Golpes com Pix explodem em 2 meses: veja principais dicas para escapar

O Pix, que existe desde novembro de 2021, precisou de pouco tempo para cair na graça dos brasileiros. A possibilidade de informar apenas CPF, telefone ou e-mail para fazer uma transferência gratuita, afinal, torna tudo mais simples. Em abril deste ano, eram 438,4 milhões de chaves ativas no país. Mas, assim como a popularidade, o número de golpes cresceu de formar relevante.

A empresa de cibersegurança PSafe divulgou, na última quarta-feira (22) que o número de tentativas do chamado “golpe do Pix” aumentou mais de 350% nos meses de abril e maio — se comparado ao bimestre fevereiro/março deste ano. Isso equivale a quase sete mil tentativas por dia, mais de 280 por hora e quatro por minuto, isso somente em abril e maio.

Abaixo, listamos alguns dos principais golpes — e damos dicas de como se proteger.

WhatsApp Clonado

Neste golpe, o criminoso entra em contato a vítima se passando por uma empresa. Então, pede que que o usuário digite um código, que serviria, na teoria, para confirmar, atualizar ou autenticar algum cadastro.

O problema é que esse código é uma passagem para a clonagem do WhatsApp e sequestro do perfil. Se o usuário não ativar a autenticação em duas etapas, o golpista consegue instalar a conta em outro aparelho.

A partir daí, o criminoso aciona os contatos da vítima e pede ajuda financeira, principalmente transferência por Pix, normalmente para contatos que você conversa com mais frequência.

Para fugir desse golpe, uma boa ideia é habilitar no seu aplicativo a autenticação de dois fatores — acessível no menu “Configurações” do zap. Trata-se de um procedimento simples, mas que pode ser decisivo em situações do tipo.

Atendimento bancário falso

O golpista se passa por um atendente de banco e induz a vítima a criar uma chave Pix. Para efetivar o cadastro, eles pedem para fazer um teste e a vítima acaba transferindo um valor para o criminoso.

Nunca forneça seus dados ou faça operações bancárias em ligações. Funcionários de instituições bancárias nunca solicitam a confirmação ou cadastro de dados pessoais em conversas telefônicas.

Bug do Pix

Esse golpe começa com a divulgação de notícias falsas, espalhando a informação que existe uma falha no Pix e os consumidores ganharam um prêmio caso façam uma transferência.

O sistema criado pelo Banco Central é seguro e sem falhas. Então desconfie de qualquer anúncio de dinheiro fácil. No Instagram e outras redes sociais, anúncios do tipo têm ficado cada vez mais comuns. Se parecer fácil demais, desconfie.

QR Code falso

Uma das formas de fazer pagamentos por Pix é via QR Code. Atualmente, é comum vermos QR Code para transferências em lives que arrecadam dinheiro para artistas ou instituições, por exemplo.

Certos golpistas fazem o download desses vídeos e criam uma nova transmissão, com um QR Code falso, divulgam o vídeo e o dinheiro vai direito para a conta do criminoso.

Ao fazer doações, transferências e pagamentos por Pix, via QR Code, fique atento a origem do código. Desconfie dos valores e da origem da solicitação. Na dúvida, não complete a operação.

Urubu do Pix

O golpe funciona da seguinte maneira: uma página de memes do Twitter ou Instagram, com milhares de seguidores posta uma oferta atraente: ao enviar uma quantia de dinheiro via Pix para um corretor desconhecido, o valor será multiplicado e devolvido em minutos. Um simples depósito de R$ 30 pode garantir R$ 300 em poucos segundos, diz o golpe.

Para uma cara mais realista, os golpistas colocam depoimentos de pessoas que supostamente saíram no lucro. Mas, ao receber a quantia o atendente não responde mais e logo bloqueia o contato — e quem caiu, fica de mãos abanando.

De novo, vale a dica: desconfie de qualquer proposta que prometa dinheiro fácil e evite fazer transferências por WhatsApp.

Principais dicas para não cair no golpe do Pix

Antes de fazer qualquer transferência, certifique-se da identidade do recebedor;

Atenção no momento de clicar em “confirmar” no aplicativo;

Se ainda não estiver habituado com o Pix, peça ajuda a alguém que sabe como fazer;

Não clique em links recebidos por e-mail, mensagens de SMS, WhatsApp, redes sociais que direcionam a cadastros de chaves Pix;

Antes de fazer uma transferência confirme por ligação o pedido de transferência, o WhatsApp pode estar clonado

*Por Nubia da Cruz
……………………………………………………..
*Fonte: gizmodo

6 apps populares que fazem a bateria do seu celular acabar mais rápido

Descubra quais os aplicativos que são os grandes ‘vilões’ do consumo de bateria em celulares com sistemas Android e iOS; confira as dicas para melhorar o problema

A duração da bateria de celulares Android e iPhone (iOS) é um grande problema para usuários, ainda mais quando alguns apps muito usados podem demandar mais dela. O desgaste dos dispositivos ocorre de forma natural, já que os ciclos de carga e descarga diminuem a capacidade do equipamento ao longo do tempo. Porém, certas ações podem acelerar o descarregamento dos smartphones, como manter aplicativos abertos em segundo plano. Por isso, veja, a seguir, seis apps que consomem muita carga e como resolver isso.

1. Facebook
O Facebook, rede social da Meta, é um dos aplicativos que mais gastam a bateria do celular. Isso porque a plataforma opera em segundo plano de várias maneiras, como para conectar acessos de outras redes sociais, como o Messenger e o Instagram; para realizar atualizações, sincronizações de contatos e até mesmo o uso de dados móveis. Assim, ainda que o usuário não perceba, o app realiza uma série de atividades, o que pode culminar em uma queda de bateria.

A boa notícia é que o problema pode ser resolvido sem muito esforço, já que basta colocar um limite de uso para o aplicativo nas configurações internas do smartphone. Além disso, também é possível definir que o serviço não atue em segundo plano e não emita notificações, o que vai diminuir significativamente o consumo do smartphone.

2. Google Maps
O aplicativo de mapas do Google exige muito do celular para poder funcionar corretamente, já que precisa usar dados móveis e o acesso à localização constantemente — funções que gastam bastante a bateria do celular. Isso acontece pois a plataforma precisa de atualizações em tempo real para poder fornecer informações, o que inclui a necessidade de conexão com satélites e a realização de triangulação entre antenas, por exemplo, tecnologias que demandam uma alta operação do aparelho.

Nesse sentido, para garantir que o app continue a funcionar normalmente, mas ainda de modo a preservar sua bateria, uma alternativa é restringir o acesso à localização para “durante o uso do app”. Assim, o serviço só irá realizar os processos quando for realmente necessário.

3. WhatsApp
Não é surpresa que o mensageiro WhatsApp esteja na lista, afinal, ele é um app de uso constante. A plataforma já naturalmente demanda muito da bateria para realizar o envio de mensagens em texto e áudio, ou mesmo chamadas de voz e vídeo. Porém, esse consumo fica ainda maior se o usuário recebe ou envia mídias com frequência, como vídeos, imagens, documentos e figurinhas animadas. Vale lembrar que esses arquivos também podem diminuir o espaço da memória.

Além disso, o WhatsApp possui outros recursos que podem reduzir a carga dos dispositivos mesmo ao não fazer uso direto, como através das notificações. Além de texto, os alertas acompanham sons e vibrações, que também contribuem para a diminuição da bateria. Para mitigar o problema, uma das saídas é fazer uma limpeza de chats a cada semana e desativar notificações.

4. Instagram
O Instagram também pode consumir grande parte da carga devido ao uso contínuo e também pelo fato de que muitos usuários o mantém aberto em segundo plano. Além disso, ao ativar o serviço de localização da rede, ela estará sempre atualizando sua posição e consumindo recursos.

Dessa forma, para diminuir o problema, vá até às configurações do aplicativo e desative o acesso à localização. Além disso, é importante ter atenção de sempre fechar o aplicativo quando ele não estiver em uso.

5. Tinder
Os aplicativos de namoro também não ficam para trás quando o assunto é consumo de energia em celulares iPhone e Android. Além da utilização por si só, o Tinder prejudica a bateria por executar diversas tarefas em segundo plano, além de acessar recursos como galeria de fotos, câmera, localização e outros. Novamente, uma das formas de diminuir o problema é verificar as permissões de acesso às ferramentas do smartphone e alterá-las para funcionarem somente durante o uso do app.

6. TikTok
O aplicativo de vídeos curtos disponível para celulares Android e iPhone (iOS) pode ser viciante, o que por só só já justificaria o alto consumo de bateria. Mas, além dos grandes períodos de utilização da plataforma, o acesso à galeria, à câmera, ao microfone e à caixa de som podem ser os principais causadores da queda de carga. Vale lembrar que as principais funcionalidades do app também necessitam de recursos que demandam alta operação do smartphone, como a gravação de vídeos e o uso de dados móveis.

Uma das alternativas, além da verificação de permissões, pode ser habilitar o uso de internet para o app somente quando for utilizá-lo. Ainda, limpar o cache do serviço nas configurações do celular, também pode ser uma solução.

Dicas para diminuir o consumo de bateria em seu celular
A grande utilidade desses apps no dia a dia torna complicada a desinstalação. Contudo, algumas dicas podem ser usadas para diminuir os efeitos negativos das plataformas. A primeira delas é saber exatamente quais os apps que consomem mais energia no celular. Para isso, vá até as configurações. No iOS, selecione “Bateria”. Já no Android, vá em “Bateria” e em “Uso da bateria”. Assim, você saberá quais apps gastaram mais energia desde a última carga.

Também é possível ativar recursos que irão economizar energia quando a bateria estiver acabando. No iPhone, essa função é chamada de “Modo de baixo consumo” e pode ser ativada em Definições > Bateria. Já no Android, basta ir até Configurações > Bateria para encontrar a opção “Economia de bateria”.

Outras dicas para diminuir o consumo de bateria podem ser diminuir o brilho da tela e usar o modo escuro sempre que possível. Além disso, desligue a internet ou ative o modo avião quando for passar um tempo desconectado para limitar a atividade em segundo plano.

Como checar a saúde de sua bateria no Android e no Iphone?
Tomar todas as precauções para economizar energia pode não ser tão efetivo se a saúde de sua bateria já estiver deteriorada, ou seja, cada vez mais longe dos 100%. Nos celulares Android, não há uma forma nativa de analisar a saúde da bateria, mas, de maneira geral, o usuário pode acessar algumas informações básicas para checar a bateria do dispositivo.

Para isso, vá até “Configurações”, toque em “bateria”, acesse o menu de três pontos na parte superior direita e selecione “Uso da bateria”. Assim, será possível ver quais aplicativos exigiram mais da bateria desde o último ciclo completo de carga. Ainda, no menu seguinte, representado pelos três pontinhos, o usuário vai encontrar a opção “Mostrar o uso completo do dispositivo”, em que outros recursos serão incluídos na análise, como os processos do sistema operacional e a própria tela.

Também é possível verificar a saúde da bateria do Android com o aplicativo AccuBattery, disponível na Google Play Store. Ele é capaz de contar os ciclos da bateria, o que inclui as cargas e descargas ao longo do tempo, mesmo que não sejam totais. Para começar a utilizar, é necessário carregar o aparelho até 80%, o total recomendado pela aplicação para aumentar a vida útil. Para ter acesso aos dados, basta ir até a a aba “Saúde”.

Já nos celulares iPhone, o processo é bem mais fácil. Basta abrir os “Ajustes”, ir até “Bateria” e, depois, em “Saúde da bateria”. Lá, serão exibidos os dados sobre capacidade, desempenho e se é necessário algum tipo de manutenção. Na mesma aba também é possível encontrar funções de análise de consumo, como gráficos de uso da bateria, atividade de aplicativos, atividade com tela ligada e desligada, entre outros.

*Por Julio Cesar Gonsalves
………………………………………………………………
*Fonte: techtudo

WhatsApp clonado: o que fazer, como resolver e aumentar a segurança

O WhatsApp se tornou um prato cheio para tentativas de golpes virtuais. Só em 2020, o Brasil registrou mais de 5 milhões de contas clonadas do app. Em posse dos perfis, os golpistas pedem dinheiro para os contatos se fingindo passar pela vítima da clonagem.

Como saber se aconteceu com você? E como agir se você for vítima? Confira a seguir algumas dicas reunidas por Tilt para evitar se tornar cair em armadilhas e aumentar a segurança no aplicativo.

Como saber se minha conta no WhatsApp foi clonada?
O WhatsApp tem algumas configurações para aumentar a segurança (como colocar senha e desbloqueio com biometria), mas a plataforma não está isenta de tentativas de fraude.

