Cupinzeiros iluminados por vaga-lumes no cerrado brasileiro

As responsáveis por tamanha beleza, são as larvas de vaga-lumes, que iluminam os cupinzeiros dando-os uma aparência de castelos encantados.

O fenômeno acontece no Parque das Emas, localizado na região norte de Mato Grosso do Sul, e traz um brilho especial durante a noite.

A explicação de tal fenômeno é a bioluminescência, que nada mais é que a produção de luz por organismos vivos. Mas para entender melhor precisamos conhecer o local onde o fenômeno acontece.

O Parque Nacional das Emas, área de área de conservação de aproximadamente 132 mil hectares, abrange os municípios de Mineiros e Chapadão do Céu, em Goiás, e Costa Rica. Na área existem vários buracos de cumpinzeiros, lá, uma espécie de vagalume deposita seus ovos, quando as larvas nascem, emitem luz verdes que brilham e podem ser vistas durante a noite.

O brilho é tão intenso que os cupinzeiros adquirem um aspecto de castelos, que parecem ter saido literalmente de um conto de fadas,

“Acredito que este fenômeno raro só acontece no Parque Nacional das Emas, sempre entre outubro e dezembro, especialmente no início do período das chuvas. Sem dúvida é uma beleza fantástica que vale a pena conhecer, desde que acompanhado de guias treinados”, disse o pesquisador Keyler Simey Garcia Barbosa, para o Campo Grande News.

Talvez, se olharmos com os olhos poéticos e magia no coração, realmente entendamos que os vagalumes são fadinhas. Como são lindos!

*Veja as imagens que o fotógrafo Alessandro Bearzi conseguiu captar:

 

 

 

 

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Moradores do Sul são os que mais consomem orgânicos

Cerca de 19% dos brasileiros consumiram algum item orgânico entre maio e junho deste ano. Por região, a maior parte (23%) habita o Sul do país. Os dados são do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis).

O Organis divulgou, na última quarta-feira (4), os dados da 2ª Pesquisa do Perfil do Consumidor de Orgânicos. As informações são comparadas à primeira pesquisa realizada em 2017.

A região Sul é seguida pelo Nordeste com 20% dos consumidores de produtos orgânicos. Em terceiro lugar está o Sudeste (19%) e em quarto o Centro-oeste com 17%. O último lugar foi para a região Norte com 14%. A pesquisa entrevistou 1.027 pessoas.

“Podemos dizer que a compra de produtos orgânicos está bastante relacionada a compra de produtos frescos, pois a maioria dos produtos mencionados espontaneamente são produtos ‘FLV’, frutas, legumes e verduras”, afirma a Organis. Essa questão corrobora com o fato de que o público (87%) apontou a feira como local preferido para comprar seus produtos orgânicos.

Para 84% das pessoas, a saúde é a principal motivação dos compradores de produtos orgânicos. O meio ambiente surgiu em somente 9% dos casos.

Dentre as razões para não consumirem mais orgânicos, o preço continua sendo o maior empecilho – apontado por 65% dos entrevistados.

Questionados sobre os itens orgânicos não alimentícios, os produtos de higiene pessoal foram os mais citados.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Crise hídrica pode assolar o Brasil em 2030, afetando milhões de pessoas

Em 2030, aumento da demanda de água poderá conduzir milhões de brasileiros a uma crise hídrica, aponta relatório.

No dia Mundial da Água (22/3), a Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES) lançou o relatório temático “Água: biodiversidade, serviços ecossistêmicos e bem-estar humano no Brasil”. O Brasil é o país com a maior reserva mundial de água, concentrando 12% da disponibilidade hídrica superficial do planeta, vastos reservatórios de água subterrânea e uma circulação atmosférica que distribui umidade entre diversas regiões, sendo capaz de regular o clima de todo o continente sul-americano. Embora a pujança neste recurso, o estudo aponta que diferenças regionais e o mal-uso causam escassez e baixa qualidade da água no país. De acordo com o documento, em 2030, a demanda de água terá aumentado 2000% em relação aos últimos 100 anos, o que conduziria milhões de brasileiros a uma crise hídrica, caso nenhuma ação seja tomada.

A economia brasileira é extremamente dependente de seus recursos hídricos e da biota aquática. Cerca de 65% da energia no país é gerada por meio de usinas hidrelétricas e a agricultura, que contribui com 25% do PIB nacional, consome aproximadamente 750 mil litros de água por segundo, sem considerar o abastecimento humano e o uso da água pela indústria. O estudo aponta que a distribuição e a demanda são muito desiguais no país pelos mais diferentes aspectos, tais como ocorrência de secas, inundações, ameaças à biodiversidade, aplicação de instrumentos políticos, além do monitoramento da qualidade e quantidade das águas superficiais e subterrâneas.

O relatório foi preparado por 17 especialistas vinculados a instituições públicas e privadas de diversos setores relacionados à temática. No documento são apontadas as principais ameaças (mudanças climáticas, mudanças no uso do solo, fragmentação de ecossistemas e poluição) e direções para um melhor manejo e conservação dos recursos hídricos no país (mudanças na gestão, integração entre agências e setores envolvidos e desenvolvimento de estratégias de conservação focadas nos múltiplos usos da água).

O trabalho aborda a questão da água sob a dimensão de sua importância como recurso hídrico, mas também como um componente-chave da biodiversidade. Estima-se que cerca de 40% do território nacional possua níveis de moderado a elevado para a biodiversidade aquática. Cerca de 10% das espécies de peixes continentais está sob risco de extinção e mais de 50% das espécies identificadas como ameaçadas no país são de peixes e invertebrados aquáticos. O diagnóstico é acompanhado pelo Sumário para Tomadores de Decisão, documento que traz as principais informações-chave para gestores púbicos e privados.

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*Fonte: socientifica

Caipirinha foi inventada no Brasil durante epidemia de Gripe Espanhola

Em 1918, a pandemia da Gripe Espanhola levava pânico ao mundo. No Brasil, em meio à demora das autoridades para reagir ao surto e tomar providências, algumas pessoas passaram a oferecer suas próprias receitas caseiras contra a doença.

Como lembrado em tempos de Coronavírus, uma dessas receitas ficou bem popular e incluía limão, mel, alho e um pouco de álcool. Reconheceu algo aí? Isso acabou servindo de base para a criação da caipirinha, que viria a se tornar o drink mais popular do Brasil.

Pelo menos é o que uma das inúmeras histórias sobre a origem do drink conta, incluindo uma forte versão do IBRAC, Instituto Brasileiro da Cachaça. Após o “remédio”, versões da bebida começaram a surgir sem o alho e sem o mel, substituído por açúcar já que a cultura canavieira era forte no Brasil.
Origem da Caipirinha

Outras versões da história citam a mistura como uma bebida típica do interior do país (justificando, portanto, o nome “caipirinha”) e, ainda com relação ao nome, existem teorias que falam que a mistura de álcool foi uma ideia do povo interiorano para “facilitar” o uso de limão para curar gripes comuns, prática bem popular na época.

Moradores de Paraty, no Rio de Janeiro, defendem que a caipirinha nasceu por ali com marinheiros misturando cachaça e limão como forma de evitar o escorbuto, causado pela deficiência de Vitamina C.

Já outros historiadores afirmam que foram os fazendeiros paulistanos da região de Piracicaba que inventaram a caipirinha como forma de usar a cana de açúcar, seu principal produto, como substituto do uísque e de vinhos importados.

De toda forma, uma coisa é certa: pelo menos na pandemia atual podemos beber uma versão mais refinada desse icônico drink 100% brasileiro. Saúde!

*Por Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

App ensina crianças a identificarem árvores por meio de contos

Aprender a identificar espécies nativas da Mata Atlântica, como embaúba, ipê-amarelo, jequitibá, pau-brasil e pau-ferro, usando o celular. Esta é a proposta do aplicativo Natu Contos, criado em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, ele traz cinco contos sobre tais árvores narrados por grandes cantores brasileiros.

Com o Natu Contos, o público pode realizar uma “caça ao tesouro” por árvores. Depois de baixar o aplicativo e escolher o local de sua expedição, ele seguirá um mapa na tela do celular, integrado ao GPS, até a árvore identificada. Essa caminhada já é uma ótima oportunidade para prestar atenção à natureza local, relaxar e desfrutar dos benefícios que ela oferece.

Quando uma árvore é encontrada, um universo lúdico se abre: um vídeo animado a apresenta e, depois, um conto fica disponível para o adulto ler/ouvir com a criança embaixo da sua copa. Uma vez coletadas, as histórias e as fichas técnicas de cada árvore vão para uma biblioteca e podem ser relidas e ouvidas quantas vezes quiser, em qualquer lugar. A plataforma Natu Contos traz árvores mapeadas em parques e praças das cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Uberaba (MG). No futuro, seus desenvolvedores esperam expandir o projeto para mais cidades do Brasil. Veja como funciona:

Financiamento coletivo

Disponível gratuitamente na plataforma IOS , o aplicativo agora precisa da ajuda do público para seu desenvolvimento na versão Android. Para isso, foi aberto um financiamento coletivo no Catarse. A meta é alcançar R$ 16.522,00. Com doações a partir de R$ 15 quem participar do financiamento terá recompensas, como o plantio de mudas pela SOS Mata Atlântica, livro infantil, poster com ilustração do artista Arthur Daraujo, entre outras.

“Nosso maior objetivo é democratizar o aplicativo, tornando o material educacional acessível para mais adultos, crianças e escolas. Quando o criamos, pensamos em disponibilizar um conteúdo lúdico e original sobre o universo da natureza para reconectar as pessoas com o meio ambiente, principalmente as crianças, que estão cada vez mais distantes do verde nas grandes cidades”, afirma Fernanda Sarkis Coelho, idealizadora do aplicativo.

“Há alguns anos, as pessoas adoravam sentar em uma árvore para ler um livro. Esperamos que muitas pessoas ainda façam isso, mas por quê não aproveitar esta tecnologia tão presente na vida de todos para ouvir algumas histórias sobre aquela espécie que acabou de descobrir? Ao apoiar este aplicativo, queremos propor para as pessoas observarem, sentirem e se relacionarem mais com a natureza de suas cidades. Vivemos tempos em que parece que a natureza não existe mais ou que as árvores não fazem mais sentido, principalmente em ambientes urbanos. Queremos mostrar justamente o contrário”, afirma Cesar Pegoraro, biólogo e educador ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica.

Algumas histórias

Nos contos do aplicativo é possível lembrar como as pessoas já tiveram uma relação diferente com as árvores, qual a relação dos animais com elas e saber mais das transformações que cada espécie passa em cada estação do ano.

Em “Amélia e seu Ipê-amarelo”, de autoria de Índigo com narração de Tiê, por exemplo, Amélia que tinha tudo amarelo, até seu cabelo, adorava um eucalipto, mas não ligava para um ipê-amarelo que tinha em seu sítio. Quando ele floresceu na primavera, isso mudou. Já em “Árvore de Estimação”, de Tiago de Melo Andrade e narração de Lenine, uma menina fica triste por ter perdido o gramado e a sombra fresca de sua árvore de estimação queimada em um incêndio, onde ela tinha seu balanço. Em “À procura do Pau-Brasil”, de Andrea Pelagagi com narração de Fernanda Takai, um irmão e uma irmã tentam de todas as formas descobrir se a árvore que eles acharam era mesmo a espécie que deu nome ao nosso país.

No conto “O pica-pau e o Pau-ferro”, de João Anzanello Carrascoza e narração de Mart’nália, um pica-pau se aventura até a cidade e acha uma árvore diferente das do bosque que morava, pois ela era muito dura. E em “Simãozinho e o pé de Embaúba”, de Claudio Fragata e narração de Ney Matogrosso, o macaco Simãozinho tem medo de altura, mas sonha em subir na árvore para comer seus lindos frutos.

