Prince: novo álbum agora já tem nome, data de lançamento e música nova para você conferir

Em abril, nós já tínhamos mostrado à você os detalhe (até então) sobre o novo álbum de Prince (relembre aqui). Hoje, 7 de junho – data em que completaria 60 anos de vida- os fãs do ícone tem ótimas notícias: a Atom Factory, empresa responsável por administrar o acervo musical de Prince, e a gravadora Warner revelaram o título, a tracklist e a data do lançamento e uma faixa inédita para você ouvir agora.

Piano & A Microphone: 1983 é como o registro de gravações inéditas será chamado. O álbum terá nove faixas, todas gravadas por Prince em sua casa – antes do lançamento do clássico Purple Rain (1984)- e cai nas graças do público no dia 21 de setembro.

O cover “Mary Don’t You Weep”, eternizada pela voz de Aretha Franklin, foi a primeira faixa divulgada. Ouça e confira a tracklist do álbum logo abaixo.

Piano & A Microphone: 1983 (2018)
01. 17 Days
02. Purple Rain
03. A Case Of You
04. Mary Don’t You Weep
05. Strange Relationship
06. International Lover
07. Wednesday
08. Cold Coffee & Cocaine
09. Why The Butterflies

>> Em tempo… que sonzeira du caramba!!! Blues phodástico.

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*Fonte: noize

Buddy Guy – The Blues Is Still Alive And Well (2018)

O lendário músico de blues Buddy Guy anunciou que vai lançar seu 18° disco de estúdio. O trabalho, intitulado “The Blues Is Still Alive And Well”, chega a público no próximo dia 15 de junho.

“The Blues Is Still Alive And Well” contará com participações especiais do vocalista Mick Jagger e do guitarrista Keith Richards, ambos integrantes dos Rolling Stones. Além da dupla, o também guitarrista Jeff Beck também estará no registro.

Mick Jagger contribuiu com vocais para a música “You Did The Crime”. Já Keith Richards e Jeff Beck tocaram na música “Cognac”. Outro nome que apareceu no álbum foi o cantor folk James Bay – mais precisamente, na faixa “Blue No More”.

*Abaixo o tracklist de “The Blues Is Still Alive And Well”:

“A Few Good Years”
“Guilty As Charged”
“Cognac” (featuring Jeff Beck & Keith Richards)
“The Blues Is Alive and Well”
“Bad Day”
“Blue No More” (featuring James Bay)
“Whiskey for Sale”
“You Did the Crime” (featuring Mick Jagger)
“Old Fashioned”
“When My Day Comes”
“Nine Below Zero”
“Ooh Daddy”
“Somebody Up There”
“End of the Line”

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: whiplash

As Sessões de Blues Perdidas de Jimi Hendrix

Stephen Stills se lembra muito bem daquele dia. Era o final de 1969 quando ele visitou o estúdio Record Plant, em Nova York, para curtir algumas horas de diversão musical com o amigo Jimi Hendrix, que topou tudo – a certa altura, pegou um baixo para acompanhá-lo em uma versão animada de “Woodstock”, de Joni Mitchell. Stills foi embora revigorado. “Vê-lo tocar era como acompanhar o melhor atleta que você já viu – como Muhammad Ali”, diz. “Ele me ensinou a parar de pensar e deixar acontecer.”

Essa versão de “Woodstock” aparece em Both Sides of the Sky, lançado no dia 9 de março, pela Sony Legacy Recordings, em diversos formatos, incluindo CD, digital e uma edição limitada de vinil duplo de 180g. Trata-se de um álbum de gravações inéditas de estúdio que Hendrix fez nos dois últimos anos de vida, enquanto acumulava fitas para lançar depois de resolver uma disputa contratual. É o último trabalho de uma trilogia que começou com Valleys of Neptune, de 2010, depois que a Sony chegou a um acordo com a irmã do guitarrista, Janie, para liberar as músicas.

