Cinema: Ford vs Ferrari

Então chegou o tal do sábado, dia oficial de pegar a estrada de moto. A previsão do tempo indicava possibilidade de chuva, aliás a semana todo ouvi falar de que isso iria acontecer. Então tá! Mas o dia apareceu firme, pude dar as minhas voltas pela manhã, resolver alguns compromissos e depois do almoço estava liberado. Uma rápida procura na internet e já tinha o meu roteiro. Ir até Santa Cruz do Sul para assistir no cinema, na telona, o filme “Ford vs Ferrari”. Há muito tempo estou ansioso por assisti-lo! Chegou a hora.

Curto muito esses carros antigos e clássicos de corrida. Me preparei apenas com uma jaqueta de chuva, no mais tudo normal para um rolê de costume. Viajem curta mas focada no objetivo do cinema. Na ida tudo tranquilo, o céu meio que deu uma nublada, deu pinta de que começaria a chover antes de eu chegar lá. No caminho um pingo e outro mas nada que configurasse uma chuva.  Se eu conseguisse chegar antes da chuva estava tudo certo, a volta depois não seria um grande problema – “pior se molhar na ida do que na volta”.

Daí me acontece uma coisa totalmente inusitada, compro o ingresso e quando entrego ao porteiro ele me diz que provavelmente serei o único a assistir ao filme naquele horário. Dito e feito, as luzes se apagam, fecham as portas e dentro da sala somente eu para assistir…rsrsrsrsrsrs

Já fui em filmes com bem poucas pessoas na sala, também me lembro de uma vez em que me devolveram a grana do ingresso, porque disseram que para o filme passar deveriam ter no mínimo 7 pessoas para assistir – na ocasião não tinha nem isso, acho que éramos ao todo umas 5 pessoas.

Bem, o filme é bom, ao menos para mim que curte essa temática de filmes com um viés de história real e que envolva algo que me soe interessante. No caso aqui estava curioso mesmo era para sacar qual era a do Sr. Shelby, até porque tenho há muitos ano uma miniatura de um de seus carros – um Shelby Cobra. Outra coisa interessante e pela qual eu estava curioso era para ver a dinâmica do personagem do Carroll Shelby, sempre fui curioso sobre esse cara e seus carros. Mas a grata surpresa acabou sendo conhecer a história do piloto Ken Milles. E melhor ainda, sem dúvida alguma, a mulher do Ken, Mollie Miles, se foi assim mesmo – que personalidade! Sem falar que a atriz que a interpretou é muito linda – Caitriona Balfe.

Depois do filme, um rolê pela cidade, o céu estava já ficando meio fechado, cara de nublado, resolvi então vir a mais rápido possível para casa e escapar da chuva prometida no caminho. Viagem tranquila e somente senti alguns pingos no capacete quando já chegava no trevo de minha cidade. Enfim, um passeio curto de moto dessa vez, mas bastante pelo filme!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A cada hora de corrida, você ganha 7 horas extras de vida, diz estudo

Perda de peso, fortalecimento dos músculos e dos ossos, alívio do estresse, melhora da capacidade cardiorrespiratória, enfim, a lista de benefícios da corrida é extensa e bastante conhecida. O que nem todo mundo sabe, no entanto, é que correr é a atividade física que tem o maior efeito no aumento da expectativa de vida.
Corrida aumenta a expectativa de vida

Um estudo realizado pelo Instituto Cooper, nos EUA, descobriu que apenas 5 minutos de corrida por dia já garante longevidade, mas o dado mais significativo foi o de que a cada hora que você corre, ganha 7 horas extras de vida. Os resultados foram obtidos através da reunião de trabalhos científicos anteriores sobre os benefícios da atividade.

Os pesquisadores colocaram as descobertas na ponta do lápis e chegaram a números bastante interessantes. Se uma pessoa correr duas horas por semana, passará, durante 40 anos, aproximadamente 6 meses realizando a atividade. No mesmo período, o ganho de vida seria de cerca de 3 anos.

De acordo com o levantamento, independentemente da distância ou da velocidade, correr diminui em quase 40% os riscos de morte prematura, um benefício conquistado até mesmo em casos em que a pessoa fumava, bebia álcool e apresentava histórico de problemas de saúde, como hipertensão ou obesidade.

Os cientistas não foram capazes de determinar, exatamente, por que a corrida é tão poderosa para evitar a mortalidade precoce, mas acreditam que o fato se dá pelos resultados positivos da atividade, que incluem redução da pressão alta e acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. Além disso, correr promove o aumento no preparo aeróbico, que é um dos indicadores mais conhecidos de saúde no longo prazo.

 

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*Fonte: portalraizes

Daytona 2018 – 07 julho

Ontem foi noite de Daytona na NASCAR e como de costume sempre há uma grande chance de ocorrer um “Big One” (como são chamadas as colisões que envolvem vários carros), sendo que às vezes andam a mais de 300km/h em 3 filas, lado a lado, daí já viu né, qualquer deslize de alguém – pimba! E não deu outra, ontem tivemos 3 Big Ones durante a prova.

Torcia pelo Brad Keselowski (#2 – Ford), mas foi abatido numa dessas colisões. Aliás, chegou um determinado momento no final da prova em que eu pensei que nem teríamos mais carros na pista…rsrsrsrs. Tanto que na última relargada havia um pouco mais do que uma dúzia de pilotos ainda ativos para a bandeirada final, que aliás foi bem disputada O vencedor dessa prova clássica do automobilismo americano foi o novato Eric Jones (#20 – Toyota), que ainda não havia vencido na categoria principal da NASCAR.

