Introducing The Tesla Triangulator

Animado com o Tesla Cybertruck? Bem, e se você pudesse fazer MAIS com seus sonhos cibernéticos. E se você pudesse livrar esses polígonos desagradáveis para sempre e viver uma vida agradável e simples. Elon Musk pode fornecer uma viagem de baixo poli, mas perguntamos: Por que parar por aí?

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*Fonte: laughingsquid

O DeLorean flutuante inspirado em De Volta para o Futuro II

Este é o DeLorean flutuante, inspirado no modelo do famoso carro do filme De Volta para o Futuro II. Com certeza fica na lista de qualquer geek para presentes ou sonhos de consumo!

Ele flutua de forma magnética em sua base, o que permite ele girar e também tem muitos detalhes que são revelados com mais de 10 luzes LED que se acendem.

A brincadeira, no entanto, não sai nada barata. Custa nada menos do que US$ 450 na Amazon gringa. Levando em conta a cotação atual do dólar, o preço vai até as estrelas. De qualquer forma, não deixa de ser legal.

*Por Flavio Croffi

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*Fonte: geekness

 

Garota de 14 anos inventa tecnologia que remove ponto cego de motoristas

Quem dirige sabe que o ponto cego de todo carro atrapalha bastante. Mais do que isso, causa milhares de acidentes a cada ano.

Agora, no entanto, tal ponto cego pode se tornar evitável: uma garota de 14 anos (não, você não leu errado) inventou uma tecnologia que efetivamente o remove dos veículos.

A ideia de Alaina Gassler funciona da seguinte maneira: uma câmera é colocada atrás do pilar que causa o ponto cego. Esta câmera envia um vídeo para um projetor, que por sua vez projeta a imagem no próprio pilar, essencialmente tornando-o invisível e deixando o motorista enxergar através dele.

Para melhorar ainda mais a situação, Alaina só usou materiais facilmente acessíveis para criar essa tecnologia, como uma webcam, um projetor e materiais impressos em 3D.

Premiada

No início desta semana, Alaina, que mora em West Grove, no estado americano da Pensilvânia, apresentou sua invenção no concurso Broadcom MASTERS (sigla para “Math, Applied Science, Technology, and Engineering for Rising Stars”, ou “Matemática, Ciências Aplicadas, Tecnologia e Engenharia para Estrelas em Ascensão”) para alunos do ensino médio oferecido pela organização sem fins lucrativos Society for Science and the Public.

Além disso, ela venceu uma competição nacional em primeiro lugar por sua criação, levando para casa o Prêmio Samueli Foundation de US$ 25.000 em homenagem à excelência geral em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte: hypescience

É por isso que ficamos com sono nos carros

Você já viu isso antes. Você começa um passeio de carro no fim de semana e, antes mesmo de perceber, está cochilando, dormindo profundamente.

Carros de fato, ou melhor, passeios de carro, têm o hábito de nos deixar sonolentos. Mas por que? Existe alguma razão biológica ou é puramente psicológica?

O programa científico do YouTube, SciShow, está aqui para explicar exatamente o porquê. No seu habitual estilo otimista e bem ilustrado, eles passam pelas razões lógicas pelas quais adormecemos nos carros.

Curiosamente, o termo para essa condição é chamado de carcolepsia. Mas a verdade é que não sabemos exatamente por que isso acontece.

Alguns especulam que é o barulho, outros a vibração. Estudos foram feitos sobre o assunto, mas até agora nada foi conclusivo.

Scishow explora esses estudos e compartilha seus dados conosco. Veja:

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*Fonte: engenhariae

Como as pessoas tiram habilitação em alguns países?

Tirar a carteira de habilitação é um dos momentos mais marcantes da vida adulta. Dificilmente alguém esquecerá esse episódio. As cansativas aulas teóricas, o nervosismo em passar na prova prática, o significativo valor desembolsado. Sim, por aqui, tirar a CNH é um processo cada vez mais complicado. Mas e em outros países, como isso funciona?

Estados Unidos
Idade mínima: 16 anos
Aulas práticas não são obrigatórias
Tempo estimado para tirar a habilitação: 1 – 12 meses

A referência mais próxima que muitos têm disso são as aulas de direção feitas por adolescentes em filmes americanos. Entretanto, a verdade é que o processo não se resume a isso. Há dois anos morando por lá, Ana Caroline Costa, de 25 anos, esclarece que apesar da facilidade, o processo é bem diferente do que temos aqui.

“Nos EUA, cada estado funciona de um jeito. Em Nova Iorque por exemplo, onde moro, você precisa ir até o escritório do departamento de direção (DMV) com toda a documentação necessária e fazer o teste teórico – geralmente são entre 30 e 40 questões. Se passar, você recebe a licença provisória, que pode ter duração de até um ano. Com ela, pode dirigir pela cidade com alguém maior de 21 anos habilitado ao seu lado. Isso até se sentir preparado para fazer a prova prática, que enfim lhe dará a habilitação definitiva”, explica.

Nos Estados Unidos, os processos não funcionam por meio de autoescolas. Por isso as aulas práticas não são obrigatórias. Muitos aprendem a dirigir com seus pais ou amigos. Principalmente porque os cursos particulares são, em sua maior parte, caros.

Espanha
Idade mínima: 18 anos
São necessárias aulas práticas em autoescolas
Tempo estimado para tirar a habilitação: 6 – 7 meses

A Espanha é um dos países que possui um processo de habilitação bem parecido com o do Brasil. Elis Moreno, de 34 anos, percebeu isso quando mudou-se para lá há 3 anos. Apesar das semelhanças, ela sentiu bastante dificuldade em encontrar informações úteis sobre o procedimento. Apesar disso, sentiu que poderia ajudar outras pessoas divulgando o que encontrasse. Aí nascia o canal Um Belo Dia Resolvi Mudar. “No meu caso, apenas precisei trocar minha carta pela espanhola. Mas pesquisando e conversando com outras pessoas sobre, percebi que ambos possuem a mesma estrutura”.

De acordo com ela, o processo de habilitação no país consiste em um exame psicotécnico (realizado no Centro Oficial de Reconhecimento de Condutores), uma prova teórica e outra prova prática. No caso da prova teórica, ela geralmente é realizada no departamento de trânsito da cidade, sendo composta por aproximadamente trinta perguntas.

A preparação para esse teste ocorre em diferentes autoescolas do país, onde, assim como no Brasil, cobram um valor X pelo pacote preparação exame teórico + aulas práticas. Essas aulas começam assim que o aluno é aprovado na prova teórica. Quando se sentir preparado, basta realizar o exame prático.

Argentina
Idade mínima: 17 anos (com a autorização dos pais)
Aulas práticas não são obrigatórias
Tempo estimado para tirar a habilitação: 1 – 30 dias

No caso da Argentina, apesar da proximidade com o Brasil, o processo funciona de maneira bem mais simples. Para entender mais a fundo, a Adriana Rodrigues, responsável pela página Brasileiros na Argentina, conta como tudo funciona: “A Argentina é um país federalista como o Brasil. Ou seja, apesar de haver legislações nacionais, cada província pode criar suas próprias leis em determinados âmbitos. Contudo, na prática, os requisitos costumam ser bem parecidos”.

O primeiro passo para tirar a sua habilitação é marcar os exames básicos (visão, psicológico, auditivo, médico) e a prova teórica. “Para a prova, é necessário realizar o curso teórico obrigatório. Mas não se assuste, o curso não é longo como os do Brasil e você pode assistir às aulas gratuitamente ou em autoescolas habilitadas (pagando uma taxa)”, explica.

No total, são seis horas de aula. Assim que as tiver concluído, pode realizar a prova teórica que terá questões de múltipla escolha. Outra diferença é que lá as aulas práticas não são obrigatórias. Você pode aprender a dirigir com qualquer adulto habilitado ou, se preferir, pagar para ter aulas com um profissional em alguma autoescola.

Quando se sentir preparado, basta realizar a prova prática. Na Argentina, elas são feitas em circuitos especialmente criados para isso, e você tem duas opções: levar um carro ou alugar um na hora. Quando receber a carteira, vai ganhar também um papel ou adesivo com a letra “P”, que deve ser mantido em lugar visível no carro para indicar que é um motorista principiante.

Austrália
Idade mínima: 16 anos
Aulas práticas não são obrigatórias
Tempo estimado para tirar a habilitação: 5 anos

Esse talvez seja um dos processos mais longos e complicados para habilitação. Quem explica como tudo funciona é o brasileiro Sidnei Moraes, que já mora há três anos na terra do canguru. “Para pegar a carteira definitiva, você leva em média uns 5 anos. Mas isso não quer dizer que não vai poder dirigir até tirá-la”.

Uma vez que a pessoa passa no Driver Knowledge Test, uma prova teórica sobre as regras de trânsito, ela pode pegar a sua Learner’s Permit, uma carteira que dará a permissão de aprendiz ao motorista. Com ela, a pessoa poderá aprender a dirigir pelas ruas desde que esteja acompanhada de um adulto com carteira definitiva. Sua validade é de 5 anos, mas o tempo mínimo para permanecer com ela é de 12 meses.

Quando se sentir preparado, o futuro motorista poderá fazer o teste de direção. Se passar, pegará a carta provisória 1 (P1). Com ela, já poderá dirigir sozinho, mas com algumas limitações. Por exemplo: limite de álcool 0, não pode dirigir com mais de 1 passageiro menor de 21 anos (que não seja familiar imediato) entre 11 da noite e 5 da manhã etc. A pessoa deve ficar nessa categoria por pelo menos um ano, e sua validade é de 18 meses.

Após o período de um ano, o motorista poderá fazer um novo teste para adquirir a sua P2, que o submete a regras mais leves. Ele deverá ficar com ela por pelo menos 2 anos, sendo válida por 30 meses. É a partir dela que o motorista poderá fazer o Driver Qualification Test (DQT), um exame que enfim o qualificará para obter a sua carteira definitiva. Uma curiosidade é que a cada etapa, a pessoa recebe um adesivo que deverá ser posto na placa do carro. O objetivo: informar o seu estágio no processo.

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*Fonte: balconistasa

O combustível desse carro é água salgada

Pouco a pouco, as pessoas estão se conscientizando da importância de cuidar do meio ambiente, razão pela qual várias iniciativas foram lançadas para reduzir a quantidade de lixo e poluentes que são emitidos.

Carros são um dos vilões do meio ambiente por emitir muito ar poluído. Tudo isso pode se tornar um problema de grandes proporções, esta foi uma das razões por que os carros elétricos estão ganhando espaço cada vez mais, mesmo ainda sendo mais caro ter um carro assim.

No entanto, nem tudo parece perdido porque a empresa suíça NanoFlowcell introduziu QUANTINO, um carro que funciona com água salgada, em vez de gasolina ou baterias elétricas.

Este carro, ao contrário dos carros elétricos convencionais, usa baterias iônicas chamadas bi-ION, cuja operação é baseada em água salgada.

Seu inventor, Nunzio La Vecchia, garantiu que este carro terá um ótimo desempenho, mesmo assegurando que QUANTINO pode atingir até mil quilômetros de autonomia.

A marca suíça trabalhou neste projeto desde 2014 e este carro é o resultado de anos de pesquisa. As baterias do carro oferecem até dez mil horas de operação com uma geração de 108 cavalos de potência e uma velocidade de até 200 quilômetros por hora.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Nunca mais sofra com o problema de um pneu furado

A Michelin, em parceria com a General Motors (GM), revelou o protótipo do Uptis, um pneu sem ar que será testado em um veículo comercial em breve.

Essa não é a primeira vez que uma tecnologia semelhante é desenvolvida, mas as opções anteriores tendiam a funcionar apenas em velocidades baixas.

O novo pneu, cuja camada do meio é feita uma mistura composta de borracha e fibra de vidro embebida em resina, permite que o carro opere em velocidades de estrada.

Não é tão visualmente atraente quanto pneus convencionais, mas a Michelin afirma que é tão confortável quanto.

E muito mais barato, seguro e ambientalmente viável

O Uptis deve ter benefícios financeiros e de segurança imediatos. Embora não seja completamente invulnerável, pneus furados e desgaste irregular se tornarão coisas do passado.

Os pneus furados têm sido a maior praga enfrentada pelos motoristas. Em 2016, uma pesquisa conduzida pela Associação Automobilística Americana estimou que assistiu 450.000 motoristas com reparos. Perda de pressão ou simplesmente passar por cima de um objeto perfurante pode estourar um pneu, causando atrasos e acidentes.

Além disso, as empresas acreditam que o Uptis é capaz de durar mais do que um pneu normal, porque não pode ser desgastado por estar pouco ou mais inflado do que o necessário.

A tecnologia sem ar ainda elimina a necessidade de um pneu sobressalente (estepe), que acrescenta peso e diminui a economia de combustível.

Por fim, torna a produção de pneus mais eficiente. Sua existência deve reduzir o número de pneus jogados fora devido a danos – segundo a Michelin, 200 milhões de pneus são descartados a cada ano.

Já é realidade

A GM começará a testar o Uptis em Michigan, nos EUA, no final de 2019 em uma frota de carros elétricos Chevrolet Bolt.

Se tudo correr bem, a versão final deve chegar a produção regular de carros em 2024. A montadora não indicou se e quais modelos específicos usarão os novos pneus.

Também ainda não está claro se a Michelin venderia os pneus separadamente ou se os veículos precisariam de algum tipo de chassi modificado para portá-los. [Engadget, MF]

*Por Natasha Romanzoti

 

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*Fonte: hypescience

Fotógrafo de renome mundial registra a desintegração de um Audi R8

Fabian Oefner é um fotógrafo de renome mundial que faz arte colorida, aproveitando as propriedades científicas. Ele pretende chamar a atenção para a beleza do mundo natural.

Neste vídeo exclusivo, Oefner traz sua arte para um Audi R8. Este vídeo é uma tentativa de redefinir a realidade.

Oefner descreve como ele começou a trabalhar na série em desintegração com o motivo de um carro antigo que está caindo aos pedaços. Seu verdadeiro desejo era fazê-lo com carros reais e não apenas modelos.

Quando a Audi foi até ele com este projeto único, foi realmente o que ele queria fazer. O que ele fez para esse projeto foi fazer com que os mecânicos desmontassem todas as peças e, em seguida, gravassem cada uma individualmente em um fundo preto.

A beleza desse projeto é que a equipe conseguiu olhar para dentro de peças que até os mecânicos nunca tinham visto. Oefner aproveitou a oportunidade para compartilhar como é importante fazer uma pausa na vida para ver o que realmente existe.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Hyundai apresenta conceito de carro que anda como um robô

A Hyundai apresentou um novo conceito de carro que anda como um robô durante a feira CES 2019, o mais importante evento de tecnologia do mundo.

Chamado de Elevate, consiste em um carro que pode se locomover normalmente com rodas, como qualquer veículo convencional que conhecemos, mas também pode expandir e se transformar em uma espécie de robô para atravessar terrenos acidentados, por exemplo.

O conceito do carro ainda está apenas em renderizações em 3D, mas não deixa de ser interessante um modelo que sai dos desenhos convencionais de carros futuristas que focam apenas na estética, para apostar em algo realmente funcional.

Como verdadeiros braços e pernas robóticos, o Elevate pode escalar e passar por pedras ou locais de difícil acesso, com variantes de elevação do terreno e se mover em qualquer direção.

Pode ser um excelente veículo de resgate.

Em adição a isso, a Hyundai também demonstrou como ele poderia ser usado na cidade, como se fosse um Táxi que se eleva até a porta de casas com escadas e com pessoas que usam cadeiras de rodas.

Por enquanto, a empresa não pensa em produzir o carro, mas não deixa de ser uma ideia genial para o futuro próximo.

Veja imagens conceituais do Elevate

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Por Flavio Croffi

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*Fonte: geekness

Tesla Model 3 desliza e sai fora do controle em uma estrada com gelo, mas recupera o controle

Em um acidente de near-miss capturado em vídeo recentemente, um cara chamado Eric Laperriere dirigindo seu Tesla Model 3 no piloto automático, teve um encontro perigoso em uma estrada com gelo.

Eric estava dirigindo em uma estrada fora de Montreal quando seu carro, que estava no piloto automático, passou por cima de um pouco de gelo. O veículo saiu fora de controle, o que pode ser visto no vídeo.

No entanto, como alegado pelo motorista, o sistema de assistência ao motorista do carro recuperou o controle antes que fosse tarde demais e o transferiu de volta para sua pista original.

Espera-se que os veículos da Tesla apresentem forte estabilidade e tração, o proprietário da Model 3 da região de Quebec afirmou que o piloto automático fez mais do que isso. Se o motorista é para ser acreditado, com a ajuda de controle de tração, bem como AWD no sistema de piloto automático, o veículo conseguiu recuperar o controle automaticamente e dirigir seu caminho de volta para a pista central.

Eric também acrescentou que durante todo o incidente, ele não tocou no volante nem uma vez. Em suas próprias palavras , “eu não toquei no volante. Tudo foi feito através do Autopilot e do sistema AWD. […] O volante estava se movendo tão rápido que eu preferi deixar o carro cuidar disso. ”

*Por Any Karolyne Galdino

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*Fonte: engenhariae

Volkswagen anuncia a volta da Kombi. E ela será elétrica e com design futurista

A Volkswagen, montadora alemã, anunciou recentemente que lançará uma versão elétrica de seu icônico micro-ônibus hippie em 2022. A Kombi, comercializada durante 63 anos e aposentada em 2013, está sendo chamado de The Buzz, e é um dos 30 modelos elétricos que a empresa espera lançar ao público.

Além da van remodelada, a Volkswagen também lançou o conceito de arte para outros dois modelos – um hatchback e um crossover SUV – que abrirá o caminho para uma linha de carros mais ambientalmente amigável.

“Para mim, o conceito do Buzz é o carro elétrico mais bonito e emocionante do mundo”, disse o Dr. Herbert Diess, presidente do conselho de administração da marca Volkswagen na Califórnia.

“Nosso objetivo é claro: queremos tornar o carro totalmente elétrico, totalmente conectado, um best-seller em todo o mundo. O carro emblemático da era elétrica deve ser um Volkswagen “.

“Esses carros oferecerão tudo – e ainda mais – do que você viu de outros fabricantes de automóveis elétricos”, diz Diess. “E eles serão muito mais acessíveis.”

Além disso, como forma de conciliar a história hedionda dos motores movidos a diesel e a poluição, a Volkswagen concordou em gastar milhões de dólares para financiar a expansão de estações de recarga em toda a América.

*Por Tuka Pereira

 

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*Fonte: hypeness

Onde foi parar a cor que estava aqui?

Quais são as cores de carros mais vendidas? Não é difícil perceber. Os carros pretos, pratas e brancos dominam as ruas, estradas e estacionamentos do Brasil. Achar um modelo que fuja dessas cores é cada vez mais difícil. Quem tenta timidamente colorir a cidade é o vermelho, mas sem muito força quando jogado na massa das cores sóbrias. Mas, nem sempre foi assim. Antigamente, Fuscas, Kombis, Chevettes e muitos outros esbanjavam diferentes cores. É verdade que as tonalidades eram sólidas, já que não existiam colorações metálicas, mas, ainda assim, era possível ver modelos laranjas, beges, marrons e amarelos, além dos diferentes tons de azuis e verdes. Então, onde foram parar as cores dos carros?

Para Nelson Lopes, fundador da ÍCON Design, escola especializada em design automotivo, e designer com anos de experiência na Volkswagen, as cores começaram a sumir por três motivos: o descobrimento das tonalidades metálicas, o aumento de inovações na parte interna do automóvel, e a facilidade em vender carros usados com cores menos chamativas. “No passado as tintas metálicas eram novidade. Não haviam muitas variações de tons da mesma cor e por isso o espectro de escolha era limitado. Outro aspecto é que os carros mudavam muito pouco ano a ano, e isso não afetava drasticamente a sua revenda. Atualmente, a constante atualização dos carros e as variações econômicas do país influenciam na revenda do carro e, por sua vez, influencia os consumidores a comprarem cores mais neutras, que são facilmente aceitas pela maioria dos consumidores do mercado de usados.”

Ao mesmo tempo, no velho continente, os consumidores europeus preferem carros coloridos. Para se ter uma ideia, uma pesquisa promovida pela PPG, fabricante norte-americanas de tinta, mostrou que em 2017, as cores prata e azul, em termos de preferência no mercado europeu, empataram em 9% cada. Já na América do Sul essa diferença é gigante, com 31% de preferência para a cor prata e apenas 2% para o azul. Porém não pense que as montadoras européias têm mais liberdade para usar as cores. Nelson, que trabalhou por quatro anos na Volkswagen AG, na Alemanha, dá um outro ponto de vista sobre o assunto. “Não é uma questão de liberdade, mas sim de características regionais e estratégias do mercado. Em outros mercados as referências culturais e a relação destas na economia dos consumidores são outras. De modo geral, no hemisfério norte há menos luz solar que da linha do Equador para baixo. Isso acarreta uma natureza pobre cromaticamente e que influencia até nossas condições psicológicas. Especialmente nos longos invernos destes países, essa sensação de “tristeza” ambiental é compensada pela aquisição de produtos com cores mais alegres e enérgicas, o que diminui a monotonia visual. O poder aquisitivo médio nos EUA e Europa também são maiores e permitem os consumidores colocarem a satisfação pessoal acima de questões financeiras. Por isso é comum vermos carros com cores mais chamativas no exterior que no Brasil”, conclui Nelson.

“Um detalhe à parte foi o status de sofisticação e nobreza que ganhou a cor branca”

Ainda assim, como no resto do mundo, o Brasil também passa pelo domínio dos carros brancos. O início dessa moda surgiu em 2006, quando diversos salões de automóveis europeus apresentaram modelos nessa cor. “Um detalhe à parte foi o status de sofisticação e nobreza que ganhou a cor branca. Normalmente usada para representar modernidade em outros produtos, a indústria automotiva começou a usar o branco em seus show cars no exterior e, consequentemente, isso foi parar nas ruas das principais capitais do mundo. Além do ar de modernidade, o branco também inspira ‘pureza’, agregando classe aos produtos da marca. Fora isso, faz todo sentido ter um carro de uma cor que reduz o calor interno no veículo e custa mais barato para reparar por ser uma cor sólida”, explica Nelson Lopes.

Quanto ao futuro das cores nas ruas brasileiros, o designer é otimista. Para ele, existe um movimento que começou há cinco anos que já valoriza cores diferentes do preto e prata, que se consolidaram entre os anos 90 até 2013. Para ele, o maior empecilho do avanço das cores ainda é o momento de revenda. “Determinado carros ficam melhores em algumas cores e não tanto em outras. Isso pode influenciar a percepção de valor, tamanho e outros atributos do carro. Até por isso, eu posso comprar o carro na loja B, que tem a cor que eu procura, e não comprar na loja A. Entretanto, não chega ao ponto de se priorizar a cor em detrimento do custo. Você não compra uma Ferrari porque não encontrou um Volkswagen vermelho”, finaliza Nelson.

Quem escolhe as cores dos carros?

Todas montadoras contam com uma equipe de Color & Trim dentro do departamento de Design. Esse time é responsável pela escolha das tonalidades e dos materiais usados no veículo. Para isso, eles levam em consideração “tendências de moda, dados de marketing, novos materiais e tecnologias”, como explica Nelson Lopes.

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*Fonte: balconistassa