Primeiro livro de Dave Grohl ganha trailer oficial

Dave Grohl, líder do Foo Fighters, prepara a chegada ao mercado de seu próximo livro, The Storyteller: Tales of Life and Music, no qual compartilhará o que descreveu como “uma coleção de memórias de uma vida vivida em voz alta”.

“Desde meus primeiros dias crescendo nos subúrbios de Washington, DC, até pegar a estrada aos 18 anos, e toda a música que se seguiu, agora posso compartilhar essas aventuras com o mundo, como visto e ouvido por trás do microfone”, explicou.

O livro The Storyteller: Tales of Life and Music tem lançamento agendado para 5 de outubro e está disponível para pré-venda AQUI.

Para acompanhar o anúncio, as redes sociais do Foo Fighters disponibilizaram o trailer oficial do livro, no qual Grohl aparece narrando trechos de sua história com imagens de infância. Confira no player abaixo:

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*Fonte: radiorock89

Novo documentário vai retratar vida de Jim Morrison

A memória de Jim Morrison, eterno vocalista do The Doors, será celebrada em um novo documentário focado totalmente em sua obra artística. Ainda sem título definido, o filme será coproduzido pelos estúdios Gunpowder & Sky e a produtora JAM, Jampol Artist Management.

De acordo com a revista Variety, os produtores prometem apresentar ao público passagens da vida do cantor que foram “desenterradas” de seus diários pessoais, além de registros de imagens de filmes caseiros para a tela como parte do projeto.

“Nosso trabalho é orientar, proteger e conectar os legados extraordinários de nossos clientes aos fãs antigos e novos, mantendo sempre os mais altos padrões de credibilidade e autenticidade”, disse em comunicado Jeff Jampol, diretor da JAM.

Este será o primeiro documentário dedicado única e exclusivamente a Jim Morrison, a obter a aprovação dos seus familiares. A ascensão do cantor, em meio ao sucesso de sua banda de rock e o uso indiscriminado de drogas, foi retratado no cinema em 1991 no filme The Doors, de Oliver Stone, estrelado por Val Kilmer.

A estreia da nova produção está prevista para o final de 2022 ou início de 2023.

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*Fonte: aradiorock

Sex Pistols ganhará série biográfica com diretor de “Trainspotting”

A história do Sex Pistols será contada em uma série biográfica inédita muito em breve.

Danny Boyle, o diretor do clássico Trainspotting (1996), é um dos nomes por trás do projeto que será exibido pelo canal FX. Além de Boyle, os roteiristas Craig Pearce (Moulin Rouge) e Frank Cottrell Boyce (24 Hour Party People) também trabalharão no seriado.

A trama será baseada no livro Lonely Boy: Tales from a Sex Pistol, do guitarrista Steve Jones.

Confirmados no elenco estão Anson Boon como Johnny Rotten, Toby Wallace como Jones, Louis Partridge como Sid Vicious, Jacob Slater como Paul Cook, e Fabien Frankel como Glen Matlock. Além deste nomes, outros rostos conhecidos como Maisie Williams e Emma Appleton, essa última interpretando Nancy Spungen, também estarão na série.

A sinopse do projeto, escrita por Danny Boyle, diz (via Brooklyn Vegan):

Imagine invadir o mundo de ‘The Crown’ e ‘Downton Abbey’ com seus amigos, gritando suas músicas e sua fúria por tudo o que elas representam. Este é o momento em que a sociedade e a cultura britânicas mudaram para sempre. É o ponto de detonação da cultura de rua britânica… onde os jovens comuns tinham o palco e desabafavam sua fúria e sua moda… e todos tinham que assistir e ouvir… e todos os temiam ou os seguiam. Os Sex Pistols. No centro estava um jovem cleptomaníaco, analfabeto e charmoso — um herói para a época – Steve Jones, que se tornou, em suas próprias palavras, o 94º maior guitarrista de todos os tempos. Foi assim que ele chegou lá.

*Por Stephanie Hahne

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Valeu Keith

Estou chegando quase ao fim de mais uma leitura de biografia, o livro aqui em questão é “Vida” – do Keith Richards. Quem me conhece sabe que tenho dezenas de biografias já lidas em minha estante (não é para me gabar), gosto muito ler esses livros, servem muito bem para construirem uma aura maior da compreensão do do trabalho desses artistas. Assim se você já conhece a banda, suas músicas, seus trabalhos e tal, passa a ficar ainda mais por dentro de outros detalhes desse universo. Só que aí tem um detalhe curioso. É que quando curto muito um livro eu tenho um procedimento todo particular, começo a auto-sabotar a minha leitura. A medida que ela vai chegando perto do fim, vou me demorando mais apara encerrar. Imagino que seja justamente um mecanismo de querer prolongar o inevitável fim, que já está logo ali adiante, justamente quando a leitura está cada vez melhor e mais interessante. No inicio, essas bios são um pouco chatas, ainda mais na fase de quando ainda criança dos artistas e tal. Então essas páginas finais levam muito mais tempo do que o necessário para serem lidas, quando o assunto é realmente mais quente…. huahaua. Uma grande bobagem isso e assim que acontece algumas vezes comigo. Um grande indicativo de que o livro é para mim muito bom. Sei lá como, tenho esse procedimento já há muitos anos. Vou embromando para prolongar, serve Tipo um selo de aprovação. Não acontece com todos os livros, somente com alguns poucos, mas acontece. Tenho um grande apreço por biografias, ainda mais quando for ligada ao universo musical.

Dito isso, então na verdade verdade agora (nesse momento) ainda me restam algumas poucas páginas, um último capítulo para o derradeiro fim. E já estou embromando. Depois daí é fechar o livro e fazer uma breve releitura mental dos fatos que julguei mais interessantes, importantes ou que me chamaram bastante a atenção. Já fico pensando qual fato/história é que vou contar especificamente para essa ou aquela pessoa, geralmente alguém próximo, para quem eu acredito que isso venha fazer algum sentido, temperar ou iniciar alguma nova conversa que já tivemos, acrescentar algum fato novo. Afinal, biografias tratam da vida de pessoas importantes (ou não – dependendo do ponto de vita), mas que de qualquer forma, são seres humanos igual a nós, com todas suas falhas, fraquezas, méritos e acertos (não necessariamente nessa ordem).

Tudo isso para dizer que essa bio do Richards, que foi lançada em 2010, me lembro bem do alvoroço que foi na época, todos os meus amigos rockers queriam ler (e muitos leram de fato), me contaram uma coisinha aqui e ali. A maioria curtiu muito. Mas como eu não tenho pressa, prefiri deixar para ler mais tarde. Não era para tanto tempo assim, mas nesse meio do caminho, outros livros me chamaram mais a atenção e me aguçaram o sentido de urgência. E já disse que tenho sempre algum livro para ser lido, comprei ele no final daquele ano e guardei na estante – junto dos demais não lidos. Deixei quieto ali, como um bom vinho e agora, dez anos depois, resolvi que era chegado a hora de lê-lo, justamente nesse período de final de ano.

Vou resumir toda essa conversa da seguinte forma, é sem dúvida uma excelente bio, talvez não seja a melhor que já li, tenho outras 3 ou 4 mais impactantes em minha lista TOP 10, mas é sem dúvida sensacional. Valeu a pena deixar quieto. Óbvio que me deu uma grande ampliada no conhecimento do que se trata a história da banda dos Rolling Stones, claro, sob a perspectiva do Keith. Ah! E também de sua carreira solo com os X-pensive Winos (banda que curto muito). Já vi a bio do Mick Jagger inúmeras vezes em livrarias para vender, só que nunca tive vontade de ler. Stones para mim, sempre foi uma questão mais Keith do que Jagger, saca!?

Mas acima de tudo, inúmeros foram os trechos em que me fizeram parar e pensar sobre diversos aspectos da vida. E não! Não sou nenhum pretenso astro do rock e nem jamais minha vida foi ou é sequer de longe, parecida com a dele. Preciso deixar claro isso! Justamente por essa inusitada conexão como um mero fan de seu trabalho, digamos assim, me sinto grato por essa leitura. Vários de seus apontamentos e reflexões me fizeram pensar sobre a vida – quem diria hein(!?), logo o Keith Richards é que me faria isso e não um Eric Clapton, Jimi Hendrix, Jim Morrison ou então David Bowie (a bio recente que li). Entendo que apesar dos vários anos desse livro encostado na estante, foram mesmo na hora certa esses seus recados.

