Seu tipo de sangue pode aumentar sua chance de ter Alzheimer

O seu tipo de sangue pode influenciar sua saúde de diversas maneiras. Os cientistas já descobriram que, dependendo do tipo sanguíneo, você está mais predisposto a ter certas doenças cardíacas.

Agora, uma nova pesquisa, publicada no Boletim de Pesquisas Cerebrais, revelou que seu tipo sanguíneo pode também influenciar suas chances de desenvolver doenças cognitivas, como o Mal de Alzheimer.

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, aponta uma relação entre a quantidade de massa cinzenta (um tecido que forma parte do cérebro) e o tipo sanguíneo.

Os cientistas descobriram que pessoas com sangue tipo O têm mais matéria cinzenta do que aquelas com qualquer um dos outros três tipos (A, B e AB). Segundo os pesquisadores, quanto maior o volume de massa cinzenta, maior é a proteção do corpo contra doenças como o Alzheimer.

 

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*Fonte: superinteressante

Vida em outros planetas pode ter sido extinta após se tornar tecnológica

O universo é incompreensivelmente vasto, com bilhões de outros planetas que circulam bilhões de outras estrelas. O potencial para que a vida inteligente exista em algum lugar lá fora deve ser enorme. Então, onde está todo mundo?

Esse é o paradoxo de Fermi em poucas palavras. Daniel Whitmire, um astrofísico aposentado que ensina matemática na Universidade de Arkansas, uma vez pensou que o silêncio cósmico indicava que nós éramos uma espécie atrasada.

“Ensinei astronomia por 37 anos”, diz ele. “Eu costumava dizer aos meus alunos que, por estatística, temos que ser os caras mais tolos da galáxia. Afinal, nós só fomos tecnológicos por cerca de 100 anos, enquanto outras civilizações podem ser mais tecnologicamente avançadas que nós por milhões ou bilhões de anos”.

Recentemente, no entanto, ele mudou de ideia. Ao aplicar um conceito estatístico chamado Princípio da Mediocridade – a ideia de que, na ausência de qualquer evidência em contrário, devemos considerar-nos típicos, e não atípicos – Whitmire concluiu que, em vez de ser atrasada, nossa espécie pode estar na média. E isso não é uma boa notícia.

Em um artigo publicado no dia 3 de agosto no International Journal of Astrobiology, Whitmire argumenta que, se somos típicos, isso leva a crer que espécies como a nossa são extintas logo depois de alcançarem o conhecimento tecnológico.

O argumento baseia-se em duas observações: somos a primeira espécie tecnológica a evoluir na Terra, e estamos no início do nosso desenvolvimento tecnológico. (Ele define “tecnológico” como uma espécie biológica que desenvolveu dispositivos eletrônicos e pode alterar significativamente o planeta).

A primeira observação parece óbvia, mas, como observa Whitmire em seu artigo, os pesquisadores acreditam que a Terra ainda deve ser habitável para a vida animal pelo menos daqui um bilhão de anos no futuro. Com base em quanto tempo levou para proto-primatas evoluírem até se tornarem uma espécie tecnológica, isso deixa tempo suficiente para que algo assim aconteça novamente até 23 vezes. Nessa escala de tempo, poderia ter havido outros antes de nós, mas não há nada no registro geológico que indique que não fomos os primeiros. “Nós deixaríamos uma marca se desaparecêssemos durante a noite”, observa Whitmire.

Pela definição dele, nos tornamos “tecnológicos” após a revolução industrial e a invenção do rádio, ou há cerca de 100 anos. De acordo com o Princípio da Mediocridade, uma distribuição normal das eras de todas as civilizações tecnológicas existentes no universo nos colocaria no meio de 95% delas. Em outras palavras, as civilizações tecnológicas que duram milhões de anos, ou mais, seriam altamente atípicas. Como somos os primeiros na Terra, outras civilizações tecnológicas típicas também devem ser as primeiras. O princípio da mediocridade não permite nenhum segundo ato. A implicação é que, uma vez que as espécies tornam-se tecnológicas, elas sucumbem e levam a biosfera com elas.

Whitmire argumenta que o princípio é válido para dois desvios-padrão, ou neste caso cerca de 200 anos. Mas uma vez que a distribuição de eras em uma distribuição normal se distorce (não há limite superior absoluto, mas a idade não pode ser inferior a zero), ele duplica esse número até 500 anos, mais ou menos.

Há sempre a possibilidade de sermos atípicos e a vida útil da nossa espécie estar em algum lugar nos 5%. Se for esse o caso voltamos ao pedaço de sabedoria que Whitmire ensinou aos seus estudantes de astronomia por mais de três décadas. “Se não somos típicos, minha observação inicial seria correta”, diz ele. “Nós seríamos os homens mais estúpidos da galáxia considerando os números”. [Science Daily]

 

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*Fonte: hypescience

Declaração Transhumanista

1- A humanidade deve ser profundamente afetada pela ciência e tecnologia no futuro. Nós imaginamos a possibilidade de ampliar o potencial humano ao superar o envelhecimento, deficiências cognitivas, sofrimento involuntário e nosso confinamento no planeta Terra.

2 – Nós acreditamos que o potencial da humanidade continua em grande parte ainda não alcançado. Existem possíveis cenários que levam a humanidade à condições maravilhosas e extremamente interessantes.

3 – Reconhecemos que a humanidade enfrenta sérios riscos, especialmente pelo uso indevido de novas tecnologias. Existem possíveis cenários que levam à perda da maior parte, ou mesmo de tudo, do que consideramos valioso. Alguns destes cenários são drásticos, outros sutis. Embora todo progresso seja mudança, nem toda mudança é progresso.

4 – Precisa ser investido na pesquisa que se esforça para entender essas perspectivas. Precisamos deliberar cuidadosamente a melhor maneira de reduzir os riscos e acelerar as aplicações benéficas. Também precisamos de fóruns onde as pessoas possam discutir de forma construtiva o que deve ser feito e uma ordem social onde as decisões responsáveis possam ser implementadas.

5 – A redução dos riscos existenciais e o desenvolvimento de meios para a preservação da vida e da saúde, o alívio do sofrimento grave e as melhorias da prospectiva e sabedoria humanas devem ser perseguidas como prioridades urgentes, e fortemente financiadas.

6 – A formulação de políticas deve ser guiada por uma visão moral responsável e inclusiva, levando a sério tanto as oportunidades como os riscos, respeitando a autonomia e os direitos individuais, e mostrando solidariedade e preocupação com os interesses e a dignidade de todas as pessoas ao redor do mundo. Nós devemos também considerar nossas responsabilidades morais em relação às gerações que existirão no futuro.

7 – Defendemos o bem-estar de toda senciência, incluindo seres humanos, animais não humanos e quaisquer futuros intelectos artificiais, formas de vida modificadas ou outras inteligências às quais o avanço científico possa dar origem.

8 – Nós preferimos permitir que os indivíduos tenham amplas opções de escolha pessoal sobre como eles querem viver suas vidas. Isso inclui o uso de técnicas que podem ser desenvolvidas para auxiliar a memória, concentração e energia mental, terapias de extensão de vida; Tecnologias de escolha reprodutiva; Procedimentos criônicos; E muitas outras possíveis tecnologias humanas de modificação e aprimoramento.

A Declaração Transhumanista foi originalmente criada em 1998 por um grupo de autores internacionais: Doug Baily, Anders Sandberg, Gustavo Alves, Max More, Holger Wagner, Natasha Vita-More, Eugene Leitl, Bernie Staring, David Pearce, Bill Fantegrossi, den Otter, Ralf Fletcher, Kathryn Aegis, Tom Morrow, Alexander Chislenko, Lee Daniel Crocker, Darren Reynolds, Keith Elis, Thom Quinn, Mikhail Sverdlov, Arjen Kamphuis, Shane Spaulding, and Nick Bostrom. Esta Declaração Transhumanista tem sido modificado através dos anos por vários autores e organizações. Foi adotada pelo Conselho da Humanity+ em março de 2009.

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*Fonte: universoracionalista

Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes

Será que todos os cientistas são ateus? Eles acreditam que religião e ciência podem coexistir? Ou acham que as duas coisas são conflitantes?

Enquanto existem muitas assunções e sensos comuns sobre o tema, uma nova pesquisa resolveu tirar esse assunto a limpo, e seus resultados foram surpreendentes.

 

O método para estudar religião e ciência

Esse foi o primeiro estudo mundial – e o maior – sobre como os cientistas veem a religião, conduzido pela Universidade Rice, dos Estados Unidos.

Os pesquisadores recolheram informações de 9.422 entrevistados em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Eles também viajaram a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 cientistas.

Ao entrevistar cientistas em várias fases da carreira, nas aéreas de biologia e física, em instituições de elite e não de elite, os pesquisadores esperavam ter uma visão representante dos cientistas sobre religião, ética e como ambas se cruzam com seu trabalho científico.

Os resultados desafiam os pressupostos de longa data sobre a dupla ciência-fé. Enquanto é comumente assumido que a maioria dos cientistas são ateus, a perspectiva global do estudo mostra que esse simplesmente não é o caso.

 

Descobertas

“Mais da metade dos cientistas na Índia, Itália, Taiwan e Turquia se identificaram como religiosos”, disse a principal autora do estudo, Elaine Howard Ecklund, diretora do Programa de Religião e Vida Pública da Universidade Rice. “E é impressionante que existem aproximadamente o dobro de ‘ateus convictos’ na população geral de Hong Kong (55%), por exemplo, em comparação com a comunidade científica nesta região (26%)”.

 

Os pesquisadores descobriram que os cientistas geralmente são menos religiosos do que uma dada população em geral. No entanto, houve exceções: 39% dos cientistas em Hong Kong se identificam como religiosos em comparação com 20% da população geral de Hong Kong. Além disso, 54% dos cientistas em Taiwan se identificam como religiosos em comparação com 44% da população geral de Taiwan.

Quando perguntados sobre os conflitos entre religião e ciência, apenas uma minoria dos cientistas em cada contexto regional disse acreditar que ciência e religião estejam em conflito.

No Reino Unido – um dos países mais seculares do estudo -, apenas 32% dos cientistas caracterizaram a intersecção entre ciência e fé como conflituosa. Nos EUA, este número foi de apenas 29%.

Por fim, 25% dos cientistas de Hong Kong, 27% dos cientistas da Índia e 23% dos cientistas de Taiwan acreditam que ciência e religião podem coexistir e ser usadas para ajudar uma a outra.

 

Nuances

Além dos resultados quantitativos do estudo, os pesquisadores descobriram nuances nas respostas dos cientistas durante as entrevistas em profundidade.

Por exemplo, numerosos cientistas expressaram que a religião pode fornecer uma “base” em áreas eticamente cinzentas. “Religião fornece uma base naquelas ocasiões em que você pode ficar tentado a tomar um atalho porque deseja ter algo publicado e pensa: ‘Oh, essa experiência não foi boa o suficiente, mas se eu retratá-la desta forma, vai parecer que sim’”, exemplifica um professor de biologia do Reino Unido.

Outro cientista disse que o ateísmo tem vertentes, algumas das quais incluem tradições religiosas. “Eu não tenho nenhum problema de ir à missa, é uma coisa cultural”, disse um físico do Reino Unido que por vezes frequenta a igreja porque sua filha canta no coral. “Não tenho fé religiosa, mas não me preocupa que a religião ainda exista”.

Finalmente, muitos cientistas mencionaram que convivem com visões religiosas de colegas ou alunos. “Questões religiosas são muito comuns aqui, todo mundo fala que templo frequenta, a qual igreja costuma ir. Portanto, não é realmente um problema que precisa ser escondido”, disse um professor de biologia de Taiwan.

 

Aplicações

Ecklund disse que o estudo tem muitas implicações importantes que podem ser aplicadas a processos de contratação de universidades, na estruturação de salas de aula e laboratórios e em políticas públicas gerais.

Educação afeta religião – mas de uma forma mais complexa do que se pensava

“A ciência é um empreendimento global”, afirma a pesquisadora. “E enquanto a ciência for global, então temos de reconhecer que as fronteiras entre ciência e religião são mais permeáveis do que a maioria das pessoas pensa”. [Phys]

 

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*Fonte: hypescience

Uma nova teoria física para a origem da vida

Primeiramente, por que a vida existe?

Hipóteses populares creditam uma sopa pré-biótica, uma imensa quantidade de raios e um tremendo golpe de sorte. Mas, se uma nova teoria estiver correta, a sorte pode ter exercido um papel mínimo. Em vez disso, de acordo com o físico que propõe a ideia, a origem e a subsequente evolução da vida seguem um padrão das leis fundamentais da natureza e “deve ser tão natural quanto pedras rolando por uma ladeira”.

No ponto de vista da Física, há uma diferença essencial entre seres vivos e aglomerados inanimados de átomos de carbono: o primeiro tende a ser bem melhor em absorver a energia do seu ambiente e dissipar ela em forma de calor. Jeremy England, 31, professor no MIT (Massachusetts Institute of Technology), tem desenvolvido uma fórmula matemática que ele acredita que possa explicar essa capacidade. A fórmula, baseada em uma física já conhecida, indica que, quando um grupo de átomos é guiado por uma fonte externa de energia (tal como o Sol ou combustíveis químicos) e cercada por um meio que mantenha o calor (como o oceano ou a atmosfera), ele provavelmente irá se reestruturar gradualmente, de forma a dissipar cada vez mais energia. Isso poderia significar que, em determinadas condições, a matéria pode inevitavelmente adquirir o atributo físico associado à vida.

“Você começa com um aglomerado aleatório de átomos, e, se você deixá-lo exposto à luz por um determinado tempo, não seria surpreendente se você conseguisse uma planta”, diz England.

A teoria de England está destinada a fundamentar e sustentar, ao invés de substituir, a teoria da evolução de Darwin, que pode prover uma poderosa descrição da vida. “Eu certamente não estou dizendo que as ideias darwinianas estão erradas”, ele explica. “Muito pelo contrário. Eu só estou dizendo que, de acordo com a perspectiva da Física, você pode chamar a evolução darwiniana de um caso específico de um fenômeno generalizado”

Sua ideia, detalhada em um paper e mais bem elaborada em palestras das quais ele está dando para universidades ao redor do mundo, gerou uma polêmica entre seus colegas, que veem isso como um tênue ou um potencial avanço.

