3 razões para você conversar mais com seu cachorro

Eu, particularmente, adoro conversar com cachorros. Bater um papo com esses animais melhora o meu humor, diminui o meu estresse e sempre me deixa muito feliz.
Além disso, uma pesquisa recente chegou à conclusão de que conversar com animais é uma forma de exercitar o cérebro e é um sinal de inteligência.

Quer mais motivos para conversar com o seu cachorro, pois nós vamos te dar mais três:

1 – Falar com cachorros ajuda na saúde e nas relações humanas

No caso dos idosos, a conversa com os cães ajuda com que eles se mantenham ativos e com a cabeça focada no presente. No caso das crianças, conversar com um cão pode ajudá-las a ter mais confiança. O cão sempre irá escutar a criança sem repreendê-la e sem fazer julgamentos.

Os cachorros também têm uma habilidade especial para obter a comunicação de algumas crianças que possuem certas condições que as tornam relutantes em interagir com os seres humanos, com aquelas que possuem autismo.

Conversar com um cão também pode ajudar a resolver conflitos internos e dar coragem para se abrir sobre certos assuntos. Incluir um cão na discussão pode adicionar humor e deixar o clima mais leve.

2 – Faz bem para o cachorro

Cachorros conseguem compreender muito do que falamos através do nosso tom de voz e de nossa linguagem corporal. (Foto: Reprodução / 4knines)

Existem muitas maneiras de se relacionar com seu cachorro, porém, é comprovado que pessoas que conversam com seus animais estão mais intimamente ligadas a eles e tendem a ter um vínculo maior com o cão. Conversar com seu animal é uma forma de dar atenção a ele e também pode fazer com que ele sinta ainda mais o seu afeto por ele.

Além disso, os cães fazem grandes esforços para entender a fala humana e nossos gestos, por isso é justo que se tire um tempinho para conversar com seu cachorro. E tente conversar assim como você fala com outros humanos, com atenção e olhando para o animal. Fique atento também ao seu tom de voz na hora que for falar com seu animal, pois é através do seu tom que ele vai entender se você está feliz, animada ou com raiva.

3 – Os cães podem entender muito do que dizemos mesmo sem compreender as palavras

Ao se comunicar, o ser humano usa muito de linguagem corporal, além de ter um tom de voz diferente para certos assuntos. E isso os cães conseguem pegar de forma mais fácil.

Os cães possuem um alto nível de sensibilidade ao conteúdo emocional. Segundo pesquisas, seres humanos e cachorros usam a mesma área do cérebro para processar o significado emocional de certos padrões de fala.

*Por Andrezza Oestreicher

…………………………………………………………………………………
*Fonte: Dogster / portaldodo

Os eternos namorados do mundo animal

Enquanto na espécie humana a monogamia tende a ser cada vez mais rara, outras espécies do reino animal nos mostram que a fidelidade conjugal pode ser uma boa opção.
Conheça alguns exemplos de relacionamentos monogâmicos bem sucedidos na escala animal.

Arara
Essas aves coloridas e majestosas são também bastante fieis aos seus parceiros. Vivem em grupos ou apenas em casais, e tanto machos como fêmeas realizam a tarefa de cuidar dos filhotes. Durante o período de incubação dos ovos, o macho é responsável pela alimentação da fêmea.

Pinguim-imperador
Espécie conhecida pela monogamia, o Pinguim Imperador tem outra característica bastante peculiar: o macho colabora com a fêmea na função de chocar o ovo. A fêmea coloca o ovo no final do outono e, durante o inverno, esse ovo é incubado pelo macho.

Cavalo Marinho
Além de escolherem um único parceiro, nessa espécie é o macho que engravida, pois ele possui uma bolsa incubadora em que transporta os ovos depositados pela fêmea.

Apesar de carregarem os filhotes, os machos têm todas as outras características masculinas: produzem espermatozoides e hormônios específicos do próprio sexo.

Coruja
Monogâmicas por natureza, as corujas vivem em família, e o cuidado com os filhotes é papel tanto do macho quanto da fêmea.

A comunicação entre os casais de corujas, através de cânticos noturnos, é extremamente eficiente, o que já não podemos dizer da comunicação entre muitos casais de humanos.

Dik-dik
Os Dik-diks são pequenos antílopes africanos, que medem em media 60 cm de comprimento e 35 cm de altura. Esses animais não costumam ter mais de um parceiro sexual durante a vida, contudo, caso aconteça, são animais extremamente fieis.

*Por Mayara Rosa

………………………………………………………………………
*Fonte: ciclovivo

 

Qual o verdadeiro significado quando um gato se aproxima de você?

A primeira associação de gatos com os humanos que temos notícias ocorreram há cerca de 9.500 anos. Registros encontrados no Egito Antigo, como gravuras, pinturas e estátuas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5 000 anos. Os gatos domésticos atuais são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos.

Enquanto uns adoram, outros tem verdadeira rejeição pelos felinos. Mas o que pode signifcar um gato cruzando o seu caminho? Para alguns, somente um gatinho vira-lata ou abandonado que está pedindo que você compartilhe o seu carinho, comida e refúgio com ele. Entretanto para outros o fato de um felino surgir no seu caminho pode ser visto como algo espiritual.

Não sabemos qual é a sua posição em relação ao mundo esotérico, mas vamos tentar explicar em detalhes o que significa quando um gato se aproxima de você de forma prática e objetiva e também desde uma perspetiva espiritual.

Gatos e espiritualidade

Existem muitas crenças que acreditam que os gatos são seres capazes de captar uma boa energia e sempre vão procurar lares onde sintam paz, serenidade e vibrações positivas.

Por isso existem crença populares que acreditam que quando um gato entra em sua casa, ela está livre de má energia e transmite a este gato as condições ideais que ele precisa para se sentir seguro e desenvolver tranqüilidade e boa saúde.

Gato, um ser místico

Entretando algumas teorias esotéricas acreditam que os felinos são animais místico, que possuem um “sexto sentido”, que conseguem desenvolver habilidades sobrenaturais.

Alguns místicos, acreditam que quando um gato entra em sua casa, ele tem uma missão para cumprir na sua vida. Esta missão é remover as coisas negativas no seu ambiente e protegê-lo dos maus espíritos. Portanto, em muitos países, os gatos ainda são adorados como uma espécie de talismã espiritual.

Gatos sentem a energia das pessoas?

Você provavelmente já ouviu dizer que os gatos podem sentir a energia que nós emitimos ou liberamos para o mundo. Essa teoria tem origem no Egito antigo, quando se acreditava que os gatos tinham acesso a um nível superior que os humanos não podem ver. É por isso que se comportam de forma única, interagindo com o ambiente de forma diferente dos cachorros e das pessoas.

Esse “nível” corresponderia ao caminho astral que, ao contrário de nós, eles poderiam visualizar e navegar. Se você já viu um gato olhar para um ponto fixo na parede onde não existe nada, como se estivesse algo aí, segundo esta teoria, provavelmente está. Considerando que tudo é energia, a ideia é que o gato é capaz de proteger as pessoas de entidades que não queremos encontrar.

Os gatos absorvem energia negativa?

O gato funcionaria, portanto, como um cristal vivo que absorve e trata a energia negativa, passeando por diferentes sítios da casa para absorver e renovar energias desses pontos. Segundo a espiritualidade, é por isso que os tutores de gatos encontram eles dormindo em lugares diferentes da casa. Se ele quer ficar nesse sítio, não interrompa, uma vez que ele precisa fazer a sua função e dormir muito depois para recuperar. Outra forma de neutralizar a energia negativa seria o ronronar, já que emitem uma vibração que movimenta energias pelo ambiente.