Mais uma vez vez, muito obrigado Keith. E se não são as suas músicas, riffs e acordes encantadores, agora também suas palavras me jogam um tanto mais de luz, seja com o seu senso de humor, trapalhadas, entreveros, raiva, paixão ou verdades no modo como enfrenta as suas inúmeras questões.

Gracias!
banjomanbold

Trailer de Stardust, cinebiografia de David Bowie, mostra o drama da vida do astro; assista

A vida, carreira e todas as esquisitices espaciais de David Bowie vão virar filme. A cinebiografia Stardust acabou de receber o primeiro trailer nesta quarta-feira (28).

O drama histórico é dirigido por Gabriel Range sobre a vida do ícone pop é estrelado pelo ator de Emma (2020) ​​Johnny Flynn, que surge como uma versão de Bowie aos 24 anos de idade, antes de se tornar um dos músicos mais famosos da história do Rock.

A narrativa começa em 1971, quando o jovem Bowie embarca em uma viagem para os Estados Unidos para se encontrar com o publicitário da Mercury Records, Rob Oberman (Marc Maron).

O filme promete dar ênfase as dificuldades enfrentadas por Bowie no início da carreira, visto que a visão alternativa dele sobre a sexualidade masculina e as práticas excêntricas na hora de se apresentar ainda não eram aceitas pelo público. Claro, isso tudo viria a mudar depois de Ziggy Stardust, tanto o disco quanto a persona artística criada pelo Starman.

“Não existe um Eu autêntico. Existe apenas medo”, diz Bowie no trailer. “Eu quero levar minhas fantasias ao palco comigo.” Stardust chega aos cinemas em 25 de novembro – o mesmo dia em que chega ao video on demand e demais serviços digitais. Assista ao trailer abaixo:

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*Fonte: rollingstone

B.B. King ganhará filme biográfico com Wendell Pierce no papel principal

O ator Wendell Pierce revelou que irá viver o lendário B.B. King em um filme que vem sendo produzido sobre o maior nome do Blues mundial.

The Thrill Is On, que faz referência à clássica faixa “The Thrill Is Gone” (1969), contará a história da vida de King e terá produção de Michael Zanetis, que também será co-autor do roteiro ao lado de Melora Donoghue.

Pierce é conhecido principalmente pelos papéis do Detetive Bunk Moreland em The Wire (no Brasil, A Escuta) e mais recentemente como James Greer em Jack Ryan, série exclusiva do Amazon Prime Video. O próprio ator anunciou a novidade em um Tweet, onde escreveu:

Nós somos oficiais. Preparação começou em um filme onde eu terei a honra de viver o grande, B.B. King. Sinto-me muito honrado. Eu prometi ao B.B. King antes dele morrer, eu o honrarei e honrarei o seu gênio criativo. Um Ícone Americano.

Vale lembrar que B.B. King faleceu aos 89 anos de idade em 2015, mas nos deixou com 40 discos de estúdio e uma contribuição imensurável à música reconhecida pelo Hall da Fama do Rock and Roll em 1987.

Ainda não há informações sobre uma data de lançamento para The Thrill Is On.

*Por: Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Os últimos dias de Jimi Hendrix, 50 anos após a sua ainda misteriosa morte

No ultimo show que fez na vida, Jimi Hendrix foi vaiado. Aconteceu em 6 de setembro de 1970, 12 dias antes de sua morte, em um festival chamado Peace and Love, na ilha de Fehmarn, na Alemanha. O evento estava cheio de membros da mais violenta gangue de motociclistas, os Hells’ Angels. Choveu muito, e o público fez fogueiras para combater o frio. O fato é que ninguém ali tinha muito ânimo para defender o lema do festival: paz e amor. À hora prevista para Hendrix subir ao palco, um vendaval o impediu. O show não pôde acontecer. Os Hells’ Angels não levaram na esportiva. Ouviram-se alguns tiros. A apresentação foi remarcada para o dia seguinte, às 12h. Quando Hendrix pisou no palco, começaram as vaias: pessoas trêmulas de frio, irritadas com o atraso, motoqueiros com vontade de continuar suas manifestações. “Vai pra casa”, ouviu-se. O músico se aproximou do microfone: “Paz, de todos os modos, paz”. As vozes de desaprovação continuaram. “Se forem vaiar, pelo menos que seja afinado”, disparou com ironia o guitarrista, que então iniciou uma furiosa versão de Killing Floor, tema do blueseiro Howlin’ Wolf.

Os protestos diminuíram, dando lugar a um dilúvio. Hendrix levava pequenos choques quando se aproximava do microfone. Tudo era desagradável e violento. Acabou o show com uma boa interpretação de Voodoo Child. Quando foi embora, os motoqueiros subiram no palco e botaram para quebrar. “Não foi feliz na etapa final da sua vida”, conta por telefone, de Londres, o escritor Harry Shapiro, certamente a pessoa que mais longe chegou na investigação sobre a morte do mito, refletida no livro Jimi Hendrix: Electric Gypsy. “Todo mundo queria um pedaço de Jimi Hendrix: gravadoras, empresários, groupies, imprensa… Estava sempre na primeira linha. E isso é extremamente nocivo para qualquer um, ainda mais se for uma pessoa tão criativa como ele. As pessoas não queriam escutar novas canções. Queriam sempre as mesmas, que ele tocasse com os dentes, que quebrasse a guitarra… Jimi estava cansado e muito frustrado de tudo isso”, afirma Shapiro.

Em um ano e meio (de maio de 1967 a outubro de 1968), Jimi Hendrix editou seus únicos três discos de estúdio (Are You Experienced, Axis: Bold as Love e Electric Ladyland, este último um álbum duplo). Foram trabalhos que mudaram o rock para sempre. Diz Shapiro: “Ele está no mais alto da história do rock. A guitarra elétrica e o blues nunca mais foram os mesmos depois de Hendrix. Ele mudou tudo o que os brancos sabiam da guitarra. Até a chegada dele, a eletricidade só servia para fazer a guitarra tocar mais alto. Com ele a eletricidade passou a ser parte da música”. Charles R. Cross, outro estudioso da vida do músico, autor de Jimi Hendrix – A Biografia, acrescenta, de Seattle: “Dá-se toda a importância à sua faceta como guitarrista, mas era muito mais: cantor, compositor, líder de banda… Sua música tinha profundidade e vida além dos sucessos radiofônicos”.

Durante os últimos 50 anos, foram cogitadas até quatro versões sobre a causa da morte prematura, aos 27 anos, daquele que para a maioria dos especialistas é o melhor guitarrista de rock da história: o suicídio por causa de uma vida infeliz; assassinado por seu empresário, o viscoso Michael Jeffery, para que recebesse o seguro e acuado por dívidas com a máfia; instigada pela CIA, em uma época de revoltas raciais (Hendrix era um negro adorado pelos brancos); e, a oficial, asfixiado por seu vômito, após misturar soníferos com álcool.

Hendrix morreu num quarto subterrâneo de um nada glamouroso hotel londrino, o Samarkand. A mulher que estava com ele se chamava Monika Dannemann, uma alemã de família rica, patinadora aposentada por causa de uma lesão. Eles haviam se conhecido no ano anterior e se visto apenas meia dúzia de vezes. Dannemann foi vê-lo em Londres e ficaram no hotel dela.

Segundo o depoimento da patinadora, em 17 de setembro passaram o dia juntos, ouvindo música e lendo. À noite, Hendrix lhe pediu que o levasse a um endereço. Ela perguntou com quem se encontraria, mas o músico não disse. Depois, passou para apanhá-lo. Hendrix disse que estava cansado e que precisava dormir, e perguntou se ela tinha algum comprimido. Ela lhe deu alguns de um tipo muito potente (Vesparax) e o advertiu para tomar só metade. Adormeceram. Dannemann se levantou às 10h20 do dia 18, viu que ele dormia e saiu par comprar cigarros. Voltou meia hora depois.

