Como reconhecer uma notícia falsa antes de compartilhá-la com seus amigos

As notícias falsas não são nenhuma novidade, mas nas últimas semanas falou-se muito sobre elas. Segundo alguns veículos de comunicação, esses boatos poderiam ter influenciado os resultados das eleições norte-americanas.

Embora a afirmação seja discutível, é fato que a campanha foi muito polarizada e teve, além disso, um elevado componente emocional: poucas vezes os candidatos geraram sentimentos tão confrontados como Donald Trump e Hillary Clinton, o que teria contribuído para que as notícias fossem ainda mais comentadas e compartilhadas. As autênticas e as falsas.

Os sites que teriam criado e distribuído essas mentiras teriam agido por motivação política, mas também econômica: essas matérias chamam a nossa atenção por serem mais sensacionalistas (exemplo: Clinton vendeu armas ao Estado Islâmico) e, além disso, como a notícia é inventada, o título não precisa competir com os de outros veículos sobre o mesmo tema.

Identificar uma notícia falsa nem sempre é fácil. Em caso de dúvida, estes são seis sintomas que deveriam pelo menos nos fazer suspeitar.

1. A notícia é boa demais para ser verdade.
Em abril circulou uma citação de Dom Quixote que parecia se adequar com perfeição àquilo que alguns pensam sobre o partido espanhol Podemos. Falava inclusive de marionetes e cavalgadas, como se Cervantes tivesse antevisto a polêmica do último 6 de janeiro. Obviamente, tratava-se de uma falsa citação.

Também parecia quase perfeita a história de uma caçadora que posava com um leão que havia abatido e que, em plena gravação do vídeo, era atacada por outro leão, no que parecia um ato de justiça animal. Era, na verdade, parte de um experimento.

Às vezes, estas histórias têm origem em piadas, como a frase de Fidel, também falsa, em que dizia que Cuba reataria com os Estados Unidos quando este país tivesse um presidente negro, e o Papa fosse latino-americano. E, não, Castro tampouco disse que só morreria depois de assistir à destruição dos Estados Unidos.

De fato, e numa linha muito similar, muitas vezes são levadas a sério publicações assumidamente satíricas. A intenção de veículos como Sensacionalista e The Onion não é, nem de longe, enganar ninguém, e sim parodiar a atualidade (e seu tratamento jornalístico). Mas se não conhecermos o site, ou, pior, se for difundido em outro veículo sem perceber que se trata de conteúdo humorístico, corremos o risco de nos confundir.

Em geral, é preciso desconfiar de histórias que encaixam de uma forma tão perfeita que parecem pré-fabricadas. Em geral, são mesmo.

2. Não há fontes mencionadas.
O melhor do boato do Quixote é que era facilmente comprovável: bastava ir ao site gutenberg.org, procurar a edição online do texto e fazer uma busca do fragmento. Por isso, a maior parte dos boatos e notícias falsas não menciona nenhuma fonte, o que dificulta seu rastreamento.

Por exemplo, um dos boatos mais compartilhados durante as eleições norte-americanas dava conta de que o papa Francisco apoiava Donald Trump. O texto falava de “meios de comunicação”, citava um comunicado sem links e, em algumas versões, chegava inclusive a incorporar declarações de “fontes próximas ao Papa”, mas sem dar nomes.

Também é preciso desconfiar se a fonte é alguma variante do clássico “um amigo de um amigo”. Ou seja, se são citados dados vagos, como “todo mundo conhece alguém que…” ou “já vi muitos casos de gente que…”. No mínimo, é muito possível que o autor esteja extrapolando a partir de casos episódicos, ignorando qualquer outra informação que contrarie sua versão.

Às vezes, atribui-se a declaração a um veículo para lhe dar credibilidade, como ocorreu com a também falsa declaração de Trump de que “os republicanos são os eleitores mais estúpidos”. Pelo menos nesses casos, pode-se recorrer à fonte citada para confirmar ou não a informação.

Se o possível boato for uma foto, pode-se procurar a imagem no Google Images – usando inclusive filtros por data, para evitar o ruído gerado no buscador nos dias em que esse material é notícia. Às vezes, trata-se de fotos publicadas previamente e que nada têm a ver com a suposta notícia. Essa busca também pode ajudar a identificar montagens.

No caso de notícias sobre virais, como vídeos, fotos e outros, é importante que o veículo tenha conversado com o autor da publicação original. Às vezes, trata-se de conteúdo humorístico ou de montagens que podem ser levadas a sério quando tomadas fora de contexto.

