O Grande Livro de Baixo de Geddy Lee

O baixista do Rush, Geddy Lee, está explorando a história de seu instrumento em um livro que está por vir.

O Grande Livro de Baixo de Geddy Lee será publicado em 4 de dezembro, e conta as histórias por trás de 250 baixos famosos e raros, bem como entrevistas com alguns dos mais famosos músicos do instrumento.

Lee passou sete anos trabalhando em Big Beautiful Book of Bass, de Geddy Lee. Ele convocou Richard Sibbald especialmente para fotografar uma grande variedade de baixos, desde aqueles que passaram por anos de uso em palcos ao redor do mundo até instrumentos únicos que mal foram tocados, completos com os pensamentos de Lee sobre eles. Sua própria coleção de baixo, que inclui instrumentos feitos nos anos 50, também é mostrada, mostrando aqueles usados ​​na turnê R40 do Rush e detalhando suas configurações de palco e estúdio de toda a sua carreira.

“Nos últimos sete anos, Geddy se dedicou a estudar a história do instrumento que foi tão essencial para sua carreira, colecionando centenas de baixos de todo o mundo, dos quais 250 são apresentados aqui em detalhes de tirar o fôlego com ótimas fotografias. Completo com comentários pessoais de Geddy que mostra seu conhecimento tanto como músico e aficionado, este volume produzido de forma luxuosa é um olhar revelador sobre os pesos pesados no mundo do baixo-Fender, Gibson / Epiphone, Rickenbacker, Höfner, Ampeg – e luthiers globais menos conhecidos, mas influentes, como Antonio Wandr Pioli, Dan Armstrong e Tony Zemaitis. “

O seu colega de banda, Alex Lifeson, escreveu um dos prefácios do livro; Há também comentários de outros músicos.

Essa não é a única coisa que os fãs do Rush devem esperar. A banda também terá seu próprio Funko Pop! Figuras que caracterizam os três membros em seus trajes de palco dos anos 70, com Lee vestindo um quimono adornado por um dragão e o baterista Neil Peart com um bigode.

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Fonte: ultimateclassicrock

Dingo Bells em Venâncio Aires

Ontem a noite, uma quinta-feira tradicional de cidade interiorana aqui do sul, teve show da banda Dingo Bells. A banda é tida como uma das gratas revelações do rock/música gaúcha nos últimos tempos, não que isso em importe, sou daqueles que precisa ver para crer quando o assunto é banda de rock. Eu já conheço o som dos caras, alías seguido escuto durante o trabalho o seu último álbum – “Tudo vai mudar” (2018), então tranquilo, fui bem de boas assistir a esse show. Mas daí é que veio a chinelada na cara. Já tinha assistido a banda em Santa Cruz do Sul, num desses festivais da cerveja Gaúcha, achei tudo muito bacana, ficou uma boa impressão e tal mas sei lá, talvez não tenha sido realmente capturado pelo som dos caras.

Chego no local do show quase na hora de começar, que aliás, era cedo – (bom isso de show num horário mais “dito normal”, que não começa às 3h da madruga….),  enfim, tudo ok exceto o fato de que achei ter pouco gente. Coisa normal para essa cidade burra culturalmente falando, já cansei de ir em shows que mereciam um público bem melhor por aqui. Se fosse uma dupla sertaneja ou um DJ desconhecido qualquer, estaria lotado o local. Mas enfim, cada um sabe o que faz e as suas escolhas. Mas que essa cidade tem um bom punhado de roqueirinhos de merda, que pouco ou nada entendem além do que a “manada” curte, não participam e nem vão a nada desse tipo de evento – Ah! Tem! Mas direto ao assunto – o show começa e os caras tocam inicialmente várias músicas mais lentas e introspectivas (se é que posso assim chamar). Depois a coisa cresce e incendeiam o local. Cada vez mais intenso até o ponto em que quase num efeito de hipnose, estão com o público nas mãos. Eles sabem das coisas.

Daí fica aquela questão no ar, de que não é preciso viajar longe para se assistir a um bom show, nem muito menos pagar caro o ingresso, camarote ou o escambau, tem muita coisa boa acontecendo e é bem próximo “de você”, basta se ligar, ficar atento. Esse show de ontem foi bem divulgado. Quanto a isso não tem desculpa.
Ontem foi uma ocasião assim, ingresso barato, precisei caminhar apenas algumas quadras de minha casa e acabei assistindo a um dos melhores shows dos últimos tempos. Banda muito bem entrosada, cancheira (que vocais afudê), tocando com “vontade” e com tesão, entregaram de mãos beijadas para nós os sortudos (sim, muita sorte estar ali nesse momento) um super show. Tudo muito bem tocado e próximo ao som do álbum, coisa que até então acreditava de que seria bem difícil de reproduzirem ao vivo ali no palco, porque as suas músicas são cheias de pequenos detalhes aqui e ali. Não é uma banda fácil de compreender o som. Mas acontece que estava tudo lá. Eita! Perfeito.

Depois do show a banda ainda ficou tranquilona, perto do palco atendendo as pessoas para fotos, trocar uma ideia e esse tipo de coisa. Os caras super acessíveis e nada de estrelismos. Muito bom isso. Então é o seguinte, quem foi sabe do que estou falando. Foi um baita show. Ponto. Baita banda. Ponto. Baita noite. Ponto.
Tenho dito.

Grato por mais um show incrível anotado no caderninho da vida.

*Se não conhecem a banda, aqui ó: www.dingobells.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Black Crowes – My Morning Song

Outra dos caras, não aguentei, sexta-feira dia de rock bebê!
Já que este blog paga pau diretaço para The Black Crowes, aqui então uma da banda no auge, num de seus melhores momentos, comendo pelas beiradas quando todo mundo estava de olho no grunge (que eu tbém gosto) e naquela tal Guns & Roses, o rock’n rol de verdade estava aqui. Tem guita slide, tem o mojo do blues, tem muita gana & atitude, tem tudo que uma boa banda precisa e ainda sobra prá janta de domingo. PQP!

Boa sexta para todos vocês!

*Ah! E se por ventura for realmente escutar esse som, já sabe… Aumenta o som, deixa rolar e pau na máquina.