faça isto: o artigo no qual Mandy Len Catron conta como encontrou o amor graças a estas 36 perguntas.

*Por Verne
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*Fonte: brasil-elpais

Alguns vão te amar por quem você é, outros vão te odiar pelo mesmo MOTIVO

Alguns vão te amar por quem você é, outros vão te odiar pelo mesmo MOTIVO.

Muitas pessoas vão te amar pelo que você é e pelo que você faz, outras vão te odiar pelo mesmo motivo. Devemos nos acostumar com isso porque muitas vezes caracteriza a dinâmica de nossos relacionamentos quando somos nós que temos sucesso em algo.

Não podemos ser queridos por todos, nem todos podem gostar de nós. Nesse sentido, devemos estar atentos que muitas vezes o que não agrada a certas pessoas é a luz que emitimos.

Porque dito de alguma forma, o que nos torna grandes também ofusca algumas pessoas, que provavelmente estão lidando internamente com algum desejo oculto que pensam ter sido negado.

Quem te ama te faz brilhar

Os verdadeiros anjos da guarda são aquelas pessoas que em determinados momentos da nossa vida aparecem e nos iluminam , fazendo-nos brilhar e eliminar os recantos que nos obscurecem ou que não fazem justiça às nossas virtudes.

Neste ponto, as palavras não valem os fatos. A magia nos cerca e maravilhas salpicam nossa realidade, fazendo-nos ver o quanto valemos quando parece que esquecemos onde está o interruptor que nos iluminou.

Todos, absolutamente todos, têm uma lâmpada, algo que nos move e nos torna especiais, algo que nos dá a capacidade de oferecer ao mundo uma especialidade. Haverá aqueles que são muito bons no que fazem, aqueles que são capazes de amor excessivo e aqueles que manejam mais de uma habilidade que os torna únicos.

Mas, como dizemos, haverá quem queira apagar essa luz, “aquele algo especial” que nos define. Às vezes será difícil para nós lidar com isso, mas o que devemos considerar é que SÓ PODEMOS DAR VALIDADE ÀS INTENÇÕES DOS OUTROS EM NOSSA PESSOA.

O demônio da inveja

A inveja não é 100% insana, porque enquanto não conduz a ações nocivas para os outros (ou para nós próprios), está a conduzir-nos para o que gostaríamos de ter. Ou seja, nos dá pistas sobre o caminho que gostaríamos de seguir.

No entanto, a inveja torna-se totalmente prejudicial quando sucumbimos ao seu feitiço, minando nossa autoestima e amor-próprio. Isso nos predispõe a uma comparação desvantajosa e, às vezes, transformamos essa ganância em um ataque sombrio e sinistro que visa aprisionar nosso objeto oculto de admiração.

Ou seja, às vezes essa mesma inveja se mistura a outros sentimentos como o ódio, voltando para a pessoa que emite uma imagem de suas frustrações em uma lupa. Por meio dessa imagem, o talento e os sucessos dos outros são condenados, gerando comportamentos que buscam prejudicar o outro.

Temos a tendência de prestar mais atenção ao motivo da inveja do invejoso do que avaliar o que isso significa para o invejado. Não podemos esquecer que o facto de nos invejarem (e “nos odiarem por aquilo que nos faz brilhar”) é um grande sofrimento que nos afasta da realidade e gera desconfiança.

Não é por acaso que as pessoas que se destacam se encontram sozinhas em um mundo onde estão rodeadas de pessoas. Não é estranho, então, que não se saiba distinguir entre amigos verdadeiros, interessados ​​ou invejosos.

Além disso, isso acaba nos fazendo questionar se nosso sucesso ou nossa luz nos pertence ou é uma miragem que não merecemos. Isso geralmente se transforma em uma longa cadeia de inseguranças e arrependimentos que podem eventualmente obscurecer nossas virtudes.

O dano de ser invejado pode ser superado se reforçarmos nossas crenças positivas em nós mesmos. Nesse sentido, não podemos esquecer que certas circunstâncias ou acontecimentos sempre provocarão certas comparações, mas isso não deve nos depreciar.

Cada um deve saborear as suas virtudes sem destruir as dos outros, afastando a inveja doentia e promovendo o que nos edifica, que nada mais é do que a nossa capacidade de admirar e crescer junto com os outros.

Alguns vão te amar por quem você é, outros vão te odiar pelo mesmo MOTIVO.

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*Fonte: resilienciamag

Ao longo da vida, cada um de nós vive 3 amores

Alguém disse uma vez que: “O amor é apenas uma palavra até que alguém vem e dá sentido”, e embora o ditado seja curto e direto, parece ser totalmente irrelevante. Outra crença bem conhecida é que os seres humanos só se apaixonam por três pessoas ao longo de suas vidas, e que esses três amores distintos são todos necessários para aprender como amar e como ser amado adequadamente.

1- Primeiro amor.
A maioria das pessoas experimenta esse tipo de amor no início da vida, geralmente no ensino médio. Ironicamente, esse amor é mais sobre viver de acordo com ideais sociais e enredos de filmes de Hollywood do que amar verdadeiramente outro ser humano. No entanto, faz-nos sentir como se fosse a coisa mais verdadeira do mundo, puro e inquebrável, levando você a acreditar que aquele sentimento durará para toda eternidade. E é nessa fase que vivemos os nossos primeiros sonhos clichês, o de casar com o escolhido, ter filhos e morar numa casinha branca de varanda. Nesse tempo nem desconfiamos que ainda poderemos viver outras paixões, que aquela pessoa a qual julgamos ser o grande amor, provavelmente não significará nada para nós no futuro, mas está servindo no momento para iniciarmos nossas primeiras experiências e preparativos para os amores seguintes.

2- Segundo amor.
Esse tipo de amor é um tipo de amor mais difícil, e isso nos obriga a compreender quem somos realmente como indivíduos, quem realmente são nossos parceiros e aonde você quer ir (e está indo) na vida. Além disso, isso nos obriga a entender o tipo de pessoa que queremos amar no presente e no futuro, e que seja da mesma forma correspondida. Mas também é um amor difícil porque geralmente dói; Normalmente existem mentiras, outros enganos e até mesmo manipulações. As pessoas podem ficar “presas” com esse tipo de amor por um longo tempo e até se envolver com uma série de parceiros diferentes, mesmo que esse tipo de amor tende a ser insalubre, desequilibrado ou mesmo narcisista. Nessa fase, às vezes, insistimos em permanecer acreditando que há como viver de remendar a relação, mas chega um momento em que não resta mais nada do tecido original que compunha o amor, então já é hora de dar um basta.


3 – Último amor.

A maioria das pessoas não vê esse tipo de amor chegando, porque muitas vezes ocorre com alguém que não parece certo para você, e para quem você também não parece certo (não importa em que perspectiva você esteja vendo as coisas). E, no entanto, este é um tipo de amor “fácil” que parece acontecer naturalmente, quer queira ou não. É impossível explicar a atração e conexão mútua, mas é incontestavelmente lá – e tangível – no entanto. Isso pode ser porque nenhum de vocês esperava se apaixonar pelo outro, e nenhum de vocês tentou, então nunca houve nenhuma pressão ou procedimentos de corte torpes. Seja como for, é um tipo de amor que não pode ser negado, explicado ou preparado; Simplesmente se sente bem, de uma forma extremamente inegável.

No entanto, a explicação mais fácil pode ser que você nunca tenha experimentado esse tipo de amor antes, porque você realmente nunca entendeu o que era o amor genuíno antes. E, talvez, não seja algo que você possa perceber antes de experimentá-lo de qualquer maneira. Seja qual for o caso, não se estabeleça ou pare antes de encontrar um amor que o surpreenda, que persevera, não importa o que, e isso ensina o verdadeiro amor mútuo. Como outro “alguém” disse com tanta eloquência: “Você encontrou partes de mim que eu não sabia que existiam e em você encontrei um amor que eu não acreditava mais era real”.

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*Fonte: revistapazes

Ninguém se apaixona pela pessoa errada! Apenas se encanta por ilusões!

Ninguém se apaixona pela pessoa errada, a verdade é que inventamos expectativas e ilusões maravilhosas com relação a quem estamos envolvidos.

Essa coisa de amor à primeira vista, não sei, não entendo. Isto nunca aconteceu comigo, talvez por acreditar que amor não é encantamento, mas sim, vivência.

Desconfio de coisas fantásticas demais.

Perdi a ilusão com os contos de fadas, quando descobri que tapete mágico servia apenas para deslizar, que castelo era solitário demais e que príncipe não passava de um homem normal qualquer.

Percebi que tudo que li nos romances ou assisti na TV, apenas foram inventadas para nos fazer sonhar e aliviar algumas rotinas.

Desilusão não faz ninguém amargo, é você que permite se envenenar.

Desilusão serve para amadurecermos e crescermos também.

Até as negatividades da vida são lições para melhorar o nosso eu.

Inventamos, criamos e vivemos nossos dias. Todo mundo cria expectativas em relação às pessoas e à vida.

Nem sempre somos pés no chão como deveríamos, porque criamos ilusões e investimos nessas falsas realidades.

Quando estamos apaixonados ou encantados por alguém, vemos beleza onde não tem, vemos humor em piadas sem graça e qualidades demais onde não existe, porque os sentimentos têm essas cegueiras estranhas.

Às vezes, levamos muito tempo para perceber que aquele amor não passa de um gostar intenso, que aquele paquera não passa de mais uma bobagem, que aquela pessoa que você apostou até o último centavo, não passa é isso tudo.

Criamos tantas expectativas em relação a alguém, que até inventamos para nós mesmas que é bom.

Acreditamos em tantas ilusões perdidas, e não temos o controle disso, muitas vezes.

Ainda não foi inventado um botão para deletar ilusões que inventamos e que servem apenas para nos trapacear, infelizmente.

Apaixonamos algumas vezes, talvez milhares de vezes, e cada ilusão é diferente, porque nossas perspectivas mudam de pessoa para pessoa.

Inventamos um gostar íntimo para cada pessoa que passa em nossa vida e inventamos ilusões diferentes para cada um.

