9 coisas que aprendi sobre “não resolver os problemas dos outros”

É inegável que ajudar os outros é bom em diversos aspectos, porém até mesmo para a ajuda que fornecemos precisamos encontrar o equilíbrio, afinal nem sempre o que entendemos como ajuda é realmente bom para o outro, nem sempre o que é bom para nós é bom para todos. Mesmo que queiramos fazer de tudo para ajudar alguém, às vezes precisamos também compreender quando é hora de parar, uma vez que nesse ímpeto constante de ajudar, podemos acabar nos desgastando.

É sobre isso esse artigo, confira abaixo 9 lições que extraímos quando encontramos essa linha limite da ajuda:

1. As pessoas são diferentes.
Por isso, toda vez que você se pegar pensando “a vida desta pessoa seria muito melhor se…”, lembre-se de que essa é a vida dela e não a sua.Por mais que você queira ajudar, a perspectiva dela sobre o mundo é diferente da sua e projetar expectativas sobre o outro não vai ajudá-lo nem um pouco.

2. Você não pode resolver o problema de pessoas que não querem ter seus problemas resolvidos.
Como assim? Simples: há pessoas que, literalmente, cultivam seus problemas e se apegam a eles de tal maneira que já não conseguem mais se ver sem aquele algo sobre o qual se lamentar.Quanto a você… bem, você não pode mudar ninguém. A única coisa que você pode fazer é aceitar (que dói menos, como a sabedoria popular já diz) e amar essa pessoa do jeitinho que ela é.

3. Tentar “resgatar” alguém pode te afundar.
E a partir do momento que você afundar em problemas que não são seus, você os transforma em seus também. Você se envolve com tanta profundidade que passa a viver em função da vida do outro, esquecendo-se de si mesmo.Resultado? Ninguém ajuda ninguém!

4. Potencial significa “poder”, não “querer”.
Não é porque você acha incrível a maneira como determinada pessoa se expressa que você vai tentar convencê-la de que está na profissão errada. Ou então que deveria fazer um intercâmbio. Ou que poderia abrir um novo negócio.
Não é porque ela é muito inteligente que você tem a “obrigação de amigo” de informá-la que ela simplesmente não pode cursar uma graduação tão simples ou abandonar o mestrado ou deixar a presidência de uma grande empresa. Mais uma vez: a vida não é sua. Portanto, não cuide dela!

5. Ajudar não significa resolver.
Você pode, sim, ajudar um amigo(a), companheiro(a) ou familiar com uma boa conversa, demonstrando como você é grato por sua companhia, convidando-o para almoçar e até dizendo o quão especial ele(a) é na sua vida.O que você não pode é se sentir na obrigação de tomar as rédeas da vida da pessoa e organizá-la sozinho; mesmo que ela queira, mesmo que ela peça, mesmo que ela implore.
Com essa atitude você só vai desestimulá-la a acreditar no seu próprio potencial e vai torná-la dependente de você para sempre. Se é isso o que você deseja, procure um psicólogo – isso é carência!

6. Você não precisa que o outro seja feliz para ser feliz!
Parece simples, mas pode ser que o seu desespero para ajudar as pessoas seja reflexo do depósito de expectativas que você coloca sobre ela. Lembre-se: você não precisa que o outro seja feliz para ser feliz!
É claro que compartilhar alegrias é uma forma maravilhosa de viver nossas relações, mas como já sabemos, felicidade não vem de fora: ela parte de dentro de nós. Se a pessoa a quem você quer ajudar não consegue ser feliz, isso é um problema dela, não seu.
Por mais que te doa ler isso, respire fundo, olhe para dentro e simplesmente sorria sinceramente para si mesmo. Se você for capaz disso, será capaz de inspirar quem ama a ser feliz como você, e isso vale muito mais do que servir de muleta aos outros.

7. Cuidar de si mesmo ajuda mais do que você imagina!
E cuidar de si mesmo exige tempo e dedicação. Para dizer a verdade, até um pouquinho de egoísmo. Não adianta você varrer os seus próprios problemas para debaixo do tapete e correr na casa da comadre para lhe dar conselhos. Sua hipocrisia só vai fazer adoecer a você mesmo, ao seu amigo e à relação de vocês.
Seja sincero, encare suas dificuldades, olhe para o seu interior e, quando tudo estiver em harmonia (não necessariamente perfeito), a sua energia positiva será o suficiente para inspirar todos ao seu redor.

8. Problemas não são necessariamente coisas ruins.
Eles nos ajudam a crescer e a entender que a vida não é um mar de rosas, como minha avó já preconizava. É preciso ter o discernimento para perceber que “shit happens” (merdas acontecem) e que ninguém é obrigado a ser feliz o tempo inteiro (Wander Wildner já dizia, lembram da música?).
A partir do momento que você entender isso, perceberá que as dificuldades precisam acontecer para que nós amadureçamos e aprendamos a desapegar: afinal de contas, ao contrário do que a nossa sociedade consumista prega, nada é para sempre.

9. Você não pode mudar as pessoas, apenas amá-las.
Você não é melhor do que ninguém, aceite isso. Consequentemente, não pode mudar as pessoas, nem resolver seus problemas, muito menos julgar o que é bom ou não para ela.
Se nos lembrarmos do ditado popular “cada macaco no seu galho”, podemos pensar apenas em dar uma passadinha no galho do colega para doar um pouquinho do nosso amor e voltar logo para o nosso próprio para não quebrar o de ninguém e acabar estrebuchado no chão!

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*Fonte: vidaemequilibrio

5 Expressões populares criadas por William Shakespeare

Na história do teatro e da poesia, William Shakespeare é um nome incontornável. Seus trabalhos renderam algumas das obras culturais mais icônicas da arte mundial, repercutindo em todo o mundo e influenciando gerações. Mas o Bardo não deixou rastros somente na arte.

O reflexo de sua genialidade entrou, também, para o imaginário coletivo e nosso cotidiano. E não, não estou falando do doce Romeu e Julieta. Shakespeare criou algumas expressões que são repetidas sem que muitos de nós saibamos serem de sua autoria.

Conheça algumas e descubra se você cita Shakespeare e não sabia!

1. “Você está falando grego”
A imagem de falar grego, como dizer algo que é incompreensível a outra pessoa, tem origem em uma das peças teatrais criadas por William Shakespeare, mais especificamente em A Tragédia de Júlio César, de 1599.

No Ato 1, Cena 2, Cássio pergunta a Servíllio Casca o que Cícero havia dito, este responde: “De minha parte, era grego para mim”. No contexto da peça, Casca não havia entendido o que Cícero dizia porque este, realmente, estava falando em grego.

2. “Um coração de ouro”
No drama histórico Henrique V, publicado em 1599 e integrante de uma tetralogia sobre monarcas, o Bardo se inspirou na vida do nobre que governou a Inglaterra na primeira metade do século XV. No Ato 4, Cena 1, o rei se disfarça de plebeu e conversa com o personagem Pistol, que não o reconhece.

Ao perguntar ao rapaz se há homem melhor que o rei, este responde: “O rei é um alcoólatra, mas tem um um coração de ouro, é um rapaz de vida, um diabinho de fama”. Foi assim que a frase entrou para o vocabulário popular, mantendo o sentido original de significar uma pessoa muito gentil e honrada.

3. “O amor é cego”
O Mercador de Veneza foi uma peça em que Shakespeare fez questão de expressar temas relevantes que já existiam em sua época, como discriminação racial e desigualdade social. Dois personagens estavam apaixonados, mas suas diferentes classes sociais impediam que estivessem juntos.

No Ato 2, Cena 6, Jessica se disfarça de menino para ver Lorenzo. William Shakespeare escreve ali: “Mas o amor é cego, e os amantes não podem ver as belas loucuras que eles mesmos cometem”. É dos casos que o sentido original é o mesmo que utilizamos, a nossa incapacidade de ver defeitos em quem amamos.

4. “Quebrar o gelo”
Pois é, essa expressão associada ao fato de dar início a uma conversa interrompendo um silêncio constrangedor surgiu em A Megera Domada, de 1594, uma comédia. Nela, Batista, pai de duas filhas, se recusa a conversar com o pretendente de sua filha mais nova até que a mais velha se case.

Seu funcionário, Trânio, sugere que ele convença alguém a casar com a filha mais velha, pois tem intenções de conquistar o amor da mais nova. Então, no Ato 1, Cena 2, diz: “E se você quebrar o gelo, e fizer essa façanha, alcance o mais velho, liberte o mais novo”. Ah, A Megera Domada serviu de inspiração para a novela global O Cravo e a Rosa.

5. “O mundo é sua ostra”
Essa famosa expressão criada por William Shakespeare tem origem em As alegres comadres de Windsor, peça teatral de comédia publicada em 1602. A obra narrava com muito humor a burguesia inglesa da época. Foi escrita pelo Bardo em apenas quinze dias, a pedido da rainha Elizabeth I. A frase aparece no Ato 2, Cena 2, e é ligeiramente diferente.

Falstaff se recusa a emprestar dinheiro a outro personagem, que retruca dizendo: “Ora, então a minha ostra do mundo, que com espada abrirei”. Deu para ver que ela foi bastante adaptada, certo? “O mundo é sua ostra” não teria uma tradução muito exata no português, mas seria algo como “o mundo é seu” ou “o céu é o limite”.

*Por Alejandro Sigfrido Mercado Filho
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*Fonte: megacurioso

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Seus amigos são um reflexo de sua própria personalidade. Você escolhe os amigos de acordo com quem você é. Por isso, pessoas medíocres têm amigos medíocres.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos. Diz-se sabiamente: “ Um homem é conhecido pela companhia que mantém ”.

Os tolos têm pessoas tolas como amigos. Boas pessoas têm bons amigos. Pessoas más têm amigos maus.

Criminosos fazem amizade com criminosos. Os corruptos preferem os corruptos como amigos.

Pessoas honestas fazem amizade com pessoas honestas. Portanto, não é surpresa que pessoas inteligentes busquem amizade entre as pessoas inteligentes. Elas não podem tolerar pessoas medíocres.

Pessoas inteligentes são uma raridade no mundo, pois a maioria das pessoas é medíocre ou totalmente estúpida.

PESSOAS MEDÍOCRES NÃO SE SENTEM À VONTADE COM PESSOAS INTELIGENTES, POIS SÃO INFORMADAS DE SUA INCOMPETÊNCIA QUANDO ESTÃO EM SUA PRESENÇA.

As pessoas inteligentes também não se sentem à vontade com pessoas medíocres porque não podem perder tempo explicando tudo sem que elas consigam entender.

Assim, as pessoas inteligentes têm poucos amigos, pois pessoas inteligentes estão em falta no mundo, enquanto os medíocres existem aos montes, estão disponíveis em abundância.

Ter poucos amigos, portanto, não é ruim, é um sinal de que você se tornou seletivo, é uma prova de que você é inteligente e sabe separar o joio do trigo.

Eu diria que quanto mais inteligente você for, mais difícil será encontrar amigos verdadeiros que possam causar um impacto positivo em sua vida.

As pessoas inteligentes são mais perspicazes e têm padrões mais altos para seus amigos do que as pessoas comuns, e preferem ficar sozinhas do que com as pessoas erradas.

No entanto, quando pessoas inteligentes encontram amigos adequados, geralmente os mantêm por muito tempo porque é uma amizade baseada no respeito mútuo, e não na conveniência.

As pessoas inteligentes são mais exigentes em relação à qualidade e aos valores de seus amigos, então tendem a encontrar sua tribo mais tarde na vida em comparação com as pessoas comuns.

Em outras palavras, a vida social das pessoas inteligentes só melhora com a idade, à medida que aprendem mais sobre si mesmas.

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*Fonte: seuamigoguru

Como sua personalidade muda conforme você envelhece

“Senhor presidente, quero levantar uma questão que está rondando há duas ou três semanas e apresentá-la especificamente no contexto da segurança nacional…”, dizia o jornalista Henry Trewhitt, enquanto olhava seriamente para o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan.

Era outubro de 1984 e Reagan tentava a reeleição.

Algumas semanas antes, ele havia tido um mal desempenho no debate contra seu principal adversário. E havia rumores de que, aos 73 anos, ele estava simplesmente velho demais para o cargo.

Na época, Reagan era o presidente mais velho da história dos Estados Unidos, recorde que foi quebrado por Donald Trump (74) e agora pelo atual presidente, Joe Biden (78).

Seu antecessor no cargo havia passado dias sem dormir, na época da crise dos mísseis cubanos. E Trewhitt queria saber se Regan tinha alguma dúvida de que poderia governar sob circunstâncias semelhantes.

Em 1984, Reagan era o presidente mais velho a governar os Estados Unidos até então

“E quero que saiba que também não vou fazer da idade um tema desta campanha. Não vou explorar, para fins políticos, a juventude e a inexperiência do meu oponente.”

A resposta foi recebida com gargalhadas e aplausos, que precederam uma vitória esmagadora do candidato republicano.

A ironia de Reagan, no entanto, continha mais verdade do que ele podia imaginar.

Ele não só tinha a experiência ao seu lado, como também uma “personalidade madura”.

Todos nós estamos familiarizados com a transformação física que o envelhecimento impõe: a pele perde elasticidade, a gengiva se retrai, o nariz cresce, os pelos brotam em lugares peculiares — ao mesmo tempo que desaparecem completamente de outros — e aqueles preciosos centímetros de altura a que nos agarramos começam a desaparecer.

Agora, após décadas de pesquisas sobre os efeitos do envelhecimento, os cientistas estão descobrindo mudanças mais misteriosas.

“A conclusão é exatamente esta: que não somos a mesma pessoa durante toda nossa vida”, diz René Mõttus, psicólogo da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Embora nossa personalidade esteja mudando constantemente, ela muda em relação às pessoas ao nosso redor

A maioria de nós gostaria de pensar na nossa personalidade como relativamente estável ao longo da vida. Mas várias pesquisas sugerem que não é o caso.

Nossas características estão mudando constantemente e, quando entramos na casa dos 70 e 80 anos, passamos por uma transformação significativa.

A modificação gradual da nossa personalidade tem algumas vantagens surpreendentes. Nos tornamos mais conscientes, agradáveis ​​e menos neuróticos. Os níveis dos traços de personalidade da chamada “tríade obscura” — maquiavelismo, narcisismo e psicopatia — também tendem a diminuir e, com eles, o risco de comportamentos antissociais, como crimes e uso abusivo de substâncias.

As pesquisas mostram que nos tornamos pessoas mais altruístas e confiantes. Nossa força de vontade aumenta e desenvolvemos um senso de humor melhor. Por fim, os idosos têm mais controle sobre suas emoções.

Sem dúvida é uma combinação imbatível — e que indica que o estereótipo de que as pessoas mais velhas são rabugentas e ranzinzas precisa ser revisto.

Longe de serem consolidadas na infância, ou por volta dos 30 anos — como a comunidade científica pensou durante anos —, parece que nossas personalidades são fluidas e maleáveis.

“As pessoas se tornam mais agradáveis e mais adaptadas socialmente”, diz Mõttus.

“São cada vez mais capazes de equilibrar suas próprias expectativas de vida com as demandas da sociedade.”

Os psicólogos chamam o processo de mudança que ocorre à medida que envelhecemos de “maturação da personalidade”.

Aqueles com maior autocontrole provavelmente serão mais saudáveis ​​

É uma mudança gradual e imperceptível que começa na nossa adolescência e continua até pelo menos a nossa oitava década no planeta.

Curiosamente, parece ser universal: a tendência é observada em todas as culturas humanas, da Guatemala à Índia.

“Geralmente é controverso fazer julgamentos de valor sobre essas mudanças de personalidade”, diz Rodica Damian, psicóloga social da Universidade de Houston, nos Estados Unidos.

“Mas, ao mesmo tempo, temos evidências de que são benéficas.”

Por exemplo, a falta de estabilidade emocional tem sido associada a problemas de saúde mental, maiores taxas de mortalidade e divórcio.

Damian explica que o parceiro de alguém com alto grau de conscienciosidade tende a ser mais feliz, porque é mais provável que essas pessoas lavem a louça na hora e sejam menos suscetíveis a trair.

Acontece que, embora nossa personalidade mude em certa direção à medida que envelhecemos, quem somos em relação a outras pessoas na mesma faixa etária tende a permanecer bastante estável.

Por exemplo, é provável que o nível de neurose de uma pessoa diminua como um todo, mas os mais neuróticos aos 11 anos de idade geralmente ainda são os mais neuróticos aos 81 anos.

“Há uma base de quem somos no sentido de que mantemos nossa posição em relação a outras pessoas em certo grau”, diz Damian.

“Mas, em relação a nós mesmos, nossa personalidade não é imutável, podemos mudar.”

Como essas mudanças de personalidade se desenvolvem? “Este é o grande debate na área”, diz Mõttus.

Como o amadurecimento da personalidade é universal, alguns cientistas acreditam que, longe de ser um efeito colateral casual por termos tido mais tempo para aprender as normas sociais, as maneiras pelas quais nossa personalidade muda podem estar geneticamente programadas — talvez até moldadas por forças evolutivas.

Por outro lado, há especialistas que acreditam que nossa personalidade é em parte criada por fatores genéticos e posteriormente esculpida por pressões sociais ao longo de nossas vidas.

Por exemplo, uma pesquisa conduzida por Wiebke Bleidorn, psicóloga da personalidade da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que, em culturas onde se esperava que as pessoas amadurecessem mais rápido (em termos de casamento, começar a trabalhar, assumir responsabilidades adultas), suas personalidades tendem a amadurecer mais cedo.

nas quais se espera que se case ou comece a trabalhar mais cedo têm personalidades que amadurecem mais rápido

“As pessoas simplesmente se veem obrigadas a mudar seu comportamento e, com o tempo, se tornam mais responsáveis. Nossa personalidade muda para nos ajudar a enfrentar os desafios da vida”, explica Damian.

Mas o que acontece quando ficamos muito velhos?

Há duas maneiras possíveis de estudar como mudamos ao longo de nossas vidas.

A primeira é pegar um grupo grande de pessoas de idades diferentes e observar como suas personalidades são distintas.

Um problema com essa estratégia é que é fácil confundir acidentalmente os traços geracionais que foram esculpidos pela cultura de um determinado período de tempo — como pudor ou uma adoração inexplicável por leite condensado e coca-cola — com as mudanças que ocorrem à medida que envelhecemos.

A alternativa é pegar o mesmo grupo de pessoas e acompanhá-las à medida que crescem.

Foi exatamente o que aconteceu com o Lothian Birth Cohort (estudo de coorte de Lothian), um grupo de pessoas na Escócia que teve sua personalidade e traços de inteligência analisados em junho de 1932 ou junho de 1947, quando ainda estavam na escola. Na época, tinham cerca de 11 anos.

Junto a seus colegas da Universidade de Edimburgo, Mõttus rastreou centenas dessas pessoas quando elas estavam na faixa dos 70 ou 80 anos — e fez mais dois testes idênticos, com vários anos de diferença entre si.

Um famoso estudo com pessoas na Escócia mostrou resultados notavelmente diferentes para duas gerações de participantes

“Como tínhamos dois coortes diferentes de pessoas, e ambos foram medidos em duas ocasiões, pudemos usar as duas estratégias de uma vez”, diz Mõttus.

Foi uma sorte, porque os resultados foram visivelmente diferentes para as duas gerações.

Enquanto as personalidades do grupo mais jovem permaneceram mais ou menos as mesmas no geral, os traços de personalidade do grupo mais velho começaram a mudar, de modo que, em média, eles se tornaram menos abertos e extrovertidos, assim como menos agradáveis e conscientes.

As mudanças benéficas que vinham ocorrendo ao longo de suas vidas começaram a se reverter.

“Acho que faz sentido, porque na velhice as coisas começam a acontecer com as pessoas num ritmo mais rápido”, explica Mõttus, destacando que a saúde do grupo mais velho pode ter piorado e é provável que elas tenham começado a perder amigos e familiares.

“Isso tem um certo impacto em sua participação ativa no mundo.”

Ninguém investigou ainda se essa tendência continuaria após os 100 anos.

Pesquisas sobre japoneses centenários mostram que eles tendem a obter uma pontuação alta em conscienciosidade, extroversão e abertura, mas podem ter apresentado mais essas características desde o início, e talvez isso até tenha contribuído para sua longevidade.

Nossa personalidade está intimamente ligada ao nosso bem-estar

Na verdade, nossa personalidade está intrinsecamente ligada ao nosso bem-estar à medida que envelhecemos.

Por exemplo, aqueles com maior autocontrole são mais propensos a ser saudáveis ​​na idade adulta; mulheres com níveis mais elevados de neurose são mais suscetíveis a apresentar sintomas durante a menopausa; e um certo grau de narcisismo foi associado a taxas mais baixas de solidão, o que por si só é um fator de risco para morte precoce.

No futuro, compreender como certos traços da personalidade estão ligados à nossa saúde — e como podemos esperar que nossa personalidade evolua ao longo da nossa vida — pode ajudar a prever quem tem mais risco de sofrer de certos problemas de saúde e assim intervir.

“Eu estava dando uma palestra ontem em uma prisão”, conta Mõttus. “E uma questão na qual eles estavam realmente interessados era: as pessoas mudam? A conclusão geral é que sim, elas mudam.”

Isso significa que, na opinião dele, não há nenhuma evidência forte para sugerir que as pessoas podem usar sua personalidade como desculpa para seu comportamento.

O conhecimento de que nossas personalidades mudam ao longo de nossas vidas, quer a gente queira ou não, é uma prova útil de como elas são maleáveis.

“É importante que saibamos disso”, afirma Damian.

“Por muito tempo, as pessoas pensaram que não.”

“Agora estamos vendo que nossa personalidade pode se adaptar e isso nos ajuda a enfrentar os desafios que a vida nos apresenta”, acrescenta.

No mínimo, isso nos dá algo para esperar à medida que envelhecemos e uma chance de descobrir quem nos tornaremos.

*Por Zaria Gorvett
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*Fonte: bbc-brasil

70 ideias super práticas para simplificar sua vida

Nem sempre é simples…simplificar.

Ter uma “vida simples” (muitas vezes confundida com uma vida humilde) é, na verdade, complicado. É preciso pensar em como fazer isso, mas mais importante ainda é tomar decisões práticas.

Menos blá e mais pá!
Pensando em dar uma forcinha nesse lado de botar a mão na massa, preparei essa lista com 70 dicas para ter uma vida mais simples.

Importante: sim, coisas simples como aprender a dizer não e beber água estão na lista. Vai ser fácil você achar que a lista tem coisas muito singelas. Mas não as subestime porque são justamente as coisas mais banais que costumam ser ignoradas porque fomos doutrinados a achar que o complicado é o que resolve. E hoje em dia, complicar uma coisa que devia ser simples é um negócio altamente lucrativo, como mostram os algoritmos e as pseudo científicas contabilizações e interpretações de todo tipo de coisas, mas isso é outro post.