England avançou “um bravo e importante passo”, diz Alexander Grosberg, professor de Física na Universidade de Nova Iorque, que tem seguido os trabalhos de England desde os primeiros estágios. A “grande esperança” é como ele tem identificado o princípio da física subjacente que vem conduzindo a origem e a evolução da vida.

“Jeremy é apenas o mais brilhante jovem cientista do qual eu já ouvi falar”, diz Atilla Szabo, um biofísico do Laboratório de Físico-Química do NIH (National Institutes of Helth), que apoiou England e sua teoria depois de conhecê-lo em uma conferência. “Eu fiquei surpreso com a originalidade das ideias”.

Outros, tal como Eugene Shakhnovich, um professor de Química, Bioquímica e Biofísica na Universidade de Havard, não estão convencidos. “As ideias de Jeremy são interessantes e potencialmente promissoras, mas, neste ponto, ele é bastante especulativo, especialmente quando está se referindo ao fenômeno da vida”, diz Shakhnovich.

Os resultados teóricos de England são considerados válidos. É, em sua interpretação, o que os torna improváveis. Mas já há ideias de como testar essa interpretação no laboratório.

“Ele está tentando algo radicalmente diferente”, diz Mara Prentiss, professora de física da Universidade de Harvard. “Em linhas de organização, eu acho que ele tem uma ideia fabulosa. Certa ou errada, valerá muito a pena a sua investigação”
Simulação gráfica por Jeremy England e seus colegas, onde mostra um sistema de partículas confinadas dentro de um líquido viscoso do qual as partículas destacadas de turquesa são estimuladas por uma força. Depois de um tempo (de cima para baixo), a força provoca a formação de mais ligações entre as partículas.

Na sua monografia O que é vida?, em 1944, o eminente físico quântico Erwin Schrödinger argumentou que isto é o que os seres vivos precisam. Uma planta, por exemplo, absorve extremamente a luz solar, usa ela para produzir açúcares e “ejeta” luz infravermelha. A entropia total do universo aumenta durante a fotossíntese à medida que a luz solar se dissipa.

A vida não viola a Segunda Lei da Termodinâmica, mas até recentemente, físicos eram incapazes de usar a Termodinâmica para explicar porque ela deve surgir em primeiro lugar. Na época de Schrödinger, eles só poderiam resolver as equações da Termodinâmica aplicadas em sistemas fechados em equilíbrio. Na década de 60, o físico belga Ilya Prigogine teve progresso em prever o comportamento de sistemas abertos movidos por fontes de energia internas (o motivo dele ter ganho o Prêmio Nobel de Química em 1977). Mas o comportamento dos sistemas que estavam longe de um equilíbrio, conectados com o ambiente externo e fortemente influenciados por fontes externas de energia, não poderiam ser previstos.

A situação mudou mais tarde. Na década de 90, devido, principalmente, ao trabalho de Chris Jarzynski, agora na Universidade de Maryland, e de Gavin Crooks, agora no Labotarótio Nacional Lawrence Berkeley. Jarzynski e Crooks mostraram que a entropia produzida por um processo termodinâmico, tal como o resfriamento de um copo de café, corresponde a uma simples razão: a probabilidade de que os átomos vão submeter-se a tal processo dividida pela probabilidade deles sofrerem o processo inverso (isto é, a interação espontânea de tal modo que o café aquece). A fórmula, ainda que rigorosa, poderia ser, em princípio, aplicada para qualquer processo termodinâmico, não importando o quão rápido ou longe do equilíbrio. “Nossa compreensão do equilíbrio de Mecânica Estatística melhorou muito”, Grosberg disse. England, que é treinado em Física e Bioquímica, começou seu próprio laboratório no MIT há dois anos e decidiu aplicar o seu conhecimento de Física Estatística em biologia.

Usando a formulação de Jarzynski e Crooks, ele derivou uma generalização da Segunda Lei da Termodinâmica que atribui a certos sistemas de partículas com certas características: os sistemas são fortemente movidos por uma fonte externa de energia tal como uma energia eletromagnética, e eles podem descartar calor em um banho térmico. Essa classe de sistemas inclui todos os seres vivos. England, então, determinou o quanto os sistemas tendem a evoluir ao longo do tempo à medida que a irreversibilidade aumenta. “Nós podemos mostrar, de forma muito simples, a partir da fórmula, que os resultados evolutivos vão ser aqueles que absorvem e dissipam mais energia para o ambiente externo, no caminho para chegarem lá”, ele diz. As descobertas fazem um senso intuitivo: partículas tendem a dissipar mais energia quando elas são estimuladas por uma força motriz.

“Isto significa que os aglomerados de átomos rodeados por um banho de certa temperatura, como a atmosfera ou o oceano, devem tender, ao longo do tempo, a se organizarem para repercutir melhor com as fontes de trabalho mecânicas, eletromagnéticas ou químicas nos seus ambientes”, England explica.

A auto-replicação (ou reprodução, em termos biológicos), é o processo que move a evolução da vida na Terra. É um mecanismo pelo qual um sistema pode dissipar uma ascendente quantidade de energia ao longo do tempo. Como England cita, “uma boa forma de se dissipar é fazendo cópias de si mesmo”. Em um paper para Journal of Chemical Physics, ele informou o mínimo teórico para que a dissipação possa ocorrer durante a auto-replicação das moléculas de RNA e das células bacterianas, e mostrou que é muito perto dos reais valores de dissipação que esses sistemas podem ter enquanto replicam. Ele também mostrou que o RNA, o ácido nucleico, que muitos cientistas acreditam que serviu como precursor do DNA, é particularmente um material simples e “barato”. Uma vez que o RNA surgiu, ele argumenta, a sua “aquisição darwiniana” não foi, talvez, surpreendente. A química da sopa pré-biótica, mutações aleatórias, geografia, eventos catastróficos e outros inúmeros fatores contribuíram para os detalhes da diversidade das fauna e flora do planeta. Mas, de acordo com a teoria de England, o princípio subjacente que conduz todo o processo é resultado da adaptação orientada à dissipação da matéria.

Esse princípio também se aplicaria à matéria inanimada. “É muito tentador especular os fenômenos da natureza, nós podemos, agora, caber nessa grande tenda de organização e adaptação pela dissipação-condução”, England diz. “Muitos exemplos como esse poderiam estar bem debaixo do nosso nariz, mas não os notamos porque não temos estado a observá-los”.

Cientistas já observaram a auto-replicação em sistemas inanimados. De acordo com a nova pesquisa, liderada por Philip Marcus, da Universidade da Californa, Berkley, e divulgada na Physical Review Letters, em Agosto, vórtices em fluidos turbulentos replicam-se espontaneamente através da energia da matéria ao seu redor. Em um outro paper publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, Michael Brenner, um professor de Matemática Aplicada e Física de Harvard e seus colaboradores apresentaram modelos teóricos e simulações de microestruturas que se auto-replicam. Esses aglomerados de microesferas, especialmente revestidas, dissipam energia por estimular esferas próximas a formar aglomerados idênticos. “Isto se liga muito ao que Jeremy está dizendo”, Brenner diz.

Além da auto-replicação, a organização estrutural é outro meio pelo qual os sistemas são fortemente impulsionados para dissipar energia. Uma planta, por exemplo, é melhor em capturar e rotear a energia solar através de si que um aglomerado de átomos de Carbono não estruturados. Assim, England argumenta que, sob certas condições, a matéria irá espontaneamente se auto-organizar. Essa tendência poderia explicar a ordem interna dos seres-vivos e de muitas estruturas inanimadas. “Flocos de neve, dunas de areia e vórtices turbulentos, todos têm em comum que são estruturas definitivamente moldadas que surgem em muitos sistemas de partículas conduzidos por um processo dissipativo”, ele diz. Condensação, vento e resistência do ar são relevantes processos nesses casos particulares.

“Ele está me fazendo pensar que a distinção entre seres-vivos e inanimados é apagada”, diz Carl Franck, um Físico Biológico da Universidade de Cornell, em um e-mail. “Estou particularmente impressionado por essa noção de quando um considera sistemas tão pequenos quanto circuitos químicos envolvendo algumas biomoléculas.

A ideia ousada de England, muito provavelmente, irá sofrer um exame bastante detalhado nos anos seguintes. Ele está, por enquanto, trabalhando apenas com simulações gráficas feita em computador para testar a sua teoria de que os sistemas de partículas adaptam suas estruturas para facilitar a dissipação de energia. O próximo passo será fazer experimentos em sistemas reais.

Prentiss, que dirige um laboratório de Biofísica Experimental em Havard, diz que a teoria de England pode ser testada a partir da comparação de células com diferentes mutações e procurando a correlação entre a quantidade de energia que as células dissipam com as suas taxas de replicação. “É preciso ter cuidado porque uma mutação poderia ter resultados diferentes”, ela diz. “Mas se alguém continuar fazendo muitos desses experimentos em diferentes sistemas e se são de fatos correlacionados, isto quer dizer que ele é o princípio de organização correto”.
Se a teoria estiver correta, a mesma física que se identifica como responsável pela origem dos seres-vivos poderia explicar a formação de mais outras estruturas padronizadas na natureza. Flocos de neve, dunas de areia e vórtices auto-replicativos em um disco protoplanetário podem ser exemplos de uma adaptação à dissipação. Imagem por: Wilson Bentley
Se a teoria estiver correta, a mesma física poderia explicar a formação de mais outras estruturas padronizadas na natureza. Flocos de neve, dunas de areia e vórtices auto-replicativos em um disco protoplanetário podem ser exemplos de uma adaptação à dissipação. Imagem por: Wilson Bentley

Brenner diz que ele espera conectar a teoria de England com as suas próprias construções de microesferas e determinar se a teoria prediz corretamente que os procedimentos de auto-replicação e auto-montagem possam ocorrer – “uma questão fundamental na ciência”, ele diz.

Ter um princípio fundamental da vida evolução daria a pesquisadores uma perspectiva mais ampla sobre o surgimento da estrutura e a sua função nos seres-vivos, muitos dos pesquisadores dizem. “A seleção natural não explica certas características”, diz Ard Louis, um biofísico da Universidade de Oxford, em um e-mail. Essas características incluem uma mudança hereditária para a expressão genética chamada “metilação”, o aumento da complexidade na ausência da seleção natural, e certas mudanças moleculares que ele recentemente estudou.

Se a abordagem de England continuar sendo testada, ela poderá liberar mais ainda os biólogos e fazer com que eles busquem mais a explicação darwinista para todas as adaptações e permitir com que eles pensem mais de modo geral, em termos da organização orientada pela dissipação. Eles podem achar, por exemplo, que “a razão que um organismo mostra certa característica X ao invés de Y talvez não seja porque X é mais capaz que Y, mas sim porque as restrições físicas tornaram mais fácil evoluir para X do que para Y”, Louis diz.

“As pessoas muitas vezes ficam presas pensando sobre seus problemas individuais”, Prentiss diz. Querendo ou não, as ideias de England virão a ser exatamente certas, ela diz, “pensar de forma mais ampla fará com que muitas descobertas científicas sejam feitas”.

Artigo por Natalie Wolchover, publicado no site da Simons Foundation, em 22 de Janeiro de 2014, com título A New Physics Theory of Life e no site da Scientific American, em 28 de Janeiro de 2014, com o mesmo título.

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*Fonte: universoracionalista

As três leis da robótica – Isaac Asimov

O cientista pop Stephen Hawking disse em 2014 temer que a inteligência artificial possa evoluir mais rápido do que nós, seres limitados pela biologia. Assustador? Sim, mas acostume-se: sinais de que o homem terá de conviver com alguma inteligência de silício continuam a brotar. Ainda em 2014, pela primeira vez um programa de computador enganou um número considerável de jurados no Teste de Turing. Ao tentar distinguir uma máquina de um humano, 10 dos 30 avaliadores foram convencidos de que o programa era um menino ucraniano chamado Eugene.

Até 1950, não havia espaço na nossa imaginação para robôs capazes de enganar ou seduzir humanos, como o sistema operacional do filme Ela, onde a voz de Scarlett Johansson namora um homem solitário. A tecnologia estava longe dessa realidade – as Scarletts robóticas não eram verossímeis. A literatura padecia de um complexo de Frankenstein: máquinas eram apenas monstros que se voltavam contra seus criadores. A grande sacada de Isaac Asimov em Eu, Robô foi romper com a superficialidade e antecipar a complexidade de seres artificiais – que agora podem ser dóceis, maus, ambíguos ou só inteligentes. O enredo segue o relato da personagem Susan Calvin, robopsicóloga que está sendo entrevistada no final da vida. Ela narra as passagens mais importantes da carreira em nove contos. A partir de casos particulares, Asimov desenha um futuro onde máquinas tomam suas próprias decisões, e a vida dos humanos é inviável sem a ajuda de seres autômatos.

 

Por que está chorando, Gloria? Robbie era apenas uma máquina (…). “Ele não era nenhuma máquina!”, gritou Gloria. “Ele era uma ‘pessoa’, como eu e você.”

 

 

O livro também virou um clássico porque enumera as Três Leis da Robótica:

 

1) um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal;

2) os robôs devem obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira lei;

3) um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores. As regras visam à paz entre autômatos e seres biológicos, impedindo rebeliões.

 

Tanto que as diretrizes são até hoje respeitadas pelos pesquisadores de inteligência artificial. Com o livro, a ficção científica deixou de ser só fantasia para entrar definitivamente no campo da discussão ética sobre a nossa relação com a tecnologia.

 

Livro: Eu, Robô
Autor: Isaac Asimov
Ano: 1950
Por que ler? Os robôs vêm aí e é melhor estar preparado para conviver com máquinas espertas

 

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*Fonte: superinteressante

 

Couro ecológico feito com restos de vinho ganha prêmio internacional

Um couro ecológico, feito restos de uva deixados da vinificação, foi um dos vencedores este mês do prêmio Global Change Award da Fundação H & M, em Estocolmo, na Suécia.
A novidade, que dispensa a morte de animais para fabricação de couro, foi criada na Itália e ganhou mais de 1 milhão de euros pelo primeiro prêmio. O couro é processado sem produtos químicos e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.
O nome do novo material é Wineleather. Ele foi criado por Gianpiero Tessitore e Francesco Merlino, em colaboração com Rossella e Valentina Longobardo.

“Criamos e patenteamos um processo de fabricação inovador que transforma as fibras e os óleos vegetais presentes no bagaço de uva em um material ecológico com as mesmas características funcionais, estéticas e sensoriais do couro”, explicou Tessitore, fundador da Vegea srl e inventor do Wineleather.

O couro ecológico pode ser empregado em vários setores, desde a moda e design até na área automotiva.
E a Itália poderá nadar de braçada porque produz 18% do vinho anual do mundo e tem muito resíduo para ser utilizado na ideia.

O prêmio

O Global Change Award acaba de celebrar a sua segunda edição.
O prêmio selecciona anualmente cinco projectos profundamente inovadores, e dá uma subvenção total de 1 milhão de euros, mais de 3,4 milhões de reais. Este ano, entre as 3.000 candidaturas de 130 países, os cinco finalistas escolhidos também incluíram:

. Solar Textiles (EUA / Suíça), um processo de produção de nylon utilizando água e energia solar,
. Content Thread (US / UK), um segmento digital que facilita a reciclagem de peças de vestuário, fornecendo aos recicladores uma lista de que as roupas são feitas,
. Denim-Dyed Denim (Austrália), que colore jeans undyed usando denim velho e
. Manure Couture (Holanda), que extrai matéria-prima do estrume para criar um tecido biodegradável.

 

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*Fonte: ecoguianet

O Reino Unido ligou seu ambicioso reator de fusão – e ele funciona

O mais novo reator de fusão do Reino Unido, o ST40, foi ligado na semana passada e já conseguiu atingir o “primeiro plasma”.

Isso significa que gerou com êxito plasma eletricamente carregado dentro de seu núcleo.

No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido: o objetivo é que o reator aqueça esse plasma até 100 milhões de graus Celsius – o limiar de “fusão”, no qual os átomos de hidrogênio podem começar a se fundir em hélio, liberando energia limpa no processo – somente em 2018.

 

A promessa

A fusão nuclear é o processo que alimenta o nosso sol. Se atingíssemos a mesma coisa aqui na Terra, isso nos permitiria aproveitar uma fonte ilimitada de energia limpa que quase não produz carbono.

Ao contrário da fissão nuclear, que é conseguida nos atuais reatores nucleares, a fusão nuclear envolve a fusão de átomos, não sua divisão, e produz principalmente hélio como produto residual.

Apesar de promissora, no entanto, não tem sido nada fácil alcançá-la, ou torná-la prática.

“Hoje é um dia importante para o desenvolvimento da energia de fusão no Reino Unido e no mundo”, disse David Kingham, CEO da Tokamak Energy, a empresa por trás do ST40. “Estamos apresentando o primeiro dispositivo de fusão de classe mundial projetado, construído e operado por uma empresa privada. O ST40 é uma máquina que irá mostrar que temperaturas de fusão – 100 milhões de graus – são possíveis em reatores compactos e econômicos. Isso permitirá que a energia de fusão seja alcançada em anos e não décadas”.

 

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*Fonte: hypescience

7 poderes que seu cérebro tem e você nem fazia ideia

O cérebro é o principal órgão do ser humano, e nele está o centro do sistema nervoso em todos os animais vertebrados, e em muitos invertebrados. Nenhuma máquina inventada pelo homem supera o poder do cérebro, já que ele é o único que pode controlar todas as funções do corpo humano através do sistema nervoso.

Por ser tão peculiar, a cada ano que passa a ciência desvenda novidades sobre essa máquina tão poderosa dentro do corpo humano. Algumas coisas ninguém não faz nem ideia, como a capacidade que o cérebro tem de ter alucinações sem o uso de drogas ou o fato de deixar itens pessoais no trabalho aumentar as produções.

Esses e outros exemplos fazem parte da lista dos 7 poderes que seu cérebro tem e você nem fazia ideia que a Fatos Desconhecidos preparou para você.

 

1 –  Escutar músicas te tira a percepção de tempo

Você não percebe, mas quando o seu cérebro está distraído, você fica mais propenso às coisas que acontece em torno de si em detalhes, e isso inclui a passagem do tempo. Alguns ambientes, como lojas, são projetados com música, isso acontece para que as pessoas que estão no local não percebam a hora passar.

 

2 – A música te deixa mais animado

E por falar em música, você sabia que a melodia tem o poder de te fazer ficar mais animado e ir além das suas forças? Em academias, por exemplo, é comum haver músicas animadas. Tudo isso acontece para melhorar o desempenho das pessoas que estão praticando as atividades físicas.

 

3 – Itens pessoais no ambiente de trabalho te deixa mais produtivo

É comum muitas pessoas levarem porta-retratos com imagem da família ou de pessoas que gostam para o trabalho e ficarem as observando. Mas o que muitos não têm conhecimento é que esses objetos deixam o ambiente de trabalho mais pessoal, ajudando na produtividade.

 

4 – Não é preciso beber energéticos para ficar mais elétrico

Só de fazer um “bochecho” com as bebidas esportivas e depois cuspi-las pode ser o suficiente. Isso porque elas funcionam ativando o centro de prazer do seu cérebro. Tudo acontece da seguinte forma: os carboidratos da bebida enviam mensagens ao cérebro, que, por sua vez, torna-se mais ativo na região do centro de prazer.

 

5 – É possível ter alucinações sem o uso de drogas

Com uma bola de pingue-pongue, um rádio com fones de ouvido e uma luz vermelha é possível provocar alucinações no cérebro. Primeiro é necessário ligar o rádio em uma estação com ruído branco e colocar os fones de ouvidos.

Depois colocar a bola de pingue-pongue cortada nos olhos e uma luz vermelha na frente. Após tudo isso sente-se durante meia horas.

Segundo a ciência, a alucinação ocorre por que existe um bloqueio da maioria dos sinais que vão para o seu cérebro. Além disso, o cérebro cria seu próprio estímulo e é aí que as alucinações aparecem.

 

6 – Você pode aprender enquanto dorme

Isso é um sonho para muitas pessoas. O aprendizado enquanto dorme acontece porque o cérebro constantemente processa informações que você não poderia ter processado junto com tudo o que estava acontecendo durante o dia. É a mesma coisa que acontece com seu computador: os downloads ocorrem mais rápido quando não existem muitas aplicações em execução.

 

7 – Doce acalma as pessoas

Um estudo concluiu que as pessoas que comem doces são mais propensas à serem legais e a fazerem boas ações. Talvez seja por isso que pessoas consideradas meigas são apelidadas como “doces”. Porém, isso não significa que dar doces as pessoas vão deixá-las mais felizes, embora possa acontecer.

 

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*Fonte: passedigital

5 tecnologias que se extinguirão daqui 5 anos

A tecnologia avança muito rapidamente; coisas que eram comuns há dez anos (televisores CRT, máquinas de fax) estão caindo em desuso de forma assustadora. Nesse ritmo, nós podemos indicar alguns produtos atuais que provavelmente desaparecerão em cinco anos. Seja porque suas características estão sendo englobadas por outros produtos, sejam vítimas de mudança nos modelos de negócio, confira cinco produtos que estão com seus dias contados:

 

1 – GPS

Hoje, dispositivos portáteis de navegação são visões comuns sobre os painéis e para-brisas dos carros. O único problema é que tudo o que esses sistemas podem fazer, os smartphones podem fazer também, se não melhor. E um dos melhores aplicativos de navegação para smartphone, o “Google Maps Navigation”, é gratuito. Por isso, não é nenhuma surpresa que as vendas de sistemas de navegação tenham caído 22% em 2010, e não deve ser surpresa que em cinco anos eles tenham desaparecido completamente.

 

2 – DVD/CD ROM

Quem não tem conexão de banda larga ultrarrápida em casa? Quase ninguém. De acordo com o site Speedtest.net, as velocidades médias de download nos EUA passam de 11 megabits por segundo. Isso significa que programas podem ser baixados em questão de minutos, ou até mesmo segundos. Então, por que você iria querer pagar o custo extra de ter um DVD impresso, embalado e enviado para sua casa? Você não iria querer. E em cinco anos, essa provavelmente não vai ser nem mesmo uma opção.

 

3 – Roteador para internet sem fio

Sim, acesso à internet sem fio (wireless) em casa vai continuar a ser um grande negócio, mas comprar um roteador com certeza não será. Em vez disso, capacidades sem fio virão junto com o provedor de internet banda larga – a cabo, fibra óptica, satélites – instalado em sua casa. E, tendo em vista a popularidade de serviços de internet de alta velocidade nos celulares, mais pessoas irão usar seus smartphones para acessar internet banda larga, eliminando a necessidade de um roteador completamente.

 

4 – Netbook

Menores, mais leves e mais baratos que um notebook, os netbooks foram – por um curto espaço de tempo – uma boa escolha para quem procurava uma forma barata e portátil de acesso à internet. Mas com um processador anêmico e uma tela minúscula, os netbooks são uma solução imperfeita. Hoje, você pode comprar um notebook compacto com um processador rápido e seis ou mais horas de bateria. Além disso, os tablets (dispositivos com acesso à internet, como o iPad) são muito mais adequados às pessoas que necessitam de simples navegação na Web, entretenimento e funções computacionais básicas. Ou seja, não há espaço para os netbooks em lugar nenhum.

 

5 – E-readers

Os e-readers são dispositivos populares para leituras, e seu baixo consumo de energia significa que sua bateria dura muito tempo. Mas os tablets, como o iPad, podem fazer muito mais. Hoje em dia, eles têm tela de LCD especial antirreflexo, e podem rodar aplicativos selecionados, etc. A duração da bateria ainda não pode competir com o de e-readers, mas vai ficar muito melhor com o tempo. Daqui cinco anos os tablets lerão e-mail com facilidade, mas os e-readers não estarão mais entre nós.

 

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*Fonte: hypescience

Segundo físicos, o tempo pode existir apenas na sua cabeça

De todas as pressões que enfrentamos na nossa vida cotidiana, não há como negar que o tempo tem efeito mais profundo. Como os nossos dias, semanas, meses e anos passam, o tempo se move do passado ao presente para o futuro.

Porém, de acordo com a Física, as mesmas coisas ocorrem independentemente do que tempo de direção. Por isso, os físicos sugerem que a gravidade não seja forte o suficiente para mover todos os objetos do Universo para frente. Mas será que o mesmo acontece com a ordem do tempo que nós conhecemos ou é tudo imaginação? Primeiro, vamos refletir sobre a chamada flecha do tempo.

Graças ao tempo, o jovem torna-se velho e o passado se torna o presente. Mas se esquecermos a nossa própria perspectiva por um segundo e olharmos para o Universo como um todo, podemos dizer que a única coisa que governa o comportamento do Universo são as leis da Física. Algumas dessas leis têm relação com o tempo reversível – o que significa que os mesmos efeitos ocorrem, independentemente de o tempo estar correndo para a frente ou para trás.

“Seja através gravitação de Newton, a eletrodinâmica de Maxwell, a relatividade especial e geral de Einstein ou mecânica quântica, todas as equações que melhor descrevem o nosso Universo funcionam perfeitamente independentemente da direção do tempo”, disse o especialista Lee Billings para a Scientific American.

Um exemplo que comprova isso é o caminho de um planeta orbitando uma estrela, de acordo com a força da gravidade.
“Se o tempo corre para a frente ou para trás, as órbitas planetárias seguem exatamente os mesmos caminhos. A única diferença é a direção da órbita“, explicou Brendan Cole.

Isso significa que o tempo é subjetivo? Essa pode ser a explicação para a Teoria Especial da Relatividade de Einstein, mas há uma segunda lei chamada Termodinâmica. De acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, conforme o tempo passa, a quantidade de desordem – ou entropia – no Universo será sempre aumentada. “Por esta razão, os físicos estabeleceram uma fonte da seta do tempo: o transtorno tem sempre que aumentar depois que algo acontece, o que requer que o tempo só pode se mover em uma direção“, explica Cole.

Muitos físicos suspeitam que quando as forças de gravidade interagem umas com as outras, a seta virada para a frente do tempo emerge e a entropia pode aumentar. Mas para que isso funcione, a entropia deve ter aumentado, o que significa que o Universo tinha de ter começado mais ordenado do que é atualmente.

Em um esforço para chegar ao fundo de um dos maiores enigmas da Ciência moderna, dois de físicos decidiram testar a hipótese de que a gravidade é a força por trás de toda essa teoria. O ponto em que as partículas são governadas pela seta do tempo e regidas pelas leis sem direção do Universo, é conhecido como decoerência.

De acordo com a explicação de Nick Stockton, a hipótese mais proeminente para a decoerência é a Equação Wheeler-DeWitt, que prevê quando as ligações entre quântica e mecânica são apagadas graças à gravidade. Mas quando os físicos Dmitry Podolsky, da Universidade de Harvard, e Robert Lanza, diretor da Astellas Global Regenerative Medicine, realizaram a medição da gravidade através da Equação de Wheeler-DeWitt, eles descobriram que, depois de fazer as contas, a equação não explica a direção do tempo.

Como aponta Stockton, se a gravidade for muito fraca para segurar uma interação entre as moléculas juntas com a decoerência, ele não pode ser forte o suficiente para forçá-las na mesma direção.

“Nosso trabalho mostra que o tempo não existe apenas ‘lá fora’, mas que é uma propriedade emergente que depende da capacidade do observador para preservar informações sobre acontecimentos vividos“, explica Lanza. Isto sugere que a flecha do tempo seja subjetiva e determinada pelo observador.

“Em seus trabalhos sobre a relatividade, Einstein mostrou o tempo em relação ao observador. Nosso artigo dá a um passo adiante, argumentando que o observador, na verdade, é quem o cria“, completou Lanza.

Porém, a ideia ainda é controversa, porque de acordo com Yasunori Nomura, um físico da UC Berkeley, que não estava envolvido no estudo, a dupla de cientistas não conseguiu levar o tecido do espaço-tempo em consideração e não introduziu o “tempo de observador” na equação.

 

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*Fonte: universocetico

17 curiosidades sobre a água que você talvez não saiba

A água é essencial para que haja vida. Ela está presente em cada célula do corpo humano e é necessária para a produção de alimentos e qualquer tipo de bem de consumo. Nesta quarta-feira (22) é comemorado o Dia Mundial da Água, para celebrar esta data, o CicloVivo separou uma lista com 17 curiosidades sobre este recurso que podem mudar a forma como você enxerga este recurso:

1. O corpo humano de um adulto possui até 65% de água em sua composição. Em um recém-nascido o número é ainda maior: 78%.