………………………………………………………………….
*Fonte: sabervivermais

Abelhas são declaradas os seres vivos mais importantes do mundo

A ciência já descobriu que as abelhas podem estar viciadas em agrotóxicos. Os pesticidas causam a morte das produtoras de mel e seu desaparecimento pode acabar com a humanidade. Graças a isso, não foi uma grande surpresa quando, há 10 anos, o Royal Geographical Society de Londres declarou as abelhas como seres vivos insubstituíveis.

O anúncio fez parte de uma competição denominada Earthwatch, cuja final foi entre as abelhas e os plânctons. Durante a apresentação, cientistas apresentavam argumentos para defender cada uma das espécies e as pessoas presentes deveriam votar em qual ser elas consideravam mais importante.

As abelhas foram defendidas pelo Dr. George McGavin. Ele explicou ao público que 250 mil espécies de flores dependem das abelhas para se reproduzir. Além disso, muitas frutas e vegetais também ganham uma ajudinha delas, que tem impacto em cerca de 90% da produção de alimentos no mundo.

Sua importância é tanta que a cidade de Curitiba está espalhando abelhas sem ferrão em seus parques, como uma forma de disseminar árvores nativas. Na Suécia, foi erguido até mesmo um monumento para celebrar nossas amigas voadoras.

 

…………………………………………………………………..
*Fonte: contioutra

Quão perigosas podem ser as vespas assassinas’?

A vespa gigante asiática (Vespa mandarinia), um tipo de zangão com cinco centímetros de comprimento, chegou recentemente aos Estados Unidos. Alguns vídeos e fotos divulgados nas redes sociais têm mostrado a violência com a qual esse inseto atinge colmeias de abelhas comuns, que são decapitadas em instantes.

Em entrevista ao jornal The New York Times, a entomologista May Berenbaum, da Illionois University, cunhou o termo “beepocalypse” para definir a chegada das “vespas assassinas” à América do Norte. “Elas são inimigas juradas das abelhas. Eu diria o pior pesadelo de uma abelha. Provavelmente, o pior pesadelo de muitas pessoas também”.

Não se sabe ainda como esses predadores chegaram aos Estados Unidos, mas foi provavelmente em algumas carga vinda do exterior e, uma vez liberadas na natureza, as populações rapidamente se multiplicaram.

Face a ameaça às abelhas comuns, agências governamentais e associações de apicultores das regiões ameaçadas têm realizado ações que tentam localizar e erradicar os ninhos da espécie invasora antes que ela se estabeleça e consiga dizimar a população de abelhas, já tão ameaçadas em função de doenças, pesticidas e perda do habitat.

Ameaças das vespas assassinas

Na busca de ninhos da vespa, os cientistas alertam às populações que não tentem, de forma alguma, matar os insetos por conta própria, nem tampouco remover os ninhos. A orientação é que entrem em contato com as autoridades, visto que entre 30 e 50 pessoas morrem anualmente no Japão vítimas de múltiplas picadas da vespa gigante.

A picada da V. mandarinia é descrita como uma dor excruciante. Seu ferrão é tão comprido que pode atravessar o traje de proteção que os apicultores normalmente usam. Em entrevista à BBC News Brasil, a bióloga Jenni Cena do Departamento de Agricultura do Estado de Washington esclarece que a vespa só ataca humanos caso sejam provocadas ou se sintam ameaçadas.

A toxina liberada pelo veneno da vespa é inferior a de uma abelha comum. Porém, há que se levar em conta que a vespa é muito maior, a quantidade de veneno mais elevada e que o zangão pica várias vezes. Pessoas atacadas descrevem a experiência como sendo esfaqueadas com um alfinete de metal quente.

Porém, a maior ameça continua sendo a sobrevivência das abelhas.

*Por Jorge Marin

…………………………………………………………………….
*Fonte: megacurioso

Os animais estão se tornando noturnos para evitar humanos

A atividade humana está fazendo com que os mamíferos do planeta fujam da luz do dia para a proteção no escuro da noite, de acordo com um novo estudo da Universidade da Califórnia em Berkeley (UC Berkeley).

O estudo, publicado na revista científica Science, e apoiado em parte pela National Science Foundation (NSF), representa o primeiro esforço para quantificar os efeitos globais da atividade humana nos padrões diários de atividade da vida selvagem. Os resultados destacam o processo poderoso e amplamente difundido pelo qual os animais alteram seu comportamento ao lado das pessoas: a perturbação humana está criando um mundo natural mais noturno.

“As perdas catastróficas em populações de animais selvagens e habitats como resultado da atividade humana estão bem documentadas, mas as maneiras mais sutis pelas quais afetamos o comportamento animal são mais difíceis de detectar e quantificar”, disse em um comunicado da UC Berkeley a estudante de doutorado e principal autora do estudo, Kaitlyn Gaynor.

Gaynor, juntamente com os coautores Justin Brashares e Cheryl Hojnowski, da UC Berkeley, e Neil Carter, da Boise da State University, aplicaram uma abordagem de meta-análise, usando dados de 62 espécies em seis continentes para procurar mudanças globais no tempo de atividade diária de mamíferos em resposta a influência dos seres humanos. Esses dados foram coletados por várias abordagens, incluindo câmeras disparadas remotamente, GPS e colares de rádio e observação direta. Para cada espécie em cada local de estudo, os autores quantificaram a diferença na noturnalidade animal sob baixa e alta perturbação humana no ambiente.

Em média, segundo o estudo, os mamíferos foram 1,36 vez mais noturnos em resposta a distúrbios humanos. Isso significa que um animal que naturalmente divida sua atividade uniformemente entre o dia e a noite aumentou sua atividade noturna para 68% quando em ambiente próximo a pessoas.

Esse achado foi consistente entre espécies de carnívoros e herbívoros de todos os tamanhos de corpos maiores que um quilograma (pequenos mamíferos não foram incluídos no estudo). O padrão também se aplica a diferentes tipos de distúrbios humanos, incluindo atividades como caça, caminhadas, mountain biking e infraestrutura, como estradas, assentamentos residenciais e agricultura.
Castor-europeu (Castor fiber) no centro de uma grande cidade francesa. (Créditos da imagem: Lauren Gesli).

“Nós examinamos os efeitos antropogênicos sobre os padrões de atividade dos mamíferos, conduzindo uma meta-análise de 76 estudos de 62 espécies de seis continentes. Nosso estudo global revelou um forte efeito dos seres humanos nos padrões diários da atividade da vida selvagem. Os animais aumentaram a sua noturnalidade por um fator médio de 1,36 em resposta a perturbações humanas”, relataram os pesquisadores.

De acordo com Brashares, professor do Departamento de Ciência, Política e Administração Ambiental e principal autor do estudo, as consequências da mudança comportamental na vida selvagem podem ser vistas através de lentes contrastantes. “Do lado positivo, o fato de que a vida selvagem está se adaptando para evitar humanos temporariamente pode ser visto como um caminho para a coexistência de humanos e animais selvagens em um planeta cada vez mais lotado”, disse Brashares. “No entanto, os padrões de atividade animal refletem milhões de anos de adaptação — é difícil acreditar que podemos simplesmente espremer a natureza na metade escura de cada dia e esperar que ela funcione e prospere”.

No artigo, os autores descrevem uma gama de potenciais consequências negativas das mudanças que relatam na vida selvagem, incluindo desequilíbrios entre o ambiente e as características de um animal, perturbação do comportamento normal de forrageamento, aumento da vulnerabilidade a predadores não humanos e aumento da concorrência. Eles ressaltam, no entanto, que, embora muitos dos estudos incluídos em sua meta-análise tenham documentado um claro aumento na atividade noturna, poucos examinaram as consequências para os animais, populações ou ecossistemas individuais.

“Esperamos que nossas descobertas possam abrir novos caminhos para a pesquisa da vida selvagem em paisagens dominadas por humanos. Ainda temos muito a aprender sobre as implicações dos padrões alterados de atividade para o manejo de populações de animais selvagens, interações entre espécies e até mesmo a evolução induzida pelo homem”, disse Gaynor.

*Por Igor Almeida

………………………………………………………………………
*Fonte: ciencianautas

Robert Plant retira-se do festival das Ilhas Faroé devido a caça às baleias

A nova banda de Robert Plant, a lenda do Led Zeppelin, Saving Grace, saiu do G! Festival nas Ilhas Faroé devido à caça às baleias.

O Saving Grace, com Robert Plant e Suzi Dian, deve se apresentar no evento no sábado, 18 de julho, no entanto, os organizadores divulgaram uma declaração forte na sexta-feira (28 de fevereiro), confirmando que não estarão mais tocando.

Embora Saving Grace e Robert Plant não tenham comentado sobre o cancelamento, G! Os organizadores do festival disseram que o Saving Grace foi retirado devido a ‘Robert Plant ter recebido publicidade / pressão negativas da organização de conservação ambiental Blue Planet Society em relação à unidade piloto de baleias das Ilhas Faroé, conhecida como “moagem”.

Organizados pelas comunidades locais, centenas de baleias-piloto de barbatanas longas e vários golfinhos do Atlântico são mortos anualmente nas Ilhas Faroé, levando-os a uma praia ou fiorde de barco.

As caçadas, chamadas grindadráp em feroês, são amplamente condenadas por grupos de defesa dos direitos dos animais, no entanto, algumas pessoas faroenses consideram a carne de baleia um aspecto importante de seus alimentos e cultura.

Sigvør Laksá, diretor administrativo da G! Festival, disse que era hipócrita o fato de Robert Plant desistir, considerando que ele participou de eventos na Noruega e na Islândia – países que também praticam caça comercial.

Laksá disse: “Estamos desapontados e irritados com o cancelamento. Ficamos entusiasmados e felizes com o enorme interesse e a recepção positiva do anúncio de Saving Grace, especialmente a febre de Robert Plant que naturalmente vem com ela.

“Parece um pouco pouco profissional que esses atos saiam de uma reserva sem aviso prévio ou tentativa de diálogo construtivo, o que pode ter nos permitido abordar as preocupações do artista. Também parece contraditório quando um artista gosta de tocar em países como a Noruega e a Islândia que praticam baleias comerciais, o que Plant já havia feito no passado, mesmo em 2019.

“Este é um duro golpe para o festival, o que nos obriga a repensar nossa abordagem na produção do G! Festival”.

Formada no ano passado, a Saving Grace realizou um show secreto no The Sparc Theatre em Shropshire em janeiro de 2019 e apoiou o Fairport Convention em shows em Basingstoke, Bath e St Albans no mês seguinte.
Hoje G! O Festival deve anunciar o cancelamento de Saving Grace, com Robert Plant e Suzi Dian.

……………………………………………………………………..
*Fonte: webrocknroll

As lagartixas são grandes aliadas na hora de cuidar da sua casa, preserve-as!

As lagartixas são grandes conhecidas de todos nós. Vivem pelas paredes da varanda e dentro de casa, alimentando-se de mosquitos, aranhas e outros insetos.

Muitas pessoas sentem medo ou nojo das lagartixas, e por isso acabam matando-as, mas o mais aconselhado é fazer delas nossas aliadas, porque elas podem ser de grande ajuda no cuidado com a casa!

Elas são caçadoras muito focadas e se alimentam de insetos dos quais normalmente tentamos nos livrar, moscas, baratas, aranhas e até mesmo pequenos escorpiões. Elas podem não ser muito bonitas e nem transmitir uma sensação tão agradável, mas sua presença em nossas casas pode nos ajudar bastante a reduzir presenças indesejadas.

As lagartixas comem bastante, apenas uma delas pode comer de dezenas a centenas de pequenos insetos em apenas uma noite. Geralmente ficam próximas à luz porque os insetos se acumulam nesses locais e elas podem fazer sua refeição completa por ali mesmo.

Outra coisa interessante é que as lagartixas conseguem capturar os insetos durante o voo, devido à sua velocidade.

Elas são muito parceiras e tê-las em seu lar pode poupar-lhe o trabalho de gastar com venenos e inseticidas. Uma solução natural contra os insetos e produtos químicos que podem fazer mal para a saúde de sua família.

Ah, mas e as doenças que ela pode transmitir? Você deve estar se perguntando. Mais uma boa notícia: as lagartixas não são perigosas para nós! Além de não possuírem nenhum tipo de veneno, também não são portadoras de doenças, embora seja prudente lavar as mãos, se por caso encostar nelas, visto que andam por muitos lugares.

Como são naturalmente sozinhas, elas não vão fazer questão de proximidade. Vai ser um relacionamento à distância e que beneficiará ambos os lados!
Salve as lagartixas e ainda deixe sua casa livre dos insetos incômodos. Pense nisso da próxima vez que uma lagartixa aparecer em sua parede!

*Por Luiza Fletcher

…………………………………………………………………………..
*Fonte: osegredo

Justiça autoriza a invasão domiciliar para resgate de animais sob maus-tratos

Verão, férias, viagem! Nessa época do ano todos querem, e tem o direito, de descansar, tomar um sol e um banho de mar. Mas, proprietários de animais domésticos devem se preocupar com o que deixam para trás na hora de partir. Afinal de contas, abandono e maus-tratos são crimes previstos em lei e se houver flagrante, seu vizinho tem o direito de invadir sua casa, é o que alerta o advogado civil Leonardo Teles Gasparotto. Entenda por quê:

“Todas as vezes que um animal estiver sendo espancado ou mesmo maltratado de outra maneira, acorrentado e/ou sem comida e/ou sem água, sob o frio ou o calor intenso, sendo envenenado ou na iminência de o ser, por exemplo, dentro de um imóvel privado é constitucional e é também legal qualquer pessoa invadir o recinto e salvá-lo, independentemente de autorização judicial ou do respectivo proprietário”, afirma categoricamente o advogado em artigo para o portal jurídico JusBrasil.

A informação pode cair como uma bomba para muitos donos irresponsáveis com seus animais, que deixam-os muitas vezes por dias, semanas ou meses sem alimentação adequada ou suficiente. Não são raros os casos em que denúncias se tornam escândalos na mídia. Mas, se afinal, é permitida a invasão e obrigatório o acompanhamento policial em favor do invasor, muitos poderão se perguntar: com base no quê?

Diz a Lei

De acordo com o advogado, o parágrafo XI, do artigo 5º da Constituição Brasileira, além dos artigos 150, 301 e 303 do Código de Processo Penal (CPP), preveem que em caso de flagrante delito decorrente de prática de crime (e maus-tratos a animais é um crime previsto no artigo 32 da Lei 9605/1998, que trata de crimes ambientais) a casa do dono pode ser, sim, ser invadida a qualquer hora do dia ou da noite para libertação do animal em aflição.

Segundo Gasparotto, o Supremo Tribunal Federal (STF) entende até que “a polícia pode invadir local sem mandado judicial a qualquer hora do dia ou da noite para coletar provas, desde que haja flagrante delito no local” e “estejam presentes razões plausíveis para a tomada dessa medida, devendo ser justificada posteriormente em processo próprio”, afirma.

Retaliação

Uma informação importante: nessas situações o invasor que socorreu o animal não poderá sofrer qualquer retaliação policial ou judicial, pois de acordo com o advogado, “agiu em nome da lei para proteger uma vida em perigo de morte”. Mas, para resguardar a segurança jurídica de quem executar o resgate é importante que se filme todo o processo de invasão, registrando com máximo de detalhes e explicando de que modo há crime de mau-trato no estabelecimento em questão.

Por fim, alerta o advogado, exija que seja imediatamente lavrado um boletim de ocorrência policial, “objetivando responsabilizar civil, penal e administrativamente o agente causador do crime contra o bicho acudido”, conclui.

*Leonardo Teles Gasparotto é advogado e atua nas áreas do Direito Civil – Empresarial – Famíliar – Trabalhista e tem Pós-Graduação Lato Sensu em nível de Especialização de Direito Aplicado na EMAP (Escola da Magistratura do Paraná)

Com informações do Olhar Jurídico

Nota do Olhar Animal: Em textos jurídicos, como este, mantemos a terminologia “proprietários” e “donos” para indicar a relação dos humanos com os animais, pois infelizmente ainda é desta forma que a legislação a trata.

……………………………………………………………………
*Fonte: olharanimal

Pesquisa comprova que gatos copiam as personalidades de seus donos

Temperamentais, independentes e teimosos, os gatos são conhecidos pelo temperamento singular e até mesmo provocativo que possuem – objetivamente alternando de momentos de afeto extremo para o mais profundo desprezo e desinteresse. A verdade, porém, é que nem todos os gatos são iguais, e um novo estudo confirmou algo que todos os donos de gato sabem, mas muitas vezes não gostam de admitir: que nossos amigos felinos desenvolvem seus temperamentos copiando aspectos da personalidade de seus donos.

O estudo, publicado na revista Plos One, trabalhou com 3 mil humanos e seus gatos, e através de uma série de entrevistas, traçou um inventário de cinco traços mais claros e reproduzidos: extroversão, amabilidade, abertura, consciência e neurose. A conclusão não poderia ser mais direta: a percepção de tais traços nos humanos é equivalente à percepção em seus gatos. Em resumo, uma pessoa tímida tende a criar um gato tímido, uma pessoa neurótica tende a criar um gato neurótico, e assim por diante.

“Muitos donos consideram os animais como um membro da família, criando laços sociais com eles”, afirmou Lauren Finka, da professora da Universidade e coautora do estudo. “É, portanto, muito possível que os animais sejam afetados pela maneira como interagimos com eles, e que esses fatores influenciam as personalidades”, concluiu.

Há ainda, segundo a cientista, muito estudo a ser feito para entender em que grau essa influência acontece, e o quanto isso pode beneficiar ou prejudicar os animais – que, se nos provocam amor ou frustração, podem estar nos mostrando muito mais sobre nós mesmos do que queremos supor.

*Por Vitor Paiva

…………………………………………………………………..
*Fonte: hypeness

Por que uso de antibióticos na agropecuária preocupa médicos e cientistas

Há quatro anos, em uma fazenda de criação intensiva em Xangai, na China, um exame feito em um porco prestes a ser abatido encontrou uma bactéria resistente ao antibiótico colistina. O achado acendeu um alerta que ecoou pelo mundo — cada vez mais temeroso com a capacidade que microrganismos têm demonstrado em driblar tratamentos à base de antibióticos.

A bactéria resistente encontrada no suíno, uma Escherichia coli, levou os cientistas da China a aprofundar os exames — agora, também em frangos de fazendas de quatro províncias chinesas, nas carnes cruas desses animais à venda em mercados de Guangzhou, e em amostras de pessoas hospitalizadas com infecções nas províncias de Guangdong e Zhejiang.

Eles encontraram uma “alta prevalência” do Escherichia coli com o gene MCR-1, que dá às bactérias uma alta resistência à colistina e tem potencial de se alastrar para outras bactérias, como a Klebsiella pneumoniae e Pseudomonas aeruginosa. O MCR-1 foi encontrado em 166 de 804 animais analisados, e em 78 de 523 amostras de carne crua.

Já nos humanos, a incidência foi menor, mas se mostrou presente — em 16 amostras de 1.322 pacientes hospitalizados.

“Por causa da proporção relativamente baixa de amostras positivas coletadas em humanos na comparação com animais, é provável que a resistência à colistina mediada pelo MCR-1 tenha se originado em animais e posteriormente se alastrado para os humanos”, explicou em 2015 Jianzhong Shen, da Universidade de Agricultura em Pequim, um dos autores do estudo, cujos resultados foram publicados no periódico The Lancet Infectious Diseases.

Mas como esse material genético resistente pode ter passado dos animais para os humanos? O caminho de “transmissão” de microrganismos (bactérias, parasitas, fungos e etc) resistentes é uma incógnita não só para o caso dos porcos, frangos e pacientes na China, mas para o uso veterinário e médico de antibióticos como um todo.

Pode ser que esses microrganismos ou resquícios de antibióticos (restos dos medicamentos que, em contato com os micróbios, podem estimular sua resistência) possam estar se alastrando pelos alimentos, ou ainda através do lixo hospitalar, lençóis freáticos, rios e canais de esgoto — e a investigação para desvendar as rotas de bactérias tem motivado inúmeras pesquisas no Brasil e no mundo (veja detalhes sobre esses estudos abaixo).

“As bactérias não têm fronteiras: a resistência pode passar de um lugar a outro sem passaporte e de várias formas”, explica Flávia Rossi, doutora em patologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do Grupo Consultivo da OMS para a Vigilância Integrada da Resistência Antimicrobiana (WHO-Agisar). “Com a globalização, não só o transporte de pessoas é rápido, como os alimentos da China chegam ao Brasil e vice-versa. Essa cadeia mimetiza o que acontece com o clima: estamos todos interligados. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) vem trabalhando com o enfoque de ‘One Health’ (‘Saúde única’ em português, a perspectiva de que a saúde das pessoas, dos animais e o ambiente estão conectados).”

Agora, a dimensão global do problema ganhou um mapeamento inédito juntando pesquisas já feitas medindo a presença de microrganismos resistentes em alimentos de origem animal em países de baixa e média renda — e o Brasil aparece no grupo de lugares com situação preocupante. Não quer dizer que o estudo considere o país como um todo, mas pontos que já foram submetidos a pesquisas, como abatedouros de bois em cidades gaúchas ou em uma fazenda produtora de leite e queijo em Goiás.

Sul brasileiro: foco de resistência microbiana

China e Índia foram, segundo os autores do estudo, publicado na revista Science, “claramente” os lugares em que os maiores níveis de resistência foram encontrados.

Mas o Sul do Brasil, leste da Turquia, os arredores da Cidade do México e Johanesburgo (África do Sul), entre outros, se destacaram também como hotspots, ou focos de resistência microbiana em animais destinados à alimentação, principalmente bovinos, porcos e frangos (com níveis elevados de P50, percentual acima de 50% de amostras de microrganismos resistentes a determinados antibióticos).

As maiores resistências observadas foram relacionadas a alguns dos antibióticos mais usados na produção animal, como as tetraciclinas, sulfonamidas e penicilinas. Entre aqueles importantes para tratamento também em humanos, destacaram-se a resistência à ciprofloxacina e eritromicina.

Os autores reuniram ainda dados que apontam para focos de resistência emergentes, ou seja, em que a resistência dos microrganismos a antibióticos está crescendo. Aí, o Brasil também aparece, tanto o Sul quanto o Centro-Oeste.

Após ler o estudo, a pesquisadora brasileira Silvana Lima Gorniak, professora titular da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, liga o destaque ao Sul justamente a uma maior criação de aves e suínos na região, animais para os quais há maior uso de antimicrobianos com a finalidade de promover o crescimento (entenda os diferentes usos de antibióticos veterinários e seus impactos abaixo).

A situação da América do Sul é particularmente preocupante por causa da carência de dados, diz o estudo: “Considerando que Uruguai, Paraguai, Argentina e Brasil são exportadores de carne, é preocupante que haja pouca vigilância epidemiológica da resistência microbiana disponível publicamente para esses países. Muitos países africanos de baixa renda têm mais pesquisas desse tipo do que os países de renda média na América do Sul. Globalmente, o número de pesquisas per capita não se correlacionou com o PIB per capita, sugerindo que a capacidade de vigilância não é impulsionada apenas por recursos financeiros.”

Buscando ampliar, em partes, o acesso a esse tipo de informação, os autores do estudo lançaram um banco de dados colaborativo para cadastro de pesquisas sobre o tema em todo o mundo, o “Resistance Bank”.

“O Brasil precisa urgentemente de dados de vigilância disponíveis publicamente sobre a resistência microbiana. É um grande exportador de carne, todos comemos frango brasileiro, seria bom saber o que há nele”, escreveu por e-mail à BBC News Brasil Thomas Van Boeckel, um dos autores do estudo e pesquisador do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH Zurich), na Suíça.

Em nota enviada à BBC News Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirmou que, “em relação ao estudo da revista Science”, está “ciente sobre a importância da resistência aos antimicrobianos”. “Trata-se de um dos maiores desafios globais de saúde pública e que deve ser abordado pelos países atendendo ao conceito de Saúde Única, exigindo ações imediatas de todos os envolvidos”.

A pasta garante que o país está correndo atrás para ter um sistema de vigilância, por meio do Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito da Agropecuária (PAN-BR AGRO), cujo prazo previsto para implementação vai de 2018 a 2022.

Segundo fontes consultadas pela reportagem, o cronograma do plano tem sido cumprido.

Um de seus pontos-chave, e já o colocado em prática, é a realização de testes oficiais de rotina para detecção de micróbios resistentes em animais e alimentos com essa origem.

São amostragens aleatórias de ovos, leite, mel e de animais encaminhados para abate sob inspeção federal, mas o que se busca são resquícios de antibióticos, e não microrganismos resistentes.

Em 2018, o relatório apresentado pelo ministério mostra que o percentual de amostras com resquícios de antibióticos em conformidade ficou na casa dos 99%.

“Para ser seguro para consumo alimentar, a presença de determinadas bactérias tem que estar dentro de limites estabelecidos pelas agências de saúde de cada país, o que já é feito. Mas mais do que saber, por exemplo, a presença de Salmonella (gênero de bactérias) em galinhas ou porcos, é possível testar sistematicamente a suscetibilidade dela aos antibióticos — que é realmente o que nos permite saber se as bactérias são ou não resistentes”, aponta João Pedro do Couto Pires, também coautor do estudo e pesquisador do ETH Zurich.

Frangos com Salmonella resistente em Estados brasileiros

Ainda que não tenha hoje um levantamento sistematizado, o Brasil já teve experiências pontuais na medição da resistência microbiana em alimentos de origem animal.

Uma análise feita entre 2004 e 2006 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em amostras de frangos congelados vendidos em 14 Estados brasileiros, detectou bactérias Salmonella e Enterococcus resistentes a vários antimicrobianos. Das 250 cepas de Salmonella analisadas, por exemplo, 77% foram consideradas multirresistentes (resistentes a duas ou mais classes de antibióticos).

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento destacou ainda que vem progressivamente proibindo medicamentos veterinários usados com o objetivo principal de fazer os animais engordarem, os chamados melhoradores de desempenho. Já foram proibidas substâncias do tipo como os anfenicóis, as tetraciclinas e as quinolonas.

“Na criação animal, há basicamente três tipos de uso de antimicrobianos. O primeiro é o terapêutico, como ocorre com o ser humano. A segunda maneira é a preventiva, como no desmame dos suínos — esse animal provavelmente vai passar por estresse, vai ter uma imunossupressão (redução da atividade do sistema imunológico), e ela pode levar à infecção por várias bactérias, então se faz preventivamente o tratamento”, explica Silvana Lima Gorniak, da USP.

“A terceira maneira é a mais polêmica, a mais discutida na ciência, que é a administração (de antimicrobianos) como melhorador de desempenho. Nesse caso, o animal não tem nenhuma doença, provavelmente não vai ficar doente, e o antimicrobiano é empregado com a finalidade de promover o crescimento. Não se sabe exatamente como, mas o animal de fato cresce.”

A colistina, aquela a que bactérias em porcos na China mostraram resistência no estudo publicado no The Lancet Infectious Diseases em 2015, foi uma das substâncias proibidas para uso como melhorador de desempenho em rações no Brasil, em 2016. Seu uso para o tratamento de doenças, como diarreias, continua, no entanto, permitido por aqui. Proibições foram impostas também em outros países, como a própria China, Índia e Argentina.

Ao mesmo tempo, esta substância é colocada pela OMS no grupo mais crítico entre os antibióticos que precisam urgentemente de substitutos — já que são o último recurso para o tratamento de algumas doenças para as quais outros antibióticos não funcionam mais, são amplamente usados na medicina humana e já se mostraram altamente vulneráveis à resistência microbiana.

Antimicrobianos passaram a ser mais significativamente usados na criação de animais para consumo nos anos 1950 em países de alta renda, algo que foi se estendendo para países de baixa e média renda — onde hoje, inclusive, projeções mostram que o uso desses medicamentos aumentará, já que a produção e consumo de carne nesses países tem crescido.

O elo entre precariedade e uso de antibióticos

Thomas Van Boeckel destaca que, no mundo, o uso excessivo de antibióticos está associado à criação intensiva de animais, a produção industrial, “mas não em todos os países, algumas exceções existem, como a Holanda e a Dinamarca”, aponta.

Sandra Lopes, diretora da organização Mercy for Animals no Brasil, vê o uso de antibióticos como uma das práticas degradantes impostas aos animais.

“O uso de antibióticos força esses animais a seguirem produzindo em um sistema completamente cruel, onde os animais não podem exercer nenhum de seus comportamentos naturais”, aponta a representante da ONG, dedicada ao bem estar de animais ditos de produção, aqueles destinados ao consumo alimentício.

Como exemplos, ela menciona criações com confinamento intensivo em gaiolas.

As galinhas poedeiras, confinadas em uma área análoga ao que seria passar a vida inteira dividindo um elevador com outras 12 pessoas, segundo a ONG, não têm espaço para exercer comportamentos naturais como abrir as asas ou ciscar. Sem forças nas pernas por não movimentá-las, essas galinhas podem sofrer fraturas com o peso do próprio corpo. Isso leva a um ciclo em que o uso de antibióticos se faz necessário.

Há ainda a debicagem, quando os bicos dessas aves são retirados para evitar, entre outros, o canibalismo — intensificado pelo estresse vivido pelos animais. É algo que leva também ao corte dos rabos dos porcos, procedimentos esses que muitas vezes exigem também o emprego de antibióticos.

Lopes menciona ainda a falta de ventilação, a lotação de animais ou ainda o contato com excrementos como características da realidade da produção em escala que podem debilitar a saúde dos animais. Por isso, a ONG defende, entre outras medidas, a melhor regulamentação de várias etapas da criação de animais, a certificação de produtos gerados em práticas consideradas satisfatórias (como existe no caso das galinhas poedeiras criadas fora de gaiolas) e, como recomendação aos clientes, a redução do consumo de produtos de origem animal.

Silvana Lima Gorniak destaca que a ligação entre precariedade na produção e uso excessivo de antibióticos fica mais evidente, uma vez mais, no caso dos melhoradores de desempenho.

“As condições sanitárias impactam diretamente no uso de antimicrobianos. Os melhoradores de desempenho têm um efeito muito benéfico naqueles lugares onde as condições sanitárias não são tão adequadas. Em locais com higiene adequada, é claro que há benefícios, mas ele é diluído”, explica a pesquisadora.

Já os autores do artigo publicado na Science destacam que o cenário de precariedade e consequente uso de antibióticos pode ser uma faca de dois gumes para os produtores: “Uma consequência fundamental desta tendência é um esgotamento do portfólio de tratamento para animais doentes. Essa perda tem consequências econômicas para os agricultores, porque os antimicrobianos acessíveis são usados como tratamento de primeira linha, e isso pode eventualmente se refletir em alimentos com preços mais altos.”
Entidade veterinária pede maior controle de vendas de medicamentos no setor

“É como para a gente, humanos: os antibióticos resolveram muitas questões, mas se a gente abusa, vai chegar uma hora que eles não serão mais eficazes”, resume Fernando Zacchi, assessor técnico da presidência do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).

Zacchi diz que a entidade está empenhada em educar a categoria para um uso mais racional de antibióticos e tornar mais rigoroso o acesso a antimicrobianos veterinários — hoje, ele explica ser necessária a apresentação, mas não retenção, da receita.

“Aí está uma fragilidade: estamos trabalhando com outros órgãos para a obrigatoriedade da retenção e escrituração”, aponta, lembrando que entra na questão ainda o uso de antimicrobianos em animais domésticos.

Outro ponto é o cumprimento da exigência de um responsável técnico nos pontos de venda destes medicamentos, algo que é fiscalizado pelo próprio CFMV — a BBC News Brasil pediu dados sobre multas e autuações relacionadas a essas regras, mas não teve a solicitação atendida.

“Embora o conselho e o Mapa entendam que deve haver um responsável técnico nesses estabelecimentos, o Judiciário está eventualmente dispensando este profissional, cuja presença garante mais controle e rastreabilidade.”

Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), nos últimos cinco anos, os antimicrobianos abocanharam cerca de 16% das vendas de tratamentos veterinários (que incluem ainda as categorias antiparasitários; biológicos; suplementos e aditivos; terapêuticos). A reportagem pediu valores — e não apenas percentuais — por categoria, mas não teve a demanda atendida.

Em nota enviada à BBC News Brasil, a Aliança para Uso Responsável de Antimicrobianos, que representa várias entidades do setor produtivo, afirmou também que no ramo a questão “é tratada com responsabilidade por todos os elos da cadeia produtiva”. “Contra achismos, a Aliança busca construir um debate pautado pelo pensamento científico e pela transparência. É formada por organizações nacionais da bovinocultura de corte e leite, avicultura, suinocultura, aquicultura e pescado.”

A Aliança defende que há controle interno, com análises diárias feitas pelas próprias empresas sobre a questão e que o “Brasil cumpre rigorosamente as determinações técnicas de todas as nações importadoras”.

Em relação à produção em escala, a entidade aponta que o país “segue as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para o alojamento dos animais”.

“Na produção industrial, o sistema produtivo é isolado em controles restritivos de acesso, o que evita a circulação de doenças. Em situações de produção precária, sem as devidas salvaguardas técnico-veterinárias, os riscos de enfermidades e o uso inadequado de antibióticos são maiores”, acrescentou.

E agora, o que fazemos em casa?

“Sou um cavaleiro do apocalipse”, brinca Victor Augustus Marin, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

À frente do Laboratório de Controle Microbiológico de Alimentos da Escola de Nutrição (Lacomen), ele e seus alunos e orientandos têm desenvolvido uma metodologia própria para encontrar bactérias resistentes em alimentos minimamente processados, aqueles prontos para consumo, como frutas e queijos. Um resumo do que eles têm encontrado até aqui: muitas bactérias resistentes.

Em sua dissertação de mestrado orientada por Marin, Cristiane Rodrigues Silva, por exemplo, buscou bactérias resistentes em amostras de queijo minas frescal. Todos exemplares estudados apresentaram algum conjunto de bactérias resistentes — em 13%, a resistência foi constatada para todos os antibióticos testados e em 80%, para 8 a 10 diferentes antibióticos. Foi constatada ainda resistência em 87% dos queijos aos carbapanêmicos, tipo de antibiótico potente que é considerado uma das últimas alternativas na luta contra microrganismos muito resistentes.

Agora, Silva, Marin e o resto da equipe estão estudando outros tipos de queijo, como minas padrão, parmesão, ricota e cottage; além de frutas compradas no comércio comum, como manga, laranja e caju. Eles também querem verificar se outras formas de produção, como a orgânica, podem alterar a presença de microrganismos resistentes.

“Comprovamos não só que as bactérias nos alimentos estudados até agora têm alguma resistência, como genes de resistência”, aponta Marin, acrescentando que, embora em escala muito menor do que na pecuária ou entre humanos, antibióticos são usados também na agricultura.

“Como essa bactéria chegou ao queijo? Tem que voltar ao campo: a vaca come capim, que tem dentro dela bactérias endofíticas, que vivem dentro das plantas. A vaca ingere a planta, produz leite e o leite vai para o queijo. Mas é difícil falar quem originou a bactéria primeiro — elas evoluem junto com os humanos e animais. Também são promíscuas: trocam material genético.”

As diversas variáveis que influenciam a resistência dos micróbios são justamente o que representa um desafio para as pesquisas: para traçar o caminho dos microrganismos através dos animais, humanos e do ambiente, seriam necessários grandes volumes de amostras desses elementos.

E em tempo real, lembra João Pedro do Couto Pires, já que muitas vezes é diagnosticada alguma infecção em uma ponta, mas sua origem muitas vezes já se perdeu no tempo.

Por isso, o alarme tocado pelo artigo na Science traz um porém: “Está além do escopo deste estudo tirar conclusões sobre a intensidade e a direcionalidade da transferência de resistência microbiana entre animais e humanos — aspectos que devem ser investigados com métodos genômicos robustos”.

Enquanto a ciência busca decifrar o caminho percorrido pelas bactérias, o que nós, humanos e consumidores de alimentos podemos fazer?

Flávia Rossi, patologista da USP, lembra de procedimentos básicos de saneamento e higiene que cortam a circulação de microrganismos, como lavar as mãos; o uso de água potável na cozinha; e o armazenamento adequado de alimentos.

O cuidado deve ser redobrado com pessoas mais vulneráveis, como hospitalizados, imunossuprimidos ou transplantados. “As bactérias também nos protegem, estão no nosso intestino, na nossa pele… Mas elas nos atacam quando há um desequilíbrio”, diz.

João Pedro do Couto Pires brinca que, hoje, nossas casas são mais perigosas do que restaurantes por haver menos cuidado com questões sanitárias. Ele destaca ações a serem evitadas: misturar alimentos crus e cozidos; ou carnes e vegetais, como, por exemplo, no refrigerador ou no uso de uma mesma faca ou tábua para esses dois tipos de alimentos. Essas misturas levam a fluxos de microrganismos que, no caso de alimentos crus, como vegetais em uma salada, acabam sendo ingeridos pela pessoa que está comendo.

Marin garante que não se trata de parar de comer alimentos como os estudados por sua equipe, como queijos e frutas, mas de aprofundar investigações sobre como a resistência microbiana se expressa neles — para, aí sim, fazer-se uma escolha entre custos e benefícios. Por exemplo, algo a ser levado em conta, segundo descobriu sua equipe, é que queijos mais úmidos exigem maior cuidado no assunto.

“O queijo, além de ter bactérias com resistência, também tem outra microbiota — outras bactérias — que combatem as que têm resistência. Ninguém é demônio e ninguém é anjo, inclusive entre as bactérias. Por isso a visão holística (multifatorial) é tão importante”, diz.

*Por Mariana Alvim

………………………………………………………………………….
*Fonte: bbc-brasil

Donos de gatos são mais inteligentes que os de cães, diz estudo de universidade norte-americana

Cientistas da Universidade Carroll, em Wisconsin, Estados Unidos, realizaram um estudo para avaliar a personalidade das pessoas de acordo com suas preferências por animais de estimação. Foram entrevistados 600 universitários. Segundo as conclusões dos pesquisadores, os amantes de gatos são mais inteligentes que os donos de cachorros.

Primeiramente, os pesquisadores perguntaram aos voluntários se eles gostariam de ter um gato ou um cachorro. Cerca de 60% das pessoas declararam que preferem cães, enquanto 11% disseram gostar mais de gatos. Os outros 29% não demonstraram preferência. Depois, perguntaram quais as qualidades dos animais de estimação que eles mais gostavam. Por fim, os participantes também responderam um questionário para avaliação de personalidade e inteligência.

No questionário, os amantes de gatos obtiveram maior pontuação. Quanto à personalidade, os cientistas perceberam que os donos de cães são mais animados, sociáveis e costumam obedecer às regras. Já os que gostam mais dos gatos são geralmente introvertidos, insubmissos e sensíveis. Em outras palavras, criar um gato é adequado para pessoas reservadas, que preferem ambientes fechados; enquanto um cachorro é mais compatível com indivíduos extrovertidos.

“Faz sentido que o dono de um cachorro seja mais animado, porque ele deve gostar de passear com seu animalzinho, fazer atividades ao ar livre e conhecer outras pessoas. Enquanto isso, a pessoa que tem um gatinho não precisa passear e, como gosta de ficar em casa, pode gastar seu tempo lendo um livro, por exemplo”, disse a professora de psicologia Denise Guastello, principal autora do estudo.

*Por Mariana Felipe

…………………………………………………………………..
*Fonte: revistabula

Razões para amar um animal com tanta intensidade

O famoso psiquiatra Sigmund Freud disse que as razões que nos levam a amar um animal com tanta intensidade são compreensíveis quando vemos que o amor delas é incondicional.

A relação que temos com nossos animais é libertada dos conflitos insuportáveis ​​da cultura. Freud estava certo quando disse que “os cães não têm a personalidade dividida, nem a crueldade do homem civilizado nem vingança deste último contra as restrições que a sociedade impõe.”

Ele corretamente disse que um cachorro contém a beleza de uma existência completa. E que um sentimento de afinidade íntima, de solidariedade indiscutível, existe muito claramente.

“As emoções simples e diretas de um cachorro, quando ele abana o rabo para expressar sua alegria ou latidos para mostrar seu descontentamento, são muito mais agradáveis. Os cães nos lembram dos heróis da história e talvez seja por isso que eles frequentemente recebem seus nomes. “

-Sigmund Freud-

O cachorro vive em média 12 anos … Por que é tão injusto?

O fato de um cão ou gato viver apenas 12 anos em média é incompreensível e injusto. Por quê? Porque perder a oportunidade de continuar a compartilhar a vida com uma pessoa de quatro patas é extremamente doloroso.

Quando amamos um animal, todo o tempo que passamos com ele não é suficiente. Porque quando estamos com ele, quando olhamos para ele com ternura e amor, percebemos que o tempo passa rápido demais.

Percebemos essa sensação de tempus fugit quando, a cada carícia, sentimos o coração do nosso animal agitar-se no nosso. No entanto, o contraste aparece quando, após cada olá e depois de cada momento compartilhado, entendemos que esse amor é infinito.

Suas superpotências, armas de bondade maciça

Pensamos, com ternura, que nossos queridos animais têm superpoderes. Isso nos faz amá-los muito. Quando fazemos uma lista mental de tudo o que nos surpreende em casa, não podemos deixar de sorrir.

Quando amamos um animal, muitas coisas nos surpreendem e nos amolecem. Sua capacidade de prever o futuro ou “sentir” quando vamos para casa . Sua empatia e capacidade de estar em sintonia com o nosso estado emocional. Sua habilidade em nos confortar e nos motivar …

É difícil deixar nossos animais sozinhos em casa. Seus olhos suplicantes nos enchem de dificuldade. Mas a alegria deles em nos ver nos inunda de felicidade.

Os animais são, sem dúvida, os melhores terapeutas possíveis para muitas pessoas. Sua nobreza e bondade não têm limites. Se não temos um animal para amar, parte da nossa alma está adormecida. Mas esta reservou um espaço para amar os animais. Para desfrutar de seu amor incondicional e suas lições.

A declaração “ninguém jamais amará você mais do que a si mesmo” perde seu significado. Porque os animais são verdadeiros mestres na arte do amor. Cada segundo gasto com eles é um presente. Amar um animal é uma das mais belas experiências. Aqueles que viveram sabem disso.

………………………………………………………………
*Fonte:

Gatos neutralizam energias negativas, e colocam em movimento

A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco.

Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.

 

……………………………………………………………………
*Fonte:

Girafas entram para a lista de espécies ameaçadas de extinção

Após uma luta de dois anos por parte de ONGs e entidades ambientais, o departamento do governo norte-americano para questões ambientais (US Fish and Wildlife Service) anunciou a revisão de uma petição de 2017 para listar as girafas na Lei de Espécies Ameaçadas dos Estados Unidos (Endangered Species Act).

“Consideramos que a petição para listar as girafas apresentou informação substancial quanto às ameaças potenciais associadas ao desenvolvimento, agricultura e mineração”, anunciou um porta-voz do departamento.

Agora a US Fish and Wildlife Service deve compor a sua própria revisão, que deve levar um prazo de 12 meses e consultas públicas para determinar se as girafas serão incluídas na lista.

Segundo dados da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), a população desses animais diminuiu cerca de 40% de 1985 a 2016. Segundo Adam Peyman, do Humane Society International, os EUA não tem quase nenhuma restrição para a importação de produtos originários da caça e exploração de girafas: se a Lei de Espécies Ameaçadas oficialmente começar a proteger esses animais, a importação seria dificultada.

Entre 2006 até 2015, 39.516 girafas foram importadas, mortas ou vivas, para os Estados Unidos. O número inclui 21.402 esculturas ósseas, um pouco mais de 3 mil peles e 3,7 mil troféus de caça.

…………………………………………………………………..
*Fonte: revistagalileu

Atlas online reúne dados de 160 mil espécies da biodiversidade brasileira

Na última terça-feira (27) foi lançado o Atlas do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira. Chamado de SiBBr, trata-se de um banco de dados de referência do governo brasileiro sobre a biodiversidade nacional e apresenta informações de 160 mil espécies, com um número total de registros de ocorrência de cerca de 15 milhões. Além de todos estes dados, a plataforma também disponibiliza informações sobre biomas, áreas protegidas no Brasil, coleções brasileiras, espécies ameaçadas, o valor nutricional de frutos nativos e até receitas culinárias.

A base de dados do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira existe desde 2014 e agora foi repaginado. A nova plataforma, baseada na infraestrutura da Plataforma ALA – Atlas o Living Australia, é mais funcional, facilita a visualização dos dados e informações sobre a biodiversidade e favorece o compartilhamento de informações entre o Brasil e outros países.

Com o SiBBr, o país integra esforço para conhecer melhor a biodiversidade do planeta e disponibilizar gratuitamente as informações existentes. O Sistema também atua como o “nó brasileiro” da Plataforma Global de Informação sobre Biodiversidade (GBIF), que é a maior iniciativa multilateral de acesso virtual às informações biológicas de aproximadamente 60 países. Desta forma, informações publicadas no país podem ser disponibilizadas para esta rede internacional, e vice-versa.

“O Brasil é um país megadiverso, com o maior estoque de biodiversidade do planeta. Nesta riqueza natural encontramos as soluções baseadas na natureza que contribuem para regulação climática, hídrica, fertilidade dos solos, segurança alimentar, medicamentos, cosméticos, bem como, possibilitam inovações para o desenvolvimento econômico. É preciso conhecer, registrar e divulgar as informações existentes”, afirmou a representante da ONU Meio Ambiente, Denise Hamú. “O Sistema Brasileiro de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira faz isso, ao reunir as informações da nossa biodiversidade e torná-las acessíveis, sem custos, aos tomadores de decisão, setor privado e sociedade em geral”, complementou.

Segundo o Secretário de Políticas para Formação e Áreas Estratégicas, Marcelo Morales, o SIBBr torna-se uma ferramenta essencial nas pesquisas acadêmicas e na gestão ambiental ao disponibilizar um amplo conjunto de dados das espécies brasileiras e possibilitar cruzamentos diversos com estudos espacializados.

>> Veja aqui o Atlas do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira.

……………………………………………………………….
*Fonte: ciclovivo

Elefante reage a invasão de espaço na África do Sul e motorista foge de marcha à ré

Os safáris são passeios de humanos pelas savanas africanas. Por se tratar de um ambiente selvagem, tudo pode acontecer. Na África do Sul, um motorista mostrou habilidade ao escapar, de marcha à ré, de um elefante furioso.

O animal reagiu a invasão de espaço

Gravado em vídeo, o episódio assustador aconteceu no Parque Nacional Kruger – maior área protegida de fauna do país sul-africano.

A fuga foi publicada pelo próprio parque, que não especificou a data. “Segurem firme”, diz o motorista antes de pisar no acelerador. Os turistas, aparentemente australianos, parecem tranquilos. Dentro do possível, claro.

Furioso, o elefante está determinado em perseguir o carro com pelo menos sete pessoas. Por pouco não conseguiu. Ataques do tipo podem até acontecer, mas não são comuns em safáris sul-africanos, que seguem regras rígidas de segurança.

O Parque Nacional de Kruger tem cerca de 2 milhões de hectares e foi fundado em 1898. Dados oficiais apontam que ao menos 11.670 elefantes vivem por lá. Rinocerontes, leopardos e búfalos, também moram na área. Um elefante africano pode pesar até seis toneladas, segundo o National Geographic.

……………………………………………………………..
*Fonte: hypeness

The Pegasus Project – A Touching Timelapse Documenting the Growth of a Rescued Great Dane Puppy

Quando o cineasta sul-africano Dave Meinert salvou a vida um filhote de cachorro Great Dane, a quem deu o nome de Pegasus, disseram-lhe que o pequeno cão poderia não viver muito tempo devido a seu difícil início em um esquálida criador/reprodutor de filhotes de fundo de quintal. Com isso em mente, Meinert começou a documentar Pegasus todos os dias durante seis meses, enquanto caminhava ou tentava andar em uma esteira. Ele então compilou as imagens e criou um filme de timelapse incrivelmente tocante intitulado “The Pegasus Project”.

Meinert discutiu o projeto em uma entrevista com a Fast Company.

“Resgatá-la era uma maneira de eu ter certeza de que ela seria cuidada”, diz Meinert. “Para mim, ela já havia nascido – nada mudaria isso. Ao resgatá-la, pelo menos eu poderia ter certeza de que ela não seria descartada. ”Ao invés de me debruçar sobre os aspectos negativos de sua vida, ele diz:“ Eu decidi fazer um registro dos dias saudáveis ​​como uma maneira de celebrá-los. “

 

…………………………………………………………….
*Fonte: laughingsquid

Baratas estão evoluindo para se tornarem impossíveis de matar

Baratas já estão nascendo resistentes ​​a sprays de matar insetos e isso está acontecendo rápido. Um estudo da Universidade de Purdue descobriu que as espécies de baratas comumente encontradas na Alemanha estão nascendo com proteção a produtos químicos com os quais elas ainda nem tiveram contato.

O chocante estudo, publicado na revista científica Live Science, concluiu que a barata alemã, também chamada de Blattella germanica, evoluiu e desenvolveu uma imunidade a novos venenos.

“Não tínhamos a menor ideia de que algo assim poderia acontecer tão rápido”, disse o co-autor do estudo, Michael Scharf. “Baratas que desenvolvem resistência a múltiplas classes de inseticidas de uma só vez tornarão o controle dessas pragas quase impossível apenas com produtos químicos.”

O estudo foi realizado em vários edifícios no centro de Illinois e Indiana (Estados Unidos), e nos laboratórios da universidade de Purdue (EUA), que tiveram infestações de baratas. Os pesquisadores usaram várias combinações de sprays e estudaram várias gerações de baratas para chegar à sua conclusão.

Baratas alemãs, que se reproduzem rapidamente e buscam áreas ocupadas por pessoas, são descritas no relatório como “a espécie que dá má reputação a todas as outras baratas”.

Impedir a essas super-baratas de espalhar bactérias e doenças no futuro dependerá mais de armadilhas e vácuos do que produtos químicos, sugere o relatório. Uma barata alemã pode colocar 400 ovos por toda a vida. A notícia boa é que, apesar de terem asas, essa raça aparentemente evolutiva “raramente voa”, segundo pesquisadores.

……………………………………………………………………
*Fonte: extra

Gatos imitam comportamento de humanos com quem convivem, diz pesquisa

atos são conhecidos por terem a personalidade forte e seguirem suas próprias vontades, muitas vezes sendo considerados até egoístas — uma grande injustiça com os bichinhos. Mas você sabia que o comportamento desses felinos é reflexo da personalidade dos tutores deles? Então se você reclama do seu animal de estimação, é hora de rever suas próprias atitudes.

Segundo o estudo publicado na revista científica PLOS One, essa relação acontece porque muitas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família, e formam laços sociais estreitos com eles. “É muito possível que os animais de estimação possam ser afetados pela maneira como interagimos com eles e os tratamos, e que ambos os fatores sejam, por sua vez, influenciados por nossas diferenças de personalidade”, explica Lauren Finka, uma das pesquisadoras, ao site The Telegraph.

Finka e sua equipe realizaram uma pesquisa com mais de 3 mil donos de gatos. Nela, fizeram série de perguntas seguindo o Big Five Inventory (BFI), um sistema de medição que avalia características da personalidade humana, como abertura para a experiências, conscienciosidade, extroversão, neuroticismo e agradabilidade.

Eles então descobriram que tutores com um nível maior de neuroticismo tinham gatos com “problemas comportamentais” (agressividade, ansiedade e medo, por exemplo) ou comportamentos relacionados ao estresse, além de excesso de peso.

Além disso, pessoas extrovertidas tinham maior probabilidade de ter animais que aproveitavam mais a liberdade fora de casa, enquanto os participantes que aparentavam ser mais agradáveis estavam mais satisfeitos com os seus pets.

Apesar dessas observações, os pesquisadores acreditam que é preciso fazer mais pesquisas para entender melhor nossa influência sobre os bichanos. “A maioria dos donos quer oferecer o melhor tratamento aos seus gatos, e esses resultados destacam uma relação importante entre nossas personalidades e o bem-estar de nossos animais de estimação”, disse Finka. “Os gatos nem sempre acham que viver como animais de estimação é fácil, e é importante que estejamos cientes de como nosso comportamento pode causar impactos, tanto de maneira positiva quanto negativa.”

 

………………………………………………………
*Fonte: superinteressante