O músico continuava aparentemente adormecido, como o tinha deixado, mas com uma diferença: havia um fio de vômito saindo de sua boca. “Vi a pulsação e parecia normal. Mas fiquei nervosa, porque vi a cartela de comprimidos e faltavam nove. Liguei para o Eric Burdon [amigo de Hendrix] e me disse que me tranquilizasse, que esperasse, e que se não melhorasse que chamasse o médico. Mas acabei discutindo com ele e chamei a ambulância”, declarou. Uma equipe de médicos tentou reanimar o artista, sem sucesso. Causa oficial: asfixia provocado por seu próprio vômito depois de uma intoxicação por comprimidos e álcool.

Entre dezenas de pessoas que Shapiro entrevistou para reconstruir os fatos em seu livro Electric Gipsy, uma delas foi Monika Dannemann. “Contou-me basicamente a versão oficial, que ela assumiu dias depois da morte. O problema é que cada vez que falava com os jornalistas mudava alguns detalhes, mínimos, mas que eram importantes”. Telefonou com suficiente rapidez para a ambulância? Ficou nervosa e não foi capaz de fazer a ligação até que já era tarde demais? Entrou em contato com um amigo para recolher todas as drogas que havia no quarto, evitando que a polícia as encontrasse? Esses minutos teriam sido vitais para poder salvar a vida do músico?

“É difícil acreditar no testemunho de Dannemann porque ele contém algumas fantasias. Ela se apresentava como o grande amor da vida de Hendrix, e está claro que não é verdade. O relacionamento deles foi curto. Sim, é possível que tenha sido negligente e demorado muito para chamar a ambulância”, aponta Charles R. Cross. E acrescenta: “Se você mistura drogas, álcool e soníferos, o resultado é letal. Jimi já tinha combinado os três em várias ocasiões. Não acredito que fosse um suicida nem um personagem depressivo, mas sim imprudente. O que aconteceu é que a fama, o dinheiro e o sucesso não lhe proporcionaram o que ele imaginava. As drogas, especialmente sua experimentação com a heroína, não ajudaram. Mas inclusive no âmbito das drogas, Jimi nunca deixou que nada se tornasse mais importante que a música. Minha conclusão é que a morte foi uma overdose acidental que aconteceu, provavelmente, porque ele desconhecia a potência dos soníferos de fabricação alemã”.

Shapiro fez uma longa entrevista em 2010 com James Tappy Wright, um rosto conhecido na cena roqueira dos anos sessenta. Wright foi roadie (técnico e pessoal de apoio nas turnês) para estrelas como Elvis Presley, The Animals, Tina Turner… e Jimi Hendrix. Ele contou a Shapiro que o empresário de Hendrix, Michael Jeffery, tinha lhe confessado que provocara a morte do guitarrista. A razão: estava sob intensa pressão da máfia para que lhe devolvesse um dinheiro emprestado, e sabia que poderia receber parte da apólice do seguro que o músico assinara com a Warner.

A relação entre artista e representante estava apodrecida em 1970. As dívidas não cessavam. O orçamento para a construção do estúdio do músico em Nova York, o Electric Lady, disparou; um contrato assinado no começo da carreira do músico os sangrava economicamente, e o excessivo ritmo de vida que os dois levavam exigia ganhos opulentos e contínuos. A única maneira de fazer frente àquele mar de dólares era que Hendrix saísse em turnê de forma quase constante, sem descanso. Mas o músico queria parar com aquela frenética vida na estrada, trancar-se no estúdio recém-estreado e experimentar. Tinha uma colaboração pendente com Miles Davis. As últimas entrevistas que concedeu não eram tranquilizadoras sobre seu estado mental. “Agora vejo milagres todos os dias. Costumava notá-los uma ou duas vezes por semana, mas alguns são tão radicais que se os tivesse contado a uma pessoa, a esta altura já teriam me trancafiado”, disse à Melody Maker dias antes de morrer.

Eric Burdon é outro dos personagens centrais dos últimos dias de Hendrix. Embora aquele show de 6 de setembro em Fehmarn, na Alemanha, tenha sido o último de Hendrix, houve uma última presença do músico sobre um palco. Burdon estava tocando no londrino Ronnie Scott’s Jazz Club, apresentando seu projeto de funk psicodélico War, depois de deixar o The Animals. O britânico convidou Hendrix para tocar, e este se apresentou em 15 de setembro “tão chapado” (conforme recordou Burdon depois) que não conseguiu subir ao palco. Mas o fez no dia seguinte, em 16 de setembro, 48 horas antes de falecer. Participou de três canções, basicamente tocando guitarra.

Burdon é a pessoa a quem Dannemann telefona ao suspeitar, na manhã de 18 de setembro, que havia algo de errado com Hendrix. Burdon, hoje com 79 anos, deu várias versões do que aconteceu naquela noite. A mais surpreendente foi a que ofereceu dois dias depois da morte do músico. Deu uma entrevista afirmando que tinha sido um suicídio e inclusive que existia um bilhete. Phillip Norman, autor de livros sobre rock, tentou entrar em contato com Burdon para seu recente Wild Thing: The Short, Spellbinding Life of Jimi Hendrix, mas o vocalista britânico se recusou, alegando que em breve contaria sua versão.

Uns 20 álbuns de Hendrix foram lançados desde aquele fatídico 18 de setembro de 1970. Nem depois de morto ele teve descanso. Kathy Etchingham, a namorada mais oficial que o músico teve na vida, decidiu investigar o caso no começo da década de noventa, e seu trabalho com um detetive levou a polícia a reabrir o caso. A conclusão do detetive foi que a atitude de Dannemann foi negligente. A polícia, entretanto, voltou a encerrar a investigação sem tomar medidas.

“Acredito que ela lhe deu os comprimidos, ele vomitou e morreu, e ela entrou em pânico”, conta Etchingham a Mick Wall no livro Two Riders Were Approaching: The Life & Death of Jimi Hendrix. Dannemann, a quem o tempo parou naquele dia de 1970, viveu mais 25 anos recordando sua relação com Hendrix e insultando Etchingham por questionar sua versão daquela noite. Etchingham a levou a julgamento para que deixasse de dizer nas entrevistas que era uma mentirosa. Em 1996, um juiz condenou economicamente Dannemann por difamação e por continuar acusando Etchingham de calúnia. Dois dias depois da condenação, Dannemann se fechou na garagem da sua casa, ligou sua Mercedes e inalou monóxido de carbono até morrer. Tinha 50 anos. Cerca de 70 pessoas foram ao seu funeral. A grande maioria, fãs de Jimi Hendrix.

*Por Carlos Marcos

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*Fonte: elpais

Phil Lynott: Songs For While I’m Away | Trailer (documentário)

Abaixo trailer sobre o documentário da vida de Phil Lynott:

O filme contará a história de como um jovem negro da classe trabalhadora de Dublin dos anos 1950 se tornou o melhor Rock Star da Irlanda. Como vocalista do Thin Lizzy, Phil Lynott era um compositor, um poeta, um sonhador, um homem selvagem.

Contando extensivamente através das palavras do próprio Phil e focando em algumas de suas canções icônicas, o filme chega ao coração de Philip, o pai, o marido, o amigo, o filho, o ícone do rock, o poeta e o sonhador.

Biografia de Chris Cornell será lançada na próxima semana

O saudoso Chris Cornell ganhará uma biografia, chamada Total F * cking Godhead: The Biography of Chris Cornell. O lançamento nos Estados Unidos está previsto para o próximo dia 28 de julho (terça), pela Post Hill Press. Para garantir na pré-venda, acesse este link.

O livro com 384 páginas, assinado pelo jornalista Corbin Reiff, promete reviver a trajetória de Cornell com o Soundgarden, que dominou o movimento grunge ao lado do Pearl Jam, Nirvana e Alice in Chains. A obra também terá capítulos sobre projetos como Audioslave, Temple of the Dog e a carreira solo de Cornell.

Reiff entrevistou o lendário produtor de Seattle Jack Endino, além do crítico musical Dawn Anderson. No entanto, não foi possível reunir depoimentos da família de Cornell e dos antigos parceiros de Soundgarden.

O autor também buscou mostrar o lado bem humorado do artista pouco conhecido. “Ele adorava tirar sarro das coisas. Eu queria ter certeza de que, quando as pessoas leem o livro, ficam com uma imagem tão completa de quem ele era”, declarou Reiff à Variety.

Cornell foi encontrado morto em um quarto de hotel em Detroit aos 52 anos em 18 de maio de 2017, logo após uma apresentação com o Soundgarden. O laudo médico confirmou o suicídio por enforcamento.

*Por Marcos Chapeleta

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*Fonte: ligadoamusica

Motörhead: vida de Lemmy Kilmister se tornará filme em formato cinebiografia

A vida e a carreira de Lemmy Kilmister, lendário vocalista e baixista do Motörhead falecido nos últimos dias de 2015, será tema de um filme em formato de cinebiografia, o mesmo utilizado em longas recentes como “Bohemian Rhapsody” (Queen) e “Rocketman” (Elton John), entre outros. A informação foi revelada pelo site “Deadline”, que trouxe mais detalhes sobre a produção.

De acordo com a publicação, o filme será intitulado apenas “Lemmy”. A direção será assumida por Greg Olliver, o mesmo que conduziu o documentário “Lemmy: 49% motherf**ker. 51% son of a bitch”, de 2010. O roteiro será assinado por Medeni Griffiths. O empresário do Motörhead, Todd Singerman, atuará como produtor executivo. Nenhum nome do elenco, nem mesmo o ator que fará Kilmister, foi revelado até o momento.

Ainda segundo o site, o trabalho de produção do filme terá início nos primeiros meses de 2021, a depender das restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus, por meio da VMI Worldwide. A ideia é apresentá-lo no mercado virtual do Festival de Cannes, um dos mais populares do ramo cinematográfico.

O longa-metragem vai narrar toda a trajetória de Lemmy, desde sua juventude em Stoke-on-Trent, passando pelo trabalho como roadie de Jimi Hendrix e como integrante da banda Hawkwind, até chegar ao Motörhead. O grupo liderado por Kilmister foi criado em 1975 e é tido como um dos nomes mais influentes da história do heavy metal, com discos clássicos e mais de 15 milhões de cópias vendidas por todo o mundo.

Lemmy Kilmister nos deixou em 28 de dezembro de 2015, aos 70 anos, em decorrência de uma série de problemas de saúde. Ele lidou com diabetes por anos e foi diagnosticado com câncer de próstata dois dias antes de falecer. O tumor foi listado como uma das causas de sua morte – ele também sofreu uma arritmia e insuficiência cardíaca.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: whiplash

Filme contará a história de Ronnie James Dio com imagens inéditas

Nada mais justo para uma das maiores vozes da história do rock’n’roll. A BMG vai produzir um filme sobre a carreira do mestre Ronnie James Dio. O documentário ainda não tem título, mas vai reunir imagens raras e inéditas do arquivo pessoal de Dio, inclusive em eventos familiares.

O filme será dirigido pela dupla Don Argott e Demian Fenton, com produção executiva da própria Wendy Dio, esposa e empresária do mestre por muito tempo.

“Estou muito empolgada em poder trabalhar com a BMG nesse documentário tão aguardado sobre o Ronnie”, disse a própria Wendy Dio. “Ele amava os fãs e tenho certeza que eles adorarão essa viagem pela vida de Ronnie.”

Além da inigualável carreira solo, o documentário vai abordar com profundidade as passagens de Dio por grupos como Elf, Rainbow e Black Sabbath. “Tem uma enorme quantidade de material em Super 8 que ninguém nunca viu, encontrei caixas antigas com material até da infância dele”, disse Wendy.

Muitos fãs imaginam até que pudesse haver um filme sobre Dio, mais ou menos na linha que tivemos as recentes películas sobre Queen, Mötley Crüe e até Elton John. Mas Wendy refuta a ideia: “Não acho que vai rolar, pois ninguém poderia fazer o papel do Ronnie. Prefiro um documentário sobre a vida dele, com material real inédito, nunca visto pelos fãs”, completou ela.

Ronnie James Dio morreu em maio de 2010, aos 67 anos, por conta de um câncer no estômago. Um livro biográfico sobre Dio está ainda em fase de composição pelo jornalista Mick Wall em parceria com a própria Wendy Dio, porém, vale lembrar que ele começou a ser feito antes da morte do cantor.

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*Fonte: rockbrigade

Filme que conta a história do Kiss deve ser lançado em 2021

Em entrevista do jornalista Mitch Lafon, o manager do Kiss, Don McGhee, revelou que a cinebiografia que contará a história da banda já tem o produtor definido e deve chegar aos cinemas em 2021.

Nas palavras de McGhee: “O filme será sobre a formação do Kiss e como tudo aconteceu. Posso dizer que o produtor será Mark Canton (300, Fuga Implacável, O Ritual). Ele é um ótimo produtor e um cara realmente muito bom. Esperamos que na próxima semana tenhamos uma empresa por trás, e começaremos a finalizar o roteiro. O objetivo é ter o filme finalizado em julho de 2021. Se o cronograma der certo, a estreia coincidirá com o último show do Kiss, que acontecerá em 17 de julho de 2021 em Nova York”.

Mais informações sobre o filme, atores que farão os músicos e o diretor da película ainda não foram revelados.

A End of the Road Tour tem seis shows marcados para o Brasil em 2020 nas cidades de Porto Alegre (12/05), Curitiba (14/05), São Paulo (16/05), Ribeirão Preto (17/05), Uberlândia (19/05) e Brasília (21/05).

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*Fonte: collectorsroom

 

Jeff Buckley – Biografia

Jeffrey Scott Buckley (Anaheim, Califórnia, 17 de novembro de 1966 —- 29 de Maio 1997) foi um cantor, compositor e guitarrista norte-americano. Conhecido por seus dotes vocais, Buckley foi considerado pelos críticos umas das mais promissoras revelações musicais de sua época. Entretanto, Buckley morreu afogado enquanto nadava no rio Wolf, afluente do Rio Mississipi, em 1997. Seu trabalho e seu estilo único continuam sendo admirados por fãs, artistas e músicos no mundo todo.

Jeff Buckley passou a sua adolescência ouvindo diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colegial, decidiu que a música seria o caminho a seguir. Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar no G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram em seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.

Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afiada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma gravadora quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.

No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no “Sin-é”, segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar. Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que freqüentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma turnê pela Europa, só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse período, acordou também, lançar um EP com 5 músicas, gravadas no “Sin-é”.

“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu vimos ele tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Apesar disso e de uma longa turnê de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado. A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM.

Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua gravadora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começarem as gravações em Memphis, cidade onde morava na época.

No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca duma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objetos, enquanto ouvia Jeff nadando e cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.

O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.

Em 2000, “Mystery White Boy” veio relembrar Jeff nas suas performances ao vivo.

Em 2007 surge uma compilação com os melhores êxitos de estúdio e ao vivo, este álbum contém uma versão acústica de “So Real” gravada no Japão e uma versão de “I Know It’s Over” dos The Smiths nunca antes editadas.

Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem conquistado novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos.

Discografia:

>> Álbuns
1994 – “Grace”

>> Álbuns “ao vivo”:
1993 – Live at Sin-é
1995 – Live from the Bataclan
2000 – Mystery White Boy
2001 – Live À L’Olympia
2003 – Live at Sin-é (Legacy Edition)

>> Compilações:
2002 – The Grace EPs
2004 – Grace (Legacy Edition)
2007 – So Real: Songs from Jeff Buckley

>> Álbum póstumo:
1998 – Sketches for My Sweetheart the Drunk

>> Parcerias:
2002 – Songs to No One 1991-1992 (colaboração com Gary Lucas)

www.jeffbuckley.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hard to Handle: The Life and Death of the Black Crowes

Finalmente foi lançada uma biografia da banda The Black Crowes. E já não era sem tempo, em meio a essa verdadeira enxurrada de bios de bandas e artistas nos últimos anos. Eu mesmo já li inúmeras, mas parece que sempre fica faltando alguma outra ainda a ser devorada. Há tempos estava ansioso por uma notícia dessas. E o lado bom dessa história é que foi escrita por ninguém menos que o próprio baterista do grupo, Steve Gorman – digamos que seja um cara “do meio”, na tal história das eternas disputas entre os irmãos Robinson.

