Bubba Wallace é ameaçado de morte após protesto racista, e Nascar abre investigação

Em dia de carreata a favor do uso da bandeira associada ao racismo nos Estados Unidos, uma corda de enforcar é encontrada na garagem da equipe do único piloto negro do circuito

Uma ameaça racista contra o piloto Bubba Wallace fez a Nascar abrir uma investigação no fim deste domingo. Após carreata de um grupo de americanos em favor da bandeira associada por muitos ao racismo e à escravidão nos Estados Unidos, uma corda com laço foi encontrada na garagem da equipe do piloto, uma alusão ao enforcamento, forma cruel como milhares de negros foram assassinados durante o período de segregação racial no país.

A manifestação com muitas bandeiras confederadas aconteceu do lado de fora do circuito de Talladega, no Alabama, onde foi realizada a prova GEICO 500. A Nascar adotou a proibição do uso nos circuitos após Bubba se manifestar semanas atrás em meio aos protestos contra o racismo no mundo.

– O desprezível ato de racismo e ódio de hoje me deixa incrivelmente triste e serve como um lembrete doloroso de quanto mais temos que ir como sociedade e quão persistentes devemos ser na luta contra o racismo. Nada é mais importante e não será dissuadido pelas ações repreensíveis daqueles que procuram espalhar o ódio. Como minha mãe me mandou hoje, “eles estão tentando te assustar”. Isso não vai me quebrar. Eu não vou desistir nem vou recuar. Vou continuar orgulhosamente defendendo o que acredito – declarou Bubba em suas redes sociais.

A Nascar manifestou indignação com o ocorrido e abriu investigação imediata para identificar os responsáveis. De acordo com a CNN, a área de garagem onde a corda com laço foi encontrado é restrita ao pessoal essencial, que inclui equipes de corrida.

– No final da tarde, a NASCAR foi informada de que uma corda com laço foi encontrado na garagem da equipe 43. Estamos angustiados e indignados e não podemos afirmar com força suficiente o quão seriamente levamos esse ato hediondo. Iniciamos uma investigação imediata e faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para identificar a pessoa responsável e eliminá-la do esporte. Não há lugar para o racismo na Nascar, e esse ato apenas fortalece nossa decisão de tornar o esporte aberto e acolhedor a todos – diz a nota oficial da organização.

Muitas atletas manifestaram repúdio e deixaram mensagens de apoio ao único piloto negro da Nascar. Um deles foi Lebron James, astro do Los Angeles Lakers que tem sido um dos principais ativistas esportivos na luta contra o racismo.

– Doentio! Meu irmão Bubba, saiba que você não está sozinho! Estou aqui com você e com todos os outros atletas. Eu só quero continuar dizendo como estou orgulhoso de você por continuar defendendo a mudança aqui na América e no esporte! Nascar, eu também te saúdo.

 

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*Fonte: globoesporte

Espanhol inventa motor de dois tempos que promete mudar o setor automotivo

Um engenheiro de Granada (não a explosiva, mas da cidade espanhola), inventou um novo tipo de motor a combustão que promete mudar tudo o que entendemos sobre eficiência energética

Se você acha que os motores a combustão interna estão com os seus dias contados, é bom colocar o pé no freio e prestar atenção neste invento.

O engenheiro mecânico Juan Garrido Requena, através de sua empresa INNengine, apresentou um novo conceito de motor dois tempos, mas com tamanho compacto, baixas emissões, alto desempenho e arquitetura diferenciada. Segundo o inventor, o motor promete potências equivalentes aos 2.0 L comuns, mas com um quarto dessa capacidade volumétrica, 25% do seu tamanho e ainda com quase nenhuma vibração.

Segundo entrevista publicada pelo site Motor.es, Juan Garrido já trabalha no desenvolvimento do conceito há uma década e construiu o seu protótipo para fazer os primeiros testes em um Mazda MX-5.

Até aqui, o dois-tempos tem apresentado resultados tão satisfatórios e promissores que, segundo a matéria, até a Fórmula 1 cogita a utilização do conceito em um futuro.

Uma prova de que o conceito está sendo bem aceito é que a gigante de energia saudita Aramco está de olho na invenção, pois estima-se que, se produzida em série, poderia resolver vários problemas do mercado e dar sobrevida aos motores à combustão.

Vantagens

Para entender o que este invento impactaria a nível mundial, precisamos colocar alguns números na mesa: praticamente todos os 100 milhões de carros produzidos anualmente no mundo têm motores de combustão interna, exceção feita apenas aos modelos elétricos. Além disso, motores de combustão interna ainda são aplicados em motocicletas, geradores elétricos, cortadores de grama, barco a motor, moto-serras e ferramentas de vários tipos.

Com o avanço da eletrificação, muitos países já sinalizaram com a abolição dos veículos movidos à combustão em um futuro próximo sob a alegação da diminuição da emissão de poluentes na atmosfera. Já com o novo motor dois tempos, os veículos à combustão podem ganhar uma sobrevida e a hibridização parece ser o caminho mais eficiente de curto a médio prazo, deixando os elétricos para aplicações mais seletivas até que as cidades estejam melhores preparadas para recebê-los.

Características

O motor Granadino pesa apenas 35 kg e, segundo o inventor, gera potência equivalente ao de capacidade cúbica quatro vezes maior e que pesa cerca de 150 quilos. Downsizing que fala, né?

Ele também não tem bielas, virabrequim ou cabeçote com válvulas. Os pistões são contrapostos e são montados sempre em pares e a energia rotativa é gerada através de uma curva cinemática.

Um dos mistérios de seu desempenho é que, ao eliminar todas essas partes, quase três quartos, o atrito é bastante reduzido, a manutenção é menor, a possibilidade de avarias diminui e as forças não se dissipam e se perdem. Por outro lado, um motor de quatro tempos fornece sua energia a cada duas voltas do motor, o motor de dois tempos comum faz isso a cada ciclo, enquanto essa nova arquitetura oferece dois ‘pulsos de energia’ a cada volta.

Apesar de ser capaz de mover um veículo sozinho, o inventor diz que a ideia principal é utilizar o novo motor como um gerador para motores elétricos, usando este segundo como tração para o carro.

Segundo Garrido, várias marcas já se interessaram por esse mecanismo, chamado “1Stroke Internal Combustion Engine (1S ICE)” e não apenas carros, mas também para uso em aviões e drones. O mecanismo já foi apresentado no Salão Automóvel de Genebra, e obteve a patente para a Índia, China, Estados Unidos, Europa, Coréia e Japão.

O cérebro da ideia promete mais para o futuro com uma maior evolução de sua invenção, e revela que grande parte dos gases de escape não passa de energia dissipada que pode ser recuperada. “Isso vai revolucionar tudo”, finaliza Garrido.

*Por Fernando Naccari

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*Fonte: naccar

DeLorean DMC-12, lendário carro de De Volta para o Futuro, voltará a ser fabricado

Em 1985, o filme de Robert Zemeckis De Volta para o Futuro deixou o mundo todo boquiaberto. Entre os muitos elementos que chamavam a atenção, um se destacou: o carro DeLorean DMC-12, que era também uma máquina do tempo. Agora, os fãs do filme que tiverem dinheiro poderão tornar seu sonho realidade e comprar o mesmíssimo automóvel, completamente novo.

O último desses inconfundíveis veículos foi fabricado em 1982, três anos antes da estreia do filme. Em 2016, a empresa anunciou que lançaria no mercado uma série limitada do DMC-12, mas os planos vieram abaixo por mudanças nas regulamentações da Administração Nacional de Segurança do Tráfego nas Estradas (NHTSA, na sigla em inglês). Agora, o vice-presidente da DeLorean Motor Company, James Espey, confirmou que os planos de produção do DMC-12 foram retomados, e esse icônico veículo voltará à vida. Sua característica carroceria de aço inoxidável permanecerá praticamente idêntica ao modelo original, mas seu motor será moderno e terá entre 300 e 350 cavalos de força.

O DeLorean DMC-12 começou a ser fabricado em outubro de 1978, em Dunmurry, no norte da Irlanda. Os primeiros carros ficaram prontos por volta de 1981 e apresentavam graves defeitos de acabamento que precisavam ser corrigidos antes de serem entregues às concessionárias. Além do atraso que isso implicou, o mercado estava em forte recessão. A montadora esperava vender entre 10 mil e 12 mil carros, mas apenas seis mil foram comercializados. Para completar, John Zachary DeLorean, dono original da montadora, foi preso por tráfico de drogas, o que contribuiu decisivamente para levar a empresa à falência. Apesar de ele ter sido absolvido das acusações, o estrago já estava feito.

O veículo só foi redescoberto após ter sido usado em De Volta para o Futuro, franquia cinematográfica iniciada em 1985. Os produtores escolheram o modelo devido ao seu visual futurista, ideal para abrigar uma máquina do tempo sobre rodas. Ainda não é possível encomendar novas unidades do DeLorean, pois a companhia ainda depende da aprovação das novas regulamentações da NHTSA, o que pode levar no mínimo um ano.

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*Fonte: historyplay

Ford apresenta van que usa combustível de óleo de cozinha usado

A Europa adotou metas rigorosas para reduzir as emissões dos veículos novos, abrindo espaço para a introdução dos carros elétricos. Mas o mercado continua a investir em outras opções para substituir os derivados de petróleo.

