Keanu Reeves compartilha sua lista de filmes essenciais “que todos deveriam assistir” – confira

Keanu Reeves é popularmente conhecido como um dos atores mais “legais” de Hollywood. Ou em qualquer lugar. Nenhum favor é pequeno demais para o eterno “Neo”, de Matrix.

Nesta semana, durante uma entrevista à Revista Esquire, Keanu fez questão de procurar uma lista antiga que havia feito com seus filmes preferidos, “que todos deveriam assistir”, se pudessem.

A lista é uma coleção de recomendações de filmes entre amigos.

Após apresentar suas recomendações, que remontam há 20 anos atrás, o ator repaginou a lista, levando em conta os lançamentos cinematográficos mais recentes.

Confira abaixo os títulos escolhidos por Keanu Reeves:

Demônio de Neon
Laranja mecânica
Rollerball – Os Gladiadores do Futuro
The Bad Batch (Amores Canibais)
Dr. Fantástico
Os Sete Samurais
Amadeus
Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos
A Morte do Demônio (1981)
Arizona Nunca Mais
O grande Lebowski
Nikita – Criada Para Matar
O profissional
O Jovem Frankenstein
Banzé no Oeste
Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
Josey Wales, o Fora da Lei
Mad Max 2 – A Caçada Continua

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*Fonte: agrandeartedeserfeliz

Stardust: filme mostra David Bowie antes do sucesso – e de se tornar um alienígena

Se hoje o nome David Bowie evoca instantaneamente a mitologia de um dos maiores e mais importantes personagens da história do rock e da própria cultura do século 20, em 1971, há exatos 50 anos, o cantor e compositor inglês era ainda um jovem músico buscando seu espaço e mesmo sua identidade – ou, no caso de Bowie, suas identidades. É nesse contexto, durante uma viagem aos EUA a fim de promover seu terceiro disco, que se passa o filme Stardust, contando os primeiros passos da criação e ascensão de um ícone – da música, da moda, da liberdade sexual, e da ficção científica.

Lançado em 2020 e disponível no Telecine, Stardust é estrelado por Johnny Flynn no papel principal, e não segue, portanto, a fórmula usual de uma biopic. Ao invés de atravessar apressadamente toda a vida do artista, o filme se aprofunda em um momento fundamental não somente da carreira, mas da vida e da obra de Bowie: o exato período em que ele começaria e encontrar – e se transformar em – Ziggy Stardust, seu alter ego alienígena. Através do personagem, o artista conquistaria o mundo no ano seguinte, em 1972, e lançaria alguns dos melhores e mais influentes discos de todos os tempos.

No filme, porém, Bowie está viajando aos EUA, aos 24 anos, para a divulgação do álbum The Man Who Sold the World, lançado no final de 1970, no qual os primeiros sinais da chegada de Ziggy Stardust “à Terra” começam a ser vistos, principalmente pela sonoridade mais pesada, e pela foto da capa — andrógina e misteriosa, com um cabeludo Bowie trajando um vestido. O período, no entanto, era difícil para o artista. Apesar do sucesso de seu primeiro compacto, o clássico “Space Oddity”, de 1969, Bowie vinha fracassando sucessivamente em seus singles e discos seguintes e — apesar de ser reconhecido hoje como um clássico —, com The Man Who Sold the World não seria diferente. O disco foi um fracasso comercial, tanto no Reino Unido quanto nos EUA.

Mais do que uma cinebiografia, portanto, Stardust é uma espécie de road movie, mostrando as desventuras dessa primeira viagem de Bowie aos EUA. Pois se a ideia era conquistar o público do país, de cara o propósito foi pelo ralo, ou melhor, pela alfândega. Impedido de tocar no país por questões burocráticas, a viagem se restringiu a entrevistas para rádios e revistas especializadas.

Essencialmente a obra retrata o encontro do artista com o único funcionário da gravadora no país que acreditava em seu trabalho, interpretado pelo comediante Marc Maron. As conversas entre os dois personagens, tratando das origens do artista, sua relação com sua então esposa, Angie, loucura, arte, sexualidade e futuro, se afirmam como temas e dilemas, e movem o filme adiante.

Com seu vestido, seus sapatos de salto alto e sua postura desafiadora, provocando os limites de gênero e identidade, o jovem Bowie causaria escândalo durante a estadia estadunidense. Esse seria o sentimento que o levaria além, já que muitos o viam como um alienígena, um ser andrógino e de outro mundo, por que não se transformar de fato em um? Um alienígena superstar, liderando uma banda de rock que conquistaria o mundo? Qual a diferença, afinal, entre uma estrela do rock ou alguém interpretando uma?

*Por
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*Fonte: hypeness

Jonah Hill será Jerry Garcia em filme sobre Greatful Dead dirigido por Scorsese

Boas notícias para os fãs da banda The Grateful Dead. Uma cinebiografia da banda finalmente vai acontecer, e será dirigida por Martin Scorsese.

O vocalista do grupo musical, Jerry Garcia, será vivido pelo ator indicado ao Oscar Jonah Hill — que confirmou a informação do Deadline em seu Instagram.

Embora os detalhes exatos da produção não tenham sido anunciados, o filme — que ainda não tem título — deve relatar a ascensão da banda em meio ao movimento psicodélico da contracultura dos anos 60.

O projeto, que também terá Scorsese e Hills como produtores, está em produção pela Apple TV+, que atualmente também está envolvida em Killers of the Flower Moon, próximo título do diretor de Taxi Driver.

Formado em 1965, o Grateful Dead se tornou um dos principais símbolos da contracultura ao lançar seu álbum de estreia durante a época do ‘Flower Power’. Além de Garcia, os membros fundadores incluem Bob Weir, Ron McKernan, Phil Lesh e Bill Kreutzmann.

O filme biográfico do The Grateful Dead ainda não tem previsão de estreia.

*Por Flavio Pinto
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*Fonte: omelete

O Incal | Taika Waititi vai adaptar HQ de Alejandro Jodorowsky em filme

O diretor Taika Waititi (Jojo Rabbit, Thor: Ragnarok) vai dirigir e co-roteirizar um filme baseado na clássica HQ O Incal, de Alejandro Jodorowsky e Moebius. A produção não teve previsão de estreia divulgada.

Taika vai trabalhar ao lado de Jemaine Clement (What We Do in the Shadows) e Peter Warren (Ghost Team). Em um video de anúncio, Jodorowsky deu a benção ao diretor:

“Quando o CEO da Humanoids, Fabrice Giger, me apresentou o trabalho de Taika Waititi, ficou óbvio para mim que ele era o cara certo”, disse Jodorowsky. “Confio plenamente na criatividade de Taika para dar ao Incal uma tomada impressionante, íntima e, ao mesmo tempo, de proporções cósmicas.”

O Incal é centrada no detetive John Difool, que encontra um artefato místico conhecido como Incal – um objeto de grande poder cobiçado por muitas facções em toda a galáxia. À medida que Difool aprende sobre os poderes e propósitos do Incal, ele embarca em uma missão para salvar o universo.

O elenco da produção ainda não foi definido e não há previsão para a estreia da obra.

*Por Pedro Henrique Ribeiro
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*Fonte: omelete

6 Monstros que foram criados para o cinema

Desde suas origens, a indústria cinematográfica de Hollywood vem adaptando obras literárias e narrativas perpetuadas além do tempo, apostando em histórias que alteram algumas das principais características de personagens clássicos e lhes concedem um pouco de originalidade. Isso aconteceu muito durante a Era de Ouro do cinema e foi a iniciativa responsável por criar tendências, especialmente entre monstros e seres sobrenaturais da metade do século XX, que tiveram seus mitos reinterpretados por outro ponto de vista.

Conheça abaixo alguns dos principais mitos de monstros criados por Hollywood.

1. Vampiros queimam se expostos ao sol
A origem da fraqueza vampírica foi revelada em Nosferatu, de 1922. O longa-metragem alemão de F. W. Murnau foi a 1ª obra artística que mostrou vampiros morrendo queimados após serem expostos à luz do Sol. Vale lembrar que no clássico Drácula, publicado em 1897 por Bram Stoker, os monstros se sentiam enfraquecidos quando caminhavam durante o dia, mas não os levava à morte instantânea.

2. Frankenstein é verde e tem parafusos no pescoço
Segundo Mary Shelley, autora do Frankenstein clássico de 1818, o gigante de laboratório tinha a pele amarela, e não verde. Porém, com o lançamento de A Noiva de Frankenstein (1935) e as limitações técnicas de maquiagem da época, a criatura ganhou tonalidades verdes que acabaram se tornando oficiais na filmografia. Além disso, os criadores de Frankenstein (1931) inseriram parafusos no pescoço do personagem com a intenção de enfatizar a concepção elétrica dele, algo que nunca havia sido mencionado em qualquer conteúdo.

3. Pessoas são transformadas após serem mordidas por lobisomens
A ideia de transformar pessoas em lobos gigantes após serem mordidas por um lobisomem foi oficialmente apresentada em O Lobisomem de Londres (1935) como explicação à origem do mito da lua cheia. A proposta, que pegou carona na lenda dos vampiros, tornou-se história oficial em Hollywood e passou a ser amplamente utilizada em alguns filmes, como Van Helsing — O Caçador de Monstros (2006), Amaldiçoados (2005) e Anjos da Noite (2003).

4. Zumbis são lentos e comem cérebros
A Noite dos Mortos-Vivos (1968), clássico de John Romero, popularizou os zumbis no cinema e mostrou que os seres andam de forma pesada, arrastada e sem ritmo. Porém, em 1985, na comédia A Volta dos Mortos-Vivos, foi sugerido que cérebro humano funciona como uma espécie de analgésico para os monstros e que o ingerir é o 1° objetivo das criaturas. Anos depois, o cinema consertou esses conceitos lançando filmes que mostravam zumbis velozes e que se alimentavam de qualquer tipo de carne humana.

5. Drácula usa um medalhão
O medalhão ou qualquer outro adereço nunca havia sido mencionado em qualquer obra que tratasse do visual de Drácula. Foi então que, com a chegada do filme Drácula (1931), o monstro passou a utilizar um misterioso medalhão com ares supersticiosos, adereço que se tornou característica definitiva do vampiro. Curiosamente, o acessório ganhou réplicas que foram amplamente vendidas para fãs em sites de varejo e personalização.

6. Bruxas têm a pele verde
Até a primeira metade do século XX, as bruxas eram retratadas como humanas com peles comuns. Foi o lançamento de O Mágico de Oz (1939) que mudou essa concepção ao apresentar uma antagonista com verruga no rosto e pele esverdeada, mudando as características reveladas pelo escritor original da obra, Frank L. Baum (1856-1919), criando uma tendência que seria levada para as décadas seguintes do cinema.

*Por André Luís Dias Custódio
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*Fonte: megacurioso