A Vida Devolve em Dobro – As coisas boas e as coisas ruins

Parece brincadeira, mas não é. A lei do universo é simples: ação e reação. Quem nunca ouviu falar que o mundo dá voltas? Ou que coisas boas atraem coisas boas e coisas ruins atraem coisas ruins? Não importa a sua religião ou credo, o universo retribui.

Encontrar uma carteira cheia de dinheiro na rua? Acontece. Devolver? Nem sempre. E quem devolve? É bobo. “Se você perder a sua, ninguém te devolverá”, eles dizem. “Todo mundo pega, todo mundo rouba, todo mundo é esperto”. Calma lá, amigo, eu não sou ‘todo mundo’. A vida devolve em dobro.

Nunca utilize as pessoas como meio, mas sempre como fim em si mesmo. Isso é Kant. E é Deus, Oxalá, é a ciência, é ateísmo. Não importa de onde você tira esse conceito. A paz de espírito só existe se você estiver bem com você e com o outro. Ninguém aqui é uma ilha.

A vida, meu amigo, devolve cada centavo. Mas nem por isso você deve esperar sentado a retribuição pelas suas boas ações. Se você está nessa vibe, melhor mudar de perspectiva. Sem motivos, sem objetivos futuros. Amar sem compromisso. Ame, inclusive, os teus inimigos.

Falta amor por aí. Faltam boas ações e sobra intolerância. O universo devolve em dobro. E pagamos também pelos erros dos outros. Afinal de contas, somos uma comunidade. Estamos juntos nesse planetinha azul. Mais amor, menos guerra, inveja e ódio. Paz nos corações.

Por: Valter Gerônimo Camilo Junior

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*Fonte: osegredo

6 sinais de que você está lidando com uma pessoa de coração maldoso:

Existem nesse mundo muitas pessoas incríveis e do bem, que se esforçam para deixar um bom legado e serem exemplos com suas vidas.

No entanto, nem todos reconhecem essas pessoas pelo que realmente são. Existem aqueles que não conseguem encontrar o próprio propósito e a própria luz, e por isso tratam aqueles ao seu redor com falsidade e negatividade.

Pessoas assim são geralmente gentis e cuidadosas à primeira vista, mas em seu interior são egoístas, pensam em obter vantagem em tudo o que puderem e têm intenções ruins.

Elas são presas por seu próprio mundo, pensando apenas em si mesmas e no que podem tirar da vida. Não são capazes de entender que estamos todos em unidade. Ao invés disso, pensam que estão contra o mundo e que para serem felizes, todos os outros têm que sofrer e viver em negatividade.

O relacionamento com pessoas de coração maldoso nos prejudica em todas as áreas da vida, e nos impede de evoluir.

Abaixo estão 6 características dessas pessoas. Se reconhecer alguns deles em alguém próximo, você pode estar em um relacionamento com uma pessoa maldosa:

1. Elas distorcem as coisas
Elas sempre distorcem tudo aquilo que ouvem de você de uma maneira que o torne culpado ou errado em uma situação. Elas enxergam esse comportamento como uma força e uma maneira de conseguirem vantagem, porque fará as pessoas duvidarem ou perderem a confiança em você.

2. Mentem para aqueles ao seu redor
As pessoas de coração maldoso não são autênticas consigo mesmas, e por isso também não conseguem ser com os outros. Inventam mentiras que as beneficiam e as ajudam a apoiar sua vida de fachada.

3. Irresponsabilidade com os próprios erros
Elas nunca reconhecem as próprias responsabilidade pelos erros cometidos ou por suas ações que tomam rumo inesperado. Ao invés disso, culpam aqueles ao seu redor por suas falhas, pois acreditam que tudo o que fazem é certo.

4. Incapacidade de sentir culpa
Essas pessoas sabem que suas atitudes machucam aqueles ao seu redor, mas mesmo assim não conseguem se sentir mal por isso. Na realidade, elas não se importam nem um pouco com as consequências que você sofre. Se você é sua única fonte para conseguirem algo, vão usá-lo sem nada de piedade.

5. Retenção intencional de informação
As pessoas de mau coração sentem prazer em vê-lo infeliz. Por esse motivo, omitirão informações que possam despertar alegria em seu coração, e lhe dirão apenas coisas que despertam sentimentos tristes e negatividade.

6. Resistência em aceitar a realidade
Essas pessoas só aceitam enxergar as coisas que lhe são convenientes. Se algo está andando contra seus planos, mesmo que alguém esteja conseguindo coisas boas com isso, elas vão distorcer a realidade para que o jogo vire a seu favor.

Essas pessoas são tóxicas e não devem ter um espaço em sua vida, pois suas boas intenções nunca serão suficientes para fazer com que elas mudem seu padrão de comportamento.

Para viver da forma mais autêntica e iluminada que puder, afaste-se! Você não merece mentiras e manipulação, merece ser feliz e completo!

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Essas 11 dicas vão soltar o freio de mão da sua vida

1. A rotina pode e deve ser sua aliada.
Saber que existe uma rotina simples, mas com detalhes que te agradam e confortam, ajuda muito a diminuir a ansiedade e aumentar a segurança para lidar com todos os obstáculos que possam surgir no dia a dia. Desde pegar um caminho que passa por flores que você goste ou ler algo durante o café da manhã, qualquer pequeno detalhe pode fazer muita diferença.

Saber que existe uma rotina simples, mas com detalhes que te agradam e confortam, ajuda muito a diminuir a ansiedade e aumentar a segurança para lidar com todos os obstáculos que possam surgir no dia a dia. Desde pegar um caminho que passa por flores que você goste ou ler algo durante o café da manhã, qualquer pequeno detalhe pode fazer muita diferença.

2. Na educação financeira, sinceridade é a primeira lição.
Sem papo furado, descubra qual a quantia de dinheiro ideal para cobrir todas as suas despesas básicas. Assim, ficará muito mais fácil organizar o resto do seu dinheiro para todo os outros gastos. Quer dar mais rolês? Separe a grana deles. Prefere gastar em brusinhas? Então organize o dinheiro delas. Seu orçamento precisa estar alinhado ao que é prioridade na sua vida, mas sem comprometer seu orçamento básico.

Sem papo furado, descubra qual a quantia de dinheiro ideal para cobrir todas as suas despesas básicas. Assim, ficará muito mais fácil organizar o resto do seu dinheiro para todo os outros gastos. Quer dar mais rolês? Separe a grana deles. Prefere gastar em brusinhas? Então organize o dinheiro delas. Seu orçamento precisa estar alinhado ao que é prioridade na sua vida, mas sem comprometer seu orçamento básico.

3. Anote ai: anote tudo.
É fácil falar que é preciso se organizar, mas começar a fazê-lo é muito difícil. Por isso, inicie com esse passo: Anote tudo. Deve comprar algo? Anote. Tem que pagar uma conta? Anote. Precisa anotar algo? Anote. Fazendo isso, você consegue lidar com todos aqueles pequenos problemas que só te fazem procrastinar, sobrando mais dia no seu dia e menos problemas na sua cabeça.

É fácil falar que é preciso se organizar, mas começar a fazê-lo é muito difícil. Por isso, inicie com esse passo: Anote tudo. Deve comprar algo? Anote. Tem que pagar uma conta? Anote. Precisa anotar algo? Anote. Fazendo isso, você consegue lidar com todos aqueles pequenos problemas que só te fazem procrastinar, sobrando mais dia no seu dia e menos problemas na sua cabeça.

4. Procrastinar é produtivo.
Não se engane, fazer vários nadas não é assim tão ruim. Você não tem que estar o tempo todo fazendo algo, você precisa é gastar seu tempo de maneira inteligente. A procrastinação te ajudar a focar em outras informações que antes você não via pois estava com a cabeça enterrada em problemas. "Enrolar" te ajuda a criar novas soluções para problemas antigos. Só cuidado para não procrastinar até ter um problema de prazo.

Não se engane, fazer vários nadas não é assim tão ruim. Você não tem que estar o tempo todo fazendo algo, você precisa é gastar seu tempo de maneira inteligente. A procrastinação te ajudar a focar em outras informações que antes você não via pois estava com a cabeça enterrada em problemas. “Enrolar” te ajuda a criar novas soluções para problemas antigos. Só cuidado para não procrastinar até ter um problema de prazo.

5. Deixe pra trás o que não te leva pra frente.
Desapego é a palavra. Às vezes mantemos coisas nas nossas vidas pelo simples pensamento de que mais pra frente precisaremos delas, mas se já passou dias, meses e anos e você nunca mais lembrou delas, então é hora de dar tchau. Além de ocupar espaço, te impedem de conhecer coisas novas. E sim, aqui estamos falando de roupas, objetos, sentimentos e pessoas. #ficaadica

Desapego é a palavra. Às vezes mantemos coisas nas nossas vidas pelo simples pensamento de que mais pra frente precisaremos delas, mas se já passou dias, meses e anos e você nunca mais lembrou delas, então é hora de dar tchau. Além de ocupar espaço, te impedem de conhecer coisas novas. E sim, aqui estamos falando de roupas, objetos, sentimentos e pessoas. #ficaadica

6. Sair da zona de conforto é ruim, mas é bom.
Ninguém gosta de mudanças. Mas é um fato que uma vez fora da zona de conforto, você se sente muito melhor. Dê uma chance para aquele estilo musical que você não costumava ouvir, ou para aquela comida que você sempre teve medo de não gostar ou aquela pessoa com quem você sempre teve um crush de amizade. O mundo fora da zona de conforto é lindo.

Ninguém gosta de mudanças. Mas é um fato que uma vez fora da zona de conforto, você se sente muito melhor. Dê uma chance para aquele estilo musical que você não costumava ouvir, ou para aquela comida que você sempre teve medo de não gostar ou aquela pessoa com quem você sempre teve um crush de amizade. O mundo fora da zona de conforto é lindo.

7. Conheça seu bairro e descubra a si mesmo.
Tire 10 -15 minutos na semana para passear pela sua vizinhança. Além de conhecer e descobrir as mais diversas coisas que a rotina esconde, o passeio ainda ajuda a se concentrar em si mesmo e nas suas escolhas.

Tire 10 -15 minutos na semana para passear pela sua vizinhança. Além de conhecer e descobrir as mais diversas coisas que a rotina esconde, o passeio ainda ajuda a se concentrar em si mesmo e nas suas escolhas.

8. Ouça mais e fale menos.
Você criará laços verdadeiros com as pessoas, aprenderá a aceitar as diferenças e conhecerá diversas visões de realidade. E qual vantagem disso? Não importa. Empatia é a maturidade de deixar a si mesmo de lado e é essa maturidade que fará as pessoas se sentirem confortáveis e seguras com a sua presença.

Você criará laços verdadeiros com as pessoas, aprenderá a aceitar as diferenças e conhecerá diversas visões de realidade. E qual vantagem disso? Não importa. Empatia é a maturidade de deixar a si mesmo de lado e é essa maturidade que fará as pessoas se sentirem confortáveis e seguras com a sua presença.

9. Tenha medo.
O bom do medo é que ele te deixa alerta as possibilidades e consequências de tudo o que você faz. É tendo medo que você descobre a coragem para ir além do que você imaginou que seria capaz. Tenha medo sim, mas não deixe o medo te freiar, use ele de incentivo para estar sempre se superando.

O bom do medo é que ele te deixa alerta as possibilidades e consequências de tudo o que você faz. É tendo medo que você descobre a coragem para ir além do que você imaginou que seria capaz. Tenha medo sim, mas não deixe o medo te freiar, use ele de incentivo para estar sempre se superando.

10. Mude o seu referencial.
Se cerque daquilo que te inspira. Siga pessoas que você admira, busque referências naquilo que você faz, curta postagens que te entusiasmem e livre-se daquilo que for tóxico. São esses bons exemplos que vão te fazer driblar a falta de incentivo e evitar que você desanime dos seus objetivos. Se inspire e respire. 😉

Se cerque daquilo que te inspira. Siga pessoas que você admira, busque referências naquilo que você faz, curta postagens que te entusiasmem e livre-se daquilo que for tóxico. São esses bons exemplos que vão te fazer driblar a falta de incentivo e evitar que você desanime dos seus objetivos. Se inspire e respire. 😉

11. Dizer “sim” é bom, mas já experimentou dizer “não”?
O "não" é libertador. Dizer "não" é ter clareza dos seus objetivos e do que precisa -ou não- ser feito para alcançá-los. E saber o que se quer é o primeiro passo para não deixar que as outras pessoas tomem as decisões da sua vida por você. Camarão que só diz sim, a onda leva.

O “não” é libertador. Dizer “não” é ter clareza dos seus objetivos e do que precisa -ou não- ser feito para alcançá-los. E saber o que se quer é o primeiro passo para não deixar que as outras pessoas tomem as decisões da sua vida por você. Camarão que só diz sim, a onda leva.
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*Fonte: buzzfeed

Exaustão emocional, a consequência de tentar ser forte a todo momento

A exaustão emocional é um estado atingido pela sobrecarga de esforço. Neste caso, não falamos apenas de excessos de trabalho, mas também de assumir conflitos, responsabilidades ou estímulos emocionais ou cognitivos.

A exaustão emocional não vem de um momento para outro. Trata-se de um processo que ocorre lentamente, até que haja um ponto em que a pessoa entra em colapso. Essa quebra a submerge em paralisia, depressão profunda ou doença crônica. Ocorre um colapso na vida da pessoa, porque ela literalmente já não aguenta mais.

“Nada pesa tanto quanto o coração quando está cansado”.
-José de San Martín-

Embora a exaustão emocional seja sentida como cansaço mental, geralmente está acompanhada de uma grande fadiga física. Quando isso acontece, há uma sensação de peso, de incapacidade de seguir em frente. Caímos, então, em uma inércia da qual é difícil sair.

As causas do esgotamento emocional

O esgotamento emocional se origina porque há um desequilíbrio entre o que damos e o que recebemos. Aqueles que são vítimas disso dão tudo o que podem de si mesmos, seja no trabalho, em casa, no relacionamento ou em qualquer área.

Em geral, isso ocorre em áreas onde há uma grande exigência, que por sua vez, aparentemente, exige grandes sacrifícios. Por exemplo, em um trabalho onde há um alto risco de demissão. Ou em uma casa cujos membros estão cheios de problemas e exigem atenção. Também quando temos um relacionamento conflituoso ou com sérias dificuldades.

O comum é que a pessoa exausta não tenha tempo para si mesma. Tampouco recebe reconhecimento, carinho ou consideração suficiente. Espera-se que ela se “renda” o tempo todo. Como se não tivesse necessidades, ou como se fosse mais forte que o resto e pudesse aguentar tudo.

Os primeiros sintomas de exaustão

Antes que apareça a exaustão emocional propriamente dita, há algumas indicações que a anunciam. São sinais aos quais, em geral, não são dados muita importância. Se os notarmos, as medidas podem ser tomadas a tempo.

Os sintomas iniciais da exaustão emocional são:

Cansaço físico. A pessoa se sente cansada com frequência. A partir do momento em que abre os olhos, sente como se fosse extremamente árduo o que a espera no dia.

Insônia. Por mais contraditório que pareça, uma pessoa com exaustão emocional apresenta dificuldade para dormir. Sempre tem problemas aos quais dedica tempo demais e que fazem com que seja difícil pegar no sono.

Irritabilidade. Há desconforto e perda de autocontrole com certa frequência. A pessoa exausta parece mal-humorada e é muito sensível a qualquer crítica ou gesto de desaprovação.

Falta de motivação. Quem sofre de exaustão emocional começa a agir mecanicamente. Como se fosse obrigado a fazer o que faz o tempo todo. Não tem entusiasmo ou interesse em suas atividades.

Distanciamento afetivo. As emoções começam a ficar cada vez mais planas. É como se, na verdade, a pessoa não sentisse praticamente nada.

Esquecimentos frequentes. A saturação de informações e/ou estímulos leva a falhas na memória. Esquecem com facilidade as pequenas coisas.

Dificuldades para pensar. A pessoa se sente confusa com facilidade. Cada atividade implica um gasto maior de tempo do que antes. Raciocina lentamente.

As saídas para a exaustão emocional

A melhor maneira de superar a exaustão emocional é, naturalmente, descansando. Você tem que encontrar tempo livre para relaxar e ficar calmo. As pessoas que se exigem muito passam anos sem, por exemplo, tirar férias. Isso não pode acontecer. Mais cedo ou mais tarde, só leva à fadiga. Então, uma boa ideia é tirar alguns dias para dedicar ao descanso.

Outra solução é trabalhar para construir uma atitude diferente diante das obrigações diárias. Cada dia deve incluir horários para dedicar aos compromissos e também momentos para descansar e realizar atividades que sejam gratificantes. Devemos deixar de lado as obsessões de perfeição ou realização.

Finalmente, é muito importante nos sensibilizarmos com nós mesmos. Para isso, nada melhor do que dedicar um momento a cada dia para ficarmos sozinhos. Respirar, nos reconectar com o que somos e com o que desejamos. É fundamental desenvolver uma atitude de compreensão e bondade com nós mesmos. Caso contrário, mais cedo ou mais tarde, será impossível seguir adiante.

 

 

 

 

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*Fonjte: amenteemaravilhosa

Elimine de sua vida o hábito de reclamar. É a gratidão que vai transformar a sua vida

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar.
Viver lamentando da vida e reclamando das pessoas e situações a sua volta não vai ajudar em nada.

Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade.

Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.
Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia. O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.

Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas.
SOU GRATO!

*Por Wilson Pereira Figueredo

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Procura-se felicidade perdida. Recompensa-se bem a quem encontrá-la

Destino ou sorte? Podia estar catando cadáveres de crianças na Síria. Podia estar morrendo de insolação num bote sobre o Mar Mediterrâneo. Podia estar domando balas perdidas numa favela do Rio de Janeiro. Podia estar me lixando para o que acontece à minha volta. De uma forma ou de outra, os sofrimentos alheios acabam sempre me afetando. E não adianta dizer que Deus escreve certo por linhas tortas. Um escritor, simplesmente, se importa. E escreve. Sem endeusamentos à vista. Para se libertar.

Simone evita bebês. Meu pênis levita. Que mágica será essa? Nua, ela balança o corpo, sonolenta. Joga as madeixas de lado. Engole uma pílula de extratos espermicidas. Nem precisava. Já tenho atadas as minhas nobres serpentinas. Ela é um deslumbre da natureza. De tão linda, chega a me doer os olhos. Cavalgamos sobre as divertidas molas da cama, infantilizados e sacanas, até suar o bigode, até soar o gongo, até que a vida real nos separe. É hora de parar de escrever e partir. Um sol de rachar mamona penetra pelas brechas da persiana. São os falos de luz a deflorar o quarto. “Será preciso consertar a droga desse ar condicionado”, ela resmunga com as palavras ainda úmidas de sêmen. Fecho o laptop, tomo uma ducha, escovo as ideias, coo o café, ganho as ruas.

O meu dia pela cidade já começa meio perdido. Zoeira, fumaça, barulho de motor, desempregados jogando baralho, as pessoas se odiando, tudo assim, numa péssima vibração. A cidade parece a desgraceira de sempre. Estranhos ao volante amaldiçoam-se como se já fossem da família. “Esse foi Deus que me deu”, diz o adesivo colado no para-brisas de um carro que avança o sinal vermelho. Nada posso naquele que me enfraquece. Há tíbias fraturadas no asfalto. O sangue nos olhos faz com que uma legião de assalariados se esprema dentro dos ônibus lotados, rumo a empregos que eles, solenemente, abominam. Nenhum porco merece ser tratado como gente. Ninguém deveria trabalhar numa profissão que detesta.

O calor é de lascar o cano. Caminho pela calçada num desânimo pegajoso. Faz dias que o meu carro pifou. Bem feito para a hora do rush. Isso me deixa isento, minimamente animado. “Mal súbito da bobina”, atestou o especialista em virabrequins. Previsão de vários dias na oficina, de acordo com ele, o mecânico que nasceu para esfolar o meu salário até a última quirela. Odeio ter que me curvar ao dinheiro. Odeio ser enganado. Chateia-me, profundamente, pisar em bosta humana pensando que fosse de cachorro. Gente que mora na rua. Tristeza que vive no peito.

Adiante, deparo-me com uma turba silente. Por quem dobram as filas da esquina? São os clientes de uma lotérica que fazem uma fezinha. É véspera de um sorteio recorde. Há milhões em jogo. Não caio nessa esparrela. Tem um letreiro dependurado na fachada informando que, daquele humilde estabelecimento, saiu o último bilhete vencedor da loteca. Almas em desgraça, esperançosas em encher o rabo com cédulas de 100, enfileiram-se na calçada, ocupando corpos comportados, semelhantes na pequenez, desafiando o calor pernicioso e os paradigmas do horário comercial. “Essa cambada não deveria estar trabalhando?”, vocifero com os meus botões.

Tem todo tipo de gente na fila. Só não tem crianças. Crianças não são bestas de sonhar com a riqueza. Elas gostam de querer crescer para se tornar um adulto notável, como um mágico, um médico, um místico ou um módico músico interiorano. Se nada disso der certo, há poesia, o estado da graça, o grau máximo de excelência em termos de humanidade.

A turma é eclética. Uma empregada doméstica que sonha em ganhar o primeiro prêmio para, primeiramente, mandar a patroa às favas e, em seguida, viajar para qualquer lugar do mundo onde não haja louças na pia e roupas para serem quaradas no varal. Uma freira à paisana com o hábito da fé. Um policial à parmegiana respingado de sangue dos tipos de A a Z. Um escritor medíocre que não decola nem se empurrado de um avião. Uma grávida cujo pai da cria ela desconhece. Um palhaço triste, tristinho. Um cego, ceguinho, sem visão de futuro. Um cadeirante que espera ficar rico para andar de carrão com motorista e tudo. Há também um amontoado de velhos no guichê de atendimento prioritário. Além da legislação que lhes garante prioridade para morrer, gozam também da prerrogativa de apostar na sorte primeiro do que todo mundo e de aumentar a minha desilusão.

Sigo mastigado por pensamentos ruminantes, ávido por chegar em casa para voltar a escrever e gangorrear com o meu amor numa cama de molas, leve como uma pluma, alegre como um menino, livre como um velho que já não sonha com fortunas em dinheiro.

Por: Eberth Vêncio

 

 

 

 

 

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*Fonte: revistabula

Abraços protegem contra estresse, depressão, infecções e gripes, diz estudo

Além de ser uma demonstração de afeto, o abraço também é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infecções, segundo um novo estudo publicado na Psychological Science.

Um time de pesquisadores da CMU (Universidade Carnegie Mellon, sigla em inglês), em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, testaram se abraços funcionam como uma forma de “apoio social” e se a frequência de abraço seria capaz de proteger as pessoas de infecções associadas ao estresse, resultando em sintomas mais brandos de doenças.

Pesquisas anteriores já mostraram que o estresse torna as pessoas mais suscetíveis a ficarem doentes.

“Sabemos que pessoas que enfrentam algum conflito são menos capazes de lidar com efeitos da gripe”, afirma Cohen. “Da mesma forma sabemos que as pessoas que admitem ter apoio social são parcialmente protegidas dos efeitos do estresse, em estados de ansiedade e depressão“.

Os pesquisadores analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos interpessoais e abraços diários.

Após os questionários, os pesquisadores expuseram intencionalmente os entrevistados ao vírus da gripe.

Os participantes foram então colocados em quarentena e passaram a ser monitorados para ver quais desenvolveriam sinais da doença.

Um terço das pessoas pesquisadas não desenvolveu os sintomas da gripe – exatamente aqueles que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança. Em quem foi infectado, mas tinha uma frequência maior de apoio social – como os cientistas chamaram o ato de abraçar no estudo -, os sintomas da doença foram mais brandos.

Para Sheldon Cohen e sua equipe, o estudo sugere que ser abraçado por uma pessoa de confiança pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e “o aumento da frequência de abraços pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do estresse“.

“De qualquer maneira, aqueles que ganham mais abraços estão, de alguma maneira, mais protegidos de infecções”, diz.

 

 

 

 

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Fonte: fasdapsicanalise

Você sabia que a inteligência é herdada da mãe?

As pessoas espertas devem agradecer às mães porque, de acordo com algumas pesquisas, elas são as encarregadas de transmitir os genes relacionados à inteligência. Portanto, talvez os estereótipos de gênero que arrastamos ao longo de tantos séculos sejam além de ignorantes, anti-científicos.

As pessoas espertas devem agradecer às mães porque, de acordo com algumas pesquisas, elas são as encarregadas de transmitir os genes relacionados à inteligência. Portanto, talvez os estereótipos de gênero que arrastamos ao longo de tantos séculos sejam além de ignorantes, anti-científicos.

Mães solteiras que querem ter uma criança inteligente não precisam procurar um Prêmio Nobel em um banco de esperma.

Na base dessa teoria está o que é conhecido como “genes condicionados”, que se comportam de maneira diferente de acordo com a origem. Na prática, são genes que têm um tipo de rótulo bioquímico que permite rastrear suas origens e até mesmo revelar se eles estão ativos ou não dentro das células da prole. Curiosamente, alguns desses genes condicionados só funcionam se forem da mãe. Se esse mesmo gene é herdado do pai, é silenciado. Obviamente, outros genes funcionam de maneira oposta; isto é, eles só são ativados se vierem do pai.

As células da mãe são direcionadas para o córtex cerebral, aquelas do pai para o sistema límbico

Sabemos que a inteligência tem um componente hereditário, mas até recentemente se pensava que a inteligência dependia de ambos os pais. No entanto, diferentes investigações revelam que as crianças são mais propensas a herdar a inteligência de sua mãe, uma vez que os genes da inteligência estão no cromossomo X.

Uma das investigações pioneiras nesse campo foi realizada em 1984, na Universidade de Cambridge, embora outras tenham vindo depois. Nestes experimentos, a co-evolução do cérebro e o condicionamento do genoma foram analisados, para concluir que os genes maternos contribuem em maior medida para o desenvolvimento dos centros de pensamento do cérebro.

No primeiro estudo, os pesquisadores criaram embriões de camundongos especiais que tinham apenas os genes da mãe ou do pai. No entanto, quando chegou a hora de movê-los para o útero de um rato, os embriões morreram. Foi assim que se descobriu que havia genes condicionados que eram ativados somente quando eram herdados da mãe e que são vitais para o desenvolvimento adequado do embrião. Por outro lado, o legado genético do pai é essencial para o crescimento dos tecidos que mais tarde formam a placenta.

Naquela época, os pesquisadores sugeriram que, se esses genes fossem tão importantes para o desenvolvimento do embrião, era provável que também desempenhassem papéis relevantes na vida dos animais e das pessoas, talvez até determinassem algumas funções cerebrais. O problema era como demonstrar essa ideia, uma vez que os embriões com genes monoparentais morreram rapidamente.

Os pesquisadores revelaram a solução: descobriram que os embriões poderiam sobreviver se mantivessem as células embrionárias normais e manipulassem o resto. Então eles criaram diferentes ratos geneticamente modificados que, surpreendentemente, não se desenvolveram da mesma maneira.

Aqueles que tinham uma dose extra de genes maternos desenvolveram uma cabeça e um cérebro muito grandes, mas tinham corpos pequenos. Pelo contrário, aqueles que tinham uma dose extra de genes paternos tinham cérebros pequenos e corpos grandes.

Ao investigar essas diferenças, os pesquisadores identificaram células que continham apenas genes maternos ou genes paternos em seis partes diferentes do cérebro que controlavam diferentes funções cognitivas, desde hábitos alimentares até a memória.

Na prática, durante os primeiros dias de desenvolvimento do embrião, qualquer célula pode aparecer em qualquer parte do cérebro, mas à medida que os embriões amadurecem e crescem, as células que tinham os genes paternos se acumulam em algumas áreas do cérebro emocional: o hipotálamo , a amígdala, a zona pré-óptica e o septo. Essas áreas fazem parte do sistema límbico, que é responsável por garantir nossa sobrevivência e está envolvido em funções como sexo, nutrição e agressividade.

Novos estudos, novas luzes

Claro, os cientistas continuaram a investigar essa teoria. Anos mais tarde, Robert Lehrke revelou que grande parte da inteligência dos bebês depende do cromossomo X. Recentemente, pesquisadores da Universidade de Ulm, na Alemanha, estudaram os genes envolvidos no dano cerebral e descobriram que muitos deles, especialmente aqueles relacionados a habilidades cognitivas, estavam no cromossomo X. Na verdade, não é por acaso que a deficiência mental é 30% mais comum no sexo masculino.

No entanto, talvez um dos resultados mais interessantes a esse respeito venha de uma análise longitudinal realizada na Unidade de Ciências Médicas e de Saúde Pública do Conselho de Pesquisa Médica da Escócia. Neste estudo, 12.686 jovens entre 14 e 22 anos foram entrevistados anualmente desde 1994.

Os pesquisadores levaram em conta diferentes fatores, desde a cor da pele e educação até o status socioeconômico. Assim, descobriram que o melhor preditor de inteligência era o Q.I da mãe.

Genética não é a única responsável

Se nos afastarmos do campo genético, também podemos encontrar outros estudos que revelam que a mãe desempenha um papel importante no desenvolvimento intelectual de seus filhos, através do contato físico e emocional. Alguns estudos sugerem que o apego seguro está intimamente ligado à inteligência.

Pesquisadores da Universidade de Minnesota, por exemplo, descobriram que as crianças que desenvolveram um apego seguro com suas mães desenvolvem um jogo simbólico mais complexo na idade de dois anos, são mais perseverantes e mostram menos frustração durante a resolução de problemas.

Isso ocorre porque o suporte seguro dá às crianças a confiança para explorar o suficiente e resolver problemas sem desanimar. Por outro lado, essas mães também oferecem às crianças diferentes níveis de ajuda na resolução de problemas, o que ajuda a estimular ainda mais seu potencial.

A importância do relacionamento afetivo para o desenvolvimento do cérebro foi demonstrada por pesquisadores da Universidade de Washington, eles revelaram pela primeira vez que um apego seguro e o amor das mães é essencial para o crescimento de algumas partes do cérebro. Esses pesquisadores analisaram por 7 anos a maneira como as mães se relacionam com seus filhos e descobriram que quando essas crianças foram apoiadas emocionalmente, aos 13 anos o hipocampo delas foi 10% maior do que de crianças que tiveram mães emocionalmente distantes.

Vale ressaltar que o hipocampo é uma área do cérebro ligada à memória, à aprendizagem e à resposta ao estresse.

Podemos realmente falar sobre inteligência herdada?

Estima-se que entre 40-60% da inteligência seja herdada. Isso significa que o percentual restante depende do ambiente, da estimulação e, claro, das características pessoais. Na verdade, a inteligência nada mais é do que a capacidade de resolver problemas. No entanto, o curioso é que, para resolver problemas, até mesmo um problema matemático ou físico, o sistema límbico também entra em jogo porque o nosso cérebro funciona como um todo. Portanto, embora a inteligência seja uma função intimamente relacionada ao pensamento racional, ela também influencia a intuição e as emoções, que, geneticamente falando, é o ponto em que a contribuição do pai entra.

Por outro lado, não devemos esquecer que, mesmo que uma criança tenha um alto Q.I., é necessário estimular essa inteligência e alimentá-la ao longo da vida com novos desafios. Caso contrário, a inteligência ficará estagnada.

Além do que a genética afirma, os pais não devem ser desencorajados, porque eles também podem contribuir muito para o desenvolvimento de seus filhos, especialmente estando emocionalmente disponíveis e se tornando modelo. O Q.I com o qual nascemos é importante, mas não determinante único do nosso desenvolvimento.

Créditos: Este texto é uma tradução adaptada de Rincon Psicologia

 

 

 

 

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*Fonte: corujaprof

Homens só se tornam adultos aos 54 anos

A vida começa aos 54 anos para homens. O número bastante preciso foi apontado por uma pesquisa como a idade em que eles finalmente crescem e começam a aproveitar a vida como “adultos de verdade”. O estudo com 1000 homens descobriu que esta era a idade em que eles se sentiam “resolvidos e seguros”, segundo o jornal “Telegraph”.

Ele sugere que os homens levam mais tempo do que as gerações passadas para atingir este estágio, principalmente devido às pressões financeiras e à paternidade adiada. Hoje, dois terços dos bebês nascem de pais com mais de 30 anos, com a média de 32 anos para o primeiro filho nos EUA.

A pesquisa sugere que os homens de 54 anos de idade, como Simon Cowell, Hugh Laurie e Kevin Spacey estão apenas no início de sua vida bem resolvida. Realizado pelo Centro Crown Clinic, em Manchester, o estudo mostra que aos 40, os homens ainda não deixaram para trás suas inseguranças juvenis.

A pesquisa revelou inseguranças que não deixam o homem amadurecer mais jovem, incluindo imperfeições físicas, problemas com dinheiro e solidão. Eles citaram medos como o de não conseguir adquirir a primeira casa, perder o cabelo e estar desempregado. O processo de envelhecimento também apareceu com força, além de ter que lidar cabelos grisalhos, queixo duplo e mamas.

– Estamos vivendo muito mais e, com os custos de vida aumentando e a paternidade sendo adiada, homens inevitavelmente levam mais tempo para se sentirem resolvidos – comentou Asim Shahmalak, da Crown Clinic.

 

 

 

 

 

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*Fonte: paporeto

Minimalismo: quando a vida pede um pouco mais de calma e de alma

Começou com a leitura do livro da Marie Kondo: “A mágica da arrumação”. Depois vieram os vídeos da Fê Neute no YouTube e o documentário “Minimalism” no Netflix. Eu estava encantada e ao mesmo tempo queria compreender esse movimento novo, que surgiu há alguns anos e que eu nunca tinha ouvido falar. Eu queria descobrir o tão aclamado “Minimalismo”.

Constatei que não sou nem nunca serei minimalista de carteirinha; porém, eu me interessei em trazer para minha rotina muito dessa filosofia que faz uma reflexão sobre os excessos, sobre o consumismo desenfreado e perda de controle e liberdade. O minimalismo resgata a consciência sobre aquilo que você realmente precisa ter na sua vida, e busca valorizar o que traz felicidade, o que merece ser mantido e o que deve ser descartado. Isso se aplica não somente aos bens materiais, mas se estende também a outras esferas da vida, como aos pensamentos e relacionamentos.

Estamos carentes de simplicidade. Depois de adquirirmos o prazer da conquista, de sermos possuidores de grande parte daquelas coisas com as quais sonhamos há tanto tempo, estamos percebendo que falta algo mais. Falta essência. Falta qualidade. Falta significado. Falta alma.

Estamos cansados de excessos. Estamos fartos daquilo que ocupa nosso tempo e energia, sem trazer em troca a tão almejada felicidade.

Estamos exaustos de consumir sem ter tempo de usufruir. Estamos admirados de como viramos reféns de um estilo de vida que tira nossa paz e liberdade ao ditar a moda e impor a busca constante pelo último modelo. Estamos desejosos de fazer o caminho de volta…

É preciso aprender a selecionar. Selecionar nossos objetos, nossos afetos, nossas lembranças do passado, nossas tralhas e roupas. Só manter aquilo que merece prevalecer. Só deixar ocupar espaço aquilo que nos traz bem-estar. Só ser possuidor daquilo que não complica nem atrapalha o andamento de nossa vida. Organizar fora e dentro de nós e nos cercar de menos, para ter mais: mais tempo, mais liberdade, mais felicidade. Descartar o hábito de consumir sem consciência, trocando de modelo a cada temporada, acreditando que a vida é tão volátil e descartável quanto os objetos Xing ling que foram feitos para não durar. Aprender a resgatar o que é simples e durável. O que é modesto e eterno. O que é suficiente e traz felicidade. O que parece ser menos, mas adquire significado por ser único.

Quando descobri que o minimalismo prioriza a qualidade em vez da quantidade, eu me lembrei da bochechinha, minha única boneca, que ganhei no meu aniversário de nove anos.

Eu só tinha aquela boneca, e por isso meu cuidado com ela era tão grande. Isso a tornou especial, importante, única. Tão especial que, quando minhas primas vinham passar férias na minha casa, ficavam fascinadas pela minha boneca, e contavam os minutos para chegar a hora em que poderiam pegá-la no colo. Elas, que tinham o quarto lotado das mais variadas bonecas, de todos os estilos e até mais bonitas que a minha, enxergavam em minha “quase filha” uma aura de encantamento que não enxergavam em nenhuma outra. Como diz uma das frases do Pequeno Príncipe: “Foi o tempo que dedicastes à tua rosa que a fez tão importante…”

Existe uma grande diferença entre simplificação e privação. Não quero me privar de ter uma bolsa bacana, um scarpin salto agulha ou um vestido colorido para usar na primeira comunhão do meu filho. Porém, ao escolher adotar alguns aspectos minimalistas, eu decido que um scarpin preto terá muito mais serventia e me trará muito mais alegria que uma bota tipo meia, proclamada aos quatro ventos pelas blogueiras, que fatalmente ficará encalhada no meu closet pelo resto da vida.

Ao decidir simplificar, aprendo a optar. A fazer boas escolhas. A consumir menos e com consciência. A escolher produtos com maior durabilidade e usabilidade.

A não encher minhas gavetas com porcarias baratinhas que só me trarão alegria momentânea. A não complicar. A não acumular. A me conhecer. A saber o que me traz paz. A descobrir meu estilo particular de ser e estar no mundo.

É hipocrisia dizer que a aquisição de bens materiais não traz felicidade. Porém, é necessário refletir sobre os excessos. Sobre o acúmulo. Sobre o que está por trás da nossa necessidade de nos cercar de tanta coisa que nem usamos ou nem sabemos que temos. Sobre a nossa desorganização. Sobre a incapacidade de usarmos tudo o que temos até o fim, ou antes que o produto vença. Sobre nossa necessidade de enchermos nossas gavetas, nossos armários, nossa casa e nosso interior com tanta tralha. Sobre a insatisfação. Sobre nosso comportamento automático e habitual. Sobre a dificuldade de, atolados sob tanta bagunça e informação, descobrirmos quem somos de fato.

Adquirir hábitos minimalistas não se trata obrigatoriamente de adotar um estilo clean, ter uma casa sem móveis ou usar roupas só brancas, pretas e cinzas. Trata-se acima de tudo, de descobrir quem você é, o que quer da vida, e o que as coisas que você tem representam para você. Após descobrir isso e abraçar o que realmente é essencial, você estará rodeado somente do que faz sentido para você, do que é importante e lhe faz bem.
Finalmente estará cercado de calma, envolvido por aquilo que lhe aquece a alma e, certamente, muito mais feliz…

*Por: Fabíola Simões

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*Fonte: portalraizes

Adolescência agora vai até os 24 anos de idade, e não só até os 19, defendem cientistas

Aquela fase odiada pela maioria das pessoas, a adolescência, ganhou uma sobrevida de cinco anos. Em vez de terminar aos 19, idade considerada na maioria dos países, um grupo de cientistas defende que a adolescência se estende dos 10 até os 24 anos.

