Duas horas de natureza é a dose de saúde que seu corpo precisa

Pesquisa liderada pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, descobriu que pessoas que passam pelo menos 120 minutos, por semana, na natureza são significativamente mais propensas a terem boa saúde e maior bem-estar psicológico do que aquelas que não o fazem.

O estudo usou dados de quase 20 mil pessoas na Inglaterra e descobriu que não importa se os 120 minutos foram alcançados em uma única visita ou em várias visitas mais curtas. Esse tempo mínimo é o mesmo para homens, mulheres, adultos mais velhos e mais jovens, diferentes grupos ocupacionais e étnicos, os que vivem em áreas ricas e pobres e até mesmo entre pessoas com doenças prolongadas ou incapacidades, segundo a pesquisa.

Mat White, da Escola de Medicina da Universidade de Exeter, e líder do estudo, salienta que é possível aproveitar as áreas verdes mesmo dentro dos limites da cidade. “É sabido que ficar ao ar livre na natureza pode ser bom para a saúde e o bem-estar das pessoas, mas, até hoje não sabíamos dizer quanto tempo seria suficiente. A maioria das visitas na natureza [que constam na pesquisa] ocorreu [no raio de] três quilômetros das residências, por isso mesmo visitar espaços verdes urbanos locais parece ser uma coisa boa”.

“Há muitas razões para que o tempo na natureza seja bom para a saúde e bem-estar. As descobertas atuais oferecem um valioso apoio aos profissionais de saúde ao fazerem recomendações sobre o tempo gasto na natureza para promover a saúde básica e o bem-estar, semelhante às diretrizes para os exercícios físicos semanais”, defende o co-autor da pesquisa, Terry Hartig, da Universidade de Uppsala, na Suécia.

O artigo completo intitulado “Gastar pelo menos 120 minutos por semana na natureza está associado à boa saúde e bem-estar” foi publicado em Scientific Reports.

Outro estudos

Há evidências crescentes de que só o fato de morar em um bairro mais verde já pode ser bom para a saúde, inclusive mental. Confira aqui: Morar perto de árvores reduz casos de depressão, Viver perto do mar faz bem à saúde, Ficar exposto à natureza ajuda na saúde mental e Contato com a natureza previne ansiedade, depressão e estresse.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Benefícios do vinho tinto para o coração, corpo e mente

Você já ouviu falar do paradoxo francês? É um fenômeno bem pesquisado que se refere a pessoas que vivem em certas partes da França, onde o vinho tinto é comumente consumido durante as refeições e tem menos casos de morte por doença coronariana, embora essas pessoas tenham um estilo de vida considerado que tem riscos maiores do que aqueles que vivem nos Estados Unidos e outros países desenvolvidos. Estudos mostram que esse fenômeno pode ser devido aos muitos benefícios cardioprotetores do vinho tinto.

Aproveitar os benefícios do vinho tinto para a saúde não é uma prática nova. Uma pesquisa na Universidade de Harvard encontrou um frasco no túmulo do Rei Escorpião I, que remonta a 3150 aC, que contém vestígios de vinho junto com resíduos de ervas.

Com base nas descobertas, os pesquisadores testemunham a grande antiguidade dos vinhos de ervas egípcias como remédio e sua importância nos faraós durante a unificação inicial do país. Esses vinhos continham ervas dissolvidas, como bálsamo, hortelã, sálvia, tomilho, bagas de zimbro, mel e incenso, e eram consumidas para tratar vários problemas de saúde, desde problemas digestivos até herpes.

Além do conhecimento dos nossos antepassados, que usavam o vinho para tratar doenças e enfermidades, milhares de estudos publicados ao longo de várias décadas provaram que o vinho tinto, quando consumido com moderação, pode ter um efeito positivo na saúde do seu coração, melhorar a função cognitiva, reduzir o estresse oxidativo e até mesmo normalizar os níveis de açúcar no sangue.

Quando consumido em pequenas quantidades, o vinho tinto pode ser considerado um superalimento que fornece poderosos antioxidantes que curam o corpo a um nível celular, como a quercetina e o resveratrol. É por isso que os benefícios do vinho tinto são tão abundantes quando você consome com moderação.

