Segundo a numerologia, se você nasceu em dias iguais, como 01/01, 08/08, você é especial

A numerologia, ou numerologia onomástica como também é conhecida, é uma pseudociência que estuda os números e sua influência sobre a vida das pessoas. A versão mais moderna da numerologia é derivada de uma miscigenação de uma grande variedade de conceitos, civilizações e culturas antigas.

Através de uma análise numerológica, os numerólogos conseguem ter um vislumbre sobre como alguns números influenciam nossa vida cotidiana. Bem como a espiritualidade, o intelecto, a nossa personalidade, e inúmeros outros campos de nossas vidas. A numerologia, assim como a astrologia, é uma ferramenta de autoconhecimento. Através dela, é possível apontar caminhos que o indivíduo pode vir a trilhar, a partir de algumas características intrínsecas, reveladas pelos números.

Para ilustrarmos a ideia sobre a numerologia, vamos analisar, por exemplo, o caso do número 8. Pessoas cujo o mapa numerológico apresenta esse número, costumam ter a vida ligada à objetividade, às conquistas materiais e podem vir a figurar em altos cargos. Isso, de acordo com a numerologia pitagórica, desenvolvida pelo filósofo e matemático Pitágoras, aproximadamente em 600 a.C.

Povo especial

O calendário utilizado, pela maioria das pessoas é chamado de calendário gregoriano. Ele tem origem europeia e é utilizado oficialmente pela maioria dos países. Aparentemente, algumas datas no calendário seriam ditas como “especiais”.

Dando aos nascidos neste dia, os chamados de “povo especial”, um toque cósmico. Essas pessoas costumam nascer em datas em que há repetição de dois números. Por exemplo, 8/8 (8 de agosto), 12/12 (12 de dezembro) e 3/3 (3 de março), entre outras datas.

Roberto Macchado, presidente e fundador da Associação Brasileira de Numerologia (Abran), explica como seria esse “povo especial”. De acordo com ele, aqueles que nasceram em datas, que apresentam este tipo de alinhamento numérico, vieram ao mundo para romper barreiras.

“O povo especial representa 10% de toda a população. São pessoas com um desafio para a vida, são fora dos padrões comportamentais da sociedade. Geralmente são discriminados e acabam passando por esse processo de discriminação por serem diferentes”, explica Macchado.

Mapa numerológico

Entretanto, pertencer a esse “povo especial” não necessariamente significa que sua personalidade está vinculada a sua data de nascimento. Como acontece com todas as pessoas, uma leitura do mapa numerológico completo se faz necessária, para se determinar todas as possibilidades que os números podem revelar sobre a nossa vida.

No mapa numerológico, podemos encontrar muitas informações. E elas não se restringem a um único número, que irá definir o indíviduo. “O mapa numerológico de uma pessoa tem 14 números e ela vive os 14 números”, disse Macchado.

Assim, os nacidos em 1/1, ou seja 1 de janeiro, por exemplo, não necessariamente terão ressaltadas as qualidades e defeitos do número 1. Da mesma, as pessoas nascidas em 2/2, 2 de fevereiro, não terão suas leituras numerológicas restritas ao número dois, e assim sucessivamente.

Portanto, segundo a numerologia, o maior diferencial daqueles nascidos como o “povo especial” consiste nos desafios que essas pessoas enfrentarão por toda sua vida, fugindo e empurrando os limites dos padrões impostos pela sociedade.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Vocês acreditam em numerologia? Deixem nos comentários a sua opinião e não esqueçam de compartilhar com os amigos.

*Por Jesus Galvão

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Marshawn Lynch – Mx

Um dos grandes running backs do futebol americano (NFL), Marshawn Lynch (#24 – Seattle Seahawks / Oakland Raiders), se aposentou na temporada passada. Agora que tem tempo de sobra, anda curtindo a vida e adivinha só, o cara curte um motocross também. Mazáh Lynch!

Nas fotos abaixo, um rolê dele junto com o piloto official da Husqvarna (EUA), Dean Wilson #15. E para só dar um dica ou ajuda na memória dos incautos, algumas imgs do monstro em tempos de futebol americano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora saca o tamanho da criança!
E então, agora imagina esse cara correndo com a bola nas mãos e você, pobre mortal, no outro time tendo que pará-lo!?
… Nah!

 

 

 

 

 

 

Verdade ou mito: a ordem do nascimento afeta o comportamento dos filhos?

Como que crianças inseridas no mesmo ambiente de criação e com a mesma origem genética desenvolvem tantas diferenças entre si? Alfred Adler, um psicoterapeuta austríaco do final do século XIX e início do século XX, questionou-se sobre isso durante anos. Para ele, a raiz de toda a diferença entre irmãos (no contexto acima) estava na ordem de nascimento.

Alguns estudos confirmaram sua teoria. Uma pesquisa de 1968 demonstrou que os “temporões” eram menos propensos a encarar esportes perigosos devido ao medo de lesões físicas. Outra pesquisa, agora dos anos 80, analisou 170 mulheres e 142 homens utilizando o método Howarth Personality Questionnaire. Os resultados, por sua vez, constataram que primogênitos ostentavam um ego maior e eram menos ansiosos. Todavia, ambas as pesquisas se mostraram um tanto quanto questionáveis.

Para resolver a questão, um grupo de cientistas liderado pela psicóloga Julia Rohrer, da Universidade de Leipzig estudou 20.000 pessoas dos EUA, Reino Unido e Alemanha. Eles não só compararam os perfis entre irmãos, como com pessoas totalmente desconhecidas em diferentes posições de nascimento. Ao fim do estudo, os cientistas não encontraram nenhuma diferença sistemática de personalidade. No entanto, análises como essa devem ser muito minuciosas, uma vez que qualquer fator mal observado pode alterar o resultado de maneira drástica.

Assim, a luta em busca da verdade continuou. Uma pesquisa mais recente pode lançar uma luz sobre esse mistério. Em 2015, os psicólogos Rodica Damian e Brent Roberts da Universidade de Illinois, observaram 377 mil estudantes do ensino médio. Em concordância com a teoria de Alfred Adler, a dupla constatou que os primogênitos tendem a ser melhores líderes, mais conscientes e extrovertidos. Além disso, eles também se mostraram mais tolerantes e emocionalmente estáveis do que os demais. Mas, por fim, concluiu-se que as diferenças não eram expressivas o suficiente para atribuir à ordem de nascimento traços de personalidade tão bem definidos.
Reprodução/VIX

“É bem possível que a posição na sequência de irmãos forme a personalidade – mas não em todas as famílias da mesma maneira”, diz Frank Spinath, psicólogo da Universidade de Saarland, na Alemanha. “Outras influências pesam mais quando se trata das diferenças de caráter dos irmãos. Além dos genes, o ambiente indivisível também é importante. Para irmãos que crescem na mesma família, isso inclui o respectivo círculo de amigos, por exemplo.”. Ademais, vale lembrar que os os pais não tratam seus filhos da mesma maneira, independentemente da ordem em que nasceram, e isso interfere em seu desenvolvimento. Estudos anteriores já comprovaram que os pais reagem de acordo com o temperamento inato de seus filhos e, a partir disso, adaptam a maneira de educá-los.

*Por Krislany Gaiato

 

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*Fonte: megacurioso

Composto achado no vinho tinto pode ajudar a combater ansiedade e depressão

Com o passar do tempo, percebemos que a boa fama do vinho tinto não só permanece no pensamento popular como é reiterada, inclusive, pela ciência. Os amantes de vinho certamente vibraram quando foi comprovado que beber uma taça por dia trazia benefícios para a saúde. No entanto, isso não é tudo que a ciência tem a dizer sobre a bebida.

Um recente estudo feito pela Universidade de Buffalo analisou o resveratrol, um composto vegetal encontrado nas cascas de uva, e descobriu que ele pode bloquear a enzima que controla o estresse no cérebro. A pesquisa foi publicada no dia 15 de julho no periódico Neuropharmacology. “O resveratrol pode ser uma alternativa eficaz aos medicamentos em tratamentos de pacientes que sofrem com tais distúrbios.”, declara a professora Ying Xu, autora do estudo.

Combatendo o estresse

Embora os efeitos antidepressivos do resveratrol já tenham sido reconhecidos pelos cientistas, a ligação do composto com a fosfodiesterase 4 (PDE4), enzima influenciada pela corticosterona (hormônio do estresse), era desconhecida. O excesso deste hormônio no cérebro propicia não só a depressão, como demais distúrbios mentais.

No entanto, o foco dos atuais antidepressivos é outro: serotonina e noradrenalina. Foi constatado, todavia, que apenas um terço dos pacientes conseguem recuperar-se completamente utilizando esse tipo de medicação, explica Ying Xu.

Em um laboratório, cientistas utilizaram ratos para analisar a relação dos níveis de PDE4 com a depressão e a ansiedade. Os resultados demonstraram que a enzima reduz o monofosfato de adenosina cíclico, molécula mensageira que indica mudanças fisiológicas no corpo, alterando o cérebro fisicamente. Mas, quando o resveratrol estava presente, ele trabalhava como neuroprotetor, inibindo a atuação do PDE4 .

Os resultados deste estudo são extremamente importantes, porque eles criam uma base para o uso do resveratrol em novos medicamentos. A professora Ying Xu ressalta que a pesquisa se concentrou no composto isolado e que deve-se consumir álcool com moderação. Interessante, não? Compartilhe conosco nos comentários sua opinião sobre essa descoberta!

*Por Krislany Gaiato

 

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*Fonte: megacurioso

Essa é a forma com a Lua pode afetar nosso humor

Seu humor oscila? Tipo, vai de um extremo a outro? Possui pensamentos negativos, mas depois, no outro dia, se sente a pessoa mais sortuda do mundo? Seu sono é irregular? Sabe por que essas variações ocorrem? A Lua. Exatamente, a culpa é da Lua.

A Lua e o nosso humor têm uma relação direta. Por ser um astro poderoso, a Lua é capaz de influenciar, diretamente, o homem em várias áreas, como, por exemplo, na alimentação, na fertilidade e nas emoções. Além disso, a Lua interfere também, obviamente, na natureza. A agricultura, a pesca ou, até mesmo, as marés são influenciadas pelos ciclos da Lua.

Tais teorias, em suma, não partem apenas da sabedoria popular das massas. Tanto o filósofo grego Aristóteles, quanto o naturalista romano Plínio, o Velho, acreditavam que a loucura e a epilepsia eram causadas pela Lua. Por outro lado, um estudo recente indicou que ações criminosas ao ar livre poderiam aumentar quando a Lua estivesse cheia, por exemplo.

Mesmo com inconsistentes evidências científicas, acredita-se também que mulheres grávidas têm mais chances de dar à luz, nesse mesmo período lunar. Em contraposição à tais evidências, há outras sobre as quais o conhecimento é consolidado.
Pesquisa

Para se ter uma ideia sobre a influência da lua, o renomado psiquiatra, Thomas Wehr, publicou um artigo, descrevendo casos de 17 pacientes com transtorno bipolar de ciclos rápidos. Ciclos em que a alternância entre depressão e mania acontecem de forma mais veloz que o habitual. Além da mudança rápida de humor, eles também apresentavam uma certa regularidade no padrão de manifestação dos sintomas.

Como explica Wehr, professor emérito de psiquiatria, do Instituto Nacional de Saúde Mental, em Bethesda, nos Estados Unidos, “o que o impressionou nesses ciclos foi que eles pareciam surpreendentemente precisos, de uma forma que você não esperaria necessariamente de um processo biológico”.

“Isso me levou a questionar se havia algum tipo de influência externa orientando esses ciclos.” Considerando a antiga crença de que a Lua afeta o comportamento humano, o pesquisador simplesmente decidiu avaliar se tal fato é, ou não, verdade. Porém, para o professor, um dos principais problemas é que nenhuma instituição havia monitorado o sono de um paciente, durante os ciclos lunares.

Para tal, o pesquisador realizou uma abordagem sistemática. Seus pacientes foram gravados, ao longo do tempo e continuamente, em diferentes fases. Wehr, então, descobriu que seus pacientes se enquadravam em duas categorias. Na primeira, o humor parecia seguir um ciclo de 14,8 dias. No segundo, o ciclo era de 13,7 dias.
Os ciclos e os pacientes

Pensemos em ciclos. Uma Lua cheia chega a cada 29,5 dias, e uma Lua nova aparece 14,8 dias depois disso. Em contrapartida aos dias, é preciso pensar também na questão gravitacional. A atração gravitacional da Lua é motor do movimento das marés, que sobem e descem a cada 12,4 horas. Temos, então, a primeira prova do poder da Lua sobre a Terra.

Além disso, as marés também seguem, aproximadamente, ciclos de duas semanas. O primeiro, de 14,8 dias, é impulsionado pela atração combinada da Lua e do Sol. Já no segundo, de 13,7 dias, a atração exercida é menor. Isso ocorre porque a Lua fica em posição perpendicular, em relação ao equador da Terra.

O humor dos pacientes de Wehr parecia estar em sincronia com estes ciclos, de aproximadamente duas semanas. Outra evidência sobre a influência da Lua, no humor dos pacientes, é que, a cada 206 dias, esses ritmos parecem ser interrompidos por outro ciclo lunar. Esse ciclo é aquele, responsável pela “superlua”, quando a órbita elíptica (ou oval) da Lua chega particularmente mais perto da Terra.

*Por Arthur Porto

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

A atitude é contagiante: vamos nos cercar daqueles que fazem emergir o melhor de nós

A atitude é o elemento mais importante que mostramos aos outros, por isso é bom ter cuidado para que ninguém ridicularize suas intenções, que ninguém considere suas forças e esperanças “impossíveis”. Não os deixe desencadear suas ansiedades, fazendo você acreditar que “você não vale nada, você não é capaz ou você não merece isso”.

Nossa atitude tem um enorme peso em nossa capacidade de influenciar o que acontece conosco. Portanto, não permita que tomem o que há de melhor em você.

Um aspecto assumido por muitos livros de auto-ajuda é a tentativa de nos orientarmos para o sucesso, em direção àquele triunfo externo que nos permite ser reconhecidos pelos outros pela nossa coragem, por nossas competência e capacidade. Precisamos esclarecer: em vez de um “sucesso externo”, o que devemos alcançar é uma calma interior.

“Uma pessoa feliz não é uma pessoa em determinada situação, e sim uma pessoa com certas atitudes.” -Hugh Downs-

As habilidades contam, não há dúvidas. Provar que somos capazes de concluir uma tarefa é certamente muito gratificante. No entanto, o que realmente importa são as nossas atitudes, porque elas marcam a diferença entre um dia lindo e um dia ruim. Elas sempre nos dão otimismo quando tudo dá errado, elas nos permitem acreditar em nós mesmos.

