Salamandras da Califórnia aprenderam a “cair de paraquedas”

Animais que vivem em copas de sequoias, conhecidas por serem as árvores mais altas do mundo, foram observadas por pesquisadores planando no ar; veja vídeo

Salamandras moradoras das copas das árvores mais altas do mundo — as sequoias da costa da Califórnia — desenvolveram habilidades impressionantes de “paraquedismo”. O dom inusitado das criaturas foi flagrado por pesquisadores em vídeo e relatado na revista Current Biology em 23 de maio.

De acordo com as gravações feitas pelos especialistas, os animais adquiriram um comportamento adaptado para planar e manobrar no ar. A habilidade, segundo a equipe, é um modo de se mover pelas árvores, evitando predadores terrestres. A capacidade permite até que as salamandras fiquem de cabeça para baixo — e sem perder a postura.

“Elas são capazes de manter aquela postura de paraquedismo e meio que bombear sua cauda para cima e para baixo para fazer manobras horizontais” descreve Christian Brown, primeiro autor do estudo sobre os anfíbios, em comunicado. “O nível de controle é simplesmente impressionante.”

Algumas salamandras Aneides vagrans, coletadas por biólogos em sequoias, passaram por uma simulação de queda livre dentro de um túnel de vento na Universidade da Califórnia, Berkeley, nos Estados Unidos. As habilidades de “paraquedismo” delas foram comparadas com as de três outras espécies nativas do Norte da Califórnia.

A A. vagrans, que provavelmente passa toda a vida em uma única árvore, se mostrou como a paraquedista mais habilidosa. A A. lugubris, que vive em árvores mais baixas, como carvalhos, foi quase tão eficaz em “paraquedismo” e planagem quanto a espécie anterior. Veja no vídeo as salamandras realizando os saltos:

Por outro lado, salamandras menos arborícolas, como a moradora do chão da floresta, Ensatina eschscholtzii, e a criatura da espécie A. flavipunctatus, que ocasionalmente sobe em árvores, foram ineficazes ao se debaterem no túnel de vento, conseguindo ficar nele somente por poucos segundos.

Todas as salamandras foram filmadas com uma a câmera de vídeo a 400 quadros por segundo. As que realizaram paraquedismo reduziram sua velocidade de queda livre em cerca de 10%. Os anfíbios normalmente caíam em um ângulo acentuado, apenas 5 graus da vertical, o que era suficiente para poderem alcançar um galho ou tronco antes de atingirem o solo.

O comportamento impressionou Robert Dudley, especialista em voo animal, que participou do estudo. Segundo ele, o fenômeno é algo enraizado na resposta motora das salamandras e deve ocorrer em frequências razoavelmente altas para afetar a seleção de tal habilidade. “E não é apenas um paraquedismo passivo, elas não estão apenas saltando de paraquedas. Também estão claramente fazendo o movimento lateral, que é o que chamaríamos de planar”, destaca.

Os pesquisadores ainda querem descobrir em pesquisas futuras se existem muitos outros animais com dons semelhantes e saber como é possível que as salamandras consigam saltar mesmo sem terem adaptações anatômicas óbvias para planar.

A divulgação das habilidades extraordinárias das criaturas pode também contribuir para salvar as sequoias, visto que as árvores estão ameaçadas pela extração de madeira. “Talvez isso ajude não apenas os esforços de conservação de sequoias, mas também a restauração das sequoias, para que possamos realmente ter ecossistemas de copa de árvores”, afirma Brown.

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*Fonte: revistagalileu

Gato preto era sagrado no Egito Antigo e azar é lenda criada na Igreja Católica

Todas as sextas-feiras 13, os donos de gato preto sentem um aperto no coração. Ao contrário do que o senso comum prega, esses animais não dão azar ou má-sorte.

Na verdade, os gatos pretos dão muito amor e carinho para seus tutores e não merecem ser vítimas de violência.

Mas qual é a história da humanidade com os gatos pretos? Como esses animais foram transformados em representações de má-sorte? Por que o seu bichano se tornou um alvo de superstições sem sentido? Tudo isso possui uma justificativa histórica. Nesse artigo, iremos te contar tudo sobre gato preto.

Gato preto – origem da lenda
Os gatos no geral eram considerados sagrados pelos povos egípcios. Sua eficácia na luta contra ratos, insetos e cobras peçonhentas era honrada desde as origens do Kemet unificado e a história conta que Menes, primeiro faraó da história, tinha uma horda de gatos para protegê-lo de animais indesejados.

Os gatos pretos tinham especial significado. Eles eram representados na figura da deusa Bastet, considerada a defensora das mulheres e dos lares. Além disso, ela era vista quase como uma Vênus, que protegia os segredos, a fertilidade e os felinos. Ela era adorada por ambos os gêneros.

As figuras de Bastet eram extremamente populares. Segundo o historiador grego Polineu (que é conhecido por aumentar histórias, mas possui alguma validade), uma batalha importantíssima entre egípcios e persas foi perdida por conta dos gatos.

De acordo com o autor macedônico, o rei Cambises II do Império Aquemênida sabia que os egípcios amavam muito os gatos. Ele ordenou que os seus soldados pintassem seus escudos com figuras de gatos e que todos os felinos encontrados no caminho até Pelúsio, cidade no delta do Nilo. Na hora da batalha, eles soltaram todos os animais e começaram a marchar frente às forças egípcias, que não atacaram os persas por medo de ofender a deusa Bastet. O episódio ocorreu em 525 a.C.

Gato preto – do sagrado ao profano
Não existem justificativas muito bem fundamentadas para que o ódio aos gatos pretos surgisse. Mas, se você tivesse que apostar em algum lugar do mundo para ser a origem dessa lenda, o que você diria? Se você pensou em Europa, acertou.

O mito fundador do ódio ao gato preto data do ano 1230. Em um documento papal, o pontífice da Igreja Católica Gregório IX assinou um documento declarando os gatos pretos como animais demoníacos.

Uma revisão dessa documentação aponta que o inquisidor alemão Conrad von Marburg presenciou um suposto ritual “satânico” onde pessoas beijavam a bunda de um gato (é, Idade Média) e obedeciam aos seus comandos. Ele passou a história para o papa, que não quis arriscar e pediu para que se livrassem de todos os cultos com gatos pretos na cidade de Mainz, na Alemanha. Mas a fofoca se espalhou.

O projeto acabou sendo extremamente eficaz e por volta do século XIII, os gatos eram considerados extintos em algumas da Europa. Sabe outra coisa que aconteceu nessa época? A peste. No Egito e em Roma, os gatos eram usados como formas de controle para ratos. Mas os medievais não pensaram nisso.

E era através da colaboração com os bichanos que havia um controle populacional de ratos no Oriente Médio, por exemplo, onde a peste bubônica ocorreu, mas em escalas diferentes da Europeia. A ausência de felinos domésticos na Europa intensificou e colaborou para a propagação da doença. Contudo, essa tese é debatida por acadêmicos.

O fato é que essa lenda acabou se espalhando por toda a Europa Ocidental e chegou aqui no Brasil importada pelo nosso catolicismo fervoroso e supersticioso. Mas nem na fé católica os gatos pretos são considerados diabólicos e não existe razão alguma para acreditar nessa balela.

Considere adotar um gatinho preto nessa sexta-feira (13); eles são fofos, brincalhões e carinhosos

Por isso, nessa sexta-feira, proteja seus gatinhos pretos de violências e evite que ele saia de casa. Caso você aviste um gatinho preto, tente protegê-lo. Eles são nossos amores e merecem muito carinhos (e até um petisco).

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*Fonte: hypeness

Ciência enxerga capacidade de gatos de reconhecerem os nomes uns dos outros

Uma pesquisa realizada com 48 gatos no Japão concluiu que os felinos são capazes de reconhecer o nome de outros gatos e até mesmo de seus donos – e que “estranham” quando ouvem o nome errado. Realizada por cientistas ligadas a três universidades japonesas, de Kyoto, de Sophie e de Azabu, e publicada na revista científica Scientific Reports, estudando felinos que convivem com vários gatos e pessoas ao mesmo tempo. Para isso, os pesquisadores recorreram aos “gatos cafés”, cafeterias no país onde clientes podem brincar e mesmo adotar os animais que moram nos locais.

A pesquisa mostra que os gatos sabem os nomes de outros gatos – e das pessoas

Além de utilizar os gatos dos cafés, o estudo também trabalhou com felinos que vivem em residências com mais gatos e diversas pessoas, e foi realizado em duas etapas. Inicialmente, os cientistas apresentaram aos gatos imagens de outros felinos conhecidos junto de gravações da voz do dono, chamando o animal primeiro pelo nome correto e, em seguida, por um nome “errado”. A pesquisa concluiu que os animais passaram mais tempo olhando para a imagem na chamada “condição incongruente”, quando o nome não condiz com o animal da foto, do que na “condição congruente”, quando o animal era chamado pelo nome correto.

A pesquisa também apontou uma diferença entre o comportamento dos gatos que vivem nos cafés e os animais dos lares domésticos: os gatos “de casa” passaram mais tempo “intrigados” olhando para a imagem do que os dos cafés. A conclusão sugere que os felinos das cafeterias estão mais acostumados a conviver com outros animais e, assim, com nomes diversos. No segundo momento da pesquisa, o mesmo processo foi realizado com fotos dos tutores humanos no lugar dos animais – e o resultado foi o mesmo.

A segunda etapa foi realizada somente com os animais que moram em residências, e mostrava a foto do “dono” junto de duas gravações, uma com o nome correto, e outra com o nome errado da pessoa. Os animais permaneceram mais tempo olhando para a foto em “condição incongruente” do que para a imagem em na “condição congruente”, quando foto e nome eram compatíveis. “Os felinos não parecem estar escutando as conversas das outras pessoas, mas na verdade eles estão”, afirmou o pesquisador Saho Takagi, da Universidade Azabu, à imprensa local.

No estudo, os gatos “estranham” quando o nome errado é associado a um gato ou uma pessoa

“Esse estudo oferece evidências de que os gatos ligam o nome de uma companhia ao rosto correspondente sem treinamentos explícitos”, diz o texto da pesquisa. “Em outras palavras, a frequência e número de exposição ao estímulo pode tornar a associação rosto-nome mais provável”, concluíram os pesquisadores.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Cães também sofrem quando perdem um ente querido, diz estudo

Cães também sofrem quando perdem um ente querido, diz estudo

Até que ponto os cães entendem a morte de um ente querido? Como eles costumam se comportar quando isso ocorre?

PESQUISAS RECENTES INDICARAM QUE OS CÃES EXPERIMENTAM UM PROCESSO SEMELHANTE AO LUTO HUMANO, APÓS A MORTE DE “UM DOS SEUS AMIGOS” OU DE SEUS DONOS.

Os dados indicam que as perdas os levam a apresentar mudanças em seu comportamento habitual. Tais modificações estão associadas à tristeza.

Isto foi confirmado por um estudo da Universidade de Milão, liderado pela Dra. Federica Pirrone e seus colegas, e publicado na Scientific Reports.

Os cientistas acampanharam o comportamento dos cães, graças às informações fornecidas pelos seus donos. Dessa forma, foi possível mostrar que os cães sentem dor pela perda de seus pares caninos ou dos humanos que convivem com eles.

Embora os dados disponíveis não possam ser considerados conclusivos, eles constituem uma indicação de que esses animais estão cientes da morte – se não completa, pelo menos até certo ponto.

“Há estudos que revelam que, ao nível da neurociência e da etologia comportamental, quando se tem este tipo de emoções nos animais, são ativadas as mesmas áreas do cérebro que são ativadas nos humanos”. Alaguna Cruz-

OS CÃES, MUITAS VEZES, PERDEM O APETITE QUANDO EXPERIMENTAM O LUTO.

O estudo do luto do cão

O estudo da Universidade de Milão foi baseado em um grupo de 426 donos que tinham dois ou mais cães em casa. Outro fator comum entre eles é que um dos animais sob seus cuidados havia morrido, enquanto o outro ou outros haviam sobrevivido.

Através de questionários criteriosos, verificou-se que 86% desses donos notaram mudanças no comportamento dos cães após a morte de um de seus companheiros.

A característica mais significativa foi o aumento da passividade e o baixo entusiasmo pelo jogo. Houve também mudanças na forma de comer e dormir.

Além do exposto, quase todos os donos de cães sobreviventes disseram que a emoção que parecia predominar em seus animais de estimação após a morte de um dos seus era o medo.

Cerca de 32% dos membros do grupo conseguiram identificar que esse comportamento atípico durou entre dois e seis meses.

Eles também sofrem por seus donos

O estudo da Universidade de Milão também aponta que em alguns casos é possível que os cães adotem essas mudanças porque percebem sofrimento em seus donos. Animais de estimação são muito sensíveis ao humor de seus cuidadores. Pela mesma razão, sofrem muito quando morrem.

Os cães têm um olfato quatro vezes melhor que o dos humanos. Isso permite que eles reconheçam claramente se uma pessoa está viva ou morta.

Como se sabe, um cadáver secreta um grande número de substâncias, todas capturadas pelos caninos. Muitos deles participam de rituais associados à morte.

Nos cães, acontece algo semelhante ao que acontece nos humanos diante de uma perda. Eles nem sempre experimentam a mesma coisa. Se o vínculo for muito forte, a ausência será mais perceptível e haverá mais mudanças de comportamento. Se o vínculo não foi tão cativante, o efeito é menor.

Esses bichinhos sentem mais a morte daqueles que viam como “o alfa” do grupo.

Alguns veterinários dizem que os cães experimentam um forte sentimento de desamparo quando perdem seus donos. Isso é mais intenso se eles não tiverem a oportunidade de estar perto do corpo. Por esta razão, a veterinária Alaguna Cruz disse: “por favor, no dia em que eu morrer, deixe meu cachorro cheirar meu caixão para que ele saiba que estou morto e que não o abandonei”.

Os cães são mais apáticos e passivos no luto. É possível ajudá-los?

UM DOS COMPORTAMENTOS MAIS COMUNS DOS CÃES ENLUTADOS É DORMIR QUASE O TEMPO TODO E COMER MENOS.

Também podem responder as brincadeiras com relutância, ou não responder. De repente, parece que não há atividade que os excita; em geral, são apáticos.

A melhor forma de ajudá-los é tentar manter as rotinas a que já estão acostumados. Embora eles e seu proprietário ou gerente não sintam vontade de sair, é muito conveniente fazê-lo. Se trancar só aumenta a tristeza de ambos.

Os cães precisam sentir que estão no comando de alguém específico. Por isso, é fundamental que outra pessoa assuma o papel de cuidador deles.

Isso reduz o medo e a falta de proteção que eles experimentam. Se as manifestações de luto forem muito graves, será necessário consultar o veterinário.

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*Fonte: seuamigoguru

Como os animais conseguem sobreviver ao frio?

O clima do inverno pode ser bastante imprevisível e trazer sérias ameaças a vários tipos de vida. Por esse motivo, nós costumamos passar boa parte da temporada de temperaturas baixas dentro de casa ou de baixo de muita roupa e cobertores. Na natureza, entretanto, essa não é exatamente uma opção.

Se aguentar temperaturas geladas pode ser um verdadeiro pesadelo para os seres humanos, os animais selvagens desenvolveram-se para conseguir suportar as temperaturas congelantes do inverno com seus próprios corpos. São três estratégias principais: migrar, resistir ao frio por conta própria ou reduzir a taxa metabólica para entrar em um estado de torpor. Vamos entender mais sobre elas!

Migração
Em geral, uma mesma espécie pode desenvolver estratégias mútuas de sobrevivência ao frio. Um grande exemplo disso são os mamíferos e os pássaros, que possuem sangue quente como estratégia de resistência ao frio, mas podem combinar isso com outros tipos de ação.

Algumas dessas criaturas tendem a misturar a migração com o torpor. Morcegos e aves de alta latitude, por exemplo, locomovem-se de uma região para outra durante períodos do ano para escapar do frio e encontrar alimento. Depois dessa fase, podem entrar em hibernação ou em estado de dormência para conversar energia.

As andorinhas, os beija-flores e as toutinegras são clássicas amostras de como esse processo funciona. Ao fim do inverno, essas espécies voltam ao seu habitat natural e recomeçam suas vidas.

Hibernação
A hibernação é uma estratégia bem comum na natureza para criaturas que desejam aumentar as taxas de sobrevivência no frio congelante e garantir o futuro de sua espécie. Nessa estratégia, o corpo desses animais se desenvolveu para reduzir todas as taxas metabólicas e entrar em um estado completo de conservação de energia.

Isso não necessariamente significa que a criatura estará em um sono profundo como a Bela Adormecida, mas sim que ela está se mantendo segura sem gastar recursos desnecessários em um período de escassez. Exemplos disso são os esquilos orientais, que alteram entre um estado de torpor e de atenção total dependendo do estoque de alimento.

Caso tenham conseguido uma boa reserva de comida no frio em seus esconderijos, esses pequenos roedores se manterão acordados por mais tempo. Porém, logo mudarão a chave de seus organismos quando sentirem que a situação está ficando crítica.

Resistência natural
É difícil encontrar um padrão na natureza quando o assunto é resistência ao frio. Porém, podemos dizer que certas espécies simplesmente foram feitas para suportar baixas temperaturas muito melhor do que outras. Nesses casos, a única proteção contra o clima gelado é peitar o frio de frente.

O pinguim-imperador talvez seja o maior exemplo de todos e a única criatura no mundo capaz de se reproduzir em temperaturas beirando os -40 °C. Com meros 1,20 metro de altura e singelos 35 kg, essas pequenas aves da Antártica possui a maior densidade de penas em toda a natureza.

Isso faz com que consigam reter 90% do calor corporal para se manter quente o tempo todo. Eles levantam suas penas quanto estão em terra firme, retendo ar nesse espaço e usando-o como isolante térmico. Além disso, o comportamento de colônia ajuda bastante no clima gelado. Grupos de pinguins podem se ajudar bastante na hora de se esquentar e sobreviver ao inverno extremo.

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

O legado emocional que meu cachorro deixou na minha infância

A infância ao lado de um animal de estimação é vivida de forma mais plena e nos dá um legado emocional capaz de nos construir como pessoas.

A FELICIDADE QUE UM ANIMAL NOS OFERECE, SEJA UM CACHORRO OU UM GATO, É TÃO SINCERA E NOBRE QUE TODA CRIANÇA DEVERIA CRESCER COM ESSE PRIVILÉGIO.

De acordo com um estudo publicado no jornal ” The Guardian ” ter um animal de estimação ajuda as crianças a serem mais empáticas. Além disso, de acordo com este mesmo trabalho, eles são menos propensos a sofrer de asma (até 50% se crescerem em uma fazenda).

O meu cão foi o maior companheiro da minha infância, foi o meu cúmplice nas aventuras, o guardião dos meus segredos e aquele que me viu crescer através de um olhar tão puro que ainda hoje continua a dormir no meu coração.

Os animais de estimação são uma fonte de bem-estar para as crianças. Tanto é assim, que temos certeza que hoje você ainda se lembra com carinho daquele animal que deu luz e sorrisos à sua infância. No próximo artigo, convidamos você a refletir sobre isso.

Animais de estimação nos ensinam a socializar

Cães e gatos são mais do que apenas companheiros de brincadeiras. Atualmente, ainda há pais que temem introduzir um animal em casa se houver crianças pequenas, pensando que podem representar um risco. No entanto, não é ruim lembrar que um animal bem cuidado é uma ferramenta terapêutica para nossos filhos.

Dieter Krowatschek, psicólogo infantil e escolar de Marburg (Alemanha), nos oferece um livro interessante intitulado “As crianças precisam de animais de estimação”. Nele, ele nos mostra a capacidade dos cães em favorecer a socialização dos pequenos.

Cachorro é agente terapêutico para crianças

Certos animais, como cães, são agentes terapêuticos em muitos casos para crianças:

Os cães são mais curiosos e menos cautelosos do que os adultos. Eles podem ser os exploradores mais intrépidos e confiantes, ensinando as crianças ao longo do caminho que a melhor atitude em relação à realidade é estar aberto às descobertas.

Por outro lado, são ótimos guardiões e isso os torna companheiros perfeitos para as primeiras escaramuças de nossos pequenos.

Graças aos animais, as nossas crianças desenvolvem uma capacidade empática adequada, compreendendo desde muito cedo o valor de uma carícia, das palavras e da importância dos reforços positivos sobre os negativos.

Algo tão simples como ter um cachorro em casa, contraria o risco de tantas horas de solidão em frente à televisão ou ao computador. Sua forma de se relacionar será mais lúdica, mais aberta.

Animais de estimação são excelentes companheiros para liberação emocional, para canalizar tristeza, medo ou birras. De fato, não podemos esquecer o que muitos estudos nos dizem: os animais têm emoções e, além disso, sabem interpretá-las em nós.

Algo que não podemos ignorar é o grande benefício terapêutico que os cães podem oferecer às crianças com autismo ou transtorno de déficit de atenção.

Permite que eles concentrem sua concentração, desfrutem do contato físico e interajam com o ambiente com mais segurança.

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*Fonte: seuamigoguru

Os seis insetos mais violentos do mundo

Muitas pessoas não gostam de insetos – e por alguns bons motivos. Esses pequenos animais podem ser nojentos, asquerosos e até mesmo perigosos. Os insetos que compõem esta lista têm um motivo a mais para serem temidos: eles podem ser muito violentos, causando medo até mesmo em quem se sente indiferente a essas criaturas.

Se você é do tipo de pessoa que não aprecia os insetos, talvez encontre certa dificuldade para ler este artigo até o final, mas se está morrendo de curiosidade para saber quais são os pequenos animais mais violentos do mundo, continue a leitura e surpreenda-se com os integrantes desta lista.

1. Formiga colhedora Maricopa
Essa espécie de formiga é muito comum na América do Norte e Central, nos Estados Unidos e México. Acredita-se que o veneno desse inseto seja um dos mais tóxicos do mundo; porém, o que chama atenção é a sua agressividade, já que o esse pequeno animal ataca violentamente qualquer criatura que chegue perto de seus ninhos.

2. Vespa-mandarina
A vespa-mandarina, também conhecida como vespa-gigante-asiática, é a maior de sua espécie e pode chegar a 5,5 cm. Trata-se de um inseto nativo do sudeste asiático e de partes do extremo oriente russo. O seu comportamento agressivo, com veneno potente e ataque coordenado em enxames, já foi responsável por dezenas de mortes em lugares onde o animal esteve presente.

3. Lagarta da espécie Megalopyge opercularis
É difícil imaginar uma mariposa compondo a lista dos insetos mais violentos, ainda mais se estivermos falando de sua forma larval. Porém, os estágios iniciais da Megalopyge opercularis conta com um inseto vagaroso, mas extremamente perigoso, que libera esporos responsáveis por causar queimaduras graves apenas com o menor contato. Além de utilizar isso como mecanismo de defesa, a larva usa para ataque.

4. Formiga-cabo-verde
Com seu tamanho avantajado (cerca de 2,5 cm) e picada severa, a formiga Paraponera clavata é utilizada no processo de iniciação de algumas tribos indígenas no Brasil. Uma luva recheada desses pequenos insetos é colocada na mão daqueles que estão passando para a fase adulta, um evento doloroso e muito perigoso. Não há registros de mortes causadas pela formiga-cabo-verde, mas os relatos das pessoas que sofreram suas picadas destacam dor intensa e violência do inseto.

5. Abelha africanizada
Também conhecida como “abelha assassina”, esse inseto é extremamente territorialista e ataca qualquer um que chegar perto de sua colmeia. Embora o seu veneno não seja muito tóxico, o seu ataque, por meio de enxames, é o que torna esse animal tão perigoso. Há diversos casos de mortes na América do Norte e do Sul, regiões em que esses insetos são mais comuns.

6. Formiga-correição
O nome, na verdade, é uma designação para um grupo de cerca de 200 espécies de formigas carnívoras. Esses insetos são notórios por conta de seu comportamento nômade, ou seja, não estabelecem colônias em nenhum lugar e vagam de forma contínua. No cardápio desses animais estão outros insetos, além de pequenas aves e mamíferos.

*Por Eduardo Harada
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*Fonte: megacurioso

Os cães podem prever como está o seu estado de espírito, diz a ciência

Como pode um cãozinho que não pode dizer o que está sentindo, sentir tanto aquilo que sentimos? Os cães podem prever informações implícitas sobre o estado de espírito dos humanos e a partir daí, elaborar como deve reagir, é o que afirma o artigo intitulado Dogs can infer implicit information from human emotional expressions, desenvolvido pelos pesquisadores Natalia Albuquerque e Briseida Resende, do Instituto de Psicologia da USP, e Daniel Mills, Kun Guo e Anna Wilkinson, da Universidade de Lincoln, publicado na revista científica Animal Cognition. As informações são do Jornal da USP.

Acreditava-se que essa habilidade fosse exclusivamente humana, mas as evidências científicas construídas ao longo das últimas décadas mostraram o contrário. A capacidade de reconhecer emoções já havia sido observada em primatas, como chimpanzés, capazes de reconhecer emoções entre si, mas apenas com um estudo de 2016, também conduzido pela pesquisadora Natalia e colaboradores. Nesta pesquisa comprovou-se que os cães vão além: reconhecem emoções humanas, não apenas da sua própria espécie – sendo os únicos animais a atingir esse feito.

Em 2018, outro trabalho da cientista mostrou ainda que os cães respondem a esse reconhecimento de emoções de outra espécie. “Assim, o próximo passo foi saber se eles entendem que o estado emocional de uma pessoa altera a forma como ela se comporta e, portanto, ele pode se ajustar a isso”, explica Natalia ao Jornal da USP.

Emoção neutra, de alegria e raiva: testes mostraram que os cães levam em consideração as expressões faciais humanas para tomar decisões. Foto cedida pelo jornal da USP
Para o experimento, foram necessários 90 cães, duas atrizes, alguns objetos e uma sala no Laboratório do IP. O recrutamento dos animais aconteceu de forma voluntária, segundo alguns critérios como serem saudáveis, não agressivos, acostumados com novos lugares e pessoas e sem problemas de visão – o que dificultaria o teste.

Depois de habituados na sala, os cães observaram uma interação entre duas atrizes, treinadas para, a cada sessão, demonstrarem expressões faciais neutras, positivas (alegria) ou negativas (raiva). Vestidas da mesma maneira, elas passavam objetos uma para a outra, silenciosamente e, em seguida, sentavam-se com um pote de ração em uma das mãos e uma folha de jornal na outra.

A coleira era solta e, então, o cão podia interagir com as atrizes, agora, ambas com expressões neutras. Para conseguir um pouco de ração, os cães precisavam pedir a uma das mulheres – e essa escolha revelou a capacidade desses animais. A maioria tomava a decisão de interagir com a atriz que, no momento da observação, mostrava-se feliz, e evitava contato com a atriz antes com raiva. Os testes mostram que os cães levam em consideração as expressões faciais humanas para tomar decisões, já que pode ser mais fácil conseguir alguns petiscos de alguém mais amigável.

“A pesquisa evidencia que os cães levam em conta as expressões das emoções dos humanos para fazer escolhas. As pessoas poderão perceber o animal como um ser que presta atenção ao que fazemos e que toma suas decisões com base nisso. Desta forma, acho que podemos desenvolver uma relação mais saudável e respeitosa”, afirma a coautora do trabalho, a professora Briseida. Ela destaca que é importante não tratá-lo como humano, e sim respeitá-lo enquanto cão.

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*Fonte: portalraizes

Aquário redondo faz mal para peixe?

Uma empresa francesa especialista em aquários parou de vender o produto em formato redondo por eles enlouquecerem os peixes e os matarem rapidamente.

A líder francesa no mercado de produtos para animais de estimação, a AgroBiothers Laboratoire, irá parar de vender qualquer aquário com capacidade inferior a 15 litros. Além disso, venderão apenas os que forem retangulares, visto que a empresa acredita ser abuso colocar peixes em pequenos repositórios, sem filtragem e oxigenação.

“As pessoas compram um peixinho dourado para os filhos por impulso, mas se soubessem a tortura que é, não o fariam. Girar em círculos em uma aquário pequeno deixa os peixes loucos e os mata rapidamente”, afirmou o CEO da AgroBiothers, Matthieu Lambeaux, para a Reuters.

Os peixes dourados podem chegar até os 30 anos e 25 centímetros em aquários ou lagoas ao ar livre. Porém, em pequenos aquários podem morrer em semanas ou meses. De acordo com Lambeaux, o peixe dourado é um animal social que necessita da companhia de outros peixes, espaço amplo e água limpa.

Ele acrescenta que a França é o maior mercado da Europa para peixes vermelhos de aquário, com aproximadamente 2,3 milhões de indivíduos.

Apesar de a Alemanha e vários outros países europeus terem banido aquários a anos, a França não tem legislação sobre isso.

“É um anacronismo francês, por isso decidimos tomar medidas. Não podemos educar todos os nossos consumidores para explicar que manter um peixe em um aquário é cruel. Consideramos nossa responsabilidade não dar mais essa opção aos consumidores”, afirmou.

A AgroBiothers possui 27% do mercado francês de produtos para animais de estimação e vendeu 50 mil aquários no ano passado. “Há demanda por aquários, mas a realidade é que damos às crianças a possibilidade de ver o peixe dourado morrer vagarosamente”, declarou.

Quais peixes podem viver juntos em um aquário?
Para abrigar dois ou mais peixes juntos deve-se levar em consideração as suas características. Um exemplo é não colocar dois peixes territorialistas, como os ciclídeos africanos e o beta, em um mesmo aquário, porque aumenta a possibilidade de brigas.

Outro fator a ser considerado é o tamanho do aquário. Se ele for grande, com plantas e barreiras visuais, o ambiente se torna repleto de barreiras físicas. Com isso, existe uma menor chance de briga, principalmente entre os peixes territorialistas.

Também precisa ser respeitado o pH ideal de cada espécie, visto que alguns precisam de mais e outros de menos. Por isso, o ideal é adquirir peixes com compatibilidade em relação ao pH.

Além disso, é preciso pensar no comportamento de cada peixe para facilitar os cuidados diários. Deve-se evitar colocar peixes agressivos juntos, como dois beta machos no mesmo aquário.

Uma boa combinação é um aquário com peixes do grupo dos poecilídeos (como espada, plati, molinésias) e o beta. Eles possuem harmonia comportamental e são compatíveis em relação ao pH da água.

Vale destacar que os poecilídeos são apelidados de peixes “para iniciantes”. Por isso, são recomendados para quem está começando o seu primeiro aquário. Em caso de dúvidas, deve-se procurar um especialista em peixes para te ajudar a montar o aquário ideal.

*Por Nathalia Matos
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*Fonte: fatosdesconhecidos

Ciência confirma que cães podem reconhecer uma pessoa má

Cães podem detectar pessoas não confiáveis, de acordo com estudo

Embora os cães possam parecer bobos perseguindo suas próprias caudas, eles são criaturas inteligentes com alta consciência social. Estudos descobriram que os cães podem sentir emoções humanas e diferenciar expressões felizes e zangadas. Eles usam esse senso para considerar uma pessoa confiável ou não. Se a pessoa for considerada não confiável, o cão irá parar de seguir suas instruções.

Um estudo publicado na revista Animal Cognition explorou essa tendência. Akiko Takaoka, da Universidade de Kyoto, no Japão, e sua equipe testaram 34 cães com três rodadas de indicação. Os cães compreendem facilmente o gesto de apontar e, se um proprietário apontar para uma bola ou comida, ele corre para esse local para descobrir o que o proprietário estava apontando.

Na primeira rodada, os pesquisadores apontaram os cães em direção a comida escondida em um recipiente. Durante a próxima rodada, eles apontaram para um recipiente vazio, enganando os filhotes. Quando os pesquisadores apontaram com precisão para um recipiente com comida no terceiro turno, os cães ignoraram a sugestão, considerando-os guias não confiáveis.

Um segundo conjunto de três rodadas começou com um novo experimentador entrando no ringue. Os cães seguiram as dicas dessas pessoas com renovado interesse.

Takaoka explica que ficou surpresa que os cães “desvalorizassem a confiabilidade de um ser humano” tão rapidamente.

“Os cães têm inteligência social mais sofisticada do que pensávamos. Essa inteligência social evoluiu seletivamente em sua longa história de vida com os seres humanos. ”

Ela continua dizendo que o próximo passo é testar uma espécie intimamente relacionada, como lobos. Isso examinaria os “efeitos profundos da domesticação” na inteligência social dos cães.

Cães não confiam em pessoas não confiáveis
John Bradshaw, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, que não participou da pesquisa, comenta o estudo, dizendo que destaca que os cães gostam que as coisas sejam previsíveis. Quando suas vidas se tornam irregulares, eles procuram outra atividade para fazer. Estar constantemente no escuro sobre o que vai acontecer pode deixá-los estressados, agressivos ou assustados. Por isso, Bradshaw explica: “Os cães cujos donos são inconsistentes com eles costumam ter distúrbios comportamentais”.

Ele descreve os cães como “viciados em informação”, e é por isso que os cães ficaram fascinados com seu novo pesquisador e estavam ansiosos para confiar nele.

Segundo Bradshaw, os cães estão cada vez mais sendo inteligentes, mas um tipo diferente de inteligência das pessoas.

“Os cães são muito sensíveis ao comportamento humano, mas têm menos preconceitos” , disse ele à BBC . “Eles vivem no presente, não refletem o passado de uma maneira abstrata ou planejam o futuro.”

Quando os cães entram em uma situação, ele acrescenta, eles reagirão ao que está lá “em vez de pensar profundamente sobre o que isso implica”.

Os cães não seguem sem pensar o que qualquer pessoa aleatória lhes diz, diz Brian Hare, diretor científico da Dognition. “Eles avaliam as informações que fornecemos com base em como é confiável para ajudá-los a alcançar seus objetivos. Muitos cães da família, por exemplo, ignoram seu gesto quando você aponta incorretamente e usa a memória deles para encontrar um petisco escondido. ”

Então, os cães podem perceber pessoas más?
Isso significa que os cães podem farejar assassinos e gênios do mal? Não necessariamente, mas como uma pessoa trata um cachorro pode dizer muito sobre ela. Se você conhece alguém com um cachorro inexplicavelmente agressivo ou se seu próprio filhote parece estressado com um determinado indivíduo, isso pode ser um reflexo negativo do caráter dessa pessoa. Da mesma forma, se seu cão parece amar alguém sem motivo aparente, isso pode ser um sinal de um personagem confiável. São necessárias mais pesquisas para explorar a extensão da consciência social do cão, mas este estudo é promissor.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

5 Ideias ERRADAS que as pessoas têm sobre GATOS

Ter um gato em casa é sempre uma experiência bastante divertida, sobretudo porque os nossos bichanos costumam vir nos mais variados tipos de tamanho, cores, humores e personalidades. Entretanto, nós sempre procuramos novas maneiras de interpretá-los e, por vezes, achamos ter completamente decifrado em nossas cabeças o que é “ser um gato”.

O que muitas pessoas não sabem, porém, é que diversas das ideias que nós temos sobre os gatos estão equivocadas. Pensando nisso, nós fizemos uma lista com cinco ideias que pensamos saber sobre esses felinos, mas não passam de informações incorretas. Olha só!

1. Gatos miam para se comunicar uns com os outros
Apesar de parecer que o seu bichano está utilizando o miado para se comunicar com você ou até mesmo com outros gatos da vizinhança, essa informação não está correta. O ato de miar só é usado pelos os felinos quando ainda são filhotes e precisam chamar a atenção das próprias mães. Fora isso, o miado é uma função que se tornou regular a partir da domesticação pelos humanos.

Quando os gatos querem se comunicar com outros de sua espécie, é mais comum que eles utilizem sinais corporais para manifestar suas intenções. Por exemplo, um gato com a calda para cima provavelmente está indicando uma postura comunicativa e receptiva para com os outros felinos.

2. Gatos não gostam de bebês
Em meados do século XVII, passou-se a difundir a ideia de que os gatos domésticos não gostam, nem um pouco, de bebês. Seja pelo cheiro de leite no hálito das crianças, seja por deixarem de ser o favorito das famílias, “a inimizade viria de berço”. Porém, não é preciso dizer que essa informação é totalmente balela.

Obviamente que acidentes podem acontecer quando se tem um bebê em casa, mas o cuidado com os gatos é o mesmo que você deveria ter com qualquer outro animal. Na maioria das vezes, o seu bichano provavelmente vai se aproximar do seu filho por ser um espaço quente, onde ele poderá descansar em paz.

3. Gatos não se apegam aos seus donos
Outro conceito muito comum de se ouvir por aí é de que os gatos não têm nenhum apreço à sua família de humanos, o que não é verdade — e o interesse não surge só porque você o está alimentando. Quando comparamos com os cachorros, podemos até pensar que os felinos não têm coração, mas na realidade é que eles só manifestam afeto de outro jeito.

Um gato não correrá até a porta para te ver chegar em casa, mas talvez você o encontre pelos cantos dando cabeçadas na sua perna e esfregando o corpo dele no seu como uma bela dose de carinho. Então, preste atenção nos sinais!

4. Gatos pretos são mais difíceis de ser adotados
Esse dado não é exatamente uma mentira. Em boa parte do mundo, de fato existe um preconceito generalizado e uma mística de que o gato preto pode trazer azar. Pouca bobagem, né? Porém, existem algumas culturas que levam esses nossos amigos felinos de cor escura como amuletos.

No Japão, ter um gato preto costuma ser indicador de mais pretendentes para as mulheres. Na Alemanha, por outro lado, um gato preto que cruzar o seu caminho da direita para a esquerda costuma ser um sinal de que boas coisas estão vindo pela frente. Melhor pensar assim!

5. Gatos não gostam de carinho
Muitas pessoas tendem a achar que os gatos detestam serem tocados. Inclusive, um controverso estudo de 2013 chegou a afirmar que o contato físico humano lhes causaria enorme quantidade de estresse. Porém, nenhum dos dados trazidos pelos pesquisadores era preciso.

Tempos depois, o autor do estudo, Rupert Palme, confessou que as medidas de estresse dependiam muito mais da personalidade do felino e do ambiente em que ele estava inserido, ou seja, se o seu gato se mostra receptível ao carinho, não precisa ter medo de dá-lo!

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

Muito além do “vamos passear”: cães compreendem uma média de 89 palavras

Se você já achava seu cão esperto por entender as palavras “passear”, “brincar” e “petisco”, fique sabendo que ele é capaz de muito mais.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Dalhousie, no Canadá, mostrou que os cães compreendem uma média de 89 palavras ou frases. O artigo completo foi publicado na Applied Animal Behaviour Science.

Para chegar a esta conclusão, os cientistas desenvolveram uma pesquisa online com 172 palavras e frases que os tutores deveriam falar aos seus cachorros. Os voluntários poderiam adicionar palavras e frases extras. Então, cada um dos 165 participantes teria que registrar em uma escala de zero a cinco a reação do animal.

➜ DNA de cachorros ajuda a desvendar personalidade e prevenir doenças
➜ Amor, empatia e felicidade: ciência decifra o sentimento dos cães
O zero deveria ser usado quando o animal não respondesse ao estímulo, enquanto o cinco significava que o pet reconheceu a palavra e reagiu a ela — mesmo quando dita em locais diferentes, por outras pessoas ou em tons distintos. Testes do tipo costumam ser aplicados por pais para avaliar o vocabulário de bebês humanos.

Em média, os cães foram capazes de identificar cerca de 89 palavras e frases. Estudos científicos feitos no passado indicam que, em média, outros animais considerados mais eruditos chegam a casa dos 200. A rigor, cães podem ter um vocabulário comparado ao de bebês de dois anos.

Quase metade das palavras reconhecidas eram comandos, como “sentar” e “ficar”. Há algumas favoritas: as palavras e frases “sente”, “vamos”, “bom garoto/garota”, “deite”, “fique”, “espere”, “não”, “sim” e “solte isso” foram reconhecidas por 90% dos cachorros. O próprio nome do animal também entra nessa lista.

Pelo tamanho da amostra, não dá para cravar se as raças influenciaram no teste. Mas os cientistas observaram que o papel desempenhado pelos cães fazia com que alguns se saíssem melhores do que outros. Por exemplo, cães policiais conheciam mais palavras do que animais domésticos.

Limitações
Antes de os pais de pet acharem que seus bichinhos são gênios por natureza, é bom entender que o estudo traz algumas limitações.

Primeiro, tem o fato de os testes terem sido aplicados pelos próprios tutores, que podem superestimar a capacidade de seus pets. Mas os pesquisadores escolheram seguir dessa forma pois, em aplicações com humanos, já havia sido mostrado que os pais têm maior capacidade de interpretar os filhos. O mesmo serviria para os animais.

Fora isso, existe a possibilidade do cachorro não necessariamente reconhecer a palavra, mas sim incorporar gestos dos tutores ou outras informações inseridas no contexto, como a presença de uma coleira. De toda forma, a equipe acredita que o teste desenvolvido por eles poderá ajudar a prever precocemente o potencial de cães para atribuí-los a profissões caninas.

*Por Carolina Fioratti
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*Fonte: gizmodo

Golfinhos e baleias: drone grava imagens impressionantes

Golfinhos e baleias: drone grava imagens impressionantes
A ideia era ver golfinhos e baleias com imagens feitas pelo drone foi do capitão Dave Anderson, que comanda uma empresa de observação de baleias na Califórnia.

Observação de baleias na Califórnia
O capitão Dave Anderson, que comanda um barco de uma empresa de observação de baleias na Califórnia, Estados Unidos, decidiu ver animais marinhos de uma forma diferente.

Ele acoplou uma câmera em um drone e sobrevoou uma “debandada” de golfinhos. O resultado são cinco minutos de imagens belíssimas de dezenas de golfinhos nadando e saltando juntos.

O vídeo recebeu mais de 3 milhões de acessos em menos de um mês. Coisa parecida só mesmo com o balé aéreo das raias.

Vídeo de golfinhos e baleias já recebeu mais de 3 milhões de acessos
O vídeo mostra os golfinhos reunidos em um grande grupo, mantendo uma formação vertical, claramente identificada nas imagens aéreas.

Esse tipo de agrupamento é comum na espécie. Mas até hoje biólogos ainda não sabem ao certo porque eles se comportam dessa maneira.

As principais hipóteses são para buscar alimentos, se defender de predadores e se aproximar de possíveis parceiros para a reprodução. O vídeo também mostra baleias, inclusive uma nadando junto com seu filhote.

Imagens possíveis graças ao uso de drones
As imagens são possíveis graças ao uso de drones. Esses “robôs” aéreos são usados principalmente em missões militares, gerando controvérsia.

Mas cientistas já veem potencial na utilização para a conservação. “Eu sou apenas um cara com um drone”, disse o capitão Anderson, à National Geographic. “Mas há mais pessoas como eu que gostariam de usar esse equipamento para ver a natureza. Imagine o quanto não podemos conhecer se fizermos isso juntos?”.

Assista ao vídeo:

*Por João Lara Mesquita
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*Fonte: marsemfim

Pyrosomas inundam mar dos Açores: assustam, mas não mordem

Assemelham-se a um grande tubo, que pode chegar aos oito metros de comprimento. Costumam surgir nas profundezas do oceano, mas estão a aparecer bem perto da costa, o que não é comum. Não são animais, mas um fenómeno da natureza que impõe respeito pelo aspeto

Estão a aparecer pyrosomas em grande número no mar dos Açores, fenómeno que está a ser alvo de um estudo internacional, adiantou à Lusa o investigador da Universidade dos Açores João Pedro Barreiros. O que são? Conforme podemos ver na imagem de capa deste artigo, parecem ser um grande tubo, oco de um dos lados, onde poderia caber perfeitamente uma pessoa. Mas, apesar de parecer assustadora, trata-se de uma estrutura que é inofensiva.

“O que nos chamou a atenção é haver muitos e muito dentro da costa, inclusive a baixíssimas profundidades. Eu cheguei a ser chamado para ver colónias dessas por pessoas que estavam à pesca no porto de Pipas, em Angra do Heroísmo”, na Ilha Terceira, disse o biológo.

Os pyrosomas estão normalmente “a grandes profundidades” e são avistados “esporadicamente ao longo de anos”. Este ano, têm aparecido em abundância e junto à costa açoriana.

“São estruturas que parecem claramente um tubo e podem chegar a oito metros de comprimento. Esse tubo é oco de um dos lados, tem uma abertura, que não é uma boca, porque aquilo é uma colónia de pólipos e, para terem uma ideia da dimensão, uma pessoa cabe lá dentro em algumas dessas colónias maiores”

Em termos de aspeto, “é semitransparente, mas tem alguma coloração que resulta da cor do aparelho digestivo dos pólipos que formam essa colónia”. Seja como for, e apesar de o tamanho ser “assustador”, esse “tubo gelatinoso composto por pequenos organismos marinhos” é completamente “inofensivo”.

“Não são minimamente perigosos, não há qualquer risco. É evidente que alguém que está a mergulhar ou a nadar e dá de caras com uma estrutura, com um tubo transparente de oito metros de comprimento, é capaz de se assustar, mas não há aqui venenos, nem toxinas, nem nada comparável com as águas vivas [alforrecas] ou com as caravelas, nada disso”

Este aparecimento de pyrosomas nos Açores está a ser alvo de um estudo internacional que, nesta fase inicial, vai tentar fazer “a identificação genética” dos exemplares que têm surgido um pouco por todo o arquipélago dos Açores.

“Temos uma série de amostras que, quando chegar ao inverno, serão enviadas para um laboratório nos Estados Unidos para tentarmos perceber se se trata de mais do que uma espécie. Estamos também a mapear com maior precisão possível os avistamentos, as observações dessas colónias. De facto, estamos a compilar uma base de dados muito interessante que mostra uma distribuição imensa desses organismos à volta das ilhas todas”, explicou ainda o biólogo.

Além de João Pedro Barreiros, o estudo está a ser coordenado também por uma bióloga do Instituto Oceanográfico de Woods Hole, nos Estados Unidos da América e “tem progredido através de um número de observações nunca antes registado”, que poderá ajudar num maior conhecimento sobre ‘pyrosomas’, que servem de alimento a tartarugas e a outros animais marinhos.

“Se há coisa que nós sabemos em relação aos pyrosomas é que não sabemos nada. Não há ninguém no mundo que tenha tido até hoje oportunidade de desenvolver um estudo aprofundado sobre estas colónias porque são de facto muito, muito desconhecidas”

O biólogo tem contado com a colaboração de mergulhadores, caçadores submarinos e turistas para recolher amostras e pede a colaboração de outras pessoas no sentido de serem feitas idênticas recolhas desta estrutura gelatinosa que podem ser feitas à mão. Depois, deve ser colocada num frasco com água do mar e ser entregue na Universidade dos Açores ou junto das autoridades marítimas.

*Por
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*Fonte: iloveazores

Sexo Animal: Apenas reprodução ou prazer envolvido?

Visitantes do Zoológico do Bronx foram pegos de surpresa durante o mês de setembro ao presenciarem um casal de gorilas realizando sexo oral na frente de todos. No vídeo que viralizou nas redes sociais, é possível ver claramente um dos animais se deitando no chão para receber a carícia de seu parceiro.

Mas então entra a questão: até que ponto os animais consideram os hábitos sexuais com o único objetivo de reprodução da espécie? Será que existe alguma espécie de prazer envolvida nesse processo? De acordo com pesquisadores, existe um mundo inteiro a se explorar quando o assunto é sexo. Vejamos só!

Animais sentem prazer no sexo?

O primeiro fator a se levar em consideração para desvendarmos o que se passa na cabeça dos animais selvagens durante o acasalamento é compreendermos o que eles sentem durante esse ato. Afinal, essas criaturas fazem sexo por que gostam? Acasalar lhes proporciona prazer?

Segundo o cientista Mark Bekoff, da Universidade do Colorado, a resposta é sim e não. Em entrevista ao Live Science, o pesquisador argumentou que pouco ainda se sabe sobre os estímulos sentidos por criaturas como mosquitos e outros insetos durante o acasalamento, mas já é possível afirmar que todos os mamíferos desfrutam da experiência sexual.

Segundo ele, a satisfação sentida por humanos e animais dessa classe durante o ato sexual é tão parecida que costuma ser experienciada em partes muito primitivas do cérebro. As criaturas não só gostam de fazer sexo, como também podem ter orgasmos durante a relação sexual.

Existe sexo casual entre animais?

Para Bekoff, os humanos estão longe de ser a única espécie na natureza que busca sexo por motivos recreativos. O cientista aponta que já existem estudos mostrando que animais como os bonobos e os golfinhos, os quais possuem senso de raciocínio mais apurado, também buscam o prazer pelo simples divertimento.

Nesse caminho, é possível argumentar que as leoas também desfrutam do sexo. Toda vez que uma leoa está ovulando, ela acasala cerca de 100 vezes por dia durante o período de uma semana, e com múltiplos parceiros. Mesmo que ela precise de um único espermatozoide para engravidar, a felina não parece se importar em manter esse mesmo hábito sexual. Isso seria o equivalente a sexo por prazer? Quem sabe.

A homossexualidade no Reino Animal também não é exatamente uma novidade. Portanto, animais que acasalam com criaturas do mesmo gênero não poderiam estar buscando a reprodução da espécie, sobretudo porque isso seria impossível. Sendo assim, esse tipo de sexo seria unicamente recreativo.

Os animais sabem que o sexo gera filhotes?

Outra pergunta importante que precisamos fazer para entender os hábitos sexuais das espécies é até que ponto essas criaturas possuem a capacidade de discernimento para entender que um novo filhote é gerado de uma relação sexual. Afinal, toda criatura compreende que uma nova criatura pode ser gerada quando acontece o acasalamento?

Para quem acompanha os programas de biologia na televisão e enxerga os machos lutando para ver quem vai estar a frente das fêmeas do grupo, a resposta parece bem simples: sim. Entretanto, essa visão pode ser um pouco diferente quando decidimos investigar a situação mais a fundo.

De acordo com a professora de antropologia da Universidade de Rhode Island, nos Estados Unidos, Holly Dunsworth, os animais não possuem o conhecimento abstrato sobre o que lhes faz agir de determinada maneira. Sendo assim, da mesma forma que eles não têm uma ideia clara sobre como a sede é causada pela desidratação, é pouco provável que outras espécies entendam que o sexo pode gerar a reprodução.

Dunsworth argumenta que, caso os animais tivessem como único objetivo da reprodução garantir que a espécie não irá acabar, criaturas como os gorilas não matariam os filhotes após vencerem uma batalha contra o macho alfa que dominava determinado grupo.

Qual a importância da reprodução sexuada?

Existe um consenso entre a comunidade científica de que a reprodução sexuada é muito mais vantajosa para as espécies porque permite uma variedade genética maior entre novas crias, o que consequentemente significaria uma maior probabilidade de adaptação com o passar das gerações.

Entretanto, um estudo feito pela Universidade de Colônia, na Alemanha, mostrou que certas espécies podem sobreviver por milhares de anos apenas com a reprodução assexuada e sem sofrer consequências, como é o caso do ácaro-escaravelho Oppiella nova.

Conforme apresentado pela instituição alemã, um único indivíduo pode ser capaz de distribuir os genes entre suas crias de maneira diversificada apesar da ausência de um parceiro, surpreendendo a crença popular. Dessa forma, podemos perceber que o sexo é uma enorme caixa de surpresa ainda parcialmente compreendida pela comunidade científica.

Se ainda não temos todas as respostas para explicar os hábitos sexuais da nossa própria espécie, quem dirá de outros animais selvagens?

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

Estudo mostra que os cachorros são programados para entender os humanos desde seu nascimento

Que o cão é o melhor amigo do homem, isso não é novidade para ninguém. O relacionamento dos humanos com os cães é antigo. Entretanto, a história de como esse encontro aconteceu se perdeu no tempo. Por isso, não se sabe há quanto tempo exatamente essa relação existe.

Quem tem um cãozinho em casa, sabe o que é contar sempre com um amor e apoio incondicional. Os animais aparecem no topo da lista de maiores companheiros das pessoas por nunca abandonarem seus donos.

E quem ama cachorros e tem um sabe como é a relação com esses animais. E percebe que eles não só entendem o que o dono quer dizer, mas também a forma e o tom que eles dizem as coisas.

Justamente por conta desse comportamento, vários estudos recentes mostram percepções bem surpreendentes a respeito das formas como os cachorros estão programados para conseguirem se comunicar com as pessoas.

Estudo
O estudo mais recente desse tipo descobriu que os cachorros podem entender a diferença entre as ações acidentais e as intencionais dos seus donos. Além desse, outro estudo mostrou que mesmo quando o filhote cresce mais perto de outros cachorros do que de humanos, eles ainda assim conseguem compreender melhor as ações humanas do que filhotes de lobos que são criados com pessoas.

Um terceiro estudo mostrou como os filhotes nascem prontos para interagir com as pessoas sem precisarem passar por qualquer tipo de treinamento.

“As habilidades comunicativas dos cães os posicionam de maneira única para preencher o nicho que eles fazem ao lado dos humanos. Muitas das tarefas que eles realizam para nós, agora e no passado, ou seja, pastorear, caçar, detectar, agir como cães de serviço, são facilitadas por sua capacidade de compreender nossas pistas”, disse Emily Bray, pesquisadora de cognição canina da Universidade do Arizona, em Tucson.

O estudo mais recente também revelou que os cachorros podem saber a diferença entre uma pessoa desajeitada que quer dar a eles uma guloseima, e uma pessoa que está prendendo a guloseima de forma deliberada.

Experimento
Para ter certeza disso, os pesquisadores fizeram um experimento no qual uma pessoa e um cachorro foram separados por uma barreira de plástico que tinha uma lacuna pequena no meio para a mão da pessoa passar. Além disso, essa barreira não estava na sala inteira. Então, os cachorros podiam contorná-la se quisessem.

No experimento, as pessoas passaram a guloseima para os cachorros de três formas diferentes. A primeira, eles ofereceram a guloseima, mas deixavam ela cair do seu lado da barreira e diziam “oops”. Na segunda, se tentou passar a guloseima, mas a lacuna era bloqueada. E na terceira, eles ofereciam a guloseima, mas depois puxavam o braço para trás e riam.

Ao todo, os pesquisadores tentaram essas formas com 51 cachorros e cronometraram o tempo que cada um deles levou para contornar a barreira e pegar a guloseima.

Entendimento
Feito isso, os resultados mostraram que os animais esperaram bem mais para recuperar a guloseima quando a pessoa a segurou de forma proposital do que quando a pessoa a deixou cair ou não a passou pela barreira.

Esses resultados sugerem que os cachorros conseguem distinguir as ações das pessoas, se ela é ou não intencional, e então respondem de acordo.

*Por Bruno Dias
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*Fonte: fatosdesconhecidos

Os animais pensam como nós? Veja o que diz a ciência!

Os animais são capazes de pensar? É bem provável que você já tenha ouvido dizer que eles são movidos apenas por reflexos e que reagem a determinados estímulos. Mas o que diz a ciência sobre isso? Será que seu bichinho de estimação compartilha alguma característica cognitiva com você?

Encontrar respostas para essas e outras perguntas têm sido motivo de estudos de cientistas nas últimas décadas. E algumas descobertas interessantes já surgiram!

Sim, eles são seres pensantes
Para Marc Hauser, professor de psicologia da Universidade de Harvard, os animais são seres pensantes. É claro que tudo depende de como o pensamento é definido. É por isso que os cientistas preferem usar o termo habilidades cognitivas no lugar de pensamentos. Seja como for, os bichos na natureza conseguem entender o ambiente onde vivem.

Hauser tem muita base científica para sua afirmação, afinal, ele estuda a cognição dos animais desde 1980. Para o professor e pesquisador a forma como os bichos encaram o mundo é bem parecida com a dos seres humanos. Ele aponta os chimpanzés como um bom exemplo disso, especialmente devido à vida social agitada e rica desses primatas.

Outra linha de pesquisa conduzida por Hauser e sua equipe é sobre como definir quais os processos de raciocínio são únicos dos seres humanos e quais compartilhamos com os animais. Nesse sentido, o pesquisador ressalta que os animais têm pensamentos estimulantes, mas que a única forma por meio da qual podem transmiti-los é via gestos, grunhidos e vocalizações estranhas.

Sendo assim, a linguagem surge como um fator muito importante para o raciocínio: o ser humano, por exemplo, conseguiu desenvolver mais as suas funções cognitivas e a própria autoconsciência graças ao feedback entre o pensamento e a linguagem.

Mais semelhanças que diferenças
Para o renomado professor e ecologista marinho, Carl Safina, autor de vários livros sobre o reino animal, incluindo Além das palavras: o que os animais pensam e sentem, os animais desenvolveram processos de cognição, sentimentos e conexões sociais que são tão importantes para eles quanto para nós.

Por exemplo, em várias situações eles sabem quem são seus rivais na natureza, os seus amigos e, principalmente, quem eles próprios são. No livro citado, Safina ainda aponta outras correlações entre a forma de pensar e agir de um animal e a do ser humano, como o fato de terem ambições e sempre buscarem um status mais elevado em seu grupo.

Ou seja, tal como nós, os animais têm um “plano de carreira” e pensam nos melhores caminhos para atingirem seus objetivos. Em palavras mais simples, tentam permanecer vivos, obter comida e abrigo, além de criar alguns jovens para a próxima geração passando os conhecimentos adquiridos. Interessante, não é?

Sentimentos próprios, mas nem tanto
Devido à capacidade de pensar e até analisar situações os animais desenvolvem sentimentos e emoções próprios, por exemplo, ficando tristes ou alegres. Porém, eles também são influenciados e até podem copiar atitudes dos humanos.

Um estudo publicado no periódico Plos One, intitulado Dogs’ Social Referencing towards Owners and Strangers, apontou que cães e gatos tendem a observar seus donos antes de decidirem por uma resposta emocional.

Aliás, essa forma de agir é ainda mais evidente e importante para os bichos quando eles são apresentados ou colocados ante uma situação desconhecida.

A química por trás dos pensamentos e emoções dos animais
Como acontece com os humanos, pensar, sentir e agir depende muito da química cerebral. Isso significa que os comportamentos que unem pessoas, assim como aqueles que unem os animais, são baseados em uma variedade de moléculas absorvidas de diversas formas pelo cérebro.

A oxitocina, popularmente conhecida como hormônio do amor, é um exemplo que vale a pena ser comentado. Em todos os mamíferos, incluindo nos humanos, seus níveis aumentam no organismo diante de situações específicas como, por exemplo, no parto, na amamentação e na excitação sexual.

Por isso, entender como determinados hormônios influenciam na forma como os animais pensam e agem é algo fundamental para ampliar nosso conhecimento sobre o tema e, quem sabe, até mudar a maneira como tratamos e observamos o reino animal.

Foram as pesquisas nessa linha que nos permitiram saber que os cães não somente têm um aumento significativo de oxitocina quando estão com outros de sua espécie, mas, também, quando interagem com os seres humanos.

E sabe o mais curioso? Isso é o oposto do que acontece no cérebro de quase todos os demais mamíferos quando se aproximam de nós.

Talvez, não seja por acaso que costumamos dizer que o cachorro é o melhor amigo do homem, até porque o que acontece no cérebro do nosso amigo de quatro patas sugere que ele pensa algo parecido com relação a nós.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Prisões em SP ganham canil onde presos podem cuidar de animais que estavam abandonados nas ruas

Redução de estresse, melhoras na autoestima e na saúde, desenvolvimento de habilidades afetivas, aumento da capacidade de se socializar… Já está mais do que provado que o convívio com animais traz uma série de benefícios para os seres humanos. Por isso mesmo, a Justiça de SP está apostando nessa relação para garantir o sucesso do processo de reintegração social de seus presos.

Dois centros de detenção do Estado, localizados nas cidades de Tremembé e Taubaté, já instalaram em suas dependências canil que abriga animais que foram tirados das ruas pelos Centros de Controle de Zoonoses da região. Os bichinhos, até então abandonados, passam a ser cuidados pelos presos do local que se encontram em regime semiaberto.

Entre as atividades, banho e tosa, alimentação dos animais, limpeza das dependências do canil e muito carinho aos bichinhos – que já chegam ao local castrados e vacinados.

A ideia é que sejam cuidados pelos detentos em caráter temporário! Isso porque, aos finais de semana, em parceria com organizações protetoras dos animais, os bichinhos são levados para feiras de adoção responsável para que ganhem lares permanentes. De quebra, os adotantes ainda ganham uma casinha para seus novos bichinhos de estimação, construídas por presos de uma terceira penitenciária paulista, localizada na cidade de Caraguatatuba.

Com a iniciativa, os animais conseguem um novo lar. Os presos avançam em seu processo de reintegração social. E todos saem ganhando! Uma ideia para lá de boa para se aplicar em outras regiões do país, não?

Nos EUA, um centro de detenção na Flórida também mantém com sucesso uma iniciativa parecida!

*Por Debora Spitzcovsky
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*Fonte: thegreenestpost

Tubarões são flagrados destruindo cabos de internet no oceano

Cabos de internet do Google são atacados por tubarões praticamente todos os dias. O motivo levou a empresa a revestir os materiais de fibra óptica com um sistema parecido com kevlar, semelhante a produtos utilizados para a fabricação de coletes à prova de balas. As feras do mar atacam estes cabos desde que foram instalados pela primeira vez.

Até hoje os pesquisadores não conseguiram identificar por quais motivos os tubarões gostam tanto de morder cabos de transmissão de internet.

Relatos da década de 1980
Os primeiros relatos de que os tubarões gostam de morder os cabos de internet vem de 1985, quando foram encontrados dentes destes animais presos no sistema, dois anos mais tarde, um ataque fez com que quatro segmentos de cabos recém-instalados falhassem.

O jornal norte-americano New York Times chegou a fazer uma publicação curiosa sobre o tema. “Os tubarões mostraram um gosto inexplicável pelos novos cabos de fibra óptica que estão sendo amarrados ao longo do fundo do oceano, ligando os Estados Unidos, a Europa e o Japão”.

A mordida dos tubarões deixou um prejuízo de 250 mil dólares na época. O sistema atacado pertencia a uma companhia telefônica. Naquela época já se falava que os ataques teriam fornecido materiais para estudos que poderiam ajudar a reforçar a segurança das peças.

Por que os tubarões atacam cabos marítimos?
Os tubarões são os grandes predadores do mar, são os mais dominantes e nem mesmo os cabos marinhos de transmissão de dados são poupados por estas feras.

A principal teoria diz que estes animais possuem uma habilidade conhecida por eletrorrecpção, que permite a detecção de campos bioelétricos gerados por peixes, o que é importante para o momento da caça. Contam com “detectores” próximos do nariz, conhecidos por ampolas de Lorenzini, que ajudam a sentir mudanças nos campos elétricos da água.

Embora os cabos que possuam fibra óptica sejam revestidos com outros componentes, ainda podem emitir este sinal que é capaz de confundir os tubarões. Além disso, pode fazer com que fiquem furiosos.

E se a explicação magnética não fizer muito sentido, as mordidas de tubarões podem ser feitas devido a simples curiosidade dos predadores. “Se você tiver apenas um pedaço de plástico com formato de cabo, há uma boa chance de que eles [tubarões] vão mordê-lo também”, comentou o gerente de um laboratório de tubarões da Califórnia, Chris Lowe.

Aqui está um vídeo antigo mostrando um tubarão atacando um cabo de fibra óptica, caso você esteja interessado:

Cabos de internet do Google são atacados por tubarões
Cabos de internet do Google são atacados por tubarões com frequência, para evitar problemas com seus cabos de fibra óptica que cruzam o Oceano Pacífico, a empresa decidiu fazer um revestimento no sistema que conecta Estados Unidos e Japão. A gigante da internet não estava sozinha nesta, projeto que também contou com outras empresas, num investimento total de 300 milhões de dólares.

O Google desenvolveu tecnologias anti-impacto e anti-movimentos fortes para o novo sistema. O projeto tem 9 mil quilômetros de extensão. A rede é conhecida como Faster.

*Por Erik Behenck
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*Fonte: socientifica

Ursa tem filhotes e leva até amigo humano para conhecê-los

Os animais sabem reconhecer o coração de uma pessoa boa. Nos Estados Unidos uma ursa, que fez amizade com um homem em 2017, levou os filhotinhos dela para ele conhecer.

Patrick Conley mora em Asheville, na Carolina do Norte. Ele fez amizade com a ursa no verão de 2017 e deu a ela o nome de Simone. Depois disso, ela passou a visitá-lo regularmente.

O homem ficou radiante e honrado por ser tão estimado pela ursa.

“Os filhotes são as coisas mais fofas que já pisaram nesta floresta”, escreveu Patrick na descrição do vídeo que ele gravou e postou nas redes sociais.

 

Nas imagens é possível ver os três animais explorando a varanda da casa do Patrick sem medo algum.

A ursa aparentava estar bem alimentada e preparada para acompanhar as brincadeiras dos seus filhotes.

Momentos depois da visita, a família se despede e volta para os arbustos.

*Assista ao vídeo, postado no mês passado pelo Patrick:

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*Fonte: sonoticiaboa

3 descobertas recentes e surpreendentes sobre cães

Um punhado de novos estudos nos oferece descobertas e curiosidades sobre os cachorros e elas são surpreendentes.

Como eles envelhecem, percebem a fala humana e encontram o caminho de volta para casa? Juntas, essas 3 descobertas e curiosidades sobre cachorros podem mudar a forma como você entende o seu companheiro de estimação.

1 – Estamos calculando errado a idade de nossos cães

Em média, os cães vivem 12 anos. Já a expectativa de vida humana é, pelo menos, cinco vezes maior. Talvez seja por isso que utilizamos a lógica – que virou regra – de um “ano canino” para sete “anos humanos”.

Mas essa proporção de um para sete está errada, dizem os pesquisadores.

De acordo com o estudo, as evidências genéticas sugerem que os filhotes de labrador e outros cães jovens envelhecem mais rápido do que os mais velhos.

Por exemplo, a idade de um cachorro de 1 ano é como um humano de 30 anos, disse Trey Ideker, coautor desse estudo, em um comunicado à imprensa.

Com o passar do tempo, nossos amigos caninos envelhecem mais lentamente.

Portanto, para cada ano que um cão envelhece, o aumento em “anos humanos” diminui.

Como calcular a idade real do seu cachorro? Você precisa de uma calculadora, porque a fórmula dos pesquisadores é: 16 In * a idade do seu cão + 31. (In é logaritmo natural de um número

2 – Cachorro entende o que a gente fala

E o processamento dessa comunicação funciona da mesma maneira que entre nós, humanos. Quando nós ouvimos alguém falar, nosso cérebro divide o trabalho de processamento da fala entre os hemisférios esquerdo e direito. O hemisfério direito se concentra em analisar o tom subjacente do alto-falante e, em seguida, o hemisfério esquerdo processa o significado do que ouvimos.

Os pesquisadores em 2014 descobriram que a tarefa de processamento da fala ocorre da mesma maneira em cães, entre os hemisférios esquerdo e direito. Só que esse estudo recente descobriu que os cachorros também entendem primeiro o tom, depois o significado.

Os autores examinaram a atividade cerebral de 12 cães de estimação – seis border collies, cinco golden retrievers e um pastor alemão – usando uma máquina de ressonância magnética funcional.

Enquanto isso, os cães ouviram palavras de elogio conhecidas como “inteligente”, “bom trabalho” e “é isso”, bem como palavras desconhecidas como “como se” e “ainda” em tons de elogio e neutros.

Os dados mostraram que os cães processaram “pistas mais simples e carregadas de emoção” com o primeiro tom e depois “pistas mais complexas e aprendidas”, relatou Atila Andics, um dos coautores, para a imprensa.

3 – Os cães usam o campo magnético como orientação

Sabemos que os cães têm a capacidade fantástica de encontrar o caminho de casa usando o olfato.

Mas essa não é a única ferramenta de navegação à disposição: os filhotes também podem se orientar usando o campo magnético da Terra, de acordo com esse estudo.

Os pássaros, baleias e golfinhos também usam o mesmo sexto sentido e ele é chamado de magnetorecepção. Ele é utilizado para traçar longas migrações.

O campo magnético pode fornecer aos cachorros um quadro de referência ‘universal’, que é essencial para a navegação de longa distância, escrevem os autores do estudo.

Os pesquisadores usaram rastreadores GPS para estudar 27 cães que navegaram em 662 expedições de 2014 a 2017 na República Tcheca. Os cães escolhidos foram raças de caça, como terriers e dachshunds, que são treinados para encontrar presas em florestas e, então, o caminho de casa para seus donos.

Logo, em um terço das expedições, a maioria correu ao longo do eixo norte-sul da Terra. Esta “corrida de bússola” ajuda os cães a descobrir onde estão o norte e o sul magnéticos e onde estão em relação a esses pontos, de acordo com os autores do estudo.

Essa corrida registra o mapa mental com a bússola magnética e estabelece a direção do animal, escreveram os pesquisadores.

Agora, essas curiosidades sobre os cachorros nos ajudam a entender melhor o que se passa na cabeça de nossos companheiros caninos.

*Por Amanda dos Santos

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*Fonte: socientifica