A Ford anunciou que a sua linha de vans Transit foi aprovada para rodar com HVO (Hydrotreated Vegetable Oil), um tipo de diesel renovável que, além de óleo de cozinha usado, pode incluir gordura animal, óleo de peixe e subprodutos de processos industriais em sua composição.

Vantagens do HVO

Por usar hidrogênio como catalisador no processo de produção, o HVO queima mais limpo e tem uma vida útil mais longa que o biodiesel convencional. Ele reduz em até 90% os gases de efeito estufa, emite menos NOx e partículas e também facilita a partida do motor em baixas temperaturas.

Há empresas na Europa dedicadas à coleta de óleo de cozinha usado em restaurantes, indústrias e escolas, e a União Europeia mantém um programa, chamado RecOil, para aumentar o seu reaproveitamento na produção de biodiesel.

A Ford testou o uso do HVO no motor EcoBlue 2.0 da Transit para garantir seu desempenho e durabilidade, sem a necessidade de nenhuma modificação no combustível.

Combustível é encontrado em postos selecionados

O HVO é vendido em postos de combustível selecionados da Europa, principalmente na Escandinávia e nos países bálticos, tanto na forma pura como adicionado ao diesel comum. Em outros mercados, ele também é adotado por frotistas que precisam melhorar sua pegada ecológica, adquirido diretamente de fornecedores especializados.

Se o veículo precisar abastecer em uma região onde o HVO não é disponível, o motorista pode usar diesel convencional – os combustíveis podem se misturar no tanque sem problemas.

“Permitir que nossas vans funcionem com combustível feito de resíduos, como óleo de cozinha usado, pode parecer absurdo, mas o HVO é, de fato, uma solução para os motoristas e frotistas ajudarem a melhorar a qualidade do ar para todos”, diz Hans Schep, gerente geral de Veículos Comerciais da Ford Europa.

Biodiesel no Brasil

Junto com a Europa, o Brasil é um dos maiores produtores de biodiesel do mundo. No ano passado, a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis autorizou o aumento de 10% para 11% da mistura de biodiesel no diesel. A meta é elevar a mistura para 15% (B15) até 2023. Atualmente, cerca de 80% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja.

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*Fonte: ciclovivo

Como exatamente os limites de velocidade são calculados?

Quaisquer que sejam suas opiniões sobre os limites de velocidade, você deve estar se perguntando exatamente como eles são determinados. Por acaso, o processo é bastante lógico.

Pelo menos na maioria das ocasiões.

Aqui, exploramos a história dos limites de velocidade e analisamos rapidamente como eles são definidos pelas autoridades locais.

Quando os limites de velocidade foram introduzidos pela primeira vez?

Você pode estar interessado em saber que os limites de velocidade pré-datam os veículos motorizados. Um dos primeiros da história foi estabelecido pela colônia americana de Nova Amsterdã no século XVII.

Esse limite impedia que vagões, carrinhos e trenós fossem executados, montados ou conduzidos a galope sob a punição de “dois quilos de flamengo” (cerca de US$ 50 hoje). Por volta de 1832, “The Stage Carriage Act” foi introduzido no Reino Unido para impedir a “condução furiosa”.

A ascensão da locomotiva levou à imposição de limites de velocidade adicionais em lugares como o Reino Unido até o final do século XIX. Um deles, o “Red Flag Act” de 1865, estabeleceu limites de 16 km/h (10 mph) em estradas abertas, 3,2 km/h (2 mph) em cidades e 6,4 km/h (4 mph) em áreas rurais para mecanicamente veículos propelidos.

Curiosamente, a primeira pessoa a ser condenada por uma infração em alta velocidade é amplamente considerada como Walter Arnold de East Peckham, Kent, Reino Unido. Em 1896, ele foi multado em 1 xelim mais os custos legais por exceder o limite de velocidade de 13 km/h (8 mph).

Muitos países ao redor do mundo começaram a seguir o exemplo, com um limite de velocidade inicial sendo estabelecido no início do século XX, em Connecticut. Outros estados dos EUA logo se impuseram nas próximas décadas.

Como são determinados os limites de velocidade?

Em suma, os limites de velocidade são estabelecidos por uma autoridade pública sob recomendação de opiniões dos membros do trabalho público e estatístico dos engenheiros de tráfego. Mas, é claro, há um pouco mais do que isso.

Os limites de velocidade da estrada são definidos por meio de uma combinação de política e ciência. No nível político, os limites de velocidade são geralmente leis aplicáveis em muitos países ao redor do mundo.

Por esse motivo, eles tendem a ser definidos por funcionários eleitos e aplicados pela aplicação da lei. Os limites de velocidade variam de acordo com a localização (área residencial ou rodovia, por exemplo) e outras condições.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as ruas da cidade tendem a ser fixadas em 40 km/h, as estradas rurais tendem a ter limites de velocidade de 80 km/h e as rodovias tendem a ter também limites de velocidade de 80 km/h. Limites semelhantes são estabelecidos em outros países, como aqui no Brasil.

Mas há mais para determinar e definir limites de velocidade do que isso. Na grande maioria das ocasiões, os limites de velocidade são estabelecidos após um período de consulta com o público e especialistas em campo.

Seja uma estrada recém-construída ou uma solicitação foi recebida para alterar um limite de velocidade, o processo tende a ser o seguinte.

Os membros do público são consultados a fim de verificar suas opiniões sobre o assunto. Isso geralmente resulta em uma disseminação de opiniões de muito rápido (para pessoas que tendem a receber ingressos) a muito rápido para residentes que vivem ou trabalham no local específico em questão.

Os membros do conselho farão contato com os engenheiros de trânsito de sua jurisdição para acessar o limite de velocidade da estrada. Eles terão uma abordagem mais objetiva para formular um limite de velocidade recomendado.

Eles precisam equilibrar a necessidade de tornar as estradas o mais seguras possível, além de permitir que o tráfego se mova o mais rápido possível em uma estrada. Para ajudar nesse processo, os engenheiros de tráfego realizarão um estudo de velocidade.

Eles consistem em uma revisão da função, projeto e uso diário da estrada. Eles tendem a fazer perguntas como:

A estrada é usada por passageiros ou moradores locais?
Qual a largura das pistas?
Qual a largura dos ombros?
A estrada é curva ou reta?
Alguma interseção? Algum ponto cego?
Os engenheiros tentarão calcular a “velocidade do 85º percentil” para um trecho específico da estrada.

Em estatística descritiva, os percentis são medidas que dividem a amostra (por ordem crescente dos dados) em 100 partes, cada uma com uma percentagem de dados aproximadamente igual.

Qual é a “velocidade do percentil 85”?

Com uma revisão básica da estrada concluída, os engenheiros realizarão uma contagem de tráfego para determinar a quantidade real e a velocidade média dos veículos na estrada. Isso tenderá a envolver a instalação de um cabo especial na estrada, ou sistema de radar, em pontos estratégicos para automatizar o processo.

Com esses dados, os engenheiros analisam os números para determinar a “velocidade do 85º percentil”. Se a estrada estiver bem projetada e um limite de velocidade apropriado já estiver definido, a “velocidade do percentil 85” deve estar bem no local.

A “velocidade do 85º percentil” é aquela na qual 85% de todo o tráfego tende a viajar a uma velocidade específica ou abaixo de uma determinada velocidade no ponto estudado em uma estrada.

Os engenheiros também terão uma visão da taxa histórica de colisões na estrada. Isso é então comparado à taxa geral da localidade.

Estes tendem a ser calculados como um número de acidentes por milhão de milhas percorridas, mas outras métricas também são usadas.

Com todas essas informações coletadas e analisadas, o engenheiro de tráfego fará uma recomendação. Geralmente, eles fazem uma das três recomendações, dependendo do resultado do estudo:

Se as taxas de colisão na estrada forem altas e a “velocidade do percentil 85” estiver próxima da existente, o engenheiro geralmente recomenda uma redução no limite de velocidade.
Se a taxa de colisão for alta, mas a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade atual, o engenheiro tenderá a manter a existente, mas aumentará a aplicação da lei.
Se as taxas de colisão forem baixas e a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade existente, o engenheiro poderá recomendar o aumento do limite de velocidade.

Quais são os 3 tipos de limites de velocidade?

Nos Estados Unidos, existem 3 conjuntos ou tipos de limite de velocidade que você deve conhecer. De acordo com bigdawglaw.com, eles são os seguintes: –

Limite de velocidade absoluto – O limite de velocidade absoluto é o limite de velocidade publicado em uma área. Você ultrapassa o limite de velocidade absoluta se ultrapassar a velocidade registrada em qualquer valor.
Limite de velocidade presumido – O limite de velocidade presumido não é tão simples. Se um oficial acredita que você quebrou o limite de velocidade presumido, ele ou ela acredita que sua velocidade não se adequava às condições da época.
Limite básico de velocidade – Quando surge um problema envolvendo o limite básico de velocidade, significa que um policial acredita que sua velocidade de condução não era segura, mesmo que estivesse igual ou abaixo do limite estabelecido. Nesse caso, o oficial precisaria provar que sua velocidade apresentava um problema de segurança.

Qual é o limite de velocidade quando não há limite lançado?

Em muitos países do mundo, existem limites de velocidade nacionais para certos tipos de estradas. Esse é o caso mesmo se não houver limites de velocidade lançados reais presentes.

No Reino Unido, por exemplo, os limites nacionais de velocidade são os seguintes:

Áreas residenciais – Os limites de velocidade, se não houver sinais, são definidos para 48km/h (30 mph). A presença de lampiões e casas, é claro, é uma boa indicação desse limite. Em algumas circunstâncias, o limite de velocidade pode ser de 32 km/h (20 mph), mas isso deve ser claramente indicado.
Estradas-A: As estradas-A são as principais vias rápidas, simples ou duplas. Se a estrada for de pista única, o limite nacional de velocidade será de 97 km/h (60 mph).
Auto-estradas: O limite de velocidade nas auto-estradas também é de 113 km/h (70 mph). Novamente, algumas rodovias, ou certos trechos de rodovia, podem ter limites de velocidade mais baixos, mas isso será claramente sinalizado.

Mas esses limites variam amplamente em todo o mundo.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Volkswagen cria animação para se despedir do Fusca

Ao som de uma versão do coral Pro MusicaYouth Chorus para “Let It Be”, dos Beatles, a Volkswagen se despede do Fusca, icônico automóvel da empresa que se aposenta após 70 anos.

Para essa homenagem final, a Volks optou por uma animação que retrata todas as décadas vividas pelo carro, além das mudanças culturais impregnadas nessa passagem de tempo e sua influência na cultura pop.

Referências de pessoas famosas como Andy Warhol, Kevin Bacon e Andy Cohen aparecem no vídeo.

A escolha da trilha sonora também tem seu significado especial, já que uma das aparições mais memoráveis do Fusca na cultura pop é na capa do álbum “Abbey Road”.

*Por Soraia Alves

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*Fonte: B9

Cinema: Ford vs Ferrari

Então chegou o tal do sábado, dia oficial de pegar a estrada de moto. A previsão do tempo indicava possibilidade de chuva, aliás a semana todo ouvi falar de que isso iria acontecer. Então tá! Mas o dia apareceu firme, pude dar as minhas voltas pela manhã, resolver alguns compromissos e depois do almoço estava liberado. Uma rápida procura na internet e já tinha o meu roteiro. Ir até Santa Cruz do Sul para assistir no cinema, na telona, o filme “Ford vs Ferrari”. Há muito tempo estou ansioso por assisti-lo! Chegou a hora.

Curto muito esses carros antigos e clássicos de corrida. Me preparei apenas com uma jaqueta de chuva, no mais tudo normal para um rolê de costume. Viajem curta mas focada no objetivo do cinema. Na ida tudo tranquilo, o céu meio que deu uma nublada, deu pinta de que começaria a chover antes de eu chegar lá. No caminho um pingo e outro mas nada que configurasse uma chuva.  Se eu conseguisse chegar antes da chuva estava tudo certo, a volta depois não seria um grande problema – “pior se molhar na ida do que na volta”.

Daí me acontece uma coisa totalmente inusitada, compro o ingresso e quando entrego ao porteiro ele me diz que provavelmente serei o único a assistir ao filme naquele horário. Dito e feito, as luzes se apagam, fecham as portas e dentro da sala somente eu para assistir…rsrsrsrsrsrs

Já fui em filmes com bem poucas pessoas na sala, também me lembro de uma vez em que me devolveram a grana do ingresso, porque disseram que para o filme passar deveriam ter no mínimo 7 pessoas para assistir – na ocasião não tinha nem isso, acho que éramos ao todo umas 5 pessoas.

Bem, o filme é bom, ao menos para mim que curte essa temática de filmes com um viés de história real e que envolva algo que me soe interessante. No caso aqui estava curioso mesmo era para sacar qual era a do Sr. Shelby, até porque tenho há muitos ano uma miniatura de um de seus carros – um Shelby Cobra. Outra coisa interessante e pela qual eu estava curioso era para ver a dinâmica do personagem do Carroll Shelby, sempre fui curioso sobre esse cara e seus carros. Mas a grata surpresa acabou sendo conhecer a história do piloto Ken Milles. E melhor ainda, sem dúvida alguma, a mulher do Ken, Mollie Miles, se foi assim mesmo – que personalidade! Sem falar que a atriz que a interpretou é muito linda – Caitriona Balfe.

Depois do filme, um rolê pela cidade, o céu estava já ficando meio fechado, cara de nublado, resolvi então vir a mais rápido possível para casa e escapar da chuva prometida no caminho. Viagem tranquila e somente senti alguns pingos no capacete quando já chegava no trevo de minha cidade. Enfim, um passeio curto de moto dessa vez, mas bastante pelo filme!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Introducing The Tesla Triangulator

Animado com o Tesla Cybertruck? Bem, e se você pudesse fazer MAIS com seus sonhos cibernéticos. E se você pudesse livrar esses polígonos desagradáveis para sempre e viver uma vida agradável e simples. Elon Musk pode fornecer uma viagem de baixo poli, mas perguntamos: Por que parar por aí?

