2023 teve segundo mês de março mais quente da história

Recorde para mês continua sendo o registrado em 2016

O mês de março de 2023 foi o segundo mais quente da história para o período, sendo superado apenas por março de 2016, revelaram os dados do Serviço sobre as Mudanças Climáticas do Copernicus, o serviço de observação por satélite da União Europeia, nesta quinta-feira (6).

Na parte sul e central da Europa, as temperaturas do ar ficaram acima da média para o mês – enquanto no norte ficaram abaixo.

Foram registrados ainda valores muito acima da média em uma ampla faixa do território que cobre o norte da África, o sul da Rússia e a maior parte da Ásia, onde todas bateram seus recordes no termômetro para o período.
Entre as regiões que registraram as condições mais secas em relação à média histórica, iniciadas no fim dos anos 1800, estão incluídas a maior parte da Península Ibérica, onde a estiagem ajudou a propagar incêndios florestais, no arco que cobre os Alpes, que estão com uma cobertura de gelo cerca de 50% menor para a época conforme dados italianos, parte da Europa Central, os Balcãs e a costa noroeste do Mar Cáspio.

O relatório do Copernicus ainda apontou que o mês teve uma taxa de umidade do ar superior à média em uma faixa que se estende da zona sul a noroeste da Europa e na Turquia.

Já a extensão do gelo marinho antártico foi a segunda mais baixa já registrada no histórico dos dados por satélite, chegando a ficar 28% abaixo da média para a época e batendo o recorde negativo registrado em fevereiro de 2023. No caso do gelo ártico, a área ficou 4% abaixo da média, ficando no quarto pior lugar entre os meses de março.

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*Fonte: epocanegocios

2022 foi o quinto ano mais quente da história

Novos dados revelam mais um ano de extremos climáticos com recordes de alta temperatura, secas e inundações

O ano de 2022 foi o quinto ano mais quente já registrado no mundo, segundo o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, programa de observação da Terra da União Europeia. Um resumo dos dados aponta que vários recordes de alta temperatura foram quebrados na Europa e em todo o mundo, enquanto outros eventos extremos, como secas e inundações, afetaram grandes regiões.

Divulgado na última segunda-feira (9), o relatório da Copernicus afirma que os últimos oito anos foram os mais quentes. Em 2022, em específico, as temperaturas no mundo ficaram 1,2ºC acima dos níveis pré-industriais (1850-1900).

As concentrações atmosféricas de dióxido de carbono também aumentaram cerca de 2,1 ppm, semelhante às taxas dos últimos anos. Já as concentrações de metano na atmosfera aumentaram cerca de 12 ppb, acima da média, mas abaixo dos recordes dos últimos dois anos.

Situação global
Os dados reunidos pela Copernicus evidencia que as mudanças climáticas podem ser sentidas em nível global. A Europa, por exemplo, viveu seu verão mais quente, além do continente ter sido afetado por várias ondas de calor intensas e prolongadas, sobretudo, na parte oeste e norte. Também baixos níveis persistentes de chuva, em combinação com altas temperaturas e outros fatores levaram a condições de seca generalizada. Paralelamente, aumentaram as emissões poluentes relacionadas a incêndios. França, Espanha, Alemanha e Eslovênia tiveram as maiores emissões de incêndios florestais no verão nos últimos 20 anos.

O relatório também destaca as grandes inundações enfrentadas pelo Paquistão em agosto, em consequência de chuvas extremas. O país também foi afetado por ondas de calor prolongadas, assim como o norte da Índia na primavera.

A Antártida viu condições de gelo marinho excepcionalmente baixas ao longo do ano. Em março, a Antártida experimentou um período de calor intenso com temperaturas bem acima da média. Na estação Vostok, no interior da Antártica Oriental, por exemplo, a temperatura registrada chegou a -17,7°C, a mais quente já registrada em seus 65 anos de registro.

Rio secou
Uma seca recorde fez com que partes do rio Yangtze – o mais importante da China – secassem. Tal situação afetou a energia hidrelétrica, rotas de navegação, limitou o abastecimento de água potável e fez ressurgir estátuas budistas anteriormente submersas. As chuvas no verão chinês foram 45% abaixo do normal.

Os principais destaques do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus sobre 2022 podem ser lidos detalhadamente (em inglês) aqui.

*por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Verão e calor: 7 mitos e verdades sobre proteção solar

O sol e o calor convidam para dias ao ar livre, mas para curtir o verão precisamos proteger nossa pele!

O verão, estação favorita de muitos brasileiros e brasileiras, está aí! Junto com ele as tão esperadas férias escolares para crianças e adolescentes e uma merecida folga no final de ano para quem trabalhou e merece descansar.

Dias ao ar livre, em parques, piscina, praias e campo, com o sol na pele e a cabeça descansando. Uma delícia, né? Mas, para curtir esses momentos sem nenhum problema é preciso lembrar de proteger a pele do sol. Mesmo quem tem pele negra ou morena precisa adotar alguns hábitos simples, que podem fazer toda a diferença.

Não é à toa que dezembro foi escolhido dezembro como o mês de conscientização sobre os riscos e prevenção do câncer de pele, o tumor de maior incidência no Brasil. Infelizmente, a falta de cuidado com a nossa pele pode trazer consequências muito mais graves do que a vermelhidão, ardência e um corpo descascando, por isso a Sociedade Brasileira de Dermatologia criou em 2014 a campanha Dezembro Laranja.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) calcula que, entre 2020 e 2022, o Brasil terá cerca de 177 mil novos casos de câncer de pele, sendo 83.770 em homens e pouco mais de 93 mil em mulheres. Entre os principais fatores de risco estão a exposição prolongada e repetida ao sol, principalmente, na infância e adolescência, histórico familiar, pessoas com pele e olhos claros e cabelos ruivos e loiros.

Prevenção é o melhor remédio

Alguns cuidados simples podem ajudar a prevenir o câncer de pele, bem como a indesejada insolação e queimaduras solares – são hábitos que devem ser constantes e não restritos aos dias de sol forte.

O primeiro é evitar ao máximo queimaduras solares durante a infância, já que a infância é uma fase particularmente vulnerável aos efeitos nocivos do sol. Importante lembrar que um dos fatores de risco para o desenvolvimento de melanoma é a ocorrência de queimaduras solares importantes, principalmente, com formações de bolhas.

Outra medida é usar filtro solar diariamente, mesmo que em dias nublados, e reaplicá-lo a cada duas ou três horas ou antes se houver suor excessivo e atividades em água. Mesmo quem vai ficar em baixo do guarda-sol, deve usar filtro solar, já que a sombra não é suficiente para proteger a pele dos danos solares.

Quando for aplicar o filtro solar, lembre-se das “áreas escondidas”, como como axilas, pescoço, orelhas, região inguinal, cotovelos e pés. Partes do corpo que normalmente estão cobertas por roupas, como os pés, costas e barrigas, merecem atenção especial.

Para finalizar, faça um acompanhamento de rotina com um dermatologista, principalmente se você tem pessoas na sua família que já tiveram casos de melanoma.

Além disso, é preciso prestar atenção aos “mitos” que muita gente repete sobre a proteção solar na pele. Veja abaixo 7 respostas de especialistas da Isdin, marca dermocosméticos e fotoproteção sobre o assunto.

Mitos e verdades sobre a proteção solar

1. O dia está nublado e não preciso usar protetor solar.
Mito. Engana-se quem pensa que nos dias sem sol e de muitas nuvens o uso do protetor solar pode ser dispensado! Os raios UVA (ultravioleta) são intensos não somente em dias ensolarados, mas também com o céu nublado, por isso é fundamental utilizar o protetor solar diariamente. Aplique no rosto, nas orelhas e nas áreas expostas e não se esqueça de reaplicar a cada duas horas.

2. O uso do protetor solar ajuda a prevenir o envelhecimento da pele.
Verdade. O protetor solar bloqueia a ação dos raios solares e dos radicais livres, que são os grandes vilões da saúde e da beleza da pele. O seu uso frequente ajuda a prevenir rugas, manchas, linhas finas e outros sinais relacionados ao envelhecimento precoce.

3. Posso usar o mesmo protetor no rosto e no corpo.
Mito. A pele do rosto tem características diferentes da pele do corpo, por isso o ideal é utilizar produtos que atendam às necessidades de cada área. Os filtros solares desenvolvidos para a região do rosto possuem outras funções além de proteção. Eles têm ativos que retardam o efeito do envelhecimento, controlam a oleosidade e uniformizam o tom da pele. Já os produtos desenvolvidos para o corpo possuem outra textura e geralmente são resistentes à água.

Mas, na ausência de produtos específicos, é melhor usar o que está à disposição do que não usar proteção.

4. O filtro solar com cor protege mais a pele do que o filtro solar sem cor
Verdade. Além de proteger contra a radiação UVA e UVB, os pigmentos do protetor solar com cor também criam uma barreira para a luz visível – aquela irradiada por lâmpadas, computadores, celulares e televisores. OU seja, o protetor solar não é indicado apenas para os dias de férias, mas para garantir a saúde da pele todos os dias do ano.

5. Protetor solar causa acne.
Mito. O que pode causar e até piorar o quadro acneico de uma pele é a base do produto, por isso, opte por um filtro solar com base aquosa u livre de óleos. Existem inclusive produtos com substâncias de uso específico para quem sofre com oleosidade e espinhas que podem ajudar a melhorar o problema.

6. É preciso reaplicar o protetor solar após o contato com a água.
Verdade. É necessário replicar o produto para que a sua eficácia se mantenha, principalmente depois dos banhos de mar e/ou piscina ou mesmo se estiver muito calor e a pele transpirar muito.

7. O bronzeado dura mais se for gradativo e com uso de protetor.
Verdade. A pele leva cerca de 48 a 72 horas para produzir a melanina que promove o bronzeado duradouro. Exponha-se aos poucos, garantindo uma pigmentação gradual, que também irá ajudar na proteção natural da pele e garantir um bronzeado que dure mais tempo.

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*Fonte: ciclovivo

Europa vive onda de calor sem precedentes

Reino Unido bate recorde de temperatura; Espanha e Portugal chegam a mil mortes.

Dois aeroportos em Londres, na Inglaterra, fecharam na última segunda-feira (18) após as altas temperaturas danificarem a pista de pouso. O ocorrido é parte de uma série de acontecimentos em decorrência da forte onda de calor que atinge a Europa.

Órgãos de saúde da Espanha e Portugal apontam o calor como responsável por ao menos mil mortes. Os dois países, mais a França, estão enfrentando incêndios florestais de grandes proporções. Em algumas regiões da França, moradores e turistas tiveram que ser evacuados às pressas de residências e acampamentos.

De acordo com o presidente francês, Emmanuel Macron, o ano de 2022 já contabiliza três vezes mais área de floresta queimada em comparação com 2020.

Na Espanha, os termômetros chegaram a bater 45,7ºC. Com dados do Instituto de Saúde Carlos III, a agência de notícias Reuters informa que a onda de calor causou pelo menos 360 mortes.

Já na cidade de Lousã, em Portugal, alcançou 46,3°C na última quarta-feira (13). O Ministério da Saúde português afirma que 659 pessoas, a maioria idosas, morreram devido ao calor.

Calor no Reino Unido
De todos as regiões que mais sofrem neste momento, o Reino Unido é o que mais vem chamando atenção. O recorde de temperatura britânico era de 38,7°C – registrado em 2019 – porém, nesta terça-feira (19), os termômetros nos arredores do Aeroporto de Heathrow, em Londres, marcaram 40,2°C. É a maior temperatura da história.

Pela primeira vez na história, o serviço de meteorologia britânico (UK Met Office, em inglês) emitiu um alerta vermelho para calor excepcional. Isso significa que há um risco potencial de vida. Também pudera, a estimativa dos cientistas britânicos era de que só em 2050 o país chegaria a 40ºC no verão.

No comunicado, publicado na segunda-feira (18), o órgão britânico e a Organização Meteorológica Mundial (OMM) deixam claro que o calor extremo é consequência das mudanças climáticas. O texto explica que eventos como este até podem acontecer dentro de uma variação natural climática, por causa das transformações em padrões globais de temperatura, no entanto, o aumento, frequência, duração e intensidade desses eventos, em décadas recentes, estão claramente associados ao aquecimento do planeta e à atividade humana.

A situação que teve início há uma semana está se estendendo e possivelmente atingirá novos recordes. A previsão era de que as temperaturas em Paris, capital da França, também ultrapassassem os 40ºC nesta terça-feira – o que ainda não foi confirmado.

Em mensagem gravada, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que metade da humanidade já está sofrendo com inundações, secas, tempestades e incêndios florestais oriundos das condições extremas. Porém, ainda assim, “as nações continuam jogando o jogo da culpa em vez de assumir a responsabilidade por nosso futuro coletivo”, declarou.

Segundo a ONU, a área de alta pressão atualmente sobre o Reino Unido deve se mover para o centro-norte da Europa e alcançar os Bálcãs até meados da próxima semana, elevando as temperaturas também nestas regiões.

*por Marcia Sousa
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*Fonte: ciclovivo

Como aliviar o CALOR sem SEM AR-CONDICIONADO? Confira 5 DICAS

O verão brasileiro não poupa ninguém, de norte a sul do país, com temperaturas por volta dos 40 °C — isso quando não somos atingidos por ondas de calor.

Quem vive no litoral ainda pode contar com a brisa do mar para aliviar o calor, outras pessoas recorrem aos aparelhos de ar-condicionado. Contudo, a maioria de nós tem que “se virar” para sofrer menos com as altas temperaturas, que fazem a gente suar e atrapalham até as tarefas mais comuns — como dormir. Difícil, não é?

A boa notícia é que existem mudanças simples que você pode fazer na decoração da sua casa para diminuir a temperatura nos cômodos. Confira cinco dicas para isso, a seguir.

1. Decoração minimalista
Tapetes e almofadas valorizam a decoração da sua sala, mas também retém calor, ainda mais se forem feitos de tecidos quentes, como veludo. Então, guarde todos esses itens em um armário e deixe sua casa mais minimalista.

Onde a decoração for indispensável — como as cortinas nas janelas —, troque os modelos de tecidos pesados por outros mais leves, como algodão. Além disso, escolha itens em cores mais claras, que refletem a luz e o calor, ao invés de retê-los.

2. Invista no algodão
Falando no algodão, ele também é a melhor escolha para os lençóis da sua cama, no verão. O cetim e a seda podem parecer mais fresquinhos, pelo toque gelado, mas eles esquentam mais, na prática. Já o algodão permite que seu corpo respire, além de contribuir para a circulação de ar no ambiente, por ser uma fibra natural.

Outra dica interessante para conseguir dormir no calor é colocar seus lençóis na geladeira — envoltos em um saco plástico, é claro. A sensação fresquinha não dura a noite toda, mas deve ser o suficiente para você relaxar e pegar no sono.