*Por Simone Guerra
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Fonte: resilienciamag

Os fatores que predizem relacionamentos de sucesso (e por que o amor não é um deles)

O coração pode ter razões que a razão desconhece, mas isso não impediu os cientistas de tentarem encontrar o segredo da felicidade nos relacionamentos.

E graças à ajuda da inteligência artificial, uma equipe internacional de 85 pesquisadores diz acreditar ter identificado os principais fatores para um relacionamento de sucesso.

O estudo – o maior do tipo até hoje – usou algoritmos de aprendizado de máquina para analisar quase 12 mil casais em 43 bancos de dados de 29 laboratórios diferentes.

“Analisamos basicamente todas as informações que encontramos sobre o assunto”, diz Paul W. Eastwick, professor de psicologia da Universidade da Califórnia (EUA) e um dos coordenadores da pesquisa, à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

E uma das principais conclusões do estudo é que as características individuais não são tão decisivas quando se trata de prever o sucesso de um relacionamento. Mais importante são os julgamentos que se faz sobre ele.

Na verdade, não há nada mais importante para o sucesso de um relacionamento do que a convicção sobre o comprometimento do outro.

Outro indicador importante é o nível de intimidade: nas palavras de Eastwick, “aquela sensação de que seu parceiro o entende e realmente entende quem você é”.

E entre os cinco principais “preditores específicos do relacionamento” estão também o nível de gratidão ou reconhecimento, a satisfação sexual de alguém e a percepção de satisfação do outro parceiro com o relacionamento.

“Os julgamentos das próprias pessoas sobre o relacionamento em si, como o quão satisfeitas e comprometidas se sentiam com seus parceiros, ou quão gratas se sentiam por eles, explicam aproximadamente 45% de sua satisfação”, indica o estudo, publicado na edição de agosto da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, PNAS.

Em contrapartida, as diferenças individuais representaram apenas 21% da satisfação nos relacionamentos analisados.

Fator distal

“Os preditores individuais têm a ver com o que alguém pensa sobre si mesmo e, em princípio, são independentes de qualquer relacionamento; por exemplo, o que costumamos chamar de personalidade ou as ideias abstratas que alguém pode ter sobre como gostaria que seu parceiro fosse romântico”, explica Eastwick.

“Em contraste, preditores específicos de relacionamento são construções que exigem que pensemos sobre uma pessoa em particular, geralmente nosso parceiro: esta é uma pessoa em quem posso confiar, alguém que amo, alguém que me valoriza … E eles têm dois ou mais três vezes mais impacto quando se trata de prever o quão satisfeito você está com o relacionamento do que diferenças individuais”, diz ele à BBC News Mundo.

Isso não significa que diferenças individuais – que incluem, entre seus principais preditores, satisfação com a vida, negatividade, depressão e problemas de apego – não desempenhem um papel na felicidade de um casal.

Mas, como argumenta Eastwick, eles fazem isso sobretudo com base em sua própria experiência e condicionando o julgamento que se pode fazer do relacionamento, que é o que acaba sendo importante.

“Por exemplo, se eu sou um misantropo, o mais provável é que não confio nas pessoas e, portanto, não posso ser feliz em meu relacionamento”, esclarece Eastwick.

Mas, para o sucesso do relacionamento, o fator chave não é tanto a misantropia (aversão à convivência social), que seria um fator distal, mas a confiança, um importante preditor que, como o amor, não alcançou o “top 5” mas chegou ao “top 10” em termos de importância.

Essa classificação relativamente baixa foi uma surpresa para os pesquisadores?

‘Não somos videntes’

“O amor realmente se saiu muito bem, o que acontece é que é algo tão próximo da satisfação, o que estávamos tentando prever, que em muitos casos nem sequer o incluímos como candidato”, explica Eastwick.

“Em outras palavras, não é que isso não importe, mas é o que essencialmente estávamos procurando”, diz ele à BBC News Mundo.

Eastwick também destaca que, quando falam de “preditores”, não significa que os cientistas se sintam capazes de prever o futuro.

“Não somos videntes”, diz ele. “Mas os aspectos das relações que destacamos são coisas em que podemos trabalhar e assim melhorar a relação no presente”, conclui.

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*Fonte: bbc-brasil

Manias BOBAS que cada Signo possui para acabar com o clima do amor!

Todo mundo já sabe que ninguém é perfeito e precisamos admitir que mesmo quando alguém se destaca por ser super legal, existem momentos em que essa pessoa pode se tornar irritante! Isso porque a nossa personalidade se manifesta de diferentes formas de acordo com cada área da vida.

Para servir de exemplo, vamos supor que alguém é super competitivo no ambiente de trabalho e está sempre querendo se sobressair entre os demais. Isso não significa que essa pessoa vai agir da mesma forma nos relacionamentos amorosos ou entre os amigos.

E você, já parou para pensar em alguma mania chata que possui? O zodíaco pode ajudar a entender melhor isso.

Obviamente, apenas a leitura completa do Mapa Astral é capaz de dar detalhes sobre o comportamento dos nativos, mas neste artigo vamos nos basear apenas nos signos solares e em quais manias atrapalham o clima no amor!

Está pronto para descobrir as particularidades inconvenientes dos signos? Então confere a lista a seguir!


MANIAS QUE CADA SIGNO TEM NO AMOR E PODEM IRRITAR OS OUTROS


ÁRIES
Os nativos de Áries são conhecidos por sua impaciência e intolerância com situações bobas. É fácil que esse nativo se irrite e essa atitude pode atrapalhar o clima de romance. Hora de controlar os ânimos, não é mesmo ariano?

Quando está acompanhado, o nativo de Áries pode simplesmente surtar ao ter que esperar o parceiro se arrumar para sair. Outra coisa que o deixa muito irritado é ligar para a pessoa e não ser atendido!


TOURO
Com Touro é uma ciumeira atrás da outra e isso é sem dúvidas o que mais interfere no clima de romance! Por sempre buscar estabilidade, esses nativos enxergam na possibilidade de serem traídos algo assustador! Pra falar a verdade, eles bem que estão certos a não ser que o combinado seja uma relação aberta.

Os taurinos só precisam ter cuidado para isso não se tornar uma possessão. Ninguém é proprietário de ninguém e fica muito difícil de manter a convivência com alguém que encasqueta por qualquer coisa!


GÊMEOS
Esses nativos são ícones da comunicação e por terem a mania de fazer amizades por onde passam, podem ser mal interpretados pelos seus parceiros. Isso porque, aos olhos de uma pessoa ciumenta, não há nada mais difícil do que aturar o seu parceiro sendo o centro das atenções.

Dependendo dos casos, o alto astral geminiano pode ser enxergado como um sinônimo de infidelidade, o que gera uma problemática entre o casal. Ainda que esse comportamento cause descontentamento no amor, a facilidade em se relacionar é um ponto positivo para os geminianos.

CÂNCER
Esses nativos são extremamente emotivos e a mania que mais atrapalha nas relações amorosas é o uso da chantagem emocional para conseguir o que querem. Todos sabemos que cancerianos são uma fonte inesgotável de carinho, mas isso não significa que são passivos o tempo todo.

Quando estão determinados a conseguir algo, eles usam das artimanhas emocionais (que conhecem como ninguém), para influenciar o parceiro a aderir as suas ideias. Por mais que sejam cuidadosos com o parceiro, o preço a se pagar por isso é reconhecimento e principalmente, reciprocidade.


LEÃO
Os leoninos são vaidosos e na maior parte das vezes estão focados em seu próprio bem estar. Esse comportamento pode impedir que percebam as necessidades do seu parceiro e isso acaba atrapalhando o clima de romance.

Sabe aquela comida que Leão ama comer? Ele provavelmente não vai perceber que o parceiro enjoou do tempero. Aquela série que Leão amou assistir? É bem difícil que ele perceba antes do último capítulo que o parceiro não estava muito afim de ver!

VIRGEM
Virgem é um signo do elemento Terra, e costuma enxergar o mundo de forma racional, equilibrada e com os pés no chão. Os virginianos também são reconhecidos pela habilidade de colocar tudo em seu devido lugar e contornar o caos.

Apesar de buscarem soluções práticas e resolverem com agilidade qualquer tipo de problema, no amor os virginianos correm sério risco de transformar tudo em rotina! Isso perpassa o dia a dia, os momentos de lazer e até mesmo o sexo.

LIBRA
Librianos são do tipo de pessoas que todo mundo quer ter por perto. Eles fazem de tudo para agradar e manter a paz, muitas vezes até abrem mão do próprio bem estar para favorecer quem está ao seu lado.

Não seria diferente nos relacionamentos amorosos! O libriano tem a mania de sempre deixar a decisão final para o outro e isso acaba deixando o #crush irritado algumas vezes!

ESCORPIÃO
A mania de deixar tudo nas entrelinhas é o que mais pode atrapalhar os relacionamentos dos escorpianos. Isso porque esses nativos podem prolongar o mal-estar ao ficar guardando seus descontentamentos.

Ainda que isso não seja recorrente, sempre que surgir uma oportunidade, Escorpião vai jogar indiretas para o parceiro. Isso acaba aumentando os problemas pois a pessoa sequer vai entender o motivo do desagrado.

SAGITÁRIO
Os sagitarianos têm o espírito livre e é muito difícil que deem ouvidos as outras pessoas! Isso atrapalha principalmente no amor! Seu dogmatismo o impede de ouvir o lado do parceiro e isso gera barreiras na relação.

Com certeza é muito difícil conviver com pessoas que estão sempre ligadas as outras coisas, não é? Ampliar o diálogo é fundamental para manter a harmonia e garantir longos anos de relacionamento saudável.

CAPRICÓRNIO
Esses nativos podem ser extremamente frios, o que atrapalha o clima com o parceiro! Se você está em uma relação com Capricórnio precisa entender que sua frequência afetiva por muitas vezes pode ser baixa!

AQUÁRIO
Apesar de serem muito leais e ótimos companheiros, os aquarianos são um tanto contra demonstrações extremas de afeto. Esses nativos preferem arriscar uma declaração mais particular e sem floreios.

