Como os desenhos clássicos criaram uma geração de pessoas com conhecimento cultural

[Texto traduzido e adaptação de publicação de Anne Holmquist em Intelectual TakeOut]

Desenhos clássicos como Tom e Jerry fizeram parte da vida de mutias pessoas. Contando uma história a respeito de uma vez em que seu pai reconheceu trechos da história de um livro de Mark Twain, a editora do site Intelectual TakeOut fala sobre como desenhos animados foram responsáveis por introduzir informações a respeito de clássicos da literatura e da música através de seus episódios.

A reflexão é muito interessante e, por isso, resolvemos traduzir o texto para português. Confira:

Estes desenhos introduziram às crianças histórias como Dr. Jekyll e Mr. Hyde de Robert Louis Stevenson, por exemplo, através do Pernalonga. Citações chave e cenas do trabalho de William Shakespeare foram o tema de desenhos da Looney Tunes. Em um curta da Disney chamado “Little Hiawatha”, estava presente o poema épico “The song of Hiawatha” de Henry Wadsworth Longfellow.

Talvez estes desenhos tenham tornado ainda mais famosas do que as referências literárias as músicas clássicas, introduzindo tanto seleções instrumentais e de ópera às crianças. Um exemplo famoso é “O Barbeiro de Sevilha” performado por Pernalonga em um salão de cabeleireiro. O crítico de cinema americano Leonard Maltin descreve bem esta situação:

“Muito de minha educação musical veio pelas mãos do compositor da Warner Bros. Carl Stalling, eu só não percebia isso, eu não estava atento, isso simplesmente ficou guardado no meu cérebro durante todos os anos em que assisti os desenhos da Warner diariamente. Eu ouvia a Segunda Rapsódia Húngara de Liszt por causa dos desenhos da Warner Bros., eles a usavam tão frequentemente”.

Mas Maltin não foi o único que aprendeu com esses clássicos. Na verdade, como conta o famoso pianista Lang Lang, foi a versão de Tom e Jerry de música de Liszt que o inspirou a começar a tocar piano, aos dois anos de idade.

Estes exemplos somente pincelam a superfície da instrução cultural que estes desenhos antigos ensinaram a nossos pais e avós. Mesmo que eles não aprendessem estes elementos na escola, eles ao menos tinham algumas referências a partir das quais eles poderiam construir seu entendimento dos livros e músicas e mesmo das ideias que impactaram a cultura e o mundo no qual vivemos hoje.

Mas será que podemos dizer o mesmo da geração atual? Pra ser honesta, não conheço bem o que o mundo dos desenhos tem oferecido hoje, mas uma busca rápida de desenhos populares parece sugerir que a resposta é “não”. Na maior parte do tempo eles parecem se focam no aqui e agora.

Resumidamente, nem escolas nem os desenhos de sábado de manhã parecem estar passando adiante a tocha do conhecimento cultural e literário. Será que este cenário poderia ser uma das razões pelas quais vemos uma cada vez maior apatia e falta de interesse na geração atual?

[Link do texto original, em inglês, AQUI]

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*Fonte: notaterapia

Os Simpsons – Produtor nega que a série esteja chegando ao fim

Considerada uma das séries mais marcantes de todos os tempos, “Os Simpsons” teve início em 1999, e pelo menos até poucos dias atrás em declaração de Danny Elfman, não existia nenhum sinal de que estaria chegando ao fim.

Em contato com Metro UK, no entanto, Al Jean – roteirista e produtor executivo – garantiu que não existem planos para que a série seja encerrada tão cedo.

“Sem desrespeitar Sr. Elfman, mas nós começaremos a produção da Temporada 32 no próximo ano, e não existem planos para acabar depois disso.”

Em fevereiro, Os Simpsons recebeu uma ordem de renovação para mais duas temporadas, nisso, a Temporada 32 será exibida em 2021. A série tem uma exclusividade de streaming no Disney+.

*Por Flavio Filippo

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*Fonte: pointnerd

Como tirar uma música grudenta da cabeça

Todos nós já ficamos com alguma canção chata grudada na cabeça. Algo conhecido em inglês como “earworm” (“verme de ouvido”), é uma experiência irritante da qual não parecemos ter escapatória.