O fato de jovens estarem optando por estudar por um período de tempo mais longo, não só até a faculdade, assim como a decisão cada vez mais frequente de adiar casamento e maternidade/paternidade, estariam mudando a percepção das pessoas de quando a vida adulta começa, dizem pesquisadores australianos em um artigo publicado nesta semana na revista científica Lancet Child & Adolescent Health.

Para eles, a redefinição da duração da adolescência seria essencial para assegurar que as leis que dizem respeito a esses jovens continuassem sendo asseguradas.

Outros especialistas, no entanto, dizem que postergar o fim da adolescência pode mais adiante infantilizar os jovens.

Puberdade

A duração da adolescência já chegou a ser alterada antes, quando se concluiu que, com os avanços da saúde e da nutrição, a puberdade iniciava antes do 14 anos, como se convencionava.

Essa fase tem início quando uma parte do cérebro, o hipotálamo, ativa as glândulas hipófise e gônadas, que, entre outras coisas, liberam hormônios sexuais.

Ela costumava acontecer por volta dos 14 anos, mas caiu gradualmente no mundo desenvolvido nas últimas décadas até o patamar de 10 anos.

Como consequência, em países industrializados como o Reino Unido a idade média para a primeira menstruação de uma garota caiu quatro anos nos últimos 150 anos.

Metade das mulheres agora fica menstruada pela primeira vez entre 12 e 13 anos.

A biologia também é usada como argumento por aqueles que defendem que a adolescência termina mais tarde – e que dizem, por exemplo, que o corpo continua a se desenvolver.

O cerébro continua se desenvolvendo depois dos 20 anos, trabalhando de maneira mais rápida e eficiente. E para muitos os dentes do siso não nascem até que complete 25 anos.

Adiando planos familiares

Os mais jovens também estão adiando o casamento e a maternidade/paternidade.

De acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unidos, a idade média para o primeiro casamento de um homem era 32,5 anos em 2013 e de 30,6 para as mulheres na Inglaterra e no País de Gales. Isso significa um aumento de 8 anos desde 1973.

No artigo que explica os motivos para o aumento da duração da adolescência, Susan Sawyer, diretora do Centro para a Saúde do Adolescente do Hospital Royal Children’s em Melbourne, na Austrália, escreve: “Apesar de muitos privilégios legais da vida adulta começarem aos 18 anos, a adoção das responsabilidades e do papel de adulto geralmente acontece mais tarde”.

Ela diz que postergar o casamento, o momento de ter filhos e a independência financeira significa “semidependência”, o que caracteriza que a adolescência foi estendida.

No Brasil, a permanência por cada vez mais tempo dos jovens na casa dos pais é uma marca da chamada “geração canguru”, nome dado pelo IBGE em 2013 ao fenômeno que engloba pessoas de 25 a 34 anos e que vem crescendo no país. Os dados foram divulgados na Síntese de Indicadores Sociais – Uma análise das condições de vida da população brasileira, com dados referetes ao intervalo entre 2002 e 2012.

Mudança nas leis

Essa mudança, pondera Sawyer, precisa ser levada em consideração pelos políticos, para que as leis e benefícios voltados a esse público sejam alterados.

“Definições de idade são sempre arbitrárias, mas nossa atual definição de adolescência está excessivamente restrita”, diz a cientista.

Russell Viner, presidente da associação Royal College de pediatria e saúde infantil, diz que no Reino Unido a idade média para um jovem sair de casa é 25 anos. Ele apoia a ideia de que a adolescência seja estendida até os 24 anos e diz que os serviços no Reino Unido já levam isso em conta.

Segundo ele, hoje as leis no Reino Unido consideram a idade de até 24 anos para o governo garantir a provisão de serviços para crianças e adolescentes que precisam de atendimento especial (seja por abandono ou outro motivo) e que têm necessidades especiais em termos educacionais.
Infantilizar os adultos

A socióloga da Universidade de Kent Jan Macvarish, que estuda paternidade, diz que há um perigo em estender o conceito de adolescência.

“Crianças mais velhas e jovens são moldados de maneira mais significativa pelas expectativas da sociedade sobre eles com o seu intrínseco crescimento biológico”, ela diz.

“Não há nada necessariamente infantil em passar o início dos seus 20 anos no ensino superior ou tendo experiências no mundo do trabalho.” E não deveríamos arriscar transformar o desejo deles por independência em uma patologia. “A sociedade deveria manter as expectativas mais altas em relação à geração seguinte”, diz Macvarish.

Viner discorda dela e diz que ampliar a adolescência pode ser visto como dar poder aos jovens ao reconhecer as diferenças deles.

“Contanto que isso seja feito de uma posição de reconhecimento dos pontos fortes dos jovens e do potencial do desenvolvimento deles em vez de focar os problemas da adolescência.”

 

 

 

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*Fonte: bbc-brasil

O futuro dos empregos depende de uma criatividade que ainda não existe

“A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada,
ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.”
ALBERT EINSTEIN

Se todas as profecias dizem que, em breve, não haverá mais empregos, e que teremos terríveis abalos em toda a estrutura econômica do mundo, o que pode ser feito para mudar esse fatídico destino?

A criatividade que “criou” esse mundo o fez sob os auspícios do conhecimento acumulado até aqui. Infelizmente, parece que deu algo errado. As consequências de se ter uma sociedade como a de hoje exige um tipo de imaginação disruptiva, que se reinventa à medida que a realidade se descortina logo à sua frente. Claro, muitos diriam que a velocidade de transição está cada vez mais acelerada, mas apenas dizer isso não fará o mecanismo desacelerar. O mundo parece rápido porque, talvez, ainda estejamos presos a modelos e formatos de aprendizado de um tempo há muito ultrapassado.

Consumimos o entretenimento atual com imensa facilidade. Então, por que não aprendemos com a mesma facilidade? Por que a educação não é tão divertida, mesmo com toda a tecnologia disponível?

Gosto muito de uma das cenas de Ex Machina, na qual vemos uma das questões mais enigmáticas do filme, o que resume bem o drama e os dilemas vividos hoje em dia: “será que no futuro as máquinas vão olhar para nós como olhamos para os dinossauros?”. O modelo de mundo que conhecemos bem é esse em que pagamos impostos para que o governo cuide de nós; em que pagamos escolas incumbidas de preparar nossos filhos para o mercado de trabalho e, assim, continuarem a pagar impostos, mantendo a roda girando.

Não é comum vermos pessoas autônomas, totalmente livres para dar asas às suas ideias.

Felizmente, uma sociedade alternativa está surgindo das cinzas deixadas por esse modelo antigo, na qual se vê a necessidade de repensar urgentemente todos os métodos de aprendizado. Conhecimentos dinâmicos e contextualizados, úteis a um mercado de constante inovação, onde não há mais ortodoxia, padrões e nem mesmo previsibilidade.

As mudanças estão acontecendo e, de muitas e inevitáveis formas, teremos que enfrentar transições que vão nos cobrar uma conta muito alta.

Imagine governos totalmente guiados por IA’s, quando a maioria dos mecanismos estatais forem administrados por sistemas digitais. Uma massa de gente que trabalha em setores burocráticos será demitida. E esse é só um pequeno exemplo. O desemprego vai colocar muita gente na rua. Infelizmente, o modelo educacional que possuímos hoje, dificilmente se dedica a propor métodos colaborativos. Ainda vemos claro o poder da competição como mote central da cultura escolar.

Em um mundo sem emprego, com milhões de pessoas à beira do caminho, e sem uma noção clara e objetiva do valor da colaboração e do empreendedorismo, correremos sérios riscos.

A criatividade que já foi concebida historicamente como um dogma, restrita a seres escolhidos por uma força maior, começa a perder suas vestes sagradas e se despir, mostrando a sua verdadeira vergonha, ou seja, a de que jamais deveria ter sido elevada a nenhuma altura. Seu lugar sempre foi ao alcance de todos os mortais. Agora, com a sobrevivência de um mundo inteiro em risco, nos resta resgatar a nossa própria humanidade na qual reflete o poder da criatividade, enquanto, ironicamente, construímos máquinas sofisticadas o bastante para, talvez, tornar isso desnecessário.

Eis o dilema.

Em artigo para o Fórum Econômico Mundial, Joanna Cea e Jess Rimington, ambos ligados ao Stanford University Global Projects Center, falam da exclusão da maior parte do que chamamos de engenhosidade no mundo e seus enormes custos. “Estamos sufocando a inovação que uma comunidade agregada e integrada poderia oferecer. Há consequências imensuráveis por não ouvir a maioria das pessoas do mundo – em nosso país ou nas cidades. Se não prestarmos atenção, se não houver inclusão e engajamento de um maior volume de vozes, não apenas obteremos resultados mais fracos e também cometeremos erros evitáveis, mas também inventaremos um futuro de trabalho codificado com as mesmas patologias sociais profundas e sistêmicas”, afirmam. Para eles, a manutenção de um sistema ultrapassado nos manterá alinhados com o status quo que reforça ativamente tristes valores como o racismo sistêmico, a guerra, as mudanças climáticas, o sexismo e o feminicídio.

Os autores afirmam que para criar uma existência próspera, bela e mais justa, precisamos inverter os paradigmas que institucionalizaram a exclusão da dignidade, da engenhosidade, da criatividade e da liderança na maior parte do mundo. Para Scott Rosenberg, uma vez que mundos inteiros podem ser simulados para os sentidos, “a única maneira de assegurar a integridade da imaginação do público seria tirar esse poder das mãos de uma elite e colocá-lo ao alcance de todos”, defende.

Em uma sociedade livre para se valer de suas ideias, sem barreiras, conectada e consciente do poder de suas capacidades, empenhadas no trabalho colaborativo, será muito mais fácil lidar com os problemas que batem à nossa porta. Caso contrário, os resultados serão complicados, colocando a humanidade cada vez mais perto de algum tipo de risco de extinção. Imagina só!

*Por William Barter

 

 

 

 

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*Fonte: updateordie

A idiotização da sociedade como estratégia de dominação, por Fernando Navarro

As pessoas estão tão comprometidas com o sistema estabelecido, que são incapazes de pensarem em alternativas contrárias aos critérios impostos pelo poder.

Para conseguir isso, o poder se vale do entretenimento a partir do vazio, com o objetivo de aumentar nossa sensibilidade social fazendo com que nos acostumemos a ver a vulgaridade e a estupidez como as coisas mais normais do mundo, incapacitando-nos para alcançarmos uma consciência crítica da realidade.

No entretenimento vazio, o comportamento desagradável e desrespeitoso é considerado positivo, como vemos constantemente na televisão, nos programas que são lixos chamados “do coração”, e nos encontros de espetáculos em que os gritos e a falta de respeito são a norma, o futebol, a forma mais completa e eficiente que o sistema estabeleceu para converter a sociedade.

Nesta subcultura do entretenimento vazio, o que é promovido é um sistema baseado nos valores do individualismo possessivo, no qual a solidariedade e o apoio mútuo são considerados ingênuos. No entretenimento vazio, tudo é projetado para que o indivíduo suporte estoicamente o sistema estabelecido sem questionar. A história não existe, o futuro não existe; apenas o presente e a satisfação imediata que o entretenimento vazio procura. Por isso não é estranho que se proliferem os livros de autoajuda, autêntica porcaria psicológica, o misticismo à Coelho, ou variantes infinitas do clássico “como se tornar um milionário sem esforço”.

Em última análise, o que está envolvido no entretenimento vazio é convencer-nos de que nada pode ser feito: que o mundo é como está e é impossível mudá-lo e que o capitalismo e o poder opressivo do Estado são tão naturais e necessários como a força da própria gravidade. Por isso, é comum ouvir: “É algo muito triste, é verdade, mas sempre houve oprimidos pobres e ricos opressores e sempre haverá. Não há nada que possa ser feito.”.

O entretenimento vazio alcançou o feito extraordinário de fazer com que os valores do capitalismo também sejam os valores daqueles que são escravizados por ele. Isso não é algo recente, La Boétie, naquele distante século XVI, viu claramente, expressando seu estupor em seu pequeno tratado de servidão voluntária, no qual ele declara que a maioria dos tiranos perdura apenas por causa da aquiescência dos próprios tiranizados.

O sistema estabelecido é muito sutil, com suas estupidezes, forja nossas estruturas mentais, e para isso, usa o púlpito que todos temos em nossas casas: a televisão. Nela não há nada que seja inocente; em todos os programas, em todos os filmes, em todas as notícias, sempre inculta os valores do sistema estabelecido, e sem perceber, fazendo com que as pessoas acreditem que a vida real é assim. Desta forma, introduz os valores que se deseja em nossas mentes.

O entretenimento vazio existe para esconder a evidente relação entre o sistema econômico capitalista e as catástrofes que assolam o mundo. Por isso, é necessário que exista o espetáculo do tipo vácuo: para que enquanto o indivíduo se autodegrada revirando-se no lixo que a televisão exerce sobre ele, nao veja o óbvio, não proteste e continue permitindo que os ricos e poderosos aumentem seu poder e riqueza, enquanto os oprimidos do mundo continuam sofrendo e morrendo em meio às existências miseráveis.

Se continuarmos permitindo que o entretenimento vazio continue modelando nossa consciência e, portanto, o mundo à sua vontade, acabará destruindo-nos. Porque seu objetivo não é senão criar uma sociedade de homens e mulheres que abandonem os ideais e aspirações que os fazem rebeldes, para se contentar com a satisfação das necessidades induzidas pelos interesses das elites dominantes.

Assim, os seres humanos são despojados de toda personalidade, transformados em animais vegetativos, com a desativação da antiga noção de lutar contra a opressão, se tornam atomizados em um enxame de desenfreados egoístas, desta forma, as pessoas ficam sozinhas e desvinculadas entre elas mais do que nunca, absorvidas na auto-exaltação.

Assim, desta forma, os indivíduos não têm mais energia, mudam as estruturas opressivas (que não são percebidas como tais), não têm mais a força ou a coesão social para lutarem por um mundo novo.

No entanto, se queremos reverter esta situação de alienação a que estamos sujeitos, nos resta lutar, como sempre; somente nos toca nos opor aos outros valores diametralmente opostos aos do show vazio, de modo que uma nova sociedade emerge. Uma sociedade em que a vida dominada pelo absurdo do entretenimento vazio seja apenas uma lembrança dos tempos estúpidos, quando os seres humanos permitiram que suas vidas fossem manipuladas tão obscenamente.

 

 

 

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*Fonte: revistaprosaeverso

Como os fins de semana de três dias podem contribuir para salvar o mundo

Quase todo mundo gosta de feriados. Um fim de semana de três dias significa mais tempo para passar com a família ou amigos, para sair e explorar o mundo e para relaxar das pressões do trabalho. Imaginem se tivéssemos um fim de semana de três dias por semana, em vez de tê-lo apenas de vez em quando ao longo do ano. Não é apenas uma ideia agradável. Além das possibilidades para o tempo livre, os fins de semana de três dias também podem ser um dos passos mais simples que podemos dar para reduzir radicalmente nosso impacto ambiental e preparar nossa economia para o futuro.

A redução do número de horas de trabalho, geralmente, está relacionada a uma redução significativa no consumo de energia, como argumentam os economistas David Rosnick e Mark Weisbrot. De fato, se os norte-americanos, por exemplo, tivessem os níveis de horas de trabalho europeus, estima-se que reduziria em cerca 20% o consumo de energia e, consequentemente, as emissões de carbono.

Com uma semana de quatro dias, um enorme número de deslocamentos para e do trabalho poderia ser evitado, assim como o gasto de energia dos locais em funcionamento. Em um momento em que precisamos reduzir as emissões de carbono em grande escala, implementar um fim de semana de três dias poderia ser a maneira mais simples e elegante de tornar nossa economia mais respeitosa em relação ao meio ambiente.

O exemplo de Utah

Isso já aconteceu antes. Por exemplo, em 2007, o Estado de Utah, nos Estados Unidos, redefiniu a semana de trabalho para os funcionários públicos, estendendo os horários de segunda a quinta-feira, podendo assim eliminar totalmente as sextas-feiras. Nos primeiros dez meses, a iniciativa economizou ao estado pelo menos 1,8 milhão de dólares (cerca de 5,9 milhões de reais) em custos de energia. Menos dias de trabalho eram equivalentes a menos iluminação dos escritórios, menos ar condicionado e menos tempo de funcionamento de computadores e outros equipamentos, tudo sem mesmo reduzir o número total de horas trabalhadas.

Um dia por semana, milhares de pessoas que viajam diariamente de casa para o local de trabalho poderiam ficar em casa. Se fosse incluída a redução das emissões de gases de efeito estufa causadas pelo deslocamento, o estado calculou uma economia de mais de 12.000 toneladas de CO2 por ano.

Se os norte-americanos tivessem os níveis de horas de trabalho dos europeus, o consumo de energia seria reduzido em cerca de 20%

Utah desistiu do experimento em 2011, depois que os habitantes do Estado começaram a se queixar que não tinham mais acesso aos serviços às sextas-feiras. Parece que é um tipo de inovação que tem de ser acompanhada por uma mudança em nossas expectativas, de forma que a sexta-feira se torne o “terceiro dia do fim de semana”, em vez de um mero dia útil sem trabalho. O caso de Utah mostra que, reproduzido em um país inteiro, a semana de quatro dias poderia representar um progresso substancial em direção a uma economia que é menos prejudicial ao meio ambiente.

Mas também haveria outras vantagens. Trabalhar menos melhoraria o frágil equilíbrio entre a vida profissional e familiar, e nos ajudaria a recuperar nossa saúde mental e bem-estar físico. Além disso, permitiria ter mais tempo para se dedicar a atividades sociais, cuidar de crianças e idosos e interagir com nossas comunidades. Os experimentos com horas laborais reduzidas em locais de trabalho selecionados realizados na Suécia, em 2015, levaram a uma redução das doenças e até mesmo aumentaram a produtividade.

Destinar a melhoria da eficiência econômica a ter mais tempo livre e a reduzir o consumo de energia em vez de produzir mais bens poderia dar lugar a um mundo melhor e mais seguro no que se refere ao meio ambiente.

Uma objeção óbvia poderia ser: “Como vamos nos permitir isso?”. Mas há importantes razões econômicas e tecnológicas pelas quais tanto os Governos como os partidos políticos, as fundações e os movimentos sociais deveriam começar a pensar em defender a colocação em prática dos fins de semana de três dias.

Como argumentou recentemente o antropólogo David Graeber, muitos de nós trabalhamos em empregos que, ao que parece, não servem para nada. De fato, há tempos os economistas estão conscientes das horas supérfluas contidas em muitas jornadas de trabalho, nas quais os empregados estão efetivamente subutilizados em seu posto de serviço, mas não podem ir embora por causa da persistente questão do “presentismo”, pela qual os chefes valorizam os trabalhadores conforme as horas que passam no local de trabalho mais do que por sua produtividade. Em vez de trabalhar mais horas com poucos resultados produtivos poderíamos adotar uma semana laboral mais curta e contribuir para salvar nosso planeta e nosso bem-estar.