A Mata Atlântica é casa da maioria dos brasileiros, abriga cerca de 72% da população. Além disso, o bioma está presente na maioria dos estados brasileiros (17) e em 3.429 cidades. Ou seja, essa é a floresta que dá oportunidade para boa parte da população ter algum contato com a natureza, além de contribuir para a purificação do ar, a regulação o clima, a proteção do solo, de rios e nascentes, favorecendo o abastecimento de água nas cidades. Por tudo isso, sua conservação é fundamental, pois restam hoje apenas 12,4% da floresta que existia originalmente em bom estado de conservação.

>> Clique aqui para contribuir para o financiamento coletivo

 

The Cult: Banda fará shows no Brasil em Junho

Uhúúúúúú!!!!
Agora sim. Se tem uma banda que eu esteja esperando é essa.

Ah! Já assisti ao vivo em POA antes, mas se virem mais 200 vezes, assisto todas!.
É uma tão importante para mim que se um dia um gênio da lâmpada aparecesse e rolasse aquela função dos 3 pedidos, ahhhh…. um deles iria ser o de que eu fosse o baixista do the Cult. Juro que ficaria bem quietinho, vestido de preto já para não chamar a atenção parado lá no fundo do palco, não importa – só de estar no palco tocando com esses caras…. báh!

Tive muitas horas escutando os LPs: “Love” (dica do meu irmão – foi aí quando descobri a banda e pirei), “Sonic Temple” e do clássico “Electric” – esse está com certeza no meu TOP 10 dos melhores álbuns de rock pau-dureza-master-blaster de todos os tempos (sabe aquela AULINHA GRÁTIS que as atuais bandas de rock-sapatênis não prestaram atenção)! Pois é… está tudo ali…

Depois do the Cult, a minha listinha de “querência” de assistir ainda ao vivo, tem essas:
– The Black Crowes (agora que voltaram a se reunir pela vigésima vez, isso reacendeu a chama da possibilidade de um dia ainda vê-los ao vivo). Estão em tour pelos EUA e depois Europa, não divide de os irmãos Robinson mvirem prpá cá ainda em 2020, hein…..
– Gary Clark Jr
– Markus King
– Gov’t Mule (outra vez)
– The Blackbarry Smoke (ah… queria asistir novamente)
*Assistindo AO VIVO a esses caras por mim tudo bem, pode daí já passar a régua e fechar o caixa, que já me dou por supermegathunder satisfeito em termos de show.

 

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Conforme Jose Norberto Flesch do site Yahoo, a banda inglesa The Cult trará seu show comemorativo de 30 anos do álbum ‘Sonic Temple’ ao Brasil em Junho.

A turnê que celebra os 30 anos do álbum “Sonic Temple”, que consagrou a carreira da banda e o trabalho que chegou ao top 10 da Billboard e, também transformou em hits as canções “Fire Woman”, “Edie (Ciao Baby)” e “Sweet Soul Sister”, chega ao Brasil em Junho, cidades e locais estão sendo definidos.

No ano passado, “Sonic Temple” foi relançado como um box de luxo e um conjunto de cinco CDs, e também como um LP duplo, ambos com faixas não lançadas anteriormente.

A última visita do Cult ao país foi em setembro de 2017, quando o grupo integrou o line up da primeira noite do festival São Paulo Trip, que teve ainda The Who e Alter Bridge.

*Por Geraldo Andrade

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*Fonte: revistafreak

3 contos indígenas para mostrar outra visão de mundo às crianças

Histórias relatam nascimento da Terra e celebração da natureza para as crianças

As lendas indígenas brasileiras são marcadas por histórias que tratam da natureza e da origem das coisas, sempre cercadas de elementos místicos. São contos tão encantadores que até mesmo escritores como Clarice Lispector, Camara Cascudo e Walcyr Carrasco já se debruçaram eles. NOVA ESCOLA reúne aqui três contos indígenas que trazem essa visão de mundo – e que certamente vão levar muita conversa para dentro da sala de aula. Confira:

O nascimento do mundo
Maria de la Luz

No início só havia Kore, a energia, vagando na escuridão do espaço infinito. Então, veio a luz e surgiram Ranginui, o Pai Céu, e Papatuanuku, a Mãe Terra. Rangi e Papa tiveram muitos filhos: Tangaroa, deus das águas; Tane, deus das florestas; Tawhirmatea, deus dos ventos; Tumatauenga, deus da guerra, que deu origem aos seres humanos; e Uru, que não era deus de nada.

 

A dança do arco-íris
João Anzanello Carrascoza

Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

 

O céu ameaça a terra
Betty Mindlin

Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentam-se à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.

Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.

*Por Soraia Yoshida

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*Fonte: novaescola

Venda de vinis cresce, e fábrica da Baixada Fluminense já produz discos para o Brasil e o exterior

O ruído do disco de vinil girando em um aparelho de som não é mais uma coisa do passado. Só de janeiro a setembro de 2019, a venda de vinis cresceu 15% em relação ao mesmo período do ano passado. E uma fábrica localizada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, é uma das duas únicas responsáveis no país por ajudar a levar aos ouvidos do público a música embalada nos discos.

Completando dez anos de existência, a Polysom nada de braçadas na onda retrô. A empresa tem a projeção de produzir, até o fim deste ano, 120 mil Long Players (LPs) e compactos, superando a marca de 100 mil unidades, que foi alcançada em 2018.

De acordo com o Luciano Barreira, gerente da fábrica em Belford Roxo, há atualmente três grandes canais para absorver a produção de discos de vinil fabricados na Baixada Fluminense. As maiores demandas são de bandas independentes, clientes que procuram o produto no site da empresa e em sites de grandes lojas, além da venda de coletâneas e de discos licenciados por gravadoras.

— Temos 200 títulos de artistas consagrados que foram licenciados, entre eles Jorge Ben Jor, Novos Baianos e secos e Molhados. Boa parte da nossa produção também atende bandas independentes que encomendam os discos para serem vendidos nos shows. A outra parte vem de vendas em site — explicou Barreira.

Entre os últimos discos fabricados em Belford Roxo estão LPs licenciados de Elza Soares e Humberto Gessinger, que integrou a banda Engenheiros do Hawaii.

— Já estão seguindo para as lojas (os dois discos). Ainda há grande um volume (de público) negociando o digital (CDs), mas boa parte que compra música quer ter o físico e opta pelo vinil. O mercado do vinil está em processo de retomada — vibra Luciano Barreira.

A fábrica também produz vinis por encomenda para o exterior. Entre os países consumidores de discos estão Estados Unidos, na América do Norte, Japão, na Ásia, e ainda parte da Europa.

Para se fabricar um disco de vinil, em Belford Roxo, é necessário, atualmente, um tempo estimado em torno de 45 a 90 dias. A demora é explicada pela calendarização e procura, ou seja, o interessado tem de aguardar em uma fila de espera. A produção dos vinis passa por pelo menos cinco fases na fábrica.

A primeira é feita em um estúdio de corte, onde a gravação recebida é transferida para um vinil provisório. A segunda fase é a da galvanoplastia. Trata-se de eletroformação de uma matriz que será usada em todas as cópias.

Em seguida, é feita a prensagem em um maquinário. Após isto, acontece o controle de qualidade.

Durante este processo, cada faixa gravada no disco é ouvida. Também são feitas checagem de qualidade de rótulo, visual e peso, entre outras coisas. Só então, o produto pode passar por uma espécie de encadernação.

De acordo com a Polysom, a unidade de Belford Roxo é a maior fábrica de vinis em atividade, na América Latina. As gravações são feitas nos discos, na maior parte dos casos, em 33 rotações por minuto (RPM). Há, porém, alguns pedidos, feitos em menor número, por clientes de outros países, para gravação de discos em 45 RPM.

*Por Marcos Nunes

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*Fonte: extra

Cresce o índice de brasileiros conectados à internet

Pesquisa mostra que 70% dos brasileiros estão conectados; smartphones são o principal meio de acesso à rede

Segundo a nova edição da pesquisa TIC Domicílios, divulgada nesta quarta-feira (28), o número de brasileiros conectados à internet subiu de 67% para 70%. O aumento se deve ao fato de que agora metade da população rural e das classes D e E está conectada à internet.

Nas zonas urbanas, 74% dos brasileiros estão conectados, enquanto nas zonas rurais, pela primeira vez, os números chegaram a 48%. As classes D e E também foram acolhidas pelo crescimento, de 42% em 2017 para 48% no ano seguinte. Ou seja, 46,5 milhões de domicílios possuem conexão à rede, o que equivale a 67% do total.

Para acessar a internet, a pesquisa revelou que 97% dos brasileiros utilizam o smartphone. Por cinco anos consecutivos, o telefone celular foi o meio preferencial dos internautas (o dado inclui pessoas que usaram celular e computador e apenas celular). Em 2014, o cenário era completamente diferente, 80% da população utilizava o computador para se conectar à rede. Quatro anos mais tarde, o uso da máquina para este fim sofreu declínio de 37%.

Em domicílios sem acesso à internet, por motivos de falta de conexão, 61% desses brasileiros afirmaram que o preço do serviço é um fator preponderante para a condição, 48% não se diz interessada, 46% argumentam não haver necessidade e 45% alegam não saber usar a internet. A preocupação com a segurança e privacidade (44%) e evitar conteúdo perigoso (41%) também entraram na lista de argumentos dos entrevistados. Apesar do dado positivo sobre aumento do índice, 27% ainda declararam a falta de disponibilidade de Internet na região do domicílio.

A pesquisa é realizada anualmente pelo Centro Regional de Estudos Para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic).

*Por Fabrício Filho

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*Fonte: olhardigital

Atlas online reúne dados de 160 mil espécies da biodiversidade brasileira

Na última terça-feira (27) foi lançado o Atlas do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira. Chamado de SiBBr, trata-se de um banco de dados de referência do governo brasileiro sobre a biodiversidade nacional e apresenta informações de 160 mil espécies, com um número total de registros de ocorrência de cerca de 15 milhões. Além de todos estes dados, a plataforma também disponibiliza informações sobre biomas, áreas protegidas no Brasil, coleções brasileiras, espécies ameaçadas, o valor nutricional de frutos nativos e até receitas culinárias.

A base de dados do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira existe desde 2014 e agora foi repaginado. A nova plataforma, baseada na infraestrutura da Plataforma ALA – Atlas o Living Australia, é mais funcional, facilita a visualização dos dados e informações sobre a biodiversidade e favorece o compartilhamento de informações entre o Brasil e outros países.

Com o SiBBr, o país integra esforço para conhecer melhor a biodiversidade do planeta e disponibilizar gratuitamente as informações existentes. O Sistema também atua como o “nó brasileiro” da Plataforma Global de Informação sobre Biodiversidade (GBIF), que é a maior iniciativa multilateral de acesso virtual às informações biológicas de aproximadamente 60 países. Desta forma, informações publicadas no país podem ser disponibilizadas para esta rede internacional, e vice-versa.

“O Brasil é um país megadiverso, com o maior estoque de biodiversidade do planeta. Nesta riqueza natural encontramos as soluções baseadas na natureza que contribuem para regulação climática, hídrica, fertilidade dos solos, segurança alimentar, medicamentos, cosméticos, bem como, possibilitam inovações para o desenvolvimento econômico. É preciso conhecer, registrar e divulgar as informações existentes”, afirmou a representante da ONU Meio Ambiente, Denise Hamú. “O Sistema Brasileiro de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira faz isso, ao reunir as informações da nossa biodiversidade e torná-las acessíveis, sem custos, aos tomadores de decisão, setor privado e sociedade em geral”, complementou.

Segundo o Secretário de Políticas para Formação e Áreas Estratégicas, Marcelo Morales, o SIBBr torna-se uma ferramenta essencial nas pesquisas acadêmicas e na gestão ambiental ao disponibilizar um amplo conjunto de dados das espécies brasileiras e possibilitar cruzamentos diversos com estudos espacializados.

>> Veja aqui o Atlas do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira.

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*Fonte: ciclovivo

Novo RG traz QR Code e dados de até 12 documentos

O RG se atualizou e já está sendo emitido em oito estados e no Distrito Federal, a nova versão da carteira de identidade traz QR Code para comprovação de autenticidade e permite a inclusão de dados de até outros 12 documentos.

O RG já permitia a inclusão de informações como por exemplo o número de CPF, tipo sanguíneo e cadastro de NIS, PIS ou PASEP. Com esta atualização, o documento pode incluir dados da carteira de trabalho (CTPS), carteira de motorista (CNH), título de eleitor, identidade profissional, certificação militar, cartão do SUS (CNS), dentre outros.
A inclusão dessas informações só é possível mediante apresentação dos documentos originais para tais comprovações. No caso de tipo sanguíneo, exames médicos e carteiras de doação de sangue com essa informações são aceitos.

Para atestar a autenticidade do documento, o novo modelo de RG traz um QR Code (em alguns estados, como São Paulo, esse código é inserido há algum tempo no documento), além de outros elementos de segurança, como detalhes em relevo tátil ou reativos à luz ultravioleta.

 

 

 

 

 

Por agora, apenas o Distrito Federal e mais oito estados estão emitindo a nova carteira de identidade: Acre, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. Todo o Brasil deve emitir o documento até março de 2020.

 

 

 

Há também a autoriza para emissão do RG em formato de cartão, versão que tem dimensões menores (85,6 x 54 mm) e chip para aproximação (contactless). O cartão tem durabilidade estimada em 10 anos.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Uma das bibliotecas mais lindas do mundo fica no Brasil

Com seus mais de 350 mil livros, o Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio de Janeiro, foi eleito pela revista Time a quarta mais bonita biblioteca do mundo.

O prédio, que tem arquitetura neomanoelina e foi construído entre 1880 e 1887, reserva o maior acervo de autores portugueses fora de Portugal e se tornou um símbolo incrível da História do Brasil que pode ser vista de pertinho pelos visitantes.

Real Gabinete Português de Leitura: imponência e história

Foi em 1837 que um grupo de portugueses fundou o Real Gabinete Português de Leitura, a exemplo dos gabinetes de leitura (que, depois, se tornaram as bibliotecas públicas) de Portugal.

“É a associação mais antiga criada pelos portugueses do Brasil após a independência de 1822”, de acordo com o site da biblioteca.

O arquitetônico do prédio, que ainda hoje se impõe no Centro do Rio de Janeiro, foi elaborado pelo arquiteto português Raphael da Silva e Castro. Internamente, ele tem grandes galerias com livros, vitrais e decoração que veja bem, de tirar o fôlego.

O Gabinete Português de Leitura tem uma obra valiosa: um exemplar da primeira edição de “Os Lusíadas”, do escritor Luís de Camões, que pertenceu à Companhia de Jesus.

Funcionamento e consulta

O Real Gabinete Português de Leitura fica na Rua Luís de Camões, número 30, no Centro do Rio de Janeiro, e funciona das 9 às 18 horas de segunda a sexta-feira.

A consulta ao acervo pode ser feita via site ou pessoalmente, neste caso, com o o auxilio do responsável pela biblioteca.

>> site: http://www.realgabinete.com.br/#Inicio

 

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

O “alarmante” uso de agrotóxicos no Brasil atinge 70% dos alimentos

Imagine tomar um galão de cinco litros de veneno a cada ano. É o que os brasileiros consomem de agrotóxico anualmente, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). “Os dados sobre o consumo dessas substâncias no Brasil são alarmantes”, disse Karen Friedrich, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Desde 2008, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de consumo de agrotóxicos. Enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial desse setor cresceu 93%, no Brasil, esse crescimento foi de 190%, de acordo com dados divulgados pela Anvisa. Segundo o Dossiê Abrasco – um alerta sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde, publicado nesta terça-feira no Rio de Janeiro, 70% dos alimentos in natura consumidos no país estão contaminados por agrotóxicos. Desses, segundo a Anvisa, 28% contêm substâncias não autorizadas. “Isso sem contar os alimentos processados, que são feitos a partir de grãos geneticamente modificados e cheios dessas substâncias químicas”, diz Friederich. De acordo com ela, mais da metade dos agrotóxicos usados no Brasil hoje são banidos em países da União Europeia e nos Estados Unidos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os países em desenvolvimento, os agrotóxicos causam, anualmente, 70.000 intoxicações agudas e crônicas.

O uso dessas substâncias está altamente associado à incidência de doenças como o câncer e outras genéticas. Por causa da gravidade do problema, na semana passada, o Ministério Público Federal enviou um documento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendando que seja concluída com urgência a reavaliação toxicológica de uma substância chamada glifosato e que a agência determine o banimento desse herbicida no mercado nacional. Essa mesma substância acaba de ser associada ao surgimento de câncer, segundo um estudo publicado em março deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) juntamente com o Inca e a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC). Ao mesmo tempo, o glifosato foi o ingrediente mais vendido em 2013 segundo os dados mais recentes do Ibama.

Em resposta ao pedido do Ministério Público, a Anvisa diz que em 2008 já havia determinado a reavaliação do uso do glifosato e outras substâncias, impulsionada pelas pesquisas que as associam à incidência de doenças na população. Em nota, a Agência diz que naquele ano firmou um contrato com a Fiocruz para elaborar as notas técnicas para cada um dos ingredientes – 14, no total. A partir dessas notas, foi estabelecida uma ordem de análise dos ingredientes “de acordo com os indícios de toxicidade apontados pela Fiocruz e conforme a capacidade técnica da Agência”.

Enquanto isso, essas substâncias são vendidas e usadas livremente no Brasil. O 24D, por exemplo, é um dos ingredientes do chamado ‘agente laranja’, que foi pulverizado pelos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnã, e que deixou sequelas em uma geração de crianças que, ainda hoje, nascem deformadas, sem braços e pernas. Essa substância tem seu uso permitido no Brasil e está sendo reavaliada pela Anvisa desde 2006. Ou seja, faz quase dez anos que ela está em análise inconclusa.