*E antes mesmo que você pergunte se alguém se feriu – Não!!!!
Os carros da NASCAR são muito bem projetados e equipados com sistemas de segurança, aliás, fazem anos que assisto e não vi até então nenhum acidente fatal ou de alguma grave proporção, apesar de carros muito destruídos. Há muito tempo que a segurança é uma dos requisitos essenciais nas provas da NASCAR (que sim, já teve inúmeros acidentes fatias no passado). Ainda bem que as coisas hoje em dia estão sob controle, porque esses carrões voam mais até do que os famosos carros de F1 – isso que eles atualmente são obrigados a usarem uma “placa restritora” de motor, senão…..

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Startup australiana organiza corrida de carros voadores no deserto

Fórmula 1, caminhão, moto, bicicleta, rolimã… Tem corrida de tudo quanto é coisa, basta essa coisa se mexer. Mas nessa a startup australiana Alauda se superou: ela já está organizando o racha entre carros que ainda nem existem direito: os voadores.

A primeira corrida de quadricópteros pode acontecer em 2019, e no deserto. A empresa começou nesta semana a levantar dinheiro pelo Kickstarter para financiar a empreitada e transformar em realidade não apenas o evento, mas o carro voador em si. Por enquanto, a máquina é um protótipo em tamanho reduzido e ganhou o nome de Mark 1 Airspeeder.

Esse tipo de veículo é nada mais que um drone gigante, com decolagem e pouso na vertical. Por questões de segurança, logística e custo, especialistas têm avaliado esses carros como pouco viáveis em larga escala num futuro próximo, mas o CEO da Alauda, Matt Pearson, discorda. Para ele, colocar esses brinquedos para correr vai empurrar o desenvolvimento da tecnologia, assim como acontece em outras categorias de competição a motor.

O Alauda Mark 1 é um carro elétrico de baixa altitude com formato de veículo de corrida – um Fórmula 1 dos ares, no melhor estilo pod do Star Wars. Ele carrega apenas uma pessoa e chega à velocidade de 200 km/h.

Nos últimos dois anos, a companhia esteve trabalhando às escondidas, mas agora ela acredita que a novidade está madura o suficiente para os primeiros testes sérios. Um voo demonstrativo com piloto já está previsto para acontecer em janeiro de 2018.

Mais do que entrar no circo da velocidade, a Alauda quer chamar a atenção e vencer a corrida pelo mercado. Concorrentes como Airbus e Uber já estão trabalhando em veículos parecidos, mas não têm previsão de quando a tecnologia estará no dia a dia das pessoas.

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*Fonte: storia

Phelps x tubarão branco

O grande vencedor olímpico Michael Phelps faz uma corrida contra um “grande tubarão branco” no domingo, como parte da Shark Week no Discovery Channel. O tubarão era, de fato, uma simulação de computador em vez de um grande branco real, mas sua velocidade de natação foi calculada usando dados coletados da coisa real. Phelps terminou o curso de 100m em 38 segundos, dois segundos mais lento do que o “tubarão”

 

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*Fonte: theguardian

Acidente assustador atinge 17 pilotos da Moto3 na França

O GP da França de Moto3, na manhã deste domingo, ficou marcado por um acidente assustador. Primeiro, logo após a largada, Kornfeil, Dalla Porta, Norrodin e Suzuki caíram e a moto de um deles derramou óleo na pista. Em seguida, um total de 16 pilotos acabou escorregando e caindo.

A prova precisou ser interrompida e os pilotos foram para os boxes – nenhum se feriu com gravidade. Na volta, a vitória ficou com o espanhol Joan Mir. Veja o acidente no vídeo acima.

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*Fonte: esporteaominuto

Moto Gp – Qatar 2017

E agora finalmente começou o prá valer o ano da Moto GP. Hoje na prova “noturna” (única) do Qatar, a primeira do calendário de 2017, tivemos na categoria Moto 2 (600cc) a vitória do piloto italaino Franco Morbidelli (#21 – Estrella Galicia / Marc VDS), a primeira de sua carreira. O piloto que é filho um italiano e de mãe brasileira, que orgulhosamente ostenta em seu capacete uma bela pintura com as bandeiras da Itália e do Brasil. Parabéns Morbidelli! E muito grato pela sua generosidade com este país aqui, que está uma bagunça. Já na categoria Moto 3 (250cc) a vitória ficou com o piloto espanhol Joan Mir (#36).

Quanto a prova da categoria principal da Moto GP tiveram alguns problemas com a chuva e condições da pista, consequentemnete gerando um relativo atraso que atrapalhou as transmissões da corrida ao vivo, aqui para nós no Brasil. Uma pena. Com isso não consegui assistir a essa prova nem muito menos torcer pelo Valentino Rossi. Mas enfim, tivemos como resultado da corrida a vitória do novato Maverick Viñales (#25 – Yamaha), o segundo lugar com Andrea Dovizioso (#04 – Ducati) e o terceiro lugar para Valentino Rossi (#46 – Yamaha).

Um bom começo de ano. Só espero que a próxima prova eu consiga assistir.

MORBIDELLI – #21 (Moto 2)