Os 6 principais benefícios do vinho tinto

1. Aumenta a saúde do coração
Compostos ativos no vinho tinto, incluindo polifenóis, resveratrol e quercetina, provaram ter propriedades cardioprotetoras. Numerosos estudos transversais, observacionais e controlados mostram que beber quantidades moderadas de vinho tinto tem efeitos benéficos em muitos aspectos diferentes relacionados à doença cardiovascular.

Pesquisas mostram que os nutrientes antioxidantes do vinho tinto podem retardar a progressão da aterosclerose, um tipo de arteriosclerose que ocorre quando há acúmulo de gorduras, colesterol e placa nas paredes das artérias.

Um estudo, publicado no International Journal of Molecule Medicine, descobriu que a ingestão moderada de álcool, especialmente vinho tinto, diminuiu a mortalidade cardíaca devido à aterosclerose, mas pessoas que não beberam vinho tinto e pessoas que bebiam em demasiado estavam em maior risco de mortalidade cardíaca.

Há também muitas evidências que apoiam o papel benéfico do resveratrol, que protege as células cardíacas do dano tecidual após um acidente vascular cerebral, inibe o acúmulo de plaquetas e diminui o acúmulo de triglicérides e colesterol. O resveratrol também demonstrou relaxar as artérias coronárias, tornando-se, pelo menos parcialmente, responsável pelos benefícios do vinho tinto associados à doença cardiovascular.

A quercetina, um dos flavonoides mais importantes presentes no vinho tinto, também provou promover a saúde do coração, regulando os níveis de pressão arterial, reduzindo a inflamação e prevenindo o estresse oxidativo.

2. Melhora o Colesterol
De acordo com um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition, o consumo de vinho foi associado a um aumento significativo do colesterol HDL, com os participantes vendo seus níveis melhorarem em 11% a 16%.

Outro estudo, conduzido na Universidade Curtin, na Austrália, descobriu que o consumo regular de vinho tinto reduz o risco de desenvolver doenças cardiovasculares ao diminuir os níveis de colesterol LDL em mulheres na pós-menopausa em 8% e aumentar os níveis de colesterol HDL em 17%.

3. Combate os danos dos radicais livres
A acumulação de radicais livres desempenha um papel importante no desenvolvimento de doenças crônicas e degenerativas, incluindo câncer, doenças auto-imunes, artrite reumatoide, doenças cardiovasculares e doenças neurodegenerativas. Os antioxidantes presentes no vinho tinto ajudam a neutralizar o estresse oxidativo ao agir como sequestradores de radicais livres que previnem e reparam os danos causados pela oxidação. Antioxidantes aumentam as defesas imunológicas do corpo e diminuem o risco de desenvolver várias condições de saúde graves.

Devido à sua capacidade de combater os danos dos radicais livres, o resveratrol encontrado no vinho tinto tem a capacidade de bloquear o processo de várias etapas da carcinogênese, incluindo os vários estágios de iniciação, promoção e progressão do tumor. O resveratrol está envolvido na regulação negativa das respostas inflamatórias do corpo.

4. Ajuda a gerenciar o diabetes
Pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst descobriram que o vinho tinto pode retardar a passagem da glicose através do intestino delgado e, eventualmente, para a corrente sanguínea, ajudando a prevenir o aumento dos níveis de açúcar no sangue experimentado por pacientes com diabetes tipo 2. Esta pesquisa prova que, devido aos benefícios do vinho tinto, ele pode realmente fazer parte de um plano de dieta para diabéticos quando consumido com moderação.

Ambos os vinhos tintos e brancos foram testados para determinar quão bem eles poderiam inibir a atividade de uma enzima que é responsável por desencadear a absorção de glicose. Os pesquisadores descobriram que o vinho tinto era o vencedor, inibindo as enzimas em quase 100%, enquanto os valores para o vinho branco eram de cerca de 20%. A eficácia do vinho tinto foi tão significativa porque contém cerca de dez vezes mais polifenóis (um tipo de antioxidante) do que o vinho branco.

Além desses achados, o estudo encontrou outro benefício para o vinho tinto, que é o de não ter efeito sobre uma enzima pancreática que decompõe o amido e é necessária para evitar os efeitos colaterais dos medicamentos para o açúcar no sangue.

5. Combate Obesidade e Ganho de Peso
Um estudo realizado na Purdue University descobriu que o vinho tinto pode ajudar a combater a obesidade. Isto é devido a um composto encontrado em uvas e outras frutas (como mirtilos e maracujá) chamado piceatannol, que tem uma estrutura química semelhante ao resveratrol. Segundo os pesquisadores, piceatannol bloqueia a capacidade de uma célula adiposa imatura de se desenvolver e crescer. Verificou-se também que altera o tempo de expressão dos genes, funções dos genes e funções da insulina durante o processo metabólico das células adiposas.

Quando o piceatannol está presente, há uma inibição completa da adipogênese, o processo de desenvolvimento celular. O Piceatannol é tão eficaz no combate à obesidade e ao ganho de peso porque é capaz de destruir as células adiposas no início do processo de desenvolvimento celular, prevenindo assim o acúmulo de células adiposas e, mais tarde, o ganho de massa corporal. Ele faz isso ligando-se a receptores de insulina encontrados em células adiposas e bloqueando a capacidade da insulina de controlar os ciclos celulares. Também bloqueia a atividade da insulina para ativar genes que são importantes nos últimos estágios da formação de gordura.

6. Pode ajudar a prevenir a doença de Alzheimer
Pesquisas indicam que as pessoas que comem uma dieta mediterrânea, composta de vinho tinto, vegetais, legumes, frutas, peixe e azeite, têm um risco 28 por cento menor de desenvolver transtorno cognitivo leve e um risco 48 por cento menor de progressão do comprometimento cognitivo leve para Doença de Alzheimer.

Há ainda mais pesquisas sobre o vinho tinto especificamente como medida preventiva e tratamento natural para o Alzheimer. De acordo com uma pesquisa publicada no Frontiers in Aging and Neuroscience, o resveratrol pode controlar as principais características da doença de Alzheimer e retardar a progressão da demência. Isso se deve à capacidade do resveratrol de reduzir o estresse oxidativo e a inflamação e trabalhar como neuroprotetor.

Ingredientes que tornam o vinho tinto benéfico

O vinho tinto é carregado com antioxidantes, especialmente flavonóides como quercetina e resveratrol. Esses antioxidantes impulsionam muitos dos processos do corpo, mas são particularmente reverenciados por melhorar a saúde do coração. Os bioflavonóides são uma grande família de compostos polifenólicos que desempenham funções-chave nas plantas, como combater as tensões ambientais e modular o crescimento celular. Um dos flavonóides mais conhecidos que está presente no vinho tinto é a quercetina.

A quercetina é um dos antioxidantes mais abundantes na dieta humana, e desempenha um papel importante na luta contra os danos dos radicais livres, os efeitos do envelhecimento e da inflamação. Pesquisas mostram que a quercetina pode ajudar a administrar uma série de condições inflamatórias de saúde, incluindo:

• Infecções
• Fadiga crônica
• Distúrbios autoimunes
• Artrite
• Alergias
• Problemas nos vasos sanguíneos
• Comprometimento cognitivo
• Distúrbios relacionados aos olhos
• Colesterol alto
• Doenças cardíacas
• Doenças de pele
• Câncer
• Úlceras estomacais
• Aterosclerose
• Diabetes
• Gota

A presença de quercetina é pelo menos parcialmente responsável pelos benefícios do vinho tinto. Outros flavonóides encontrados no vinho tinto são procianidinas, que também estão presentes em quantidades elevadas no chocolate e maçãs. Pesquisas mostram que as procianidinas têm uma potente atividade antioxidante e a capacidade de estimular a função imunológica.

O resveratrol é outro antioxidante bioflavonoide polifônico encontrado no vinho tinto. É classificado como um fitoestrógeno porque interage com os receptores de estrogênio de maneira positiva. Acredita-se que seja um dos polifenóis mais potentes e protetores mais fortes contra os danos dos radicais livres, declínio cognitivo, obesidade e doenças cardiovasculares. As plantas realmente produzem resveratrol em parte como um mecanismo de proteção e resposta a estressores em seus ambientes, como infecções por radiação, ferimentos e fungos.

O vinho tinto é provavelmente a fonte mais conhecida de resveratrol devido ao processo de fermentação que transforma o suco de uva em álcool. Quando o vinho tinto é produzido, as sementes de uva e as peles fermentam nos sucos da uva, o que tem um efeito positivo nos níveis e na disponibilidade do resveratrol.

É importante ter em mente que mais vinho não significa maiores benefícios para a saúde. Apesar das propriedades saudáveis do vinho tinto, o próprio álcool é, na verdade, uma neurotoxina, o que significa que pode envenenar o cérebro e afetar o fígado, entre outros sistemas corporais. Dito isto, é melhor beber pequenas quantidades de vinho de vez em quando. Não exceda cinco copos por semana e não mais do que dois em um dia. Esta é a melhor maneira de obter os benefícios do vinho tinto sem contrapor-se ao consumo excessivo de álcool.

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*Fonte: revistasaberesaude

Um mês antes de um ataque cardíaco, seu corpo vai avisá-lo com estes 6 sinais!

Uma das principais causas de morte em vários países do mundo é o ataque cardíaco. Existem muitos fatores que podem desencadear isso: desde a má alimentação, genética e até o excesso de estresse. Tudo isso pode dar origem a uma doença de coração potencialmente mortal.

Tentar relaxar, reduzir o estresse e ter um estilo de vida saudável pode diminuir as chances de vir a sofrer de um ataque cardíaco. No entanto, existem 6 sinais de alerta que podem salvar a sua vida!

Fraqueza física.
Se sentir fraco pode ser um sinal que algo está errado com o seu coração. Quando as artérias se contraem, diminuem o fluxo sanguíneo e enfraquecem dos músculos. Esteja atento a estes sintomas.

Tonturas e suores frios.
Tonturas e suores frios, especialmente combinados, são um grande alerta de que algo não está bem com o seu corpo, e que o fluxo sanguíneo para o seu cérebro está abaixo do normal. Isto pode ser uma consequência de um ataque cardíaco.

Peso no peito.
Dor ou sensação de peso no peito pode anunciar um problema de coração. A intensidade deste sintoma vai aumentar antes de um ataque iminente. Esta dor também pode aparecer nas costas, ombros ou braços.

Gripe ou resfriado.
Você também pode ter sintomas de gripe nas proximidades de um ataque cardíaco. Muitas pessoas também dizem ter sentido febre antes de isso acontecer.

Exaustão.
Se você está constantemente cansado, isso também pode ser um alerta de que algo está errado. Quando as artérias apertam, o corpo recebe menos sangue e fica fadigado. Se você se sentir muito cansado, deve consultar o seu médico imediatamente.

Falta de ar.
Se os pulmões são incapazes de obter sangue suficiente para funcionar corretamente, você pode ter falta de ar. E deve estar mais alerta se tiver outros sintomas.

Compartilhe estes 6 sinais de um possível ataque cardíaco. Você poderá salvar uma vida!

 

 

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*Fonte: tudopelacura

Exercitar as pernas é fundamental para a saúde do cérebro e do sistema nervoso

Pesquisas inovadoras mostram que a saúde neurológica depende tanto dos sinais enviados pelos grandes músculos das pernas do corpo para o cérebro quanto das diretivas do cérebro para os músculos.

Publicado em Frontiers in Neuroscience, o estudo altera fundamentalmente a medicina do cérebro e do sistema nervoso – dando aos médicos novas pistas de porque pacientes com doença dos neurônios motores, esclerose múltipla, atrofia muscular espinhal e outras doenças neurológicas frequentemente declinam rapidamente quando seu movimento se torna limitado.

“Nosso estudo apóia a noção de que pessoas incapazes de realizar exercícios de suporte de carga – como pacientes acamados ou até mesmo astronautas em viagens prolongadas – não apenas perdem massa muscular, mas sua química corporal é alterada em nível celular e até mesmo seu sistema nervoso é prejudicado”, diz o Dr. Raffaella Adami da Università degli Studi di Milano, Itália.

O estudo envolveu restringir camundongos de usar suas patas traseiras, mas não as pernas da frente, durante um período de 28 dias. Os ratos continuaram a comer e se arrumar normalmente e não apresentaram estresse. No final do estudo, os pesquisadores examinaram uma área do cérebro chamada zona sub-ventricular, que em muitos mamíferos tem o papel de manter a saúde das células nervosas. É também a área onde as células-tronco neurais produzem novos neurônios.