Mas a ciência tem algumas dicas para se livrar de músicas chiclete, como:

1. Feche os ouvidos

Em primeiro lugar, evite música. Não é algo fácil, claro, mas é preciso ser especialmente cuidadoso para não ouvir qualquer canção antes de ir para a cama, já que músicas chatas que grudam na cabeça interferem com o sono.

Tente não ouvir repetidamente a mesma música, ou ouvir músicas em si altamente repetitivas (como “Baby”, do Justin Bieber. E me desculpa por te lembrar disso).

Há também algumas evidências de que, se a música que está sendo ouvida é interrompida, continuamos a cantá-la mentalmente (algo conhecido como “efeito Zeigarnik”). Para evitar que isso aconteça, é aconselhável ouvir suas músicas até o fim, sempre.

2. Chiclete pra chiclete

A prevenção não é sempre possível. Logo, o que fazer para se livrar de pensamentos intrusivos musicais?

Um estudo recente afirma que a goma de mascar oferece uma solução simples. Em uma série de experimentos, os participantes que receberam chiclete relataram menos vermes de ouvido. Normalmente, o nosso aparelho vocal está envolvido em cantar – logo, diz a teoria que, quando os nossos queixos estão ocupados com outra coisa, a nossa capacidade de imaginar músicas é prejudicada.

Outra dica para frustrar músicas chiclete é andar em um ritmo muito mais rápido ou mais lento do que o da canção. Parece que formamos memórias relativamente precisas para o ritmo de músicas familiares.

Sabemos também que o movimento (por exemplo dançar, tocar, balançar junto) é um importante contribuinte. Ao usar o movimento do corpo para perturbar nossa memória musical, podemos interromper o fluxo e acabar com a repetição mental aparentemente automática.

3. Cante

Uma maneira popular de se envolver com a música é cantá-la. A pesquisa sugere que, se você é propenso a cantar todos os dias, é mais propenso a músicas chicletes que duram por um tempo relativamente longo também.

Mas você pode transformar isso em algo positivo e escolher uma canção boa, que seja um acompanhamento mental positivo para o seu dia.

Quando uma música chata grudar na cabeça, cante outra coisa, em voz alta. Pode ajudar também.

4. Ouça o seu humor

Uma extensa pesquisa apontou a importância do humor, estresse e estado emocional na ocorrência de músicas chiclete.

Há também algumas evidências de que quando imaginamos uma canção particular, o nosso humor se aproxima da maneira que nos sentimos quando realmente a ouvimos.

Mais pesquisas psicológicas são necessárias para entender se nós deliberadamente imaginamos música para regular nossas emoções. Entretanto, se o humor evocado por certas músicas em sua cabeça não corresponde ao seu estado emocional desejado, mude o disco (mental).

5. Telefone para um amigo

Para erradicar vermes de ouvido completamente, considere fazer uma outra atividade mental mais ou menos desafiadora. Sabemos que as atividades rotineiras e automáticas, como escovar os dentes, permitem que a mente vague – e que músicas chiclete grudem. Por outro lado, tarefas mentais muito exigentes (como fazer um trabalho da faculdade) também já foram associadas com canções chiclete.

Mas a mente raramente vaga quando socializamos; uma atividade que se encontra no meio do intervalo de “desafio mental”. Uma maneira potencialmente agradável de banir pensamentos musicais indesejados pode ser passar o tempo com os amigos, então.

6. Não tente tanto

Tentar controlar deliberadamente nossos pensamentos têm o efeito oposto. Se todas as suas tentativas de tirar uma música da cabeça falharam, nosso conselho final é parar de tentar e se distrair.

Vá fazer outra coisa, como assistir TV, e quando você menos esperar, a canção já sumiu. [ScienceAlert]

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte: hypescience

Uma viagem pela “República do Kazagastão” (com Gastão Moreira) | Custom Shop Brasil

Taí uma entrevistas que eu curti bastante e que de certa forma também me representa, assim como a tantos outros da minha geração.

Acredito que vale a pena “aos interessados” assistirem. Sei que hoje em dia as pessoas não tem mais paciência com nada ou coisas coisas que durem mais de alguns poucos minutos na sua tela computador, mas enfim, não custa tentar mostrar aqui.

Boa viagem!