Alguns notáveis colaboradores aparecem no set, incluindo, além de Stills, Johnny Winter e o vocalista/saxofonista Lonnie Youngblood (companheiro de Hendrix antes da fama na banda Curtis Knight & the Squires). Stills aparece em duas faixas gravadas em setembro de 1969: a cover de “Woodstock”, de Joni Mitchell (meses antes da famosa regravação do Crosby, Stills, Nash & Young), e uma original, “$20 Fine”. Winter surge em uma versão completa e remixada de “Things I Used to Do”, do Guitar Slim.

Both Sides of the Sky pesa a mão no blues, mas capta a diversão que Stills descreve: há uma poderosa “Mannish Boy”, com Hendrix cantando em falsete acompanhando a guitarra incendiária; durante “Lover Man”, uma favorita nos shows, ele executa espontaneamente a música-tema de Batman. “Quando tudo desmoronava, ele começava a tocar o tema de Batman ou do seriado Peter Gunn”, conta o engenheiro de Hendrix, Eddie Kramer, que trabalhou no projeto. “Ele queria manter tudo leve.” Kramer dá como exemplo “Cherokee Mist”, uma faixa instrumental maluca e hipnótica de sete minutos com Hendrix na guitarra e no sítar. “Soa como um animal selvagem à solta no estúdio”, diz. Revisitando as músicas, ele lembrou a alegria de trabalhar com Hendrix, que mixava as próprias partes enquanto Kramer mexia na mesa diminuindo e aumentando os outros instrumentos ao mesmo tempo. “Depois de terminar, caíamos na risada.”

Será que esta é a última palavra sobre o trabalho em estúdio de Hendrix? “É difícil dizer”, afirma o coprodutor John McDermott. “Com Jimi, sempre há esperança de que exista uma pilha de fitas realmente ótimas por aí. Ele amava gravar e criar.”

>> Tracklist de Jimi Hendrix – Both Sides of the Sky Track

1 – “Mannish Boy” (inédita)
2 – “Lover Man” (inédita)
3 – “Hear My Train A Comin'” (inédita)
4 – “Stepping Stone” (inédita)
5 – “$20 Fine” (inédita, com Stephen Stills)
6 – “Power Of Soul” (versão estendida inédita)
7 – “Jungle” (inédita)
8 – “Things I Used to Do” (com Johnny Winter)
9 – “Georgia Blues” (com Lonnie Youngblood)
10 – “Sweet Angel” (inédita)
11 – “Woodstock” (inédita, com Stephen Stills)
12 – “Send My Love To Linda” (inédita)
13 – “Cherokee Mist” (inédita)

*por Kory Grow

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>> Uma palinha de cada música do álbum:

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*Fonte: rollingstone

Eric Clapton – 73 anos

Nesta sexta-feira que passou (30/03), a “lenda” da guitarra e do blues Eric Clapton, completou 73 anos de idade. O tempo cobra seus tributos e memso que volta e meia boatos de sua saúde não andarem lá muito bem (fotos dele convalescido e em uma cadeira de rodas num aeroporto, circularam ano passado – lembram?), mas parece que o rapaz ainda segue firme e forte. Talvez as extensas turnês não sejam mais uma realidade possível, mas eventuais shows devem acontecer, segundo relatos do próprio artista. Que assim seja. Keep on rock.

Parabéns mestre!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Em tempo. Os vídeos abaixo são de uma tour de 2007 e dái me ocorre uma conversa que tive com alguns amigos tempos atrás. Temos atualmente muitas chances de assistir a shows de artistas nacionais e internacionais, coisa que já foi bem complicada nas décadas passadas, especialmente nos 70 e 80’s. Alguns fatores que prejudicaram essa tal vinda de famosos artistas estrangeiros de ponta naquela época, no auge de suas carreiras, são vários e tema de muita conversa: o desconhecimento e pouco caso de empresários para o potencial local de público para shows; a ditadura militar vigente por aqui no período (afinal o rock sempre foi insurgente e com a tal vitalidade pertinente aos jovens); a falta de estrutura logística e de pessoal especializado para dar suporte na época – para se transportar cenários e equipamentos com agilidade e rapidez, ter conhecimento técnico de equipamentos, etc.  Mas principalmente a questão financeira pesou bastante. Afinal o Brasil fica longe dos grandes centros e estamos falando aqui de uma época prá internet e outras tantas evoluções tecnológicas.

