“Júpiter Maçã: A Efervescente Vida & Obra” – livro

É assinada pelos jornalistas Cristiano Bastos e Pedro Brandt, a biografia “Júpiter Maçã: A Efervescente Vida & Obra”. Resultado de uma minuciosa pesquisa jornalística realizada ao longo de mais de dois anos, a obra passa a limpo a trajetória de Flávio Basso, morto em dezembro de 2015 e que completaria 50 anos em 2018.

Para desenvolver esta biografia, os autores consultaram materias como jornais, revistas, livros, sites, gravações de rádio e vídeos de acervos particulares ou disponíveis na Internet. Complementaram o trabalho entrevistas com pessoas próximas ao artista gaúcho, também conhecido por Woody Apple, Júpiter Maçã e Jupiter Apple. A pesquisa ainda levantou um acervo iconográfico que ressalta a complexidade da obra de Flávio Basso.

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*Fonte: correiodopovo

 

27 anos sem Freddie Mercury

Hoje completam 27 anos sem Freddie Mercury, vocalista da super banda Queen. Mas se pensarmos sob uma outra forma, podemos dizer de que sua missão entre nós foi completa e aliás, muito bem sucedida. Até os dias atuais seu legado artístico e musical é fantástico. Descanse em PAZ, Freddie!

Queen – “Under Pressure”

Até hoje uma de minhas favoritas do Queen, simplesmente porque reúne dois grandes vocalistas do rock, de quem sou muito fan – Mercury & Bowie. “Under Pressure” é uma música que por muitos anos me passou desapercebida, esteve sempre lá em Hot Space, um disco meia-boca, digamos assim. Mas isso por que eu curtia mais na verdade eram os tais “rockões clássicos” (antigos) da banda, quando tinha chance de ouvir seus LPS na casa do Tuta, meu amigo e aliás, quem me ensinou a curtir rock de verdade e sempre foi um baita fan do Queen.

Ela é a 11ª faixa do lado B de um álbum que não é para mim lá grande coisa (sim, as minhas referências de audição da banda Queen, me remetem sempre aos dourados tempos do vinil), levando em conta toda a discografia master-fucker da banda. Então levou tempo para “gastar os ouvidos com as tias músicas clássicas” da banda e a partir daí começar a curtir outros sons, que anteriormente me passaram desapercebidos. Daí é que veio Under Pressure, que é um som mais pop e mesmo assim até hoje me causa arrepios ao ouvir. Imagina esse dois caras juntos gravando esse som. Bah! Fantástico.

Bohemian Rhapsody (o filme)

Hoje foi dia de assistir no cinema (tinha de ser), ao filme da biografia da super banda Queen e mais especificamente, do Freddie Mercury – “Bohemian Rhapsody”. E o filme é mesmo du caralho (ôps), mas sem dúvida a banda é muito phoda! Curti bastante o filme, assim como o enfoque abreviado da longa e vitoriosa história da banda ficou adequado para o formato das telas de cinema. As cenas de shows foram bem trabalhadas e também se pode dizer que a trilha sonora escolhida é sensacional, mas vem cá, não tem como errar ou ser mesmo diferente nesse caso.

Outra coisa interessante foi que achei que ficou bem conduzido como abordaram a questão da homossexualidade de Freddie Mercury, que aliás, não vi nada de exagerado ou tão polêmico assim no filme, como se tem comentado por aí. Talvez e até creio, que na realidade Fredão deve ter aprontado bastante, mas foi como era a vida do cara e não tem como deixar isso de fora. Bobagem. O que importa ali é a história da banda, que aliás, entendo que foi muito bem contada. Os filmes sobre bandas ou artistas de rock estão cada vez melhores.

Um bom filme e sem dúvida sou muito grato até hoje por ter sido apresentado ao som da banda pelo meu amigo Tuta, há muitos e muitos anos atrás. Os caras nunca tiveram medo de arriscar ou então, de serem ousados nas suas músicas. Aliás, o Brian May está entre os meus guitarristas preferidos das tais bandas clássicas do rock. O cara é simplesmente fantástico tanto na técnica e criatividade, como e em seu timbre característico de guitarra. Uma das marcas registradas do som da banda.

Fica aqui então a dica, se puder assista ao filme. Se você for rocker de verdade vai curtir com certeza.

*Ah! Só para finalizar, preste atenção logo no começo do filme, naquela hora da abertura, um pentelhésimo antes do filme em que na vinheta aparece o logo clássico da 20th Century Fox e toca a musiquinha, sim! – neste filme a versão da música foi tocada na guitarra pelo Brian May.