Quem foi Taylor Hawkins, baterista da banda Foo Fighters que morreu na Colômbia

O baterista da banda de rock americana Foo Fighters, Taylor Hawkins, morreu aos 50 anos na Colômbia.

A notícia foi divulgada pelo Foo Fighters nesta sexta-feira (25/03) por meio de um comunicado em sua conta no Twitter.

“A família Foo Fighters está devastada pela perda trágica e prematura de nosso amado Taylor Hawkins”, diz o post.

“Seu espírito musical e risada contagiante viverão com todos nós para sempre. Nossos corações estão com sua esposa, filhos e família, e pedimos que sua privacidade seja tratada com o maior respeito neste momento inimaginavelmente difícil”.

Quem foi Taylor Hawkins
Hawkins tocou com o Foo Fighters por mais de duas décadas, juntando-se logo depois que eles terminaram de gravar seu álbum de 1997, ‘The Color and the Shape’.

O baterista nasceu no Texas em fevereiro de 1972 e cresceu em Laguna Beach, Califórnia, onde começou a estudar música de conservatório. Embora sua especialidade fosse bateria, ele também tocava piano e violão.

Antes de ingressar no Foo Fighters, Hawkins tocou bateria para Alanis Morissette.

Entre os artistas que inspiraram sua carreira estavam Stewart Copeland, do The Police, e Roger Taylor, do Queen.

O Foo Fighters foi formado em 1994 por Dave Grohl, depois que seu grupo anterior Nirvana se desfez com a morte do vocalista Kurt Cobain.

Enquanto Grohl tocava no Nirvana, ele assumiu os vocais e a guitarra no Foo Fighters, e então Hawkins teve a difícil tarefa de tocar bateria em um grupo fundado por um dos bateristas mais célebres do rock.

“Fiquei um pouco nervoso no começo, mas superei isso”, disse ele à OC Weekly logo após ingressar.

“Em qualquer momento em que você estiver fazendo um teste para algo, você ficará nervoso. Mas ninguém pode tocar melhor do que Dave Grohl. Ele apenas tem essa visão em sua cabeça.”

Os dois às vezes trocavam de papéis durante os shows da banda, com Hawkins assumindo os vocais. Depois que a notícia de sua morte foi anunciada, muitos fãs compartilharam clipes dele cantando a música ‘Somebody to Love’, do Queen.

O primeiro disco da banda em que Hawkins participou foi ‘In your honor’, no qual além das percussões, participou como voz do tema ‘Cold Day in the Sun’.

Ao longo da carreira no Foo Fighters, Taylor também participou de outros projetos independentes. Entre eles estão o Taylor Hawkins and the Coattail Riders, no qual tocava bateria e cantava, e sua banda de covers, a Chevy Metal.

Atualmente, ele ainda formava o NHC, uma superbanda que teve início durante a pandemia, com Dave Navarro e Chris Chaney, do Jane’s Addiction.

Em 2001, quando visitava Londres, o músico sofreu uma overdose de heroína e passou duas semanas em coma.

Falando sobre a experiência em 2018, ele disse que foi “um verdadeiro ponto de mudança para mim”.

Em 2021, ele e seus companheiros de Foo Fighters foram incluídos ao Hall da Fama do Rock and Roll.

Morte em Bogotá
As causas da morte, que segundo a imprensa colombiana ocorreu no país sul-americano, não foram divulgadas imediatamente.

Segundo o site da revista Semana, que citou autoridades locais, Hawkins foi encontrado morto em um hotel no norte de Bogotá.

Além de tocar no Lollapalooza, o Foo Fighters grupo também era o destaque de sexta-feira do festival Estéreo Picnic, que acontece na capital colombiana.

Em comunicado no Twitter, o festival anunciou o cancelamento da apresentação do Foo Fighters devido a “uma situação médica muito séria”.

Um dos artistas da banda Black Pumas, que acabara de subir ao palco do Estéreo Picnic, ficou encarregado de comunicar ao público a morte de Hawkins.

A banda estava em turnê pela América Latina. Eles já haviam se apresentado no México, Argentina e Chile antes de desembarcarem na Colômbia.