Mas isso há um bom tempo já ficou prá trás (ainda bem), vide a quantidade enorme de vários shows e tours importantes que estão nos roteiros de artistas famosos atualmente. Mas daí vem a questão, será que assistimos a tours de “momentos” realmente significativos desses artistas. Porque tem aquela coisa, a banda lança um novo álbum, hoje mais do que nunca “precisa” pegar a estrada para divulgá-lo e fazer grana, afinal os donwloads piratas acontecem segundos depois do lançamento oficial do álbum (ou até mesmo antes…). Assim o artista precisa tocar as músicas novas e claro alguns clássicos, essa é a fórmula. Mas o ideal é “pegar” aquela tour massa de verdade, a tour daquele álbum phoda prá carai, se é que me entendem. Já fui em muitos shows bons nesse smeus tantos anos de vida, mas nem todos eram dessa vibe de tour do álbum PHODÁSTICO. Tipo assistir a tour do ACDC no “Black in Black”, do Bowie em “Let’s Dance”, do Pink Floyd no “the Wall”, do G&R no “Appetite”… E sim, poucas vezes realmente isso aconteceu.

Tudo isso para dizer que essa tour de 2007 (vídeos abaixo) do Eric Clapton, reúnem vários desses elementos mágicos que tornam essa tour especial. Muito por causa do repertório escolhido, várias músicas de seu período anterior e de sua época de início de carreira solo, quando o som ainda era menos polido. E outra e tavlez até a questão mais importante – a sua banda! O time escolhido. PQP!!!! Não é sempre que se consegue reunir o garoto prodígio da guitarra que toca sem palhetas – Derek Trucks (Allman Brothers Banda / Tedeschi & Trucks Band), o guitarrista – Doyle Bramhall II (que toca guitarra com as cordas invertidas), o baterista – Steve jordan (phodástico / king of groove – que também toca com o John Mayer), outra lenda dos teclados – Chris Stainton e o baixista Willie Weeks, que no meu ponto de vista é oc ara certo para tocar com Clapton e não o Nathan East, qwue tem um som muito polido e com um certo acento jazzy – não curto! – apesar de saber que é um grande baixista). Sem falar nas garotas dos backings Michelle John e Sharon White.

Ah! Como eu gostaria de ter assistido a um show dessa tour. Tive o pazer de ver ao vivo Eric Clapton em porto alegre 2 vezes, uma em 1990 na tour do álbum Journeyman (que foi muito bom – Gigantinho) e outra em 2011, na FIERGS onde alg7uns caras da banda eram ainda os mesmo dessa tour fantástica de 2007. Mas o som estava muito ruim nesse dia. Uma pena, porque o repertório era bacanudo e baseado mais na sua fase blues e não tão de hits radiofônicos e da MTV dos 90/00’s. Mas sem dúvida vale. e como que não tem cão caça com gato, aí alguns vídeos dessa fase que eu admiro muito. Keep on rock!

 

 

Chris Whitley

Descobri “hoje” o som do Chris Whitley e achei sensacional. Me lembrou muito o Jeff Bucley (numa outra pegada, é claro), onde a voz e os sentimentos nas seis cordas dizem tudo. E soma-se aqui ainda o slide casual e um violão dobro. Porra, meu! Que sonzeira. Sei que “as ladies” que só sabem escutar rock com uma penca de riffs não vão curtir, vão dizer que é melancólico demais.. bláh, blhá,bláh… mas foda-se, isso talvez seja demais mesmo para vocês e seus ouvidinhos.

Abaixo um áudio de uma das faixas que mais curti do excelente álbum “Dirt Floor”.

A nota triste é que Chris Whitley faleceu em 20/11/2005, portanto, o legado não é lá de muitos álbuns, o que é uma pena, mas como sempre digo, antes tarde do que nunca! Vou escutar melhor os seus álbuns, mas desde já esse é o meu favorito. Ao longo da semana vou postar mais músicas dele por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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