3. O resto do site tampouco parece confiável.
Se a notícia continua parecendo suspeita, outras três coisas podem ser comprovadas muito facilmente sem sair do site que a publicou:

O veículo. Obviamente, os veículos de comunicação convencionais também publicam notícias falsas, mas por engano e ocasionalmente, não de forma sistemática e porque seja parte do seu modelo de negócio, como ocorre em outros casos. Agora, é verdade também que, quando um veículo respeitado comete um erro desse tipo, as consequências são piores, porque em geral se confia mais nessa publicação.
Se não conhecemos o veículo, frequentemente basta dar uma olhada na capa para saber se o resto das suas notícias parecem confiáveis, ou se estamos diante de uma publicação satírica ou fanaticamente partidária. Segundo uma reportagem do Buzzfeed, essa última categoria difunde entre 19,1% e 37,7% de notícias falsas, enquanto nos veículos tradicionais analisados (CNN, ABC e Politico) o percentual não chegava a 1%.

A URL. Muitas notícias falsas sobre as eleições foram divulgadas por meio de sites que imitavam os endereços de veículos de comunicação, mas que não eram autênticos, como bbc.co em vez de bbc.com. Além disso, nas redes sociais, as contas podem ser identificadas: se aparece o selo azul ao lado do nome no Twitter e no Facebook, pelo menos sabemos que se trata da página oficial da publicação.

4. Não foi publicada em outros veículos.
Se uma informação apareceu em outros veículos de comunicação, é menos provável que seja falsa. Obviamente, pode se tratar de uma notícia exclusiva, mas, mesmo nesses casos, é provável que outros veículos a repercutam. Por outro lado, não se pode descartar que o boato se reproduza sem que ninguém tenha tomado o cuidado de tentar confirmar sua veracidade.

No caso de informação política, uma boa ideia pode ser buscá-la também em veículos que tenham uma outra linha editorial. Mas a distorção não é necessariamente apenas da parte do veículo: muitas vezes, nós acreditamos naquilo em que queremos acreditar. É muito fácil questionar os boatos que contradigam as nossas ideias, mas não vemos nenhum inconveniente em dar como certos aqueles que as reforçam.

5. Lembra alguma coisa. Muitas dessas notícias seguem um esquema que já foi utilizado em outras ocasiões.
Frequentemente, é possível até mesmo rastrear a origem dessas notícias falsas em lendas urbanas clássicas, como a história de Ricky Martin e a geleia, cuja primeira versão aparece em um relato humorístico dos anos 50.

Podemos lembrar, também, a carta falsa do prefeito de Zaragoza explicando que não proibiria a carne de porco nos restaurantes das escolas a pesar dos pedidos dos muçulmanos, um boato que já havia circulado na França e na Bélgica. Algo semelhante aconteceu com as histórias que diziam que o Facebook passaria a ser pago, assim como as correntes que ameaçavam com o fechamento do Messenger e do Hotmail. Em outras histórias, como a da suposta “camisinha armadilha”, encontramos analogias com mitos de várias culturas (a vagina dentada).

6. O Snopes a desmentiu antes.
Este conselho aparece no final, mas bem poderia ser a primeira coisa a fazer. Este site é a principal ferramenta na hora de confirmar ou desmentir um boato, pelo menos em língua inglesa. Para mencionar alguns exemplos recentes, a origem do Black Friday não está na venda de escravos e Donald Trump não ganhou no voto popular, apesar do que disseram algumas notícias falsas. Há também alguns casos clássicos, como o das galinhas de quatro coxas da Kentucky Fried Chicken. O site também contém um banco de dados com os veículos que divulgam notícias falsas.

Logicamente, uma notícia pode ser autêntica e também engraçada. Ou pode seguir um esquema que lembre o de outras grandes histórias. Ou pode ser publicada em um veículo do qual não sabemos nada. Por vezes acontece de a realidade acabar imitando as lendas urbanas. Muitas boas atraem a atenção justamente por esses motivos. Mas quando vários desses indicadores aparecem juntos, convém no mínimo desconfiar.

*Por Jaime Rubio Hancock
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*Fonte: elpais

Metadados: suas fotos online revelam mais informações do que você imagina

frase “uma imagem vale mais que mil palavras” nunca fez tanto sentido quanto na internet. Isso porque os arquivos de fotos online armazenam metadados que revelam muitas informações, como data e horário em que a foto foi tirada, além da marca do equipamento utilizado na captura. Quando o dispositivo possui GPS, os metadados ainda informam a localização exata de onde a fotografia foi registrada.

É verdade que essa série de dados ajuda profissionais e usuários a organizar melhor seus álbuns. No entanto, essas mesmas informações podem ser usadas para expor a sua privacidade. Quem tiver acesso a elas pode saber qual é a sua rotina, os locais que você mais frequenta, o endereço da sua casa e por aí vai.

E a pessoa não precisa ter acesso direto ao dispositivo para ter conhecimento dos metadados. Se você publicar uma foto em algum blog sem ocultar essas informações, é possível que qualquer usuário acesse os metadados dela. Nesse sentido, antes de publicar ou enviar fotos para alguma pessoa na internet, procure limpar esses dados. Veja como fazer isso abaixo:

Acessando os metadados

Primeiramente, é importante saber o caminho para encontrar os metadados das fotos armazenadas em seu dispositivo. Em um computador Windows, por exemplo, basta clicar com o botão direito no mouse sobre o arquivo de imagem. Lá, vá até a opção “Propriedades” e, na sequência, “Detalhes”. Nessa seção é possível visualizar informações do equipamento, data, horário e até a localização de onde a fotografia foi capturada.

Nos dispositivos móveis, o processo pode variar um pouco conforme o modelo e o sistema operacional. Mas, basicamente, basta abrir o aplicativo de galeria de imagens do aparelho e localizar a opção “Detalhes” para ter acesso aos metadados de cada foto.

Por fim, existem serviços online que fazem esse trabalho. Em sites como Metapicz e AddictiveTips basta fazer o upload de uma imagem ou inserir a URL da foto para visualizar todas essas informações.

Ocultando os metadados

O processo para limpar os metadados das fotos é muito simples. Sem instalar nada em computadores Windows, você precisa ir a “Propriedades” > “Detalhes” do arquivo de imagem e clicar no botão “Remover propriedades e informações pessoais”.

Para fazer o mesmo nas fotos de smartphones e tablets, você pode recorrer a alguns aplicativos, como Exif Eraser (Android) e Metapho (iPhone).

Relação dos metadados e redes sociais

A empresa de segurança digital Kaspersky Lab realizou testes para saber quais redes sociais expõem os metadados das fotos dos usuários. Nesse experimento, chegou à conclusão que Flickr, Google+ e Tumblr não deletam as informações das imagens publicadas em suas plataformas.

Já Instagram, Facebook e Twitter apagam esses dados logo que o usuário publica uma foto. Aqui, é importante ressaltar que essas redes sociais limpam os metadados, mas conservam uma cópia dessas informações para uso próprio.

Portanto, o ideal é que você limpe todos os dados de uma imagem antes de publicá-la em qualquer plataforma. O mesmo vale para quando você for enviar uma imagem para alguma pessoa via e-mail ou WhatsApp, por exemplo.

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*Fonte: segurançauol

Não se brinca com a natureza

Esta praia em Nusa Penida, Kelingking, é conhecida por suas ondas enormes, que podem chegar a 6 metros. Muitos turistas já foram arrastados por suas ondas. E a dica do Discover Earth (de onde veio essa imagme) é bem básica mas super importante sempre:

Sempre certifique-se de estar seguro e permanecer extremamente consciente de seu entorno, quando visitar lugares assim.

7 sonhos que você definitivamente não deve ignorar, segundo psicólogos

Desde o começo dos tempos, a humanidade tem tentado resolver os mistérios que envolvem os sonhos. Existe até mesmo um campo da ciência para estudá-los chamado de Onirologia. Muitas pessoas interpretam os sonhos por um viés esotérico, buscando nos livros de interpretações os sinais e os significados por trás deles.

Entretanto, alguns psicólogos acreditam que os nossos sonhos refletem com precisão nossa condição atual e que nosso subconsciente poderia estar nos enviando mensagens enquanto dormimos. Pensando nisso, trouxemos para vocês, alguns dos tipos de sonhos os quais não deveríamos ignorar. Confira!

1 – Sonhar que está caindo

Segundo Ian Wallace, psicólogo, sonhar que estamos caindo simboliza o medo de perder o controle. No entanto, existem coisas em nossa vida que são impossíveis de controlarmos. Por isso, é importante fazer uma reflexão a respeito de que área da sua vida (trabalho, relacionamentos, finanças, saúde etc.) você sente que está vulnerável ou reprimido.

Segundo a ciência, sonhar que estamos caindo acontece à medida que mergulhamos no sono, o sistema nervoso começa a se acalmar, pressão arterial e batimentos cardíacos diminuem e o cérebro, percebendo essas mudanças, pode interpretá-las como perigo, lhe fazendo acordar.

2 – Dentes caindo, ferimentos e morte

Nosso subconsciente interpreta os dentes como uma arma, indicando força. Sonhar que seus dentes estão caindo pode acontecer porque você possa ter se sentido desarmado/indefeso recentemente no mundo real, conforme explica Penney Peirce. A especialista em sonhos, Patricia Garfield, também diz que sonhar com queda de dentes pode significar raiva reprimida. Talvez esteja na hora de você se livrar de sentimentos negativos.

Sonhar com pessoas queridas doentes ou morrendo do ponto de vista da psicologia não é tão ruim assim. Eles podem estar nos mostrando sobre nosso medos do futuro e das mudanças inevitáveis, que acontecem com aqueles ao nosso redor. Quando sonhamos que estamos morrendo, isso pode significar que algo em nós está morrendo e ficando no passado, dando espaço para algo novo.

3 – Falhar em um exame ou na frente das pessoas

Algumas pessoas sonham que estão prestes a fazer uma prova/exame e, de repente, não se lembram de mais nada ou não conseguem dizer uma palavra durante um discurso em público. Eles acontecem porque você pode ter tido algum estresse um pouco antes de ir dormir ou talvez esteja extremamente preocupado com algo. Se for o caso, tire um momento pra você. Relaxe.

4 – Roupas inadequadas ou ausência delas

No sonho, você aparece em um local público completamente pelado ou usando roupas inapropriadas. Quando esses sonhos acontecem, é importante nos atentarmos aos sentimentos que experienciamos neles. Estes tipos de sonho, geralmente, são seguidos por um sentimento de vergonha e constrangimento.

“Isso significa que você se sente vulnerável em seu novo emprego ou em seu novo relacionamento e tem medo de que os outros aprendam sobre suas fraquezas e desvantagens”, afirmou Wallace. No entanto, se ao invés destes sentimentos, você sentir orgulho de si mesmo, aí a história muda de rumo. Talvez, você esteja sentindo falta de reconhecimento sobre seus talentos e personalidade.

5 – Ser perseguido ou importunado

“Pessoas que tendem a evitar conflitos, que têm medo de irritar as pessoas ou causar problemas, terão sonhos recorrentes de que estão sendo perseguidas”, afirmou Lauri Loewenberg, especialista no campo dos sonhos. Por isso, é importante prestar atenção naquilo que está lhe perseguindo. Eles, comumente, simbolizam um sentimento desagradável ou uma situação a qual você tenta não pensar na vida real.

6 – Catástrofes ou apocalipses

Estes sonhos podem indicar problemas pessoais que ficaram fora de controle ou são resultado de se sentir ameaçado(a) por algo. Obviamente, os noticiários sobre catástrofes e atentados terroristas contribuem e pioram toda a situação. Como resultado disso, nós acabamos nos sentindo vulneráveis no mundo moderno.

7 – Estar atrasado

Quem nunca sonhou que estava correndo atrás de um ônibus ou trem partindo, ou ainda que estava atrasado para uma reunião importante? Segundo Michael R. Olsen, este tipo de sonho pode simbolizar o medo de perder algo muito importante, como seu relacionamento ou a educação de seu filho, por exemplo.

Se você estiver sobrecarregado e não tiver muito tempo para realizar suas atividades na vida real, seu subconsciente pode estar lhe alertando que talvez seja o momento de você reavaliar seu dia a dia e encontrar tempo para as coisas que lhe são realmente importantes.

*Por Jesus Galvão

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Cozinhar e guardar arroz para comer mais tarde pode cultivar bactéria mortal

Um prato de arroz cozido não faz mal para ninguém, não é mesmo? A resposta para essa pergunta depende da forma de armazenamento. Aparentemente, este grão inocente tão presente no dia a dia dos brasileiros pode fazer bastante mal se não for guardado corretamente.

De acordo com Benjamin Chapman, especialista em segurança alimentar da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, cozinhar o arroz não necessariamente mata todos os patógenos que podem estar à espreita.

“O problema é que um patógeno, o Bacillus cereus, é bastante prevalente no arroz seco, provavelmente como esporo. Os esporos podem sobreviver ao cozimento. Se o arroz cozido for subsequentemente mantido à temperatura ambiente, os esporos podem sair da sua forma protetora, germinar e as formas vegetativas se multiplicam. O ambiente de arroz cozido fornece uma grande quantidade de água e nutrientes para o crescimento. Como um subproduto do crescimento, eles criam um par de toxinas, incluindo uma estável ao calor”.

Embora não esteja claro exatamente por quantos casos de intoxicação alimentar o Bacillus cereus é responsável, um estudo estimou uma incidência de 63.623 casos por ano. Felizmente, colocar qualquer sobra de arroz na geladeira depois que você aproveitou seu prato deve manter todo mundo seguro.

De acordo com um artigo da Epidemiology and Infection, o arroz cozido deve “ser mantido quente” (acima de 63°C) ou “resfriado rapidamente e transferido para uma geladeira dentro de 2 horas depois de ser cozido”. Na verdade, a zona de temperatura mais perigosa é o intervalo entre a “temperatura ambiente e o aquecimento” (entre 15 e 50°C).

Além de refrigerar qualquer arroz caseiro, um senso de vigilância é útil quando jantar fora. De acordo com o cientista de alimentos Donald Schaffner, da Universidade Rutgers, também nos EUA, alguns restaurantes “cozinham um grande lote de arroz e o mantém à temperatura ambiente durante todo o dia” e, em seguida, pegam porções deste lote, conforme necessário.

“Uma vez que o Bacillus faz uma toxina estável do calor, esta não é uma boa prática, que já conduziu a surtos no passado”, explica ele. “Estável ao calor” significa que a toxina pode sobreviver à ebulição e, uma vez que o alimento é refrigerado na “zona de perigo” de 15 a 50°C, as bactérias podem se multiplicar, produzindo ainda mais da toxina. Arroz de sushi, Schaffner observa, não deve ser um problema, já que vinagre é adicionado para diminuir o pH, permitindo que ele seja mantido em segurança à temperatura ambiente.

Em suma, a melhor maneira de manter a si e seus entes queridos seguros do Bacillus cereus e do estrago que ele pode causar é refrigerar quaisquer restos dentro de duas horas depois de cozinhar e verificar como seus restaurantes favoritos preparam e armazenam cada lote de arroz.

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*Fonte: gooru

Atenção: Acabaram de descobrir que o Facebook salva suas ligações telefônicas e SMSs

O Facebook está vivendo uma das maiores crises de credibilidade de sua história. Ao lado da empresa Cambridge Analytica, a rede social está no centro de uma polêmica sobre violação do direito de privacidade de seus usuários e que já rendeu perdas de 50 bilhões de dólares, mais de R$ 165 bi.

A denúncia ganha agora novos capítulos, apontando uma das formas usadas pela empresa para coletar dados dos usuários, o arquivamento de mensagens de texto, registro de duração de ligações e até o registro de telefonemas não atendidos.

Com escândalos, Mark Zuckerberg já perdeu mais de R$ 160 bi

“Você gostaria de fazer o download de uma cópia de suas informações do Facebook?”

De acordo com o jornal britânico The Guardian, a partir desta pergunta foi possível descobrir a tática usada pelo Facebook de coletar informações confidenciais. Ao oferecer a opção desativar em detrimento de excluir a conta, a rede social acomoda os dados de cada usuário em uma espécie de “lixeira”, que foi descoberta a partir do download do conteúdo privado.

No Twitter, o usuário Dylan McKay disse que entre outubro de 2016 e julho de 2017, o Facebook detinha os metadados de todas as ligações feitas em seu telefone celular. Incluindo datas e duração de cada chamada. Outras pessoas também reportaram violações de sigilo, como informações sobre dia do aniversário, contatos na agenda telefônica e por aí vai.

Em comunicado, um porta-voz do Facebook justificou a coleta das informações. “A parte mais importante dos aplicativos e serviços facilitam as conexões e a busca por pessoas interessantes. Portanto, na primeira vez que você faz o login pelo celular em um aplicativo de mensagens ou uma rede social, é comum que haja o upload dos seus contatos pessoas”, disse Harry Davies, que apontou ainda que o armazenamento de dados pelo Facebook é opcional.

“As pessoas são alertadas se querem dar permissão ou não para o upload dos dados de seus telefones. É possível deletar ou visualizar as informações a qualquer momento, com o auxílio da ferramenta Download You Information Tool”, encerrou.

Os fatos comprovam o grande valor de informações vistas como banais. No atual cenário de guerra virtual, o gosto, a posição política, os hábitos e cultura das pessoas decidem eleições e rendem grandes quantias para consultoras.

O exemplo mais emblemático é o da Cambridge Analytica, acusada de utilizar dados confidenciais para aplicar em eventos como a eleição presidencial nos Estados Unidos e o Brexit, que optou por desligar o Reino Unido da União Europeia. Steve Bannon, ex-estrategista-chefe do do governo Trump, trabalhou como executivo na empresa.

Investigações apontam o uso de dados confidenciais nas eleições dos EUA

A possível fragilidade do Facebook no controle de informações vem criando uma onda crescente de exclusão de perfis, como a campanha #deletefacebook, que dá corpo para o debate sobre a continuidade da relevância da rede social, especialmente em tempos onde a disseminação de boatos se torna uma ferramenta cada vez mais expressiva.

Em tempo, até um dos fundadores do WhatsApp, Brian Acton, entrou na campanha #deletefacebook em sua conta no Twitter. “É hora deletar o Facebook”. A postagem gerou mais de 35 mil curtidas.

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*Fonte: hypeness

Novas armadilhas transgênicas

Para as transnacionais dos transgênicos não é suficiente ter o monopólio das sementes comerciais e invadir nossos campos e alimentos. Para além disso, querem cada vez menos regulamentações e, aliás, enganar as pessoas com outros nomes para suas novas biotecnologias, tentando afastá-las da rejeição generalizada aos transgênicos. Também avançam agressivamente na tentativa de manipular não somente cultivos, mas também espécies silvestres, para fazer “engenharia genética de ecossistemas”, o que pode provocar o desaparecimento de espécies inteiras.

*A reportagem é de Silvia Ribeiro, pesquisadora do grupo ETC, publicada por La Jornada, 17-02-2018. A tradução é do Cepat.

Todos estes delineamentos estratégicos da indústria biotecnológica transnacional se refletem na nova normativa que a comissão de biossegurança do Brasil (CNTBio) aprovou no dia 15 de janeiro de 2018. Com ela, a CNTBio abriu as portas para que produtos derivados do que chamam “tecnologias inovadoras de melhoramento de precisão” possam ser considerados não OGM (organismos geneticamente modificados) e que cheguem ao campo e aos consumidores sem passar pela avaliação de biossegurança e sem ser rotulados.

A estratégia de que os produtos de novas biotecnologias não sejam considerados OGM, para evadir as leis de biossegurança, não é nova. Nos Estados Unidos, já foi aplicada a alguns produtos, como cogumelos manipulados geneticamente com a biotecnologia CRISPR-Cas9. Na Europa, a discussão sobre as novas biotecnologias ocorre há alguns anos e ainda não foi resolvida, embora tudo indique que a União Europeia não permitirá que escapem da regulamentação, ao contrário, poderia resultar em mudanças nas leis para fazer avaliações de risco mais exigentes, pelas novas ameaças que estas tecnologias apresentam. Por outro lado, em 2015, a Argentina estabeleceu uma normativa sumamente geral e frouxa, que permite isentar de avaliação de biossegurança os produtos de várias novas biotecnologias.

O novo e muito preocupante com a resolução da CNTBio, no Brasil, é que além de tudo isso, estabelece explicitamente um canal para aprovar a liberação de impulsionadores genéticos, chamados de “técnicas de redirecionamento genético”, mas, para não deixar dúvidas, em inglês, escreve-se ‘gene drives’. É o primeiro país no mundo que estabelece canais para liberar no meio ambiente tais tipos de OGM altamente perigosos.

Trata-se de uma tecnologia traçada para enganar as leis naturais da herança, fazendo com que toda a progênie de plantas, insetos e outros animais que sejam manipulados com impulsionadores genéticos (gene drives) passem forçosamente esses genes modificados à totalidade de sua progênie. Se a manipulação é para produzir, por exemplo, somente machos (o que já estão tentando com insetos, ratos e plantas), a população – ou até a espécie – poderia se extinguir rapidamente. Uma vez liberados no meio ambiente, os seres vivos que tenham sido manipulados com esta tecnologia não respeitarão fronteiras, razão pela qual os países limítrofes com o Brasil deveriam se preocupar, agora mesmo, com esta ameaça.

Todas as novas biotecnologias englobadas nestas normativas do Brasil e Argentina são formas de engenharia genética que trazem novos riscos e incertezas. O fato de que tenham ou não inserido genes de outras espécies – como acontece com os transgênicos que já estão no campo –, ou que a inserção seja em um lugar mais exato, como afirma a indústria, não significa que não tragam riscos, inclusive maiores que os existentes. A Dra. Ricarda Steinbrecher, da Federação de Cientistas da Alemanha, explica que continuam sendo mudanças artificiais nos genomas dos organismos, sobre cujas funções há grandes lacunas de conhecimento. É possível produzir inserções ou silenciamento de genes “fora do alvo” – ativando ou desativando funções importantes nos organismos – que produzirão impactos imprevisíveis nos organismos, no meio ambiente e no consumo.

Assim como na Argentina, esta decisão no Brasil, que implica tantos riscos e impactos, foi tomada como uma simples decisão administrativa, de uma comissão “técnica” – na qual a indústria de transgênicos tem pesada influência –, sem intermediar consulta aos camponeses, consumidores e muitos outros que possam ser afetados, nem passar por instâncias legislativas.

Diante desta situação, os maiores movimentos e organizações rurais do Brasil, reunidos na Articulação Nacional de Trabalhadores, Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas – uma ampla coordenação que inclui o Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Articulação Nacional de Agroecologia, entre outras 19 organizações nacionais –, emitiram uma carta pública de denúncia e protesto, onde rejeitam a decisão da CNTBio e alertam que o Brasil se tornaria o primeiro país do mundo a considerar a liberação de impulsionadores genéticos, tecnologia que não foi permitida em nenhum outro país, e que Nações Unidas considera, inclusive, como uma arma biológica.

Além disso, destacam que os impulsionadores genéticos, tecnologia financiada principalmente pelo Exército dos Estados Unidos e a Fundação Gates, favorecerão principalmente as transnacionais de agronegócios, que buscam com esta tecnologia restabelecer a susceptibilidade das ervas invasoras que se fizeram resistentes a seus agrotóxicos, para aumentar suas vendas e, de passagem, os devastadores impactos destes sobre saúde, terras e águas. Ou poderão buscar o que as empresas considerem “pragas” nos campos, o que teria impactos muito negativos nos ecossistemas e nos sistemas de cultivo camponeses e agroecológicos. Esta medida no Brasil é apenas o começo do que poderia continuar em outros países. Urge se preparar, e como no Brasil, resistir estas novas armadilhas das indústrias transgênicas.

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*Fonte: institutohumanitasunisinos

Karma: Você entenderá o dano que causou quando sofrê-lo

Alguma vez você já teve a sensação de que a vida estava lhe pagando com uma moeda que esteve anteriormente na sua mão? Como se em um momento anterior tivesse sido você quem a lançava no ar, procurando a sua melhor versão e fugindo, de forma egoísta, das conseqüências do seu paradeiro.Uma coisa semelhante acontece com o karma: o que vai sempre volta.

Às vezes parece que só as atitudes ruins que prejudicaram alguém são devolvidas, e que quando fizemos coisas certas estas ficaram no vazio. O que acontece é que os eventos prejudiciais nos marcam mais e é por isso que são lembrados a vida toda, gostemos ou não, tanto se você está destinado a ser faca, como se está destinado a ser ferida.

“Aprendi que quando fazemos mal as coisas – e eu arrisquei com ela tudo de bom que eu tinha com outra mulher – o karma paga à vista, sem demora, tudo o que você quebrou no coração de outra pessoa, devolve o seu investimento e o faz com feridas.”
-Marwan-

A palavra Karma significa “fazer/ação”

O karma significa “fazer e recolher todo o campo de ações físicas, verbais e mentais”. Para entendê-lo, é como se tudo o que se faz desprendesse uma espécie de energia que nos acompanha, positiva ou negativamente. Nossas ações voltam não em forma de atitudes, e sim de energia e equilíbrio.
É justamente por isso que quando prejudicamos alguém não somos conscientes da magnitude da dor até que a soframos na sua mesma posição: achamos que podemos fazer e desfazer sem compreender que o jeito de receber os fatos para uns e para outros é diferente.

Dizemos: isto é karma. Me devolveu o que eu fiz e o fez com um a mais. Agora somos conscientes da realidade completa do que fizemos e a lição valerá para sempre.

A lei de causa e efeito

A lei de causa e efeito nos ensina – entre outras coisas – que é mais difícil compreender o efeito do que provocar a causa: quando tomamos uma decisão na qual estão envolvidas outras pessoas, as consequências podem ser nefastas. Pensemos por exemplo em um relacionamento no qual existe infidelidade: quem comete a infidelidade somente entenderá o que causa quando tiver que vivê-lo na situação oposta.Contudo, esta mesma lei também serve para o karma positivo, mesmo que muitas vezes não tenhamos consciência: preocupar-se com o que acontece, tentar fazer com que o mundo das pessoas que gostam de nós seja mais feliz, implica uma áurea positiva que voltará em outras formas de alegria.

“Todas as coisas que saem de você voltam para você, portanto não é preciso se preocupar com o que você irá receber, é melhor se preocupar com o que você vai dar.”

Neste sentido, sob a ideia de karma está a inteligência de “quem faz o bem sem olhar a quem”, como costuma-se dizer. O “bem olhado” leva em consideração que nas suas decisões podem estar as emoções dos outros.

Construir, construir-se

O conceito de karma nos ajuda a edificar o nosso amanhã e a nos construirmos por dentro, pois como explicamos anteriormente os “hoje” podem ser parte das circunstâncias que tenhamos que enfrentar no futuro. Isto é, na maioria das vezes colhemos o que plantamos, em maior ou menor medida.

“A vida não tem sentido, você é que dá o sentido segundo o que você fizer, de acordo com as suas paixões.
Você constrói o universo na sua medida.”
-Walter Riso-

E por este motivo damos sentido ao que nos acontece e entrelaçamos alguns fatos com outros porque tudo parece estar unido por fios que se mantêm em forma de emoções.

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*Fonte: revistapazes

Criminosos digitais vendem dados pessoais de mais de 6 milhões de perfis do Instagram

Se você é um dos 700 milhões de usuários ativos do Instagram, é melhor tomar algumas atitudes, como alterar sua senha de acesso e prestar atenção em acessos indevidos. Isso porque, no início deste mês, criminosos digitais aproveitaram uma falha de segurança no sistema da rede social e roubaram dados de usuários da plataforma, incluindo logins, senhas e números de telefone.

Para provar a veracidade da invasão, um dos criminosos vazou uma lista com 10 mil credenciais de acesso ao Instagram. No entanto, o grupo de criminosos digitais afirma que o roubo envolve mais de 6 milhões de perfis da plataforma. Entre as vítimas, aparecem políticos, celebridades e até contas de grandes empresas.

A situação piora um pouco mais. O grupo de criminosos criou um serviço online oculto de busca de dados de perfis do Instagram. Com apenas 10 dólares, é possível ter acesso aos dados de uma conta violada.

Especialistas em segurança digital confirmaram a autenticidade dos dados vazados. De fato, telefones, e-mails e senhas pertencem aos usuários. Outra descoberta é que o golpe não foi focado em um único país. Há vítimas dos mais variados países, como Brasil, Alemanha, Austrália, Estados Unidos e por aí vai.

Resposta do Instagram

Embora o estrago já estivesse feito, o Instagram corrigiu, horas depois, a vulnerabilidade que permitiu aos criminosos a violação de dados. A empresa ainda notificou seus usuários sobre o problema e os orientou a ser cautelosos com e-mails, mensagens e até ligações telefônicas.

Faça sua parte

Aqui, é claro que o único culpado pelo roubo de credenciais é o Instagram, que tinha uma brecha em seu banco de dados. Mas você também precisa fazer a sua parte para manter suas informações protegidas.

Além de criar senhas robustas, mesclando números, símbolos e letras maiúsculas e minúsculas, e alterá-las com frequência, procure habilitar a autenticação em dois fatores em suas contas. Assim, você coloca mais um obstáculo e evita o acesso indevido a seus perfis.

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*Fonte: segurancauol

Como baixar todos os dados que o Google tem sobre você

O Google salva todos os dados dos seus usuários e como eles usam os serviços da empresa. Veja como você pode acessar e fazer download desses dados:

  1. Entre em sua conta através do site https://myaccount.google.com/;
  2. Entre na seção “Info Pessoais e de Privacidade”;
  3. Nesta área você pode controlar suas informações pessoais e gerenciar quais dados são particulares e quais são salvos na sua conta. Para fazer o download, vá até “Controlar seu conteúdo”;
  4. Em “Fazer download ou transferir seu conteúdo”, clique em “Criar arquivo”;

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*fonte: olhardigital

Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano

1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT.
Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM).
No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No seguinte gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator.
No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).

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*Fonte: contraagrotoxicos/Regeneración

A Regra dos 4 minutos – Dica para Motociclistas!!!

Uma pesquisa feita nos anos 80 comprovou que a maioria dos acidentes de moto e carro acontecem a menos de 4 minutos de distância do local  de “partida” ou de “chegada”.

Isso acontece porque nosso cérebro entra em piloto automático durante os dois trechos extremos do percurso.Doideira, né!?

Na próxima vez que for pilotar, não esqueça da regra dos 4 minutos e mantenha a atenção o tempo todo.

 

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As pessoas querem que você esteja bem, mas nunca melhor do que elas

Algumas pessoas querem te ver bem, mas não melhor do que elas. Esse tipo de pessoa pode sentir apreço e carinho por você e se alegrar com as suas realizações, desde que o seu sucesso não supere o dela.

Este fenômeno de alta frequência pode ocorrer em diversas áreas: entre colegas de trabalho, entre os membros de uma mesma família, no grupo de amigos e até mesmo entre os casais. Então nos perguntamos: como é possível que isto possa acontecer entre pessoas que supostamente se amam?

Eu lhe respondo. O mundo está cheio de pessoas que se alegram quando as coisas não estão indo bem. Infelizmente, são muitas as pessoas que não suportam o sucesso daqueles que conhecem e preferem menosprezar ou ignorar esse momento de sucesso em vez de compartilhar a comemoração.

 

A armadilha da pressão social

É evidente que não podemos ser imunes a qualquer tipo de pressão social. Somos seres que vivem em sociedade e, como tal, é normal que em algum momento sintamos “pressão” pelas opiniões ou expectativas dos que nos rodeiam.

Vamos analisar uma situação típica. Você está contando para alguém da “sua confiança” quais são os seus objetivos ou ideias, algo que parece ser bom e você tem o carisma suficiente para realizá-los. Muitas vezes essa pessoa não mostra muito interesse, não o incentiva ou até mesmo tenta tirar “essas ideias” da sua cabeça.

 

Se você é uma pessoa que tem medo da rejeição ou de não atender às expectativas dos outros, sempre procura agradar aos demais. Dessa forma, permite que se crie um círculo vicioso como o exemplo abaixo:

1- Eu espero que os outros aprovem as minhas expectativas.

2-  Se não for aprovado, deixo de fazer o que realmente quero (porque acredito que o que eu quero “é absurdo”).

3- A minha autoestima diminui e com ela o meu amor próprio.

4- Eu volto ao ponto 1, pois como tenho uma baixa autoestima, sacrifico as minhas opiniões para adotar os critérios dos outros.

 

Amigos tóxicos que não querem o melhor para você

Aprenda como interpretar estas situações, de modo que reforce a sua capacidade de não se deixar enganar pelas pessoas. Tenha certeza de que a inveja de um amigo ou qualquer ente querido que vive ao seu redor pode ser mais prejudicial do que o ódio de um inimigo.

Um amigo que tenta ofuscar o seu brilho é um amigo que quer controlá-lo, e um amigo que quer controlá-lo é um invejoso. E por que sente inveja? Pode ser por diferentes razões: o seu relacionamento com as outras pessoas, as suas ideias, as suas aspirações, etc.

Na minha opinião, a palavra “tóxico” deveria ser um adjetivo incompatível com a palavra “amigo”. O antídoto para a toxicidade entre os colegas e amigos é aprender a acompanhar e celebrar os sucessos das pessoas ao seu redor, começando pelos amigos e familiares.

 

Aprenda a brilhar sem se sentir mal

Para você que eu não conheço (ou se conheço), quero dizer que existem pessoas que quando entram em uma sala, iluminam tudo com a sua luz. E elas são, entre outras coisas, pessoas humildes que aprenderam a admirar os outros sem se sentirem ameaçadas.

Elas deixaram de caminhar pela vida como uma mala, tomando más decisões somente para agradar o outro. Aprenda a ignorar o mundo e ouvir mais o que está dentro de você. Não deixe que ninguém destrua a sua originalidade e as suas aspirações (mesmo que acreditem que sejam absurdas).

Não perca o seu tempo com projetos medíocres ou que você realmente não quer apenas porque alguém da “sua confiança” fez você duvidar de seus pontos fortes. Não pague o alto preço de se transformar em alguém artificial somente para conseguir o aplauso que você já merece, simplesmente sendo como você é.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa