Arquivo da tag: blues

Jonny Lang – II


Warren Haynes e Billy Gibbons – “Workin’ Man Blues” (Merle Haggard Sing Me Back Home Tribute Concert)


Jonny Lang – I


Warren Haynes (Gov’t Mule) – Falando sobre guitarras


George Thorogood – “Bad To The Bone”


Freddie King – Sweet Home Chicago | Boogie Funk


Stevie Ray Vaughan – Tic Toc

Resolvi tirar a poeira de minha memória e escutar de boas novamente alguns materiais do incrível Stevie Ray Vaughan. Escutar algumas de seus álbuns me fez abrir a porta para uma viagem de volta no tempo e com isso de carona chamar inúmeras boas lembranças de histórias do passado. A primeira que me vem à cabeça é tipo da época em que fui baixista da banda de blues do Luiz Ruschel, um dos melhores guitarristas de blues da minha cidade ali pelos 80′ e 90’s. Ninguém tocava como ele e nem muito menos chegavam perto de sua técnica e conhecimento musical aqui pela região.

“Abrindo um parêntese – Me recordo de que tive de participar de um teste para entrar nessa, era um power trio de blues/rock bem famoso na cidade naquela época. O baixista anterior havia casado e estava indo de muda para uma outra cidade por causa de seu trabalho e portanto deixando a sua vaga em aberto na banda. Eu que já tocava numa outra banda com uns amigos, era divertida mas eu queria mesmo era o caminho do blues. Mesmo que eu fosse na época um gurizão de merda de cidade do interior, quando pintou essa oportunidade e me convidaram para o teste, nem acreditei. – Ôpa! – Claro que aproveitei a chance e me “puxei” para não fazer feio, tanto que ganhei a vaga numa disputa com outros baixistas veteranos. Cara, isso foi para mim quase como ter ganho na loteria….rsrsrs. Saca só, o Luis era professor de guitarra, tinha em sua casa uma coleção gigante de discos, livros de música, bios, pilhas de revistas importadas da Guitar Player, métodos, fitas k7 e de vídeo VHS (já falei – isso foi à trocentos anos atrás, no final da década de 80), enfim, um baita e interessantíssimo acervo de música, uma verdadeira Dysneilândia do rock. Resumindo, com isso aprendi muita coisa e também por tabela tive acesso a conhecer muitos artistas legais do universo blues, funk e soul music, não ficando portanto, preso naquela vibe hard rock e metal que vingava no meio adolescente rocker da época.”
Bons momentos. Gracias Luiz!

 

Voltando ao assunto do SRV. É claro que quando o assunto é SRV eu meio que num gatilho mental, automaticamente me recordo dessa fase com a banda do Luís (como já mencionei), bem como também de como ficamos intrigando na época do lançamento do álbum irmão Vaughan -“Family Style”. Não era um álbum assim tão impactante como os outros da carreira solo do SRV mas ao mesmo tempo era também cheio de timbres mágicos de guitarras e de uma apurada sutileza de gravação. Gosto desse álbum até hoje, mesmo não sendo o melhor ou então o meu preferido do Stevie Ray Vaughan.

Assim escolhi de propósito postar aqui a música “Tic Toc”, que é estranhamente pop mas eu curto bastante. Ela é exatamente o contrário de tudo que se pensa em termos de música do SRV, logo de cara. Gosto do solo ultra econômico de “meia dúzia de notinhas” mas que para mim – (não sei explicar) culpa da stratinho-clean-chorosa – acho muito bacana!

Imagino aqui que depois de Stevie  já ser um cara mundialmente famoso e ter se tornado uma referência nas seis cordas do blues, ele resolve grava um álbum de estúdio com o seu irmão Jimmie Vaughan, tipo pouco se lixando para o que os outros irão achar. Esse álbum em questão é bem bacana e passa realmente essa coisa de família como o nome sugere, uma forte ligação e respeito entre eles. Tipo os manos se divertindo num estúdio com as suas guitarras, amps e alguns amiguinhos, cada uma trazendo a sua mágia, o seu toque, para no final sair um prato especial. Tipo receita de família. Creio que os coras “Vaughan” devem ter ficado muito orgulhosos dessa reunião de seus garotos.