Na maioria das vezes, aquário demonstra seu afeto através de atitudes e não de palavras e quando o #crush não vibra nessa frequência, pode ser o fim do clima romântico!

PEIXES
Os piscianos são muito distraídos e isso pode ser muito prejudicial as relações amorosas. Os parceiros podem achar que sua distração é falta de interesse ou deboche com as questões do casal.

Apostar no diálogo e externalizar suas contestações de forma clara é a melhor forma de manter a harmonia no amor com Peixes.

*Por Giovanna Souza

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*Fonte: awebic

Não é o amor que sustenta o relacionamento, é o modo de se relacionar que sustenta o amor

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.

O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.

As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.

As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.

As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.

Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.

Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.

Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.

E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.

É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.

Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nele, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama.

Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada.

*Por Thamilly Rozendo

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*Fonte: resilienciamag

Quando você ama alguém, você descobre um futuro juntos

Quando você ama alguém, precisa se certificar de que ambos estão pensando o mesmo sobre o futuro. Você precisa garantir que suas visões estejam alinhadas. Você precisa se certificar de compartilhar os mesmos objetivos.

Vocês podem estar loucamente apaixonados um pelo outro, mas se quiserem coisas completamente diferentes do que elas querem daqui a cinco anos, não pertencerão a longo prazo.

Não importa o quanto você os ame, você não quer desistir de seus sonhos por eles. Você também não quer que eles se ressentam por mudar de ideia sobre seus sonhos.

No entanto, se você já concordou que está na mesma página, se decidiu manter seu compromisso um com o outro, precisará navegar no futuro juntos.

Você precisa tomar decisões em equipe. Você precisa conversar sobre suas opções para garantir que cada passo que você dê juntos seja um passo à frente.

Mesmo sendo duas pessoas separadas, o momento em que você se compromete é o momento em que precisa começar a pensar como uma dupla.

Você não deve tomar decisões momentâneas sem a contribuição delas.

Você não deve deixar o emprego por um capricho ou concordar em viajar pelo país para visitar um amigo por um mês sem discutir o assunto com sua pessoa antes do tempo.

Não, a pessoa com quem você está namorando não o controla.

Não, tecnicamente você não precisa da permissão deles antes de tomar uma grande decisão. Mas você deve respeitá-los o suficiente para obter a opinião deles de qualquer maneira.

Afinal, a casa dela é a sua casa. Seu futuro é o futuro dela. Vocês estão nisso juntos.

Depois de se comprometer seriamente com alguém, cada uma de suas ações os afeta.

Se você fizer uma escolha arriscada e autodestrutiva, não será o único que terá que lidar com as consequências.

A pessoa que está do seu lado também terá. Ela vai enfrentar a tempestade ao seu lado quando a merda atingir o ventilador.

Você deve estar atento aos pensamentos, sentimentos e opiniões de seu parceiro – mas, no final, sempre faça o que achar melhor.

Você deve ir com seu próprio pensamento. Mas, pelo menos, seja respeitoso o suficiente com seu parceiro para conversar sobre as coisas importantes, como se você for aceitar um novo emprego em outro país ou foi convidado por seus pais a morar em sua casa de férias por seis meses.

Não importa a seriedade do seu relacionamento, você nunca deve esquecer quem você é.

Você nunca deve perder seu senso de independência.

Só porque você está em um relacionamento comprometido, isso não significa que você precisa concordar com todas as decisões. Mas você deve pelo menos conversar sobre suas decisões. Você deve pelo menos pensar no seu futuro juntos.

Afinal, se você estiver com a pessoa certa, ela vai encorajá-lo a fazer o que achar melhor. Ela vai ter fé em sua tomada de decisão. Ela vai confiar em você para fazer a coisa certa.

Quando você ama alguém, você descobre um futuro juntos. Vocês trabalham em equipe. Vocês se comunicam.

*Por Holly Riordan

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*Fonte: seuamigoguru

Ninguém perde por dar amor, perde quem não sabe recebê-lo

Em algumas ocasiões, podemos nos sentir mal por pensar que desperdiçamos nossos sentimentos em alguém que não apreciou o que lhe demos. No entanto, embora às vezes isso possa nos prejudicar, é aquele que sabe amar o que mais pode se beneficiar de um relacionamento .

A pessoa que ama consegue se conectar com a energia da vida, aquela que torna tudo significativo, consegue injetar uma dose de entusiasmo, força, vitalidade, que somente aqueles que amam entendem como isso acontece, como esse motor funciona, não só para ativar nossos hormônios e ver o mundo em cores e pensar que tudo é possível, mas para nos motivar a sermos melhor a cada dia, a querer dar o melhor de nós.

Nem todas as pessoas sabem amar

Obviamente, isso é um ganho, nem todo mundo sabe amar, nem todo mundo tem a felicidade de manter alguém em seu coração e sentir como ele bate mais profundo, com maior significado.

É verdade que antes que possamos amar alguém, devemos ser capazes de fazê-lo conosco, devemos preservar nossa integridade, sermos capazes de nos respeitar e buscar o melhor para nós mesmos e muitas vezes é difícil aceitar que o que sentimos não é retribuído.

No entanto, aceitar que não fomos correspondidos não é uma perda, é uma lição, mas a experiência enriquecedora de ter amado, não é tirada do fato de não receber o que gostaríamos em troca, e aceitá-la reafirma o conceito de amor puro, que não espera algo em troca, que se sinta independentemente das circunstâncias, o que nos define, o que somos.

Amar sempre resulta em lucro

Quem não sabe receber amor, seja por desinteresse ou porque não está em condições de fazê-lo é quem perde no assunto e isso se deve não apenas entender, mas respeitar. Nem todos aprendem tão rápido a lição de nosso propósito aqui para amar e ser amados ou alguns selecionam a outras pessoas para fazer isso. Muitas vezes acontece que nós amamos quem não nos ama e a quem nos ama, nós não amamos.

Podemos ficar desapontados por não recebermos o que queremos, mas isso nunca pode nos dar a sensação de perda, o amor é uma alegria, muito mais recompensador quando você o recebe de volta. Mas de qualquer forma, o amor é uma razão para agradecer ao universo por estar aqui, por estar vivo, porque algo nos faz vibrar, porque algo nos faz chorar. Porque todas as experiências, gostemos ou não, são para o nosso crescimento e são o sinal perfeito de que estar aqui é totalmente excitante!

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*Fonte: pensarcontemporaneo

O amor perfeito não existe, o segredo está em encontrar beleza na imperfeição

Definitivamente, ninguém é perfeito e isso se aplica facilmente a qualquer tipo de união. Cada uma das pessoas tem uma personalidade, uma parentalidade, crenças, uma maneira de fazer as coisas, milhares de virtudes e muitos defeitos.

Uma lista enorme de coisas que gostaríamos de fazer com nosso parceiro quando chegar a hora e quando houver expectativas, geralmente há desapontamento e frustração.

Para evitar o desapontamento, devemos começar estreitando nossos requisitos, estabelecendo as expectativas apenas do que é firmemente necessário do nosso ponto de vista para estabelecer um relacionamento com outra pessoa, por exemplo: se você quer ou não ter filhos, se você é de uma religião ou outro, se você quiser viver em um país ou outro, se quiser se casar ou não, enfim, todas aquelas coisas que consideramos não poderemos concordar caso elas não correspondam ao que estamos procurando.

Depois disso, devemos nos dar a liberdade de viver um amor que nos surpreenda, dando-lhe a oportunidade de se expressar como é, onde cada um pode revelar todas as suas virtudes, mas, por sua vez, que a parte escura não represente um motivo para repensar o relacionamento.

Muitas vezes vemos como defeitos todas aquelas coisas que o parceiro faz de forma diferente da nossa, ninguém quer fazer as coisas erradas a menos que tenha um propósito específico para isso, todos nós temos algumas ferramentas e recursos e tentamos ao máximo fazer bom uso delas.

Além disso, estamos todos em um processo de aprendizado no qual seria ideal encontrar alguém que, em vez de julgar e nos limitar, seja dedicado a aceitar-nos, a nos amar pelo que somos, incluindo todas as nuances de cores.

A felicidade no casal é baseada no respeito e no amor, que está diretamente relacionado ao fato de formar um casal de verdade, onde cada um dando o melhor que pode, tem a liberdade de ser imperfeito e não por isso menos amado. . Quanto mais respeito mostramos ao nosso parceiro, aceitando, aprendendo e colaborando para um projeto comum, teremos mais chances de ter esse relacionamento que, apesar de não ser um conto de fadas, é o que nos dá bem-estar, o que nos permite ser nós mesmos. essência e derramamento o melhor que o nosso ser tem para dar.

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*Fonte: sabervivermais

O amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.

O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

De morno só aceite banho. Amor tem que ser quente e inteiro, sim!

Tanta gente bacana disposta a entrar na nossa vida para nos fazer feliz e a gente preenchendo espaços com gente vazia. Amor não é isso. Amor é entrega. É oito ou oitenta. É tudo ou nada!

Relacionamentos não são fáceis. Mantê-los com a paixão em alta, então, parece tarefa para gigantes, pois além de envolverem pessoas diferentes, a rotina torna tudo mais calmo e comum. Mas, acredite, é possível fazer da rotina uma aliada do romance e aumentar a cumplicidade do casal no convívio diário.

O amor permite que convivamos diariamente com uma pessoa educada diferente dos nossos costumes. Aprendemos a entender (e a respeitar) todas as diferenças. Desde sentarmos à mesa, à forma de escovarmos os dentes. Começamos a entender que o amor é feito de detalhes e que, mesmo que não dê para fazer um jantar à luz de velas todos os dias, nem mandar rosas todas as noites, dá para ser gentil nos detalhes. E isso é o que importa!

A rotina, diferente do que muitos pensam, nunca foi um problema para o relacionamento. Aliás, é somente através dela que os laços do amor se criam e se fortalecem. O convívio diário permite a construção de uma relação forte, segura e com planos em comum. O problema é que alguns confundem rotina com comodismo, frieza com estilo de vida e descaso com normalidade.