De uma perspectiva mais de longo prazo, prevê-se que, nas próximas décadas, uma nova onda de mecanização do trabalho na qual intervirão a robótica avançada e os sistemas de aprendizagem automática substitua 47% dos atuais postos de trabalho nos Estados Unidos e 54% na Europa. Nessas circunstâncias, nas quais se terá significativamente menos acesso ao emprego, adotar medidas como os fins de semana de três dias se torna algo essencial para que a vida seja viável em condições econômicas diferentes.

Os experimentos com horários de trabalho mais curtos em uma amostra de locais de trabalho realizados na Suécia em 2015 levaram à redução das doenças e até aumentaram a produtividade.

Como sustentamos em nosso livro Inventing the Future [Inventar o Futuro], logo a mecanização nos oferecerá a perspectiva de um mundo laboral muito diferente. Seu aumento incrementará a eficácia de muitos processos produtivos, utilizando menos energia e menos força de trabalho humana, até que, no final, fiquemos liberados em grande parte do trabalho.

A chave para colher os frutos da mecanização sem transtornos sociais drásticos depende em parte de que sejam postas em prática políticas que promovam a participação nos lucros. Isso significa uma semana laboral mais curta graças à ampliação do fim de semana, e ao mesmo tempo uma renda básica universal.

Nada disso acontecerá da noite para o dia. Mas, se estiverem no Reino Unido e tiverem a sorte de ter a segunda-feira livre, não se esqueçam de que esse dia extra em casa ou no parque não serve só para diversão, mas contribui para combater as mudanças climáticas.

Alex Williams. Professor convidado. Universidade da Cidade de Londres.

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*Fonte: elpais

Um amigo fingido é pior do que um inimigo declarado

Os amigos que fazemos na vida, os verdadeiros, podem vir a ser contados nos dedos de uma mão.

Ao longo de nossa vida, com cada experiência, aprendemos e entendemos que eles são aquelas pessoas que nos amam como somos, e não esperam nada em troca.

Conhecem o pior de nós e ainda nos defendem, nos apóiam, se solidarizam e o mais importante de tudo, não têm dúvidas de nos apontar quando estamos fazendo algo errado ou estamos simplesmente agindo mal.

“Todo mundo quer a verdade, mas ninguém quer ser honesto.”
Desconhecido

A vida nos ensina que nem tudo que reluz é ouro e que muitas vezes o que pode parecer ser um grande amigo, é pior do que qualquer outro inimigo.

Muitas vezes aquele que consideramos um grande amigo, pode trazer as maiores decepções, mágoas e quando você menos espera esse amigo pode se tornar o seu pior inimigo.

É obvio que não podemos classificar qualquer pessoa como um amigo ou inimigo, apenas por pensar igual ou oposto de nós, ou porque simplesmente não agiu de acordo com os nossos próprios interesses.

Nem sempre a pessoa que te agrada, tolera ou te elogia, é exatamente seu melhor amigo. Se não é capaz de dizer-lhe na sua frente que você está errado, ao contrário prefere agir contra você pelas suas costas, não se engane, essa pessoa é “um amigo fingido” que é pior do que um inimigo declarado.

“A única coisa pior que um mentiroso é um mentiroso que também é hipócrita.”
Tennessee Williams

Um inimigo sempre vai agir com astúcia, as suas intenções sempre vão ser para te prejudicar e criar uma imagem negativa sobre você, sempre vão procurar oportunidades para te ferir e te deixar no chão. Geralmente sabemos reconhecer essas pessoas que consideramos inimigos.

Quando os encontramos agimos de maneira cautelosa e cuidadosa, evitando comentários e palavras contraditórias afim de evitar situações onde podemos ser expostos.

No entanto com amigos, nós acreditamos e confiamos. Compartilhamos sonhos, planos, alegrias e nossas grandes fraquezas.

Confiamos nossos segredos para “amigos”, que consideramos nossos grandes confidentes. Para um “falso” amigo, lidar com essas informações as vezes pode ter mais valor do que para qualquer inimigo possível.

Viva a verdade em vez de professar isso.
Elbert Hubbard

Mas podemos evitar esses falsos amigos, pois eles sempre vão dar sinais e pistas, devemos estar atentos e aprender a discernir, compreender e aceitar que existem pessoas que usam mascaras e vão tentar sempre te usar. Fique atenta, observe sempre quem está ao seu redor, mesmo os amigos!

 

 

 

 

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*Fonte: bmm

Você conhece a síndrome do escravo satisfeito?

Todo nós sabemos o que é um escravo: uma pessoa que tem sua liberdade anulada. Da mesma forma que aqueles que sofrem a Síndrome de Estolcomo, na qual a pessoa sequestrada consegue estabelecer um vínculo afetivo com o sequestrador, o escravo pode se encontrar satisfeito com esta anulação de sua liberdade.

Isso não tem nada a ver com a sexualidade. O escravo satisfeito vai muito além disso. Quer saber mais sobre esta síndrome? Será que você sofre da síndrome do escravo satisfeito? Hoje você descobrirá…

Correntes mentais

Quando falamos de escravidão, todo mundo pensa em algo que já está obsoleto e que ficou no passado. Mas… temos certeza disso? Um escravo satisfeito tem muitas correntes mentais. Isso faz com que seja muito difícil poder se rebelar contra a situação, pois estas correntes estão em sua própria mente e, portanto, fazem parte dele.

A maneira de escravizar mudou, agora é mais sutil. Tanto que podemos ser escravos satisfeitos sem nos darmos conta. Ninguém gosta de ser um escravo, mas e se não tivermos consciência disso? Está aqui a grande incógnita que vamos revelar.

Quando você não é capaz de se rebelar diante de uma humilhação, quando você se mantém cabisbaixo em uma discussão, sem manifestar sua opinião, você é um escravo. Do que você tem medo? Você sabe que tem o desejo de levantar a voz, mas algo o impede. Ou talvez deveríamos dizer que você mesmo se impede.

As nossas correntes podem não ter sido dispostas por ninguém, apenas por nós mesmos. Regras que existem para saber viver em sociedade e a necessidade de sermos perfeitos muitas vezes nos restringem a liberdade que tenta aflorar do nosso próprio interior. Disso, lamentavelmente, não nos damos conta.

Você é feliz permitindo-se ser humilhado? Você é feliz tentando ser igual aos demais? A busca pela felicidade o leva realmente a ela? Verdadeiramente, não.

Vivemos anestesiados?

Ter a síndrome do escravo satisfeito pode ser comparado com estar sob os efeitos de uma anestesia: pensamos de forma relativamente similar e fazemos o que acreditamos que queremos fazer. A realidade é totalmente diferente. Somos escravos satisfeitos e acreditamos nisso.

Pensemos por um momento nos relacionamentos. Dependendo do lugar onde você mora, terá uma concepção diferente sobre os relacionamentos, a infidelidade, a monogamia. Talvez você pratique alguma relação diferente da que foi ensinado desde pequeno… mas será que mesmo assim você não é um escravo satisfeito?

Todos os seres humanos buscam a felicidade, ou acreditam que esse é seu objetivo. Mas, o que significa para você a “felicidade“? Formar uma família? Ter estabilidade no trabalho? A felicidade é ditada pela sociedade. As pessoas que se rebelam contra esta síndrome começam a experimentar uma espécie de representações sem razão e estereótipos impostos pela sociedade em que vivemos.

Há um pensamento uniforme. Algo que permite que não nos sintamos estranhos com as pessoas que estão ao nosso redor. Mas quando olhamos além, quando nos livramos das correntes, realmente nos tornamos estranhos. Começamos a ver as demais pessoas como um grupo que pensa igual, enquanto nós somos diferentes.

Você se lembra daqueles sapatos dos quais não gostava nem um pouco, mas que agora você usa? A publicidade, a moda e a própria sociedade nos “obrigam” a ser submissos. Antes você não gostava, mas agora você usa. Embora você não acredite, seus amigos estão exercendo uma pressão sobre você quando você calça os sapatos que você tanto detestava. A sociedade o pressiona para que você seja igual.

Pensemos em nossa própria família. O machismo ainda está presente?

Em muitas, sim. Você sabe por quê? Se não conseguirmos nos rebelar contra isso e cedermos, nos sentiremos agradecidos por este tratamento machista existente em nosso lar e o reproduziremos, sem nos darmos conta, nas futuras relações que tivermos.

Tentar ser você mesmo é muito difícil. Parece que todos nós estamos marcados pelo mesmo padrão, e quando você se afasta dele, torna-se um estranho. A frustração, o pessimismo e a depressão podem se apropriar de você. Você não pode mudar o resto, mas pode mudar a si mesmo. Livre-se das correntes e liberte-se. Procure a sua própria felicidade afastada de tudo o que a sociedade dita.

 

 

 

 

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*Fonte: portalraizes

 

Ser humano, gentil, educado é a única riqueza que ninguém pode e nunca vai tirar de você!

Ser humano, gentil, educado, ter paz e saúde, é a única riqueza que ninguém pode e nunca vai tirar de você!
A triste geração que precisa ter para ser.

Estamos testemunhando a era da ‘ostentação’, onde para ser legal e aceito pela sociedade, é preciso usar roupas caras, produtos importados de última tecnologia, dirigir carrões, que custam uma fortuna, mas que muitas vezes, não condizem com os salários e posições de seus respectivos donos.

Algumas pessoas gastam o que não podem, para fingir uma realidade a qual não pertencem, para muitas vezes, impressionar desconhecidos.

Todo esse conceito de provar que ‘pode’ através de bens materiais ou de tudo aquilo que só o dinheiro pode comprar, está silenciosamente, nos condenando a uma eterna insatisfação, uma tristeza crônica, que muitos acreditam poder curar somente com aquisições financeiras.

Infelizmente, esse tipo de comportamento, é o resultado de uma sociedade fútil, capitalista e que a cada dia mais inverte valores, e nos transforma em zumbis perseguidores do dinheiro.

Quero deixar claro, que o inimigo não é o dinheiro, mas sim a ambição desmedida, e a falsa impressão de que ‘ele’ pode comprar tudo e resolver todos os problemas.

Também não é pecado algum, gastar um dinheiro que é seu, que é consequência do seu esforço e trabalho.

O problema é quando queremos viver um estilo de vida que não condiz com a nossa condição real.

Não é feio usar roupas mais baratas ou frequentar lugares mais simples. Feio é gastar mais do que pode, comprar e não conseguir pagar. Além do mais, saiba que o sentido da vida e a verdadeira

Felicidade que você tanto procura, infelizmente não podem ser encontrados nessas banalidades e modismos ridículos.

Não seja produto dessa sociedade cruel, não se torne um ventrículo nesse espetáculo de manipulação.

Estar na moda e ser elegante tem mais a ver com a sua personalidade, sua educação e comportamento, do que com as roupas que você usa.

Luxo mesmo é levar uma vida decente, com dignidade, amor próprio, e uma consciência limpa que não te faz perder nenhuma noite de sono, pensando nas dívidas que fez, para poder finalmente ter a falsa impressão de ser alguém.

Lembre-se que, Ser humano, gentil, educado, humilde, ter paz e saúde, é a única riqueza que ninguém pode, e nunca vai tirar de você.

*Por Wandy Luz

 

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Por que os sensitivos se sentem mal perto de algumas pessoas?

Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.

Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas de maneira mais intensas que os demais.

Os sensitivos – também chamados de empatas – são portanto mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.

A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar

Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.

São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.

Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.

Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal

Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.

Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.

Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito freqüente.

Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:

•Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção

•Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros

•Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima

•Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca

•Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento

•Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade

Reações comuns dos sensitivos nestas situações

Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.

Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.

Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.

 

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Seja um idiota – por Arnaldo Jabor

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça? Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu? Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir… Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

Por Arnaldo Jabor

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*Fonte: pensarcontemporaneo

10 explicações que você não deve a ninguém

Por que sentimos a necessidade de sempre dar explicações?
Ser um membro ativo da sociedade pode enchê-lo com todos os tipos de pressão e estresse.

Determinadas situações fazem-no sentir como você devesse responder de uma determinada maneira ou agir de uma forma específica. E sim, algumas pessoas pensam que sabem o que é melhor para você e seu sustento.

Independentemente de todas essas coisas, você deve lembrar que você não deve a ninguém uma explicação para:

1. Sua situação em casa.
A forma como você vive a sua vida em casa não é da conta de ninguém, só da sua conta. Não importa se você tem colegas de quarto, vive sozinho, vive solteiro ou com um parceiro, ou se você ainda vive com seu ex.

2. Suas prioridades de vida.
Sonho de abrir um restaurante? Quer se tornar um pastor na sua igreja? Tem um desejo de vender todos os seus pertences e viajar para o Peru? Vá em frente! E lembre-se, você nunca precisa explicar suas prioridades para ninguém, porque são suas prioridades, e não estão lá para impressionar as pessoas.

3. Precisar de um tempo sozinho.
Se você precisar de um tempo sozinho em sua vida, você não está sendo rude, introvertido, ou hostil, apesar do que os outros possam pensar. Só precisa de tempo para ficar sozinho. Todos precisamos de tempo para encontrar o nosso centro e nos reorientarmos.

4. Sua aparência física.
Todos nós passamos por mudanças com nossos corpos. Perder peso, ganhar peso, um novo penteado, crescer uma barba ou fazer qualquer coisa diferente com sua aparência física não requer uma explicação. Eles vão ter que lidar com o seu cabelo roxo.

5. Suas preferências alimentares.
Nem todo mundo é fã de pizzas e hambúrgueres. Algumas pessoas gostam de sanduíches de banana e bacon ou preferem espaguete com manteiga, em vez de molho de tomate. Todos nós temos gostos diferentes, quando se trata de comida. Se alguém tentar julgá-lo, não ligue para isso. Basta ir em frente e mergulhe suas batatas fritas no seu sorvete.

6. Sua vida romântica.
Este é um acéfalo. É uma parte muito pessoal da sua vida e se a sua vida romântica existe ou não, não é da conta de ninguém. Haverá sempre alguém que vai julgá-lo porque você está ou não está com alguém mesmo. Mas, novamente, a opinião deles não importa.

7. Sua carreira ou escolhas pessoais.
Vá na direção que você quer ir e siga o caminho de sua escolha. Se você é um artista talentoso que deseja trabalhar no seu campo, siga seu coração. Se ser advogado é o seu sonho, vá em frente. Aqueles que realmente se preocupam com você vão apoiar a sua decisão.

8. Suas opiniões religiosas ou políticas.
Nestes dias, é fácil comprar uma briga, basta perguntar a alguém qual a sua afiliação política ou religiosa e logo começa a discussão. Em quem você votou nas últimas eleições, se é católico ou protestante, é a sua escolha e só sua, e você nunca precisa defender suas crenças (desde que elas não prejudiquem ninguém). Naturalmente, se alguém quer ter uma discussão madura, sincera com você sobre o tópico, isso sempre será uma boa experiência, vá em frente. Trocar ideias e pontos de vista pode expandir a mente e é benéfico para ambas as partes.

9. Ser solteiro.
Não obstante, se você está solteiro há uma semana ou há um ano, você, provavelmente, está confortável com a decisão neste momento em sua vida. Se as pessoas estão pressionando você para encontrar alguém, ou para se casar e se estabelecer, diga-lhes para se importar apenas consigo mesmos. Ser solteiro pode ser ótimo!

10. Suas escolhas dentro de um relacionamento.
Sua ex-mulher pediu para que retornassem e você aceitou? Você perdoou aquele que o traiu? Você recusaria uma proposta de casamento? Bem, adivinhem? Todas estas decisões foram feitas por você e pelas suas próprias razões. Seguiu o seu coração e foi o que achou melhor e, novamente, você não deve a ninguém uma explicação por isso.

A vida pode ser complicada, e as pessoas ao nosso redor podem tornar as coisas mais difíceis, ou podem aliviar seus fardos, apoiando suas escolhas.

Você não tem que dar explicações para tudo!

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Loucura mesmo é ser livre

Sou o louco mais domesticado que conheço. E não há quem se sinta mais decepcionado com isso do que eu. Acredite: um dia, já tive gana e frescor nos olhos. É uma pena. Não foi apenas um equívoco, mas, uma crueldade deixar que morresse à mingua a criança que brincava de se esconder nos labirintos de mim. Quem se importa com tamanha insegurança? De uma coisa, ao menos, não tenho certeza: é lastimável não levar a vida que se sonha.

Loucura mesmo é desmentir o dito popular e trazer, sim, a felicidade sem possuir um puto sequer no bolso. Isso eu chamo simplicidade e desprendimento. Fica aqui um conselho gratuito aos mais vendidos: para morrer de velhice e sair bem na foto, é preciso relevar as agruras da vida. Olha o passarinho. Veja como ele deixa o dia mais leve.

Sobrevoar iniquidades não é fácil. Faz tempo que parei de sonhar que voava. Deus não dá asa às cobras. Deus não é louco assim. Loucura mesmo foi ter criado o mundo em seis dias e não se arrepender no sétimo. Ah… Se arrependimento matasse, eu bebia dele. Juro pelo limite do meu cartão de crédito.

Você tem razão. Não me leve tão a sério. Estou exagerando. Já que você, assim como o criador, não me dará asas, também não dê corda para um aspirante a lunático. Os mentecaptos — não sei se lhe explicaram isso na escola, na fila da punheta ou na sessão de psicoterapia — podem arrastar gente para o mundo da lua, de onde só se volta faltando pedaços, ao amanhecer de outro dia. Sim. Eu sei. A lua está cheia e eu pareço minguante, meio perdido. Você está inteiramente correto. Adoro admitir que me desencontro um pouco mais a cada dia. Você ainda não viu nada, pequeno unicórnio.

Loucura mesmo é perder os descaminhos por andar demasiado tempo sobre os trilhos. A trilha não compensa. É preciso não temer em demasia o beijo na lona. Contudo, admito, sou um maria-vai-com-as-outras. E por falar em efeito manada, em seguir a onda, loucura mesmo é achar a coisa mais comum do mundo quando o mar quando quebra na praia. As marolas nunca são iguais. Espuma e melancolia são coisas muito subjetivas, pois cada um investe poesia na sua vida da maneira que dá conta. Em tempo: o ato mais lírico e insano que já cometi foi ter cometido filhos. É um tipo de amor que não possui métrica. Não consigo rimar nada parecido com isso.

Loucura mesmo é buscar a fama sabendo que a fome da terra nos espera com os dentes de anteontem. Há uma pressa incompreendida no nascer-e-morrer do universo. Ninguém explica isso sem partir para o fanatismo. Não sei se você concordaria com isso, mas, fanatismo é reverenciar uma boa hipótese. Se sacasse alguma coisa a respeito dessa tal Geração Y, eu perguntaria aos universitários, sem titubear: o que é a vida, chapas? Rio só de imaginar as caras deles.

Pensando bem, se prestarmos muita atenção nos detalhes da nossa longa existência no planeta, notaremos que loucura mesmo é derrubar hectares e mais hectares de mata-virgem para asfaltar a relva e plantar espigões de concreto onde seres humanos se empilham. Há pouca ou nenhuma humanidade nisso. Não faz tanto sentido quanto afirmam os arquitetos. Me corrija, se eu estiver certo: sem contar as várias noites insones em que nauseio sob o lençol, restam poucas coisas mais caóticas pra se ver do que as cidades de São Paulo, Nova Déli, Pequim e Roma. Rômulo e Remo acharam plausível, líquido e certo mamar nas tetas de uma loba. Então, mamaram. Era uma questão de sobrevivência. O que esse adendo mítico tem a ver com a minha história? A não ser pela sedução do trocadilho, nada. Não reclame. Eu avisei que estava com a macaca. Você trepou com o meu texto porque quis. Mesmo assim, não se amofine. Estou aqui, próximo de um fim, agarrando-me a qualquer fio-da-meada que se me oferecer.

