The Beatles Rooftop Concert – 50 anos

Hoje completam 50 anos daquele que foi o último show ao vivo dos Beatles. Foi o concerto no telhado da Apple, em 30 de janeiro de 1969.

Esse show para mim é emblemático e importante, faz parte de uma das minha mais remotas memórias musicais dos tempos de “piá”, assistindo a alguma banda de rock na TV.

Claro que assisti isso anos depois do que realmente aconteceu. A RBS TV costumava reprisar seguido num programa chamado Transasom – talvez pela pequena quantidade de vídeos de seu acervo na época. Mas enfim, marcou a minha memória. Ainda bem! Isso tudo muito antes do advento da MTV por aqui. Enfim, o tempo voa, a música mudou muito desde então mas mesmo parecendo birra ou coisa de “velho” – mas era MUITO melhor naquela época do que a grande maioria do que é feita agora.
– Pronto. Falei!

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Cry of Love – “Diamonds & Debris” (áudio)

Sabe aquele álbum que você curte prá caralho de uma banda e que até muitas vezes já nem existe mais, não é muito conhecida ou então não porque cargas d’água não fez “aquele” sucesso todo, mas que de certa forma tem um punhado de ótimas músicas!? Pois é, esse é para mim o caso da banda Cry of Love (pqp, que nome ruim), que tem uma pegada southern rock  bacanuda, ótimos riffs, um boa cozinha (cheia de groove quando convém) e o principal, um ótimo vocalista. Aliás, cabe aqui mencionar – estou pouco me fudendo para essa coisa de curtir bandas famosas e o caralho. Tem muita banda clássica que não aguento mais escutar.

Aí está então a Cry of Love. O primeiro álbum deles fez mais sucesso, Brother (1993), mas eu particularmente já curto mais o segundo e derradeiro álbum da banda, Diamonds & Debris (1997) – talvez porque tem uma sonoridade mais lapidada. Quem sabe os anos de estrada e turnês os tenham deixados mais calejados naquela altura do campeonato.

A banda não existe mais, o excelente guitarrista Audley Feed logo depois foi convocado para fazer integrar uma de minahas bandas preferidas, The Black Crowes, gravou alguns álbuns e depois saiu.

 

*Hey! Dê uma chance aos som dos caras e escute o segundo álbum deles. Se curtir vá atrás do primeiro, Brother, que também é muito bom. Saca só os timbres de guitarra e o festival de riffs, sem esquecer da poderia das baladas. Muito bom, fica dica.