Humanidade já matou 83% dos mamíferos selvagens e metade de todas as plantas do mundo

Se tem uma praga devastadora, ela pode ser chamada de humanidade. Stephen Hawking já sugeriu que a Terra possa virar uma bola de fogo por nossa culpa. E, se você já sabia que estamos causando a extinção das abelhas, pode nem se surpreender ao descobrir que nossa espécie matou 83% dos mamíferos selvagens, além de metade de todas as plantas do mundo.

O levantamento é fruto de um estudo realizado pelo Weizmann Institute of Science de Israel e publicado pelo Proceedings of the National Academy of Sciences, dos Estados Unidos. A pesquisa tinha como objetivo analisar a distribuição da biomassa na Terra, mas suas descobertas vão muito além disso.

Imagem de uma vaca olhando para a câmera.

De acordo com o estudo, apesar de as bactérias responderem por 13% de todos os seres vivos, as plantas são responsáveis pela maior quantidade de matéria, representando 82% da biomassa na Terra. O restante da vida é composto por fungos, animais e outros seres, representando apenas 5% do total.

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Embora a humanidade componha apenas 0,01% desta biomassa, nós somos os responsáveis pela extinção de 83% dos mamíferos selvagens – e o Brasil lidera o número de primatas ameaçados de extinção. Cientistas sugerem que estamos vivendo uma nova era geológica: o antropoceno.

Primatas estão entre os animais que podem ter desaparecido.

Entre os mamíferos restantes, 60% são animais de pecuária, como gado e porcos destinados à alimentação; 36% são humanos e os 4% restantes são animais selvagens.

Quanto às aves, 70% delas são domésticas e apenas 30% das espécies são selvagens. Acredita-se ainda que 60% dos animais terrestres tenha desaparecido em apenas 44 anos.

Para saber mais, confira a pesquisa completa AQUI.

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*Fonte: hypeness

Agrotóxico mais usado no mundo está ajudando a exterminar abelhas

Quando se fala em agrotóxico, na maior parte do tempo estamos tratando de glifosato, o herbicida mais usado no Brasil e no Mundo. Utilizado em 90% das lavouras de soja, alvo de diversas polêmicas e contestações de médicos à ambientalistas, mas fundamental para o agronegócio, está associado à morte das abelhas.

O N-(fosfonometil)glicina, princípio ativo do Roundup da Monsanto e mais uma centena de produtos agrícolas, age ao ser absorvido pela folha das plantas de crescimento rápido, também conhecidos como mato, e inibe a ação de enzimas que possibilitam sua existência.

Por não dependerem dessa enzima, o produto não afeta aos animais. Pelo menos é isso que se pensava. Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, mostra que o mesmo não acontece com microrganismos, muitos dos quais dependem a existência de animais, como as abelhas.

Publicado essa semana no Proceedings of National Academy of Sciences, o artigo explica que, assim como em nós, a saúde das abelhas depende de um ecossistema de bactérias que vive em seu trato digestivo. O glifosato mata algumas dessas bactérias, causando um desequilíbrio que reduz a capacidade do inseto combater infecções.

“Diretrizes atuais consideram que as abelhas não são prejudicadas pelo herbicida”, disse Erick Motta, estudante de pós-graduação que liderou a pesquisa, juntamente com a professora Nancy Moran. “Nosso estudo mostra que isso não é verdade”.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores expuseram as abelhas a níveis normalmente encontrados em plantações e jardins (é grande a chance do jardineiro perto da sua casa usar esse agrotóxico). Pintaram suas costas para que pudessem reconhecê-las e liberaram para seguir sua vida normal.

Recapturadas três dias depois, eles observaram que o herbicida reduziu significativamente a microbiota intestinal saudável. Das oito espécies dominantes de bactérias saudáveis ​​nas abelhas expostas, quatro foram consideradas menos abundantes. A espécie mais atingida, Snodgrassella alvi, ajuda as abelhas a processarem alimentos e a se defenderem contra patógenos.

Mais tarde, ao expor as abelhas a um patógeno oportunista (Serratia marcescens), morreram com mais frequência que as abelhas sem glifosato. Cerca de metade das abelhas com um microbioma saudável ainda estavam vivas oito dias após a exposição ao patógeno, enquanto apenas cerca de um décimo dos insetos cujos microbiomas haviam sido alterados pela exposição ao herbicida ainda estavam vivas.

“Estudos em humanos, abelhas e outros animais mostraram que o microbioma intestinal é uma comunidade estável que resiste à infecção por invasores oportunistas”, disse Moran. “Então, se você interromper a comunidade normal e estável, estará mais suscetível a essa invasão de patógenos”.

A descoberta entra para uma longa lista de polêmicas que envolvem o agrotóxico mais popular do mundo. “Não é a única coisa que causa todas essas mortes de abelhas, mas é definitivamente algo que as pessoas deveriam se preocupar porque o glifosato é usado em todos os lugares”, disse Motta.

São várias a críticas sobre o sistema da Monsanto, que vão da dependência e endividamento de pequenos produtores, desenvolvimento de plantas resistentes à substância, ao extermínio da biodiversidade. É considerado potencialmente cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar da Monsanto (e sua nova controladora Bayer) atestar a segurança do produto com 40 anos de uso no mercado, em agosto a justiça dos Estados Unidos a sentenciou a pagar US$ 289 (cerca de R$ 1,1 bilhão) ao jardineiro Dewayne Johnson que alega ter contraído câncer devido ao uso do Roundup e do RangerPro, um glifosato de segunda linha da Monsanto.

No Brasil, a juíza substituta Luciana Raquel Tolentino de Moura acatou, no dia 3 de agosto, o pedido do Ministério Público Federal, sob a alegação de demora na reavaliação toxicológica do glifosato, e proibiu o uso em todo o País. A ordem para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária era priorizar a reavaliação até o dia 31 de dezembro.

Um dos principais principais interessados no assunto é o ministro da agricultura Blairo Maggi. Um dos maiores produtores de soja do Brasil, ele afirmou que a decisão impediria o plantio de 95% da área de soja, milho e algodão, as três maiores culturas anuais do País. “É muito importante dizer: não há saída sem o glifosato; ou não planta, ou faz desobediência da ordem judicial”, disse Maggi.

No dia 3 de setembro, o presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), desembargador Kássio Marques, derrubou a liminar. Uma de suas alegações foi que “nada justifica a suspensão dos registros dos produtos” sem a “análise dos graves impactos que tal medida trará à economia do país”.

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*Fonte: revistagalileu

Humanos representam 0,01% dos seres vivos e mataram 83% dos mamíferos

Apesar de representarem apenas 0,01% dos seres vivos do planeta, os humanos são responsáveis pela destruição de muitas espécies. Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, revela, inclusive, que a espécie humana acabou com 83% dos mamíferos selvagens da Terra.

Publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, a pesquisa compila os tipos de biomassa — matéria orgânica — dos reinos animais. “A análise revela uma visão holística da composição da biosfera e nos permite observar padrões de categorias taxonômicas e locais geográficos”, escrevem os cientistas.

Esse é o primeiro relatório a estimar a quantidade de todos os tipos de criaturas vivas. “Eu fiquei surpreso em descobrir que não ainda não existia uma estimativa compreensiva e holística de todos os componentes da biomassa”, disse o pesquisador Ron Milo, do Instituto de Ciência Wrizmann, em entrevista ao jornal The Guardian.

Milo e sua equipe compilaram dados de diversas fontes, como da Organização Internacional de Comida e Agricultura, por exemplo, para estimar a biomassa de cada país e como a industrialização, o êxodo rural e o uso de novas tecnologias pelos humanos colaborou para o fim de outras espécies animais.

Os cientistas concluiram que os 7,6 bilhões de pessoas representam somente 0,01% dos seres vivos, as bactérias, 13% e o restante das criaturas, como insetos, fungos e outros animais equivalem a 5% da biomassa do planeta. O que sobra é das plantas: segundo o estudo, elas representam 82% da matéria viva.