A limitação da atividade física diminuiu o número de células-tronco neurais em 70% em comparação com um grupo controlado de camundongos, que foram autorizados a vagar. Além disso, tanto os neurônios quanto os oligodendrócitos – células especializadas que suportam e isolam as células nervosas – não amadureceram completamente quando o exercício foi severamente reduzido.

A pesquisa mostra que o uso das pernas, particularmente no exercício de sustentação de peso, envia sinais ao cérebro que são vitais para a produção de células neuronais saudáveis, essenciais para o cérebro e o sistema nervoso. Reduzir o exercício físico torna difícil para o corpo produzir novas células nervosas – alguns dos blocos de construção que nos permitem lidar com o estresse e se adaptar ao desafio em nossas vidas.

“Não é por acaso que estamos destinados a ser ativos: caminhar, correr, agachar-se para sentar e usar os músculos das pernas para erguer as coisas”, diz Adami. “A saúde neurológica não é uma rua de mão única com o cérebro dizendo que os músculos levantem, andem e assim por diante.”

Os pesquisadores ganharam mais conhecimento analisando células individuais. Eles descobriram que restringir o exercício reduz a quantidade de oxigênio no corpo, o que cria um ambiente anaeróbico e altera o metabolismo. O exercício de redução também parece impactar dois genes, um dos quais, o CDK5Rap1, é muito importante para a saúde da mitocôndria – a usina celular que libera energia que o corpo pode usar. Isso representa outro ciclo de feedback.

Esses resultados lançam luz sobre vários problemas importantes de saúde, que vão desde preocupações com impactos cardiovasculares como resultado de estilos de vida sedentários até insights sobre doenças devastadoras, como atrofia muscular espinhal (AME), esclerose múltipla e doença do neurônio motor, entre outras.

“Eu tenho interesse em doenças neurológicas desde 2004”, diz o co-autor Dr. Daniele Bottai, também da Università degli Studi di Milano. “A pergunta que me fiz foi: é o resultado dessas doenças devido exclusivamente às lesões que se formam na medula espinhal no caso de lesão medular e mutação genética no caso da SMA, ou é a menor capacidade de movimento de fator crítico que exacerba a doença?”

Esta pesquisa demonstra o papel crítico do movimento e tem uma gama de implicações potenciais. Por exemplo, missões para enviar astronautas ao espaço por meses ou mesmo anos devem ter em mente que a gravidade e o exercício de carga desempenham um papel importante na manutenção da saúde humana, dizem os pesquisadores.

“Pode-se dizer que nossa saúde está fundamentada na Terra de maneira que estamos apenas começando a entender”, conclui Bottai. [Technology Networks]

 

 

 

 

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*Fonte: socientifica

Ouça atentamente as dores físicas do seu corpo

Qualquer manifestação de nosso corpo são advertências que nos envia a nossa alma para gerar mudanças, não são punição, são alertas, são maneiras de nos dizer que estamos fazendo algo não consistente com nosso bem-estar.

Pode ser que estejamos tomando caminhos inconvenientes, podemos não estar estabelecendo limites saudáveis em nossas vidas e a influência dos outros nisso, podemos ter negligenciado a nós mesmos, podemos não saber como expressar o que sentimos, pode ser que nós estejamos nos apegando a algo que dói emocionalmente… Em suma, isso pode ter muitas conotações, mas acalmar a dor física através de agentes externos representará apenas um paliativo.

Somente quando olhamos para dentro, temos a oportunidade de nos curar, note que dizemos curar e não remediar. Remediar pode ser entendida como o caminho para um estado de normalidade física, enquanto a cura é o processo de transformação interior que nos permite afastar os alertas que manifesta nosso corpo.

Estamos acostumados a procurar um especialista em saúde física para resolver nosso desconforto, nós o silenciamos, mas não erradicamos o problema, se não conseguirmos nos libertar do fardo emocional, os problemas de saúde continuarão presentes, e talvez, e infelizmente de maneira cada vez mais intenso

Se eu lhe enviar uma mensagem de texto e você não a ler, se eu te escrever pelas redes sociais e você me bloquear, se eu ligar para você e desviar minha ligação, tanta insistência significa que eu realmente preciso te dar uma mensagem, e não vou desistir até que eu consiga. Imagine que é assim que nossa relação de alma, corpo e mente funciona, mas de um modo mais sublime.