A gente tem dessas mesmo de se acomodar. De não tomar iniciativa em terminar. De aguentar humilhação com medo da solidão. E a pergunta é: para quê? A vida é uma só! E passa tão rápido! Tanta gente bacana disposta a entrar na nossa vida para nos fazer feliz e a gente preenchendo espaços com gente vazia. Amor não é isso. Amor é entrega. É oito ou oitenta. É tudo ou nada!

Não dá para viver um amor meio termo. Na verdade, nada “meio termo” serve: gente que vive em cima do muro irrita, água morna não serve nem para fazer chá e amores rasos só servem para gente carente. Amor foi feito para pessoas inteiras!

Compartilho da mesma ideia de Martha Medeiros ao escrever que as coisas mornas são perda de tempo: “Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos. Um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. (…) O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.”

Amor não é servido em fatias, em metades. Amor é plenitude. Chega uma hora em que é preciso ultrapassar as mensagens de whatsapp, os textões do Facebook e as fotos do Instagram e provar por A+B que amor é rotina sim! Amor de verdade dá frio na barriga, mas também da vontade de acordar juntos todos os dias. Dá borboletas no estômago, mas dá vontade de planejar a casa nova. Dá alvoroço nos pensamentos, mas dá vontade de buscar os filhos na escola.

Isso é amor inteiro. A partir do momento em que você começa a não ver o seu relacionamento dessa forma, é hora de repensar se ele já não acabou, há muito tempo, e você nem percebeu. Para Proust: “Para quem ama, não será a ausência a mais certa, a mais eficaz, a mais intensa, a mais indestrutível, a mais fiel das presenças?”

Amor morno é a maior crueldade a qual podemos nos submeter. Quando não há mais saudade, quando a presença não é mais motivo para romance, quando as desculpas para não se encontrar são as mais esfarrapadas possíveis, não há porque insistir.

Metades aceitamos de um pedaço de bolo, de uma melancia, de um queijo. Não de um amor. Como dizia Clarice Lispector: “Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre”.

Não dá para aceitar um sentimento raso por comodismo ou pelo fato de você ter cansado do ciclo: conhecer alguém – trocar mensagens – conquistar – namorar. Se não está disposto a amar com tudo, nem entre em um relacionamento. Amar é coisa de gente forte mesmo!

De gelada deixe a cerveja, de metade deixe a conta do bar e de morno deixe o banho. O restante tem que ser quente e intenso, sim!

*Por Pamela Camocardi

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*Fonte: osegredo

Quaden Bayles – bullying

E o garotinho Quaden Bayles, que essa semana apareceu em um vídeo feito por sua mãe e que repercutiu o mundo, onde mostrava o terrível efeito do “bullying” que sofre na sua escola (no vídeo ele chora e pede para morrer)! Sensibilizados com tamanha injustiça, falta de amor e respeito ao próximo, várias pessoas se prontificaram a ajudar Quaden a ter um sentido para a vida. Criaram desde uma vaquinha para ele ir à Disney, bem como também atores famosos se manifestaram em seu apoio e em repúdio ao bullying. Mas a cena  mais impactante é ver o garotinho ser ovacionado por uma estádio inteiro ao entrar em campo com o seu time preferido de rugby. Sensacional atitude!

O amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito.

Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.

O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Razões para amar um animal com tanta intensidade

O famoso psiquiatra Sigmund Freud disse que as razões que nos levam a amar um animal com tanta intensidade são compreensíveis quando vemos que o amor delas é incondicional.

A relação que temos com nossos animais é libertada dos conflitos insuportáveis ​​da cultura. Freud estava certo quando disse que “os cães não têm a personalidade dividida, nem a crueldade do homem civilizado nem vingança deste último contra as restrições que a sociedade impõe.”

Ele corretamente disse que um cachorro contém a beleza de uma existência completa. E que um sentimento de afinidade íntima, de solidariedade indiscutível, existe muito claramente.

“As emoções simples e diretas de um cachorro, quando ele abana o rabo para expressar sua alegria ou latidos para mostrar seu descontentamento, são muito mais agradáveis. Os cães nos lembram dos heróis da história e talvez seja por isso que eles frequentemente recebem seus nomes. “

-Sigmund Freud-

O cachorro vive em média 12 anos … Por que é tão injusto?

O fato de um cão ou gato viver apenas 12 anos em média é incompreensível e injusto. Por quê? Porque perder a oportunidade de continuar a compartilhar a vida com uma pessoa de quatro patas é extremamente doloroso.

Quando amamos um animal, todo o tempo que passamos com ele não é suficiente. Porque quando estamos com ele, quando olhamos para ele com ternura e amor, percebemos que o tempo passa rápido demais.

Percebemos essa sensação de tempus fugit quando, a cada carícia, sentimos o coração do nosso animal agitar-se no nosso. No entanto, o contraste aparece quando, após cada olá e depois de cada momento compartilhado, entendemos que esse amor é infinito.

Suas superpotências, armas de bondade maciça

Pensamos, com ternura, que nossos queridos animais têm superpoderes. Isso nos faz amá-los muito. Quando fazemos uma lista mental de tudo o que nos surpreende em casa, não podemos deixar de sorrir.

Quando amamos um animal, muitas coisas nos surpreendem e nos amolecem. Sua capacidade de prever o futuro ou “sentir” quando vamos para casa . Sua empatia e capacidade de estar em sintonia com o nosso estado emocional. Sua habilidade em nos confortar e nos motivar …

É difícil deixar nossos animais sozinhos em casa. Seus olhos suplicantes nos enchem de dificuldade. Mas a alegria deles em nos ver nos inunda de felicidade.

Os animais são, sem dúvida, os melhores terapeutas possíveis para muitas pessoas. Sua nobreza e bondade não têm limites. Se não temos um animal para amar, parte da nossa alma está adormecida. Mas esta reservou um espaço para amar os animais. Para desfrutar de seu amor incondicional e suas lições.

A declaração “ninguém jamais amará você mais do que a si mesmo” perde seu significado. Porque os animais são verdadeiros mestres na arte do amor. Cada segundo gasto com eles é um presente. Amar um animal é uma das mais belas experiências. Aqueles que viveram sabem disso.

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*Fonte:

Se faça um grande favor e se olhe com mais amor

Esses dias eu assisti um experimento em que um artista pintava rostos de pessoas sem vê-las, somente com as descrições que elas próprias faziam.

Em seguida as pessoas saíam do ambiente, ainda sem que ele pudesse vê-las e entrava uma outra pessoa que descrevia para ele as mesmas pessoas anteriores, para que ele fizesse um segundo retrato.

Ao final o artista colocava os dois retratos um ao lado do outro e chamava as pessoas para observarem os seus próprios rostos descritos por elas e por outra pessoa.

Com muita surpresa as pessoas se emocionavam ao constatar que ao fazerem sua autodescrição elas enfatizavam seus defeitos e os pontos do rosto que não lhe agradavam, enquanto o outro retrato, descrito por uma segunda pessoa, era diferente, muito mais harmonioso e com um aspecto feliz.

Eu também me emocionei ao assistir isso porque constatei que a maioria de nós não consegue se olhar com amor.

Não por mal, obviamente, mas a verdade é que fomos criados e condicionados a agigantar os nossos defeitos, que muitas vezes nem existem, mas que a nossa mente e quem sabe a baixa autoestima faz parecer tão reais em nós.

Se o nosso corpo pudesse usar palavras, com certeza ele pediria para sermos mais bondosos com nós mesmos. Tarefa essa que nos é tão difícil!

É possível que você veja o quão distante estamos de nós mesmos ou o quão distorcidos somos nós da realidade?

Não é justo com nós mesmos passarmos uma vida habitando um corpo com o qual não estabelecemos uma relação sincera. Não é justo viver em guerra com o espelho por falta de aceitação. Não é justo deixar a mídia e a sociedade incutirem em nós belezas extravagantes às quais nunca conseguiremos alcançar, não porque não possamos, mas porque é utópico no contexto em que nunca estamos satisfeitos.

Se tudo na vida pode ser aprendido, que tenhamos empenho em ajustar os nossos pensamentos negativos e autodestrutivos cada vez que surjam em nossa cabeça. Um pouquinho a cada dia, como quem educa uma criança diariamente mostrando direções, que possamos ter uma conexão interior profunda de amor e caridade, nos doando um olhar de carinho cada vez que a nossa autoimagem vacilar.

*Sou viajante, escritora, praticante de yoga, amante da natureza, reikiana iniciada e apaixonada por tudo que envolva desenvolvimento pessoal e espiritualidade.

Uma vida baseada em uma frase: Conhece-te a ti mesmo.

“Parti em busca de um refúgio espiritual através de retiros, cursos, livros, terapias e meditação. No fim das contas, surpreendentemente, eu descobri que existia um refúgio no divino que habita dentro de mim.”

*Por Ana Paula Fantin

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*Fonte: nowmaste

Ninguém se apaixona pela pessoa errada, apenas se encanta por ilusões que ela mesma inventa

Essa coisa de amor à primeira vista, não sei… não entendo. Isto nunca aconteceu comigo, talvez por acreditar que amor não é encantamento, mas sim, vivência. Desconfio de coisas fantásticas demais.

Perdi a ilusão com os contos de fadas, quando descobri que tapete mágico servia apenas para me deslizar, que castelo era solitário demais e que príncipe não passava de um homem normal qualquer. Percebi que tudo que li nos romances ou assisti na tv, apenas foram inventadas para nos fazer sonhar e aliviar algumas rotinas.

Desilusão não faz ninguém amargo, é você que permite se envenenar. Desilusão serve para que nos amadurecermos e crescermos também. Até as negatividades da vida são lições para melhorar o nosso eu. Inventamos, criamos e vivemos nossos dias. Todo mundo acaba criando expectativas com relação às pessoas e a vida.

Nem sempre somos pés no chão como deveríamos, porque criamos ilusões e investimos nessas falsas realidades. Quando estamos apaixonados ou encantados por alguém acabamos vendo beleza onde não tem, vemos humor em piadas sem graça e qualidades demais onde não existe, porque os sentimentos tem essas cegueiras estranhas.

Às vezes, levamos muito tempo para percebermos que aquele amor não passa de um gostar intenso, que aquele paquera não passa de mais um idiota, que aquela pessoa que você apostou até o último centavo não passa de um sacana. Criamos tantas expectativas com relação a alguém que até inventamos para nós mesmas que ele é bom.

Acreditamos em tantas ilusões perdidas e não temos o controle disso, muitas vezes. Ainda não foi inventado um botão para deletar ilusões que inventamos e que servem apenas para nos trapacear, infelizmente.

Apaixonamos algumas vezes, talvez milhares de vezes e cada ilusão é diferente, porque nossas perspectivas mudam de pessoa para pessoa. Inventamos um gostar íntimo para cada pessoa que passa em nossa vida e inventamos ilusões diferentes para cada um. Ninguém é igual, similar ou genérico, cada pessoa é única e sem restrições até que apareça algum mal estar para atormentar.

A realidade é muito diferente daqueles contos de fadas. A desilusão marca a gente para sempre. Viver é acertar e errar; é apostar, ganhar e perder; é ser real e fantasia; é inventar ilusões boas e ruins; é trapacear e jogar… viver é também inventar problemas, principalmente, quando cismamos com alguém que não passa de ninguém.

Ninguém se apaixona pela pessoa errada, a verdade é que inventamos expectativas e ilusões maravilhosas com relação a quem estamos envolvidos. Quando envolvemos com alguém não medimos o encantamento, muito menos prevemos se vai ser bom ou não, então vamos criando ilusões para que essa pessoa se torne especial.

Eu não acredito em amor à primeira vista, é verdade, mas acredito piamente na possibilidade de um amor para sempre. Inventei muitas ilusões e vivi todas elas e não me arrependo, porque quem não investe em um alguém especial, perde a chance de conhecer uma pessoa inesquecível ou não aprende a escapar de mais uma desilusão. Como diz uma música que a Marília Mendonça canta: ninguém se apaixona pela pessoa errada, apenas se encanta por ilusões que ela mesma inventa.

*Por Simone Guerra

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

O melhor presente que você pode dar a alguém é seu tempo!

Tempo e interesse. Essas são as duas palavrinhas que você tem que gravar na sua mente, colar um post-it na tela do seu computador, ou até mesmo colocar de lembrete no seu celular.

São as duas coisas mais valiosas que você pode dar a alguém. Presente caro como anel da Pandora, pulseira da Vivara, relógio Rolex, sapato Manolo Blahnik, vestido Diane von Furstenberg, carro do ano, ou até mesmo gestos mais simples como flores e chocolates, nada disso chega perto do tempo e interesse que você demonstra a pessoa que gosta.

É horrível se preocupar com alguém que não está nem aí para você, ou que só te procura quando quer algo, como ajuda ou algo mais.

Tempo nos dias de hoje é um bem precioso.
Todos querem mais uma hora no dia, pois sabemos que a vida anda mais corrida, mais caótica e mais cheia de coisas para fazer. Por isso, você separar, nem que seja cinco minutos do seu dia para mandar uma mensagem para quem gosta, perguntando como está, é um presente é dádiva.

Todos gostam de se sentir importantes na vida do outro. Demonstrar interesse no dia a dia, nos planos, ou no que está ou não fazendo, mostra uma preocupação. Queremos e precisamos saber que somos notáveis.

As pessoas hoje com a tecnologia, que seria para unir mais as pessoas, estão fazendo com que elas fiquem no modo automático. Respostas curtas, grossas, sem sentimento, carinho ou interesse.

Nada mais decepcionante do que você se preocupar com alguém, mandar uma mensagem perguntando se está tudo bem e ela responder apenas “sim”.

A falta de interesse machuca, pode não parecer mas deixa um buraco no peito, ainda mais se você gosta da pessoa e se preocupa com ela.

Infelizmente o que fazemos pelos outros não significa que farão por nós.

Se você está doando seu tempo e interesse para quem não está ligando a mínima para isso, não se sinta um idiota.
Saiba que está dando o melhor presente que alguém poderia querer receber.

Não que os mimos que citei acima, os presentes, não sejam legais. Eles são, mas nada como a presença, preocupações, tempo e interesse. Para mim, isso é o mais importante.

Agora, é hora de ver se está doando tudo isso para a pessoa certa. Como eu disse, tempo é dádiva, por isso, não desperdice com quem não merece.

Lembre-se que tudo o que fizeres, faça de todo coração. Jamais se arrependa, mesmo que não deem o devido valor. As coisas boas devem sempre ser maiores que a negatividade e a falta de interesse dos demais.

*Por Aline Felix

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Quanto mais “fizer amor”, mais tempo irá viver, aponta estudo

Se você acha que fazer amor não bem a saúde, está completamente enganado. Trás vários benefícios a sua saúde segundo pesquisas mostram que além de melhorar seu humor você terá mais qualidade de vida. Agora um novo estudo aponta que quanto mais você fizer amor, mais tempo de vida você terá.

Como esse estudo foi feito?

Foi separado em duas partes: Na primeira, cerca de 918 homens de 45 a 59 anos foram entrevistados sobre seus ‘hábitos sexuais’. Se passou uma década e eles responderam novamente qual a frequência que faziam amor.

Os pesquisadores concluíram que os homens que faziam amor pelo menos duas vezes na semana tinham a taxa de mortalidade pela metade.

Já a segunda fase dos estudos contou com a presença das mulheres, foram 129 com a idade entre 20 e 50 anos. Todas responderam perguntas sobre como andava sua vidas amorosas e se estavam satisfeitas.

Depois de uma análise biológica, foi descoberto pelos cientistas que das 129 mulheres as que faziam mais amor tinham e tinham também uma vida satisfatória, tinham telômeros, que é um um tipo de capa que ajuda a proteger os cromossomos, fazendo com que elas tenham aumento na suas expectativas de vida.

Vamos as conclusões:

Os cientistas também afirmam que ‘fazer amor’, produz células que combatem as doenças e potencializa o nosso sistema imunológico. Ou seja, faça amor, de forma satisfatória, faz muito bem a saúde.

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*Fonte: vidaemequilibrio

O amor cura, o ódio mata – o conselho de um gênio da medicina

A lepra na Venezuela teve seu momento mais trágico nos anos 1930. Nessa mesma época, um jovem cientista de origem na Catalunha, lutava para erradicar a doença e, independentemente dos riscos e dificuldades, seguiu para os locais de infecção para tratar os doentes.

Em 1937, o lendário médico venezuelano Martin Vegas, pioneiro nos estudos da lepra, convidou Convit para visitar a residência Cabo Blanco, no Estado de Vargas, onde centenas de pacientes com hanseníase estavam hospedados.

Naquela época, a doença ainda era motivo de preconceito. Os leprosos eram trancafiados pelas autoridades.

Jacinto Convit (1913-2014), também conhecido como “José Gregorio Hernández de La Pastora”, foi um médico venezuelano, pesquisador meticuloso e dermatologista do Hospital Vargas de Caracas.

Lá, até quase os seus 100 anos de idade, ele trabalhou intensamente, com entrega admirável, onde se ocupou também do câncer da mama, a segunda principal causa de morte na Venezuela.

Em uma ocasião nós o entrevistamos e passamos uma manhã inteira com ele. Naquela época, tinha 92 anos de idade e apresentava agilidade e lucidez de uma pessoa 50.

“Eu só peço a Deus para me conceder um par de anos para ajudar a encontrar a vacina contra o câncer de mama”, disse então. Ele morreu aos 100 anos de idade sem atingir seu nobre propósito, mas deixou avanços muito importantes que seus sucessores continuam a desenvolver.

Este famoso médico e cientista ficou conhecido pelo desenvolvimento de uma vacina contra a lepra. Recebeu o Prêmio Príncipe das Astúrias de Investigação Científica e Técnica em 1987 e foi nomeado para o Prêmio Nobel da Medicina em 1988.

O trabalho do Dr. Convit foi incansável e suas horas foram gastas entre o laboratório e o cuidado de seus pacientes, que ele nunca abandonou. Eles vinham de todos os lugares. Esperavam à sua porta, e ele saía para animá-los e assegurar-lhes que logo seriam atendidos. Deu-lhes sempre um tratamento digno, independentemente de sua condição social.

Na sua idade avançada, ele ainda tratava de cerca de vinte pacientes por dia, além de conduzir uma equipe de pesquisa de primeira linha que ele havia criado e formado. E ainda orientava pesquisadores atuando como professor emérito.

Quando lhe perguntei qual era o segredo de sua vitalidade e lucidez invejável, sem hesitar, ele disse solenemente: “o amor cura, o ódio mata; nunca odeia, ame e você verá que a vida flui como água cristalina”. Foi assim que esse ser humano extraordinário falou, um homem que passou quase um século curando doentes na Venezuela.

*Por Macky Arenas

 

 

 

 

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*Fonte: sabervivermais

Amor não se mendiga, amizade não se cobra, carinho não se pede

Amor não se mendiga, amizade não se cobra, carinho não se pede… Ter que ficar cobrando palavras, gestos, comportamentos, ter que lembrar nossa existência a alguém é por demais humilhante. Ninguém merece.

Existem certas coisas que não precisariam ser faladas, tampouco cobradas, de tão óbvias. Porém, passamos a vida lembrando algumas pessoas daquilo que elas deveriam já ter como hábito e isso cansa, diminui, abalando a autoestima de qualquer um. Se tivermos que lembrar aos outros o óbvio todos os dias, a todo instante, enlouqueceremos.

Amizade não deveria ser cobrada. Ter que correr atrás o tempo todo da pessoa, enquanto ela nem se lembra de que a gente existe, exaure a paciência mínima de um ser humano. Quando temos que, só nós, ficar mandando mensagens, telefonando, convidando procurando, é hora de repensar aquilo tudo, porque, provavelmente, a amizade somente existe em nós. Do outro lado, amizade é que não tem.

Carinho não deveria ser pedido, mas sim espontâneo, verdadeiro, necessário em quem oferta, tanto quanto em quem recebe. Carinho não somente se trata de toque, porque a gente se sente amado principalmente pelas atitudes do outro, pela forma como ele nos faz sentir, mesmo de longe. Ter que ficar cobrando palavras, gestos, comportamentos, ter que lembrar nossa existência a alguém é por demais humilhante. Ninguém merece.

Amor que se mendiga é tudo, menos amor. É o contrário de amor, é o que contraria o amor em si. Sentimentos vêm de dentro e transpiram por todos os poros, materializando-se no encontro que transforma, no calor que motiva, na certeza que acalma, no abraço que reinicia. O amor precisa se expandir, precisa ser expresso, dito, ouvido, vivido, sem melindres, sem rodeios. Se houver carência de um ou de outro lado, não há reciprocidade e, então, amor nem tem.

Nossa sobrevivência em muito dependerá do discernimento entre o que é luta digna e o que nada mais é do que insistência servil. Lutar pelo que queremos não significa implorar por atenção, por amizade, por carinho, por amor. A dor da consciência sobre quem não está mais junto sempre será uma oportunidade de recomeço. A dor da solidão acompanhada, porém, jamais nos tornará dignos de sentimentos verdadeiros e recíprocos. É isso.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: seuamigoguru

5 signos mais difíceis de se apaixonarem

Existem pessoas que acreditam, e que não acreditam em astrologia, horóscopo, signos, etc. De fato é uma questão de crença. Se você é uma pessoa que não acredita, provavelmente vai gostar dessa matéria: 15 coisas que quem não dá a mínima para signos sempre quis te dizer. Agora, se você é das pessoas que acreditam ou, pelo menos, se diverte lendo e conversando sobre o assunto, talvez se interesse por essa: 7 pequenas coisas que se tornam um pesadelo para quem é virginiano. Outras são: Como é a mulher de cada signo? e 12 tipos de pessoas que você nunca deve namorar baseado no seu signo do zodíaco.

Os signos que mais possuem dificuldades em se apaixonar são: Gêmeos, muito cuidadosos quando se trata de relacionamentos; Câncer, por sempre estarem com um pé atrás; Sagitário, apesar de não terem tanta dificuldade em se apaixonar, levam os sentimentos da maneira mais tranquila possível; Capricórnio, provavelmente o signo mais difícil de se apaixonar e se entregar, por serem extremamente pé no chão; por fim, Aquário, não tem dificuldade em se apaixonar, mas em entender o que sentem, o que acaba dificultando tudo.

Apesar de termos essa listagem de 5 signos que tem mais dificuldade em se apaixonarem, relembrando: Gêmeos, Câncer, Sagitário, Capricórnio e Aquário, a baixo falamos sobre todos os 12 signos do Zodíaco, seu comportamento quando se apaixonam e quais são os signos que mais tem dificuldades em se relacionarem.

É importante lembrarmos que não temos o intuito de criticar, julgar, muito menos impor verdades absolutas. Nosso objetivo é único e exclusivo de entreter. Por isso, o conteúdo dessa matéria se destina a aqueles que se interessarem e/ou identificarem. Sendo assim, a redação da Fatos Desconhecidos fez essa listinha para você conhecer um pouco mais sobre a relação que cada signo tem com o assunto amor.

1 – Áries

Para um ariano se apaixonar é preciso que a pessoa tenha uma personalidade forte e firme. Costumam se envolver pela maturidade, fazendo com que a pessoa acabe se tornando o centro de sua vida. Os arianos se entregam completamente quando se apaixonam. Os signos que Áries tem mais dificuldade de se relacionarem são: Peixes, Capricórnio, Virgem e Câncer.

2 – Touro

Os taurinos não vão atrás de alguém quando se apaixonam, porém, o fazem quando estão envolvidos e seguros do relacionamento. Se apaixonam lentamente, até que estejam confortáveis com a situação. É quase impossível para um taurino se relacionar com um ariano, da mesma forma como touro e escorpião precisam de muita paciência e diálogo para darem certo. Além deles, Sagitário e Aquário.

3 – Gêmeos

Os geminianos tendem a se envolver apenas quando tem a certeza de que esse relacionamento vale a pena. A pessoa pode até já estar apaixonada, mas só aceitará essa “condição” quando acreditar que a outra pessoa irá conseguir entrar no seu ritmo de vida, inconstante. Gêmeos não combina com Escorpião; com Capricórnio precisam ter um pouco de paciência e com Câncer é preciso segurar o ciúmes.

4 – Câncer

As pessoas desse signo tendem a ficar com um pé atrás, mas logo se envolvem completamente. Por causa da sua timidez demoram um pouco mais a se envolverem. para um canceriano se envolver com um ariano é preciso muito, muito amor e paciência. Gêmeos e Câncer também não são uma dupla que terão um relacionamento tranquilo, por causa do sentimentalismo canceriano e da superficialidade geminiana.

Outro que precisa de muito cuidado é o relacionamento com um leonino, que por sua arrogância e egocentria pode acabar magoando o outro. Para um virginiano namorar um canceriano é preciso encontrar o equilíbrio entre a necessidade (enorme) de afeto de um e a total falta de demonstração do outro. Libra e Câncer precisam equilibrar o ciúmes.

5 – Leão

Os leoninos são excelentes conquistadores, mas precisam de muita autenticidade para conseguirem se envolver. Precisam dizer tudo aquilo que sentem e sentem a necessidade de liderar a relação. Porém são muito fieis e leais. Leão e Touro precisam de muito cuidado, por serem explosivos e possessivos. Leão e Leão, não parece uma relação que vinga, a não ser que haja muito amor. Escorpião e Leão precisam de muita compreensão, caso contrário, o amor se transforma em ódio eterno. Aquário e Leão tem muitos conflitos, mais uma vez é preciso que alguém ceda para que o relacionamento dê certo.

6 – Virgem

Os virginianos tem mais medo de não serem correspondidos do que de seus sentimentos. Precisam medir absolutamente todos os prós e contras da relação antes de se entregarem, mas quando se entregam são verdadeiros portos seguros. Com Áries é preciso ceder e não ser crítico demais. Com câncer é preciso haver equilíbrio no quesito “atenção”. Em relação a capricórnio só precisam tomar cuidado para não cair na rotina.

7 – Libra

Os librianos se entregam cegamente às paixões, acreditam que essa é uma das coisas mais importantes da vida. Por ser um signo que se entrega demais, assumindo todos os riscos (que só apareceram mais tarde). Por ser um signo que se dedica ao máximo a seu parceiro a tendência em dar certo com qualquer signo é muito grande.

8 – Escorpião

Se percebem que a pessoa vale a pena, acabam se entregando muito rápido. O que não é muito bom pois acaba confundindo a outra pessoa. Para funcionar com Áries é preciso controlar o ciúme e compulsão; assim como com Touro é preciso muito diálogo; com gêmeos só irá funcionar se o escorpiano controlar o ciúme e possessão; Leão e Escorpião podem não ser um bom par por conta das personalidades fortes, que se não forem trabalhas transformam o relacionamento em disputa de poder. Assim como Escorpião e Escorpião, Aquário e Escorpião são pares que precisam de paciência e cuidado para que deem certo.

9 – Sagitário

São pessoas que se apaixonam tranquilamente, prezam sua liberdade, são pessoas de bem com a vida. Apesar de serem pessoas inconstantes se dedicam ao máximo em um relacionamento. Os signos que precisam de uma atenção especial, em vários aspectos para que esse romance aconteça e dê certo são: Touro, Câncer, Virgem, Escorpião, Capricórnio e Aquário.

10 – Capricórnio

Os capricornianos são pessoas pé no chão, não se sentem nem um pouco confortáveis em admitir que estão apaixonados. Não gostam de se arriscar e menos ainda de se expor. Mas, quando se apaixona se revela muito romântico. Os signos que não dão tão certo com Capricórnio são: Leão e Aquário. Para que deem certo com esses dois signos precisam de muita paciência e cuidado.

11 – Aquário

Os aquarianos são pessoas que tem dificuldade em lidar com as emoções, por isso se sentem muito confusos na hora de falarem sobre o que sentem. São pessoas que não abrem mão da vida agitada e divertida, mas sempre com o companheiro ao seu lado. Signos que são muito difíceis de se relacionar com Aquário são: Áries, Touro, Leão, Virgem, Escorpião, Capricórnio e Peixes. Só lembrando que é difícil se relacionar, não impossível.

12 – Peixes

Os piscianos são pessoas muito sérias no que diz respeito às coisas do coração. São impulsivos, capazes de abandonar tudo e todos em nome desse amor. Apesar de se envolver aos poucos até que esteja completamente apaixonado, é capaz de misturar sua vida com a do outro. Alguns signos que Peixes tem mais dificuldade em se relacionar são: Áries, Gêmeos, Leão e Aquário.

Então pessoal, o que acharam? Já sabiam dessas combinações? Qual seu signo e de seu parceiro? Encontraram algum erro na matéria? Ficaram com alguma dúvida? Não se esqueçam de comentar com a gente!

*Por Júlia Marreto

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*Fonte: fatoscuriosos

Já não se fazem mais móveis, nem amores, como antigamente…

Um dos pressupostos que mais ouvimos falar é o de que o dinheiro é capaz de colocar ao nosso redor os estímulos necessários para que sejamos felizes, principalmente objetos.

Esse texto eu vi na FastCo.Exist, uma divisão da revista FastCompany, uma revista digital focada em inovação, tecnologia, ética econômica, liderança e design.

Na casa dos meus pais existe um aparador e um espelho que fazem parte da nossa história. Minha mãe tirou uma foto de frente para ele no dia em que se casou e eu também fiz parceria com ele quando, aos treze anos, dancei pela primeira vez uma valsa na festa de uma amiga debutante.

Os móveis duravam muito mais antes. Suportavam as mudanças, muitas vezes feitas em caçambas de caminhões, sacolejando até seu novo destino, amarrados, quando muito, por algumas cordas.
A madeira era de lei. O tecido que cobria as cadeiras e os sofás eram de ótima qualidade, chegavam a suportar duas gerações de crianças saltitantes sem rasgarem-se.

Tecidos de sofá lembram-me uma das histórias mais bonitas que já ouvi dentro do consultório quando uma – então paciente – hoje colega contou que, a cada relacionamento que terminava, ela mandava trocar o tecido do sofá. Foram três “casamentos” e muitas mudanças de endereço e com elas, ia junto o indestrutível sofá que, envolto em um novo tecido, simbolizava um recomeço. Iam-se os tecidos, mas o sofá ficava. Ela foi dessas mulheres que recebeu nome de rainha, que a natureza fez nascer bonita, que buscou incessantemente um amor tão forte quanto o sofá até descobrir o amor próprio, que hoje caminha com ela junto da beleza que também não a abandonou.

Ah, já não se fazem mais móveis, nem tampouco amores como os de antigamente, que duravam uma ou duas vidas, que suportavam as várias trocas de tecido, as várias camadas de verniz e a quantidade de viagens que fossem necessárias nos carretos informais.

Hoje, nem os móveis, nem os casamentos resistem ao fim do contrato de aluguel.

Antes que as caixas de presentes sejam todas abertas e colocadas para o uso, a relação despedaçou-se feito aquele emaranhado de resto de madeira que chamam de compensado quando enfrenta a primeira “tempestade”. Os casamentos terminam antes que se quebrem todos os copos do armário, antes que os lençóis da cama precisem ser trocados, antes que a madeira da mesa sofra o primeiro arranhão.

Não há mais como apegar-nos aos móveis como fazíamos na casa das nossas avós. As minhas mantiveram por muitos anos o mesmo jogo de jantar e os mesmos quadros na parede. Tínhamos uma identidade, e assim como os móveis da família, tínhamos uma história.

Hoje em dia vejo pessoas de vinte e poucos anos que já carregam na ficha dois casamentos, e uns dez relacionamentos abandonados. Deletam fotos e vivem como se cada um deles fosse um rascunho que se apaga e se joga fora diante da primeira adversidade.

Relacionamentos e móveis tornaram-se descartáveis hoje em dia e as fotos na parede sequer existem mais.
A geração nascida nos anos oitenta já trocou de aparelho celular muitas vezes e sequer conhece o que é ter o mesmo aparelho telefônico fixo, preso à parede por um fio que durava dez, vinte, trinta anos.

E por isso, tornaram-se imediatistas e consumistas. Não sabem o que é ter um sapato comprado há mais de dez anos e jamais viveram como eu, a particular experiência de usar na minha festa de quinze anos uma peça de roupa que minha mãe usou em sua formatura e que foi bordada pela minha tia avó.

As relações se sustentam tais quais aqueles móveis que sob o juramento do montador que diz profeticamente: este móvel não suporta uma mudança, se for desmontado não “para em pé” de novo. Tudo culpa do compensado de retalhos de madeira.

As estantes não suportam mais o peso dos livros, os jogos de jantar não são mais feitos para serem usados, os sofás desmoronam antes que se possa trocar o tecido e os aparadores com os espelhos perderam espaço. Não precisam mais durar em um mundo onde relações duram menos do que eles.

Vivemos em um mundo de descartáveis, nos quais raramente encontramos pessoas – como aquela dona do sofá que tem nome de rainha – dispostas a reciclar e reciclarem-se na busca de construir uma história na qual haja perseverança, fé, apego e força. Pessoas capazes de carregar suas lembranças mesmo nos dias difíceis da mudança, capazes de dar chances e tempo a si e ao outro para escrever um livro da vida e não um rascunho que se descarta diante da primeira nova opção.

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*Fonte: resilienciamag

Aprenda a se colocar no lugar do outro, e tente ser amor, sempre que puder. O Universo te devolverá em dobro, quando você mais precisar.

Até pouco tempo eu concordava cem por cento com a citação ‘Sou responsável, pelo que digo e não pelo que você entende’.

Refleti muito sobre toda a verdade que essa simples sentença carrega.

E cheguei à conclusão de que, ela a frase, é egoísta e cruel.

Nós, ou muitos de nós, gostamos de não nos responsabilizar por quase nada.

Porque o sentimento de culpa pesa, sufoca, e acharmos que somos ou fomos culpados por alguma coisa, é assustador.

Com frequência ouvimos frases como, ‘a culpa é sua, você quis assim, eu não fiz nada para você’.

Eu acredito firmemente, que não existem culpas, existem consequências, então, para tudo o que você fizer ou disser, existe uma consequência. É aí que entra nossa responsabilidade. Sim eu disse nossa, minha, sua, todos nós deveríamos nos preocupar com o que acontece a nossa volta, deveríamos sim prestar atenção ao que acontece com as pessoas, porque um sorriso, um abraço, um simples conta comigo, pode mudar uma história. Acha que é exagero? Então pare para pensar com cuidado, e talvez você encontre algum momento em sua vida, no qual alguém salvou o seu dia com um gesto simples, uma palavra que conforta ou um simples ombro amigo.

Se alguém salva um dia, ele(a) pode estar salvando uma vida, porque vidas podem começar e terminar em apenas alguns minutos, quem sabe até segundos.

A falta de empatia tem deixado o mundo mais frio e triste. Quando nos deparamos com pessoas que moram na rua, com aqueles, que por um motivo ou outro estão ou são menos favorecidos, sentimos pena sim, mas pensamos primeiro que é um problema social, que a culpa é do governo, lamentamos, mas não fazemos nada, certo?

Você deve estar se perguntando, e porque deveríamos fazer alguma coisa se a culpa não é nossa? Mas a verdadeira pergunta é, porque não fazer qualquer coisa que seja para ajudar, mudar ou melhorar a situação de alguém, nem que seja por alguns minutos ? Sem mais rodeios, onde eu quero chegar é, cada pessoa que você encontra, está lutando batalhas que talvez ninguém saiba, então seja mais gentil, pense antes de falar, e não se preocupe só com você, não faça o mundo girar somente ao seu redor, seja humano e se sinta sim responsável pelo que diz, porque você tem o poder de salvar o dia de alguém, ou de acabar com ele.

A maioria das pessoas é emocionalmente fraca, carente e isso não as torna inferiores, são apenas humanos imperfeitos, como eu e você, e ajudaria muito se cada um de nós fizesse a nossa parte.

Já ouvi pessoas dizendo que não podem ajudar aos outros porque mal conseguem ajudar a si próprios, e isso eu chamo de egoísmo, de olhar somente para o próprio umbigo, porque viver só para si é se entregar a uma existência miserável e sem sentido, sem propósito.

Se puder ajudar com dinheiro, ajude, se puder ajudar somente com palavras de motivação, assim o faça, se achar que não tem nada a oferecer, então pelo menos, se responsabilize sim, por tudo o que diz e tudo o que faz, porque isso com certeza pode e vai influenciar ou mudar o dia, quem sabe a vida de alguém.

Se estiver irritado, respire fundo e lembre-se ninguém precisa pagar o preço da raiva ou frustração que você sente, mas quem sabe a tranquilidade ou conforto que você precisa, virá de um gesto, quem sabe até de um estranho. Afinal, estamos nessa caminhada juntos, todas as pessoas que encontramos na rua, no parque, no supermercado, todos eles respiram o mesmo ar, todos têm um coração batendo forte no peito e sangue correndo nas veias, todos nós somos iguais, independente da posição social, cor da pele, nacionalidade, sexo, ou qualquer outra mera particularidade.

Nada disso faz diferença quando o coração para de bater, até porque quase todos os caixões tem tamanhos iguais, queimados ou enterrados, a única que sobra é nossa alma, nossa essência e nosso espírito.

O ser humano não sobrevive sozinho, todos nós necessitamos das interações sociais, todos nós sem exceção, precisamos um dos outros, então aprenda a se colocar no lugar do outro, e tente ser amor, sempre que puder.
O Universo te devolverá em dobro, quando você mais precisar. Vidas serão melhores e quem sabe o mundo se torne um lugar mais feliz.

 

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*Fonte/texto: Wandy Luz: resilienciamag

13 difíceis lições que você precisa aprender antes de encontrar o amor que merece

Difíceis lições que você precisa aprender antes de encontrar o amor que merece:

1. Quando alguém diz que não quer estar em um relacionamento, acredite
Se alguém insinua qualquer coisa sobre não ser capaz ou pronto para ter um relacionamento, ou que não podem namorar “alguém” por razões X, Y e / ou Z é mais provável que a pessoa esteja educadamente dizendo que não pode namorar você. Alternativas: “Não estou interessado em nada sério agora”, “Não estou emocionalmente disponível”, etc.

2.Apenas porque você não está fazendo jogos, não significa que outras pessoas não estejam
Quando se trata de namoro, o melhor de nós pratica a regra de ouro: trate as pessoas como você quer ser tratado. Mas temos que aceitar que praticar a regra de ouro sobre os outros, não significa receber a mesma cortesia. Algumas pessoas somem, algumas pessoas brincam com seus sentimentos, algumas pessoas o mantém em um purgatório emocional, e a lista continua. Você tem que manter seus princípios mesmo quando não recebe o mesmo tratamento em troca.

3. O tempo pode ser um amigo, mas também pode ser uma restrição muito real
Um amigo disse uma vez algo sobre o tempo que me marcou: o tempo é mais importante do que se você e seu amor se interessam um pelo outro. Esse pensamento é realmente desanimador. Você deve estar disposto a reconhecer que tipo de problema de tempo você enfrenta.

4. Quanto mais cedo você puder aceitar como se sente sobre alguém, mais cedo saberá o que fazer sobre isso
Você pode dançar em torno dos seus sentimentos o quanto quiser, mas, mais cedo ou mais tarde, eles te alcançarão. Você também pode racionalizar, argumentar e tentar se convencer de como sente, mas tudo isso é quase sempre inútil. Os sentimentos podem ser uma coisa fugaz, e eu certamente não acho que eles sempre precisem ser guias. Mas ser sincero consigo mesmo é o primeiro passo, o acerto ou o erro, ou a ação ou a inação, vêm em segundo lugar.

5. Você sempre amará ou gostará de algumas pessoas, mesmo que elas não “mereçam”
Há algo pior do que se apaixonar por uma pessoa que é terrível (para você)? Se o amor é uma escolha ou não, é uma questão que nunca seremos capazes de responder com certeza. O que é uma escolha, no entanto, é com quem você escolhe estar.

6. Distrações não resolvem o problema, elas estendem o tempo que leva para você seguir em frente
O processo de cura do desgosto em todas as suas formas é algo que você precisa enfrentar. E quanto mais cedo você enfrentar diretamente, melhor.

7. Você pode conhecer a pessoa perfeita, mas ela ainda pode não estar “pronta” para você
Isso acompanha o tempo, exceto que não é tanto sobre as estrelas não se alinharem para ambas as partes, a pessoa pode não querer fazer sacrifícios para estar com você agora, por qualquer motivo. Ainda assim, não é uma boa ideia esperar pela pessoa, porque algumas pessoas nunca estarão prontas para você.

8. Se é realmente difícil no início, não vai ficar mais fácil
Os bons filmes e a grande literatura nos convencem de que ter que superar coisas difíceis estando com alguém, é um sinal de que vocês devem estar juntos. Na maioria das vezes, parece que exatamente o oposto é verdadeiro. Isso não quer dizer que você não precise fazer nenhum esforço, mas é normal se cansar de coisas que pareçam exigir mais trabalho do que deveriam, especialmente no início.

9. Seu coração partido não é incomum, é, realmente, bastante comum
E você vai se curar, mesmo que não queira. (Às vezes você não vai querer.) Muitas pessoas romantizam o coração partido, quando há muito pouco de romântico sobre isso. Ainda assim, um dia você ouve as dores dos outros enquanto considera as suas, e você percebe de uma maneira estranha, que está tudo no mesmo conjunto.

10. Você pode mudar seus cabelos, seu rosto, seu trabalho, sua cidade… mas, se não estiver bem consigo mesmo, um relacionamento não vai consertar isso
Pode até ampliar todas as suas inseguranças. Encontrar alguém que o ama e aceita é uma experiência incrível, mas fazer isso por si mesmo é imprescindível.

11. Você não pode mudar ninguém além de si mesmo em um relacionamento
E você não deve entrar em um esperando conseguir mudar o outro. Você deve aceitar a pessoa com quem está com todas as suas falhas e, se não puder, deve deixá-la ir. Porque isso pode significar que você não queira a pessoa, você quer a versão dela que criou em sua cabeça, e a verdade seja dita, isso é totalmente injusto.

12. Às vezes, você pode ser solteiro por qualquer uma das muitas razões pelas quais as pessoas são solteiras
Às vezes, você é solteiro sem nenhum motivo. Às vezes, ser solteiro parece uma benção, e às vezes é como uma punição. Você pode perder a cabeça imaginando porque você está solteiro. E não há absolutamente nada de errado em dizer que você quer estar em um relacionamento. Mas, em última instância, é sempre melhor saber o que você está disposto ou não a sacrificar para estar em um relacionamento.

13. Sua história de amor, bem como sua história de vida, serão diferentes das de todos
Todo mundo tem algo a dizer sobre o amor e as lições que aprenderam. Esteja disposto a ouvir e tomar o que faz sentido para você – mesmo as lições difíceis. Mas não defina seu amor e sua história de amor pelas histórias de outras pessoas. Você não é inteiramente responsável por todos os detalhes, mas quando se trata do amor em sua vida, você deve ter a coragem de colocar sua própria caneta no papel.

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*Fonte: Thought Catalog / Traduzido pela equipe de O Segredo

Estudo revela que quem come chocolate tem mais propensão a amar

Embora os antigos Astecas acreditassem fortemente que o chocolate era um afrodisíaco, a ciência sempre foi cética. No entanto, agora temos razões para acreditar que exista uma conexão entre chocolate e amor, ou entre amor e doces em geral, graças a um estudo do Journal of Social and Personal Relationships. Em uma série de experiências intitulada “Sweet Love: The Effects of Sweet Taste Experience on Romantic Perceptions”, os pesquisadores consideraram se uma variedade de alimentos provocaria sentimentos de romance entre os participantes do estudo.

No primeiro experimento as pessoas foram alimentadas ora com mini biscoitos, ora com batatas fritas. Então, eles fizeram o mesmo com refrigerante e água com gás. De acordo com os pesquisadores, as pessoas solteiras que acabavam de receber a escolha açucarada eram mais propensas a começar a imaginar relacionamentos amorosos hipotéticos. Além disso, eles descreveram essas relações como comprometidas e satisfatórias.

Os pesquisadores também decidiram realizar um experimento em que os participantes bebiam refrigerante ou água e então eram convidados a visualizar vários perfis de namoro. Novamente, aqueles que haviam consumido a escolha açucarada demonstraram um maior interesse pelos perfis e até classificaram os pretendentes como sendo mais atraentes.

Mas enquanto os solteiros podem colher os benefícios românticos do consumo de açúcar, há más notícias para aqueles que estão em relacionamentos. No caso de você estar pensando que um frasco de Nutella poderia salvar sua vida sexual, comer doces não parece ter um efeito sobre os romances existentes em termos de como um casal percebem um ao outro. Em geral, no entanto, o chocolate ainda pode ser responsável por aumentar a libido. De acordo com um estudo realizado pela Dra. Jennifer Nasser, professora associada de Ciências da Nutrição na Universidade Drexel, o consumo de chocolate faz com que seu cérebro libere o prazer da dopamina química, o que poderia colocá-lo no clima.

Claro, como sempre, existem vários fatores de confusão que podem refutar o vínculo entre chocolate e romance, mas essas novas descobertas abriram a porta para explorar a relação entre amor e gosto em geral. Em suas conclusões, por exemplo, os cientistas do Journal of Social and Personal Relationships sugeriram fazer um estudo futuro sobre se alimentos quentes ou picantes poderiam prever a atração sexual.

Esse canal nasceu da parceria entre o Hypeness e a Cacau Show para comemorar o Dia dos namorados e lembrar que o amor e o carinho devem ser valorizados sempre. A criatividade deve ser a tônica na hora de presentear a quem se ama e que o prazer de comer um chocolate nunca muda.

Produtos como Mini Show laCreme, Collection, Intensidade, Caixa Artesanal Delícias de Amor, Coração Glamour, Doce Gesto meu Docinho,, Urso pote, Kit Sexy, Caixa Amo mais que chocolate, Caixa Glamour 180g, Angel Asas, Coração Gourmet Rosê são alguns dos exemplos da dedicação da marca ao amor – e sua nova campanha, intitulada Primeiro Encontro, mostra que o tempo também não precisa ser uma barreira para o amor.

 

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*Fonte: hypeness

 

Carta a quem me magoou

Eu escrevo esta carta para você, mas você nunca a lerá. Você me fez mal, muito mal. Na natureza não há justiça, e eu continuo a sofrer. Mas hoje eu percebi que, de alguma forma, eu tenho que tirar de dentro de mim a profunda tristeza que sinto, e é isto o que eu vou fazer agora, nesta carta a quem me magoou.

Desconfio do rancor e da mágoa porque estes não são bons amigos, então não me querem bem. Além disso, o ressentimento e a mágoa levam ao medo, e este é o que precisamente necessita desaparecer. Não que eu sinta medo de você, temo sim ter que reviver o meu sofrimento e voltar a cair no mesmo erro.

Então, decidi que tenho que enfrentá-lo, cara a cara, e falar tudo o penso; se apenas em minha mente ou não, vou fazer valer esta oportunidade. Se eu diminuir este medo eu vou também diminuir todos os outros.

Eu queria voltar a confiar em você, sabe? Na verdade, não peço nada de extraordinário, mas se eu tivesse conhecido melhor as suas características, eu não teria permitido que você me machucasse tanto. Nunca vou esquecer quão insuportável é a dor que você me causou. Depois de tudo, o que tenho para lhe dizer é “muito obrigado”, por ter me ensinado algumas coisas.

 

Eu aprendi que você não pode dar a alguém algo ele não quer receber. Você permitiu-se o luxo de me deixar isso muito claro.

Sim, hoje eu percebo que você era tão ruim para mim que me impediu de progredir por muito tempo.

Como alguém disse uma vez: “o verdadeiro ódio é a abnegação, e o assassinato perfeito é sempre esquecido”. Eu não acho que atirar uma pedra para cima seja uma boa ideia, uma vez que ela pode cair na minha própria cabeça. Certamente isto não traz felicidade, e eu também não gostaria de acrescentar miséria à minha vida.

Dizem que sangrar não dói, que é prazeroso, que é como se você se dissolvesse em óleo e passasse a respirar profundamente. A dor na alma de algum modo anestesia e, muitas vezes, você não se torna ciente do que está assumindo para si até que seja tarde demais.

Talvez eu esteja escrevendo isso com lágrimas de sangue e pura dor, mas eu estou tomando o controle do leme, porque eu decidi ir mais longe e superar o que você me provocou.

Devo dizer-lhe que eu escrevo isto porque por trás da minha coragem há também uma grande tristeza, uma humilhação infinita e uma delicada decepção. Eu me sinto acima de um vulcão, enquanto minha vida está por um fio, então eu tenho que largar a carga pesada e apagar o que você me ocasionou por dentro.

Eu preciso de muito pouco para estar bem e é por isso que essa dor e essa mágoa têm que sair de mim. A partir de hoje eu não vou mais guardar rancor ou raiva, eu não quero coisas desnecessárias em meu coração. Toda experiência dolorosa está fechada dentro de uma semente de crescimento e de libertação.

A realidade é que hoje eu me perguntei se poderia fazer algo que valesse a pena, então eu decidi escrever esta carta a quem me magoou, você. Ao contrário do que você possa pensar, esta carta não é para você, é para mim, porque eu preciso dela para liberar das minhas costas o peso deste fardo. Parei para pensar e decidi que eu não quero nada de negativo na minha vida, nenhuma mágoa, e eu percebi que aqui está você, tudo o que me fez, e a forma como eu me sinto.

Notei que libertar-me de você é o maior ato de amor próprio que eu poderia exercer. Hoje posso dizer que você está me fazendo um favor, porque agora, mais do que nunca, eu não quero que o meu corpo sirva de sepultura para a minha alma. Eu posso lidar com tudo o que está dentro de mim. Não tenho medo de viver, porque tudo o que tenho que fazer é que reaprender a ser feliz.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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