3. Abre e fecha
Durante o dia, você pode fechar as cortinas e persianas, para evitar a incidência de sol nos cômodos — ainda mais se você passa o dia todo trabalhando fora. Porém, à noite, abra todas as portas e janelas possíveis para estimular a ventilação cruzada.

Falando em ventilação, uma dica simples para aliviar o calor é colocar uma garrafa de água congelada na frente do ventilador, para que ele sopre um ventinho mais fresco. Outra ideia é: se você tiver um ventilador de teto, coloque-o na função exaustor e coloque o ventilador de mesa virado para fora — assim, o bafo quente sairá pela janela e o quarto ficará confortável.

4. Floresta em casa
Você curte cuidar de plantas? Então saiba que elas podem ser ótimas aliadas na luta contra o calor em casa, pois ajudam a refrescar o ambiente. Espalhe-as pela decoração e observe como sua casa ficará mais confortável.

Outra dica interessante, nesse sentido, é umidificar o ar dos ambientes. Para isso, você pode usar aparelhos umidificadores ou improvisar, espalhando baldes de água ou toalhas molhadas pelo chão. Vale tudo para aliviar o calor.

5. Evite aumentar o calor
Tudo que você mais quer, no verão, é aliviar o calor — e não aumentá-lo. Mas há várias coisas que fazemos para piorar essa situação, sem perceber. As luzes, por exemplo: troque lâmpadas em cores quentes por luzes frias, como fitas de LED.

Além disso, desligue o máximo de eletrônicos que puder, já que eles concentram calor mesmo quando não estão sendo usados. Também evite usar fornos — aproveite para fazer uma salada fria ou faça refeições que possam ser preparadas no micro-ondas.

Por fim, se o seu problema é dormir no calor, vale a pena testar outros locais — que não a sua cama. Experimente colocar um colchão no chão, já que o ar frio costuma ficar embaixo. Outra ótima ideia é dormir na rede, ainda mais se você colocá-la na varanda.

*Por Evandro Voltolini
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*Fonte: megacurioso

Qual a temperatura mais quente que o corpo humano aguenta?

Diversos países da Europa, principalmente a Itália, vêm sofrendo com ondas de calor beirando os 50°C. No Oriente Médio e partes da Ásia, o ar pode frequentemente passar dessa marca, o que é comum para os iraquianos, por exemplo. Com valores tão altos, uma preocupação é evidente: qual o limite de temperatura para o corpo humano?

Para entender essa dinâmica, precisamos analisar uma segunda característica além da temperatura do ar. A porcentagem da umidade relativa é essencial para as trocas de calor do nosso corpo, uma vez que um ar muito úmido irá impedir o suor de evaporar – como veremos mais à frente.

Assim, o limite de temperatura suportado pelo corpo humano irá variar dependendo da umidade. Para quantificar melhor esse valor, portanto, é preciso utilizar uma medida de temperatura de bulbo úmido.

Esse tipo de escala se baseia em um termômetro de vidro, com o bulbo envolvido por um tecido molhado. A partir disso, é possível levar em conta a umidade do ar também no cálculo do limite de temperatura para os seres humanos.}

Deste modo, uma temperatura do ar de aproximadamente 46 graus junto a uma umidade de 30% irá gerar uma temperatura de bulbo úmido próxima de 30°C.Quando a umidade relativa atinge 77%, por exemplo, e a temperatura 38°C, o valor no bulbo úmido chega a 35°C.

Esse último valor, por conseguinte, é o limite de temperatura e umidade que passa a ser letal para nossos corpos humanos.

A ciência por trás do suor e regulação de temperatura
A água tem três estados físicos básicos: sólido, líquido e gasoso. Para passar do estado sólido para o líquido ou gasoso, ela precisa absorver energia de algum lugar. Para fazer o caminho inverso, a água libera energia.

Assim, podemos pensar no suor como água em estado líquido na superfície da pele. O corpo está quente, devido à geração de energia térmica pelo metabolismo de nossas células. Desta forma, o suor irá absorver essa energia térmica para ir para o estado gasoso.

Quando a água condensa no vidro ela cede parte de seu calor e muda do estado gasoso para o líquido.

Assim, quando o suor evapora do nosso corpo, ele leva também uma pequena porcentagem de calor consigo, diminuindo a temperatura da pele. Por esse mesmo motivo você sente a mão gelar quando passa álcool. Isso ocorre porque o álcool evapora muito rápido, utilizando a energia do calor das suas mãos.

Quando o ar está muito saturado de água, contudo, o suor tem dificuldade para evaporar. Isso porque não tem mais “espaço” para água em forma de gás na atmosfera. A partir disso, o corpo não vai conseguir se livrar do calor de forma eficiente, podendo atingir níveis hipertérmicos (acima dos 40°C).

*Por Mateus Marchetto
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*Fonte: socientifica

Calor e seca: pesquisas mostram efeitos da mudança climática na agricultura

Os eventos de calor e seca podem coincidir com mais frequência devido à mudança climática, com consequências negativas para a agricultura mundial. É isso que revela um novo estudo publicado na Nature Food.

O rendimento das culturas geralmente cai durante as estações quentes de crescimento, mas o calor e a seca combinados podem ter efeitos ainda mais amplos.

Além das perdas causadas apenas pelas altas temperaturas, os efeitos combinados do calor e da seca causarão reduções adicionais de rendimento de milho e soja de até 20% em partes dos Estados Unidos, e de até 40% na Europa Oriental e no sudeste da África.

Em lugares onde os climas frios atualmente limitam o rendimento das culturas, como no norte dos Estados Unidos, Canadá e Ucrânia, os efeitos combinados de temperaturas mais altas e menos água podem diminuir os ganhos de rendimento projetados com o aquecimento.

Projeções anteriores de risco climático futuro haviam identificado um perigo para as culturas devido ao aquecimento global, mas ignoravam o potencial de efeitos compostos do calor e da disponibilidade de água sobre as culturas de alimentos.

Com base em dados históricos, os rendimentos de milho e soja eram cerca de 40% mais sensíveis ao calor em locais onde o calor é acompanhado por secas, em comparação com as terras agrícolas onde o clima mais quente não significa menos água. Isto pode ser devido ao fato destas culturas serem particularmente sedentas sob o poder secante do ar quente, e porque a terra seca não pode esfriar com a evaporação e fica especialmente quente sob os raios do sol. Os impactos compostos do calor e da seca foram menos importantes para outras culturas, como o trigo ou o arroz.

Segurança alimentar ameaçada

O estudo mostra que, sem cortes fortes e rápidos de emissões, os alimentos básicos poderiam ser cada vez mais afetados por extremos climáticos compostos. Isto aumenta os riscos de preços mais altos dos alimentos e reduz a segurança alimentar, mesmo em países desenvolvidos.

“Nosso estudo descobre um novo risco para a produção agrícola decorrente do aquecimento do clima que acreditamos ter sido negligenciado nas avaliações atuais. Como o planeta continua a aquecer, a água e o calor podem se inter-relacionar mais fortemente em muitas regiões, tornando as secas mais quentes e as ondas de calor mais secas”, afirma Corey Lesk, autor principal do estudo e pesquisador do Departamento de Ciências da Terra e Meio Ambiente (DEES) da Universidade de Columbia e do Lamont-Doherty Earth Observatory (LDEO).

“AS PLANTAS TERÃO CADA VEZ MAIS FALTA DE ÁGUA QUANDO MAIS PRECISAM DELA, E HISTORICAMENTE ISTO TEM SIDO ESPECIALMENTE PREJUDICIAL PARA AS CULTURAS.”

Para o pesquisador, o estudo deve servir de motivação para adaptar colheitas e técnicas de cultivo. “Por exemplo, precisamos de novas variedades de culturas para suportar o aumento da temperatura, mas isto não pode vir às custas de uma maior tolerância à seca. Os governos e as grandes empresas de sementes devem ser transparentes sobre seus planos de adaptação da agricultura ao aquecimento do clima”, completa Lesk.

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*Fonte: ciclovivo

Dubai usa drones para criar chuvas artificiais e enfrentar ondas de calor de até 50°C

O Oriente Médio é uma das regiões mais secas do planeta Terra, e pode se tornar inabitável em meados deste século devido às temperaturas crescentes e falta de chuvas. E como um esforço para diminuir o agravamento das condições climáticas na região, os Emirados Árabes Unidos (EAU) estão usando drones que estão fazendo “chover” em locais áridos.

Vídeos recentes divulgados pela agência climática do EAU mostram chuvas pesadas caindo no deserto. Só que as gotículas foram resultado de um teste piloto com drones não tripulados que descarregam eletricidade no meio das nuvens de tempestade. As cargas elétricas são tão potentes que a chuva consegue chegar ao solo, mesmo com temperaturas beirando a casa dos 50°C quase que diariamente.

Nuvens são feitas de gotas de água, mas as gotas são muito pequenas para caírem sozinhas do céu. Descargas elétricas incentivam essas pequenas gotículas a colidirem e se condensarem em gotas maiores, até que chega o ponto que elas caem, formando chuvas e tempestades. O problema é que em lugares muito quentes ou secos, como os Emirados Árabes Unidos, até as gotas maiores não são grandes o suficiente para cair. Como consequência desse clima extremamente seco, a chuva evapora antes mesmo de chegar ao chão.

É aí que a técnica de cargas elétricas poderia ajudar a encorpar essas gotículas para que elas alcancem o chão do deserto. Pesquisadores das Universidades de Bath e Reading que estão por trás do sistema gastaram tempo modelando o mecanismo, além de fazer testes em balões no ano passado para avaliar sua eficácia. No início deste ano, começaram os testes com drones. Segundo o The Washington Post, cientistas receberam US$ 1,5 milhão (R$ 7,8 milhões na conversão direta) para tocar o projeto pelos próximos três anos.

Os Emirados Árabes Unidos não são o único país que fazem experimentos com chuva “tecnológica”. A China tem um grande plano para usar cargas elétricas nas nuvens do Himalaia, enquanto Coréia do Sul e Tailândia usaram a mesma técnica para a chuva varrer a poluição do ar. Há ainda tecnologias que tentam fazer o contrário — ou seja, parar de chover. Foi o que aconteceu na Indonésia, que no ano passado sobrecarregou nuvens com partículas para interromper as fortes chuvas.

Seca no Oriente Médio
A média anual de precipitação nos Emirados Árabes Unidos é uma das mais baixas do mundo: inferior a 10,2 centímetros. Ao mesmo tempo, o país tem uma das mais altas taxas de consumo de água do mundo por pessoa, de acordo com a Administração Comercial Internacional dos EUA. Os números do governo também mostram que o país dessalina 42% de sua água, embora seja um processo caro e requer grandes quantidades de energia.

Emitir pequenos pulsos elétricos nas nuvens para gerar chuva poderia ajudar a abastecer os reservatórios de água ou tomar parte do trabalho que hoje fica a cargo da dessalinização, só que por um custo muito menor. Mesmo assim, os Emirados devem se tornar uma região ainda mais seca e quente nos próximos anos. Dados do Banco Mundial apontam que, se as emissões de carbono continuarem aumentando, o país poderia aquecer 2,4 graus Celsius em século ao meio.

*Por Brian Kahn
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*Fonte: gizmodo

Egito inaugura o maior parque solar do mundo

O Egito está aproveitando seus recursos naturais para gerar energia através de seu potencial de energia renovável. Com a nova usina solar Benban, ela gerará uma redução nas emissões de carbono no país em quase dois milhões de toneladas.

A maior usina solar do planeta está agora em Benban, no deserto do Saara Oriental. O nome vem de uma cidade perto do Rio Nilo. Esta gigantesca usina começou a operar em dezembro de 2017 e estima-se que ela gera 90% da energia produzida pela reserva de Assuã. Graças a isso, o Egito terá fontes de energia renovável de 25% até 2022.

A planta Benban consiste em 40 projetos separados. Todos serão conectados à rede de alta tensão no Egito, para isso foi criado quatro novas sub-estações. Estas quatro subestações também serão conectadas a uma linha existente de 220 Kv.

O principal objetivo da nova estação é gerar entre 1,5 e 2,0 GW de energia solar no início do ano 2020.

Essa megaestrutura foi construída em uma área com um grande número de pessoas que estão desempregadas. Para sua construção, foram solicitados os serviços de mais de 10.000 pessoas. Quando esse projeto atingir seu desempenho máximo, estima-se que gere cerca de 4.000 empregos diretos para as pessoas da área.

Deve-se notar que as condições climáticas da área foram fundamentais para optar por esta localização, que muitos descrevem como a melhor do planeta Terra.

A temperatura em Benban supera facilmente os 50ºC. Por outro lado, tiveram que instalar componentes para proteger a estrutura e as horas de trabalho tinham que ser nas horas mais frias do dia por proteção.

Com a central Benban, o Egito espera eliminar dois milhões de toneladas de emissões de gases por ano, devido ao seu gigantesco potencial solar.

*Por Ademislon Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Verão terá temperaturas acima da média entre dezembro e fevereiro no Brasil inteiro

Esse ano o verão demorou um pouco mais pra chegar com a força inclemente com que costuma ferver o país – nos últimos dias, porém, o sol lembrou do Brasil e elevou as temperaturas como é habitual conforme o natal e o ano-novo se aproximam. E, pelo que prometem as previsões do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o calor intenso não será passageiro: a temperatura deverá ficar acima da média histórica em todo o Brasil ao longo do verão, no período entre dezembro e fevereiro do ano que vem.

Tal elevação se dará por conta do El Niño, fenômeno meteorológico que aquece as águas da parte equatorial da superfície do Oceano Atlântico, elevando assim a temperatura. Além do calor, o fenômeno deve também alterar os regimes de chuva pelo país – no sul, especialmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, as chuvas serão acima do esperado para essa época.

No Norte do país, o El Niño trará o efeito inverso: as chuvas serão menos habituais, principalmente no Amapá, Roraima e no norte do Pará. Com mais ou menos chuvas, o que se promete democraticamente para todo o país é mesmo somente o calor intenso, e o sol nos lembrando incessantemente que é verão nesse país tropical.

*Por Vitor Paiva

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*Fonte: hypeness

Não é a distância entre o Sol e a Terra que nos faz sentir frio ou calor

Se você se lembra das aulas de Ciências na escola, deve ter aprendido que uma mudança mínima na inclinação da Terra pode te deixar tremendo de frio no inverno. Mas por que o fato de estarmos milhares de quilômetros mais próximos do Sol não está nos fazendo derreter de tanto calor? Será que realmente não muda nada na temperatura?

Bom, na verdade, a distância entre nosso planeta e o Sol impacta bem pouca coisa quando o assunto é a temperatura que sentimos, já que o que realmente influencia o calor ou o frio é o ângulo de inclinação do nosso planeta. Não entendeu? Calma, a gente explica.

Se a luz solar atinge o planeta com 90° de inclinação, a Terra recebe os raios da forma mais direta possível, de modo que o calor chega ao Trópico de Capricórnio. A região daquela área então tem luz direta, o que significa que os lugares mais distantes recebem um calor mais fraco.

A nossa distância faria diferença se o Sol aquecesse nosso planeta por meio de convecção, um processo em que é o ar que leva o calor para o alvo – de forma bem parecida, aliás, com o que ocorre no forno da sua casa. Porém, como o espaço é puro vácuo, os raios solares chegam à Terra por ondas eletromagnéticas, que funcionam de forma um pouco diferente. Nesse caso, essas ondas trazem energia que aquece as moléculas no ar e na terra – em vez de já estarem quentes quando chegam e simplesmente transferirem o calor.

Como o Sol está a aproximadamente 149 milhões de quilômetros de distância do nosso planeta, a temperatura da radiação pode mudar, mas mesmo assim não faz diferença alguma para nós. Porém, quanto mais forte a luz solar é, mais energia ela está carregando. Assim, o que importa é a intensidade dos raios solares, não a nossa proximidade ou a distância do Sol. Se fosse assim, imagine como seria difícil suportar os invernos!

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*Fonte: megacurioso

Saiba quais são as 10 cidades mais quentes do mundo

O aquecimento global é caracterizado pelo aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera terrestre, sendo causado pelo aumento inconsequente da emissão dos gases responsáveis pelo efeito estufa — um fenômeno natural que é intensificado pelas ações predatórias do ser humano, causando mudanças climáticas drásticas e preocupantes.

Além do aumento da temperatura do planeta, portanto, o aquecimento global está associado à elevação do nível do mar e ocorrência de mudanças nos padrões de precipitação das chuvas, resultando em enchentes e secas. Outras consequências que merecem destaque são as alterações na frequência e intensidade de fenômenos naturais extremos, extinção de espécies e alterações na produção de alimentos.

Descubra, a seguir, quais são as cidades mais quentes do ano e que podem registrar temperaturas ainda mais elevadas nos próximos anos por conta do aquecimento global:

As 10 cidades mais quentes do mundo

Vale da Morte, Califórnia – Estados Unidos
A Organização Mundial de Meteorologia reconheceu em 2017 que o local é o mais quente do planeta. O deserto californiano já registrou 57,8°C.

Dallol – Etiópia
A cidade é habitada, sendo que sua proximidade com o vulcão Dallol é determinante para tanto calor, ajudando a formar os minerais presentes no local e a cidade já chegou a 60°C.

Wadi Halfa – Sudão
No deserto do Saara, Wadi Halfa é um centro de pobreza da região, fazendo fronteira com o Egito. O calor é tanto que já atingiu a média de 53°C e, para chegar até a cidade, é preciso pegar um trem e carro de alugue e as hospedagens não possuem muito conforto.

Deserto Lut – Irã
No sudeste do Irã, o deserto Lut é um dos maiores do mundo e já registrou temperaturas de 70°C. Apesar da dimensão do calor, ele é cercado por lagos que proporcionam uma levíssima sensação de frescor no local.

Tirat Tsvi – Israel
A cidade faz fronteira com o Rio Jordão e está localizada no vale Beit Shean. Sua temperatura média é de 54°C.

Timbuktu – Mali
A média de temperatura do local é de 54°C. A cidade é coberta de histórias e possui uma importante universidade.

Queensland – Austrália
O local já chegou aos 69°C e possui exemplares da vegetação tropicais e semidesérticos, fazendo com que o calor se amenize diante de tantas belezas.

Turfan – China
No noroeste da China, Turfan tem paisagens desérticas e é repleto de templos budistas com montanhas e florestas.

Kebilli – Tunísia
Seus maiores picos foram de 55°C e o local fica entre o deserto do Saara e um oásis, sendo um grande centro comercial.

Ghadames – Líbia
A cidade é dividida entre a parte nova e a antiga, mas ambas reservam temperaturas de 55°C. Pela sua beleza única o local é Patrimônio Mundial da Humanidade da Unesco.

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*Fonte: pensamentoverde

Entenda como as árvores ajudam a combater as ilhas de calor nas cidades

Ilha de calor é um termo usado para se referir ao aumento da temperatura em áreas urbanas. Em geral, isso acontece devido à falta de áreas verdes, ao excesso de construções, asfalto e poluição extrema. A forma mais eficaz de combater este efeito é com o plantio de árvores.

A primeira maneira de uma árvore contribuir para o combate às ilhas de calor é o fato de fornecerem sombras. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA, uma área sombreada pode ser até sete graus mais fresca do que áreas expostas ao sol.

Amenizando o calor, ameniza-se também a quantidade de energia gasta para a refrigeração de ambientes, o que, consequentemente, também diminui a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.

As árvores ainda realizam naturalmente um processo de evapotranspiração, que é a transpiração das plantas. Isso acontece de maneira muito semelhante aos humanos. Durante este processo, as árvores liberam vapor de água na atmosfera, ajudando a refrescar naturalmente o ambiente.

O terceiro ponto, e de extrema importância, é a influência das plantas na manutenção do ar. As árvores têm poder para limpar os poluentes atmosféricos. Elas conseguem absorver óxido e dióxido de nitrogênio, dióxido sulfúrico e outros poluentes que costumam elevar a temperatura local. Enquanto isso, ela aspira oxigênio, gás totalmente necessário para a nossa própria existência.

Outro benefício oferecido pelas árvores é a purificação da água. Ao envolver o solo, as plantas funcionam como um filtro natural e retentor de águas. Quanto mais árvores presentes nas cidades, melhor é o escoamento de água durante as tempestades e mais limpo o recurso será.

Ter uma ou mais árvores perto de casa é um jeito simples de obter muitos benefícios pessoais e ambientais.

 

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*fonte: ciclovivo

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Ilhas de calor fazem temperaturas subirem ainda mais nas metrópoles

A capital do Mato Grosso do Sul registrou no último fim de semana as maiores temperaturas dos primeiros dias deste ano, com 34,5° C. Em algumas cidades do estado, os termômetros chegaram a marcar 40° C. Em São Paulo, as altas temperaturas ainda não vão dar trégua nos próximos dias e devem ficar perto dos 30°C. Mas a sensação de calor agrava ainda mais a situação, principalmente nas metrópoles. São geralmente nas grandes cidades que as ilhas de calor se formam, efeito causado entre outros fatores pela falta de áreas verdes, ao excesso de construções, asfalto e poluição externa.

“De um lado, a remoção de árvores nas grandes cidades faz com que, cada vez mais, áreas extensas fiquem com pouca ou nenhuma cobertura natural. Por outro lado, o asfalto e o concreto têm uma enorme capacidade de armazenamento e, por consequência, de liberação de energia térmica. É justamente essa relação que contribui para a formação dessas ilhas de calor. Por isso, mais do que preservar o pouco que ainda nos resta de área verde, deveria haver também um incentivo ao plantio”, defende o Biólogo Giuseppe Puorto, membro do CRBio-01 – Conselho de Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS).

Segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, uma área sombreada pode ser até sete graus mais fresca do que áreas expostas ao sol. “Além de oferecer esse sombreamento, as árvores liberam vapor de água na atmosfera, o que ajuda a refrescar o ambiente, e ajudam a limpar o ar de poluentes como o gás carbônico, que são responsáveis também pela elevação da temperatura nas áreas urbanas”, explica o Biólogo. Hoje, de acordo com indicadores do Banco Mundial, mais da metade da população mundial vivem em cidades. No Brasil, esse o número chega a 85%, apontam dados de 2015.

 

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*Fonte: ciclovivo

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Veja como economizar energia sem precisar desligar o ar condicionado

Dias quentes + ar condicionado = conta de luz cara. Se você sofre com essa equação no verão, saiba que é possível mudar o impacto disso no seu bolso sem abrir mão do aparelho. Colocar a temperatura nos 17ºC, por exemplo, não é a escolha mais interessante porque consome bem mais energia, forçando o equipamento a trabalhar muito para resfriar o ambiente.

Em vez disso, opte por ajustar para 23ºC. Assim, a diferença de temperatura do ambiente externo e interno não será tão drástica e não fará o aparelho trabalhar muito. Esse pequeno ajuste pode gerar uma economia de energia de até 50%

Outra dica importante é: se você for se ausentar por pouco tempo do ambiente, não desligue o ar condicionado. Quando você voltar, o aparelho vai gastar mais energia para resfriar o ambiente novamente.

Usar adequadamente as funções do seu ar condicionado resulta em economia

Veja outras dicas para economizar:

Ar condicionado à noite
Quando for dormir, programe a função Sleep do seu ar condicionado. Ela controla automaticamente a temperatura de acordo com o ritmo do corpo. Reduzindo, assim, o gasto de energia e garantindo conforto térmico.

Instalação
É importante seguir o manual de instalação do fabricante  de maneira correta. Uma má instalação pode gerar um aumento de consumo de 20% de energia, além de reduzir a vida útil do equipamento.

Na hora de comprar
Para quem ainda não comprou o aparelho, mas está determinado a fazer isso, escolha aqueles produtos que apresentam o melhor índice de eficiência energética. Os modelos com o Selo Procel de Economia de Energia são os ideais. Às vezes a diferença de preço de um produto com maior eficiência já é paga com a diferença de gasto de energia no primeiro mês de uso.

 

*Fonte: CatracaLivre

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Natalzinho tórrido

E esse caloréu todo que ainda continua  nos assolando, mesmo depois de tantas previsões de que um big temporal aconteceria no final da tarde “infernal” de ontem. Esperei, esperei e nada. Caraca, nem ar condicionado tá salvando mais. Mas tudo bem, isso é para os fortes, vamu-qui-vamu. Bora prá estrada pegar um pouco de vento no rosto então.

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Hot hot hot

De certa forma não deixa de ser engraçado e até irônico de que estejamos em pleno inverno e pelo calendário, no auge  da estação e há semanas que está um calorão danado. Nem me lembro agora, de quando foi a última vez que precisei usar um blusão de lã, nem parece que estamos no inverno. Ar condicionado bombando, roupas suadas, calorão, pelo jeito é verão outra vez. Daqui há algum tempo teremos apenas uma estação no ano, o “inferno” – inferno de quente, inferno de calorão, inferno de verão!
E eu que gostava daquele tal inverno.