As 10 cidades mais antigas do Brasil

As cidades mais antigas do Brasil são ricas em sua história, na preservação dos prédios históricos e nos pontos turísticos que atraem visitantes de todo o país. Elas representam, em grande parte, o período primordial do país enquanto ainda era uma colônia de Portugal, com algumas sendo ricos centros urbanos hoje, como Recife e Salvador.

A grande maioria se localiza no litoral, uma vez que os portugueses ocuparam primeiramente essa área após chegarem ao país. Era através do litoral que eles traziam suas mercadorias e escravos, facilitando o comércio entre a metrópole e a colônia.

Essas cidades guardam a história do nosso país, possuem belíssimas riquezas naturais e culturais, assim como praias deslumbrantes.

Conheça as cidades mais antigas do Brasil

1. Cananéia (São Paulo)
Fundação: 1531
Ainda há certa competição para saber quem ocupa o topo dentre as cidades mais antigas do Brasil entre Cananéia e São Vicente. Isso ocorre porque não há documentos o suficiente para comprovar que Cananéia teve sua fundação cinco meses antes da outra.

Cananéia, além de possuir belas cachoeiras, ilhas e praias, também tem um centro histórico muito interessante para os turistas visitantes da região.

2. São Vicente (São Paulo)
Fundação: 1532
Localizada na região hoje chamada de Baixada Santista, em São Paulo, São Vicente teve sua fundação feita por Martim Afonso de Souza. Além de uma belíssima ilha, a cidade também chama atenção por suas praias, como Itararé e Gonzaguinha.

A fortaleza da casa Martim Afonos, hoje, é preservada e por muitos dita como sendo o marco zero do país, hoje um museu abrigando fotografias e documentos históricos da cidade.

3. Olinda (Pernambuco)
Fundação: 1535
A Unesco determinou Olinda como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, e a cidade foi muito importante durante o período em que o Brasil era uma colônia. Quem fundou a cidade foram os portugueses, mas os holandeses chegaram a invadirem-na e dominarem-na por um certo tempo antes de uma reconquista lusitana.

Além da beleza natural, é também riquíssima em sua história e arquitetura.

4. Vila Velha (Espírito Santo)
Fundação: 1535
Outra das cidades mais antigas do Brasil que também se localiza no sudeste. Quem a fundou foi Vasco Fernandes Coutinho, que detinha a capitania do Espírito Santo no período primordial do Brasil colônia. Suas praias chamam atenção, além dos pontos históricos como o Farol de Santa Luzia e o Convento da Penha.

5. Igarassu (Pernambuco)
Fundação: 1535
Uma das cidades mais antigas do Brasil, seu nome significa “navio” ou “canoa grande” na origem Tupi. Situa-se na área metropolitana do Recife, estado do Peranmbuco, e foi palco de conflitos entre portugueses e índios.

6. Recife (Pernambuco)
Fundação: 1537
Recife, além de ser uma das cidades mais antigas do Brasil, foi também uma das mais importantes no período colonial. Recife era um dos portos do Brasil, por onde muitos produtos, artigos de luxo e escravos entravam no território da colônia. Hoje, a cidade é reconhecida por sua produção cultural, suas belas praias, o carnaval marcante e os prédios históricos.

7. Iguape (São Paulo)
Fundação: 1538
Iguape é a maior cidade em termos de extensão territorial no estado de São Paulo, diferentemente do que se poderia pensar. Suas casas e igrejas fazem parte de conjuntos de arquitetura colonial que foram preservados, possuindo um centro histórico rico no estado.

8. São Mateus (Espírito Santo)
Fundação: 1544
A segunda cidade mais antiga do estado do Espírito Santo, cujo nome foi dado pelo Padre José de Anchieta. Muitos africanos chegavam ao território da colônia através dessa área, que posteriormente também recebeu imigrantes vindos da Itália. As praias de Urussuquara e Guriri são algumas das riquezas naturais da cidade.

9. Salvador (Bahia)
Fundação: 1549
Salvador foi a primeira capital da colônia, funcionando como sede para a administração feita por Portugal. É uma cidade muito rica em história e gastronomia, com alguns dos pontos turísticos mais marcantes do país, como o Largo do Pelourinho. O litoral e o carnaval também são pontos fortes da cidade.

10. Vitória (Espírito Santo)
Fundação: 1551
A atual capital do Espírito Santo, fundada 16 anos após Vila Velha, cujo primeiro nome foi Vila Nova. O arquipélago contém catedrais, casas e igrejas que remetem a diferentes épocas da história brasileira. Suas praias e gastronomia são fatores atrativos da região.

*por Dominic Albuquerque
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*Fonte: socientifica

Uma perspectiva do vazio

Uma cidade que um dia sofreu pelo excesso de turistas, e reclamou muito por isto, hoje reforça a crença na necessidade do equilíbrio de tudo.

Kyoto, que tem 17 sítios do Patrimônio Mundial da UNESCO, costuma receber milhares de turistas estrangeiros diariamente. Mas desta vez se vê em rumo incerto.

Frequentemente, as manchetes de turismo de Kyoto focam no mau comportamento – hoje, as notícias são de negócios em perigo de fechar, e opiniões locais sobre como lidar com a vida daqui para frente, especialmente em um país que já luta para manter o constante ânimo das pessoas morarem e investirem onde vivem.

O fotógrafo Norm Nakamura – do vídeo abaixo – decidiu gravar um pouco da cidade, e perguntar para aqueles ainda abertos, “Os japoneses de Kyoto querem que os estrangeiros voltem?”. As respostas, no mínimo, nos ajudam a entender cidades ao redor do globo em situações similares, e a ponderar o que vem pela frente, na mudança de nossa interação com nosso mundo, sociedade e como queremos evoluir como seres humanos.

*Por Julio Moraes

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*Fonte: updateordie

Por que cidades precisam mais do que nunca de árvores

Por que cidades precisam mais do que nunca de árvores

Megacidades como Paris e Londres têm projetos ambiciosos para se tornarem mais verdes. Algo indispensável, segundo ecologistas, para frear os efeitos das mudanças climáticas nas cada vez mais populosas áreas urbanas.

Não muito tempo atrás, muita gente não tinha certeza se as árvores deveriam ter um lugar nas cidades. Pedestres, carros, casas e prédios compunham áreas urbanas – não havia muito espaço para a natureza.

Mas as árvores agora têm um lugar fundamental em muitas grandes cidades do mundo, diz Sonja Dümpelmann, historiadora da paisagem da Universidade da Pensilvânia – mesmo que, na maioria delas, ainda estejam lutando por espaço.

Para colher os benefícios das paisagens urbanas, ecologistas dizem que é fundamental que as árvores sejam vistas como mais do que uma mera adição estética às cidades. Isso é especialmente verdade agora que metade da população mundial vive em espaços urbanos – até 2050, estima-se que outras 2,5 bilhões de pessoas se mudarão para cidades.

Árvores são chave quando se trata de regular os microclimas, filtrando a poluição do ar, fornecendo sombra, absorvendo CO2, ajudando a evitar inundações repentinas. Além disso, atuam como um antídoto importante para o efeito de ilha de calor urbana, que torna as cidades muito mais quentes do que as áreas rurais vizinhas.

“As árvores podem fazer uma enorme diferença na temperatura de uma cidade”, diz Tobi Morakinyo, climatologista urbano que pesquisa o efeito de resfriamento de árvores em Akure, sudoeste da Nigéria. Segundo ele, o uso de árvores para gerar sombra em edifícios pode resfriá-los em até 5°C.

Em cidades quentes da África subsaariana como Akure, onde as temperaturas médias máximas de verão podem chegar a 38°C, esse efeito de resfriamento é uma ferramenta importante. Segundo Morakinyo, as cidades podem empregar árvores tanto contra o estresse térmico quanto contra os custos de resfriamento.

“Além dos serviços ecológicos que as árvores urbanas proporcionam, há também as qualidades que não podemos colocar em valor monetário”, acrescenta Cris Brack, ecologista florestal da Universidade Nacional Australiana e diretor do Arboretum Nacional em Camberra. “São a biodiversidade, a estética e nossa necessidade visceral de experimentar a natureza”, completa Brack, referindo-se ao conceito de ‘biofilia’ – a ideia de que os seres humanos têm um desejo inato de se conectar com a natureza.

Evidências sugerem que habitantes de regiões com mais árvores experimentam níveis mais baixos de estresse e doenças mentais.

Luta contra o cimento

A necessidade de árvores nas cidades é cada vez maior, mas elas frequentemente lutam contra ambientes urbanos opressivos. Abaixo do solo suas raízes podem ser sufocadas por tubos de água, estradas e estacionamentos subterrâneos, e acima pela poluição, linhas de energia e tráfego. Árvores também enfrentam danos causados por carros, condições climáticas cada vez mais extremas e remoções para dar lugar a canteiros de obras.

Talvez o desafio moderno mais duro para as árvores da cidade, diz Somidh Saha, ecologista florestal urbana do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha, seja a estiagem. Após a onda de calor sem precedentes na Europa em 2018, um estudo coassinado por Saha constatou que 30% das árvores plantadas em Karlsruhe, no sudoeste da Alemanha, nos quatro anos anteriores haviam morrido – tanto direta quanto indiretamente por falta de água.

“Sem água suficiente, as árvores se tornam fracas e isso as torna vulneráveis a doenças”, diz Saha. Ao mesmo tempo, o declínio das populações urbanas de aves e mamíferos arborícolas, como morcegos, deixa as populações de insetos sem controle, e as árvores locais mais vulneráveis.

Projetos em megacidades

Projetos ecológicos ambiciosos surgiram em várias megacidades ao redor do mundo nos últimos anos – Nova York plantou um milhão de árvores entre 2007 e 2015; o prefeito de Londres, Sadiq Khan, espera tornar verde mais da metade da capital até 2050; Paris, por sua vez, anunciou que construirá quatro florestas urbanas ao longo de 2020.

Mas fora da Europa, em lugares como a Índia e a Nigéria, onde faltam recursos e vontade política para tornar o verde urbano uma prioridade, as árvores nas cidades são muito mais escassas.

Como a mudança climática traz temperaturas mais quentes e chuvas mais imprevisíveis, as cidades estão exigindo um novo tipo de resiliência das árvores urbanas. Para muitas cidades do mundo, os ecologistas dizem que isso significa plantar espécies mais exóticas.

A ideia, porém, encontra bastante resistência. Os ecologistas Brack e Saha argumentam, no entanto, que espécies alternativas geralmente se adaptam melhor ao ambiente artificial de uma cidade – especialmente diante do aumento das ondas de calor. O bordo de três dentes, nativo da China, Coreia e Japão, é uma espécie que poderia aparecer em maior número em outras partes do mundo à medida que a temperatura global aumenta.

Há também uma distinção importante a ser feita entre árvores “exóticas”, o que significa apenas que não são locais, e as “invasivas”, que são prejudiciais, espalhando-se muito rapidamente e dominando o meio ambiente.

Quanto à vida selvagem local, estudos contínuos estão sendo realizados em lugares como Canberra, onde quase todas as espécies de árvores da cidade são exóticas. Ali, os pássaros comem com prazer frutas de plantas não nativas, e os mamíferos encontram casas onde quer que haja um buraco apropriado.

Empenho cidadão

Uma solução para preservar as árvores urbanas que tem crescido em popularidade nos últimos anos é o envolvimento dos moradores. O programa de poda de Nova York permite que os habitantes da cidade tenham aulas para se tornarem cuidadores oficiais das árvores, e Berlim – um lugar que normalmente tem excluído os cidadãos de cuidar da flora urbana – está agora permitindo que os residentes solicitem licenças para manter canteiros e propôs que eles reguem árvores no verão.

O envolvimento dos cidadãos tem seus prós e contras, diz Dümpelmann, e estes tipos de programas podem ou não ser eficazes dependendo da cultura local. Mas até mesmo regar árvores sozinho “demonstrou ser um esforço de manutenção realmente relevante”, comenta.

Embora o plantio de árvores em espaços urbanos seja uma forma eficaz e bastante eficiente de adaptação às mudanças climáticas, Dümpelmann enfatiza que não é uma solução holística. “É algo em que devemos trabalhar ao mesmo tempo em que abordamos as causas fundamentais da mudança climática”, diz.

Além de usar as árvores como ferramenta de geoengenharia, ecologistas urbanos ressaltam que mais árvores nas cidades poderiam mudar as perspectivas da vida urbana e dar às pessoas uma maior compreensão de como valorizar a natureza como parte de uma cidade sustentável e habitável – não separada dela.

Isso significa ver as árvores como seres vivos, em crescimento, diz Brack, não paradas no tempo, ou imunes aos estresses da vida em ambientes urbanos.

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*Fonte: DW

Copenhague vai plantar árvores frutíferas em áreas públicas da cidade

Já pensou em encontrar frutas na sua cidade, para colher livremente? Esta vai ser a realidade dos moradores de Copenhague, capital da Dinamarca. A cidade vai plantar árvores frutíferas em áreas públicas como parques e praças conectando a as pessoas e a natureza.

A prefeitura da cidade aprovou o plantio de árvores frutíferas para garantir que os cidadãos tenham esta oportunidade de um contato mais próximo com a natureza e conheçam o sabor das frutas colhidas no pé – uma ação de bem estar e saúde pública.

Desde a idade média o plantio de frutas e ervas é uma tradição na Dinamarca e é permitido no país que isso corra em áreas públicas, assim como é permitido que qualquer pessoa colha alimentos que estejam nestes locais, mas este era um costume mais forte em áreas rurais.

A ideia agora é fortalecer este costume também na capital do país, fazendo com que os moradores da metrópole resgatem este hábito.

Parte do projeto consiste em um aplicativo chamado Vild Mad, comida selvagem em português, que apresenta a natureza local aos cidadãos e turistas que ainda não conhecem as frutas e árvores nativas. No aplicativo estão as instruções de colheita para frutas e ervas, além de uma série de receitas onde se aproveitam estes ingredientes naturais.

Uma solução simples, que promove a conexão com a natureza, a arborização da cidade e garante uma alimentação saudável e gratuita.

*Por Natasha Olsen

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*Fonte: ciclovivo

Huacachina – Peru

Huacachina é uma vila que se localiza na região sudoeste do Peru. Essa vila foi erguida ao redor de um pequeno oásis que parece até fake. O que impressiona é a altura das dunas. Está localizada na província de Ica, a cerca de cinco quilômetros da cidade de Ica, no distrito de mesmo nome.

Huacachina tem uma população permanente de cerca de 100 pessoas, embora hospede muitas dezenas de milhares de turistas a cada ano. Huacachina foi construída em torno de um pequeno lago natural no deserto. Chamado de “oásis da América”, ela serve como um resort para famílias locais da cidade vizinha de Ica e cada vez mais como uma atração para turistas atraídos pelos esportes de sandboard e passeios de bugre em dunas de areia que se estendem várias centenas de metros de altura.

Uma lenda local diz que a lagoa foi criada quando uma bela princesa nativa foi presa durante um banho por um jovem caçador. Ela fugiu, deixando a piscina de água em que ela se banhava tornar-se a lagoa. As dobras de seu manto, que se contorciam atrás dela enquanto ela corria, tornaram-se as dunas de areia ao redor da lagoa. E a própria mulher viveria no oásis como uma sereia.

Esse lugar quase foi pro saco, quando proprietários privados próximos ao oásis instalaram poços, o que reduziu o nível de água no oásis. Para compensar esta perda de água e preservar o oásis como um destino esteticamente agradável para os turistas, a cidade iniciou um processo artificial de bombeamento de água para o oásis, recompondo o lençol freático.

Acho curioso como a América do Sul tem lugares incríveis pouco conhecidos. Um belo destino de viagem para fotos.

*Por Philipe Kling David

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: mundogump

Camboriú – SC – Praia sem sol dos prédios mais altos do Brasil

Disputada por anônimos e celebridades devido ao seu glamour e elegância, com seus edifícios residenciais de altíssimo luxo, que figuram entre os prédios mais altos do mundo.

Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, sempre foi um local de belezas naturais exuberantes, atraindo muitos turistas, e logo surgiram os primeiros prédios de apartamentos. Mas esses prédios logo começaram a competir em altura, e assim hoje a belíssima praia está coberta com os arranha-céus mais altos do Brasil. Veja a lista:

One Tower – Balneário Camboriú (SC) – 280 metros;
Infinity Coast Tower – Balneário Camboriú (SC) – 237 metros;
Boreal Tower – Balneário Camboriú (SC) – 220 metros;
Sky Tower – Balneário Camboriú (SC) – 210 metros;
Tour Geneve – João Pessoa (PB) – 182 metros;
Palácio W. Zarzur – São Paulo (SP) – 170 metros, (finalizado em 1967);
Alameda Jardins Residence – Balneário Camboriú (SC) – 170 metros;
Edifício Itália – São Paulo (SP) – 165 metros (finalizado em 1965)
Rio Sul Center – Rio de Janeiro (RJ) – 163 metros (finalizado em 1982);
Altino Arantes – São Paulo (SP) – 161 metros (finalizado em 1947).

Você deve estar pensando que essa praia é o paraíso dos milionários, e com seus apartamentos que custam em torno de R$ 3 milhões, isso até é verdade, porém esses dados grandiosos escondem um problema miseravelmente triste…

Como você pode ver nas imagens, a praia fica completamente escondida na sombra dos prédios a partir do meio da tarde, e conseguir um lugar ao Sol é um desafio tão gigantesco quanto os edifícios que cercam a praia.

E esse não é o único problema, afinal os prédios altos também interferem nas correntes de ar marítimas, e as ruas no entorno se transformam em verdadeiros túneis escuros de vento. O sistema de tratamento de água e esgoto também já apresentam sinais de saturação segundo alguns ambientalistas, o que eventualmente ocasiona a poluição das águas e muitos dias de praia imprópria para banho durante o ano. Outra característica que diferencia a “Dubai brasileira” é que todos esses edifícios são residenciais, ao contrário de todos os outros prédios mais altos do mundo que são comerciais.

Muitos ambientalistas e arquitetos alegam que esse tipo de adensamento urbano é lamentável, e traz prejuízos ao ecossistema da região. Animais marinhos são afetados pela poluição das águas, e se confundem com a sombra onipresente, colocando em risco a fauna e a flora locais, além da própria paisagem ficar poluída com todos os prédios mais altos do Brasil lado a lado, separados por poucos metros entre si.

Ainda assim, as construtoras continuam investindo e erguendo outros prédios ainda mais altos, e o negócio imobiliário por lá continua super-aquecido. Como a legislação local não limita a altura de edificações na orla, novos espigões estão projetados e outros já em fase de construção. E assim segue a praia que era um paraíso natural, e agora está ficando cada vez mais apagada, na escuridão de sua própria “grandiosidade”…

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*Fonte: curtoecurioso

 

 

 

 

 

 

 

Coisas que todo motorista deveria saber sobre os ciclistas

Nós nos sentimos invisíveis
Na rua ou na estrada, é bem comum os carros ultrapassarem a bike e logo em seguida cortar a frente para fazer uma conversão e quase sempre passam tão perto que dá até medo de bater. Os ciclistas sempre tentam fazer contato visual com vocês motoristas, principalmente em cruzamentos, para saber se estão sendo vistos ou não.

Nós não somos briguentos a toa
Caso um ciclista fique irritado no trânsito ou chame sua atenção num semáforo, não é a toa. Provavelmente alguma coisa que você tenha feito com o carro ameaçou a segurança dele.

Nós estamos em desvantagem
Dentro de um carro, você motorista está muito mais seguro do que um ciclista na rua. Caso seu carro bata numa bike, o ciclista não tem a mesma segurança que você.

A maioria de nós segue as leis de trânsito
Seguir as leis de trânsito são essenciais para garantir a segurança do ciclista. Claro que existem exceções, mas pesquisas recentes da Universidade do Colorado mostraram que 92% dos ciclistas respeitam as leis de trânsito.

Nós não estamos pedalando irregularmente
Estatutos afirmam que os ciclistas devem andar do lado direito sempre que possível.  Às vezes as ruas não estão tão boas e possuem buracos, obstáculos, etc, sendo assim é comum ciclistas irem um pouco mais pro centro para evitar cair. Nunca invadem as vias de tráfego sem motivo.
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Nós não podemos depender só das ciclovias
Atualmente as cidades possuem ciclovias porém só em alguns trechos. Se formos limitar o trajeto somente em ciclovias, os ciclistas perderão tempo e muitas vezes nem conseguirão chegar em seu destino. Tem hora que não tem jeito mesmo e é necessário sair delas para conseguir chegar.

Nós preferimos pedalar acompanhados
Ciclismo é um esporte muito social e muita gente prefere pedalar lado a lado para ir conversando e se distraindo no trajeto. Mas fique tranquilo motorista: em trânsito intenso os ciclistas tem consciência que isso não é possível e evitam.
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Nós não curtimos buzina
A melhor maneira de alertar um ciclista com buzina é fazer isso com certa distância. Buzinar muito perto faz o ciclista assustar, podendo perder o equilíbrio da magrela.

Nós amamos pedalar
Além de ser um meio de transporte incrível, pedalar dá uma sensação extremamente prazerosa ao ciclista. A estrada que pedalam leva a outro patamar físico e mental, é uma verdadeira paixão. Então motorista dê um espaço ao ciclista!
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Nós não somos apenas ciclistas
Motorista, da próxima vez que se irritar no trânsito com um ciclista, lembre-se que ele é um pai ou uma mãe, é marido ou esposa, é filho ou filha. Aquele ciclista pode ser seu colega de trabalho, seu vizinho… Pode ser você!

 

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*Fonte: revistaridebike

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