Bem, agora posso ficar tranquilo, uma das bandas de rock que eu mais gosto (caralho! É essa é a que eu MAIS GOSTO! – tudo bem, Beatles e Stones não contam – seria covardia, e tem ainda o Led Zep e mais algumas outras…), agora tem uma bio e de respeito. Afinal, teremos suas histórias narradas por quem viveu e presenciou realmente os fatos. A questão é que o livro até o momento, existe somente na versão original, em inglês (vide link abaixo). E nem sei dizer se algum dia ainda será lançada por alguma editora, aqui no Brasil. Entonces é o que temos…

 

>> Abaixo, o texto de apresentação da biografia que diz o seguinte:

Por mais de duas décadas, The Black Crowes liderou as paradas e reinou supremo sobre as ondas de rádio, mesmo quando bandas de cabelo, grunge e hip-hop ameaçaram destroná-los. Com hits como “Hard to Handle”, “She Talks to Angels” e “Remedy”, seu enorme sucesso lançou-os ao estrelato no início dos anos 90, ganhando-lhes um lugar entre a realeza do rock. Eles estavam na capa da Rolling Stone, a MTV exibia seus vídeos 24 horas por dia, 7 dias por semana, e o Generation X redescobriu o poder do rock clássico e do blues ao mergulhar em clássicos multi-platina como Shake Your Money Maker e The Southern Harmony and Musical Companion.

Mas o estrelato pode ser fugaz. Para os Black Crowes, o sucesso lentamente diminuiu à medida que os membros da banda se envolviam no mundo das estrelas do rock e perdiam de vista sua ambição musical. Apesar das bebedeiras, drogas e lutas incessantes entre Chris e Rich Robinson – os irmãos mais bravos do rock and roll, com todo o respeito ao Oasis e ao Kinks – a banda continuou a fazer turnê até 2013. Em qualquer noite, eles podiam seja a melhor banda que você já viu. (Ou o mais combativo.) Então, uma última falha causada por Chris Robinson se mostrou intransponível para a banda sobreviver. Depois disso, as Black Crowes não voariam mais.

O membro fundador Steve Gorman estava lá por tudo isso – a cocaína e as excursões movidas a ervas daninhas; as sessões de gravação tumultuada; os bastidores estão repletos de lendas como Robert Plant, Jimmy Page e os Rolling Stones. Como o baterista da banda e voz da razão, ele tentou manter os Crowes Negros juntos musicalmente – e de uma forma emocional. Em sua história em primeira pessoa dos Black Crowes, Hard To Handle – o primeiro relato sobre o início, meio e fim da grande banda de rock americano – Gorman deixa claro o quão impossível era esse trabalho. Felizmente, Gorman conta a história com grande discernimento, franqueza e humor. Eles não fazem mais bandas como os Black Crowes: loucos, brilhantes, autodestrutivos, inspiradores e, no final das contas, não construídos para durar. Mas, cara, que passeio foi enquanto durou.

 

*Links para compra do livro no site do Amazon: [ AQUI ]

Melhor amigo de Bob Dylan escreve biografia sobre o cantor

Antes do Bob Dylan subir ao palco para o O Último Concerto de Rock, em novembro de 1976, ele procurou Bill Graham, e disse que só tocaria se a equipe do Martin Scorsesse concordasse em filmar duas das quatro músicas que ele planejava tocar durante a sua apresentação. “Vou colocar Louie no palco ao lado de você e Marty”, disse Dylan. “Ele vai te dizer quando você pode me filmar.”

O Louie em questão, era Louie Kemp. O melhor amigo de Dylan desde que se conheceram no acampamento de verão em 1953. Kemp havia cruzado a América com Dylan sendo o produtor do Rolling Thunder Revue, documentário dirigido por Scorsese sobre a turnê de Dylan, e agora ele documentou como foi ser o promotor de shows mais famoso da história ao lado de um maiores diretores da indústria cinematográfica.

Há décadas, os momentos insanos do O Último Concerto de Rock Last Waltz é uma das muitas histórias que Kemp tem contado para os amigos próximos, mas desta vez, ele finalmente documentou tudo em seu novo livro, Dylan & Me: 50 Years of Adventures, que será lançado no dia 15 de agosto.

“Este livro mostra o lado realista de Dylan”, diz Kemp. “Para mim, ele sempre foi Bobby Zimmerman e essas são todas as histórias de Bobby Zimmerman. Bob Dylan é seu lado comercial. Eu queria mostrar uma perspectiva totalmente diferente sobre ele do que qualquer um já ouviu antes. ”

Vários escritores tentaram se aproximar de Kemp nos últimos anos para tentar contar as histórias de Dylan, mas ele recusou todos. “Eu sempre tive no fundo da minha mente de que, um dia, eu escreveria meu próprio livro compartilhando todas essas histórias que eram tão interessantes e significativas para nós”, conta. “Mas sempre empurrei isso pra frente.”

Kemp decidiu publicar o livro para evitar interferências externas. Friedman escreveu a introdução e o ajudou a editar os primeiros capítulos, mas Kemp que escreveu a maioria do livro.

A obra começa com seu primeiro encontro com Dylan no acampamento. “Nós dois viemos do norte de Minnesota”, diz ele. “Nós dois viemos de famílias judias de classe média no mesmo ambiente”. Kemp também fala sobre o momento em que ele considera ser a primeira apresentação pública de Dylan: em 1954, quando ele interpretou “Annie Had a Baby”, do Hank Ballard no Talent Night.

Eles permaneceram juntos durante a faculdade, mas perderam contato em janeiro de 1961, quando Dylan se mudou para Nova York. Em 1974, Kemp foi convidado a se juntar a Dylan na turnê de 1974 com a banda. O músico gostava de viajar pelo país com seu velho amigo e, em determinado momento, pediu para que ele produzisse o Rolling Thunder Revue em 1975. “Você é um homem de negócios de sucesso”, disse Dylan. “Você não pode negar que viu tudo de dentro. Se existe alguém que pode juntar tudo isso, essa pessoa é você.”

Grande parte do livro se concentra em suas aventuras no Rolling Thunder Revue, mas os fãs de Dylan ficarão fascinados com o relato de Kemp sobre a conversão religiosa de Dylan no final dos anos 1970 e seu retorno às raízes judaicas na década seguinte.

“Como a maioria dos amigos, nós temos os nossos desentendimentos”, escreve Kemp no livro. “Nós resolvermos a maioria deles, e ultimamente eles fizeram a nossa amizade ser mais forte.”

“Nós ainda somos amigos, mas não somos ligados como éramos antes”, ele conta. “Já passaram mais de dez anos [desde que eu vi ele pessoalmente]. “[O que aconteceu] é algo que eu não gostaria de falar sobre. Isso é entre Bob e eu.”

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*Fonte: revistarollingstone

“Raul Seixas O início, o Fim e o Meio” – Documentário (completo)

Enquanto o mundo fervilhava nas trepidações das motos de Easy Rider, no ritmo frenético de Elvis Presley, nos poetas Beatniks, na explosão da contracultura, um menino da Bahia deu a luz ao rock no Brasil. Um disco voador desgovernado que abduziu o coração e a mente de milhares de fãs. Raul Seixas, um homem que virou mito. O filme desvenda a trajetória da lenda do Rock através de imagens raras de arquivo, encontros com familiares, conversas com artistas, produtores e amigos. Raul Seixas morreu jovem porque viveu intensamente. Rock´n roll, amor livre, sociedade alternativa, drogas, magia negra, ditadura militar, mulheres e filhas. Um homem que queria viver da sua obra e morreu por ela. O início, o fim e o meio se confundem, porque a história ainda não acabou.

Direção: Walter Carvalho (2012)
Prêmios: Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – Melhor Montagem de Documentário,
Indicações: Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – Melhor Direção

 

 

 

 

 

>>> Assista aqui abaixo, este excelente documentário

 

“Júpiter Maçã: A Efervescente Vida & Obra” – livro

É assinada pelos jornalistas Cristiano Bastos e Pedro Brandt, a biografia “Júpiter Maçã: A Efervescente Vida & Obra”. Resultado de uma minuciosa pesquisa jornalística realizada ao longo de mais de dois anos, a obra passa a limpo a trajetória de Flávio Basso, morto em dezembro de 2015 e que completaria 50 anos em 2018.

Para desenvolver esta biografia, os autores consultaram materias como jornais, revistas, livros, sites, gravações de rádio e vídeos de acervos particulares ou disponíveis na Internet. Complementaram o trabalho entrevistas com pessoas próximas ao artista gaúcho, também conhecido por Woody Apple, Júpiter Maçã e Jupiter Apple. A pesquisa ainda levantou um acervo iconográfico que ressalta a complexidade da obra de Flávio Basso.