O que a Justiça pede é que os ingredientes que estejam sendo revistos tenham o seu uso e comércio suspensos até que os estudos sejam concluídos. Mas, embora comprovadamente perigosos, existe uma barreira forte que protege a suspensão do uso dessas substâncias no Brasil. “O apelo econômico no Brasil é muito grande”, diz Friedrich. “Há uma pressão muito forte da bancada ruralista e da indústria do agrotóxico também”. Fontes no Ministério Público disseram ao EL PAÍS que, ainda que a Justiça determine a suspensão desses ingredientes, eles só saem de circulação depois que os fabricantes esgotam os estoques.

O consumo de alimentos orgânicos, que não levam nenhum tipo de agrotóxico em seu cultivo, é uma alternativa para se proteger dos agrotóxicos. Porém, ela ainda é pouco acessível à maioria da população. Em média 30% mais caros, esses alimentos não estão disponíveis em todos os lugares. O produtor Rodrigo Valdetaro Bittencourt explica que o maior obstáculo para o cultivo desses alimentos livres de agrotóxicos é encontrar mão de obra. “Não é preciso nenhum maquinário ou acessórios caros, mas é preciso ter gente para mexer na terra”, diz. Ele cultiva verduras e legumes em seu sítio em Juquitiba, na Grande São Paulo, com o irmão e a mãe. Segundo ele, vale a pena gastar um pouco mais para comprar esses alimentos, principalmente pelos ganhos em saúde. “O que você gasta a mais com os orgânicos, você vai economizar na farmácia em remédios”, diz. Para ele, porém, a popularização desses alimentos e a acessibilidade ainda levarão uns 20 anos de briga para se equiparar aos produtos produzidos hoje com agrotóxico.

Bittencourt vende seus alimentos ao lado de outras três barracas no Largo da Batata, zona oeste da cidade, às quartas-feiras. Para participar desse tipo de feira, é preciso se inscrever junto à Prefeitura e apresentar todas as documentações necessárias que comprovem a origem do produto. Segundo Bittencourt, há uma fiscalização, que esporadicamente aparece nas feiras para se certificar que os produtos de fato são orgânicos.

Segundo um levantamento da Anvisa, o pimentão é a hortaliça mais contaminada por agrotóxicos (segundo a Agência, 92% pimentões estudados estavam contaminados), seguido do morango (63%), pepino (57%), alface (54%), cenoura (49%), abacaxi (32%), beterraba (32%) e mamão (30%). Há diversos estudos que apontam que alguma substâncias estão presentes, inclusive, no leite materno.

Em nota, a Anvisa afirmou que aguarda a publicação oficial do estudo realizado pela OMS, Inca e IARC para “determinar a ordem prioritária de análise dos agrotóxicos que demandarem a reavaliação”.
Os alimentos mais contaminados pelos agrotóxicos

Em 2010, o mercado brasileiro de agrotóxicos movimentou 7,3 bilhões de dólares e representou 19% do mercado global. Soja, milho, algodão e cana-de-açúcar representam 80% do total de vendas nesse setor.


Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), essa é a lista da agricultura que mais consome agrotóxicos:

Soja (40%)
Milho (15%)
Cana-de-açúcar e algodão (10% cada)
Cítricos (7%)
Café, trigo e arroz (3 cada%)
Feijão (2%)
Batata (1%)
Tomate (1%)
Maçã (0,5%)
Banana (0,2%)

As demais culturas consumiram 3,3% do total de 852,8 milhões de litros de agrotóxicos pulverizados nas lavouras brasileiras em 2011.

*Por Marina Rossi

 

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*Fonte: elpais

Brasil é dos que mais produz e menos recicla plástico no mundo

O Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico no mundo, alcançando 11,3 milhões de toneladas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (70,8 milhões), China (54,7 milhões) e Índia (19,3 milhões). E o pior: o país só recicla 1,28% do total produzido, um dos menores índices da pesquisa e bem abaixo da média global de reciclagem plástica que é de 9%. O brasileiro descarta, em média, aproximadamente 1 quilo de plástico a cada semana.

Esses são alguns dos dados do relatório do WWF (Fundo Mundial para a Natureza) publicado na terça (05/03), realizado com base em números do Banco do Mundial e que analisou a relação de mais de 200 países com o plástico. O levantamento “Solucionar a Poluição Plástica – Transparência e Responsabilização” reforça a urgência de um acordo global para conter a poluição por plásticos.

O estudo destaca como é crucial que os líderes globais se comprometam em uma ação coordenada internacionalmente a reduzir a poluição do meio ambiente por esse material. Na próxima semana (de 11 a 15 de março), um acordo sobre a poluição dos plásticos marinhos será votado durante a Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-4), em Nairóbi, Quênia.

O texto do estudo lembra que o material plástico em si não é um problema. Ao contrário, ele trouxe vantagens para a sociedade. Mas a forma voraz com que está sendo consumido e a maneira irresponsável como está sendo tratado após seu uso – em sua maioria único – é que estão causando um desastre ambiental. “Aproximadamente metade de todos os produtos plásticos que poluem o mundo hoje foram criados após 2000. Este problema tem apenas algumas décadas e, ainda assim, 75% de todo o plástico já produzido já foi descartado”, descreve o relatório.

Segundo o estudo do WWF, mais de 104 milhões de toneladas de plástico irão poluir nossos ecossistemas até 2030 se nenhuma mudança acontecer na nossa relação com o material. E está atrelado a uma petição da ONG que circula desde fevereiro para pressionar os líderes globais a defenderem um acordo legalmente vinculante na próxima semana. Até agora, já são cerca de 200.000 assinaturas em todo o mundo. Para assiná-la, acesse: http://bit.ly/OceanoSemPlastico

O volume de plástico que vaza para os oceanos todos os anos é de aproximadamente 10 milhões de toneladas, o que equivale a 23 mil aviões Boeing 747 pousando nos mares e oceanos todos os anos – são mais de 60 por dia. Nesse ritmo, até 2030, encontraremos o equivalente a 26 mil garrafas de plástico no mar a cada km2.

“Nosso método atual de produzir, usar e descartar o plástico está fundamentalmente falido. É um sistema sem responsabilidade, e atualmente opera de uma maneira que praticamente garante que volumes cada vez maiores de plástico vazem para a natureza”, afirmou em comunicado Marco Lambertini, Diretor-Geral do WWF-Internacional.

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*Fonte: revistaplaneta

Cantor Serguei morre aos 85 anos

Morreu nesta sexta-feira, 7, aos 85 anos, o roqueiro Serguei. Ele estava internado há um mês por desidratação e pneumonia no Hospital Doutora Zilda Arns Neumann, em Volta Redonda, no Sul Fluminense. O músico sofria de Alzheimer.

Nome artístico de Sérgio Augusto Bustamante, Serguei foi comissário de bordo antes de começar a carreira musical, nos Estados Unidos, para onde se mudou para morar com a avó quando criança. A alcunha artística veio de um apelido dado a ele por um amigo russo que não conseguia pronunciar seu nome de batismo.

Esteve no Festival de Woodstock, em 1969, mesmo ano em que contava ter conhecido e se tornado amigo de Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrison. Ele afirmava, também, que tinha tido um relacionamento com Janis.

Lançou, no total, onze discos e ficou conhecido por músicas como Eu Sou Psicodélico e Mamãe, Não Diga Nada ao Papai. O cantor se apresentou na programação principal de duas edições do Rock in Rio, em 1991 e em 2001. Em 2011 e em 2013, fez shows na programação paralela do festival.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasil é o país onde mais se mata com armas de fogo no mundo

Em tempos que pessoas defendem um menor controle na venda de armas, um estudo recente traz dados alarmantes: em 2016, 43,2 mil pessoas foram mortas por armas de fogo no Brasil, número que o coloca no indigesto primeiro lugar do ranking mundial de mortalidade por armas publicado pelo Global Burden Disease, órgão da Organização Mundial da Saúde que pesquisa as causas de morte pelo mundo.

Mas o Brasil não está sozinho. É seguido de perto pelos Estados Unidos, onde as armas mataram 37,2 mil pessoas. Juntos, os dois países são responsáveis por 32%, quase um terço, de todo mundo que morreu a bala.

Se juntar os números do México, Colômbia, Venezuela e Guatemala, o volume de assassinatos vai para 50,5%. Mais da metade das 251 mil mortes aconteceram nesses países da América que, juntos, não somam nem 10% da população mundial.

De acordo com o estudo, homicídios são a maior causa de mortalidade em consequência de lesão por arma de fogo dos 195 países pesquisados, com 64% do total. Seguido por suicídio, com 27% das mortes, e 9% foram por disparo acidental.

“90% das mortes violentas ocorrem fora das situações de conflito. Em todo o mundo, armas de fogo são frequentemente o meio letal em casos de homicídio, suicídio e lesões não intencionais, indicando um importante problema de saúde pública, com custos sociais e econômicos que se estendem além da perda imediata da vida”, escreveram os autores.

A pesquisa também associou o acesso às armas e o número de pessoas que possuem armas ao número de mortes. “Vários fatores estruturais foram identificados como contribuintes, incluindo pobreza, desigualdades sociais”, diz a publicação.

“Violência na interseção desses fatores culturais, juntamente com uma alta disponibilidade geral de armas de fogo , combinam-se para produzir altas taxas de mortalidade através da letalidade inerente ao uso de armas de fogo.”

No Brasil, esse tipo de morte aumentou muito desde 1990, indo de uma estimativa de 27,3 mil para os 43,2 mil registrados em 2016. No entanto, após uma explosão de mortalidade até meados dos anos 2000, houve uma redução no índice, que manteve sua estabilidade desde o Estatuto do Desarmamento.

“Os padrões documentados na África do Sul e no Brasil também apoiam uma ligação entre restrições regulatórias ao acesso de armas de fogo e subsequentes reduções nas taxas de mortes por elas”, aponta o documento.

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*Fonte: revistagalileu

Professores brasileiros têm um dos piores salários do mundo

A pesquisa revelou que um professor em início de carreira que dá aula para o ensino fundamental em instituições públicas recebe, em média, 10.375 dólares por ano no Brasil. Em Luxemburgo, o país com o maior salário para docentes, um professor recebe 66.085 dólares por ano.

Entre os países membros da OCDE, a média salarial do professor é de 29.411 dólares. Quase três vezes o salário de um professor no Brasil.

Os salários no Brasil estão bem abaixo até mesmo dos praticados em outros países da América Latina. No Chile, um professor recebe em média 17.770 dólares por ano e no México, 15.556 dólares.

O único país avaliado no estudo que ficou atrás do Brasil foi a Indonésia, onde os professores recebem cerca de 1.560 dólares por ano. Os valores são de 2012, com dólares ajustados pela paridade do poder de compra (PPC).

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mantém um ranking da educação em 36 países, no qual o Brasil atualmente está na penúltima posição, à frente somente do México.

 

 

 

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*Fonte: soescola

Alemanha doa R$ 800 mil para restauração de acervo do Museu Nacional no Rio

O dia 2 de novembro de 2018 ficou marcado de forma triste na história brasileira. O incêndio no Museu Nacional destruiu milhões de objetos, incluindo a maior coleção de múmias da América Latina, entre tanta coisa interessante que só pode ser vista virtualmente. Mas o Museu recebeu apoio de um aliado de peso para se recuperar.

O governo da Alemanha anunciou uma doação de 180 mil euros, equivalentes a cerca de 800 mil reais, para recuperar as obras e objetos que foram resgatados dos escombros – cerca de 1500 objetos, entre peças das coleções, equipamentos, objetos pessoais e fragmentos arquitetônicos já foram encontrados, e as buscas continuam.

*Por João Rabay

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*Fonte: hypeness

Após 10 anos, IBGE lança nova versão do Mapa Físico do Brasil

Mapa é a representação cartográfica que traz informações sobre a altimetria e elementos fisiográficos do país, possibilitando a identificação de macrobacias hidrográficas e grandes estruturas de relevo

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizou na última quinta-feira (6/12) o Mapa Físico do Brasil na escala 1:5 000 000.

Abrangendo aspectos físicos da superfície terrestre do território brasileiro, o mapa é uma representação cartográfica mural que traz informações sobre a altimetria e elementos fisiográficos do país, como montes, morros, picos, serras e corpos d’água.

O mapa ainda apresenta a organização político-administrativa do território nacional, com os 26 estados e respectivas capitais, além do Distrito Federal. A versão em PDF pode ser acessada [AQUI].

O Mapa Físico do Brasil na escala 1:5.000.000 fornece uma visão do conjunto das características fisiográficas do território, possibilitando a identificação de macrobacias hidrográficas e grandes estruturas de relevo.

novo mapa físico do brasil 600×453 Após 10 anos, IBGE lança nova versão do Mapa Físico do Brasil

O mapa foi elaborado a partir da versão 2016 da Base Cartográfica Contínua do Brasil ao Milionésimo (BCIM). Para a representação das altitudes, foi utilizado um sistema de graduação de cores hipsométricas que se inicia na cor verde, representando as altitudes mais baixas, e termina na cor magenta, que representa as maiores altitudes.

Disponível nas versões impressa e digital, o mapa tem como usuários potenciais estudantes e profissionais da educação. A última versão desse produto havia sido produzida em 2007.

Base Cartográfica Vetorial Contínua do Espírito Santo

base cartografica do espirito santo 215×300 Após 10 anos, IBGE lança nova versão do Mapa Físico do BrasilO IBGE também disponibilizou a base cartográfica vetorial contínua do Espírito Santo (BC100_ES), na escala 1:100.000 (1cm = 1.000m), que pode ser gratuitamente acessada aqui.

Esse é o segundo conjunto de dados geoespaciais vetoriais do Projeto BC100. Em formato digital para utilização em Sistemas de Informação Geográfica, a base cartográfica informa o posicionamento espacial, os nomes geográficos e a classificação dos elementos representados.

O projeto BC100 irá mapear todas as 27 unidades da federação na escala 1:100.0000, dando origem a um produto cartográfico ainda mais detalhado do que os atualmente disponíveis. Em 2016, o IBGE lançou as bases cartográficas de Goiás e do Distrito Federal. Com este lançamento, o projeto passa a contar com o mapeamento de três unidades da Federação.

As bases cartográficas vetoriais contínuas desse projeto são geradas a partir de interpretação de imagens do satélite RapidEye obtidas em 2013 e 2014, e complementadas com informações produzidas por instituições e órgãos governamentais parceiros.

Os arquivos digitais que compõem a BC100_ES estão em formato livre (Shape File, GeoPackage e Dump do banco PostGIS), para utilização em Sistemas de Informação Geográfica (SIG), compatíveis com diversos softwares para leitura desse tipo de dado.

A BC100_ES traz informações sobre as categorias Hidrografia, Sistema de Transporte, Energia e Comunicações, Abastecimento de Água e Saneamento Básico, Educação e Cultura, Estrutura Econômica, Relevo, Localidades e Limites da área representada. O sistema de referência geodésico é o SIRGAS2000, com sistema de coordenadas geográficas.

O produto apresenta ainda a lista dos nomes geográficos no formato CSV, para serem visualizados em ambiente SIG, onde é possível especializar, através de suas coordenadas geográficas, todos os nomes geográficos que integram a base, representados por pontos. Os nomes geográficos presentes nas listas estão associados, além de suas latitude e longitude, às respectivas categorias e classes dos elementos representados.

As principais aplicações da base envolvem programas de governo com enfoque territorial, propiciando análises que demandem uma visão de conjunto das unidades da federação e dá subsídio para representações temáticas – sociais, econômicas e ambientais – do território. A BC100_ES também pode ser acessada através do geoportal da INDE e seus metadados podem ser encontrados no catálogo de metadados do IBGE.

 

 

 

 

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*Fonte: mundogeo

Verão terá temperaturas acima da média entre dezembro e fevereiro no Brasil inteiro

Esse ano o verão demorou um pouco mais pra chegar com a força inclemente com que costuma ferver o país – nos últimos dias, porém, o sol lembrou do Brasil e elevou as temperaturas como é habitual conforme o natal e o ano-novo se aproximam. E, pelo que prometem as previsões do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o calor intenso não será passageiro: a temperatura deverá ficar acima da média histórica em todo o Brasil ao longo do verão, no período entre dezembro e fevereiro do ano que vem.

Tal elevação se dará por conta do El Niño, fenômeno meteorológico que aquece as águas da parte equatorial da superfície do Oceano Atlântico, elevando assim a temperatura. Além do calor, o fenômeno deve também alterar os regimes de chuva pelo país – no sul, especialmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, as chuvas serão acima do esperado para essa época.

No Norte do país, o El Niño trará o efeito inverso: as chuvas serão menos habituais, principalmente no Amapá, Roraima e no norte do Pará. Com mais ou menos chuvas, o que se promete democraticamente para todo o país é mesmo somente o calor intenso, e o sol nos lembrando incessantemente que é verão nesse país tropical.

*Por Vitor Paiva

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*Fonte: hypeness

Arthur Maia (R.I.P.)

A nota triste de hoje é o falecimento de Arthur Maia, por parada cardíaca. Foi um dos maiores expoentes brasileiros na lida com o contrabaixo elétrico. O músico que era sobrinho do lendário Luizão Maia, da banda de Elis Regina, com quem aprendeu as primeiras técnicas no baixo, Arthur acompanhou, ao vivo ou em estúdio, alguns dos nomes centrais da MPB, como como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Benjor, Djavan, Gal Costa, Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Ivan Lins, Luiz Melodia, Lulu Santos e Marisa Monte. Também integrou uma das formações da Banda Black Rio, a banda pop/rock oitentista Egotrip e o quarteto instrumental Cama de Gato, ao lado de Mauro Senise, Pascoal Meirelles e Rique Pantoja.

Descanse em Paz Arthurzinho Maia!