Aqui a música “Tic Toc” que comentei (baladinha) e + duas faixas bônus.
Aumente o volume e relaxe.

 


A história de Stevie Ray Vaughan


Derek Trucks – “Chevrolet” (gravação ao vivo em estúdio de programa de rádio – E.U.A.)

*OBS:
Hey! Essa gravação foi em um programa de rádio nos E.U.A., então a vos do vocalista não foi devidamente captada no vídeo (mas sim, ela estava lá na transmissão “ao vivo” do programa, ao menos para os ouvintes da rádio naquele momentos. Mas aqui no caso,o que realmente é o objetivo é demonstrar o quão-pica-das-galáxias o Derek Trucks é na guitarreira bluesy. PQP!


Gov’t Mule – Revolution Come … Revolution Go (o novo álbum que deve ser lançado em breve)

Vem coisa boa aí, a banda Gov’t Mule anunciou recentemente de que em breve será lançado o seu décimo álbum de estúdio “Revolution Come … Revolution Go”.

*Confira no link a matéria e a entrevista (em inglês) com o músico Warren Haynes, sobre o novo álbum e ainda escute de lambuja: “Stone Cold Rage”, uma das primeiras faixa do novo álbum de estúdio. >> [ AQUI ]

 

………………………………………………..
*Fonte: rollingstone

 


Gov’t Mule – Making Of Revolution Come… Revolution Go


Trigger Hippy – Rise Up Singing


The Wanton Bishops | Come To Me (áudio)


Warren Haynes – II


Warren Haynes – Feliz Aniversário gordinho!

Hoje um de meus grandes heróis da guitarra (somente talvez abaixo do Jimi Hendrix) e não dá para esquecer que ele também cantas muito – Warreen Haynes, está completando 57 anos de vida. Sua passagem pelo mítica banda americana de southern rock “The Allman Brothers”, sua carreira solo e ainda o “Gov’t Mule”… báh, por si só já são credenciais mais do que suficientes para torná-lo sem dúvida uma dos caras mais feras e pica da galáxia na música em seis cordas.

Nem tenho tempo e também nem conseguiria colocar isso aqui em apenas poucas palavras, o tanto que admiro a sua música e a importancia para o universo banjoman-boldiniano, minha vida e o escambau. Esse gordinho safado canta e toca muito, aliás, sempre com uns timbraços na sua guitarra e ainda também toca versões phodásticas de “tudo” que é estilo de música – basta uma rápida pesquisa no youtube e você vai ver a enorme gama de estilos e diferentes bandas das quais ele canta e toca versões, dando sua “pitada bluesy” na coisa. Ah, e se por acaso você não consegue reconhecer ou perceber isso, sinto muito baby. Aliás, foda-se!!! Azar o seu. Na real nem é tarefa minha aqui tentar fazer ou impor a alguém que curta esse ou aquele artista. Aqui lança-se sementes, dá-se dicas disso e daquilo, não se caga lei e que cada um decida por si o que melhor lhe convém.

Entonces hoje é dia de Warren Haynes aqui no blog e assim, de celebrarmos o seu aniversário, sua música e a sua arte, quer você goste, concorde ou não.

Muita saúde, felicidades, SORTE e também “mais” sucesso ainda por longos anos em sua carreira tio Warren! Um forte banjo abraço. THANKS man!


Trigger Hippy (Audley Freed, Jackie Greene e Steve Gormann)

 


Gary clarck Jr. – Our Love


Feliz aniversário Eric Clapton


Lazer Loyd – My Own Blues


Taj Mahal with Ry Cooder Statesboro Blues


Magic Slim – Chess Studios (05/05/1975) – áudio


Tedeschi Trucks Band – “I Got A Feeling” & ” What Is and What Should Never Be”


Canned Heat – Harley Davidson Blues


Widespread Panic – Waitin’ on the Bus | Jesus Just Left Chicago


Morre o gaitista de blues James Cotton, aos 81 anos

Faleceu hoje em Austin, Texas (EUA), o músico de blues James Cotton. Segundo informações de sua gravadora Alligator Records, o seu falecimento ocorreu em função de uma pneumonia. Cortton tinha 81 anos.