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*Fonte: correiodopovo

 

Preparem-se: Beastie Boys anuncia o lançamento de uma mega biografia

Quantas páginas são necessárias para contar as histórias de quem fez história na música? Para Mike D e Ad-Rock, 592 páginas deram conta de narrar a trajetória dos Beastie Boys no livro Beastie Boys Book.

Prevista para 30 de Outubro, a obra será lançada pela editora Spiegel & Grau e conta com um material inédito e raro distribuído em fotos, relatos, ilustrações e até uma indicação de playlists. Nas quase 600 páginas, os fundadores do Beastie Boys percorrem a trajetória da banda (ao lado de MCA) desde o início underground até o auge como um dos nomes mais importantes do hip hop.

*Por Brenda Vidal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: noize

Bohemian Rhapsody – Trailer

“Bohemian Rhapsody” é oi nome do filme sobre a trajetória da banda Queen sob a ótica do vocalista Freddie Mercury, falecido em 1991. A cinebiografia conta com as atuações de Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor). Os próprios Brian May e Roger Taylor trabalham como produtores executivos do filme.

Rita Lee meu amor!

Já fazem alguns bons anos que minhas leituras tem sido via de regra preferencialmente sobre biografias de artistas, especialmente quando se trata do pessoal do rock, tanto nacional como internacional. Deve quase uma centenas de livros de biografias de bandas, músicos, atores e o escambau. Pense em alguma banda dessas mais clássicas de rock e se tiverem um livro, pimba1 Grande chance de eu tê-lo aqui. Claro que tenho as minhas obras preferidas dentro dessa esfera de leitura (contando somente as que já li), porque tenho uma enorme lista de livros em modo de espera. Em tempo – não curto emprestar meus livros. Já fraquejei e cometi essa asneira e muitos não voltaram. Lamentavelmente é assim na vida, a gente aprende é com a dor. – Claro que empresto, mas não é para qualquer um. E não duvide de que eu lhe diga um sonoro não bem na sua cara, se um dia me pedir.

Sou ainda daqueles que quando lê algo assim, por vezes fecho o livro e vou fazer pesquisas sobre o que acabei de ler. Ver quem é tal pessoa que citam, escutar alguma faixa que foi mencionada, catar algum músico ou música que serviu de referência, ver novamente detalhes da capa de algum álbum do artista, escutar tudo outra vez mesmo que já o tenha feito milhões de vezes antes. Ou seja, sou um leitor pesquisador e porra, posso falar isso de peito estufado. Faço assim mesmo todas às vezes em que leio uma bio. Várias dessas descobertas, fatos e até pequenos detalhes foram pesquisados e até já apareceram por aqui nesse blog como uma info a mais qualquer. Então já sabem, vem daí. Sou pesquisador, sou do tempo em que ler é uma coisa boa, melhor que drogas – tu viaja muito, muito mais… Sou dos que se encanta ao entrar em alguma livraria. Sou daqueles que cheira o livro

Mas voltando ao tema. Uma das bios que estou lendo e curtindo muito é a da Rita Lee (sim, sou daqueles que lê vários livros ao mesmo tempo, hora estou mais afim de ler esse ou aquele, outro dia retomo outro e assim vaí – atualmente estou levando ao mesmo tempo a leitura de uns 4. Tá bom, já foi bem maior esse número. Melhor assim, mais comedido e sem urgência. Está sendo de longe uma das melhores biografias de rock das que já li. E olha que eu tinha fortes concorrentes ao título antes dessa obra cair um minhas mãos. Mas tudo o tempo dá o seu jeito.

Por isso que tenho postado vários vídeos dela e alguma outras alusões por aqui e também em meu Facebook, principalmente de sua fase mais antiga do tempo da banda Tutti-Frutti. Talvez essa seja a sua fase mais rock’n rol (a lá Stones) de sua carreira. Ah! E como gosto disso. Aquela coisa de três acordes, muito punch e muita raça, ainda mais se levarmos em conta que naquela época (metade e começo dos 70’s) o rock autoral ainda estava meio que engatinhando por essas terra tupiniquins, equipamentos e instrumentos de qualidade era artigo raro, sem contar com a hostilidade que deveria ser um “rocker” naquela época em plena ditadura.

Rita foi sem dúvida uma desbravadora e a considero na boa a rainha do rock nacional, coisa prá ninguém botar defeito. Então por essas e por outras que nesses últimos dias e bem provavelmente – já avisando – em vários próximos posts, teremos muita coisa da Rita Lee e seus comparsas.

Salve Rita!

Fica a dica então a quem interessar possa de um dia deses, quem sabe, se deixar levar pelas palavras e contos da vida dessa grande artista da música brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jimi Hendrix estaria hoje completando 74 anos

James Marshall “Jimi” Hendrix (nascido Johnny Allen Hendrix; Seattle, 27 de novembro de 1942 / Londres, 18 de setembro de 1970) foi um guitarrista, cantor e compositor norte-americano. Em praticamente todas as listas já publicadas de melhores guitarristas da história, ocupa o primeiro lugar, e um dos mais importantes e influentes músicos de sua era, em diversos gêneros musicais.

Depois de obter sucesso inicial na Europa, conquistou fama nos Estados Unidos depois de seu desempenho em 1967 no Festival Pop de Monterey. Hendrix foi a principal atração, dois anos mais tarde, do icônico Festival de Woodstock e do Festival da Ilha de Wight, em 1969 e 1970 respectivamente. Hendrix dava preferência a amplificadores distorcidos e crus, dando ênfase ao ganho e aos agudos, e ajudou a desenvolver a técnica, até então indesejada, da microfonia. Hendrix foi um dos músicos que popularizaram o pedal wah-wah no rock popular, que ele utilizava frequentemente para dar um timbre exagerado a seus solos, particularmente com o uso de bends e legato baseados na escala pentatônica.

Foi influenciado por artistas de blues como T-Bone Walker, B.B. King, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Albert King e Elmore James, guitarristas de rhythm and blues e soul como Curtis Mayfield, Steve Cropper, assim como de alguns artistas do jazz moderno.

Em 1966, Hendrix, que tocou e gravou com a banda de Little Richard de 1964 a 1965, foi citado como tendo dito: “Quero fazer com minha guitarra o que Little Richard faz com sua voz.”

Como produtor musical, Hendrix também inovou ao usar o estúdio de gravação como uma extensão de suas idéias musicais. Foi um dos primeiros a experimentar com a estereofonia e phasing em gravações de rock.

Hendrix conquistou diversos dos mais prestigiosos prêmios concedidos a artistas de rock durante sua vida, e recebeu diversos outros postumamente, incluindo sua confirmação no Hall da Fama do Rock and Roll americano, em 1992, e no Hall da Fama da Música do Reino Unido, em 2005.

Uma blue plaque (placa azul) foi erguida, com seu nome, diante de sua antiga residência, na Brook Street, de Londres, em setembro de 1997. Uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood (Hollywood Boulevard, 6627) foi-lhe dedicada em 1994.

Em 2006 seu álbum de estréia nos Estados Unidos, Are You Experienced, foi inserido no Registro Nacional de Gravações, e a revista Rolling Stone classificou-o como o melhor guitarrista na sua lista de 100 maiores guitarristas de todos os tempos, em 2003.[16] Hendrix também foi a primeira pessoa a fazer parte do Hall da Fama da Música Nativo-Americana.

>> Se interessar a dica, uma bio mais completa d eJimi Hendrix [ AQUI: http://www.jimihendrix.com.br/biografia.asp ]  

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*Fonte: wikipedia

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Vem autobiografia aí e João Gordo já avisa: “Sou exemplo do que não fazer”

Autodefinido como “um senhor de 52 anos”, João Gordo sentiu que havia chegado a hora de contar sua história. Com ajuda do jornalista André Barcinski, o vocalista e apresentador de TV lança este mês o livro “Viva La Vida Tosca” (Ed. DarkSide), em que reúne suas memórias, desde a infância na Zona Norte de São Paulo à fama televisiva no século 21.

O livro, que estará nas lojas a partir do dia 23 de novembro, faz rir com histórias saborosas de brigas, drogas e tudo o que se espera de um ícone punk. Mas, mais do que isso, mostra outras dimensões de João Gordo do que a do personagem trash que o grande público conheceu pela televisão a partir dos anos 1990.

“Sempre tive uma imagem caricata. Por causa dessa imagem que eu passei pela televisão de escroto, o gordão drogadão, o doidão, as pessoas deviam me ver e pensar: ‘Ele é um burro, um tapado’. Mal sabem como eu sou realmente”, diz.

Nas 320 páginas, Barcinski mostra como João Francisco Benedan, o menino que decorava enciclopédias na década de 1970, viu no punk o antídoto para o autoritarismo do pai policial e viveu todo tipo de excessos até se tornar ele mesmo um pai de família responsável e amoroso.

O livro foi escrito após quase um ano e meio de entrevistas, não só com João Gordo, mas também com parceiros e parentes. Mas os preparativos demoraram mais de 20 anos. “Sempre contei minhas histórias para o Barcinski e ele sempre rachou o bico. Desde o começo dos anos 1990 ele dizia que eu tinha que fazer um livro”.

Narrado em primeira pessoa, o livro é fiel à linguagem desbocada e informal do protagonista, mas mostra que por trás dos palavrões que existe uma personalidade sensível e cerebral, sem a qual o João Gordo que conhecemos hoje não existiria. “Quando você é criança e gordo você é nerd. Ou você é magro, joga bola bem e anda de bicicleta ou vai ficar em casa. Eu ficava brincando de Forte Apache, vendo ‘Os Três Patetas’ e estudando enciclopédia. ‘Os Bichos’, ‘Conhecer’, ‘Barsa’, eu adorava tudo isso”, conta.

De gordinho nerd a ícone punk

“Viva La Vida Tosca” sai quase simultaneamente a outro livro de memórias de um ícone do punk nacional, “Garotos em Fúria”, parceria do vocalista e guitarrista dos Inocentes, Clemente Nascimento, com o escritor Marcelo Rubens Paiva. “Um livro complementa o outro”, diz Gordo.

Outra comparação óbvia é com a biografia de Tim Maia “Vale Tudo”, de Nelson Motta. Os dois biografados compartilham não só o porte físico, mas também o escracho e a tendência aos excessos. A diferença é que João Gordo conseguiu domá-los. “Nunca fui toxicômano, de ter crise de abstinência. Sou é cara de pau e sem vergonha, mas se não fosse minha família eu estaria na Cracolândia. Já levei meus filhos lá com 5 e 6 anos de idade e disse: ‘Olha o “Walking Dead” aqui'”.

Os filhos, aliás, agora podem ler sobre as peripécias do pai num livro que relata, em detalhes gráficos, episódios que envolvem não apenas drogas, mas sexo, violência e outros assuntos que a maioria dos progenitores preferiria esconder. “Sou um exemplo do que eles não devem fazer”, define Gordo.

Entre os maus exemplos há ainda pequenos trambiques, como quando pegava dinheiro escondido do caixa na lendária casa noturna Napalm e quando tentou fugir de ônibus com o equipamento do Capital Inicial. Sem falar na mentalidade primitiva de muitos dos punks paulistanos no início da década de 1980. “A gente só não era racista, o resto a gente era tudo: machista, homofóbico, tudo que não presta. Fora um ou outro ali, nossa noção de ideologia era rudimentar”.

Ainda assim, acredite se quiser, nem tudo entrou no livro. “Tenho meus esqueletos no armário. Também não vou abrir meu cu assim e falar: ‘Olha aí, pessoal'”. Mas se João Francisco era um gordinho nerd da Zona Norte, João Gordo é um ídolo para milhares de jovens no Brasil. Será que o livro não é um mau exemplo para eles? Qual um Nelson Rodrigues punk de 52 anos, ele proclama, rindo: “Fodam-se os jovens!”

Seis fatos insólitos sobre João Gordo em “Viva La Vida Tosca”

– Foi campeão de xadrez na escola, estudava e lia livros sobre o assunto. Um de seus ídolos de infância era o enxadrista Mequinho, que anos depois ficou perplexo ao ser reconhecido no aeroporto pelo ícone punk.

– Herdou a inteligência do pai, o policial militar Milton Benedan. “Seu Milton” como era conhecido aprendeu a falar espanhol, turco, árabe e armênio na juventude quando trabalhava em lojas da Rua 25 de Março. Na meia idade, descobriu uma ascendência judaica, decidiu aprender hebraico e chegou a viajar para Israel.

– Curte Carnaval e chegou a ser mestre de bateria em um bloco na adolescência quando foi obrigado pelo pai a morar em Angatuba, interior de São Paulo, após repetir de ano e se envolver com o punk.

– Em 1983 fez figuração junto com outros punks paulistanos célebres na novela “Eu Prometo” da Rede Globo, a última da autora Janete Clair.

– Trabalhou como recepcionista de um flat na região da Rua Augusta onde morava o repórter Roberto Cabrini.

– Certa vez, nos anos 1990, deixou de ver o show de uma de suas bandas favoritas, o AC/DC, para ver a cantora islandesa Björk.

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*Fonte: musicauol

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Alice in Chains: a história não revelada (biografia / David de Sola)

O Alice in Chains esteve entre as vozes mais altas de Seattle. Foram pioneiros icônicos que mesclaram o grunge ao metal de maneiras que continuam a influenciar os artistas contemporâneos, e sua história envolve trabalho duro, autodestruição, um renascimento das cinzas e o prosseguimento de um legado duradouro.

Quatro anos depois de seus integrantes se reunirem pela primeira vez num depósito sob a Ballard Bridge, em Seattle, o Alice in Chains se tornou o primeiro dos quatro gigantes do grunge – antecedendo o Nirvana, o Pearl Jam e o Soundgarden – a conseguir um disco de ouro e alcançar reconhecimento nacional. Com o carismático Layne Staley ao microfone, se tornaram uma das mais influentes e bem-sucedidas bandas provindas da cena musical de Seattle. Porém, à medida que a banda crescia, cresciam também seus problemas.

O renomado jornalista David de Sola se aventura sob os segredos, as fofocas e os rumores em torno da banda para contar sua história completa pela primeira vez. Baseando-se numa vasta gama de entrevistas com pessoas com conhecimento direto sobre a banda, muitas das quais falaram em público pela primeira vez, o autor explora como as drogas quase destruíram a banda e levaram as vidas de Staley e do baixista original, Mike Starr, e relata a ressurreição da banda com o novo vocalista, William DuVall.

Dos esforços anônimos até o topo das paradas com hits como “Would?”, “Man in the Box” e “Rooster”, Alice in Chains: a história não revelada mostra os membros da banda não como caricaturas de rock stars, mas como seres humanos brilhantes, imperfeitos e dotados de nuances, cujos anos de trabalho duro levaram ao sucesso que pareceu chegar da noite para o dia e mudou a cultura musical para sempre.

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*Fonte: edicoesideal

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Biografia de Eddie Van Halen

A biografia não-autorizada “Erupton: The Eddie Van Halen Story” será lançada em 1° de agosto de 2017. O anúncio foi feito pelo próprio autor, Paul Brannigan.

Em sua obra, Brannigan procura trazer todos os elementos da vida de Eddie Van Halen – não apenas relacionados à música, como também o contexto social no qual ele cresceu. O músico nasceu na Holanda e morou por lá até os sete anos, quando mudou-se para os Estados Unidos.

Paul Brannigan também é o autor de “This Is A Call: A vida e a música de DAve Grohl”.

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*Fonte: whiplash

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Warner Bros vai produzir filme sobre a vida de Carl Sagan

A vida do astrônomo Carl Sagan será adaptada às telas. O filme será produzido em forma biográfica e explorará a vida pessoal de um dos mais conhecidos e respeitados divulgadores da ciência do século passado, que conseguiu inspirar toda uma geração de jovens através da série Cosmos.

Nas mãos da Warner Bros, embora ainda seja desconhecida a data do lançamento do filme, segundo o “Conselho de Acompanhamento” o título será Sagan. Em 2016, de fato, acontecerá o vigésimo aniversário da morte de Sagan, que abordou como ninguém os grandes mistérios do universo em “uma viagem pessoal”.

A cinebiografia se concentrará não apenas sobre a vida de Carl Sagan, mas também sobre o seu prodígio aluno Neil deGrasse Tyson, onde ele irá mostrar a sua paixão pela investigação e divulgação científica. Além disso, o filme contará com a colaboração de Ann Druyan, viúva do cientista e pioneiro do programa SETI (sigla em inglês para Busca por Inteligência Extraterrestre).

O cientista também é conhecido por escrever em 1985 Contato, um romance que explora a ideia de como seria fazer contato com a vida alienígena. Em 1997, foi criado um filme, baseado em sua obra, que foi estrelado por Jodie Foster.

Um filme em homenagem a uma pessoa que nunca parou de fazer perguntas, mas também nunca parou de buscar respostas.

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*Fonte/texto: universoracionalista

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Johnny Cash: American Rebel

Coincidindo com o 12 aniversário de morte de Johnny Cash (12 de setembro), a rede da CMT levará ao ar nos E.U.A. um documentário sobre o artista. Os detalhes de quase 50 anos de carreira musical de Cash, serão explorados através de sua história, fatos  e entrevistas de quem conviveu com ele, gente como Merle Haggard, Willie Nelson e Kris Kristofferson.
Tomara que passem aqui para nós também no Brasil em breve. No aguardo.

*Fonte: Rolling Stone

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Biografia de Julio Reny

“Julio Reny – Histórias de Amor e Morte” é a biografia autorizada e sincera até doer, que como o próprio título sugere, do roqueiro gaúcho Julio Reny (carreira solo, Expresso Oriente e os Cowboys Espirituais). A bio foi escrita pelo jornalista Cristiano Basto, com base em várias sessões de entrevistas. O livro vai ser lançado hoje em show do próprio Julio Reny com sua banda, os Irish Boys, no Teatro do SESC (Centro), às 20hs – Porto Alegre/RS. Corram, ainda dá tempo do show!!!!
O livro

*Fonte e maiores informações sobre livro e o músico Julio Reny:

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Jimmy Page – The Open Edition

Em 2010 o guitarrista e compositor Jimmy Page (Led Zeppelin), lançou uma curiosa biografia – “Jimmy Page por Jimmy Page” – toda ela sem textos, apenas baseada em fotografias de toda a sua prolífica carreira musical. Inicialmente uma biografia limitada a 2500 exemplares numerados, autografados a mão pelo próprio, agora recebe uma edição mais pop e acessível – The Open Edition.

 Jimmy escolheu cada uma das 650 fotografias. Há muitas raridades, como o Led Zeppelin tocando um show de improviso em uma boate em Jersey ou fotografias de dupla exposição de Jimmy e Brian Jones por Ian Stewart. Jimmy escolheu um de seus retratos favoritos para a capa do livro: a foto do passaporte 1977, fotografado por Neal Preston no avião particular do Led Zeppelin.

Mais de dois anos para ser feito, estas 512 páginas de documentos da sua jornada musical, a partir de coroinha de 13 anos de idade para músico dos sixties, do Yardbirds para o Led Zeppelin e além. Sob a forma de legendas, Jimmy narrou a história de sua lendária carreira e The Open Edition foi atualizado para trazer a história de vida notável de JP até os dias de hoje.
 
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Bio do Neil Young

Estava mesmo faltando em meio a esta enxurrada atual de biografias de personalidades da música/rock, alguém esmiuçar um pouco que seja, para nós – pobres mortais, sobre a vida e trajetória artística de Neil Young (Buffalo Springfield, CSNY e Crazy Horse). Em breve deve sder lançada no Brasil esta autobiografia, traduzida de “Waging Heavy Peace”.
Já estou juntando moedas para esse investimento supimpa!
*Mas atenção, essa autobiografia não tem a mesma vibe de outra bio de Neil Young, recentemente lançada lá nos EUA – SHAKEY, do escritor Jimmy McDonough. Essa mais polêmica e afiada. Confira comentários e entrevista com o autor AQUI: Folha Online
….O nome da obra, “Shakey”, vem de Bernard Shakey, um pseudônimo usado pelo artista. Mas também pode ser traduzido por hesitante, receoso, vacilante, trêmulo. “O nome é mais do que apropriado”, diz o biógrafo. “Ele não tem o mais sólido dos caráteres, apesar de eu dizer isso com afeição.” Afeição, diga-se, seriamente abalada após a tentativa de Young de barrar o lançamento da biografia, mesmo após conceder 50 horas de entrevista…

 

Lez Zeppelin de papel

Mais uma bio então. Finalmente estão lançando no Brasil o livro de fotos e vários textos de resenhas de álbuns, datas de tours e muitos mais detalhes dessa banda chamada Led Zeppelin. O livro “Whola Lotta Led Zeppelin – A História Ilustrada da Banda Mais Pesada de Todos os Tempos”, do escritor Jon Bream, lançado lá fora em 2008, agora já está a venda por aqui, na faixa dos R$ 45,00. Um boa dica de Natal, hein!

Queen no papel

Os músicos descobriram agora um novo filão, as biografias, livros contando suas histórias de vida, dados de família, infância, o começo da banda ou carreira artística, detalhes de shows, tours, excessos, chalaças e ainda até um pouco do tal rock’n roll. Sim, a internet com o mp3 deu um baque nas vendas vertigionosas de qualquer álbum de artista famoso, ou será que gente tipo o Metallica, Madonna, U2, etc.. ainda vendem a mesmas quantidade de álbuns hoje em dia do que há 15 anos atrás? Claro que não. Pô! Tem até banda com um ou dois álbuns lançados e já tem biografia nas bancas.

Tá mas tudo bem, nessa vibe o Queen não poderia ficar de fora (demorou) e não estou tirando sarro. Demoro mesmo. Mas aqui o a história é diferente, o Queen é sem dúvida um marco, uma das maiores bandas de rock das últimas décadas e merecia um complemento em sua obra. Os caras criaram uma penca de hits que nem o tempo vai conseguir apagar, ótimos álbuns, belas capas e ainda fizeram shows com tours gigantes mundo afora (chegaram até aqui no Brasil, justo numa época difícil para shows de grandes bandas), ah!, esses podem. Essa bio é bem-vinda. Vou dar um jeito de arrumar uma prá mim, quem sabe o papai noel não me traga , hein!?

Abrindo as portas dos bastidores

O mercado de biografias rock está cada vez mais ativo, agora chegou a vez de outra banda clássica abrir as portas para revelar um tanto de suas histórias –  “The Doors por The Doors”, escrito por Ben Fong-Torres, tem seu lançamento nacional pela editora Agir (432 pág.). Claro, desde já está em minha lista de próximas aquisições. Então está dado a dica.

Raios que o partam – leitura da vez

Com certeza o AC/DC foi a primeira banda de rock da qual eu realmente gostei, uma grande paixão que dura até hoje. Sempre tive o sonho e a vontade de assistí-los ao vivo, realizei isso no final do ano passado na turnê de Black Ice, num shows da Argentina. Foi um momento incrível, sentir toda aquela vibe de um show ao vivo dos caras, ver os caras ali, na tua frente e mandando bala, detonando como sempre fizeram, sem dar arrego um momento sequer (e olha que já estão velinhos). Fico na espera de ver o tal DVD que segundo consta, foi filmado nesses shows da banda na Argentina e que deve ser lançado no ano que vem. Mas o papo aqui é outro, trata-se de livro, da leitura da vez. Como tenho lido diversas bios ultimamente, não poderia deixar de fora esta da história de uma de minhas bandas favoritas: “AC/DC – Let There Be Rock” (Susan Masino – Companhia Editora Nacional – 254 pág.). A curiosidade é grande, a banda nunca foi muito chegada ao holofotes da mídia no que se refere a questões de suas vidas particulares, ou você já viu diversas fotos do Angus com a mulher e os filhos? Fotos da casa do Malcolm ou o Phill Rudd passeando com seus cachorros então? Nada, né! Pois é, os caras são marrentos quando estão no palco, super competentes, rockers de primeira mas não são bobos, são profissionais, são 30 anos de estrada e sabem muito bem separar a fama de suas vidas particulares (muitos outros artistas deveriam aprender isso com os manos Young e sua troupe rock’n roll). Assim pretendo conhecer ao menos um pouco mais do universo do AC/DC com esse livro. Vamos lá.