Não deixe seu preconceito atrapalhar sua leitura e dê uma chance para uma coisa simples mostrar o seu poder 😁

Sugestão – Este é um artigo longo. Leia com calma e quando tiver tempo. Ou salve essa página e leia aos poucos. O ideal é ir checar sua atual situação em cada um desses pontos 😉

Vamos lá, veja como você se sai. E mande o texto pra alguém próximo, pra comparar. Sempre rende um bom papo.

Aprenda a dizer não — Dizer não a compromissos e projetos não só faz você ganhar mais tempo, mas também aumenta seu processamento mental. A internet nos fez esquecer do como é não fazer nada, o “dolce far niente”, do ócio criativo.

Beba água – Essa é óbvia, mas um simples copo de água é bem mais saudável e barato que a maioria dos outros líquidos e é o maior exemplo de coisa ridícula que ninguém leva muito à sério, mas que tem um impacto significativo na saúde e na disposição. Minha dica dentro da dica: SEMPRE tome 2 copos, mesmo que o primeiro já tenha matado a sua sede.

Simplifique suas refeições – muita gente gasta um tempo enorme entre preparar, comer e limpar os pratos/travessas/copos. Planeje suas refeições, prepare a mais e guarde. Aprendi muito sobre isso fazendo jejuns intermitentes e de longa duração porque fica evidente o quanto a vida fica mais simples nesse departamento da cozinha. E aprendi também com o pessoal da musculação, que faz refeições frequentes e sabem como otimizar o tempo gasto para se alimentar (cubinhos de frango no Tupperware, alguém?)

Pessoas? Menos e melhores – Não é que eu não goste de pessoas, mas pessoas vêm e vão nas nossas vidas e é importante editar nosso círculo de amigos regularmente porque eles tem um grande poder de influencia e tem o poder de nos colocar para cima ou para baixo. Não há meio-termo. O tempo é precioso e deve ser gasto com as melhores pessoas possíveis. Dica dentro da dica: preste atenção em como você fica DEPOIS de passar alguns minutos com uma pessoa. Tá com uma energia melhor ou pior? Qual foi o residual? Esse truque eu uso com absolutamente TUDO, sejam pessoas, eventos, projetos, etc.

Torne-se uma família de um carro só – Usar um único carro pode ser difícil para algumas famílias, mas a ideia é simplificar. Reduz drasticamente os custos associados e de quebra serve de desculpa para aquele abençoado confinamento forçado que incentiva a convivência familiar. Um carro cheio de gente querida é uma bolha de trocas inesquecíveis, quase uma terapia de grupo.

Desligue a TV – eu consegui diminuir bastante graças a uma decisão que tomei dois atrás, de não consumir mais telejornais (ainda consumo notícias, mas só proativamente, nunca passivamente). Com isso a TV ficou menos tempo ligada, revi meu pacote de TV a cabo e tenho usado mais os streamings, que são menos impulsivos porque eliminam o efeito de ficar zapeando canais.

Reduza os aplicativos de celular – jogue fora SEM DÓ os aplicativos do seu telefone. Vc sempre poderá baixar de novo, se for o caso. Menos aplicativos significam menos distrações e notificações, uma das dicas mais importantes de toda essa lista e de alto impacto imediato na sua rotina. Faça o teste: jogue fora 80% dos apps, desligue TODAS as notificações e veja o que acontece com a sua vida depois de uma semana.

Limpe sua caixa de entrada – Pratique o “inbox zero” (zere ativamente os e-mails no seu inbox) todos os dias. É algo que dá pra resolver em dois minutos? Faça de imediato. Não dá? De um encaminhamento (lista de afazeres, forward, mova para alguma pasta, sei lá, encaminhe de alguma forma, mas tire do seu inbox)

Cancelar assinatura — Reserve um tempo para cancelar a assinatura de listas de e-mail nas quais você não encontra mais valor. Isso ajudará a reduzir a confusão da caixa de entrada e evitará o trabalho de excluir e-mails indesejados. Como editor, eu recebo de 800 a 1000 emails por dia, com pautas. Com o tempo montei um sofisticado sistema de regras e filtros que tornam possível priorizar as boas fontes e eliminar as não tão boas. Crie um sistema.

Verificar e-mail uma ou duas vez por dia — Essa é uma tarefa difícil para alguns, inclusive para mim, mas ninguém recebia correspondência pelos Correios ininterruptamente 24 horas por dia. Tente reduzir o número de vezes por dia que você verifica seu e-mail. Porque quando você entra… você fica. Armadilha total.

Não atenda o telefone — Você não tem que atender todas as ligações recebidas. Isso é um hábito que herdamos de uma era pré-internet em que telefone tocando precisava sempre ser atendido. Hoje em dia fica claro o quão intrusivo são as ligações telefonicas, não que não sejam justiçadas, mas pela imposição de serem respondidas imediatamente. A maioria das ligações não são importantes e podem ser resolvidas por texto. Telefone é para ser usado com pessoas muito especiais, quando queremos papear sem pressa. Aí sim é ótimo. Mas para coisas do dia-a-dia, prefira mensagens de texto.

Simplifique seu guarda-roupa – Em 2019 eu me livrei de 70% das minhas roupas, achei na época que era quase uma insanidade porque doei um monte de coisas que eu anda gostava muito, mas não usava. Um ano depois, joguei 70% desses 70% fora de novo. É IMPRESSIONANTE o quanto guardamos de coisas que não usamos. Todo mundo sabe que isso é um fato, mas desconfio que nem todo mundo saiba o quanto podemos abrir mão sem prejuízo NENHUM. Eu uso mais ou menos o mesmo estilo de roupa todos os dias. Isso elimina o tempo de decisão do que vestir e economiza muito dinheiro. E ainda pode ajudar pessoas que não tem o que vestir.

Reduza a desordem digital — É muito fácil salvar 1254 fotos no seu computador e ter uma tela cheia de atalhos. Reduza sua desordem digital e arrume seu desktop.

Minimize seus pertences — Coisas e desordem ocupam espaço e requerem manutenção. Menos coisas significam menos para limpar, organizar e reduzir nossa pegada. Manter o essencial e jogar fora o resto pode ajudá-lo a simplificar e ganhar clareza mental .

Reduza o acúmulo de papel — Use o e-mail e o recurso de impressão em PDF em seu computador.

Elimine contas em papel — Receber uma conta pelo correio é coisa do passado. O faturamento sem papel coloca a maioria de suas contas em um só lugar, no seu computador ou na nuvem, exatamente onde você precisa, sem toda a confusão de papel.

Minimize seus processos financeiros — Reduza o número de contas bancárias, cartões de crédito e empréstimos. Quanto mais centralizado, mais fácil de administrar.

Livre-se da culpa — Sentir-se culpado é algo que manifestamos e muitas vezes é desnecessário. Dê a si mesmo uma pausa muito necessária e pare de se sentir culpado.

Julgamento – Há muito julgamento dos outros neste mundo. Muitas vezes julgamos os outros sem ter o contexto adequado da situação. Quando paramos de julgar os outros, nos tornamos mais fortes e mais abertos a novos pensamentos e ideias. Um exemplo prático: eu ficava com muita raiva quando tomava uma cortada de um apressadinho no transito. Hoje eu penso assim: “talvez ele tenha um motivo real para estar com pressa, talvez esteja indo para um hospital”. Dar esse simples benefício da dúvida me tira todo estresse da situação. E hoje vejo o quanto era ridículo se estressar por coisas desse tipo.

Pare de se importar com o que os outros pensam – Nossa, essa é importante hein? Pega um café e pare nesse item para pensar na sua vida com carinho. Quando paramos de nos importar com o que os outros pensam de nossas ações ou da maneira como vivemos nossas vidas, nos tornamos livres. Parei de me importar anos atrás e comecei a viver minha melhor vida. Me tornei uma pessoa muito mais feliz. Dica dentro da dica: faça isso de uma maneira leve, sem aquela atitude “vão ter que me engolir”. A ideia é tirar o peso disso, não simplesmente mudar o erro de direção. Simplesmente viva mais de acordo com as suas regras e valores, é um processo interno. Libere os outros.

Uma casa menor – Uma casa grande e cara significa uma casa grande para limpar e manter. Também significa menos tempo livre e mais trabalho para dar conta das responsabilidades financeiras daquela casa. Considere reduzir o tamanho para uma casa menor e mais acessível. Dica dentro da dica: uma casa boa tem todo um simbolismo para nós e para os outros. Mas gosto de pensar que ocupamos, de fato, um metro quadrado de cada vez. Todos os outros são, em teoria, desnecessários em dado momento. Menos simbolismo e mais funcionalidade são boas coisas para refletirmos.

Trabalhe menos — Se der, claro, considere reduzir as horas de trabalho durante a semana ou mudar para um trabalho com uma demanda menor, se for algo abusivo.

Limpe seu carro – Faça uma limpeza completa no interior e no exterior do seu carro. Limpe a desordem no interior para um ambiente mais tranquilo ao dirigir.

Considere o clima — O clima em que vivemos pode ter um grande efeito em nossa felicidade e também pode complicar nossas vidas. Viver em um clima temperado pode economizar tempo e dinheiro em comparação com um clima com mais extremos. Menos extremos significam menos roupas de inverno e verão, contas de aquecimento e refrigeração, etc. Climas temperados são mais simples e quem não gosta de sol quente?

Superfícies planas e desocupadas – 3 coisas são certas: a morte, os impostos e o fato de que uma superfície plana SERÁ USADA como suporte da sua bagunça. Mantenha as superfícies planas limpas e/ou reduza o número de superfícies planas que você possui. Essa é difícil, eu sei.

Exercício — Você não precisa de equipamentos sofisticados e nem de academia para se exercitar. Há muitas maneiras de se exercitar usando o peso do seu próprio corpo ou acelerando seu coração de alguma forma. Esqueça esse termo “exercício” e troque por “vida em atividade”. Não é um evento chato que você marca na agenda, é um estilo de vida que traz benefícios corporais, mentais e sociais.

Tarefas domésticas — Crie uma programação semanal e diária de quais tarefas domésticas precisam ser realizadas. Atenha-se ao cronograma para uma casa limpa e convidativa.

Aluguel – Considere alugar ou assinar coisas em vez de possuir. Em alguns casos pode ser consideravelmente mais barato do que possuir. Mas também não deixe de criar um patrimônio, com aquisições que podem valorizar. Estude, pesquise e julgue com sabedoria.

Empréstimo — Itens que não são necessários ou são de *uso único* podem ser emprestados. Pegar livros emprestados com amigos em vez de comprar, por exemplo. Ou aquela furadeira. Empreste games, ferramentas ou qualquer outra coisa que você não precise a longo prazo.

Aprenda a preparar uma mala com leveza — Leve apenas o necessário, embalado de um jeito inteligente. Viaje mais leve e com mais fluidez. Dica dentro da dica: aproveite suas viagens para doar roupas e calçados e substituí-los por novos. Assim você substitue itens ao invés de adicionar.

Itens “só por garantia” — 99% das coisas que achamos que podem acontecer nunca acontecem. Mentalidade de escassez, antiga. Se algo realmente acontecer, provavelmente você terá um plano de ação disponível com facilidade.

Tenha menos animais de estimação – não vai ser o item mais popular dessa lista, mas o ponto aqui é o excesso. Você realmente precisa de 2 cães, 4 gatos, o tanque de peixes e aquele periquito? Animais de estimação são amigos pra vida toda, no entanto, o excesso vêm com o preço da complicação.

Pense em dupla finalidade — Itens de dupla finalidade economizam espaço e tempo. Sempre que eliminamos 2 itens por 1, simplificamos.

Re-Propósito – Improvise soluções com as coisas que você tem. Um livrinho no pé da mesa cambaleante pode não ser muito chique mas funciona. E muitos desses quebra-galhos nem ficam visíveis, aprenda a arte da gambiarra do bem (não confundir com a do mal, que pode mesmo trazer péssimas consequências)

Conserte coisas — Quando algo quebra, nossa reação instantânea é jogar o item fora e comprar um novo. No entanto, muitos itens podem ser consertados ou reparados para viver uma vida mais longa. Seja criativo e conserte algumas coisas em vez de sair para comprar novos. Em outros casos, como aquele carregador de celular que parou de funcionar, nem pense: jogue fora sem dó porque se guardar você vai esquecer que ele não funciona.

Reduza os pertences decorativos — Mil almofadas, bibelôs, fotos, chaves de carro com 15 chaveiros pendurados, etc, complicam nossas vidas. Menos é mais.

Álcool e Tabaco – Este é outro item impopular, mas fumar e beber não são as coisas mais saudáveis e podem ser caros. Pare de inalar cancer e reduza a bebida. Sim, o tom é meio dramático, mas diz aí se não é verdade?

Fique quieto – Fique quieto em sua mente e seja autoconsciente. Pense profundamente e reserve um tempo para descobrir o que você quer da vida. Há uma enorme falta de autoconsciência na sociedade de hoje. É importante descobrir o que valorizamos e o que nos faz felizes.

Ignore o “me too” – Pressão dos colegas, pessoas que julgam, a mídia, anunciantes, seus pais. Ignore tudo e faça o que você acha que deve fazer.

Simplifique sua rotina — Seja qual for sua rotina, pense nas etapas envolvidas. Tudo o que você está fazendo para sair de casa pela manhã ou quando chega em casa à noite é realmente essencial? Examine sua rotina diária e corte o que não é essencial.

Estabeleça rotinas se você não as tiver – estragamos a palavra “rotina” quando a transformamos em sinônimo de algo chato e repetitivo. Repetitivo até pode ser, mas chato… não necessariamente. Uma rotina simples e ponderada é importante para funcionarmos melhor e para trazer paz de espírito. Tá passando por um momento meio ruim? Continue seguindo adiante através de uma rotina. A rotina é o que pode trazer você de volta para o trilho, de uma forma prática.

Tenha filhos com consciencia – Esse é um item mais sensível porque é uma decisão totalmente pessoal e dependente de um contexto amplo. Ter filhos é uma decisão de alto impacto na sua vida. Eu sempre sonhei em ser pai e não imagino o que seria da minha vida se eu não tivesse o meu filho. Provavelmente a maior e melhor decisão da minha vida. Mas para algumas pessoas pessoas pode não ser algo tão relevante e não há nada de errado nisso. O que talvez não seja muito certo é ter filhos sem um mínimo de planejamento e sem tratar seu papel no desenvolvimento de um novo ser humano com a devida importância e responsabilidade.

Deixe alguma folga — Simplifique seu tempo deixando folga ou espaço em sua programação diária. Chegue aos seus compromissos com 15 minutos de antecedência e planeje as tarefas que levam mais tempo do que o normal. Criar folga em nossos horários reduz muito o estresse.

Faça uma coisa de cada vez — Multitarefa é fazer várias coisas mal-feitas ao mesmo tempo. Para sermos mais produtivos devemos fazer/terminar uma coisa de cada vez.

Aprenda com um professor de cada vez — A internet está cheia de informações sobre qualquer assunto sobre o qual alguém possa estar tentando aprender. O problema é que essas informações podem ser conflitantes e confusas. Aprenda com um professor de cada vez e implemente o que você aprendeu. Pegue o que funciona para você e descarte o resto. Se você aprendeu tudo o que pode de uma pessoa, passe para outra.

Seja frugal – queira menos, consuma menos e gaste menos.

Viva sem dívidas — Claro, nem sempre é uma opção. Ms quando for, mesmo assim evite. Dívida é escravização e deve ser evitada sempre que possível. “Crédito ou débito?” Débito.

Carregue menos – Carregue menos itens pessoais com você diariamente. Esvazie os bolsos e as bolsas e você se sentirá mais leve.

Passe um tempo sozinho — Passar um tempo sozinho traz muitos benefícios e pode simplificar sua rotina. Converse com você.

Livre-se dos eletrônicos ridículos — não estou falando do seu smartphone ou computador, mas de coisas completamente desnecessárias como aquele abridor de latas elétrico. Itens manuais geralmente ocupam menos espaço, quebram menos e economizam eletricidade.

Reduzir Compromissos — Reduza o número de compromissos sociais que você tem. Não vá a tudo e participe de menos eventos. Assuma menos projetos.

Reduza as mídias sociais — Tente reduzir o número de contas de mídia social que você possui. Fique com uma ou duas e livre-se do resto.

Fique em casa – saiu, gastou. Tempo e dinheiro. Claro que você deve sair bastante, mas também deve encarar um tempo em casa como um belo de um evento.

Pare de comer fora — Evite o restaurante ou o delivery e faça uma refeição simples e saudável em casa.

Ambicione menos — Simplifique suas ambições e sonhos. Escolha um ou dois objetivos alcançáveis ​​e vá atrás deles. Muitas vezes somos pegos lutando por mais do que poderíamos alcançar. Escolha algo que seja realmente importante e esqueça o resto.

Respire – Aproveite o tempo para respirar. Pare e realmente aproveite o processo de respiração. Meditação não é realmente minha praia, mas simplesmente respirar reduz muito estresse.

Digitalizar — Digitalize qualquer coisa que possa ser digitalizada, ocupando atualmente espaço físico. Pense em livros, CDs, filmes, fotos, etc.

Pessoas Tóxicas — Já falamos sobre menos pessoas, mas é importante destacar o fato de que algumas pessoas são simplesmente vampiros de energia. Pessoas cheias de drama, julgamento, opiniões infundadas e impositivas, que são tóxicas para nosso humor e bem-estar devem ser removidas de nossas vidas.

Medicamentos – Parece que toda dor que temos hoje em dia exige algum medicamento. Não parece importar a aflição que temos em um determinado momento e “tem um remédio ótimo para isso”. Tente entender e trabalhar as origens dessas manifestações (geralmente são notificações que o seu corpo está te mandando).

Itens de vaidade — A vaidade é a grande locomotiva do consumo. Talvez pudéssemos pular algumas dessas coisas.

Produtos de Saúde – A saúde é um grande negócio hoje em dia e se você não estiver tomando os suplementos certos e comendo abacate, caramba, você pode morrer. Bom, não sei se você tá sabendo, mas você vai sim morrer. Um dia. Lá pra frente. Simplifique, cuidado com produtos de saúde da moda e fique em forma à moda antiga. Coma de forma saudável e faça algum exercício. É simples assim.

Fins de semana e férias — Nós, como seres humanos, temos esse estranho problema de preencher nosso tempo livre com o máximo de atividade possível. Os fins de semana estão cheios de coisas que precisamos fazer e as férias estão repletas de atividades infinitas.

Estresse — Há um tempo atrás eu fingi um ataque cardíaco. Agora eu realmente não fingi porque pensei que estava tendo um ataque cardíaco de verdade. Fake é apenas um termo que eu uso para brincar sobre isso agora. Eu me refiro a isso como “naquele dia eu fingi um ataque cardíaco para sair do trabalho”. De qualquer forma, no pronto-socorro, depois que a equipe do hospital terminou o protocolo, o cardiologista entrou e me disse alguma coisa. Ela disse: “Eu não acho que você teve um ataque cardíaco, no entanto, se você continuar vivendo do jeito que está vivendo da próxima vez”. Meus amigos que estão lendo isso, deixem o estresse ir embora . Não aguente. Elimine-o e ignore-o. Sou uma pessoa muito mais feliz desde que fingi meu ataque cardíaco.

Seja básico — Não há problema em ser básico. Nem todo mundo nasceu para ser empresário , lenda do esporte ou modelo do Instagram. Apenas seja você mesmo e seja feliz. É assim que você mantém as coisas simples.

Vá devagar – Paciência é algo que todos nós precisamos desenvolver mais. Leve as coisas devagar como o Martinho da Vila e acredite que você vai chegar lá. Aproveite o processo de ser e fazer.
Pensamentos negativos – Pare com os pensamentos negativos e pare de se julgar. Reconheça quando ‘o juiz’ entra em cena na sua mente ou o monstro do ‘pobre de mim’. Se pudermos reconhecer o comportamento, podemos forçá-lo a sair de nossa mente.

Pensamento de Escassez – O mercado está saturado? Tem muita gente fazendo o que você faz ou quer fazer? Calma, tem muita gente nessa bola azul que moramos. Pense em modo abundância e vá encontrando seu nicho e seu público.

Banho – Você está no chuveiro para se lavar ou relaxar? Não importa, os dois motivos são ótimos. Fique atento ao propósito de uma bela ducha ou banheira e otimize ambos os cenários.

Siga as regras — Este é difícil, especialmente para mim, mas siga as regras. Coloque o cinto de segurança e dirija devagar. Não beba e dirija. Estacione apenas onde for permitido. Não traia seu cônjuge, etc. Simplesmente siga as regras e elimine a dor de cabeça de ser pego fazendo algo que não deveria estar fazendo. A vida é muito mais fácil quando não fazemos ondas.

Eliminar – eu salvei este por último, pois é o mais importante. Eliminar desperdício. Tempo perdido, palavras perdidas, tarefas perdidas. Elimine continuamente qualquer coisa considerada desperdício e esteja atento ao que é essencial e ao que não é.

*Por Wagner Brenner
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*Fonte: updateordie

Atração física não basta, tem que haver atração mental

Algumas pessoas nos atraem, de primeira, somente pela aparência, sem nem sabermos explicar o porquê direito. É a chamada atração física, que muitas vezes aproxima as pessoas, de início, para aventuras iniciais. No entanto, caso o físico não nos revele uma essência interessante, o relacionamento não dura, não se sustenta.

Embora hoje as aparências e superficialidades sejam supervalorizadas, em meio à rapidez que permeia todos os setores de nossas vidas, transformando-nos em robôs ligados no modo automático, na maioria das vezes insensíveis, não existe relacionamento capaz de sobreviver somente pautado sobre a materialidade. Se sobreviver, será aos pedaços, desconexo, inverídico.

Viver não é fácil, ainda mais com as dificuldades que crescem a cada dia. Sem que tenhamos alguém que nos receba com verdade e transparência ao final do dia, tudo ficará pior. Os pesos de fora se acumularão aos que nos aguardarão no lar, onde o amor não estará. Ou ficamos com a nossa própria companhia, ou com alguém que nos seja recíproco, porque, ao menos em nosso tempo livre, teremos que nos distanciar do que é falso, vazio e irreal.

O amor é muito mais do que atração física
Conviver com alguém requer entrega, partilha, sinceridade, o que não se sustenta sob aparências e frivolidades. A atração física pode até servir para a aproximação, porém, o que faz o amor durar é exatamente o que não se vê, o que é de dentro, íntimo e pessoal. Somente quem se desnuda para além do corpo é capaz de se entregar e de receber sentimentos verdadeiros. A superficialidade é como um muro que barra o que vem de dentro.

O corpo envelhece, a pele enruga, os cabelos vão ficando brancos, a força física se esvai aos poucos, porém, sentimentos verdadeiros e recíprocos permanecem acesos e renovados a cada amanhecer. No final de nossas vidas o sexo já não fará diferença alguma, mas sim as conversas entre nós e a pessoa amada. E é assim que o amor fica. E é assim que o para sempre não acaba.

*Por Marcel Camargo
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*Fonte: portalraizes

Por que achamos algumas pessoas chatas mesmo antes de conhecê-las

Para enriquecer a apresentação, o amigo traz algumas informações básicas. Bárbara mora em uma cidade pequena e trabalha como analista de dados em uma agência de seguros. E seu passatempo favorito é ver televisão.

A essa altura, você pode já estar resmungando só de pensar em conhecê-la — e esta reação pode dizer muito, tanto sobre você, quanto sobre analistas de dados que gostam de TV.

Pesquisas recentes indicam que as pessoas têm muitos preconceitos sobre as características que formam o estereótipo do chato. Como outros tipos de estereótipos, esses preconceitos podem não ser reais e objetivos, mas suas consequências são extremamente negativas.

As pessoas julgam com severidade aqueles que preenchem os estereótipos de “chato” e os consideram menos competentes e simpáticos que a média das pessoas. Elas chegam a afastar-se injustamente deles nas interações sociais — antes mesmo que eles abram a boca.

“Eles são marginalizados”, afirma Wijnand van Tilburg, psicólogo especializado em experimentos sociais da Universidade de Essex, no Reino Unido, que conduziu a pesquisa recente.

Essas descobertas podem fazer com que todos nós reanalisemos nossas conjecturas antes de conhecermos Bárbara em uma reunião social.

Quando iniciamos um encontro com expectativas indevidamente negativas, podemos perder uma conversa que talvez acabasse sendo agradável, enquanto uma mente mais aberta poderia fazer florescer uma amizade. E a pesquisa também oferece algumas dicas para melhorar a primeira impressão causada por nós mesmos.

Pesquisa surpreendente

A pesquisa de van Tilburg é sustentada por mais de duas décadas de interesse científico pelas experiências com pessoas chatas. Ela demonstrou que esta é uma das nossas experiências mais torturantes e traz influências profundas e surpreendentes sobre o nosso comportamento.

Em 2014, por exemplo, pesquisadores da Universidade da Virgínia em Charlottesville, nos Estados Unidos, pediram aos participantes de um estudo que passassem 15 minutos em uma sala com pouca mobília. Os participantes estavam sem seus telefones celulares, computadores e material de leitura, mas havia um aparelho que dava um pequeno choque elétrico a quem pressionasse um botão.

Apesar da óbvia dor causada pelo aparelho, 18 dos 42 participantes decidiram testá-lo pelo menos uma vez para quebrar o tédio. Parece que qualquer estímulo, mesmo o desconforto físico deliberado, era melhor que não ter nenhuma interação com o ambiente.

Você pode se perguntar se essa reação era específica para o ambiente do experimento, mas ela já foi reproduzida em outras situações. Em um estudo posterior, os participantes foram forçados a assistir a um filme monótono que exibia uma mesma cena de 85 segundos, repetida por uma hora – e muitos participantes preferiram brincar com um aparelho que gerava um choque elétrico desconfortável, quando tiveram a oportunidade.

Esses comportamentos podem parecer bizarros. Mas, segundo James Danckert, professor de neurociência cognitiva da Universidade de Waterloo, no Canadá, esses estudos apenas demonstram como o tédio pode ser poderoso para nos forçar a buscar novos estímulos – o que pode ter enormes efeitos benéficos para o nosso dia a dia.

Segundo ele, ao longo da vida, precisamos escolher constantemente entre esgotar a situação existente ou explorar outras oportunidades. E, depois de adotarmos o mesmo comportamento por muito tempo sem a recompensa correspondente, o tédio nos força a mudar de atividade, para não ficarmos presos naquela rotina.

A pesquisa de Danckert demonstra que os sentimentos de tédio são especialmente angustiantes quando somos conscientemente lembrados das outras possíveis fontes de estímulo que poderíamos estar explorando. As pessoas acham muito mais difícil, por exemplo, sentar-se em uma sala sem fazer nada, se estiverem olhando para um quebra-cabeça não terminado ou uma mesa com Lego sem permissão para tocá-los.

Isso pode explicar por que é insuportável ficar preso com uma pessoa chata em uma festa em meio a conversas animadas à nossa volta. Enquanto somos obrigados a ouvir os mínimos detalhes do emprego do nosso novo conhecido, estamos perdendo a chance de fazer conexões sociais mais profundas com alguém que seria muito mais ajustado à nossa personalidade.

Em termos psicológicos, nós percebemos o “custo de oportunidade” daquela conversa.

A partir dessas respostas iniciais, a equipe criou listas de 45 características pessoais, 28 profissões e 19 hobbies. Os pesquisadores pediram então a outro grupo, com mais de 300 pessoas, que avaliasse cada um dos itens relacionados em uma escala de 1 (não é chato) a 7 (extremamente chato). Os resultados foram extremamente reveladores.

Os participantes do estudo de van Tilburg indicaram que digitadores, contadores e fiscais de impostos eram considerados os profissionais mais chatos. Os hobbies considerados chatos incluíam ir à igreja, ver televisão e dormir.

Em termos de personalidade, os chatos foram considerados restritos a um pequeno conjunto de assuntos de interesse, pessoas sem senso de humor ou com fortes opiniões sobre qualquer assunto. Também se pensava nos chatos como pessoas que reclamam excessivamente, queixando-se de tudo.

A equipe também queria entender as consequências desses estereótipos, incluindo seu potencial de criar isolamento social. Para isso, eles criaram diversos cenários baseados nas características pesquisadas nos estudos anteriores.

Um desses cenários foi a descrição do personagem “Brian”, que trabalhava como digitador em um escritório de contabilidade e cujo principal passatempo era ver televisão — um retrato que coincidia perfeitamente com o estereótipo do chato. Por outro lado, havia “Paul”, um artista fictício que trabalhava para um jornal local, gostava de correr, ler e praticar jardinagem, em uma combinação de detalhes pessoais geralmente considerados muito menos chatos.

A equipe questionou então aos participantes o quanto eles gostariam de conhecer cada personagem e se eles tentariam evitar encontrá-los ou falar com eles. E chegou a perguntar quanto dinheiro os participantes precisariam receber para passar uma semana de suas vidas com aquela pessoa.

Como seria esperado, os personagens que atenderam aos critérios do estereótipo do chato não foram tratados com gentileza. De forma geral, as pessoas eram muito menos dispostas a conhecer Brian do que Paul. E, para compensar o tédio por um período de tempo prolongado, os participantes responderam que precisariam de cerca de três vezes mais dinheiro.

“Eles realmente desejavam ser compensados por ficar com essas pessoas, o que indica que existe algum tipo de custo psicológico”, segundo van Tilburg.

Se você levar em conta os estudos que demonstram que as pessoas preferem sentir dor em vez de tédio, faz sentido que você precise de alguma recompensa para fazer valer a pena o desconforto e todas as outras experiências mais interessantes que você poderia estar perdendo.

Como ser interessante
Todos nós podemos aprender com essa pesquisa.

Sua premissa impensada de que pessoas com certas profissões ou hobbies são inerentemente chatas poderá evitar que você forme conexões profundas e significativas. E, se você estiver procurando um parceiro, seus preconceitos podem impedir que você conheça alguém que poderia ser o amor da sua vida.

Você pode encontrar interesse e amizade onde menos espera, simplesmente tendo a mente um pouco mais aberta.

E a pesquisa de van Tilburg é ainda pior se, por acaso, você próprio se enquadrar em alguma dessas situações. Mas, felizmente, ele tem algumas dicas que poderão ajudar os possíveis Brians a evitar julgamentos cruéis.

A primeira orientação é examinar se você pode redefinir a descrição da sua profissão. Analista de dados, à primeira vista, pode parecer uma profissão chata — mas talvez você esteja contribuindo para um esforço maior, como pesquisas científicas.

Geralmente, os cientistas são considerados muito menos chatos que os que trabalham com dados. Por isso, enfatizar o elemento científico do seu trabalho poderá ajudá-lo a afastar o preconceito das pessoas.

Se isso não for possível, você pode abrir-se sobre a sua vida particular. Lembre-se de que os chatos, de forma geral, são considerados pessoas com mentes fechadas e poucas paixões.

Quase todas as pessoas gostam de televisão e, se você relacionar a TV como seu único passatempo, você inevitavelmente irá parecer uma pessoa comum.

Quais são suas paixões mais específicas? Atividades como jardinagem, escrever, pescar e costurar são consideradas relativamente positivas. E, quanto mais exemplos você der, maior será a chance de encontrar algo em comum com a outra pessoa. “Acho que é importante mostrar uma série de atividades”, segundo van Tilburg.

Por fim, você poderá estudar a arte de conversar. Assuntos como o seu trabalho ou passatempos terão muito pouca importância se você não conseguir criar um diálogo significativo.

“Os chatos falam muito, mas têm muito pouco a dizer”, afirma van Tilburg. Tenha a liberdade de expressar suas próprias opiniões, mas assegure-se de também dar à outra pessoa a mesma oportunidade de se expressar — e faça muitas perguntas para extrair o que há dentro da outra pessoa. Com o tempo, o seu novo conhecido poderá esquecer todos os seus preconceitos.

E, se nada disso funcionar, não leve tanto para o lado pessoal. Van Tilburg indica que as pessoas são muito mais propensas a aplicar estereótipos negativos a outras pessoas quando se sentem ameaçadas. Ao julgar você injustamente pelo seu trabalho ou hobbies, a pessoa pode estar apenas escondendo suas próprias inseguranças.

A chatice, como a beleza, está na mente de quem observa.

* David Robson é escritor de ciências premiado e autor do livro O efeito da expectativa: como o seu pensamento pode transformar a sua vida (em tradução livre do inglês), publicado no início de 2022 no Reino Unido pela editora Canongate e, nos EUA, pela Henry Holt. Sua conta no Twitter é @d_a_robson.
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*Fonte: bbc-brasil

A espiritualidade não depende de uma religião ou de uma crença para existir

A ESPIRITUALIDADE NÃO DEPENDE DE UMA RELIGIÃO OU DE UMA CRENÇA PARA EXISTIR. ELA É A CONEXÃO DE CADA PESSOA COM QUEM ELA É E COM ALGO DIVINO, MAIOR DO QUE ELA MESMA.

Para realizar esse processo, ela pode receber o auxílio de uma religião ou de uma crença, mas isso não é obrigatório.

Você pode acreditar em Deus, em deusas, em orixás, em energias, no Universo ou até em algo que você não sabe explicar.

A SUA ESPIRITUALIDADE É TÃO PARTICULAR QUE SÓ DEVE SER EXPLICADA E COMPREENDIDA POR VOCÊ, SEM QUAISQUER JULGAMENTOS OU CRÍTICAS.

Então, se você está precisando de um incentivo para desenvolver essa parte de quem você é, desenvolver a “Espiritualidade” será o seu guia. É ela quem vai te ensinar a ser uma pessoa de fé.

Por meio dela, nós enxergamos o nosso papel no mundo e até nas nossas histórias.

SE VOCÊ QUER ACESSAR O QUE EXISTE DE MAIS GRANDIOSO NA SUA EXISTÊNCIA, A ESPIRITUALIDADE É O CAMINHO.

Analise o que te traz esperança, o que te motiva, o que te oferece respostas sobre suas questões íntimas. Mas lembre-se: esse processo será longo e, em muitos momentos, difícil.

E mesmo perante as dificuldades, os medos e as inseguranças que você enfrentar na sua jornada espiritual, estaremos ao seu lado!

Desperte a sua consciência para quem você realmente é, a partir dos conteúdos que preparamos para você. Reconheça a sua grandeza por meio da espiritualidade!

Esse texto tão amoroso do Eu Sem fronteiras, explica claramente o que é a espiritualidade, e desvincula, de maneira muito efetiva, a fé, das religiões. Você pode ter suas crenças, mas elas precisam, antes de tudo, te despertar para a sua verdade interior. Se elas mais te confundem do que trazem explicações que fazem sentido ao seu coração, elas não favorecem a sua espiritualidade, elas apenas te limitam.

Não aceite uma visão limitada, explore várias formas de sentir essa fé que te leva até a sua verdade.

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*Fonte: seuamigoguru

As pessoas pareciam mesmo mais velhas no passado?

Se você já parou para olhar algumas fotos de seus pais ou avós quando eles tinham aproximadamente 18 anos, provavelmente notou algo curioso: por que os adolescentes de antigamente pareciam ser muito mais velhos do que os jovens dos dias atuais? É culpa da alimentação e estilo de vida, ou seria apenas impressão nossa?

Não é nada incomum que pensemos que os jovens pareciam ser mais velhos antigamente do que eles se parecem agora. Sendo assim, podemos chamar esse fenômeno de “envelhecimento retrospectivo”. Ficou curioso para saber mais sobre esse assunto? Veja só o que nós sabemos a respeito disso até agora!

Entendendo o envelhecimento

Quando olhamos para o passado para realizar comparações, precisamos frisar que as pessoas nunca envelheceram e provavelmente nunca envelhecerão da mesma forma. Inclusive, basta darmos uma rápida olhada pela internet para encontrarmos comentários opostos a teoria proposta por esse texto, onde as pessoas afirmam que os “jovens de hoje em dia estão crescendo rápido demais”.

Logo, como explicar a impressão de que nossos antepassados simplesmente pareciam mais velhos do que nós na mesma faixa etária? Conforme explica o youtuber e cientista Michael Stevens, do canal Vsauce, essa teoria reúne uma ilusão mental de exemplos selecionados com fatos reais.

Segundo o pesquisador, os humanos de hoje em dia realmente estão envelhecendo mais devagar do que antigamente — sobretudo por conta das mudanças no estilo de vida, nutrição, acesso à saúde e por aí vai. Inclusive, estudos feitos pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostram que possuir 56 anos hoje em dia é compatível com ter 60 anos entre os anos 1990 e 2000.

Fatores determinantes

Embora a vida tenha mudado muito de alguns anos para cá, é importante ressaltar que grupos diferentes não possuem os mesmos tipos de benefício. Logo, todos os fatores que fazem uma determinada pessoa parecer mais jovem no século XXI podem não ser aplicados para diferentes grupos sociais divididos com base na renda.

Segundo o estudo de Yale, homens jovens também perceberam maior grau de mudança por idade do que as mulheres. O motivo? Provavelmente, a explicação mais plausível é de que a mortalidade na idade adulta diminuiu mais para os homens do que para as mulheres, algo que contribuiu para que houvesse um estreitamento na diferença de mortalidade entre os sexos.

O documento indica que estilo de vida, como o tabagismo, teve grande influência nesse processo. Ao passo que os homens começaram a fumar menos e novos medicamentos surgiram nos sistemas de saúde, aconteceu uma estabilização no número de mortes. Embora esses sejam fatores que influenciam bastante na nossa percepção da passagem de idade no passado, essa não pode ser vista como a história completa.

Visão selecionada

De tudo que foi dito até agora, uma questão importante sobre o assunto não pode ser deixada de lado: os nossos preconceitos sobre a forma como as pessoas viviam antigamente. Segundo Michael Stevens, as pessoas atualmente possuem uma visão negativa sobre a moda usada no passado e associam à velhice.

Logo, ao vermos um modelo de camisa que eram comum nos anos 1970, logo presumimos que essa pessoa deveria ter no mínimo 50 anos, mesmo se essa pessoa estivesse usando essa vestimenta no auge dos seus 18 anos. Portanto, todas as informações sobre estilo de vida e cuidados com a saúde são deixadas de lado para que o nosso julgamento atue.

Portanto, a resposta final é: sim e não. Nossos antepassados até poderiam parecer um pouco mais velho por não disporem dos mesmos benefícios que nós, mas muitas vezes imaginamos que eles pareciam ser mais velhos simplesmente por não ter vivido aquela época.

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

O objetivo na vida deve consistir em ser muito, e não ter muito

O desejo de superar os seus próprios limites fez com que o homem deixasse o solo da Terra para pisar na Lua, descobrisse que o nosso planeta não era o centro do Universo e iniciasse as suas grandes descobertas no campo da ciência. Amparando-se na grande promessa de progresso ilimitado, o ser humano não mediu esforços para revolucionar os diversos campos dos saberes.

Um grande marco deixado pelo homem foi o começo da era industrial. Iniciada no século XVIII, constituiu-se como um momento histórico em que a atividade produtiva artesanal passou a ser substituída pelo emprego das máquinas, sendo esse trabalho conhecido como maquinofatura. Desde então, o cenário mundial ganhou o tom consumista que hoje conhecemos.

Não precisaria ser um gênio para prever que uma estrada trilhada para a produção ilimitada, certamente nos levaria a um consumo sem limites, sendo o consumismo considerado atualmente uma grave doença comportamental que se alastra sem precedentes. Albert Schweitzer ao receber, em 1952, o Prêmio Nobel da Paz em Oslo alertou que o homem, ao aumentar os seus poderes, torna-se cada vez mais pobre e mais desumano. Enquanto a cobiça e o egoísmo guiarem o modo de viver do ser humano, maior será a distância entre ele e a genuína felicidade que visa alcançar.

O problema maior não é o consumo, até porque ele é, até certo ponto, necessário no cotidiano das pessoas. É perfeitamente aceitável o ser humano adquirir coisas a fim de desfrutá-las. A questão se torna preocupante quando o consumo vira uma compulsão, ao ponto de causar prejuízos financeiros e, inclusive, emocionais na vida do indivíduo.

Estudos no campo da neurociência comprovam que o cérebro movido pelo desejo de consumo libera certos neurotransmissores como a dopamina, adrenalina e serotonina que possibilitam uma sensação prazerosa ao organismo após obter a satisfação do seu desejo. A química que se processa no circuito cerebral reduz a ansiedade no ato do consumo. Em contrapartida, após algum tempo, a ansiedade retorna e solicita uma nova aquisição, instalando-se a dependência. A sociedade contemporânea virou uma espécie de consumidora de emoções, a sua meta está totalmente voltada para o desejo de experimentar novos estímulos e a ânsia de adquirir algo inédito.

O foco em si não está no objeto concreto que é alvo do consumo, mas no que ele representa, isto é, no status que confere. Não é a toa que tomando como exemplo a indústria da moda, existem roupas que são projetadas para uma determinada estação do ano e, passado este período, tornam-se facilmente descartáveis. A roupa continua nova, contudo para a próxima estação ela não possui mais o valor social almejado. Aqueles que insistirem em usá-las, correrão o risco de serem considerados “ultrapassados”. Assim como no âmbito da moda, esta visão se estende para os diversos outros meios de consumo.

Ao atribuir um valor ao objeto, o ser humano perde de vista o seu próprio valor. Cada pessoa é singular, a beleza existe em cada ser. Nessa busca desenfreada para incorporar o novo, o homem se afasta daquilo que ele já traz consigo – a sua essência. A ditadura do consumo firma padrões e impõe a sua força para transformar as pessoas em verdadeiras tropas, confinadas em caixas. O desrespeito à individualidade se torna evidente, extinguindo as capacidades criativas e supervalorizando uma cultura massificada. Ninguém precisa procurar fora de si o seu valor, pois ele vem de dentro. Não existe nenhum ser humano vazio, dentro de cada um existe um vasto mundo a espera de ser redescoberto e reinventado.

O consumismo coloca em evidência a necessidade de mudanças essenciais nos valores e atitudes humanas, tais como uma nova ética e uma nova postura para com a natureza. A mudança de estilo de vida e no padrão de consumo deve ser incentivada. Os cidadãos precisam decidir o que devem consumir, não sendo o papel das indústrias e dos meios de publicidade decidirem o que é melhor para a sociedade.

O governo, a indústria e as comunicações de massa querem convencer a todos que o consumismo oferece a porta para a felicidade absoluta e para a liberdade irrestrita. Mas se por meio do consumo o completo bem-estar defendido fosse alcançado, hoje não seria tão evidente na sociedade a presença de indivíduos deprimidos, infelizes, ansiosos, destrutivos e dependentes. Desse modo, constata-se que ter algo não oferece a garantia de uma felicidade plena. Apesar disso, muitos ainda acreditam que o seu valor pessoal é definido pelas suas posses.

Marx ensinava que o objetivo primordial na vida deve consistir em ser muito, e não ter muito. O que verdadeiramente importa na vida não é o quanto se consegue acumular, afinal os bens se desgastam com o passar do tempo e novos desejos a todo o momento surgem. A felicidade sincera não se resguarda, mas sempre se expande, envolvendo aquele que a irradia, bem como todos ao seu redor. A felicidade maior está em espalhar o bem, com o coração aberto, sem olhar a quem.

*Por Saulo de Oliva
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*Fonte: equilibrioemvida

Como as pessoas falsas agem – 8 sinais para identificá-las

Às vezes conhecemos uma pessoa e ela se mostra super sincera e legal, com o tempo percebemos que se trata de uma das pessoas mais falsas que encontramos em toda nossa vida!

As pessoas falsas são um problema na sua vida? Você vive caindo no conto de uma pessoa que a princípio é super legal e depois te decepciona?

A verdade é que as pessoas falsas muitas vezes passam-se por boas pessoas e estão espalhadas por todos os ambientes, seja no trabalho, na faculdade ou na academia.

Mas como detectar essa falsidade? Será que existem sinais que podem facilitar a identificação?


Essas 8 ações são o que você precisa saber para identificar pessoas falsas

Respeito
Pessoas que são sinceras: respeitam todos
Pessoas falsas: elas só respeitam pessoas que têm poder

Alterar
Pessoas que são sinceras: elas não tentam mudar as pessoas.
Pessoas falsas: elas tentam fazer pessoas como elas

Atenção
Pessoas que são sinceras: não buscam atenção
Pessoas falsas: desespero pela atenção

Conquistas
Pessoas que são sinceras: não têm o hábito de ostentar suas conquistas
Pessoas falsas: ostentam frequentemente

Opinião
Pessoas que são sinceras: expressam abertamente suas opiniões
Pessoas falsas: mentem e criam muitas fofocas

Compromisso
Pessoas que são sinceras: fazem tudo ao seu alcance para cumprir o que prometem
Pessoas falsas: elas são excelentes em fazer promessas, mas nunca cumprem

Admirar
Pessoas que são sinceras: elas admiram outras pessoas e gostam de elogiá-las
Pessoas falsas: costumam criticar os outros para se verem melhor

Bondade
Pessoas que são sinceras: elas tendem a ser gentis com os outros e também sempre ajudam
Pessoas falsas: geralmente são amigáveis quando querem algo

Como agir ao detectar esses sinais?

A psicanalista do Fãs da Psicanálise, Natthalia Paccola enfatiza que você não precisa se afastar dessas pessoas, geralmente quando esse tipo de pessoa não consegue obter vantagem elas mesmas se afastam, “é a chamada lei natural”.

Agora, diz a psicanalista, se você é o tipo de pessoa, que se preocupa com o meio em que vive e deseja ver todo o seu redor cada vez mais bonito e lotado de boas pessoas, faça diferente: seja o exemplo de pessoa que você desejaria ter por perto. “Através das suas boas ações essas pessoas podem perceber que o real significado de ser feliz está em fazer as outras pessoas felizes, sendo o mais transparente possível”.

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*Texto traduzido e adaptado por Naná cml da equipe Fãs da Psicanálise.

*Texto traduzido e adaptado com exclusividade para o site Fãs da Psicanálise. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.

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Por que é tão difícil mudar de opinião?

Em pleno período eleitoral, uma verdade parece ainda mais evidente: é muito difícil mudar aquilo que já achamos. Estudos realizados pela psicologia cognitiva e pela neurociência demonstram que algo presente na política se estende para todos os ramos da nossa vida: nós costumamos formar nossa opinião muito mais por conta das emoções (como a raiva e o desprezo) do que por conta dos fatos.

É por isso mesmo que “saber a verdade” não é sempre suficiente para mudar uma opinião. Em outras palavras, mudar a própria mente não é nada fácil. Mas não é impossível. Neste texto, explicamos por que, para nós, é tão difícil mudar de ideia.

1. O confronto com as crenças

Idealmente, imaginamos que vivemos em um mundo regido pela racionalidade. Quando novas evidências desmentem as nossas crenças, nós avaliaríamos esses fatos e mudaríamos de ideia. Mas não é assim que costuma acontecer.

A neurociência explica que a culpa é um sentimento que costuma entrar em ação quando nos confrontamos com evidências que desmontam o que já achávamos. Este fenômeno tem até nome: é chamado de “perseverança da crença”.

Quando algo (como notícias ou mesmo conversas com os outros) sugerem que nossas crenças estão erradas, nós nos sentimos ameaçados. Quando isso envolve questões ligadas à nossa identidade pessoal ou político, sentimo-nos ainda mais atacados.

Curiosamente, o confronto com alguém com a visão de mundo diferente pode se tornar “um tiro que sai pela culatra”: as crenças originais se tornam ainda mais arraigadas que antes.

2. A busca pelo que confirma as crenças

Outra tendência cognitiva que temos é de buscar aquilo que a ciência define como “viés de confirmação”. Ou seja, naturalmente, nosso primeiro movimento é buscar novas informações que ajudem a confirmar aquilo que já pensávamos.

Fazemos isso de várias formas, como conversando com pessoas que pensam como nós ou procurando uma mídia tendenciosa. O problema do viés de confirmação é que ele nos impede de olhar para uma situação de forma objetiva, analisando vários ângulos — e, desta forma, descobrindo que estamos errados.

3. A questão dos hormônios

A verdade é que o funcionamento do nosso cérebro também não ajuda para que estejamos abertos às mudanças. O cérebro está preparado para nos proteger, o que envolve reforçar nossas opiniões mesmo quando elas estão equivocadas.

A explicação é científica: vencer uma discussão faz ocorrer no cérebro uma enxurrada de hormônios, como dopamina e adrenalina. Estas substâncias nos trazem as sensações de prazer presentes nos atos de comer, andar, fazer sexo — e sim, vencer um debate. É um sentimento tão bom que muita gente fica viciado nele.

Por outro lado, quando temos alto nível de estresse, o corpo libera cortisol, um hormônio que nos tira de nosso centro e desconstrói nossa racionalidade. É o cortisol, por exemplo, que nos dá o impulso para fugir quando sentimos que estamos correndo perigo.

Por isso, o desejo de estar certo é também um desejo de fugir do estresse, e o nosso cérebro nos protege a todo custo para evitar que isso aconteça.

4. Como treinar o cérebro para sair desta situação?

Embora seja muito difícil lidar com isso, a longo prazo, ter a mente aberta é mais vantajoso para a saúde. Mas, para isso, é preciso “religar” o cérebro e refazer nossos hábitos mentais.

O fato é que, para isso, precisamos de treinamento. Podemos, por exemplo, buscar aprender coisas novas, e tentar analisar um problema por meio de perspectivas diversas. Outra sugestão é fazer um exercício de tentar solucionar problemas apenas usando evidências objetivas, identificando o que é fato e o que é opinião.

Uma forma de fazer isso é analisar quais são as suas fontes de informação. São especialistas respeitados dentro do seu ramo? Como você sabe disso?

Outra dica é treinar a maneira pela qual você comunica suas certezas. Às vezes, o melhor jeito de convencer alguém de que está errado, tem a ver com sabermos apresentar isso de uma maneira não confrontativa, evitando passar a sensação de ataque. Ao invés isso, tente fazer perguntas que façam a pessoa questionar aquilo que acredita.

Por fim, fuja da arrogância: lembre-se que todos nós temos nossas convicções, não só aqueles que consideramos estar errados.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

O mundo está cheio de crianças em trajes de adulto

A SOCIEDADE ESTÁ CHEIA DE ADULTOS QUE AGEM COMO CRIANÇAS. SÃO HOMENS E MULHERES QUE, APESAR DE TEREM AMADURECIDO FISICAMENTE, NÃO CRESCERAM, NÃO AMADURECERAM EMOCIONALMENTE.

São figuras que navegam tropeçando diante de todas as adversidades, sejam elas grandes ou insignificantes. Seus olhos estão atentos ao mundo, esperando que ele responda às suas necessidades e que tudo seja como eles querem.

Eles ficam frustrados rapidamente, vão de raiva em raiva, desejando que os outros se ajustem às suas expectativas e desejos . Não importa se eles usam fantasias de adulto. Por dentro ainda são criaturas perdidas que não aprendem com as experiências porque não toleram que a vida não seja o que querem.

Crescer é definido pela experiência adquirida, não pelos anos completados.

Envelhecer é fácil, mas nós os recusamos

A ruga não gosta e a passagem do tempo aterroriza. Envelhecer é fácil, mas muitos negam esse processo natural inerente a todas as coisas deste mundo, inclusive as pessoas. O impressionante é que o simples fato de resistir a essa realidade também retarda a oportunidade de crescer, de adquirir o aprendizado vital que essa etapa nos proporciona.

Pesquisa da Universidade de Lleida, na Espanha, lembra a necessidade de se adaptar ao processo de envelhecimento para desfrutar de um bem-estar físico e psicossocial adequado. A aceitação é uma parte essencial do crescimento pessoal , vamos ter isso em mente.

O tempo passa muito rápido, se você quer crescer comece a trabalhar nos seus sonhos, com decisão e coragem.

Como crescer à medida que envelheço?

O que podemos fazer para promover um adequado crescimento pessoal, emocional e até existencial? O pilar que sustenta este privilégio a que todos temos direito é a maturidade. A maturidade é definida pela forma como percebemos as experiências para aprender com elas.

Em vez de reagir a tudo o que nos acontece, devemos integrar a auto-reflexão em cada circunstância. Olhar para cada evento a partir da serenidade para aceitar o que acontece, entender o que nos acontece e aplicar estratégias adequadas para resolver os problemas é essencial.

Crescer também é adquirir uma postura mais humilde e curiosa, além de ser mais sábio e esperançoso.

Todos nós, sem exceção, temos o poder de desenvolver esse valor, esse dom que nos permitirá viver com maior felicidade e bem-estar. Vamos colocar em prática.

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*Fonte: seuamigoguru

Shikata ga nai: a antiga sabedoria japonesa que pode deixar sua vida muito mais fácil

Talvez muitos, se não todos, fariam bem em trazer um pouco de Shikata ga nai para sua vida cotidiana, para minimizar e torná-la mais consciente ao mesmo tempo. Shikata ga nai é uma expressão típica da cultura japonesa: lembre-se que as coisas são como são e que nem sempre temos controle sobre nossa vida.

Horror? Assombro e descrença porque a verdade introjetada é que “você consegue tudo o que deseja com pensamento positivo, visualização criativa, confiança em você e quão legal você é é medido pelo sucesso que você tem”?

Mais do que compreensível, em nosso mundo ocidental new age e materialista. É por isso que alguém (ou mais do que alguém) poderia ler – no Shikata ga nai – uma posição passiva, submissa, que remete a um pessimismo aniquilado e frustrado, expressa e reforça um desconforto de falta de capacidade de controlar a própria vida, mas, em realidade mais profunda, esse não é o caso.

Há uma sabedoria antiga dentro . De facto, há dois aspectos implícitos que importa sublinhar: o reconhecimento “sereno” da situação (que implica a capacidade de viver o aqui e agora, a aceitação dos desafios que a vida traz mesmo no “desagrado” ) e a consciência de que NEM sempre se pode fazer algo para mudar a realidade, mas muitas vezes sim. É preciso saber apreender a diferença e, assim, ir mais longe, avançar.

Em suma, Shikata ga nai permite dar peso, esforçar-se, empenhar-se, suar, oferecer o melhor de si onde merece, onde faz sentido e é útil, construtivo e ao mesmo tempo oferece a visão sábia de acolher, desapegar , sem resistir, mas fluindo juntos – da melhor maneira possível – em situações que não podem ser mudadas. Não é uma coisa pequena.

Fazer isso, entre outras coisas, evita muito sofrimento desnecessário, culpa ineficiente e persistência dolorosa. E, ao mesmo tempo, torna-se mais forte e mais consciente; focamos na ação em outra direção (não oposta e contrária às situações desagradáveis, mas alternativa, criativa ), na gestão das consequências do aqui e agora, seja ele qual for.

Shikata ga nai é um lembrete; aceitá-la é uma escolha que deve ser repetida, sempre. É claro que também deve ser digerido, elaborado e internalizado na prática, ao longo da vida, mas fazer a escolha automaticamente reduz as tensões e, assim, abre novas possibilidades. Vale a tentativa.

6 passos para praticar Shikata ga nai
Candice Kumai , em seu livro ” A Arte Japonesa de Nutrir Mente, Corpo e Espírito ” (em inglês) sugere seis maneiras de entrar nessa atitude com mais facilidade:

Para respirar profundamente
A respiração profunda, principalmente pelo nariz, ajuda a se sentir mais aterrado, traz de volta à realidade. Ao respirar é importante prestar atenção ao corpo, às tensões: trazer a respiração para essas áreas ajudará a relaxá-las.

Uma consciência: a comparação com os outros nunca ajuda
Comparar sua própria vida com a dos outros é uma prática sem sentido e frustrante. É como se uma rosa se comparasse a um girassol: qual é o significado? Cada um tem sua singularidade, sua história e sua tarefa. Quando você se depara com outra pessoa, é melhor desconectar; reserve um tempo para honrar o que você é, você sabe fazer, o que você fez, suas características pessoais. É diferente, claro, usar a vida dos outros para desenhar ideias e ensinamentos que também podem ser úteis para si mesmo.

Se cuida
Muitas vezes estamos tão orientados a enfrentar os compromissos e ritmos que nos são impostos que já não existimos realmente como pessoas. Estamos apenas com pressa, correndo atrás do relógio para fazer tudo. É importante fazer paradas. Cuide-se de forma séria: do seu corpo (com alimentação saudável, orgânica ou melhor biodinâmica); de suas emoções (dedicando e defendendo seu tempo de afeto, a vida em meio à natureza); da mente (com boa leitura, diversão saudável que beneficia a todos) e do espírito.

Alterar perspectiva
As coisas muitas vezes são como são, mas a capacidade de olhar para elas de outro ponto de vista sempre faz a diferença. Como mudar de perspectiva? Desconectar-se, talvez com uma pequena viagem, poderia ajudar. Mas, mais simplesmente, trata-se de dar a si mesmo a oportunidade de fazer coisas diferentes normalmente. É também um treinamento que pode ser feito todos os dias: pegar novas estradas para chegar a um determinado lugar, mudar de posição para ver a vista de um ponto diferente do habitual, visitar novas cidades, assistir a um documentário, fazer atividades nunca antes feitas antes de. Agarrando os estímulos criativos e construtivos que a vida oferece e nunca havia sido considerado antes.

Sair para a natureza
Passar tempo na natureza é uma nova maneira de praticar shikata ga nai. Caminhar lentamente pela mata, aproveitando o tempo para contemplar e apreciar a beleza e a vida em que está imerso, respirar profundamente o oxigênio fresco, inalar os óleos naturais liberados pelas árvores ajudará a abrir o coração. Entrar em um relacionamento com a natureza pode dar novos insights, consciência e visões.

Saber pedir ajuda
Amigos se vêem em tempos de dificuldade. E em tempos de dificuldade é importante pedir o apoio dos amigos.

Shikata ga nai nem sempre é fácil. É uma “rendição” sábia e ativa. O que pode ser ainda mais sereno e forte para quem ouve ressoar – nos acontecimentos que encontra na vida – a mão do mundo espiritual que – além do que humanamente gostamos ou não – sempre nos traz apenas experiências úteis: para nosso próprio crescimento e a do nosso espírito. Resumindo, a vida continua. Podemos e devemos fazer a diferença seguindo o Seu Jogo. Conscientemente.

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*Fonte: vidaemequilibrio

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Seus amigos são um reflexo de sua própria personalidade. Você escolhe os amigos de acordo com quem você é. Por isso, pessoas medíocres têm amigos medíocres.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos. Diz-se sabiamente: “ Um homem é conhecido pela companhia que mantém ”.

Os tolos têm pessoas tolas como amigos. Boas pessoas têm bons amigos. Pessoas más têm amigos maus.

Criminosos fazem amizade com criminosos. Os corruptos preferem os corruptos como amigos.

Pessoas honestas fazem amizade com pessoas honestas. Portanto, não é surpresa que pessoas inteligentes busquem amizade entre as pessoas inteligentes. Elas não podem tolerar pessoas medíocres.

Pessoas inteligentes são uma raridade no mundo, pois a maioria das pessoas é medíocre ou totalmente estúpida.

PESSOAS MEDÍOCRES NÃO SE SENTEM À VONTADE COM PESSOAS INTELIGENTES, POIS SÃO INFORMADAS DE SUA INCOMPETÊNCIA QUANDO ESTÃO EM SUA PRESENÇA.

As pessoas inteligentes também não se sentem à vontade com pessoas medíocres porque não podem perder tempo explicando tudo sem que elas consigam entender.

Assim, as pessoas inteligentes têm poucos amigos, pois pessoas inteligentes estão em falta no mundo, enquanto os medíocres existem aos montes, estão disponíveis em abundância.

Ter poucos amigos, portanto, não é ruim, é um sinal de que você se tornou seletivo, é uma prova de que você é inteligente e sabe separar o joio do trigo.

Eu diria que quanto mais inteligente você for, mais difícil será encontrar amigos verdadeiros que possam causar um impacto positivo em sua vida.

As pessoas inteligentes são mais perspicazes e têm padrões mais altos para seus amigos do que as pessoas comuns, e preferem ficar sozinhas do que com as pessoas erradas.

No entanto, quando pessoas inteligentes encontram amigos adequados, geralmente os mantêm por muito tempo porque é uma amizade baseada no respeito mútuo, e não na conveniência.

As pessoas inteligentes são mais exigentes em relação à qualidade e aos valores de seus amigos, então tendem a encontrar sua tribo mais tarde na vida em comparação com as pessoas comuns.

Em outras palavras, a vida social das pessoas inteligentes só melhora com a idade, à medida que aprendem mais sobre si mesmas.

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*Fonte: seuamigoguru

Como desacelerar para dormir rápido e melhor

Muitos de nós não conseguem dormir o suficiente todas as noites. No entanto, o que pouca gente sabe é que, embora seja importante dormir o suficiente, dormir bem é um aliado mais influente para acordar disposto.

Um estudo publicado no Journal of Psychosomatic Research concluiu que a qualidade do sono é mais importante do que a quantidade, no que diz respeito à se sentir descansado e rejuvenescido.

Claro, isso não significa que as pessoas podem dormir apenas três horas por noite. A verdade é que cada um de nós precisa de uma quantidade diferente de sono para ser produtivo, e o lance das “oito horas por noite” é mais uma diretriz do que uma regra. De fato, algumas pesquisas sugerem que dormir demais pode ser tão prejudicial para a sua saúde quanto dormir pouco.

Como as orientações para uma boa noite de sono podem ser confusas, trouxemos aos nossos leitores esse guia, que visa ajudar na melhoria do sono ao ponto de que você precisar dormir menos, e o tempo que você passar dormindo ser verdadeiramente repousante.

Como dormir melhor

Por onde começar
Em primeiro lugar, é preciso começar a controlar o seu sono, e encontrar o seu momento de dormir perfeito.

Oito horas de sono é inútil se você gastar todo esse tempo rolando na cama, e só dormir por cerca de 3 a 4 horas. Tentar corrigir maus hábitos de sono indo para a cama mais cedo é como tentar perder peso gastando mais tempo na academia sem fazer qualquer treino extra.
Otimizar o seu sono depende muito de três coisas: preparação (construção de bons hábitos de sono), ambiente (aprimoramento de seu ambiente de sono ideal) e rotina (dormir quando e quanto você precisa).

As dicas abaixo são do Dr. Nitun Verma, especialista em sono da Universidade de Stanford (EUA) e diretor médico do Centro de Distúrbios do Sono Washington Township, em Fremont (EUA), para ajudá-lo a melhorar a qualidade do seu sono a longo prazo.

Preparação
O primeiro passo é construir hábitos que irão ajudá-lo a adormecer mais rápido, dormir mais e ficar mais confortável enquanto você descansa. Por exemplo:

Exercício físico regular. A Fundação Nacional do Sono dos EUA afirma que exercício no período da tarde pode melhorar o sono à noite. Especificamente, praticar atividades físicas de manhã ou à tarde ajuda a adormecer mais rápido, com menos problemas. Apenas certifique-se de não se exercitar logo antes de dormir, já que isso tem o efeito oposto.

Escolha um despertador suave. Esqueça seu despertador irritante e incrivelmente alto, e tente algo novo que vai tornar seu momento de acordar mais fácil e natural. Aplicativos de despertador podem acordá-lo com músicas ou sons suaves. Você também pode tentar uma luz de alerta que sobe lentamente o nível de iluminação na sala, conforme sua hora de despertar se aproxima.

Elimine o álcool, corte a cafeína e largue o cigarro. Um estudo publicado em 1994 abordou os três temas e concluiu que o álcool pode ser relaxante e ajudá-lo a pegar no sono, mas é prejudicial para o ciclo do sono, uma vez que é liberado do corpo. O resultado final é uma noite agitada em que você acorda com mais frequência do que faria normalmente. A cafeína tem um efeito diferente. Ela alonga a 2ª fase de seu ciclo de sono (quando o cérebro começa a reorganizar-se e processar o dia), o que é ótimo para cochilos, mas não para uma noite de sono profundo. Ainda, a cafeína reduz as fases três e quatro do sono, onde o sono REM e o sonho ocorrem. Cigarros, por outro lado, ou especificamente a nicotina, podem ser relaxantes em pequenas doses, mas em grande quantidade te mantém acordado por mais tempo e impedem o início do sono.

Diminua seu tempo na frente das telinhas. Estudo após estudo apontam que os dispositivos eletrônicos prejudicam nossos ciclos de sono. O Dr. Verma sugere desligar seus aparelhos pelo menos 1 a 2 horas antes de dormir. Duas horas é o melhor, mas é bastante impraticável para muitas pessoas. “As telas de tablets, telefones e TVs são tão brilhantes que podem confundir o cérebro. Tanta luz muito tarde da noite pode fazer com que o cérebro pense que é duas da tarde, não duas da manhã. Mesmo se ocorrer o sono, ele não será tão profundo e, portanto, será menos restaurador”.

Medite antes de dormir. Há muitos métodos de meditação orientada para dormir. Tente visualizar um sonho que você gostaria de ter, ou, se acordar no meio da noite, relaxe, concentre-se em dormir, e tente visualizar onde o seu sonho parou.

Melhore o seu ritual noturno. Ter um ritual à noite é importante. Por exemplo, sempre ir ao banheiro antes de dormir, para não acordar com frequência com vontade de ir ao banheiro, o que pode levar ao sono superficial durante toda a noite. Inicie uma rotina de sono saudável, que começa muito antes de sua cabeça bater no travesseiro.

Ambiente
Antes de se deitar para dormir, você também deve se certificar que seu ambiente está propício para uma boa noite de sono.

Certifique-se de que sua cama é realmente confortável. Como a maioria de nós vai gastar uma média de 24 anos de nossas vidas dormindo, sua cama merece um investimento sério. Compre o colchão certo, escolha bons travesseiros e lençóis. Não subestime o poder de uma cama mais confortável. Isso pode realmente melhorar o seu sono.

Ajuste a temperatura. Alguns estudos têm mostrado que a temperatura ótima de dormir para a maioria dos adultos situa-se entre 15 a 20 graus centígrados. Muito mais quente do que isso pode causar insônia. No entanto, você pode procurar o que lhe faz bem. Se você gosta do calor, durma no calor. Se gosta de ligar o ventilador e se cobrir, faça isso, etc.

Filtre a luz. LEDs e luzes de espera de eletrônicos podem causar tanto estrago ao seu ciclo de sono quanto a luz de um tablet ligado. Mesmo que seus eletrônicos estejam desativados, certifique-se de encobrir a luz pulsante de seu laptop enquanto ele está recarregando, ou a luz de espera da TV, etc. Se você mora em algum lugar iluminado a todas as horas, invista em uma máscara de dormir. Isso pode ajudá-lo a obter um melhor descanso.

Corte as distrações. Crianças te acordam? Você pode não ser capaz de fazer muito sobre isso, mas se o seu telefone está te acordando com notificações de novos e-mails, é hora de desligá-lo. Se o seu bairro é barulhento e o impede de dormir, tente um gerador de ruído branco ou uma música suave para ajudá-lo a descansar.

Rotina
Você já sabe que quanto tempo você dorme é importante, mas para ter o melhor sono possível, você deve dormir e acordar na mesma hora todos os dias.

É difícil “repor” sono perdido. O Dr. Verma sugere uma alternativa: “Uma maneira para as pessoas otimizarem seu sono é acordar na mesma hora todos os dias, ou pelo menos dentro da mesma hora. Ao invés de dormir mais em dias de folga, desperte no mesmo tempo e, em seguida, tire uma soneca que permite o sono extra sem interromper a programação normal de acordar”.

Finalmente, se você está tendo problemas para ter um sono de qualidade, ou mesmo se você dorme por longos períodos e não se sente descansado, pode ser hora de falar com o seu médico.

Pode haver um número de questões médicas causando seus problemas de sono, todas tratáveis. Você pode estar sofrendo de insônia crônica, apneia do sono, ou alguma outra condição não diagnosticada que, uma vez tratada, pode transformar seu sono em verdadeiramente repousante.

Depois de ter seus problemas de sono resolvidos, seja por profissionais ou pelas dicas acima, você pode começar a ajustar a quantidade de sono para o quanto você realmente precisa. Se você dormia nove ou dez horas porque era a única maneira de se sentir descansado, e depois da máscara de dormir e de desligar seus eletrônicos se sente mais relaxado com apenas oito, pode começar a diminuir seu tempo de sono, ganhando horas extras em seu dia para fazer as coisas que você deseja. [LifeHacker]

*Por Natasha Romanzoti
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*Fonte: hypescience

A mente humana não deve estar acordada depois da meia-noite, alertam cientistas

No meio da noite, o mundo às vezes pode parecer um lugar assustador. Sob o manto da escuridão, os pensamentos negativos costumam vagar pela sua mente e, enquanto você não dorme, olhando para o teto, pode começar a desejar prazeres errados, como um cigarro ou uma refeição rica em carboidratos.

Muitas evidências sugerem que a mente humana funciona de maneira diferente se estiver acordada à noite. Depois da meia-noite, as emoções negativas tendem a atrair mais nossa atenção do que as positivas, as ideias perigosas crescem em apelo e as inibições desaparecem.

Alguns pesquisadores acham que o ritmo circadiano humano está fortemente envolvido nessas mudanças críticas na função, como descrevem em um novo artigo resumindo as evidências de como os sistemas cerebrais funcionam de maneira diferente após o anoitecer.

Sua hipótese, chamada ‘Mente depois da meia-noite’, sugere que o corpo humano e a mente humana seguem um ciclo natural de 24 horas de atividade que influencia nossas emoções e comportamento.

Em suma, em certas horas, nossa espécie tende a sentir e agir de certas maneiras. Durante o dia, por exemplo, os níveis moleculares e a atividade cerebral são sintonizados com a vigília. Mas à noite, nosso comportamento usual é dormir.

Do ponto de vista evolutivo, isso, é claro, faz sentido. Os humanos são muito mais eficazes na caça e na coleta à luz do dia e, embora a noite seja ótima para descansar, os humanos já corriam maior risco de se tornarem caçados.

De acordo com os pesquisadores, para lidar com esse risco aumentado, nossa atenção a estímulos negativos é extraordinariamente aumentada à noite. Onde antes poderia ter nos ajudado a saltar para ameaças invisíveis, esse hiperfoco no negativo pode alimentar um sistema de recompensa/motivação alterado, tornando uma pessoa particularmente propensa a comportamentos de risco.

Adicione a perda de sono à equação e esse estado de consciência só se torna mais problemático.

“Existem milhões de pessoas que estão acordadas no meio da noite e há evidências bastante fortes de que seu cérebro não está funcionando tão bem quanto durante o dia”, diz a neurologista Elizabeth Klerman, da Universidade de Harvard.

“Meu apelo é para que mais pesquisas analisem isso, porque sua saúde e segurança, assim como a de outras pessoas, são afetadas”.

Os autores da nova hipótese usam dois exemplos para ilustrar seu ponto. O primeiro exemplo é de um usuário de heroína que administra com sucesso seus desejos durante o dia, mas sucumbe aos seus desejos à noite.

A segunda é de um estudante universitário lutando contra a insônia, que começa a sentir uma sensação de desesperança, solidão e desespero à medida que as noites sem dormir se acumulam.

Ambos os cenários podem ser fatais. Suicídio e automutilação são muito comuns à noite. De fato, algumas pesquisas relatam um risco três vezes maior de suicídio entre meia-noite e 6h da manhã em comparação com qualquer outra hora do dia.

Um estudo em 2020 concluiu que a vigília noturna é um fator de risco de suicídio, “possivelmente por desalinhamento dos ritmos circadianos”.

“O suicídio, antes inconcebível, surge como uma fuga da solidão e da dor, e antes que os custos do suicídio sejam considerados, o estudante adquiriu os meios e está preparado para agir em um momento em que ninguém está acordado para detê-los”, os autores da hipótese ‘Mente depois da meia-noite’ explicam.

Substâncias ilícitas ou perigosas também são mais consumidas pelas pessoas à noite. Em 2020, uma pesquisa em um centro de consumo supervisionado de drogas no Brasil revelou um risco 4,7 vezes maior de overdose de opioides à noite.

Alguns desses comportamentos podem ser explicados pelo dívida de sono ou pela cobertura que a escuridão oferece, mas provavelmente também há mudanças neurológicas noturnas em jogo.

Pesquisadores como Klerman e seus colegas acham que precisamos investigar mais esses fatores para garantir que estamos protegendo aqueles que correm maior risco da vigília noturna.

Até o momento, os autores dizem que nenhum estudo examinou como a privação do sono e o tempo circadiano afetam o processamento de recompensa de uma pessoa.

Como tal, não sabemos realmente como os trabalhadores em turnos, como pilotos ou médicos, estão lidando com sua rotina incomum de sono.

Sabemos surpreendentemente pouco sobre como o cérebro humano funciona durante seis horas do dia. Seja dormindo ou acordado, a mente depois da meia-noite é um mistério.

O estudo foi publicado na Frontiers in Network Psychology.

*Por Marcelo Ribeiro
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*Fonte: hypescience

Se você não está alegre, não precisa fingir. Ninguém é obrigado a demonstrar um sentimento irreal!

As pessoas buscam a felicidade na vida, isso é comum, todo mundo quer ser feliz…

O que não é preciso é fingir felicidade, alegria, obrigar-se a fazer algo que não gosta – ou não quer – só porque todo mundo faz, para obter a tão desejada alegria e felicidade… Cada um é feliz de uma forma, não existe um padrão, uma fórmula específica e padronizada para se obter a felicidade, para ficar alegre.

É possível que algo que outros façam, para sentirem alegria, não funcione com você. Respeite sua forma de ser, respeite o que realmente o faz bem e feliz. Cada pessoa tem suas necessidades, vontades.

Existem datas que a sociedade impõe, como aniversário, Ano Novo, Natal, Carnaval … Que é quase como uma obrigação que as pessoas sintam-se bem, alegres, felizes, e muitas vezes, elas não estão se sentindo dessa forma e ficam até com um sentimento estranho como se não pudessem ter tristeza, ou não estivessem alegres ou felizes… Simplesmente as datas – e certas situações – não estão tocando seu coração, e tudo bem…

Ninguém é obrigado a sentir, a demonstrar um sentimento que não é real.

Existem muitas exigências culturais, sociais, familiares, de todos os grupos, para que tenhamos determinados comportamentos de acordo com situações, datas, convenções, como se todos precisassem se comportar igual, sentirem igual, uma certa padronização do sentir. Isso não é algo bom, nem saudável.

Cada pessoa encontra-se em um momento, em um contexto, cada experiência é única, sentida e vivenciada em cada um de nós.

Não cobre a você, nem a ninguém, expressar-se de determinado jeito, porque senão estará destoando do grupo, da sociedade, do evento cultural…

Umas das sensações mais desagradáveis é a pessoa fingir uma emoção que não sente de verdade. Exemplo: A pessoa acreditar que precisa ficar muito alegre porque é Carnaval, precisar comemorar algo porque está em uma determinada data, e isso é muito desgastante.

Independente de qualquer data, evento, momento, você só precisa acolher o que sente de verdade. Pode ser que tenha motivos para estar um pouco triste, queira estar um pouco mais em sua companhia e de mais ninguém, que não queira distribuir tantos sorrisos por aí, e está tudo bem. Compreenda o seu momento, respeite muito todas as suas emoções, acolha todos os seus sentimentos, não exija de você algo que não pode oferecer, não exija de você uma falsa alegria porque socialmente existe uma cobrança em determinada data, ou evento em que todos estejam sorrindo, muito contentes, alegres, saltitantes, se você não se sente assim.

Você é de um jeito, de uma forma, os outros são de outra forma e de outro jeito. Ninguém precisa sentir igual ao outro, igual a todo mundo.
Quanto mais fiel e verdadeiro você for a você, melhor serão os seus sentimentos sobre você.

Não se obrigue, não se force a nada, liberte-se dessas obrigações padronizadas e fora de uma lógica humana.

Seja você, exatamente como você é. Quando quiser ficar mais tranquilo, avesso às exigências de datas, de festividades, de eventos, tudo bem, está tudo bem, você só está se respeitando e tendo empatia com a sua pessoa, isso é muito bom!

Busque a felicidade e a alegria dentro de você, busque a paz, onde não há paz sempre existirá intranquilidade, desequilíbrio, falta de amor… Onde há paz, há permissão para sentir o que for, onde há paz existe compreensão, existe tranquilidade em ser verdadeiro com suas emoções e sentimentos, em se expressar da forma mais confortável e real.

Para ser alegre, não necessita estar eufórico, para estar feliz não necessita estar rindo, e contente com tudo.

A felicidade, a alegria podem ser sóbrias e com muita paz.

Cada um sente de um jeito, expressa de uma maneira. Vamos respeitar toda forma do “Ser”.

Não se cobre além da conta, respeite seus limites, busque a alegria nas pequenas coisas, respeite os momentos difíceis, não exija de você estar alegre, quando não sente isso.

Contentamento, bem-estar, felicidade e paz são individuais, são também construções das pequenas coisas da vida e dentro de nós.

Seja feliz e alegre da sua maneira, bem do seu jeito, do seu estilo, de acordo com sua compreensão, entendimento, com suas reais necessidades, e não igual a como todo mundo é.

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*Fonte: osegredo

Pessoas que preferem ficar em casa são mais inteligentes, segundo estudo

Um estudo científico afirma que as pessoas que preferem ficar em casa em vez de sair para festejar são as mais inteligentes. Esta análise, realizada pela revista científica British Journal of Psychology, valida o estilo de vida dos mais introvertidos. Eles explicam que, apesar dos indivíduos que socializam mais serem proporcionalmente mais felizes, isso não se aplica para os mais inteligentes, que são os que ficam mais em casa. Já podemos dar essa desculpa para cancelar todos os nossos planos de fim de semana?

A pesquisa estudou 15 mil pessoas de uma ampla variedade de lugares, religiões, etnias, situação financeira, gênero etc. O resultado final foi que o desejo de ficar em casa coincide muito frequentemente com um QI maior, o suficiente para associar ambos os fatores. “Os seres mais inteligentes experimentam uma satisfação menor com o aumento do contato interpessoal com seus amigos ou conhecidos”, foi uma das conclusões dos psicólogos.

A equipe de especialistas, liderada pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Norman Li, também descobriu que, enquanto as pessoas que vivem em áreas com alta densidade populacional são menos felizes do que aqueles que vivem em comunidades menores, passar tempo com amigos deu a maioria dos participantes sentimentos de prazer e satisfação. No entanto, quando deixaram aqueles com QIs elevados em casa experimentaram os mesmos sentimentos de prazer e satisfação.

Os inteligentes não têm muita “satisfação” se socializando e preferem estar sozinhos. Essas descobertas podem nos tornar mais conscientes da maneira como nossos cérebros foram desenvolvidos para enfrentar estilos de vida modernos. Com base em sua análise sobre “a teoria da felicidade da savana”, os pesquisadores chegaram à teoria de que o modo de vida de nossos antepassados caçador-coletor ainda tem uma influência sobre a forma como vivemos no mundo.

A vida na savana africana, por exemplo, seria drasticamente diferente da vida da cidade. Pensa-se que as pessoas viviam então em grupos dispersos de aproximadamente 150 indivíduos e que a socialização dentro da sua própria tribo era crucial para a sobrevivência em termos de alimentação e reprodução. São esses princípios e sistemas de nossos antepassados que Kanazawa e Li basearam suas últimas conclusões.

Embora uma grande parte da sociedade consiga conforto, prazer e satisfação nas mesmas coisas, como um pequeno grupo com o qual possa se socializar e compartilhar espaços de lazer, os resultados do estudo sugerem que aqueles com maiores coeficientes intelectuais se desenvolveram além dessas necessidades. As mudanças nos cérebros e os requisitos do “extremamente inteligente” vieram com as constantes mudanças e exigências dos tempos modernos.

“Os indivíduos mais inteligentes possuem níveis mais elevados de QI e, portanto, uma maior capacidade de resolver problemas evolutivamente inovadores”, explicaram os pesquisadores. “[Eles] enfrentam menos dificuldade para entender e lidar com situações evolutivamente novas”, disse Kanazawa para a mídia. Embora dependamos mais do que nunca de nossa conexão com o mundo, parece que o cérebro está se preparando para uma vida na solidão.

Em outras palavras, de acordo com Kanazawa e Li, as pessoas mais inteligentes preferem passar o tempo no conforto de sua casa porque suas mentes se adaptaram melhor ao estilo de vida moderno, separado dos hábitos de nossos antepassados.

*Por
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*Fonte: portalraizes

Conflitos familiares: Não faça tempestade em copo d’àgua!

Ultimamente tenho escutado a mesma queixa: pessoas vivenciando conflitos familiares e não sabem o que fazer para solucioná-los.

As pessoas parecem estar “por um fio”, na carga máxima de estresse, demonstrando falta de manejo nas relações familiares.

Todos sabemos que relacionamentos são complexos, apresentando dificuldades e desafios constantes. Contudo, tenho observado que as pessoas raramente se responsabilizam em aceitar sua parcela na dinâmica adoecida, sendo sempre o outro a pessoa difícil de se relacionar.

Para contextualizar esta temática, faço uma metáfora de um relacionamento dificil com dirigir um carro em uma avenida movimentada às 19: 00h.

Ali, passam todos os tipos de meio de transporte e que não é incomum que alguns deles desrespeitem regras essenciais para a boa locomoção de todos, como o aumento de velocidade, manobras perigosas e ultrapassagem de limites.

Inclusive existe um ditado popular que reza que:

EM ALGUMAS SITUAÇÕES, PRECISAMOS DIRIGIR POR NÓS E PELOS OUTROS PARA NÃO COLOCAR A PRÓPRIA VIDA EM RISCO.

Assim, são os relacionamentos disfuncionais, onde uma das partes é passiva e a outra agressiva. Em alguns momentos, precisamos ter maturidade suficiente pelo sistema relacional como um todo para a partir daquele ponto ocorrer uma conscientização e um possível aprendizado através do exemplo prático.

O que está faltando nas relações é o treino de habilidades relacionais e o desenvolvimento de competências emocionais para que haja um equilíbrio.

Isto porque de algumas relações poderemos nos desvencilhar, caso se trate de relacionamento abusivo, mas em outros relacionamentos precisamos investir na educação e o exemplo clássico é o vínculo com os filhos.

Como disse anteriormente, de relacionamentos abusivos poderemos nos desvencilhar, como por exemplo, o marido ou a esposa, o parente que não sai da sua casa e que se intromete em tudo, inclusive impondo regras em um lugar que não é o dele(a).

Quem nunca teve? A questão é que quando resolvemos dividir a vida com alguém e principalmente se este relacionamento for um casamento, teremos sim que nos relacionar em maior ou menor grau com a família da esposa ou do marido.

O pacote sempre vem junto e por isso insisto fortemente para que as pessoas conheçam não somente o futuro cônjuge, bem como o modelo da sua família, de como se comportam, de como se relacionam.

É PRECISO SABER EM QUE CAMPO ESTAMOS PISANDO E QUEM SERÁ A EXTENSÃO DA NOSSA FAMÍLIA.

Sim, muitas vezes relacionar-se é dirigir uma avenida no horário de pico, onde a preferencial é sua, mas o outro ultrapassa na maior velocidade possível e ainda buzina no seu ouvido.

Mas, sendo filho, amigo, sogra, irmão, cunhado, parente ou aderente de 1, 2 ou de 3 grau, sempre vai existir aquele ou aquela que não respeita as regras da boa convivência.

O que fazer nestes casos? Elaborei 3 regras essenciais.

1- Cultivar o diálogo:

Dialogue, mostrando de forma respeitosa e empática que as regras da sua casa são estabelecidas por você e que precisam ser delimitadas e respeitadas.

Como já relatei em um artigo anterior, o diálogo é tão importante que pode solucionar um mal-entendido ao mesmo tempo em que demarca de maneira assertiva através de uma comunicação nao-violenta o que é necessário ser delimitado.

Infelizmente, existem pessoas mal educadas emocional e relacionalmente que só vêem seu “ponto de vista” e que não são capazes de se colocar no lugar do outro.

Mesmo assim faça a sua parte, mantendo seu equilíbrio emocional e mantendo com a pessoa “incompreensível” um distanciamento saudável e respeitoso. Ela ainda tem muito que aprender.

2- Treino da assertividade:

Esta é uma competência emocional e relacional pouco utilizada, mesmo que bastante difundida.

Geralmente, as pessoas são passivas, agressivas ou passivo-agressivas. A assertividade pode ser treinada e está diretamente relacionada com a capacidade de uma comunicação eficiente, de modo a expressar de maneira clara, autentica, decidida, proativa, segura, direta e pacifica o que se pretende transmitir para o outro.

3- Seja tolerante, todos estamos em aprendizado:

NÃO FAÇA TEMPESTADE EM COPO D’AGUA, OBSERVE SE VOCÊ ESTÁ SENDO INTOLERANTE OU CATASTROFIZANDO A SITUAÇÃO, CONFLITOS INTERMINAVEIS COMEÇAM ASSIM.

A palavra de ordem é ter bom senso, ser tolerante, flexível em fazer acordos que possam beneficiar a todos, fazendo leituras ambientais de maneira mais racional e respeitando os limites e espaço do outro.

A tolerância é a capacidade de reconhecer no outro uma alteridade que é igualmente legítima, onde a partir destas diferenças temos a oportunidade única de olhar o mundo com as lentes do outro.

*Por Soraya Rodrigues
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*Fonte: seuamigoguru

Como as linguagens mudaram nos últimos 200 anos

Você é a mesma pessoa que era há 10 anos? E a 15 anos atrás? E se vivesse por 250 anos? Nós sabemos a resposta: nada permanece o mesmo por séculos, e isso inclui a linguagem. A mudança de linguagem geralmente começa aos poucos, mas com o tempo, ganha grandes mudanças de significado. Isso é natural, pois a linguagem é viva e está a serviço das nossas necessidades de comunicação. Assim como nossas comunidades, culturas, leis e direitos mudam e evoluem, nossa linguagem se adapta às realidades e mudanças do nosso tempo.

Por exemplo, a palavra “histeria” foi criada no início do século XIX para descrever uma suposta doença que atingia as mulheres e as deixava perturbadas e emotivas. A palavra vem do nome grego para útero (como a palavra “histerectomia”), mas essa palavra anatômica deu origem ao nome da doença atribuída às pessoas com o órgão, que por sua vez passou a ser associada à emoção extrema e não àquela velha doença do século XIX. Hoje, muitas pessoas usam “histeria” ou o adjetivo “histérico” em português para “emoção extrema” (como chorar histericamente ou rir histericamente) e provavelmente não percebe que a palavra tem raízes misóginas.

Novas maneiras de falar
Novas palavras são criadas o tempo todo, muitas vezes para preencher uma lacuna: há uma nova situação, contexto, avanço ou evolução na forma como pensamos e cuidamos uns dos outros, e uma palavra inédita nos permite fazer referência rápida à nossa nova realidade. Muitas vezes, a nova palavra se refere a algo que nem nossos ancestrais poderiam imaginar, gerações ou séculos atrás.

Também é muito comum que palavras existentes adotem novos significados. Muitas vezes uma palavra tem mais de um significado ou interpretação possível, e um deles se torna mais forte, levando a outros. Como um jogo de telefone sem fio que dura séculos, as mudanças no significado podem ser realmente surpreendentes – mas assim como nossa cultura e sensibilidade evoluem, o mesmo acontece com o significado das palavras!

Tudo muda o tempo todo
A mudança linguística e a inovação linguística são inevitáveis, e isso é bom. Assim como nós evoluímos, os idiomas e a maneira como falamos também passam por esse processo. Muitas vezes, pessoas mais velhas não entendem algumas expressões e gírias que estamos acostumados a falar. E em outras vezes, a linguagem pode ser diferente até mesmo para pessoas que estão na mesma geração, mas em grupos ou localidades diferentes, ocupando uma ”bolha” linguística regional.

Portanto, lembre-se: cada palavra em seu vocabulário conta uma história, então é sempre interessante estar atento às palavras que você escolher, seja na sua própria língua ou quando estiver aprendendo um novo idioma. No Duolingo, levamos sempre em consideração estes significados, para ensinar o idioma de forma mais didática e verdadeira, condizente com a realidade dos nativos. No app, os alunos têm a chance de experienciar histórias que retratam o dia a dia, com palavras em diferentes contextos.

*Por Analigia Martins – diretora de Marketing no Brasil de Duolingo, a maior plataforma de aprendizado de idiomas do mundo e o aplicativo mais baixado na categoria de Educação no iTunes e na Google Play. Responsável por aumentar a notoriedade e o crescimento do Duolingo no Brasil, segundo maior mercado da empresa, a executiva tem 20 anos de experiência em marketing de serviços, especialmente na área de Educação no Brasil e nos Estados Unidos. Analigia é pós-graduada em Administração de Empresas pela Universidade Harvard e bacharel em Publicidade pela Fundação Cásper Líbero.
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*Fonte: megacurioso

O Boticário decide maquiar mulheres no dia de seus divórcios para surpreender ex-maridos. Assista ao vídeo

O Boticário decide maquiar mulheres no dia de seus divórcios para surpreender ex-maridos. Assista ao vídeo

A marca decidiu produzir três mulheres para a audiência de seus divórcios
Cada vez mais as marcas de cosméticos no Brasil estão incorporando para a cultura de suas empresas o empoderamento feminino.

Não é para menos. Campanhas com discursos positivos em relação ao empoderamento de seu público alvo se mostraram muito eficazes na hora de fidelizar clientes.

Foi baseado neste pensamento que a marca O Boticário decidiu fazer uma campanha para mostrar a beleza das mulheres, em um momento não tão bonito de suas vidas.

Passar por uma separação está longe de ser uma experiência fácil. Afinal, ninguém entra em um casamento esperando que ele não dê certo.

A marca de cosméticos decidiu fornecer todo o tratamento de beleza, através dos seus produtos, para três mulheres que iriam para a audiência de suas separações.

A cereja do bolo foi que eles filmaram depoimentos dos homens antes de tudo. Nos vídeos, eles reclamam que a rotina e a falta do brilho nos olhos são exatamente um dos motivos de tudo ter acabado.

A reação deles ao vê-las entrando na sala é imperdível.

Confira o vídeo:

Aposto que bateu um grande arrependimento nesses três por terem perdido três mulheres tão incríveis como estas. Vocês não acham?

Ficamos na torcida para que cada vez mais marcas apoiem o empoderamento das mulheres no Brasil e no mundo.

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*Fonte: vidaemequilibrio

Temos mais em comum do que imaginamos

Da série “a lição sabemos de cór, só nos resta aprender”

Há quem defenda o conceito de que não existe raça branca, preta, amarela ou vermelha, muito menos a ariana; mas que existe apenas uma: a raça humana.

Pode parecer romântico e até piégas, mas é a mais pura verdade, pois somos todos feitos das mesmas matérias primas: carne, osso, sangue, suor e lágrimas; intelecto, personalidade, emoções e alguns outros ingredientes mais que, juntos, compõem toda a beleza de ser humano.
Cada qual com seus traços individuais que o tornam único, mas também suas porções que o tornam membro da coletividade.

A despeito das diferenças culturais/religiosas/políticas/outros que muitas vezes são barreiras difíceis de transpor e que formam um pequeno abismo separando pessoas, é fácil perceber que temos muito mais elementos em comum, que podem e devem nos unir.

É sobre isso que fala esse video lindo, lançado há 5 anos e produzido pela TV2 da Dinamarca, uma estação governamental de televisão por assinatura, fundada pelo Parlamento dinamarquês.

Desfrute, deleite-se e absorva toda a potência dessa mensagem tão urgentemente necessária!

TV 2 | All That We Share

*Por Katia Rocha
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*Fonte: updateordie

Dia dos Avós: por que comemoramos a data no dia 26 de julho?

Dona Aninhas era como todos conheciam a portuguesa Ana Elisa do Couto (1926-2007) em Penafiel, cidade de 15 mil habitantes na região do Porto. E se hoje ela tem uma placa afixada em praça pública na terra natal não é sem motivo: foi por causa dela, avó de quatro netas e dois netos, que o dia 26 de julho se tornou reconhecido como Dia dos Avós em Portugal – data também celebrada no Brasil.

Nos anos 1980, porque ela achava que ninguém dava o valor merecido aos avôs e avós, decidiu se tornar uma missionária da causa. Dona Aninhas esteve em países como Brasil, França, Estados Unidos, Alemanha, África do Sul, Espanha, Angola, Suíça e Canadá, sempre defendendo que se comemorasse o Dia dos Avós. E a data escolhida tinha um forte motivo: dia 26 de julho é quando a Igreja Católica celebra São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria, avós de Jesus.

Uma história, entretanto, que nem na Bíblia está. “Não há nomes, pormenores, nem citações da vida e da existência dos pais de Maria”, afirma o teólogo e filósofo Fernando Altemeyer Júnior, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Ambos são citados no evangelho apócrifo de São Tiago, não reconhecido pela Igreja. Portanto, não constam em livros canônicos.”

Isso não impediu que São Joaquim e Santa Ana viessem a ser reconhecidos e celebrados pela Igreja como pais de Maria.

Religiosidade
Desde o século 6 há registros do culto e da veneração aos pais de Maria. “No mundo ocidental, a popularização acontece sobretudo no século 14”, pontua Altemeyer.

O teólogo lembra que São João Damasceno, monge sírio que viveu entre 676 e 747, quando comentava o Natal, já abordava os pais de Maria com esses nomes, como sendo o casal São Joaquim e Santa Ana.

“Sua festa era celebrada originalmente em 20 de março, junto a São José. Depois, acabou transferida para 16 de agosto, por causa do triunfo da filha, Maria, na Assunção, no dia precedente”, conta Altemeyer. “Em 1879, o papa Leão 23, cujo nome de batismo era Gioacchino, ou seja, versão italiana de Joaquim, oficializou a festa em toda a Igreja. Já o dia 26 de julho foi determinado pelo papa Paulo 6º.”

No imaginário religioso, por sua vez, é famosa a representação dos avós de Jesus na Capela dos Scrovegni, em Pádua – pintada por Giotto (1276-1337).

Outros países
Mas o dia 26 de julho não é um consenso mundial. Na Itália, por exemplo, houve a preocupação de desconectar o Dia dos Avós da memória dos santos, justamente para enfatizar o caráter civil (e não religioso) da celebração- e a “Festa Dei Nonni” é celebrada dia 2 de outubro.

Nos Estados Unidos, comemora-se no primeiro domingo de setembro. No Reino Unido, no primeiro domingo de outubro. A França é um caso raro: há o Dia das Vovós (primeiro domingo de março) e o Dia dos Vovôs (primeiro domingo de outubro).

A Estônia comemora no segundo domingo de outubro. A Austrália, no primeiro domingo de novembro. O Canadá, em 25 de outubro.


Comércio
Autodenominado especialista em velhice, o jornalista e escritor Ulisses Tavares, avô de um menino de um ano e meio, aborda a comemoração do Dia dos Avós em seu recém-lançado livro Engate uma 3ª e Vá em Frente!.

“Os avós fingem, acomodados ou com medo de afastar a família, que acham lindo terem filhos e netos-efemérides, que costumam lembrar deles em dia das mães, natal, avós etc. Aparecem e depois somem. É bem injusto, triste, e cabe a avós, filhos e netos romperem esse comportamento repetitivo e completamente deslocado no século 21. Menos selfies e mais amor contínuo e desinteressado, please”, reclama.

O hábito de presentar avós na data, porém, ainda não pegou – para lamento do comércio. “O Dia dos Avós tem um simbolismo grande, mas do ponto de vista comercial não é significativo, não é uma data de peso para o varejo. O impacto é limitado, não chega a alterar os dados de desempenho do comércio”, afirma o superintendente institucional da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo.

“Uma das possíveis razões é que se trata de uma data no final do mês. Depois do dia 15, o brasileiro geralmente está com menos dinheiro, e isso se agrava em momento de crise. As principais datas comerciais são na primeira metade do mês. Black Friday e Natal são exceções, mas, por outro lado, se beneficiam das parcelas do 13º salário – e por isso são tão benéficas para o varejo”, aponta.

Solimeo também acredita que a proximidade com o Dia dos Pais, data bastante consolidada, atrapalha o viés comercial da data. “Não é fácil lançar uma data comercial, mas nada impede que ela eventualmente deslanche, a partir de investimento e planejamento bem feitos. Outra opção é mudar a data no calendário, colocando-a no começo de setembro ou de julho, por exemplo”, afirma.

A banalização comercial da data, entretanto, tem opiniões contrárias. “Presentear com flores, artesanato, desenhos, mensagens, ok. Relação humana não é relação comercial. Mamães, papais e avós devem incentivar seus filhos e netos a não serem consumistas. Amor não se compra com dinheiro. Essas datas são boas para manter a economia girando e as pessoas afundando”, afirma Ulisses Tavares.

“Abraços e beijos sinceros e espontâneos valem ouro e são os presentes que todos precisam, independente da idade. Esse é o calcanhar de Aquiles do deus-mercado. No caso, ele quer ver todos no inferno do consumo desenfreado e odeia qualquer coisa que seja de graça, como o afeto genuíno entre os familiares.”

Mas não é assim que funciona, afinal? Datas como Dia dos Namorados – no Brasil comemorado em 12 de junho – não foram obra pura e simplesmente de publicitários? E o Natal, com a onipresente figura do Papai Noel bonachão?

“O cara que desenhou ou Papai Noel do jeito que conhecemos, barba branca e roupitcha vermelha, foi o Norman Rockwell. A serviço da Coca Cola! Você vai na sede da Coca, em Atlanta, e tem Norman Rockwell para todo lado, em todas a paredes”, compara o publicitário Lusa Silvestre.

“Então, não é que o mercado se apropria das datas. O mercado (ou os publicitários, sendo mais dedo-duro) inventa as datas. É para isso que estamos lá: pra inventar demanda onde não existe. Não sei se há futuro nessa estratégia, o consumidor já identifica essas ações oportunistas.”

A professora de Marketing Mariana Munis, da Universidade Presbiteriana Mackenzie de Campinas, concorda que o consumidor está de olho. “Em tempos de tanta informação, o varejo deve tomar cuidado para que suas ações não aparentem algo fake, que force a barra, ou seja, ao escolher ações para serem efetuadas em datas comemorativas, deve-se levar em consideração a sinergia desta com o negócio”, analisa

E se presente não parece ter vez na data, como fica aquela história de que na casa dos avós criança pode tudo? “Os avós já criaram os filhos que, agora, por preguiça ou falta de tempo, deixam os próprios filhos no pseudoparaíso que é a casa dos avós. Onde tudo pode e todos os desejos das crianças são realizados. Só que esse paraíso vira um inferno para os avós, exatamente porque estão em um momento da vida em que precisam de ordem, energia e tempo livre para eles mesmos”, aponta Tavares.

“Avós precisam ver respeitados seus limites, necessidades, interesses e privacidade. E os netinhos também. Nos tempos atuais, na casa dos avós pode ter muito amor, carinho, mimos, mas sem bagunçar e virar tudo de pernas para o ar.”

*Por Edison Veiga
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*Fonte: bbc-brasil

Doença psicossomática: Algumas doenças são causadas por nossas memórias?

O homem ao seu lado tosse. Você se lembra que é temporada de gripe. Sua garganta começa a coçar um pouco e a temperatura do corpo começa a subir. Passaram-se apenas alguns segundos desde que o homem tossiu – muito cedo para uma infecção causar sintomas. Está tudo na sua cabeça? O cérebro é capaz de causar esses sintomas sozinho?

A doença psicossomática – uma doença física causada por fatores mentais, como memórias e emoções – não é uma ideia nova. Na verdade, pode ser um dos modelos médicos mais antigos. Nos séculos anteriores, os “fatores mentais” eram descritos como os “ fatores espirituais ” de um indivíduo . Independentemente de como você os chama, eles causam doenças muito reais: hipertensão, dor crônica, impotência e dermatite, só para citar alguns.

Pode não ser surpresa que nossos cérebros armazenem memórias de doenças passadas. Temos consciência de algumas dessas lembranças: quão miseráveis ​​eram os sintomas, os dias passados ​​na cama, a canja de galinha. Mas a maioria das memórias está armazenada no subconsciente, principalmente a memória de como o sistema imunológico respondeu à doença. Estudos nas últimas décadas levaram os cientistas a acreditar que essas “memórias de respostas imunes” causam doenças psicossomáticas. Bloquear essas memórias não apenas alivia doenças psicossomáticas, mas também doenças “reais”, de acordo com um estudo recente publicado na Cell .

Memórias de respostas imunes: uma história pavloviana
Quando Ivan Pavlov apresentou comida a um cachorro, ele começou a salivar. Pavlov começou a tocar uma campainha toda vez que oferecia comida ao cachorro e, eventualmente, o cachorro foi condicionado a salivar quando ouviu a campainha, mesmo na ausência de comida. Essencialmente, o cérebro do cão armazenou uma memória de salivar depois de ouvir um sino. Assim, quando o cão ouviu um sino, seu cérebro recordou essa memória, determinou que salivar é a resposta apropriada e recriou essa resposta.

Em 1974, Robert Ader e Nicholas Cohen descobriram acidentalmente que o sistema imunológico pode ser condicionado da mesma maneira. Eles estavam estudando se os camundongos podiam ser condicionados a não gostar de um sabor. Eles deram água adoçada aos ratos, seguida de uma injeção de uma droga que causa náusea. Após dois meses, os camundongos aprenderam a evitar a água doce após o gosto inicial. Nenhuma surpresa. Ninguém gosta de náusea, incluindo ratos. Mas então algo inesperado aconteceu: os camundongos que foram forçados a continuar bebendo a água adoçada começaram a morrer de infecções em um ritmo alarmante.

A droga que eles usavam para induzir náusea também suprime temporariamente o sistema imunológico. Os cientistas pararam de dar a droga aos ratos, mas mesmo na ausência da droga, o sistema imunológico dos ratos ainda estava sendo suprimido, portanto, eles não podiam combater infecções simples. Isso significava que, quando os ratos provavam água doce, o cérebro identificava duas respostas típicas: (1) evitar a água e (2) suprimir o sistema imunológico.

Ader e Cohen concluíram que o cérebro armazena memórias de respostas imunes a estímulos; quando reencontra esses estímulos, o cérebro tenta replicar sozinho a resposta imune anterior.

Uma resposta imune sem propósito
Quando um cão saliva, causa uma bagunça. Se a saliva serve a um propósito, a bagunça vale a pena. Mas imagine um cachorro apenas salivando sem motivo. Isso é apenas baba, e não é útil para ninguém. As respostas imunes são muito parecidas com a saliva: sempre causa uma bagunça (febre, inflamação, fadiga), mas quando há um propósito (como nos proteger de uma infecção), o benefício vale o custo. Uma resposta imune sem propósito (como inflamação , artrite ou alergias) é apenas um distúrbio imunológico e não é útil para ninguém.

Muitas doenças psicossomáticas são respostas imunes sem propósito. Embora você possa evitar nozes para evitar uma reação alérgica, como evitar memórias para prevenir doenças psicossomáticas? Tem havido pouco progresso na prevenção e tratamento de doenças psicossomáticas, em grande parte porque a região do cérebro responsável por essas memórias permanece um mistério. Até agora.

Lembrando as respostas imunes
Um grupo de pesquisa da Faculdade de Medicina do Technion levantou a hipótese de que as memórias das respostas imunes são armazenadas e recuperadas pelo córtex insular. O córtex insular é a região responsável por detectar o estado fisiológico do corpo (por exemplo, temperatura corporal e níveis de nutrientes) e interpretá-los em sensações corporais (por exemplo, calor e fome). Pesquisas anteriores mostraram que quando o córtex insular é disfuncional, as memórias da resposta imune não são armazenadas.

Primeiro, os pesquisadores criaram a memória de uma resposta imune. Eles induziram inflamação intestinal em camundongos enquanto monitoravam a atividade cerebral e identificaram um grupo de neurônios no córtex insular com atividade aumentada. Os camundongos receberam um mês para se recuperar do estado da doença. Então, semelhante a um sino ou água adoçada, os pesquisadores usaram um sofisticado truque quimiogênico para acionar a memória que havia sido armazenada, reativando seletivamente os mesmos neurônios do córtex insular que foram ativados durante a inflamação intestinal inicial.

Sem nenhum estímulo externo (além dessa ativação de neurônios), a inflamação retornou, exatamente no mesmo local em que estava originalmente. Simplesmente “lembrar” da inflamação fez com que o cérebro a reativasse.

E se todas as doenças tiverem um elemento psicossomático?
Finalmente, os pesquisadores ficaram curiosos se o córtex insular desempenhou um papel durante a experiência original da inflamação ou se estava apenas armazenando informações para serem recuperadas mais tarde. Em outras palavras, havia um componente mental envolvido na doença não psicossomática desde o início?

Mais uma vez, eles induziram inflamação intestinal com estímulos externos em camundongos que não tinham experiência com a doença. No entanto, desta vez, eles inibiram a atividade do neurônio do córtex insular. Eles descobriram que a doença foi significativamente diminuída, em termos de sintomas clínicos e resposta imune.

Esses achados sugerem que mesmo doenças que antes eram consideradas não psicossomáticas podem ter um elemento psicossomático, o que piora seus efeitos. Identificar o papel do córtex insular na regulação imunológica abre as portas para novas formas de prevenção e tratamento de doenças.

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*Fonte: sabersaude

Hormônios da felicidade: como aumentar seus níveis no corpo

Você já ouviu falar nos hormônios da felicidade? Existem quatro substâncias bioquímicas principais que estão associadas ao sentimento de felicidade e sensação de bem-estar: serotonina, dopamina, endorfina e oxitocina.

Apesar de serem chamadas popularmente de “hormônios da felicidade”, é importante entender que nem todas substâncias dessa lista são hormônios – embora a mesma terminação em “-ina” possa nos induzir ao erro.

Enquanto a serotonina e dopamina são neurotransmissores, a endorfina e oxitocina são hormônios. Aqui, vale apontar apenas que esses compostos bioquímicos têm formas diferentes de atuação no corpo humano.

Se você quer uma vida mais feliz, é importante você conhecer cada um desses hormônios e neurotransmissores e saber como eles funcionam no seu corpo. Afinal, diariamente há muitos gatilhos de ansiedade, estresse e tristeza no mundo que chegam até nós, inclusive pelas redes sociais.

Serotonina: o que é e para que serve
A serotonina é um neurotransmissor que desempenha um papel importante no humor. Por isso que ouvimos falar nela quando buscamos formas para reduzir a depressão e regular a ansiedade.

Além de estar associada à felicidade, a serotonina ajuda a regular outras funções em seu corpo, como digestão, sono e saúde óssea.

Como aumentar serotonina
A chave para aumentar a serotonina é promover sua confiança. Se você está preso em um ciclo de baixa autoestima ou tem pessoas te criticando constantemente, pode ser difícil recuperar sua confiança.

Em outras palavras, se você não priorizar sua necessidade de respeito e status, sua confiança será afetada e, por consequência, seu nível de serotonina.

“A confiança desencadeia a serotonina. Macacos tentam se superar porque estimula a serotonina. As pessoas geralmente fazem o mesmo”, explica Loretta Breuning, fundadora do Instituto do Mamífero Interior (Inner Mammal Institute em inglês) e autora do livro “Habits of a Happy Brain” (“Hábitos de um cérebro feliz”, ainda sem edição em português).

Para desenvolver sua crença no seu valor próprio, foque no que você já conquistou na vida. Outra maneira de aumentar sua confiança é praticar exercícios físicos e buscar formas de sair da sua zona de conforto.

Dopamina: o que é e para que serve
A dopamina é um neurotransmissor que está associado à motivação e recompensa. É por isso que você sente bem quando define uma meta empolgante ou importante, e por que é prazeroso alcançá-la.

“Aproximar-se de uma recompensa libera dopamina. Quando um leão se aproxima de uma gazela, sua dopamina aumenta e a energia que ele precisa para a caça é liberada. Seus ancestrais liberavam dopamina quando encontravam um poço de água”, diz Breuning.

Por outro lado, o nível baixo de dopamina (que os especialistas dizem que pode ocorrer com a depressão) pode explicar os sentimentos de baixa motivação ou perda de interesse em algo que você costumava gostar.

Como aumentar dopamina
A taxa de dopamina pode ser aumentada com hábitos não tão saudáveis, como beber cafeína, comer açúcar, certas drogas recreativas e até usar redes sociais. Mas, você consegue aumentá-la sem usar substâncias potencialmente prejudiciais ou viciantes.

“Abrace um novo objetivo e dê pequenos passos em direção a ele todos os dias. Seu cérebro o recompensará com dopamina cada vez que você der um passo. A repetição construirá um novo caminho de dopamina até que seja grande o suficiente para competir com o hábito de dopamina que você está melhor sem”, diz Breuning.

Endorfina: o que é e para que serve
As endorfinas são hormônios que estão reconhecidamente ligados ao exercício. Após uma corrida ou treino intensos, há uma liberação desse hormônio do prazer.

Outra característica desses hormônios é atuar como analgésicos naturais, minimizando a dor e maximizando o prazer. Isso ajuda a explicar porque um corredor não consegue perceber uma lesão até que termine o esporte.

“No estado de natureza, ajuda um animal ferido a escapar de um predador. Ajudou nossos ancestrais a correr para pedir ajuda quando feridos. As endorfinas evoluíram para a sobrevivência, não para festas. Se você estivesse com altas endorfinas o tempo todo, tocaria o fogo quente e andaria com perna quebrada”, explica Breuning.

Como aumentar a endorfina
Embora as endorfinas sejam liberadas em resposta à dor, isso não significa que você deva procurar maneiras de se machucar (como se exercitar demais ou se esforçar além de seus limites) apenas para se sentir bem.

A maneira mais gostosa de aumentar as endorfinas naturalmente é rir. Outras formas igualmente eficazes são comer chocolate amargo, assistir seu drama favorito na Netflix, malhar e meditar.

Oxitocina: o que é e para que serve
A oxitocina (também escrita ocitocina) é comumente chamada como “hormônio do amor”. Isso porque esse hormônio está associado à forma como as pessoas se unem e confiam umas nas outras.

Esse composto também é importante na contração do útero durante o parto, na amamentação e no relacionamento dos pais com o bebê após o nascimento.

Como aumentar a oxitocina
Certas atividades como beijar, abraçar e fazer sexo podem desencadear a liberação de oxitocina no cérebro. Mas, para além do aspecto físico, a conexão emocional é importante para que a oxitocina seja liberada.

“A confiança social é o que libera a oxitocina. Se você abraça alguém em quem não confia, não se sente bem. A confiança vem em primeiro lugar. Você pode construir a confiança social dando pequenos passos positivos em relação às pessoas”, diz Breuning.

Uma dica para aumentar a oxitocina é entrar em contato com um amigo próximo. Se você ainda não tem uma rede de confiança, entre em contato com um conhecido e construa aos poucos sua relação com ele. Outra opção é ter um animal de estimação que você possa abraçar bastante.

*Por Layse Ventura
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*Fonte: olhardigital

Como a tecnologia está nos transformando em crédulos incondicionais

A tese é simples: com tanta coisa maravilhosa surgindo todos os dias, as pessoas estão acreditando que tudo é possível. Tudo mesmo.

“Google, quando o abacate que eu comprei vai ficar maduro?”

Por exemplo: acreditar que qualquer coisa que você pergunte ao Google, por mais bizarra que seja (“Google, quando vou morrer?”), possa de alguma maneira ser respondida.

Mas o ponto nem é a pergunta ser respondia, porque elas sempre são. A questão é o quanto você acredita nela ou não. E, desconfio, a credibilidade dos oráculos tecnológicos tem aumentado a cada geração.

Velhos e jovens: será que acreditam (ou desconfiam) de forma diferente?
Você já viu o novo aplicativo que você tira uma foto de um objeto, envia para um amigo e ele se materializa de verdade? O seu amigo só tem que apontar o celular para uma superfície, aí rola uma espécie de realidade aumentada e o objeto vai surgindo, que nem no teletransporte de Jornada nas Estrelas.

Um cara mais velho vai falar: “Hein??? Hahaha, bebeu???

E, talvez, um garotinho reaja de forma diferente: “Séééério??? Onde baixa??”

Claro, é um exagero, mas é só pra carregar nas cores da minha singela tese.

Por mais mágica que seja a promessa de uma nova tecnologia, as gerações mais novas gastam menos tempo desconfiando do que os mais velhos. Claro, faz parte da ingenuidade da idade mesmo.

Mas tem outro motivo: os mais velhos tem uma realidade e uma experiência prévia para comparar, enquanto que os mais jovens estão chegando ao planeta agora e ainda estão em modo tutorial. Você chega em um lugar novo e simplesmente observa e absorve. Quer conhecer. Os questionamentos vêm mais tarde.

Na escola era a mesma coisa, lembra? Você assistia as aulas com uma postura mais passiva, os questionamentos e as desconfianças (Cabral abriu demais a curva da Africa e acabou descobrindo o Brasil) isso veio muito mais tarde.

No começo das nossas existências, somos todos esponjas.


Tecno Fé

Tem uma expressão em inglês, que você deve conhecer e que resume bem essa postura, que é o “take for granted”. É aceitar algo como de direito, como fato inquestionável. É uma super familiaridade com as coisas, que parecem que sempre estiveram por aí desde sempre e que nem damos mais importância.

Algo próximo da própria definição de fé.

Fé é acreditar sem questionar. A coisa é a coisa e pronto. Eu acredito. Mesmo que o meu lado racional insista que unicórnios não existem. Veja bem, não estou criticando a fé. Estou apenas explorando o grau de devoção a uma crença qualquer.

Mas qual atitude é a melhor no fim das contas?

Será que a nova geração é mais aberta ao novo? Será que gente mais velha é mais desconfiada?

Pode ser que sim, mas o outro lado da moeda traz uma outra possibilidade. Os mais novos são também mais facilmente iludidos com falsas promessas. É uma geração que acredita em mágica. E, como sabemos, mágicas não são coisas reais. Mágicas são ilusões, truques.

Enfim, existe uma diferença enorme entre a saudável atitude de querer acreditar nas coisas e a crença cega e incondicional.


Concluindo

Não quero passar a impressão de que este post seja um daqueles que comparam gerações porque isso nunca funciona. Não dá para rotular atitudes por gerações, cravar atitudes coletivas baseado na data da certidão de nascimento como se fosse horóscopo (“se você nasceu depois do ano tal, então você é assim ou assado…”). Mas separar por blocões em ordem de chegada e de exposição ao planeta e as coisas da vida é uma forma de tentar enxergar tendências para a humanidade. E me parece que há uma mudança de atitude importante acontecendo.

A única coisa que acho que deveríamos ficar atentos é nunca esquecer do que existe por trás das mágicas. Eu costumo dizer que o meu filho cresceu vendo a louça aparecer de volta no armário, limpinha, como se fosse mágica. Claro, alguém teve que lavar tudo, mas ele não viu. E por isso vai aprendendo que louça fica limpa por mágica. Mas ignorar o processo é um erro grave.

Achar que toda essa liberdade de expressão ou a vontade de um mundo mais justo e evoluído é uma exclusividade da geração atual e esquecer que milhões de outros seres humanos brigaram por milhares de anos para que os jovens herdassem esse mundo bacana de hoje seria também um erro grave.

O ideal, como sempre, é pegar o melhor dos dois universos.

Crédulos, condicionais e conscientes dos processos e de como as coisas funcionam.

Para não sermos uma espécie que entra em extinção se acabar a energia elétrica.

*Por Wagner Brenner
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*Fonte: updateordie

A lei do Karma: Aquele que desejar o fracasso dos outros, fracassará

A lei do Karma: Aquele que desejar o fracasso dos outros, fracassará

Entenda como funciona a Lei do Karma antes de sair desejando que os outros fracassem!

Quando devo desejar o mal dos outros? Bem, a resposta é: nunca.

Se você fizer isso, você estará, na verdade, convidando essa energia ruim de volta para sua vida de uma forma multiplicada.

A LEI DO KARMA DIZ QUE VOCÊ COLHE, O QUE VOCÊ PLANTA. SEMPRE.

Na verdade, existem várias pessoas que fazem trabalhos espirituais com invocações de danos a outra pessoa.

Toda vez que eu ouço isso – eu estremeço. (Sério, fico em choque!)

Felizmente, meu primeiro contato com a compreensão dessa verdade simples veio de meu avô Reikiano, que me ensinou uma lição muito simples: você nunca deve impor sua vontade a ninguém. Fazer isso é praticar magia negra, e ela sempre voltará a você. Sempre.

Aprendi isso na primeira semana estudando Reiki e começando a descobrir meus próprios dons, mas milênios de história em outras tradições ensinam a mesma mensagem, mais comumente:

FAÇA AOS OUTROS O QUE GOSTARIA QUE FIZESSEM A VOCÊ.

Se você não quer que alguém deseje mal a você, não deseje o mal aos outros. É realmente tão simples.

Talvez, seja mais prático hoje pensar assim:

VOCÊ NÃO PODE LANÇAR UMA REDE NEGATIVA E ESPERAR PEGAR ALGO POSITIVO.

Nada de bom vem de semear ou vomitar veneno ou toxicidade no mundo.

Mesmo que você se sinta bem momentaneamente fazendo isso, acabará por causar mais problemas a longo prazo.

É claro que, a longo prazo você se deparará com uma colheita negativa.

Como dizem, o tempo é o senhor, e o tempo não perdoa quem faz o mal ou deseja o fracasso dos outros.

Você pode sim desabafar, chorar, ficar com raiva e experimentar todas as emoções possíveis caso alguém tenha te feito algum mal, mas revidar não é o melhor a fazer.

Ao desejar que o outro se prejudique você estará desejando isso a si mesmo e não se sentirá melhor pois está enviando a mesma toxicidade a situação.

Ou, como outro grande professor ensinou certa vez: dê a outra face.

O que pode ser traduzido como:

1) permitir-se ser atingido novamente, ou

2) (como eu prefiro) virar e ir embora, afastando-se do drama da outra pessoa e permanecendo fiel a quem você é.

Não há vergonha em se desconectar. A única perda real é quando você escolhe se envolver em algo destrutivo e negativo de um lugar de mágoa ou medo. Isso perpetua o ciclo de dano – um ciclo no qual você está exatamente no meio.

Deixe o mal ir embora, assim como ele veio, e se livre da lei do Karma. Caso você não entenda esse bilhete, você colherá resultados negativos logo mais.

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*Fonte: seuamigoguru

Sou fã de gente que escuta, a maioria só quer falar

É tão raro quem conversa, quem escuta. A maioria só quer falar, só quer saber de si mesma, porém, muitas vezes, precisaremos de alguém que nos ouça, que preste atenção em nossos sentimentos.

Se prestarmos atenção, perceberemos que o costume de aguardar a vez para falar está desaparecendo entre muitas pessoas.

Todo mundo quer falar, extravasar, opinar, mas poucos estão dispostos a ouvir e realmente escutar o que o outro tem a dizer. Não importa o quanto precisemos de alguém que nos ouça, raramente encontraremos quem consiga parar de pensar em si mesmo, para nos dispensar um mínimo de atenção.

E esse comportamento, infelizmente, acaba atrapalhando também a leitura de textos escritos. Se o que importa é tão somente a própria opinião, como conseguir ler um ponto de vista diferente e pensar sobre aquilo? Geralmente, as pessoas leem só o superficial, sem se aprofundar no que está subentendido, porque querem estar certas, querem ser as donas da razão, portanto, nada do que as contradiz é levado em conta.

Em muitos momentos, precisaremos de alguém que nos ouça, que preste atenção em nossos sentimentos, que divida a dor que nos assola, apenas ali do lado, olhando-nos os olhos e acolhendo nossa alma quebrada. Não será preciso falar nada, apenas escutar, entender, abraçar e ficar junto de fato. Alguém que não corte nossa fala, que não diga que também sofre, que não abra concorrência com a nossa dor – muitas pessoas sempre acham que sofrem mais do que qualquer um.

É COMO SE QUASE NINGUÉM MAIS CONSEGUISSE CONVERSAR, OU SEJA, TROCAR IDEIAS, OPINIÕES E PONTOS DE VISTA DE FORMA COMPARTILHADA, POIS MUITA GENTE QUER SOMENTE FALAR, IMPONDO O QUE ACHA SER O CERTO E PONTO FINAL.

Assim, tornam-se incapazes de se colocar no lugar de alguém e de refletir sobre a própria vida.

Gente assim é incapaz de mudar, de perceber-se errada, de melhorar. Não conversam com pessoas, não interagem com textos, nem dialogam com o mundo, pois só o que existe é seu próprio mundinho.

Devemos, portanto, valorizar as pessoas com quem conseguimos conversar de fato, com quem chegamos a trocar ideias de forma saudável, quem nos escuta e nos acolhe, quando mais precisamos.

É preciso que nos demoremos junto às pessoas que nos devolvem sentimento, porque, caso acumulemos pesos demais dentro de nós, dificilmente teremos a chance de seguir em busca de nossa felicidade. E isso ninguém merece.

*Por Prof. Marcel Camargo
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*Fonte: seuamigoguru

ISLÂNDIA: Projeto de redução para 4 dias de trabalho é um sucesso

A discussão sobre os modelos de trabalho talvez nunca tenha estado tão em voga como agora. Muita gente está se questionando se há realmente a necessidade de trabalhar dos modos que fizemos até agora, com cargas exaustivas de 8 horas diárias e cumprindo jornadas específicas.

Trata-se de um movimento global, que tem envolvido vários países, a partir de um lema sobre “trabalhar menos, viver mais”. É o caso da Islândia, que está experimentando diminuir a jornada de trabalho para quatro dias na semana mantendo o salário dos empregados. E, pelo que foi constatado até agora, a experiência tem sido um “sucesso esmagador”.

Os estudos sobre a nova jornada de trabalho

Um relatório produzido pela Association for Sustainability and Democracy (Alda) e pelo think tank britânico Autonomy trouxe o resultado da análise feita entre 2015 e 2019 na Islândia, que realizou o maior projeto piloto do mundo até agora. Neste período, 2.500 pessoas (correspondendo a 1% da população do país) tiveram sua semana de trabalho reduzida para 35 ou 36 horas (ao invés das 40 horas tradicionais), sem corte em seus salários.

Segundo os pesquisadores, o que se descobriu é que a produtividade dos trabalhadores permaneceu a mesma ou até melhorou. Além disso, houve uma redução drástica de níveis de estresse nessa população e um maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

O sucesso do experimento levou que sindicatos se mobilizassem para renegociar os contratos de trabalho, e agora 86% da população ativa na Islândia deve mudar para este novo modelo.

Will Stronge, diretor de pesquisa da Autonomy, declarou à BBC: “este estudo mostra que o maior teste do mundo de uma semana de trabalho mais curta no setor público foi, sob todos os aspectos, um sucesso esmagador. Isso mostra que o setor público está maduro para ser pioneiro em reduzir as semanas de trabalho – e as lições podem ser aprendidas por outros governos”.

Experiências em outros países

Outros países também estão sinalizando a possíveis mudanças nas jornadas trabalhistas. A pandemia de covid-19, que mostrou que muito do trabalho também é possível de ser realizado em casa, pode ter acelerado este processo.

O Reino Unido acabou de lançar um projeto que visa estudar a redução da jornada de trabalho. Até o momento, 70 empresas, totalizando 3.000 funcionários, já se inscreverem para participar da pesquisa, encabeçada por cientistas das Universidades de Cambridge e Oxford e Boston College, além do think tank Autonomy e dos grupos 4 Day Week Global e 4 Day Week UK Campaign.

A Escócia planeja entrar em um modelo semelhante em 2023, quando os trabalhadores terão suas horas reduzidas em 20%, sem perda de salário. O Partido Nacional Escocês está apoiando financeiramente as empresas privadas que quiserem participar.

Na Nova Zelândia, a gigante Unilever está experimentando uma redução de 20% das horas de trabalho dos funcionários sem mudar os seus salários. Já a Alemanha, que tem a jornada semanal de trabalho mais curta da Europa (com 34,2 horas semanais), estuda a possibilidade de diminuir a carga para 4 dias, com o apoio dos sindicatos.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Uma noite sem dormir basta para a energia baixar e o rendimento cair!

Qualquer pessoa sabe que precisa dormir bem para se sentir disposto durante o dia, fora todas os benefícios que o sono traz para a saúde. Mas às vezes, situações acontecem, que fogem ao nosso controle, e simplesmente não dá para dormir o suficiente.

O bebê acorda várias vezes durante a noite, o cachorro passa mal de madrugada, o vizinho faz uma festa com som auto a noite toda, uma fatalidade acontece com um parente e te ligam no meio da noite para contar, o intestino começa a funcionar de madrugada só para interromper o sono. Um problema te acorda as 3h da manhã e você não consegue dormir mais.

São tantas coisas que podem acontecer e interromper a nossa noite de sono que, infelizmente, mesmo que seja uma coisa esporádica, como no caso do cachorro, ou uma coisa rotineira, como no caso do bebê, é muito difícil ter o mesmo rendimento no outro dia.

QUANDO NÃO DÁ PRA DORMIR, NO OUTRO DIA A GENTE SENTE QUE A DISPOSIÇÃO CAI, O RACIOCÍNIO FICA MAIS LENTO. A GENTE PERCEBE A ENERGIA BAIXA.

Nada parece fácil de fazer quando a gente não dorme direito. Mas o que a gente pode fazer no dia seguinte?

O QUE UMA MÃE QUE NÃO DORME DIREITO HÁ MAIS DE 3 MESES PODE FAZER? E O QUE UMA PESSOA QUE TEM O SONO INTERROMPIDO POR UM EVENTO INESPERADO PODE FAZER?

A resposta é: RESPIRAR!

Respirar vai te levar para um lugar de quietude e silêncio interior.

Vai oxigenar o seu cerebro, o seu corpo e filtrar as energias que estão estagnadas.

Respirar conscientemente vai te equilibrar emocionalmente e mentalmente, e vai dissolver a irritabilidade. Respirar fundo pode te ajudar a enfrentar esses dias com mais leveza.

Não duvide do poder da respiração, não só nesses dias não dormidos, mas sempre. Quando você esquece de respirar e só deixa a respiração no automático, você começa a reagir ao dia e comete mais erros.

Procure respirar fundo também, em situações onde você se sente pressionado ou precisa tomar decisões importantes, por exemplo.

Respire fundo agora! E imagine o ar limpando todas as células do seu corpo. Deixe o ar recarregar as suas energias e te ajudar a fazer as suas tarefas diárias com mais leveza.

*Por Robson Hamuche
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*Fonte: resilienciamag

O que você come tem o poder de reprogramar seus genes. Especialista explica como

As pessoas normalmente pensam em comida como calorias, energia e sustento. No entanto, as evidências mais recentes sugerem que os alimentos também “falam” com nosso genoma, que é o modelo genético que direciona a maneira como o corpo funciona até o nível celular.

Essa comunicação entre alimentos e genes pode afetar sua saúde, fisiologia e longevidade . A ideia de que os alimentos transmitem mensagens importantes ao genoma de um animal é o foco de um campo conhecido como nutrigenômica .

Esta é uma disciplina ainda em sua infância, e muitas questões permanecem envoltas em mistério. No entanto, nós pesquisadores já aprendemos muito sobre como os componentes dos alimentos afetam o genoma .

Sou um biólogo molecular que pesquisa as interações entre alimentos , genes e cérebros no esforço de entender melhor como as mensagens alimentares afetam nossa biologia. Os esforços dos cientistas para decifrar essa transmissão de informações podem um dia resultar em vidas mais saudáveis ​​e felizes para todos nós.

Mas até então, a nutrigenômica desmascarou pelo menos um fato importante: nossa relação com a comida é muito mais íntima do que imaginávamos.

A interação de alimentos e genes
Se a ideia de que os alimentos podem conduzir processos biológicos interagindo com o genoma parece surpreendente, não é preciso procurar mais do que uma colméia para encontrar um exemplo comprovado e perfeito de como isso acontece. As abelhas operárias trabalham sem parar, são estéreis e vivem apenas algumas semanas.

A abelha rainha, sentada no fundo da colmeia, tem uma vida útil que dura anos e uma fecundidade tão potente que dá à luz uma colônia inteira.

E, no entanto, abelhas operárias e rainhas são organismos geneticamente idênticos. Eles se tornam duas formas de vida diferentes por causa da comida que comem . A abelha rainha se banqueteia com geleia real ; abelhas operárias se alimentam de néctar e pólen.

Ambos os alimentos fornecem energia, mas a geleia real tem uma característica extra: seus nutrientes podem desbloquear as instruções genéticas para criar a anatomia e a fisiologia de uma abelha rainha.

Então, como a comida é traduzida em instruções biológicas? Lembre-se que os alimentos são compostos por macronutrientes . Estes incluem carboidratos – ou açúcares – proteínas e gorduras.

Os alimentos também contêm micronutrientes, como vitaminas e minerais. Esses compostos e seus produtos de degradação podem acionar interruptores genéticos que residem no genoma .

Como os interruptores que controlam a intensidade da luz em sua casa, os interruptores genéticos determinam quanto de um determinado produto genético é produzido. A geleia real, por exemplo, contém compostos que ativam controladores genéticos para formar os órgãos da rainha e sustentar sua capacidade reprodutiva.

Em humanos e camundongos, os subprodutos do aminoácido metionina, que são abundantes em carnes e peixes, são conhecidos por influenciar os seletores genéticos que são importantes para o crescimento e divisão celular .

E a vitamina C desempenha um papel em nos manter saudáveis, protegendo o genoma do dano oxidativo ; também promove a função de vias celulares que podem reparar o genoma se for danificado.

Dependendo do tipo de informação nutricional, dos controles genéticos ativados e da célula que os recebe, as mensagens nos alimentos podem influenciar no bem-estar, no risco de doenças e até na expectativa de vida . Mas é importante notar que, até o momento, a maioria desses estudos foi realizada em modelos animais, como as abelhas.

Curiosamente, a capacidade dos nutrientes de alterar o fluxo de informação genética pode se estender por gerações. Estudos mostram que em humanos e animais, a dieta dos avós influencia a atividade dos interruptores genéticos e o risco de doenças e mortalidade dos netos.

Causa e efeito
Um aspecto interessante de pensar a comida como um tipo de informação biológica é que ela dá um novo significado à ideia de uma cadeia alimentar. De fato, se nossos corpos são influenciados pelo que comemos – até um nível molecular – então o que a comida que consumimos “come” também pode afetar nosso genoma.

Por exemplo, comparado ao leite de vacas alimentadas com capim, o leite de gado alimentado com grãos tem diferentes quantidades e tipos de ácidos graxos e vitaminas C e A. Então, quando os humanos bebem esses diferentes tipos de leite, suas células também recebem mensagens nutricionais diferentes.

Da mesma forma, a dieta de uma mãe humana altera os níveis de ácidos graxos, bem como vitaminas como B-6, B-12 e folato que são encontrados no leite materno. Isso pode alterar o tipo de mensagens nutricionais que atingem os próprios interruptores genéticos do bebê, embora isso tenha ou não efeito no desenvolvimento da criança seja, no momento, desconhecido.

E, talvez sem que saibamos, também fazemos parte dessa cadeia alimentar. A comida que comemos não mexe apenas com os interruptores genéticos em nossas células, mas também com os dos microorganismos que vivem em nossos intestinos, pele e mucosa .

Um exemplo impressionante: em camundongos, a quebra de ácidos graxos de cadeia curta por bactérias intestinais altera os níveis de serotonina , um mensageiro químico cerebral que regula o humor, a ansiedade e a depressão , entre outros processos.

Aditivos alimentares e embalagens
Ingredientes adicionados nos alimentos também podem alterar o fluxo de informação genética dentro das células. Pães e cereais são enriquecidos com folato para prevenir defeitos congênitos causados ​​por deficiências desse nutriente.

Mas alguns cientistas levantam a hipótese de que altos níveis de folato na ausência de outros micronutrientes naturais , como a vitamina B-12, podem contribuir para a maior incidência de câncer de cólon nos países ocidentais, possivelmente afetando as vias genéticas que controlam o crescimento .

Isso também pode ser verdade com produtos químicos encontrados em embalagens de alimentos. O bisfenol A, ou BPA, um composto encontrado no plástico, aciona marcadores genéticos em mamíferos que são críticos para o desenvolvimento, crescimento e fertilidade .

Por exemplo, alguns pesquisadores suspeitam que, tanto em modelos humanos quanto em animais , o BPA influencia a idade de diferenciação sexual e diminui a fertilidade, tornando os interruptores genéticos mais propensos a serem ativados.

Todos esses exemplos apontam para a possibilidade de que a informação genética nos alimentos possa surgir não apenas de sua composição molecular – os aminoácidos, vitaminas e afins – mas também das políticas agrícolas, ambientais e econômicas de um país, ou da falta de deles.

Os cientistas só recentemente começaram a decodificar essas mensagens genéticas de alimentos e seu papel na saúde e na doença. Nós, pesquisadores, ainda não sabemos exatamente como os nutrientes agem nos interruptores genéticos, quais são suas regras de comunicação e como as dietas das gerações passadas influenciam sua progênie.

Muitos desses estudos até agora foram feitos apenas em modelos animais, e ainda há muito a ser trabalhado sobre o que as interações entre alimentos e genes significam para os seres humanos.

O que está claro, porém, é que desvendar os mistérios da nutrigenômica provavelmente fortalecerá as sociedades e gerações presentes e futuras.A conversa


Monica Dus , Professora Assistente de Biologia Molecular, Celular e do Desenvolvimento, Universidade de Michigan .
*Este artigo é republicado de The Conversation sob uma licença Creative Commons. Leia o artigo original ……………………………………………………………….
*Fonte: sabersaude

Os 5 tipos de pessoas mais difíceis de lidar

As pessoas mais difíceis de lidar raramente têm consciência do efeito que a sua atitude diante da vida tem sobre os outros. De fato, elas geralmente acabam se sentindo muito inseguras no mundo social porque não conseguem identificar o problema.

Todos sabemos que algumas pessoas são mais difíceis de lidar do que outras. Porém, a verdade é que algumas delas chegam ao limite do insuportável. Não é que sejam pessoas ruins, ou algo assim. Elas simplesmente têm traços que acabam sendo muito irritantes, e é por isso que é muito difícil estar com elas sem sentir que a nossa paciência está se esgotando.

Na maioria das vezes, essas pessoas mais difíceis de lidar não são totalmente conscientes do efeito que têm sobre os outros. O mais comum é que tenham muitas razões aparentes, ou justificativas autênticas, para agir como agem. Diante de qualquer observação dos outros, reagem defendendo o “seu direito” de ser como são.

É frequente que se comportem dessa maneira porque têm alguma dificuldade consigo mesmas que não identificaram ou que não sabem como resolver. É verdade que elas precisam de compreensão, mas também é importante que se conscientizem do seu comportamento. Quais são as pessoas mais difíceis de lidar? A seguir, vamos mencionar cinco tipos.

“Na sociedade, existem dois tipos de pessoas, médicos e cozinheiros; uns trabalham sem descanso para preservar a nossa saúde e os outros para destruí-la, com a diferença de que estes últimos estão mais convencidos do que fazem que os primeiros ”. -Denis Diderot-


1. Os “reclamões”, um dos tipos de pessoas mais difíceis de lidar

Se uma pessoa fica reclamando de forma constante, isso pode ser um recurso para pedir ajuda. Ou então talvez esta seja uma forma de expressar um sofrimento que a sufoca. Também pode acontecer que este seja um recurso para chamar a atenção dos outros, porque há muita solidão ou um grande sentimento de vulnerabilidade.

Os “reclamões” ficam entre as pessoas mais difíceis de lidar porque, não importa qual seja o motivo, este é um comportamento manipulador e equivocado. O indicado é que, se uma pessoa precisa de ajuda, ela deve pedi-la.

Da mesma forma, o mais razoável é que ela se encarregue do próprio sofrimento, solidão ou sentimento de vulnerabilidade. Ela pode pedir e receber ajuda, mas, em última análise, ninguém além dessa pessoa deve cuidar dela mesma. Reclamar não resolve nada e, em vez disso, geralmente têm o efeito contrário: rejeição ou indiferença.

Os “reclamões” podem ser muito irritantes porque falam e falam, mas não agem.

2. Amigos hostis
Amigos hostis são aqueles que se tornam especialistas em dizer “preto” quando o outro diz “branco”. Ou em jogar sutilezas no ar que são ofensivas. Também são aqueles que criticam “para o seu próprio bem” a todo momento, ou que julgam e questionam o outro continuamente.

Estas são algumas das pessoas mais difíceis de lidar porque geralmente cobrem a sua hostilidade com um manto de supostas boas intenções. Estando com elas, você acaba se sentindo inadequado ou culpado, mas não sabe por quê. Ninguém se sente confortável com alguém assim por muito tempo.

3. Os condescendentes ao extremo
Os amigos condescendentes ao extremo são o oposto dos amigos hostis, mas, no fundo, eles têm várias semelhanças. Eles estão sempre dispostos a dar a razão ao outro, concordam com tudo o que é dito e parecem sempre estar presentes de forma incondicional. No entanto, nunca se sabe o que eles realmente pensam ou sentem. É por isso que essas figuras afáveis estão na lista das pessoas mais difíceis de lidar.

Muitas vezes, esse tipo de pessoa precisa intensamente da aprovação dos outros. Pela mesma razão, não é incomum que essas pessoas mudem de opinião repentinamente quando a maré está ao contrário. Elas seguem a correnteza e é por isso que podem abandonar os seus “amigos” pelo caminho se eles estiverem na direção oposta.

4. Os pessimistas absolutos
O problema não está em ser pessimista em si, mas sim em anunciar essa posição diante da realidade de forma permanente. Sem dúvida, a maioria de nós está ciente de que a vida tem suas dificuldades e que o mundo não está passando pelo seu melhor momento. Certamente estamos preocupados com as mudanças climáticas, guerras, doenças e tudo mais.

O que acontece é que procurar o ângulo mais sombrio de tudo não ajuda a resolver esses problemas. O que se consegue é aumentar a sensação de desconforto e essa certa angústia que todos nós experimentamos diante dos problemas. Por isso, os pessimistas estão entre as pessoas mais difíceis de lidar.

Os pessimistas geralmente procuram o lado escuro ou negativo de tudo, o que gera grande desconforto para os outros.

5. Os sabe-tudo
Os sabe-tudo podem ser divididos em dois grupos. Há aqueles que realmente têm grande conhecimento em muitas áreas e que falam com fundamento sobre quase qualquer assunto. Por outro lado, há aqueles que fingem saber tudo e que falam com aparente propriedade, até mesmo sobre assuntos que desconhecem completamente.

Ambos os tipos estão entre as pessoas mais difíceis de lidar. Os primeiros, porque não permitem a interação. Eles precisam de uma audiência, não de um interlocutor. Os últimos também são muito irritantes, uma vez que geralmente são teimosos e precisam ter razão o tempo todo, estejam certos ou não.

Conforme já observamos, as pessoas mais difíceis de lidar geralmente têm alguma dificuldade que as impede de se relacionar com os outros de forma fluida, amigável e natural. O mais importante, em todos os casos, é não cair em seus jogos e manipulações. Também não se deve julgá-las. Afinal, elas já têm dificuldade para tolerar a si mesmas.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Precisamos entender um pouco sobre energia!

A energia que passa a existir em nossa vida com tais mudanças na forma de pensar e de sentir, muda o nosso comportamento, alterando os acontecimentos da nossa vida.

A energia da qual nos alimentamos dita o tipo de vida que levamos.

Não importa o que tenha acontecido em sua vida. As pessoas, na maioria das vezes, focam nos problemas, nas dificuldades, nas dores. Focando no pior desta maneira, elas se lamentam, gastam tempo demais em uma energia negativa que não contribui com absolutamente nada para que saiam da situação, encontrem uma solução e superem momentos difíceis… e isto é muito destrutivo!

Precisamos entender um pouco sobre energia. Lógico que, quando vivenciamos algo ruim, decepções, perdas, etc., nos sentimos mal, e tendemos a nos tornar vulneráveis, muitas vezes nos sentindo injustiçados pela vida.

E é comum nos questionarmos: “Por que isso aconteceu comigo?”.

Independente de possuirmos um seguimento religioso, filosófico, ou não acreditarmos em nada, é importante entendermos um pouco sobre o pensamento, sobre a neurolinguística…o quanto os pensamentos geram emoções, sentimentos, energias (positivas ou negativas), os quais produzem resultados em nossa mente e em nosso corpo físico. Resultados ao redor de nós, em nossa vida, prejudicando-nos ainda mais do que a própria situação ruim que estamos vivenciando.

Quando pensamentos negativos, de teor destrutivo, que comprometem nossos sentimentos, emoções, nos fazem permanecer em estados comportamentais desgastantes, limitantes, repetindo em nosso quadro mental, vivência dolorosa, culpa, acusações, raiva, tristeza, medo ou qualquer outro sentimento que nos dificulte a sair de tal estado, situação, estamos nos prejudicando e também nos destruindo ainda mais.

Quando os pensamentos são mais positivos e geram emoções e sentimentos melhores, mesmo diante de situações desgastantes e acontecimentos ruins da vida, a pessoa começa a enxergar um novo caminho, uma luz, uma nova direção, a criar uma alternativa que a levará a sair de tais situações ou se livrar de sentimentos que foram dolorosos.

Muitas vezes não se consegue isso sozinho(a), é necessário a ajuda de um profissional, terapeuta, médico ou de vários profissionais multidisciplinares e complementares. Pessoas qualificadas que o orientem, que o ajudem a reforçar o seu melhor potencial e a como utilizar o seu melhor para ultrapassar o momento difícil. Que o ajudem a enxergar o quanto determinadas situações que ocorrem na vida e que não têm uma uma explicação lógica podem se tornar pontes, não como imaginávamos: o fundo do poço ou o abismo. São como uma passagem que necessitávamos de alguma forma para fazermos uma transformação em nós.

E assim alcançarmos um portal para um outro lado da nossa própria vida, trazendo outros significados, outros entendimentos de tudo.

Um lado mais amplo, onde não nos sentimos mais vítimas ou culpados, onde não vemos mais um algoz. Para entendermos que somos responsáveis e atuantes em tudo o que vivemos, não deixando mais nossas vidas nas mãos de ninguém.

Deixamos de criar tanta expectativa, e não depositamos em outros seres humanos a responsabilidade de terem super poderes. Começamos a compreender melhor as limitações, vulnerabilidades e fraquezas.

Reiniciamos o nosso caminho muito mais conscientes e investindo totalmente em nós mesmos, em nossos potenciais, na nossa força, nos conhecendo melhor, estudando mais o nosso próprio universo interior, os nossos antagonismos, as nossas deficiências e a nossa beleza…aceitando melhor as nossas idiossincrasias.

Neste momento, fazemos outras perguntas, como os orientais nos propõem diante de situações difíceis. Por exemplo, a corrente filosófica Brahma Kumaris nos propõe não perguntarmos “por quê?” e sim “para que serve tal situação?”, “o que necessito entender que eu ainda não entendi?”, “o que preciso evoluir que ainda não consegui e, por isso, ainda necessitei vivenciar tal situação em minha vida?”.

Desta forma, o panorama muda, as perspectivas mudam e a forma de interagirmos também se transforma.

A energia que passa a existir em nossa vida com tais mudanças na forma de pensar e de sentir, muda o nosso comportamento, alterando os acontecimentos da nossa vida. Parece até que algo mágico está ocorrendo, mas é apenas a mudança da produção daquilo que pensamos sobre nós, sobre o que nos ocorre, sobre os outros, sobre a vida.

Desta maneira, começamos a entender melhor porque tanto se fala em energia positiva, em gratidão, em agradecer a tudo o que nos ocorre e a todos que passam pela nossa vida.

*Por Patrícia Tavares
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*Fonte: osegredo

A amizade é tinta permanente

Os responsáveis pelo estudo analisaram as semelhanças genéticas e a conexão entre diversas pessoas usando duas pesquisas independentes de saúde. Estas pesquisas continham informação detalhada de várias sequências de genoma dos indivíduos e também das suas redes sociais.

“Ser sincero não vai fazer você ter um monte de amigos, mas sempre fará você ter os amigos certos.”
John Lennon

Foram escolhidos indicadores genéticos específicos dentro dos relacionamentos sociais de um indivíduo e descobriu-se que nós forjamos amizades com pessoas com as quais compartilhamos dois dos seis indicadores avaliados.

Outro aspecto interessante da pesquisa é que chegou-se à conclusão de que procuramos pessoas, tanto amigos quanto relacionamentos amorosos, que nos complementem. Isto é, nos sentimos atraídos por pessoas que possuem genes que indicam características que não temos.

Verdades sobre a amizade
Temos muitas ideias sobre a amizade: que existe uma conexão especial com nossos amigos, que as mulheres e os homens não podem ser amigos, que um relacionamento amoroso rouba o lugar dos amigos, que a amizade favorece a saúde…

Isto é, ao longo das nossas vidas assumimos uma série de crenças sobre a amizade que podem ou não ser verdadeiras. A seguir, mostramos algumas verdades cientificas sobre a amizade que se relacionam diretamente com as crenças que temos.

Os homens e as mulheres não podem ser amigos
Todos lembramos da famosa cena do filme “Harry & Sally – feitos um para o outro” onde o protagonista sustenta que os homens e as mulheres nunca podem ser amigos porque o sexo sempre interfere.

Uma pesquisa realizada no ano de 2012 e publicada no Journal of Social and Personal Relationships, dirigido por April Bleske-Rechek, professora de Psicologia na Universidade de Wisconsin, concluiu que os homens superestimam as possibilidades românticas de forma mais freqüente que as mulheres.

A pesquisa também chegou à conclusão de que geralmente os homens se mostram igualmente interessados tanto sexual quanto amorosamente em suas amigas, independentemente de estarem comprometidas ou não. A atração é considerada um impulso, embora com os anos ela costume se reduzir.

“Existe entre nós uma coisa melhor do que um amor: uma cumplicidade.”
Marguerite Yourcenar


Ter um relacionamento amoroso nos afasta dos nossos amigos

Uma pesquisa realizada por Robin Dunbar, professor de antropologia evolutiva em Oxford, analisando o efeito do relacionamento amoroso sobre os amigos chegou à conclusão de que as pessoas que iniciam um relacionamento amoroso, em vez de ter um círculo de amigos íntimos formado por cinco pessoas como é comum, tem quatro e um deles é o seu companheiro.

Portanto, isto significa que se foca a atenção na pessoa que é o companheiro, a quem se dedica mais tempo e atenção, e duas pessoas das nossas vidas são afastadas, em geral um amigo ou um familiar.

O amor toma tempo e cada vez compartilhamos mais momentos com nosso companheiro, de modo que inevitavelmente, se o vínculo afetivo com nossos amigos não é cuidado, mantendo o contato, procurando se encontrar, no fim ele se deteriora.

A amizade faz bem para a saúde
Uma pesquisa sobre a longevidade realizada com pessoas idosas de 70 anos conduzida pelo Centro de Pesquisas do Envelhecimento da Universidade de Flinders em Adelaide (Austrália) concluiu que uma rede de bons amigos pode aumentar mais a longevidade do que os relacionamentos familiares.

Ter amigos é bom não apenas para o estado de ânimo mas também para a saúde. De fato, as pessoas que têm um círculo amplo de amizades têm a tensão mais baixa, sofrem menos de estresse, sua imunidade é mais forte e vivem mais tempo. Os amigos nos ajudam a superar as doenças e nos trazem satisfação e felicidade.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Psicologia das Cores: O poder dessas 6 cores em suas emoções

Eva Heller (1948–2008) foi uma escritora e cientista social alemã, que desenvolveu um longo estudo sobre como as cores poderiam ser capazes de afetar a nossa emoção e impactar o modo como nos comportamos. Esse trabalhou resultou em um livro chamado A Psicologia das Cores, que é um tratado clássico sobre teoria das cores.

A pesquisa de Heller impactou muitos setores, especialmente a comunicação, o cinema, o design, a arquitetura e a moda. Para dar um gostinho da obra incomparável da cientista social, vamos tratar aqui sobre o poder que algumas cores podem ter no seu cotidiano a partir do impacto delas em suas emoções. Confira.

1. Azul
O azul é líder em pesquisas sobre cores prediletas. De acordo com o estudo, 46% dos homens e 44% das mulheres a indicam como sua favorita. Uma das razões é que o azul é associado à paz, à harmonia e ao equilíbrio. Por séculos foi uma cor associada às mulheres, sendo hoje relacionada aos homens.

Apesar de ser uma cor pouco aconchegante, resultado da sensação de frieza que carrega consigo, ela se faz valer do fato de ser a cor que vemos ao olhar ao céu para ser considerada, também, uma cor tranquilizante, a do sono e dos sonhos.

2. Vermelho
O vermelho é considerado uma cor quente, muito associada ao fogo, ao sangue e ao existencialismo em muitas culturas. Ao mesmo tempo que representa, por exemplo, o amor, o desejo e a excitação, ela é uma cor muito associada à ira, fúria, raiva, violência. Na economia, com o comunismo e problemas financeiros.

Geralmente, roupas e ambientes em tons de vermelho são motivadores a pessoas tímidas. Além disso, o vermelho dá um ar de poder e coragem (pense na Ferrari). Há uma outra interpretação bem interessada para o vermelho: a justiça. Talvez por isso os professores, por décadas, utilizaram canetas desta cor para corrigir provas.

3. Laranja
Laranja também é uma cor quente, capaz de fazer você se sentir entusiasmado, pois aumenta a sensação de vitalidade e felicidade. Também carrega em si as características de uma cor do humor e da expansão, da sociabilidade e do lúdico.

Agora, curiosamente, o laranja não costuma ser a cor de produtos de prestígio e, consequentemente, caros. Em contrapartida, a cor dá a sensação de algo acessível, criativo, cheio de vigor. No trabalho, é uma cor boa para ser utilizada em acessórios, como gravatas, já que mostra um tom ousado e criativo.

4. Verde
Verde não é só a cor do meio ambiente. Ela também está associada com a perseverança, a juventude, a tenacidade e a sorte. Há quem chame o verde de cor da esperança, por pura associação direta entre meio ambiente – natureza – primavera – fertilidade.

Sob um viés negativo, o verde pode ser interpretado como a cor de coisas ainda não prontas, em processo de amadurecimento. Como em muitas coisas, dá para acreditar que é tudo uma questão de escolha da perspectiva, não é mesmo?

5. Amarelo
Amarelo é considerada a cor com mais energia entre as cores quentes, especialmente por sua conexão imediata com o sol. Amarelo, na maior parte das vezes, é utilizada quando se deseja mostrar espontaneidade e felicidade, além de riqueza, é claro. Jovialidade e otimismo também são termos que se associam com ela. O problema é que ciúme e hipocrisia também.

Dois dos pecados capitais do cristianismo são associados a esta cor: inveja e cobiça. Ou seja, dá para dizer que estamos diante de uma cor bastante ambígua, mas, se levar todas as possibilidades de cada cor, talvez todas sejam.

6. Preto
Ah, o preto. Pretinho, básico, clássico e sofisticado, certo? É bem por aí mesmo: ainda que haja culturas que vejam a cor como da tristeza e introspecção, o preto é realmente associado ao poder, ao luxo e à elegância.

Em questões corporativas, seu uso pode querer indicar seriedade, neutralidade ou simplicidade. Agora, é bom salientar que, ao longo do tempo, o preto também foi a cor do místico e do mistério, da ausência de ordem.

*Por Alejandro Sigfrido Mercado Filho
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*Fonte: megacurioso

A teoria do etiquetamento social

Ao rotular uma pessoa, estabelece-se uma diferença entre ela e o meio social ao qual pertence, o que na maioria das vezes implica em atitudes de exclusão social e rejeição.

A teoria do etiquetamento social explica como os outros percebem o comportamento de uma pessoa e, de acordo com as suas características, a rotulam em relação às convenções sociais e culturais. O conceito central dessa teoria é o de que aquele que se “desviar” das normas sociais, que fazem parte do senso comum da sociedade, será rotulado negativamente.

A sociologia estuda as convenções e normas sociais e, para a teoria do etiquetamento social, usa o conceito de desvio: se a aparência ou o comportamento de uma pessoa se conformar apenas a uma minoria social, ela será rotulada negativamente por não atender aos padrões das normas e da cultura da sociedade dominante.

Mas em que consiste rotular alguém que não se enquadra em uma coletividade majoritária?

Breve história da teoria do etiquetamento social
Howard Saul Becker, sociólogo norte-americano, herdeiro da Escola de Chicago e do interacionismo simbólico, construiu as suas teorias em torno do desvio. De acordo com a sua pesquisa sobre os grupos sociais e suas interações, o desvio da norma social não é uma condição inerente a uma pessoa, mas sim a identificação desta por uma coletividade que professa determinadas normas de acordo com a “convivência social”.

Portanto, essa coletividade ou maioria social tenderá a impor sanções a uma pessoa ou minoria por transgredir a sua normatividade e se desviar dos seus costumes sociais. De acordo com a situação descrita anteriormente, o etiquetamento, com um forte caráter discriminatório, seria inevitável.

O papel dos estereótipos
É comum estereotipar uma pessoa por causa dos seus traços, de acordo com o grupo minoritário ao qual pertence. Nesse caso, a maioria social aponta e generaliza, a partir dos parâmetros perceptivos que possui sobre as suas normas e costumes.

O objetivo principal é classificá-la como transgressora da norma, uma vez que ela não cumpre com o que a maioria dita, ainda que isso signifique estigmatizá-la de forma discriminatória.

Desvio primário e secundário
Podemos classificar o desvio em dois tipos: primário e secundário. Edwin Lemert (1912-1996), que foi professor de sociologia na Universidade da Califórnia, assim os definiu:

Desvio primário: não há sensação plena de desvio para aquele que não cumpre as regras, e os outros (a maioria social) também não o percebem dessa forma.
Desvio secundário: ao contrário do primário, a pessoa que quebra a norma é rotulada como desviante pela maioria social; portanto, ela se perceberá de acordo com a forma como os outros a percebem.

Em algum momento, todos nós já cometemos ações que são classificadas como desviantes. Por exemplo, usar drogas, fazer pichações não autorizadas, ignorar as leis de trânsito, etc. No entanto, há aqueles que, com traços muito característicos, são rotulados como desviantes absolutos, descumpridores de regras.

O estigma que se origina a partir dos rótulos
O estigma, intimamente relacionado ao desvio secundário, é o papel atribuído ao desviante, que serve para distorcer a sua biografia. Qualquer ato realizado em sociedade será classificado negativamente como um ato desviante da norma.

Assim, o papel dominante no indivíduo, bem como todos os seus atos passados, passam a ser reinterpretados a partir dessa perspectiva do estigma. Este é um processo de distorção biográfica conhecido como etiquetamento retrospectivo.

De acordo com o sociólogo Erving Goffman (1922-1982), estigmatizar alguém ativa alguns efeitos sociais, tais como o isolamento social, impulsionado por um grupo que se identifica com a rejeição do desviante (estigmatizado). A consequência seria que o indivíduo, ao receber as indicações limitantes, acabaria acreditando nelas, assumindo assim o papel atribuído pelos estigmatizadores. É como se eles fossem profetas do papel final a ser desempenhado pelo “desviante”, de acordo com a aplicação do Teorema de Thomas por Robert K. Merton.

Teoria do etiquetamento social na criminologia
Por causa do infeliz papel profético dos estigmatizadores contra o “desviante” (profecia autorrealizável), a pessoa rotulada agiria de acordo com as ações criminosas impingidas pelo grupo estigmatizador. Por exemplo, se tiver usado drogas apenas uma vez, mas for repetidamente apontada e assediada pela maioria por esses eventos, é muito provável que ela acabe se tornando uma usuária regular. Assim, de forma inconsciente, ela cumpriria a demanda estigmatizante.

Em parte por causa da teoria do etiquetamento social, a criminologia pode prever os padrões de algumas pessoas que cumprem a profecia estigmatizante. Esse processo faz com que o acusado, por assim dizer, busque a aprovação de outros que são como ele, ou seja, acusados por aqueles que se autodenominam “a maioria”. Essa situação faz com que esses padrões de comportamento se repitam diversas vezes, como se fosse um círculo vicioso.

Como a teoria do etiquetamento social opera na psicologia
A teoria do etiquetamento social, por desvio secundário, também pode atacar a saúde mental. Lembremos que a função da maioria social é rejeitar e isolar aquele designado como desviante, situação que pode levar a um transtorno mental para quem assume e sofre com esse papel.

No entanto, esse mesmo mecanismo de isolamento pode ser aplicado àqueles que não têm regulação emocional ou são considerados doentes mentais pela maioria social. Por exemplo, apontar uma pessoa como obsessivo-compulsiva simplesmente porque ela tem algumas características desse transtorno pode, em alguns casos, levá-la a realmente apresentá-lo. Ou seja, uma vez que ela já é tratada como se estivesse realmente doente, então ela assumirá esse papel inconscientemente. Mais uma vez, apresenta-se uma profecia autorrealizável.

Quando uma pessoa é rotulada, geralmente há uma tendência a rejeitá-la e excluí-la.

O que podemos fazer diante da teoria do etiquetamento social
Em primeiro lugar, nem sempre a maioria tem razão, ainda mais quando cada membro dela não tem critérios próprios ou senso crítico sobre o que se presume ser “desviante”. Além disso, devemos lembrar que o ser humano, sujeito político e social por natureza, tenderá a buscar a aprovação ou reconhecimento de alguma forma. Portanto, não é correto rotular ninguém para que fique fora da norma, aprovada por uma maioria.

Assumir uma postura crítica diante da estigmatização coletiva de um indivíduo ou minoria implica refletir sobre como as pessoas podem acabar aprendendo hábitos perversos ou contraproducentes para a sua saúde física e mental, apenas porque foram rotulados para atender à punição, conforme o cumprimento da norma da maioria social.

O diagnóstico e a prevenção dos comportamentos individuais e coletivos são as principais ferramentas para romper o círculo vicioso da estigmatização, para acabar de uma vez por todas com os comportamentos coletivos que julgam indiscriminadamente aqueles que sentem, pensam e agem de forma diferente das convenções e normas da maioria social.

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*Fonte: amenteremaravilhosa