De nada nos serve tomar um analgésico, a menos que, em paralelo, estejamos tentando resolver ou decifrar a mensagem, isso não significa que não devemos ir a um médico para tratar qualquer mal ou doença, só queremos deixar claro que a raiz do problema pode não está no corpo, mas apenas se manifestando de modo que decidimos mudar, curar, viver de maneira diferente.

O ideal é viajar neste caminho com uma bagagem leve, a culpa, os rancores, os medos, a sensação de que merecemos pouco, tudo isso nos fazem muito peso. É por isso que recomendamos que alivie esse peso qualquer ante qualquer doença. Por onde começamos? Por todos os pensamentos que geram desconforto físico.

Quando pensamos que algo vai dar errado, quando pensamos mal de alguém, quando nos sentimos incapazes, quando deixamos o medo nos dominar e decidir por nós, quando pensamos em nos vingar ou quando insultamos alguém, não nos sentimos bem, não sentimos paz, nosso corpo sente o desconforto, então aqui está a chave! Nós devemos começar mudando o que produz emoções negativas e basicamente a solução para todos os nossos conflitos são:

Aceitar, perdoar e deixar ir … Não é assim tão simples, mas com a prática torna-se habitual e, se a adotarmos como filosofia de vida, será mais fácil manter a nossa saúde e o nosso bem-estar integral.

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*Fonte: revistapazes

Faça do seu corpo casa de sentimentos bons

Quando você está cheio de sentimentos e pessoas ruins ao seu redor, você só pode refletir sentimentos ruins. É como um espelho, que reflete aquilo que colocamos na frente.

Não tem como você ter sentimentos de alegria se tudo que te preenche é tristeza. Nem como você ser feliz se são pessoas tristes e negativas que te fazem companhia.

Por isso se pergunte o que tem te preenchido e o que tem feito parte do dia a dia. E se pergunte o quanto essas coisas te definem.

Querendo ou não, você é resultado das suas escolhas, ocupações e companhias. Então o que você tem permitido te definir? O que você tem mantido por perto?

Faça do seu corpo casa de sentimentos bons. Claro que não é fácil abrir mão de pessoas que te fazem mal. Mas é uma escolha que você faz por você mesmo. É te escolher. Preferir ser feliz a abrir mão de alguém. É saber que você vale mais do que um relacionamento, seja amor ou amizade, que só sabem te sufocar.

E evite tudo aquilo que te faz mal. Não são só pessoas. São objetos que te lembram momentos ruins, ocupações que são uma tortura, podendo ser um trabalho ou até mesmo um hobbie que você se obriga a ter sem ao menos gostar.

Por mais obrigação que você acha que tenha, na verdade, você não é obrigado a nada. Quem tem te obrigado a fazer o que você não quer, se não é sua mente? Por mais que as pessoas te cobrem, você é sua própria prisão. Então liberte-se! E viva uma vida leve.

Antes chegar lá no final e ver que tudo valeu a pena do que ter um fardo. Sua mente e seu corpo agradecem por você ser capaz de tomar atitudes por você mesmo, e deixar para trás tudo que não te faz bem. Não tem problema nenhum em se dar o devido valor e se amar.

Se esvazie de tudo que é ruim, pra se preencher de coisas boas. É esvaziando-se que se preenche.

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*Fonte: fansdapsicanalise / Gabriele Sauthier

Cérebro controla o envelhecimento do corpo

Você vai morrer quando os seus órgãos falharem. Essa falha pode ser causada por acidentes, doenças ou pelo desgaste natural dos tecidos ao longo da vida. Mas pode existir também um quarto elemento: a ação do seu próprio cérebro. Um grupo de cientistas da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, descobriu que o cérebro humano possui uma espécie de relógio interno – que determina quanto tempo o organismo irá viver.

Isso acontece no hipotálamo, uma região no meio do cérebro que controla diversas reações do corpo, como fome, sede e sono. Em estudos com ratos, os pesquisadores notaram algo interessante: conforme o animal envelhece, o hipotálamo vai elevando o nível de um conjunto de proteínas chamado NF-kB. Os cientistas resolveram fazer um teste. Usando manipulação genética, criaram ratos imunes a essas proteínas. Surpreendentemente, os bichos viveram 23% a mais que a média.

E não só isso: eles se saíram melhor que os demais em testes físicos e cognitivos. “Além de viver mais, os ratos viveram com qualidade”, diz o cientista molecular Dongsheng Cai, líder do estudo.

Ainda não se sabe por que a proteína está ligada ao processo de envelhecimento. Uma possível explicação é que ela gere processos inflamatórios crônicos no corpo – que, no longo prazo, desgastariam os órgãos e poderiam predispor a doenças. “Não temos como acabar com o envelhecimento. Mas talvez possamos estender o tempo de vida das pessoas”, acredita Cai.

 

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*Fonte: superinteressante

cerebro

 

Músculo: o melhor amigo da saúde

Atividade física é algo que o ser humano faz desde a pré-história. Não de maneira sistematizada, mas, de maneira funcional, o homem primitivo tinha que correr atrás da caça que fugia (aeróbio), lutava, arremessava a lança ou a pedra para matar a caça (modalidades), carregava o animal pesado de volta para a caverna (força), comia o bicho (proteína e gordura) junto com algumas frutas ou raízes que colhia (carbo e vitaminas) e dormia (recuperação/reconstrução) para descansar antes de ter que caçar novamente.

Ao observar essas atividades realizadas pelo homem primitivo, é possível perceber que ele já “entendia” bastante do funcionamento e da fisiologia do próprio corpo. Nos dias atuais, ao vermos os estudos evolutivos das diferentes espécies e estudarmos os diferentes comportamentos motores – as formas e quantidades de esforços que cada um faz no dia a dia -, cada vez mais identificamos um fator que é comum e positivo nos homens das diferentes eras: para todos, o desenvolvimento muscular traz inegáveis benefícios.

Desenvolvimento muscular, ganho de massa magra, trabalho contra uma resistência intensa, acima dos padrões da civilização moderna atual e sedentária, são todas formas de se entender um mesmo fim: o ganho de músculo através do esforço físico é o que pode transformar pessoas mais saudáveis, com mais qualidade e com maior tempo de vida. Nesse sentido, não é nenhum exagero afirmar que o melhor amigo contra todos os males de saúde que possam existir é ele, o músculo.

De todas as estruturas envolvidas na nossa movimentação diária, incluindo o exercício, os músculos são as estruturas que mais conseguimos mudar por vontade e por interferência externa direta de nossas atitudes. Trata-se de uma excelente informação, sabendo do impacto que o poder muscular exerce sobre nossa saúde.

Estudos recentes e relevantes têm revelado que mesmo pessoas magras e até aquelas extremamente magras carregam consigo potenciais riscos de doenças cardiovasculares em relação às pessoas com peso maior. Isso acontece porque essas com maior peso possuem também uma musculatura mais desenvolvida, ou seja, mais massa magra proveniente de maior esforço físico contra resistência.

Um grande ponto positivo na construção muscular é que em todo o seu processo de desenvolvimento ele gera benefícios à saúde. Ao praticar uma atividade física e estimular o músculo, ele não se desenvolve imediatamente após o exercício – o aparente aumento muscular decorre do processo inflamatório ali instaurado pelo esforço mas, cresce no processo de recuperação, que pode durar alguns dias após o treino. Durante todo esse período de recuperação, o corpo está consumindo mais energia do que o normal para reconstruir o músculo cansado da atividade.

Há outros pontos benéficos com relação a esse melhor amigo da saúde. Como músculo maiores necessitam de mais energia para sobreviver, o consumo energético do corpo é ampliado. Mais além, uma estrutura corporal com músculos fortes mantém os ossos nos devidos lugares e permite que os esforços não rotineiros sejam feitos com segurança como, por exemplo, levantar seu filho no colo sem prejudicar as costas ou jogar aquele futebol de final de semana com menos risco de lesão, correndo mais rápido e chutando mais forte. Sem deixar de citar que o visual estético fica mais agradável e atraente.

Por tudo isso, seu melhor amigo, aquele que pode salvar sua vida e que ao receber o devido cuidado trará imensurável recompensa, já está contigo, ao seu lado, te acompanhando o tempo todo. Dê a ele, então, a merecida atenção.

Matéria publicada no site do Jornal Cruzeiro.

*Fonte: portaldaeducacaofisica

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