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*Fonte: laughingsquid

O DeLorean flutuante inspirado em De Volta para o Futuro II

Este é o DeLorean flutuante, inspirado no modelo do famoso carro do filme De Volta para o Futuro II. Com certeza fica na lista de qualquer geek para presentes ou sonhos de consumo!

Ele flutua de forma magnética em sua base, o que permite ele girar e também tem muitos detalhes que são revelados com mais de 10 luzes LED que se acendem.

A brincadeira, no entanto, não sai nada barata. Custa nada menos do que US$ 450 na Amazon gringa. Levando em conta a cotação atual do dólar, o preço vai até as estrelas. De qualquer forma, não deixa de ser legal.

*Por Flavio Croffi

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*Fonte: geekness

 

Garota de 14 anos inventa tecnologia que remove ponto cego de motoristas

Quem dirige sabe que o ponto cego de todo carro atrapalha bastante. Mais do que isso, causa milhares de acidentes a cada ano.

Agora, no entanto, tal ponto cego pode se tornar evitável: uma garota de 14 anos (não, você não leu errado) inventou uma tecnologia que efetivamente o remove dos veículos.

A ideia de Alaina Gassler funciona da seguinte maneira: uma câmera é colocada atrás do pilar que causa o ponto cego. Esta câmera envia um vídeo para um projetor, que por sua vez projeta a imagem no próprio pilar, essencialmente tornando-o invisível e deixando o motorista enxergar através dele.

Para melhorar ainda mais a situação, Alaina só usou materiais facilmente acessíveis para criar essa tecnologia, como uma webcam, um projetor e materiais impressos em 3D.

Premiada

No início desta semana, Alaina, que mora em West Grove, no estado americano da Pensilvânia, apresentou sua invenção no concurso Broadcom MASTERS (sigla para “Math, Applied Science, Technology, and Engineering for Rising Stars”, ou “Matemática, Ciências Aplicadas, Tecnologia e Engenharia para Estrelas em Ascensão”) para alunos do ensino médio oferecido pela organização sem fins lucrativos Society for Science and the Public.

Além disso, ela venceu uma competição nacional em primeiro lugar por sua criação, levando para casa o Prêmio Samueli Foundation de US$ 25.000 em homenagem à excelência geral em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte: hypescience

É por isso que ficamos com sono nos carros

Você já viu isso antes. Você começa um passeio de carro no fim de semana e, antes mesmo de perceber, está cochilando, dormindo profundamente.

Carros de fato, ou melhor, passeios de carro, têm o hábito de nos deixar sonolentos. Mas por que? Existe alguma razão biológica ou é puramente psicológica?

O programa científico do YouTube, SciShow, está aqui para explicar exatamente o porquê. No seu habitual estilo otimista e bem ilustrado, eles passam pelas razões lógicas pelas quais adormecemos nos carros.

Curiosamente, o termo para essa condição é chamado de carcolepsia. Mas a verdade é que não sabemos exatamente por que isso acontece.

Alguns especulam que é o barulho, outros a vibração. Estudos foram feitos sobre o assunto, mas até agora nada foi conclusivo.

Scishow explora esses estudos e compartilha seus dados conosco. Veja:

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*Fonte: engenhariae

Como as pessoas tiram habilitação em alguns países?

Tirar a carteira de habilitação é um dos momentos mais marcantes da vida adulta. Dificilmente alguém esquecerá esse episódio. As cansativas aulas teóricas, o nervosismo em passar na prova prática, o significativo valor desembolsado. Sim, por aqui, tirar a CNH é um processo cada vez mais complicado. Mas e em outros países, como isso funciona?

Estados Unidos
Idade mínima: 16 anos
Aulas práticas não são obrigatórias
Tempo estimado para tirar a habilitação: 1 – 12 meses

A referência mais próxima que muitos têm disso são as aulas de direção feitas por adolescentes em filmes americanos. Entretanto, a verdade é que o processo não se resume a isso. Há dois anos morando por lá, Ana Caroline Costa, de 25 anos, esclarece que apesar da facilidade, o processo é bem diferente do que temos aqui.

“Nos EUA, cada estado funciona de um jeito. Em Nova Iorque por exemplo, onde moro, você precisa ir até o escritório do departamento de direção (DMV) com toda a documentação necessária e fazer o teste teórico – geralmente são entre 30 e 40 questões. Se passar, você recebe a licença provisória, que pode ter duração de até um ano. Com ela, pode dirigir pela cidade com alguém maior de 21 anos habilitado ao seu lado. Isso até se sentir preparado para fazer a prova prática, que enfim lhe dará a habilitação definitiva”, explica.

Nos Estados Unidos, os processos não funcionam por meio de autoescolas. Por isso as aulas práticas não são obrigatórias. Muitos aprendem a dirigir com seus pais ou amigos. Principalmente porque os cursos particulares são, em sua maior parte, caros.

Espanha
Idade mínima: 18 anos
São necessárias aulas práticas em autoescolas
Tempo estimado para tirar a habilitação: 6 – 7 meses

A Espanha é um dos países que possui um processo de habilitação bem parecido com o do Brasil. Elis Moreno, de 34 anos, percebeu isso quando mudou-se para lá há 3 anos. Apesar das semelhanças, ela sentiu bastante dificuldade em encontrar informações úteis sobre o procedimento. Apesar disso, sentiu que poderia ajudar outras pessoas divulgando o que encontrasse. Aí nascia o canal Um Belo Dia Resolvi Mudar. “No meu caso, apenas precisei trocar minha carta pela espanhola. Mas pesquisando e conversando com outras pessoas sobre, percebi que ambos possuem a mesma estrutura”.

De acordo com ela, o processo de habilitação no país consiste em um exame psicotécnico (realizado no Centro Oficial de Reconhecimento de Condutores), uma prova teórica e outra prova prática. No caso da prova teórica, ela geralmente é realizada no departamento de trânsito da cidade, sendo composta por aproximadamente trinta perguntas.

A preparação para esse teste ocorre em diferentes autoescolas do país, onde, assim como no Brasil, cobram um valor X pelo pacote preparação exame teórico + aulas práticas. Essas aulas começam assim que o aluno é aprovado na prova teórica. Quando se sentir preparado, basta realizar o exame prático.

Argentina
Idade mínima: 17 anos (com a autorização dos pais)
Aulas práticas não são obrigatórias
Tempo estimado para tirar a habilitação: 1 – 30 dias

No caso da Argentina, apesar da proximidade com o Brasil, o processo funciona de maneira bem mais simples. Para entender mais a fundo, a Adriana Rodrigues, responsável pela página Brasileiros na Argentina, conta como tudo funciona: “A Argentina é um país federalista como o Brasil. Ou seja, apesar de haver legislações nacionais, cada província pode criar suas próprias leis em determinados âmbitos. Contudo, na prática, os requisitos costumam ser bem parecidos”.

O primeiro passo para tirar a sua habilitação é marcar os exames básicos (visão, psicológico, auditivo, médico) e a prova teórica. “Para a prova, é necessário realizar o curso teórico obrigatório. Mas não se assuste, o curso não é longo como os do Brasil e você pode assistir às aulas gratuitamente ou em autoescolas habilitadas (pagando uma taxa)”, explica.

No total, são seis horas de aula. Assim que as tiver concluído, pode realizar a prova teórica que terá questões de múltipla escolha. Outra diferença é que lá as aulas práticas não são obrigatórias. Você pode aprender a dirigir com qualquer adulto habilitado ou, se preferir, pagar para ter aulas com um profissional em alguma autoescola.

Quando se sentir preparado, basta realizar a prova prática. Na Argentina, elas são feitas em circuitos especialmente criados para isso, e você tem duas opções: levar um carro ou alugar um na hora. Quando receber a carteira, vai ganhar também um papel ou adesivo com a letra “P”, que deve ser mantido em lugar visível no carro para indicar que é um motorista principiante.

Austrália
Idade mínima: 16 anos
Aulas práticas não são obrigatórias
Tempo estimado para tirar a habilitação: 5 anos

Esse talvez seja um dos processos mais longos e complicados para habilitação. Quem explica como tudo funciona é o brasileiro Sidnei Moraes, que já mora há três anos na terra do canguru. “Para pegar a carteira definitiva, você leva em média uns 5 anos. Mas isso não quer dizer que não vai poder dirigir até tirá-la”.

Uma vez que a pessoa passa no Driver Knowledge Test, uma prova teórica sobre as regras de trânsito, ela pode pegar a sua Learner’s Permit, uma carteira que dará a permissão de aprendiz ao motorista. Com ela, a pessoa poderá aprender a dirigir pelas ruas desde que esteja acompanhada de um adulto com carteira definitiva. Sua validade é de 5 anos, mas o tempo mínimo para permanecer com ela é de 12 meses.

Quando se sentir preparado, o futuro motorista poderá fazer o teste de direção. Se passar, pegará a carta provisória 1 (P1). Com ela, já poderá dirigir sozinho, mas com algumas limitações. Por exemplo: limite de álcool 0, não pode dirigir com mais de 1 passageiro menor de 21 anos (que não seja familiar imediato) entre 11 da noite e 5 da manhã etc. A pessoa deve ficar nessa categoria por pelo menos um ano, e sua validade é de 18 meses.

Após o período de um ano, o motorista poderá fazer um novo teste para adquirir a sua P2, que o submete a regras mais leves. Ele deverá ficar com ela por pelo menos 2 anos, sendo válida por 30 meses. É a partir dela que o motorista poderá fazer o Driver Qualification Test (DQT), um exame que enfim o qualificará para obter a sua carteira definitiva. Uma curiosidade é que a cada etapa, a pessoa recebe um adesivo que deverá ser posto na placa do carro. O objetivo: informar o seu estágio no processo.

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*Fonte: balconistasa

O combustível desse carro é água salgada

Pouco a pouco, as pessoas estão se conscientizando da importância de cuidar do meio ambiente, razão pela qual várias iniciativas foram lançadas para reduzir a quantidade de lixo e poluentes que são emitidos.

Carros são um dos vilões do meio ambiente por emitir muito ar poluído. Tudo isso pode se tornar um problema de grandes proporções, esta foi uma das razões por que os carros elétricos estão ganhando espaço cada vez mais, mesmo ainda sendo mais caro ter um carro assim.

No entanto, nem tudo parece perdido porque a empresa suíça NanoFlowcell introduziu QUANTINO, um carro que funciona com água salgada, em vez de gasolina ou baterias elétricas.

Este carro, ao contrário dos carros elétricos convencionais, usa baterias iônicas chamadas bi-ION, cuja operação é baseada em água salgada.

Seu inventor, Nunzio La Vecchia, garantiu que este carro terá um ótimo desempenho, mesmo assegurando que QUANTINO pode atingir até mil quilômetros de autonomia.

A marca suíça trabalhou neste projeto desde 2014 e este carro é o resultado de anos de pesquisa. As baterias do carro oferecem até dez mil horas de operação com uma geração de 108 cavalos de potência e uma velocidade de até 200 quilômetros por hora.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Nunca mais sofra com o problema de um pneu furado

A Michelin, em parceria com a General Motors (GM), revelou o protótipo do Uptis, um pneu sem ar que será testado em um veículo comercial em breve.

Essa não é a primeira vez que uma tecnologia semelhante é desenvolvida, mas as opções anteriores tendiam a funcionar apenas em velocidades baixas.

O novo pneu, cuja camada do meio é feita uma mistura composta de borracha e fibra de vidro embebida em resina, permite que o carro opere em velocidades de estrada.

Não é tão visualmente atraente quanto pneus convencionais, mas a Michelin afirma que é tão confortável quanto.

E muito mais barato, seguro e ambientalmente viável

O Uptis deve ter benefícios financeiros e de segurança imediatos. Embora não seja completamente invulnerável, pneus furados e desgaste irregular se tornarão coisas do passado.

Os pneus furados têm sido a maior praga enfrentada pelos motoristas. Em 2016, uma pesquisa conduzida pela Associação Automobilística Americana estimou que assistiu 450.000 motoristas com reparos. Perda de pressão ou simplesmente passar por cima de um objeto perfurante pode estourar um pneu, causando atrasos e acidentes.

Além disso, as empresas acreditam que o Uptis é capaz de durar mais do que um pneu normal, porque não pode ser desgastado por estar pouco ou mais inflado do que o necessário.

A tecnologia sem ar ainda elimina a necessidade de um pneu sobressalente (estepe), que acrescenta peso e diminui a economia de combustível.

Por fim, torna a produção de pneus mais eficiente. Sua existência deve reduzir o número de pneus jogados fora devido a danos – segundo a Michelin, 200 milhões de pneus são descartados a cada ano.

Já é realidade

A GM começará a testar o Uptis em Michigan, nos EUA, no final de 2019 em uma frota de carros elétricos Chevrolet Bolt.

Se tudo correr bem, a versão final deve chegar a produção regular de carros em 2024. A montadora não indicou se e quais modelos específicos usarão os novos pneus.

Também ainda não está claro se a Michelin venderia os pneus separadamente ou se os veículos precisariam de algum tipo de chassi modificado para portá-los. [Engadget, MF]

*Por Natasha Romanzoti

 

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*Fonte: hypescience

Fotógrafo de renome mundial registra a desintegração de um Audi R8

Fabian Oefner é um fotógrafo de renome mundial que faz arte colorida, aproveitando as propriedades científicas. Ele pretende chamar a atenção para a beleza do mundo natural.

Neste vídeo exclusivo, Oefner traz sua arte para um Audi R8. Este vídeo é uma tentativa de redefinir a realidade.

Oefner descreve como ele começou a trabalhar na série em desintegração com o motivo de um carro antigo que está caindo aos pedaços. Seu verdadeiro desejo era fazê-lo com carros reais e não apenas modelos.

Quando a Audi foi até ele com este projeto único, foi realmente o que ele queria fazer. O que ele fez para esse projeto foi fazer com que os mecânicos desmontassem todas as peças e, em seguida, gravassem cada uma individualmente em um fundo preto.

A beleza desse projeto é que a equipe conseguiu olhar para dentro de peças que até os mecânicos nunca tinham visto. Oefner aproveitou a oportunidade para compartilhar como é importante fazer uma pausa na vida para ver o que realmente existe.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae