Carro elétrico solar chega ainda esse ano

Já imaginou ter um carro e não precisar gastar nenhum dinheiro com combustível? Essa realidade está a cada dia mais próxima e já há previsão da empresa Lightyear lançar o veículo One já nesse ano de 2021.

O carro promete superar o Tesla Model S, chegando em 725km de autonomia e ainda conta com 4 motores elétricos e 5m² de painéis solares, que estão protegidos pelo vidro.

Um diferencial em relação ao mercado, é que suas células solares são 20% mais eficientes que as tradicionais e caso o usuário decida, pode ser carregado com o plugin tradicional dos veículos elétricos.

Por conta de seus motores, o veículo pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 10 segundos.

Esse veículo será uma inovação e fará a ficção científica se tornar realidade, com veículos cada vez mais sustentáveis.

Porém ainda há o desafio de se tornar acessível para todos, uma vez que seu preço de reserva deverá variar entre R$ 700 mil a R$ 900 mil e será lançado primeiramente na Europa.

Esperamos que o mundo se transforme nas próximas décadas e passam permitir o uso de toda a população.

Para conhecer o carro elétrico solar, você pode assistir o vídeo da fabricante:

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*Fonte: engenhariahoje

Saiba como os carros melhoraram nos últimos 50 anos

Nos últimos 50 anos os carros tornaram-se significativamente mais leves graças à tecnologia inovadora. Não só isso, eles são mais eficientes e ainda mais seguros.

Para ter uma melhor ideia de quanto mais seguros os nossos carros são atualmente, a Chevrolet realizou um teste de colisão entre dois carros; um Chevrolet Bel Air de 1959 contra Chevrolet Malibu de 2009. O resultado do teste de colisão fala por si.

“Era como se fosse noite e dia, a diferença de proteção dos ocupantes,” de acordo com o presidente do instituto, Adrian Lund.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Documentário: A expedição de jipe ​​das Américas em 1978

Este filme cobre a Expedição de Jipe das Américas de 1978 (também conhecida como Expedicion de Las America), uma jornada notável do extremo sul da América do Sul, através da América Central e Darien Gap, e depois pela América do Norte antes de terminar no norte do Alasca .

A jornada levaria os 13 homens a 122 dias no total, cobrindo mais de 21.000 milhas usando uma série de Jeep CJs, um Jeep Wagoneer e uma picape da série J – pode ter havido veículos adicionais, no entanto, o filme é leve em detalhes.

Os CJ7s foram equipados com pneus largos de 31 polegadas, barras de proteção, gaiolas de proteção de 6 pontos, guinchos elétricos e cubos de travamento.

A expedição usou escadas de liga leve para ajudar com vários obstáculos, bem como os guinchos, a maioria do off-road aconteceu quando o grupo cruzou o Darien Gap – uma seção de 200 milhas de pântano e selva tropical na América Central. The Darien Gap ainda até hoje não tem uma estrada através dele, tal é a natureza difícil do terreno.

Os jipes chegaram à Terra do Fogo, no Chile, de navio e depois seguiram pela América do Sul cruzando os Andes três vezes e visitando o Lago Titicaca e Machu Picchu. A equipe então enfrentou Darien Gap, que foi de longe a parte mais desafiadora da jornada.

A expedição foi liderada por Mark Smith, um veterano do off-road com mais de 25 anos de experiência conduzindo viagens off-road em seu nome – principalmente jamborees de jipe ​​nas Américas do Sul e do Norte.

*Por Ben Branch

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*Fonte: silodrome

Youtuber coloca câmera GoPro dentro de motor em funcionamento

O youtuber do canal Warped Perception colocou uma câmera dentro do motor: ela ficou posicionada no coletor de admissão.

O carro utilizado para a façanha foi um Toyota Supra. No vídeo é possível ver o bico injetor, as válvulas e o corpo de borboleta.

Quando o motor recebe uma aceleração é possível notar uma “tempestade” no coletor.

A GoPro acabou não aguentando o calor gerado dentro do coletor e se desligou, mas gerou imagens suficientes para mostrar algo que quase nenhum motorista ou entusiasta vê normalmente.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Que fim levou o Tesla Roadster que foi enviado para o espaço?

No dia 6 de junho de 2018 o empresário Elon Musk reforçou sua fama de marqueteiro ao lançar seu próprio Tesla Roadster a bordo do foguete Falcon Heavy em uma chamativa transmissão global via internet. O esportivo elétrico de uso pessoal do executivo foi lançado no espaço em um teste da aeronave que, espera-se, um dia levará humanos a Marte.