“Eu valho a pena, eu sei como fazer e eu mereço isso.” São essas três “raízes” que devem alimentar nossa atitude diária, com as quais devemos viver juntos do café da manhã. E, no entanto, há momentos em que a mentalidade negativa, catastrófica e até mesmo venenosa de algumas pessoas ao nosso redor pode comprometer seriamente nosso modo de encarar a vida, tornando-a profundamente instável.

Nossa atitude: uma decisão pessoal

A oferta editorial de livros sobre felicidade e desenvolvimento pessoal cresce a cada ano. Apesar disso, a OMS nos alerta que a depressão logo se tornará o principal problema de saúde do mundo.

Educamos nossos filhos para serem competentes em ciência, matemática, tecnologia e até mesmo em linguagem de programação, mas esquecemos de ensiná-los a tolerar a frustração, a administrar suas esferas emocionais, assim como seus momentos de raiva e tristeza …

Ninguém explica o conceito de atitude ou como “acreditar em si mesmo”. Nós não conhecemos estes conceitos porque na escola fomos ensinados apenas a saber identificar o sujeito e o predicado dentro de uma frase, a encontrar o mínimo múltiplo comum ou a acreditar que é suficiente ser bom, respeitoso e fazer boas anotações para a felicidade, como uma promessa na conclusão de um contrato que assinamos quando somos pequenos.

Não é de surpreender que, mais cedo ou mais tarde, descobrimos que nossas boas intenções não são suficientes para alcançar o sucesso. Percebemos que, se alguém não acredita em nós, desmoronamos como uma vela derrotada pelo vento.

Percebemos também que a sociedade nos oferece uma boa educação, mas adia nossas oportunidades deixando-nos em uma sala de espera sem saída. Nessa sala, estamos juntos com outras pessoas que, como nós, estão esperando, sendo infectadas com suas esperanças vãs, seu catastrofismo, sua auto-estima vazia ao copiar e colar.

Mais cedo ou mais tarde, percebemos o quanto estamos “doentes”, infectados pelo desânimo e pela passividade, obscurecidos por uma mente que se deixa conduzir pelo piloto automático da negatividade dos outros.

Nós acabamos percebendo a atitude como uma decisão impessoal, aquela que nos atrai para jardins secos e desolados onde nada cresce, e então nos lembra que não merecemos ficar lá, que devemos recuperar coragem, energia e alma para alcançar todos os objetivos que estamos lá. definir.

Os três componentes de uma atitude forte e corajosa

Costuma-se dizer que ter uma atitude positiva não será suficiente para resolver todos os nossos problemas, no entanto, precisamos irritar mais de uma pessoa, que com sua mentalidade quadrada e seus pensamentos limitantes não fazem nada além de colocar cercas nossos sonhos e trazer tempestade em nossos dias ensolarados.

Além de tudo, o que precisamos considerar é como a atitude é um valor pessoal para trabalhar todos os dias. Porque quando menos esperamos, pode vacilar ou, pior ainda, enfraquecer devido à influência prejudicial dessas pessoas.

Tudo o que temos a fazer é lembrar os três componentes que apoiam, formam e nutrem uma atitude forte:

• Compromisso: uma boa atitude exige um compromisso firme consigo mesmo, com as próprias intenções, metas, valores e objetivos.

• Autocontrole: para realizar um sonho, para alcançar um objetivo precioso, devemos assumir o controle de nossa realidade, seja o que for que esteja sendo jogado contra ela. Se cometermos um erro, a responsabilidade deve ser só nossa.

Nós não damos responsabilidade a ninguém, em vez disso adotamos uma atitude ativa, positiva e corajosa.

O último aspecto que ajuda a moldar nossa atitude é o desafio. Este é um aspecto que não podemos deixar de fora, porque a vida continuará a nos colocar na frente não apenas um, mas dez ou talvez cem desafios todos os dias. Precisamos ver essas provas como oportunidades de aprendizado para promover nosso crescimento pessoal, nossa vida, nosso sentimento de que somos verdadeiros protagonistas de nosso bem-estar.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Vídeo mostra chineses de zero a 100 anos de idade

O canal Imagine Videoclips reúne uma série de vídeos com a temática “0-100 years”, isto é, filmes que mostram uma pessoa de cada idade, de zero a 100 anos, em diversas partes do mundo – como a China, por exemplo:

O perfil do canal no YouTube apresenta a página da seguinte maneira:“Como nós vivemos, como nós envelhecemos? Do bebê aos mais velhos, nós, seres humanos, somos tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão iguais. Todos nós temos um tempo limitado, portanto gaste-o bem, com respeito ao planeta e todas as criaturas que o habitam. E divirtam-se!”

A versão chinesa do vídeo foi gravada há pouco tempo – em abril deste ano – e mostra bebês, crianças, jovens, adultos e idosos do país. A título de curiosidade, vale mencionar aqui que o aumento da expectativa de vida na China foi o maior já visto nos últimos anos. O número subiu em 42 anos durante um período de tempo de sete anos, chegando a 76,25 anos em 2019. Na frente dela, estão apenas Japão, com 83,98 anos, e Estados Unidos, com 78,69 anos.

Para quem curtiu o projeto, a coleção de 0 a 100 anos já conta com vídeos gravados no Marrocos, França, Espanha, Catalunha e New York, além de versões só com homens e outra só com mulheres. Todas estão disponíveis no canal Imagine Videoclips.

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*Fonte: updateordie

Cada pico de estresse que você vive libera substância que destrói o coração

Momentos de estresse intensos não são inofensivos, pelo contrário, várias quadros depressivos, síndrome do pânico e ansiedade têm como ingrediente comum o estresse. Além de afetar a saúde mental, o estresse também pode causar problemas físicos; e o coração pode ser um dos afetados.

Estresse e doenças do coração

Uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism mediu os níveis de cortisol, chamado de hormônio do estresse, ao longo de um período de 24 horas em amostras de urina de 861 pessoas acima de 65 anos de idade. A avaliação foi feita durante seis anos de estudo.

No período, 183 participantes do estudo morreram. Os altos níveis de cortisol foram observados nos óbitos decorrentes de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).

Perturbando o organismo

Quando divididos em três grupos com base nos níveis do hormônio do estresse, o grupo dos participantes com os maiores níveis de cortisol apresentou um risco cinco vezes maior de morrer por doenças cardiovasculares, concluiu a pesquisa.

A alta liberação de hormônios em situações estressantes perturbam o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.

*Por Giulia Ebohon

 

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*Fonte: vix

Aos outros dou o direito de ser como quiserem, e a mim, dou o dever de ser a cada dia melhor

Amigos que só te procuram quando precisam desabafar, gente que só se lembra de você quando precisa de um favor.

Pessoas que despertam o amor de outras sem a intenção de corresponder. Nada disso tem a ver com quem você é.

Por isso, jamais se culpe por dar o seu melhor, por acreditar, por se dedicar, por ser sincero, por ser bom e se entregar.

Cada um só pode dar o que tem. E como sempre digo, é sobre quem somos e não sobre quem eles são.

Às vezes, a gente cansa, a gente desanima. Às vezes, apanhamos tanto da vida, nos decepcionamos tanto com as pessoas, que chegamos até a pensar que ser uma pessoa boa, pode não ser tão bom assim.

Às vezes, a gente acha que é utopia esperar que nos tratem da maneira que tratamos os outros, porque o mundo anda estranho demais.

Mas a verdade é que quando a essência é pura, o coração é sincero e as intenções são boas, não devemos nos arrepender, independente daquilo que recebemos de volta.

Porque, o que transborda dentro do coração de alguém se materializa em suas atitudes.

Então, que a gente continue cultivando bons sentimentos, valores e comportamentos, para que todas as nossas ações contribuam para um mundo melhor, para uma vida melhor, mesmo que nem todas as pessoas pensem e façam da mesma maneira.

Se mantivermos o autorrespeito, o amor-próprio e fizermos o melhor que pudermos, se dermos o nosso melhor, não teremos, nunca, nada do que nos arrepender.

Afinal, nossa responsabilidade é com o nosso caráter, com a nossa verdade, e com as nossas ações. E como disse Chico Xavier: Aos outros dou o direito de ser como quiserem, e a mim, dou o dever de ser a cada dia melhor.

Os outros são os outros, por isso, preocupe-se apenas em ser uma pessoa melhor, não só para aqueles com quem convive, mas ser uma pessoa melhor para si mesmo.

*Por Wandy Luz

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*Fonte: fasdapsicanalise

Se faça um grande favor e se olhe com mais amor

Esses dias eu assisti um experimento em que um artista pintava rostos de pessoas sem vê-las, somente com as descrições que elas próprias faziam.

Em seguida as pessoas saíam do ambiente, ainda sem que ele pudesse vê-las e entrava uma outra pessoa que descrevia para ele as mesmas pessoas anteriores, para que ele fizesse um segundo retrato.

Ao final o artista colocava os dois retratos um ao lado do outro e chamava as pessoas para observarem os seus próprios rostos descritos por elas e por outra pessoa.

Com muita surpresa as pessoas se emocionavam ao constatar que ao fazerem sua autodescrição elas enfatizavam seus defeitos e os pontos do rosto que não lhe agradavam, enquanto o outro retrato, descrito por uma segunda pessoa, era diferente, muito mais harmonioso e com um aspecto feliz.

Eu também me emocionei ao assistir isso porque constatei que a maioria de nós não consegue se olhar com amor.

Não por mal, obviamente, mas a verdade é que fomos criados e condicionados a agigantar os nossos defeitos, que muitas vezes nem existem, mas que a nossa mente e quem sabe a baixa autoestima faz parecer tão reais em nós.

Se o nosso corpo pudesse usar palavras, com certeza ele pediria para sermos mais bondosos com nós mesmos. Tarefa essa que nos é tão difícil!

É possível que você veja o quão distante estamos de nós mesmos ou o quão distorcidos somos nós da realidade?

Não é justo com nós mesmos passarmos uma vida habitando um corpo com o qual não estabelecemos uma relação sincera. Não é justo viver em guerra com o espelho por falta de aceitação. Não é justo deixar a mídia e a sociedade incutirem em nós belezas extravagantes às quais nunca conseguiremos alcançar, não porque não possamos, mas porque é utópico no contexto em que nunca estamos satisfeitos.

Se tudo na vida pode ser aprendido, que tenhamos empenho em ajustar os nossos pensamentos negativos e autodestrutivos cada vez que surjam em nossa cabeça. Um pouquinho a cada dia, como quem educa uma criança diariamente mostrando direções, que possamos ter uma conexão interior profunda de amor e caridade, nos doando um olhar de carinho cada vez que a nossa autoimagem vacilar.

*Sou viajante, escritora, praticante de yoga, amante da natureza, reikiana iniciada e apaixonada por tudo que envolva desenvolvimento pessoal e espiritualidade.

Uma vida baseada em uma frase: Conhece-te a ti mesmo.

“Parti em busca de um refúgio espiritual através de retiros, cursos, livros, terapias e meditação. No fim das contas, surpreendentemente, eu descobri que existia um refúgio no divino que habita dentro de mim.”

*Por Ana Paula Fantin

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*Fonte: nowmaste

Ninguém se apaixona pela pessoa errada, apenas se encanta por ilusões que ela mesma inventa

Essa coisa de amor à primeira vista, não sei… não entendo. Isto nunca aconteceu comigo, talvez por acreditar que amor não é encantamento, mas sim, vivência. Desconfio de coisas fantásticas demais.

Perdi a ilusão com os contos de fadas, quando descobri que tapete mágico servia apenas para me deslizar, que castelo era solitário demais e que príncipe não passava de um homem normal qualquer. Percebi que tudo que li nos romances ou assisti na tv, apenas foram inventadas para nos fazer sonhar e aliviar algumas rotinas.

Desilusão não faz ninguém amargo, é você que permite se envenenar. Desilusão serve para que nos amadurecermos e crescermos também. Até as negatividades da vida são lições para melhorar o nosso eu. Inventamos, criamos e vivemos nossos dias. Todo mundo acaba criando expectativas com relação às pessoas e a vida.

Nem sempre somos pés no chão como deveríamos, porque criamos ilusões e investimos nessas falsas realidades. Quando estamos apaixonados ou encantados por alguém acabamos vendo beleza onde não tem, vemos humor em piadas sem graça e qualidades demais onde não existe, porque os sentimentos tem essas cegueiras estranhas.

Às vezes, levamos muito tempo para percebermos que aquele amor não passa de um gostar intenso, que aquele paquera não passa de mais um idiota, que aquela pessoa que você apostou até o último centavo não passa de um sacana. Criamos tantas expectativas com relação a alguém que até inventamos para nós mesmas que ele é bom.

Acreditamos em tantas ilusões perdidas e não temos o controle disso, muitas vezes. Ainda não foi inventado um botão para deletar ilusões que inventamos e que servem apenas para nos trapacear, infelizmente.

Apaixonamos algumas vezes, talvez milhares de vezes e cada ilusão é diferente, porque nossas perspectivas mudam de pessoa para pessoa. Inventamos um gostar íntimo para cada pessoa que passa em nossa vida e inventamos ilusões diferentes para cada um. Ninguém é igual, similar ou genérico, cada pessoa é única e sem restrições até que apareça algum mal estar para atormentar.

A realidade é muito diferente daqueles contos de fadas. A desilusão marca a gente para sempre. Viver é acertar e errar; é apostar, ganhar e perder; é ser real e fantasia; é inventar ilusões boas e ruins; é trapacear e jogar… viver é também inventar problemas, principalmente, quando cismamos com alguém que não passa de ninguém.

Ninguém se apaixona pela pessoa errada, a verdade é que inventamos expectativas e ilusões maravilhosas com relação a quem estamos envolvidos. Quando envolvemos com alguém não medimos o encantamento, muito menos prevemos se vai ser bom ou não, então vamos criando ilusões para que essa pessoa se torne especial.

Eu não acredito em amor à primeira vista, é verdade, mas acredito piamente na possibilidade de um amor para sempre. Inventei muitas ilusões e vivi todas elas e não me arrependo, porque quem não investe em um alguém especial, perde a chance de conhecer uma pessoa inesquecível ou não aprende a escapar de mais uma desilusão. Como diz uma música que a Marília Mendonça canta: ninguém se apaixona pela pessoa errada, apenas se encanta por ilusões que ela mesma inventa.

