Em cartaz: Bowie surge em performances inéditas no documentário ‘Moonage Daydream’

O diretor norte-americano Brett Morgen sabia que a vida e a obra de um artista como David Bowie não caberiam em um documentário tradicional e quadrado. Por isso, para realizar o novo filme “Moonage Daydream”, Morgen criou uma obra audiovisual singular, instigante e lisérgica. Ele juntou entrevistas e performances ao vivo com performances nunca mostradas ao público de um dos mais importantes artistas do século 20. O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Mais do que desenhar uma linha cronológica da carreira de Bowie, “Moonage Daydream” apresenta o artista como também um pensador, refletindo sobre vida e morte, passado e futuro, como um filósofo pop. “Eu sabia que ele era esse artista incrível, mas não tinha ideia da pessoa sábia que ele era e de como eu precisava das mensagens dele”, diz o diretor, em reportagem da Folha de SP, explicando que decidiu criar um documentário que fosse também uma experiência, tal qual a própria música de Bowie.

O filme também cumpre a tarefa de contar a história do jovem David Robert Jones, que se apaixona pelo rock dos anos 1960, se torna David Bowie e, no início dos anos 70, invade o planeta como o alienígena Ziggy Stardust. E segue, acompanhando o elegante e louco personagem Thin White Duke, até chegar à fase de Berlim no final da década, quando Bowie já era um dos maiores artistas do mundo. No lugar, porém, de uma série de legendas e entrevistas, “Moonage Daydream” conta somente com as palavras do próprio Bowie para guiar sua história.

“Os cinemas têm o melhor som do mundo, então eu queria criar um filme que reproduzisse a experiência de arena, e que não fosse só uma coisa biográfica. Tipo, todo mundo sabe que os Beatles nasceram em Liverpool. Não importa esse tipo de coisa, saca?”, explica o diretor. Morgen garante que buscou realizar um filme não somente sobre o artista, mas sobre performance, em que verdade e ficção são misturadas pelas falas do próprio Bowie, compiladas ao longo de seus quase 50 anos de carreira.

O documentário retrata as muitas fases da carreira de Bowie, como Thin White Duke

David Bowie faleceu em janeiro de 2016, aos 69 anos, como um desses raros nomes que superam os limites do reconhecimento pop, e se torna um verdadeiro pilar cultural de sua época: para entender a segunda metade do século 20, é preciso olhar fundo nos olhos bicolores de Bowie. E é esse o convite sensorial, emocional e estético que faz “Moonage Daydream”, que estreou nos cinemas brasileiros no último dia 16 de setembro.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Há exatos 22 anos, o aclamado “Quase Famosos” chegava aos cinemas

O filme que conta a trajetória de vida de Cameron Crowe virou parte da história do Rock and Roll

No dia 13 de setembro de 2000, chegava aos cinemas americanos um dos filmes que mais marcou a história moderna do Rock and Roll: Quase Famosos, de Cameron Crowe.

Quase autobiográfico, o longa criado por Crowe conta a história de um adolescente aspirante a jornalista que consegue um freela incrível na revista Rolling Stone durante os anos 70. Como tarefa, ele segue a banda fictícia Stillwater na estrada, e a experiência muda sua vida.

Quando dissemos autobiográfico, é verdade, já que o próprio Cameron foi um redator da revista na adolescência. O roteiro do filme é baseado em suas histórias acompanhando bandas como Poco, The Allman Brothers Band, Led Zeppelin, Eagles e Lynyrd Skynyrd pelos Estados Unidos.

No filme, quem interpreta sua versão cinematográfica é Patrick Fugit, vivendo o jovem William Miller. No elenco, ainda há nomes como Kate Hudson (Penny Lane), Frances McDormand (Elaine Miller), Fairuza Balk (Sapphire), Philip Seymour Hoffman (Lester Bangs) e vários outros atores incríveis.

Prêmios de Quase Famosos e Trilha Sonora

Hoje considerado quase um filme cult, Quase Famosos levou um Oscar de Melhor Roteiro Original no ano seguinte ao seu lançamento, além de outras três indicações.

No Grammy, a trilha sonora do longa, que tem nomes como Mike McCready (Pearl Jam), Nancy Wilson (Heart) e Peter Frampton, levou a melhor.

E falando na trilha, o trabalho ganhou uma edição de 20 anos em 2020, que você pode ouvir na íntegra logo abaixo.

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*Fonte:  tenhomaisdiscosqueamigos

Trilha sonora do documentário oficial de David Bowie é anunciada; ouça remix de “Modern Love”

A trilha sonora do documentário de Brett Morgen, Moonage Daydream, acaba de ser anunciada. Programado para chegar digitalmente em 16 de setembro, o álbum contará com versões inéditas de várias músicas clássicas de David Bowie, faixas ao vivo e mixagens criadas exclusivamente para a produção cinematográfica.

Moonage Daydream é uma representação muito esperada da vida de Bowie. O filme, que será lançado oficialmente um dia antes da chegada da trilha sonora, celebra a jornada criativa, musical e espiritual do falecido músico. Com imagens inéditas ao lado da música original de Bowie, este será o primeiro filme a ser oficialmente sancionado pela família de Bowie. Mais detalhes AQUI.

A trilha sonora oficial combinará material inédito e mixagens únicas criadas para o filme, complementando todas elas com diálogo do próprio Bowie. Os destaques da coleção incluem um medley ao vivo de ‘The Jean Genie/Love Me Do/The Jean Genie’, gravado no último concerto de Ziggy Stardust no Hammersmith Odeon de Londres em 1973, e com Jeff Beck na guitarra. Também estará no disco uma gravação ao vivo inédita de ‘Rock ‘n’ Roll With Me’ da ‘Soul Tour’ de Bowie de 1974.

A versão “Moonage Daydream Mix” do clássico “Modern Lover”, que reformula de forma instrumental o original de 1983, acaba de ser disponibilizada para audição. Confira no link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=KfpWP-OUyFs

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*Fonte: radiorock89

Assista ao clipe da música inédita de Emicida para o filme “Chico Rei Entre Nós”

Emicida cedeu sua composição inédita para o longa-metragem “Chico Rei Entre Nós“, dirigido por Joyce Prado, que estreia na noite desta quarta-feira (17), às 20 horas, no Canal Brasil. O paulistano, que completa aniversário hoje, também interpreta a música que leva o nome do filme.

Chico Rei, ou Galanga, foi um importante nome quando falamos de escravidão no Brasil. Galanga foi um rei congolês escravizado que libertou a si e aos seus seguidores durante o Ciclo de Ouro em Minas Gerais. Embora não tenha comprovação histórica de sua existência, o personagem é muito presente na tradição oral mineira desde o século XVIII. Assista abaixo ao clipe:

O objetivo do filme é exibir a história de Chico Rei e relatar as consequências da escravidão brasileira na vida das pessoas negras nos dias de hoje. O documentário recebeu dois prêmios, no ano de 2020, na Mostra Internacional de Cinema. O longa foi escolhido como melhor documentário nacional pela votação popular e igualmente recebeu uma menção honrosa do júri oficial, formado pela montadora Cristina Amaral, a produtora Sara Silveira e o diretor Felipe Hirsch.

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*Fonte: noize 

Madonna vai dirigir sua biografia para tirá-la das mãos de “homens misóginos”

Cantora disse que Hollywood estava ansiosa para fazer um filme sobre ela

Madonna contou à Variety os motivos que a levaram a assumir a direção e roteiro de seu próprio filme biográfico, revelando que Hollywood estava ansiosa para fazer um filme sobre ela.

“Eu tive uma vida extraordinária, então preciso fazer um filme extraordinário. Foi também uma tentativa de se adiantar a algo que já ia acontecer, porque muitas pessoas estavam tentando fazer um filme sobre mim – em sua maioria, homens misóginos. Então o que fiz foi colocar um pé na porta e dizer: ‘Ninguém vai contar a minha história, a não ser eu mesma'”, contou.

Perguntada sobre o progresso que tem feito no projeto, Madonna disse que ainda está na fase da roteirização. “Tenho um script muito longo, e é muito difícil para mim fazê-lo ficar mais curto. Tenho cortado cenas aqui e ali, mas é como arrancar meus próprios membros”, comentou.

Madonna escreveu o roteiro de sua cinebiografia ao lado de Erin Cressida Wilson (A Garota no Trem), enquanto Julia Garner (Ozark, Inventando Anna) é a atual favorita para interpretar a rainha do pop no filme. Ainda não há data definida para a estreia.

*Por Caio Coletti
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*Fonte: omelete

Depois de “Get Back”, Peter Jackson revela que pode dirigir novo projeto sobre os Beatles

Em Novembro do ano passado, diretor disponibilizou no Disney+ seu documentário em três partes sobre os últimos momentos da banda britânica

No final de Novembro de 2021, Peter Jackson estreou pela Disney+ seu documentário em três partes sobre os ensaios dos Beatles para o famoso show em Janeiro de 1969 em um terraço de Londres que ficou conhecido como “Rooftop Concert”.

Intitulado The Beatles: Get Back, o filme mostrou toda a dinâmica da banda ao longo das semanas de preparação para a apresentação que marcou também o fim do grupo liderado por John Lennon e Paul McCartney.

Em entrevista para o Deadline (via GuitarWorld), Jackson agora revelou que pode dirigir um novo projeto envolvendo os Fab Four. No papo, o cineasta disse estar em conversas com McCartney e Ringo Starr para levantar algo “bem diferente” de Get Back:

Eu estou conversando com os Beatles sobre um outro projeto, algo bem, bem diferente de ‘Get Back’. Nós estamos vendo quais são as possibilidades, mas é um novo projeto com eles. Não é exatamente um documentário… e isso é tudo que eu posso realmente dizer.

O que será que vem por aí?

The Beatles: Get Back
Muito bem recebido pelos fãs, o doc The Beatles: Get Back foi disponibilizado no streaming nos dias 25, 26 e 27 de Novembro do ano passado, uma parte de cada vez.

A minissérie dirigida por Jackson foi criada a partir de um material de 56 horas de imagens inéditas e 140 horas de áudio das sessões de gravação do último disco lançado pelo grupo, Let It Be (1970).

A produção mostra cenas que nunca foram vistas dos integrantes dos Beatles interagindo nos bastidores da criação das músicas do famoso álbum. O auge do documentário é, como já citamos, o show na cobertura do Apple Studios que marcou a despedida ao vivo de McCartney, Lennon, Ringo e George Harrison.

*Por Gabriel Von Borell
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Peter Grant quase virou filme produzido por Malcolm McLaren

Peter Grant (1935-1995), empresário do Led Zeppelin, costumava ser comparado (quem lembra isso é o jornalista Mick Wall no livro Led Zeppelin – Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra) com o cara que cuidava com mãos de ferro da carreira de Elvis Presley, o coronel Tom Parker. Não era bem assim, como o próprio Wall recorda no livro. “G preferiria cortar o próprio braço a jogar seus artistas no rio do lixo comercial em que o coronel vivia colocando Elvis”, escreveu.

Grant foi um cara que nunca teve um núcleo familiar forte, passou por vários problemas na infância, e criou uma “família” ao priorizar o Led Zeppelin e defender a banda de todas as formas. De todas as formas mesmo: Peter Grant mostrava as garras para empresários, jornalistas, radialistas e qualquer pessoa que tratasse o grupo de maneira atravessada. Entrava em lojas de discos e pegava LPs piratas do Led Zeppelin na mão grande – quando não quebrava na frente do vendedor. Após o fim da banda, acumulou problemas de saúde, mas levava uma vida relativamente tranquila, longe dos holofotes e do universo dos shows.

Nos últimos anos de Grant, um projeto que estava para vir à tona era um filme baseado em sua vida, produzido por ninguém menos que Malcolm McLaren, empresário dos Sex Pistols. Olha aí Grant e Malcolm tentando explicar a história numa entrevista de 1994, durante a Canadian Music Week.

O papo abre com o repórter perguntando sobre o lado agressivo de Grant, um sujeito que, em bons dias, era gentil, educado e falava baixo. “Parece mesmo que fiz essas coisas? Bom, o método não importa se dá resultados no final”, explica o empresário.

No vídeo acima, um entediado Malcolm explica a importância de Grant ter transformado o rock num negócio. Só que Grant ouve do entrevistador que o empresário dos Pistols quer fazer o livro baseado na malfadada biografia Hammer of the gods, de Stephen Davis, que entregava toda devassidão e a decadência que cercava o Led – além de altas porradarias envolvendo Grant.

“Não, nada a ver, eu não o deixaria fazer o filme caso fosse associado ao livro”, conta, ouvindo que a ideia do colega era a de que o que acontecia no backstage era mais interessante do que o que rolava no palco. Grant diz que o mais importante é a música.

(aliás, temos episódios do nosso podcast Pop Fantasma Documento sobre Led Zeppelin e sobre Sex Pistols)
O tal filme de McLaren, na verdade, passou por várias idas e vindas até que (diz o livro Bring it on home: Peter Grant, Led Zeppelin, and beyond, de Mark Blake) McLaren resolvesse que a faceta mais hedonista e (vá lá) desagradável do Led e de seu empresário era mais interessante. Uma sinopse do filme (que, no começo, tinha o working title de O poderoso chefão do rock’n roll) circulou por várias produtoras. E surgiu a ideia de que Daniel Day Lewis poderia interpretar Grant (“vamos engordá-lo como fizeram com Robert de Niro em Touro indomável”, dizia McLaren).

A história acabou dando problema justamente por causa da opção de centrar o script original no lado truculento de Grant e de Richard Cole, ex-gerente de turnê do Led. A filha de Grant achou o roteiro “sensacionalista”. McLaren fez uma última tentativa: juntou-se ao diretor do policial Ligações sujas, Mike Figgis, e a Jeremy Thomas, co-produtor de seu filme sobre os Sex Pistols, The great rock´n roll swindle.

