Youtuber mostra que black metal sem guitarra distorcida é igual surf rock

Mesmo diametralmente afastadas no que diz respeito ao conceito, dois gêneros na verdade se parecem bastante

Já parou para pensar que o tipo de efeito adicionado ao timbre da guitarra pode fazer uma diferença brutal no resultado da sonoridade e até mesmo mudar completamente o gênero musical? O youtuber Kevin Balke fez esse experimento e mostrou que riffs de black metal sem distorção ficam igualzinho a surf rock. Confira no vídeo incorporado abaixo.

As músicas de black metal cujos trechos foram tocados sem distorção são “I Am The Black Wizards” (Emperor), “Jeg Faller” (Burzum), “Freezing Moon” (Mayhem), “Transilvanian Hunger” (Darkthrone) e “Mother North” (Satyricon).

Na seção de comentários, os inscritos do canal concordaram com a análise e disseram que realmente esse tipo de heavy metal sem distorção parece surf rock. “É maravilhoso como isso acontece! A bateria também muda muito a atmosfera da música, se tivesse blast beat, seria outra coisa”, disse um dos comentários. “Caramba! Como um grande fã de black e surf rock, sinto que você juntou as peças do quebra-cabeça para mim de uma maneira que eu nunca entenderia. Isso é revelador!”, disse outro comentário.

Black metal e surf rock
Muitos estudiosos afirmam que o black metal é um estilo que surgiu com o álbum “Black Metal”, da banda inglesa Venom, e depois se popularizou pelos países da Escandinávia. Já o surf rock é um subgênero do rock associada à cultura do surfe, particularmente no Sul da Califórnia (EUA).

*Por Gustavo Maiato
……………………………………………………………………..
*Fonte: guitarload 

Black Metal Barbie

Filhas da Escuridão Nórdica, livre tradução de DAUGHTERS OF NORTHERN DARKNESS, é uma celebração e satirização dos comerciais da Barbie dos anos 1980 e 1990.

O vídeo foi exibido em 2018 no Instituro de Artes da Califórnia como parte de uma espécie de TCC. A obra está inteiramente calcada no humor para criar espaço para as mulheres e para ampliar os elementos da feminilidade dentro do mundo do Black Metal.

Tudo isso dentro de um contexto fictício onde algo extremo se torna mainstream mesmo sendo um subgênero. Ao mesmo tempo que é uma carta de amor ao brinquedo também é uma crítica verdadeira ao Black Metal norueguês que prega pureza acima de tudo, conforme um texto publicado pelos produtores.

A direção, letra da música, melodia e design de produção é de Gwenmarie White. A direção de fotografia é de Ross Constable e o editor é Brandon Johnson.

………………………………………………….
*Fonte: ideafixa

Você já imaginou como seria black metal gerado por inteligência artificial?

O black metal é uma vertente do heavy metal que se caracteriza principalmente por vocais guturais, muita velocidade e distorção de guitarras. Apesar de pouco popular por aqui, esse tipo de música possui um público bem fiel, principalmente nos países nórdicos.

Pessoas que gostam de música não necessariamente apreciam toda e qualquer banda, mas estão sempre dispostas a escutar novidades. Não sabemos qual estilo mais agrada CJ Carr e Zack Zukowski, mas os dois engenheiros, especialistas em aprendizado de máquina, resolveram criar um algoritmo que produz músicas no estilo black metal.

Som artificial extremo

Com o uso de inteligência artificial, os dois criaram uma “banda” chamada DADABOTS, que é capaz de produzir músicas de diversos estilos musicais por meio de um algoritmo. Desde 2012, a banda computacional produziu um grande número de álbuns, de skate punk até black metal.

O projeto mais recente foi a criação do “Relentless Doppelganger”, uma transmissão pela internet que toca black metal de maneira ininterrupta, tudo gerado por inteligência artificial. Nas palavras dos engenheiros, esse é um passo na “eliminação dos seres humanos do black metal”.

Em uma pesquisa realizada pela dupla, publicada em 2017, eles disseram que “a maioria dos experimentos de geração de música com um estilo específico explorou artistas conhecidos e encontrados facilmente em livros didáticos de harmonia, como The Beatles, Bach e Beethoven, mas poucos analisaram a geração de outliers de gênero modernos, como o black metal”.

Para os pesquisadores os resultados são satisfatórios, considerando que o algoritmo utiliza músicas reais como base e as reproduz de outras maneiras. Por mais que essa fosse a ideia original, eles ficaram “encantados com o mérito estético das imperfeições presentes. Os vocalistas solo se tornam um exuberante coro de vozes fantasmagóricas e os cruzamentos de várias gravações, uma quimera sonora surrealista”.

A maioria das pessoas provavelmente não conseguiria identificar a diferença entre uma música real e a gerada pelo programa, considerando a popularidade do estilo. Apesar disso, apenas a existência dessa possibilidade mostra que o futuro nos reserva muitas surpresas em aspectos que ainda nem imaginamos.

 

……………………………………………………………..
*Fonte: megacurioso