Atualmente, 70% das aves e 60% dos mamíferos do planeta foram criados em cativeiro, enquanto 30% dos pássaros são selvagens, 36% dos mamíferos são humanos e os 4% restantes são selvagens. Ainda de acordo com o relatório, 86% das espécies se encontram em terra, 13% abaixo de superfícies (como bactérias, por exemplo) e somente 1% nos oceanos.

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*Fonte: revistagalileu

Oceanos estão enfrentando uma extinção em massa sem precedentes

“Agora mesmo estamos decidindo, quase sem querer, quais caminhos evolutivos permanecerão abertos e quais serão fechados para sempre. Nenhuma outra criatura jamais havia feito isso, e será, infelizmente, nosso legado mais duradouro”. Elizabeth Kolbert definiu assim o papel que estão desempenhando os seres humanos em A Sexta Extinção, o livro que ganhou o Prêmio Pulitzer no ano passado. O título é bastante expressivo: nos quase 4 bilhões de anos de história da vida na Terra, ocorreram cinco megaextinções, momentos em que muitos dos seres vivos foram arrastados de repente para a desaparição por vários cataclismos. E agora, segundo todos os dados recolhidos pela ciência, a civilização humana está causando uma nova extinção em massa: somos como o meteorito que dizimou os dinossauros do planeta.

Estamos provocando a agonia de numerosas espécies marinhas e escolhendo as que deixarão de evoluir no futuro

E as criaturas dos oceanos não vão conseguir se livrar. Estamos provocando a agonia de numerosas espécies marinhas e, como dizia Kolbert, escolhendo os seres aquáticos que ao desaparecerem deixarão de evoluir no futuro. A este ritmo, os grandes animais que vão povoar os mares dentro de milhões de anos não serão descendentes de nossas baleias, tubarões e atuns porque estamos matando todos eles para sempre. E do mesmo modo que o desaparecimento dos dinossauros deixou um vazio que demorou eras para ser preenchida pelos mamíferos, não sabemos o que vai ser da vida nos oceanos depois de serem arrasados.

“A eliminação seletiva dos maiores animais nos oceanos modernos, algo sem precedentes na história da vida animal, pode alterar os ecossistemas durante milhões de anos”, conclui um estudo apresentado nesta semana pela revista Science. Liderado por pesquisadores de Stanford, o trabalho mostra como esta sexta extinção está acontecendo com os seres aquáticos de maior tamanho. Um padrão “sem precedentes” no registro das grandes extinções e que com muita segurança acontece por causa da pesca: hoje em dia, quanto maior o animal marinho, maior a probabilidade de se tornar extinto.

O cálculo mais trágico compara essa extinção com o desaparecimento dos dinossauros, como explicado na Science

Como explicou para Materia o principal autor do estudo, Jonathan Payne, o nível de perturbação ecológica causada por uma grande extinção depende da percentagem de espécies extintas e da seleção de grupos de espécies que são eliminados. “No caso dos oceanos modernos, a ameaça preferente pelos de maior tamanho poderia resultar em um evento de extinção com um grande impacto ecológico porque os grandes animais tendem a desempenhar um papel importante no ciclo de nutrientes e nas interações da rede alimentar”, disse Payne, referindo-se a que os danos afetariam em cascata todos os ecossistemas marinhos.

Os cenários pessimistas preveem a extinção de 24% a 40% dos gêneros de vertebrados e moluscos marinhos; o cálculo mais trágico é comparável à extinção em massa do fim do Cretáceo, quando os dinossauros desapareceram, como explicado na revista Science.

Para os pesquisadores, é por causa da nossa forma de consumir ecossistemas: ocorreu com a extinção dos mamutes e acontece agora com a pesca

O trabalho deste investigador da Universidade de Stanford e seu grupo foi analisar o padrão de desaparecimento de 2.500 espécies nos últimos milhões de anos. Até agora, o tamanho dos animais marinhos não tinha sido um fator determinante nos cataclismos anteriores, mas nos nossos dias existe uma notável correlação. Para os pesquisadores, é evidente que isso acontece por causa da forma de consumir ecossistemas própria dos seres humanos. Foi o que aconteceu com a extinção dos mamutes e agora acontece com a pesca: cada vez que entramos em um ecossistema primeiro acabamos com os pedaços maiores e à medida que os recursos ficam mais escassos vamos esgotando o resto dos recursos menores.

Os pesquisadores alertam que a eliminação desses animais no topo da cadeia alimentar poderia perturbar o resto da ecologia dos oceanos de forma significativa por, potencialmente, os próximos milhões de anos. “Sem uma mudança dramática na direção atual da gestão dos mares, nossa análise sugere que os oceanos vão sofrer uma extinção em massa de intensidade suficiente e seletividade ecológica para ser incluída entre as grandes extinções”, diz o estudo.

Este paleobiólogo defende que a visão positiva de sua descoberta é que as espécies ameaçadas ainda podem ser salvas da extinção com políticas de gestão eficientes e, a longo prazo, abordando os impactos do aquecimento global e da acidificação dos oceanos. “Podemos evitar esse caminho; com uma gestão adequada, seria possível salvar muitas dessas espécies da extinção”, afirma Payne.

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*Fonte: elpais

Após votação, caça comercial de baleias continua banida

Representantes do Japão que participam da Comissão Internacional das Baleias, ou International Whaling Comission (IWC), que está acontecendo até sexta-feira em Florianópolis (SC), fizeram uma tentativa para acabar com a proibição da atividade baleeira comercial.

Apesar dos esforços, com 67% dos votos, a suspenção não foi aprovada. Além disso, foi criado um novo documento intitulado Declaração de Florianópolis, que reafirma o banimento da caça comercial de baleias em águas internacionais. Foram 40 votos a favor e 27 contra, entre eles Rússia e Japão. A declaração foi submetida por Argentina, Brasil, Colômbia, México, Chile, Costa Rica, Panamá e Peru.

Banimento da caça comercial

A proibição da caça comercial foi estabelecida em 1986 diante da iminência de extinção de diversas espécies por conta da pesca predatória. O Japão alega que as populações de algumas espécies de baleias se recuperaram o suficiente para permitir a retomada da caça de forma “sustentável”.

“A ciência é clara: há certas espécies de baleias cuja população é saudável o suficiente para ser colhida de forma sustentável”, alega a proposta japonesa, intitulada Way Forward. A alteração seria para acabar com a “intolerância” e “confronto” entre os países pró e anti-caça às baleias.

As duras críticas do Japão à proibição atrapalham as relações com países anti-caça, como Austrália e Nova Zelândia, que os acusam de usar seu poder econômico para garantir votos de países membros menores da IWC.

“Pesquisa Científica”

Uma cláusula da proibição da IWC permite que o Japão conduza caças anuais de “pesquisa” e venda carne de baleia no mercado aberto.

Segundo a BBC, o Japão hoje captura entre 300 e 400 animais por ano – e já chegou a abater cerca de 1.000 em 2005 e em 2006. No início deste ano, o país foi bastante criticado por ter matado no Oceano Antártico 122 baleias grávidas, das 333 baleias-anãs capturadas durante uma expedição de quatro meses, 181 eram do sexo feminino – incluindo 53 juvenis.

Em 2014, o tribunal internacional de justiça ordenou a suspensão do abate anual de baleias no Oceano Antártico. Porém, após dois anos o país voltou a caçar, sob um programa que incluiu a redução de sua cota de capturas em cerca de dois terços.

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Como os passarinhos estão se tornando seres urbanos

Atire o primeiro grão de milho quem nunca deu comida aos passarinhos, seja num parque, numa praça ou no quintal de casa. Pois essa prática – muitas vezes condenada, principalmente no caso de pombos que podem se tornar vetores de doenças –, de acordo com cientistas, é um fator preponderante para que as aves estejam se tornando cada vez mais animais urbanos.

Faz todo o sentido. Enquanto no meio rural a alimentação de muitos passarinhos é cada vez mais nociva a eles – por conta dos agrotóxicos aplicados às plantações – e o desmatamento deixa o ambiente inóspito para descansos e o próprio processo de construção de ninhos, as cidades são convidativas: comida farta – cortesia dos humanos – e áreas verdes como parques e praças, geralmente bem-providas de árvores.

Este cenário é apresentado em estudo recém-publicado pelo periódico especializado The Condor: Ornithological Applications. Cientistas da Universidade de Illinois Urbana-Champaign refizeram um levantamento realizado inicialmente entre 1906 e 1909 para compreender as mudanças de habitat das aves do Estado americano de Illinois.

Com base em modelos matemáticos, concluíram que a ocupação territorial dos pássaros mudou – e muito. E, apostam os cientistas, essa amostragem pode ser replicada em qualquer lugar urbanizado do mundo com um enorme grau de semelhança.

No total, foram catalogadas 66 espécies diferentes de aves. E, conforme apontam os resultados, as 40 que se adaptaram aos meios urbanos aumentaram a população – enquanto as outras 26 viram seu tamanho diminuir.

De acordo com o ornitólogo Michael Ward, professor do Departamento de Recursos Naturais e Ciências Ambientais da Universidade de Illinois Urbana-Champaign, isso aconteceu porque, ao longo do século 20, “os habitats urbanos tornaram-se mais favoráveis aos pássaros, à medida que a agricultura se desenvolveu e o gesto de dar comida às aves se tornou mais popular”.

As pequenas e diversificadas plantações, antes um prato cheio para passarinhos, se transformaram em vastas monoculturas de milho e soja com manejo industrial, ou seja, uso intensivo de herbicidas e pesticidas. Um tempero nada agradável, praticamente um recado de que aquilo não era para o seu bico.

“É necessário entender como é que as espécies usam e respondem a mudanças não apenas em seu habitat primário, mas também em habitats só utilizados ocasionalmente”, comenta o ornitólogo. “O que entendemos é que aquelas espécies que podem tirar proveito de habitats alternativos, estas conseguem expandir suas populações.”

O professor diz que o passo seguinte do trabalho agora é compreender justamente quais espécies são capazes dessa adaptação. E quais não são. “Isto nos permitirá prever melhor quais precisam de esforços de conservação. Habitats urbanos são os em que muitas espécies têm conseguido procriar mais. A população em geral, ao fornecer alimentação e um certo abrigo em seus quintais, tem a oportunidade de ajudar uma variedade enorme de espécies.”

Novos olhares

A comunidade acadêmica entende que esse estudo abre um novo leque de possibilidades para a compreensão das populações animais. Isto porque ele quebra um paradigma: o de que necessariamente a transformação de um habitat interfere no tamanho de suas populações. Pode haver uma adaptação – e a consequente troca de um habitat por outro.

“Ao tentar explicar as mudanças no tamanho e na distribuição da população, os biólogos geralmente olham primeiro para as mudanças nos habitats que estão mais intimamente associados com uma espécie. Este estudo, por sua vez, mostra que esses habitats primários, como denominados pelos autores, não necessariamente representam mudanças na população”, comenta a bióloga, zoóloga e ecologista Amanda Rodewald, do Cornell Lab of Ornithology, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos.

“Anteriormente”, prossegue a pesquisadora, “a extensão em que uma espécie usa habitats novos ou alternativos, como áreas urbanas, poderia explicar melhor os padrões. Uma implicação importante para a conservação é que rastrear espécies dentro de habitats alternativos pode ajudar os biólogos a entender, antecipar e potencialmente mitigar mudanças populacionais”.

O canto do sabiá

No Brasil, um notório caso de ave silvestre que se adaptou muito bem ao meio urbano é o sabiá-laranjeira. Não à toa, aliás, o pássaro é a ave símbolo do Brasil – oficialmente reconhecido assim desde 2002.

Na capital paulista, o sabiá está entre as mais carismáticas das 285 espécies que vivem na cidade – ao lado de bem-te-vis, maritacas, quero-queros, juritis, sanhaços e pica-paus. É uma ave que prefere os parques, mas mesmo assim pode ser flagrada, vez por outra, descansando nos fios elétricos, ao lado de pardais e pombas.

Em 1966, o ornitólogo Johan Dalgas Frisch, hoje com 88 anos e presidente da Associação de Preservação da Vida Selvagem, encabeçou uma campanha pela preservação dos sabiás pedindo para que as pessoas plantassem árvores frutíferas em seus quintais. “Porque os passarinhos precisam de restaurantes”, argumentava ele.

A campanha deu certo. As aves voltaram a se espalhar pelas cidades.

O que ninguém contava é que essa adaptação ao meio urbano ainda faria da ave um bicho com sintomas similares ao do homem contemporâneo que vive nas grandes cidades: um ser estressado com o trânsito, fazendo hora extra e namorando pouco.

A partir de uma queixa comum da população das grandes cidades, a de que os sabiás estavam cantando durante a madrugada e atrapalhando, assim, o sono dos justos e dos injustos, o Instituto Passarinhar resolveu promover uma pesquisa. E comprovar se isso realmente está acontecendo.

Desde 2013, os pesquisadores colocaram no ar um site colaborativo em que as pessoas podem informar o horário em que ouviram o canto de um sabiá, e a localidade. O balanço mais recente, divulgado há pouco mais de um ano e com dados consolidados de 10 mil registros, mostra que o sabiá paulistano sofre de insônia: começa a cantar cinco horas antes do que seus primos do interior – e essa orquestra só para quatro horas mais tarde do que o fim do expediente. O site está em http://www.horadosabia.com.

Segundo os biólogos responsáveis pelo estudo, nada mais antinatural. Porque na vida rural, digamos assim, o pássaro começa a cantar com o nascer do sol. E interrompe a cantoria ao fim do dia.

Na capital paulista, entretanto, o pico de atividade do sabiá é às 3h da madrugada. Para desespero dos humanos.

A explicação estaria na adaptação. Mas a um problema ao qual muitas pessoas jamais se adaptam: ao trânsito infernal. Na realidade, o barulho causado pelos carros tem feito o sabiá procurar horários alternativos.

O ruído causado pelos carros nas ruas de São Paulo, atualmente, oscila entre 70 e 100 decibéis. Um sabiá-laranjeira consegue cantar, no máximo, a até 70 decibéis. O pássaro canta para conseguir conquistar a fêmea e, assim, acasalar, mas, segundo biólogos, o sabiá paulistano só está encontrando condições para se comunicar, para ouvir e para ser ouvido no silêncio da madrugada.

*Por Edison Veiga

 

 

 

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*Fonte: bbc

Mistério: tubarões aparecem com fígado extraído com precisão cirúrgica

A localização da carcaça de cinco tubarões brancos encontradas em uma praia em Gansbaai, na África do Sul, deixou todo mundo intrigado. Aparentemente intactos, os animais estavam sem o fígado.

De início, a hipótese da caça humana foi cogitada. Mas, como um homem seria capaz de matar um tubarão sem deixar ao menos uma marca? Difícil. A análise da fundação sul-africana Dyer Island Conservation Trust concluiu que, na verdade, os tubarões tiveram o fígado retirado por orcas.

Segundo os pesquisadores, a Orcinus orca recorre ao trabalho em equipe para, primeiro imobilizar o animal de 1 tonelada, na sequência elas rasgam os tubarões e aproveitam sua destreza com os lábios para fazer o corte preciso.

Não é fácil domar um animal desses

“Imaginamos que uma orca abocanhe em seguida uma das barbatanas peitorais, e uma segunda orca faz o mesmo com a outra. As barbatanas são como asas de um avião para os tubarões”, disse à BBC Brasil Alison Towner, membra da Dyer Island Conservation.

Esta é literalmente uma briga de gigantes. Apesar de nadarem sozinhos pelos oceanos, além do peso, o tubarão branco é conhecido pelo instinto predatório. E o fígado do animal marinho pesa cerca de 90 quilos.

Para os pesquisadores, a escolha do fígado dos tubarões se dá pela abundância de energia. O órgão contém vitamina C, B12, A, ferro, niacina, sódio e carboidratos. A carcaça não é consumida, pois elas necessitam preencher apenas o equivalente a 3% do peso diariamente.

As orcas trabalham em equipe para caçar o tubarão.

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Mudanças climáticas poderão extinguir 10% das espécies de anfíbios da Mata Atlântica

Peter Moon | Agência FAPESP – O aquecimento global poderá levar à extinção de até 10% das espécies de sapos, rãs e pererecas endêmicas da Mata Atlântica em cerca de 50 anos. Isso porque regimes de temperatura e chuva previstas para ocorrer entre 2050 e 2070 serão fatais para espécies com menor adaptação à variação climática, que habitam pontos específicos da Mata Atlântica.

Essa é uma das conclusões de um estudo que analisa a distribuição presente e futura de anfíbios (anuros, ou seja, sapos, rãs e pererecas) na Mata Atlântica e no Cerrado, à luz das mudanças climáticas em decorrência do contínuo aquecimento global.

O estudo foi publicado na revista Ecology and Evolution. O trabalho teve como autor principal o herpetólogo Tiago da Silveira Vasconcelos, da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Bauru, e foi feito com apoio da FAPESP no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais.

Colaboraram Bruno Tayar Marinho do Nascimento, também da Unesp, e Vitor Hugo Mendonça do Prado, da Universidade Estadual de Goiás.

“O objetivo maior da pesquisa foi fazer um levantamento de todas as espécies de anfíbios do Cerrado e da Mata Atlântica e caracterizar suas preferências climáticas nas diferentes áreas que habitam. Com os dados em mãos, buscamos fazer modelagens para poder projetar cenários de aumento ou de redução das áreas climáticas favoráveis às diferentes espécies, em função dos regimes climáticos estimados para 2050 e 2070”, disse Vasconcelos.

Conhecem-se atualmente 550 espécies de anfíbios na Mata Atlântica (80% delas, endêmicas) e 209 espécies no Cerrado. Vasconcelos trabalhou com os dados de distribuição espacial de 350 espécies da Mata Atlântica e 155 do Cerrado, aquelas encontradas em ao menos cinco ocorrências espaciais diferentes.

“Desse modo, foi possível identificar as áreas com maior riqueza de espécies de anfíbios, ou com composição de espécies únicas, tanto no Cerrado como na Mata Atlântica. Uma vez identificadas tais áreas, avaliamos a comunidade de anfíbios no cenário de clima atual e futuro, de modo a determinar quais são as áreas de clima favorável para cada uma das 505 espécies analisadas, e se haverá expansão ou redução dessas áreas em 2050 e 2070, em função do aquecimento global”, disse Vasconcelos.

Os dados de distribuição espacial das 350 espécies da Mata Atlântica e 155 do Cerrado foram aplicados em duas métricas de ecologia de comunidade. A primeira, denominada diversidade alfa, é a diversidade local, correspondente ao número de espécies em uma pequena área de hábitat homogêneo. A diversidade beta é a variação na composição de espécies entre diferentes hábitats e que revela a heterogeneidade da estrutura de toda a comunidade.

Vasconcelos conta que o passo seguinte foi usar os dados de clima para fazer a modelagem de nicho climático. Foram usados quatro algoritmos diferentes baseados nas características de clima favorável a cada espécie. Trata-se de algoritmos de modelo linear generalizado, de árvore de regressão, de floresta aleatória e de máquina de vetores de suporte.

Os algoritmos serviram para determinar, na Mata Atlântica e no Cerrado, quais são as áreas de climas semelhantes, gerando um mapa da distribuição das áreas atuais onde cada espécie pode sobreviver.

A seguir foi a vez de calibrar os mesmos algoritmos com os cenários de clima futuro, a partir das estimativas feitas disponíveis no portal WorldClim.

“Para cada cenário futuro, em 2050 e 2070, utilizamos dois cenários de emissão de gás carbônico na atmosfera, um cenário mais otimista, com menor aquecimento global, e outro pessimista e mais quente. Também usamos três modelos de circulação global atmosférica e oceânica”, disse Vasconcelos. Os dados são do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

“Para cada uma das 505 espécies analisadas geramos 24 mapas de distribuição [quatro algoritmos x dois cenários de emissões de CO2 x 3 modelos de circulação global]. Ao todo, foram mais de 12 mil mapas”, disse.

A partir dos resultados dos 24 mapas de distribuição para cada espécie, foi gerado um mapa consensual e, então, uma matriz de presença e ausência de espécies, determinando a ocorrência prevista de cada espécie em 2050 e 2070.

“O primeiro impacto esperado da mudança climática nos anfíbios da Mata Atlântica e Cerrado é a extinção de 42 espécies por meio da perda completa de suas áreas climaticamente favoráveis entre 2050 e 2070”, disse Vasconcelos.

Os dados apontam para a extinção de 37 espécies na Mata Atlântica (ou 10,6% do total) e cinco no Cerrado. Das 42 espécies, apenas cinco são atualmente consideradas como em risco de extinção pelo Ministério do Meio Ambiente.

Homogeneização de anfíbios no Cerrado

A maior riqueza de anfíbios da Mata Atlântica ocorre atualmente na porção sudeste, nos estados do Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Já as regiões interioranas da Mata Atlântica são as áreas com menor riqueza de anfíbios.

Embora os resultados do estudo apontem para a perda de espécies em toda a Mata Atlântica, mesmo as taxas mais altas de perdas no sudeste do bioma não deverão alterar o fato de que esta região específica permanecerá como a mais rica em anfíbios.

Por outro lado, no Cerrado haverá perda generalizada, mas também ganho de biodiversidade em determinadas regiões.

“Os resultados da pesquisa indicam uma expansão das áreas climaticamente favoráveis aos anfíbios, dado que em função do aumento das temperaturas se espera uma expansão das áreas de Cerrado nas direções norte e nordeste, ocupando espaços que hoje são de floresta amazônica. A savanização de porções da floresta amazônica abrirá novas áreas para ocupação dos anfíbios do Cerrado”, disse.

Especificamente, a mudança climática não deverá alterar a área de maior riqueza de anfíbios do Cerrado, que fica na margem sul deste bioma, mas uma considerável perda de espécies é esperada no oeste e sudoeste, que faz contato com as terras baixas do Pantanal Mato-Grossense. Por outro lado, poderá haver ganho de espécies em Tocantins, no norte de Minas Gerais e no oeste da Bahia.

“Os cenários futuros de mudança climática sugerem que poderá haver uma homogeneização da fauna de anfíbios ao longo da extensão do Cerrado. Ou seja, aquelas espécies mais generalistas, adaptadas a diferentes hábitats e que suportam uma variação maior de temperatura e umidade, têm a previsão de expandir suas áreas de ocupação”, disse Vasconcelos.

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*Fonte: fapesp

Cachorros não gostam de quem não gosta dos seus donos

Os cães não são apenas o “melhor amigo” do homem, mas também podem ser”inimigos” de nossos rivais.

Pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, descobriram que cachorros não gostam de quem não gosta de seus donos e, além disso, recusam alimentos oferecidos por pessoas que desprezam seus proprietários.

O estudo, que será publicado na revista científica Animal Behaviour até o final do mês, revela a habilidade altamente refinada dos bichos em cooperar socialmente – mesmo com outras espécies -, característica rara entre os animais.

Liderados por Kazuo Fujita, professor de psicologia, os pesquisadores testaram 54 cães, divididos em três conjuntos. O primeiro grupo recebeu alimento de uma pessoa que, na frente deles, se negou a ajudar seu dono a abrir a lata de comida.

Mas, ao mesmo tempo, os animais poderiam escolher a refeição servida por alguém “neutro”, desconhecido do cachorro e que não demonstrou qualquer sentimento na cena.

Em um segundo grupo, os animais tinham as seguintes opções: escolher a comida servida por alguém que ajudou o seu dono a abrir o recipiente de alimentos ou pegar a comida oferecida por uma pessoa neutra.

O último grupo também poderia escolher entre duas pessoas, mas nenhuma delas teve contato prévio com os donos dos animais de estimação.

Em cada conjunto, os pesquisadores repetiram os testes quatro vezes. No primeiro grupo, um único animal escolheu a comida da pessoa que desprezou seu dono. Já nos demais grupos, os cães não demonstraram preferência ou rejeição por quem eram servidos.

“Pela primeira vez, medimos como os cães fazem avaliações sociais e emocionais das pessoas, sem depender de seu interesse direto”, disse Fujita. Os pesquisadores sugerem que os cachorros são capazes de julgar um indivíduo com base em seu comportamento, um importante traço que ajuda na cooperação social.

Poucas espécies, como os homens e os primatas, apresentam essa capacidade.

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*Fonte: osegredo

O que podemos aprender com os gatos?

“O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado” – trecho retirado do texto O Gato e a Espiritualidade. << (clique para ler)

Com a divulgação massiva da crescente adoção dos gatos como pets de milhares de casas, superando até a adoção de cães, temos atualmente uma maior compreensão desse bichano em nossas vidas. Por muitos anos, os gatos foram alvos de preconceitos e, até, de questões religiosas, gerando nas pessoas uma forte aversão aos felinos.

Atualmente, o cenário já está consideravelmente melhor, embora ainda haja muito o que ser melhorado. Quem se abre a convivência com os gatos, consegue facilmente perceber e sentir que há um mistério por trás daqueles belos olhos. Quem me conhece sabe que sou suspeita para falar desse assunto, afinal os gatos estão entre as minhas maiores paixões e tenho 3 amorosos representantes da raça ao meu lado, diariamente, em minha casa.

A questão é que não é mais tão segredo para todos que a espiritualidade está intimamente ligada ao gato, conforme podemos conferir no texto citado no início. Há algo de místico e ancestral nos gatos e sabemos que nos povos antigos, como no Egito, o animal era cultuado pelas pessoas. Os gatos não entram em nossa vida por acaso e assumem uma posição de uma intensa e verdadeira relação conosco, sendo capazes de nos transformar profundamente. Como eu mesma digo: não subestime o amor de um gato, você pode se apaixonar.

Em minhas experiências com os meus 3 filhos felinos que tenho em casa, já vivi intensas e transformadoras situações. A primeira delas, e extremamente significativa, foi a adoção do vegetarianismo como alimentação, estilo e filosofia de vida. Digo, sem vergonha nenhuma que, ao conviver com esses incríveis animais diariamente, meu amor e sensibilidade aumentaram tanto que eu quis estender esses e outros diversos sentimentos a todas as espécies. Outros momentos intensos que tive a bênção de vivenciar foram: ao estar em contato com alguma prática energética e relaxante, como uma meditação ou auto aplicação de Reiki e, ao despertar, perceber um dos meus gatos me olhando (Joey, meu menino)… mas no fundo dos meus olhos, tão fundo, que eu tinha a nítida sensação de que ele podia ver toda a minha alma… e, assim, eu transbordei em lágrimas… mas não de tristeza, não de alegria… no momento, embora não conseguindo descrever concretamente, eu sentia que estava recebendo uma profunda e amorosa limpeza e purificação.

Momentos impagáveis!

Entre ronrons, carinhos, amorosidade e tudo mais de bom que envolve esses peludos de 4 patas, os gatos são capazes de tornar a nossa vida e as energias nossas e de nossas casas muito melhores. Os gatos têm a capacidade de absorver e transmutar energias nocivas no lar, proporcionando limpeza e purificação no ambiente. Além disso, os gatos protegem os donos contra essas energias, seja transmutando o que o dono está carregando em sua aura, seja protegendo o dono quando estiver na presença de pessoas que possam vir a prejudicá-lo. Caso uma visita chegue a casa e o gato sinta e perceba que essa pessoa possui energias prejudiciais, o gato irá circundar o dono, ficar perto dele, para poder protegê-lo.

Há diversas questões que podemos abordar que tenha o gato como centralidade. Mas o que quero trazer aqui hoje são as percepções de certas maneiras felinas e o que podemos aprender com elas para nos tornarmos pessoas melhores e, consequentemente, tornar a nossa vida muito melhor (embora o gatinho já faça isso, por si só, em uma grande porcentagem.

O QUE PODEMOS APRENDER COM UM GATO?

– Gatos permitem-se ser quem são:

O gato simplesmente é. Ao observar um gato, podemos perceber algo de verdadeiro, original e essencial em suas maneiras e atitudes. O gato não finge, não disfarça e sabe o que deve fazer, e seguramente o faz, para garantir que seus desejos sejam notados, se apenas mais uns grãos de ração, se um colo quentinho ou para entrar em um lugar novo para ele. A beleza e o mistério por trás da imagem do gato devem-se, principalmente, pela sua maneira 100% autêntica de ser e agir.

Na vida, temos que lutar por nossos direitos e sonhos, sem medos de preconceitos ou pressões, e jamais hesitar em sermos verdadeiros e originais com aquilo que realmente somos. Quanto desgaste emocional, psicológico e espiritual há em fingir e atuar um papel de alguém que não somos, apenas para agradar ou mudar a nossa imagem… esta que está projetada apenas em nossa mente. Muitas vezes, as pessoas agem de acordo com uma imagem a zelar, e mal percebem que essa imagem é criada por si mesmo, apenas para os outros.

É maravilhoso ver um animal, porque um animal não tem qualquer opinião de si próprio, ele simplesmente é! (Eckhart Tolle)

– Gatos sabem a importância de se cuidarem:

É só parar alguns momentos do dia para perceber quantas horas o gato passa cuidando de si mesmo. O gato sabe da importância de se manter limpo, de manter o seu conforto, de dar aquela boa espreguiçada e alongar todas as partes do corpo. O gato sabe da imensa importância que há em dormir as horas necessárias por dia e se dedica a isso… se entrega aos braços acalentadores e repousantes de um sono profundo, pacífico e relaxante. Ao contemplar o sono do gatinho, estamos contemplando a materialização da paz.

A vida “humana” é tão acelerada, intensa e preocupante, que as pessoas mal reservam um tempo no seu dia para um verdadeiro descanso. E, quando reservam – o momento de dormir, por exemplo – não o fazem por completo, com entrega, não conseguindo desligar-se dos problemas, preocupações e ansiedades do dia a dia. As pessoas não se preparam para descansar e não têm consciência da importância e necessidade de um descanso na sua concepção mais original.

– Gatos sabem a importância de terem um momento somente seu:

O gato não é egoísta e individualista, como muitos taxam. O que o gato sabe, e o faz com confiança, é estar na sua própria companhia. O gato aprecia a solitude (diferente de solidão) tanto quanto aprecia a companhia de seu dono. O gato não tem medo de estar confrontado com o “vazio”, pois no seu mundo essa palavra não existe. O gato sabe da importância da sua essência e a valoriza, permitindo-se ter momentos totalmente dedicados a si mesmo, como uma boa soneca, um bom “auto” banho, uma apreciação da natureza… sem pressa, sem apegos, sem pressão… com respeito. O gato se respeita.

Na vida “humana”, claramente detectamos o quanto as pessoas têm medo de estarem na companhia do “nada”. A vida cotidiana foi preparada para que estejamos sempre na companhia de algo…seja de um smartphone, de uma televisão, do computador, etc. Muitas pessoas têm medo da própria companhia, por puro receio de adentrar nas profundezas do seu ser e se confrontar com tudo que está “mal” cuidado ali. Tirar um momento pra si é tão importante e essencial quanto comer, dormir e tomar banho, entre outras atividades.

“Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa com o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério”.

O gato é uma companhia riquíssima de afeto, ensinamentos, introspecção e reflexão.

*Por: blog da Ju Xavier

 

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*Fonte: osegredo

As aves incendiárias que usam o fogo para facilitar a caça

A Austrália é o lar de inúmeras espécies perigosas: de crocodilos a cobras, de aranhas a águas-vivas venenosas.

Três animais aparentemente inofensivos foram acrescentados à lista, de acordo com um novo estudo baseado em diversas observações.

São três espécies de aves de rapina, descritas pelos pesquisadores como “incendiárias”.

Segundo Bob Gosford, ornitologista do Central Land Council (um dos conselhos comunitários que se organizam por região no país, neste caso no Território do Norte) e coautor da pesquisa, as aves são o milhafre-preto (Milvus migrans), o milhafre-assobiador (Haliastur sphenurus) e o falcão-marrom (Falco berigora), que ampliam deliberadamente os incêndios florestais para forçar os animais que moram na floresta a fugir das chamas e, assim, caçá-los com mais facilidade.

Para fazer isso, as aves pegam um galho em chamas com o bico ou com as garras e o deixam cair em uma área ainda não atingida pelo fogo.

Além disso, dizem os pesquisadores, as aves podem ter aprendido a controlar e a usar o fogo a seu favor antes mesmo dos humanos.

O estudo foi publicado na revista científica Journal of Ethnobiology.

Forte evidência

A crença de que essas aves têm a capacidade de espalhar as chamas vem de longa data – e inclusive celebrada em antigas danças cerimoniais nas culturas aborígenes do país.
Image caption Com seu bico ou garras, o falcão-marrom carrega galho em chamas e o deixa em cair área da floresta ainda não atingida pelo fogo para facilitar sua caça

No entanto, quando Gosford publicou o resultado de suas observações iniciais em 2016, muitos especialistas em comportamento de aves reagiram com ceticismo.

Agora, com 20 novos depoimentos, Gosford conseguiu convencer os cientistas que chegaram a questionar as evidências.

Um desses depoimentos é de Dick Eussen, fotojornalista, ex-bombeiro e coautor do estudo, que observou esse comportamento ao tentar apagar um incêndio no Território do Norte, nos anos 1980.

Um dos episódios mais recentes ocorreu em março de 2017, na mesma região, mas os milhafres não alcançaram seu objetivo.

Aves antes dos humanos

Ainda não está claro o quão comum é esse comportamento, mas, de acordo com as evidências, essas aves só recorrem a essa metodologia de caça se o incêndio atingiu seu limite de expansão e ameaça se apagar.

Para saber a frequência e se esta técnica é exclusiva dessas espécies, tanto na Austrália como no resto do mundo, os pesquisadores planejam fazer experimentos em condições controladas.

Outro ângulo interessante que surge das observações é que é bem possível que as aves de rapina tenham aprendido a controlar incêndios antes de nós.

A evidência confirmada mais antiga do uso do fogo por humanos é de 400 mil anos atrás.

No entanto, aves de rapina estiveram no planeta milhões de anos antes, então elas podem ter descoberto antes dos humanos, disse Alex Kacelnik, o especialista em inteligência de pássaros da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à revista New Scientist.

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*Fonte: bbc-brasil

Adoção de animais: conheça as regras do processo e saiba como adotar um

De acordo com estimativa feita pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2014, no Brasil há mais de 30 milhões de cães e gatos abandonados. A maioria desses animais é formada por cães, que totalizam cerca de 20 milhões, enquanto a população de gatos que vivem nas ruas ou abrigos é de aproximadamente 10 milhões.

Este quadro, porém, deve ser bem pior atualmente, considerando a quantidade de animais que continuam perambulando pelas vias públicas. Em geral, esses animais sobrevivem apenas da sorte de encontrar comida, água e abrigo para dormir em dias chuvosos e frios, sendo que alguns encontram uma oportunidade para ficar em abrigos administrados por organizações não-governamentais.

Uma parcela desses animais tem a felicidade de encontrar um lar amoroso para chamar de seu, onde recebem todos os cuidados necessários para seu conforto e bem-estar. Se você é uma dessas pessoas que deseja ter um pet e ainda colaborar para reduzir esse número assustador de animais de rua, confira as regras para adotar:

 

Regras para adoção de animais

Idade

Animais de estimação só podem ser adotados por pessoas com idade igual ou superior a 21 anos. Mesmo assim, algumas instituições querem saber se os demais integrantes da família estão de acordo com a adoção do animal. Um conflito familiar pode resultar em mais um abandono ou maus tratos.

Documentos

Para formalizar a adoção é necessário apresentar a cédula de identidade, CPF e o comprovante de residência. Com isso, a entidade controla os processos de adoção e, como muitas delas implantam microchips nos animais, fica mais fácil localizar o adotante caso o animal seja encontrado nas ruas novamente.

Responsabilidade

Outra exigência é a assinatura de um termo de responsabilidade, por meio do qual o adotante assume o compromisso de cuidar bem do animal. Ao assinar esse documento, o adotante está sujeito às penalidades legais, em caso de maus tratos e abandono do animal.

Entrevista

A entrevista faz parte do processo de adoção em algumas entidades. O objetivo é avaliar se a pessoa interessada realmente tem condições para cuidar do animal: alimentação, assistência veterinária, adestramento, proteção, entre outros cuidados.

Taxas

Algumas instituições cobram uma taxa de adoção para custear o microchip de identificação do animal e o Registro Geral de Animais. Por isso, antes de tomar a decisão, confirme se a organização cobra alguma taxa.
O que levar em conta ao planejar a adoção de um animal?

Adotar um animal abandonado é um ato de amor e solidariedade. Antes de tomar essa decisão, porém, é importante avaliar se você e a sua família têm condições para assumir tamanha responsabilidade. Um filhote viverá com você por, pelo menos, 10 anos. Um animal adulto pode ter um tempo mais curto de vida, mas, justamente por estar em uma idade avançada, precisará receber muitos cuidados e atenção.

Além disso, um animal de estimação implica em custos com alimentação, vacinas e tratamentos veterinários. Dependendo da raça, você terá despesas com a tosa e o adestramento profissional. Fora isso, é necessário ter tempo para brincar e passear com os cães. Gatos são mais independentes, mas também precisam encontrar espaços seguros e confortáveis para viver bem.

Se você não tem condições para adotar um animal, considere a possibilidade de ajudar as entidades que abrigam cães e gatos. Faça parte da rede de voluntários que buscam lares para animais abandonados e das campanhas de arrecadação de fundos para a manutenção dos abrigos. Use as redes sociais para conscientizar as pessoas sobre a posse responsável e não deixe de denunciar os maus tratos aos animais.

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*Fonte: pensamentoverde

A Forma da Água da vida real: a mulher que se relacionou com um golfinho

Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que comemoraram a escolha da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em consagrar o filme A Forma da Água, dirigido por Guilherme del Toro, como o Melhor Filme de 2018 e também aquelas que se incomodaram com o fato de um romance entre uma mulher e um “anfíbio humano” ter sido selecionado como melhor produção cinematográfica do ano.

Esqueça essa divisão por agora: essa notícia vai causar a mesma sensação de desconforto e incômodo em você e em todos os leitores, independentemente se você chorou de emoção ou de raiva com a produção fantástisca. Preste atenção, a história a seguir é real.

Falando com animais
Durante a década de 1960, a NASA e outras agências do governo norte-americano financiaram um projeto para estudar e criar laços entre golfinhos e seres humanos. As pesquisas aconteciam em um laboratório no Caribe e eram encabeçados pelo neurocientista John Lilly.

O médico se tornou um grande aficionado por cetáceos após ter avistado uma baleia-piloto encalhada em uma costa de litoral próxima à sua casa, em Massachusetts, em 1949. Na ocasião, Lilly ficou impressionado com o tamanho do cérebro do animal e começou a imaginar como a baleia deveria ser um bicho inteligente.

Foi a partir desse episódio que o neurocientista e sua primeira esposa, Mary, iniciaram uma busca por cetáceos para que o médico pudesse estuda-los. Até que a dupla descobriu o Marine Studios, cativeiro de golfinhos em Miami.

Ao longo do tempo, o médico começou a perceber que os golfinhos “respondiam” aos pesquisadores, emitindo sons que lembravam palavras em inglês. Segundo Lilly, aquele poderia ser um indício de que os animais estavam tentando se comunicar com os seres humanos. Essa foi a consideração que ele escreveu no livro Man and Dolphin (1961), que se tornou um best-seller.

Devido ao sucesso da obra de Lilly e das ideias do governo norte-americano de buscar por vidas extraterrestres, a NASA decidiu financiar o projeto do médico. Com o recurso financeiro em mãos, Lilly abriu seu laboratório no Caribe, em 1963. E foi a partir daí que as coisas começaram a ficar estranhas.

No início do ano seguinte, uma jovem de vinte e poucos anos que vivia na ilha de São Tomás, no Caribe, ouviu falar sobre os estudos com golfinhos e decidiu conhecer o laboratório de Lilly. O nome dela era Margaret Howe Lovatt.

Lovatt não era nenhuma pesquisadora ou cientista, porém, ela parecia tão interessada nos estudos que eram feitos ali que o médio Lilly decidiu convidá-la a colaborar. A moça passava horas com os golfinhos do laboratório, tentando incentivá-los a se comunicar em inglês e emitir sons humanos.

Ela estava tão interessada na tarefa que propôs levar um dos golfinhos a morar com ela. Assim, eles passariam mais tempos juntos e o animal poderia se habituar ainda mais à fala humana. A ideia pareceu simpática aos pesquisadores, de forma que Lovatt foi aconselhada a viver na parte de cima do laboratório, onde encheram o espaço de água para que pudessem acomodar o golfinho macho Peter.

A língua do amor
Peter e Lovatt ficavam sozinhos durante seis dias por semana, enquanto a moça anotava suas percepções do animal e dormia ao redor do cetáceo. No último dia da semana, Peter retornava ao laboratório e dividia o tanque com os outros dois animais fêmeas, Pamela e Sissy.

“Ele era muito, muito interessado em minha anatomia. Se eu estava sentada e minhas pernas estavam na água, Peter vinha até mim e olhava atrás do meu joelho por muito tempo. Ele queria saber como as coisas funcionavam e eu ficava encantada por essa curiosidade”, comenta Lovatt, hoje já idosa, em entrevista ao jornal inglês The Guardian, realizada em 2014.

Conforme explica Lovatt, o golfinho gostava de ficar com ela, mas a moça sentia que ele tinha desejos sexuais com muita frequência. No início, quando ela percebia o interesse de Peter, Lovatt o colocava no tanque com os golfinhos fêmeas. Porém, com o tempo, esse transporte atrapalhava as lições e ensinamentos ao animal. Foi aí que a moça começou a suprir as necessidades sexuais do animal manualmente.
Margareth Howe Lovatt e o golfinho Peter (Foto: Reprodução/YouTube)Margareth Howe Lovatt e o golfinho Peter (Foto: Reprodução/YouTube)

“Não era sexual para mim. Talvez sensorial. Parecia que nós estávamos criando um laço mais forte […] Eu estava ali para conhece-lo e essa era uma parte dele”, relembra Lovett.

Durante a década de 1970, a história foi parar nas páginas da revista pornográfica Hustler e se tornou conhecida entre o público. Porém, o estudo não parou. Na verdade, continuou a ficar mais esquisito.

Tragédias à vista
Lilly, o neurocientista e líder do projeto, começou a estudar os efeitos do LSD no cérebro. Ele era um dos seletos médicos licenciados pelo governo norte-americano a pesquisar a droga. Até então, o governo acreditava que a substância teria propriedades medicinais para tratar pacientes com doenças mentais.

Não demorou para que o LSD fosse injetado nos golfinhos. Muitas tentativas foram feitas, mas nada acontecia. Os animais não respondiam diferentemente à droga.

Lovatt era contra o uso da substância nos animais, principalmente em Peter, mas, conforme relembra ao The Guardian, não havia nada que ela pudesse fazer; já que os animais eram de Lilly.

Como o projeto não estava avançando, a NASA decidiu cortar o financiamento e o laboratório de Lilly teve que fechar. Sem o recurso financeiro, o destino dos golfinhos era incerto. A solução encontrada foi enviar os três animais a um outro laboratório que Lilly possuía, em Miami. Porém, o espaço era muito menor. Não havia liberdade, conforto e nem luz solar. E não havia a presença de Lovatt.

“Foi quando recebi uma ligação de Lilly”, descreve Lovatt. “Ele mesmo quem me ligou. Ele disse que Peter havia se suicidado”, completa.

Pode parecer estranho, mas golfinhos não são respiradores automáticos, como nós. Para esses animais, cada respiração é uma decisão consciente que eles fazem. Então, caso queiram, eles podem prender a respiração até a morte.

Segundo Andy William, o veterinário que cuidava do animal, Peter morreu por causa de um coração partido incompreendido.

O líder da pesquisa continuou seus estudos, tentando métodos místicos – apelando até para a telepatia – e outras vezes mais científicos, usando tons musicais. Desde John Lilly, ninguém mais tentou ensinar inglês a golfinhos.

A voluntária e parceira de Peter, Margareth Howe Lovatt, por sua vez, casou-se com o fotógrafo que registrou imagens do experimento. Os dois se mudaram para o mesmo lugar que os cientistas construíram para abrigar Peter.

“Era um bom lugar. Havia um bom sentimento naquele espaço”, lembra Lovatt, que teve sua história contada no documentário The Girl Who Talked to Dolphins (A garota que falava com golfinhos, em tradução livre), lançado em 2014.

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*Fonte:

10 coisas impressionantes que o seu CÃO sabe sobre você

Qualquer amante do cães irá dizer que seus melhores amigos têm um sexto sentido quando se trata de necessidades emocionais humana. Quando você se sente mal, um cão pode muitas vezes atua como um confidente melhor do que qualquer outro ser humano. Também escutam melhor, respondem adequadamente às suas emoções e realmente parecem se importar com seus sentimentos. Não deveria surpreendê-los que os cães sejam capazes de mostrar sentimentos intensos. Eles são altamente sociais e exibem fortes ligações com outros cães. Eles têm suas próprias estruturas sociais e rituais de vínculo, muitos dos quais refletem as estruturas sociais humanas.

As mesmas conexões emocionais que cães experimentam em grupos podem ser facilmente transferidas para qualquer outro ambiente, incluindo situações entre as espécies. Para o seu cão, você é uma família. É simples assim. Claro, existem muitas outras coisas fascinantes que seu cão entende sobre você que você pode nem saber. Às vezes, suas habilidades podem ser incríveis, mas há explicações científicas contundentes para o comportamento do seu cão. Entender como o seu cão percebe você pode ajudá-lo a se relacionar melhor com seu animal de estimação.

1. Os cães sabem quando você está triste

Quando você se sente triste, o seu cão imediatamente percebe e ajusta seu comportamento em conformidade. Ele pode se tornar mais moderado do que o habitual, perdem o interesse em seus brinquedos e até mesmo rejeitam sua comida. Em um estudo de cognição animal, os pesquisadores descobriram que um cão se aproxima mais de uma pessoa que está chorando que alguém cantarolando ou falando. Além disso, os cães respondem ao choro com o comportamento submisso. Em outras palavras, os cães parecem estar tentando acalmar alguém que está chateado. Além do mais, os cães vão abordar qualquer pessoa que se senta mal, independentemente de ser ou não o seu dono.

2. Eles podem sentir suas intenções

Todos já sentimos a capacidade quase psíquica de um cão em sentir quando algo desagradável está para acontecer. Mesmo antes de você ligar o chuveiro ou pegar sua toalha, seu cão vai saber que você pretende dar-lhe um banho e vão imediatamente se esconder. O mesmo vale para tosa, unhas ou remédios. Por outro lado, o seu cão também vai entender se suas intenções são puras e se você faz as coisas para seu próprio bem. A maioria deles se submetem a experiências desagradáveis, tais como cortes de unha, se seu dono estiver por perto e dizer algo para tranquilizá-lo.

3. Ele pode sentir as doenças que você pode ter

Se seu cão foi está prestando especial atenção a uma determinada área do seu corpo, talvez você deva visitar um médico para se certificar de que esteja tudo bem. Vários estudos têm confirmado que os cães têm a capacidade de detectar certas doenças, como o câncer, através do seu sentido de faro afiado. Alguns podem até mesmo ser treinados para alertar os pacientes epilépticos quando eles estão prestes a terem uma convulsão.

4. Sabem quando você sente medo

Se você sentir medo, o seu cão vai saber em um instante. O nariz sensível dos cães pode captar aromas sutis, como a adrenalina, que é associada ao medo e ao perigo. Se você tiver um Rottweiler ou um Doberman, então seu corpulento protetor provavelmente entrará em ação e virá a seu resgate. Os cães menores ou aqueles com temperamento nervoso, seguirão seu exemplo e começarão a ficar com medo. Seu cão procura obter orientação sobre como reagir em determinadas situações, por isso, se você quiser que o seu cão seja corajoso, você terá que dar um exemplo.

5. Eles sabem quando você está sendo injusto

Um estudo realizado na Áustria testou o que aconteceria se um cão fosse recompensado por um truque, enquanto outro não foi dado qualquer coisa, por fazer a mesma tarefa. Os cães que não recebiam uma recompensa, se agitavam ao ver seus companheiros receberam guloseimas. Eles respondiam se coçando e lambendo-se com impaciência. Em outras palavras, eles reconheceram a injustiça da situação. Se um cão recebe uma salsicha enquanto outro recebeu pão, ambos ficam mais do que felizes com seu prêmio. Lembre-se, os cães são tão inteligentes quanto uma criança de cerca de dois anos de idade.

6. Eles sabem quando você tem outras prioridades

Os cães que passaram a maior parte de suas vidas sendo mimados e adorados por seus proprietários, compreendem, até certo ponto, se a atenção deles, de repente, se volta a uma nova prioridade. Um bebê novo, um namorado, um hobby ou até mesmo um novo animal de estimação pode levar seu amado cão a ter sentimentos de inveja e ressentimento. Alguns cães são ainda conhecidos por se inserir fisicamente entre dois amantes, a fim de trazer de volta a atenção para eles. Depois de assinalar que os cães são capazes de reconhecer e lidar com mudanças nas suas prioridades, lembre-se que eles não querem ser negligenciados. Você é a coisa mais importante na vida de seu animal de estimação.

7. Eles sabem quando você está irritado

Proprietários que estão com seus cães durante vários anos, muitas vezes não precisam dizer uma palavra para mostrar a eles que estão chateados. Quando chegam em casa e descobrem que seu cão fez alguma travessura, colocar as mãos nos quadris e lançar um olhar de desaprovação é suficiente para transmitir a sua ira. Quando o cão percebe qualquer sinal de desconforto, muitas vezes, se agacham, tremem, gemem e podem até perder o controle de sua bexiga. Claramente, você pode sentir raiva, mas eles nem sempre podem entender a razão.

8. Eles sabem se você é uma pessoa generosa

Assim como nós julgamos os outros com base em suas ações, os cães também prestam atenção em como você age em relação aos outros. Um experimento organizado pela Universidade de Milão permitiu ao cães observarem os humanos em diferentes situações sociais. Situações de generosidade, justiça, bem como bondade. Também se tratou do tom de voz, a raiva, e todas as coisas discutidas. A conclusão é que o seu cão sabe quando você está sendo generoso e quando está sendo mesquinho.

9. Ele sabe se você é fácil de convencer

Algumas raças mais enérgicas, como labradores e pitbulls, requerem um disciplinador firme para domar seu comportamento selvagem. Raças maiores, por vezes, não entendem sua própria força e pode ser perigosas se você de repente decidem surpreender uma criança ou uma pessoa idosa com um abraço. No entanto, mesmo sendo bem educado por seu dono, um cão não terá por que agir da mesma maneira com os demais. Os cães gostam de testar os limites regularmente. Se encontram alguém que não os castigue puxando sua coleira, eles vão cavar o jardim ou comer o lixo, eles vão tirar proveito de sua nova liberdade.

10. Eles podem sentir quando uma mulher está grávida

Há centenas de histórias de mulheres que notaram mudanças no comportamento do seu cão durante a gravidez. Muitas proprietárias relatam que seus cães de repente se tornam muito protetores, atenciosos e dedicados. Também começam a acompanhá-las onde quer que forem. Eles também podem farejar sua barriga e repousar a cabeça sobre ela. Eles são capazes de perceber alterações hormonais, como quando uma mulher está menstruada, portanto sua capacidade de farejar uma gravidez não é tão exagerada.

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*Fonte: paracuriosos

Os alimentos que cachorros podem e não podem comer

A maioria dos cachorros come alegremente a comida humana, seja por que você colocou em seu pratinho ou por que ele roubou alguma coisa do balcão da cozinha. Mas alguns alimentos podem ser ruins ou até perigosos para a saúde canina.

Aqui estão alguns alimentos que eles podem comer livremente e aqueles que você deve controlar. Os alimentos seguros não são tão surpreendentes e costumam integrar as rações dos cachorros, como carne, cenoura e arroz. Já aqueles que devem ser servidos com moderação, como queijo e salsicha, devem ser usados como petiscos em ocasiões especiais.

Entre os alimentos proibidos para cães estão o alho e a cebola. Isso significa que os restos daquela comida temperadinha que você preparou no almoço não devem ir parar no prato do seu cachorrinho. Outro alimento perigoso para os cães é a uva, seja fresca ou passa. Qualquer quantidade desta aparentemente inocente frutinha pode causar insuficiência renal no totó.

Claro que cada cão tem diferentes sensibilidades e alergias, e você deve observar suas reações aos alimentos. Qualquer dúvida é melhor consultar um veterinário. [Lifehacker]

Confira:

(1) – Alimentos que os cachorros podem comer tranquilamente

– Arroz
– Alface
– Banana
– Cenoura
– Pera
– Melão
– Carne
– Manteiga de amendoim
– Abóbora
– Peixe
– Espinafre

(2) – Com moderação

– Abacaxi
– Salsicha
– Batata
– Melancia
– Cogumelo
– Brócolis
– Tomate
– Mirtilo
– Morango
– Maçã
– Pão
– Queijo

(3) – Não recomendado

– Pipoca
– Camarão
– Amêndoas
– Salsão
– Cereja
– Pimenta
– Milho
– Marshmallow

(4) – Alimentos que cachorros não podem comer

– Nozes
– Cebola
– Abacate
– Uva
– Chiclete
– Bebidas alcóolicas
– Romã
– Chocolate
– Castanhas
– Alho

 

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*Fonte: hypescience

Confirmado: ”A aura do gato protege você e sua casa de entidades negativas”

Obviamente o gato é considerado um ótimo animal de estimação mas a maioria das pessoas não preferem considera-lo o melhor animal de estimação para sua casa.

Em vez disso a gritante maioria preferem os cães. Na verdade, nunca tínhamos entendido o significado ou a importância do gato em nossa vida diária. Para ser honesto, o gato é um dos animais mais mágicos e cheios de dons na terra. Um dos fatos mais importantes sobre o gato é que ele nos protege e nossa casa de fantasmas e espíritos negativos que estão em torno de nós antes mesmo do gato vir para a casa. Podemos prestar muita atenção ao seu gato e observar se ele continua retornando a um mesmo lugar antigo na casa, mantendo uma postura tensa e, obviamente, olhando para algo. Esse comportamento pode ser um sinal de presença negativa na sua casa. Um dos maiores usos dos poderes mágicos dos gatos é a cura. Segundo estudos esotéricos, os gatos têm a capacidade de tratar e ajudar a curar diversas pessoas. A presença de gatos em nossa casa também nos protegerá de quaisquer maus olhares e maldições. Desde que nós saibemos que os gatos são conduits de energia cósmica que pode trazer a energia positiva na casa.

Fazer um simples carinho no animal pode ajudar a libertar as pessoas do estresse mental e emocional e é considerado o método mais fácil de tratamento que pode ser feito com a ajuda de um gato. Os russos quando se deslocam para um novo local de residência tem o costume de deixar o gato entrar primeiro na casa, o que é o ritual comum e interessante do povo russo. Segundo contos, o gato também é bom em expulsar de toda a energia negativa indesejada se a casa é realmente velha. E você? Está esperando o que para adotar um bichano?

 

 

 

 

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*Fonte: passedigital