Como David Bowie criou o astronauta trágico Major Tom e mudou sua carreira com a música “Space Oddity”

Nove dias depois da Apollo 11 realizar um pouso bem-sucedido na Lua, em 20 de julho de 1969, David Bowie lançava também seu primeiro grande hit, com o qual estreava nas paradas britânicas. No dia 10 daquele mesmo, na despedida da década de 1960 e tudo o que ela representava, um homem dentro da cultura pop já olhava para o espaço de outra maneira.

Há 50 anos, em 11 de julho de 1969, Bowie dava vida a Major Tom em “Space Oddity”, canção do seu segundo disco, lançado em novembro daquele ano com o nome David Bowie (anos mais tarde, seria repaginado sob nome de Space Oddity devido ao sucesso comercial da faixa, a primeira do álbum).

Existe uma clara conexão mercadológica entre a corrida espacial e a data de lançamento de “Space Oddity”, obviamente. Fazia sentido que David Bowie, em sua corrida pela fama como artista (fosse como músico ou ator) naquele início de carreira, acertasse o timing dessa faixa. Mas não foram as seguidas missões da NASA responsáveis por inspirar Bowie a olhar para as estrelas.

Para entender o que Bowie quis fazer com “Space Oddity” e a triste e melancólica odisseia do Major Tom na canção, é preciso voltar no tempo. David era um jovem aspirante a artista que largou o ensino médio para se desenvolver como performer.

Ele ainda era conhecido pelo nome de Davy Jones e se juntou a alguns outros grupos, como King Bees, Manish Boys e The Lower Third, sem obter muito sucesso. Em 1966, contudo, ele descobriu que um outro Davy Jones estava fazendo sucesso como integrante do The Monkees e decidiu sair em carreira solo, com o nome de David Bowie.

Dois anos antes de “Space Oddity”, Bowie lançou um disco de estreia, que levava no título a nova persona artística, pela Deram Records, uma subsidiária da grande Decca Records, embora sem muito sucesso.

Foi quando ele conheceu Angela, sua futura esposa. Ela, na ocasião, era namorada de um olheiro da Mercury Records que recusou trabalhar com Bowie. Angela usou sua influência e conseguiu um contrato para o futuro marido. Em alguns meses, ele havia gravado “Space Oddity”.

“Nós nunca nos sufocamos”, contou Bowie à Rolling Stone, anos depois. “Não, eu não acho que nos apaixonamos. Eu nunca estive apaixonado, graças a Deus. O amor é uma doença que gera ciúmes, ansiedade e raiva brutal. Tudo menos amor. É um pouco como o cristianismo. Isso nunca aconteceu comigo e com Angie. Ela é uma garota incrivelmente agradável para se voltar e, para mim, sempre será. Quer dizer, não tem ninguém … eu sou muito exigente às vezes. Não fisicamente, mas mentalmente. Eu sou muito intenso sobre qualquer coisa que faço. Eu afasto a maioria das pessoas com quem vivi. ”

Inspiração em Stanley Kubrick

Os relatos contam que Bowie passou os anos 1960 desesperadamente tentando se tornar um músico famoso. Era uma década na qual a música psicodélica tomava forma e Bowie tentou se juntar à onda, até lançando a música “The Laughing Gnome” (cujo título em tradução livre pode ser “O gnomo risonho”.

Foi quando, com o contrato com a Mercury Records, ele conheceu Gus Dudgeon, produtor de Elton John, e gravou “Space Oddity”, a canção hit que ele tanto buscava.

A balada folk sobre o personagem imaginário Major Tom que encontra um fim trágico no espaço sideral teve seu lançamento apressado pela gravadora para coincidir com a chegada da Apollo 11 na Lua. A emissora britânica BBC tocou a canção durante a cobertura do acontecimento histórico, o que gerou uma popularidade nacional para Bowie.

“Na Inglaterra, sempre presumiram que essa música foi escrita sobre a chegada da humanidade à Lua, porque a música saiu quase simultaneamente, mas na verdade, não foi isso”, ele contou à Performing Songwriter, certa vez.

“Eu escrevi porque fui assistir a 2001: Uma Odisseia no Espaço e achei maravilhoso. Eu estava meio fora de mim, fiquei muito chapado e então fui assisti-lo várias vezes seguidas. Foi uma revelação. Isso fez a música fluir.”

