App ensina crianças a identificarem árvores por meio de contos

Aprender a identificar espécies nativas da Mata Atlântica, como embaúba, ipê-amarelo, jequitibá, pau-brasil e pau-ferro, usando o celular. Esta é a proposta do aplicativo Natu Contos, criado em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, ele traz cinco contos sobre tais árvores narrados por grandes cantores brasileiros.

Com o Natu Contos, o público pode realizar uma “caça ao tesouro” por árvores. Depois de baixar o aplicativo e escolher o local de sua expedição, ele seguirá um mapa na tela do celular, integrado ao GPS, até a árvore identificada. Essa caminhada já é uma ótima oportunidade para prestar atenção à natureza local, relaxar e desfrutar dos benefícios que ela oferece.

Quando uma árvore é encontrada, um universo lúdico se abre: um vídeo animado a apresenta e, depois, um conto fica disponível para o adulto ler/ouvir com a criança embaixo da sua copa. Uma vez coletadas, as histórias e as fichas técnicas de cada árvore vão para uma biblioteca e podem ser relidas e ouvidas quantas vezes quiser, em qualquer lugar. A plataforma Natu Contos traz árvores mapeadas em parques e praças das cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Uberaba (MG). No futuro, seus desenvolvedores esperam expandir o projeto para mais cidades do Brasil. Veja como funciona:

Financiamento coletivo
Disponível gratuitamente na plataforma IOS , o aplicativo agora precisa da ajuda do público para seu desenvolvimento na versão Android. Para isso, foi aberto um financiamento coletivo no Catarse. A meta é alcançar R$ 16.522,00. Com doações a partir de R$ 15 quem participar do financiamento terá recompensas, como o plantio de mudas pela SOS Mata Atlântica, livro infantil, poster com ilustração do artista Arthur Daraujo, entre outras.

“Nosso maior objetivo é democratizar o aplicativo, tornando o material educacional acessível para mais adultos, crianças e escolas. Quando o criamos, pensamos em disponibilizar um conteúdo lúdico e original sobre o universo da natureza para reconectar as pessoas com o meio ambiente, principalmente as crianças, que estão cada vez mais distantes do verde nas grandes cidades”, afirma Fernanda Sarkis Coelho, idealizadora do aplicativo.

“Há alguns anos, as pessoas adoravam sentar em uma árvore para ler um livro. Esperamos que muitas pessoas ainda façam isso, mas por quê não aproveitar esta tecnologia tão presente na vida de todos para ouvir algumas histórias sobre aquela espécie que acabou de descobrir? Ao apoiar este aplicativo, queremos propor para as pessoas observarem, sentirem e se relacionarem mais com a natureza de suas cidades. Vivemos tempos em que parece que a natureza não existe mais ou que as árvores não fazem mais sentido, principalmente em ambientes urbanos. Queremos mostrar justamente o contrário”, afirma Cesar Pegoraro, biólogo e educador ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica.

Algumas histórias
Nos contos do aplicativo é possível lembrar como as pessoas já tiveram uma relação diferente com as árvores, qual a relação dos animais com elas e saber mais das transformações que cada espécie passa em cada estação do ano.

Em “Amélia e seu Ipê-amarelo”, de autoria de Índigo com narração de Tiê, por exemplo, Amélia que tinha tudo amarelo, até seu cabelo, adorava um eucalipto, mas não ligava para um ipê-amarelo que tinha em seu sítio. Quando ele floresceu na primavera, isso mudou. Já em “Árvore de Estimação”, de Tiago de Melo Andrade e narração de Lenine, uma menina fica triste por ter perdido o gramado e a sombra fresca de sua árvore de estimação queimada em um incêndio, onde ela tinha seu balanço. Em “À procura do Pau-Brasil”, de Andrea Pelagagi com narração de Fernanda Takai, um irmão e uma irmã tentam de todas as formas descobrir se a árvore que eles acharam era mesmo a espécie que deu nome ao nosso país.

No conto “O pica-pau e o Pau-ferro”, de João Anzanello Carrascoza e narração de Mart’nália, um pica-pau se aventura até a cidade e acha uma árvore diferente das do bosque que morava, pois ela era muito dura. E em “Simãozinho e o pé de Embaúba”, de Claudio Fragata e narração de Ney Matogrosso, o macaco Simãozinho tem medo de altura, mas sonha em subir na árvore para comer seus lindos frutos.

A Mata Atlântica é casa da maioria dos brasileiros, abriga cerca de 72% da população. Além disso, o bioma está presente na maioria dos estados brasileiros (17) e em 3.429 cidades. Ou seja, essa é a floresta que dá oportunidade para boa parte da população ter algum contato com a natureza, além de contribuir para a purificação do ar, a regulação o clima, a proteção do solo, de rios e nascentes, favorecendo o abastecimento de água nas cidades. Por tudo isso, sua conservação é fundamental, pois restam hoje apenas 12,4% da floresta que existia originalmente em bom estado de conservação.

Clique aqui para contribuir para o financiamento coletivo

Mais informações sobre o aplicativo também no Instagram e Facebook .

…………………………………………………………………………………………

*Fonte: ciclovivo

WhatsApp: por que EUA usam pouco o aplicativo de mensagens mais popular do mundo

Enquanto em países como o Brasil, o WhatsApp pode ter feito falta para muita gente na segunda-feira (4/10), quando uma pane deixou fora do ar por cerca de seis horas redes sociais pertencentes ao Facebook, nos Estados Unidos essa interrupção pode ter sido menos perceptível, já que lá o aplicativo de mensagens é bem menos usado.

Estima-se que o WhatsApp já superou o número de 2 bilhões de usuários em 180 países. Entretanto, no país em que ele foi criado, os Estados Unidos, menos de 20% dos usuários de smartphones usam o aplicativo, segundo a empresa de pesquisas Pew Research Center.

Apesar de vir de uma fonte diferente, a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, de agosto, estimou que no Brasil nada menos do que 99% dos smartphones têm o WhatsApp instalado.

A cultura do SMS
Um dos motivos para o aplicativo não ser tão popular no seu país de origem é que a maior parte dos consumidores de telefonia móvel nos Estados Unidos têm planos contratados. Diferente de outros países, é raro ter um plano pré-pago por lá.

Na década de 1990, quando os celulares se tornaram populares, ainda era caro enviar e receber mensagens de texto SMS (Short Message Service). Os planos incluíam um número limitado de SMS e passar disso levava a cobranças adicionais.

Com a expansão da infraestrutura e da tecnologia 2G, e consequentes ampliação da cobertura e da competição, as coisas mudaram. As operadoras passaram a oferecer planos com ligações ilimitadas e SMS grátis, o que popularizou essa ferramenta de envio e recebimento de mensagens de texto.

“A boa e velha telefonia 2G realmente surpreendeu os americanos, que a tomaram para si”, explicou Scott Campbell, professor de telecomunicações da Universidade de Michigan, no blog de tecnologia Lifewire.

Neste contexto, a opção de usar dados de internet ainda era cara — por isso, para enviar mensagens, o SMS continuou prevalecendo por um tempo.

Mesmo que hoje ter internet móvel seja mais acessível e que conexões Wi-Fi estejam por todo lado no país, o hábito do SMS ficou.

O avanço do Facebook Messenger

A internet trouxe novas alternativas além do SMS e do WhatsApp, como outro aplicativo de mensagens da mesma empresa, o Facebook Messenger.

Um levantamento da Statias sobre ferramentas para troca de mensagens e videochamadas mostrou que, em 2021, o Facebook Messenger foi o mais usado (87%) pelos americanos. E FaceTime (34%), Zoom (34%) e Snapchat (28%) aparecem à frente do WhatsApp (25%).

Mas quando se trata dos latinos nos EUA, as coisas mudam: quase 50% deles usam o WhatsApp, principalmente porque muitos recorrem ao aplicativo para falar com pessoas que estão em outros países.

Na América Latina, o WhatsApp se popularizou ao inaugurar a possibilidade da comunicação instantânea totalmente gratuita.

O fator iPhone

Outro elemento que afasta os americanos do WhatsApp é a considerável presença do iPhone no país, usado por cerca de 50% dos consumidores de telefonia móvel por lá.

Como o sistema iOS, usado nesse tipo de celular, adaptou seu aplicativo iMessage às plataformas de SMS das operadoras de celular, o uso do SMS não foi afetado.

Quando os usuários de iPhones enviam mensagens entre si, o celular usa o iMessage; mas se um dos celulares correspondentes tiver sistema de outro fabricante, como o Android, ele usa a rede SMS.

WhatsApp, Facebook e Instagram: pane expõe dependência mundial das redes de Zuckerberg
‘Round 6’: os ingredientes da série que pode se tornar a mais vista da história da Netflix
Entretanto, especialistas em segurança digital dizem que os SMS são mais vulneráveis a invasões do que as conversas criptografadas oferecidas pelo WhatsApp.

Além disso, a possibilidade de formar grupos no WhatsApp é outro recurso que pode mudar a arraigada cultura do SMS nos Estados Unidos.

……………………………………………………………………………..
*Fonte: bbc-brasil

App traduz miados felinos em palavras facilitando comunicação com humanos

Se problemas de comunicação existem no relacionamento entre dois seres humanos que falam o mesmo idioma, imagine entre um animal e uma pessoa. Se você tem um gato (ou qualquer animal de estimação) em casa, sabe do que estamos falando: às vezes é complicado saber o que o seu bichinho de estimação deseja. Mas o ano é 2020 e talvez já exista uma solução para esse problema: o MeowTalk, um aplicativo desenvolvido para “traduzir” miados felinos em palavras que humanos compreendam.

O app foi criado por Javier Sanchez, um ex-engenheiro da Amazon que ajudou no desenvolvimento da Alexa, a assistente eletrônica da empresa de Jeff Bezos. Atualmente, ele atua como gerente de projeto em uma empresa de tecnologia chamada Akvelon.

“Por 10 anos, eu sabia que havia dados e ciência por trás da ideia de que os gatos têm um vocabulário”, conta o americano, em entrevista ao site “Bored Panda”. “Eu sabia que poderíamos fazer um aplicativo e mais especificamente um SmartCollar para transformar miados de gato em fala humana. Eu sabia, com minha experiência de trabalho na Alexa, que a tecnologia estava lá para traduzir miados de gato únicos em palavras e intenções gerais.”

O MeowTalk consegue decifrar os desejos do gato com a utilização de inteligência artificial associadas a aprendizado de máquina. Ele assimila nove possíveis intenções do animal e permite que o dono do bichinho grave os miados para ajustar as configurações quando ele achar que o aplicativo não fez a devida associação. A ferramenta foi desenvolvida com uma equipe formada por dois desenvolvedores, um cientista de dados e uma especialista em vocalização de gatos ao longo de cinco meses.

A descrição do app explica que essas nove intenções identificadas pelo app representam o humor e os estados mentais do gato, mas isso não exclui as variações de vocabulário de animal para animal. “Você pode treinar o aplicativo MeowTalk para aprender o vocabulário único de miados do seu gato, dizendo ao aplicativo o que cada miado significa quando seu gato o faz. Quando você dá ao aplicativo de cinco a 10 exemplos de um miado específico para seu gato (por exemplo, ‘comida’, ‘me deixe sair’), o aplicativo pode começar a reconhecer aquele miado quando o ouvir.”

“O MeowTalk está tentando resolver um problema muito difícil com tecnologias mais simples. Com a fala humana, você já sabe quais são as palavras e a gramática que afetam o problema. Mas com miados de gato, você não tem ideia de quais miados significam quais intenções. Portanto, é necessário um conjunto diferente de ferramentas para resolver esse problema”, conclui Sanchez.

O aplicativo está disponível para ser usado no Brasil na Play Store.

…………………………………………………………………………..
*Fonte: hypeness

App ensina crianças a identificarem árvores por meio de contos

Aprender a identificar espécies nativas da Mata Atlântica, como embaúba, ipê-amarelo, jequitibá, pau-brasil e pau-ferro, usando o celular. Esta é a proposta do aplicativo Natu Contos, criado em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, ele traz cinco contos sobre tais árvores narrados por grandes cantores brasileiros.

Com o Natu Contos, o público pode realizar uma “caça ao tesouro” por árvores. Depois de baixar o aplicativo e escolher o local de sua expedição, ele seguirá um mapa na tela do celular, integrado ao GPS, até a árvore identificada. Essa caminhada já é uma ótima oportunidade para prestar atenção à natureza local, relaxar e desfrutar dos benefícios que ela oferece.

Quando uma árvore é encontrada, um universo lúdico se abre: um vídeo animado a apresenta e, depois, um conto fica disponível para o adulto ler/ouvir com a criança embaixo da sua copa. Uma vez coletadas, as histórias e as fichas técnicas de cada árvore vão para uma biblioteca e podem ser relidas e ouvidas quantas vezes quiser, em qualquer lugar. A plataforma Natu Contos traz árvores mapeadas em parques e praças das cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Uberaba (MG). No futuro, seus desenvolvedores esperam expandir o projeto para mais cidades do Brasil. Veja como funciona:

Financiamento coletivo

Disponível gratuitamente na plataforma IOS , o aplicativo agora precisa da ajuda do público para seu desenvolvimento na versão Android. Para isso, foi aberto um financiamento coletivo no Catarse. A meta é alcançar R$ 16.522,00. Com doações a partir de R$ 15 quem participar do financiamento terá recompensas, como o plantio de mudas pela SOS Mata Atlântica, livro infantil, poster com ilustração do artista Arthur Daraujo, entre outras.

“Nosso maior objetivo é democratizar o aplicativo, tornando o material educacional acessível para mais adultos, crianças e escolas. Quando o criamos, pensamos em disponibilizar um conteúdo lúdico e original sobre o universo da natureza para reconectar as pessoas com o meio ambiente, principalmente as crianças, que estão cada vez mais distantes do verde nas grandes cidades”, afirma Fernanda Sarkis Coelho, idealizadora do aplicativo.

“Há alguns anos, as pessoas adoravam sentar em uma árvore para ler um livro. Esperamos que muitas pessoas ainda façam isso, mas por quê não aproveitar esta tecnologia tão presente na vida de todos para ouvir algumas histórias sobre aquela espécie que acabou de descobrir? Ao apoiar este aplicativo, queremos propor para as pessoas observarem, sentirem e se relacionarem mais com a natureza de suas cidades. Vivemos tempos em que parece que a natureza não existe mais ou que as árvores não fazem mais sentido, principalmente em ambientes urbanos. Queremos mostrar justamente o contrário”, afirma Cesar Pegoraro, biólogo e educador ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica.

Algumas histórias

Nos contos do aplicativo é possível lembrar como as pessoas já tiveram uma relação diferente com as árvores, qual a relação dos animais com elas e saber mais das transformações que cada espécie passa em cada estação do ano.

Em “Amélia e seu Ipê-amarelo”, de autoria de Índigo com narração de Tiê, por exemplo, Amélia que tinha tudo amarelo, até seu cabelo, adorava um eucalipto, mas não ligava para um ipê-amarelo que tinha em seu sítio. Quando ele floresceu na primavera, isso mudou. Já em “Árvore de Estimação”, de Tiago de Melo Andrade e narração de Lenine, uma menina fica triste por ter perdido o gramado e a sombra fresca de sua árvore de estimação queimada em um incêndio, onde ela tinha seu balanço. Em “À procura do Pau-Brasil”, de Andrea Pelagagi com narração de Fernanda Takai, um irmão e uma irmã tentam de todas as formas descobrir se a árvore que eles acharam era mesmo a espécie que deu nome ao nosso país.

No conto “O pica-pau e o Pau-ferro”, de João Anzanello Carrascoza e narração de Mart’nália, um pica-pau se aventura até a cidade e acha uma árvore diferente das do bosque que morava, pois ela era muito dura. E em “Simãozinho e o pé de Embaúba”, de Claudio Fragata e narração de Ney Matogrosso, o macaco Simãozinho tem medo de altura, mas sonha em subir na árvore para comer seus lindos frutos.

A Mata Atlântica é casa da maioria dos brasileiros, abriga cerca de 72% da população. Além disso, o bioma está presente na maioria dos estados brasileiros (17) e em 3.429 cidades. Ou seja, essa é a floresta que dá oportunidade para boa parte da população ter algum contato com a natureza, além de contribuir para a purificação do ar, a regulação o clima, a proteção do solo, de rios e nascentes, favorecendo o abastecimento de água nas cidades. Por tudo isso, sua conservação é fundamental, pois restam hoje apenas 12,4% da floresta que existia originalmente em bom estado de conservação.

>> Clique aqui para contribuir para o financiamento coletivo

 

Não é só o FaceApp, milhares de aplicativos espionam o usuário mesmo sem permissão

O caso do FaceApp, aplicativo que usa inteligência artificial para envelhecer um rosto de forma realista, fez todos os olhares se voltarem para um aspecto comum, que poucos usuários notam. Ao instalá-lo, surge o aviso de que todos os nossos dados serão utilizados e inclusive cedidos terceiros, sem nenhum controle. O alerta é dado num processo que poucos usuários leem, ou que aceitam sem pensar nas consequências. Mas alguns programas para celulares podem não necessitar nem sequer do consentimento explícito. Milhares de aplicativos burlam as limitações e espionam, mesmo sem receberem autorização do dono do celular.

Afinal, para que a lanterna do aparelho precisa ter acesso à localização de um usuário? E um aplicativo de retoque fotográfico ao microfone? Ou um gravador aos seus contatos? Em princípio, esses aplicativos não precisam de permissões desse tipo para funcionar. Quando agem assim, costuma ser para procurar um bem extremamente valioso: os dados. Os usuários podem dar ou negar diferentes permissões aos aplicativos para que acessem sua localização, os contatos e os arquivos armazenados no telefone. Mas uma pesquisa de uma equipe de especialistas em segurança cibernética revelou que até 12.923 apps encontraram a forma de continuar recolhendo informação privada apesar de as autorizações terem sido explicitamente negadas.

Esse estudo expõe a dificuldade dos usuários em proteger sua privacidade. Pesquisadores do Instituto Internacional de Ciências Computacionais (ICSI) em Berkeley, do IMDEA Networks Institute de Madri, da Universidade de Calgary (Canadá) e da empresa AppCensus analisaram um total de 88.000 aplicativos da Play Store e observaram que milhares deles acessam informações como localização ou dados do aparelho no qual o usuário tinha previamente recusado essas autorizações.

Os especialistas ainda não divulgaram a lista completa de aplicativos que realizam essas práticas. Mas, segundo a pesquisa, encontram-se entre elas a aplicativo do parque Disney de Hong Kong, o navegador da Samsung e o buscador chinês Baidu. O número de usuários potenciais afetados por essas descobertas é de “centenas de milhões”.

Borja Adsuara, advogado especialista em direito digital, afirma que se trata de “uma infração muito grave”, porque o sistema operacional Android exige que os apps peçam o acesso consentido a esses dados através de permissões, e o usuário lhes diz expressamente que não. O consentimento, explica, funciona de forma muito parecida tanto na intimidade física como na não física – os dados pessoais. “É como no caso de um estupro em que a vítima diz expressamente que não”, compara.

Narseo Vallina-Rodríguez, coautor do estudo, diz que “não está claro se haverá correções ou atualizações para os bilhões de usuários Android que atualmente utilizam versões do sistema operacional com essas vulnerabilidades”. O Google não especificou a este jornal se cogita retirar do mercado ou tomar alguma medida contra os aplicativos que, segundo o estudo, acessam os dados dos usuários sem a permissão pertinente. No entanto, assegurou que o problema será resolvido com o Android Q, a próxima versão de seu sistema operacional. A companhia pretende lançar nos próximos meses seis versões beta do Android Q, até oferecer a versão final durante o terceiro trimestre do ano.

Como os aplicativos acessam a informação privada do usuário sem as permissões necessárias? Eles burlam os mecanismos de controle do sistema operacional mediante os chamados side channels (canais paralelos) e covert channels (canais encobertos). Vallina faz a seguinte comparação: “Para entrar em uma casa, [o dado do usuário] pode passar pela porta com a chave que o dono lhe deu [a permissão], mas também pode entrar sem o consentimento do proprietário, aproveitando-se de uma vulnerabilidade da porta [um side channel] ou com a ajuda de alguém que já está dentro [covert channel]”.

“Você pode abrir uma porta com uma chave, mas também pode encontrar a forma de fazê-lo sem ter essa chave”, prossegue o especialista. O mesmo ocorre ao tentar acessar a geolocalização de um aparelho. Ele pode não ter acesso ao GPS, mas mesmo assim encontrar o modo de acessar a informação de posicionamento do usuário.

Metadados

Uma forma de fazer isso é através dos metadados que estão integrados às fotos tiradas pelo dono do smartphone, segundo Vallina. “Por definição, cada foto tirada por um usuário Android contém metadados como a posição e a hora. Vários apps acessam a posição histórica do usuário pedindo a permissão para ler o cartão de memória, porque é lá onde estão armazenadas as fotos, sem ter que pedir acesso ao GPS”, explica. É o caso do Shutterfly, um aplicativo de edição de fotografia. Os pesquisadores comprovaram que ele reunia informação de coordenadas do GPS a partir das imagens dos usuários, mesmo que estes tivessem negado a permissão para acessar a sua localização.

Também é possível acessar a geolocalização através do ponto de acesso wi-fi com o endereço MAC do router, um identificador atribuído pelo fabricante que pode ser correlacionado com bases de dados existentes e averiguar a posição do usuário “com uma resolução bastante precisa”.

Para que o aplicativo possa acessar essa informação, existe uma permissão que o usuário deve ativar em seu smartphone, chamado “informação da conexão wi-fi”, conforme ensina Vallina. Mas há apps que conseguem obter esses dados sem que a permissão esteja ativada. Para isso, extraem a direção MAC do router, que o aparelho obtém mediante o protocolo ARP (Address Resolution Protocol), que serve por sua vez para conectar e descobrir os dispositivos que estão em uma rede local. Ou seja, os aplicativos podem acessar uma pasta que expõe a informação MAC do ponto de acesso wi-fi: “Se você sem nenhum tipo de licença lê essa pasta que o sistema operacional expõe, pode saber a geolocalização de forma totalmente opaca para o usuário”.

Bibliotecas de terceiros

Muitos desses vazamentos de dados ou abusos à privacidade do usuário são feitos através de bibliotecas, que são serviços ou miniprogramas de terceiros incluídos no código dos aplicativos. Essas bibliotecas são executadas com os mesmos privilégios que o app em que se encontram. Em muitas ocasiões, o usuário nem está consciente de sua existência. “Muitos desses serviços têm um modelo de negócio que está baseado na obtenção e processamento dos dados pessoais”, diz o pesquisador.

Por exemplo, aplicativos como a da Disney de Hong Kong utilizam o serviço de mapas da companhia chinesa Baidu. Assim, podem acessar, sem necessidade de qualquer permissão, informações como o IMEI e outros identificadores que as bibliotecas do buscador chinês armazenam no cartão SD. Os aplicativos de saúde e navegação da Samsung, que estão instalados em mais de 500 milhões de aparelhos, também utilizaram este tipo de bibliotecas para seu funcionamento. “A própria biblioteca explora essas vulnerabilidades a fim de acessar esses dados para seus próprios fins. Não está claro se depois o desenvolvedor do app acessa os dados através da biblioteca”, explica.

Vallina afirma que nas próximas pesquisas será analisado o ecossistema das bibliotecas de terceiros e para que finalidades os dados são obtidos. Também estudarão os modelos de rentabilização existentes no Android e a transparência dos aplicativos quanto ao que eles fazem e o que dizem fazer nas políticas de privacidade. Para evitar práticas desse tipo, Joel Reardon, também coautor do estudo, aponta a importância de realizar pesquisas desse tipo com o objetivo de “encontrar esses erros e preveni-los”.

Se os desenvolvedores de aplicativos podem evitar as permissões, faz sentido pedir permissão aos usuários? “Sim”, responde Reardon, taxativo. O pesquisador insiste em que os aplicativos não podem burlar todos os mecanismos de controle, e que pouco a pouco ficará mais difícil para eles. “O sistema de permissões têm muitas falhas, mas ainda assim ele serve para algo e persegue um propósito importante”, afirma.

Responsabilidade dos desenvolvedores

No caso de usuários na Espanha, estas práticas realizadas sem o consentimento descumprem, entre outras normativas, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) e a Lei Orgânica de Proteção de Dados. Os desenvolvedores desses aplicativos poderiam enfrentar, segundo o RGPD, sanções econômicas de até 20 milhões de euros (75,3 milhões de reais) ou 4% do faturamento anual da empresa. E inclusive poderiam responder por um delito contra a intimidade (artigo 197 do Código Penal espanhol) que poderia acarretar penas da prisão, segundo Adsuara.

O advogado afirma que a maior parte da responsabilidade recai sobre os desenvolvedores. Mas considera que tanto as lojas – Google Play e Apple Store – como as plataformas que permitem o acesso dos aplicativos aos dados de seus usuários – como o Facebook, no caso Cambridge Analytica – têm uma responsabilidade in vigilando: “Quer dizer, o dever de vigiar que os aplicativos que sua loja aceita ou aos quais permitem que tenham aos dados de seus usuários em sua plataforma sejam seguros”.

“Embora cada um seja responsável por seus atos, sente-se a falta de alguma autoridade espanhola ou europeia que revise a segurança dos aplicativos e serviços antes de seu lançamento no mercado”, afirma. E salienta que, em outros setores, existe algum tipo de certificação que garante que um produto ou serviço seja seguro. “A ninguém ocorre, por exemplo, que se autorize a circulação de carros com os freios falhando. Para não falar em remédios, alimentos e brinquedos. Entretanto, é normal no setor que se lancem no mercado aplicativos e serviços com falhas de segurança que, depois, com o bonde andando, vão emendando”.

*Por Isabel Rubio

 

…………………………………………………………………
*Fonte: elpais – brasil

Chegou a hora de abandonar o WhatsApp, revela o New York Times

O Cofundador do WhatsApp, Jan Koum anunciou a própria saída não só da empresa responsável pelo app de mensagens como também do conselho de administração do Facebook. Conforme o New York Times, a decisão é um duro baque e pode sinalizar um momento de apagar o mensageiro.

O aplicativo tem 1,5 bilhão de usuários ativos, que trocam cerca de 60 bilhões de mensagens diárias.

A publicação alerta ainda que os membros do conselho do Facebook não se preocupam com questões de segurança e privacidade, e os colaboradores do WhatsApp temem que o aplicativo seja usado para recolher ainda mais dados.

Durante a gestão de Koum, o WhatsApp compartilhou poucos dados com o Facebook, mas, com a saída dele, é provável que o Facebook tenha mais facilidade para reunir mais informações sobre os usuários, denuncia o jornal. Conforme dados de 2017, o aplicativo tem 1,5 bilhão de usuários ativos, que trocam cerca de 60 bilhões de mensagens diárias.

………………………………………………………
*Fonte: portalr10

Atenção: Acabaram de descobrir que o Facebook salva suas ligações telefônicas e SMSs

O Facebook está vivendo uma das maiores crises de credibilidade de sua história. Ao lado da empresa Cambridge Analytica, a rede social está no centro de uma polêmica sobre violação do direito de privacidade de seus usuários e que já rendeu perdas de 50 bilhões de dólares, mais de R$ 165 bi.

A denúncia ganha agora novos capítulos, apontando uma das formas usadas pela empresa para coletar dados dos usuários, o arquivamento de mensagens de texto, registro de duração de ligações e até o registro de telefonemas não atendidos.

Com escândalos, Mark Zuckerberg já perdeu mais de R$ 160 bi

“Você gostaria de fazer o download de uma cópia de suas informações do Facebook?”

De acordo com o jornal britânico The Guardian, a partir desta pergunta foi possível descobrir a tática usada pelo Facebook de coletar informações confidenciais. Ao oferecer a opção desativar em detrimento de excluir a conta, a rede social acomoda os dados de cada usuário em uma espécie de “lixeira”, que foi descoberta a partir do download do conteúdo privado.

No Twitter, o usuário Dylan McKay disse que entre outubro de 2016 e julho de 2017, o Facebook detinha os metadados de todas as ligações feitas em seu telefone celular. Incluindo datas e duração de cada chamada. Outras pessoas também reportaram violações de sigilo, como informações sobre dia do aniversário, contatos na agenda telefônica e por aí vai.

Em comunicado, um porta-voz do Facebook justificou a coleta das informações. “A parte mais importante dos aplicativos e serviços facilitam as conexões e a busca por pessoas interessantes. Portanto, na primeira vez que você faz o login pelo celular em um aplicativo de mensagens ou uma rede social, é comum que haja o upload dos seus contatos pessoas”, disse Harry Davies, que apontou ainda que o armazenamento de dados pelo Facebook é opcional.

“As pessoas são alertadas se querem dar permissão ou não para o upload dos dados de seus telefones. É possível deletar ou visualizar as informações a qualquer momento, com o auxílio da ferramenta Download You Information Tool”, encerrou.

Os fatos comprovam o grande valor de informações vistas como banais. No atual cenário de guerra virtual, o gosto, a posição política, os hábitos e cultura das pessoas decidem eleições e rendem grandes quantias para consultoras.

O exemplo mais emblemático é o da Cambridge Analytica, acusada de utilizar dados confidenciais para aplicar em eventos como a eleição presidencial nos Estados Unidos e o Brexit, que optou por desligar o Reino Unido da União Europeia. Steve Bannon, ex-estrategista-chefe do do governo Trump, trabalhou como executivo na empresa.

Investigações apontam o uso de dados confidenciais nas eleições dos EUA

A possível fragilidade do Facebook no controle de informações vem criando uma onda crescente de exclusão de perfis, como a campanha #deletefacebook, que dá corpo para o debate sobre a continuidade da relevância da rede social, especialmente em tempos onde a disseminação de boatos se torna uma ferramenta cada vez mais expressiva.

Em tempo, até um dos fundadores do WhatsApp, Brian Acton, entrou na campanha #deletefacebook em sua conta no Twitter. “É hora deletar o Facebook”. A postagem gerou mais de 35 mil curtidas.

…………………………………………………………..
*Fonte: hypeness

Google lança fones de ouvido que traduzem 40 idiomas

O Google anunciou o lançamento de fones de ouvido inteligentes, que se chamam Pixel Buds e podem traduzir idiomas em tempo real, permitindo que você se comunique com estrangeiros sem precisar saber a língua deles – nem fazer mímicas.

Na apresentação do Google, que foi realizada nos EUA e transmitida pela internet, os novos fones foram dmeonstrados em uma conversa entre pessoas falando inglês e sueco. Segundo o Google, o produto fará a tradução de 40 idiomas.

“É como ter um tradutor pessoal ao seu lado”, disse juston Payne, gerente de produto do time de hardware do Google, no evento realizado em San Francisco.
Pixel-Bus-Google-Pixel-2

Os fones funcionam com conexão Bluetooth, e serão vendidos nos Estados Unidos por US$ 159. Não há informações sobre seu lançamento no Brasil. Os Pixel Buds são compatíveis com o novo smartphone do Google, o Pixel 2, e com celulares Android recentes.

A duração de bateria estimada é de 5 horas de uso. A caixinha dos fones, onde eles ficam guardados enquanto não estiverem em uso, servem como um carregador portátil, como acontece nos AirPods da Apple.

 

 

 

 

………………………………………………………………………
*Fonte:

Aplicativo avisa se vai chover no local onde você está

Com a chegada do verão inicia-se também a temporada de chuvas na região Sudeste. A diferença é que este ano o aplicativo SOS Chuva poderá informar à população sobre a possibilidade de chuva ou de tempestade na localização exata onde a pessoa está.

É a chamada previsão imediata que, diferente da previsão do tempo convencional, consegue informar a incidência de chuva, granizo ou tempestade com precisão de 1 quilômetro e antecedência de 30 minutos a 6 horas. Desde outubro, o aplicativo SOS Chuva pode ser baixado gratuitamente em smartphones e já conta com mais de 60 mil usuários.

A ferramenta foi desenvolvida por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em colaboração com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, os dois últimos da Universidade de São Paulo (USP).

“A previsão de tempo que ouvimos no jornal é uma previsão que está, de certa forma, bem estabelecida. Sua teoria foi desenvolvida nos anos 1950. Já a previsão imediata é um desafio novo, com funções, equipamentos e modelagens matemáticas completamente diferentes. Até porque é diferente dizer que amanhã vai chover ou falar que daqui a duas horas vai chover no ponto exato onde você está”, disse Luiz Augusto Toledo Machado, pesquisador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) e coordenador do projeto.

Com apoio da FAPESP, o Projeto Temático SOS Chuva, iniciado em 2016, vai desenvolver mais dois aplicativos, um voltado para a agricultura e outro para a Defesa Civil. Os pesquisadores pretendem também aumentar a compreensão da dinâmica das nuvens e melhorar modelos matemáticos usados na previsão climática.

“É um projeto que tem o aspecto científico de melhorar modelos de previsão imediata e também outro aspecto associado à extensão, que é o desenvolvimento do aplicativo e de sistemas de alerta mais sofisticados para a Defesa Civil e para a agricultura”, disse Machado.

Em novembro, a equipe do projeto fez um treinamento para técnicos da Defesa Civil da região de Campinas (SP) e para profissionais do CPTEC que atuam nas regiões do Vale do Paraíba e no Litoral Norte do Estado de São Paulo. O objetivo é que os centros regionais de meteorologia possam fazer a previsão imediata. A iniciativa é inédita no país.

“Estamos desenvolvendo também um aplicativo voltado para o técnico, para que ele possa fazer a previsão imediata e divulgar os alertas com base nos nossos modelos matemáticos. Isso porque, dado o grande detalhamento, a previsão imediata deve ser feita regionalmente. Por isso, estamos desenvolvendo a ferramenta e os modelos matemáticos para que, no futuro, a previsão imediata seja feita nos centros regionais de meteorologia”, disse.

Agrometeorologia de precisão

O grupo formado por pesquisadores do CPTEC/Inpe e da Esalq também está desenvolvendo um terceiro aplicativo, dedicado ao produtor rural.

“O aplicativo de cunho agrícola, além de mostrar onde exatamente está chovendo, também armazenará informações pluviométricas por um período, para que o agricultor possa acompanhar e identificar possíveis variações de produtividade”, disse Felipe Pilau, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq, responsável pela parte agrícola do projeto.

Pilau afirma que com essa ferramenta será possível estipular estratégias para a chamada agrometeorologia de precisão. O termo junta a agricultura de precisão – que analisa a variabilidade da produção a partir de fatores como fertilidade do solo e recursos hídricos – com a parte meteorológica.

“Ao incluir a parte meteorológica na agricultura de precisão, é possível enxergar onde chove mais e se essa variabilidade vai afetar a produtividade agrícola. Até então, a parte meteorológica estava esquecida na agricultura de precisão”, disse Pilau.

Para fazer a previsão imediata, seja para o usuário comum, o agricultor ou para a Defesa Civil, o projeto conta com um radar meteorológico de dupla polarização – adquirido com apoio da FAPESP e instalado no Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Universidade Estadual de Campinas (Cepagri-Unicamp).

A previsão do tempo convencional necessita de dados obtidos a partir de imagens de satélite, estações meteorológicas e também da interpolação desses dados. Já para obter os dados com precisão de 1 quilômetro de distância, o radar de dupla polarização trabalha com a emissão e reflexão de comprimentos de onda.

Ao emitir um feixe de energia, ele obtém a refletividade, uma medida da reflexão do feixe emitido pelo radar ao se chocar com um obstáculo, como uma gota de nuvem, por exemplo. O sinal então retorna para o radar e, dessa forma, é possível mapear o local exato onde vai chover.

Para fazer a previsão imediata de todo o Estado de São Paulo, o projeto SOS Chuva conta ainda com as informações de outros quatro radares instalados em Bauru, Presidente Prudente, São Paulo e no Rio de Janeiro.

Com a ajuda do radar de dupla polarização, os pesquisadores conseguem ter uma visão tridimensional da nuvem e acompanhar a velocidade com que ela se propaga. Assim é possível analisar outros parâmetros, como acúmulo de cristais de gelo dentro da nuvem ou os chamados intrarraios, raios dentro da nuvem que são indicativos da ocorrência de granizo.

“Com o radar de dupla polarização conseguimos saber, por exemplo, quais os cristais de gelo que têm dentro da nuvem e a partir disso fazer cálculos e previsões”, disse Machado.

O pesquisador explica que ao acompanhar a nuvem é possível saber como esses diferentes cristais aumentam e diminuem, indicando a previsão de severidade ou formação de tornados. “Conseguimos também informações a partir do vento, se ele está formando uma circulação fechada, se há descarga elétrica. Tudo isso somado nos ajuda a fazer previsões”, disse.

Entendendo eventos extremos

A experiência dos pesquisadores do SOS Chuva em desenvolver modelos e cálculos matemáticos para a previsão imediata será usada em um novo projeto de colaboração com colegas argentinos, chilenos e norte-americanos.

“Continuaremos a coletar dados em Campinas e a melhorar nossos modelos até agosto de 2018. Depois disso, vamos levar nossa instrumentação para São Borja, no Rio Grande do Sul, para uma nova campanha de medidas de colaboração internacional”, disse Machado.

O pesquisador explica que a região a ser estudada é onde ocorrem as maiores tempestades do planeta. O fenômeno no Sul do Brasil, conhecido como Complexos Convectivos de Média Escala, ocorre em resposta a uma relação entre a região amazônica e a Cordilheira dos Andes.

“A umidade da Amazônia se propaga, encontra os Andes e se canaliza, trazendo a umidade para o Sul. É esse canal de umidade que começa a formar esses sistemas intensos de nuvens na Argentina. A baixa pressão acelera esse fluxo de umidade que vem da Amazônia e forma tempestades muito grandes.”

O projeto nomeado RELAMPAGO é financiado pela National Science Foundation (NSF) e conta com a cooperação da agência espacial Nasa e da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), nos Estados Unidos, do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet) da Argentina, da Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica (Conicyt) do Chile, da FAPESP e do Inpe.

“Será um experimento muito grande e o SOS Chuva participará desse esforço que é entender as tempestades severas que entram no Brasil, inclusive com possibilidade de formação de tornados”, disse Machado.

O aplicativo SOS Chuva pode ser baixado na App Store (iOS) e na Google Play Store (Android). Mais informações: http://soschuva.cptec.inpe.br/soschuva.

………………………………………………………………..
*Fonte: revistapegn

Reforma: YouTube lança novo logotipo e apresenta novas funções

O YouTube acaba de revelar diversas novidades em relação à sua plataforma de vídeos.

A primeira é o seu novo logotipo — que você pode ver logo acima –, que tirou o “quadrado” vermelho de “Tube” e colocou o símbolo de play do lado esquerdo do nome da empresa.

Junto da marca, a empresa também resolveu alterar algumas funcionalidades do seu site e do seu aplicativo para dispositivos móveis. Quem utiliza o site com frequência já deve ter notado a mudança do layout da página, que agora está mais “clean” e com cores diferentes.

O aplicativo do YouTube também está de cara nova, com um cabeçalho em branco para “deixar o conteúdo em primeiro plano” e as abas acabaram sendo movidas para a parte de baixo do aplicativo, para deixá-las “mais próximas dos seus polegares”.

A empresa compartilhou um vídeo mostrando parte das novas funcionalidades do aplicativo, que você pode conferir logo abaixo.

……………………………………………………………….
*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Ink Hunter, um aplicativo que te ajuda a pensar antes de se tatuar

Ver como a tatuagem vai ficar no corpo antes de procurar um estúdio pode ser bastante útil.
O desenho vai ficar com a gente para sempre, então é melhor pensar em algo que seja uma expressão da nossa personalidade, que tenha uma conexão entre nós e o traço.

O aplicativo InkHunter pode nos ajudar a fazer real a ideia da nossa tattoo.

Desenvolvido por engenheiros da Ucrânia, o app permite “testar” diferentes desenhos sem precisar ter que colocar a tinta na pele para valer. Através de realidade aumentada, o app usa a câmera do smartphone para posicionar a tatuagem com o tamanho e design escolhido. Você só precisa fazer três riscos, formando um tipo de emoticon quadrado na pele, e pronto.

A aplicação inclui o trabalho de vários artistas e você pode alterar o layout sempre que quiser até chegar naquele que parece ao seu. Você também pode projetar a sua tatuagem e compartilhá-la com o aplicativo, o que irá gerar um gráfico de seu projeto e será adicionado à lista de modelos disponíveis para testar.

O InkHunter é gratuito e está disponível para Android e iOS.

……………………
*Fonte: updateordie

inkhunter

Fender lança seu primeiro aplicativo, o Fender Tune

A Fender finalmente entra para o mercado de aplicativos ao lançar um serviço de afinador para guitarras e baixos. O Fender Tune é o primeiro de muitos que vão começar a aparecer no mercado, segundo a empresa californiana.

O aplicativo possui funções que pretendem ser diferentes dos serviços similares que já existem no mercado há algum tempo. O músico pode selecionar se quer afinar o instrumento de forma manual ou automática.

Outra função são as afinações de padrão aberto que o afinador disponibiliza, são vinte e duas opções. O usuário também tem a opção de registrar uma afinação própria em seu perfil pessoal.

O Fender Tune já está disponível para downloads, mas, por enquanto, apenas quem possui plataforma IOS pode utilizar o serviço. A empresa ainda não divulgou quando o aplicativo ficará disponível para Android.

………….
*Fonte: guitarload

fender-tune-app

Boss lança afinador em formato app

A Boss anunciou o lançamento de um afinador em formato app. Volto para guitarra, baixo e outros instrumentos de corda, o Boss Tuner App é compatível com sistemas Android e iOS, além de apresentar a estética do pedal original TU-3.

O download é gratuito. Acesse os links abaixo para baixar:

https://itunes.apple.com/app/boss-tuner/id1113473319
https://play.google.com/store/apps/details?id=jp.co.roland.bosstuner

 

Boss-Tuner-App

 

 

 

 

 

 

*Fonte: guitarload

Aplicativo permite identificar mais de 400 espécies de pássaros

Você já olhou para um pássaro e simplesmente não sabia qual era seu nome? Pensando nisso foi criado o aplicativo “Merlin Bird Photo ID”, onde qualquer pessoa pode identificar uma ave com apenas uma foto.
O aplicativo desenvolvido pelo Laborátorio de Ornitologia de Cornell, pode reconhecer até 400 aves comuns. O usuário basta tirar uma foto com a câmera do celular e pronto, o aplicativo vai reconhecer a ave – caso ela estiver na lista do aplicativo.

“Em 90% dos casos o aplicativo consegue identificar”, disse Jessie Barry, líder do Projeto Merlin. “Isso é incrível, considerando que a identificação de aves foi colocada em pauta na tecnologia apenas alguns anos atrás”, conclui.

O Merlin conta com um banco de dados que contém mais de 70 milhões de avistamentos de pássaros, dessa forma o aplicativo tem uma precisão enorme. O app é gratuito e está disponível para Android e iOS, para baixar clique aqui.

*Fonte: NovoCientista

 

site_Merlin_passaros