Martin Truex Jr. campeão da NASCAR 2017

Ontem na pista de Homestead-Miami Speedway, o piloto Martin Truex Jr. (Forniture Row/Toyota – #78) sagrou-se campeão da categoria principal da NASCAR em 2017. Muito merecido este título, sendo que foi o piloto que mais venceu provas e liderou o maior número de voltas na temporada. Campeão inconteste. Já dava pinta de que merecia o título muito antes mesmo das provas finais que no sistema atual de playoffs da NASCAR, na última prova 4 pilotos disputam o título, levando que chegar na frente dentre eles.

Parabéns Truex!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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“Em 20 anos ninguém mais terá carros” – afirma lendário executivo automotivo

Bob Lutz, ex-vice-presidente e chefe de desenvolvimento de produtos da General Motors, afirmou para o portal Automotive News que “estamos nos aproximando do fim da era automotiva”.

As manchetes de tecnologia parecem corroborar sua previsão: enquanto o meio ambiente implora pela extinção do combustível e as estradas ficam cada vez mais lotadas e impossíveis de se trafegar, soluções como o Hyperloop, capazes de levar muitas pessoas de um lugar para o outro de forma mais rápida, segura e ecológica, despontam como o futuro mais provável.

 

A entrevista com Lutz fez parte de uma série jornalística chamada “Redesigning the Industry”, que explora o futuro desse negócio em plena mudança.

Lutz também ocupou cargos executivos importantes em empresas como a Ford, Chrysler, BMW e Opel. Ou seja, estamos diante da opinião de alguém que certamente entende do que está falando.

As grandes mudanças

Por centenas de anos, o cavalo foi o principal meio de transporte dos seres humanos. Nos últimos 120 anos, o automóvel tem sido.

Agora, estamos nos aproximando do final da linha para o automóvel, de acordo com Lutz.
O futuro? Módulos de transporte automáticos e padronizados.

 

Uber e concorrentes

“O estado final será o módulo totalmente autônomo sem capacidade para que o motorista exerça comando. Você vai convocá-lo, ele chegará à sua localização, você entrará, informará seu destino e navegará pela estrada. Na rodovia, ele se fundirá perfeitamente em um fluxo de outros módulos que viajam a 200, 240 km/h. A velocidade não importa. Você tem uma mistura de transporte ferroviário com transporte individual”, escreveu Lutz para o Automotive News.

Esses módulos funcionarão como um misto de transporte público rápido e táxi: você viajará sozinho, será cobrado pelo serviço quando chegar ao seu destino, e o modulo poderá seguir com outro passageiro.

A maioria desses módulos padronizados serão inclusive de propriedade dos Ubers e Lyfts da vida, argumenta Lutz. Uma minoria de indivíduos poderá optar por ter módulos personalizados, pela conveniência, mas isso provavelmente será algo restrito.

Os veículos, no entanto, certamente não serão conduzidos por humanos, porque em 15 a 20 anos, tal situação será proibida.

 

Carros autônomos ou sem motorista: a norma

Lutz aposta que o ponto de inflexão ocorrerá quando 20 a 30% dos veículos circulando na estrada forem totalmente autônomos, como o Google Driverless Car.

Os governos analisarão as estatísticas de acidentes e descobrirão que os motoristas humanos estão causando 99,9% deles. Logo, proibirão carros que precisam de motorista de circularem nas estradas.

Claro, haverá um período de transição. O executivo crê que cerca de cinco anos serão oferecidos pela legislação para que as pessoas tirem seus carros de circulação, vendendo-os para ferros-velhos ou trocando-os por módulos personalizados.

Mas e se o público não aceitar carros autônomos?

Lutz também argumenta que não precisamos de aceitação pública de veículos autônomos para eles se tornarem a norma, em caso de você estar pensando que carros sem motorista não vão ficar populares em tão pouco tempo por conta do medo das pessoas.

“Tudo o que precisamos é a aceitação pelas grandes frotas: Uber, Lyft, FedEx, UPS, o Serviço Postal dos EUA, empresas de serviços públicos, serviços de entrega”, disse.

Por exemplo, você faz uma compra em uma grande empresa como a Amazon, e recebe a entrega em módulos automáticos que nem sequer possuem o logotipo de marcas automotivas famosas, como Chevrolet, Ford ou Toyota. Na verdade, pertencem a Uber ou Lyft ou outra empresa competindo no mercado.

Logo, o público vai entender que este é o futuro, que é seguro e que funciona.

Outras mudanças

Lutz também fez outras previsões, como a de que empresas de transporte poderão solicitar módulos de vários tamanhos, sejam eles pequenos, médios ou grandes. Apesar disso, o desempenho será o mesmo para todos, porque ninguém vai passar ninguém na estrada. Esse é o sinal da morte para empresas como BMW, Mercedes-Benz e Audi, porque esse tipo de performance não vai importar mais.

Em cada veículo, você poderá solicitar diferentes níveis de equipamento, desde módulos básicos a módulos de luxo que incluem geladeira, TV e computador com conectividade. Não há limites para o que se pode incluir nos módulos, porque beber ou escrever mensagens de texto enquanto viaja não será mais um problema.

A importância do design também será minimizada, porque os módulos de alta velocidade precisam ser achatados nas duas extremidades.

O futuro das concessionárias

Tudo isso também implica, necessariamente, no desaparecimento do varejo automotivo como o conhecemos.

Os vendedores de carros continuarão a existir como um negócio marginal, como os vendedores de cavalos hoje, para pessoas que querem módulos personalizados ou que compram reproduções vintages de carros como Ferraris.

O esporte automotivo sobreviverá, apenas não nas rodovias públicas. Vai ser provavelmente uma coisa elitista, embora possam existir estradas públicas, como quadras esportivas públicas, nas quais você poderá se divertir por algumas horas.

“Como criadores de cavalo de corrida, haverá fabricantes de carros de corrida e carros esportivos e veículos off-road. Mas será uma indústria artesanal”, opina Lutz.

Em resumo, todo o grande mercado do automóvel, das oficinas mecânicas, das concessionárias e da mídia automotiva chegará ao fim em 20 anos.
A sobrevivência das montadoras

As montadoras de hoje só vão sobreviver se conseguirem se adaptar a esse novo mercado.

Lutz afirma que a General Motors está fazendo as escolhas certas, apostando em funções automáticas, para resistir quando a transição ocorrer.

“Penso que todo mundo vê [a mudança] chegando, mas ninguém quer falar sobre isso. Eles sabem que estarão bem por alguns anos, se continuarem a fornecer tecnologia superior, design superior e um bom software para a condução autônoma. Assim, por um tempo, a ‘ideia autônoma’ será capturada pelas empresas automobilísticas. Mas então isso vai se transformar, e o ‘valor’ será capturado pelas grandes frotas. Essa transição estará amplamente completa em 20 anos”, conclui Lutz. [AutoNews]

 

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*Fonte: hypescience

Os veículos de Jomar Machado

Jomar Machado foi um dos primeiros a adotar a tecnologia de design 3D, passando de lápis, pincel e arte impressa baseada em papel para usar computadores em grande parte no início da década de 1990 em seu país natal. Ele rapidamente começou a construir computadores para suas próprias especificações para garantir que eles tivessem o poder de processamento suficiente para executar as aplicações típicas de RAM e de processamento intensivo necessárias tanto para a tecnologia artística 2D quanto para o 3D, que muitas vezes faltava em máquinas off-the-shelf no momento.

Enquanto trabalhava na JW Thompson no Rio de Janeiro, ele se juntou ao novo Departamento de Artes Informáticas em 1994 e nunca mais olhou para trás. Ele agora é reconhecido como uma figura significativa no mundo do design 3D, em grande parte usando 3D Studio Max, Mental Ray, HDR Light Studio e Photoshop.
Esta série de veículos futuristas de Jomar são característicos do seu estilo, misturando a tecnologia impossível com os veículos do século 20 e do século XXI, para criar máquinas que você possa ver em um filme de Ridley Scott ou Luc Besson.

*Se você quiser ver mais da Jomar, pode visitar seu [ blog aqui ] , ou você pode segui-lo em várias plataformas abaixo:
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*Fonte: silodrome

A Kombi vai voltar, desta vez 100% elétrica

Poucos carros marcaram época ou tiveram tanto sucesso quanto a famosa Kombi, da Volkswagen. E embalado por tendências mais sustentáveis do setor automotivo, o grande executivo da marca, Herbert Diess confirmou para o site inglês Auto Express que uma nova versão do veículo está a caminho e deve chegar ao mercado em breve.

Reencarnando as linhas tradicionais do modelo com um estilo muito mais moderno e inovador, trata-se do lançamento da nova I. D. Buzz Concept, que chega com o status de Nova VW Kombi para fazer jus ao legado. Entre as grandes novidades presentes, está o fato do automóvel ser 100% elétrico – uma das prioridades da VW em seus novos parâmetros de produção para o futuro.

A Ideia da Volkswagen ao lançar a nova Kombi é apresentar ao público, sobretudo de família, um grande sucesso da marca em uma versão aprimorada com moldes muito mais rentáveis, potentes e, o mais importante, conectados com a sustentabilidade.

Segundo Diess, a montadora deve começar a produção do automóvel já a partir de 2018, mas sua comercialização está programada para começar apenas dois anos mais tarde. A nova linha, entretanto, deverá estar completa em 2025, conforme os planejamentos apresentados pela marca.

Além do fato de ser movido à eletricidade, a nova van chama também atenção por contar com especificações similares com as de modelos superesportivos. A I. D. Buzz Concept vem com dois motores elétricos, um em cada eixo, que somam 369 cavalos de potência, além de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas cinco segundos.

A nova Kombi ainda é capaz de rodar em piloto automático por 434 quilômetros. Com o sistema acionado, o volante é recolhido e o banco do motorista gira em direção aos outros assentos, formando uma espécie de “sala de estar”.

Vale destacar ainda que, uma versão hatch do I. D. foi anunciada no Salão de Paris, em setembro do ano passado, introduzindo a apresentação do novo modelo de van. A VW confirmou também que em apenas 30 minutos é possível abastecer 80% das baterias com um carregador de 150 Kw.

 

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*Fonte: pensamentoverde

Volvo anuncia que seus carros passarão a ser elétricos

A Volvo Cars, fabricante de automóveis de luxo, anunciou que todos seus veículos lançados a partir de 2019 terão um motor elétrico, marcando o final histórico dos carros que possuem apenas um motor de combustão interna (ICE) e colocando a eletrificação no centro de seus negócios futuros.

O anúncio representa um dos movimentos mais significativos de qualquer fabricante de automóveis para abraçar a eletrificação e destaca como mais de um século após a invenção da eletrificação do motor de combustão interna está preparando o caminho para um novo capítulo na história automotiva.

“Isso diz respeito ao cliente”, disse Håkan Samuelsson, presidente e diretor executivo. “As pessoas exigem cada vez mais carros elétricos e queremos responder às necessidades atuais e futuras dos nossos clientes. Agora você pode escolher e escolher qualquer Volvo eletrificado que desejar.”

A Volvo Cars apresentará um portfólio de carros elétricos em toda a sua gama de modelos, abrangendo carros totalmente elétricos, híbridos plug-in e híbridos suaves.

A fabricante lançará cinco carros totalmente elétricos entre 2019 e 2021, três deles serão modelos Volvo e dois serão carros elétricos de alto desempenho da Polestar, o braço do carro de desempenho da Volvo Cars. Os detalhes completos desses modelos serão anunciados posteriormente.

 

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*Fonte: ciclovivo

Infeliz na F1, Alonso se redescobre com experiência na Indy, acha rumo na carreira e leveza na vida

No fim de 2014, Fernando Alonso vinha amargurando um período de poucos resultados em meio a uma crise de gestão da Ferrari. Todos eram culpados, e as críticas vinham de todos os lados. O ambiente era pesadíssimo, e isso se refletia nas atitudes e declarações do espanhol, que, claramente, não tinha mais paciência para os italianos. De personalidade tão competitiva, a frustração pela ausência de um carro vencedor ficava mais evidente a cada corrida. E uma mudança em Maranello acabou sendo inevitável. O asturiano ainda tinha um ano a mais de contrato, mas decidiu encerrar antes seu vínculo com os vermelhos. E, na época, só havia um lugar a ir: a McLaren, que se preparava para reeditar com a Honda a parceria de sucesso que vivera lá no fim dos anos 1980.

Alonso acreditou no projeto. Foi só elogios ao comando de Ron Dennis e, realmente, embarcou na propaganda feita pelos japoneses. Só que as promessas não vingaram. A Honda se bateu – e ainda se bate – para fazer um motor minimamente decente. E, uma vez mais, o bicampeão se viu longe das brigas por vitórias e títulos. E a fase atual é ainda pior do que a vivida pela Ferrari, porque não há muita esperança de mudança a curto prazo.

A McLaren sofre igualmente. E Alonso novamente tem de encarar os fantasmas do passado e as críticas sobre suas escolhas na carreira. Porém, assim como a Ferrari, a cúpula da esquadra britânica também não suportou tanta derrota e decidiu mudar o comando das ações. Dennis foi obrigado a entregar o cargo e o escolhido para assumir o posto veio dos EUA. Um apaixonado pela F1, mas principalmente pela McLaren, Zak Brown chegou no fim do ano passado com uma significativa diferença no modo de ver a competição.

Só que nem ele conseguiu mudar o maior problema da equipe: a falta de confiabilidade das unidades da Honda. Começou 2017, e o motor entregue pela fabricante surgiu ainda mais problemático. Os abandonos se tornaram uma constante. Até que surgiu a ideia de atravessar o Atlântico e tentar algo realmente novo.

É bem verdade que Alonso já havia mencionado a vontade de correr atrás da Tríplice Coroa do automobilismo, mas quem abriu a porta mais viável para o sonho foi Brown. Foi ainda quando ambos estavam na Austrália. As conversas evoluíram. Zak ligou para o amigo Mark Miles e um carro, uma equipe e um motor foram providenciados.

O Alonso iria mesmo disputar as 500 Milhas de Indianápolis, abrindo mão da corrida em Mônaco – o circuito onde a McLaren teria provavelmente a melhor chance de um bom resultado em 2017.

O anúncio-bomba aconteceu no início do mês de abril, logo depois da segunda etapa da temporada 2017 da F1. A partir dali, Alonso embarcou de corpo e alma na aventura de correr em Indianápolis. Deu o pontapé inicial com uma visita à Indy no Alabama. Depois, participou do programa de novatos no IMS com a Andretti. Esse teste já deu uma pista do que ainda estava por vir. Mais de dois milhões de espectadores acompanharam a primeira vez do espanhol em um oval. Foi tudo ali, ao vivo e sem cortes, sem censura. Até as primeiras conversas com os engenheiros, com Michael Andretti e o ‘coach’ Gil de Ferrari foram disponibilizadas.

Daí para frente, Alonso virou um fenômeno de mídia e se apaixonou pela Indy. E foi correspondido. Centralizou as atenções todas em Indianápolis. E se entregou. Participou pacientemente de todas as entrevistas, atendeu aos fãs, postou tudo que estava acontecendo nas redes. Sorria, enfim.

Fernando não ganhou a Indy 500. Mas fez bonito. Andou bem e provou o quanto é grande neste esporte chamado automobilismo. Um dos melhores de todos os tempos, sem dúvida. Mas, mais do que isso, foi contagiado pelo clima mais alegre e divertido da Indy e levou isso consigo quando deixou a ‘Capital Mundial do Automobilismo’. É uma pessoa melhor, como disse algumas vezes.

Duas semanas depois da aventura no IMS, o asturiano voltou à F1 e ao calvário habitual com a McLaren Honda. Foi também bombardeado de perguntas sobre a Indy e seu futuro. Reclamou da maneria como a principal categoria do esporte a motor entende seus protagonistas. E disse que vai esperar até setembro para decidir o que vai fazer em 2018.

Veio, então, um episódio que deixou ainda mais claro o quanto o mês de maio mudou sua cabeça. No sábado à noite, Alonso ligou para a TV americana, no meio da corrida do Texas, para dizer que a série de Indiana não está assim totalmente fora do seu radar. De fato, a F1 não tem mais o mesmo peso.

No domingo, o piloto não completou a corrida, uma vez mais. Só que, quando parou o MCL32 a duas voltas do fim, foi para a galera. Falou que tinha apenas vontade de jogar as luvas para o público, como uma forma de retribuir todo o carinho dos canadenses, mas foi além. Subiu as arquibancadas e desapareceu no meio do povo. Chegou rindo ao paddock.

“Eu esperava apenas dar a eles as luvas, mas a arquibancada estava longe demais, então achei não daria certo apenas jogar as luvas. Então, pensei em subir lá e aí jogar. Mas, uma vez que entrei, não conseguia mais sair. Nós sempre recebemos muito apoio toda vez que a F1 vem aqui, então era hora de dar algo em troca”, disse.

Alonso é uma pessoa diferente, sem dúvida. Aquele cara difícil da F1, de semblante sempre sério e sisudo, deu lugar a um ser sorridente e bem-humorado.

A Indy lhe fez muito bem. Não só por colocá-lo de volta em uma posição competitiva de novo, mas, principalmente, por mostrar que existe felicidade fora da F1.

Seja lá o que o futuro lhe reserva, Alonso se encontrou na carreira. O presente é um presente a Alonso: o piloto que há em si tem como ser feliz.

 

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*Fonte: grandepremio