Bowie, inclusive, tirava sarro do fato da música ser usada na trilha sonora da cobertura do pouso da Apollo 11, já que o final de Major Tom, na canção, é extremamente trágico. “Tenho certeza de que eles não estavam ouvindo a letra”, disse ele, “Mas, claro, fiquei muito feliz que eles usaram a música.”

A história de Major Tom

Há algo de fascinante na narrativa de Bowie em “Space Oddity”. Havia espaço, na música pop, para canções com construções mais literárias. Entre o folk e o espacial, Bowie criou Major Tom como o protagonista solitário dessa viagem espacial. Do início, ainda em solo, até seu fim, quando tenta voltar à órbita terrestre e vê sua espaçonave falhar.

Major Tom tem apenas uma conexão com o mundo terrestre, é a segunda voz da canção, quem conversa com ele por rádio, o “ground control”, ou “controle terrestre”. É essa segunda voz que avisa Tom sobre o sucesso que ele se tornou ao alcançar o espaço: “Os jornais querem saber quais roupas você usa”, diz ela.

Tom decide deixar a cápsula espacial. Major Tom vive um momento existencialista ao se desconectar e flutuar pelo espaço, é quando a canção entra em um momento mais trágico. Tom percebe a sua e a nossa insignificância diante de um universo tão vasto.

“Diga a minha esposa que eu a amo muito”, diz ele, “ela sabe”, grita a voz do outro lado da linha. É a despedida de Major Tom, que, ao final da canção, de pouco mais de 5 minutos, segue em um flutuar sem rumo pelo espaço sideral.

Especialistas em David Bowie constantemente relacionam o personagem à própria personalidade de Bowie, uma imagem da própria desconexão do artista com relação ao restante do mundo.

Foi o seu primeiro sucesso, também, algo que ele almejou por aqueles anos todos de Davy Jones. É um momento interessante e metafórico na carreira e vida artísitca de Bowie. A partir daí, ele não foi mais um tipo só.

Talvez Major Tom fosse essa primeira – e mais autêntica – personalidade daquele depois conhecido por Camaleão do Rock. Bowie deixou-o flutuar para ser quem ele quisesse nos anos seguintes, como o Ziggy Stardust, Thin White Duke, dois dos seus personagens mais célebres, até a Blackstar, a estrela extinta, do seu último disco em vida, lançado dois dias antes da sua morte, em 10 de janeiro de 2016.

O fim de Major Tom

O próprio David Bowie chegou a interpretar o personagem Major Tom em um vídeo promocional de pouco menos de 30 minutos chamado Love You Till Tuesday. O média-metragem, que pode ser encontrado na internet, mostra Bowie interpretando várias das suas músicas lançadas até 1969, como uma forma de divulgar seu catálogo criado até ali e suas habilidades.

Mesmo depois de “Space Oddity”, contudo, Bowie não deixou o personagem ir embora. De tal forma, 11 anos depois, em “Ashes to Ashes”, outro sucesso estrondoso do músico inglês, trouxe Major Tom de volta.

Se em “Space Oddity”, o personagem se desligou da humanidade para flutuar pelo espaço, em uma metáfora à visão do mundo de Bowie, em “Ashes to Ashes”, do disco Scary Monsters (And Super Creeps), de 1980, Major Tom volta como um “junkie”, um viciado em heroína.

O próprio Bowie havia passado por um momento de crise com o vício em drogas no início dos anos 1970, o que o levou a “fugir” para Berlim, no final daquela década, e onde ele gravou uma tríade respeitadíssima de discos – Low (1977), Heroes (1977) e Lodger (1979).

Scary Monsters (And Super Creeps), portanto, vem depois desse período de tentativa de desintoxicação em solo alemão. “Ashes to Ashes” colocou Major Tom e Bowie, inclusive, no topo das paradas de mais tocadas do Reino Unido na época.

De forma direta ou indiretamente, Major Tom esteve presente em outras canções de Bowie, como em “Hallo Spaceboy”, do disco Outside, embora o nome do personagem não seja exatamente citado.

Na música “Blackstar”, responsável por dar nome ao último álbum de Bowie, de 2016, parece que finalmente descobrimos o que aconteceu com o personagem. Um astronauta morto é descrito na narrativa, seu esqueleto é levado por uma alienígena. “Para mim, aquele era 100% o Major Tom”, chegou a dizer Johan Renck, diretor do clipe da música, em um documentário da BBC.

*Por Pedro Antunes

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*Fonte: rollingstone

Sandman, clássica HQ de Neil Gaiman, vai virar série de TV pela Netflix

Em acordo milionário com a Warner Bros., a Netflix transformará a clássica história em quadrinhos de Neil Gaiman, Sandman, em uma série de televisão.

Até o momento, nenhuma das empresas comentaram sobre o acordo, que ainda precisa ser formalizado.

A Warner tenta adaptar Sandman desde a década de 1990, sem sucesso. Da última vez, o roteirista Eric Heisserer abandonou o projeto por acreditar que a história de Morpheus não caberia em um longa.

“Cheguei à conclusão de que a melhor versão desta propriedade é uma série da HBO ou uma série limitada, mas não como um filme ou uma trilogia”, ele declarou.

A HQ de Neil Gaiman consolidou o gênero dos quadrinhos adultos, misturando horror, fantasia e mitologia.

A adaptação da Netflix traz Allan Heinberg (Mulher Maravilha e Grey’s Anatomy) como roteirista, enquanto o próprio Gaiman assume o posto de produtor-executivo ao lado de David Goyer (Batman: o Cavaleiro das Trevas).

Segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, este seria o programa o mais caro já realizado pela Warner. Ainda não há previsão de estreia para a série.

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*Fonte: revistarollingstone

Beastie Boys lança documentário de 25 anos de Ill Communication

Adam Horovitz e Michael Diamond, mais conhecidos respectivamente como Ad-Rock e Mike D, são dois dos três integrantes e fundadores do icônico grupo de rap Beastie Boys. Para comemorar 25 anos do clássico Ill Communication, eles se juntaram à Amazon Music para produzir um mini-documentário sobre o disco de 1994.

Na última quinta, 30, foi divulgado um trailer do projeto, que tem como objetivo contar todo o processo de composição, idealização e gravação do quarto álbum do trio, responsável por aumentar ainda mais o número de fãs que já os acompanhavam na época com músicas como “Sabotage”, “Sure Shot” e “Get It Together”.

Still Ill: 25 Years of Ill Communication contará com entrevistas exclusivas, além de gravações de arquivo pessoal de Adam Yauch, o MCA, integrante que morreu em maio de 2012.

O vídeo começa com os músicos contando um episódio curioso sobre o surgimento improvável da ideia para o hit “Sabotage” (que tem um clipe incrível dirigido por Spike Jonze).

No documentário, os Beastie Boys contam também sobre como o disco fez eles evoluírem como músicos e compositores, a recepção do trabalho pela crítica e pelo público, e o efeito que teve nos anos seguintes da carreira do grupo.

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*Fonte: rollingstone

Todas as músicas de David Bowie em ordem cronológica

Considerado um verdadeiro “camaleão do rock”, a lenda David Bowie não cansou de reinventar-se ao longo dos mais de cinco décadas de carreira. Todas as distintas fases de sua trajetória musical agora podem ser relembradas em uma playlist disponível no Spotify. A lista de reprodução reúne a discografia completa de Bowie: de “Uncle Arthur” (1967) a “I Can’t Give Everything Away” (2016). Ao todo são 279 músicas, que juntas somam mais de 19 horas. Para ouvi-las é necessário possuir registro no Spotify. O serviço possui uma opção de assinatura gratuita.

Nascido em Londres em 1947, Bowie atuou como cantor, ator e produtor musical. O ápice de seu sucesso ocorreu durante a década de 1970. Desde então, ele consolidou-se como um dos músicos mais populares e influentes de todos os tempos. O seu primeiro contato com a música foi aos 9 anos, quando o cantor começou a cantar e dançar na escola. Aos 15 anos formou a primeira banda, “Os Kon-rads”, que tocava em casamentos e outras festas.

Depois de terminar a escola, David integrou diversas bandas de rock, que não obtiveram sucesso. No entanto, em 1969, ele lançou o single “Space Oddity”, que alcançou o 5º lugar nos rankings musicais da Inglaterra. Ao longo dos anos 1970, ele lançou álbuns de sucesso, como “Aladdin Sane” (1973) e “Diamond Dogs”, com os quais ganhou destaque além da Terra da Rainha.

[ Clique no link para ouvir: ]
>>>  Todas as músicas de David Bowie em ordem cronológica

*Por Jéssica Chiarelli

 

 

 

 

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*Fonte: revistabula

Quadro de Banksy se autodestrói após ser leiloado por mais de R$ 4 milhões

“Balloon Girl”, o famoso quadro de Banksy se autodestruiu após ser leiloado por 1 milhão de libras, em torno de 4,3 milhões de reais.

A arte foi leiloada no dia 5 de outubro pela Sotheby’s House, em Londres, e deixou todos que estavam ali presentes boquiabertos ao vê-la ser transformada em tiras de papel.

Banksy, que ainda tem sua identidade oculta, é famoso por criticar principalmente a artificialidade do mundo contemporâneo em suas obras, que sempre aparecem por muros ao redor do mundo para fazer as pessoas refletirem sobre determinado assunto.

O quadro “Balloon Girl”, de 2002, foi sabotado pelo próprio artista. Ele publicou um vídeo em seu Instagram mostrando como instalou o dispostivo na moldura que picotou a obra com dentes laminados.

Conhecendo a postura do artista diante dos valores da sociedade contemporânea, da arte inclusive, a gente pode imaginar a mensagem que ele desejou enviar ao mundo com seu ato “chocante”.

Para mim, despertou a pergunta: quanto vale uma arte?

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*Fonte: geekness

A genial estátua do Grande Lebowski

Um de meus filmes favoritos de todos os tempos – só para constar…

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O vendedor da Etsy DappledLightStudio criou esta genial estátua do Grande Lebowski e coloca à venda na Internet para quem quiser enfeitar a casa com o famoso personagem do filme dos irmãos Cohen.

São US$ 130 para adquirir aproximadamente dez peças – que inclui uma réplica do drink favorito do personagem, White Russian, e traz o “Dude” com quatro braços e em posição religiosa de um deus hindu.

Em um dos braços ele segura a bebida, no outro um baseado, e com os outros dois a sua bolha de boliche.

É possível pintar a figura, assim como deixar como ela vem, na cor cinza. Das duas formas com certeza fica muito legal.

Se você ainda não assistiu o Grande Lebowski, fica a dica para um excelente filme de humor negro.

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Mayans MC – Série derivada de Sons of Anarchy ganha teaser

Mayans MC, o derivado de Sons of Anarchy, teve seu primeiro teaser divulgado pelo FX que mostra a gangue de motociclistas na estrada, ao som de uma versão espanhola de “Paint it Black”, do Rolling Stones – veja abaixo:

O novo projeto se passa em um mundo pós-Jax Teller (Charlie Hunnam), o personagem principal da série original. O derivado foca nos Mayans, gangue de latinos localizada no sul da Califórnia que apareceram no decorrer das sete temporadas de Sons of Anarchy e tinham envolvimento tanto com a produção de heroína quanto com prostituição.

O projeto foi desenvolvido pelo próprio criador de Sons of Anarchy, Kurt Sutter, e por Elgin James (Little Birds), que assina o roteiro do episódio-piloto. Sutter será o produtor-executivo.

Mayans MC é prevista para algum ponto de 2018.

 

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*Fonte: omelete

Eggshibit

Não perca a oportunidade de ver o inusitado o trabalho de arte culinária, no Instagram do artista @the_eggshibit.

Aposto que agora fazer ovos fritos nunca mais será a mesma coisa.
Que comecem os jogos!

*Confira abaixo alguns de seus trabalhos de arte tendo como tela uma frigideira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Michael Jackson | Como o ícone do pop quase comprou a Marvel

Michael Jackson foi um dos maiores artistas da história. Idolatrado por sua música, dança e originalidade, o cantor também era muito conhecido por suas… peculiaridades. Fã de histórias de fantasia, ele tentou comprar nada menos que a Marvel nos anos 90 e quase interpretou alguns heróis clássicos da Casa de Ideias no início dos anos 2000.

O sucesso aconteceu muito rápido para Jackson. No começo dos anos 70, quando tinha apenas 14 anos, ele lançou seu primeiro disco ao lado do grupo que tinha com seus irmãos, o Jackson 5. Vocalista principal e estrela desde o princípio, o garoto se desenvolveu em um dos maiores astros do pop em pouco tempo e dominou as paradas de sucesso dos anos 80 graças ao clássico Thriller, um dos álbuns mais vendidos da história.

O cantor rapidamente arrecadou uma grande quantia em dinheiro e isso o ajudou em duas coisas que marcaram sua vida. A primeira foi a liberdade de explorar sua criatividade como artista. Jackson revolucionou os clipes musicais com verdadeiros curta-metragens – com destaque para Thriller e Bad (que foi dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese) – e até se arriscou em projetos cinematográficos como Moonwalker.

Além disso, se destacou pelas excentricidades. Michael comprou uma casa chamada Neverland em homenagem a Peter Pan, montou um zoológico particular, instalou um trem que rodava o local e a recheou de brinquedos que sempre quis em comprar, como estátuas em tamanho real do Batman e do Homem-Aranha – um dos seus heróis favoritos. Fã de quadrinhos, ele sonhava em ver os personagens da Marvel nos cinemas e estava disposto a fazer de tudo para tentar se tornar um deles.

A editora passava por um momento de dificuldades em meados dos anos 90. Os quadrinhos estavam em baixa e filmes baseados nos personagens da Casa de Ideias não emplacavam nos cinemas. Com isso, o artista decidiu entrar em contato com Stan Lee para ver a possibilidade de adquirir os direitos cinematográficos do Homem-Aranha.

“Ele queria ser o Homem-Aranha. Ele queria comprar os direitos do herói e acredito que ele queria viver o Peter Parker. Ele nunca disse, mas eu tinha certeza disso”, afirmou Lee em entrevista à AP.

O criador do personagem tentou ser o mais sincero possível e afirmou que, provavelmente, a empresa não negociaria com ele os direitos. Então, Michael decidiu tomar uma atitude extrema. “Ele disse: ‘Muito bem, então eu vou comprar a Marvel’. Eu não sei o que aconteceu. Obviamente ele não conseguiu, mas ele queria muito’”, completou o autor.

O negócio acabou não indo para frente, mas mesmo assim Jackson estava disposto a participar de um filme da empresa. Quando a Fox anunciou que faria um longa baseado em X-Men, Jackson tentou mais uma vez se envolver com o projeto. “Os produtores revelaram que ele tentou de todas as maneiras interpretar o Professor X. Eu nem sabia que ele queria ser o Xavier. Eu o conhecia muito bem e ele nunca havia discutido qualquer coisa dos X-Men comigo”, disse Lee em entrevista ao Moviefone.

Jackson acabou nunca aparecendo em um filme da Marvel, mas os contatos com Lee continuaram. O cantor chegou a visitar os estúdios da Casa de Ideias – com tour guiado pelo próprio Lee – e os dois acabaram como grandes amigos. “Nos encontramos diversas vezes. Na verdade, ele chegou a visitar minha casa uma vez com o filho e minha esposa tomou conta do garoto enquanto eu e Michael conversávamos”, afirmou Lee ao The Telegraph.

Jackson, que completaria neste dia 29 de agosto 59 anos, era acima de tudo um fã. E como qualquer fã, o simples fato de estar perto do ídolo, para ele, já era especial. “Ele [Lee] é um dos maiores criadores dos quadrinhos. Diferente dos outros, ele sempre foi muito produtivo. Cresci lendo seus quadrinhos e fico feliz de estarmos falando, trabalhando e pensando em fazer algo juntos”, disse Michael em uma de suas visitas ao estúdio Marvel.

Infelizmente, a parceria nunca aconteceu. Porém, Lee relembra da amizade com carinho até os dias de hoje. “Eu lembro que uma vez ele me chamou para uma gravação. Ele estava gravando em Jersey em um aeroporto abandonado. Tinha umas 300 pessoas ali. Eu cheguei pela porta dos fundos e ele estava no palco. De repente, ele diz, ‘Parem. Stan, Stan, vem aqui’. Eu me senti a pessoa mais importante do mundo! Michael Jackson parou o que ele estava fazendo e disse, ‘Stan, vem aqui’. Eu nunca vou esquecer isso’”, finalizou ao THR.

 

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*Fonte: omelete