Caso alguém consiga entrar na sua conta por outro aparelho, você perderá o acesso no seu dispositivo. Isso já é um sinal de alerta de possível clonagem.

Se algo assim ocorrer, você receberá a seguinte mensagem ao abrir o aplicativo: “Não foi possível verificar este telefone. Provavelmente, porque você registrou seu número de telefone no WhatsApp em outro aparelho.”

Se você continua com acesso ao seu perfil e acredita que alguém está utilizando sua conta na versão do WhatsApp para computador (web ou desktop), existe um jeito também para verificar quais equipamentos estão conectados.

No Android:

Abra o app e clique nos três pontinhos no canto superior da tela;
Selecione a opção “WhatsApp Web”;
Veja os itens que estão conectados e, caso não reconheça algum, desconecte-o.

No iOS:
Clique em “Configurações” na sua conta no WhatsApp;
Vá no item “Aparelhos conectados” e confira se existem conexões que você não reconhece;
Clique em cima de cada item e selecione “Desconectar” se achar necessário.

Meu WhatsApp foi clonado: o que fazer?
Tente imediatamente cadastrar de novo a sua conta do WhatsApp em um celular (no seu ou em um aparelho que possa pedir emprestado e que seja de alguém de confiança) — siga o passo a passo detalhado na resposta da pergunta abaixo

Avise seus conhecidos o mais rápido possível que você perdeu acesso ao seu número — muita gente costuma fazer isso pelas redes sociais. Assim, você ajuda a evitar a sequência do golpe, que é, por exemplo, pedir dinheiro usando seu nome.

Como recuperar o WhatsApp clonado?
Insira o número de telefone associado ao seu perfil do WhatsApp em um aparelho e aguarde o recebimento do código de seis dígitos que o app enviará por SMS para o seu celular. Ele é código de autenticação que serve para liberar o acesso da conta apenas a quem possuí-lo

Assim que você digitar essa combinação, a conexão do golpista será desconectada. Nunca compartilhe esse código de registro do WhatsApp com outras pessoas.

Se a confirmação em duas etapas estiver habilitada na sua conta, será necessário informar ainda PIN, uma senha numérica com seis dígitos. Se você não se lembrar ou não souber, vai ser preciso aguardar sete dias para usar o serviço novamente, mas o criminoso já estará sem acesso à sua conta.

Fiz tudo isso, mas não consegui recuperar a minha conta. E agora?
Se não for possível reconectar o número ao aplicativo após a clonagem, entre em contato com o suporte do WhatsApp pelo site oficial explicando o que aconteceu.

Forneça as informações necessárias solicitadas na tela e selecione em qual dispositivo você usa o WhatsApp. Insira sua mensagem no campo destinado e clique em “enviar pergunta”.

Você também deve enviar um email para support@whatsapp.com com a seguinte frase no assunto e no corpo do texto: “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta”. Inclua também o seu telefone no formato internacional: +55 (código do Brasil), o DDD de sua área e o número do celular.

Esse processo pode demorar alguns dias. Sua conta será desativada e você terá 30 dias para reativá-la.

WhatsApp foi clonado e agora pede um PIN para reconectar: como resolver?
Isso acontece quando a autenticação de duas etapas está ativada. O criminoso pode ter feito isso após a clonagem, e por isso o PIN é solicitado.

Será necessário entrar em contato com o suporte do WhatsApp para tentar recuperar o seu perfil (siga o passo a passo acima).

Conversas antigas poderão ser acessadas?
O serviço do WhatsApp é protegido com criptografia de ponta a ponta e as mensagens são armazenadas no próprio celular. Se a conta for acessada de outro dispositivo que não o seu, conversas antigas não poderão ser lidas.

Da mesma forma, não será possível saber se o golpista conversou com alguém enquanto usou sua conta.

Como deixar o WhatsApp mais seguro?
Ativar a confirmação de duas etapas com a criação de uma senha extra é uma das maneiras. O PIN é uma combinação composta por seis dígitos e será exigido quando o login for feito em um novo aparelho.

Mesmo que o criminoso tenha acesso ao código de autenticação do WhatsApp) enviado via SMS), ele não conseguirá acessar o seu perfil se não souber essa nova senha.

Além disso, o WhatsApp pode pedir ocasionalmente que você digite o número do PIN enquanto estiver usando o serviço para confirmar que você é você mesmo.

No Android:

Clique nos três pontinhos no canto superior da tela;
Selecione a opção “Configurações”;
Clique em “Conta”;
Aperte “Confirmação em duas etapas”;
Cadastre uma senha numérica com seis dígitos.

No iOS:

Clique em “Configurações”;
Vá até o menu “Conta”;
Selecione a opção “Confirmação em duas etapas”;
Cadastre uma senha numérica com seis dígitos.
Um endereço de email pode ser cadastro para a recuperação do código PIN, caso você o esqueça.

Como evitar a clonagem?
Além de habilitar a confirmação em duas etapas, sempre desconfie de mensagens estranhas e telefonemas com pedidos para enviar um código de seis dígitos recebido por SMS.

Os golpistas costumam ter alto poder de persuasão e usam as mais variadas desculpas como: “você ganhou um prêmio”, “estou fazendo uma pesquisa para o Ministério da Saúde sobre covid-19” e “temos promoções em nossa loja”.

Ao usar o serviço no PC, cuidado com páginas falsas, que vão usar um QR Code falso para acessar sua conta.

Como bloquear uma suspeita de clonagem?
Ao receber uma mensagem suspeita, você pode bloquear o remetente diretamente no WhatsApp. É só clicar no nome do perfil para ver os dados, rolar até o final da tela e acionar “bloquear contato”.

O número pode ainda ser denunciado ao WhatsApp, clicando em “denunciar contato”. Assim, as últimas mensagens serão encaminhadas para o serviço, que poderá desativar a conta suspeita.

Recebi uma mensagem de um número clonado. Como agir?
Se você suspeita que a mensagem veio de um número clonado, tente ligar e falar com a pessoa. Outra opção é fazer contato pelas redes sociais.

Em último caso, peça para a pessoa confirmar algo que só vocês sabem se é verdade ou não, eliminando dúvidas sobre quem está do lado de lá da linha.

*Por Vinícius de Oliveira (Colaboração para Tilt)
………………………………………………………………………………………………..
*Fonte: uoltilt

Veja como carregar seu celular de forma rápida e segura

“Há diferença alguma entre recarregar o celular em uma tomada de 110 ou 220 volts?”
A resposta é não. Isso porque os celulares não trabalham com essa tensão. O que os carregadores fazem é converter os 110 ou 220 volts em corrrente alternada que chegam pela tomada em cerca de 5 volts em corrente contínua, que são adequados para alimentar as baterias dos celulares. E essa tensão de saída é independente da entrada.


“Usar o celular enquanto ele carrega é seguro?”
Sim, embora isso possa aumentar o tempo de recarga já que o aparelho está em uso, com a tela ligada e o processador trabalhando mais, consome mais do que um aparelho em repouso, por exemplo.

“É perigoso viciar a bateria se o celular ficar ligado à tomada durante a noite toda?”
Não. O celular usa um software inteligente para gerenciar o processo de carregamento com base no perfil do usuário, para evitar a redução da vida útil da bateria.


“Usar um carregador mais potente faz diferença?”
Sim, mas “depende”. Um carregador USB básico de 5 Watts entrega uma tensão de 5 volts a 1 ampére, mas um carregador rápido de 20 Watts, por exemplo, entrega 9 volts a 2 ampéres. Ou seja, mais tensão e mais corrente.


“Posso usar um carregador de uma marca para carregar um celular de outra”?
Sim, não há problemas. O que pode acontecer é que em alguns casos os sistemas de carga não sejam compatíveis, é o celular carregar no modo mais lento.


“É verdade que carregadores piratas podem estragar o celular?”

Evite carregadores piratas a todo custo. Eles podem, sim, danificar seu celular e até mesmo te colocar em risco de ferimentos ou morte.

“Carregar o celular no modo avião é mesmo mais rápido”?
Sim, essa é uma dica que funciona de verdade. Isso porque nesse modo os rádios (Bluetooth, Wi-Fi, GPS) são desligados, e eles estão entre os componentes que tem maior consumo de energia em um celular.


“É normal o celular esquentar enquanto carrega?”
Sim. Calor é um “subproduto” da reação química que ocorre dentro das baterias quando elas são carregadas.

*Por Ademilson Ramos
………………………………………………………………………………………
*Fonte: engenhariae

12 sinais de que você se tornou dependente de seu celular

Se o celular é a primeira coisa que você pega pela manhã e a última que você deixa antes de dormir, recomendo seriamente que você leia essa matéria. Muitas pessoas são dependentes e não fazem a menor ideia de que são.

Nomofobia é foi a palavra escolhida para descrever os indivíduos que possuem problemas relacionados ao celular e demais aparelhos eletrônicos: principalmente a questão de ficar sem celular e conectividade. O termo é um “abrasileiramento” do inglês “no mobile phone phobia” e significa, em tradução livre, fobia de ficar sem celular”.

A Nomofobia é algo novo, pois o próprio uso dos celulares é relativamente recente. Entretanto, os rápidos avanços da tecnologia e da internet fizeram com que o uso desse aparelhinho portátil se tornasse cada vez maior e englobasse inúmeras outras funções técnicas e opções de entretenimento.

Assim, para que você possa identificar sinais e sintomas de dependência (ou mesmo do uso abusivo), separamos abaixo algumas características comportamentais de pessoas que não fazem um uso adequado do celular. Lembramos que elas não são critérios diagnósticos, mas podem ser fortes indicativos de que você precisa desacelerar.

1- Você mantém o celular sempre junto com você e confere se recebeu mensagens em curtos intervalos de tempo?

2- Você percebe que essa checagem faz com que você se desconcentre e perca a atenção (e a noção do tempo) que deveria estar destinada a outras atividades como as tarefas do trabalho ou mesmo as atividades escolares?


3- Você leva o celular para a mesa e o consulta enquanto come?


4- Você tira a atenção de uma conversa presencial para olhar o celular?


5- Alguém já te chamou a atenção por causa do uso excessivo de celular?


6- Quando você viaja, a primeira coisa que você tenta descobrir é se há internet no local em que você está?


7- Quando você fica sem conectividade, percebe que sente um aumento de ansiedade, medo e/ou irritabilidade? Surgem pensamentos de que alguém pode te procurar e não encontrar ou mesmo de que você pode precisar de ajuda e não ter como pedir socorro?


8- Você faz uso escondido do celular em locais de uso proibido como cinemas e teatros?


9- Você tem medo de perder informações importantes ou mesmo de ficar desatualizado se não checar o aparelho diversas vezes por dia?


10- Você tem a impressão de que o celular está tocando ou vibrando sem que isso realmente esteja acontecendo?


11- Você já mentiu sobre o tempo que gasta utilizando o celular?


12- Você já tentou gastar menos tempo usando o aparelho, mas não obteve sucesso?

Se você disse sim para várias das perguntas anteriores, precisamos falar um pouco mais sobre dependência

A dependência acontece quando algo que, a princípio gerava prazer, passa a trazer ansiedade e desconforto. Após a introdução das redes sociais e de ferramentas como o What´s app, o uso dos celulares passou a ser ainda maior. Esses serviços, de uso coletivo, nos informam, nos entretém e nos dão a ideia de que pertencemos mais fortemente a grupos. Além disso, eles possuem mecanismos desenvolvidos para nos “gratificar” sempre que os utilizamos. Você já parou para pensar na semelhança entre um rato treinado de laboratório que aperta uma barra e ganha alimento comparando-o com as nossas curtidas nas redes sociais? Pois, se não pensou, deveria pensar porque o que acontece conosco é exatamente o que acontece com os ratos: nós passamos o dia clicando em links, acessando redes, postando informações e checando quantas pessoas reagiram ao que fizemos. Pode ter certeza que você não é a única pessoa do mundo que fica feliz quando alguém curte a sua foto ou te manda uma mensagem nova.

A questão da dependência de celulares, entretanto, é a mesma que acontece com pessoas que desenvolvem problemas com o uso de bebidas alcoólicas, jogos de azar, compram demais ou até comem demais. Ou seja, nada é problema até que uma linha tênue seja ultrapassada e algo que deveria ser útil ou agradável passa a nos escravizar e trazer danos reais a nossa vida. Assim, jogar pode ser uma atividade, desde que a pessoa não se endivide, comprar é uma delícia, desde que a pessoa possa pagar e não se prejudique e um drink no final da noite pode ser libertador, caso a pessoa saiba parar. Entendeu a diferença?
Mas o que fazer?

Toda vez que algo gera sofrimento, desconforto ou prejudica alguma esfera da sua vida, essa coisa merece atenção.

Abaixo listamos algumas dicas para ajudar você a voltar a ter um uso mais saudável do aparelho celular. Entretanto, caso você perceba que não foi o suficiente, lembre-se que existem profissionais especializados (psicólogos e psiquiatras) que podem ajudar.

Vamos as dicas:

– Faça uma tarefa de cada vez. Se vai sentar e trabalhar, coloque o celular no mudo ou o desligue, para que não fique tentado a olhá-lo diversas vezes por causa de uma vibração, toque ou notificação. Eu, particularmente, recomendo o modo avião ou a ativação da função “não perturbe”.

– Durante o dia, onde estiver, se possível desligue as notificações. Você já reparou em quantas notificações inúteis ou desnecessárias você recebe diariamente? Olhe quando você resolver que deve olhar. É você que deve mandar no celular e não o contrário.


– Na hora de dormir lembre-se: desligue o celular. Se você não tiver qualidade de sono nada fluirá bem na sua vida.


– Deixe o celular na bolsa ou longe da mão enquanto fala com seus amigos. A pessoa que está na sua frente, é bom lembrar, merece 100% da sua atenção.


– Mesa de bar, praia, café, barzinho, volante: esqueça o celular! A não ser que realmente seja necessário, separe as coisas e aproveite os momentos.


– Se possível, não use a mesma conta de celular para trabalho e vida pessoal. É importante que você possa desligar o trabalho quando não for hora de trabalho.


– Delete os app´s que você não utiliza. Eles são uma distração e roubam seu tempo sem que você perceba.


– Preencha seu tempo vazio com outras atividades (ou apenas curta o ócio!). Saia, respire, ande, aprenda algo novo. Lembre-se que a vida é aquilo que acontece FORA do celular.

*Por Josie Conti
………………………………………………………………………..
*Fonte: contioutra

Momento de curtir as inúmeras “Lives” que acontecem

Uma coisa bem interessante que está acontecendo durante esse período de quarentena – ao menoss, para mim, é essa quantiodade enorme de “lives” de artistas que também estão trancados em suas casa e assim aproveitam para interagir com os fans. Tenho curtido muito isso. Todas as noites assisto. Já vi de amigos, artistas nacionais e internacionais. Sensacional. Ajuda com um pouco de alegria nesses tempos de “tensão constante no ar”, melhora o astral e a moral do índio velho aqui. Sei que tem live de outros assuntos também, o que sempre muito bom, mas essas de música tem sei lá…. um tempero diferente. Parece que o artista está mais vulnerável mas ao mesmo tempo bem a vontade, na sua casa, tocando e cantando o que der na sua telha e sem aquele compromisso de ser uma coisa super profissional e formal.

Se liga de que com essa parada forçada de grande parte da humanidade, uma quarentena (que nem é de 40 dias), pode ser de algumas semanas como de meses, muitas coisas irão mudar daqui prá frente. Teremos ‘novos pensares” no modo de nos relacionarmos e valorizarmos as pequenas coisas do dia a dia, teremos incontáveis novos belos projetos pessoais – que estão sendo, maquinados aqui e ali nesse exato momento. E sim, principalmente no que se refere a questões políticas e econômicas, que serão reavaliadas por muitas, muitas pessoas. Podes crer…

*Só a lamentar e não podemos esquecer de modo algum…  o número de mortes e de pessoas hospitalizadas com o coronavírus, que infelizmente, é o lado triste e sombrio de tudo isso. Não se trata de férias, não é festa, mas sim reclusão para tentar diminuirmos a propagação do vírus. Tomara que funcione. Creio que em breve dias melhores virão. Tenhamos fé nisso!

Amber Case: “O celular é o novo cigarro: se fico entediada, dou uma olhada nele. Está nos escravizando”

Socióloga norte-americana defende voltar ao básico, aos espaços de reflexão e a “tecnologia tranquila”

Há sete anos alguém disse que a socióloga norte-americana Amber Case (Portland, 1987) vinha do futuro para nos contar em que poderíamos nos transformar se nos deixássemos seduzir, sem reservas, pela tecnologia. Foi depois de uma palestra TEDx que Case, também definida como ciberantropóloga, chamou a atenção para como os humanos estavam deixando coisas importantes demais nas mãos da tecnologia. A capacidade de memorizar, de recordar, de nos comunicarmos, de estabelecer empatia. Na época, o uso do WhatsApp não era tão generalizado, não existia Instagram e tampouco o conceito de branding aplicado aos indivíduos. Hoje, com tudo isso sobre a mesa, ela defende voltar ao básico, aos objetos que duram; buscar espaços de reflexão e a tecnologia tranquila. Só assim, ao nos lembrarmos de quem somos, poderemos voltar a nos conectar com nós mesmos. “A natureza é a melhor designer, temos de voltar a nos inspirar nela para viver”, disse em sua última visita a Madri para a apresentação da nova edição da revista Telos, da qual é capa.

Pergunta. O que estamos fazendo de errado?

Resposta. Quando me levanto pela manhã devo me perguntar se dedico tempo a mim mesma, se posso meditar, desenhar, se escrevo. Mas o fato é que o meu dia a dia está tomado pelas notificações do telefone, do computador. Então, que tempo de reflexão me reservo?

P. E como resolvemos isto?

R. Dando-nos espaços para pensar e vivendo experiências reais. Estamos conscientes da quantidade de alertas que nos cercam? Silencie o telefone, desative as notificações. Ponha o celular no modo avião e decida você mesmo quando quer interagir com ele. Recupere o despertador! Carregue um jornal com você, anote o que você faz, as pessoas com quem cruza, o que lhe chama a atenção. O cérebro sofre com a conexão constante. Faça uma experiência se você não acredita: depois de várias horas navegando, seria capaz de recordar o que viu e como se sentiu?

P. Entendo que a resposta é não…

R. Não, pois é, não fica nada na cabeça. E você se perguntará: mas como pode ser, o que eu estive fazendo durante três horas?

P. A tecnologia está fundindo o nosso cérebro?

R. A tecnologia não é ruim, mas seu uso está nos desconectando e escravizando. Chegamos a olhar o celular entre 1.000 a 2.000 vezes por dia. Temos que começar por redefinir nossa relação com a tecnologia: é uma ferramenta, muito útil, mas tem que nos tornar livres. O celular é o novo cigarro: se fico entediada, dou uma olhada nele. Não mande mensagens vazias de emoção, convide seus amigos para um jantar na sua casa.

P. Você observa alguma reação na sociedade diante dessa hipnose, ou vamos de mal a pior?

R. Sim. Há cada vez mais casos de gente que precisa escapar disto, que explodiu pela depressão, pela ansiedade. Muitos colegas da tecnologia foram morar em fazendas, muitos inclusive as compraram! As pessoas precisam ter a experiência de que estão vivendo algo real. E não é questão de romper com a tecnologia, e sim de usá-la desse jeito. Talvez possamos começar agora e nos poupar de ir parar numa fazenda.

P. Ou num retiro de ioga ou de meditação vipassana, que agora estão na moda…

R. Sim, quando fazemos algum retiro, aí é que nos damos conta de que temos tempo para pensar (e muitas vezes não gostamos do que vemos; nos angustia). Mas deveríamos poder fazer isso diariamente, não condicionar esses espaços a ter dinheiro e poder pagar um retiro de ioga. Vivemos constantemente em atenção parcial, nunca estamos presentes, portanto não temos tempo de reflexão.

P. Os horários de trabalho também não ajudam…

R. A revolução industrial nasceu com esse conceito de que, haja o que houver, você precisa trabalhar mais de 10 horas por dia, mas com os celulares, além disso, você sai e continua trabalhando. Daí a importância de desativar as notificações. Ou por acaso não merecemos ter liberdade? O que somos, robôs sem direitos humanos? Isto é uma loucura, e não deveria ser permitido. A França já limitou.

P. Mas então as empresas poderiam dizer que não somos produtivos, ou diretamente que nós não gostamos de trabalhar…

R. Nem o trabalho nem a eficiência melhoram a qualidade de vida. Ser eficiente deveria ser ter que trabalhar menos. E não só trabalhamos mais, como também não estamos presentes, perdemos a noção do tempo… Mau chefe o que considera que as horas trabalhadas tornam você mais ou menos produtivo. Venderam-nos que a tecnologia nos tornaria a vida mais fácil, mas atualmente trabalhamos muito mais e temos menos tempo de liberdade.

P. E esperamos as férias para ter essa liberdade…

R. O problema das férias, quando se trabalha dessa maneira, é que na desconexão a pessoa encara uma vida que não quer. Repensa sua existência inteira, promete que vai estruturá-la, mas volta para o trabalho e volta a não ter tempo. E o sistema nos exige ser criativos, inovadores, criar o futuro, mas as pessoas, sem espaços nem tempo, sofrem de ansiedade e depressão. É preciso parar, e não só nas férias. Antes conseguíamos, por exemplo, ler um livro, mas cada vez se lê e se retém menos, o cérebro se distrai.

P. A Internet ajuda a nos conectarmos com mais gente, a estarmos menos sozinhos…

R. A sensação de estar conectado é como uma miragem perigosa. Você se sente só, mas sente que faz parte de um coletivo, por isso não dedica tempo a você mesma. E quando finalmente você tem tempo para você… se sente péssima, porque lhe faltam experiências autênticas. Por estarmos conectados com outros o tempo todo, nos esquecemos de que nós também contamos e que merecemos tempo em silêncio, conectando com nós mesmos.

P. Mas as redes ajudam a romper a rotina, a ver outras paisagens, países, restaurantes…

R. Nas redes temos que nos adequar, contar a todo mundo como aparentamos ser felizes. Mas não é autêntico, ninguém se lembra de você quando não publica nas redes sociais. A Internet é como Hollywood: lá, sem filme de sucesso você não existe, e, no meu caso, se eu não publicar não interesso a ninguém. Sinto falta das redes do começo da Internet, com pequenas comunidades com gostos afins, onde você ainda podia ser muito mais autêntico sendo anônimo.

P. Por que você acredita que o anonimato na Internet nos torna mais autênticos? Não seria o contrário?

R. Todos carregamos o peso de precisar ser a personalidade que decidimos construir, e você não pode sair dali, precisa alimentar as suas redes. Não gosto da concentração da Internet que existe. Defendo uma rede mais distribuída, não monopolizada, com relações mais autênticas entre as comunidades. Onde se possa controlar melhor o abuso, porque uma empresa grande não se importa e não vai lhe proteger. E, sobretudo, onde não caibam as notícias falsas.

P. Esse negócio das notícias falsas parece incontrolável a esta altura…

R. Claro, porque os anunciantes se importam com as visitas, mas a coisa mudaria muito se eles levassem em conta a veracidade de uma informação antes de colocar o seu anúncio ali. Se realmente se importassem, não pagariam ao veículo que publica notícias falsas.

P. O que necessitamos para viver de um jeito mais autêntico?

R. Precisamos de mais humanidade nos serviços com relação ao público. E precisamos recuperar o valor das coisas, coisas que durem muito tempo e que sirvam para todos, não só para os jovens com alto poder aquisitivo, pois parece que agora só se fabrica para esse setor. A melhor tecnologia tem que ser a que dure mais e a de melhor qualidade, não a que muda rápido.

P. Ouvindo você falar parecesse que não leva em conta que o sistema foi feito para fabricar, usar e jogar fora…

R. Sim, mas o mercado precisa se repensar, porque os recursos naturais se esgotam. Se procurarmos a qualidade, os preços subirão, mas o que você comprar durará mais. As calm technologies estão dentro desse movimento de parar para viver melhor, mais devagar, de forma mais orgânica, mais natural…

P. A chave está em voltar a viver na natureza?

R. Se levássemos a natureza em conta, se a imitássemos, se nos inspirássemos nela, faríamos melhores criações e seríamos muito mais felizes. Ela é a melhor designer, sempre foi. Neste mundo industrial, estamos muito isolados, mas ainda podemos aprender muito com a tecnologia para melhorar nossa qualidade de vida.

…………………………………………………………………………
*Fonte: elpais

Aprenda a desinfectar seu celular para se proteger do coronavírus

Manter o smartphone limpo pode ser tão importante quanto lavar as mãos

A higiene é uma das medidas de prevenção mais importantes durante uma epidemia como a do coronavírus. Uma das recomendações do Centro de Controle de Doenças dos EUA é lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente após ir ao banheiro, antes de comer e após espirrar ou assoar o nariz.

Outra sugestão importante, e que muitos não estão seguindo, é “limpe e desinfete objetos e superfícies tocados frequentemente usando um spray comum de limpeza doméstica ou pano desinfetante”. E qual uma das superfícies mais tocadas durante o dia? Isso mesmo, seu smartphone.

Pense sobre todos os locais que ele “frequenta” durante o dia. A mesa do trabalho, entre você e aquele colega que não para de espirrar. A mesa do restaurante. O balcão da padaria. O banheiro. E depois você coloca ele ao lado do rosto para telefonar. É praticamente uma “via expressa” para vírus e bactérias chegarem até você.

Como limpar?

Felizmente é fácil manter seu smartphone limpo. Basicamente, você só precisa dos mesmos produtos que usa para lavar as mãos: água, sabão e álcool gel, além de um pano macio.

A Apple recomenda limpar um iPhone com um pano limpo, macio e que não solte fiapos (panos de microfibra são os melhores), umedecido com água morna e sabão. É uma recomendação que vale também para smartphones Android. O Google sugere: “quando necessário, use sabão comum ou lenços de limpeza”

Note que o pano deve ser umedecido, nunca encharcado. Desligue o aparelho antes de começar a limpeza e, se possível, remova a bateria como precaução. Mesmo que seu smartphone tenha resistência à água você deve ter cuidado para não molhar portas e conectores, como a porta USB, conector para fones de ouvido ou a grade dos alto-falantes. Depois de limpo, seque seu smartphone com outro pano.

Nenhum fabricante aconselha o uso de produtos químicos para a limpeza, já que eles podem atacar a cobertura oleofóbica que é aplicada sobre a tela para reduzir as marcas de dedos, ou reagir com os plásticos usados na carcaça de aparelhos de entrada.

Entretanto, se você realmente julgar necessário, pode usar panos umedecidos próprios para desinfecção, à base de álcool 70 (outras concentrações, mesmo maiores, não são tão eficazes) ou Lysol. Novamente, tomando o cuidado de proteger portas e conectores e secar bem todas as superfícies do aparelho antes de ligá-lo novamente.

Não se esqueça de limpar também a “capinha” de seu smartphone, que provavelmente está bem mais suja do que ele. Como ela não tem componentes eletrônicos, você pode usar a boa e velha mistura de água e sabão, ou mesmo álcool gel, novamente tomando o cuidado de secar bem ela antes de recolocá-la no aparelho.

*Por Rafael Rigues

…………………………………………………………………………..
*Fonte: olhardigital

Fui desafiado a ficar uma semana sem meu celular. Spoiler: eu sobrevivi

O alarme toca. São 7:45 da manhã de um dia de semana normal. Hora de começar a rotina diária: escovar os dentes, tomar café da manhã, tomar banho, me vestir… Mas aí bate aquela vontade incontrolável: verificar se há algo importante na agenda do dia, checar se alguém ligou enquanto eu estava dormindo, enviar uma mensagem, colocar uma música. É instintivo: a mão ganha vida própria, começa a deslizar pela cama procurando por ele. Não tem jeito, preciso dar uma checada no celular. Pronto. Faço todas as tarefas de casa e agora posso começar meu dia. Mas não sem antes colocar o aparelho no bolso.

Assim como muita gente nos dias de hoje, eu não conseguia mais me imaginar sem o smartphone. Nos acostumamos a consultar e comandar nossas vidas pela telinha retangular, seja para trabalhar ou por puro entretenimento. Ouvir músicas, assistir a vídeos, fotografar, ler, checar emails, mandar mensagens e até fazer chamadas por voz, acredite, tem bastante gente que ainda faz ligações. Bom, mas voltando ao assunto, eu não consegui me imaginar sem meu celular. Até que chegou um e-mail (sim, pelo celular), enviado pelo Hypeness, me convidando para um desafio: ficar uma semana sem meu aparelho. À primeira vista pensei: “hashtag tenso”. Mas logo depois comecei a processar melhor a ideia. E pensei: “tenso mesmo!”. Mas decidi aceitar. Afinal, eu estaria munido de vários gadgets enviados pela Samsung: smartwatch, tablet e fones de ouvido sem fio. E esse seriam os únicos aparelhos eletrônicos que eu poderia utilizar. “Beleza, vamos nessa!”: entreguei meu celular para um colega de trabalho e iniciei o desafio.

Dia 1

Claro que é o dia mais difícil. Afinal, você não sabe o que vai acontecer, rola uma ansiedade. Ainda está se acostumando com a ideia. Mas aos poucos vai descobrindo que é sim possível utilizar outros aparelhos eletrônicos para substituir as funções realizadas pelo smartphone. Fui direto para o tablet: um Galaxy Tab S6 que me permitiu realizar a maioria das coisas que costumo fazer durante o dia, não só no trabalho mas também fora dele. Ele vem com uma caneta “mágica”. Explico: para usá-la, não precisa nem encostar na tela, basta fazer movimentos no ar e o tablet os reconhece. Por exemplo, tirar fotos, trocar de música, escrever emails, desenhar, fazer notas. Me senti o próprio Harry Potter com minha varinha mágica. Mas também me diverti utilizando o aparelho para muito mais coisas: fiz chamada de vídeos e assisti meus seriados (a qualidade da tela me surpreendeu). E para terminar o dia, meu lado nerd me convenceu a baixar meu jogo preferido: Fortnite. Fiquei satisfeito com a capacidade de guardar arquivos e processar tudo super rápido.

Dia 3

Comecei a pegar gosto pela nova rotina. Estava feliz por ter completado pouco menos da metade do desafio sem necessidade do meu celular. É curioso como a gente se acostuma com algo e acaba se esquecendo de como era a vida sem isso. E percebemos que fazermos algumas coisas por puro hábito. Já reparou como é chato ficar pegando o celular do bolso toda hora? Ou deixá-lo em cima da mesa durante a refeição. É o suficiente para tirar sua atenção e atrapalhar momentos legais com pessoas que você gosta. E vamos combinar que é super anti-higiênico, né? Foi uma das melhores libertações que tive nesse desafio. O Smartwatch Samsung Galaxy Watch Active2 foi meu companheirão. Não larguei nem um segundo (com o perdão do trocadilho). Com ele eu consegui fazer e receber chamadas telefônicas numa boa. Me senti naqueles filmes futuristas em que as pessoas falam através do relógio. Muito “Black Mirror”. Sem contar que acessei as redes sociais, monitorei meu sono, minhas atividades físicas e stress. Fizesse chuva (ele é resistente à água) ou sol, o Active2 tava lá comigo.

 

Dia 5

Eu descobri que não precisava mais do meu celular. De verdade. E comecei a achar super estranho as pessoas paralisadas na frente da tela. Há tão pouco tempo eu era um deles, mas agora conseguia enxergar um mundo novo (afinal não tinha uma tela na frente na minha cara o tempo todo). Foi fantástico. O auge da minha experiência. Confesso: o desafio já não era mais um desafio. Virou diversão. Eu estava um nojo com meus fones de ouvido Samsung Galaxy Buds Wireless. A mobilidade que ele oferece é sensacional. Poder realizar várias tarefas sem usar as mãos é fascinante. Perguntar ao google várias coisas como previsão do tempo, escutar música onde estiver com som de qualidade, atender ligações sem ruídos externos e não se preocupar com a bateria que duro muito! Ah, e sobre parecer um maluco falando sozinho enquanto faço compras no supermercado… Tô nem aí e acho o máximo!

Dia 7

Cheguei a conclusão que o aparelho celular me tirava boas horas do meu dia. Sim, horas! Percebi que aumentei a produtividade nessa semana sem o aparelho. Aproveitei mais a semana. Aproveitei mais as horas livres para ir ao cinema, encontrar os amigos. Consegui dar mais atenção a detalhes que na maioria das vezes passavam despercebidos. A semana sem celular também me ajudou em outros maus hábitos, como procrastinar meus planos. Foi realmente libertador poder utilizar outros aparelhos. Ao pegar meu celular de volta, demorei algumas horas para ligá-lo novamente. Descobri que ele não é insubstituível. Não é mais como antes. Agora, quando eu acordo de manhã, a primeira coisa que penso é se vai ser cereal com leite ou ovos mexidos.

*Por Rafael Olivier

…………………………………………………………………………..
*Fonte: hypeness

Estes 15 apps podem estar escondidos em seu Android, desinstale já!

Apps são adware projetado para bombardear a vítima com anúncios e usam uma variedade de truques para evitar que sejam descobertos ou desinstalados

A Sophos, empresa especializada em soluções de segurança, emitiu um alerta avisando sobre 15 apps Android que fazem um esforço para se esconder nos aparelhos e continuar entregando anúncios sem que o usuário perceba. Embora não estejam mais disponíveis na Google Play, eles ainda podem estar instalados nos smartphones de milhares de usuários.

Os apps são ‘adware’, ou seja, criados para bombardear as vítimas com propaganda. Todos se disfarçavam como utilitários comuns para tarefas simples, como recortar imagens ou ler códigos QR. Mas quando instalados eles ocultavam o próprio ícone e o substituíam por um atalho. Assim, se o usuário tentasse desinstalar o app apenas apagaria o atalho e o app permaneceria oculto no smartphone.

Além disso, os apps adotam um ícone genérico e alteram seu nome para se passar por um serviço do sistema ou ferramenta do fabricante do smartphone, como ‘Updater’, ‘Time Zone Service’ ou ‘Backup’. Assim o usuário não suspeitará de nada se porventura conferir a lista dos aplicativos instalados na tela de configurações.

De acordo com a Sophos, todos os apps surgiram no Google Play neste ano, e um deles (chamado Free Calls & Messages) tinha mais de 1 milhão de downloads. São eles:

Flash on Calls & Messages (ou Free Calls & Messages)
Read QR Code
Image Magic
Generate Elves
Savexpense
QR Artifact
Find Your Phone
Scavenger
Auto Cut Out Pro
Background Cut Out (em duas versões)
Photo Background
Image Processing
Auto Cut Out
Auto Cut Out 2019

Não é a primeira vez que desenvolvedores usam táticas desonestas para bombardear os usuarios com anúncios ou espionar suas atividades. Na verdade, isso está se tornando bem comum. No início do mês a ESET publicou um alerta afirmando que 172 apps maliciosos, com mais de 335 milhões de instalações no total, estavam disponíveis na Play Store.

Para se proteger, o usuário deve seguir as dicas básicas de segurança: evite apps com notas muito baixas e preste atenção aos comentários e reviews de outros usuários, muitas vezes basta isso para identificar um malware. Além disso, instale em seu smartphone um antivírus, veja nosso teste para saber qual o melhor.

*Por Rafael Rigues

……………………………………………………………………………
*Fonte: olhardigital

Cientistas descobrem ‘chifre’ crescendo no crânio de jovens por uso do celular

Os jovens estão desenvolvendo chifres na parte de trás de sua cabeça devido à postura incorreta. As causas estão sendo atribuídas ao uso de dispositivos portáteis

Que a tecnologia transforma a maneira como realizamos diversas tarefas diárias a gente sabe, mas que ela pode mudar algo em nosso corpo é bastante preocupante. Diversas pesquisas no campo da biomecânica estão sugerindo que os jovens estão desenvolvendo chifres (sim, você não leu errado) na parte de trás de seus crânios.

Na verdade, são esporões ósseos causados pela inclinação frontal da cabeça. A principal causa está sendo apontada como o uso de celulares e outros aparelhos portáteis. Quando usamos um aparelho qualquer, é normal que nosso pescoço fique curvado e esse desvio de postura pode causar um crescimento ósseo e de tendões na parte de trás do pescoço. Isso pode acontecer devido à transferência de peso da cabeça para apenas uma parte da coluna.

Essa situação pode ser comparada à maneira como a pele engrossa a região de calos e outros traumas em resposta à pressão exercida naquele local. Como resultado de tudo isso, um gancho ou uma ponta semelhante a um cifre está crescendo e saindo do crânio de várias pessoas.

Segundo cientistas da Universidade da Costa do Sol, na Austrália, essa pode ser a primeira documentação de uma adaptação fisiológica ou esquelética devido à penetração de tecnologia avançada na vida cotidiana. Eles disseram ainda que os smartphones e outros dispositivos portáteis são os principais responsáveis pelo corpo humano estar se “contorcendo” ao exigir que usuários inclinem suas cabeças para entender o que está acontecendo nas telas em miniatura.

Mesmo com o estranhamento causado, David Shahar, um dos autores do estudo, alerta que essa formação incomum é um grave sinal de que a postura do indivíduo está totalmente incorreta, e que isso pode lhe causar sérias dores de cabeça crônicas, além de dores na parte superior da coluna e no pescoço.

Os mais afetados

O estudo vem sendo realizado desde 2016. David contou que eles tiveram amostra de 218 raios X de pessoas de 18 a 30 anos, onde foi observado que o crescimento ósseo foi visto em 41% dos resultados, muito mais do que as projeções iniciais dos pesquisadores.

Outra característica bastante reveladora foi que a condição prevalece entre os homens. Nas mulheres isso não foi muito comum. Esses resultados levantam questões alarmantes sobre a nossa postura e o quanto estamos deixando que a tecnologia esteja presente em nossas vidas.

Os que mais devem se preocupar com isso são as pessoas que usam algum tipo de tecnologia desde pequenos. “Essas formações demora muito para se desenvolver, então isso significa que aqueles indivíduos que sofrem com elas provavelmente têm forçado essa área desde a infância”, explicou David.

Há algum meio de evitar?

Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, “a resposta não é banir a tecnologia, há maneiras menos drásticas”. Eles enfatizam a conscientização da população sobre o uso indiscriminado da tecnologia e de seus danos à estrutura óssea. “Todos os que usam a tecnologia durante o dia devem adquirir o hábito de ‘recalibrar’ sua postura durante a noite”, diz o estudo.

Neste momento você deve ter ficado preocupado com isso, certo? Você mesmo pode verificar o surgimento desse “chifre”, basta passar a ponta dos dedos próximo a área onde há o encontro do pescoço com a coluna, caso seja constatada alguma protuberância ou precipitação na região, o conselho é o de procurar um médico para avaliar a condição.

 

………………………………………………………………..
*Fonte: olhardigital

Mais da metade dos brasileiros não consegue ficar 1 dia sequer sem celular

Que os celulares podem ser tornar um verdadeiro vício e a conectividade móvel nos torna “escravos” das telinhas, todo mundo sabe. Agora, uma pesquisa do Ibope vem para comprovar como estamos realmente à mercê desses dispositivos. Mais de 50% dos entrevistados dizem que não conseguem ficar um dia sequer longe dos aparelhos.

O levantamento foi feito via internet pelo Ibope Conecta, setor da firma que se dedica a analisar tendências de comportamento online, entre os dias 18 e 22 de outubro do ano passado, com 2 mil pessoas das classes A, B e C em todo o país.

Elas responderam à seguinte pergunta: “Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone?”. “Nem um dia” obteve 52%, seguido por “Um dia” (18%) e “Mais de um dia” (30%). Quem se enquadrou no primeiro grupo também detalhou quantas horas fica sem o aparelho. “Até 1 hora” teve 8%, “2 a 3 horas” 11%, “Até 6 horas” 11%, “Até 12 horas” 7% e “Momento nenhum” 15%.

Quando questionados sobre o impacto negativo dos celulares em suas vidas, pouco mais de 31% disseram que não há; e entre as áreas mais afetadas pelo uso intenso estão “A hora de dormir” (27%), “Relacionamento com pessoas” (23%) e “Distração em atividades diárias” (23%).

Segundo o estudo, os aparelhos também atrapalham “No trabalho” (16%), “No relacionamento com a família” (16%), “Quando estão dirigindo e recebem ligações ou mensagens” (12%), “A saúde” (9%), “O rendimento escolar” (8%) e “Vida sexual” (6%).

*Por Cláudio Yuge

 

 

…………………………………………………………………
*Fonte: tecmundo

Do homem no celular que não viu a baleia passar e o retrato de nossos tempos

Há alguns dias li uma curiosa matéria publicada no site O Globo sob o título: “Homem não vê baleia que passou do seu lado porque estava enviando mensagens no celular” (leia aqui). De acordo com o texto, o rapaz em seu veleiro perdeu um verdadeiro espetáculo da natureza: uma enorme baleia jubarte passando a pouquíssimos metros da embarcação.

Confesso que quando passei o olhar ligeiramente sobre a chamada, pensei que devesse se tratar de apenas mais uma das diversas notícias duvidosas ou falaciosas que comumente circulam pelas redes sociais. Não era possível! Como um homem não poderia perceber uma visita nada discreta e tão rara?

Ao que tudo indica sim, é possível. A Aldeia Global de McLuhan parece realmente ter se esfacelada. Ou não: ao mesmo tempo em que parecemos estar todos mais próximos, seja por whatsapp, facebook, skype, sms, etc., paradoxalmente estamos nos afastando do momento presente e de tudo aquilo que acontece ao nosso redor. São os dois lados de uma mesma moeda, consequência da dinâmica de globalização tecnológica.

De fato, já podemos observar uma geração de jovens cada vez mais desinteressada e apática. Se por um lado testemunhamos uma era de co-presença virtual dos indivíduos, a era dos humanos ligados ao instante, por outro podemos observar o surgimento de um ser humano cada vez mais distante e indiferente, em outras palavras, insípido. Este novo ser está tão conectado (ao mundo online) que acaba por se desconectar de sua própria realidade concreta e palpável, acontecendo exatamente no seu entorno, a cada instante e minuto.

E o que pode acontecer em um minuto? Bem, em um minuto podem ser postadas 72 horas de vídeo no YouTube, enquanto 204 milhões de emails chegam aos seus destinatários e 350 GB de dados são recebidos pelos servidores do Facebook…ou pode passar uma baleia ao seu lado (se estiver em alto mar, é claro). De qualquer forma, estes foram os dados angariados pela Qmee, empresa de consultoria norte-americana, e diz respeito a uma parte do que acontece pela internet afora enquanto em um minuto um evento precioso pode passar despercebido.

E assim a vida transcorre de minuto a minuto. As informações coletadas nos revelam que estamos deixando a vida passar enquanto ficamos hipnotizados pelo visor e por uma exacerbada interação a distância. Não sei se foi exatamente esse o caso do rapaz que perdeu a chance extraordinária de experimentar a real sensação de estar lado a lado com um dos maiores animais do planeta.

Não há como tirar conclusões, muito menos julgar a atitude do homem no veleiro como certa ou errada. Mas faz pensar sobre as consequências da extrema conectividade que parece estar suplantando o interesse pelas coisas mais simples do mundo. E que mundo é esse que parece já não surtir tanta graciosidade sobre os nossos olhos, que buscamos tão fervorosamente escapar, distraindo-nos?

Reinventar a graça do mundo é reinventar o olhar, é abrir-se sensivelmente para a realidade que o cerca ao enxergá-la como se fosse pela primeira vez. Você poderá se surpreender!

*Por Grace Bender

……………………………………………………………………………..
*Fonte: contioutra

Três tipos de aplicativos que você deve evitar baixar no celular

Há aplicativo de todo tipo e para todo gosto. Tem app para aprender idiomas, retocar fotografias, pedir comida e gerir senhas. Mas nem todos são igualmente confiáveis.

Há apps que preocupam usuários e empresas não apenas por ocuparem muito espaço. Eles podem ser fontes de vírus e malwares (softwares maliciosos), e muitos são capazes de encher o celular de publicidade.

Este ano, o Google anunciou que eliminou mais de 700 mil aplicativos para Android considerados “maliciosos”. Esse número é 70% maior que o registrado em 2016.

Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular
Celular com tela flexível está mais perto de se tornar realidade

Muitos desses programas que oferecem soluções milagrosas para problemas frequentes podem até ser prejudiciais ao aparelho.

Há pelo menos três tipos de apps que devem ser evitados:
1 – Os que prometem economizar bateria

Ficar sem bateria é um problema que acontece com certa frequência e nem todo mundo tem à mão um carregador.

Como muitas vezes a bateria morre num momento inesperado ou urgente, é tentador baixar um aplicativo que promete prolongar o tempo de funcionamento do aparelho.

“Os aplicativos para poupar bateria são, em sua maioria, mentirosos. Esses apps não oferecem uma solução para um dos problemas mais odiados em todo o mundo. Prometem milagres”, escreveu o jornalista especializado em tecnologia Eric Ferrari-Herrmann.

“Há muito pouca exceção”, completou.

A melhor coisa para economizar bateria é gerenciar o próprio consumo e eliminar aplicativos que usam muitos dados, em especial aqueles que o usuário quase nunca acessa. Colocar o telefone no modo noturno também ajuda a prolongar a “vida” da bateria.

Especialistas dizem que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluethooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho.

Outra estratégia é desativar o uso de dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também ajuda – este último também contribui para manter a privacidade.

2 – Os que ‘limpam’ o telefone

Há aplicativos que prometem melhorar o rendimento do celular por meio de de uma “limpeza”. O mais famoso deles é o Clean Master.

De acordo com o especialista José Garcia-Nieto, o Clean Master “desacelera o telefone, substitui a tela de bloqueio e nos leva a baixar mais aplicativos do desenvolvedor Chetaah Mobile.”

“Não funciona para absolutamente nada”, acrescenta.

Ferrari-Herrmann lembra que aplicativos eliminados podem até deixar alguns dados na memória cache (que trabalha junto com o processador), mas diz não ser necessário baixar um app para limpá-la.

Para eliminar dados ocultos, basta acessar o item armazenamento nas configurações do aparelho e limpar os dados cache.

Também não é recomendado confiar em aplicativos que prometem limpar a memória RAM.

3 – Os que ‘refrescam’ o celular

O superaquecimento de celulares pode ser considerado um problema frequente. Pode acontecer por exposição ao sol, vírus, problemas com a bateria ou pelo uso contínuo por longos períodos.

Não importa a razão do superaquecimento: especialistas recomendam não usar apps para resfriar o aparelho.

Segundo eles, um aplicativo com esse propósito só vai servir para sobrecarregar ainda mais o telefone, uma vez que o processador do celular leva horas para esfriar.

Para “refrescar” o telefone é melhor deixá-lo desligado por um tempo.
Outras recomendações

– Baixar apps nas lojas oficiais da Apple e da Google

– Evitar arquivos com extensão “.apk”

– Não baixar apps que prometem soluções milagrosas

– Atualizar as configurações do aparelho com frequência

– Não confiar apenas no antivírus

………………………………………………………………………
*Fonte: bbc-brasil

Nova doença oftalmológica: usar smartphone no escuro pode causar cegueira temporária

Você já imaginou ficar por 20 minutos sem enxergar? Vendo apenas vultos, sem ter a certeza se essa sensação passaria ou seria para sempre? Se você se assustou só em pensar, veja este caso:

Uma britânica de 22 anos, que não teve o nome revelado, sempre enxergou bem. Porém, começou a perceber que em algumas noites, sentia um incômodo no olho direito. Esse problema que ocorria de duas a três vezes por semana, passou a ser sempre presente.

Em uma certa noite, ela não conseguiu mais enxergar com este olho. A garota ficou desesperada e acordou a casa toda com gritos. O efeito passou após 20 minutos e a visão retornou ao normal. Devido ao susto, ela realizou exames oftalmológicos e cardiovasculares, mas os resultados não apresentaram nenhuma anomalia.

Segundo uma pesquisa publicada no Jornal de Medicina da Nova Inglaterra, esse tipo de cegueira acontece após a pessoa mexer no celular no escuro, enquanto está deitada na cama. O olho que é afetado é o do lado oposto ao que se está deitado. Segundo os especialistas, isso ocorre porque o olho apoiado no travesseiro não recebe tanta luz como o outro olho, que consequentemente perde a sensibilidade e acontece em cegueira temporária.

De acordo com os médicos, “embora muitas pessoas vejam a tela com os dois olhos, algumas frequentemente usam o celular enquanto estão deitadas, quando um olho pode estar coberto mesmo sem que elas percebam”.

O que tem preocupado os especialistas é que os fabricantes estão criando telas com mais brilho. Por isso, de acordo com o artigo médico, esse efeito ocorrerá cada vez mais vezes e os oftalmologistas precisarão estar preparados para atender este problema. A cegueira transitória dos smartphones (TSB) é um fenômeno real e pode contribuir pode contribuir no diagnóstico neurológico alterado.

Segundo os médicos, esse fenômeno era temporário e inofensivo. Ele pode ser evitado quando as pessoas olham para o celular com ambos os olhos. Os estudos sobre o tema ainda estão sendo analisados e não se pode afirmar se é possível que este tipo de cegueira se torne um problema.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

*Por Julia Moretto

 

 

 

 

……………………………………………………..
*Fonte: sabervivermais

Mito ou verdade? Conheça a realidade sobre vírus no celular

Contrair um vírus no celular é uma verdade e pode ser motivo de muita dor de cabeça: o sistema fica lento, a bateria acaba mais rápido, seus dados pessoais podem ser roubados e as informações bancárias caírem nas mãos de criminosos.

Antes de explicar como se proteger ou o que fazer caso seu smartphone contraia um vírus, é importante acabar com o primeiro mito: qualquer sistema está sujeito a ser infectado por um malware — seja ele Android, iOS ou Windows. Há uma ideia errada de que o iPhone seria imune a ameaças. Contudo, testes já comprovaram que o sistema operacional da Apple também possui brechas em sua segurança.

Neste post, você vai aprender a proteger seu celular e a identificar ameaças e casos de contaminação do sistema. Na última parte do texto, será explicado o que fazer se, mesmo com os cuidados tomados, um vírus se instale no seu aparelho. Boa leitura!

1- Proteja-se de ameaças

As armadilhas para driblar a segurança e instalar um vírus no seu celular estão nos mais variados locais. Links suspeitos, downloads de arquivos ou de aplicativos a partir de sites não confiáveis e rede de Wi-Fi gratuita sem proteção são alguns dos exemplos que podem ser a porta de entrada para contaminação do aparelho.

Mas, como proteger o smartphone de ameaças? Algumas boas práticas podem ser adotadas para evitar a contaminação do seu sistema operacional. Confira:

Não navegue em sites estranhos e nunca clique em links suspeitos

Abrir anexos e links contaminados possibilitam a instalação de spywares no sistema. Esses programas são especializados em roubar informações do seu smartphone, como senhas e fotos. Por isso, é importante não navegar em sites desconhecidos ou suspeitos.

Fique desconfiado também ao receber links que você não tenha solicitado, inclusive de amigos seus. Muitas vezes eles podem ter sido infectados e é o vírus quem está disparando as mensagens automaticamente. Assim, se desconfiar de alguma coisa, pergunte antes se foi o seu amigo mesmo quem enviou o link.

Instale um aplicativo antimalware

A eficácia dos antivírus para celular não é a mesma do que em computadores. Isso acontece porque o modo de funcionar deles não é compatível com sistemas como Android e iOS. No entanto, os antivírus para celular monitoram os pacotes instalados no aparelho e alertam em caso de existência de linhas suspeitas, que podem vir a infectá-lo.

Uma boa dica é instalar o Lookout. Ele possui versões para Android e iOS. O aplicativo faz a avaliação de códigos, possui alerta contra roubo, dispositivos para caso de perda do aparelho e faz o backup de dados.

Faça backup daquilo que for importante

Essa dica não evita que seu aparelho seja contaminado por um vírus, mas com certeza diminuirá muito a sua dor de cabeça em caso de invasão. Tenha o hábito de fazer o backup dos arquivos mais importantes para você.

Documentos de trabalho, fotos e vídeos de viagem ou lembretes importantes devem estar copiados em outro local: seja em um ambiente na nuvem (altamente indicado) ou até mesmo no seu computador pessoal.

2- Saiba verificar se há vírus no celular

É possível diagnosticar que um celular está com vírus a partir da constatação de alguns sintomas. Além da lentidão do sistema, verifique se o aparelho apresenta alguma dessas características:

Bluetooth ligado

O sinal do bluetooth sempre ligado, mesmo quando você não o ativou, é um indicativo de que seu celular está infectado. Isso acontece porque o vírus utiliza o sinal do seu smartphone para contaminar aparelhos que também estejam com o bluetooth ligado. Uma forma, portanto, de disseminar o malware.

Pouca duração da bateria

Uma bateria que acaba inesperadamente, mesmo poucas horas depois da última carga, pode ser um sinal de que o celular está com um malware. O término da energia acontece porque o software malicioso utiliza o processador do aparelho para funcionar. Assim, quanto mais ele exigir da bateria, mais rápido ela acabará.

Consumo de dados

Se o seu consumo de dados aumentou sem que você tenha utilizado o aparelho para que isso ocorresse, você deve ficar atento. Infelizmente, isso só é percebido muitas vezes quando a conta chega ou quando acabam seus créditos. O mesmo vale para as mensagens de texto: o vírus pode enviar diversos SMS para seus contatos com objetivo de espalhar a contaminação.

Redirecionamento

Se você tentou acessar uma página no navegador, mas foi redirecionado para outra, é possível que seu celular esteja contaminado. Às vezes o problema não está nem no seu aparelho: é o site acessado que está com um malware.

3 – Aprenda a remover o vírus

A primeira coisa que você deve fazer ao verificar que seu smartphone foi contaminado é rodar um antivírus nele. Faça uma varredura completa e, caso seja identificada alguma anomalia, realize a exclusão desta.

Se o celular continuar apresentando problemas mesmo após a exclusão do arquivo suspeito ou se o antivírus não detectar nenhuma irregularidade no aparelho, você deve ativar o Modo de Segurança manualmente. Essa opção, válida para Android e Windows, impede que o celular acesse os aplicativos baixados. Dessa forma, você conseguirá acessar o sistema e excluir o programa que está prejudicando o funcionamento do celular.

Para ativar o Modo de Segurança:

Clique e segure o botão de ligar;
Clique e segure o botão “Desligar” quando este aparecer na tela;
Clique em Modo de Segurança (ou similar, vai depender da versão do sistema).

Depois que o celular reiniciar, siga o caminho Configurações – Aplicativos – Baixados. Agora você deve tentar identificar o programa que está infectando o seu aparelho. Tente lembrar dos últimos aplicativos que você baixou ou aqueles que você realizou o download e, em seguida, o aparelho começou a apresentar os problemas.
Restaure o sistema — Android, iOS e Windows

Restaurar o sistema significa trazer ao celular as mesmas configurações de fábrica. Ou seja, se você não realizar o backup dos arquivos, irá perdê-los. Por ser uma opção mais avançada, deve ser a última ação a ser considerada por você. Caso você não sinta confiança para realizar o procedimento, é recomendado que você procure uma assistência técnica.

Para restaurar o sistema Android, siga este passo a passo:

Acesse Configurações;
Clique em “Fazer Backup e Redefinir”;
Selecione “Restaurar Dados de Fábrica”.

Em celulares iOS:

Vá em Ajustes;
Geral;
Redefinir;
Selecione “Apagar conteúdo e ajustes”;
Insira seu código;
Apagar iPhone.

Para Windows Phone:

Acesse as Configurações;
Sistema;
Sobre;
Restaurar configurações de fábrica.

O vírus no celular pode ser um incômodo e tanto para você. Felizmente, com atenção a essas dicas, seu aparelho ficará mais protegido e longe de ameaças.

……………………………………………………………..
*Fonte: oitechtonica

O guia completo sobre a bateria do celular

A tecnologia mobile vem evoluindo de forma rápida e expansiva nos últimos anos, principalmente por causa de fatores como a popularização do preço dos aparelhos, massificação do acesso à internet e versatilidade dos planos de conexão móvel.

E cada vez mais os dispositivos móveis fazem parte da vida das pessoas já que contam com uma infinidade de funções e aplicativos úteis para solucionar problemas do cotidiano moderno. Porém há um fator inconveniente que a maioria dos usuários precisa lidar: a bateria do celular. Muitos indivíduos prejudicam seus smartphones por não conhecerem as melhores práticas de consumo de energia e acabam achando que é melhor trocar de celular.

Para que você saiba como cuidar bem desse item e não se frustrar tão rapidamente, nós criamos o guia completo sobre a bateria do celular. Continue a leitura para conferir!

Veja os 9 mitos e verdades sobre a bateria do celular:

Se existe uma queixa muito frequente entre os usuários em relação à bateria do celular, é o desempenho dela. Por isso, listamos alguns mitos e verdades sobre o tema que você precisa saber, além de algumas dicas úteis para melhorar o seu uso.

Aproveite e confira também os mitos e verdades sobre vírus no celular

A primeira carga de bateria do celular precisa ser completa

Mito! Não apenas os smartphones modernos, mas a maioria dos dispositivos eletrônicos como tablets e computadores costumam ser vendidos com uma determinada quantidade de carga, pois as baterias atuais não viciam.

Ou seja, fica a critério do dono do aparelho fazer a primeira carga completa, já que isso não exercerá nenhuma influência no desempenho da bateria, nem dirá se é um celular lento ou não.

É preciso descarregar o aparelho por completo

Mito! Certamente, é um dos piores rumores espalhados entre os usuários, pois, ainda que as baterias de lítio não possam sofrer com o “bateria viciada” (entenda melhor a abaixo), esse é um dos fatores que mais compromete a sua vida útil.

Todavia, se você possui um celular de fabricação recente, não precisa se preocupar com isso. Os smartphones atuais têm uma aplicação de fábrica que os faz desligar quando a carga da bateria atinge cerca de 5%, evitando que a vida útil seja afetada.

Deixar o dispositivo carregando por longos períodos é prejudicial

Parcialmente verdade! O fato que isso depende de alguns fatores. Por exemplo, se o carregador for original e não tiver defeitos, isso não será problema. Isso porque eles também são desenvolvidos com um sistema que corta o fornecimento de energia quando o aparelho atinge os 100%, evitando o superaquecimento.

Porém, se forem carregadores falsos, é importante ficar atento, porque a comunicação entre o celular e o dispositivo de carregamento pode gerar graves consequências, como o aquecimento do smartphone, podendo até mesmo causar uma explosão. Aqui você pode conhecer mais detalhadamente os riscos ocultos de celular e carregadores falsos.

Utilizar o celular enquanto está carregando pode causar danos

Verdade! Não é uma regra, mas é necessário tomar certos cuidados. Primeiramente, não é preciso ser especialista para saber que, ao utilizar o celular enquanto ele carrega, haverá uma demora maior para que sua carga complete o ciclo, concorda?

Além disso, quando o smartphone está carregando, ocorrem reações químicas dentro da bateria do celular que fazem com que o aparelho aqueça. Isso significa que manuseá-lo durante uma recarga pode fazer o dispositivo superaquecer e, consequentemente, danificar os seus componentes internos.

Sendo assim, abrir aplicativos pesados, assistir vídeos ou jogar jogos que exigem alto desempenho do celular enquanto a bateria está carregando, são práticas que geram aquecimento anormal no aparelho.

É altamente indicado que, quando possível, as recargas de bateria sejam realizadas enquanto o celular está desligado.

Carregadores falsos ou genéricos estragam a bateria do celular

Verdade! Muitos desses carregadores não são fabricados por profissionais experientes, ou contém materiais de baixa qualidade em sua composição interna, fazendo com que ocorra oscilação em seu funcionamento.

Esse tipo de carregador, em geral, não atinge a voltagem adequada durante os ciclos de carga, o que, além de fazer com que ela demore muito mais para se completar, pode superaquecer o aparelho.

Carregadores turbo são os mais indicados para qualquer celular

Parcialmente verdade! O carregador turbo tem uma espécie de filtro responsável pela regulagem da potência da carga, evitando que o celular seja danificado por oscilações ou sobrecarga.

No caso de um smartphone que é equipado com a tecnologia adequada para receber um carregamento turbo, a carga não atingirá o nível máximo com a mesma eficiência, mas ele funcionará como um carregador comum.

O superaquecimento do celular pode danificar a bateria

Verdade! Quando o dispositivo móvel está com a temperatura muito mais alta do que foi projetado para suportar, a bateria será drenada de forma muito mais rápida, o que fará com que a sua vida útil seja reduzida drasticamente.

Portanto, deve-se evitar que o celular seja carregado em ambientes não arejados. Ao carregar o celular no carro, por exemplo, procure um local que não esteja exposto ao sol.

Baterias podem explodir

Verdade! Pode ser um problema não muito recorrente, mas uma pequena falha de engenharia somada ao mau uso da bateria pode resultar em uma explosão.

Os celulares modernos são equipados com dispositivos e recursos que são capazes de manter a temperatura do aparelho estável, tornando a bateria inoperante no caso de um superaquecimento. Mas práticas de mau uso, como um carregador falso, podem aumentar as possibilidades de ocorrer uma explosão.

Baterias têm tempo de vida útil estimado

Verdade! Como em qualquer equipamento eletrônico, é normal que ocorra um desgaste natural dos componentes, peças e do sistema em geral, incluindo a bateria.

Geralmente, a vida útil de uma bateria é de, em média, um ano sem que ela apresente qualquer problema ou variação no desempenho, mas quando o usuário faz uma utilização adequada, seguindo as dicas que foram citadas até aqui, é possível estender esse período.

Entenda o que é o “efeito memória” ou bateria “viciada”

Popularmente conhecido pelo termo “bateria viciada”, o “efeito memória” não acontece com as baterias de lítio, mas é normal que os modelos de Ni-Cd e Ni-MH sofram com esse tipo de problema por causa de suas limitações técnicas. Mas fique tranquilo, hoje as baterias de lítio, por serem menos tóxicas, mais eficientes e não suscetíveis ao “efeito memória”, são o padrão utilizado nos aparelhos atuais.

Por muitos anos, o “efeito memória” foi um problema comum na bateria do celular e a sua causa está diretamente associada aos maus hábitos de utilização do equipamento. Para evitar correr o risco de ter um celular com a bateria “viciada”, verifique o tipo de bateria do celular que você tem em mãos. Essa informação pode ser encontrada na caixa ou no manual do smartphone.

O principal indício do “efeito memória” na bateria pode ser percebido quando o marcador de carga do aparelho indica que ela está carregada, mas o usuário nota que em pouco tempo ele já está quase vazio, indicando bateria fraca.

O fato de carregar o dispositivo com um determinado volume de carga ainda presente na bateria faz com que ela “acostume-se” a receber apenas uma parcela de sua capacidade total.

Veja algumas dicas de utilização e carregamento para bateria do celular

A bateria do celular pode ter o seu desempenho e vida útil otimizados se o usuário for cuidadoso com o aparelho. Portanto, separamos algumas dicas úteis sobre a utilização e o carregamento da bateria.

Atualize a versão do sistema operacional (iOS)

Uma das primeiras recomendações da Apple em relação ao desempenho da bateria, aos usuários de seus dispositivos móveis, é que a versão mais recente do sistema operacional deve estar instalada no aparelho.

O motivo disso é que algumas aplicações, recursos e tecnologias avançadas sobre economia de energia são implementadas de acordo com as atualizações da plataforma. Os desenvolvedores procuram otimizar o funcionamento a cada versão.

Utilize apenas carregadores originais

Com certeza, um dos avisos mais frequentes das empresas fabricantes de tecnologia mobile. O uso de carregadores originais não é um mero capricho. Para se ter uma ideia, a Samsung é específica a ponto de evidenciar que o usuário deve utilizar, se possível, apenas “o que vem na caixa do produto”.

Esses avisos não se devem apenas ao fato de que a fonte é projetada para proporcionar a alimentação de energia adequada ao celular, mas também por motivos de segurança.

Evite calor e contato direto com a luz do sol

Como já dissemos, temperaturas extremas são uma das principais causas de redução da vida útil das baterias de lítio. Portanto, os fabricantes avisam aos usuários a respeito das consequências de deixar o smartphone, por exemplo, no porta-luvas do carro em pleno verão ou em contato direto com a luz do sol.

Segundo a Apple, o ideal é que o celular permaneça em ambientes com uma temperatura que varie de 16 C° a 22 C°.

Fique atento ao uso de capinhas enquanto carrega o aparelho

Considerando que os smartphones modernos são praticamente computadores portáteis, ferramentas de alto custo e extremamente frágeis, todo cuidado é pouco, não é verdade? Por isso, o mercado de capinhas de celular é tão promissor, já que elas aliviam os impactos de quedas e colisões, preservando a integridade os aparelhos.

Todavia, elas também podem ser responsáveis pelo superaquecimento do dispositivo sem que o usuário sequer possa notar, pois acabam “camuflando” o aumento da temperatura. Sendo assim, o ideal é remover a capinha durante o carregamento da bateria do celular para que as vias de dissipação de calor fiquem livres.

Desabilite as conexões sem fio

Os smartphones atuais são repletos de funções e recursos interessantes, dentre eles as conexões sem fio como o Bluetooth, a rede 3G/4G e o Wi-fi.

O problema é que manter todas essas funcionalidades ativas ao mesmo tempo pode consumir a carga da bateria mais rápido que o comum, prejudicando sua vida útil. Se você não estiver utilizando essas funções, deixa-as desativadas.

Desligue o celular enquanto não pode usá-lo

Está no cinema, igreja, teatro ou em uma reunião importante? Então não há motivo para manter o smartphone ligado, concorda? Nada melhor do que desligá-lo para poupar energia e otimizar o uso da bateria.

Vale ressaltar, ainda, que essa dica também se aplica aos momentos em que o aparelho está sem sinal, principalmente pelo fato de que nessas horas ele aumentará o uso de seu processamento para tentar encontrar uma fonte de sinal, consumindo muito mais energia que deveria.

Desative a função “vibrar”

A função de vibração consome exponencialmente mais energia do que o recurso de toque sonoro. Portanto, se o barulho do telefone não for um problema, de acordo com o contexto em você se encontra, dê preferência por mantê-lo tocando, já que essa opção poupa energia.

Utilize apenas o que for indispensável

Inúmeros jogos, variados tipos de funções e uma vasta gama de aplicativos interessantes. É indiscutível que os celulares modernos são dispositivos completos. Mas, se sua intenção é economizar energia e poupar a vida útil da bateria, é imprescindível utilizar apenas o que realmente for necessário, pois cada aplicação ativa contribui com o consumo de energia.

Fale somente o necessário

Além de economizar em sua conta no final do mês, falar pouco ao telefone também afeta positivamente a duração da bateria.

Reduza o brilho da tela

Tela altamente iluminada é sinônimo de bateria descarregada. Então, reduza o brilho até um nível que sua vista não seja prejudicada na hora de visualizar a tela do smartphone, já que a iluminação é um dos fatores que mais consome a bateria do celular.

……………………………………………………….
*Fonte: oitechtonica

Aplicativo do Google que ajuda a liberar espaço no celular é atualizado

O Files Go é um aplicativo que o Google lançou no Android para ajudar no gerenciamento de arquivos armazenados na memória dos smartphones. Ele agora ganhou uma atualização que adiciona novos recursos e torna a pesquisa de arquivos mais parecida com a busca do Google.

Enquanto o usuário digita o que está buscando no celular, o Files Go começa a oferecer resultados mais ou menos como a busca do Google faz na internet. O histórico de pesquisa também é armazenado no dispositivo, e os recursos funcionam mesmo com o smartphone desconectado da internet.

Outras novidades adicionadas pelo Google facilitam na hora de buscar arquivos duplicados: agora ele exibe onde os arquivos estão guardados para o usuário escolher qual dos dois vai ser apagado do aparelho. Como o Files Go também passou a exibir resultados do Google Fotos com a atualização, ele sugere a remoção de imagens que já tenham sido enviadas para a nuvem do Google.

A atualização do Files Go já está disponível, e todos os usuários que já contam com o aplicativo instalado devem receber os novos recursos.

 

 

 

 

……………………………………………….
*Fonte: olhardigital

Dicas e tabus sobre a bateria do celular

A bateria do celular pode viciar se ela ficar conectada muito tempo? Fazer uma carga completa aumenta o rendimento dela? O TechTudo fez uma lista com as principais dicas e tabus sobre a bateria dos celulares e smartphone. Saiba como preservar a bateria do seu telefone e o que não se deve fazer com ela neste especial. Confira!

Cargas completas aumentam a durabilidade da bateria

Esta é uma dica com fundamento, sem nenhum tabu. Se você puder usar o celular até a bateria descarregar e der uma carga completa em seguida, o componente pode durar mais. Sabemos que nem sempre é possível fazer isso, mas no caso dos smartphones com tela touch, que consomem muita bateria, é recomendado dar uma carga completa pelo menos uma vez por mês.

A bateria dura mais porque ela pode ser feita de materiais como Lítio-Polímero, Íon-Lítio, Níquel-Híbrido e Níquel-Cádmio. Pequenas cargas enfraquecem a capacidade do componente. Já as grandes cargas mantêm o nível de funcionamento.

Desligue o telefone se não tiver sinal

Este também não é um tabu, mas sim uma dica preciosa. No Brasil é comum as operadoras não funcionarem direito em determinados pontos da cidade. Quando o smartphone perde o sinal, ele gasta mais bateria tentando procurar a rede

Na prática, o que o telefone faz é aumentar o ganho de sinal internamente, tentando à todo custo obter o mínimo de potência necessária para reestabelecer essa conexão. Com o aumento do ganho, aumenta o consumo da bateria e a temperatura interna do aparelho.

Uma maneira sábia de evitar esse gasto de energia desnecessária é simplesmente desligar o celular. O mesmo procedimento vale se você quer apenas acessar a internet e o 3G não está funcionando, ou não há sinal Wi-Fi disponível. Se o celular estiver procurando uma conexão sem fio e não puder conectar, ele vai gastar mais bateria procurando sinais mais distantes.

No caso do 3G ele poderá até permanecer conectado, mas se o sinal estiver ruim a qualidade da conexão estará comprometida. Não vale a pena o gasto e o desgaste que isso pode causar à bateria. Deixar a conexão Bluetooth ligada também é outro erro. Se não estiver usando, desligue-a.

Cuidado com a temperatura da bateria

Colocar a bateria em locais quentes é um tabu e não é discutido corretamente. Normalmente as pessoas acreditam que o material pode explodir se colocado em uma temperatura mais alta.

Isso não é totalmente mentira, mas muitas baterias de Lítio-Polímero foram construídas para não estourarem de maneira nenhuma. Mas mesmo com esse material peculiar, acidentes podem acontecer.

Outra dica válida no caso de aquecimento de celulares é que nem sempre a bateria aquece quando apenas exposta ao sol. Um local que desgasta o componente é o bolso de sua roupa. Como ele está em contato com seu corpo, a tendência é que o local tenha uma temperatura razoavelmente elevada, suficiente para causar danos ao componente.

Evite utilizar as funções de câmera e vídeo do celular

Esta é outra dica, e não um tabu sem fundamento. Você pode desconfiar dessa verdade olhando as especificações de energia de cada um dos aparelhos. Um meio rápido de aquecer o aparelho e a bateria, desgastando-os, é ativar constantemente a câmera de fotografia ou ver muitos vídeos do YouTube. As imagens em movimento reduzem o rendimento da bateria para cerca de um terço.

Um desgaste de energia nesse nível compromete a vida-útil da sua bateria. Portanto, só veja vídeos se for realmente necessário. Se você ficar, por exemplo, tentando acessar o YouTube com uma conexão ruim, só vai gastar energia.
saiba mais

A culpa disso, obviamente, é o excesso de consumo de energia interno: a tela precisará ter potência para trocar todos os píxels rapidamente; o processador para entregar os dados; o modem para receber o sinal; e o canal de áudio para entregar tudo com qualidade. Ou seja: você estará utilizando quase todos os recursos do telefone ao mesmo tempo.

Vale a pena substituir a bateria?

Este é um tabu que não é tanto discutido. Muitos generalizariam a resposta dizendo que “vale a pena” ou que “não vale de forma alguma”. A real dica nesses casos é verificar o quanto será gasto para fazer a manutenção do smartphone. Aparelhos Android são mais fáceis de serem desmontados e seus componentes podem ser comprados separadamente. Aparelhos da Apple são mais difíceis de serem desmontados e é sempre bom consultar uma revendedora para se informar melhor.

Se o aquecimento da bateria comprometeu outros componentes, como a placa-mãe do aparelho, talvez seja o caso de você trocar de celular. Nesses casos, não se trata apenas de um problema de energia, mas sim da inutilização do gadget. Por outro lado, um baixo desempenho de bateria pode ser facilmente resolvido com a troca dela, sem precisar gastar mais comprando um telefone novo.

………………………………………………………………….
*Fonte: techtudo / Pedro Zambarda

Estar online no WhatsApp pode revelar mais do que você gostaria

A indicação de que você está online no WhatsApp pode dizer muito mais do que você gostaria. Um texto escrito pelo engenheiro de software Rob Heaton e publicado em seu blog explica como é possível extrair informações a partir dessa indicação no WhatsApp.

Ao contrário da função de compartilhar a última vez que um usuário esteve conectado, o status de online não pode ser desligado – trazendo alguns problemas de privacidade.

Em resumo, o engenheiro afirma que é possível extrair dados a partir dessas informações. Desenvolver um simples robô que fique de olho em quando os usuários estão online permitiria obter inteligência sobre os hábitos desses usuários.

Em seu texto, Heaton trabalha com a hipótese de descobrir um caso entre dois usuários do app. Para isso, bastaria cruzar informações de quando as pessoas estão conectadas para tentar extrair uma correlação entre os horários dos usuários.

Talvez você não ache essa hipótese tão grave. Mas vamos dar um passo além. Recentemente foi anunciado o WhatsApp para empresas, que colocará em contato usuários e empresas com perfis verificados.

Vamos imaginar uma farmacêutica que vende remédios para insônia. Seria fácil encontrar o público alvo certo entre usuários do WhatsApp que passam parte da noite online no app. Talvez você consiga criar mais um outro cenário hipotético.

Heaton, na verdade, vai bastante além. Ele sugere que empresas podem criar modelos de negócios sobre a venda de informações de usuários. Com a empresa, “você vende essa informação a planos de saúde ou agências de crédito que suspeitam bastante de pessoas que estão acordadas às 4h da manhã”.

O Messenger, do Facebook (também dono do WhatsApp), poderia servir para a mesma coisa. Mas ele tem um detalhe crucial: só é possível saber se uma pessoa está online se ela for seu contato. Um ajuste similar poderia ser feito no WhatsApp.

No texto, Heaton é direto: “não há forma nenhuma para que usuários de WhatsApp se protejam contra esse monitoramento”.

…………………………………………………………………….
*Fonte: superinteressante
Este conteúdo foi originalmente publicado em Exame.com

Adote algumas medidas para evitar a clonagem de seu celular

Amigos e familiares ligam para seu número e uma pessoa desconhecida atende a ligação? Você está com dificuldades em completar uma chamada e tem sido procurado por números desconhecidos? Ou, ainda, o valor da sua conta está incompatível com o uso do aparelho? Saiba que o seu celular, então, pode estar clonado.

Basicamente, quando um criminoso clona um linha móvel, ele cria uma cópia fiel da legítima, compartilhando o mesmo número de discagem e de identificação da fabricante. Assim, ele pode usar e abusar do celular sem se preocupar com as contas, uma vez que elas só chegam para o dono real da linha.

Você não quer ser uma vítima desse golpe, com certeza. Então, veja, a seguir, quais procedimentos você deve adotar fazer para evitar que seu celular seja clonado:

Troque seu aparelho por um com tecnologia mais moderna

Esta prática acontece, de modo geral, em aparelhos pós-pagos. E é muito mais fácil clonar aparelhos celulares mais antigos, aqueles que ainda possuem tecnologia CDMA. Aqui, o criminoso usa um scanner para capturar e roubar todas as informações de aparelhos ligados nas proximidades.

Por sua vez, os modelos mais modernos que contam com tecnologia GSM são identificados pelo IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel). Isso dificulta a ação dos falsários, uma vez que só é possível clonar o celular por meio de uma cópia do cartão SIM que armazena todas as informações do dispositivo.

Nesse sentido, vale a pena trocar seu celular e comprar um modelo mais moderno, com tecnologia GSM. Quanto ao preço, não se preocupe. Apesar de ser uma tecnologia mais moderna, existem diversos modelos mais acessíveis.

Não responda SMS e ligações suspeitas

Mesmo com a dificuldade em clonar aparelhos GSM, os criminosos digitais desenvolveram um jeito de fazê-lo. Se passando pela operadora, eles enviam mensagens SMS solicitando que o usuário clique em um link para atualizar o dispositivo. Ao realizar esse procedimento, o celular é clonado, uma vez que alguns aparelhos podem ser criptografados por meio de um SMS.

Os criminosos usam uma estratégia parecida também naa ligações. Eles telefonam para a vítima fingindo ser um profissional da operadora de celular. Aí, eles pedem alguns dados e solicitam que a pessoa pressione determinadas teclas. Ao fazer isso, a vítima revela informações suficientes para que a linha seja clonada.

Se receber mensagens ou ligações desse tipo, desconfie. Anote o nome do atendente e diga que você mesmo irá ligar psoteriormente para a operadora e realizar o procedimento, caso seja mesmo necessário.

Conserte seu aparelho em lojas autorizadas

Seu celular tem algum problema que precisa ser reparado? Então, leve para consertá-lo apenas em lojas autorizadas pelos fabricantes ou em locais idôneos que você já conhece. Isso porque, se você levar para qualquer loja de esquina, há chances de que seu celular seja clonado, seja por um scanner (modelos CDMA) ou pela cópia do cartão SIM (modelos GSM).

Cuidado em rodoviárias e aeroportos

Como os celulares normalmente entram em modo “roaming” quando estão em aeroportos e rodoviárias, a comunicação acontece por meio de ondas FM não criptografadas. Isso facilita a ação dos criminosos que andam nesses locais equipados com scanners. A dica, aqui, é manter o seu aparelho CDMA desligado ou em modo avião nas áreas de embarque e desembarque.

O que fazer se o seu celular foi clonado?

Se desconfiar que você está sendo vítima da fraude, ao identificar alguns dos sintomas apresentados no primeiro parágrafo, ligue imediatamente para a sua operadora e solicite o bloqueio da linha.

Não se esqueça de anotar nome completo do atendente, data, horário e protocolo da ligação. Em seguida, registre um Boletim de Ocorrência, você consegue fazer isso online. É muito importante para que as autoridades possam combater esses crimes.

…………………………………………………………………………..
*Fonte: uolseguranca

Ranking do principal teste de câmeras de celular do mundo tem um novo líder

Qual é a melhor câmera de celular no mundo atualmente? Se você olhou recentemente o DxOMark, o principal serviço de avaliação do gênero do planeta na atualidade, provavelmente vai dizer que é o HTC U11. Contudo, a plataforma anunciou uma revisão de seus critérios de avaliação e o ranking acaba de ganhar um novo líder.

Avaliando a capacidade das câmeras de smartphones desde 2012, o serviço nunca havia alterado a sua forma de avaliação. “Muita coisa aconteceu desde então”, afirma a companhia na postagem em seu site oficial. “A fotografia no smartphone praticamente erradicou o segmento de mercado das câmeras compactas, e o setor mobile se tornou o principal motor de inovação em imagens.”

Novos critérios

E é com base nessa perspectiva de evolução do setor de câmeras mobile que o DxOMark anuncia a renovação em seus critérios. “Com o novo protocolo, nós capturamos e analisamos mais de 1.500 imagens e duas horas de vídeo em cada dispositivos”, informa a companhia.

Assim, os novos critérios a serem empregados nas análises são:

Nova pontuação de zoom baseada em testes extensivos em múltiplas distâncias focais
Nova pontuação de boke baseada em testes realizados externos e em laboratório
Testes em ambientes com pouca luz reduzidos para até 1 lux
Testes de cenas em movimento para avaliação mais precisa do desempenho da câmera e de técnicas de processamento em situações reais

Um novo líder

Com esses novos critérios, o HTC U11, um dos mais recentes testes realizados pelo DxOMark, perdeu o posto de líder para ninguém menos do que o Google Pixel. Até então, o smartphone da Google ocupava a segunda colocação no ranking da plataforma, justamente a posição para a qual caiu o dispositivo da HTC.

Quem mais caiu com a mudança foi o Galaxy S6 Edge, que até então ocupava a terceira posição e agora está em quinto, atrás do iPhone 7 Plus e do iPhone 7. Vale lembrar que nem todos os dispositivos foram reavaliados com base nos novos critérios, mas apenas os de maior destaque em testes realizados pelo veículo até então.

Com dispositivos como LG V30, Galaxy Note 8 e iPhone X saindo do forno, é possível que essa tabela seja reformulada muito em breve.

………………………………………………..
*Fonte: tecmundo

Golpe feito pelo Facebook Messenger já atinge usuários brasileiros

Um novo malware está atingindo usuários do Facebook Messenger na América Latina, incluindo o Brasil. Descoberto pela Kaspersky, o vírus infecta o usuário com adware e se espalha pelo serviço de mensagens do Facebook.

Tudo começa quando um contato é infectado e envia uma mensagem para o usuário com um link. Ao clicar no link, o usuário é direcionado a um documento do Google Docs com uma foto do perfil da vítima, que cria um link para um suposto vídeo. Mas quando a pessoa tenta reproduzir o vídeo, é enviada para diversos sites que roubam informações sobre o computador do usuário, além de algumas informações pessoais.

O malware atua diferente dependendo de qual for o navegador usado pela vítima. No Firefox e no Safari, ele exibe uma mensagem de atualização falsa do Flash. No Chrome, o usuário é direcionado a uma versão falsa do YouTube que pede a instalação de uma extensão para o Chrome.

A Kaspersky diz que a investigação do ataque não sugere que algum trojan ou exploit seja baixado para dispositivos, mas eles lembram que cibercriminosos já devem ganhar dinheiro com o golpe a partir da publicidade exibida em sites falsos e o acesso a diversas contas do Facebook.

Como sempre, a melhor forma de se manter seguro na internet é tomar bastante cuidado com os links que você clica – se for algo suspeito demais, é bom evitar.

……………………………………………..
*Fonte: olhardigital

Boss lança afinador em formato app

A Boss anunciou o lançamento de um afinador em formato app. Volto para guitarra, baixo e outros instrumentos de corda, o Boss Tuner App é compatível com sistemas Android e iOS, além de apresentar a estética do pedal original TU-3.

O download é gratuito. Acesse os links abaixo para baixar:

https://itunes.apple.com/app/boss-tuner/id1113473319
https://play.google.com/store/apps/details?id=jp.co.roland.bosstuner

 

Boss-Tuner-App

 

 

 

 

 

 

*Fonte: guitarload

8 dicas para poupar a bateria do seu smartphone

Além da fragilidade das telas, outro grande problema que atinge praticamente todos os smartphones do mercado – mesmo os tops de linha – é a duração da bateria. São raros os dispositivos que conseguem tranquilamente chegar ao fim de um dia de uso mais intenso, e praticamente nenhum consegue manter esse ritmo após alguns meses de uso.

No futuro, as baterias de íons de lítio usada nos smartphones hoje em dia poderão ser substituídas por baterias de íons de sódio, mais econômicas. Enquanto isso, contudo, é necessário achar maneiras de economizar. Esse foi um dos motivos que levou a Baidu Brasil a citar algumas dicas sobre como cuidar da bateria do seu smartphone, para maximizar sua duração e prolongar sua vida útil. Confira abaixo:

1 – Reduza o brilho da tela
Essa talvez seja a dica mais óbvia, mas é bastante valiosa. Segundo o Baidu, a tela é a parte do dispositivo que mais consome energia, e reduzir a intensidade de sua iluminação faz com que a bateria do smartphone dure por mais tempo

2 – Desligue conexões
Se você precisar economizar energia, vá desligando todas as conexões que não está utilizando: NFC, Bluetooth, WiFi, 4G e GPS. Se for urgente guardar bateria para mais tarde, vale até colocar o celular em “modo avião” para economizar.

3 – Desative notificações
Outra medida que ajuda a bateria a render mais é desabilitar notificações que não sejam absolutamente necessárias. cada vez que você recebe uma notificação do WhatsApp, por exemplo, seu smartphone vibra e faz barulho, o que gasta bateria. Desabilitar essas notificações, por exemplo, não lhe impede de abrir o aplicativo, e pode nem fazer muita diferença – especialmente se você já costuma olhar o celular uma vez por minuto de qualquer maneira.

4 – Diminua o tempo de bloqueio da tela
Fazer com que a tela se trave mais rapidamente após ficar sem uso ajuda a otimizar o uso da bateria também, pois reduz o uso da tela. Além disso, caso você esqueça o celular destravado em algum lugar, a chance de ele ser invadido por uma pessoa indevida é menor se a tela travar mais rápido.

5 – Feche os aplicativos que não estiver usando
Por mais que você não esteja usando um aplicativo, pode ser que ele ainda esteja aberto – e gastando bateria. Vale a pena acessar o gerenciador de aplicativos de seu dispositivo de vez em quando e fechar os que não estiverem sendo usados.

6 – Use um aplicativo de economia de bateria
Como se trata de um problema bastante comum, existe uma série de aplicativos que ajudam a estender a duração da bateria do seu smartphone. O Olhar Digital já fez uma lista com alguns dos mais úteis para Android. Confira-a aqui.

7 – Use antes de recarregar
Por mais que dê vontade de ser sempre 100% de bateria, colocar o celular pra carregar logo que ver uma tomada não é uma boa ideia. Para estender a vida útil da bateria, o ideal é carregá-la apenas quando ela estiver com menos de 50% da carga.

8 – Evite calor
Não é à toa que os manuais de instruções dos smartphones recomendam que eles sejam mantidos em temperatura ambiente. O calor é um grande inimigo da vida útil das baterias. Por isso, tome cuidado para nunca deixar o aparelho exposto ao sol, ou mesmo em locais com temperaturas muito elevadas.

*Fonte: OlharDigital

batcel1