P. Bass e a porrada mais famosa da história do rock

Confira o vídeo sobre uma das fotos mais icônicas de capa de álbum da história do Rock, sim, obviamente me refiro aqui a capa do The Clash – “London Calling” (1979). A cena clássica de Paul Simonon prestes a dar uma bela “chapuletada” e destruir seu baixo Fender Precision, no chão – fotografia de Pennie Smith. A arte da capa foi uma criação inspirada/tributo a capa de um álbum do rei do rock – Elvis Presley (mesmas fontes, cores e também uma img PB de fundo).

 

Flea fala sobre vício em remédios e drogas em novo editorial para a revista Time

Flea, o baixista do Red Hot Chili Peppers, acaba de escrever um intenso editorial para a Time Magazine falando sobre sua antiga luta contra o vício em medicamentos e drogas.

O texto fez parte da Opioid Diaries, uma série criada pela revista para comentar sobre a gravidade da situação da chamada “crise de opioides” nos Estados Unidos.

“Eu estive envolvido com abuso de substâncias desde o dia em que nasci”, escreveu o músico. “Todos os adultos na minha vida regularmente usavam remédios para esquecer dos problemas, e álcool e drogas estavam por toda parte, o tempo todo”.

Eu comecei a fumar maconha quando tinha onze anos, e então comecei a cheirar, injetar, ingerir, fumar e usar [drogas] ao longo da minha adolescência e até meus vinte e poucos anos.

Flea também comentou sobre como utilizava drogas para lidar com problemas de ansiedade e revelou que só decidiu parar após descobrir que se tornaria pai.

Em seguida, o músico falou sobre como enfrentou novos problemas ao utilizar um remédio que havia sido prescrito pelo seu médico para lidar com uma lesão no braço.

Alguns anos atrás eu quebrei meu braço enquanto fazia snowboard e tive que fazer uma grande cirurgia. Meu médico me curou perfeitamente, e graças a ele eu ainda consigo tocar baixo. Mas ele também me deu dois meses de Oxycontin. O rótulo dizia para tomar quatro por dia. Eu ficava muito chapado quando tomava esse remédio. Ele não só acabava com a minha dor física, como também com todas as minhas emoções. Eu só tomava um por dia, mas eu não estava presente para os meus filhos, meu espírito criativo estava decaindo e eu fiquei depressivo. Eu parei de tomar o remédio após um mês, mas eu poderia ter facilmente conseguido um novo refil.

O baixista comentou que um esforço maior precisa ser feito para monitorar e controlar a prescrição de remédios. “Pessoas perfeitamente sãs ficam viciadas nesses medicamentos e acabam morrendo. Advogados, encanadores, filósofos, celebridades — o vício não se importa com quem você é”.

Vício é uma doença cruel, e a comunidade médica, junto do governo, precisam oferecer ajuda para aqueles que precisam. A vida dói. O mundo é assustador e é mais fácil utilizar drogas que trabalhar tendo dor, ansiedade, injustiça e desapontamento. Mas iniciando com gratidão nos tempos difíceis e valorizando as lições das nossas horas difíceis, nós temos a oportunidade de superar os problemas e nos tornarmos indivíduos mais saudáveis e felizes que vivem acima da forte tentação do vício.

Você pode conferir o texto na íntegra clicando aqui.

Vale lembrar que há alguns dias a viúva de Chris Cornell disse que quando o músico se suicidou, havia tido uma recaída e ingerido um número altíssimo de remédios para dormir. Ela culpou os médicos por dar tantos remédios a alguém que lutava contra o vício neles.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Robert De Leo (S.T.P.)

Ontem foi aniversário do Robert De Leo, o “mano” baixista da banda Stone Temple Pilots, uma das grandes bandas do meu setlist de coração.

E porque o Robert é um cara phoda?
Meu! É só sacar a vibe cool dele tocando, o seu bom gosto para criativas linhas de baixo, seu timbre poderoso, sua técnica e o bom gosto instrumentos bacanudos, sem falar usa o baixo largadão, quase nos joelhos.

Feliz aniversário Robert. E desculpe por não ter postado isso na data certa. Mas tá valendo mermão!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Suzi Quatro, o baixo e a maldita capa

Não lembro se já comentei mas meu irmão era DJ quando eu era piá (10/12 anos) e por isso sempre teve muitos álbuns (LPs) rolando em nossa casa. Só que nem tudo era maravilhoso, tinha muita de disco music, tranqueiras pop lixo disso e daquilo da época do começo dos 80’s mas também, muita coisa boa de rock clássico. E quando meu irmão não estava por perto, adivinham só quem estava lá mexendo nas suas coisas e LPs (alguns eram emprestados de amigos) e é claro que ele não curtia isso se não estivesse junto.

Então uma das coisas que me marcou dessa época em termos de LPs, além das capas do Led Zeppelin, Kiss (sem dúvida) e do Eric Clapton (curtia muito o som dele), tinha um álbum que me impressionava bastante porque era a de uma mulher bonita e cheia de atitude com um baixo e não uma guitarra, usando uma roupa de couro toda sexy e ainda ela era a dona da banda! Isso era demais.
Claro que eu curtia esse álbum mais por causa da tal foto da capa do que pela música. Tezão de guri, só pode! Era a Suzi Quatro e se me perguntassem naquela época se eu preferia o som dela ou o da da Joan Jett (solo – nem sabia das The Runaways nessa época), não pensaria duas vezes em dizer que era a Suzi Quatro. – PQP! Que guri retardado.

Sim, vem daí a minha história de curtir mais o baixo do que a guitarra. Sério! A tal foto da Suzi Quatro é a culpada de todo esse estrago.

Óbvio que essa fissura pela música dela não durou e na real até tenho vergonha da maioria dela de tão ruins. Ah. Mas ela era gostosa.
*A saber – A Joan Jett é incomparavelmente muito melhor não só em termos de música, guitarra e composições ROCK, como também é mais bonita, até hoje. Mais uma vez cabe um – “que guri de merda” ….. hauhauahuash. Mas não esqueça de que na época ela estav a na mídia, existia aqui no Brasil a revista POP que dava ênfase no rock, numa banda capitaneada por uma mulher, tinha sempre fotos sexy. Tô tentando me defender agora, mas ok, não é fácil.

*Depois de muita procurar achei algumas músicas da Suzi Quatro e mesmo assim, bem meia-boca.
Ahhhhh. Mas a tal foto de capa era legal. Tanto que resolvi procurar por uma img da tal capa. Taí. Até achei outrs que devem ajudar e embasar o meu argumento de que ela era mesmo bem sexy.

 

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Jaco Pastorius

Esta semana também foi data também de aniversário do ameriacano Jaco Pastorius, uma dos maiores e mais influentes baixistas de toda a história da música, principalmente se pensarmos em termos de jazz. Jaco que faleceu por traumatismo craniano, quando de uma briga com um segurança de casa noturna num show do guitarrista Carlos Santana, em 11 de setembro de 1987, na Flórida (EUA).

Bootsy Collins

Hoje é o aniversário do baixista Bootsy Collins (65 anos), um dos maiores baixistas quando o assunto envolve o groove e a música funk americana. Já participou de inúmeras bandas: The J.B.’s, Parliament-Funkadelic, Bootsy’s Rubber Band, Axiom Funk, Praxis, Material.

Collins faz parte do Rock and Roll Hall of Fame, para o qual foi indicado em 1997 com quinze outros membros do Parliament-Funkadelic.

Um forte abraço, mesmo que há distância e o nosso Feliz Aniversário Bootsy Collins!

*Saca só a discografia do querido:
1976 – Bootsy’s Rubber Band – Stretchin’ Out in Bootsy’s Rubber Band (Warner Bros. Records)
1977 – Bootsy’s Rubber Band – Ahh… The Name Is Bootsy, Baby! (Warner Bros. Records)
1978 – Bootsy’s Rubber Band – Bootsy? Player of the Year (Warner Bros. Records)
1979 – Bootsy’s Rubber Band – This Boot is Made for Fonk-N (Warner Bros. Records)
1980 – Bootsy Collins – Ultra Wave (Warner Bros. Records)
1980 – Sweat Band – Sweat Band – (Uncle Jam/Columbia Records)
1982 – Bootsy Collins – The One Giveth, the Count Taketh Away (Warner Bros. Records)
1988 – Bootsy Collins – What’s Bootsy Doin’? (Columbia)
1990 – Bootsy’s Rubber Band – Jungle Bass (4th & Broadway)
1994 – Bootsy’s New Rubber Band – Blasters of the Universe (Rykodisc)
1994 – Zillatron – Lord of the Harvest (Rykodisc)
1995 – Bootsy’s New Rubber Band – Keepin’ Dah Funk Alive 4-1995 (Rykodisc)
1997 – Bootsy Collins – Fresh Outta ‘P’ University (WEA/Black Culture)
1998 – Bootsy’s Rubber Band – Live in Louisville 1978 (Disky)
2002 – Bootsy Collins – Play With Bootsy (WEA International)
2006 – Bootsy’s New Rubber Band – Live In Concert 1998 (ABC Entertainment / A Charly Films Release)
2006 – Bootsy Collins – Christmas Is 4 Ever (Shout Factory)
2008 – Science Faxtion – Living on Another Frequency (Mascot Records)