Água não é tudo igual: Conheça os tipos e qual é mais saudável

De modo geral, se manter hidratado traz uma série de benefícios para a saúde. Afinal, a água está por trás dos processos mais básicos aos mais complexos de nosso organismo, como mais energia e melhor função cerebral. Mas você sabia que nem toda água é igual? Dependendo do tipo que você está habituado a beber, pode até estar perdendo nutrientes essenciais.

Separamos algumas das principais “águas” disponíveis. Veja só!

Água da torneira
A água da torneira recebe diversos agentes purificadores, como cloro e ozônio, para matar vírus, bactérias e outros patógenos. Esse processo de purificação torna a água potável, no entanto, não a deixa mais rica em nutrientes. Aliás, pode acontecer o oposto, ou seja, neutralizar alguns deles.

Mesmo que a água da torneira seja tratada, é importante saber de onde ela vem. Se a sua purificação não for feita corretamente, você poderá ser contaminado e ter dores no estômago, febre, diarreia e vômito.

Água de nascente ou geleira
Teoricamente, as águas de geleiras e nascentes tendem a ser bem limpas. Além disso, costumam ter muitos dos nutrientes que encontramos na popular água mineral. Hoje, é possível até achar essa opção testada e engarrafada nos supermercados.

Já se você estiver na natureza, lembre-se que a água de nascente é uma água bruta e, dependendo do lugar, pode conter contaminantes.

Água mineral
A água mineral é rica em diversos tipos de minerais que fazem bem para nossa saúde, como cálcio e magnésio. Aliás, muitos desses minerais o corpo humano não consegue produzir por conta própria. Mas nós também podemos obtê-los por meio de uma alimentação saudável.

Sobre os benefícios, a água mineral vale a pena. O problema é que sai muito mais caro consumi-la em comparação com a água da torneira.

Água com gás
A água com gás tem seus fãs por aí e não difere muito da água da torneira, exceto pela sua característica especial. Para se tornar gaseificado, o líquido é infundido com dióxido de carbono para dar aquela sensação parecida ao refrigerante. É possível encontrar até opções saborizadas, o que pode ser interessante para pessoas que estão tentando diminuir o consumo de refrigerantes.

No entanto, é bom ter em mente que muitas marcas colocam adoçantes artificiais no produto para torná-lo mais agradável ao paladar.

Água destilada
A água destilada pode ser uma alternativa para matar a sede em situações específicas. Por exemplo, se você estiver em um lugar onde a água potável da torneira foi contaminada ou não existe outra fonte segura. No entanto, para a saúde ela não é tão boa, visto que a forma como é purificada, processo que envolve ferver, conter o vapor e comprimi-lo novamente na forma de líquido, retira os minerais e nutrientes dela.

Aliás, em alguns casos pode até ser prejudicial, pois como não é mineralizada, os minerais são retirados de outras fontes, neste caso, o corpo, especialmente dos dentes.

Água alcalina
A água alcalina é considerada uma das mais saudáveis para o consumo. Seu pH tem um nível entre 8 e 9,5, enquanto a água normal tem um pH neutro de 7. Suas propriedades podem ajudar a proteger o corpo de radicais livres, doenças crônicas e até inflamações.

Contudo, seu consumo excessivo pode ter o efeito oposto, visto que pode baixar o pH do corpo e até enfraquecer os ossos.

Qual a mais saudável?
A água alcalina e a água mineral estão entre os tipos mais saudáveis devido à questão nutricional e benefícios relacionados. Mas, em termos gerais, beber água potável deve ser sua prioridade número um, pois mesmo a água potável da torneira já garante muitos benefícios como digestão adequada dos alimentos, batimento cardíaco regular e o transporte de nutrientes e oxigênio.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

*Por Elena Gomez

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*Fonte: elpais-brasil

Sabe a história de que quem bebe uma taça de vinho por dia vive mais? É mentira

Nos últimos anos, temos sido bombardeados pela mídia comercial com “estudos” que comprovariam os benefícios para a saúde de consumir pequenas quantidades de bebidas alcoólicas, como o vinho. E se você descobrisse que, na verdade, esses pseudoestudos foram patrocinados pela indústria do álcool e que, na verdade, tomar um copo de bebida alcoólica toda noite encurta sua vida? E que apenas meio copo diário de álcool aumenta o risco de uma mulher ter câncer de mama?

Um estudo feito pela Universidade de Cambridge e divulgado pela revista científica The Lancet na semana passada enterra de vez a lenda urbana de que a bebida pode trazer algum bem, mesmo em pequenas quantidades. O consumo superior a 12,5 unidades de álcool por semana, o equivalente a cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais, ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la.

Ciência ou lobby da indústria?

“A mensagem central de nosso trabalho é que, se uma pessoa já consome álcool, beber menos a ajudará a viver mais e a ter um menor risco de contrair doenças cardiovasculares graves”, disse Angela Wood, diretora da pesquisa. E isso inclui rum, cerveja, vinho ou qualquer outra bebida. Todas elas estão associadas a um maior risco de AVC, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte.

O consumo de cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la

Em um comunicado, os pesquisadores comentaram que sua descoberta desafia justamente a crença implantada pelo lobby da indústria de bebidas de que o consumo moderado de álcool seja benéfico ao coração e ao sistema circulatório.

Os autores analisaram o histórico clínico de 600 mil adultos de 19 países do mundo que não se definiam como “abstêmios”. E descobriram que consumir 25 ou mais unidades de álcool por semana reduz a esperança de vida em um ou dois anos. Beber 18 canecas de cerveja ou vinho por semana reduziria a esperança de vida entre quatro e cinco anos.

Na última semana, a revista Mother Jones publicou uma profunda investigação sobre a relação entre o consumo de álcool e o câncer de mama, a partir da experiência vivida pela própria autora, Stephanie Mencimer. Aos 47, Stephanie não estava no grupo de risco (amamentou suas crianças, fazia exercícios regularmente), não tinha histórico familiar nem estava acima do peso quando descobriu ter câncer. A repórter bebia regularmente, e ficou espantada que nenhum médico tivesse feito a associação entre o hábito e a doença.

Mulheres que bebem mais de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem

Os números a que Stephanie chegou são espantosos: mulheres que bebem acima de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem. “Enquanto os médicos frequentemente me advertiram a não pôr creme no meu café para não entupir minhas artérias –uma correlação que já foi bastante rebatida– nem uma só vez algum deles sugeriu que eu teria um risco maior de câncer se não cortasse o álcool. Preenchi dezenas de formulários médicos durante anos perguntando quanto eu bebia por semana, e a resposta sempre foi: ‘então você bebe socialmente’”, relata.

A repórter descobriu que, em 1988, a OMS já havia colocado o álcool no grupo 1 dos elementos cancerígenos, o que significa que está provado que causa câncer. Não há dose segura de álcool em humanos, segundo a entidade da ONU, e ele está associado a pelo menos sete tipos de câncer, mas mata mais mulheres de câncer nos seios do que qualquer outro. A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer estima que para cada drinque bebido diariamente, o risco de câncer de mama cresce 7%.

Ao mesmo tempo, ao longo dos anos, o dinheiro utilizado nos EUA pela indústria da bebida para fazer lobby só aumentou, gerando os tais “estudos” afirmando que o álcool em quantias moderadas pode fazer “bem”. Também aumentou a utilização de mulheres na propaganda para vender bebidas, mesmo com o álcool associado ao câncer de mama. No Brasil, por exemplo, a “gostosa”, a “boa” da cerveja já virou lugar comum, em que pesem os protestos feministas.

Os gastos da indústria de bebidas com lobby. Fonte: OpenSecrets

A conclusão da repórter, óbvio, é que não tem como saber se foi realmente o álcool quem a levou a ter câncer no seio. Mas ela gostaria de ter sido informada dos riscos que corria, como acontece com os fumantes. “Pelo menos eles tiveram uma escolha, sabiam dos riscos que estavam correndo. Como muitas mulheres, eu não tive essa escolha, e uma indústria poderosa trabalhou para que as coisas continuassem assim.”

 

 

 

 

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*Fonte:

Más notícias para quem curte tomar água com gás

Muitas pessoas acham que deixar de lado o hábito de tomar refrigerante é uma boa escolha – e é mesmo. A questão é que tem gente por aí substituindo uma bebida gaseificada por outra, afinal a lógica de que água com gás não faz mal, afinal estamos falando de água, parece bastante sensata, não é mesmo? Bem… Nem tanto.

Infelizmente, tomar água com gás parece não ser uma escolha saudável, ao contrário do que pode parecer. A água gaseificada é feita com dióxido de carbono sob pressão, e isso faz mal aos dentes e, para piorar, pode contribuir para o ganho de peso de algumas pessoas.

De acordo com o dentista Adam Thorne, de Londres, o problema é que a maioria das pessoas não sabe que a água com gás é extremamente ácida, e que as suas bolhas são ótimas em corroer o esmalte dos nossos dentes – em longo prazo, isso deixa nossa dentição fraca e amarelada.
Há controvérsias

Já para Edmond R. Hewlett, da American Dental Association, o que torna uma água ácida é a adição de sabores: “é o sabor e não a carbonatação que diminui o PH (e aumenta a acidez) a um nível que potencialmente pode corroer o esmalte dentário”, disse ele, em declaração publicada no The Sun.

Segundo Hewlett, há estudos que comprovam que águas gaseificadas sem sabor, assim como a água normal, têm um potencial erosivo muito baixo, não representando risco para o esmalte dos dentes.

Ainda assim, já é comprovado que a água com gás pode nos tornar mais gordinhos, mesmo que ela não tenha calorias. Isso acontece porque o dióxido de carbono presente na bebida pode nos causar a sensação de fome, e acabamos comendo mais do que comeríamos se tivéssemos ingerido uma água normal, sem gás.

Nessa mesma pesquisa ficou comprovado que a água gaseificada aumenta os níveis do hormônio grelina, que nos causa fome – e não estamos falando de pouca coisa, não, mas de um aumento que chega a até seis vezes.

 

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*Fonte: megacurioso

A linha tênue entre alcoolismo e hábito

Você saiu do trabalho e, como toda sexta-feira à tarde, parou para beber com os amigos. É quase uma tradição, e a sua única maneira de se manter em contato com as pessoas próximas. Mas esta tarde será diferente, um de seus amigos dará uma notícia que surpreenderá a todos: foi diagnosticado com alcoolismo e esse hábito de parar toda sexta-feira para beber é parte do problema.

Esta bomba faz com que você e seus amigos fiquem em “estado de choque”. Todos acham que é uma piada, mas não é, é um problema real e, infelizmente, muito comum, mas também muito difícil de entender. É difícil de entender porque você também bebe, também vai a essas reuniões com os amigos, participa desse hábito, mas você não é um alcoólatra, ou é assim que você pensa.

Então começam as dúvidas e as perguntas. O que o transforma em um alcoólatra? Por que algumas pessoas são mais suscetíveis do que outras ao alcoolismo? Um hábito pode levar ao alcoolismo? Continue lendo e encontrará algumas respostas.

Alcoolismo ou hábito?

As classificações de diagnóstico, como o DSM-5, deixam o transtorno por consumo de álcool fora dos critérios necessários para o seu diagnóstico como “um grupo de sintomas físicos e comportamentais, incluindo os sintomas de abstinência, tolerância e intenso desejo de consumo”.

No entanto, entre os critérios, elas enfatizam a frequência e o consumo recorrente do álcool como uma parte essencial para o seu diagnóstico. Mas esse consumo recorrente poderia ser considerado um hábito?

O hábito pode se transformar em um vício? A resposta é um sonoro não. Um vício, neste caso, o alcoolismo, é uma doença que se desenvolve por causa de diversos fatores biopsicossociais, partindo de um simples hábito para o consumo abusivo, que altera a estrutura do cérebro e o comportamento da pessoa.

Ou seja, é uma combinação de fatores biológicos, sociais e comportamentais que fazem com que um hábito como beber com os amigos se transforme em algo mais grave, um vício. Isto é complicado porque existem alguns fatores que controlamos e outros que não conseguimos controlar. Além disso, é difícil prever quem irá desenvolver ou não o mesmo vício diante de uma situação semelhante.

Por que algumas pessoas desenvolvem o alcoolismo e outras não?

Então, por que dentro desse grupo de amigos de que falamos no início do artigo, um vai desenvolver o alcoolismo e os outros não? Os fatores que influenciam o desenvolvimento da dependência do álcool podem ser resumidos em:

 

Fatores biológicos

Os fatores biológicos que ajudam a desenvolver o alcoolismo vão desde a herança genética até a alteração de diferentes neurotransmissores e estruturas cerebrais promovidas pelo hábito do consumo do álcool, que nos casos de indivíduos com predisposição para o vício é uma mudança muito rápida.

O transtorno pelo uso de álcool é encontrado mais facilmente entre familiares: 40-60% do risco de sofrer de alcoolismo é explicado pelas influências genéticas. Além disso, o risco é entre três e quatro vezes maior para os filhos de pessoas com transtorno pelo uso de álcool.

No que se refere às estruturas cerebrais e os neurotransmissores, verificou-se que a dopamina está envolvida no início das dependências porque está relacionada ao prazer, assim como o chamado sistema de recompensa do cérebro, composto principalmente pela área tegmental ventral, entre outras estruturas.

Fatores psicológicos

A percepção que a própria pessoa tem do consumo de álcool e o uso que faz dele podem ser muito importantes. No grupo de amigos que falamos no início do artigo, aquele que desenvolveu o alcoolismo provavelmente era o que bebia muito mais do que os outros.

Além disso, colocou em risco a sua saúde gerando um hábito nocivo, que deixou de ser controlável para se tornar um vício. Portanto, os padrões de comportamento durante a adolescência, que é onde se inicia este tipo de hábito, devem ser controlados pelos adultos. Nesta fase, a necessidade de aceitação e validação social são muito importantes.

 

Fatores sociais

A percepção do comportamento de beber e a disponibilidade do álcool no ambiente em que a pessoa vive também é muito importante. Os estudos demonstram que, nas sociedades mais permissivas em relação ao álcool, existem níveis mais elevados de alcoolismo.

Por isso, devemos ressaltar que há uma linha tênue entre o hábito de beber e o alcoolismo. Nesta linha há fatores que estão sob o controle do própria pessoa, como o seu comportamento, e outros que não estão, como o risco biológico. É preciso ter muito cuidado e consumir álcool com moderação, e até mesmo evitar o seu consumo.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

 

Efeitos colaterais do álcool que você não sabia

Tornar rotina beber muito em uma única ocasião, pode trazer sério problemas para sua saúde. Aqui iremos listar alguns efeitos do álcool, pouco conhecidos pelas pessoas.
Comunicação cerebral

O álcool interfere nos “caminhos” que fazem a comunicação, podendo afetar na maneira como o cérebro age e trabalha. Estas falhas podem mudar o humor e comportamento, ficando mais difícil de pensar com clareza e mover-se com a coordenação. Isso todo mundo sabe, porém, se você tem o hábito de beber, até chegar nesse estado sempre, poderá causar danos irreversíveis no seu cérebro.


>> Coração:

Beber uma grande quantidade ao longo de um longo período de tempo, ou demasiado numa única ocasião pode danificar o coração, causando diversos problemas, como:

Cardiomiopatia – Alongamento e inclinação do músculo cardíaco
Arritmias – Batimento cardíaco irregular
Pressão alta – Elevação da pressão arterial

A pesquisa também mostra, que pessoas que bebem quantidades moderadas de álcool, tem menos chances de desenvolverem doenças coronárias.


>> Fígado:

O consumo excessivo de álcool também tem um preço sobre o fígado, e pode levar a uma variedade de problemas e inflamações, como:

Esteatose: É um distúrbio que se caracteriza pelo acúmulo de gordura no interior das células do fígado
Hepatite alcoólica: É a hepatite devido ao consumo excessivo de álcool
Fibrose:  É a formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em um determinado órgão ou tecido, como parte de um processo de degenerescência fibroide
Cirrose: Transforma o tecido formado pelas suas células originais em tecido fibroso


>> Pâncreas:

O álcool faz com que o pâncreas produza substâncias tóxicas, que podem eventualmente levar a pancreatite, uma inflamação perigosa, causando inchaço dos vasos sanguíneos do pâncreas impededindo uma boa digestão


>> Câncer:

Beber muito álcool pode aumentar o risco de desenvolver certos tipos de câncer, como:

Boca
Esôfago
Garganta
Fígado
Mama
>> Sistema imune:
Beber muito pode enfraquecer o sistema imunológico, tornando o seu corpo um alvo muito fácil para doenças . Bebedores crônicos são mais suscetíveis de contrair doenças como pneumonia e tuberculose do que as pessoas que não bebem tanto. Beber uma grande quantidade de uma só vez, diminui a capacidade do seu corpo para evitar infecções, mesmo até 24 horas depois de ficar bêbado.

*Fonte: NIAA / Vida Em Equilíbrio