A história do fim do Oasis, que acabou após briga com guitarra quebrada

Anos de desentendimento levaram até situação em 2009, minutos antes de show em Paris, onde banda anunciou encerramento de suas atividades

O Oasis foi um dos grupos mais importantes dos anos 1990 e impulsionou popularidade do chamado britpop em todo o planeta. Porém, os problemas de relacionamento dos irmãos Noel Gallagher (guitarra) e Liam Gallagher (voz) acabaram por colocar um ponto final na banda em 2009, para a lamentação dos fãs.

Os Gallaghers já tinham um histórico complicado, que alimentou diversos rumores sobre um término das atividades do Oasis ao longo dos anos. A gota d’água se deu em agosto de 2009 e Noel deixou o grupo definitivamente após uma discussão em torno de uma guitarra quebrada.

As tretas de Noel e Liam Gallagher
Desde que o Oasis estourou nas paradas, em 1994, o público pôde presenciar a conturbada relação que Noel e Liam Gallagher tinham, mesmo sendo irmãos. Foram diversos episódios de brigas e desentendimentos entre os dois ao longo dos 15 anos seguintes.

O primeiro caso ocorreu em 29 de setembro de 1994, pouco após o lançamento do álbum de estreia “Definitely Maybe”. Neste dia, o grupo se apresentou em Los Angeles e Liam mudou alguns versos das músicas, com o intuito de ofender tanto Noel quanto o público americano, além de agredir o irmão com seu tamborim.

O incidente deixou Noel tão revoltado que o guitarrista deixou a banda temporariamente e passou alguns dias em San Francisco, sem dar qualquer notícia. Porém, ele acabou convencido a retornar.

Não demorou um ano para outra complicação ocorrer, mais especificamente durante as gravações de “(What’s the Story) Morning Glory?”, o segundo álbum do Oasis, em 1995. Liam levou para o estúdio um grupo de pessoas que estavam com ele em um pub enquanto Noel trabalhava. O Gallagher mais velho ficou tão irritado com isso que acertou o caçula com um taco de críquete na cabeça. O próprio guitarrista revelou, no documentário “Oasis: Supersonic”, que essa foi “possivelmente a maior briga” que eles já tiveram.

E não parou por aí. Em 23 de agosto de 1996, a banda tinha agendada uma apresentação da série acústica “MTV Unplugged”. De última hora, Liam desistiu de se apresentar, alegando que estava com dor de garganta e que não gostava de shows desplugados.

Coube a Noel também assumir o posto de vocalista na apresentação. Enquanto isso, Liam ficou apenas assistindo da plateia, enquanto debochava do irmão e vez ou outra dava um gole em uma cerveja.

Quatro dias mais tarde, era hora de uma turnê pelos Estados Unidos, mas Liam se ausentou mais uma vez, alegando que precisava de tempo para comprar uma casa nova para a esposa. Noel teve de assumir os vocais no primeiro show até o irmão se reapresentar.

Já em 2000, em Barcelona, o Oasis teve de cancelar um show na cidade após o baterista Alan White sofrer uma lesão e os integrantes optaram por passar a noite bebendo. Os irmãos se desentenderam novamente após Liam questionar a legitimidade da filha recém-nascida de Noel, Anais. O guitarrista, mais uma vez, abandonou o grupo, que teve de se apresentar sem ele por alguns dias.

Meses antes do encerramento das atividades da banda, em 2009, Noel revelou, em entrevista à Q Magazine, que as brigas com o irmão eram resultado do temperamento explosivo de Liam.

“Ele é rude, arrogante, intimidador e preguiçoso. Ele é o homem mais irritado que você irá conhecer. É como se ele só tivesse um garfo em um mundo de sopa.”

Por fim, em 2015, Noel admitiu, agora para o Mirror, que teve uma grande briga com Liam antes do início da última turnê do grupo, o que dificultou seus últimos meses com o Oasis.

“Os seis últimos meses foram terríveis e excruciantes. Eu e o Liam tivemos uma briga muito, muito, muito grande com socos três semanas antes da turnê começar. No passado, essas brigas sempre foram fáceis de remediar, mas por algum motivo, não quis deixar barato nesta ocasião. Pensei: ‘f#da-se esse idiota’. Essa foi a atmosfera enquanto viajávamos pelo mundo.”


O Oasis antes do término

Apesar dos episódios mencionados por Noel Gallagher, o Oasis passava por um bom momento meses antes de encerrar as atividades. A banda estava em turnê para promover o álbum “Dig Out Your Soul” (2008) e vinha de elogios pelo disco anterior, “Don’t Believe the Truth” (2005).

Durante as gravações do álbum derradeiro, ocorridas entre 2007 e 2008, foi necessário substituir o baterista Zak Starkey, filho de Ringo Starr, que optou por sair. Em seu lugar, entrou Chris Sharrock, que foi integrante de grupos como Icicle Works e The La’s.

A turnê mundial do álbum começou em 26 de agosto de 2008, nos Estados Unidos, e tinha previsão de ser concluída um ano mais tarde. “Dig Out Your Soul” foi lançado oficialmente em 6 de outubro de 2008.

O fim do Oasis

Conforme a turnê se desenrolou, o Oasis se viu novamente em problemas. Em 23 de agosto de 2009, foi preciso cancelar uma apresentação no V Festival após Liam Gallagher ter contraído laringite.

Algo curioso relacionado a isso gerou problemas posteriores: em julho de 2011, com o grupo já encerrado, Noel afirmou durante uma coletiva de imprensa que o show não ocorreu porque seu irmão estava de ressaca. Liam chegou a processá-lo exigindo um pedido de desculpas do guitarrista. Ele se retratou e a ação foi arquivada.

De volta a 2009, eis que chegamos a 28 de agosto, dia em que Oasis deixou de existir. A banda tinha apresentação marcada no festival Rock em Seine, em Paris, e faltavam apenas mais dois shows para concluir a turnê de “Dig Out Your Soul”.

No entanto, quando o Bloc Party ainda se apresentava, o vocalista Kele Okereke anunciou ao público presente que o Oasis não subiria mais ao palco naquela noite.

Duas horas mais tarde, Noel Gallagher divulgou uma nota no site oficial do grupo em que confirmava sua saída. Ele pediu desculpas aos fãs que haviam comprado ingressos para as datas finais da turnê.

“É com alguma tristeza e grande alívio que digo para vocês que eu deixo o Oasis esta noite. As pessoas vão escrever e dizer o que quiserem, mas eu simplesmente não consigo mais trabalhar com o Liam por mais um dia. Minhas desculpas para as pessoas que compraram ingressos para os shows em Paris, Konstanz e Milão.”

As razões para o fim
Surgiram, então, vários rumores sobre o que aconteceu naquela noite. Outras bandas que estavam no festival e fontes anônimas afirmaram que houve uma intensa briga nos bastidores, ao ponto de ambulâncias terem sido acionadas.

Dois anos mais tarde, Noel quebrou o silêncio e revelou, à revista DIY, que houve uma discussão acalorada com Liam. A situação terminou com o irmão mais novo quebrando uma guitarra do mais velho.

“Ele (Liam) estava um tanto quanto violento. Naquele ponto, não houve violência física, mas foi como um evento da WWE (o famoso evento americano de telecatch), entende?

Liam começou a dizer ‘vai se f#der, vai se f#der, vai se f#der’ e saiu do camarim. Não sei o porquê, mas ele pegou uma ameixa e saiu a jogando pelo local e a amassando na parede. Depois, foi para o camarim dele e voltou com uma guitarra, a segurando como se fosse um machado. Era algo que até eu fazia, mas foi desnecessariamente violento como ele girava aquela guitarra. Quase arrancou meu rosto com ela. E ele a jogou no chão, colocando um fim em sua miséria.

Pensei: ‘quer saber, eu vou embora dessa p#rra’. Naquele momento, o gerente da turnê nos avisou: ‘cinco minutos’. E eu fui embora.”

Apesar de garantir que foi um alívio ter deixado o Oasis naquela noite, Noel também confessou que se arrepende de não ter concluído a turnê.

“Me arrependo porque só tínhamos mais dois shows. Se pudesse, voltava no tempo e teria feito esses shows. Esse show (o de Paris) teria sido terrível, mas teria tocado, tocado nos seguintes e, provavelmente, discutido o que íamos fazer.”

Até Liam Gallagher admitiu, em entrevista para o The Times, que o Oasis não deveria ter se separado – e que também queria ter feito as coisas de outra maneira.

“Nunca deveríamos ter nos separado. Adoraria poder mudar a história e nos reunir, mas não depende só de mim. Se acontecer, aconteceu.”

Uma curiosidade que podemos citar sobre o término do Oasis tem relação com esta guitarra quebrada, uma Gibson ES-355. Ela foi leiloada recentemente por 325 mil libras esterlinas – pouco mais de R$ 1,9 milhão na cotação atual.

Para o jornal The Guardian, Arthur Perault, um dos donos da galeria em que o leilão ocorreu, afirmou que Noel consertou a guitarra, mas decidiu se livrar dela por “fazê-lo lembrar demais do Oasis”.

Vida após o Oasis
Com o término das atividades do Oasis, Noel e Liam Gallagher seguiram caminhos diferentes em suas carreiras. O guitarrista se afastou de todos com quem trabalhava até então e deu início ao projeto Noel Gallagher’s High Flying Birds, que já conta com três álbuns e uma série de EPs lançados.

O vocalista, por sua vez, continuou com Gem Archer (guitarra), Andy Bell (baixo) e Chris Sharrock (bateria), seus colegas de grupo na época, formando o Beady Eye. A banda lançou dois álbuns até encerrar atividades em 2014.

A partir daí, Liam também decidiu seguir carreira solo como seu irmão e já lançou três álbuns, sendo o mais recente, “C’mon You Know”, de 2022. Nesta etapa de sua trajetória, ele passou a apostar em uma sonoridade que remete ainda mais à antiga banda.

Um lado irônico nesta história toda é que Gem Archer e Chris Sharrock, que formaram o Beady Eye com Liam, hoje fazem parte da banda do projeto solo de Noel.

*Por Augusto Ikeda
………………………………………………………………………………
*Fonte: igormiranda

Como Eddie do Iron Maiden nasceu, cresceu e se tornou o maior mascote de todos os tempos

Eddie é a alma imortal do Iron Maiden, é o símbolo da eterna juventude e da postura da banda de nunca trair suas raízes e sua música.

Eddie sempre me impressionou.

Acredito que a imensa maioria dos verdadeiros fãs do Iron Maiden devem sentir uma mistura de emoções em relação ao mascote oficial da Donzela de Ferro.

Sendo fã da banda por mais de 35 anos e tendo visto 12 vezes o Iron Maiden ao vivo (e contando), além de centenas de vezes em vídeo, eu sempre quis saber um pouco mais sobre essa figura lendária.

E foi lendo o livro Run To The Hills de Mick Wall que uma visão mais completa sobre o surgimento do Eddie apareceu.

Não me refiro àquela cabeça que emoldurava o pano de fundo dos shows do Iron Maiden ainda no final da década de 70, antes de gravar o primeiro álbum. Essa parte da história, imagino que todo mundo que é fã já conhece:

A cabeça (The Head, em inglês), deixou de ser chamada de Head e foi abreviada pra ´Ead, depois Ed, e finalmente Eddie. E era assim que carinhosamente os membros do Maiden chamavam aquela cabeça que ficava acima da bateria dos predecessores de Clive Burr e soltava gelo seco pela boca em alguns momentos dos shows.

Não, não me refiro a isso.

Me refiro a como foi o processo de dar vida, tridimensional, no palco, àquele que se tornaria o maior mascote de uma banda, de todos os tempos.

Como foi que ele nasceu e seguiu o seu destino para se transformar nesse ser místico, meio monstro meio homem, que estaria presente em todas as capas, posters, camisetas e em cada peça de merchandise da banda pelo próximos 40 anos?

De faraó do Powerslave a controlador do demônio em The Number Of The Beast; do cyborg do futuro em Somewhere In Time a deus em Book of Souls; de combatente na guerra da Criméia em “The Trooper” a piloto da Segunda Guerra Mundial em “Aces High”; de louco lobotomizado em Piece of Mind a louco eletrocutado em The X Factor, e muito mais: Eddie esteve em todos os lugares.

Quer saber como o Eddie nasceu? Abre uma cerveja (uma The Trooper se possível) e vem comigo:

O nascimento de Eddie começa no dia que Rod Smallwood, empresário da banda, e manda-chuva de todas as decisões em parceria com o outro chefe, Steve Harris entrou na sala de John Darnley, executivo da EMI, gravadora que acabara de assinar o contrato para o lançamento dos 3 primeiros álbuns do Iron Maiden.

Ao entrar na sala, um poster pendurado na parede, chamou a atenção de Smallwood. Era um desenho feito para promover o disco de Max Middleton, artista de jazz.

Embora não fosse fã de jazz, o poster era tão bonito que chamou a atenção do empresário do Iron Maiden que pediu o nome do desenhista que o havia feito.

John Darnley respondeu que era de um artista desconhecido ex-estudante de escola de artes, que abandonou os estudos, Derek Riggs.

Rod Smallwood ligou para Riggs e foi visitá-lo. O obscuro desenhista que sem sucesso tentava mandar suas artes para editores de livros de ficção científica, mostrou os desenhos que tinha.

E ali, entre os desenhos, havia um com essa figura grotesca, meio monstro punk, com olhar de louco. A capa do primeiro disco do Iron Maiden estava praticamente pronta. Rod Smallwood só pediu que ele mudasse o cabelo do monstro: Ao invés de punk, ele queria um cabelo mais comprido. Mais heavy metal.

Anos depois, em entrevista, Rod Smallwood contou como isso foi importante para a construção da marca do Iron Maiden. “Nós nunca fizemos muitos programas de TV, e nunca tocamos pra valer nas rádios, mas como o Eddie criou essa relação tão forte com os fãs, a gente nem precisava desse veículos. Usar uma camiseta com o Eddie estampado se tornou uma mensagem clara: Foda-se a rádio. E foda-se a TV. A gente não liga pra isso. A gente liga pro Iron Maiden.”

Rupert Perry, outro executivo da EMI, também foi muito importante no nascimento de Eddie. Antes de começar um dos shows do Iron Maiden, comentou com Smallwood: “Por que vocês não colocam ele no palco? Não apenas na capa do disco. Não apenas pendurado na cortina ao fundo. Mas uma pessoa, real, em 3 dimensões.”

A ideia parecia boa e para testar nas primeiras vezes, o próprio Rod Smallwood vestiu uma máscara de Eddie, com jaqueta de couro e calça jeans. Ele entrava antes do show começar e ficava aquecendo a platéia, que enlouquecia com aquela figura no palco.

Com o sucesso, a banda passou a fazer essa rotina todas as noites. E Rod sugeriu que Eddie começasse a entrar no meio do show. Mais especificamente na música “Iron Maiden”, fato que se repete até hoje, 40 anos depois.

Outro aspecto importante no crescimento do mascote: Perto do Natal de 1981, Dave Lights, o engenheiro de luzes do Iron Maiden, levou seus filhos a uma peça de teatro infantil, João e o Pé de Feijão.

Lights ficou encantado com o efeito que o gigante da peça, que era basicamente uma pessoa fantasiada usando pernas-de-pau, teve nas crianças que ficavam hipnotizadas toda vez que o gigante entrava no palco.

Ele então sugeriu pra banda: “A gente podia fazer o Eddie ser um gigante que entra no palco e aterroriza a banda e o público.” E assim, a partir da tour do álbum The Number of the Beast, Eddie começou a crescer.

O resto é história.

Desde então, Eddie não parou de crescer. Não só de altura, mas na grandiosidade do sucesso que conquistou o planeta.

Muita coisa mudou na história do Iron Maiden desde o nascimento de Eddie.

A única coisa que nunca mudou e nunca vai mudar é a eletricidade que passa pelo público do Iron Maiden quando Eddie aparece no palco.

Eddie é a alma imortal do Iron Maiden, é o símbolo da eterna juventude e da postura da banda de nunca se vender, de nunca trair suas raízes e sua música.

Não importa a sua idade, se você já acompanha o Iron Maiden há mais de 30 anos como eu, ou se é um menino que acabou de descobrir a Donzela de Ferro:

Eddie representa aquela parte da gente que nunca vai deixar de amar esse estilo de música. Alto, pesado, energético, arrepiante. A parte de nós que não vai com a maré, que não vai se encolher frente a diversidades e que nunca vai perder a esperança. Que sempre acredita que tempos melhores virão. É isso que Eddie representa quando ele entra no palco.

E é por isso que Eddie não pertence mais a Derek Riggs, nem a Rod Smallwood, nem a Steve Harris.

Ele pertence a todos nós.

*Por Daniel Dystyler
……………………………………………………………………..
*Fonte: wikimetal

Nirvana ganha processo contra Spencer Elden, o “bebê do Nevermind”

O processo envolvendo o Nirvana e Spencer Elden, o bebê da capa do icônico disco Nevermind (1991), chegou a uma conclusão.

Na última sexta-feira (2), um juiz federal rejeitou a ação movida pelo rapaz, que hoje em dia tem 31 anos, em Agosto do ano passado, apontando que ele demorou muito tempo para alegar que a banda o explorou sexualmente.

No processo, Elden disse ter sido vítima de “exploração sexual infantil” e que a arte da capa de Nevermind era uma imagem de abuso sexual infantil que foi “conscientemente produzida, possuída e anunciada” pelo grupo liderado pelo saudoso Kurt Cobain.

Segundo o The Independent, o juiz declarou em sua decisão de oito páginas, obtida pelo Buzzfeed News, que Elden está efetivamente proibido de abrir outro processo contra o Nirvana e outros reús como os ex-membros da banda Dave Grohl, Krist Novoselic, a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, o diretor de arte Robert Fisher e o fotógrafo Kirk Weddle.

Em um comunicado ao The New York Times, o advogado Bert H Deixler, que representou os réus, disse que seus clientes estavam “satisfeitos por este caso sem mérito ter sido concluído rapidamente”.

“Bebê” do Nevermind perde ação contra o Nirvana
Por outro lado, a advogada de Spencer Elden, Margaret Mabie, disse no último sábado (3) que “pretende apelar desta decisão” e citou em seu argumento o propósito da Lei de Masha. Ela disse:

Sob essa leitura da lei, as medidas contra pornografia infantil evaporam quando a vítima na imagem completa 28 anos. Sob essa lógica, qualquer produtor de pornografia infantil […] poderia simplesmente esperar um tempo e redistribuir material abusivo impunemente.

Mabie ainda apontou que Spencer era um bebê quando a capa de Nevermind foi criada e “é impossível para ele envelhecer com essa vitimização enquanto sua imagem permanece em distribuição”.

Relembre o caso
Elden chegou a apresentar duas versões diferentes da queixa legal, incluindo a primeira em Agosto de 2021. O caso foi arquivado anteriormente por um juiz da Califórnia “com licença para alternar” em Janeiro de 2022.

O juiz determinou que o rapaz tinha 10 dias para reapresentar sua ação depois que seus advogados perderam o prazo para apresentar uma oposição ao pedido do espólio do Nirvana de encerrar o caso, que foi feito em Dezembro.

Os advogados que representam o Nirvana e outros réus argumentaram que Elden “passou três décadas lucrando com sua celebridade como o autointitulado ‘bebê do Nirvana’”. Já adulto, ele chegou até a recriar a foto por dinheiro e tatuou em seu peito o nome Nevermind.

Além disso, os representantes alegaram que Spencer vendia cópias autografadas do disco no eBay e usava o trabalho para paquerar mulheres.

*Por Lara Teixeira
……………………………………………………………………….
*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos