Dez tecnologias brilhantes da NASA usadas em nosso cotidiano

As pessoas muitas vezes pensam erroneamente que o trabalho feito pela NASA não tem efeito em suas vidas cotidianas. Isso não poderia estar mais longe da verdade. A NASA estava na vanguarda de algumas das maiores inovações tecnológicas do último meio século. Muitas das coisas que usamos no dia a dia saíram de inovações desenvolvidas pelo programa espacial. Você pode não associar essas coisas com o espaço, mas tem que ser grato às mentes brilhantes da NASA que ajudaram a trazer essas tecnologias para o público em geral.

1. Detectores de fumaça
Somos uma plataforma dedicada ao conhecimento que só poderá continuar a existir graças a sua comunidade de apoiadores. Saiba como ajudar.

Detectores de fumaça ajustáveis podem distinguir entre a fumaça de incêndios e gases nocivos. Eles foram desenvolvidos em 1973 com a Honeywell Corporation, e agora são encontrados na maioria dos lares.

2. Satélites
Como fazer chamadas telefônicas à longa distância? Felizmente a NASA estava por perto para desenvolver a tecnologia de satélites que nos permite manter contato com pessoas de todo o mundo.

3. Colchão
A espuma de seu colchão surgiu a partir do material desenvolvido para proteger aviões durante falhas. Agradeça à NASA por mais uma boa noite de sono.

4. Ferramentas movidas a bateria sem fio
Foram inventadas por funcionários da NASA e da empresa Black & Decker no início de 1960 e hoje são muito utilizadas por empreiteiros e construtores. Estes mesmos pesquisadores também foram cruciais para a construção das brocas furadeiras de pouco peso que os astronautas da Apollo usaram na Lua.

5. Pneus radiais
A NASA inovou melhorias aos pneus radiais com o objetivo de criar um veículo mais robusto para a exploração lunar e marciana. Isso melhorou os carros que conduzimos hoje.
Essa tecnologia foi usada pela primeira vez em uma queda de pára-quedas que ajudou a pousar a sonda Viking Lander em Marte em 1976.
Esses novos pneus foram usados pela primeira vez pela sonda Viking Lander em Marte, no ano de 1976.

6. Próteses robóticas
A NASA também tem ajudado a melhorar as vidas daqueles que experimentaram a perda de um membro. O desenvolvimento pela NASA dos sistemas musculares robóticos usados no espaço ajudou a progressão da tecnologia de prótese.

7. Cobertor Espacial
O cobertor espacial é a opção favorita dos corredores de maratona na hora de se aquecer. A tecnologia também é muito encontrada e utilizada em kits de primeiros socorros.

8. Tênis atléticos
Calçados esportivos modernos com uma melhor absorção de choque, estabilidade e controle de movimento possuem a mesma tecnologia das botas usadas na Lua durante as missões Apollo.

9. Óculos
A NASA desenvolveu um material resistente a riscos para proteger viseiras e capacetes dos astronautas, bem como todo o equipamento espacial. Esta tecnologia resistente a arranhões agora também é utilizada para proteger os óculos de grau e de Sol.

10. Usinas solares
A NASA também ajudou a tornar o nosso mundo mais verde, com a instalação de torres que usam a energia solar concentrada para produzir energia elétrica.12A próxima vez que alguma pessoa lhe perguntar se precisamos da NASA, mostre para ela estas 10 principais invenções. Nós todos dependemos de inovações passadas. Diante disso, eu só me pergunto o que a NASA tem para o futuro.

*Por Ruan Bitencourt Silva

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*Fonte: universoracionalista

A obsessão por ser feliz o tempo todo faz as pessoas se sentirem péssimas

Segundo Tal Ben-Shahar, filósofo e psicólogo israelense da contemporaneidade, o estresse (que ele considera se tratar de uma pandemia global) tem sido há muito tratado de forma equivocada. Segundo ele, tem-se deixado “de dar importância ao descanso, à recuperação, e não basta o sono”.

Recentemente, em evento sobre educação e tecnologia realizado em Madri (o EnlighTed), Tal Ben-Shahar concedeu uma entrevista em que, dentre outras questões, se debruça sobre o tema do estresse, da ansiedade, da felicidade e da educação que tem sido proporcionada aos jovens hoje em dia.

P. O que é a felicidade?

R. Não é possível estar feliz sempre. As emoções negativas, como a raiva, o medo e a ansiedade, são necessárias para nós. Só os psicopatas estão a salvo disso. O problema é que, por falta de educação emocional, quando as sentimos as rejeitamos, e isso faz que se intensifiquem e que o pânico nos domine. Se bloquearmos uma emoção negativa, igualmente bloquearemos as positivas. É preciso sentir o medo e sermos conscientes de que vamos em frente mesmo com ele. Não é resignação, e sim aceitação ativa. Quando meu filho David nasceu, um mês depois comecei a sentir ciúmes dele. Minha esposa lhe dedicava mais atenção que a mim. Às vezes as emoções se polarizam, chegamos a extremos, e nem por isso somos melhores ou piores pessoas. Somos humanos.

P. A depressão ameaça 14% dos jovens europeus entre 15 e 24 anos, segundo o último relatório do Eurofound, e lideram o ranking países como a Suécia (com uma taxa de 41%), Estônia (27%) e Malta (22%). Na Espanha, onde a taxa de desemprego juvenil é mais elevada, está abaixo de 10%. O que está falhando?

R. Vou lhe dar outro exemplo. Nos Estados Unidos, a cada cinco anos se medem os níveis de saúde mental, que costumam variar 1% para cima ou para baixo. No último período, os resultados foram muito diferentes: entre adolescentes, os níveis de depressão cresceram até 30%. Um dos motivos é que estão diminuindo as interações cara a cara, substituídas pelo smartphone. As relações pessoais são um antídoto contra a depressão.

P. No século XIX, trabalhava-se até 18 horas por dia, e nenhuma lei impedia de fazê-lo 24 horas se fosse necessário. Hoje temos maior qualidade de vida. Qual é a raiz da insatisfação permanente?

R. A expectativa dos trabalhadores na vida era prover suficiente comida à sua família para sobreviver. Hoje pensamos em ganhar mais dinheiro, nas férias sonhadas… Hoje você pode fazer tudo; mesmo que tenha um emprego interessante e goste de seus colegas, não é suficiente. Como pode escolher e mudar, nunca está satisfeito.

P. Como a escola pode nos preparar para saber o que é a felicidade?

R. É preciso ensinar a cultivar relações sadias, a identificar propósitos e sentido no que fazemos. E o mais importante: a encontrar tempo para o descanso. As pesquisas demonstraram que esse é o grande problema, que não nos recuperamos do estresse. Não vale ler best-sellers de autoajuda, é preciso uma ação. No trabalho, fazer uma pausa de 30 minutos a cada duas horas, ou de 30 segundos se você trabalhar na Bolsa, mas desconectar e respirar. Tirar um dia de folga. Aprender que a felicidade não é um código binário, de um a zero, e sim um sobe e desce. É uma viagem imprevisível que termina quando você morre.

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*Fonte: revistapazes

Quanto o YouTube paga por pageview?

Entre US$ 0,60 e US$ 5 a cada mil views, em média, com alguns casos acima ou abaixo desses valores. Isso é uma estimativa, já que o algoritmo usado pelo YouTube é secreto e é praticamente impossível determinar, com exatidão, qual a fórmula usada e qual o peso de cada variável (entenda abaixo). E o valor varia radicalmente caso a caso. O vídeo mais lucrativo da youtuber Bia Jiacomine, dona do canal Eu Não Sou Amélia!, teve 50 mil visualizações e chegou a fazer US$ 3,25 de lucro a cada mil views. Bia tem 34 mil inscritos e 1,5 milhão de visualizações totais. Dá para fazer uma grana. Mas é pouco se comparado a um gigante como PewDiePie, que tem mais de 36 milhões de inscritos e 8,8 bilhões de visualizações (dados de maio). Estima-se que ele tenha um faturamento de algo entre US$ 800 mil e US$ 8,4 milhões por ano com seu canal. E aí, quer entrar nessa?

VIEWS MONETIZADOS

Para ser parceiro do YouTube e poder colocar anúncios, você precisa ter 100% do direito autoral dos seus vídeos (usar música de banda famosa já quebra essa regra). O que conta para o YouTube são apenas as visualizações monetizadas, ou seja, aquelas em que a pessoa interage com um anúncio. Para o ad contar como visto, é preciso que a pessoa clique nele ou, no caso de vídeos, que assista pelo menos 30 segundos

Curiosidade:Usar Adblock e similares faz com que seu view não seja monetizado

CUSTO POR MIL

CPM (abreviação de “custo por mil”) é o valor que o anunciante paga ao YouTube a cada mil views monetizados de um vídeo. Sabe-se que o valor do CPM varia muito, o tempo todo, e o YouTube não é transparente em relação aos critérios. Tudo entra na conta: desde o valor que o anunciante se dispõe a pagar até a relevância dos canais de veiculação. Por isso não há uma tabela de valores. Mas a média é 1 dólar e pouco por mil views

COTA DO YOUTUBE

O YouTube não repassa integralmente o valor do CPM ao dono do canal. Ele retira uma cota antes (o “revenue share”), que é parte de suas fontes de receita. A empresa não divulga o valor oficial de sua cota, mas a cifra que circula em toda a internet, inclusive em veículos especializados, como o Business Insider, é de 45%

TIPOS DE ANÚNCIO

– Anúncio Gráfico é aquele que aparece ao lado do vídeo que você está assistindo. Só para PC

– Anúncio de Sobreposição é aquele banner semitransparente que fica sobre o vídeo. Só para PC

– Anúncio de Vídeo Ignorável é aquele comercial pulável que passa antes, no meio ou depois do vídeo. É o tipo mais popular e pode ser visto no computador, celular, smart TV e videogame

– Anúncio de Vídeo Não Ignorável, como o nome já diz, são comerciais que não podem ser pulados. Duram até 30 segundos e estão apenas no computador e celular

ENVOLVIMENTO

A pergunta que não quer calar: número de inscritos, curtidas, comentários e visualizações contam na grana feita? Apenas indiretamente. O que acontece é que os canais que bombam nesses aspectos geram mais envolvimento (em inglês, “engagement”) e, por consequência, ganham destaque em mecanismos de busca e recomendações. Isso faz diferença no valor de CPM

PAGAMENTO

A contabilidade disso tudo e os pagamentos são feitos com o sistema AdSense, do Google (dono do YouTube), que também contabiliza anúncios em blogs. Cada vez que você acumula US$ 100, o Google faz uma transferência eletrônica internacional para a sua conta bancária cadastrada. Caso você não alcance US$ 100 em um mês, o valor é acumulado para o mês seguinte

NETWORKS

Algo legal que surgiu são as multi-channel networks, empresas privadas que gerenciam e oferecem suporte a canais em troca de uma porcentagem dos rendimentos. Elas oferecem estrutura, mediam transações e podem trazer oportunidades de ganhos. Se um usuário se associa a uma, deixa de ser parceiro do YouTube, que passa a lidar somente com a rede

Curiosidade: Exemplos de networks: Vevo, Machinima (Inside Gaming), Defy Media (Smosh, Screen Junkies) e Maker Studios (PewDiePie, Epic Rap Battles of History)

 

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*Fonte/texto: mundoestranho

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