Cálculos de cientistas estimam que o Tesla esteja a mais de 237 milhões de quilômetros da Terra, voando a 61.400 km/h. Sua órbita ao redor do Sol só passará próximo de nós por volta de 2091, mas dificilmente vai sobrar muita coisa para resgatar até lá.

Ao contrário do “motorista” equipado com a nova geração de trajes espaciais, o Roadster não recebeu nenhum tipo de proteção especial, o que pode significar uma morte lenta e prolongada ao (até agora) único automóvel feito na Terra que circula pela Via Láctea.

Apesar de o ambiente sem oxigênio evitar qualquer ferrugem, os raios infravermelhos e ultravioletas do Sol serão destrutivos ao Tesla. A pintura do elétrico perderá a cor gradualmente, enquanto pneus e outros polímeros ficarão quebradiços. Caberá à radiação destruir todos os circuitos eletrônicos, inutilizando o esportivo. Isso, claro, se nenhum meteorito colidir com o módulo que carrega o Roadster por aí.

Ficha Técnica:

Motor: Traseiro, transversal, elétrico, trifásico
Potência: 292 cv a 5.000 rpm
Torque: 40,8 kgfm a 1 rpm
Câmbio: Transmissão direta, tração traseira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente, duplo A
Freios: Discos ventilados
Pneus: 175/55 R16 (dianteira) e 225/45 R17 (traseira)
Dimensões:
Compr.: 3,94 m
Largura: 1,85 m
Altura: 1,13 m
Entre-eixos: 2,35 m
Bateria: Íon-lítio, 53 kWh
Peso: 1.238 kg (sem astronautas)

*Por Rodrigo Ribeiro

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*Fonte:

Bubba Wallace é ameaçado de morte após protesto racista, e Nascar abre investigação

Em dia de carreata a favor do uso da bandeira associada ao racismo nos Estados Unidos, uma corda de enforcar é encontrada na garagem da equipe do único piloto negro do circuito

Uma ameaça racista contra o piloto Bubba Wallace fez a Nascar abrir uma investigação no fim deste domingo. Após carreata de um grupo de americanos em favor da bandeira associada por muitos ao racismo e à escravidão nos Estados Unidos, uma corda com laço foi encontrada na garagem da equipe do piloto, uma alusão ao enforcamento, forma cruel como milhares de negros foram assassinados durante o período de segregação racial no país.

A manifestação com muitas bandeiras confederadas aconteceu do lado de fora do circuito de Talladega, no Alabama, onde foi realizada a prova GEICO 500. A Nascar adotou a proibição do uso nos circuitos após Bubba se manifestar semanas atrás em meio aos protestos contra o racismo no mundo.

– O desprezível ato de racismo e ódio de hoje me deixa incrivelmente triste e serve como um lembrete doloroso de quanto mais temos que ir como sociedade e quão persistentes devemos ser na luta contra o racismo. Nada é mais importante e não será dissuadido pelas ações repreensíveis daqueles que procuram espalhar o ódio. Como minha mãe me mandou hoje, “eles estão tentando te assustar”. Isso não vai me quebrar. Eu não vou desistir nem vou recuar. Vou continuar orgulhosamente defendendo o que acredito – declarou Bubba em suas redes sociais.

A Nascar manifestou indignação com o ocorrido e abriu investigação imediata para identificar os responsáveis. De acordo com a CNN, a área de garagem onde a corda com laço foi encontrado é restrita ao pessoal essencial, que inclui equipes de corrida.

– No final da tarde, a NASCAR foi informada de que uma corda com laço foi encontrado na garagem da equipe 43. Estamos angustiados e indignados e não podemos afirmar com força suficiente o quão seriamente levamos esse ato hediondo. Iniciamos uma investigação imediata e faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para identificar a pessoa responsável e eliminá-la do esporte. Não há lugar para o racismo na Nascar, e esse ato apenas fortalece nossa decisão de tornar o esporte aberto e acolhedor a todos – diz a nota oficial da organização.

Muitas atletas manifestaram repúdio e deixaram mensagens de apoio ao único piloto negro da Nascar. Um deles foi Lebron James, astro do Los Angeles Lakers que tem sido um dos principais ativistas esportivos na luta contra o racismo.

– Doentio! Meu irmão Bubba, saiba que você não está sozinho! Estou aqui com você e com todos os outros atletas. Eu só quero continuar dizendo como estou orgulhoso de você por continuar defendendo a mudança aqui na América e no esporte! Nascar, eu também te saúdo.

 

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*Fonte: globoesporte

Espanhol inventa motor de dois tempos que promete mudar o setor automotivo

Um engenheiro de Granada (não a explosiva, mas da cidade espanhola), inventou um novo tipo de motor a combustão que promete mudar tudo o que entendemos sobre eficiência energética

Se você acha que os motores a combustão interna estão com os seus dias contados, é bom colocar o pé no freio e prestar atenção neste invento.

O engenheiro mecânico Juan Garrido Requena, através de sua empresa INNengine, apresentou um novo conceito de motor dois tempos, mas com tamanho compacto, baixas emissões, alto desempenho e arquitetura diferenciada. Segundo o inventor, o motor promete potências equivalentes aos 2.0 L comuns, mas com um quarto dessa capacidade volumétrica, 25% do seu tamanho e ainda com quase nenhuma vibração.

Segundo entrevista publicada pelo site Motor.es, Juan Garrido já trabalha no desenvolvimento do conceito há uma década e construiu o seu protótipo para fazer os primeiros testes em um Mazda MX-5.

Até aqui, o dois-tempos tem apresentado resultados tão satisfatórios e promissores que, segundo a matéria, até a Fórmula 1 cogita a utilização do conceito em um futuro.

Uma prova de que o conceito está sendo bem aceito é que a gigante de energia saudita Aramco está de olho na invenção, pois estima-se que, se produzida em série, poderia resolver vários problemas do mercado e dar sobrevida aos motores à combustão.

Vantagens

Para entender o que este invento impactaria a nível mundial, precisamos colocar alguns números na mesa: praticamente todos os 100 milhões de carros produzidos anualmente no mundo têm motores de combustão interna, exceção feita apenas aos modelos elétricos. Além disso, motores de combustão interna ainda são aplicados em motocicletas, geradores elétricos, cortadores de grama, barco a motor, moto-serras e ferramentas de vários tipos.

Com o avanço da eletrificação, muitos países já sinalizaram com a abolição dos veículos movidos à combustão em um futuro próximo sob a alegação da diminuição da emissão de poluentes na atmosfera. Já com o novo motor dois tempos, os veículos à combustão podem ganhar uma sobrevida e a hibridização parece ser o caminho mais eficiente de curto a médio prazo, deixando os elétricos para aplicações mais seletivas até que as cidades estejam melhores preparadas para recebê-los.

Características

O motor Granadino pesa apenas 35 kg e, segundo o inventor, gera potência equivalente ao de capacidade cúbica quatro vezes maior e que pesa cerca de 150 quilos. Downsizing que fala, né?

Ele também não tem bielas, virabrequim ou cabeçote com válvulas. Os pistões são contrapostos e são montados sempre em pares e a energia rotativa é gerada através de uma curva cinemática.

Um dos mistérios de seu desempenho é que, ao eliminar todas essas partes, quase três quartos, o atrito é bastante reduzido, a manutenção é menor, a possibilidade de avarias diminui e as forças não se dissipam e se perdem. Por outro lado, um motor de quatro tempos fornece sua energia a cada duas voltas do motor, o motor de dois tempos comum faz isso a cada ciclo, enquanto essa nova arquitetura oferece dois ‘pulsos de energia’ a cada volta.

Apesar de ser capaz de mover um veículo sozinho, o inventor diz que a ideia principal é utilizar o novo motor como um gerador para motores elétricos, usando este segundo como tração para o carro.

Segundo Garrido, várias marcas já se interessaram por esse mecanismo, chamado “1Stroke Internal Combustion Engine (1S ICE)” e não apenas carros, mas também para uso em aviões e drones. O mecanismo já foi apresentado no Salão Automóvel de Genebra, e obteve a patente para a Índia, China, Estados Unidos, Europa, Coréia e Japão.

O cérebro da ideia promete mais para o futuro com uma maior evolução de sua invenção, e revela que grande parte dos gases de escape não passa de energia dissipada que pode ser recuperada. “Isso vai revolucionar tudo”, finaliza Garrido.

*Por Fernando Naccari

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*Fonte: naccar

DeLorean DMC-12, lendário carro de De Volta para o Futuro, voltará a ser fabricado

Em 1985, o filme de Robert Zemeckis De Volta para o Futuro deixou o mundo todo boquiaberto. Entre os muitos elementos que chamavam a atenção, um se destacou: o carro DeLorean DMC-12, que era também uma máquina do tempo. Agora, os fãs do filme que tiverem dinheiro poderão tornar seu sonho realidade e comprar o mesmíssimo automóvel, completamente novo.

O último desses inconfundíveis veículos foi fabricado em 1982, três anos antes da estreia do filme. Em 2016, a empresa anunciou que lançaria no mercado uma série limitada do DMC-12, mas os planos vieram abaixo por mudanças nas regulamentações da Administração Nacional de Segurança do Tráfego nas Estradas (NHTSA, na sigla em inglês). Agora, o vice-presidente da DeLorean Motor Company, James Espey, confirmou que os planos de produção do DMC-12 foram retomados, e esse icônico veículo voltará à vida. Sua característica carroceria de aço inoxidável permanecerá praticamente idêntica ao modelo original, mas seu motor será moderno e terá entre 300 e 350 cavalos de força.

O DeLorean DMC-12 começou a ser fabricado em outubro de 1978, em Dunmurry, no norte da Irlanda. Os primeiros carros ficaram prontos por volta de 1981 e apresentavam graves defeitos de acabamento que precisavam ser corrigidos antes de serem entregues às concessionárias. Além do atraso que isso implicou, o mercado estava em forte recessão. A montadora esperava vender entre 10 mil e 12 mil carros, mas apenas seis mil foram comercializados. Para completar, John Zachary DeLorean, dono original da montadora, foi preso por tráfico de drogas, o que contribuiu decisivamente para levar a empresa à falência. Apesar de ele ter sido absolvido das acusações, o estrago já estava feito.

O veículo só foi redescoberto após ter sido usado em De Volta para o Futuro, franquia cinematográfica iniciada em 1985. Os produtores escolheram o modelo devido ao seu visual futurista, ideal para abrigar uma máquina do tempo sobre rodas. Ainda não é possível encomendar novas unidades do DeLorean, pois a companhia ainda depende da aprovação das novas regulamentações da NHTSA, o que pode levar no mínimo um ano.

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*Fonte: historyplay

Ford apresenta van que usa combustível de óleo de cozinha usado

A Europa adotou metas rigorosas para reduzir as emissões dos veículos novos, abrindo espaço para a introdução dos carros elétricos. Mas o mercado continua a investir em outras opções para substituir os derivados de petróleo.

A Ford anunciou que a sua linha de vans Transit foi aprovada para rodar com HVO (Hydrotreated Vegetable Oil), um tipo de diesel renovável que, além de óleo de cozinha usado, pode incluir gordura animal, óleo de peixe e subprodutos de processos industriais em sua composição.

Vantagens do HVO

Por usar hidrogênio como catalisador no processo de produção, o HVO queima mais limpo e tem uma vida útil mais longa que o biodiesel convencional. Ele reduz em até 90% os gases de efeito estufa, emite menos NOx e partículas e também facilita a partida do motor em baixas temperaturas.

Há empresas na Europa dedicadas à coleta de óleo de cozinha usado em restaurantes, indústrias e escolas, e a União Europeia mantém um programa, chamado RecOil, para aumentar o seu reaproveitamento na produção de biodiesel.

A Ford testou o uso do HVO no motor EcoBlue 2.0 da Transit para garantir seu desempenho e durabilidade, sem a necessidade de nenhuma modificação no combustível.

Combustível é encontrado em postos selecionados

O HVO é vendido em postos de combustível selecionados da Europa, principalmente na Escandinávia e nos países bálticos, tanto na forma pura como adicionado ao diesel comum. Em outros mercados, ele também é adotado por frotistas que precisam melhorar sua pegada ecológica, adquirido diretamente de fornecedores especializados.

Se o veículo precisar abastecer em uma região onde o HVO não é disponível, o motorista pode usar diesel convencional – os combustíveis podem se misturar no tanque sem problemas.

“Permitir que nossas vans funcionem com combustível feito de resíduos, como óleo de cozinha usado, pode parecer absurdo, mas o HVO é, de fato, uma solução para os motoristas e frotistas ajudarem a melhorar a qualidade do ar para todos”, diz Hans Schep, gerente geral de Veículos Comerciais da Ford Europa.

Biodiesel no Brasil

Junto com a Europa, o Brasil é um dos maiores produtores de biodiesel do mundo. No ano passado, a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis autorizou o aumento de 10% para 11% da mistura de biodiesel no diesel. A meta é elevar a mistura para 15% (B15) até 2023. Atualmente, cerca de 80% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja.

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*Fonte: ciclovivo

Como exatamente os limites de velocidade são calculados?

Quaisquer que sejam suas opiniões sobre os limites de velocidade, você deve estar se perguntando exatamente como eles são determinados. Por acaso, o processo é bastante lógico.

Pelo menos na maioria das ocasiões.

Aqui, exploramos a história dos limites de velocidade e analisamos rapidamente como eles são definidos pelas autoridades locais.

Quando os limites de velocidade foram introduzidos pela primeira vez?

Você pode estar interessado em saber que os limites de velocidade pré-datam os veículos motorizados. Um dos primeiros da história foi estabelecido pela colônia americana de Nova Amsterdã no século XVII.

Esse limite impedia que vagões, carrinhos e trenós fossem executados, montados ou conduzidos a galope sob a punição de “dois quilos de flamengo” (cerca de US$ 50 hoje). Por volta de 1832, “The Stage Carriage Act” foi introduzido no Reino Unido para impedir a “condução furiosa”.

A ascensão da locomotiva levou à imposição de limites de velocidade adicionais em lugares como o Reino Unido até o final do século XIX. Um deles, o “Red Flag Act” de 1865, estabeleceu limites de 16 km/h (10 mph) em estradas abertas, 3,2 km/h (2 mph) em cidades e 6,4 km/h (4 mph) em áreas rurais para mecanicamente veículos propelidos.

Curiosamente, a primeira pessoa a ser condenada por uma infração em alta velocidade é amplamente considerada como Walter Arnold de East Peckham, Kent, Reino Unido. Em 1896, ele foi multado em 1 xelim mais os custos legais por exceder o limite de velocidade de 13 km/h (8 mph).

Muitos países ao redor do mundo começaram a seguir o exemplo, com um limite de velocidade inicial sendo estabelecido no início do século XX, em Connecticut. Outros estados dos EUA logo se impuseram nas próximas décadas.

Como são determinados os limites de velocidade?

Em suma, os limites de velocidade são estabelecidos por uma autoridade pública sob recomendação de opiniões dos membros do trabalho público e estatístico dos engenheiros de tráfego. Mas, é claro, há um pouco mais do que isso.

Os limites de velocidade da estrada são definidos por meio de uma combinação de política e ciência. No nível político, os limites de velocidade são geralmente leis aplicáveis em muitos países ao redor do mundo.

Por esse motivo, eles tendem a ser definidos por funcionários eleitos e aplicados pela aplicação da lei. Os limites de velocidade variam de acordo com a localização (área residencial ou rodovia, por exemplo) e outras condições.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as ruas da cidade tendem a ser fixadas em 40 km/h, as estradas rurais tendem a ter limites de velocidade de 80 km/h e as rodovias tendem a ter também limites de velocidade de 80 km/h. Limites semelhantes são estabelecidos em outros países, como aqui no Brasil.

Mas há mais para determinar e definir limites de velocidade do que isso. Na grande maioria das ocasiões, os limites de velocidade são estabelecidos após um período de consulta com o público e especialistas em campo.

Seja uma estrada recém-construída ou uma solicitação foi recebida para alterar um limite de velocidade, o processo tende a ser o seguinte.

Os membros do público são consultados a fim de verificar suas opiniões sobre o assunto. Isso geralmente resulta em uma disseminação de opiniões de muito rápido (para pessoas que tendem a receber ingressos) a muito rápido para residentes que vivem ou trabalham no local específico em questão.

Os membros do conselho farão contato com os engenheiros de trânsito de sua jurisdição para acessar o limite de velocidade da estrada. Eles terão uma abordagem mais objetiva para formular um limite de velocidade recomendado.

Eles precisam equilibrar a necessidade de tornar as estradas o mais seguras possível, além de permitir que o tráfego se mova o mais rápido possível em uma estrada. Para ajudar nesse processo, os engenheiros de tráfego realizarão um estudo de velocidade.

Eles consistem em uma revisão da função, projeto e uso diário da estrada. Eles tendem a fazer perguntas como:

A estrada é usada por passageiros ou moradores locais?
Qual a largura das pistas?
Qual a largura dos ombros?
A estrada é curva ou reta?
Alguma interseção? Algum ponto cego?
Os engenheiros tentarão calcular a “velocidade do 85º percentil” para um trecho específico da estrada.

Em estatística descritiva, os percentis são medidas que dividem a amostra (por ordem crescente dos dados) em 100 partes, cada uma com uma percentagem de dados aproximadamente igual.