Loucura mesmo é ter coragem de levar a vida na flauta, à margem da escala-de-dó dos que sofrem por falta de tempo, com sanha por patrimônio material. Que vida odiosa levam os que buscam um futuro melhor gozando o presente da pior maneira. Loucura mesmo é contar dinheiro, várias vezes ao dia, na esperança de que apareça um pouco mais dele. É organizar carnês por data de vencimento. É fazer ginástica financeira, mas, enfartar por causa do sedentarismo. Coronárias não aceitam banha-de-porco, quem dirá, desaforo.

Você foi alfabetizado, amigo? Então, conte nos dedos quantos loucos deram certo na vida. Todos. Eu digo e repito, com medo de acertar: todos. Os malucos anônimos e os malucos geniais. Os loucos magníficos, mesmo sem pleitearem os louros, entram para a história e se tornam eternos. É comum que dependuremos os seus pôsteres nas paredes, a fim de admirarmos tanta petulância. É como se falássemos ao espelho: Queria tanto ter sido como você; doido, lindo, sincero e verdadeiro.

Mas existem demandas demais, compromissos demais, impostos demais, impostores demais esperando por nós: os homens normais. Esse status tolo no qual eu e você estamos inseridos faz parte do enfadonho, triste e conveniente convívio social — não necessariamente nesta ordem. Porque, quando o assunto é desordem, não entendemos nada. Quem dela se alimenta são os loucos-de-pedra. Os homens mais livres que já caminharam sobre a face da terra.

*Por Eberth Vêncio

 

 

 

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*Fonte:

Para enlouquecer com saúde

Vaiar o morto. Contar piadas às carpideiras. Ser convidado, com energia, a se retirar do recinto. Sair de cabeça em pé, levando uma flor entre os dentes. Dizer toda a verdade que lhe vier à telha. Morder a imprópria língua. Envenenar as palavras com doses letais de franqueza. Ser um desanimador de festas infantis. Riscar-se de uma lista de convidados. Pular de uma ponte e sair voando. Contribuir com o futuro do planeta, clamando pela boa pontaria do meteoro. Contentar-se com dois pares de calçados. Economizar água-que-passarinho-não-bebe. Urinar pelos canteiros de casa. Escandalizar a vizinhança com sua nudez domiciliar, o seu território livre. Entrar na pauta da próxima assembleia do condomínio. Passar dias sem tomar banho. Malhar os neurônios com livros de filosofia. Ser, com orgulho, o garoto mais impopular da escola. Escalar o Monte de Vênus sem usar as mãos. Lamber. Lamber. Lamber. Ser parceiro íntimo dos micróbios. Reconhecer-se como um reles microrganismo no âmbito universal e, apesar disso, ir além, exagerar, pular corguinhos com a sua cadeira de rodas. Nadar contra a correnteza. Torcer pelo jacaré num filme de Tarzan. Sacanear, fazer amor consigo mesmo, gozar na boca da noite. Rastejar a esmo numa guerra hercúlea contra a hipocrisia. Desligar o cérebro pelos caminhos de Compostela. Tomar sopa com outros homens miseráveis. Tocar para o sul, apesar do frio. Desnortear-se, apesar de um norte. Abolir o uso da bússola e dos relógios de pulso. Matar o tempo por asfixia das horas. Orar para os deuses do rock. Nunca ter escutado o hit mais tocado nas rádios, de acordo com a lista da Billboard. Usar as pedras do caminho para espatifar os telhados de vidro. Rimar amor com dor e com os cubos de gelo na caixinha de isopor. Tomar um uísque nas piores e nas melhores horas do dia. Assinar a profissão poeta na sua carteira de trabalho. Relaxar sem ser frouxo. Embriagar-se sem ser alcoólatra. Perder a ternura, endurecer. Apaixonar-se por uma completa desconhecida que parece ser a mulher dos seus sonhos. Preferir os pesadelos só por causa das altas doses de adrenalina. Doar sangue para um facínora sanguinário. Temperar a vida com o sargaço dos mares revoltosos. Cegar o ódio. Cagar no mato. Seguir uma nuvem de moscas pelas merdas do caminho. Apostar no azarão. Deixar-se cavalgar por uma potra louca-varrida com gosto de amanhã-logo-cedo-tem-mais. Faltar às passeatas. Marchar contra a multidão. Saquear uma biblioteca. Ser preso por uma policial à paisana e a atado à cama com meias de seda bacana. Ensimesmar. Cair em desgraça com elegância. Levantar a moral da tropa desnudando-se, desfilando a gostosa bunda da verdade para que todos toquem nela. Delatar aquele cara no espelho, se ele tiver culpa no cartório. Vestir-se rigorosamente fora da moda. Comer gordura trans. Comer uma gordinha trans. Transformar-se. Transtornar-se. Endeusar-se, amar a si próprio acima de todas as coisas e o resto que se Jack Daniel’s. No final das contas, se nada der certo e este contrato antissocial firmado consigo mesmo fracassar, então, terá valido a pena.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

7 truques psicológicos que você é obrigado a saber pra se dar bem

Talvez você não saiba, mas a todo momento as pessoas estão sujeitas a influências e manipulações de quem menos esperam. Mesmo amigos, namorados e pessoas queridas podem estar usando truques psicológicos para te manipular.

Seja na sua postura, no jeito de olhar ou de falar alguma frase, você é capaz de criar sugestões na mente das pessoas ao seu redor sem que elas percebam. Com essas habilidades você pode conseguir coisas que não dariam certo sem os truques.
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Bom, pensando nisso, nós separamos alguns truques psicológicos que todo mundo pode usar um dia, seja nas coisas simples ou nos momentos mais complicados de nossas vidas. Então, caros amigos, confiram agora a nossa matéria com os 7 truques psicológicos que todo mundo é obrigado a saber para se dar bem:

1 – Escolher um dia para alguma coisa
Se você escolher uma data para fazer alguma coisa, com certeza a ansiedade para essa data vai ativar até a adrenalina do seu corpo, como a espera do seu filme preferido, por exemplo. Se você marcar uma data para alguma coisa, você vai desfrutar melhor quando o dia chegar, pois vai associar esse dia a emoção.

2 – Ser confiante e convincente
Não escrever ou dizer “eu acho” ou “eu acredito”, por ser expressões que denotam a falta de segurança, nunca é bom dizer quando você quer parecer uma pessoa de segura. Então, da próxima vez que você quiser dar uma aparência de uma pessoa convincente, troque essas palavras por “eu tenho certeza”.

3 – Acenar com a cabeça
Os cientistas descobriram que quando as pessoas acenam enquanto escutam alguma coisa, elas são mais propensos a estar em acordo com a pessoa. Eles também descobriram que quando alguém está acenando, é natural que quem está ouvindo faça o mesmo. Isso é compreensível, porque os seres humanos são bem conhecidos pelo mimetismo.

4 – Manter a calma quando alguém está com raiva de você
Sabe quando alguém está morrendo de raiva de você e começa com aqueles discursos de ódio? O melhor a se fazer nessas horas é não se preocupar e manter a calma, pois em seguida, a pessoa vai se sentir envergonhada pelo fato de você está calmo e ela explodindo de raiva.

5 – Seja positivo
Sorrir, manter contato visual… tudo isso parece óbvio. Mas, garantimos, funciona. Na hora de explicar situações ou contar histórias, mostre bons sentimentos como gratidão em vez de ressaltar como você ficou frustrado/irritado. Crie imagens positivas – e elas serão associadas com você.

6 – Gerencie seu humor
As pessoas são atraídas pelo humor, entusiasmo e confiança mais do que raiva, arrogância e impaciência, e isso é óbvio, pelo menos para a maioria das pessoas. Mas projetar a positividade pode fazer toda a diferença. Como já citamos no item 4, a calma pode ser uma boa aliada em certos momentos das nossas vidas, e ao fazer isso, nós temos grandes chances do nosso coração desacelerar e assim conseguirmos nos manter relaxados.

7 – Lembre-se dos nomes das pessoas
Lembre-se dos nomes das pessoas que você acabou de conhecer, mesmo que isso possa ser realmente difícil para algumas pessoas. Mesmo assim, faça esforço para memorizar o nome das pessoas e chamá-los pelo nome, as pessoas vão ter uma grande consideração por você, além de ficarem encantadas.

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Como se desconectar da vida digital em 6 passos

Se você comemora quando a bateria do celular acaba, cheira as páginas dos livros com romantismo e inclusive começa a olhar o micro-ondas com certa ressalva, talvez você precise de um descanso digital e um pouco de prazer na vida tradicional

A evolução tecnológica está tão implantada na vida cotidiana que permite a substituição de tarefas entediantes por coisas mais simples e mais ágeis. As vantagens da mensagem eletrônica e instantânea, da internet em geral e dos chips instalados em inúmeras ferramentas à nossa volta são inegáveis.

Mas se ao entrar na sua cozinha você se lembra de 2001: Uma odisseia no espaço e anseia recuperar o controle sobre seu entorno, chegou a hora de regressar à vida analógica e prestar uma pequena homenagem a ela. Até que ponto o mundo digital ajuda você e desde quando ele assumiu essa parcela de sua vida em que reinavam a liberdade e o gosto por fazer as pequenas coisas?

Leia, viaje com a mente, mas de verdade

Não deixe ninguém guiar por você. A televisão, o computador e o celular podem oferecer conteúdos emocionantes, mas deixam pouca margem para sua imaginação. Recupere o livro, o quadrinho, convide-se a recriar o que lê, construir ambientes, retratos, vozes e rostos.

Seja seu próprio motorista na viagem. Com certeza você se lembra de um filme baseado em um romance que tinha lido e… não era o mesmo. Sua história sempre foi melhor e a produção ignorou vários detalhes que em sua versão eram mais ricos.

Desenhe, escreva, modele

Seja livre em suas criações. É possível que em alguns momentos você sinta a necessidade de usar as mãos. Claro. Toda essa superfície de pele que nos cobre pode ser uma varinha mágica. Você já tocou a argila e tentou modelar alguma coisa? O cursor é muito limitado. Manche-se, amasse, deixe seus dedos aproveitarem.

Afunde a mão na tinta, aperte um punhado de barro, deixe o giz de cera fluir sozinho. Embora o desenho, como o exercício físico, seja retroalimentado com a prática, não é necessário ser um artista. A magia é se deixar levar, curtir, recriar ideias espontâneas e tocar, tocar coisas, usar cores, organizar palavras manuscritas e encontrar a música que só você sabe. O mouse do computador é um instrumento tão restrito se o comparamos com suas mãos…

Corra, dance, caminhe, faça ioga, plante bananeira, suba uma montanha

Patine, caminhe no parque. Seus pés não merecem menos que suas mãos – e movem o resto do seu corpo. Desfrute deles. Mexa-se e crie seu próprio videogame. Implique-se. A realidade virtual é muito real, mas o real é sempre muito mais autêntico. Fazer a compra via internet pode ser muito prático, mas apertar um abacate para escolher o ponto de maturidade não tem preço.

Utilize a versão on-line para o inevitável, quando o tempo é insuficiente. Aproveite uma caminhada entre as lojas para escolher o produto mais apetitoso, envolva-se nos cheiros da fruta fresca e na conversa alegre com o açougueiro.
Cómo desconectar de la vida digital en 6 pasos

“A realidade virtual é muito real, mas o real é sempre muito mais autêntico”

Cozinhe e coma. Pare de fotografar a comida

Pratique um relacionamento íntimo com os alimentos, mais além de publicá-los. É uma satisfação e energia para seu corpo e mente, e uma forma extra de criatividade. Você realmente se importa com o que os outros comem? Seria interessante analisar o porquê.

Uma refeição saudável e saborosa só pode ser melhorada com o ambiente certo na companhia das pessoas que sempre desejamos por perto. Saboreie, mastigue e prolongue esse momento no tempo. Uma foto nunca irá capturar essa essência.

Vigie seu clone digital de perto

Atenção às redes sociais. Elas são boas para recuperar amizades, para se conectar com elas, para compartilhar momentos. Mas o melhor sempre é usá-las para facilitar esses momentos ao vivo e em cores, relacionar-se pessoalmente, conversar. Apresente seus amigos, saia para jantar, recomende o que você gosta, faça compras em grupo… E perca-se, por favor, andando e dirigindo.

Não é necessário seguir sempre o caminho traçado. Você vai descobrir novos lugares, vai fazer esporte, vai sentir a liberdade. Desligue o GPS do seu celular. Não é necessário que todos saibam onde você está em cada momento. Quando pensamos bem sobre isso, encontramos mais vantagens do que inconvenientes.

E se tiver desconectado completamente

Se sua vida avança rumo ao passado, é provável que você tenha superado o famoso FOMO (Fear Of Missing Out) para sempre. Esse medo da exclusão por estar desatualizado, de modo que devemos nos conectar para não sofrer, terá ido parar em um lugar distante da preocupação cotidiana. Na verdade, a evolução do FOMO é o POMO (Pleasure Of Missing Out). A evolução digital quis recompensar com um nome esse prazer que sentimos ao permanecer deitado no sofá de casa quando você “deveria” estar em um evento social. Ou fazer biscoitos quando “deveria” estar na internet vendo o que e onde seu chefe comeu.

É o triunfo da vida privada, da pantufa e do eu com bolhas na banheira que olha com satisfação o celular desligado. O sucesso dos muffins preparados em família, com o tablet bem guardado na gaveta. É a jardinagem noturna, enquanto seu vizinho vende roupas na internet, o dia na piscina sem celular, não ter conexão no meio do mato.

Quando o homem domina a máquina, e não o contrário, a tecnologia é apenas uma ferramenta a serviço da necessidade. A virtude da revolução digital é sua capacidade de se integrar no cotidiano sem destruir a magia de ser humano.

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*Fonte: thedailyprosper

A vida toda é saudade. Um filme sem direito a replay

Eu vi o tempo parar uma única vez. Em uma noite de sábado, aos 9 anos, dentro de uma piscina fria, desnorteada após uma cambalhota desajeitada embaralhar meus sentidos. Perdi o senso de espaço. Nadava em direção ao fundo achando que era a saída, batia com os pés na parede pensando ser o chão. Eu não sei o quanto durou. Provavelmente muito pouco, já que saí ilesa. Possivelmente uma eternidade, pois eu nunca esqueci. Se eu fechar os olhos ainda consigo sentir o frescor do ar que arrefeceu o pânico e me fez chorar de desespero e agradecimento. Antes de eu enxergar o céu anunciando a salvação, o tempo deixou de correr como geralmente corre. Congelou, entre azulejos azuis e palpitações cardíacas.

Eu tentei repetir esse feito por anos. Não me refiro à sensação de semi-morte. Não é meu forte o masoquismo que flerta com o macabro. Refiro-me ao sentimento de ter guardados nas mãos todos os segundos do mundo. Passada a aflição do peito gritando por oxigênio, eu me lembrava daquele episódio como a evidência de que é possível, ainda que por alguns instantes, não existir antes nem depois. Só o agora. E se era viável numa situação de caos, seria também em outros momentos.

Foi frustração atrás de frustração. O tempo não parou quando o circo chegou à cidade, fechei os olhos e rezei para que os encantos manifestados em narizes vermelhos e cartolas não fossem embora. Tampouco quando pedi que a adolescência não partisse tão cedo levando com ela leveza e um pouco de entusiasmo. Não parou quando precisei de fôlego para entender as mudanças do meu corpo e da minha mente, nem quando tentei guardar na mochila as risadas na porta do colégio que faziam a vida parecer fácil.

Eu tentei estacionar minutos por tantas vezes. E segui batendo com a cara no muro. A vida insistia em tirar onda com minha pretensão infantil de querer romper com a rota natural das coisas. Sempre que tentava burlar o inevitável fluxo que nos obriga a olhar para frente, a realidade se apresentava como uma avalanche impiedosa, mas necessária. De um lado eu batalhava para eternizar felicidade em porta-retratos estáticos, de outro o mundo era filme sem direito a replay. Em uma ponta eu fincava os pés no chão e segurava a corda freando o futuro, na outra, o tempo implacável, me puxava com sua força acachapante.

Eu tentei parar o tempo quando me apaixonei pela primeira vez e queria preservar a mágica intacta, quando senti medo que a alegria presente desse adeus antes que eu soubesse qual rumo tomar, quando sentia o vento refrescar com paz meu coração inquieto. Eu tentei parar o tempo quando vi nascer o filho de uma grande amiga e quando olhei minha avó no leito do hospital e, agoniada com o sentimento de perda iminente, supliquei aos deuses que aquela madrugada, apesar de triste, durasse para sempre para que eu pudesse tê-la sob os olhos e tocar-lhe as mãos.

Vocês já sabem: ele nunca parou. Talvez aquela noite de sábado na piscina fria foi uma raridade, daquelas que acontecem uma vez na vida para nos ensinar algo, quebrar rotinas ou simplesmente zombar de nossas certezas. Os ponteiros continuaram trabalhando, transformando em passado o que eu tentava paralisar. O tempo, soberano, alertava que não há e nunca haverá controle sobre nada.

Mas não há um só dia em que ele não amenize a angústia de um futuro incerto com surpresas inimagináveis… com novos ares que transmutam o desejo inerte em explosão de novidades. Não há um único dia em que ele não compense a impossibilidade de imobilizar-se com doses de felicidade dinâmica, mutável, imprevisível. Como deve ser. Como sempre será.

*Por Larissa Bittar

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*Fonte: revistabula

As pessoas mais caras são aquelas com quem a gente pode tomar o vinho mais barato

São elas, sim. Aquelas que não vão nos julgar pelo dinheiro que temos no bolso, na conta, na herança da família. As pessoas que nos são mais caras não dão a mínima se tudo o que temos é barato e comprado a prestação. Não ligam se o nosso carro não tem ar condicionado e faz barulho quando abre o vidro. Não reclamam se o vidro emperra. Não ficam tristes de ganhar no aniversário nada mais que uma mensagem de texto, um telefonema ou uma bobagem da loja de um e noventa e nove. Basta que seja sincero.

De todas as pessoas que encontramos na vida, as mais valiosas são as que chegam antes do dinheiro e as que ficam depois que ele acaba.

Não, isto não é um elogio à pobreza, não. É só uma celebração de toda gente leal que resta no planeta. Porque amigo é amigo com dinheiro ou na miséria. Pode até desistir de uma amizade. Acontece. Quase todo mundo vai embora quando é traído, enganado, maltratado, preterido. Afinal, ser amigo não é igual a ser trouxa ou aceitar tudo. Agora, nenhuma pessoa decente abandona seu amigo só porque a grana acabou.

Não, eu não estou dizendo que todo “pobre” é legal e todo “rico” é canalha. Estou afirmando que gente boa de verdade vive para além das limitações de orçamento. Não se aproxima e nem foge de alguém tão somente pela mera semelhança ou diferença financeira. Gente boa de verdade não expulsa de seu clube um companheiro na falência nem se achega a um desconhecido apenas por lhe saber endinheirado.

Não, não é mau frequentar lugares caros, pagar mais por seus gostos, viajar o mundo, viver em um bom bairro. Se o dinheiro é seu e foi ganho honestamente, o que há de errado? Nada! Assim como nada há de impróprio em viver com poucos recursos por necessidade, pagar menos para morar, comer, vestir. O sujeito que vende o almoço para comprar a janta não é melhor nem pior que o esbanjador e vice-versa. São só pessoas em posições diferentes, vivendo realidades diversas.

Pessoas não têm preço. Porque preço é próprio de coisas e objetos. Pessoas têm valor. Umas mais, outras menos. E eu tenho a impressão de que o valor da gente não se mede pelo preço que a gente paga nas coisas.

Não é por nada, não. Mas para mim as pessoas mais caras do mundo são aquelas que não reclamariam de tomar champanhe francês ao meu lado, de frente para a Torre Eiffel, como também não rejeitariam um vinho barato em minha companhia. Nem gostariam menos de mim por isso.

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*Fonte: osegredo

Pessoas com mais de 40 anos devem trabalhar apenas 3 dias por semana

Um estudo australiano analisou os hábitos de trabalho de cerca de 3.000 homens e 3.500 mulheres com mais de 40 anos. Depois, comparou esses hábitos com resultados de testes ao cérebro.

A conclusão: as pessoas tinham melhores resultados quando só trabalham três dias por semana. A história é contada pela BBC News.

Na verdade, as pessoas que trabalham 55 horas por semana ou mais têm o maior declínio cognitivo do que aqueles que não tiveram emprego, se aposentaram ou trabalharam em absoluto.

Para testar as capacidades cognitivas dos participantes foi-lhes pedido que lessem em voz alta, dissessem uma lista de números por ordem decrescente e que associassem letras e números num limite de tempo. No geral, quem obteve melhores resultados trabalhava apenas 25 horas por semana.

O professor Colin McKenzie, aponta que as pessoas trabalharão mais tempo sem conseguirem desempenhar o trabalho com desempenho satisfatório.

“O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, na medida em que pode estimular a atividade cerebral, mas, ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que potencialmente pode prejudicar as funções cognitivas”, afirma.

Ele acrescenta que a diferença nas horas de trabalho conforme o avanço da idade é importante para manter a capacidade cognitiva em alto nível até que os trabalhadores fiquem idosos. “Trabalhar em tempo parcial pode ser eficaz”.

McKenzie disse ao jornal britânico The Times que muitos países procuram elevar a idade da aposentadoria, forçando as pessoas a trabalharem mais tempo porque não poderão reivindicar benefícios até a velhice. Sua opinião é que a quantidade de trabalho pode ter uma importância significativa nisso.

O estudo apenas analisou pessoas com mais de 40 anos, logo não há garantias que este grupo se comporta de forma diferente de outras faixas etárias.

 

 

 

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*Fonte: bmm

Como enfrentar a difícil tarefa de sermos pais dos nossos pais

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores.
Durante nossas vidas, somos ensinados a cuidar de nós mesmos e posteriormente de nossos filhos, quando estamos preparados para constituir nossas próprias famílias. No entanto, nunca nos preparam para cuidar das pessoas que nos deram a vida em sua velhice, momento em que mais precisarão de nós.

Não é fácil testemunhar as principais pessoas de nossas vidas, aquelas que nos ofereceram amor, cuidado, conselhos, exemplos perdendo para o tempo. Dói nossa alma presenciar os braços que nos confortaram por tanto tempo fraquejando, os olhares protetores e firmes se tornando mais apagados, esquecidos. As vozes, que nos transmitiam tanta segurança e confiança, tornando-se mais baixa.

Assim como nós, nossos pais crescem, e nunca estamos preparados para isso.

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores. A vida é cheia de reviravoltas, e essa é uma das mais importantes. Os nossos heróis se tornam nossos protegidos, e assim emerge uma das maiores responsabilidades que deveremos assumir.

Ao presenciarmos os últimos momentos de nossos amados pais, somos confrontados com nossa própria finitude.

Quando esse momento tão doloroso de nossas vidas chega, independentemente de como tenha sido o nosso relacionamento com nossos pais, existem 3 maneiras principais de encarar a situação:

Entrar em um estado de negação, não aceitando que um momento muito triste e doloroso está para acontecer;

Deixar de lado nossa vida pessoal e nos dedicarmos totalmente aos nossos pais;

Tentar manter um equilíbrio entre a dor (sentimento de perda) e a presença na vida dos pais, fazendo o seu melhor para tornar os seus últimos momentos memoráveis.

Quando o relacionamento com os pais não é fácil

Nem todos nós temos relacionamentos saudáveis com nossos pais, podemos ter sofrido muito com suas atitudes e com isso criamos um certo afastamento. Para essas pessoas, costuma ser muito difícil saber lidar com essa situação. Elas não sabem como devem fazer para se relacionarem com seus pais ou se realmente querem isso.

A falta de amor e carinho dos pais é algo que afeta todas as áreas da vida de uma pessoa. E nem todo mundo está disposto a deixar isso para trás. Mesmo sabendo disso, é essencial fazermos o nosso melhor para resolver os conflitos enquanto ainda temos a oportunidade. É impossível se resolver com mortos e ninguém gosta de sentir culpa.

Para fazermos o melhor para nossos pais, precisamos seguir algumas diretrizes:

Paciência. Nesse momento, precisamos retribuir tudo o que nossos pais fizeram por nós quando éramos pequenos. Tenha calma quando ele demorar para se arrumar, para quando esquecer algo ou não saber executar tarefas simples com a mesma precisão. Não é fácil, assim como não foi fácil para eles.

É importante encontrar soluções criativas e saudáveis para lidar com essa nova situação de vida. Converse muito, faça perguntas, compartilhe conhecimento, tudo o que ajudar a deixar a situação mais leve.

Identificar e diferenciar suas emoções. Dessa maneira, terá mais recursos para lidar com esses sentimentos de forma saudável.

A despedida dos pais é um momento doloroso, mas nós temos o privilégio, a oportunidade de dividir com eles os últimos momentos de suas vidas. Façamos o nosso melhor por eles e por nós mesmos!

*Por: Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Holandesa simula viagem de férias sem sair de casa pra mostrar como é possível manipular nossas vidas nas redes sociais

Ela mentiu para a família e para os amigos que iria passar as férias no sudeste da Ásia, trancou-se em casa por 42 dias e forjou uma viagem, com direito a fotos, vídeos, souvernirs e comida típica. O motivo? Provar o quão fácil é manipular situações na redes sociais.

Zilla van den Born tem 25 anos, é designer e mora em Amsterdã, na Holanda. A viagem “fake” fez parte de um projeto acadêmico, que foi levado super a sério pela holandesa. Durante esse tempo, ela se dedicou apenas à manipulação da viagem, que contou com muita habilidade no Photoshop e, sobretudo, criatividade.

A foto em que aparece mergulhando em águas paradisíacas, na verdade, foi tirada na piscina de sua casa. O mesmo foi feito com pratos típicos, que ela mesmo cozinhou, e souvenirs, comprados em lojinhas de seu próprio bairro. Embora seus pais realmente a tenham levado até o aeroporto, Zilla nunca chegou a embarcar e as supostas conversas que tinham via Skype eram adornadas por um cenário montado em seu quarto – um guarda-chuva e luzes de Natal simulam um hotel asiático, não?

Bem pensado e muito bem executado, o plano de Zilla van den Born não só rendeu um excelente projeto acadêmico como teve ampla repercussão na internet. Afinal, o quanto do que vemos nas redes sociais é forjado – do sorriso “espontâneo” à boa vida?

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*Fonte: hypeness

A geração “floco de neve”: pessoas sensíveis que se ofendem por tudo

Quando imaginamos um floco de neve, nós o associamos à beleza e singularidade, mas também à sua enorme vulnerabilidade e fragilidade. Estas são precisamente duas das características que definem as pessoas que atingiram a idade adulta na década de 2010. Afirma-se que a geração “floco de neve” seja formada por pessoas extremamente sensíveis aos pontos de vista que desafiam sua visão do mundo e que respondem com uma suscetibilidade excessiva às menores queixas, com pouca resiliência.

A voz de alarme, por assim dizer, foi dada por alguns professores de universidades como Yale, Oxford e Cambridge, que notaram que a nova geração de alunos que frequentavam suas aulas era particularmente suscetível, não tolerante à frustração e particularmente inclinados fazerem uma tempestade em um copo de água.

Cada geração reflete a sociedade que eles viveram

Dizem que as crianças saem mais ao padrão da sua geração que aos pais. Não há dúvida de que, para entender a personalidade e o comportamento de alguém, é impossível abstrair do relacionamento que estabeleceu com seus pais durante a infância e a adolescência, mas também é verdade que os padrões e expectativas sociais também desempenham um papel importante no estilo educacional e moldam algumas características de personalidade. Em resumo, podemos dizer que a sociedade é a terra onde a semente é plantada e crescida e os pais são os jardineiros que são responsáveis por fazer crescer.

Isso não significa que todas as pessoas de uma geração respondam ao mesmo padrão, felizmente há sempre diferenças individuais. No entanto, não se pode negar que as diferentes gerações têm metas, sonhos e formas de comportamento característico que são o resultado das circunstâncias que tiveram que viver e, em alguns casos, tornam-se inimagináveis em outras gerações.

Claro, o mais importante é não colocar rótulos, mas analisemos para entender o que está na base desse fenômeno, para não repetir os erros e para que possamos dar a devida importância a habidades de vida tão importantes quanto a Inteligência Emocional e a resiliência.

3 erros educacionais colossais que criaram a geração “floco de neve”

1. Superproteção. A extrema vulnerabilidade e escassa resiliência desta geração têm suas origens na educação. Estes são, geralmente, crianças que foram criadas por pais super protetores, dispostos a pavimentar o caminho e resolver o menor problema. Como resultado, essas crianças não teve a oportunidade de enfrentar as dificuldades e conflitos do mundo real e desenvolver tolerância à frustração, ou resiliência. Não devemos esquecer que uma dose de proteção é necessária para que as crianças cresçam em um ambiente seguro, mas quando impede que explorem o mundo e limite seu potencial, essa proteção se torna prejudicial.

2. Sentido exagerado de “eu”. Outra característica que define a educação recebida pelas pessoas da geração “floco de neve” é que seus pais os fizeram sentir muito especiais e únicos. Claro, somos todos únicos, e não é ruim estar ciente disso, mas também devemos lembrar que essa singularidade não nos dá direitos especiais sobre os outros, já que somos todos tão únicos quanto os outros. O sentido exagerado de “eu” pode dar origem ao egocentrismo e à crença de que não é necessário tentar muito, uma vez que, afinal, somos especiais e garantimos o sucesso. Quando percebemos que este não é o caso e que temos que trabalhar muito para conseguir o que queremos, perdemos os pontos de referência que nos guiaram até esse momento. Então começamos a ver o mundo hostil e ameaçador, assumindo uma atitude de vitimização.

3. Insegurança e catástrofe. Uma das características mais distintivas da geração do floco de neve é que eles exigem a criação de “espaços seguros”. No entanto, é curioso que essas pessoas tenham crescido em um ambiente social particularmente estável e seguro, em comparação com seus pais e avós, mas em vez de se sentir confiante e confiante, temem. Esse medo é causado pela falta de habilidades para enfrentar o mundo, pela educação excessivamente superprotetiva que receberam e que os ensinou a ver possíveis abusos em qualquer ação e a superestimar eventos negativos transformando-os em catástrofes. Isso os leva a desejarem se bloquear em uma bolha de vidro, para criar uma zona de conforto limitado onde eles se sintam seguros.

Para entender melhor como a educação recebida afeta uma criança, é importante ter em mente que as crianças procuram pontos de referência em adultos para processar muitas das experiências que experimentam. Isso significa que uma cultura paranóica, que vê abusos e traumas por trás de qualquer ato e responde com sobreproteção, gerará efetivamente crianças traumatizadas. A forma como os adultos enfrentam uma situação particularmente delicada para a criança, como um caso de abuso escolar, pode fazer a diferença, levando a uma criança que consegue superar e se torna resiliente ou uma criança que fica com medo e torna-se uma criança vítima

Qual é o resultado?

O resultado de um estilo de parentesco superprotetivo, que vê o perigo em todos os lugares e promove um sentido exagerado de “eu”, são pessoas que não possuem as habilidades necessárias para enfrentar o mundo real.

Essas pessoas não desenvolveram tolerância suficiente à frustração, então o menor obstáculo os desencoraja. Nem desenvolveu uma Inteligência emocional adequada, então eles não sabem como lidar com as emoções negativas que certas situações suscitam.

Como resultado, eles se tornam mais rígidos, se sentem ofendidos por diferentes opiniões e preferem criar “espaços seguros”, onde tudo coincide com suas expectativas. Essas pessoas são hipersensíveis à crítica e, em geral, a todas as coisas que não se encaixam na visão do mundo.

Também são mais propensos a adotar o papel das vítimas, considerando que estão todos contra ou equivocados. Desta forma, eles desenvolvem um local de controle externo, colocando a responsabilidade sobre os outros, em vez de se encarregar de suas vidas e mudar o que podem mudar.

O resultado também é que essas pessoas são muito mais vulneráveis ao desenvolvimento de transtornos psicológicos, do estresse pós-traumático à ansiedade e à depressão. Na verdade, não é estranho que o número de transtornos de humor aumente ano após ano.

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*Fonte: portalraizes

Pessoas inteligentes dormem tarde, falam palavrão e são bagunceiras, diz estudo

Dormir tarde, falar palavrão e fazer muita bagunça. Se você se identifica com esses hábitos, provavelmente o seu Q.I. (quociente de inteligência) é mais alto do que a média. Um estudo realizado pelo Departamento de Psicologia da Faculdade Marist e pela Universidade de Minnesota, ambas nos Estados Unidos, apontou que pessoas inteligentes são mais propensas a dormir tarde, usar mais palavrões e fazer bagunceiras.

Entre os testes realizados, estava a contagem de xingamentos que os participantes falavam durante um minuto, que concluiu que quanto mais palavrões a pessoa falava durante o tempo, maior era sua pontuação no teste de inteligência. Outra característica em comum encontrada entre os participantes com Q.I. alto era a tendência a dormir tarde da noite.
Saiba mais: Inteligência pode ser herdada da mãe? Ciência explica

Já os estudiosos da Universidade de Minnesota encontraram evidências de que bagunceiros também apresentam Q.I. mais elevado. A conclusão aponta ambientes desarrumados são mais interessantes para desenvolver atividades criativas e que se preocupar menos com limpeza e organização libera sua mente para se desenvolver de formas mais interessantes.

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*Fonte: minhavida

4 rituais que farão você muito mais feliz, segundo a neurociência

Você recebe todos os tipos de conselhos sobre felicidade na internet de pessoas que não sabem do que estão falando. Não confie nelas.
Na verdade, não confie em mim também. Confie em neurocientistas.

Eles estudam essa massa cinza em sua cabeça o dia inteiro e aprenderam muito sobre o que realmente vai fazer você feliz.

O pesquisador de neurociência da UCLA, Alex Korb, tem algumas ideias que podem criar uma espiral ascendente de felicidade em sua vida.

Veja o que você e eu podemos aprender com as pessoas que realmente têm respostas:

1. A pergunta mais importante a fazer quando você se sente para baixo

Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Às vezes não parece que seu cérebro quer que você seja feliz. Você pode se sentir culpado ou envergonhado. Por quê?

Acredite ou não, a culpa e a vergonha ativam o centro de recompensa do cérebro.

Apesar de suas diferenças, o orgulho, a vergonha e a culpa ativam circuitos neurais similares, incluindo o córtex pré-frontal dorsomedial, a amígdala, a ínsula e o núcleo accumbens. Curiosamente, o orgulho é a mais poderosa dessas emoções para desencadear atividades nessas regiões – exceto no núcleo accumbens, onde a culpa e a vergonha vencem. Isso explica por que pode ser tão atraente acumular culpa e vergonha em nós mesmos – elas estão ativando o centro de recompensas do cérebro.

E você se preocupa muito também. Por quê? A curto prazo, a preocupação faz seu cérebro se sentir um pouco melhor – pelo menos você está fazendo alguma coisa sobre seus problemas.

Na verdade, a preocupação pode ajudar a acalmar o sistema límbico, aumentando a atividade no córtex pré-frontal medial e diminuindo a atividade na amígdala. Isso pode parecer contraintuitivo, mas isso apenas mostra que, se você está sentindo ansiedade, fazer algo a respeito – até mesmo se preocupar – é melhor do que não fazer nada.

Mas culpa, vergonha e preocupação são soluções horríveis a longo prazo. Então, o que os neurocientistas dizem que você deveria fazer? Faça a si mesmo esta pergunta:

Pelo que eu sou grato?

Sim, a gratidão é incrível… mas isso realmente afeta seu cérebro no nível biológico? Sim.

Você sabe o que o antidepressivo Wellbutrin faz? Aumenta o neurotransmissor dopamina. A gratidão também.

Os benefícios da gratidão começam com o sistema de dopamina, porque sentir-se grato ativa a região do tronco encefálico que produz dopamina. Além disso, a gratidão para com os outros aumenta a atividade nos circuitos sociais de dopamina, o que torna as interações sociais mais agradáveis…

Você sabe o que o Prozac faz? Aumenta o neurotransmissor serotonina. A gratidão também.

Um poderoso efeito da gratidão é que ela pode aumentar a serotonina. Tentar pensar em coisas pelas quais você é grato obriga você a se concentrar nos aspectos positivos de sua vida. Este simples ato aumenta a produção de serotonina no córtex cingulado anterior.

Eu sei, às vezes a vida te dá um soco bem forte no estômago e parece que não há nada pelo que ser grato. Adivinha?

Não importa. Você não precisa encontrar nada. É a procura que conta.

Não é encontrar gratidão que mais importa; é, em primeiro lugar, lembrar de procurar. Lembrar-se de ser grato é uma forma de inteligência emocional. Um estudo descobriu que, na verdade, ela afetava a densidade dos neurônios tanto no córtex pré-frontal ventromedial quanto lateral. Essas mudanças de densidade sugerem que à medida que a inteligência emocional aumenta, os neurônios nessas áreas se tornam mais eficientes. Com maior inteligência emocional, simplesmente é necessário menos esforço para ser grato.

E a gratidão não apenas deixa seu cérebro feliz – também pode criar um feedback positivo em seus relacionamentos. Portanto, expresse essa gratidão pelas pessoas de quem você gosta.

Mas o que acontece quando os sentimentos ruins tomam você completamente? Quando você está realmente perdido e nem sabe como lidar com isso? Existe uma resposta fácil…

2. Rotule sentimentos negativos
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Você se sente horrível. Tudo bem, dê um nome a esse horror. Triste? Ansioso? Com raiva?

É simples assim. Parece idiota? Sua cabeça discorda.

…em um estudo de ressonância magnética funcional, apropriadamente intitulado “Colocando sentimentos em palavras”, os participantes viram fotos de pessoas com expressões faciais emocionais. Previsivelmente, a amígdala de cada participante ativou as emoções da imagem. Mas quando foram solicitados a nomear a emoção, o córtex pré-frontal ventrolateral ativou e reduziu a reatividade emocional da amígdala. Em outras palavras, reconhecer conscientemente as emoções reduziu seu impacto.

A supressão de emoções não funciona e pode se voltar contra você.

Gross descobriu que as pessoas que tentaram suprimir uma experiência emocional negativa não conseguiram fazê-lo. Enquanto eles achavam que eles pareciam bem externamente, internamente seu sistema límbico estava tão excitado quanto sem supressão, e em alguns casos, ainda mais excitado. Kevin Ochsner, da Columbia, repetiu essas descobertas usando ressonância magnética funcional. Tentar não sentir algo não funciona e, em alguns casos, até volta contra você.

Mas a rotulagem, por outro lado, faz uma grande diferença.

Para reduzir a excitação, você precisa usar apenas algumas palavras para descrever uma emoção e, idealmente, usar uma linguagem simbólica, o que significa usar metáforas, métricas e simplificações indiretas de sua experiência. Isso requer que você ative o córtex pré-frontal, o que reduz a excitação no sistema límbico. Aqui está a moral da história: descreva uma emoção em apenas uma palavra ou duas, e isso ajuda a reduzir a emoção.

Os métodos antigos estavam muito à nossa frente neste caso. A meditação tem empregado isso há séculos. A rotulagem é uma ferramenta fundamental da plenitude.

Na verdade, a rotulagem afeta o cérebro de forma tão poderosa que também funciona com outras pessoas. Rotular emoções é uma das principais ferramentas utilizadas pelos negociadores de reféns do FBI.

Ok, espero que você não esteja lendo isso e rotulando seu estado emocional atual como “entediado”.

Talvez você não esteja se sentindo horrível, mas provavelmente tem coisas acontecendo em sua vida que estão lhe causando algum estresse. Aqui está uma maneira simples de vencê-las…

3. Tome aquela decisão
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Já tomou uma decisão e então seu cérebro finalmente se sentiu em repouso? Isso não é por acaso.

A ciência do cérebro mostra que tomar decisões reduz a preocupação e a ansiedade, além de ajudá-lo a resolver problemas.

Tomar decisões inclui criar intenções e estabelecer metas – todas as três fazem parte do mesmo circuito neural e envolvem o córtex pré-frontal de maneira positiva, reduzindo a preocupação e a ansiedade. Tomar decisões também ajuda a superar a atividade do estriado, o que geralmente o leva a impulsos e rotinas negativas. Finalmente, tomar decisões muda sua percepção do mundo – encontra soluções para seus problemas e acalma o sistema límbico.

Mas decidir pode ser difícil. Eu concordo. Então, que tipo de decisões você deveria tomar? A neurociência tem uma resposta…

Tome uma decisão “boa o suficiente”. Não se preocupe em tomar a absoluta, 100%, melhor decisão. Todos nós sabemos que ser perfeccionista pode ser estressante. E os estudos do cérebro confirmam.

Tentar ser perfeito sobrecarrega seu cérebro com emoções e faz você se sentir fora do controle.

Tentar o melhor, em vez de bom o suficiente, traz muita atividade pré-frontal ventromedial emocional no processo de tomada de decisão. Em contraste, reconhecer que bom o suficiente é bom o suficiente ativa mais áreas pré-frontais dorsolaterais, o que ajuda você a se sentir mais no controle…

Como o professor de Swarthmore, Barry Schwartz, disse na minha entrevista com ele: “Bom o suficiente é quase sempre bom o suficiente.”

Então, quando você toma uma decisão, seu cérebro sente que você tem controle. E, como já falei antes, um sentimento de controle reduz o estresse. Mas aqui está o que é realmente fascinante: A decisão também aumenta o prazer.

Escolher ativamente causou mudanças nos circuitos de atenção e em como os participantes se sentiram sobre a ação, e aumentou a atividade de dopamina.

Quer provas? Sem problemas. Vamos falar sobre cocaína.

Você dá uma injeção de cocaína a 2 ratos. O rato A teve que puxar uma alavanca primeiro. O rato B não precisou fazer nada. Alguma diferença? Sim: o rato A recebe um aumento maior de dopamina.

Então, os dois receberam as mesmas injeções de cocaína ao mesmo tempo, mas o rato A teve que pressionar ativamente a alavanca e o rato B não precisou fazer nada. E você adivinhou – o rato A liberou mais dopamina em seu núcleo accumbens.

Então, qual é a lição aqui? Da próxima vez que você comprar cocaína… opa, lição errada.

O ponto é, quando você toma uma decisão sobre um objetivo e depois o alcança, você se sente melhor do que quando coisas boas acontecem por acaso.

E isso responde ao eterno mistério de por que arrastar sua bunda para a academia pode ser tão difícil.

Se você vai porque acha que precisa ou deveria, bem, isso não é uma decisão realmente voluntária. Seu cérebro não recebe o impulso do prazer. Apenas sente stress.

E isso não é maneira de construir um bom hábito de exercício.

Curiosamente, se eles são forçados a se exercitar, eles não recebem os mesmos benefícios, porque sem escolha, o exercício em si é uma fonte de estresse.

Então, tome mais decisões. O pesquisador de neurociência, Alex Korb, resume bem: “Nós não apenas escolhemos as coisas de que gostamos; nós também gostamos das coisas que escolhemos.”

Ok, você está sendo grato, rotulando emoções negativas e tomando mais decisões. Ótimo. Mas isso parece meio solitário para uma receita de felicidade. Vamos colocar outras pessoas aqui.

O que você pode fazer com outras pessoas que a neurociência diz que é um caminho para muita felicidade? E algo estupidamente simples para você não ficar com preguiça e não fazer?

Os doutores do cérebro têm uma resposta para você…

4. Toque em pessoas
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Não, não indiscriminadamente; isso pode te causar muitos problemas.

Mas precisamos sentir amor e aceitação dos outros. Quando não sentimos, é doloroso. E eu não quero dizer “constrangido” ou “decepcionado”. Eu quero dizer realmente doloroso.

Os neurocientistas fizeram um estudo em que as pessoas jogavam videogame. Os outros jogadores jogavam a bola para você e você jogava de volta para eles.

Na verdade, não havia outros jogadores; tudo isso era feito pelo programa de computador.

Mas os participantes foram informados de que os personagens eram controlados por pessoas reais. Então, o que aconteceu quando os “outros jogadores” paravam de ser legais e não compartilhavam a bola?

Os cérebros dos participantes responderam da mesma forma como se experimentassem dor física. A rejeição não apenas machuca como um coração partido; seu cérebro sente como uma perna quebrada.

De fato, como demonstrado em um experimento de ressonância magnética funcional, a exclusão social ativa o mesmo circuito que a dor física…em um ponto onde eles pararam de compartilhar, apenas jogando um para o outro, ignorando o participante. Essa pequena mudança foi suficiente para provocar sentimentos de exclusão social e ativou o cingulado anterior e a ínsula, assim como a dor física o faria.

Os relacionamentos são muito importantes para o sentimento de felicidade do seu cérebro. Quer levar isso para outro nível? Toque em pessoas.

Uma das principais formas de liberar a ocitocina é através do toque. Obviamente, nem sempre é apropriado tocar na maioria das pessoas, mas pequenos toques, como apertos de mão e tapinhas nas costas, geralmente não há problema. Para as pessoas com quem você é próximo, se esforce mais para tocar com mais frequência.

O toque é incrivelmente poderoso. Nós simplesmente não damos crédito suficiente. Ele o torna você mais persuasivo, aumenta o desempenho da equipe, melhora o seu flerte… caramba, até aumenta as habilidades matemáticas.

Tocar em alguém que você ama realmente reduz a dor. Na verdade, quando estudos foram feitos em casais, quanto mais forte o casamento, mais poderoso o efeito.

Além disso, dar as mãos a alguém pode ajudar a consolar você e seu cérebro em situações dolorosas. Um estudo de ressonância magnética funcional examinou as mulheres casadas quando elas foram avisadas de que estavam prestes a sofrer um pequeno choque elétrico. Enquanto antecipava os choques dolorosos, o cérebro mostrava um padrão previsível de resposta em circuitos de dor e preocupação, com ativação na ínsula, no cingulado anterior e no córtex pré-frontal dorsolateral. Durante um exame em separado, as mulheres seguravam as mãos dos maridos ou a mão do examinador. Quando uma participante segurava a mão do marido, a ameaça de choque tinha um efeito menor. O cérebro apresentou ativação reduzida tanto no córtex cingulado anterior quanto no córtex pré-frontal dorsolateral – isto é, menos atividade nos circuitos de dor e preocupação. Além disso, quanto mais forte o casamento, menor a atividade da ínsula relacionada ao desconforto.

Então, abrace alguém hoje. E não aceite abraços curtos e rápidos. Não, não, não. Diga que seu neurocientista recomendou abraços longos.

Um abraço, especialmente longo, libera o neurotransmissor e hormônio ocitocina, que reduz a reatividade da amígdala.

Pesquisas mostram que dar cinco abraços por dia durante quatro semanas aumenta muito a felicidade.

Não tem ninguém para abraçar agora? Não? (Sinto muito ouvir isso. Eu te daria um abraço agora, se pudesse.) Mas há uma resposta: a neurociência diz que você deveria ir receber uma massagem.

Os resultados são bastante claros de que a massagem aumenta a sua serotonina em até 30%. A massagem também diminui os hormônios do estresse e aumenta os níveis de dopamina, o que ajuda a criar novos hábitos. A massagem reduz a dor porque o sistema de ocitocina ativa as endorfinas analgésicas. A massagem também melhora o sono e reduz a fadiga, aumentando a serotonina e a dopamina e diminuindo o cortisol, o hormônio do estresse.

Portanto, passe tempo com outras pessoas e dê alguns abraços. Desculpe, mensagens de texto não são suficientes.

Quando você coloca as pessoas em uma situação estressante e depois as deixa visitar seus entes queridos ou falar com elas ao telefone, elas se sentem melhor.

E quando elas apenas mandaram uma mensagem de texto? Seus corpos responderam da mesma forma como se não tivessem apoio algum.

…o grupo de mensagens de texto apresentava níveis de cortisol e ocitocina semelhantes aos do grupo sem contato.

Nota do autor: Eu aprovo totalmente as mensagens de texto se você combinar um abraço.

Tudo bem, eu não quero sobrecarregar seu cérebro com muita informação. Vamos resumir e aprender a maneira mais rápida e fácil de começar a espiral ascendente da felicidade inspirada pela neurociência…
Resumo

Veja o que a pesquisa sobre o cérebro diz que fará você feliz:

Pergunte: “Pelo que eu sou grato?” Sem respostas? Não importa. Apenas a procura já ajuda.
Rotule aquelas emoções negativas. Dê um nome a elas e seu cérebro não se incomodará tanto.
Decida. Vá para “bom o suficiente” em vez de “melhor decisão já feita na Terra”.
Abraços, abraços, abraços. Não mande mensagens de texto – toque.

Então, qual é a maneira mais simples de começar essa espiral ascendente de felicidade?

Basta enviar um e-mail de agradecimento a alguém. Se você se sentir constrangido, envie também este post para dizer o por quê.

Isso realmente pode iniciar uma espiral ascendente de felicidade em sua vida. O pesquisador de neurociência da UCLA, Alex Korb, explica:

Tudo está interligado. A gratidão melhora o sono. O sono reduz a dor. A dor reduzida melhora seu humor. Humor melhorado reduz a ansiedade, o que melhora a concentração e o planejamento. Concentração e planejamento ajuda na tomada de decisão. A tomada de decisão reduz a ansiedade e melhora o prazer. O prazer te dá mais coisas para ser grato, o que mantém esse ciclo da espiral ascendente. O prazer também aumenta a probabilidade de você se exercitar e ser social, o que, por sua vez, o deixará mais feliz.

Então, obrigado por ler isso.

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*Fonte: awebic

Perda de qualidade do sêmen ameaça reprodução humana

Quando um casal tem dificuldades para engravidar, é comum que a mulher se torne a principal suspeita de ser infértil. No entanto, estudos estimam que 50% dos casos de infertilidade conjugal – que afetam cerca de 48,5 milhões de pessoas no mundo – tenham como causa algum problema masculino.

E a tendência é que esses números aumentem.

Estudos realizados em diversos países mostram que a qualidade média do sêmen dos homens de todo o mundo vem caindo pelo menos desde a década de 1930. Não há informações conclusivas sobre as causas – as principais suspeitas recaem sobre o álcool, o cigarro e substâncias químicas presentes em pesticidas, solventes e recipientes de plástico.

Um dos poucos estudos no Brasil sobre o assunto foi feito recentemente pela bióloga Anne Ropelle em sua dissertação mestrado na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Ela conta que o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da universidade realiza exames de espermograma desde 1989. Das 33.944 amostras registradas entre 1989 e 2016, ela analisou 18.902.

Anne dividiu os exames em cinco períodos de tempo e analisou os principais parâmetros que medem a qualidade do sêmen: concentração (quantidade de espermatozoides na amostra), motilidade progressiva (capacidade de movimentação, importante para o encontro com o óvulo e a fertilização) e morfologia (sua forma). “Notamos uma queda significativa em todos eles“, ela afirma.

A concentração seminal, por exemplo, caiu de 86,4 milhões de espermatozoides por mililitro (ml) no período de 1989 a 1995 para 48,32 milhões/ml entre 2011-2016. A porcentagem com boa motilidade baixou de 47,6% para 35,9%, e o índice dos que tinham formas normais reduziu-se de 37,1% para 3,7%.

Apesar dessas quedas, os dois primeiros parâmetros estão dentro dos padrões estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que são, respectivamente, mínimos de 15 milhões e 32%.

Quanto à morfologia, a porcentagem encontrada por Ropelle está um pouco abaixo do que é considerado normal pela OMS, que é acima de 4%. Esses dados podem ser um alerta. “Se os números continuarem caindo, os casais poderão encontrar maior dificuldade para conseguirem uma gestação“, diz a especialista.

Discussões

No exterior, as pesquisas sobre o tema são mais antigas e numerosas. Todas apontam na mesma direção. O médico urologista Leocácio Barroso, do Hospital Universitário Walter Cantídio, da Universidade Federal do Ceará (UFC), cita algumas meta-análises (revisão sistemática de várias pesquisas realizadas sobre um mesmo tema).

Uma delas foi feita pela bióloga dinamarquesa Elisabeth Carlsen, que analisou 61 estudos sobre qualidade do sêmen realizados por outros pesquisadores de vários países, entre 1938 e 1991. Os resultados foram divulgados em 1992. “Ela mostrou que nesse período a concentração média de espermatozoides caiu de 113 milhões/ml para 66 milhões/ml“, informa Barroso.

Para ele, a mensagem essencial do estudo de Carlsen e colaboradores é que a concentração seminal declinou globalmente em cerca de 50% no último século, atraindo uma atenção significativa e sendo foco de diversas discussões. “A partir dessa publicação, diversos laboratórios têm analisado seus próprios dados retrospectivamente e muitos estudos sugerem que, de fato, houve um declínio na qualidade do esperma“, conta.

Um desses trabalhos foi divulgado cinco anos mais tarde, em 1997, pela especialista em reprodução humana Shanna Swan, dos Hospital Mount Sinai, de Nova York. Ela fez uma reanálise de 56 estudos analisados por Carlsen e confirmou uma significativa queda na densidade espermática nos Estados Unidos e na Europa, mas não em outras partes do mundo.

“Mais tarde, em 2000, ela realizou outra extensa meta-análise, dessa vez de 101 estudos, que confirmou o declínio na qualidade seminal no período de 1934 a 1996“, diz Barroso.

A própria OMS reduziu os valores de referência que definem uma amostra seminal como “normal“. “De 1987 até hoje, a organização publicou cinco edições do Manual para o Exame do Sêmen Humano“, diz Barroso.

“A publicação mais recente, de 2010, traz valores de referência mais baixos do que os encontrados na última edição, de 1999.” Os novos parâmetros de concentração mínima foram reduzidos de 20 milhões/ml para 15 milhões/ml, os da motilidade, de 50% para 32%, e os da morfologia, de 14% para 4%.

Para a definição de tais valores, foram avaliadas amostras de 4.500 homens de 14 países de quatro continentes. Barroso tem, no entanto, uma crítica ao manual. De acordo com ele, enquanto algumas áreas foram super-representadas, como o norte da Europa, outras foram subrepresentadas, como a África e a América do Sul.

“De fato, para esse estudo não foi avaliada nenhuma amostra proveniente do Brasil“, diz. “Portanto, a interpretação e aplicação dos valores de referência definidos pela última publicação da OMS para o brasileiro é imprecisa.”

Estilo de vida?

Que a qualidade seminal vem caindo no mundo é praticamente uma certeza. Já as causas não são bem conhecidas. “Nosso banco de dados não possuía informações sobre estilo de vida ou hábitos dos pacientes, desta forma não pudemos correlacionar a queda a uma ou mais causas“, afirma Anne. Mas há suspeitas.

Seu orientador, o ginecologista Luiz Francisco Baccaro, da FCM da Unicamp, aponta alguns. “Vários autores relatam que substâncias com efeitos similares ao estrogênio (hormônio cuja ação está relacionada ao controle da ovulação e ao desenvolvimento de características femininas), conhecidas como ‘desreguladores endócrinos’, poderiam agir no feto do sexo masculino ainda no útero da mãe, levando a problemas na função testicular“, diz.

Entre esses “desreguladores endócrinos” estão substâncias químicas, presentes em pequena quantidade em pesticidas, solventes e recipientes de plástico, por exemplo. Além dos fatores ambientais, aspectos relacionados aos hábitos de vida também devem influenciar a produção de esperma.

“Alguns estudos demonstraram que o tabagismo e o consumo de álcool em excesso podem diminuir a qualidade do sêmen“, acrescenta Baccaro. “Além disso, um fator muito prevalente que influencia nisso é a obesidade, que pode levar a um desequilíbrio hormonal. Um estudo mostrou que homens com excesso de peso têm o esperma pior.”

Barroso cita outros suspeitos. “O uso de telefones celulares têm aumentado as preocupações em relação ao efeito das suas ondas eletromagnéticas na fertilidade“, afirma.

“Estudo observacional recente, in-vivo e in-vitro, mostrou que os aparelhos podem causar uma diminuição da densidade, motilidade, viabilidade e morfologia dos espermatozoides. Hipertermia (alta temperatura) testicular também pode impedir a espermatogênese. Por isso, o uso de laptops próximo à genitália, utilização frequente de saunas e banheiras aquecidas estão entre os fatores considerados como possíveis causas da queda da qualidade do sêmen.”

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*Fonte: pragmatismo

Quem discute muito para provar sua sabedoria demonstra sua ignorância

Quem discute muito tentando provar sua sabedoria ou sua verdade universal, na maior parte das vezes só demonstra a sua ignorância. Porque inteligente não é quem ganha as discussões, inteligente é quem não as provoca e quem, por sua vez, sabe a hora de se afastar quando toma consciência de que há batalhas que não valem a pena.

Portanto, fica claro que a arte de discutir tem muito a ver com a própria personalidade. Além disso, a maneira através da qual nós realizamos este processo também se relaciona com a educação recebida e com as dinâmicas familiares em que crescemos. Nestes micro-universos tão variados e ao mesmo tempo complexos, muitas vezes as pessoas acabam integrando a crença de que quem grita mais alto é quem leva a razão.

“Conserve a calma nas discussões, porque se exaltar pode converter o erro em culpa e a verdade em falta de cortesia.”
-Herbert Spencer-

Quem discute, poucas vezes o faz para mostrar posições diferentes. A pessoa procura desarmar, ouve para responder e não para entender, ampliando, assim, mal-entendidos até criar um ambiente marcado de negatividade e tensões. Se desde crianças vimos nossos pais protagonizarem verdadeiras disputas baseadas apenas na troca de rancores, entenderemos por que este tipo de dinâmica se cristaliza de geração em geração.

Sem dúvida não há ninguém para nos apresentar à arte das boas discussões. Tudo isso faz com que não seja nada fácil gerir essas situações se a pessoa diante de nós é o nosso parceiro ou um familiar próximo. Porque quanto maior for a proximidade emocional, maiores serão os efeitos colaterais e mais nocivos serão os arsenais de repreensão.

A teoria dos 5% nas discussões entre casais

Todos sabemos que as discussões mais complexas são as que ocorrem entre os casais. É um cenário complicado, amargo e intenso onde as emoções ficam à flor da pele. Apesar disso, a obstinação de impor o nosso ponto de vista ao mesmo tempo em que sentimos a necessidade – um tanto desesperada – de sermos compreendidos, faz com que os nossos argumentos não sejam sempre tão claros ou construtivos como gostaríamos que fossem.

Na terapia de casais existe uma teoria que nunca falha no que se refere a discussões. É a regra dos 5%. Dentro de todo esse emaranhado de tensões e diferenças desmedidas existe sempre um pequeno canto em que podemos confluir. Reconhecer esses 5% onde ambos estamos de acordo não significa em absoluto que devemos abandonar a nossa posição em relação aos outros 95%.

É, por assim dizer, uma “ilha de refúgio”, onde o casal pode se sentar para chegar a acordos. Não podemos esquecer que o objetivo final nas nossas discussões com o nosso parceiro não é “ganhar”, mas sim “construir”. Algo que só pode ser realizado através de uma inteligência emocional adequada, do respeito e do princípio da reciprocidade.

“Eu tenho consciência de que as nossas dificuldades financeiras preocupam a nós os dois, mas acho que você deveria compartilhar comigo os seus pensamentos e não se fechar dessa forma. Seu isolamento me deixa de mau humor, e você também acaba ficando. Ambos alimentamos um círculo vicioso que tem que terminar”.

 

Quem discute para ter razão perde tudo

Certamente alguma vez você já agitou uma garrafa de refrigerante. Quando retiramos a tampa, o líquido do interior vai estourar, derramando tudo. É exatamente isso que acontece nessas discussões acaloradas, onde em apenas cinco segundos podemos perder tudo. Nos deixarmos levar por um momento de raiva pode nos custar uma vida de arrependimento.

As emoções são como o refrigerante. Se as retemos um dia após o outro ao beber e calar, ao baixar o rosto e engolir, chegará o dia em que, simplesmente, iremos explodir no pior momento. Reagir a algo no mesmo segundo traz efeitos colaterais. Calar-se e aguentar também não é uma boa opção.

Propomos que você reflita a seguir sobre as estratégias que podemos utilizar para gerir um pouco melhor as nossas discussões.

A arte de discutir com serenidade e inteligência

Uma pessoa pode tentar manter a calma e dizer aquilo que não vale a pena dizer. No entanto, todos temos um “botão de alarme” que gere o nosso sistema límbico. Trata-se de uma estrutura cerebral que rege a nossa essência mais instintiva e nos sussurra a mensagem “reaja, você está diante de uma ameaça”.

A chave para discutir com inteligência é não permitir que nos levem até essa fase. Devemos evitar essa etapa em que a nossa vontade fica sob as rédeas do sistema límbico. Porque é o momento em que vai surgir a raiva, o desespero e a falta de controle.

Não deixe que as discussões fiquem acaloradas. Alargue os tempos de resposta, visualize uma sala de luz branca e serena onde pode entrar de vez em quando para tomar distância, para continuar vendo as coisas com clareza.

No momento em que deixam de existir argumentos válidos para dar lugar às queixas, é hora de parar. Nesta fase, toda a discussão deixa de ter sentido para se transformar em um campo de batalha.

Quem discute com calma, inteligência e construtividade esconde, na verdade, toda uma aprendizagem prévia. É alguém que gere as suas emoções e que, acima de tudo, tem um bom autoconhecimento e uma plena segurança na sua pessoa.

Sabemos que no nosso idioma a palavra “discutir” tem uma conotação negativa. No entanto, há discussões que vale a pena ter se com elas, mediante o respeito e a atenção, for possível chegar a acordos. Algo assim só é possível se ambas as partes investirem em um aspecto essencial: a boa vontade.

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*Fonte: psicologiasdobrasil

“Foda” (Marcos Bulhões)

“Quer foder comigo?”
Sexo casual é o novo modelo de relacionamento.
Uma mensagem,
Um olhar,
Algumas palavras e pronto!
O sexo ganhou um novo pseudônimo;
o aclamado: “foda”.
Então prepare o preservativo
que a noite vai ser de prazer.
Mas a preservação não é só por
uma gravidez inesperada
ou uma DST, também nos preservamos
do compromisso, do apego,
das cobranças e também do AMOR.
É mais fácil tirar a roupa do que o sorriso.
Tocar corpo do que o coração.
Preferimos alguém pra comer em uma noite,
a alguém que fique para comer
com a gente no café da manhã.
Estamos tão fragilizados com compromisso
que matamos o prazer
enquanto a carência nos enterra.
Houve um tempo em que as pessoas
faziam amor, e eram felizes.
Mas hoje, elas fodem!!!
E talvez por isso exista pouca gente feliz
e tanta gente fodida.”

*De: Marcos Bulhões

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Os benefícios para a saúde de ser antissocial

Com alguma relutância, eu consigo ser sociável. Às vezes, fico secretamente aliviada quando planos para eventos sociais são cancelados. Fico nervosa depois de algumas horas socializando. Uma vez, eu até fui em um retiro silencioso de meditação por dez dias de graça – não pela meditação, mas pelo silêncio.

Então, eu me identifico com a escritora Anneli Rufus, que escreveu o seguinte na obra Festa de Um: O Manifesto dos Solitários: “Quando pais punem seus filhos em programas de TV os mandando ir para o quarto, eu ficava confusa. Eu amava meu quarto. Ficar trancada lá era um presente. Para mim, uma punição era ser obrigada a jogar com meu primo Louis”.

Características antissociais como essas geralmente estão longe de serem consideradas ideais. Muitas pesquisas mostram os problemas do isolamento social, considerado um problema sério de saúde pública em países com populações que estão envelhecendo rapidamente.

No Reino Unido, o Colégio Real de Médicos Gerais diz que a solidão apresenta um risco de morte prematura do mesmo nível que a diabetes. Conexões sociais fortes são importantes para o funcionamento cognitivo, função motora e um sistema imune funcionando bem.

Isso é especialmente evidente em casos de isolamento social extremo. Exemplos de pessoas presas em cativeiro, crianças isoladas em orfanatos abusivos e presos mantidos em solitárias, todos mostram como a solidão prolongada pode levar a alucinações e outras formas de instabilidade mental.

Mas esses são casos severos e involuntários. Para nós que apenas preferimos ter bastante tempo a sós, pesquisas recentes sugerem boas notícias: há benefícios em ser recluso, tanto para nossas vidas profissionais quanto para nosso bem-estar.

Espaço criativo

Um benefício chave é mais criatividade. Gregory Feist, especialista em psicologia da criatividade na Universidade Estatal da Califórnia em San Jose, definiu a criatividade como pensar ou agir com dois elementos-chave: originalidade e utilidade.

Ele descobriu que traços de personalidade comumente associados com criatividade são abertura (receptividade a novos pensamentos e experiências), autoeficácia (confiança) e autonomia (independência) – tudo inclui uma “falta de preocupação com normas sociais” e “uma preferência por ficar a sós”.

Aliás, a pesquisa de Feist com artistas e cientistas mostra que uma das principais características das pessoas criativas é seu interesse menor na socialização.

Um motivo para isso é que essas pessoas tendem a passar muito tempo sozinhas trabalhando em suas criações. Além disso, diz Feist, muitos artistas estão tentando entender seu mundo interno e muitas das experiências internas pessoais que eles tentam expressar e significar através da sua arte”. A solidão permite a reflexão e a observação necessárias para esse processo criativo.

Uma recente defesa dessas ideias partiu da psicóloga da Universidade de Buffalo Julie Bowker, que pesquisa distanciamento social. O afastamento social geralmente é dividido em três categorias: timidez causada por medo ou ansiedade, fuga devido a um desgosto pela socialização e insociabilidade devido a uma preferência pela solidão.

Um estudo publicado por Bowker e seus colegas foi o primeiro a mostrar que um tipo de distanciamento social poderia ter um efeito positivo – eles descobriram que a criatividade estava ligada especificamente à insociabilidade. Eles também descobriram que a insociabilidade não tinha relação com agressão (e sim timidez e fuga).

Isso é importante porque, enquanto pesquisas anteriores sugeriram que insociabilidade poderia não causar danos, Bowker e seus colegas mostraram que pode ser até benéfico. Pessoas antissociais tendem a ter “apenas o suficiente de interação”, diz Bowker. “Elas preferem ficar sozinhas, mas também não se importam em ficar com os outros.”

Há uma variação de gênero e cultura, é claro. Por exemplo, algumas pesquisas sugerem que crianças antissociais na China têm mais problemas interpessoais e acadêmicos que crianças antissociais no Ocidente. Bowker diz que essas diferenças estão diminuindo conforme o mundo se torna mais globalizado. Ainda assim, parece que a solidão é importante para mais coisas além da criatividade.

Foco interno

Acredita-se que líderes precisam ser gregários. Mas isso depende, entre outros fatores, das personalidades de seus empresários. Um estudo de 2011 mostrou que em restaurantes de uma rede de pizzarias na qual os funcionários eram mais passivos, chefes extrovertidos eram associados a lucros mais altos. Mas os que tinham funcionários mais proativos, líderes introvertidos eram mais eficientes.

Uma razão para isso é que pessoas introvertidas têm uma tendência menor de se sentir ameaçadas por personalidades fortes e sugestões. Elas também têm uma tendência maior a ouvir.

Desde os tempos mais antigos, as pessoas sabem que há uma ligação entre isolamento e foco mental. Afinal de contas, culturas com tradições de ermitões religiosos acreditam que a solidão é importante para alcançar a iluminação.

Pesquisas recentes nos deram um entendimento melhor da razão para isso. Um benefício da insociabilidade é que o estado do cérebro de descanso das atividades mentais, o que caminha de mãos dadas com a quietude de ficar só. Quando outra pessoa está junto, seu cérebro não consegue não prestar atenção. Isso pode ser uma distração positiva. Mas ainda assim é uma distração.

Sonhar acordado na ausência dessas distrações ativa a conexão predefinida do cérebro. Entre outras funções, essa conexão ajuda a consolidar a memória e entender as emoções dos outros. Dar um terreno livre a uma mente perambulante não apenas ajuda no foco a longo prazo mas também fortalece seu senso próprio e também o dos outros. Paradoxalmente, períodos de solidão podem ajudar na hora de voltar a socializar. E a ausência ocasianal de foco pode ajudar na concentração a longo prazo.

Outra estudiosa que defende os benefícios de uma solidão reflexiva e produtiva é Susan Cain, escritora de Quieto: O Poder dos Introvertidos em um Mundo Que não Consegue Parar de Falar e fundadora da Revolução Quieta, uma empresa que promove locais de trabalho quietos e apropriados para os introvertidos.

“Hoje em dia, tendemos a acreditar que a criatividade parte de um processo decididamente comunitário, mas ela depende de muita atenção mantida e um profundo foco”, diz ela.

“Além disso, humanos são seres sociais tão porosos que, quando nos cercamos de outras pessoas, automaticamente aderimos a suas opiniões e gostos estéticos. Para realmente seguir nossos caminhos ou visões, devemos estar dispostos a nos sequestrar, ao menos durante um certo período de tempo”.

Saúde ermitã

Ainda assim, a linha entre uma solidão útil e um isolamento perigoso pode ser tênue. “Quase tudo pode ser adaptável e mal ádaptável, dependendo de quão extremo chega”, diz Feist.

Uma doença tem a ver com uma disfunção. Se alguém para de se importar com os outros e corta totalmente o contato, isso pode levar a uma negligência patológica de relações sociais. Mas a insociabilidade criativa está muito distante disso.

Aliás, diz Feist, “há um perigo real com pessoas que nunca estão sozinhas”. É difícil ser introspectivo, autoconsciente e completamente relaxado a não ser que você tenha uma solidão ocasional. Além disso, os introvertidos tendem a ter menos amizades com laços mais fortes – o que pode estar ligado a uma felicidade maior.

Assim como muitas outras coisas, qualidade é mais importante que quantidade. Nutrir algumas relações sem sentir que você precisa popular sua vida com vozes falantes pode ser melhor para você no fim das contas.

Portanto, se a sua personalidade tende para o lado da insociabilidade, você não deveria sentir que precisa mudar. É claro que isso inclui desafios. Mas, contanto que você tenha contatos sociais regulares, esteja escolhendo a solidão em vez de ser forçado a ela, tenha ao menos alguns bons amigos e se sua solidão for boa para seu bem-estar e sua produtividade, não há por que se preocupar em fazer uma personalidade em forma de quadrado caber em um buraco arredondado.

Então sinta-se livre para limpar sua agenda social. Está psicologicamente aprovado.

*Por Christine Ro

 

 

 

 

 

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*Fonte: bbc-brasil

Por um mundo com mais gente “doida” e menos gente maldosa

Gente “doida” é gente feliz, alegre, que tem sempre uma palavra de otimismo e uma boa gargalhada a oferecer, mesmo em situações que geram preocupação e pessimismo.

São pessoas espontâneas e autênticas, que não têm medo de expor o que sentem, nem expor limites e pontos de vista. São pessoas que não estão preocupadas em tentar agradar a todos, embora exalem carisma e gentileza.

Gente “doida” é gente divertida, que está sempre de bem com a vida. Mesmo nos momentos de tristeza, elas se agarram ao otimismo dentro de si, pois sabem que tudo passa.

Gente “doida” é gente que vive, que não espera uma data específica para beber um bom vinho ou usar a roupa mais bonita do guarda-roupa. Elas não esperam as ocasiões especiais, elas fazem de todas as ocasiões especiais.

Gente “doida” é gente que saboreia a comida, mesmo em um almoço de 15 minutos, e que consegue parar para sentir o aroma do café ao invés de apenas ingerir cafeína para manter-se de pé.

Gente “doida” conversa sozinha, em silêncio ou em voz alta e está sempre rindo de si mesma. É gente que não se importa com defeitos nem com decepções, apenas com os aprendizados retirados de todas as experiências. Pois troca a reclamação pela gratidão por tudo o que há na vida.

Gente “doida” é gente sincera, em quem podemos confiar e confidenciar o que há de mais íntimo, pois temos certeza que elas não farão a “doideira” de espalhar por aí.

Gente “doida” não é perversa, como muitos costumam confundir. Gente perversa é gente maldosa, incapaz de sentir empatia, e que se faz de doida para, na verdade, causar transtornos psicológicos aos que estão ao seu redor.

Gente “doida” é gente do bem, mesmo quando a doideira se trata de alguma patologia. Mas se for uma doideira saudável, de pessoas que apenas fogem de uma sociedade doente de pessoas “normais” e egocêntricas, nada melhor do que sermos os estranhos que conseguem pensar e agir “fora da caixa”.

Gente “doida” é gente leve. Sou eu e é você que me lê, quando conseguimos relaxar e viver o momento, principalmente com aqueles que nos amam e a quem amamos, sem nos preocupar com o que não podemos controlar.

Por um mundo com mais gente “doida” e menos gente maldosa!

*Por Priscila Mattos

 

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Tente outra vez. Fracasse outra vez. Fracasse melhor

Às vezes a gente sonha, imagina um futuro, cria expectativas e, contrariamente ao que queríamos, a tudo que planejávamos, a vida nos leva por outros caminhos. Tempestades fortes, com rajadas de vento geladas, destroem tudo que construímos com enorme esforço. Como se não bastasse, o céu se abre, não para nos iluminar, mas para derrubar torrentes de água que parecem cair somente em nós, como se o universo buscasse de algum modo nos sufocar, transformando-nos em grandes silêncios contínuos de tristeza e desilusão.

A vida em sua extrema exuberância não nos permite compreendê-la e, assim, inevitavelmente sentiremos o peito esmagado pela angústia de não saber para que lugar estamos indo ou pior, não saber perfeitamente o que é o mundo em que vivemos. Com os fracassos que vamos adquirindo, a angústia muitas vezes se converte em tristeza e desesperança, de tal maneira que nosso coração fica tão seco e duro, que perdemos a capacidade de sentir e sonhar.

Desse modo, o viver se torna mecânico, o olhar cinza, os pés completamente presos ao chão. O sujeito sem alma e, por conseguinte, desanimado, perde a vontade de continuar a caminhar, com medo das novas tempestades que sabe que encontrará. Medo de tentar, de cair, de fracassar. Todavia, há outra maneira de viver, senão flertar com o fracasso? Há outro modo de viver, senão enfrentar “Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo infantil de ter pequenas coragens”?

Não há como viver sem estar disposto a enfrentar o mundo e inevitavelmente fracassar. Não há como sentir prazer, sem antes tropeçar na dor, não há como saber o que é alegria, sem conhecer a tristeza. A vida se equilibra em contrastes, o que de um lado traz medo e confusão, e de outro, cor, brilho, felicidades, pois são os contrastes que fazem emergir o novo, o inconcebível, o permanente.

Assim sendo, os fracassos são, antes de qualquer coisa, contrastes entre a doçura e o amargor, o conhecimento e a ignorância, a imensidão da dor e as lacunas de felicidades, a infinitude da vida e a finitude do homem, a secura de uma alma e a alegria da descoberta. Ser parado pelos fracassos é desistir de ser homem, de ser poeta, de ser sonhador e perder a dura, mas maravilhosa, capacidade de dobrar a realidade e dar ao mundo fantasia.

É bem verdade que por vezes as circunstâncias nos levam a querer desistir e a pensar que a melhor coisa é logo morrer para que o sofrimento dessa terra selvagem se estanque. Entretanto, essa é somente a escolha mais fácil, um fracasso último que não permite outros. Ora, mas o que somos nós senão o resultado dos fracassos que tivemos? O crescimento, a maturidade, as reinvenções, as epifanias, as maravilhosas loucuras, as belezas descobertas em lugares jamais imaginados, os caminhos desbravados que levaram às maiores alegrias. Tudo construído pelos fracassos, pelas novas rotas que nós fomos obrigados a tomar.

Fracassos são dolorosos, mas inerentes à vida e ao prazer. Sem eles não passamos de rabiscos inexpressivos, porque só cai, quem está disposto a se jogar no reino dos mistérios, atravessar o vale da sombra da morte e encontrar o caminho de felicidade a que estamos destinados.

Samuel Beckett disse: “Não importa. Tente outra vez. Fracasse outra vez. Fracasse melhor”. Eu vos digo, os fracassos são quedas que nos levam às depressões e nos fazem querer chegar às montanhas, mas o alto da montanha não é o mais importante. O mais importante, o que realmente importa, é nunca parar de subir. É escorregar em uma rocha solta, cair e subir novamente. É perceber as belezas que passam em raros momentos de grandiosidade infinita entre a queda e o passo de dança, a depressão e a montanha, o real e a poesia, o homem e o divino e, sobretudo, entre o fracasso e o sucesso daqueles que tentam outra vez, fracassam outra vez e fracassam sempre melhor.

*Por: Erick Morais

 

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*Fonte: genialmentelouco