*Por Simone Guerra

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

Idosos montam “barraquinha” para distribuir bom humor e conselhos grátis

Vizinhos entediados se reúnem todo fim de semana em uma mesa de discussões onde oferecem conselhos grátis a qualquer um que passe por ali.

Um grupo de idosos se reuniram em Utah, nos Estados Unidos, e montaram uma “barraquinha de conselhos grátis”. Era dia de uma exposição de agricultores da cidade de Salt Lake City e muitos curiosos apareceram para pedir conselhos.

Com o slogan “provavelmente é um conselho ruim, mas é grátis”, muita gente foi atraída até a mesa dos “Old Coots Giving Advice (OCGA)” para conversar e bater um papo.

A ideia foi de Tony Caputo, membro da OCGA que pensou que os velhinhos entediados da comunidade iriam adorar prover alguns conselhos aos jovens, sem julgá-los. Como os idosos não conhecem pessoalmente as pessoas com quem estão falando, acabam oferecendo conselhos imparciais.

Espaço decididamente aberto para conselhos, discussões e piadas, na mesa dos Coots só não se pode falar de política e religião.

Dentre os “aconselhadores profissionais” estão um pediatra aposentado de 75 anos; um professor aposentado do ensino fundamental de 67 anos; um homem de negócios de 73 anos; um ex-gerente de RH de 69 anos e uma ex-jornalista de 70 anos.

Talvez por isso mesmo a barraquinha de conselhos grátis seja a atração mais disputada da feira, que acontece todos os sábados. Os idosos afirmam que o assunto mais comum à mesa, disparado, é o amor. Em um mundo com cada vez menos contato físico, nós precisamos concordar que nem tudo o Google é capaz de responder, não é mesmo?

 

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*Fontes: fasdapsicanalise

A cultura do Instagram retratada em seis ilustrações

O artista russo Anton Gudim retrata a cultura do Instagram em suas seis ilustrações que compila perfeitamente o que se passa naquela rede social.

Quantas vezes vemos fotos de alimentos, paisagens, produtos de beleza, coisas que não tem nada a ver com nada. E sempre com alguém posando no fundo, ou em destaque mesmo.

Tudo depende do ângulo. De fato, muitas vezes as pessoas que são viciadas em Instagram ou redes sociais em geral, preferem posar para uma foto, escolher o melhor filtro e ângulo ao invés de simplesmente aproveitar a vida, ou o local onde se encontra.

É um misto de narcisismo com insegurança, já que a corrida é para ver quem visitou lugares mais legais e tem a vida mais cool.

“Com base em minha própria experiência, vi milhões de fotos como essa no Instagram”, disse o artista em uma entrevista. “Não é minha intenção fornecer comentários sociais sobre os hábitos superficiais e narcísicos do mundo moderno, é para o leitor decidir com sua própria interpretação.”

Anton comenta que seus quadrinhos são uma maneira de descobrir as profundezas de sua própria imaginação e que ele está feliz por poder inspirar e entreter outras pessoas. “Não quero fazer as pessoas rirem, mas acredito que é importante para os artistas adicionar um pouco de humor em suas obras”, diz.

*Por Flavio Croffi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Nos últimos anos, os pesquisadores têm destacado o poder peculiar do silêncio para acalmar nossos corpos, aumentar o volume em nossos pensamentos internos e sintonizar nossa conexão com o mundo. Suas descobertas começam em pesquisas sobre o contrário do silêncio – o barulho.

Muito já se escreveu sobre a “poluição sonora”, uma expressão criada na década de 1960, quando os cientistas descobriram que a exposição diária ao barulho intenso das estradas e aeroportos estava ligada a uma variedade de problemas de saúde: doenças cardíacas, problemas de sono, pressão alta e, menos surpreendentemente, perda auditiva. Os sons podem ser tão intensos que podem até causar danos muito mais imediatos, forte o suficiente para rasgar um buraco em seus tímpanos.

Se a exposição excessiva a sons altos é ruim para nós, a falta de som significa a falta de danos físicos causados pela poluição sonora. O silêncio é neutro. Segundo um artigo de Daniel Gross publicado na revista Nautilus, diversas pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em saúde melhorada, assim como a exposição prolongada e repetida ao ruído pode debilitá-la.

Estudos de fisiologia humana ajudam a explicar: as ondas sonoras vibram os ossos da orelha, que transmitem o movimento para a cóclea em forma de caracol. A cóclea converte as vibrações físicas em sinais elétricos que o cérebro recebe. O corpo reage imediatamente e poderosamente a esses sinais, mesmo no meio do sono profundo. Pesquisas neurofisiológicas sugerem que os ruídos ativam primeiramente a amígdala cerebeloza, aglomerados de neurônios localizados nos lobos temporais do cérebro, associados à formação de memória e à emoção. A ativação solicita uma liberação imediata de hormônios do estresse, como o cortisol.

Pessoas que vivem em ambientes barulhentos, muitas vezes experimentam níveis cronicamente elevados de hormônios do estresse.

Em 2011, a Organização Mundial de Saúde concluiu que os 340 milhões de habitantes da Europa Ocidental – aproximadamente a mesma população dos Estados Unidos – perderam anualmente um milhão de anos de vida saudável por causa do ruído. Eles até argumentaram que três mil mortes por doenças cardíacas eram, em sua raiz, o resultado de ruído excessivo.

Então, a primeira conclusão é que o silêncio é bom pelo o que ele não faz – não acorda, não nos irrita ou não nos mata. Mas quais seriam então seus benefícios pelo que faz?

O artigo de Gross cita algumas pesquisas com interessantes revelações e a maioria delas foi descoberta por acaso, como no caso do pesquisador Luciano Bernardi que realizava um estudo dos efeitos fisiológicos da música em 2006. Bernardi queria mostrar o impacto da música relaxante no cérebro, e, para sua surpresa, descobriu que entre as faixas musicais, em trechos de silêncio inseridos aleatoriamente revelaram-se muito mais relaxantes do que a música “relaxante”. As pausas em branco que Bernardi considerava irrelevantes, em outras palavras, tornou-se o objeto de estudo mais interessante.

Outra pesquisadora citada no artigo que analisou esta questão foi a bióloga regenerativa da Universidade Duke, Imke Kirste. Em 2013, ela estudava os efeitos dos sons no cérebro de ratos adultos. Como Bernardi, ela pensou no silêncio como um controle que não produziria um efeito. Mas para sua grande surpresa, Kirste descobriu que duas horas de silêncio por dia levaram ao desenvolvimento celular no hipocampo, a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos. Isso era profundamente intrigante: a ausência total de insumos estava tendo um efeito mais pronunciado do que qualquer tipo de entrada testada.

O crescimento de novas células no cérebro nem sempre tem benefícios para a saúde. Mas, neste caso, Kirste diz que as células pareciam se tornar neurônios funcionais. “Vimos que o silêncio está realmente ajudando as novas células geradas a se diferenciar em neurônios, e se integrar no sistema”.

Imagine, por exemplo, que você está ouvindo uma música que gosta muito quando o rádio de repente desliga. Neurologistas descobriram que se você conhece bem a música, o córtex auditivo do seu cérebro permanece ativo, como se a música ainda estivesse tocando. “O que você está ‘ouvindo’ não está sendo gerado pelo mundo exterior”, diz David Kraemer, que conduziu esses tipos de experimentos em seu laboratório de Dartmouth College. “Você está recuperando uma memória”. Os sons nem sempre são responsáveis pelas sensações, às vezes nossas sensações subjetivas são responsáveis pela ilusão do som.

Alguns cientistas esperam que essas descobertas possam conduzir a tratamentos potenciais para pessoas com distúrbios associados ao abrandamento do crescimento celular no hipocampo, como demência ou depressão. Mas até agora, pelo menos, a neurociência do silêncio parece sugerir isso: para o cérebro, o silêncio faz bem.

Uma maneira de aproveitar o silêncio é através da prática do tradicional banho de floresta japônes (shinrin-yoku), que traz divesros benefícios à saúde, veja aqui. Um outro estudo também avaliou que sentir o cheiro da naturza reduz estresse e doenças, veja aqui.

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*Fonte: ciclovivo

As incômodas alergias de inverno: causas e tratamento

Se você é alérgico ao pólen , pode ter uma folga quando o tempo fica frio. Mas se você tiver alergias internas , como mofo e ácaros , poderá notar mais os sintomas da alergia durante o inverno, quando passa mais tempo dentro de casa.

Causas
Alguns dos alérgenos internos mais comuns que podem desencadear suas alergias de inverno incluem:

• Ácaros da poeira. Esses insetos microscópicos florescem em colchões e roupas de cama. Quando seus excrementos e restos ficam no ar, eles podem causar sintomas de alergia .

• Mofo. Este fungo prospera em áreas úmidas e úmidas, como porões e banheiros. Quando os esporos de fungos entram no ar, podem desencadear sintomas de alergia.

• Animais. A maioria das pessoas não é alérgica a pelos de animais, mas sim a uma proteína encontrada no pelo de animais, na saliva e na urina.

Sintomas
Os sintomas de alergia causados ​​por poeira, pólen ou mofo incluem:

• Tosse

• Olheiras sob os olhos

• Coceira nos olhos e nariz

• Nariz a pingar

• Espirros

• lacrimejantes olhos

Como você pode saber se seus sintomas são de um resfriado, da gripe ou de alergias ? Um resfriado geralmente não dura mais que 10 dias. Alergias podem durar semanas ou até meses. Além disso, gripes e resfriados às vezes têm febre e dores, que geralmente não acontecem com alergias

Diagnóstico
Se os seus sintomas durarem mais de uma semana, consulte o seu médico. Ele pode encaminhá-lo a um alergista, que perguntará sobre seu histórico de saúde e sintomas.

O alergista pode fazer um teste de pele , onde ele provoca a pele com um pouquinho de um alérgeno ou o injeta logo abaixo da pele. Se a área ficar vermelha e com coceira, você é alérgico. Há também um exame de sangue para diagnosticar algumas alergias .

Tratamento
Os tratamentos para alergias de inverno incluem:

• Anti-histamínicos , que reduzem espirros , fungos e comichão

• Descongestionantes , que limpam o muco para aliviar o congestionamento e o inchaço

• ( doses de alergia ou comprimidos sob a língua ), que expõem seu corpo a doses gradualmente maiores do alérgeno. Esta abordagem pode conter seus sintomas por um período de tempo mais longo que os medicamentos antialérgicos.

 

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*Fonte: revistasaberesaude

Como identificar os sabotadores da sua vida (mesmo se estiverem camuflados)

Crescer depende da nossa capacidade de nos afastar de quem nos boicota e da nossa habilidade de alimentar as relações com que nos incentiva.

Ter a capacidade de identificar e administrar os sabotadores que nos cercam é uma das chaves mais importantes para nos sentirmos melhor conosco mesmos. O neurologista Juan Fueyo sugere em seu livro Te Dirán Que Es Imposible (Planeta, 2019, em espanhol, algo como “te dirão que é impossível”) as chaves para ter sucesso no que fazemos. Entre outras coisas, ele fala da importância de sabermos nos cercar de ambientes onde possamos crescer. Baseia-se nas biografias de pessoas bem-sucedidas como cientistas, escritores e empresários, e também em sua própria vida. Não é para menos: Fueyo é uma eminência mundial no campo da medicina. Esse asturiano e sua esposa, Candelaria Gómez Manzano, trabalham no Centro Oncológico M. D. Anderson da Universidade do Texas. Em 2003, desenvolveram um vírus modificado, ainda um ensaio clínico, para combater um dos cânceres cerebrais mais agressivos. Fueyo reconhece que ao longo de sua vida teve que ignorar muitas vezes quem lhe dizia que era impossível fazer o que ele imaginava.

“Sabotador é uma palavra drástica”, observa Fueyo. Às vezes é difícil imaginar que um amigo ou um familiar possa ser um sabotador, mas acontece. Os sabotadores podem ser pessoas que desejam o melhor para nós, mas seus medos são maiores que a confiança. O sabotador expressa sentimentos negativos de maneira constante, às vezes de forma inconsciente: “Não dá”; “é impossível”. São pessoas que incentivam você a permanecer em sua zona de conforto e, claro, não expressam confiança nas possibilidades que alguém tem. Um sabotador, no fundo, fala de si mesmo e de suas inseguranças. Em algumas ocasiões, sobretudo se forem familiares, é sua forma de expressar carinho, embora não estejam conscientes do preço que estão pagando.

Devemos diferenciar um sabotador de alguém que nos diz coisas que não queremos escutar. No fundo, quem nos dá um feedback negativo nos oferece um presente. Temos que discernir o que há por trás de suas dúvidas ou de seus comentários: se é medo ou se é algo que não estamos vendo e que pode nos ser útil para aprender. Existem várias estratégias para reduzir o impacto dos sabotadores. Uma delas é afastar-se deles ou pôr seus comentários de quarentena. Fueyo explica isso com uma experiência pessoal de quando era adolescente. Gostava de escrever poesia, e um dia fez um experimento com alguns de seus críticos. Passou-lhes uns versos pouco conhecidos do consagrado poeta espanhol Miguel Hernández, dizendo que eram obra dele próprio, e que queria saber a opinião dos conhecidos a respeito. Como imaginava, os comentários foram desoladores. Aquilo lhe permitiu perceber que muitas vezes os sabotadores não criticam uma obra, eles expressam seu medo, seu mal-estar ou seu preconceito, independentemente do que seja.

Se tivermos sabotadores em nossa vida, talvez um colega de trabalho, nosso chefe ou algum amigo, é melhor se afastar dele. Se forem familiares ou pessoas que não podemos evitar, então é preciso deixar seus comentários em quarentena ou olhá-los com compaixão: falam do seu próprio medo. Outra estratégia consiste em compensar o impacto dos sabotadores com incentivadores, pessoas que lhe ajudarão a chegar mais longe graças ao seu otimismo, aos seus conselhos e, inclusive, aos seus feedbacks negativos, que lhe farão crescer mesmo que você não goste de ouvi-los. Estas pessoas enxergam a campeã ou campeão que temos dentro de nós, ressalta Fueyo. Por isso vale a pena cuidar e cultivar o relacionamento, dedicar tempo a essas pessoas e na medida do possível agir de maneira recíproca.

Como revela Fueyo, “o coletivo é mais inteligente que o indivíduo, e a osmose social define o que você tem e quem você é como indivíduo”. Crescer como pessoas, mas também como profissionais, depende de nossa capacidade de nos afastarmos dos boicotadores (ou olhá-los com compaixão se forem familiares) e de nossa habilidade para alimentar as relações com nossos incentivadores.

*Por Pilar Jericó

 

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*Fonte: elpais-brasil

6 indicativos de que você é um livre pensador

Pensamento livre, ou Livre Pensamento é o ponto de vista, filosófico ou não, que sustenta que os fenômenos e todas as coisas devem ser formados a partir da ciência, da lógica e da razão e não devem ser influenciados por nenhuma tradição, autoridade ou qualquer dogma, cujo adepto se proclama livre pensador e cuja aplicação por vezes é chamada de livre pensar.

A maioria das pessoas tem o que é chamado de “mentalidade de rebanho”. A Wikipedia define o termo “mentalidade de rebanho” como pessoas adotando “certos comportamentos em uma base emocional, em vez de racional”. Vários estudos confirmaram – e re-confirmaram – a presença de uma mentalidade de rebanho. Considere este estudo de pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, apropriadamente intitulado “Ovelhas em roupas humanas – cientistas revelam nossa mentalidade de rebanho”:

Os cientistas instruíram todos os participantes do estudo a simplesmente andar pelos corredores da escola sem falar ou gesticular uns com os outros. Os pesquisadores então instruíram secretamente alguns alunos a agir com confiança e caminhar em uma determinada direção, como se soubessem para onde estavam indo. O resultado: aqueles que não receberam “instruções especiais” seguiram – todos eles – instintivamente.

Por que nós apenas seguimos o rebanho?

Psicólogos e outros especialistas têm suas teorias sobre por que as pessoas preferem seguir. Primeiro, não gostamos da ideia de estar errado, especialmente quando estamos em um grupo grande. Em segundo lugar, receamos ficar de fora. Afinal de contas, somos animais sociais – e preferimos “seguir em frente para nos darmos bem”. Terceiro, é muito mais fácil para nossos recursos cognitivos. A tomada de decisão é exaustiva, e nosso cérebro preferiria tomar um atalho em vez de ter que vasculhar as informações e encontrar uma solução.
Ser um livre pensador

“Livres pensadores … estão dispostos a usar suas mentes sem preconceito e sem temer entender coisas que colidem com seus próprios costumes, privilégios ou crenças. Esse estado de espírito não é comum, mas é essencial para o pensamento correto. ”- Leo Tolstoy

Ser um pensador livre não é fácil, especialmente hoje em dia. Embora as razões para tal sejam numerosas demais para serem listadas, podemos confiantemente apontar para o establishment político, a academia, as mídias sociais e os grupos religiosos super-zelosos como não apenas catalisadores da mentalidade de rebanho, mas proponentes dela.

Aqui listamos 6 características comuns às pessoas que são pensadoras livres. Talvez alguma delas (ou todas) descreva o seu modo de ser e enxergar o mundo, as pessoas e as coisas. Confira:

1- Entende que há sempre mais de uma perspectiva para qualquer coisa

Como um pensador livre, você deve saber que a perspectiva é tudo e que, tanto quanto é tudo, pode mudar em um piscar de olhos. Você poderia ter uma opinião forte sobre algo e mudá-la depois de passar por uma determinada situação que abriria seus olhos para fatos diferentes. Você também sabe que sua perspectiva tem o poder de determinar seu humor. Que toda situação ruim pode ser vista de uma perspectiva mais positiva. Um livre pensador entende que o que se pode considerar um problema, outro poderia chamar uma solução.

2 – Entende que a criatividade é a chave para a vida

A criatividade não se restringe apenas a Picasso e Van Gogh, apesar de as pessoas lhe dizerem o contrário. É um direito de nascimento para todos os pensadores humanos, especialmente os livres. Embora as escolas possam tirar a maioria de nós de nossa característica criativa, tentando constantemente nos dizer o que fazer e o que pensar, não há dúvida de que um livre pensador consegue manter sua criatividade apesar dos esforços resilientes da sociedade para livrá-lo. disso.

3- Um pensador livre “sabe que nada sabe”

OK, estou definitivamente citando Sócrates neste. Mas o que posso dizer? Ele descreveu perfeitamente. Um pensador livre sempre reconheceria que qualquer conhecimento que ele ou ela tenha agora, pode ser mudado ou falsificado. Que não existe a palavra “tenho certeza disso ou daquilo”. Nada neste mundo é certo e o mundo tem muito a nos ensinar, apenas se mantivermos uma mente aberta e reconhecermos o quanto nos falta conhecimento.

4. Um pensador livre não tem medo de ser chamado de “diferente”

De fato, ser um não-conformista é um dos fatores-chave para ser um pensador livre. No final do dia, eles não querem as mesmas coisas na vida que as outras pessoas. Eles não querem um trabalho diário chato ou um comprometimento vitalício cheio de dívidas e dor. Você os encontraria desafiando todas as probabilidades e indo contra todas as normas sociais às quais nos acostumamos. Eles são aqueles que passam suas vidas viajando pelo mundo, se voluntariando no exterior ou defendendo princípios que estão condenados pela sociedade e cultura.

5. O livre pensador questiona a autoridade

Eles sabem que quanto mais conhecimento ou poder uma pessoa possui, não precisa de forma alguma que ela tenha um sistema de crenças superior. Eles aprenderam com a história que, só porque as pessoas com autoridade são poderosas, isso não significa que elas são as pessoas certas para seguir ou confiar. Hitler foi eleito pelo povo e ele foi uma das pessoas mais inteligentes do mundo, mas ele conseguiu danificar metade do mundo!

6. Eles são curiosos!

Há uma certa idade que todos nós passamos onde estávamos constantemente pedindo explicações para cada pequena coisa que vimos. E enquanto nós crescemos fora disso, é seguro dizer que um pensador livre nunca fez. Pensadores livres nunca param de perguntar por quê. A vida os fascina genuinamente, e eles estão destinados a explorar e entender cada pequeno aspecto disso.

Então, você acha que é um livre pensador?

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Estamos realmente ficando mais burros à medida que os dispositivos se tornam mais inteligentes?

O mundo vê novos dispositivos inteligentes ganhando vida todos os dias. Não há muitos domínios restantes sem dispositivos inteligentes.

Esses dispositivos variam de smartphones, smart TVs, lâmpadas inteligentes e até mesmo banheiros inteligentes. Esses dispositivos de vida inteligentes são projetados para trazer conforto às nossas vidas.

Mas as vantagens sob​_re as desvantagens desses dispositivos podem ser questionadas. Eles são adequados para uso a longo prazo? O uso desses dispositivos significa que estamos ficando preguiçosos ou significa que temos tempo para fazer coisas melhores e criativas?

O famoso efeito Flynn

Existem várias visões sobre o uso de dispositivos inteligentes. No entanto, seria interessante notar se há alguma evidência sobre o aumento ou diminuição do QI ao longo do tempo. Nesse caso, entender o efeito Flynn pode ser útil.

Nomeado em homenagem ao famoso pesquisador James Flynn, o efeito Flynn mostra como o número de testes de QI de pessoas aumentou em média nos últimos séculos. Os pesquisadores que fizeram mais estudos sobre esse efeito notaram que houve poucas exceções no efeito Flynn e raramente é discutido. Existem muitas explicações e percepções das causas do efeito Flynn.

Alguns dizem que é por causa dos fatores ambientais, enquanto há uma escola de pensamento que dá crédito ao sistema educacional. Existem ainda outras teorias que consideram as mudanças na sociedade ou a nutrição como uma razão para o aumento do nível de QI nas pessoas.

No entanto, de acordo com alguns dos resultados do teste, as crianças na segunda metade do século XX, que tinham um ou dois anos de idade, tiveram um desempenho muito melhor e mostraram sinais de melhorar em seu QI. Portanto, isso nega a importância dada ao sistema educacional para melhorar a inteligência de um indivíduo. Melhoria nos níveis nutricionais pode ser considerada uma razão para isso.

Não há evidência concreta mostrando as razões para a melhoria do QI das pessoas ao longo dos séculos. Mas as últimas décadas viram uma melhoria nos níveis de inteligência das pessoas em geral.

A reversão do efeito Flynn

De acordo com os pesquisadores do Centro Ragnar Frisch de Pesquisa Econômica, quando 730.000 militares noruegueses receberam alguns testes de QI, um declínio no QI foi observado no período entre 1970 e 2009. Mas não havia muitos smartphones ou laptops nos anos 70. Então a tecnologia não pode ser totalmente culpada por esse declínio.

De fato, as crianças dependem mais de mecanismos de busca como o Google do que sua memória, mas isso não significa uma diminuição de sua inteligência. Por isso, é uma questão importante refletir sobre o que está errado no sistema atual, que está causando uma reversão do efeito Flynn.

Alguns cientistas acreditam que as mudanças no tipo de comida que as pessoas consomem, o ambiente da mídia e o sistema educacional podem ser responsáveis ​​por esse declínio. No entanto, a tecnologia também pode ser uma causa significativa desse declínio.

Outro estudo descobriu que as pessoas poderiam reter mais quando seus smartphones não estavam com eles. Este estudo também mostrou que simplesmente desligar o telefone ou guardá-lo em suas malas não era suficiente.

Eles tinham que se certificar de que os dispositivos não estavam próximos para ver a diferença.

No final, a questão crucial a ser abordada é se o Efeito Flynn está realmente se revertendo. Os dispositivos inteligentes têm impacto na inteligência das pessoas?

Em outras palavras, estamos confiando tanto nesses dispositivos que estamos perdendo nossa capacidade de pensar ou nutrir nossas habilidades de resolução de problemas?

Bem, graças aos smartphones que estão sempre em nossas mãos, podemos tentar usá-los para as menores coisas. Usamos um smartphone como calculadora, despertador, mapas e muito mais.

Quase todo mundo confia na pesquisa do Google para obter informações. Mas isso pode ser bom e ruim.

É bom que todos nós tenhamos uma infinidade de informações à nossa disposição em todos os momentos. A vida se tornou mais confortável com um dispositivo inteligente cuidando de tudo.

Isso se torna ainda melhor quando adicionamos mais dispositivos de vida inteligentes a essa lista. Por exemplo, banheiros inteligentes sabem quando lavar ou uma casa inteligente liga o ar-condicionado quando é hora de você voltar para casa.

Da mesma forma, muitas outras coisas adicionam luxo à sua vida. Assim, no mundo ideal, pode-se ter muito tempo extra e conforto para trabalhar na expansão de suas habilidades e conhecimentos.

Portanto, deve melhorar o QI geral dos indivíduos. Então, por que isso não aconteceu?

Pesquisadores da Universidade de Waterloo descobriram que os pensadores intuitivos que usam smartphones frequentemente usam o mecanismo de busca de seus dispositivos, em vez de usar sua própria inteligência para tomar decisões. Isso os torna ainda mais preguiçosos do que normalmente seriam.

Outra pesquisa perspicaz da Universidade de Zurique sugere que o aumento da capacidade de tocar, clicar e rolar a tela tem um impacto incomum em nossos cérebros e no desempenho motor.

Então, o seu telefone é melhor que você?

Vamos admitir que há também uma desvantagem para a tecnologia. Com tanto luxo e conforto, muitas vezes tendemos a nos tornar preguiçosos. Nós confiamos principalmente em nossos dispositivos inteligentes para fazer o trabalho para nós, e acabamos por não fazer nada.

Embora a causa de nosso declínio de QI continue sendo um mistério, a desvantagem dos dispositivos de vida inteligentes não pode ser ignorada como uma das possíveis razões para a reversão do Efeito Flynn.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

As pessoas que leem muitos livros são muito mais educadas, gentis e empáticas, mostra o estudo

Ser um rato de biblioteca é compreensivelmente considerado um hobby solitário. Afinal, ao contrário de assistir televisão, seria muito difícil ler um livro com um grupo ou mesmo com outra pessoa. As pessoas livrescistas têm sido estereotipadas como solitárias e introvertidas.

Bem, a ciência está nos dizendo que esses rótulos podem ser falsos. Segundo a pesquisa, as pessoas que leem mais especificamente ficção tendem a exibir comportamentos mais sociáveis ​​e são mais empáticas.

Esta conclusão é baseada em um estudo britânico da Kingston University, em Londres. Os pesquisadores perguntaram a 123 pessoas sobre seus hábitos de leitura ou televisão. Eles também notaram que gêneros gostavam – comédia, não-ficção, romance ou drama.

Os pesquisadores então testaram suas habilidades sociais, fazendo perguntas como: Com que frequência você considera os pontos de vista de outras pessoas em comparação com os seus? Ou você sai do seu caminho para ajudar ativamente os outros?

Pode-se pensar que aqueles que preferem assistir à televisão exibem um comportamento mais sociável. Isso faria sentido. Devido ao enorme fluxo de livros, é mais provável que duas pessoas tenham assistido ao mesmo programa do que lido o mesmo livro.

No entanto, os resultados mostraram o contrário. Em leitores de livros versus espectadores de TV, os leitores de livros ficaram no topo ao exibir um comportamento mais empático. Eles também descobriram que aqueles que assistiam principalmente à televisão na verdade exibiam um comportamento mais antissocial.

O que é interessante, como observou a pesquisadora Rose Turner, foi que “todas as formas de ficção não eram iguais”. Os leitores de ficção mostraram as melhores habilidades sociais. Especificamente, quando divididos por gênero, eles viram que os leitores de comédia eram os melhores em se relacionar com as pessoas. Os amantes de romance e drama eram os mais empáticos e mais habilidosos em ver as coisas através dos olhos dos outros.

Estes resultados são fascinantes (para não mencionar um impulso do ego para nós, os leitores); no entanto, eles levantam a antiga questão “galinha ou ovo”. É que ler ficção pode ajudar uma pessoa a tornar-se mais empática ou pessoas com empatia simplesmente leem mais ficção?

Talvez os telespectadores que acham que poderiam usar um pouco mais de empatia possam fazer sua própria experiência. Pegue um pouco de ficção e observe as mudanças dentro de você.

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*Fonte: revistapazes

“Pessoas felizes não precisam consumir”, a afirmação brutal do filósofo Serge Latouche

O ideólogo do decrescimento analisa como nossa sociedade criou uma religião em torno do crescimento e do consumismo.

Nascido em Vannes (França) há 70 anos, diante de uma platéia que escutava sentada nos corredores de acesso ao salão do Colegio Larraona de Pamplona, ​​salientando que o ritmo atual de crescimento da economia global é tão insustentável como a deterioração e a falta de recursos no planeta.

Convidados pelo coletivo Dale Vuelta-Bira Beste Aldera, sob o título de sua palestra “A diminuição, uma alternativa ao capitalismo?”, Ele afirmou que a sociedade estabelecesse uma autolimitação do seu consumo e exploração ambiental. Do seu ponto de vista, não se trata de propor uma involução, mas de acoplar a velocidade do gasto dos recursos naturais com a sua regeneração.

Especialista em relações econômicas Norte/Sul, o prêmio europeu de sociologia e ciências sociais Amalfi, seu movimento decrescentista, nascido nos anos 70 e estendido na França, defende a sobriedade na vida e a preservação dos recursos naturais antes de sua exaustão.

Em sua opinião, se a queda não for controlada, “a queda que já estamos experimentando” será o resultado do colapso de uma forma insustentável de capitalismo, e também será excessiva e traumática.

Uma bomba semântica. Serge Latouche afirma que o termo decrescimento é um slogan, “uma bomba semântica causada para neutralizar a intoxicação do chamado desenvolvimento sustentável”, uma forma de pensar, sustentabilidade, estendida pelo economismo liberal dos anos 80, e que favorece o pagamento de tudo.

“Por exemplo, no caso do trigo, obriga-nos a pagar pelo excedente, pelo seu armazenamento e também temos de pagar para destruir o excedente.”

“Devemos falar sobre o A-crescimento”, ele disse como um convite para refletir sobre nosso estilo de vida, incluindo a exibição do supérfluo e do enriquecimento excessivo.

Do seu ponto de vista “vivemos fagotizados pela economia da acumulação que leva à frustração e a querer o que não temos e não precisamos”, o que, diz ele, leva a estados de infelicidade.

“Detectamos um aumento de suicídios na França em crianças”, acrescentou ele, para referir-se à concessão por bancos de empréstimos ao consumidor para pessoas sem salários e ativos, como aconteceu nos Estados Unidos no início da crise econômica global. . Para o professor Latouche, “pessoas felizes geralmente não consomem”.

Seus números como economista dizem que ele está certo: todos os anos há mais habitantes no planeta, enquanto os recursos estão diminuindo, sem esquecer que consumir significa produzir resíduos e que o impacto ambiental de uma pessoal equivale a 2,2 hectares, e que a cada ano 15 milhões de hectares de floresta são consumidos “essenciais para a vida”.

“E se vivemos nesse ritmo, é porque a África permite isso”, enfatizou. Para o professor Latouche, qualquer tipo de escassez, alimentos ou petróleo, levará à pobreza da maioria e ao maior enriquecimento das minorias representadas nas grandes empresas petrolíferas ou agroalimentares.

Trabalhe menos e produza de forma inteligente.

Tachado de ingênuo por seus detratores, postulou trabalhar menos e distribuir melhor o emprego, mas trabalhar menos para viver e cultivar mais a vida, insistiu.

A partir de um projeto qualificado como “ecossocialista”, além de consumir menos, a sociedade deve consumir melhor, para qual propos que se produzisse perto de onde mora e de forma ecológica evitar que por qualquer fronteira entre Espanha e França circule até 4 mil caminhões uma semana “com tomates da Andaluzia cruzando com tomates holandeses”.

Ele terminou com um louvor ao estoicismo representada em Espanha por Seneca: “A felicidade não é alcançada se não podemos limitar nossos desejos e necessidades.”

 

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

21 Benefícios de se viver com menos

Querer cada vez mais é um modelo quebrado. Não está funcionando. Mais posses materiais, além de um certo ponto, é apenas mais coisas que temos que gerenciar. Mais dinheiro, além de um certo ponto, não equivale, necessariamente, a mais felicidade.

É claro, “mais” nem sempre é a resposta que buscamos.

Isso nos leva a menos. Mas precisamos reduzir para uma quantidade que é o suficiente para cada indivíduo. Nem todos nós estaremos felizes com o mesmo número de coisas. Então, nós começamos a chegar na nossa própria versão de menos e depois a vivemos. Quando fazemos isso, podemos começar a experimentar alguns dos seguintes benefícios em nossas vidas.

1) Menos coisas, mais leveza
Posses materiais precisam ser gerenciadas. Elas precisam de algum lugar para serem armazenadas. Elas podem precisar de manutenção regular. Muitas coisas podem começar a nos pesar.

2) Mais escolhas e liberdade
Menos coisas e desordem em nossas vidas nos libertam. Temos mais liberdade e podemos fazer escolhas que vão de encontro com nosso estilo de vida ideal.

3) Querer menos o mais e mais
Saber quando é suficiente significa sair de um ciclo sem fim de querer sempre mais.

4) Mais contente com o que já temos
Ao escolher ficar apenas com o necessário, começamos a dar valor ao pouco que temos. Assim, ficamos felizes por ter aquelas poucas coisas para administrar e cuidar.

5) Menos arrependimento
O arrependimento é uma emoção desperdiçada e tóxica. Viver com menos em nossas vidas pode significar que temos menos motivos para sentir arrependimento.

6) Mais gratidão
Já temos muito em nossas vidas para as quais devemos agradecer. Isso pode passar se não tirarmos um tempo para criar o hábito de gratidão.

7) Menos comparação, apenas ser
Quando sabemos o que é suficiente para nós, nos preocupamos menos com a manutenção e a comparação. Nós não julgamos os outros por querer mais, mas igualmente sabemos que estamos felizes com o suficiente.

8) Mais dança para nossa própria música
Quando precisamos de menos, somos livres para seguir um caminho que nós mesmos criamos.

9) Menos complexidade
A vida pode complicar-se quando temos demais.

10) Mais simplicidade
A vida se torna mais simples quando queremos menos coisas, comparar menos e tentar manter menos.

11) Menos dívidas
Quando buscamos o menos, menos provável é que nos encontremos em dívida. Estar fora da dívida também nos dá mais liberdade de escolha e oportunidades na vida.

12) Mais economias
Gaste menos dinheiro em coisas que, realmente, não precisa pode significar mais poupanças.

13) Menos estresse
Manter o ritmo e preencher nossas vidas com mais, causa sua própria forma de estresse que, muitas vezes, pode passar despercebida.

14) Gastar com o que vale a pena
Perseguindo menos bens materiais e tendo menos compromissos em nosso dia a dia, não sendo apaixonado por querer mais, significa que temos tempo para gastar com o que temos e com pessoas que são importantes.

15) Mais espaço
Mais espaço físico, mas também mais espaço mental para respirar, refletir, focar e apenas ser.

16) Menos bens físicos
Os bens materiais que possuímos podem acabar nos possuindo se não tivermos cuidado. Seja seletivo sobre o que e quem você deixa sua vida.

17) Mais experiências de vida e aventura
Perseguir menos bens materiais deixa espaço para perseguir mais aventuras e experiências de vida.

18) Menos inveja
Quanto menos comparamos e mais temos controle em nossas vidas, deixamos a inveja de lado.

19) Mais felicidade
A redução dos bens e das coisas em nossas vidas e a compreensão do que parece ser suficiente nos leva a mais felicidade. Chegamos ao cerne do que verdadeiramente canta nossos corações e procuramos encher nossas vidas com ele.

20) Menos egoísmo
Quanto menos inclinados a comparar e focar no que não temos, mais provável é que acabemos o egoísmo de nossas vidas.

21) Mais compartilhamento e devolução
Tendo a quantidade certa em nossas vidas significa que temos mais espaço para compartilhar aos outros de alguma forma. Isso pode incluir atos de bondade e generosidade.

O dimensionamento certo do menos nos leva a termos um pouco de trabalho. É preciso algum pensamento crítico. É preciso uma grande dose de honestidade sobre o que é realmente importante para nós na vida. Pode significar reprioritização. Isso também requer um grande grau de ação e esforço.

Tentamos perseguir por mais e falhamos. Talvez seja a hora de irmos em busca do menos.

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*Fonte: jardimdomundo

7 maneiras de acabar com qualquer argumento rapidamente

Há quem acredite que quando duas pessoas se amam, esse relacionamento não vai ter momentos difíceis na qual os dois brigarão e surgirão argumentos. Infelizmente, isso não é verdade. O fato é que, passar seus dias com outra pessoa, nunca é uma tarefa fácil e discussões e conflitos são coisas que acontecem naturalmente.

A verdade é que o amor traz intensidade em praticamente todos os sentimentos. E entender o porquê das brigas acontecerem pode ajudar o casal a evitá-las e saber o que fazer quando elas surgirem. Estar junto com uma pessoa pode ser uma das coisas mais maravilhosas do mundo, mas desde que lembrando que nada é perfeito. Muitos casais brigam frequentemente, arrumam confusão por coisas desnecessárias e às vezes acabam falando coisas que não deveriam. É preciso ter muita paciência e compreensão para conseguir viver com uma pessoa e não brigar com ela.

Mas também para um relacionamento ser bom, ele precisa de algumas discussões. Quem foi que disse que um relacionamento perfeito não tem brigas? Não que isso precise ser uma regra universal, mas todo relacionamento tem suas desavenças, e às vezes, é até necessário. Pode ser que uma briguinha até faça bem, principalmente para matar aquela saudade gostosa na reconciliação.

O que não se pode deixar acontecer, ou pelo menos deve-se tentar evitar, é que esses argumentos entre as duas partes durem muito. O prolongamento de uma discussão pode levar a um resultado bastante ruim. Por isso, resolvemos mostrar aqui como resolver conflitos para que nenhuma das partes se arrependa depois das coisas que foram ditas.

1 – Não critique

Críticas em geral já não são muito bem vistas, ainda mais se elas não tiverem nenhum propósito construtivo. E criticar a personalidade do seu parceiro, irá apenas deixar a situação ainda pior. Não insulte o seu parceiro, ao invés disso, fale a ele das coisas que te incomodam.

2 – Não desconsidere sentimentos

Guardar coisas para nós mesmos sempre é ruim. A outra pessoa não é capaz de adivinhar o que você está sentindo se não for falado a ela. Então, fale com seu parceiro sobre os seus sentimentos e mostre também interesse em saber como ele está emocionalmente.

3 – Não crie paranoias

Nossa mente é capaz de criar os mais variados cenários, que muitas das vezes podem não ser o cenário real. Acreditar que o seu parceiro está mais feliz quando está longe de você, não é um comportamento saudável. Além de poder desencadear uma briga futuramente. É sempre bom esclarecer com o parceiro as suas dúvidas.

4 – Não se sinta superior

Em uma relação, é preciso entender que vocês estão no mesmo barco e caminhando juntos. Nenhum está acima do outro ou é mais importante que o outro. Se você se demonstrar superior ao seu parceiro, ele não se sentirá bom o suficiente para você. Trabalhem na solução do problema em conjunto.

5 – Não procure culpar alguém

Em uma briga ou situação que não está boa, sempre procuramos alguém para culpar. Mas debater quem é culpado é uma coisa desnecessária, visto que a situação já aconteceu. Gaste seu tempo procurando soluções para sair daquela situação ruim e não tentando achar como você chegou nela.

6 – Não reviva brigas

Na hora da briga, uma das piores coisas a se fazer é trazer de volta brigas antigas, As situações do passado não mudarão, elas só trarão mais uma discussão à tona. O melhor a se fazer é se discutir o que está incomodando no momento. E depois que ela for resolvida, não retome a discussão.

7 – Outro ponto de vista

Toda a história tem dois lados, dois pontos de vista. São duas pessoas envolvidas no relacionamento e ter uma flexibilidade é melhor na hora da discussão. Os argumentos virão dos dois lados e saber ponderá-los é o que vai fazer a discussão ir embora mais rápido.

*Por Bruno Dias

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Amigos são analgésicos naturais mais eficazes que a morfina

A preciosa ajuda das pessoas mais queridas para nós, na superação dos tempos difíceis, e até mesmo na superação da dor física, foi confirmada pela ciência: os amigos seriam ainda melhores que morfina!

Já se falava dessa possibilidade há algum tempo, mas uma pesquisa da Universidade Britânica de Oxford confirmou que os amigos ajudam a suportar melhor a dor e afastar a depressão pra longe da gente. Tudo isso é possível porque, quando estamos na companhia deles, muitas endorfinas são liberadas em nosso corpo. As endorfinas são substâncias úteis para nos trazer sensações de bem-estar, gratificação e para regular o nosso estado de ânimo.

Existe, portanto, uma conexão entre a depressão, o nível baixo de endorfinas com o fato de ter poucos amigos? Segundo Katerina Johnson, coordenadora do estudo, a resposta é sim:

“Os resultados são interessantes também porque pesquisas recentes sugerem que o circuito de endorfinas pode ser interrompido em distúrbios como a depressão, e isso também poderia explicar por que as pessoas deprimidas muitas vezes fazem uma vida socialmente mais retraída”.

O experimento no qual o estudo foi baseado, publicado na revista Scientific Reports, foi muito simples. Em primeiro lugar, os pesquisadores preencheram um questionário com 101 voluntários (entre 18 e 34 anos), no qual cada um deles precisava especificar os principais aspectos das suas relações sociais. Depois, todos eles foram submetidos a um pequeno teste de dor que consistia em estar em uma posição muito desconfortável (posição de agachamento com as costas retas contra a parede) pelo tempo que pudessem resistir.

Viu-se que, precisamente aqueles que tinham mais amigos, também eram aqueles que resistiam mais, demonstrando assim uma maior tolerância à dor, semelhante àqueles que tiveram que tomar morfina como analgésico.

Amigos portanto (a ciência confirma isso), são verdadeiros analgésicos naturais: aliviam as nossas dores física e emocional. Nós só temos que agradecer pelo fato de termos amigos, e aproveitar essa sorte!

 

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*Fonte: greenme

Amizade é também estar separados sem que nada mude

A amizade autêntica não precisa de supervisão diária para saber se o afeto de hoje é sincero ou se diminuiu. Não há pressão ou obrigação de revelar todo pensamento, toda experiência no mesmo momento em que algo acontece.

As autênticas amizades que são forjadas na magia das coincidências, deixam espaço e oferecem liberdades. Porque o vínculo é alimentado com confiança e sentimentos sinceros. Quem nos diz quase sem palavras, que “não lhe devo nada e lhe devo tudo”, “estou aqui para você sempre que você precisar”.

É possível que hoje você ainda tenha essa amizade de infância. Aquela pessoa com quem você compartilhou aventuras universitárias, tardes de corrida, jogos e sanduíches de chocolate na rua. Ou talvez, em sua vida, alguém novo tenha chegado no momento mais apropriado.

São relações íntimas que são mantidas por todo o afeto e, às vezes, até um pouco daquela inexplicável magia que hospeda os corações que se conectam quase sem saber por quê. Isso já aconteceu com você?

Eu gosto daquelas amizades que não sabem sobre tempo e espaço. As pessoas que a vida separa do seu lado por qualquer motivo e que, depois de meses ou anos, voltam para você com a mesma cumplicidade, como se apenas uma hora tivesse se passado desde a última vez.

Apesar do tempo, apesar da distância … Você sempre me terá aqui

Robert M. Seyfarth e Dorothy L. Cheney, cientistas do departamento de psicologia e biologia da Universidade da Pensilvânia, nos dizem que a amizade favorece nossa adaptação. Promove bem-estar, reduz o estresse e até melhora a sobrevida. Além disso, foi demonstrado que os animais criam laços de amizade.

A vida, por outro lado, toma mais voltas do que a haste de um relógio, sabemos. Nós nunca sabemos que direção nossos passos vão tomar. Seja por motivos de trabalho ou por motivos pessoais para ter novos parceiros, às vezes somos forçados a colocar quilômetros entre nós e nossos amigos.

A vida é movimento e somente aqueles que se movem podem alcançar com os dedos os seus sonhos. Agora, às vezes, isso implica ter que desistir das coisas: deixamos nosso lar, nossas raízes e também essas amizades da alma.

Certamente isso aconteceu com você também. É precisamente nesses momentos de mudança e crescimento pessoal. quando descobrimos quem são as pessoas mais importantes da nossa vida.

Distância esclarece relações autênticas

– Existem aqueles que precisam de um contato diário, uma interação onde suas necessidades são satisfeitas. Eles valorizam essa proximidade quase dependente, onde a interação é contínua.

– Essa “fluência” de interação e contato nem sempre pode ocorrer, especialmente quando somos forçados a nos distanciar por motivos profissionais ou pessoais.

– É quando há um risco maior de perder muitos desses amigos que deixamos em nossos espaços de origem. As reprovações aparecem, o “é que você não tem tempo para mim”, “é que você acabou de conectar”, “é que você não me conta tudo como antes”.

– Há amizades que se tornam quase como relações de parceria opressivas e tóxicas. Eles causam pressão e sofrimento.

Por outro lado, existem outras pessoas que entendem e sabem respeitar. A preocupação e carinho ainda está lá, seu carinho é sincero, sabemos que eles estão conosco, mas não há obrigação de “monitorar”. Não há necessidade de palavras para entender que, apesar da distância, elas ainda fazem parte de nós mesmos.

Amizades efêmeras, amizades de coração de diamante

Você não precisa se preocupar em deixar muitas pessoas para trás. Faz parte do nosso processo pessoal de crescimento, porque crescer significa carregar o final com o menor peso possível em sua mente e máximo em nosso coração.

As amizades autênticas são muito poucas, mas brilham com o brilho dos diamantes: elas são indestrutíveis e viverão com você todos os dias da sua vida para lhe dar luz nos dias sombrios e harmonia nos momentos de felicidade.

Há amizades que vêm e vão, como o vento quente do verão. Elas nos trazem suas experiências, nos fazem felizes e desaparecem com a delicadeza de um breve perfume, deixando-nos suas memórias.

– Existem outras amizades que se transformam em más experiências. O mundo também às vezes nos espirra com egoísmo, interesses pessoais e alguma outra traição. Assim, estudos como o realizado pelo Dr. Robert Sternberg, um renomado psicólogo especializado em inteligência e personalidade, nos diz que os comportamentos tóxicos são comuns hoje em dia e precisamos aprender a lidar com eles.

– Agora, as experiências ruins com amizades que nunca foram realmente, não devem nos desencorajar ou afundar nossas esperanças. Boas pessoas existem e os amigos da alma também.

– Amizade autêntica é oferecida com liberdade e sem compromisso. E ele cuida de si mesmo como um bem precioso, como um habitante de sua alma que precisa de reciprocidade, confiança e gratidão.

Se hoje você ainda se lembra daquela amizade que você deixou para trás devido à chance que às vezes nos traz vida, não hesite em entrar em contato com essa pessoa novamente. Se o carinho fosse sempre sincero, se essa intimidade fosse tão mágica, recompensadora e divertida que até hoje você se lembra dela com um sorriso, não hesite em recuperá-lo. Porque para amizades autênticas não há tempo nem distância.

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*Fonte: revistapazes

Aprenda a rir de si mesmo novamente

Quando criança, não nos envergonhamos e não pensamos em nossas falhas ou méritos, somos simplesmente felizes e sorrimos diante da vida. O sorriso, portanto, também é uma questão de autoestima. Se nos amamos, somos capazes de aceitar nossos defeitos e nossos méritos e deixar de lado a importância que damos às opiniões dos outros.

Mas não só somos capazes de rir de nós mesmos, se temos uma forte autoestima, rindo de nós mesmos, na verdade, vamos fortalecer nossa autoestima. Então é algo que funciona nos dois sentidos.

Outra maneira de aprender a rir de si mesmo é superar a timidez, a vergonha de encarar a opinião dos outros, porque é precisamente a sensibilidade à crítica negativa que nos paralisa e nos impede de desfrutar de nossos sorrisos. Caros leitores, aprendam a ser espontâneos, digam tudo o que vem à sua cabeça, brincam, sorriam, não tenham medo, nada vai acontecer e vocês se divertem.

“Um sorriso é a chave secreta que abre muitos corações.”
Robert Baden Powell

O sorriso como terapia
A terapia do sorriso não é mais apenas uma maneira de lutar contra o estresse ou de se divertir. Tornou-se um método, um tratamento médico e psicológico. Na base está o conceito de que, mesmo quando um sorriso é forçado, nos sentimos bem e, por fim, o sorriso se torna um gesto espontâneo.

O psicólogo José Elías, especialista em ressoterapia na Espanha, destacou que o riso fortalece o coração, porque quando rimos movemos 420 músculos do nosso corpo, inclusive o coração. O riso também reduz a pressão sanguínea porque aumenta o tamanho dos vasos sanguíneos e promove a respiração porque a ventilação aumenta significativamente.

Consequentemente, o sorriso melhora nossa qualidade de vida e nossa saúde e tem efeitos físicos e psicológicos positivos. Aprenda a rir, você também será capaz de ver a vida de um ponto de vista diferente, muito mais agradável e saudável. Sorria, ria, porque esta é a linguagem da alma, a maneira de sair e voar.

 

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*Fonte: revistapazes

Quer uma prova de que você é uma criatura incrível e absurdamente única?

Você já parou para pensar em todas as coisas que tiveram que acontecer e dar certo para que você fosse você? Para começar, os seus pais tiveram que se conhecer e, depois… se conhecer melhor. Como se fosse pouco, um único dos milhões de espermatozoides do seu pai teve que vencer a concorrência e chegar até o óvulo da sua mãe.

Depois disso, ocorreu a fecundação e uma porção de processos biológicos supercomplexos — que poderiam ter dado errado a qualquer momento! Entretanto, o milagre da vida aconteceu, e você está aqui, lendo esta matéria. E se você já começou a se achar único só com essa breve descrição, se prepare para conferir uma série de contas e estatísticas que farão você se sentir uma criatura incrivelmente rara!

Esbarrão inicial

Só para termos uma referência inicial, vamos considerar que os seus pais tenham se conhecido há 20 anos, ok? Pois, de acordo com uma porção de estimativas e cálculos feitos por Ali Binazir — publicados pelo pessoal da Universidade de Harvard —, há duas décadas a população mundial era de 4 bilhões de pessoas, aproximadamente.

Então, digamos que os seus pais poderiam ter esbarrado com um décimo do total, ou seja, com 400 milhões de pessoas. Dessas 400 milhões, podemos assumir que metade seria do sexo feminino e a outra, do masculino, certo? Agora, vamos considerar que os seus pais tenham conhecido um indivíduo do sexo oposto por dia dos 15 aos 40 anos idade. Segundo Binazir, a soma seria de 10 mil pessoas.

Bem, vamos focar no seu pai por enquanto: se ele esbarrou com cerca de 10 mil mulheres (uau!) até a idade adulta, a chance de que ele encontrasse a sua mãe no meio das 200 milhões de mulheres possíveis é de 1 em 20 mil! Mas, como você sabe, o amor não é nem um pouco simples…

Na verdade, temos que somar à chance de 1 em 20 mil de os seus pais cruzarem o caminho um do outro, a probabilidade de que eles se falassem nesse primeiro momento (1 em 10), a de eles combinarem um segundo encontro (também 1 em 10), e a chance de que eles continuassem se vendo (1 em 10 também) depois disso.

No fim das contas, a probabilidade de os seus pais permanecerem juntos depois daquele esbarrão inicial e terem filhos juntos é de 1 em 2 mil. Ficou espantado? Esse número nem é o mais impressionante: as chances combinadas de que todos esses eventos dessem certo é de 1 em 40 milhões! Agora, que tal conferir as chances de que você se tornasse fruto da relação entre os seus pais?

A raridade aumenta

Em média, as mulheres contam com um “estoque” de aproximadamente 10 mil óvulos, enquanto os homens geralmente produzem 4 trilhões de espermatozoides durante a fase fértil. Sendo assim, a chance de que um desses espermatozoides todos do seu pai encontrasse com um dos óvulos da sua mãe é de… se prepare: 1 em 400 quadrilhões! Pense no absurdo dessa probabilidade. Mas, calma, pois a coisa se torna ainda menos “provável”.

Para que os seus pais tenham se conhecido, conversado, curtido a companhia um do outro, marcado novos encontros e terem decidido ter filhos juntos, os ancestrais deles tiveram que existir primeiro! E não estamos falando apenas de avós, bisavós, tatara… que também venceram todas as probabilidades acima para que você pudesse estar aqui — multiplique aqui os 400 quadrilhões por eles mesmos diversas vezes.

Antes dos seus ancestrais diretos, você ainda tem que considerar o Homo sapiens e, antes dele, o Homo erectus, que, por sua vez, veio depois do Homo habilis! E esses caras, assim como outros tantos, evoluíram a partir dos primeiros organismos unicelulares que surgiram aqui na Terra — há 4 bilhões de anos. Isso significa que, para que você surgisse no planeta, uma cadeia de eventos teve acontecer do jeito certinho.

E isso que nem vamos incluir aqui na conta a probabilidade de a Terra ter se formado na distância exata do Sol para que a água na sua forma líquida pudesse existir por aqui — propiciando o surgimento da vida. Também nem vamos considerar que os demais planetas do Sistema Solar nos protegem de inúmeros pedregulhos espaciais que nos acertariam em cheio, não fosse pela ação de suas gravidades. E vamos deixar a Lua e sua influência pra lá também…

Voltando às probabilidades

Mais precisamente, segundo os cálculos de Binazir, para descobrir a probabilidade de que a sua “linhagem” permanecesse intacta ao longo da existência da humanidade, temos que considerar uma chance em duas de que uma criança nasceria, cresceria e se reproduziria em cada geração — durante 150 mil gerações. Sabe quanto dá isso? Uma chance em 10^45.000.

Isso mesmo, a chance de que todos os seus ancestrais tenham se reproduzido com sucesso e a sua linhagem tenha sobrevivido ao longo de milhares de gerações é de 10 seguido por 45 mil zeros. Desculpe, mas a gente nem sabe como dizer esse número! Mas, calma, as contas ainda não acabaram!

Pense que, para cada encontro dos seus ancestrais, o espermatozoide certo teve que fecundar o óvulo certo — ou um quadrilhão multiplicado por um quadrilhão para cada geração —, o que significa que, na verdade, a probabilidade de que essas células específicas se encontrassem 150 mil vezes é de uma em 10^2.640.000. É muito zero! E esses zeros todos não chegam nem perto da quantidade de zeros que representam a probabilidade de você existir!

De acordo com Binazir, contabilizando tudo — ou seja, multiplicando 10^2.640.000 por 10^45.000 por 2 mil e por 20 mil —, temos que a probabilidade de você ser você é de absurda e inimaginável 1 em 10^2.685.000. Você tem noção do que é isso?

O número de átomos que compõem a Terra, por exemplo, é de míseros 10^50, e o número estimado de átomos que existem no Universo conhecido é de apenas 10^80. Entende agora como você é uma criatura incrível e absurdamente única?

*Por Maria Luciana Rincón

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*Fonte: megacurioso

Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar

“Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar “, escreveu Carl Gustav Jung. Na época da opinião, onde tudo é julgado e criticado, muitas vezes sem uma base sólida, sem uma análise prévia e sem um profundo conhecimento da situação, as palavras de Jung assumem maior destaque, tornando-se quase proféticas.

Julgar nos empobrece

Identificar o ato de pensar com o ato de julgar pode nos levar a viver em um mundo distópico mais típico dos cenários imaginados por George Orwell do que da realidade. Quando os julgamentos suplantam o pensamento, qualquer indício se torna evidência, a interpretação subjetiva torna-se uma explicação objetiva e a mera conjectura adquire uma categoria de evidência.

À medida que nos afastamos da realidade e entramos na subjetividade, corremos o risco de confundir nossas opiniões com os fatos, tornando-nos juízes incontestáveis – e bastante parciais – de outros. Essa atitude empobrece o que julgamos e empobrecemos como pessoas.

Quando estamos muito focados em nós mesmos, quando deixamos de acalmar o ego, e ele adquire proporções excessivas, ou simplesmente temos muita pressa para nos impedir de pensar, preferimos julgar. Adicionamos rótulos duplos para catalogar coisas, eventos e pessoas em um espectro limitado de “bom” ou “ruim”, tomando como medida de comparação nossos desejos e expectativas.

Agir como juízes não apenas nos afasta da realidade, mas também nos impede de conhecê-la – e desfrutá-la – em sua riqueza e complexidade, transformando-nos em pessoas hostis – e não muito empáticos. Toda vez que julgamos algo, simplificamos a expressão mínima e fechamos uma porta para o conhecimento. Nós nos tornamos mero animalis iudicantis.

Pensar é um ato enriquecedor

Na sociedade líquida em que vivemos, é muito mais fácil julgar, criticar rapidamente e passar para o próximo julgamento. O que não ressoa em nosso sistema de crenças nós julgamos como inútil ou estúpido e passamos para o seguinte. Na era da gratificação instantânea, o pensamento exige um esforço que muitos não estão dispostos – ou não querem – a assumir.

O problema é que os juízos são tarefas interpretativas que damos a eventos, coisas ou pessoas. Cada julgamento é um rótulo que usamos para atribuir um valor – profundamente tendencioso – já que é um ato subjetivo baseado em nossos preconceitos, crenças e paradigmas. Julgamos com base em nossas experiências pessoais, o que significa que muitas críticas são um ato mais emocional que racional, a expressão de um desejo ou uma decepção.

Pensar, pelo contrário, exija reflexão e análise. Mais uma dose de empatia com o que foi pensado. É necessário separar o emocional dos fatos, lançar luz sobre a subjetividade adotando uma distância psicológica essencial.

Para Platão, o homem sábio é aquele que é capaz de observar tanto o fenômeno quanto sua essência. Uma pessoa sábia é aquela que não apenas analisa as circunstâncias contingentes, que geralmente são mutáveis, mas é capaz de rasgar o véu da superficialidade para alcançar o mais universal e essencial.

Portanto, o ato de pensar tem um enorme potencial enriquecedor. Através do pensamento, tentamos chegar à essência dos fenômenos e das coisas. Vamos além do percebido, superamos essa primeira impressão para mergulhar nas causas, efeitos e relacionamentos mais profundos. Isso exige uma árdua atividade intelectual através da qual crescemos como pessoas e expandimos nossa visão de mundo.

Pensar significa parar. Fazer silêncio. Prestar atenção. Controle o impulso de julgar precipitadamente. Pesar as possibilidades. Aprofundar nas coisas, com racionalidade e da empatia.

O segredo está em “ser curioso, não crítico”, como disse Walt Whitman.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Por que você deve se esforçar por uma vida significativa, não feliz

“Há apenas um erro inato, e essa é a noção de que existimos para sermos felizes … Enquanto persistirmos nesse erro inato, e até mesmo nos confirmarmos através de dogmas otimistas, o mundo parece estar cheio contradições ”. — Arthur Schopenhauer

O mundo moderno é obcecado com a noção de felicidade. Isso é visto como a medida e o objetivo da vida boa e, como Sigmund Freud observou, muito do que fazemos é motivado pelo desejo, que tudo consome, de ser feliz.

“… O que o comportamento dos próprios homens revela como o propósito e objeto de suas vidas, o que eles exigem da vida e desejam alcançar nela. A resposta para isso dificilmente pode ficar em dúvida: eles buscam a felicidade, querem se tornar felizes e permanecer assim ”. — Sigmund Freud

Mas essa busca sem fim pela felicidade é realmente uma maneira saudável de viver? Pois se estamos infelizes, o que para a maioria das pessoas é assim que é a maior parte do tempo, provavelmente nos perguntaremos o que há de errado conosco. Nós não somos recortados para este mundo? Os produtos químicos em nosso cérebro precisam de um ajuste farmacêutico? Ou melhor, Schopenhauer estava certo ao sugerir que visar a felicidade é um esforço fútil? Poderíamos considerar nossas vidas mais gratificantes se, em vez de lutarmos pela felicidade, dedicássemos nossas energias ao cultivo de uma vida significativa?

A felicidade nem sempre foi considerada uma meta pela qual vale a pena lutar. A raiz da palavra felicidade, na maioria das línguas indo-europeias, é sorte ou destino, implicando que a felicidade era originalmente vista como algo a ser dado e levado pelos deuses, ou pelo acaso. Não foi pensado para ser atingível apenas pelo esforço humano.

No Ocidente, foi Sócrates quem popularizou a ideia de que a felicidade é o maior bem e, portanto, deveria ser o objetivo final da vida.

A suposição de Sócrates de que devemos almejar a felicidade foi amplamente aceita pelos filósofos da Grécia Antiga que vieram depois dele. Os filósofos iluministas dos séculos XVII e XVIII, cujas ideias lançaram as bases para a civilização moderna, também adotaram a visão de Sócrates da felicidade como o fim último. Mas enquanto os gregos antigos tendiam a fundar a felicidade no cultivo da virtude e da excelência pessoal, alguns dos mais proeminentes pensadores do Iluminismo amarravam a busca da felicidade à busca do prazer.

“A felicidade, então, é em toda a sua extensão, o máximo prazer de que somos capazes e a miséria, a maior dor.” – John Locke

A maximização do prazer e a minimização da dor é a receita que muitos em nossos dias usam na tentativa de alcançar a felicidade. Mas estruturar nossa vida dessa maneira nos coloca em uma esteira hedônica. Passamos nossas vidas freneticamente correndo em direção aos bens, objetivos, eventos e pessoas que esperamos que imbuirão nossa vida com o prazer necessário para uma existência feliz. No entanto, ao atingir os objetos do nosso desejo, nos adaptamos rapidamente às novas condições e retornamos ao nosso estado padrão de ser. Ou como o filósofo Arthur Schopenhauer observou:

“… [Esforçar-se pela felicidade] é como uma sede insaciável: podemos alcançar breves satisfações, alguma liberação momentânea, mas, na natureza das coisas, elas nunca podem ser mais do que temporárias, e então estamos de novo no suporte. Portanto, a infelicidade, ou pelo menos a insatisfação, é o nosso estado normal de coisas. ” – Arthur Schopenhauer

Em nossos momentos mais introspectivos, muitos de nós reconhecem a busca constante da felicidade como um apego às sombras. Mas, qual é a alternativa? Se abandonarmos a busca da felicidade, o que deve tomar o seu lugar? No restante deste artigo, argumentaremos que devemos buscar uma vida significativa, pois, como Carl Jung observou:

“… a falta de significado na vida é uma doença da alma, cuja extensão e importância total ainda não começou a compreender.” – Carl Jung

Uma das principais razões em favor do cultivo do significado como nosso objetivo primário é devido à inevitabilidade do sofrimento. Embora a maior parte do nosso sofrimento seja menor e administrável, tendemos a ignorar o fato de estarmos sempre em risco de cair em períodos de grande adversidade – tempos em que somos forçados a lidar com o que Shakespeare chamou de “as eslingas e flechas da ultrajante fortuna”. (Shakespeare) Nestes momentos de crise, é apenas o significado – não a felicidade – que pode nos fornecer a resiliência necessária para perdurar. “Aquele que tem um porquê pode suportar quase qualquer coisa”, escreveu Nietzsche. Ou, como Carl Jung colocou “… o significado torna muitas coisas suportáveis – talvez tudo.” (Carl Jung, Memórias, Sonhos, Reflexões) O significado, em outras palavras, é a matéria-prima a partir da qual podemos construir nossa “cidadela interna”. Ou fortaleza psicológica, a partir da qual podemos navegar pelas correntes caóticas da vida.

Mas como cultivamos significado em nossa vida? Embora não exista receita garantida, algumas abordagens parecem ser muito mais sustentáveis ​​do que outras. Uma abordagem que não se enquadra na categoria de tenacidade é a tentativa de encontrar significado por meio da obtenção de bens externos, como dinheiro, fama, status ou relacionamentos. Esses bens podem aumentar a qualidade de nossa vida, mas é improvável que eles sejam imbuídos de significado. Muitas pessoas desenvolvem uma carreira de sucesso, criam uma família, acumulam riqueza e status social, apenas para descobrir, muitas vezes na meia-idade, que, apesar de seu sucesso externo, sua existência interior permanece desolada e desprovida de significado. Ou como Jung escreveu:

“Uma carreira, produção de filhos, são todos maya [ilusão] em comparação com aquela coisa que faz com que sua vida seja significativa” – Carl Jung

Uma abordagem muito mais prática para a busca do significado é focar no cultivo de nosso caráter. “O que sua consciência diz? “Você deve se tornar a pessoa que você é” (Nietzsche, A Gaia Ciência). Ou como diz o pré-socrático Heráclito: “Caráter é destino” . Se nos concentrarmos em nos tornarmos um indivíduo mais integrado e completo, aumentamos muito nossa chance de encontrar significado por duas razões principais. Em primeiro lugar, esta abordagem é um antídoto para a estagnação e passividade que garante uma existência sem sentido. E em segundo lugar, esforçando-se para cultivar nossas forças, provavelmente descobriremos o “porquê” ou o propósito de nossa existência, que é a chave para uma vida subjetivamente significativa. Para ajudar nesse caminho, precisamos discutir o papel que os objetivos desempenham nesse processo.

A importância de estabelecer metas para o desenvolvimento pessoal é bem conhecida. Pois assim como a pedra só pode ser moldada em uma escultura através da força de um martelo e cinzel, também nosso potencial, ou o desenvolvimento de nosso caráter, só pode ser realizado por meio de disciplina e esforço. Simplesmente flutuar com a corrente da vida promove um corpo fraco e uma mente macia. Portanto, devemos aprender a nadar com o fluxo da vida e esforçar-se e lutar por nossos objetivos dignos.

“Tolos são aqueles que… não têm objetivo para o qual possam direcionar todo impulso e, na verdade, todo pensamento.”
Marco Aurélio

Enquanto a maioria está ciente da importância do estabelecimento de metas, muitos cometem o erro de se sacrificarem por seus objetivos. Eles acreditam que é a consecução de objetivos que constrói caráter e cultiva significado, quando na verdade é a luta contínua para eles que mais importa. Este tema da importância do esforço incessante é fundamental no conto clássico de Fausto de Goethe. Para Goethe, Fausto só alcança a auto-realização através do seu compromisso com a luta perpétua e o esforço.

“Quem quer que se empenhe em constante esforço, Ele pode nos redimir.”
Goethe, Fausto

Ao se esforçar continuamente para alcançar objetivos, é crucial ter em mente que nossos objetivos só valem a pena se contribuírem para o crescimento de nosso caráter. Às vezes, nossos objetivos não nos levam adiante, pois podem ter sido apropriados apenas para um estágio de nosso desenvolvimento que superamos. Com a idade de 20 anos, o escritor Hunter Thompson elaborou este conselho em uma carta para um amigo:

“Quando você era jovem, digamos que você queria ser bombeiro. Eu me sinto razoavelmente seguro em dizer que você não quer mais ser um bombeiro. Por quê? Porque sua perspectiva mudou. Não é o bombeiro que mudou, mas você. Todo homem é a soma total de suas reações à experiência. À medida que suas experiências diferem e se multiplicam, você se torna um homem diferente e, portanto, sua perspectiva muda … Portanto, não nos esforçamos para ser bombeiros, não nos esforçamos para ser banqueiros, nem policiais, nem médicos. Nós nos esforçamos para sermos nós mesmos … O objetivo é absolutamente secundário: é o funcionamento em direção ao objetivo que é importante ”. — Hunter Thompson

Ao seguir este conselho – esforçando-se implacavelmente pelos objetivos, modificando-os continuamente para facilitar o desenvolvimento contínuo de nosso caráter – nos colocaremos em um caminho de vida potencialmente significativo. Escolher esse caminho requer que abandonemos nossa obsessão por felicidade e prazer, mas, ironicamente, ao sairmos da esteira hedônica e nos expormos às lutas e conflitos necessários para cultivar o caráter, provavelmente alcançaremos o estado transitório de felicidade com muito mais frequência do que aqueles que apontam diretamente para isto. Pois, como Hunter Thompson escreveu:

“… Quem é o homem mais feliz, aquele que enfrentou a tempestade da vida e viveu ou aquele que permaneceu seguro na praia e simplesmente existiu?”
Hunter Thompson

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Por que as mães confundem os nomes dos filhos? Existe uma resposta… e é linda!

Quando temos crianças em casa, muitas vezes pode acontecer de chamar uma com o nome do irmão, despertando assim o riso e tornando-se o objeto de brincadeiras. Esses pequenos erros, no entanto, não são preocupantes, não são sintomas de problemas de memória ou consequências da fadiga, são “erros de sistema” normais que o cérebro comete. Isto é afirmado por um estudo coordenado por David Rubin, um neurocientista da Duke University.

A mente humana funciona um pouco como um computador e armazena os nomes de todos aqueles que fazem parte de suas vidas, colocando informações em categorias e grupos sociais. Então, descrevendo os dados como se estivessem em um disco rígido no cérebro, existem pastas chamadas “entes queridos”, “irmãos”, “amigos”, “conhecidos” e assim por diante.

Quando ele tenta lembrar o nome de uma dessas pessoas, pode haver um pequeno “erro” cognitivo, porque naquele momento esse indivíduo é confundido com outro que foi incluído no mesmo grupo. A razão é que, ao contrário de uma máquina, o cérebro humano também inclui um componente emocional.

Em resumo, confundir um nome com outro, quando eles pertencem a pessoas do mesmo grupo social, é apenas devido ao fato de que todos nós os percebemos com o mesmo valor e carinho. Para um pai misturar os nomes de vários filhos significa que não há diferença entre eles e que ele os ama da mesma maneira.

Um aspecto curioso e interessante foi que, em uma amostra de mais de 1700 sujeitos da pesquisa, 42% deles confundiram o nome de um parente com o do animal doméstico. Isso mostra como os amigos de quatro patas são vistos exatamente como membros da família de pleno direito.

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*Fonte: olhaquevideo

Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

*Por Elena Gomez

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*Fonte: elpais-brasil

Caminhar torna o cérebro mais criativo e cura as dores

Talvez o título deste artigo tenha te surpreendido. O simples hábito de caminhar pode tornar nosso cérebro mais criativo e, além disso, fazer nos sentir mais felizes? De fato, é. E nós não dizemos isso, mas a maioria dos médicos e neurologistas.

Um desses especialistas é, por exemplo, o neurologista José Ángel Obeso, diretor do Centro Integral de Neurociências de Madri (Espanha). Seu trabalho diário em hospitais e seu contato com pessoas que passam por processos de depressão fizeram com que ele visse como é terapêutico prescrever “uma hora de caminhada diária”. E ainda mais, ande, se possível, através de um ambiente natural.

Como você já sabe, a depressão, ou mesmo passar longos períodos de tempo com estresse e ansiedade, faz com que nosso cérebro tenha um déficit nos processos cognitivos básicos, como memória, compreensão, criatividade, etc. Se andássemos todos os dias, todas essas dimensões melhorariam notavelmente.

Agora você não tem desculpas. Depois de ler este artigo, temos a certeza de que você implementará este remédio eficaz e terapêutico: Caminhe!

Há um aspecto realmente interessante que devemos ter em mente. Hábitos que, sem percebermos, estão fazendo com que nosso cérebro acabe “automatizado” e, portanto, estressado. Não esqueça esses aspectos:

O maior inimigo do nosso cérebro é a rotina. O simples ato de fazer as mesmas coisas todos os dias nos faz cair em uma espécie de depressão e inevitável desânimo. Pouco a pouco, nosso cérebro se torna um pouco mais lento. Nossa atenção não é mais a mesma porque, na realidade, não temos novos estímulos para focar. Nós temos algumas falhas de memória porque poucas coisas parecem interessantes para nós. Diante de baixa motivação, a memória é menor.
A rotina reduz nosso ânimo e, como consequencia, afeta significativamente o cérebro, estabelecemos menos conexões neuronais, menos sinapses …

Dia a dia, nosso vai cérebro agindo de maneira automatizada. Não há mais momentos de prazer e criatividade, e ele é governado por diretrizes estabelecidas, como funcionaria, por exemplo, em qualquer computador que tenhamos programado. É um risco muito alto para nossa saúde emocional e também física.

Segundo o Dr. José Ángel, os cérebros automatizados ocorrem especialmente nas grandes cidades. Entre aquelas pessoas que apenas gastam tempo com suas próprias necessidades emocionais, vivendo em grandes cidades cercadas por poluição e altas doses de estresse.

Andando, um ato de libertação pessoal

“Os caminhantes não têm obrigações, apenas o simples prazer de se libertarem passo a passo no seu caminho.” Segundo o Dr. José Ángel Obeso, os benefícios não são percebidos no primeiro dia, mas quando estamos há uma semana e a caminhada é um hábito em nossas vidas. É quando começamos a notar seus resultados terapêuticos:

Ao caminhar, o cérebro não precisa se preocupar com nada. Andar a pé é fácil, todo mundo consegue e se, além disso, receber uma dose extra de oxigênio e o ar puro da natureza, fica ainda melhor. É nesse momento que o nosso lobo frontal começa a ser estimulado, o que está relacionado à criatividade e ao humor. Se acrescentarmos a isso a liberação natural de endorfinas, é quando a magia aparece.

O cérebro se sente mais eufórico e otimista.
Ante um melhor estado de ânimo, um aumento na criatividade aparece. Não há pressões, o hormônio cortisol que segrega com o estresse desaparece e essas barreiras são derrubadas, o que geralmente nos traz negativismo. É o momento em que vemos as coisas de maneira diferente. Nos sentimos mais relaxados, mais entusiasmados, mais confiantes.

As pessoas estão acostumadas a se mover em pequenos espaços: nossa casa, nosso trabalho, os restaurantes a que vamos, os supermercados … São espaços limitados, sempre cheios de gente. Lugares conhecidos nos quais, geralmente, nossas tensões estão acesas. No entanto, o simples fato de começar a caminhar por um espaço natural e aberto se torna um maravilhoso ato de liberação e expansão.

Segundo o Dr. José Ángel Obeso, devemos primeiro procurar contato com a natureza. É como voltar ao ventre materno, às nossas origens. Não é um ato espiritual, mas sim uma necessidade orgânica. Se percorrermos nossas cidades, continuamos a respirar muitas dessas partículas contaminadas. Idealmente, nossos pulmões estão cheios de oxigênio puro, e também é necessário que nossos olhos encontrem novos cenários, com novos estímulos que enriquecem nosso cérebro.

Convidamos você, mais uma vez, a incentivá-lo a caminhar todos os dias, pelo menos, por meia hora. Vá para o parque, para a montanha, para a praia. Você verá como, após as semanas, melhorou sua saúde física e emocional. Andar a pé é muito melhor do que um analgésico ou algumas vitaminas. Não duvides!

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Intuição é a mais elevada forma de inteligência, aponta pesquisador

O escritor Bruce Kasanoff afirma em um artigo para a Forbes que a intuição é uma forma elevada de inteligência. Segundo ele, essa seria a maneira que nosso cérebro encontra para manifestar um “entendimento claro da inteligência coletiva”.

A ideia é defendida por Bruce em um artigo publicado há dois anos. Para chegar a essa conclusão, ele cita conceitos desenvolvidos pelo pesquisador Gerd Gigerenzer, diretor no Max Planck Institute for Human Development e autor do livro Gut Feelings: The Intelligence of the Unconscious (“Intuição: a inteligência do inconsciente“).

“Se tudo o que você fizer for sentar em uma cadeira e confiar na sua intuição, você não estará exercitando muito a inteligência. Mas, se você mergulhar fundo em um assunto e estudar inúmeras possibilidades, estará exercitando a inteligência quando seu instinto lhe disser o que é – ou não é – importante“, explica.

Intuição é a forma mais complexa de inteligência

Um dos exemplos fornecidos pelo escritor sobre como essa inteligência se manifesta é a maneira como os sites são organizados atualmente. Segundo ele, o design intuitivo emergiu após anos de caos online e atualmente qualquer pessoa que estude webdesign saberá notar intuitivamente quais são os pontos mais importantes a se destacar em cada página.

Ao final da reflexão, Bruce conclui que “pessoas inteligentes ouvem esses sentimentos. E as pessoas mais inteligentes entre nós – aquelas que dão grandes saltos intelectuais à frente – não poderiam fazer isso sem aproveitar o poder da intuição“. Alguém discorda?

 

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*Fonte: hypeness

Incrível animação para fazer as crianças se encantarem com o mundo dos livros

Curta-Metragem vencedor do Oscar mostra o poder que os livros podem ter nas crianças

Uma história bem contada pode mudar a vida de uma criança. Ainda mais se for uma incrível história que mostra a importância que os livros podem ter. Alguns podem encantar e iluminar a vida das pessoas, principalmente das crianças, com sua imaginação. Este é o caso da animação The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, um curta-metragem de animação ganhador de um Oscar e dirigido por William Joyce e Brandon Oldenburg.

Mostre para seus filhos, filhas, alunos e alunas. Com certeza, eles poderão ter outra relação com os livros depois de ver este curta!

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*Fonte: notaterapia

Pensar demais em um problema ajuda ou atrapalha?

Por algum motivo você acabou discutindo com alguém do trabalho e teve um dia complicado. A discussão, e o que pode ou não acontecer por causa dela, é o assunto que começa a dominar a sua mente, e você fica revivendo diálogos e imaginando o que poderia ter dito e o que deveria ter omitido – esses pensamentos ficam martelando em sua mente durante o dia inteiro, durante o banho que você toma quando chega em casa e, inclusive, durante a insônia que resolve fazer companhia quando a noite chega.

É bastante possível que todos nós já tenhamos vivido esse tipo de experiência, de ficar ruminando situações e pensando em como resolver determinados problemas. A questão é: pensar demais em alguma coisa nos ajuda ou só nos faz mal? O que você acha? A verdade é que pensar demais em um problema pode nos fazer muito mal – a seguir, confira três perigos dessa história de viver martelando um mesmo assunto:

1 – Aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental

Uma pesquisa realizada em 2013 comprovou que ficar revivendo mentalmente seus problemas, seus erros e as coisas que não saíram como o planejado é uma atitude que aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental, como depressão e ansiedade.

O pior de tudo é que ficar ruminando as coisas é um círculo vicioso difícil de interromper: quanto mais você pensa no que deu errado, mais a sua saúde mental se prejudica e, por consequência, mais você tende a ficar pensando nas coisas ruins.

2 – Prejudica sua capacidade de resolver problemas

Outra coisa que já foi comprovada cientificamente: ruminar aquela discussão ou aquele seu problema familiar é uma forma de ficar reforçando para você mesmo todos os seus “defeitos”, e isso é algo que simplesmente paralisa sua capacidade de análise racional.

Ao pensar demais em um problema, você tem cada vez mais dificuldades de encontrar uma forma de resolvê-lo. É algo que faz com que você afunde nos erros em vez de buscar meios de corrigir a coisa toda. É estranho pensar nisso, mas a verdade é que mergulhar de cabeça em um problema não nos faz tomar boas atitudes para resolvê-lo.

3 – Prejudica seu sono

Quem é que nunca perdeu o sono por ficar pensando demais? Isso acontece porque, mesmo sem perceber, acabamos fazendo com que nossa mente trabalhe em excesso, e aí ela demora muito mais para desligar e ficar calma, que é o necessário para uma boa noite de sono.

Inúmeras pesquisas feitas sobre o tema já nos comprovaram que levar a preocupação para a cama é algo que potencialmente diminui nosso tempo e a nossa qualidade de sono, justamente porque ficamos pensando sem parar antes de finalmente decidirmos relaxar e dormir.

4 – E como parar de pensar demais nos problemas?

Se você se identificou com o que falamos até agora, não entre em pânico. O bom de saber que se tem um problema é que, a partir da consciência dele, podemos trabalhar para resolvê-lo.

Sempre que você perceber que está pensando demais em alguma coisa ruim e que isso está aumentando seu estresse e fazendo com que seu sono vá embora, respire fundo e pense se você tem o poder de mudar ou não a situação. Se não puder, como é o caso de uma previsão de chuva bem no dia da sua viagem de férias, entenda que isso não é sua culpa e que outras coisas semelhantes já aconteceram, já preocuparam você e já passaram.

Se você puder mudar a situação, como no caso de uma briga com seu melhor amigo, pense no que falará para ele, anote, se for possível, e se concentre no fato de que você vai fazer algo para mudar o cenário.

Entenda que ruminar é bem diferente de resolver problemas e tente sempre pescar a sua mente desse mar de preocupações, direcionando-a para lugares mais calmos e tranquilos. Busque formas de diminuir seus níveis de estresse – meditação, exercícios físicos, aquela ligação para a pessoa que sempre entende o que você fala.

Outra coisa bacana é ter em mente as suas qualidades e os seus pontos fortes, para se lembrar deles sempre que algo der errado. Nem tudo o que acontece é culpa sua, e as coisas ruins geralmente podem ser contornadas. Se não puderem: vida que segue.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento

A superioridade é um conceito ilusório, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou treinamento, você sempre pode aprender com qualquer pessoa, mesmo daqueles que considera “inferiores”.
A ignorância humana é o objeto de estudo de ensaios de todas as gerações:

De Sócrates a Darwin, muitos estudos foram realizados para determinar o que desperta o comportamento de superioridade nas pessoas, o que quase sempre resulta de um grande sentimento de falta interior.

Uma das teorias mais aceitas sobre o assunto é conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Preparado pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger e unning pela Cornell University, o efeito Dunning-Kruger tem um distúrbio cognitivo, no qual as pessoas que são ignorantes em um determinado assunto acreditam que sabem mais do que aquelas que são estudadas e experimentadas, sem reconhecer sua própria ignorância e limitações.

Essas pessoas vivem em um estado de superioridade ilusória, acreditando serem muito sábias, mas na realidade estão muito atrás daquelas que as cercam.
Como diz o artigo de Dunning e Kruger, publicado em 1999: “Os incompetentes são muitas vezes abençoados com uma confiança inadequada, protegidos por algo que lhes parece conhecimento”.

As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média, mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu egoísmo os impede.

Você provavelmente conhece alguém assim, que vive preso em sua própria ignorância, que não faz sua parte para melhorar e ainda acredita que está acima do bem e do mal, e tem o direito de julgar todos ao seu redor.

Essas pessoas, que não sabem nada de um assunto, comportam-se como se fossem mestres e tentam reverter os argumentos bem planejados de estudiosos e especialistas, isso é realmente desagradável.

Para que possamos evoluir como pessoas e sociedade, devemos nos engajar em um diálogo saudável no qual ambas as partes têm o mesmo direito de expressar suas opiniões e de serem ouvidas. Aprender uns com os outros é uma habilidade muito importante, que deve ser encorajada, afinal, não fazemos nada por nós mesmos neste mundo. Sempre podemos usar a experiência de alguém para simplificar nossas vidas.

As pessoas estão se tornando mais convencidas e menos dispostas a crescer coletivamente. Acreditamos que um diploma nos torna imbatíveis, infalíveis. Isso está longe da verdade, e somente quando aprendemos a reconhecer nossas limitações e nos associamos a pessoas que podem nos oferecer o que nos falta, podemos realmente evoluir.

A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer pessoa, mesmo a que consideramos “inferior”.

Devemos trabalhar para controlar o sentimento de superioridade dentro de nós mesmos e nos abrir para todas as oportunidades de crescimento que surgem quando somos humildes.

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Ministro das Finanças na Nova Zelândia cria orçamento para bem-estar

A Nova Zelândia acaba de anunciar um novo orçamento para melhorar o bem-estar da população. De acordo com o governo, a ideia é não focar somente em crescimento econômico. Aliás, em matéria de inovação e sustentabilidade o país é sempre um bom exemplo: comprometeu-se em zerar suas emissões poluentes até 2050.

Agora, o chamado “Orçamento de Bem-Estar” ressalta questões importantes que serão priorizadas, como violência doméstica, ciclo de pobreza infantil e saúde mental. O país está entre os que possuem umas das maiores taxas de suicídio do mundo. Confira abaixo parte do comunicado escrito pelo ministro das Finanças, Grant Robertson.

“O Orçamento de Bem-Estar sinaliza uma nova abordagem para o modo como os governos trabalham, colocando o bem-estar dos neozelandeses no centro daquilo que fazemos.

Essa abordagem é um desvio significativo do status quo. Estamos medindo o sucesso de nosso país de forma diferente. Não estamos apenas confiando no Produto Interno Bruto (PIB), mas também em como estamos melhorando o bem-estar de nosso povo, protegendo o meio ambiente e fortalecendo nossas comunidades.

Neste primeiro orçamento, nossas prioridades estão focadas em enfrentar os desafios de longo prazo. Estamos levando a sério a saúde mental, quebrando o ciclo de pobreza infantil e violência doméstica. Estamos equilibrando a necessidade de sustentabilidade fiscal para as gerações futuras e fazendo investimentos em infraestrutura, como em escolas e hospitais.

[…] As prioridades do orçamento são baseadas na evidência do que seria a maior contribuição a longo prazo. Exigiu informações abrangentes sobre o impacto de iniciativas e incluiu o uso de uma abordagem mais colaborativa (por parte) dos ministros com mais programas e iniciativas conjuntas.

Estou orgulhoso deste Orçamento de Bem-Estar -, é um momento marcante para este governo e a Nova Zelândia”.

Para se ter ideia, o orçamento prevê 1,2 bilhão de dólares para a saúde mental. Mas há financiamento também para pessoas desabrigadas, para pesquisa sobre mudanças climáticas e tecnologias limpas e até para financiar o plantio de um bilhão de árvores.

Os novos gastos do governo devem entrar em ao menos cinco categorias: saúde mental, redução da pobreza infantil, transição para uma economia de baixa emissão, redução da desigualdade nas comunidades maori e das ilhas do Pacífico, além de crescimento na era digital.

*Por Marcia Sousa

 

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*Fonte: