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The D in David – Curta Metragem


Transformers: O Último Cavaleiro | Trailer


Sofia Loren


Do filmaço “Capitão Fantástico” – (trilha sonora do filme) / Bob Dylan – “I Shall Be Released”

Musiquinha do tio Bob Dylan direto de um dos melhores filmes dos últimos tempos “Capitão Fantástico”. Tenho dito!


Stormtrooper Day – 24

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Top 10 Monty Python Movie Moments


7 Witches – Trailer


Fora do Rumo (Skiptrace, 2016) – Trailer


A Lua HD ganhador de OSCAR Curta Metragem


Stormtrooper Day – 23

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Quando a morte falha – curta metragem


Spider-man – Homecoming (trailer)


It – Trailer


Irmã | Trailer


Os Guardiões (Guardians, 2017) – Trailer


Banjogirl Março de 2017

A escolha da Banjogirl do mês de março faz parte de uma pesquisa no tempo. Mais uma vez (essa não é a primeira) procuramos provar de que a beleza não tem data e é atemporal. Envelhecer é natural, melhor, da natureza humana e isso de forma alguma apaga ou suprime o que já foi (e ainda é) belo.

É o caso da belíssima atriz inglesa Diana Rigg, atualmente no cast do seriado de TV – “Game of Thrones”, onde representa Olenna Tyrell, dona de uma personagem muito forte e ao mesmo tempo incrível. Já foi uma das mais lindas Bond Girls de todos os tempos em “James Bond – On Her Majesty’s Secret Service” (Tracy Bond) , bem como também Emma Peel no famoso seriado do passado – “The Avengers”.

Com muito orgulho apresentamos o título de Banjogirl de Março de 2017, para Diana Rigg.

Que mulher!!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


CHiPs: O Filme (CHiPs, 2017) – Trailer


Stormtrooper Day – 22

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Woody Allen elege ‘Memórias póstumas de Brás Cubas’ como um de seus livros favoritos

RIO – Clássico da literatura brasileira, “Memórias póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, é um dos livros favoritos do cineasta americano Woody Allen. “É uma obra muito, muito original”, disse o diretor de “Manhattan” e “Vicky Cristina Barcelona”.

Allen elencou para o jornal britânico “The Guardian”, as cinco obras de literatura que mais tiveram impacto sobre sua vida e sua obra. O livro de Machado de Assis aparece ao lado do aclamado “O apanhador no campo de centeio”, de J. D. Salinger; da coletânea de textos de humor “The world of S. J. Perelman”; e das biografias “Really the blues”, de Mezz Mezzrow e Bernard Wolfe, e “Elia Kazan”, de Richard Schickel.

Allen conta que ganhou o livro de presente de um brasileiro. “Eu recebi pelos correios. Alguém que eu não conhecia me mandou e escreveu ‘Você vai gostar disso’. Eu li porque não um livro grande. Se fosse maior, eu teria descartado. Mas fiquei chocado com como ele era charmoso e divertido. Não acreditava que ele tivesse vivido numa época tão distante. Você pensaria que foi escrito ontem. É tão moderno e prazeroso. É uma obra muito, muito original. O livro me despertou alguma coisa, da mesma forma que aconteceu com ‘O apanhador no campo de centeio’. Era um assunto de que eu gostava e que foi tratado com muita inteligência, uma originalidade tremenda e nenhum sentimentalismo”.

 

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*Fonte:  oglobo

 


Rorschach walk


Stormtrooper Day – 21

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Tarantino e a Vida


Mulher-Maravilha – Trailer


Saiba quais são os 100 melhores filmes do século 21 (até agora)

Os editores de cultura da BBC se depararam com um dilema: quais são os melhores filmes do século 21 até agora?
Para resolver, eles pediram a ajuda de 177 críticos de cinema do mundo inteiro para chegar à uma lista coerente.
O ranking final tem um pouco de tudo: desde ficção científica até dramas brasileiros. Confira quais são os quarenta primeiros filmes da lista:

1 – Cidade dos Sonhos (David Lynch, 2001)
2 – Amor à Flor da Pele (Wong Kar-wai, 2000)
3 – Sangue Negro (Paul Thomas Anderson, 2007)
4 – A Viagem de Chihiro (Hayao Miyazaki, 2001)
5 – Boyhood: Da Infância à Juventude (Richard Linklater, 2014)
6 – Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (Michel Gondry, 2004)
7 – A Árvore da Vida (Terrence Malick, 2011)
8 – As Coisas Simples da Vida (Edward Yang, 2000)
9 – A Separação (Asghar Farhadi, 2011)
10 – Onde os Fracos Não Têm Vez (Joel e Ethan Coen, 2007)
11 – Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum (Joel e Ethan Coen, 2013)
12 – Zodíaco (David Fincher, 2007)
13 – Filhos da Esperança (Alfonso Cuarón, 2006)
14 – O Ato de Matar (Joshua Oppenheimer, 2012)
15 – 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (Cristian Mungiu, 2007)
16 – Holy Motors (Leos Carax, 2012)
17 – O Labirinto do Fauno (Guillermo Del Toro, 2006)
18 – A Fita Branca (Michael Haneke, 2009)
19 – Mad Max: Estrada da Fúria (George Miller, 2015)
20 – Sinédoque, Nova York (Charlie Kaufman, 2008)
21 – O Grande Hotel Budapeste (Wes Anderson, 2014)
22 – Encontros e Desencontros (Sofia Coppola, 2003)
23 – Caché (Michael Haneke, 2005)
24 – O Mestre (Paul Thomas Anderson, 2012)25 – Amnésia (Christopher Nolan, 2000)
26 – A Última Noite (Spike Lee, 2002)
27 – A Rede Social (David Fincher, 2010)
28 – Fale com Ela (Pedro Almodóvar, 2002)
29 – Wall-E (Andrew Stanton, 2008)
30 – Oldboy (Park Chan-wook, 2003)
31 – Margaret (Kenneth Lonergan, 2011)
32 – A Vida dos Outros (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006)
33 – Batman: O Cavaleiro das Trevas (Christopher Nolan, 2008)
34 – O Filho de Saul (László Nemes, 2015)
35 – O Tigre e o Dragão (Ang Lee, 2000)
36 – Timbuktu (Abderrahmane Sissako, 2014)
37 – Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas (Apichatpong Weerasethakul, 2010)
38 – Cidade de Deus (Fernando Meirelles e Kátia Lund, 2002)
39 – O Novo Mundo (Terrence Malick, 2005)
40 – O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005)

*Confira a lista completa: *[ AQUI ]

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*Fonte: revistagalileu


Uma outra versão para a cena clássica de “O Expresso da Meia-Noite”


As mais de 200mil mortes da trilogia do Senhor dos Anéis reunidas em um único vídeo!

 

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*Fonte: secondbreakfast


Jaco Pastorius – O Filme (legendado/português)

Com imagens de arquivos e entrevistas, o documentário monta a trajetória do incrível baixista Anthony “Jaco” Pastorius, que desde novo foi imerso no mundo do Jazz, tornando-se não só um grande instrumentista, mas uma pessoa de forte personalidade.

Jaco entrou para a história da música como um dos melhores baixistas do mundo.

 

Sua História:

Era o primeiro filho, dos três filhos, do casal John Francis Pastorius II, que era baterista e Stephanie Katherine Haapala.

Ainda muito jovem, entretanto, mudou-se para Fort Lauderdale, na Florida. Entre outras curiosidades não muito conhecidas, Pastorius foi coroinha no Colégio Católico St. Clement, em Wilton Manors, cidade próxima de Fort Lauderdale, dentro do condado de Broward.

O apelido “Jaco” tem origem em sua ligação com o esporte. Como o apelido de seu pai era Jack, começaram a chamá-lo de Jacko, em referência ao jogador de beisebol, Jocko Colon. Quando o pianista francês Alex Darqui escreveu um recado para Pastorius, utilizou a grafia JACO. Pastorius gostou então dessa forma de soletrar seu apelido e adotou a partir de então: Jaco.

Além de seguir os passos de seu pai como baterista, Pastorius era fã de esportes, e jogava beisebol, basquete e futebol americano desde jovem. Em uma partida de futebol americano, sofreu um acidente onde quebrou seu pulso esquerdo, comprometendo a agilidade como baterista. Nessa época, tocava bateria no conjunto Las Olas Brass. David Neubauer, então baixista do Las Olas, saiu do grupo, permitindo então que Pastorius assumisse sua posição, por volta de 1970. O Las Olas Brass fazia covers de Aretha Franklin, Otis Redding, Wilson Pickett, James Brown.

Segundo as próprias palavras de Pastorius, suas principais influências musicais foram: ” James Brown, The Beatles, Miles Davis, e Stravinsky, nessa ordem.” Além desses, Jaco cita outros nomes como Jerry Jemmott, James Jamerson, Paul Chambers, Harvey Brooks, Tony Bennett, Sinatra, Duke Ellington, Charlie Parker, e cita com especial atenção o nome de Lucas Cottle, um desconhecido baixista neozelandês que tem algumas gravações ao lado de Pastorius.

Em 1974, começou a tocar com Pat Metheny, hoje uma lenda viva da guitarra, chegando a gravar um álbum juntos, “Jaco” (1974), o primeiro álbum da carreira do baixista. Em 1976, Jaco gravou o seu segundo álbum, produzido pela Columby Productions – Epic, instantaneamente reconhecido como um clássico no cenário jazzístico da época. Foi então convidado a fazer parte do Weather Report, onde gravou em 1977 o álbum Heavy Weather, indicado ao Grammy e um dos álbuns de fusion mais famosos de todos os tempos.

Ainda em 1976, Jaco gravou o álbum Bright Size Life, disco de estreia de Pat Metheny. De 1976 é também o álbum Hejira, da cantora e compositora Joni Mitchell, com Jaco numa excepcional performance.

No início da década de 80, Jaco aprofundou um projeto solo, acompanhado de metais, e o desejo de conduzir uma big band com as linhas de baixo deu origem a banda Word of Mouth, que lançou em 1981 um disco homônimo, distribuído pela Warner. O disco foi um hit de costa a costa nos Estados Unidos, com performances virtuosas de Herbie Hancock, Wayne Shorter e Peter Erskine.

O ano de 1984 marca o início do declínio desse gênio dos graves, e após a dissolução da Word of Mouth, cortado da Warner, Jaco produz o material de Holiday for Pans, juntamente com Othelo Molineaux (steel drums), disco que não chegou a ser lançado, pois Jaco não conseguira um contrato com nenhuma distribuidora. Os originais foram roubados e recuperados posteriormente, mas o material já não poderia ser totalmente aproveitado. Um recorte de Holiday for Pans, renomeado de Good Morning Anya, foi incorporado a coletânea Jaco Anthology Punk Jazz, lançada pela Rhino Records, em 2003.

Jaco utilizava um baixo Fender Jazz Bass 62, que foi roubado em 1986, criando-se um mito a respeito do desaparecimento do “Bass of Doom” (como ficou conhecido). Recentemente foi recuperado pelo baixista Robert Trujillo que ainda está com o instrumento [1]. Para algumas faixas, utilizava um efeito “flanger”. Utilizava bastante alternância entre os captadores da ponte e do braço, equilibrando o timbre que desejava utilizar. Certo dia, Jaco resolveu arrancar os trastes de seu baixo elétrico. Não inventou o baixo fretless (ampeg aub 1 1966) mas foi o primeiro a tocar com a precisão de um violoncelista, inovando a técnica e ampliando as possibilidades. Ou, como disse um crítico, trouxe maturidade ao instrumento.

Na metade da década de 80, Pastorius começou a apresentar problemas mentais, e sintomas do chamado distúrbio bipolar, síndrome de pânico e depressão, relacionada ao uso excessivo de drogas e álcool. Esse distúrbio tornou-o mundialmente famoso por seu comportamento exagerado e excêntrico, para não dizer bizarro. Certa vez, quando se apresentavam em Tóquio, foi visto completamente nu e aos gritos sobre uma moto em alta velocidade. Suas performances como instrumentista também mudaram, seu gosto pelo excêntrico e pelas dissonâncias, se tornou exagerado e de certa forma incompreensível. Jaco passa a tocar em clubes de jazz em Nova York e na Flórida, tendo caído no conceito popular e transformado-se na “ovelha negra” do meio musical-jazzístico da época.

O trágico fim de John Francis Anthony Pastorius III inicia-se em 11 de setembro de 1987. Após um show de Carlos Santana, se dirige ao Midnight Bottle Club, em Wilton Manors, Florida. Após ter um comportamento exibicionista e arrogante, entra em uma briga com o segurança do clube, chamado Luc Havan. Como resultado da briga, sofre traumatismo craniano e entra em coma por dez dias. Depois que os aparelhos foram retirados, seu coração ainda bateu por três horas. A morte do mais ilustre baixista de todos os tempos data de 21 de setembro de 1987, faltando 10 semanas para completar 36 anos. Foi enterrado no cemitério Queen of Heaven, em North Lauderdale.

Uma das maiores homenagens prestadas a ele, foi registrada pelo trompetista Miles Davis, que gravou a música Mr. Pastorius, composição do baixista Marcus Miller, lançada no álbum Amandla.

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Rei Arthur: A Lenda da Espada – Trailer


Stormtrooper Day – 20

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Arno Silence Force – The Great Battle (curta)

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*Fonte: updateordie


Piratas do Caribe 5 – Trailer


Banjogirl Fevereiro de 2017

No mês que tem menos dias do ano não significa que não teremos mulher bonita por aqui. A escolhida como Banjogirl do mês de Fevereiro de 2017 é a modelo e atriz americana, mas de ascendência portuguesa – Lyndsy Fonseca (07/01/87). Atuou em diversos seriados de TV (House, Desperate Housewives, How I Met Your Mother, Nikita, Agent Carter, etc), sendo que no cinema esteve em Kick-ass (I e II), The Ward, Fort McCoy, The Escort e alguns outros filmes de menor expressão. Mas na boa, o que importa aqui mesmo é a sua beleza, seus lindos olhos claros e aquele sorrisinho maroto e não quantas estatuetas do Oscar ou prêmios de ciências ela possua.

Que a Lyndsy seja então muito feliz com mais esse nobre título – o de Banjogirl de Fevereiro de 2017 (Ah! Ela já duas vezes apareceu na lista de revistas gringas – Maxim e FHM, como uma das 100 mulheres mais sexys do mundo) – mazáh! Parabéns.

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Esse sabe muito

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Sweet Child o Mine – Guns’n Roses (cena do filme “Capitão Fantástico”)


Stormtrooper Day – 19

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Provocando – vai acabar tomando um raioXizão na cara


A Garota de Fogo – Trailer


Lebowski


Despedida em Grande Estilo – Trailer


A Juventude – Trailer