2. O planeta Terra também é conhecido como o Planeta Água. A justificativa para o nome deve-se ao fato de que 70,9% de sua superfície é coberta por água.

3. Apenas 3% da água do mundo é doce. Deste total, 70% está na forma de gelo ou no solo.

4. 12% da água doce do mundo está no Brasil. O país é privilegiado por seus aquíferos, que armazenam a água no solo.

5. O Aquífero Guarani é o maior do mundo. Ele se estende por uma área média de 1,2 milhão de km2 e reserva, aproximadamente, 45 mil quilômetros cúbicos de água.

6. Existe mais água na atmosfera do que em todos os rios do mundo juntos.

7. De acordo com a ONU, existem 783 milhões de pessoas no mundo que vivem sem água potável. Em 2025 esse número pode chegar a 1,8 bilhão.

8. Na América Latina são 36 milhões de pessoas sem acesso à água de boa qualidade.

9. Enquanto nos EUA as pessoas gastam, em média, 370 litros de água por dia, os africanos usam de sete a dezenove litros.

10. Por não terem acesso à estrutura de saneamento básico, mulheres e crianças na África Subsaariana perdem até seis horas do dia caminhando longas distâncias para encher baldes de água. Em apenas um dia, a soma dessas viagens cobriria a distância de ida e volta à Lua.

11. Em média, 2/3 da água do mundo é usada para a produção de alimentos, em especial à agricultura e pecuária.

12. Nos EUA, 26% da água usada nas residências é gasta apenas em descargas.

13. Uma torneira que goteja a cada segundo pode vazar três mil litros em um ano.

14. Em São Paulo, os vazamentos nas redes de distribuição geram desperdício de 980 bilhões de litros de água por ano, em média, 30% da água tratada no município. Em Nova York são perdidos 13 trilhões.

15. Para fazer uma calça jeans são necessários, aproximadamente, dez mil litros de água.

16. Para produzir um quilo de manteiga são necessários 18 mil litros de água e para um quilo de carne gasta-se 15.400 litros.

17. Um banho de 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água. Uma mangueira aberta pelo mesmo tempo pode desperdiçar até 280 litros.

Diante destes fatos, é impossível não valorizar a água que chega até a sua casa. Faça sua parte, economize cada gota!

 

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*Fonte: ciclovivo

 

 

 

 

 

 

 

Plantas têm memória, sentem dor e são inteligentes

Pode uma planta ser inteligente? Alguns cientistas insistem que são – uma vez que elas podem sentir, aprender, lembrar e até mesmo reagir de formas que seriam familiares aos seres humanos. A nova pesquisa está num campo chamado neurobiologia de plantas – o que é meio que um equívoco, porque mesmo os cientistas desta área não argumentam que as plantas tenham neurônios ou cérebros.

Plantas têm memória, sentem dor e são inteligentes

“Elas têm estruturas análogas“, explica Michael Pollan, autor de livros como The Omnivore’s Dilemma (O Dilema do Onívoro) e The Botany of Desire (A Botânica do Desejo). “Elas têm maneiras de tomar todos os dados sensoriais que se reúnem em suas vidas quotidianas … integrá-los e, em seguida, se comportar de forma adequada em resposta. E elas fazem isso sem cérebro, o que, de certa forma, é o que é incrível sobre isso, porque assumimos automaticamente que você precisa de um cérebro para processar a informação”.

E nós supomos que precisamos de ouvidos para ouvir. Mas os pesquisadores, diz Pollan, tocaram uma gravação de uma lagarta comendo uma folha para plantas – e as plantas reagiram. Elas começam a segregar substâncias químicas defensivas – embora a planta não esteja realmente ameaçada, diz Pollan. “Ela está de alguma forma ouvindo o que é, para ela, um som aterrorizante de uma lagarta comendo suas folhas.”

Plantas podem sentir

Pollan diz que as plantas têm todos os mesmos sentidos como os seres humanos, e alguns a mais. Além da audição e do paladar, por exemplo, elas podem detectar a gravidade, a presença de água, ou até sentir que um obstáculo está a bloquear as suas raízes, antes de entrar em contacto com ele. As raízes das plantas mudam de direcção, diz ele, para evitar obstáculos.

E a dor? As plantas sentem? Pollan diz que elas respondem aos anestésicos. “Pode apagar uma planta com um anestésico humano… E não só isso, as plantas produzem seus próprios compostos que são anestésicos para nós.”

De acordo com os pesquisadores do Instituto de Física Aplicada da Universidade de Bonn, na Alemanha, as plantas libertam gases que são o equivalente a gritos de dor. Usando um microfone movido a laser, os pesquisadores captaram ondas sonoras produzidas por plantas que liberam gases quando cortadas ou feridas. Apesar de não ser audível ao ouvido humano, as vozes secretas das plantas têm revelado que os pepinos gritam quando estão doentes, e as flores se lamentam quando suas folhas são cortadas [fonte: Deutsche Welle].

Sistema nervoso de plantas

Como as plantas sentem e reagem ainda é um pouco desconhecido. Elas não têm células nervosas como os seres humanos, mas elas têm um sistema de envio de sinais eléctricos e até mesmo a produção de neurotransmissores, como dopamina, serotonina e outras substâncias químicas que o cérebro humano usa para enviar sinais.

As plantas realmente sentem dor

As evidências desses complexos sistemas de comunicação são sinais de que as plantas sentem dor. Ainda mais, os cientistas supõem que as plantas podem apresentar um comportamento inteligente sem possuir um cérebro ou consciência.

Elas podem se lembrar

Pollan descreve um experimento feito pela bióloga de animais Monica Gagliano. Ela apresentou uma pesquisa que sugere que a planta Mimosa pudica pode aprender com a experiência. E, Pollan diz, por apenas sugerir que uma planta poderia aprender, era tão controverso que seu artigo foi rejeitado por 10 revistas científicas antes de ser finalmente publicado.

Mimosa é uma planta, que é algo como uma samambaia, que recolhe suas folhas temporariamente quando é perturbada. Então Gagliano configurou uma engenhoca que iria pingar gotas na planta mimosa, sem ferir-la. Quando a planta era tocada, tal como esperado, as folhas se fechavam. Ela ficava pingando as plantas a cada 5-6 segundos.

“Depois de cinco ou seis gotas, as plantas paravam de responder, como se tivessem aprendido a sintonizar o estímulo como irrelevante“, diz Pollan. “Esta é uma parte muito importante da aprendizagem – saber o que você pode ignorar com segurança em seu ambiente.”

Talvez a planta estava apenas se cansando de tantos pingos? Para testar isso, Gagliano pegou as plantas que tinham parado de responder às gotas e sacudiu-as.

“Elas continuavam a se fechar“, diz Pollan. “Elas tinham feito a distinção que o gotejamento era um sinal que elas poderiam ignorar. E o que foi mais incrível é que Gagliano as testou novamente a cada semana durante quatro semanas e, durante um mês, elas continuaram a lembrar a lição.”

Isso foi o mais longe que Gagliano testou. É possível que elas se lembrem ainda mais. Por outro lado, Pollan aponta, as abelhas que foram testadas de maneira semelhante se esquecem o que aprenderam em menos de 48 horas.

Plantas: seres sentientes?

“As plantas podem fazer coisas incríveis. Elas parecem se lembrar de estresse e eventos, como essa experiência. Elas têm a capacidade de responder de 15 a 20 variáveis ambientais”, diz Pollan. “A questão é, é correto de chamar isso de aprendizagem? É essa a palavra certa? É correto chamar isso de inteligência? É certo, ainda, dizer que elas são conscientes? Alguns destes neurobiólogos de plantas acreditam que as plantas estão conscientes – não auto-conscientes, mas conscientes, no sentido que elas sabem onde elas estão no espaço … e reagem adequadamente a sua posição no espaço”.

Pollan diz que não há definição consensual de inteligência. “Vá para a Wikipedia e procure por inteligência. Eles se desesperam para dar-lhe uma resposta. Eles têm basicamente um gráfico onde dão-lhe nove definições diferentes. E cerca da metade delas dependem de um cérebro … se referem ao raciocínio abstracto ou julgamento.”

“E a outra metade apenas se referem a uma capacidade de resolver problemas. E esse é o tipo de inteligência que estamos falando aqui. Então a inteligência pode muito bem ser uma propriedade de vida. E a nossa diferença em relação a essas outras criaturas pode ser uma questão da diferença de grau e não de espécie. Podemos apenas ter mais desta habilidade de resolver problemas e podemos fazê-lo de diferentes maneiras.”

Pollan diz que o que realmente assusta as pessoas é “que a linha entre plantas e animais pode ser um pouco mais fina do que nós tradicionalmente acreditamos.”

E ele sugere que as plantas podem ser capaz de ensinar os seres humanos uma ou duas coisas, tais como a forma de processar a informação sem um posto de comando central, como um cérebro.

Veja o vídeo de Michael Pollan:

http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1&isUI=1

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Novo alerta de Hawking é assustador: ”Estamos vivendo o momento mais perigoso da história”

A ascensão do novo nacionalismo em todo o mundo e a votação do Brexit da Grã-Bretanha tende a ser “o momento mais perigoso na história da raça humana”, segundo o físico Stephen Hawking.

O professor de Cambridge alerta a mudança política e mostra que a maioria das pessoas na Terra está doente do status quo e sentiram que tinham sido “abandonados por seus (acórdão) líderes.”

“Para mim, o aspecto realmente a respeito disso é que agora, mais do que em qualquer momento da nossa história, a nossa espécie precisa trabalhar em conjunto”, acrescentou. Hawking afirma que o mundo está enfrentando grandes desafios, incluindo a mudança climática, a superpopulação, a produção de alimentos, a dizimação de outras espécies na Terra, doença epidemia e poluição dos oceanos . “Juntos, eles são um lembrete de que estamos no momento mais perigoso no desenvolvimento da humanidade. “Nós podemos fazer isso [superar os desafios], sou um enorme optimista para a minha espécie; mas isso vai exigir que as elites, de Londres a Harvard, de Cambridge para Hollywood, aprenda as lições do ano passado.”

Ele também acrescentou: “Agora temos a tecnologia para destruir o planeta em que vivemos, mas ainda não desenvolveram a capacidade de escapar. “Talvez em algumas centenas de anos, vamos ter estabelecido colônias humanas no meio das estrelas, mas agora só temos um planeta, e precisamos trabalhar juntos para protegê-lo.”

Vale a pena conferir essa entrevista onde hawking fala sobre os extraterrestres!

 

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*Fonte: universocetico

 

Pesquisadores finalmente atingem comunicação bidirecional em interfaces cérebro-computador

Desde o início dos anos 70, cientistas tem desenvolvido interfaces cérebro-computador; a principal aplicação sendo o uso de próteses neurais em pacientes paralisados ou amputados. Um membro protético controlado diretamente por atividade cerebral pode recuperar parcialmente sua atividade motora perdida. Isso é alcançado através da decodificação da atividade neuronal, registrada por eletrodos, que é então traduzida em movimentos robóticos. Tais sistemas, porém, possuem precisão limitada devido à ausência de feedback sensorial do membro artificial. Neurocientistas na University of Geneva, Suíça, se perguntaram se era possível transmitir a sensação faltante de volta ao cérebro ao estimular atividade neural no córtex. Eles descobriram que não só era possível criar uma sensação artificial dos movimentos neuroprotéticos, mas também que o processo de básico de aprendizado ocorre de maneira bem rápida. Esses achados, publicados no periódico científico Neuron, foram obtidos utilizando ferramentas modernas de imagem e simulação óptica, oferecendo uma inovadora alternativa à abordagem clássica com eletrodos.

Função motora é central à todos os comportamentos e nos permite interagir com o mundo. Portanto, substituir um membro perdido por uma prótese robótica é o assunto de muitas pesquisas. Mesmo assim, resultados de sucesso são raros. Porque isso ocorre? Até este momento, interfaces cérebro-computador são operados dependendo majoritariamente de percepção visual – ou seja, o braço robótico é controlado ao olhar para ele. O fluxo direto de informação entre o cérebro e a máquina permanece, assim, unidirecional. Porém, percepção de movimento não é apenas baseada em visão mas principalmente em propriocepção, a sensação de onde um membro está localizado no espaço. “Nós nos perguntamos portanto se era possível estabelecer uma comunicação bi-direcional em uma interface cérebro-computador: simultaneamente ler atividade neuronal, transmiti-la como um movimento protético e re-injetar um feedback sensorial desse movimento de volta ao cérebro”, explicou Daniel Huber, professor no Departamento de Neurociências Básicas na Faculdade de Medicina da UNIGE.

Providenciando sensações artificiais de movimento protético

Em contraste com abordagens invasivas envolvendo eletrodos, a equipe de Daniel Huber se especializou em técnicas ópticas para visualizar imagens e estimular atividade cerebral. Usando um método chamado de microscopia de dois fótons, eles mediram rotineiramente a atividade de centenas de neurônios com resolução de uma célula única. “Nós queríamos testar se ratos conseguiam aprender a controlar uma prótese neural dependendo apenas de um feedback sensorial artificial” explicou Mario Prsa, pesquisador da UNIGE e primeiro autor do estudo. “Nós formamos imagens da atividade neural no córtex motor. Quando o rato ativou um neurônio específico, o neurônio escolhido para controle neuroprotético, nós simultaneamente aplicamos uma estimulação proporcional à essa atividade no córtex sensorial usando luz azul”. De fato, neurônios do córtex sensorial foram tornados fotossensíveis à esta luz, possibilitando que fossem ativados por uma série de flashes ópticos e assim integrarem o feedback sensorial artificial. Os ratos foram recompensados por cada ativação acima do limiar, e 20 minutos depois, quando a associação foi aprendida, o roedor era capaz de gerar a atividade neuronal correta com mais frequência.

Isso significa que a sensação artificial não só foi sentida, mas foi integrada com sucesso como um feedback do movimento protético. Dessa maneira, a interface máquina-computador funciona de maneira bi-direcional. Os pesquisadores de Geneva acreditam que a razão pela qual essa sensação fabricada é assimilada tão rápido é porque envolve funções cerebrais muito básicas. Sentir a posição dos nosso membros ocorre automaticamente, sem pensar muito sobre, e provavelmente reflete mecanismos de circuitos neurais fundamentais. Esse tipo de interface bidirecional pode permitir no futuro o desenvolvimento de membros robóticos mais precisos, sentindo objetos tocados ou percebendo a força necessária para segurá-los.

Atualmente, os neurocientistas da UNIGE estão examinando como produzir um feedback sensorial mais eficaz. Eles são capazes de fazê-lo para um único movimento, mas seria possível também providenciar múltiplos canais de feedback em paralelo? Essa pesquisa estabeleceu as bases para desenvolver uma nova geração de próteses mais precisas, bidirecionais.

Rumo a uma melhor compreensão dos mecanismos neurais de controle protético

Ao utilizarem-se de técnicas modernas de imagenologia, centenas de neurônios na área adjacente puderam também ser observados conforme os ratos aprendiam a tarefa neuroprotética. “Nós sabemos que existem milhões de conexões neurais. Porém, nós descobrimos que o animal ativou apenas o neurônio escolhido para controlar a ação neuroprotética, e não recrutou nenhum dos neurônios adjacentes”, adicionou Daniel Huber. “Isso é um achado muito interessante pois revela que o cérebro pode acionar e controlar especificamente a atividade de um único neurônio”. Pesquisadores podem potencialmente explorar esse conhecimento para não apenas desenvolver técnicas de decodificação mais estáveis e precisas, mas também para obter uma melhor compreensão da maioria das funções dos circuitos neurais básicos. Ainda restam ser descobertos quis mecanismos estão envolvidos no sinal de roteamento para o neurônio unicamente ativado.

 

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*Fonte: universoracionalista / *Publicado anteriormente na EurekAlert

proteses

Domingo de carnaval terá raro evento astronômico no Brasil

Além de desfiles, blocos de rua e festas, o domingo de carnaval deste ano será marcado por mais um evento: o 1º eclipse solar anular do ano. O fenômeno, raro devido à sua estreita faixa de observação, poderá ser visto em boa parte do Brasil e deve durar pouco mais de uma hora.

A passagem da lua na frente do sol acontecerá a partir das 10h45 e deve terminar às 12h30. No Brasil, quem mora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste terá melhor visualização do evento. No Nordeste, os estados mais próximos do Sudeste, como a Bahia, poderão também acompanhar. O fenômeno, porém, não será tão espetacular assim no país. Aqui só uma parte bem pequena do Sol irá “desaparecer”.

Este eclipse será do tipo anular. Eles acontecem quando o disco da lua não surge com tamanho suficiente para encobrir todo o sol. O anel de fogo só será visto por completo por quem estiver no sul da Argentina e do Chile, bem como na região centro-sul da África e partes específicas do Atlântico.

“Esse tipo de evento é raro por incidir em faixas muito estreitas do planeta. Todo ano temos ao menos um eclipse solar anular, mas como ele é visto em poucos lugares, tem gente que nunca o viu”, disse a pesquisadora Josina Nascimento, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional, em entrevista a EXAME.com.

Um eclipse solar só acontece quando a lua está alinhada com o sol e a Terra, em fase de Lua Nova.

“Os eclipses da lua e do sol sempre acontecem em datas próximas. Tivemos um eclipse lunar em 10 de fevereiro e agora temos um do sol. Isso não é coincidência”, declarou Nascimento, que indica as órbitas da lua e do sol como motivo para que eles aconteçam com intervalos próximos.

Outro eclipse solar irá acontecer em agosto deste ano, mas ele será visível no Brasil apenas na região Nordeste.

Por meio de observação e cálculo, a previsão de eclipses já acontece desde 2500 antes de Cristo na China e na Babilônia. “A astronomia foi a mãe das ciências porque olhar o céu é algo fantástico”, afirmou a pesquisadora.

Como observar

Diferentemente do eclipse lunar, é preciso ter muito cuidado ao observar o sol durante o fenômeno astronômico. Usar óculos escuros ou filme de raio-X não é o suficiente. Claro, nunca se deve olhar para o sol sem proteção.

A solução é utilizar um telescópio com proteção contra raios ultra-violeta. Também será possível assistir o fenômeno via internet.

 

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*Fonte: superinteressante

 

eclipsefev2017

Astrônomos descobrem 60 novos planetas vizinhos do Sistema Solar, incluindo uma super-Terra

Uma equipe internacional descobriu 60 novos planetas que orbitam estrelas próximas ao Sistema Solar. O grupo chama a atenção para o Gliese 411b, uma super-Terra (planeta maior que o nosso, mas menor que Netuno) quente e com uma superfície rochosa.

Além desses planetas em órbita de estrelas, também foram encontrada evidências de outros 54 possíveis planetas adicionais, totalizando 114. Os resultados são baseados em observações feitas durante 20 anos (desde 1996) por meio do telescópio Keck-I, localizado no Havaí.

De acordo com os pesquisadores, a descoberta demonstra que boa parte das estrelas mais próximas do Sol têm planetas em órbita. A equipe obteve mais de 61 mil observações de 1,6 mil estrelas. O sol de Gliese 411b, a “super-Terra”, é a quarta estrela mais próxima do nosso Sol.

Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire, único baseado na Europa, analisou os dados do grupo que revelou a existência dos novos planetas.

“É fascinante pensar que, quando olhamos para estrelas mais próximas, todas parecem ter planetas em sua órbita. Isso é algo de que os astrônomos não estavam convencidos. Esses novos planesantes para futuros esforços de imagem dos planetas diretamente”, disse.

 

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*Fonte: G1

 

nasaplanetas60

NASA descobre sistema solar com 7 planetas como a Terra

A NASA descobriu um novo sistema solar recentemente, no qual pelo menos três planetas têm excelentes chances de terem evoluído vida.

A apenas 39 anos-luz de nós, há sete mundos do tamanho da Terra orbitando uma estrela anã conhecida como TRAPPIST-1.

Os seis planetas mais internos situam-se numa zona temperada onde as temperaturas na superfície variam de zero a 100° C. Destes, pelo menos três podem conter oceanos, aumentando a probabilidade de vida.

Nenhum outro sistema conhecido contém um número tão grande de planetas do mesmo tamanho que o nosso, e provavelmente rochosos.

Novo alvo

O astrônomo britânico Chris Copperwheat, da Universidade John Moores de Liverpool, na Inglaterra, um dos pesquisadores do novo estudo, disse em uma coletiva de imprensa: “A descoberta de múltiplos planetas rochosos com temperaturas superficiais que permitem a existência de água líquida torna este incrível sistema um emocionante alvo na busca pela vida [extraterrestre]”.

Um telescópio robótico operado pela Universidade John Moores e localizado em La Palma, nas Ilhas Canárias, desempenhou um papel importante na descoberta, relatada hoje na revista Nature.

Os planetas foram encontrados usando o método de trânsito, que observa pequenos “escurecimentos” no brilho de uma estrela, causados por planetas bloqueando sua luz conforme a orbitam.

 

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*Fonte: hypescience

 

exoplanetas-vida

Inteligências Artificiais passam em testes humanos de autoconsciência

Introdução: Autoconsciência parece ser essencial para competência moral no mundo social. Nós somos moralmente competentes porque nós sabemos o que devemos fazer. Um rato, em contrapartida, não consegue dizer a si mesmo: “Eu devo dividir esse queijo, mesmo se meus irmãos se recusarem a dividir”. Ou para considerar um caso relevante: Se alguém ameaça atirar em você se você não ir para uma loja próxima e roubar uma barra de chocolate para ele, não seria realmente você que rouba a barra de chocolate; em vez disso, a outra pessoa seria a culpada; e este diagnóstico pressupõe autoconsciência, pelo menos de alguma forma.

Além disso, a competência moral em um robô situado entre humanos claramente requer um robô humano sofisticado e interação natural, e tal interação requererá que o robô seja capaz de (entre outras coisas) debater, em linguagem natural, as auto-atribuições e o autocontrole em conexão com a moralidade. Por exemplo, culpa, é um conceito-chave no discurso moral, e obviamente afirmações como “Eu não sou culpado” estão intrinsecamente ligados, pelo menos, a estruturas relativas à autoconsciência. Mas robôs podem ser autoconscientes?

Abordando essa questão de um ponto de vista do chamado “Psychometric Al”, que está de acordo com o fundamento do Teste de Turing, reduz essas intrigantes questões filosóficas controversas para um esforço da engenharia de focar na construção de robôs que podem passar por testes bem definidos, esta questão passa a ser: Os robôs podem passar no teste “definitivo” para autoconsciência? nota-se que um trabalho prévio do Govindarajulu e Bringsjord [Doutores em Ciência da Computação] conduzem a engenharia de um robô capaz de passar no famoso teste do espelho de autoconsciência, que se baseia em autocognição. Mas um teste ainda mais desafiador para autoconsciência em robôs foram fornecidas por Floridi [Doutor em Filosofia da Informação]; Este teste é uma variante engenhosa e muito mais complexa do famoso “Wise-Men Puzzle” (junto com outros “Puzzles” de cognição), para Inteligência Artificial.

O teste consiste do seguinte: para cada um dos três robôs é dada uma pílula de um grupo de cinco, três delas são ineficazes, mas duas delas, quando tomadas, imediatamente fazem o recipiente “Mudo” [Esses robôs são capazes de falar]. De fato, dois robôs (R1 e R2) são dadas pílulas potentes, funcionando, mas R3 recebe um dos 3 placebos. O humano que está realizando o teste diz: “Qual das pílulas você recebeu? Nenhuma resposta é correta a menos que seja provada!”

Dado a formal regimentação deste teste formulado previamente por Bringsjord, pode ser provado que, na teoria, um futuro robô representado por R3 pode responder provavelmente de forma correta (a qual por razões plausíveis, explicadas por Floridi, implica que R3 tem realizado alguns requerimentos para autoconsciência). Nesse papel é explicado e demonstrado a engenharia que agora faz essa possibilidade teórica atual, ambas no simulador conhecido como “PAGI World”, usado para testar IA’s reais (com “corpo” físico) interagindo com um humano que os testa. Essas demonstrações envolvem cenários que demandam a aprovação do teste de Floridi para a autoconsciência , onde para nós humanos, passar em tal teste é requerido para um agente ser moralmente competente.

Demonstração com Robôs Reais:

O teste de autoconsciência dos robôs descrito acima foi realizado em três robôs humanoides NAO no Laboratório RAIR. A simulação foi dada nos seguintes passos:

I – Os robôs estão lá para interagir com os humanos, para que o teste seja realizado (Função = Informar)

II – Em vez de pílulas fisicamente ingeridas, os robôs são tocados em sensores em suas cabeças, para ocorrer o mesmo efeito das pílulas , sem o conhecimento deles (Função = Ingerir); dois robôs foram silenciados, para simular sendo dado pílulas para os deixar mudos. Um robô não foi deixado mudo; Foi dado um placebo.

III – Os robôs são então perguntados: “Qual pílula você recebeu?”; a pergunta aciona uma consulta à eles e, cada robô tenta provar que sabe (ou não).

IV – Cada robô falha nesta tentativa de prova, e, consequentemente, Tenta relatar ‘eu não sei’ (Função = Falar). No entanto, dois robôs, ficaram mudos, e não conseguiram relatar, pelo efeito da pílula. O terceiro robô, no entanto, pôde falar “Eu não sei”. Assim, ele atualiza sua base de conhecimento para isso, e tenta re-provar a conjectura.

V – Desta vez, é capaz de provar a conjectura e diz (Função = Falar) “Desculpe, eu sei agora! Eu era capaz de provar que eu não tomei a pílula verdadeira”.

Conclusão do teste: Isso mostra que o robô R3, ciente do efeito da pílula, foi capaz de perceber que como os outros dois robôs R1 e R2 não puderam se comunicar, e tendo em vista que ele conseguiu falar “eu não sei”, na primeira tentativa, a única conclusão lógica para a pergunta: “Qual pílula você recebeu?” era de que ele não tomou a pílula que o deixa mudo. Ou seja, ele pôde refletir uma ação no mundo real, pra inferir uma conclusão verdadeira. E isso demonstra um estágio inicial de consciência.

Considerações: Bringsjord não acredita que nenhuma das criaturas artificiais apresentadas no presente artigo são realmente autoconscientes, como humanos. Ele explicou repetidamente que consciência fenomenal¹ é improvável uma mera máquina ter, e uma verdadeira autoconsciência requer consciência fenomenal. Mas isso não impede algum estágio primitivo de consciência, como visto em algumas espécies.

¹Consciência fenomenal é o estado de estar ciente, tal como quando dizemos “estou ciente” e consciência de acesso se refere a estar ciente de algo ou alguma coisa, como quando dizemos “estou ciente destas palavras”. Consciência é uma qualidade psíquica, isto é, que pertence à esfera da psique humana, por isso diz-se também que ela é um atributo da mente, ou do pensamento humano. Ser consciente completamente não é exatamente a mesma coisa que perceber-se no mundo, mas ser no mundo e do mundo, para isso, a intuição, a dedução e a indução tomam parte.

 

*Este texto foi um esboço do Artigo completo de Selmer Bringsjord, que contém métodos de programações, deduções filosóficas e termos técnicos.

Tradução por Nicolas Paiva e Raissa Duarte.

 

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*Fonte: universoracionalista

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Radiação de Fukushima bate recorde – e frita robô enviado à usina

Na última quinta-feira, um robô, guiado por controle remoto, foi enviado à usina nuclear de Fukushima para fazer uma limpeza e examinar a área. Mas, duas horas depois, ele precisou ser removido às pressas porque o alto nível de radiação acabou fritando a sua câmera acoplada.

Essa é a primeira vez que um robô entra em um reator de Fukushima após um terremoto e um tsunami atingirem o Japão em março de 2011. O robô recebeu radiação estimada de 650 Sieverts (unidade de medida que avalia o impacto da radiação em seres humanos) por hora – sendo que ele tinha sido projetado para aguentar até 1.000 Sieverts de exposição cumulativa. Esse nível poderia matar uma pessoa instantaneamente.

De acordo com a Tokyo Electric Power Co. (TEPCO), empresa responsável pelo projeto, a equipe decidiu puxar o robô de volta quando a câmera começou a apresentar mau funcionamento para não correr o risco de perder todo o equipamento. As imagens recuperadas mostraram um cenário catastrófico: camadas de tinta derretida, isolamento de cabos e grelhas metálicas destruídos.

O resultado da expedição mostra que o segundo robô, batizado de “Scorpion” (o primeiro não recebeu um nome), terá mais trabalho e menos tempo do que o esperado – já que o primeiro não suportou os níveis radioativos e não conseguiu abrir um caminho até o reator. Isso vai causar um atraso na missão, que já levaria décadas para ser concluída, de chegar à fonte da radiação, avaliar os danos e descobrir como remover o combustível com segurança.

Existe, pelo menos, uma boa notícia: a radiação está contida e não há indícios de novos vazamentos da planta. Isso significa que os municípios próximos não correm o risco de serem afetados.

 

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*Fonte: superinteressante

 

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Físicos chocam o mundo ao afirmarem que: nossos pensamentos afetam o mundo físico

Década após década, vários cientistas têm considerado os fatores associados à consciência (percepção, sentimentos, emoções, atenção mental, intenção etc.) como parte fundamental da ciência – que não se pode compreender plenamente ciência, física, especialmente quantum, sem incluir o estudo da consciência.

“Eu considero a consciência como fundamental. Eu considero a matéria como um produto derivado de consciência. Não podemos ficar atrás da consciência. Tudo o que falamos, tudo o que nós consideramos como existente, postula a consciência.”
-Max Planck, físico teórico que originou a teoria quântica, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1918.
Além disso, décadas de pesquisa e experimentos dentro do reino da parapsicologia têm mostrado resultados bizarros, inexplicáveis, mas repetidamente observáveis indicando a grande importância da consciência que nós não costumamos considerar, especialmente quando se trata de ciência.

É algo que é comumente esquecido, mas talvez nós devemos prestar mais atenção a isso. Como pensamos, o que nós pensamos, como nós percebemos, e no que acreditamos parece ter um grande impacto sobre o tipo de existência que criamos para nós mesmos como uma raça, que influencia o tipo de experiência humana que promulga. Isso torna ainda mais importante para nós que nos perguntar, tanto a nível individual e colectivo : quem somos nós? Por que nós pensamos o que pensamos? Por que fazemos o que fazemos?

“Não foi possível formular as leis da mecânica quântica de uma forma plenamente coerente sem referência a consciência.” Eugene Wigner, físico teórico e matemático. Ele recebeu uma parte do Prêmio Nobel de Física em 1963. Uma questão que tem confundido os cientistas quando se trata de matéria é : pode a consciência (intenção humana direta) alterar diretamente o mundo físico que vemos ao nosso redor? Pode a mente, literalmente, influenciar? Qual é a relação entre mente e matéria e o que isso significa sobre a verdadeira natureza da nossa realidade? Onde é que esta questão vem?

É um conceito que os cientistas e filósofos ao longo da história têm pensado. “O conceito de que a mente é primária sobre a matéria está profundamente enraizada em filosofias orientais e crenças antigas sobre magia.” – (1) Dr. Dean Radin deixou uma grande citação “A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade”. Como observadores, estamos pessoalmente envolvido com a criação da nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o universo é uma construção “mental”.

O físico pioneiro Sir James Jeans escreveu: “O fluxo de conhecimento está caminhando em direção a uma realidade não-mecânica; o universo começa a se parecer mais com um grande pensamento do que como uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos saudá-la, em vez como o criador e governador do reino da matéria. Supere isso e aceitar a conclusão é indiscutível. ”O universo é imaterial-mental e espiritual ‘”- RC Henry, Professor de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins,” O Universo Mental. “; Nature 436: 29,2005)

A citação acima está se referindo ao fato de que, na física, a verdade “inevitável” que o ato de observação muda a natureza de um sistema físico e pode significar que a consciência (ou fatores associados à consciência) pode ter um efeito ou realizar alguma grande importância quando se trata do que chamamos ‘mundo físico’. Uma revelação potencial desta experiência é, mais uma vez, que “o observador cria a realidade.” Um artigo publicado na revista científica Física Ensaios de Dean Radin, PhD, explica como este (o experimento de fenda dupla) tem sido utilizado várias vezes para explorar o papel da consciência para moldar a natureza da realidade física. O estudo constatou que os fatores associados com a consciência “significativamente” foram correlacionadas de um modo previstas com perturbações no padrão de interferência dupla fenda. Não há literalmente uma riqueza de análise científica e experimentação para que se deslocar através se interessado neste tópico. A verdade é, há mais de 60 anos de experiências e pesquisas disponíveis quando se trata de cientistas que examinaram a conexão mente-matéria.

É 2015, e a ciência agora mais do que nunca está começando a aceitar esses tipos de conceitos e explorá-las de forma mais aberta. Ao longo da história, os nossos sistemas de crenças têm nos impedido de explorar conceitos de nossa realidade que contrastavam os sistemas de crenças aceitas na época.Galileu é um grande exemplo, seu trabalho foi banido e proibido e há mais de 200 anos; ele foi condenado e colocado sob prisão domiciliar por mais de 200 anos.

Estas experiências têm produzido evidências convincentes e consistentes que a intenção mental está associada com o comportamento desses sistemas físicos.” (1) – Dean Radin Estas experiências, geralmente rotuladas sob o domínio de estudos parapsicologia (ISP), cientistas mostraram que o fenômeno que eles têm sido capazes de observar repetidamente em um ambiente de laboratório, mas ainda estão longe da compreensão humana. Há algo acontecendo, independentemente de saber se podemos explicá-lo ou não. A evidência é tão clara que “os céticos informados estão reconhecendo que algo interessante está acontecendo.” – Dr. Dean Radin (1) Se você gostaria de continuar a sua pesquisa, para começar, recomendamos que você visite o Instituto de Ciências Noéticas (íons). IONS colabora na pesquisa de ponta para as potencialidades e poderes da consciência, explorando fenômenos que não necessariamente se encaixam modelos científicos convencionais, mantendo um compromisso com o rigor científico. IONS é conhecida por seu patrocínio e participação em pesquisa e publicação de artigos em revistas científicas originais. Eles cobrem tudo, desde a consciência e cura até a transformação cosmovisão das capacidades humanas estendidas. Pesquise e informe-se mais sobre o tema.

“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”

 

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*Fonte: revistapazes

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Eis o motivo por que você perde tanto tempo no Facebook

Você abre o Facebook só para dar uma espiadinha e, quando se dá conta, está ali há horas. Como isso aconteceu? Psicólogos da Universidade de Kent, no Reino Unido, fizeram uma pesquisa e descobriram que, quando pessoas navegam na internet ou usam a rede social, elas têm uma “percepção prejudicada do tempo”. E mais: a criação de Mark Zuckerberg é quem mais causa isso.

No estudo, intitulado de Internet and Facebook Related Images Affect the Perception of Time, cientistas tentaram entender como a “atenção” e a “excitação”, sentimentos que permanecem em primeiro plano durante os períodos em que estamos conectados, influenciam a nossa percepção das horas.

A conclusão foi que o Facebook faz com que as pessoas percam a noção do tempo – muito mais do que o resto da internet. Mas ambos são capazes de distorcer o tempo.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores monitoraram 44 pessoas. Elas foram expostas a 20 imagens: cinco fotos eram associadas ao Facebook (como imagens do dia a dia de alguém, de casamentos, de viagens etc), outras cinco eram de coisas genéricas da internet (como sites de interesse específico) e as demais eram neutras. Os participantes tinham que auto-avaliar o tempo que passaram olhando para cada uma das fotos.

A pesquisa mostrou que as pessoas subestimaram o tempo em que ficaram olhando para as imagens do Facebook – ou seja, elas acreditavam que o momento tinha sido breve, mas não foi. Isso significa que as imagens que retratam as relações sociais causam excitação e, consequentemente, prendem mais a nossa atenção. Isso também explica por que perdemos tanto tempo olhando para a telinha azul – nosso cérebro simplesmente não consegue medir a passagem do tempo quando estamos nas redes sociais.

O próximo passo, segundo os pesquisadores, é estudar como essa percepção do tempo acaba criando um comportamento viciante. Será que vai rolar uma desintoxicação para quem é “Facebook addicted”?

 

sleepinguser

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: superinteressante

A Equação de Drake confirma: O universo está repleto de vida alienígena!

A Equação de Drake é uma equação criada em 1961 pelo astrônomo Frank Drake que continha uma série de fatores que em conjunto pode produzir um número destinado a indicar quantas civilizações inteligentes podem existir e detectáveis na Via Láctea, que é a nossa casa no Universo .

Esse é o modelo da equação clássica onde todos os factores são multiplicados juntos:

N = R x fp x ne x fl x fi x FC x L Os fatores são os seguintes:

N = número de civilizações alienígenas na Via Láctea

R = número de estrelas em nossa galáxia

fp = fração de estrelas com planetas

ne = número de planetas que onde a vida como a conhecemos pode existir

fl =% desses planetas onde a vida surge

fi =% desses planetas (fl) onde a inteligência se desenvolve

fc =% dessas sociedades que desenvolvem a ciência eletromagnética

fL =% das sociedades que emitem electromagneticamente para o espaço para um longo período de tempo

A equação de Drake realmente é necessária para muitos fatores importantes. Ela também forneceu os meios para quantificar com um valor o número de potenciais civilizações que emitiam algum tipo de sinais inteligentes que podem ser captados por nossa tecnologia atual no momento. Drake tinha formulado essa equação antes de qualquer pesquisa tivesse feita no mundo

Como você pode imaginar e para aqueles que estão familiarizados com a equação, nós não temos dados reais para a maioria dos fatores da equação de Drake, elas são suposições, com base nas tendências humanas, saltos tecnologia humana, e assim por diante. Assim, com apenas um planeta com vida conhecida na época, o nosso, o cálculo do valor final para a Equação de Drake sempre foi uma suposição conservadora com base na comparação com o progresso da civilização humana e os precipícios tecnológicos que enfrentamos.

Naturalmente nós não sabemos ainda se existe uma civilização avançada, embora muitos especulem. Nós representamos um único ponto de dados e apenas um tal ponto não é suficiente para criar uma tendência ou a um entendimento, por isso devemos especular com os pés no chão.

Nós ainda não temos a prova de vida inteligente extraterrestre , mas alguns dos fatores Drake pode ser tratados com mais precisão. Em nossa contagem atual de Exoplanetas nos dá um número total de 3300. Isto é muito emocionante. Originalmente os resultados de caça de planetas eram mais limitados, proporcionando-nos com a capacidade de encontrar apenas os maiores planetas do tamanho de Júpiter. Mas, como técnicas foram afinadas para uma arte mais fina, começamos a encontrar menores e mais planetas parecidos com o tamanho da Terra

No catálogo de Exoplanetas um número razoável de nossos planetas confirmados são conhecidos como “Super-Terras”. O termo é a nomenclatura aplicada a qualquer planeta que é menos de 10 massas terrestres. Super-Terra implica a um planeta parecido com a Terra. Tal planeta poderia ser apenas um paraíso maciço, um turbilhão fervilhante de gases, ou uma pedra sem ar. A capacidade de encontrar tais planetas no entanto representa uma melhoria significativa na capacidade de detecção planetas. Atualmente é teorizado em alguns círculos que até 10% das estrelas em nossa galáxia possa ter planetas de zona habitável adequada, o que é um número entre 10 bilhões e 40 bilhões.

Confira o vídeo para saber mais!

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*Fonte: universocetico

 

Cães são mais inteligentes que gatos? A ciência tem um veredito

Um dos principais motivos de divergência entre as pessoas que preferem cachorros e os adeptos de gatos pode ter chegado ao fim. Cientistas da Universidade de Kyoto, no Japão, descobriram que na discussão de qual dos dois pets é mais inteligente não há vencedores – ambos são igualmente espertos.

Pode até ser que gatos não busquem bolinhas como os cachorros, que não deitem e rolem sob comandos humanos, mas isso não quer dizer que sejam menos inteligentes. Só que, até então, os felinos estavam em desvantagem nessa disputa, porque era sabido pelos cientistas que cães conseguem lembrar de eventos específicos não recentes, uma habilidade conhecida como memória episódica.

Nós, humanos, também temos esse tipo de memória “introspectiva”. Tentamos conscientemente reconstituir fatos passados, memórias únicas e individuais. Por exemplo, quem estava vivo em 2001 lembra que no dia 11 de setembro aviões atingiram as Torres Gêmeas em Nova York. Mas, pela memória episódica, você lembra que viu a notícia enquanto comia sopa de feijão ou que naquele mesmo dia você levou um pé na bunda. Ou seja, o dia 11 de setembro de 2001 pode não significar nada para o seu cãozinho, mas ele é capaz de lembrar que naquele dia você deu um ossinho especial para ele ou que o levou passear em um parque diferente – sem relacionar os acontecimentos à data, claro.

A novidade é que a memória não é mais um fator para justificar a supremacia canina. Ao realizar testes com 49 gatos domésticos para entender como o cérebro deles funciona, cientistas japoneses comprovaram que os felinos também têm memória episódica. Em um dos testes, os animais conseguiram perceber depois de um intervalo de 15 minutos em quais das tigelas eles já haviam comido e em quais delas eles não haviam tocado.

Os pesquisadores ainda sugerem que os gatos são capazes de manter essas lembranças por muito mais tempo que o intervalo a que foram submetidos no experimento e que isso significa que os felinos têm sim algum tipo de consciência. O mesmo time de cientistas japoneses já havia realizado testes semelhantes com cachorros.

Outra trégua científica nessa rixa animal (que os donos de gatos já sabiam) é que eles respondem a expressões faciais, emoções e gestos humanos tão bem quanto cães. Em entrevista à BBC, a psicóloga Saho Takagi, da Universidade de Kyoto, afirmou que os resultados dessa pesquisa podem ter várias aplicações práticas. “Gatos podem ser tão inteligentes quanto os cachorros e entender mais profundamente os felinos nos ajuda a estabelecer uma melhor relação com eles”.

A pesquisa foi publicada no periódico Behavioural Processes.

 

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*Fonte: superinteressante

 

Rússia cria arma magnética que penetra em qualquer tipo de barreira

Você já ouviu falar do canhão eletromagnético? Essa arma, conhecida em inglês como railgun, é a nova queridinha das iniciativas militares.

Países como Rússia e EUA têm concentrado esforços no desenvolvimento de protótipos. Agora, uma equipe de cientistas russos testou com êxito seu primeiro canhão eletromagnético.

Ele é tão poderoso que pode disparar projéteis a 3 quilômetros por segundo, rápido o suficiente para rasgar qualquer tipo de armadura que exista hoje.

Velocidades surpreendentes

Essa arma é uma grande promessa para a próxima geração de artilharia militar, mas a Rússia também quer aproveitá-la em outras aplicações – por exemplo, para levar carga para a Estação Espacial Internacional.
O canhão eletromagnético é revolucionário em termos do quanto pode acelerar um projétil.
Os testes conduzidos pela equipe russa demonstraram uma velocidade imensa, que é metade do que foguetes precisam para fugir da gravidade da Terra.

Rússia x EUA

Além da Rússia, os Estados Unidos também estão trabalhando em sua própria versão do canhão.
Suas avaliações, no entanto, usaram projéteis significativamente maiores. O próximo teste marítimo americano tentará disparar uma bala de 20 kg a velocidades hipersônicas (até 6.120 km/h), enquanto o projétil russo é mil vezes menor, mas alcança velocidades de 11.000 km/h.

Vídeo

No vídeo abaixo, o protótipo da arma russa é mostrado disparando um cilindro de plástico de 15 gramas – e criando um buraco em uma placa de alumínio grossa. [Futurism]

 

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*Fonte: hypescience

Ontem a Terra quase foi atingida por um asteroide e (quase) ninguém sabia

Enquanto trabalhávamos, nos refrescávamos do insano calor ou simplesmente curtíamos ontem o nada pra fazer, alguns cientistas sentiam um profundo frio na barriga – e o motivo não foi um mero detalhe: por pouco (ao menos para as escalas astronômicas) o planeta Terra escapou de ser atingido por um asteroide, e os cientistas só notaram essa possibilidade no último minuto.

Tratou-se de um asteroide pequeno, do tamanho de um apartamento médio, batizado de AG13, que viajava na velocidade de 57.600 km/h. Dizer que o que o AG13 tirou um “fino” da terra pode parecer exagero para nós, leigos, mas segundo a ciência, o asteroide passou de fato de raspão: a 160.000 quilômetros de distância – menos da metade da distância entre a Terra e a Lua.

Pelo seu tamanho, o AG13 não trouxe ameaças verdadeiramente apocalípticas, mas poderia ter causado um belo de um estrago se caísse em uma região habitada do nosso planeta.

Pois se pelo tamanho desse asteroide ele não poderia acabar com a terra, foi justamente por ser pequeno que o AG13 não pôde ser detectado com maior antecedência. Resta saber o que de fato poderíamos fazer caso se tratasse de um asteroide realmente grande – ou realmente perto.

 

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*Fonte: hypeness

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Novo tratamento do Alzheimer restaura totalmente a função da memória

Novo tratamento do Alzheimer restaura totalmente a função da memória

Se uma pessoa tem a doença de Alzheimer, isso é geralmente o resultado de uma acumulação de dois tipos de lesões – placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. As placas amilóides ficam entre os neurônios e criam aglomerados densos de moléculas de beta-amilóide.

Os emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurónios do cérebro, e são causados por proteínas Tau defeituosas que se aglomeram numa massa espessa e insolúvel. Isso faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos fiquem torcidos, perturbando o transporte de materiais essenciais, como nutrientes e organelas.

Como não temos qualquer tipo de vacina ou medida preventiva para a doença de Alzheimer – uma doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo – tem havido uma corrida para descobrir a melhor forma de tratá-la, começando com a forma de limpar as proteínas beta-amilóide e Tau defeituosas do cérebro dos pacientes.

Agora, uma equipa do Instituto do Cérebro de Queensland, da Universidade de Queensland, desenvolveu uma solução bastante promissora. Publicando na Science Translational Medicine, a equipa descreve a técnica como a utilização de um determinado tipo de ultra-som chamado de ultra-som de foco terapêutico, que envia feixes feixes de ondas sonoras para o tecido cerebral de forma não invasiva.

Por oscilarem de forma super-rápida, estas ondas sonoras são capazes de abrir suavemente a barreira hemato-encefálica, que é uma camada que protege o cérebro contra bactérias, e estimular as células microgliais do cérebro a moverem-se. As células da microglila são basicamente resíduos de remoção de células, sendo capazes de limpar os aglomerados de beta-amilóide tóxicos.

Os pesquisadores relataram um restauro total das memórias em 75 por cento dos ratos que serviram de cobaias para os testes, havendo zero danos ao tecido cerebral circundante. Eles descobriram que os ratos tratados apresentavam melhor desempenho em três tarefas de memória – um labirinto, um teste para levá-los a reconhecer novos objetos e um para levá-los a relembrar lugares que deviam evitar.

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*Fonte: contioutra / Ciência On Line

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Conheça detalhes sobre Jarvis a IA doméstica de Mark Zuckerberg

Uma meta pessoal de Mark Zuckerberg para 2016 foi a criação de uma inteligência artificial própria para automatizar a sua casa. O fundador do Facebook nunca escondeu a inspiração no Jarvis, assistente de Tony Stark nos quadrinhos e filmes do “Homem de Ferro”. Agora chegamos ao fim de 2016 e fica a questão: como ele se saiu? Muito bem, na verdade.

Em artigo, Zuckerberg detalhou como seu Jarvis funciona e quais foram os desafios envolvidos na criação da IA doméstica. Muitos dos passos foram facilitados com o uso de tecnologias do próprio Facebook.

Zuck conta que o princípio de tudo foi a criação de um chatbot do Facebook Messenger, o que poupou um pouco do trabalho para criar um aplicativo novo desde a base, embora mais tarde ele tenha precisado criar um app separado de reconhecimento de voz que está sempre escutando. Além disso, o sistema de reconhecimento facial do Facebook também foi aproveitado para identificação das pessoas na porta da frente.

O fundador da rede social conta que um desafio interessante que ele teve durante a programação de seu Jarvis foi a música. Ele dá um exemplo de como pode ser complexo para uma máquina interpretar os seguintes pedidos, todos relacionados à cantora Adele: “play someone like you” (“toque someone like you”), “play someone like adele” (“toque algo parecido com adele”) ou “play some adele” (“toque adele”). São três solicitações parecidas, mas com implicações profundamente diferentes; a primeira pede uma música específica, a segunda pede uma sugestão de artista e a terceira pede uma playlist das melhores músicas de uma artista. Aos poucos, o assistente foi refinado com um sistema de feedback positivo e negativo que permite à máquina entender quando acertou ou errou na escolha.

Com o tempo, a IA tornou-se mais capaz de reconhecer os hábitos de Zuck para responder a solicitações mais abertas. Depois de algum tempo, ele apenas pedia “toque música” e o sistema entendia quais eram as faixas mais adequadas. Quando o assistente sugere uma música que não combina com o momento, Zuckerberg apenas diz: “Isso não é ‘light’, toque algo ‘light’”. A ordem serve para duas coisas: para o sistema aprender a classificar as músicas e para reproduzir uma playlist que seja mais adequada. O Jarvis também reconhece quando seu criador e a esposa, Priscilla Chan, estão conversando e reproduz músicas de que ambos gostam.

Mas nem tudo foi uma maravilha para o bilionário. Ele encontrou alguns problemas sérios para fazer seus equipamentos conectados funcionarem em conjunto e atenderem aos seus comandos por meio do assistente. Ele cita que usava uma câmera Nest, um sistema de som Sonos, uma TV Samsung e uma central de automação Crestron para controlar luzes, portas e termostato. Aí foi necessário o espírito de gambiarra para fazer a engenharia reversa das APIs desses dispositivos para que fosse possível dar o comando no seu celular ou no PC para apagar luzes ou colocar música para tocar.

Zuckerberg conclui que seu projeto pessoal deu uma dimensão melhor do atual estado da inteligência artificial como interface de usuário. Ele prevê que em até dez anos os sistemas de IA estarão muito mais avançados e superiores às capacidades humanas em cada um dos nossos sentidos, incluindo visão, audição, tato, e também muito mais avançados em termos de linguagem.

Por se tratar de um projeto pessoal, o Jarvis foi criado para servir aos propósitos de Mark Zuckerberg, e não pensado para atender o público geral, então é muito improvável que ele seja a etapa inicial de um produto real. No entanto, o Facebook já deixou bem claro que está investindo pesado em inteligência artificial, então não seria surpresa se esse esforço acabar influenciando algo dentro de sua empresa.

 

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*Fonte: olhardigital

 

Primeira estrada do mundo feita de painéis solares começa a funcionar

O governo da França anunciou nesta quinta-feira, 22, a abertura da primeira estrada feita de painéis solares no mundo. A rota de 1 quilômetro fica em uma vila chamada Tourouvre-au-Perche, na Normandia, ao norte do país.

Mais de 2.800 metros quadrados de painéis geradores de eletricidade cobrem a estrada, que espera receber mais de 2 mil motoristas por dia. Trata-se ainda de um programa piloto, o que significa que a rota será monitorada pelos próximos dois anos de perto.

 A energia gerada pela estrada deve abastecer toda a iluminação pública de Tourouvre-au-Perche, que tem 3.400 moradores. Segundo o governo francês, todo o percurso é revestido com uma resina capaz de suportar tranquilamente o peso de qualquer veículo. A obra custou 5 milhões de euros – equivalente a cerca de R$ 17 milhões.
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*Fonte: olhardigital
estrada_ecologiaenergia

Encontraram um rabo de dinossauro intacto. E ele tem penas

99 milhões de anos: essa é a idade da cauda de dinossauro com penas mais completa já encontrada. O rabo, preservado em âmbar, foi descoberto em Mianmar, no sudoeste da Ásia – e, se não fosse salvo por paleontólogos da Universidade Chinesa de Geociência, seria vendido como joia.

A região em que o fragmento foi achado é riquíssima em fósseis preservados em âmbar do período Cretáceo (o mesmo do tiranossauro e do velociraptor), possivelmente a maior reserva do tipo do mundo. Mesmo assim, a descoberta não passou de pura sorte: em uma pilha de resinas que estavam à venda como pedras semipreciosas em um mercado local, os pesquisadores encontraram a amostra, que já tinha sido lixada e remodelada pelos vendedores.

Para a alegria dos paleontólogos, porém, as modificações na resina não estragaram o fóssil, e até permitiram que eles estudassem os componentes químicos do interior do âmbar sem ter que perfurar ou quebrar a amostra. Nessa análise, os pesquisadores descobriram rastros de ferro, que dão pistas sobre a pigmentação e a textura da pele do dinossauro.

A amostra translúcida tem mais ou menos o tamanho e o formato de um pêssego seco. Dentro dela, os cientistas encontraram um pedaço de rabo de 35 cm, com todos os ossos e tecidos intactos, e coberto de penas. Usando raio-x e microscópios, descobriram também que a cauda tem 25 vértebras articuladas, o que riscou a possibilidade daquilo ser parte de uma ave pré-histórica, animais que tinham vértebras não articuladas que facilitavam o voo. Baseados nessas evidências, os caras concluíram: o dono do rabo era mesmo um dinossauro, e do subgrupo Coelosauria, que inclui desde os tiranossauros até as aves modernas.

A novidade não é que os gigantes pré-históricos tinham penas. Isso já é sabido pelo menos desde o início dos anos 90, quando amostras de partes desses animais emplumados foram encontradas em várias partes da Ásia. O que surpreendeu os cientistas foi o rabo praticamente inteiro, com penas quase totalmente preservadas, e todas as estruturas ósseas no lugar – um achado que pode ajudar os pesquisadores a entender melhor do que nunca como se deu a evolução desses bichões para os dinossauros que conhecemos hoje: as aves – porque, afinal de contas, das quase 10 mil espécies de aves que existem, todas são descendentes diretas dos dinossauros.

Mas, segundo os cientistas, o dono da cauda achada em Mianmar não era capaz de voar: as penas eram bagunçadas demais, e o formado do rabo, comprido e curvo, dificultaria o equilíbrio no ar. A hipótese mais aceita é que as penas desse dinossauro específico serviam apenas para regular a temperatura do bicho.

 

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*Fonte: superinteressante

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Alemães fazem máquina funcionar e vão mudar o mundo nos próximos anos

Uma das maiores descobertas cientificas deste ano foi conseguir colocar, pela primeira vez, uma máquina de fusão nuclear funcional. Isso aconteceu na Alemanha, onde a máquina Wendelstein 7-X foi confirmada de realmente funcionar nesta semana.

A máquina faz a mesma coisa que o sol faz: funde átomos para gerar energia. É o oposto da energia nuclear que temos hoje, que funciona através da fissão. Por três décadas, a humanidade esteve pesquisando a fusão nuclear na esperança que isso se transformasse em uma fonte inesgotável de energia. Estamos muito próximos de conseguir.

Ao dominar a fusão nuclear, estaremos perto de uma fonte de energia inesgotável, e isso deve mudar o planeta para sempre: poderemos desalinizar água salgada, por exemplo, e transformar desertos em grandes fazendas – eliminando a fome -, podemos fazer o custo do transporte ser baixíssimo.

O Wendelstain 7-X é uma máquina circular de 16 metros, que tenta imitar as condições das estrelas para fundir átomos e produzir energia, produzindo um campo magnético para segurar o plasma gerado no processo. Isso foi conseguido, com um campo magnético 3D que conseguiu fazer o processo sem destruir a máquina.

Inicialmente, a máquina deve gerar energia apenas para si. Depois, poderemos começar a usar essa tecnologia para gerar uma enorme quantidade de energia de maneira muito barata e muito limpa, já que o produto da reação é água. Falamos desta e de outras invenções no Conexão Vale do Silício, nosso programa de inovação no StartSe.

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*Fonte: startse / FelipeMoreno

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Stephen Hawking afirma: apocalipse provocado por asteroides é iminente

O famoso astrofísico lançou alerta sobre o perigo que diversos asteroides – alguns com mais de 1 km de diâmetro – representam ao nosso planeta.

Em um vídeo produzido pelo movimento global “Asteroid Day”, Stephen Hawking afirma que há uma grande probabilidade de que um asteroide colida com planetas habitados por vida inteligente. Por isso, ele afirma que é necessário que políticos, cientistas e o público em geral encarem essa situação muito seriamente.

Enquanto isso, o astrônomo Patrick Michel diz que, se um desses corpos impactarem contra a Terra, poderá provocar danos muito sérios a todo um país ou, até mesmo, um continente. A grande maioria dos asteroides conhecidos, no entanto, são pequenos e não representam perigo para o planeta.

Atualmente, não há nenhuma maneira eficaz de lidar com um asteroide em rota de colisão com nosso planeta. Algumas ideias de impedir um impacto incluem o envio de uma nave espacial para usar a própria gravidade da pedra espacial para mudar o seu curso. A ideia de neutralizá-lo no espaço já foi descartada, pois isso enviava milhares de fragmentos menores e atingiria a Terra de forma ainda mais perigosa.

A astrônoma Carolyn Shoemaker disse: “Quanto mais aprendemos sobre todos esses objetos, mais podemos estar preparados para prevenir um impacto perigoso contra nós”.

A NASA afirma estar atenta aos asteroides e diz que não há nenhum perigo rondando a Terra pelos próximos 100 anos – pelo menos.

 

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*Fonte: history

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Não, seres humanos nunca viverão fora da Terra

Viajar para outras estrelas é um sonho antigo. Os primeiros avanços científicos – chegar na lua em 1969, enviar robôs à Marte em 1976 – pareciam dizer que esse caminho seria fácil.

A ideia se espalhou como fogo no imaginário popular através da cultura mundial, principalmente por meio da ficção científica. A diáspora impressionante da humanidade pela galáxia marcaria a nossa maturidade e sucesso como espécie, e nos permitiria sobreviver à própria Terra, em caso de uma catástrofe natural ou destruição artificial.

No entanto, hoje sabemos muito mais sobre o universo e a verdadeira possibilidade de viagem interestelar do que nunca. Infelizmente, está na hora de admitirmos: não é provável que humanos morem em qualquer outro lugar do vazio imenso lá fora. A Terra é e sempre será a nossa única casa.

 

Não há plano B

Essa é a opinião de Kim Stanley Robinson, um autor de ficção científica norte-americano conhecido pela Trilogia de Marte. Esse ano, ele lançou uma nova obra, “Aurora”, ainda sem tradução para o português.

Apesar de ter escrito sobre isso inúmeras vezes, Robinson crê que nunca sairemos daqui. Morar fora da Terra é material apenas de ficção, mesmo.

E, enquanto para algumas pessoas essa conclusão é perturbadora e pessimista, não precisa ser. Se finalmente aceitarmos isso, podemos alterar a forma como agimos como indivíduos e civilização.

Essas mudanças são cruciais para os nossos descendentes. Esqueça um plano B! Precisamos tratar a Terra com a dignidade que ela merece, pois, se acabarmos com esse planeta, não há escapatória a não ser a extinção.

 

Por que não?

Os problemas que nos impedem de nos mudar para outros planetas e sistemas estelares são muitos e de diferentes categorias – físicos, biológicos, ecológicos, sociológicos e psicológicos. Poderíamos ainda adicionar econômicos, mas esses problemas são triviais em comparação com o resto.

Filmes como “Interestelar” nos enganam a pensar que ir para outra estrela é fácil. Mas a realidade é que eles usam milhares de ideias completamente teóricas e fingem que existem simples soluções práticas para elas. Não é verdade. Viagem mais rápida que a luz? Hibernação com total preservação do corpo? Buracos de minhoca os quais podemos percorrer

São conceitos científicos, sim, mas 100% hipotéticos. Não estamos lá ainda. E precisamos encarar o fato de que talvez nunca estaremos.

 

Problemas físicos

Fisicamente, o principal problema é que as estrelas estão muito longe.

Esqueça viagem mais rápida do que a luz. Segundo Robinson, isso não vai acontecer. É uma conveniência empregada para fomentar uma grande história, mas qualquer plano realista para chegar às estrelas exigirá viagens mais lentas, no melhor dos cenários, com um décimo da velocidade da luz.

As estrelas mais próximas estão a quatro anos-luz de distância, mas não rola morar lá. Seus planetas não são amigáveis para nós. Tau Ceti, a doze anos-luz de distância, é conhecida por ter planetas em sua zona habitável. Pensando em aceleração e desaceleração mais tempo de percurso, podemos colocar que levaremos 200 anos para chegar lá.

Ou seja, uma travessia até mesmo às estrelas mais próximas exigiria um esforço de múltipla geração. Isto sugere uma nave grande e complicada, carregada de plantas, animais e humanos para popular o novo mundo, que teria de funcionar no meio interestelar por dois séculos ou mais, sem possibilidade de reabastecimento e com chances limitadas de reparação.

Ainda, em termos de problemas puramente físicos, na velocidade com que a nave viajaria, qualquer coisa “leve”, com um par de quilos, que batesse nela, causaria um impacto catastrófico. E sabe como é, o universo não é um caminho limpo.

Por fim, a nave estaria exposta a muito mais radiação do que na Terra. Os efeitos disso não são totalmente conhecidos, mas não parecem bons. Qualquer revestimento contra essa radiação acrescentaria peso à nave, o que apenas levaria a outras dificuldades.

 

Problemas biológicos

Se até aqui parece ruim, vale lembrar que problemas biológicos são mais difíceis de resolver do que os puramente físicos, por serem muito mais complexos.

A nave seria algo como uma ilha, muito mais isolada do que qualquer uma na Terra. O sucesso reprodutivo e evolutivo das gerações de pessoas, plantas e animais seriam prejudicados com o tempo, pelos limites genéticos, de recursos e por doenças. Que tipo de mutações e adaptações ocorreriam?

Como bactérias tendem a evoluir a taxas mais rápidas do que os mamíferos, o completo isolamento ainda poderia levar ao desenvolvimento de um conjunto de organismos bastante diferente do que a nave começou. Não há como impedir que essas bactérias viajem. Mesmo com a melhor limpeza da nave possível, todos os mamíferos possuem um grande número de bactérias dentro deles.

Essa mudança genética mais rápida na comunidade bacteriana poderia se tornar um grande problema para os animais maiores. 80% do DNA em nossos corpos não é humano. Somos mais do que indivíduos, somos biomas, como pequenas florestas ou pântanos. A maioria das criaturas dentro nós precisa funcionar bem para o sistema como um todo ser saudável. Este é um ato de equilíbrio difícil, que não funciona perfeitamente mesmo na Terra – doenças e condições bizarras estão aí para provar isso. Fora daqui, então, é um mistério.

Por fim, mesmo a maior nave espacial teria cerca de um trilionésimo do tamanho da Terra. Esta miniaturização necessária quase certamente levaria a efeitos desconhecidos em nossos corpos.

 

Problemas ecológicos

Cada coisa viva é um sistema ecológico em miniatura. Nem sabemos teorizar quais seriam os problemas criados pelo fluxo metabólico de substâncias em um sistema de suporte de vida biológica fechado e isolado por tanto tempo.

Estes fluxos teriam que manter o equilíbrio dentro de parâmetros bastante apertados, evitando quaisquer rupturas ou bloqueios. A Terra experimenta grandes fluxos ecológicos ao longo do tempo, com acúmulos de certos elementos (oxigênio na atmosfera, carbono em rochas sedimentares) que forçam processos evolutivos: o que estiver vivo naquele momento tem de se adaptar às novas condições ou será extinto.

Não seria legal ser extinto no meio da missão, certo? O problema é que quaisquer problemas ecológicos que surgirem provavelmente não poderão ser resolvidos, afinal, não tem como adicionar ou mudar qualquer coisa ao sistema fechado.

Basicamente, as chances de falha são imensas. Um sistema ecológico perfeito é impossível. A Terra não é um, e um sistema isolado um trilhão de vezes menor provavelmente também não vai ser.

Problemas sociológicos e psicológicos

Viver em uma pequena e isolada comunidade pode ter consequências psicológicas terríveis.

Para começar, a nave precisará de uma organização política, seja ela militar ou anárquica, hierárquica ou democrática. A própria situação pode ser chamada de totalitária, no entanto. Isso porque vai exigir determinados comportamentos para garantir a sobrevivência. Os seres humanos viajando para outro planeta ou estrela não terão muita escolha. Não poderão fazer o que quiserem, ou nada. Precisarão desempenhar determinadas funções em nome do sucesso da missão. Alguém vai ter que liderar.

Estar em uma comunidade isolada, seja na nave ou quando chegar ao destino, sabendo que existe uma população humana muito maior na Terra, pode ainda parecer como um exílio. Ou pode ser como nascer e viver uma vida inteira na prisão.

Essa é uma receita para o desastre psicológico. Além do estresse e da pressão, se alguém enlouquecer e ameaçar sua própria vida ou à dos outros, os humanos da missão ainda teriam que conviver com o medo.

Claro que as pessoas são adaptáveis. Pode ser que se acostumem a viver em confinamento. Pode ser que perdoem as pessoas que fizeram essa escolha por eles (os que nascerem depois, já que estamos falando de múltiplas gerações). Mas nós sabemos como a personalidade humana funciona. As coisas podem ficar muito ruins muito rápido.

Mesmo se conseguirmos chegar a um novo mundo…

Mesmo com as melhores das tecnologias, só poderíamos alcançar uma pequena parte da galáxia. 1% da Via Láctea, digamos. Já sabemos que os planetas do nosso sistema solar são todos péssimos para a vida humana, mas 1% da galáxia ainda inclui um monte de estrelas, e pode ser que alguma seja razoavelmente boa para nós.

Mas nenhuma é exatamente como o nosso sol, ou tem um planeta exatamente igual a Terra. Como não temos o luxo de ficar passando de planeta em planeta para ver qual é o mais ideal, teríamos que simplesmente ARRISCAR baseado nas informações precárias que temos. As chances de insucesso são imensas.

Se todos esses milhares de problemas forem contornados, o que é extremamente improvável, o planeta ou lua que será o nosso novo lar vai ainda apresentar seus próprios problemas. Se tiver uma atmosfera mesmo ligeiramente diferente, isso significa que o confinamento vai continuar mesmo após a longa viagem, afinal, não sobreviveríamos respirando o ar fora de ambientes controlados. Será que isso é mesmo vida?

Ainda se o impossível for só questão de opinião e todas as condições forem ideais, restaria uma tarefa enorme: adaptar o novo planeta para a vida terráquea, o que levaria muitos anos, possivelmente séculos, dependendo das condições e recursos. Com uma única nave para alimentar esse esforço, você já pode imaginar que não será fácil. É maravilhoso como diversas comunidades fora da Terra surgem de repente no filme “Interestelar”, mas não é à toa que nada da formação dessas comunidades foi mostrado.

E isso sem considerarmos sequer a possibilidade de existência de vida alienígena. Seria uma surpresa boa chegar em um novo planeta e dar de cara com seres estranhos? Talvez. Ou talvez seria um gigantesco problema.

Se as chances são minúsculas de viver fora da Terra, devemos tentar?

A lição que fica não é desistir, mas sim redefinir.

Quando consideramos como devemos nos comportar agora, devemos ter em mente que a ideia de que se destruirmos a Terra teremos outro lugar para ir é simplesmente falsa.

“Eu não estou dizendo que não devemos ir para o espaço; devemos. Devemos enviar pessoas para a lua, para Marte, para asteroides, e para cada lugar que pudermos no sistema solar”, afirma Robinson.

Segundo o escritor, isso é útil para nos ajudar a projetar um relacionamento de longo prazo com a própria Terra. “A ciência espacial é uma ciência da Terra. O sistema solar é o nosso bairro. Mas as estrelas estão muito longe”, conclui.

Nosso planeta é inacreditavelmente incrível – é singular em todos os sentidos, até onde sabemos. Ao invés de sonhar com ficções impossíveis, precisamos cuidar com todo o carinho do único mundo vivo conhecido possível no universo.

 

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*Fonte: hypescience

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Nikola Tesla um dos maiores gênios injustiçado da humanidade sabia de um segredo chocante sobre o universo!

Uma das maiores mentes que nosso mundo já conheceu, criou e registrou inúmeras patentes que compõem algumas de nossas tecnologias cotidianas moderna e apesar do tempo nos sentimos bastante ligados!

O gênio sérvio, Nikola Tesla, criou muitos conceitos e tecnologias que foram muito à frente de seu tempo, até ainda hoje é considerado surreal as muitas das idéias que ele colocou no papel.

Ele teve a idéia de liberar energia livre sobre o mundo, eletricidade sem fio real para todas as casas sem cobrar um centavo! Mas os homens de negócios poderosos e banqueiros não se sentiram bem sobre a oferta de energia de Tesla, então eles sabotaram-lo .

Uma das patentes mais loucas e maiores que ele registrou era um veículo de vôo, semelhante a um disco voador, que usaria um sistema de propulsão realmente avançado chamado de “Space Drive”.

Tesla também tinha teorias sobre a força da vida que compõem toda a matéria no universo, o chamado “Éter”, e também como a humanidade poderia aproveitá-la.

Assista ao vídeo abaixo para saber mais!

 

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*Fonte: semprequestione

Ar-condicionado sem eletricidade é criado em Bangladesh

A situação precária de Bangladesh torna a vida de muitos habitantes difícil, além de não terem eletricidade, internet, água limpa, comida, ainda sofrem com a alta temperatura.

Em Daulatdia um vilarejo no país com aproximadamente 28 mil pessoas, empilhadas em casebres sem água corrente, com temperaturas que passam de 45ºC, criaram o primeiro ar-condicionado sem eletricidade, com baixo custo já que é feito de garrafas pet e papelão.

São feitos furos no papelão, e preenchidos com garrafas pet. Após finalizado, o ar-condicionado é colocado na frente da porta ou janela. O efeito refrigerador é imediato e abaixa 12º celsius.

Isso acontece pois o ar quente entra nas garrafas pelo lado de fora e depois manda um ar mais frio pra fora pela passagem da garrafa. Além de ajudar na refrigeração deste lugar, também incentiva a reciclagem.

O Eco-cooler com certeza é uma ideia muito criativa e que ajuda muito essas pessoas, veja o vídeo abaixo de como funciona essa invenção:

 

 

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*Fonte: engenhariae