Como o WhatsApp se tornou uma potência no Brasil e por que não vivemos sem o app

O WhatsApp foi criado em 2009 e começou a ser disponibilizado apenas para celulares com sistema iOS. Porém, mais de 13 anos depois, a rede social está presente na vida de uma grande parcela de brasileiros e pode até mesmo ditar o tipo de conteúdo ou notícias que muitas pessoas consomem.

De acordo com um relatório de abril de 2022, feito em parceria pela We Are Social e pelo Hootsuite, o WhatsApp é a maior rede social do Brasil, com cerca de 165 milhões de usuários ativos no país.

Sua principal função, de fato, são as trocas de mensagens com pessoas em qualquer lugar do mundo, mas com o passar dos anos o app acabou incluindo outros tipos funções, como as ligações de áudio e vídeo e, recentemente, a possibilidade de realizar pagamentos por meio da plataforma.

Uma pesquisa realizada pela Reuters em parceria com a Universidade de Oxford mostrou que mais da metade da população brasileira confia pelo menos um pouco nas notícias que recebe pelo mensageiro.

Cerca de 53% dos dois mil participantes entrevistados disseram “confiar muito” ou “confiar um pouco” nas notícias que recebem pelo WhatsApp. No entanto, vale salientar que muitas fake news começam a se disseminar pela plataforma e é necessário sempre estar atento ao tipo de informação que se espalha pelos grupos.

A importância do WhatsApp na sociedade
Por ser extremamente presente na vida das pessoas, quase ninguém imagina o que faria ou quais as consequências se o WhatsApp desaparecesse. Infelizmente, em outubro do ano passado tivemos uma pequena amostra grátis dessa experiência.

O aplicativo de mensagens, o Instagram e o Facebook, todos de propriedade da Meta, ficaram foram do ar. Em entrevista ao Olhar Digital, a gerente de projetos na Publicis e professora de redes sociais na USP (Universidade de São Paulo), Soraia Lima, relatou que quando esses serviços ficam fora do ar, tendemos a perder o parâmetro de como podemos nos relacionar com pessoas e empresas.

“O ideal é aprendermos com esse tipo de problema, de modo a não ficarmos reféns de mídias sociais. Por isso, incentivamos que as empresas tenham sites e blogs, por exemplo, além de outros serviços de mensagens instantâneas”.

“Muitas empresas confiaram as comunicações com os seus clientes em um aplicativo gratuito e essa queda atinge a economia mundial, os relacionamentos familiares e o lazer. Ou seja, o impacto é enorme na vida e nos negócios, tudo isso pelo excesso de confiança das pessoas, onde não deveria”, ressaltou o CEO da Enetsec e especialista em crimes cibernéticos, Wanderson Castilho.

Empresas trocaram o Facebook pelo WhatsApp
É impossível falar do WhatsApp sem mencionar seu grande sucesso entre as empresas. Não à toa, a rede social lançou sua versão Business, focada em alavancar o relacionamento com os clientes.

Não é necessário do WhatsApp Business para gerar link no WhatsApp

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que o mensageiro já possui mais contas empresarias que o próprio Facebook. Aparentemente, um dos motivos para essa crescente foi a pandemia de Covid-19, que aumentou a necessidade de estar em contato online com os clientes durante uma compra, por exemplo.

Pensando em facilitar a vida desses empreendedores, a plataforma investiu em se tornar também um sistema de pagamento. O WhatsApp Pay foi lançado no começo de 2021 e permite que os usuários façam transferências bancárias via cartão de débito ou pré-pago.

WhatsApp x WeChat
Além de facilitar a vida das empresas e usuários, a implementação de um sistema de pagamento no WhatsApp também é uma forma de aumentar a concorrência com o WeChat. A rede social chinesa funciona no conceito de “super app”, que pode ser considerado uma plataforma que traz todos os serviços que você precisa no dia a dia.

Além de funcionar como um mensageiro, o WeChat também permite que seus usuários: acessem serviços públicos; agendem consultas médicas; aluguem bicicletas; chamem táxis; agendem voos; comprem ingressos de cinema; transfiram dinheiro; peçam comidas; reservem hotéis; entre outras diversas coisas.

E uma das coisas mais importantes no WeChat é seu vasto e-commerce, que permite que seus usuários comprem diretamente pelo aplicativo.

A relação dos chineses com o aplicativo é tão séria que é possível dizer que o WeChat acabou com o dinheiro em espécie na China, isso porque seus usuários fazem uso frequente da carteira digital da plataforma, deixando de lado outros métodos de pagamento.

Se o foco do WhatsApp é se tornar um super chat é difícil dizer, mas com certeza a plataforma da Meta continuará investindo em novas ferramentas para se manter como a principal rede social do Brasil e uma das mais populares da Índia, outro grande mercado do app. Estima-se que mais de 400 milhões de indianos utilizem a ferramenta.

*Por Matheus Barros
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*Fonte: olhardigital

Visto cinzento no Whatsapp pode esconder uma má experiência

O visto cinzento no WhatsApp, que pode apenas ficar algum tempo até passar a dois vistos azuis (mensagem lida), pode, no entanto, nunca passar daí e esconder uma surpresa desagradável: pode ter sido bloqueado.

Se a situação persistir algumas horas também pode significar que o smartphone da pessoa pode estar desligado ou que a pessoa tenha ficado sem dados.

Se a foto de perfil do contacto da outra pessoa não mudar ou atualizar, provavelmente significa que está mesmo bloqueado, pois normalmente pode ver fotos de perfil atualizadas mesmo de contactos que não estão na sua lista. Se também não consegue ver a última vez que essa pessoa esteve online é outro indicador que pode ser um alerta para um bloqueio.

Dois vistos cinzentos significam que não está bloqueado! Significa o envio da mensagem com sucesso e também a entrega no outro equipamento que tem o WhatsApp. No entanto, a mensagem ainda não foi lida.

O WhatsApp não é alvo só de más notícias hoje. A aplicação está a preparar um chatbot semelhante ao que já existe no Telegram e no Signal para mostrar ao utilizar as novas mensagens e chats com novidades sempre que abrimos a app. Esta novidade está ainda em preparação, mas deverá chegar tanto à app de mensagens para Android como para iOS (iPhone).

De salientar que, ao contrário do que se verifica no WhatsApp Business, o utilizador não poderá responder ao chatbot e às mensagens por este enviadas. Será, pelo menos nesta fase, uma espécie de central de novidades com informação para o utilizador.

A plataforma de comunicações do grupo Meta está constantemente a trabalhar em novas funções para manter os seus utilizadores satisfeitos. Agora, surge esta novidade que, na prática, ajudará os utilizadores a ver tudo o que há de novo com o WhatsApp sempre que abrimos a aplicação.

*Por Daniel Azevedo
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*Fonte: maistecnologia

E fora dos stories, quem é você?

Os riscos de se criar um personagem para as redes sociais

Com tantas informações na internet sobre como apresentar seu perfil da melhor forma possível, os usuários acabam sendo bombardeados com dicas sobre o que selecionar e o que mostrar nas mídias sociais. Porém, acatar todas essas dicas pode levar a criação de um personagem e isso pode ser prejudicial para a carreira de quem quer trabalhar com o mundo virtual.

Na internet você pode ser o viajante, o saudável, o cervejeiro, são inúmeras as possibilidades de personagens que podem ser criados, mesmo que inconscientemente. As dinâmicas das próprias redes contribuem para esse tipo de criação.

Acredito que a sociabilidade desenvolvida com o tempo, fez com que nossa capacidade de enganar se tornasse cada vez mais comum por ser vista como uma melhor forma de convivência, até porque ninguém está preparado para lidar com pessoas ‘honestas o tempo todo’, isso faria com que nossos vínculos fossem menores e buscamos justamente o contrário nas redes sociais. Então, minto, logo, não me isolo.

Porém, é válido o alerta de que histórias contadas em falsos instantes nunca são absorvidas de forma natural e convincente. Notavelmente, os posts que parecem mais naturais já possuem um número maior de engajamento do que os “engessados” como artes, vídeos com edições profissionais etc. Vem daí o grande sucesso do TikTok; uma plataforma que nos faz ter a sensação de estar mais próximo de nossos ídolos e fãs, mesmo que isso seja mais uma ilusão das redes sociais.

Lembre-se a frase “a máscara cai” não surgiu à toa, pois os personagens criados nas redes sociais tem um tempo determinado de sobrevivência. Mas, o pior disso tudo pode ser nos desconectarmos de nós mesmos. Por isso, o planejamento de marketing é tão importante para promoção de um serviço, produto ou marca sem invadir a privacidade e nem mentir.

Fora das telas, é natural ter diferentes comportamentos na frente de pais, amigos e colegas de trabalho. Nas redes sociais, isso também pode acontecer, desde que tenha um equilíbrio. O importante é não passar do limite para não se afundar num mar de mentiras e fazer dos likes, seu único oxigênio.

*Por Jennifer de Paula
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*Fonte: updateordie

6 apps populares que fazem a bateria do seu celular acabar mais rápido

Descubra quais os aplicativos que são os grandes ‘vilões’ do consumo de bateria em celulares com sistemas Android e iOS; confira as dicas para melhorar o problema

A duração da bateria de celulares Android e iPhone (iOS) é um grande problema para usuários, ainda mais quando alguns apps muito usados podem demandar mais dela. O desgaste dos dispositivos ocorre de forma natural, já que os ciclos de carga e descarga diminuem a capacidade do equipamento ao longo do tempo. Porém, certas ações podem acelerar o descarregamento dos smartphones, como manter aplicativos abertos em segundo plano. Por isso, veja, a seguir, seis apps que consomem muita carga e como resolver isso.

1. Facebook
O Facebook, rede social da Meta, é um dos aplicativos que mais gastam a bateria do celular. Isso porque a plataforma opera em segundo plano de várias maneiras, como para conectar acessos de outras redes sociais, como o Messenger e o Instagram; para realizar atualizações, sincronizações de contatos e até mesmo o uso de dados móveis. Assim, ainda que o usuário não perceba, o app realiza uma série de atividades, o que pode culminar em uma queda de bateria.

A boa notícia é que o problema pode ser resolvido sem muito esforço, já que basta colocar um limite de uso para o aplicativo nas configurações internas do smartphone. Além disso, também é possível definir que o serviço não atue em segundo plano e não emita notificações, o que vai diminuir significativamente o consumo do smartphone.

2. Google Maps
O aplicativo de mapas do Google exige muito do celular para poder funcionar corretamente, já que precisa usar dados móveis e o acesso à localização constantemente — funções que gastam bastante a bateria do celular. Isso acontece pois a plataforma precisa de atualizações em tempo real para poder fornecer informações, o que inclui a necessidade de conexão com satélites e a realização de triangulação entre antenas, por exemplo, tecnologias que demandam uma alta operação do aparelho.

Nesse sentido, para garantir que o app continue a funcionar normalmente, mas ainda de modo a preservar sua bateria, uma alternativa é restringir o acesso à localização para “durante o uso do app”. Assim, o serviço só irá realizar os processos quando for realmente necessário.

3. WhatsApp
Não é surpresa que o mensageiro WhatsApp esteja na lista, afinal, ele é um app de uso constante. A plataforma já naturalmente demanda muito da bateria para realizar o envio de mensagens em texto e áudio, ou mesmo chamadas de voz e vídeo. Porém, esse consumo fica ainda maior se o usuário recebe ou envia mídias com frequência, como vídeos, imagens, documentos e figurinhas animadas. Vale lembrar que esses arquivos também podem diminuir o espaço da memória.

Além disso, o WhatsApp possui outros recursos que podem reduzir a carga dos dispositivos mesmo ao não fazer uso direto, como através das notificações. Além de texto, os alertas acompanham sons e vibrações, que também contribuem para a diminuição da bateria. Para mitigar o problema, uma das saídas é fazer uma limpeza de chats a cada semana e desativar notificações.

4. Instagram
O Instagram também pode consumir grande parte da carga devido ao uso contínuo e também pelo fato de que muitos usuários o mantém aberto em segundo plano. Além disso, ao ativar o serviço de localização da rede, ela estará sempre atualizando sua posição e consumindo recursos.

Dessa forma, para diminuir o problema, vá até às configurações do aplicativo e desative o acesso à localização. Além disso, é importante ter atenção de sempre fechar o aplicativo quando ele não estiver em uso.

5. Tinder
Os aplicativos de namoro também não ficam para trás quando o assunto é consumo de energia em celulares iPhone e Android. Além da utilização por si só, o Tinder prejudica a bateria por executar diversas tarefas em segundo plano, além de acessar recursos como galeria de fotos, câmera, localização e outros. Novamente, uma das formas de diminuir o problema é verificar as permissões de acesso às ferramentas do smartphone e alterá-las para funcionarem somente durante o uso do app.

6. TikTok
O aplicativo de vídeos curtos disponível para celulares Android e iPhone (iOS) pode ser viciante, o que por só só já justificaria o alto consumo de bateria. Mas, além dos grandes períodos de utilização da plataforma, o acesso à galeria, à câmera, ao microfone e à caixa de som podem ser os principais causadores da queda de carga. Vale lembrar que as principais funcionalidades do app também necessitam de recursos que demandam alta operação do smartphone, como a gravação de vídeos e o uso de dados móveis.

Uma das alternativas, além da verificação de permissões, pode ser habilitar o uso de internet para o app somente quando for utilizá-lo. Ainda, limpar o cache do serviço nas configurações do celular, também pode ser uma solução.

Dicas para diminuir o consumo de bateria em seu celular
A grande utilidade desses apps no dia a dia torna complicada a desinstalação. Contudo, algumas dicas podem ser usadas para diminuir os efeitos negativos das plataformas. A primeira delas é saber exatamente quais os apps que consomem mais energia no celular. Para isso, vá até as configurações. No iOS, selecione “Bateria”. Já no Android, vá em “Bateria” e em “Uso da bateria”. Assim, você saberá quais apps gastaram mais energia desde a última carga.

Também é possível ativar recursos que irão economizar energia quando a bateria estiver acabando. No iPhone, essa função é chamada de “Modo de baixo consumo” e pode ser ativada em Definições > Bateria. Já no Android, basta ir até Configurações > Bateria para encontrar a opção “Economia de bateria”.

Outras dicas para diminuir o consumo de bateria podem ser diminuir o brilho da tela e usar o modo escuro sempre que possível. Além disso, desligue a internet ou ative o modo avião quando for passar um tempo desconectado para limitar a atividade em segundo plano.

Como checar a saúde de sua bateria no Android e no Iphone?
Tomar todas as precauções para economizar energia pode não ser tão efetivo se a saúde de sua bateria já estiver deteriorada, ou seja, cada vez mais longe dos 100%. Nos celulares Android, não há uma forma nativa de analisar a saúde da bateria, mas, de maneira geral, o usuário pode acessar algumas informações básicas para checar a bateria do dispositivo.

Para isso, vá até “Configurações”, toque em “bateria”, acesse o menu de três pontos na parte superior direita e selecione “Uso da bateria”. Assim, será possível ver quais aplicativos exigiram mais da bateria desde o último ciclo completo de carga. Ainda, no menu seguinte, representado pelos três pontinhos, o usuário vai encontrar a opção “Mostrar o uso completo do dispositivo”, em que outros recursos serão incluídos na análise, como os processos do sistema operacional e a própria tela.

Também é possível verificar a saúde da bateria do Android com o aplicativo AccuBattery, disponível na Google Play Store. Ele é capaz de contar os ciclos da bateria, o que inclui as cargas e descargas ao longo do tempo, mesmo que não sejam totais. Para começar a utilizar, é necessário carregar o aparelho até 80%, o total recomendado pela aplicação para aumentar a vida útil. Para ter acesso aos dados, basta ir até a a aba “Saúde”.

Já nos celulares iPhone, o processo é bem mais fácil. Basta abrir os “Ajustes”, ir até “Bateria” e, depois, em “Saúde da bateria”. Lá, serão exibidos os dados sobre capacidade, desempenho e se é necessário algum tipo de manutenção. Na mesma aba também é possível encontrar funções de análise de consumo, como gráficos de uso da bateria, atividade de aplicativos, atividade com tela ligada e desligada, entre outros.

*Por Julio Cesar Gonsalves
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*Fonte: techtudo

7 aplicativos que você não identifica como stalkerware, mas que, de fato, são

Os seguintes aplicativos podem ser usados contra você: saiba como lidar com eles.

Quando você ouve a palavra “stalkerware”, provavelmente pensa em um software instalado propositalmente para rastrear alguém sem o conhecimento da pessoa. Mas há outras maneiras de um parceiro abusivo, um pai autoritário ou algum outro tipo de “perseguidor” descobrir onde uma pessoa está usando o telefone. E é provável que você nem tenha pensado neles.

É quase certo que seu telefone esteja rastreando sua localização por meio de algum aplicativo, ou mesmo diretamente por meio do sistema operacional. E, na maioria dos casos, isso não é um problema! Por exemplo, seu aplicativo Maps precisa saber sua localização para fornecer bons caminhos. Ou, se você usar um aplicativo de namoro que usa sua localização, como o Tinder ou o Grindr*, obviamente terá que informar a sua localização. (Você já entendeu, não é?)

Os seguintes aplicativos permitem que você compartilhe sua localização com pessoas escolhidas. E isso também não é um problema! Na maioria das vezes. Mas se você esquecer de que compartilhou sua localização com alguém, ou nem mesmo sabe que um aplicativo compartilha a localização, isso pode ser usado para rastrear você sem o seu conhecimento.

Veja uma breve visão geral de sete aplicativos que você pode não identificar como stalkerware, mas que podem ser usados dessa forma e, principalmente, como lidar com eles.

1. Buscar
O recurso “Buscar” da Apple é ótimo se você não sabe em que cômodo você deixou seu iPhone ou se você perdeu de novo o estojo de AirPods. (Isso acontece só comigo?) Esse recurso também pode ser excelente para compartilhar a localização com amigos e familiares.

No entanto, se você o usa com frequência, vale a pena verificar para ter certeza de que todas as pessoas que podem ver a sua localização ainda devem continuar a ter essa permissão. Abra o aplicativo Buscar, verifique os nomes rapidamente e exclua todos que ainda estão lá, mas não deveriam estar.

2. Contas compartilhadas do Google
Se alguém tiver acesso à sua Conta Google, isso significa que essa pessoa tem acesso ao seu histórico do Google Maps. (Isso se você permitir que o Google Maps rastreie o seu histórico, o que nem todo mundo faz.) Esse histórico pode ser usado para descobrir locais exatos, bem como padrões de seus lugares favoritos, ao longo do tempo.

Você tem duas opções se quiser impedir que alguém veja o seu histórico de localização. A primeira: não deixe esses apps acessarem mais a sua conta Google. Porém, se isso não for possível, você pode desligar o histórico de localização no Google Maps. Você também pode excluir seu histórico de localização se estiver preocupado(a) que alguém poderia ver onde você esteve.

3. Compartilhamento da localização no Google Maps
O Google Maps permite que as pessoas compartilhem a sua localização por tempo limitado ou indefinidamente. Você pode verificar com quem está compartilhando a localização no Google Maps clicando na foto do seu perfil no canto superior direito e, depois, em “Compartilhar local”.

4. Locais marcados nas redes sociais
As pessoas gostam de marcar a sua localização nas redes sociais por vários motivos. Talvez para se conectar com as pessoas próximas de onde estão. Talvez para ostentar. Talvez você nem pensa sobre isso. Mas lembre-se: seus locais marcados podem ser usados para rastrear você. Portanto, pense bem o que você vai marcar com tags de localização, se estiver preocupado(a) que alguém possa usá-las para rastrear você sem o seu conhecimento.

5. Apps para smartphones que substituem a chave do seu carro
O Tesla Model 3 é controlado por um aplicativo no telefone. Ele também oferece a possibilidade de ver onde o carro está a qualquer momento, mesmo se outra pessoa o estiver dirigindo. Isso significa que seu cônjuge, por exemplo, pode usar o aplicativo para rastrear a sua localização.

Até onde eu sei, não há como desativar esse acesso ao local, porque ele é parte integral do aplicativo. Portanto, você precisará conversar seriamente sobre os limites e torcer para isso ser o suficiente. Além disso, se alguém tiver a chave do Tesla em seu telefone, desconecte-a.

6. Compartilhamento do local no iMessage
Semelhante ao Google Maps, o iMessage permite que os usuários definam seu compartilhamento de localização por um período indefinido. Para fazer isso, você precisará verificar as pessoas específicas acessando a conversa e tocando em “info”. Lá será possível ver se você está compartilhando a sua localização com eles ou não.

7. Snap Map no Snapchat
Se você usa o Snapchat, sua localização pode estar “vazando” através do Snap Map do Snapchat. Você tem que configurá-lo para compartilhar a sua localização (felizmente, isso não é automático), mas essa é mais uma das opções que você pode ter definido em algum momento e esquecido. Então, entre no app e verifique se você está compartilhando seu local apenas com as pessoas com os quais deseja compartilhá-lo.

Optar por compartilhar a sua localização é uma ótima maneira de se conectar com seus entes queridos, ou mesmo para deixá-los saber quando você estará em casa, sem precisar receber um milhão de mensagens de texto irritantes, perguntando onde você está. Mas o compartilhamento de localização também pode ser usado contra você, como uma forma de stalkerware. Portanto, não custa verificar mais uma vez!

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* Original em inglês.

*Por Emma McGovan
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*Fonte: blogavast

5 aplicativos que podem deixar o seu celular lento

Lista reúne cinco tipos de apps que provocam lentidão no sistema e prejudicam performance do smartphone

Alguns tipos de aplicativos podem prejudicar o processamento do celular, deixando o dispositivo rondando mais devagar que o normal. Entre os exemplos de apps que causam lentidão e travamentos, estão alguns programas que prometem “otimizar” o desempenho do smartphone, mas que na verdade são pesados e não ajudam em nada. Até mesmo alguns aplicativos nativos dos celulares podem “inflar” o sistema, consumindo uma alta quantidade de recursos da memória interna. A seguir, conheça cinco tipos de apps que podem reduzir a performance do seu smartphone.

1. Bloatware
Bloatwares são os aplicativos que costumam vir pré-instalados de fábrica nos celulares. Com o tempo, esses programas “incham” o dispositivo, congestionando a memória interna e RAM dos celulares e deixando-os mais lentos. A dificuldade nestes casos é que, por serem apps nativos, você até pode desativá-los para tentar melhorar a performance do aparelho, mas o recurso mantém as aplicações apenas “pausadas”, e não as remove completamente do celular.

Infelizmente esses apps não podem ser desinstalados, exceto pelo arriscado processo de root no aparelho, que pode até inviabilizar o sistema caso o usuário não tenha experiência em realizar o procedimento.

2. Apps de limpeza
Aplicativos que prometem otimizar o dispositivo por meio de varreduras no sistema também podem causar lentidão e travamentos no celular. Embora esse tipo de app informe que vai deixar o dispositivo mais rápido, ao rodar em segundo plano de forma, eles podem consumir recursos do celular em excesso.

Além disso, vale lembrar que apps deste tipo podem servir de fachada para esconder malwares perigosos. Não é incomum que aplicativos maliciosos burlem os sistemas de proteção da Google Play Store e abusem das permissões para capturar informações sigilosas dos usuários. No ano passado, por exemplo, o app DEFENSOR ID, que prometia serviços de proteção e limpeza, foi flagrado utilizando métodos de phishing para infectar celulares com um trojan bancário. Por isso, pesquise bem a procedência dos aplicativos antes de instalá-los em seu smartphone.

3. Jogos
Jogos também podem deixar o celular mais lento. Isso, no entanto, depende do tamanho ocupado pelo game na memória e também da quantidade de recursos consumidos para fazer o jogo rodar no smartphone.

Caso o jogo seja muito grande e pesado, vai exigir bastante do processador. Se o modelo do seu celular não atender às configurações necessárias para fazer o jogo funcionar sem problemas, é possível que o smartphone enfrente travamentos e lentidão.

4. “Task killers”
Os “Task killers” (ou “eliminadores de tarefas”, em tradução livre), são aplicativos com proposta similar a dos apps de limpeza. Eles prometem otimizar a performance do dispositivo, fechando apps que rodam em segundo plano. Em teoria, isso poderia de fato melhorar o desempenho do celular, mas é possível que o resultado dessa prática seja outro. Isso porque, ao fechar um app, é comum que ele fique “pausado” em segundo plano, para que, na próxima vez em que você for abri-lo, ele já tenha as informações necessárias carregadas – o que, por sua vez, tornaria a navegação mais rápida.

Quando fecham os apps em segundo plano, os eliminadores de tarefas podem, na verdade, reduzir a performance do celular. Isso porque o Android precisaria carregar os apps do zero novamente, demandando mais tempo e recursos do dispositivo. Por isso, se você possui algum “Task killer” instalado no celular, saiba que ele pode ser a causa da lentidão do seu smartphone.

5. Apps desatualizados
Aplicativos desatualizados também podem deixar o celular mais lento. Isso acontece porque os programas podem apresentar falhas contínuas, rodando de forma mais pesada e ainda exigindo mais recursos.

Para resolver esse problema, uma boa dica é checar se há atualizações disponíveis na Play Store para fazer o update dos programas. Vale lembrar que manter os aplicativos atualizados no celular, além de deixar o dispositivo mais rápido, também pode ser útil para corrigir possíveis bugs e melhorar a segurança das aplicações.

*Por Clara Fabro
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*Fonte: techtudo

Transferência de veículos poderá ser feita por aplicativo

AAutorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV) poderá ser feita por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que guarda no celular os dados da carteira de motorista e do documento do veículo que esteja no nome do condutor.

A nova modalidade, foi desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), e poderá ser feita a partir de uma conta gov.br, a plataforma de serviços digitais do governo federal.

A ATPV é a versão digital do antigo Documento Único de Transferência (DUT). Segundo o Ministério da Infraestrutura, ao qual o Denatran é subordinado, até o momento a transferência eletrônica só está disponível para veículos que possuam documentos emitidos a partir de 1º de janeiro de 2021.

A operação usa a chamada assinatura eletrônica avançada, que dispensa o reconhecimento de firma em cartório, uma vez que o documento do veículo já está armazenado digitalmente no aplicativo da CDT.

Nessa primeira versão da assinatura eletrônica na CDT, será possível apenas realizar a venda de veículos por pessoas físicas para estabelecimentos comerciais integrados ao Registro Nacional de Veículos em Estoque (Renave).

“Por enquanto, a assinatura eletrônica da ATPV-e somente é possível se o Detran de jurisdição do veículo também estiver aderido ao sistema Renave, que integra os sistemas dos estabelecimentos às bases de dados do Denatran e da Receita Federal. Por enquanto, fazem parte do Renave os Detrans de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso”, informou o ministério.

De acordo com o ministério, essa nova modalidade elimina a necessidade de despachantes, cartórios e outros intermediários, uma vez que o sistema vai possibilitar a transferência eletrônica de propriedade, com escrituração eletrônica de entrada e saída de veículos do estoque das concessionárias e revendedoras.

Na prática, assim que o estabelecimento avisar, pelo Renave, que a pessoa deseja transferir o veículo, o proprietário recebe um comunicado, na central de mensagens do aplicativo CDT, para fazer a assinatura digital no documento.

A autenticação da assinatura será feita por meio do login na conta gov.br, onde será verificada a identidade digital do proprietário. Os tipos de conta do gov.br permitidos para utilização da assinatura eletrônica avançada são os tipos Prata e Ouro.

O sistema também vai checar nas bases de dados do governo se existe algum impedimento para a transação. No caso de o veículo ser entregue para estabelecimento integrado ao Renave não será mais necessário realizar a comunicação de venda. Isto porque, uma vez que após o registro da entrada do veículo no estoque do estabelecimento comercial, todas as infrações de trânsito, a partir daquele momento, já serão autuadas sob a responsabilidade da loja que adquiriu o veículo.

*Por Ademilson Ramos
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*Fonte: engenhariae

Estamos num ponto em que precisamos de menos Whatsapp e mais abraços

Certamente a tecnologia, as redes sociais, as mensagens instantâneas se
tornaram um excelente recurso para nos manter conectados com o mundo,
especialmente com as pessoas de nossa afeição, aqueles que não temos
disponibilidade para ter perto quando as necessitamos expressamente, no
entanto, isso não deve ser, em nenhum caso, algo para nos isolar em um mundo
cibernético e nos fazer esquecer as coisas importantes e detalhes que nos
alimentam a alma.

As visitas inesperadas, os abraços, os olhares expressivos … a presença,
devem ser as coisas que sigam mantendo valor, não devemos nos contentar com
emoticons e rótulos em fotos como mecanismos de contato e proximidade. As
redes sociais estão tendo um boom tão grande que, assim como nos aproximam
dos que estão longe, incluindo pessoas que nunca vimos, além de algumas fotos,
elas também nos afastam das pessoas que estão ao nosso lado.

É cada vez mais comum ver pessoas em lugares públicos que não se
comunicam, que não se olham nos olhos, que estão concentradas em uma tela de um telefone celular. Devemos voltar ao hábito de dar carinho de maneira presencial, prestando atenção em quem fala conosco, sem fazer intervalos para checar o celular.

É necessário viver cada momento e realmente desfrutar dele, além de estar
ciente de capturar uma foto de algo que provavelmente nem exista, apenas para
compartilhá-lo com pessoas que não estão necessariamente interessadas em
nossas vidas. Devemos aprender a amar e aceitar a nós mesmos para além de
um número de gostos, não devemos viver buscando a aprovação dos outros
para nos sentirmos bem conosco e menos dispostos a transmitir algo que muitas
vezes não somos parados.

A tecnologia e tudo o que ela traz de mãos dadas é muito benéfica, quando
sabemos como usá-la, limitá-la e abrir espaço para ela em nossas vidas até
certo ponto, sem que ela se torne o centro de nossa atenção.

Não devemos negligenciar nossos relacionamentos pessoais, não podemos
substituir beijos, abraços, carícias, nada que recebemos por meio de um
dispositivo eletrônico, aproveitemos a tecnologia e usemos-a em nosso favor,
não contra nós, porque quando nos acostumamos a sentir através de uma tela,
perderemos o gosto pela magia que só a presença pode nos oferecer.

Abrace, beije, sinta, sussurre em seu ouvido, delicie-se com uma conversa, perca-se rapidamente, enrosque seus pés com a pessoa que você ama, observe seus gestos, ouça sua voz, sinta, se alimente do contato que nutre e usa o resto os recursos quando você não tem outra opção, não o contrário.

*Por Sara Espejo

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Estes 15 apps podem estar escondidos em seu Android, desinstale já!

Apps são adware projetado para bombardear a vítima com anúncios e usam uma variedade de truques para evitar que sejam descobertos ou desinstalados

A Sophos, empresa especializada em soluções de segurança, emitiu um alerta avisando sobre 15 apps Android que fazem um esforço para se esconder nos aparelhos e continuar entregando anúncios sem que o usuário perceba. Embora não estejam mais disponíveis na Google Play, eles ainda podem estar instalados nos smartphones de milhares de usuários.

Os apps são ‘adware’, ou seja, criados para bombardear as vítimas com propaganda. Todos se disfarçavam como utilitários comuns para tarefas simples, como recortar imagens ou ler códigos QR. Mas quando instalados eles ocultavam o próprio ícone e o substituíam por um atalho. Assim, se o usuário tentasse desinstalar o app apenas apagaria o atalho e o app permaneceria oculto no smartphone.

Além disso, os apps adotam um ícone genérico e alteram seu nome para se passar por um serviço do sistema ou ferramenta do fabricante do smartphone, como ‘Updater’, ‘Time Zone Service’ ou ‘Backup’. Assim o usuário não suspeitará de nada se porventura conferir a lista dos aplicativos instalados na tela de configurações.

De acordo com a Sophos, todos os apps surgiram no Google Play neste ano, e um deles (chamado Free Calls & Messages) tinha mais de 1 milhão de downloads. São eles:

Flash on Calls & Messages (ou Free Calls & Messages)
Read QR Code
Image Magic
Generate Elves
Savexpense
QR Artifact
Find Your Phone
Scavenger
Auto Cut Out Pro
Background Cut Out (em duas versões)
Photo Background
Image Processing
Auto Cut Out
Auto Cut Out 2019

Não é a primeira vez que desenvolvedores usam táticas desonestas para bombardear os usuarios com anúncios ou espionar suas atividades. Na verdade, isso está se tornando bem comum. No início do mês a ESET publicou um alerta afirmando que 172 apps maliciosos, com mais de 335 milhões de instalações no total, estavam disponíveis na Play Store.

Para se proteger, o usuário deve seguir as dicas básicas de segurança: evite apps com notas muito baixas e preste atenção aos comentários e reviews de outros usuários, muitas vezes basta isso para identificar um malware. Além disso, instale em seu smartphone um antivírus, veja nosso teste para saber qual o melhor.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

O que o dono do Orkut fez após a rede social acabar?

As redes sociais tornaram-se um fenômeno extremamente poderoso nos últimos anos. Elas deixaram de ser somente um meio de flertar. Do mesmo modo, para encontrar pessoas do passado e passaram a ser um universo, onde podemos fazer inúmeras coisas. Hoje, as redes dão as pessoas a capacidade de compartilhar suas informações pessoais, fotografias em tempo real, organizar eventos, com centenas ou milhares de pessoas, e ainda conseguir um bom emprego.

Mas conforme o tempo passa, algumas redes sociais não conseguem acompanhar esse fluxo e acabam terminando. Como foi o caso do Orkut. Há 12 anos, nós, brasileiros, entramos na onda do Orkut. Em suma, ele se tornou parte da rotina de várias pessoas. E, em 2014, a rede social foi descontinuada.

Começo

A rede social foi lançada por Orkut Büyükkökten, um engenheiro turco, que trabalhava no Google, em janeiro de 2004. A priori, o foco dessa rede eram os internautas norte americanos. Mas, logo, a rede caiu no gosto dos brasileiros e também dos indianos. Por sua popularidade, o site ganhou, em 2005, uma versão em português. As versões em outras línguas foram disponibilizadas apenas em julho do mesmo ano.

Quem quisesse participar do Orkut tinha que receber um convite de um amigo, que já fosse cadastrado. As pessoas, que participavam da rede social, podiam colocar informações a seu respeito. Inclusive religião, humor, fumante ou não fumante, orientação sexual, cor dos olhos e cabelos. Além de mostrar quais eram seus livros, músicas e filmes preferidos.

O máximo de amigos que uma pessoa podia ter no Orkut eram mil. E as pessoas podiam classificá-los em gêneros. Conforme o tempo foi passando, novas ferramentas foram surgindo, para modernizar a experiência do usuário.

As comunidades eram uma das coisas mais memoráveis da rede. Era através delas que as pessoas mostravam suas preferências e gostos. As melhorias não pararam com o tempo, e em 2007, quando o Orkut estava no seu auge, ele permitiu que os usuários colocassem vídeos do YouTube, criassem enquetes e buscar tópicos internos em comunidades.

Divisão

Em 2008, a sede do Orkut foi transferida da Califórnia para o Brasil. Os brasileiros dividiam a responsabilidade do controle mundial do Orkut. Isso aconteceu por causa do grande número de usuários no país. Na época, eram 40 milhões. E qualquer mudança tinha a palavra final do Google Brasil.

Mas com o surgimento de outras redes sociais, como o Facebook e Twitter, o Orkut foi perdendo a grande maioria dos seus usuários em 2001. Em 2012, o site perdeu o primeiro lugar para o seu concorrente direto, o Facebook. No ano seguinte, o Orkut caiu vertiginosamente e perdeu 95,6% dos seus acessos fixos. E, em setembro de 2014, a rede acabou.

Novos rumos

No mundo do empreendedorismo, se reinventar é uma regra. Por outro lado, se engana quem achou que o empresário Büyükkökten sumiu do mapa. O criador da rede com seu nome está, desde 2016, como CEO de uma outra companhia de mídia social, a Hello Network. A rede ainda não tem uma expressão no mercado, e por isso, ele não revela o número de usuários cadastrados nela.

Essa nova rede, assim como a sua antecessora, gira em torno da formação de comunidades. A experiência do usuário começa com ele escolhendo cinco entre as 120 opções de coisas que ele gosta. Posteriormente, após essa escolha, a rede o conecta com pessoas com interesses comuns. “Esse é o jeito mais natural de se relacionar com alguém: pelos gostos similares”, afirma Büyükkökten.

*Por Bruno Dias

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Três tipos de aplicativos que você deve evitar baixar no celular

Há aplicativo de todo tipo e para todo gosto. Tem app para aprender idiomas, retocar fotografias, pedir comida e gerir senhas. Mas nem todos são igualmente confiáveis.

Há apps que preocupam usuários e empresas não apenas por ocuparem muito espaço. Eles podem ser fontes de vírus e malwares (softwares maliciosos), e muitos são capazes de encher o celular de publicidade.

Este ano, o Google anunciou que eliminou mais de 700 mil aplicativos para Android considerados “maliciosos”. Esse número é 70% maior que o registrado em 2016.

Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular
Celular com tela flexível está mais perto de se tornar realidade

Muitos desses programas que oferecem soluções milagrosas para problemas frequentes podem até ser prejudiciais ao aparelho.

Há pelo menos três tipos de apps que devem ser evitados:
1 – Os que prometem economizar bateria

Ficar sem bateria é um problema que acontece com certa frequência e nem todo mundo tem à mão um carregador.

Como muitas vezes a bateria morre num momento inesperado ou urgente, é tentador baixar um aplicativo que promete prolongar o tempo de funcionamento do aparelho.

“Os aplicativos para poupar bateria são, em sua maioria, mentirosos. Esses apps não oferecem uma solução para um dos problemas mais odiados em todo o mundo. Prometem milagres”, escreveu o jornalista especializado em tecnologia Eric Ferrari-Herrmann.

“Há muito pouca exceção”, completou.

A melhor coisa para economizar bateria é gerenciar o próprio consumo e eliminar aplicativos que usam muitos dados, em especial aqueles que o usuário quase nunca acessa. Colocar o telefone no modo noturno também ajuda a prolongar a “vida” da bateria.

Especialistas dizem que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluethooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho.

Outra estratégia é desativar o uso de dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também ajuda – este último também contribui para manter a privacidade.

2 – Os que ‘limpam’ o telefone

Há aplicativos que prometem melhorar o rendimento do celular por meio de de uma “limpeza”. O mais famoso deles é o Clean Master.

De acordo com o especialista José Garcia-Nieto, o Clean Master “desacelera o telefone, substitui a tela de bloqueio e nos leva a baixar mais aplicativos do desenvolvedor Chetaah Mobile.”

“Não funciona para absolutamente nada”, acrescenta.

Ferrari-Herrmann lembra que aplicativos eliminados podem até deixar alguns dados na memória cache (que trabalha junto com o processador), mas diz não ser necessário baixar um app para limpá-la.

Para eliminar dados ocultos, basta acessar o item armazenamento nas configurações do aparelho e limpar os dados cache.

Também não é recomendado confiar em aplicativos que prometem limpar a memória RAM.

3 – Os que ‘refrescam’ o celular

O superaquecimento de celulares pode ser considerado um problema frequente. Pode acontecer por exposição ao sol, vírus, problemas com a bateria ou pelo uso contínuo por longos períodos.

Não importa a razão do superaquecimento: especialistas recomendam não usar apps para resfriar o aparelho.

Segundo eles, um aplicativo com esse propósito só vai servir para sobrecarregar ainda mais o telefone, uma vez que o processador do celular leva horas para esfriar.

Para “refrescar” o telefone é melhor deixá-lo desligado por um tempo.
Outras recomendações

– Baixar apps nas lojas oficiais da Apple e da Google

– Evitar arquivos com extensão “.apk”

– Não baixar apps que prometem soluções milagrosas

– Atualizar as configurações do aparelho com frequência

– Não confiar apenas no antivírus

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*Fonte: bbc-brasil

Aplicativo do Google que ajuda a liberar espaço no celular é atualizado

O Files Go é um aplicativo que o Google lançou no Android para ajudar no gerenciamento de arquivos armazenados na memória dos smartphones. Ele agora ganhou uma atualização que adiciona novos recursos e torna a pesquisa de arquivos mais parecida com a busca do Google.

Enquanto o usuário digita o que está buscando no celular, o Files Go começa a oferecer resultados mais ou menos como a busca do Google faz na internet. O histórico de pesquisa também é armazenado no dispositivo, e os recursos funcionam mesmo com o smartphone desconectado da internet.

Outras novidades adicionadas pelo Google facilitam na hora de buscar arquivos duplicados: agora ele exibe onde os arquivos estão guardados para o usuário escolher qual dos dois vai ser apagado do aparelho. Como o Files Go também passou a exibir resultados do Google Fotos com a atualização, ele sugere a remoção de imagens que já tenham sido enviadas para a nuvem do Google.

A atualização do Files Go já está disponível, e todos os usuários que já contam com o aplicativo instalado devem receber os novos recursos.

 

 

 

 

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*Fonte: olhardigital