Qual é a “velocidade do percentil 85”?

Com uma revisão básica da estrada concluída, os engenheiros realizarão uma contagem de tráfego para determinar a quantidade real e a velocidade média dos veículos na estrada. Isso tenderá a envolver a instalação de um cabo especial na estrada, ou sistema de radar, em pontos estratégicos para automatizar o processo.

Com esses dados, os engenheiros analisam os números para determinar a “velocidade do 85º percentil”. Se a estrada estiver bem projetada e um limite de velocidade apropriado já estiver definido, a “velocidade do percentil 85” deve estar bem no local.

A “velocidade do 85º percentil” é aquela na qual 85% de todo o tráfego tende a viajar a uma velocidade específica ou abaixo de uma determinada velocidade no ponto estudado em uma estrada.

Os engenheiros também terão uma visão da taxa histórica de colisões na estrada. Isso é então comparado à taxa geral da localidade.

Estes tendem a ser calculados como um número de acidentes por milhão de milhas percorridas, mas outras métricas também são usadas.

Com todas essas informações coletadas e analisadas, o engenheiro de tráfego fará uma recomendação. Geralmente, eles fazem uma das três recomendações, dependendo do resultado do estudo:

Se as taxas de colisão na estrada forem altas e a “velocidade do percentil 85” estiver próxima da existente, o engenheiro geralmente recomenda uma redução no limite de velocidade.
Se a taxa de colisão for alta, mas a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade atual, o engenheiro tenderá a manter a existente, mas aumentará a aplicação da lei.
Se as taxas de colisão forem baixas e a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade existente, o engenheiro poderá recomendar o aumento do limite de velocidade.

Quais são os 3 tipos de limites de velocidade?

Nos Estados Unidos, existem 3 conjuntos ou tipos de limite de velocidade que você deve conhecer. De acordo com bigdawglaw.com, eles são os seguintes: –

Limite de velocidade absoluto – O limite de velocidade absoluto é o limite de velocidade publicado em uma área. Você ultrapassa o limite de velocidade absoluta se ultrapassar a velocidade registrada em qualquer valor.
Limite de velocidade presumido – O limite de velocidade presumido não é tão simples. Se um oficial acredita que você quebrou o limite de velocidade presumido, ele ou ela acredita que sua velocidade não se adequava às condições da época.
Limite básico de velocidade – Quando surge um problema envolvendo o limite básico de velocidade, significa que um policial acredita que sua velocidade de condução não era segura, mesmo que estivesse igual ou abaixo do limite estabelecido. Nesse caso, o oficial precisaria provar que sua velocidade apresentava um problema de segurança.

Qual é o limite de velocidade quando não há limite lançado?

Em muitos países do mundo, existem limites de velocidade nacionais para certos tipos de estradas. Esse é o caso mesmo se não houver limites de velocidade lançados reais presentes.

No Reino Unido, por exemplo, os limites nacionais de velocidade são os seguintes:

Áreas residenciais – Os limites de velocidade, se não houver sinais, são definidos para 48km/h (30 mph). A presença de lampiões e casas, é claro, é uma boa indicação desse limite. Em algumas circunstâncias, o limite de velocidade pode ser de 32 km/h (20 mph), mas isso deve ser claramente indicado.
Estradas-A: As estradas-A são as principais vias rápidas, simples ou duplas. Se a estrada for de pista única, o limite nacional de velocidade será de 97 km/h (60 mph).
Auto-estradas: O limite de velocidade nas auto-estradas também é de 113 km/h (70 mph). Novamente, algumas rodovias, ou certos trechos de rodovia, podem ter limites de velocidade mais baixos, mas isso será claramente sinalizado.

Mas esses limites variam amplamente em todo o mundo.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Volkswagen cria animação para se despedir do Fusca

Ao som de uma versão do coral Pro MusicaYouth Chorus para “Let It Be”, dos Beatles, a Volkswagen se despede do Fusca, icônico automóvel da empresa que se aposenta após 70 anos.

Para essa homenagem final, a Volks optou por uma animação que retrata todas as décadas vividas pelo carro, além das mudanças culturais impregnadas nessa passagem de tempo e sua influência na cultura pop.

Referências de pessoas famosas como Andy Warhol, Kevin Bacon e Andy Cohen aparecem no vídeo.

A escolha da trilha sonora também tem seu significado especial, já que uma das aparições mais memoráveis do Fusca na cultura pop é na capa do álbum “Abbey Road”.

*Por Soraia Alves

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*Fonte: B9