Charles Bradley morre aos 68 anos (soul music)

O cantor americano Charles Bradley, uma lenda do soul, morreu neste sábado aos 68 anos. Ele, que foi diagnosticado com um câncer no estômago no ano passado, se apresentaria no Rock in Rio, no palco Sunset, no dia 16. O show precisou ser cancelado pois a doença chegara ao fígado. Os substitutos foram os brasileiros Rael e Elza Soares.

“É com o coração pesado que anunciamos a passagem de Charles. O senhor Bradley era muito grato pelo carinho que estava recebendo de seus fãs, e esperava que sua mensagem de amor fosse lembrada e passada para as próximas gerações. Obrigado pelos pensamentos positivos e pelas orações durante este período difícil”, escreveu a equipe do cantor.

No começo do mês, Bradley cancelou todos os shows que faria este ano.

“Eu amo todos vocês que fizeram com que meus sonhos se tornassem realidade. Quando voltar, voltarei forte, com o amor de Deus. Com a vontade de Deus, volto logo”, disse o cantor por meio de um comunicado na época.

Nascido em Gainesville, na Flórida, Bradley teve uma infância pobre e trabalhou durante anos em bicos. Tocou em algumas bandas cover — principalment de James Brown —, até que, em 2002, sua carreira solo finalmente decolou.

O primeiro álbum do cantor, “No time for dreaming”, no entanto, só foi lançado em 2011, quando ele tinha 62 anos. Em 2012, ele foi o protagonista do documentário “Soul of America”, exibido pela primeira vez no conceituado festival South by Southwest.

Bradley também ganhou fama por conta da série “Suits”. O cantor fazia parte da trilha sonora do programa, bem como era um dos artistas favoritos do personagem principal, o advogado Harvey Specter.

O último trabalho do artista foi o disco “Changes”, de 2016. A faixa-título é uma inusitada versão da clássica canção do Black Sabbath que conseguiu convencer até fãs mais radicais da banda de heavy metal.

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*Fonte: oglobo

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Os 10 nus femininos mais importantes da história da arte

O corpo feminino inspirou diferentes artistas ao longo da história. Relembrando algumas obras em que ele é representado de uma maneira mais crua, no entanto sublime, o crítico de arte Johathan Jones realizou uma seleção das obras mais bonitas de nudez de mulheres. A lista foi publicada no jornal britânico “The Guardian”, e conta com obras de diferentes estilos e formatos. A primeira colocada é a pintura clássica de Ticiano, “Vênus de Urbino” (1538), seguida do retrato contemporâneo “Vivienne Westwood” (2013), de Juergen Teller. O terceiro lugar é ocupado pela famosa “Louise O’Murphy” (1752), de François Boucher, uma representação da amante do Rei Luís XV, da França.

SuperlistasHistória 10 detalhes absolutamente chocantes sobre a morte de Marilyn Monroe

A morte da estrela de Hollywood Marylin Monroe gerou um grande impacto no mundo todo, principalmente pela forma misteriosa em que tudo ocorreu.

Marylin morreu em 5 de agosto de 1962 em sua casa na Califórnia, por conta de uma overdose de drogas. A seguir você irá conferir 10 detalhes absolutamente chocantes sobre sua morte. Alguns deles são definitivamente chocantes:

 

10 – De acordo com os relatórios médicos, Monroe morreu de uma overdose de pentobarbital

Pentobarbital é um medicamento hipnótico, que agora é usado na eutanásia. No entanto, os traços dessa substância na autópsia não foram encontrados. Os médicos explicaram que isso ocorreu pelo fato de que o corpo de um viciado em drogas metaboliza muito mais rapido a substância do que o de um não usuário.

9 – Naquela noite a governanta de Marilyn havia lavado as roupas de cama

Na chegada ao local da morte pelo sargento de polícia, Dzhek Klemmons, ele encontrou a governanta Yunis Myurrey, que havia lavado as roupas de cama. Um policial disse que ela se comportava de maneira estranhamente evasiva e isso levou à suspeita de que a mulher estava escondendo algo.

8 – Na noite de sua morte, Marylin estava no telefone com seus amigos e conhecidos

Entre eles estava Peter Lawford, cunhado de John F. Kennedy. Em suas palavras, era claro que Marilyn estava sob a influência de drogas. Tais inconsistências no depoimento da testemunha e do médico, que alegou que o corpo estava limpo, provoca suspeitas terríveis.

7 – Desde os anos 70, as autoridades têm tentado permanecer em silêncio sobre quaisquer teorias da conspiração envolvendo a morte de alguma celebridade

A primeira pessoa a questionar a aleatoriedade da morte da atriz foi Norman Mailer. O homem sugeriu que foi a relação com o presidente dos Estados Unidos que levou Monroe a um triste fim. Ele afirma que Marylin esteve envolvida no plano de morte do presidente e de seu irmão, que ocorreriam no ano seguinte de sua própria morte. Teorias abundam a esse respeito, mas nada comprobatório.

6 – Antes de sua morte, Marilyn estava de bom humor

Era aproximadamente 19:15 quando Marylin falou com Joe DiMaggio Jr. sobre notícias de sua ruptura com uma garota que Monroe não gostava. De acordo com a governanta, ela estava feliz por isso.

5 – A visita da polícia não foi a primeira

Quando a polícia chegou, a casa já havia sido visitada por um psiquiatra e médico, Greenson Hyman Engelberg.

4 – O misterioso caso novamente revisado em 1982

Sob pressão da opinião pública, bem como por causa da infinidade de teorias da conspiração, o procurador geral da Califórnia foi forçado a reconsiderar o caso da morte de Marilyn. Os materiais possuem 29 folhas de texto e 3,5 meses para serem revisados.
Como resultado, o promotor concluiu que não houve adulteração e realmente foi um suicídio.

3 – O relato da empregada mudou várias vezes

Murray inicialmente disse à polícia que por volta de 03:00 tinha notado a luz acesa no quarto de Monroe decidiu chamar seu psicólogo. Às 4:25, ela chamou a polícia. No entanto, de acordo com impressões de chamadas, o psicólogo foi chamado à meia-noite.
Então ela mudou ligeiramente testemunho sobre a morte da proprietária da casa. Tudo isso mostra mentiras nos relatos criminais.

2 – A estrela estava de casamento marcado

Joe DiMaggio e Marilyn Monroe casaram-se em 1954. O casamento acabou, mas Joe e Marilyn permaneceram bons amigos. Quando a atriz se internou em um hospital psiquiátrico em 1961, ela recorreu a Joe e ele então a tirou de lá.
A relação melhorou e eles decidiram tentar de novo. O casamento foi planejado para 08 de agosto, três dias depois do dia em que Marylin morreu.

1 – Joe DiMaggio proibiu a entrada de celebridades no funeral de sua ex-mulher

Joe DiMaggio fez um funeral fechado, e não convidou estrelas de Hollywood. Ele acreditava que essas pessoas levaram Marilyn ao suicídio. A estrela estava vestida com um vestido verde de Emilio Pucci e seu maquiador pessoal, Uayti Snayder, fez sua arte em seu rosto pela última vez.

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: misteriosdomundo