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*Fonte: bbc-brasil

O dia em que Keith Moon (The Who) explodiu uma bateria ao vivo na TV

Incidente teria sido responsável por deixar Pete Townshend quase surdo de um ouvido e lesionou o próprio baterista

Em 1967, o The Who era a grande banda do momento. Não apenas por seu som bastante único para a época mas também, claro, pela atitude de seus integrantes — em especial o polêmico Keith Moon.

Naquele ano, durante uma passagem por um programa de TV dos EUA, o baterista resolveu ir além de todas as traquinagens que já estava acostumado a fazer no palco e literalmente explodiu sua bateria após a performance do grupo. Apesar disso também ser algo que ele já fazia, dessa vez a quantidade de explosivos teria sido maior ainda!

Os efeitos foram tão fortes que assustaram até o próprio Moon, pra não falar dos outros integrantes do The Who. Enquanto John Entwistle parecia determinado a manter seu baixo seguro, Roger Daltrey quase foi arremessado pra fora do palco e Pete Townshend sumiu da transmissão, aparecendo depois em meio à fumaça.

Reza a lenda que Keith teria pago alguns roadies para causar uma explosão maior e, ainda de acordo com rumores, ninguém da banda além dele sabia que isso aconteceria. Há um vídeo desse acontecimento, como você pode ver abaixo, e nele ouvimos até que o incidente teria sido responsável pela quase surdez de Townshend em um ouvido.

Que loucura!

O dia em que Keith Moon explodiu sua bateria na TV

*Por Felipe Ernani
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Jovem toca clássicos do Rock em bateria improvisada, chama atenção e ganha instrumento de ícone do gênero

Um rapaz da Indonésia vai poder aprimorar ainda mais suas técnicas na percussão graças ao baterista Mike Portnoy.

Isso porque no ano passado foi lançada uma vaquinha online para arrecadar dinheiro para comprar um kit de bateria para Deden Noy, um baterista indonésio que toca versões incríveis de bandas de Rock como Rush, Guns N’ Roses, Nirvana, System Of a Down e Dream Theater utilizando um kit caseiro feito por garrafões de plástico cobertos de fita adesiva, baldes e pedaços de metal.

A campanha foi criada por Renan Sanchez que ficou impressionado com o talento do jovem ao assistir um vídeo dele no Facebook. Na descrição ele explicou os motivos para realizar a arrecadação (via Loudersound):

Como músico e grande fã do Dream Theater, fiquei completamente maravilhado com a perseverança e as habilidades de Deden. Ele é a prova de que o ser humano é capaz de coisas bonitas mesmo quando a situação não é a mais favorável.

No vídeo , ele toca “Dance Of Eternity”, que é indiscutivelmente uma das músicas mais difíceis de tocar, considerando as mudanças de técnica e de compasso.

Deden mora no oeste da Indonésia e a loja de música mais próxima fica a 20 horas de carro de Jacarta. Conseguimos arranjar alguém para levá-lo lá, mas eu realmente quero dar a ele uma bateria incrível.

Apesar da ótima iniciativa, a campanha não conseguiu atingir a meta financeira estabelecida para comprar o instrumento e foi assim que o ex-baterista do Dream Theater, Mike Portnoy surgiu com uma solução.

Ajuda de Mike Portnoy

Após vídeos de Deden Noy serem enviados ao músico, que atualmente é membro do supergrupo Liquid Tension Experiment, Portnoy utilizou sua conta do Twitter para avisar que em breve uma nova bateria estará chegando na casa do indonésio.

Recebi recentemente centenas de mensagens com links para Deden Noy tocando as minhas canções num kit caseiro. Os seus talentos são de fato incríveis e irei conseguir uma nova bateria e pratos com o incrível apoio da Tama e da Sabian.

O músico foi elogiado por diversos seguidores que enalteceram sua ação dizendo que o jovem pode ter um “futuro brilhante” na música depois de receber o instrumento. Mike agradeceu os comentários mas pediu para que não lhe enviem mais vídeos do rapaz.

Embora eu aprecie todos os comentários positivos, o mesmo crédito deve ser dado às excelentes pessoas da Tama e da Sabian [os patrocinadores de Portnoy] por apoiarem a minha ideia… na verdade, são eles que terão que lidar com o ‘trabalho pesado’. E agora todos podem deixar de me enviar também os links!

Enquanto Deden Noy não recebe o novo instrumento, confira abaixo os vídeos feitos por ele tocando com a bateria improvisada.

*Por Lara Teixeira

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Neil Peart (Rush) – R.I.P.

A nota triste de hoje foi a do falecimento de Neil Peart (Rush), aos 67 anos, vítima de um câncer no cérebro. Segundo a nota, o músico foi diagnosticado com a doença há 3 anos.
Peart era considerado um dos baterista mais técnicos da história do rock.
Também era um verdadeiro aficionado por motocicletas e bicicletas, tanto que escreveu 7 livros sobre o assunto e suas várias viagens em duas rodas pelo mundo.

Descanse em paz mestre!

 

 

 

 

 

 

Butch Trucks (R.I.P.) – The Allman Brothers Band

Faleceu ontem Butch Trucks, aos 69 anos, em West Palm Beach, Florida (EUA) – veterano baterista e também um dos fundadores do The Allman Brothers Band. Descanse em paz Butch.

 

“Estou com o coração partido”, disse Gregg Allman em um comunicado. “Eu perdi outro irmão e dói além das palavras, Butch e eu nos conhecemos desde que éramos adolescentes e fomos companheiros de banda por mais de 45 anos. Ele era um grande homem e um grande baterista e eu vou sentir falta dele para sempre. Descanse em paz, irmão Butch. “

 

Junto com o baterista e percussionista Jai “Jaimoe” Johnny Johanson, Trucks ajudou a estabelecer a fundação da bateria para o estilo southern-rock americano. Jamoe uma vez perguntou para Duane Allman por que ele queria dois bateristas no grupo, de acordo com a biografia “Allman Brothers – One Way Out”, e o guitarrista referenciou Otis Redding e James Brown que tinham bandas com uma dupla de bateristas.

 

*Em tempo! Claude Hudson “Butch” Trucks é tio do talentoso guitarrista de blues e southern rock, Derek Trucks, sendo que ambos tocaram juntos no ABB nesses últimos anos, antes da banda encerrar a sua trajetória com a tour de despedida.

 

Descanse em paz amigo. E muito obrigado pela sua música.

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*Fonte: rollingstone

 

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The Black Crowes – Hammerstein Ballroom (2005)

Assistindo um show do The Black Crowes no Hammerstein Ballroom (NY) em 2005, percebo um fato interessante. O baterista da banda neste show não é o Steve Gorman (membro original e oficial de todas as formações da banda), mas sim um substituto temporário. Uma pesquisa rápida e surge o nome dele, Bill Dobrow.

De qualquer forma, só prá variar, é um puta show dos “corvos”. \m/

*Confira abaixo.

 

Nick Menza

Outra grande perda para o mundo do rock, faleceu na noite deste sábado (21/05) o baterista Nick Menza, ex-Megadeth, aos 51 anos, durante uma apresentação de sua atual banda OHM, em uma boate em Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos.
Nick que participou de uma das melhores fases da banda, permaneceu por 9 anos e gravou 4 álbuns de  estúdio com o Megadeth.

Nascido em Munique, em 1964, Menza se juntou ao Megadeth em 1989. Foi o titular das baquetas por quatro álbuns de estúdio da banda antes de deixá-la em 1998: “Rust in Peace” (1990), “Countdown to Extinction” (1992), “Youthanasia” (1994) e “Cryptic Writings” (1997). Os discos foram os mais aclamados pelo público e chegaram aos primeiros lugares nas paradas dos Estados Unidos e Reino Unido.

Em sua carreira pós Megadeth gravou um álbum solo e também tocou bateria em 3 álbuns solo de outro ex-colega de Megadeth, Marty Friedman.

Descanse em paz!

 

Neil Peart e a sua dolorosa estrada

Um dos melhores baterista da história do rock e dono de uma bem sucedida carreira musical, Neil Peart, baterista da banda candense Rush, tinha tudo o que teoricamente a maioria das pessoas deseja na vida. Um enorme e indiscutível talento, fama mundial, muita grana e uma bela família. Até que um dia o destino ou seja lá que outra força, lhe pegou de surpresa (sempre assim!) um duro golpe, sua filha única Selena, de apenas 19 anos, falece em um acidente de carro no Canadá. Um pouco por causa de desgosto e depressão profunda, dez meses depois sua amada esposa Jackie, com quem estava casado há 20 anos, falece em função de um câncer.
Toda essa tragédia joga Neil Peart no fundo do poço da vida, uma queda rumo a escuridão. No funeral de sua esposa avisa aos companheiros de banda Geddy Lee e Alex Lifeson para considerá-lo a partir de então aposentado. Se enfurna na sua casa de montanha ao lado de um lago, sofre e resolve expurgar toda a sua dor pegando a estrada sem rumo, sem plano algum, com sua moto BMW R1100GS, detalhe – que havia sido presente de sua mulher. Como um fantasma percorre mais de 80 mil quilômetros pelo Canadá, Estados Unidos e até o México. Uma verdadeira peregrinação da dor, enfrentando o choque, a descrença, a dor até chegar a aceitação.
Sim, a biografia de Neil Peart – A Estrada da Cura, já diz muito só pelo seu título. Mas é uma bio diferente das normais de outros astros da música, aqui a tragédia pessoal do baterista e a sua busca por um processo de aceitação na vida se confunde com um road-movie, com um percurso difícil pela frente e sua história de tragédia por campanheira. Nada da habitual tríade d emuito sexo, drogas e rockn roll, aqui neste livro é a busca, a jornada que prevalece. A estrada de Neil Peart também é metaforicamente a estrada trilhada por muitas outras pessoas comuns, cada um com o seu caminho e os seus diferentes desafios.
Calro, já sabemos que ele superou todo esse grande trauma em sua vida, voltou a tocar ao vivo e também gravar alguns novos álbuns com o Rush depois disso. Mas desde então virou um entusiasta da motocicleta, nunca mais parou de rodar por aí em duas rodas, até mesmo durante as tournês da banda, seja lé em que continente for, faz alguns trajetos com a sua moto entre uma cidade e outra, do próximo show. Sua moto virou párte do equipamento da banda. Fica a dica de um bom e prá lá de interessante livro.

Como de costume quando leio uma biografia faço também minhas pesquisas e abaixo algumas imagens de Neil Peart em sua jornada. Existem muitas fotos dele nos anos seguintes em sua viagens de moto. É fácil de encontrar na web mais fotos ainda.

>> Uma dica interessante também, é seguir a sua página na web: http://www.neilpeart.net/index.php

*Ou então que tal ler esse outro texto dele, mais recente sobre uma viagem de moto:
http://rushfaclubebr.blogspot.com.br/2015/03/milagre-no-colorado-novo-texto-de-neil.html

 

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Doyle Bramhall Sr.

Mais uma notícia triste para o mundo da música e especialmente para o blues, faleceu dia 12 de novembro, em Austin (Texas), o músico Doyle Bramhall (62). Doyle que é pai do também excelente músico, Doyle Bramhall II (carreira solo e músico de apoio de gente como Eric Clapton e Roger Waters) – por favor então, não confundir quem é quem. Doyle (pai) era um respeitadíssimo baterista na cena musical Texana e também composito, inclusive algumas de músicas foram gravadas por Stevie Ray Vaughan. Descanse em paz, o seu legado do blues continuará com certeza em boas mãos na família.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Charlie Watts, 70 anos de muitas baquetadas

Em homenagem ao 70º aniversário de Charlie Watts, comemorado dia 02/06, a Ultimate Classic Rock publicou uma matéria especial. Confira:

Dez coisas sobre Charlie Watts que você não sabia.

10- Watts era designer gráfico antes de entrar para os ROLLING STONES.
Watts trabalhou como designer gráfico na Dinamarca e, depois, na agência de publicidade britânica “Charles, Hobson and Grey” antes de se juntar aos ROLLING STONES. Ele usou essas habilidades para ajudar a projetar os cenários de várias excursões dos STONES, bem como algumas das capas dos primeiros álbuns.

9- Ele tocava no BLUES INCORPORATED, grupo que contava com um elenco de futuras lendas do rock.

Watts tocou no grupo chamado BLUES INCORPORATED, liderado pelo influente músico Alexis Korner. Ele tocou ao lado de Jack Bruce, futuro baixista do CREAM, e foi substituído pelo futuro baterista do CREAM – Ginger Baker – quando se juntou ao STONES.

8- Watts está casado com a mesma mulher desde 1964.

Watts casou-se com Shirley Ann Shepherd, em 1964, e eles têm uma filha, Serafina. Enquanto seus colegas mandavam ver na estrada, Watts manteve-se fiel a Shirley. No entanto, ele tinha problemas para dormir em quartos de hotel sem tê-la ao seu lado.

7- Ele sempre desenha sketches de cada quarto do hotel em que permanece quando está em turnê.

O baterista uma vez contou a um entrevistador que tem o hábito de desenhar cada quarto do hotel em que se hospeda. Watts não deu uma razão para o comportamento compulsivo, mas, aparentemente, ele já decidiu manter consigo todos os desenhos. Talvez, eles possam vir a se transformar num bom livro de arte.

6- Claro, ele faz parte da realeza do rock, mas a verdadeira paixão de Watts é o jazz e a música das big bands.

Watts sempre professou seu amor ao jazz, inclusive tendo escrito um tributo ilustrado a Charlie Parker. Ele formou vários conjuntos de jazz, boogie-woogie e big bands, incluindo Rocket 88, Charlie Watts Quintet e Charlie Watts Tentet.

5- A crise de meia idade levou Watts a problemas com drogas e álcool nos anos 80.

Apesar de viver uma vida relativamente “limpa”, Watts passou por um período na década de 80, quando teve um sério problema com drogas e álcool. Ele atribui a fase a uma crise da meia idade, resultante de uma sensação de pânico. Ele ficou “limpo” novamente depois de ter quebrado o tornozelo quando estava bêbado.

4- Ele escolheu o novo baixista dos ROLLING STONES quando Bill Wyman deixou o grupo.

Depois de Bill Wyman deixar o grupo em 1993, a banda realizou audições para um novo baixista. Mick Jagger e Keith Richards deixaram a decisão para Watts, que escolheu Darryl Jones para substituir Wyman. Jones já havia tocado com artistas como Miles Davis e Sting.

3- Ele e a esposa possuem uma fazenda de criação de cavalos.

Watts e a esposa, Shirley, são proprietários de uma fazenda em Devonshire, Inglaterra, onde criam cavalos árabes. Um dos motivos pelos quais Watts não está sempre empolgado com as turnês é que ele não gosta de deixar a fazenda por longos períodos de tempo. O casal também possui um grande número de cães greyhound adotados

2- Ele lutou contra um câncer na garganta em 2004.

No verão de 2004, foi revelado que Watts estava lutando contra um câncer de garganta. O baterista, que deixou de fumar quando abandonou as drogas e o álcool nos anos 80, foi submetido a um tratamento de radioterapia e, felizmente, o câncer, desde então, vem regredindo.

1- Certa vez, Watts socou Mick Jagger na cara, por tê-lo chamado de “meu baterista”.

Keith Richards disse à revista Esquire que Mick Jagger, uma vez, levou o bem educado Watts até o limite. Jagger, depois tomar alguns drinques no hotel, ligou pra Watts e perguntou: “O meu baterista está aí?”. Watts, vestido num terno completo, bateu à porta de Jagger e disse: “Jamais me chame de seu baterista” e bateu na cara dele.

El bateristón

O meu chapa Álcio, que é baterista em várias bandas (Lautmusik, MESS e SonicVolt), descobriu mais uma dessas pérolas bailantes youtubescas. Agora se trata de um carinha muito invocado na bateria, bota disposição nisso!