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BEE OR NOT TO BE

Organização de Proteção às Abelhas

Associação civil brasileira, sem fins lucrativos, de caráter socioambientalista, que tem por finalidade apoiar e desenvolver ações para a defesa, elevação e manutenção da vida de todas as espécies de abelhas.

http://www.beeornottobe.com.br/


Psicóloga de Harvard explica com o que sonham os cachorros e é impossível não se emocionar

Todo dono de cachorro já se pegou babando ao observar seu bichinho dormindo, esse divertiu ao ver e ouvir suas reações durante os sonhos, como aqueles movimentos das pernas como se eles estivessem correndo. Você já se perguntou sobre o que eles estariam sonhando? Uma psicóloga de Harvard pode ter a resposta.

Deirdre Barrett se interessou pelos sonhos desde jovem, e há muitos anos estuda o tema. Além de pesquisar sobre os sonhos humanos, ela aprendeu também sobre os dos animais durante sua carreira. E sua resposta sobre os sonhos dos cães gerou muitas reações no Twitter.

Segundo Barrett, o ciclo de sono dos animais é parecido com o dos humanos. “Nós sonhamos com coisas que nos acontecem durante os dias, mas com mais apelo visual e menos lógica. Não há por que achar que é diferente com os animais”, afirma. Assim, como os cães são muito ligados a seus donos, é provável que eles sonhem com seus rostos, seu cheiro e em situações em que te agradam ou provocam.

 

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*Fonte: hypeness


ôooooopa!


Depois da festa


Hey! Pedala. Cuidado com o urso.


O Silêncio dos Lobos

Pense em alguém poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?

Os lobos não gritam.

Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.

Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe… sorria… silencie… vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.

Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.

Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.

Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.

Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:

“Arrependo-me de coisas que disse, mas jamais de meu silêncio.”

Responda com o silêncio, quando for necessário.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais, use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos.

Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.

E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
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*Fonte: osegredo/Aldo Novak


Desliga prá mim


De boa x Treteiro


Eu, hoje.


Filhotinho pimpão


Câmera grudada no dorso revela olhar de ‘baleia cinegrafista’ na Antártida


Por que nós não temos predadores?

Não é muito difícil encontrar livros didáticos – geralmente de história – que possuem figuras de nossos ancestrais carregando lanças para caçar e se defender dos predadores. Mas o que parece ter sido uma evolução muito difícil para a espécie humana acaba sendo uma grande fonte de perguntas. Para onde foram os predadores que ameaçavam a evolução da nossa espécie?

Hoje em dia o planeta Terra abriga cerca de 7 bilhões de pessoas, que não estão distribuídas igualmente ao longo do território. A nossa explosão demográfica é algo recente (veja a imagem abaixo), estima-se que em 1804 a população mundial chegou pela primeira vez à marca de 1 bilhão de pessoas. Com uma população não tão abundante e que se distribui de maneira desigual pelo globo, os humanos acabavam não sendo a primeira opção para a caça de outros animais. Lembre-se: uma presa que não possui uma população considerável e que não é fácil de encontrar em uma determinada área não é uma boa presa.

Além disso, caçar humanos não é uma tarefa fácil. Os seres humanos podem ser um problema para os animais até na hora de se defenderem. Nós não possuímos armaduras, garras afiadas ou presas que nos permitem brigar, mas podemos levar nossos inimigos até exaustão, nos juntarmos em grupos para nos defendermos e somos incrivelmente bons em jogar coisas. Desses atributos, sem dúvida o que mais contribui para o nosso sucesso é o fato de sermos habilidosos com projéteis (coisas para lançarmos em nossos inimigos). Nossos ancestrais desenvolveram a habilidade de lançar coisas e ao longo da história aperfeiçoamos isso até nos tornarmos os melhores lançadores dentre os seres vivos. É muito difícil caçar algo que vai lhe causar exaustão, se juntar em grupos pra se defender ou atacar à distância antes que você possa chegar em combate corpo-a-corpo.

Então por que nós não possuímos predadores? Ao contrário do que muitos pensam, não é por causa da nossa inteligência. Nós apenas não somos interessantes para que os possíveis predadores se alimentem exclusivamente de nossa espécie. Graças a nossa pequena população durante quase todo o período evolutivo que não nos tornamos a presa ideal para que animais conseguíssem garantir sua subsistência em nossos indivíduos.

Para finalizar, um vídeo do canal Ciência Todo Dia que trata sobre o assunto! Recomendo para os seus amigos que não tiverem paciência para ler.

 

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*Fonte: universoracionalista


Amor de gato

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Mais um diferentão


Conheço gente assim


Espera só um pouco


Feliz Páscoa


Fatiado


Lion


Será que você consegue?


Uma patadinha básica


Dog names


Rolê de jacaré


Tá olhando o que?


Cuidado!


Faceirice


A dança do golfinho


Homem Aranha


Os olhos de um animal têm o poder de falar uma língua única

Quando olho para os olhos do meu cachorro, do meu gato ou de qualquer outro animal, não vejo um “animal”. Vejo um ser vivo como eu, um amigo, uma alma que sente, que entende afetos e medos e que merece o mesmo respeito que qualquer outra pessoa.

O poder de um olhar transcende muito além do sentido da visão. Por incrível que pareça, os nossos nervos ópticos estão intimamente ligados ao hipotálamo, essa estrutura delicada e primitiva onde se localizam as nossas emoções e a nossa memória. Quem olha sente, e isto é algo que acontece também com os animais.

Se os olhos são a janela da alma, então algo me diz que os animais também a têm, porque eles sabem usar essa linguagem que não necessita de palavras como ninguém: é o idioma do afeto e do respeito mais sincero.

Todos nós, em algum momento da nossa vida, já experimentamos o seguinte: ir adotar um cachorro ou um gato e estabelecer de imediato uma conexão muito intensa com um deles só de o olhar nos olhos. Sem saber como, eles nos cativam e nos conquistam. No entanto, os cientistas dizem que existe algo mais profundo e intrigante do que tudo isto.

 

Os olhos dos animais, uma conexão muito antiga

Os cachorros e os gatos são dois dos animais habituados há muitos anos a conviver com o ser humano. Já não surpreende a ninguém a forma tão sábia, e por vezes atrevida, que eles têm de interagir conosco. Eles nos olham nos olhos fixamente e são capazes de expressar desejos e necessidades através de todo tipo de carinhos, gestos, movimentos do rabo e vários tipos de cumplicidades.

Temos harmonizado comportamentos e linguagens para nos compreendermos, e isto não é um ato casual.  É mais um resultado de uma evolução genética onde espécies diferentes se acostumaram a conviver juntas para benefício mútuo. Algo que também não nos surpreende é o que nos revelou um interessante estudo realizado pelo antropólogo Evan MacLean: os cachorros e os gatos são bastante capazes de ler as nossas próprias emoções só de nos olharem nos olhos.

Os nossos animais de estimação são mestres dos sentimentos. Eles podem identificar padrões gestuais básicos para os associar a uma determinada emoção e raramente falham. Além disso, este estudo também explica que as pessoas costumam estabelecer um vínculo com os seus cachorros e gatos muito parecido com o que criam com uma criança pequena.

Nós os criamos, entendemos e estabelecemos um laço forte como se fossem membros da família, algo que, por incrível que pareça, foi proporcionado pelos nossos mecanismos biológicos depois de tantos anos de interação mútua.

As nossas redes neurológicas e a nossa química cerebral reagem do mesmo modo como se estivéssemos cuidando de uma criança ou de uma pessoa que necessita de atenção: liberamos oxitocina, o hormônio do carinho e do cuidado. Por sua vez, os animais também agem da mesma forma: nós somos o seu grupo social, a sua família, os humanos amáveis com que eles compartilham o sofá e as sete vidas de um gato.

 

A biofilia, a conexão com a natureza e os animais

O mundo é muito mais bonito visto através dos olhos de um animal. Se todas as pessoas tivessem a excepcional habilidade para se conectar com eles deste modo, “recordaríamos” aspectos que antes eram inatos e que agora esquecemos devido à agitação da civilização.

A nossa sociedade está agarrada ao consumismo, à exploração exagerada dos recursos, e isto fere o planeta Terra que os nossos netos deveriam herdar com a beleza do passado, com os seus ecossistemas intactos, com a sua natureza tão bela, viva e reluzente, e não com tantas fraturas quase impossíveis de recuperar.
Quando ter um animal significava sobreviver melhor como espécie

Edward Osborne Wilson é um entomologista e biólogo norte-americano conhecido por ter criado o termo “biofilia”. Esta palavra define o amor por todos os seres vivos que, em geral, é algo que a maioria das pessoas que gostam de animais já experimentou. Segundo o cientista, a afinidade que estabelecemos com os nossos animais tem a sua origem nos primeiros períodos evolutivos da nossa espécie.

Ao olhar nos olhos de um animal nasce dentro de nós, de forma inconsciente, uma ancoragem emocional e genética. O ser humano estabeleceu um tipo de vinculação muito íntima com certos tipos de animais, sendo o cão um dos mais relevantes nessas épocas remotas, onde a nossa máxima prioridade era sobreviver.

Uma das teorias de Edward Osborne é que as pessoas que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham mais chances de viver mais tempo, em comparação com aqueles que não dispunham deste vínculo.

As pessoas que eram capazes de conquistar um animal, de domesticá-lo e de construir uma relação de afeto e respeito mútuo estavam muito mais unidas à natureza, aos seu ciclos, a esses segredos sobre encontrar mais recursos para seguir em frente: água, caça, plantas comestíveis…

 

É possível que nos dias de hoje os nossos cachorros já não sejam mais úteis para conseguir alimento. No entanto, para muitas pessoas a proximidade e a companhia de um cachorro ou gato continua a ser imprescindível para “sobreviver”.

Eles nos dão carinho, doses imensas de companhia, aliviam sofrimentos, conferem alegrias e nos recordam todos os dias por que é tão reconfortante olhá-los nos olhos. Eles não precisam de palavras, pois a sua linguagem é muito antiga, muito básica e até maravilhosamente primitiva: o amor.

Não deixe de desfrutar dos seus olhares, veja o seu reflexo neles todos os dias e você vai descobrir tudo o que há de bom em você.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa


Mais um gato “ninja”


Então tá!


E se fosse um cachorro bravo?


De boa


O golpe do camelo


O pão sempre cai virado para baixo


Hein! Nunca me viu?


Na contagem de 3 – ejetar!


Cadê meu osso?


Como seu animal vê as coisas


Namorando na sala