Os dois, junto com McLaren (morto, você sabe, em 2010), passaram horas e horas a fio entrevistando Grant na suíte de um hotel. O novo script, baseado nas entrevistas com Grant, acabou tendo que se descartado por um motivo básico: cheio de revelações bizarras, o roteiro acabaria impedindo até que a turma conseguisse liberação para usar músicas do Led Zeppelin no filme. Seja como for, pelo menos o projeto fez com que todo mundo voltasse a procurar Grant para entrevistas. E ele acabou convidado para a semana de música do Canadá – que acabou sendo sua última aparição pública.

Se tiver tempo, segue aí a palestra inteira de Grant na Canadian Music Week. Mais de uma hora de histórias.

E isso aí é Grant alguns anos antes (1988), deixando claro que não gostava de uma das tendências da época: a de empresários que se unem às gravadoras e esquecem de seus contratados. No final, deixa a lição para empresários novos. “Acreditem em seus artistas”, contou o saudoso Grant.

Agora, para se aprofundar mesmo em Peter Grant, pega aí o doc Mr. Rock´n roll, da BBC4 (tem abaixo no YouTube e em outro link, aqui).

*Por Ricardo Schott
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*Fonte: popfantasma

Rob Zombie divulga primeiro teaser do reboot de ‘The Munsters’

O cantor e cineasta Rob Zombie divulgou, nesta quarta-feira (08), o primeiro teaser do reboot de The Munsters, clássica série de TV dos anos 1960. A prévia apresenta os personagens Herman Munster (Jeff Daniel Phillips), Lily Munster (Sheri Moon Zombie) e Vovô Munster (Daniel Roebuck). Confira abaixo.

Zombie disse à EW que a produção é mais familiar do que os filmes anteriores. “Sim, é 100 por cento no espírito do show”, disse ele. “Eu não queria que fosse diferente. Eu queria manter totalmente a vibe que tinha nos anos 60”.

Com produção da 1440 Entertainment, da Universal Studios, a nova versão de The Munsters está prevista para sair este ano ainda.

A sitcom clássica era sobre uma família de monstros amigáveis ​​que se mudaram da Transilvânia para um subúrbio americano. A produção teve duas temporadas entre 1964 e 1966.

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*Por Marcos Chapeleta / Fonte: ligadoamusica

Beavis and Butt-Head embarcam em aventura espacial em novo filme

A dupla Beavis and Butt-Head está oficialmente de volta. A Paramount+ divulgou o trailer de seu próximo filme animado, intitulado Beavis and Butt-Head Do The Universe.

O divertido vídeo mostra os personagens embarcando em um ônibus espacial em 1998. Eles então são sugados para um buraco negro, no qual ressurgem em nosso tempo, no ano de 2022. Confira abaixo.

Beavis and Butt-Head Do The Universe será lançado já neste mês, em 23 de junho no Paramount+ dos Estados Unido. O longa ainda não tem uma data de estreia no Brasil.

O segundo filme da insana dupla chega 26 anos depois de Beavis and Butt-Head Detonam a América, e 11 anos após o revival da série.

Mike Judge, o criador da série Beavis and Butt-head, retorna como diretor, roteirista e dublador.

*Por Marcos Chapeleta
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*Fonte: ligadoamusica

‘Elvis’, cinebiografia de Elvis Presley, ganha novo trailer

A aguardada cinebiografia Elvis ganhou um novo trailer divulgado pela Warner Bros. Pictures. O vídeo mostra o cantor se descobrindo no palco com seu gingado revolucionário que conquistou as garotas logo no início da carreira na década de 1950. Confira abaixo.

Protagonizado por Austin Butler (Elvis Presley) e Tom Hanks (Coronel Tom Parker), a história investiga a complexa dinâmica entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Elvis à fama até seu estrelato sem precedentes.

Elvis foi dirigido por Baz Luhrmann, e conta com roteiro de Baz Luhrmann, Sam Bromell, Craig Pearce e Jeremy Doner. O longa tem estreia prevista nos cinemas brasileiros para 14 de julho.

O drama musical já foi visto por Priscilla Presley, ex-esposa do astro, que em suas redes sociais declarou ter assistido ao filme e também visto o trailer diversas vezes. “As palavras que ouvi da minha filha sobre o quanto ela amou o filme e que Riley também vai amar quando o vir me deixou em lágrimas. Revivi cada momento deste filme e levei alguns dias para superar as emoções, como aconteceu com Lisa. Lindamente feito Baz, Tom, Austin e Olivia”, escreveu Priscilla.

*Por Marcos Chapeleta
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*Fonte: ligadoamusica