Arthur Maia (R.I.P.)

A nota triste de hoje é o falecimento de Arthur Maia, por parada cardíaca. Foi um dos maiores expoentes brasileiros na lida com o contrabaixo elétrico. O músico que era sobrinho do lendário Luizão Maia, da banda de Elis Regina, com quem aprendeu as primeiras técnicas no baixo, Arthur acompanhou, ao vivo ou em estúdio, alguns dos nomes centrais da MPB, como como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Benjor, Djavan, Gal Costa, Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Ivan Lins, Luiz Melodia, Lulu Santos e Marisa Monte. Também integrou uma das formações da Banda Black Rio, a banda pop/rock oitentista Egotrip e o quarteto instrumental Cama de Gato, ao lado de Mauro Senise, Pascoal Meirelles e Rique Pantoja.

Descanse em Paz Arthurzinho Maia!

Allen Woody

Neste dia 3 de outubro também foi data de aniversário de um dos meus baixistas preferidos de todos os tempos, o grande Allen Woody (The Allman Brothers Band / Gov’t Mule), o que é uma pena (já é falecido) e estaria então completando 63 anos de idade. Outro dos “grandes” que foi cedo demais. Mas fica aqui o reconhecimento pela seu trabalho e a sua música. R.I.P. Allen Woody!

P. Bass e a porrada mais famosa da história do rock

Confira o vídeo sobre uma das fotos mais icônicas de capa de álbum da história do Rock, sim, obviamente me refiro aqui a capa do The Clash – “London Calling” (1979). A cena clássica de Paul Simonon prestes a dar uma bela “chapuletada” e destruir seu baixo Fender Precision, no chão – fotografia de Pennie Smith. A arte da capa foi uma criação inspirada/tributo a capa de um álbum do rei do rock – Elvis Presley (mesmas fontes, cores e também uma img PB de fundo).

 

Flea fala sobre vício em remédios e drogas em novo editorial para a revista Time

Flea, o baixista do Red Hot Chili Peppers, acaba de escrever um intenso editorial para a Time Magazine falando sobre sua antiga luta contra o vício em medicamentos e drogas.

O texto fez parte da Opioid Diaries, uma série criada pela revista para comentar sobre a gravidade da situação da chamada “crise de opioides” nos Estados Unidos.

“Eu estive envolvido com abuso de substâncias desde o dia em que nasci”, escreveu o músico. “Todos os adultos na minha vida regularmente usavam remédios para esquecer dos problemas, e álcool e drogas estavam por toda parte, o tempo todo”.

Eu comecei a fumar maconha quando tinha onze anos, e então comecei a cheirar, injetar, ingerir, fumar e usar [drogas] ao longo da minha adolescência e até meus vinte e poucos anos.

Flea também comentou sobre como utilizava drogas para lidar com problemas de ansiedade e revelou que só decidiu parar após descobrir que se tornaria pai.

Em seguida, o músico falou sobre como enfrentou novos problemas ao utilizar um remédio que havia sido prescrito pelo seu médico para lidar com uma lesão no braço.

Alguns anos atrás eu quebrei meu braço enquanto fazia snowboard e tive que fazer uma grande cirurgia. Meu médico me curou perfeitamente, e graças a ele eu ainda consigo tocar baixo. Mas ele também me deu dois meses de Oxycontin. O rótulo dizia para tomar quatro por dia. Eu ficava muito chapado quando tomava esse remédio. Ele não só acabava com a minha dor física, como também com todas as minhas emoções. Eu só tomava um por dia, mas eu não estava presente para os meus filhos, meu espírito criativo estava decaindo e eu fiquei depressivo. Eu parei de tomar o remédio após um mês, mas eu poderia ter facilmente conseguido um novo refil.

O baixista comentou que um esforço maior precisa ser feito para monitorar e controlar a prescrição de remédios. “Pessoas perfeitamente sãs ficam viciadas nesses medicamentos e acabam morrendo. Advogados, encanadores, filósofos, celebridades — o vício não se importa com quem você é”.

Vício é uma doença cruel, e a comunidade médica, junto do governo, precisam oferecer ajuda para aqueles que precisam. A vida dói. O mundo é assustador e é mais fácil utilizar drogas que trabalhar tendo dor, ansiedade, injustiça e desapontamento. Mas iniciando com gratidão nos tempos difíceis e valorizando as lições das nossas horas difíceis, nós temos a oportunidade de superar os problemas e nos tornarmos indivíduos mais saudáveis e felizes que vivem acima da forte tentação do vício.

Você pode conferir o texto na íntegra clicando aqui.

Vale lembrar que há alguns dias a viúva de Chris Cornell disse que quando o músico se suicidou, havia tido uma recaída e ingerido um número altíssimo de remédios para dormir. Ela culpou os médicos por dar tantos remédios a alguém que lutava contra o vício neles.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Robert De Leo (S.T.P.)

Ontem foi aniversário do Robert De Leo, o “mano” baixista da banda Stone Temple Pilots, uma das grandes bandas do meu setlist de coração.

E porque o Robert é um cara phoda?
Meu! É só sacar a vibe cool dele tocando, o seu bom gosto para criativas linhas de baixo, seu timbre poderoso, sua técnica e o bom gosto instrumentos bacanudos, sem falar usa o baixo largadão, quase nos joelhos.

Feliz aniversário Robert. E desculpe por não ter postado isso na data certa. Mas tá valendo mermão!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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