Quadro de Banksy se autodestrói após ser leiloado por mais de R$ 4 milhões

“Balloon Girl”, o famoso quadro de Banksy se autodestruiu após ser leiloado por 1 milhão de libras, em torno de 4,3 milhões de reais.

A arte foi leiloada no dia 5 de outubro pela Sotheby’s House, em Londres, e deixou todos que estavam ali presentes boquiabertos ao vê-la ser transformada em tiras de papel.

Banksy, que ainda tem sua identidade oculta, é famoso por criticar principalmente a artificialidade do mundo contemporâneo em suas obras, que sempre aparecem por muros ao redor do mundo para fazer as pessoas refletirem sobre determinado assunto.

O quadro “Balloon Girl”, de 2002, foi sabotado pelo próprio artista. Ele publicou um vídeo em seu Instagram mostrando como instalou o dispostivo na moldura que picotou a obra com dentes laminados.

Conhecendo a postura do artista diante dos valores da sociedade contemporânea, da arte inclusive, a gente pode imaginar a mensagem que ele desejou enviar ao mundo com seu ato “chocante”.

Para mim, despertou a pergunta: quanto vale uma arte?

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*Fonte: geekness

Stevie Ray Vaughan – “Couldn’t Stand The Weather” – 9/21/1985 – Capitol Theatre

Há um bom tempo eu de propósito não escutava mais o som do Stevie Ray Vaughan. Nada contra, sou seu fan e o cara é simplesmente um dos maiores guitarristas de blues da história sem dúvida alguma, mas acontece que já escutei demais e que também muita gente depois copiou o seu estilo numa determinada época, chegando num ponto em que coisa toda cansou. Precisava dar um tempo para a sua música, mas caraca, hoje escutando outra vez só para matar um pouco das saudades…. o cara era mesmo incrível, de outro mundo. Tinha a mão certa, a pegada e blues no espírito.

R.I.P. – S.R.V.

Vince Low – ilustrador (Jim Carey)

Confira abaixo a arte do ilustrador e designer malaio Vince Low. São diversos desenhos com expressões clássicas do ator Jim Carey, que remetem à vários de seus filmes, todas com um traçado em preto e branco muito bem detalhado, fluído, contínuo.

>> Para serguir no instagram: @vince_low

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Allen Woody

Neste dia 3 de outubro também foi data de aniversário de um dos meus baixistas preferidos de todos os tempos, o grande Allen Woody (The Allman Brothers Band / Gov’t Mule), o que é uma pena (já é falecido) e estaria então completando 63 anos de idade. Outro dos “grandes” que foi cedo demais. Mas fica aqui o reconhecimento pela seu trabalho e a sua música. R.I.P. Allen Woody!

Stevie Ray Vaughan & Double Trouble – “Change It!”

Hoje se ainda estivesse vivo Stevie Ray Vaughan estaria completando 64 anos (o músico faleceu em 27/08/90). Sem dúvida um dos maiores talentos da guitarra blues ou então do texas schuffle e que nos deixou cedo demais, nos privando assim de seu vasto conhecimento e dom musical. descanse em paz SRV, na certeza de que seu legado até hoje ainda vive com aqueles que curtem e entendem a boa música.

 

 

Expressivas mulheres em fundos abstratos

A artista argentina Sofia Bonati captura expressões e personalidades e insere diversas mulheres em fundos abstratos com padrões coloridos ou geométricos.

Suas ilustrações traz vários padrões distintos que hora parecem hipnotizar quem vê as obras, hora traz uma sensação de calma e euforia, com o uso de cores e flores.

Os desenhos são feitos com grafite, mas ela usa também gesso, tinta e marcadores na confecção dos entornos de cada mulher apresentada.

O destaque fica para as expressões poderosas de cada uma das personalidades.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Morre o guitarrista Otis Rush, um dos maiores nomes do blues

Otis Rush, cantor de blues e guitarrista inovador que teve uma influência profunda não apenas em seus colegas bluesmen, mas também em guitarristas como Eric Clapton e Jimmy Page, do Led Zeppelin, morreu no sábado, 29. Ele tinha 83 anos.

Sua mulher, Masaki Rush, anunciou a morte no site do Rush, dizendo que a causa foi uma complicação de um AVC que ele sofreu em 2003. Ela não disse onde ele morreu.

Um cantor emotivo e um guitarrista de grande habilidade e imaginação, Rush estava na vanguarda de um pequeno círculo de inovadores do final dos anos 50, incluindo Buddy Guy e Magic Sam, cuja música, inspirada no R&B, anunciava uma nova era para o blues de Chicago.
Enquanto Muddy Waters e Howlin ‘Wolf, seus antecessores do lado sul da cidade, popularizaram uma atualização amplificada do som do Delta do Mississippi, a variante modernizada de Rush – que veio a ser chamada de som West Side devido à sua predominância em clubes noturnos, naquela parte da cidade – era ao mesmo tempo mais lírica e mais ritmicamente complexa.

“O som foi um afastamento radical dos discos caseiros que dominavam o mercado na época”, disse o produtor Neil Slaven, contrastando o som de West Side de Chicago com sua contraparte do South Side, nas notas de uma compilação das gravações de Rush dos anos 50 para o selo independente Cobra.

No Cobra, Rush, que nasceu em 29 de abril de 1935, no Mississippi, mostrou suas linhas de guitarras elétricas dilaceradas e vibrantes e seus vocais gritantes inspirados no gospel – gemidos no meio do registro, saltos emocionantes de falsete. Dominando Chicago, sua cidade natal adotiva, essa obra inicial serviu como um rico repositório de material para as bandas de blues-rock dos anos 60.

O grupo britânico John Mayall e os Bluesbreakers, que tinha Clapton na guitarra, incluiu uma versão do shuffle de 1958, All Your Love (I Miss Loving), em 1966, Blues Breakers. O Led Zeppelin reinventou o sucesso de 1956 de Rush, I Can’t Quit You, Baby, em seu álbum de estreia, Led Zeppelin; Os Rolling Stones atualizaram a mesma música em 2016 em seu álbum Blue and Lonesome.

O guitarrista Stevie Ray Vaughan nomeou sua banda após a turnê secundária de Rush, Double Trouble. Virtuosos guitarristas, incluindo Johnny Winter e Duane Allman, também citaram Rush como influência.

Em uma entrevista à revista Rolling Stone, em 1968, o guitarrista Michael Bloomfield disse que as bandas de blues brancas que esperavam se provar na década de 1960 “tinham que ser tão boas quanto Otis Rush”.

Em 2015, a Rolling Stone classificou Otis Rush com o número 53 em sua lista de “100 Melhores Guitarristas”.

*Por Bill Friskics-Warren, The New York Times 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: estadao

Primeiro desenho animado totalmente em libras é lançado no YouTube

A surdez atinge quase dez milhões de pessoas no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. E faltam alternativas na indústria cultural infantil para esse público. Pensando nisso, Paulo Henrique dos Santos, que trabalha com animação há sete anos, decidiu criar um desenho inteiramente em libras (língua brasileira de sinais). Ele teve a ideia quando precisou se comunicar com uma pessoa surda, mas não conseguiu. Em cada um dos capítulos, serão ensinados cinco sinais de libras.

O conteúdo é voltado para crianças de três a seis anos e tem o objetivo de educar e mostrar que as crianças surdas também se divertem e têm as mesmas necessidades daquelas com a audição preservada. O episódio piloto foi lançado no YouTube nessa quarta-feira, data marcada pelo Dia do Surdo. “Cada um tem a sua língua. O gato fala ‘gatês’, o elefante fala ‘elefantês’, e por aí vai. Mas com tantas línguas diferentes, é difícil entender o outro”, diz a animação.

O canal ainda não tem patrocínio mas, se conseguir, Paulo Santos pretende produzir e lançar mais 13 episódios para a primeira temporada. Ele já participou da produção de desenhos como “Turma da Mônica” e “Sítio do Pica-pau Amarelo”.

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*Fonte: correiodopovo

O futuro cyberpunk de Mikołaj Piszczako

O artista polonês Mikołaj Piszczako cria ilustrações digitais cyberpunk que imaginam nosso futuro distópico, onde reinam a cibernética e a decadência da civilização.

Encontre mais do artista no Behance.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness