Conheça a Reevo, bicicleta elétrica sem raios ou garfo nas rodas

Criada pela Reevo, uma bicicleta elétrica, batizada com o mesmo nome da empresa, possui um design bastante original. O grande destaque do dispositivo são suas rodas, mais precisamente os raios e o garfo – na verdade, o que chama a atenção é a falta deles.

Com visual que lembra bastante um projeto futurista, a bike foi projetada em duas variantes, que se diferenciam pela capacidade do motor. Para o mercado europeu, a empresa implementou um motor de 250W que garante uma velocidade máxima de 25 km/h. Essa decisão foi tomada devido à legislação vigente para esse tipo de transporte.

Para o mercado norte-americano, a bicicleta é mais potente, pois conta com um motor de 750W, o que garante velocidade de até 40 km/h. Em ambos os casos, a parte elétrica é alimentada por um motor de 48V que pode ser removido e recarregado em até três horas.

Para evitar que a bicicleta seja roubada, a Reevo implementou algumas funcionalidades de segurança bastante úteis. Quando o equipamento está parado, por exemplo, as rodas ficam completamente bloqueadas.

Somente o dono do equipamento pode ligá-lo, já que há um sensor de impressão digital. Por fim, um sensor detecta qualquer movimento atípico quando a bike está desligada, fazendo com que possa ser encontrada facilmente por meio de um localizador GPS instalado.

A Reevo ainda conta com um sistema de iluminação de lâmpadas de LED, com capacidade de 800 lúmens, nas rodas. Ao detectar que a luz ambiente está baixa, o sistema as acende automaticamente. Luzes de direção e suporte para colocar o smartphone completam o pacote.

Infelizmente, por enquanto, a bicicleta elétrica está à venda por meio de um financiamento coletivo criado pela empresa na plataforma Indiegogo. Apesar das inovações, o equipamento não é muito barato, custando US$ 2 mil (R$ 11 mil em conversão direta).

*Por Luiz Nogueira

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*Fonte: olhardigital

Micro trailer dobrável pode ser acoplado em bike para “escapar” da cidade

Que tal pegar a bicicleta e escapar no fim de semana para curtir a natureza? Esta é a proposta da empresa dinamarquesa Wide Path Campers que lançou um trailer tão pequeno que pode ser puxado até pelo veículo de duas rodas. É como levar a própria casa para onde for.

Apesar de minúsculo, o “Bicycle Camper” é extensível. Não é preciso nenhuma ferramenta: em apenas três minutos é possível converter o trailer dobrável em uma modesta casinha. O espaço interno pode ser usado como sala de estar, como mesa e sofá, como também pode ser transformado em uma cama de 200 x 90 cm, que acomoda duas pessoas.

Se a ideia for acampar, outra possibilidade é montar a mesa com cadeiras do lado externo e até receber convidados. Ao dobrá-lo, o trailer está pronto para ser levado para a próxima aventura.

A mini casa móvel é equipada com espuma semi-isolante, janelas em policarbonato anti-estilhaçamento e piso de madeira compensada resistente à água. Um trilho embutido facilita o transporte da barraca ou tenda solar. Há ainda espaço de armazenamento interno de 300 litros.

Dimensões

Dobrado, o micro trailer mede 1,49 metro de comprimento; enquanto aberto chega a 2,85. Em ambos os casos, a largura é de 97 cm e a altura total é de 1,75, sendo que dentro da cabine a altura é de apenas 142 cm (confortável para estar sentado, mas não para ficar em pé).

A Wide Path Campers vende ainda pacotes adicionais do modelo com painel solar, bateria, lâmpadas LED, ventilador e kit cozinha.

A empresa não aborda questões de segurança. Como será a estabilidade de pedalar enquanto puxa um trailer em estradas íngremes, por exemplo? Outro ponto a ser questionado é o valor – já salgado em coroas dinamarquesas – convertido para reais cada trailer dobrável não sai por menos de 22 mil reais. Para mais informações, acesse o site da companhia.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Bicicleta ganha espaço nas cidades após isolamento social

Muito se debate como será a vida quando a quarentena chegar ao fim, tanto a relação entre as pessoas, o dia a dia do trabalho e estudo, além da economia. Nas cidades em que já está havendo o diminuição do afastamento social, há diversas iniciativas sendo implementadas para evitar nova pandemia.

Muitas dessas ações incluem medidas relacionadas a mobilidade urbana. Projetos que estimulam o uso da bicicleta como principal meio de transporte, em muitas cidades, têm sido protagonistas nos planos públicos de combate a necessidade de uma nova quarentena.

A recomendação de estimular a bicicleta e caminhada para locomoção durante e pós-pandemia é da Organização Mundial da Saúde. Além da bicicleta ser um modal de transporte individual que permite o distanciamento social, também podem são utilizadas ao ar livre e são não-poluentes contribuindo para manter os índices mais baixos de poluição atingidos durante a quarentena.

Iniciativas internacionais

O governo britânico planeja investimento de 2 bilhões de libras dedicados ao estímulo do uso da bicicleta e da caminhada no retorno da rotina de deslocamento ao trabalho. Parte da verba será destinada à implantação de ciclovias temporárias em Londres e outra parte como um incentivo financeiro para pessoas que não pedalam há um tempo poderem reformar suas bicicletas.

A Itália oferecerá até 500 euros para ajudar os moradores de cidades com mais de 50 mil habitantes a comprarem uma bicicleta. Em Paris, foi liberado 22 milhões de euros para a criação de ciclovias temporárias. Cidades da Alemanha ganharam ciclovias extras para que mais pessoas possam se locomover de bicicleta e também para garantir a distância necessária entre os ciclistas. As lojas de consertos de bikes foram consideradas como serviço essencial no país.

Em Nova York, foi registrada uma queda de 50% nas emissões de monóxido de carbono de automóveis comparado ao ano passado, segundo informações da Universidade Columbia. De acordo com a Cetesb, o mesmo fenômeno aconteceu em São Paulo: a poluição atmosférica caiu pela metade após uma semana de quarentena na capital.

Brasileiros aprovam uso da bike

No Brasil, a Tembici, empresa de micromobilidade com atuação na América Latina, fez um levantamento para identificar o perfil dos ciclistas que usam as bikes durante a pandemia e constatou que 45% dos usuários optam por transporte individual e em ambiente aberto como prevenção a Covid-19.

Em todas as cidades de atuação da empresa, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Salvador foi constatado que 54% dos usuários utilizam a bike para ir e voltar do trabalho e, em média, 90% dos usuários pretendem continuar utilizando a bike ao término da quarentena.

“Cada vez mais, os brasileiros aderem às bicicletas como modal de transporte ideal. Com a pandemia, as bikes se provaram ainda mais funcionais, por ser um meio de transporte sustentável e com um custo acessível”, diz Tomás Martins, CEO da Tembici.

“Após a pandemia, esse comportamento de prevenção vai se acentuar e iniciativas do poder público que estimulem os deslocamentos com bicicletas serão fundamentais. Nossa operação está preparada para a retomada, já que reforçamos todos os procedimentos de higienização das bicicletas e estações.”, complementa o executivo.

*Por Natasha Olsen

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*Fonte: ciclovivo

Empresa reaproveita cápsulas de café para fabricar bicicletas

Uma empresa sueca está usando alumínio reciclado para construir suas bicicletas. Mas não se trata de qualquer alumínio não, mas sim do reaproveitamento de cápsulas de café pós consumo. O projeto é realizado em parceria com a Nespresso.

Batizada de RE:CYCLE, cada modelo possui 300 cápsulas recicladas. Aliando design sustentável, a beleza é presente nos detalhes. O sino imita uma cápsula, o quadro roxo, imita um dos aromas da marca e a cesta inclui dois porta-copos.

Segundo a fabricante Vélosophy (que produz também outros modelos), a cada bicicleta vendida outra é doada a uma estudante de um país em desenvolvimento.

“Criamos a Vélosophy com um propósito claro: ter um impacto positivo no mundo. Este propósito impulsiona tudo o que fazemos, desde a nossa promessa de doar bicicletas até a produção de elegantes bicicletas urbanas a partir de alumínio reciclado”, afirma Jimmy Östholm, CEO e fundador da companhia.

A RE:CYCLE tem edição limitada e está sendo vendida por 1.290 euros.

O alumínio é um recurso valioso, uma vez que pode ser derretido e reutilizado infinitamente.

*Por Marcia Sousa

 

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*Fonte: ciclovivo

60 minutos nesta bicicleta podem alimentar sua casa por vinte e quatro horas

Alguma vez você já sonhou em alimentar sua casa sem pagar os enormes custos? Você pode imaginar fazer isso e cuidar da sua figura corporal ao mesmo tempo.

Bem, essa foi a incrível ideia do fundador da bicicleta híbrida Free Electric, Manoj Bhargava. Ele usa energia mecânica da maneira mais simples possível, a fim de transformar uma hora de exercício em fornecimento de energia a uma família rural por 24 horas.

Seu mecanismo é simples – o dínamo é ativado quando você pedala, e isso aciona o gerador e carrega uma bateria.

Sobre a bicicleta:

“A Free Electric é fabricada com peças de bicicleta padrão, o que o torna facilmente reparável por qualquer mecânico ao redor do mundo. A bicicleta é barata, limpa e prática em termos de fornecimento de energia para aqueles que mais precisam em escala global.

Bhargava diz:

“Nosso objetivo é começar com a Índia, mas realmente pode ser usado em qualquer lugar. Existem 1,3 bilhão de pessoas em todo o mundo que ainda vivem sem acesso à eletricidade. ”

Além disso, ele afirma que a Free Electric cria essencialmente “melhor saúde, mais tempo de lazer, melhor acesso à educação e oportunidades de empreendedorismo – poderia literalmente mudar o mundo”.

Você já ouviu falar de uma motivação melhor para começar a se exercitar? O vídeo em destaque oferece a oportunidade de ver esta bicicleta em ação:

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*Fonte: revistasaberesaude

Imagem de bicicleta encontrada em parede de templo de 2.000 anos intriga o mundo

Parece mentira mas não é, uma escultura de uma pessoa sobre uma bicicleta fora encontrada lapidada em uma parede de um templo com mais de 2.000 anos. Fundadores do Templo Panchavarnaswamy, construído durante o período de Chola na Índia, pode ter previsto a chegada da bicicleta centenas de anos antes.

O Homem que a encontrou, chamado Praveen Mohan, postou a imagem em seu canal no YouTube, e disse: “Em um canto escuro em uma das paredes, podemos ver esta incrível escultura de um homem andando de bicicleta.”

“Os historiadores nos disseram que a bicicleta só foi inventada em 1800, ou seja, há apenas 200 anos, mas como essa imagem fora esculpida neste antigo templo que tem cerca de 2.000 anos de idade?”

Aparentemente ninguém sabe ao certo como e quando essa intrigante imagem foi parar neste templo histórico. Mas há uma explicação bem plausível: O Templo Panchavarnaswamy fora reformado nos anos 1920, quando as bicicletas eram um produto de massa na Índia.

E este fato pode ter inspirado um dos escultores que estavam encarregados da reforma, em fazê-la. Contudo, não há qualquer tipo de registro dessa remodelação.

 

 

 

Pedalar mantém o sistema imunológico jovem

A imortalidade talvez seja um dom reservado para os humanos de um futuro muito, muito distante. Mas se manter ativo durante a vida adulta pode ajudar com algo importantíssimo: um sistema imunológico robusto que se parece décadas mais jovem do que o esperado. Essa é a descoberta de um novo estudo publicado na última semana no periódico Aging Cell.

Pesquisadores do Reino Unido examinaram o sangue de 125 pessoas com mais de 55 anos que pedalaram regularmente durante suas vidas, procurando por marcadores de produção da célula T. As células T são as principais defensoras do sistema imunológico, encarregadas de uma série de papéis, como o reconhecimento e neutralização de invasores.

Os cientistas compararam os adultos de meia idade fitness com 75 pessoas saudáveis de idades similares, mas que não se exercitavam. Além disso, também fizeram a comparação com 55 jovens adultos que não eram tão ativos. Os ciclistas mais velhos tinham no geral níveis maiores de células T jovens e recém criadas do que os pares sedentários. A surpresa foi que os níveis eram quase os mesmos encontrados no grupo mais jovem.

A descoberta sugere que o declínio gradual do nosso sistema imunológico, também conhecido como imunossenescência, pode ser algo evitável. “Concluímos que muitas características da imunossenescência podem ser conduzidas pela redução de atividades físicas com o avanço da idade”, escreveram os autores.

O estudo não é o primeiro a mostrar diferenças claras entre pessoas ativas e o restante da população. Outra pesquisa descobriu que um estilo de vida sedentário pode aumentar o risco de uma variedade de doenças crônicas como problemas cardiovasculares, obesidade e certos cânceres, especialmente conforme envelhecemos.

O novo estudo, no entanto, destaca ainda mais o papel de um sistema imunológico forte para que pessoas mais velhas se mantenham saudáveis.

“O sistema imunológico declina cerca de 2% a 3% por ano a partir dos nossos 20 anos, e é por isso que as pessoas mais velhas são mais suscetíveis a infecções, condições como artrite reumatóide e, potencialmente, câncer”, disse à BBC a coautora do estudo Janet Lord, professora e diretora do Instituto de Envelhecimento e Inflamação da Universidade de Birmingham. “O fato dos ciclistas terem um sistema imunológico de um jovem de 20 anos em vez de 70 ou 80 anos significa que conseguiram adicionar proteções a todos esses problemas”.

Nem tudo era igual entre os mais jovens e os aspirantes a modelos fitness. Os ciclistas tinham níveis maiores de memória nas células T. E os níveis de uma determinada população de células imunológicas, conhecidas como células T CD28−ve, CD57+ve, eram iguais entre os idosos ativos e não ativos.

Acredita-se que presença de ambos os tipos de células T aumentam ao passo que somos expostos a mais invasores ao longo da vida, dizem os pesquisadores. Isso sugere que mesmo as pessoas mais ativas mostrarão alguns sinais de desgaste à medida que envelhecem.

Ainda assim, os pesquisadores teorizam que permanecer ativo não só protegem de doenças como câncer, mas também aumenta a eficácia de vacinas. Eles planejam estudar o mesmo grupo de ciclistas para testar sua teoria sobre as vacinas.

 

 

 

 

 

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*Fonte: gizmodo

Onde está sua bicicleta?

A bicicleta está bem distante de ser o principal meio de transporte no Brasil. No entanto, estudo feito em 2016 em algumas capitais brasileiras revela, entre outras coisas, que mais de 60% das pessoas gostariam de usar esse modal para ir ao trabalho. No entanto, ainda sentem falta de segurança, de respeito dos motoristas e de ausência de estrutura nas empresas. Esse é um dado importante que nos incentiva a discutir cada vez mais a mobilidade urbana, em especial em metrópoles como São Paulo.

Cidades orientadas somente ao veículo automotor não fazem mais sentido. A bicicleta deve se tornar mais uma alternativa diante do caos instaurado no trânsito diário. Para distâncias de até cinco quilômetros nas áreas urbanas mais densas das cidades, há pesquisas que constatam que a bicicleta é o modal mais rápido, podendo chegar a uma velocidade entre 12 e 15 km/h.

Incentivar o seu uso, portanto, é pensar em cidades mais inclusivas e com qualidade de vida. Para a ONU, a bicicleta é o transporte mais sustentável do mundo. Além disso, essa prática faz bem para o meio ambiente. São múltiplos benefícios, imediatos e em longo prazo: redução dos congestionamentos e do barulho, melhoria na segurança viária e diminuição significativa da poluição do ar e nas emissões de gases de efeito estufa.

O uso da bicicleta é uma tendência mundial e alguns locais já estão bem desenvolvidos em relação às ciclovias. Em Tóquio e na Holanda, por exemplo, 25% dos trajetos diários são feitos de bike. No Brasil ainda estamos engatinhando nesse assunto, mas iniciativas e pesquisas mostram que há uma demanda ainda mal explorada.

Engana-se quem acha que a introdução da ‘cultura da bicicleta’ deve ser construída prioritariamente pelos órgãos públicos. O incentivo ao uso do modal é responsabilidade de todos. As empresas que adotam o transporte em duas rodas demonstram maior comprometimento com toda a sociedade e podem se tornar referência para outras.

Pedalar faz bem para o planeta, para o bolso e para a saúde, além de aproximar as pessoas. Duvida?

Experimente tirar a sua bike da garagem. Experimente pedalar pelo seu bairro, pela cidade. Incentive o uso do modal na sua casa, nas empresas e nas escolas. É com pequenos gestos que iremos desenvolver mais fortemente essa cultura em nossas comunidades. É um grande desafio que vale a pena. Você pode começar hoje!

 

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*Fonte: pensamentoverde/Leonardo Lorentz

 

Recorde mundial: 167,7 km/h numa mountain bike

Conheça o projeto V-Max de Max Stöckl, o biker mais rápido do mundo no MTB Downhil.

Markus ‘Max’ Stöckl é movido pela velocidade. O gerente geral da equipe de mountain bike MS-Racing Mondraker na Copa do Mundo UCI MTB DH  gosta de descidas íngremes e despencar o mais rápido possível. Aliás, definindo o recorde de velocidade de downhill com uma mountain bike comum por mais de 20 anos.

>> Confira no link abaixo a matéria na íntegra, bem como o vídeo desta incrível e arriscada façanha, bem como algumas fotos e dados de sua tentativa de novo recorde.

http://www.redbull.com/br/pt/bike/stories/1331843979002/recorde-mundial-167-7-km-h-numa-mountain-bike

 

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Ferramenta conserta pneu furado de bicicleta em 60 segundos

Ao contrário do automóvel, não dá para sair pedalando com um pneu reserva a tiracolo. Esse fato gera, muitas vezes, a desagradável situação de ver seu pneu furado no meio da rua e ter que encontrar uma oficina que faça o reparo. Uma startup norte-americana criou um dispositivo que promete solucionar rapidamente esse problema.

A ferramenta de formato circular é composta por uma ponta na extremidade e um material de remendo em seu interior. O ciclista passa uma substância líquida no pneu, inclusa no kit, e no local do furo formam-se bolhas, detectando o vazamento. Em seguida, ele insere o adesivo do cartucho e bombeia o ar para enchê-lo novamente. O processo demora cerca de um minuto – e o remendo é feito sem que o ciclista tenha que retirar o pneu.

Batizado de Patchnride, nome idêntico ao da empresa fabricante, o produto foi desenvolvido por um grupo de ciclistas. O dispositivo foi para que todos possam consertar suas bicicletas, sem exigir força ou habilidades técnicas especiais.

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*Fonte: ciclovivo

 

 

Baik

Uma bicicleta com a menor quantidade de curvas e elementos possíveis. Assim nasceu a Baik, criação minimalista sobre duas rodas de Ion Lucin.

O designer espanhol desenvolveu a ideia a partir de um projeto esguio e moderno de bicicleta, e até nas cores foi econômico. O preto total só perde espaço para o laranja e amarelo de frisos internos de partes do quadro. De cima e de lado, o negro toma conta.

Infelizmente, a Baik ainda está na fase-conceito, e não tem data para chegar às lojas. O projeto, porém, já tem fãs ao redor do mundo – entre os quais nos incluímos.

 

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7 erros que você pode estar cometendo ao pedalar e como corrigi-los

A vasta maioria dos ciclistas frequentemente comete esses erros nas estradas. Qualquer um que reconhece e corrige seus erros pode pedalar mais seguro, confiante e eficiente. Até a última semana eu estava cometendo esses erros também. No entanto, um curso de 2 horas que completei na última quinta-feira, pelo altamente recomendado Cycle Training UK, mudou completamente minha técnica de pedal. Aqui estão erros comumente cometidos e como eles podem ser corrigidos.

1 –  Pedalar onde os carros não podem lhe ver
Talvez o erro mais frequente cometido pelos ciclistas iniciantes é pedalar muito próximo da calçadwa ou acostamento. Isso pode parecer mais seguro por você imaginar que está fora do caminho dos carros. No entanto, isso é na verdade mais perigoso. Para começar, isso encoraja motoristas a tentar manobras arriscadas quando claramente não há espaço suficiente para ultrapassar. Você também fica menos visível, não apenas para carros, mas também para pedestres que estão saindo para a estrada. Se há um obstáculo a frente, você terá menos espaço para evitá-lo.

Essa é uma das dicas que eu já tinha ouvido antes sobre segurança ao pedalar, mas eu ignorava ela frequentemente. Agora, quando eu estou em um lugar que eu possa trafegar na mesma velocidade dos carros ou se eu acho que o carro não tem segurança ao me ultrapassar, eu pedalo no centro da minha pista. Na verdade, pedalar no centro da pista é minha posição padrão para pedalar. Eu só me coloco para o lado quando eu tenho certeza que o carro pode me ultrapassar com segurança.

2 – Não ter consciência dos usuários da estrada que estão atrás de você
Olhar frequentemente por trás do ombro, a cada 8-10 segundos, dá a você uma boa noção do que está atrás de você. Isso significa que você não terá nenhuma surpresa desagradável. O lado bom de fazer isso é que os carros vão perceber que você está de olho neles e vão se comportar mais. Também, isso aumenta a atenção deles em você, fazendo com que tenham noção da sua posição na estrada. Contato visual faz uma grande diferença na segurança ao pedalar.

3 – Permitir que um carro fique muito perto de você em um cruzamento
Se o carro manobra para se aproximar de você próximo de um cruzamento (lateralmente), quando ele for se deslocar, principalmente se for virar para outra direção, a situação se torna muito perigosa. Quando você vê um cruzamento a sua frente, vá para o centro da pista. Isso previne que os carros te coloquem em uma posição perigosa e permite que você saia de forma segura.

4 – Sair do acostamento sem visão clara de onde estão os carros
Esta é uma área na qual eu pedalava muito, colocando a mim mesmo em uma situação perigosa e causando problemas para os motoristas. O que eu fazia era jogar minha bike na estrada onde eu não podia ser visto e então pulava para dentro do tráfico. Ao contrário, eu deveria me colocar onde eu possa ser visto de uma boa distância e então começar a adentrar no tráfego.

5 – Ultrapassar pela direita
Durante essa parte da lição eu comecei a me questionar sobre quão apropriadas as ciclo-faixas são. Foi aí também que eu notei que em vez de agir como um ciclista eu deveria pensar mais como uma motocicleta.

Se, por exemplo, você está se aproximando de um semáforo e alguns carros já estão esperando pelo sinal verde. Instintivamente, eu ultrapassaria pela direita, provavelmente em uma estreita ciclo-faixa, para ficar na frente da fila. No entanto, se a o sinal abrir durante esse processo, eu fico em uma péssima posição. Além disso, os motoristas são ensinados a olhar para a direita para ver se alguém está ultrapassando. E esse é o lugar mais seguro para estar. No geral, quando for ultrapassar, você sempre deve fazer isso pela direita. Você nunca sabe quando um carro vai virar para a direita sem olhar pelo retrovisor.

6 –  Pedalar sem manter os dedos no freio
As mãos devem ficar sempre posicionadas com os dedos nas alavancas de freio, pois caso haja uma necessidade repentina de frenagem você estará pronto para isso. Se isso não for confortável, então você deve ajustar as alavancas de freio para que fiquem mais perto do guidão.

7 –  Usar gestos de mão incorretamente
Isso não significa fazer gestos obscenos com as mãos para motoristas! Você vê muitos ciclistas usando parte dos braços para apontar a direção em que estão indo. Os carros raramente veem isso. Ao contrário, você deve esticar bem os braços de modo firme, o que mostra autoridade e é uma indicação clara das suas intenções. Se você tem medo de fazer isso por ficar instável em pilotar com uma mão só, então pratique pilotar com uma mão só antes de fazer isso. Um erro que eu cometo é indicar minha direção sem olhar para trás antes. Olhar para trás sempre deve vir primeiro.

Apenas tome cuidado para não ficar confiante demais. E se puder fazer um desses cursos, faça. Vai aprender muito mais lá.

*Fonte: RevistaBicicleta / texo: Andreas

 

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