James Cotton se interessou por música quando escutou pela primeira vez Sonny Boy Williamson II no radio. Ele saiu de casa com seu tio e mudou para West Helena, Arkansas onde conheceu Williamson. Por muitos anos Cotton afirmou que contou a Williamson que ele era órfão, e que Williamson o adotou e criou; uma história que recentemente admitiu não ser verdadeira. Mas de qualquer maneira Williamson foi o mentor de Cotton no seu começo de carreira.[2] Quando Williamson se mudou do sul para viver com sua esposa estrangeira em Milwaukee, Wisconsin, ele deixou sua banda nas mãos de Cotton, que conta que ganhou a banda como presente, mas tinha maturidade suficiente para manter o grupo, ele era muito mais jovem do que os outros integrantes da banda.
Em Delray Beach, Florida

Apesar de ter tocado bateria no começo de sua carreira, Cotton ficou famoso tocando harmónica. Começou sua carreira tocando harpa de blues na banda de Howlin’ Wolf no começo da década de 50.[2] Fez sua primeira gravação como artista solo para a gravadora Sun Records em 1953. Cotton começou a trabalhar com a banda de Muddy Waters por volta de 1955.[2] Ele tocava músicas como “Got My Mojo Working” e “She’s Nineteen Years Old”, mas não aparecia nas gravações originais, por um longo período o gaitista Little Walter era utilizado nas gravações de Muddy Waters na década de 50.

A primeira gravação de Cotton com Muddy Waters foi em junho de 1957, e desde então alternou com Little Walter nas sessões de Muddy até o final da década, e depois até formar sua própria banda. Em 1965 ele formou a “Jimmy Cotton Blues Quartet”, utilizando Otis Spann no piano para shows gravações entre shows com a banda de Muddy Waters. As gravações foram capturadas pelo produtor Samuel Charters no volume dois das gravações da Vanguard Records “Chicago/The Blues/Today!”. depois de deixar a banda de Muddy em 1966, Cotton participou de uma turnê com Janis Joplin.[2] Formou a James Cotton Blues Band em 1967. Eles geralmente apresentavam seus próprios arranjos para músicas populares de blues e R&B dos anos 50 e 60. Dois álbuns foram gravados ao vivo em Montreal naquele ano.
James Cotton (Hondarribia) julho de 2008

Na década de 60, Cotton formou uma banda de blues na tradição de “Bobby “Blue” Bland”. Quatro músicas que possuiam a presença de instrumentos de sopro usados por big bands e músicas tradicionais fizeram parte do álbum Two Sides of the Blue.

Nos anos 70, Cotton gravou alguns álbuns pela Buddah Records. Cotton tocou harmónica no ábum “Hard Again” de Muddy Waters vencedor de um Grammy em 1977 produzido por Johnny Winter. A James Cotton Blues Band recebeu uma nomeação ao Grammy em 1984 por Live From Chicago: Mr. Superharp Himself!, uma segunda pelo lançamento de 1987, Take Me Back. Finalmente foi premiado em 1996 com Deep in the Bluescomo “Best Traditional Blues Album”.[3]

No meio da década de 90 Cotton lutou contra um câncer na garganta, sua última gravação vocal foi nos anos 2000 em Fire Down Under the Hill, mas ele continuou fazendo turnês, utilizando cantores ou os membros da sua banda como vocalista.

Em 2006 James Cotton foi induzido ao Blues Hall of Fame e em março de 2008, acompanhado de Ben Harper induziu Little Walter ao Rock and Roll Hall of Fame. Eles tocaram Juke e My Babe na cerimônia, ambas músicas de Walter.

 

Dicografia de James Cotton:

Chicago/The Blues/Today! vol. 2
1966 Cut You Loose! (Vanguard)
1967 Cotton in Your Ears (Verve)
1970 Taking Care of Business (Capitol)
1976 Live & On the Move (Buddah)
1978 High Energy (Buddah)
1984 High Compression (Alligator)
1986 Live from Chicago Mr. Superharp Himself (Alligator)
1987 Take Me Back (Blind Pig; reissued on vinyl 2009)
1988 Live at Antone’s (Antone’s)
1990 Harp Attack! (Alligator; com Carey Bell, Junior Wells, e Billy Branch)
1991 Mighty Long Time (Antone’s)
1994 3 Harp Boogie (Tomato)
1994 Living the Blues (Verve)
1995 Two Sides of the Blues
1996 Deep in the Blues (Verve)
1998 Seems Like Yesterday (Justin Time)
1998 Late Night Blues: Live at the Penelope Café 1967 (Justin Time)
1999 Best of the Vanguard Years (Vanguard)
1999 Superharps (Telarc; com Charlie Musselwhite, Sugar Ray Norcia, e Billy Branch)
2000 Fire Down Under the Hill (Telarc)
2002 35th Anniversary Jam (Telarc)
2004 Baby, Don’t You Tear My Clothes (Telarc)
2007 Breakin’ it Up, Breakin’ it Down (Legacy; com Muddy Waters e Johnny Winter)
2010 Giant (Alligator)

…………………………………………………………..
*Fonte: wikipedia

 

 

 


Jeff Healey – “Hey Hey”


Philip Sayce – Out of My Mind (Live)


Ry Cooder, Terry Evans – Down In Mississippi


Philip Sayce – “I’m Going Home” / “Out of My Mind”


ZZ Top – (Henderson swamp in south Louisiana 1986 for live Japanese TV)


Jeff Healey – (1966-2008)

Norman Jeffrey “Jeff” Healey foi um excepcional guitarrista, nascido no Canadá e com o peculiar modo de tocar com sua guitarra deitada com o lado para cima, em suas pernas. Isso porque era cego desde o primeiro ano de vida devido à um retinoblastoma.

Mas nada disso foi problema para Jeff Healey, que se destacou pelo seu trabalho baseado no blues rock, junto da sua banda – The Jeff Healey Band. Junto com Stevie Ray Vaughan, meteram o terror no mundo da guitarra com suas performances musicais naquela virada dos 80 /90’s.  Mais tarde, no final de seu carreira também se aventurou pelo mundo do jazz.

 

 


Tedeschi Trucks Band – Live from the Fox Oakland (lançamento)

Tedeschi Trucks Band está lançando seu segundo álbum ao vivo, Live from the Fox Oakland – dia 17 de março através do selo Concord / Fantasy.
Lançamento em versão de
CD e DVD de 15 músicas dando aos fãs um olhar detalhado, por trás das cenas, no show notável da banda no dia 9 de setembro de 2016, no histórico recinto do norte da Califórnia.

 

Live from the Fox Oakland – Track List

Don’t Know What It Means
Keep On Growing
Bird On The Wire
Within You, Without You
Just As Strange
Crying Over You
These Walls (featuring Alam Khan)
Anyhow
Right On Time
Leavin’ Trunk
Don’t Drift Away
I Want More (Soul Sacrifice outro)
I Pity The Fool
Ali
Let Me Get By
Film Track List

Don’t Know What It Means
Keep On Growing
Bird On The Wire
Within You, Without You
Just As Strange
Crying Over You
Color Of The Blues
These Walls (featuring Alam Khan)
Leavin’ Trunk
I Pity The Fool
I Want More (Soul Sacrifice outro)
Let Me Get By
You Ain’t Going Nowhere

………………………………………………….
*Fonte: guitarplayer

 

 

ttb-live-at-the-fox-oakland-cover


Sonny Landreth with Eric Clapton – Promise Land


John Hiatt & Ry Cooder Riding with the King


Ry Cooder – Jesus On The Mainline


Eric Clapton e Steve Winwood – Voodoo Chile


Sempre bom rever a famosa cena do duelo de guitarra contra o representante do Devil


Gary clark – If Trouble was Money


Gary Clark Jr. – Church


Arlen Roth – Landslide (áudio)