Clipe oficial de Redemption Song é feito com 2.747 desenhos

Como celebração dos 40 anos da famosa música Redemption Song, de Bob Marley, um clipe oficial foi laçado pela gravadora compilando nada menos que 2.747 desenhos originais criados por Octave Marsal e Theo De Gueltzl.

Eles usam símbolos poderosos para representar esta incrível música atemporal que teve e ainda tem muita importância no mundo.

Lançada em outubro de 1980, “Redemption Song” foi apresentada no álbum final de Marley, Uprising. Ele morreu no ano seguinte de câncer.

O videoclipe é a primeira parte de “Marley75”, uma celebração de um ano do aniversário da lenda do reggae, que completaria 75 anos em 6 de fevereiro.

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*Fonte: geekness

Sem educação emocional, não adianta saber resolver equações – Alerta um professor

Os jovens com maior domínio de suas emoções têm melhor desempenho acadêmico, maior capacidade de cuidar de si e dos outros, predisposição para superar as adversidades e menor probabilidade de se engajar em comportamentos de risco.

De acordo com Rafael Guerrero, que é um dos poucos professores da Universidade Complutense de Madrid a ensinar seus alunos de Magistério, que serão futuros professores, as técnicas da educação emocional..

Ele o faz voluntariamente porque o programa acadêmico dos mestrados em Educação Infantil e Primária de Bolonha não inclui nenhum assunto com esse nome.

“Muitos dos problemas dos adultos se devem às dificuldades em regular as emoções e isso não é ensinado na escola”, explica Guerrero.

Trata-se de ensinar futuros professores a entender e regular suas próprias emoções para que possam direcionar crianças e adolescentes nessa mesma tarefa.

“Meus alunos me dizem que ninguém lhes ensinou como se regular emocionalmente e que desde jovens, quando tinham que enfrentar um problema, se trancavam em uma sala para chorar, essa era a maneira deles de se acalmar”, diz o professor.

Insegurança, baixa auto-estima e comportamentos compulsivos são algumas das conseqüências da falta de ferramentas para gerenciar emoções.

“Quando atingem a idade adulta, eles têm dificuldade em se adaptar ao ambiente, tanto ao trabalho quanto às relações pessoais. Temos que começar a treinar professores com a capacidade de treinar crianças no domínio de seus pensamentos “.

Sem educação emocional, não serve saber como resolver equações O cérebro precisa ficar animado para aprender

Inteligência emocional é a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar o humor de si mesmo e dos outros, de acordo com a definição daqueles que cunharam o termo no início dos anos 90, os psicólogos da Universidade de Yale Peter Salovey e John Mayer.

A inteligência emocional é traduzida em habilidades práticas, como a habilidade de saber o que acontece no corpo e o que sentimos, o controle emocional e o talento para nos motivar, assim como empatia e habilidades sociais.

“Quando pensamos no sistema educacional, acreditamos que o importante é a transmissão de conhecimento de professor para aluno, ao qual ele dedica 90% do tempo. O que há de errado com o equilíbrio emocional? Quem fala disso na escola? ”, Diz Rafael Bisquerra, diretor do Programa de Pós-Graduação em Educação Emocional da UB e pesquisador do GROP.

Os jovens com maior domínio de suas emoções apresentam melhor desempenho acadêmico, maior capacidade de cuidar de si e dos outros, predisposição para superar as adversidades e menor probabilidade de se engajar em comportamentos de risco – como o uso de drogas -, segundo a resultados de diversos estudos publicados pelo GROP.

“A educação emocional é uma inovação educacional que responde às necessidades que os assuntos acadêmicos comuns não cobrem.”

“O desenvolvimento de competências emocionais pode ser mais necessário do que saber como resolver equações de segundo grau “, diz Bisquerra.

Os objetivos da educação emocional, de acordo com as diretrizes de Bisquerra, são adquirir um melhor conhecimento das próprias emoções e dos outros, para prevenir os efeitos nocivos das emoções negativas – o que pode levar a problemas de ansiedade e depressão -, e desenvolver a capacidade de gerar emoções positivas e auto-motivação.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Assista ao curta The Neighbor’s Window

Vencedor de melhor curta-metragem no Oscar 2020, o curta The Neighbor’s Window é um conto surpreendente sobre voyeurismo, e agora está disponível online pelo próprio diretor Marshall Curry.

A história é centrada em um casal de meia-idade morador do Brooklyn que, ao ver seus jovens vizinhos do prédio da frente fazendo sexo selvagem, começam a questionar o próprio relacionamento e entram em um looping viciante de observação da vida alheia e comparação com a própria.

Curry se inspirou no episódio “The Living Room” do podcast “Love and Radio”, no qual a cineasta e escritora Diana Weipert contou sobre sua experiência pessoal igualmente invasiva com a vida de seus vizinhos mais jovens.

“Eu deveria ter respeitado a privacidade eles e apenas desviado o olhar?”, ela pergunta e ainda brinca “Acho que eu não poderia ter comprado o binóculo”.

O curta trata desse fascínio pela vida alheia, algo tão latente nas redes sociais, em um simbolismo sagaz sobre a janela para a inveja, comparação e insatisfação. Lembrando ainda que o observador também pode passar a ser o observado.

Assista ao The Neighbor’s Window no player abaixo, com legendas em português disponíveis.

 

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*Fonte: geekness

App ensina crianças a identificarem árvores por meio de contos

Aprender a identificar espécies nativas da Mata Atlântica, como embaúba, ipê-amarelo, jequitibá, pau-brasil e pau-ferro, usando o celular. Esta é a proposta do aplicativo Natu Contos, criado em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, ele traz cinco contos sobre tais árvores narrados por grandes cantores brasileiros.

Com o Natu Contos, o público pode realizar uma “caça ao tesouro” por árvores. Depois de baixar o aplicativo e escolher o local de sua expedição, ele seguirá um mapa na tela do celular, integrado ao GPS, até a árvore identificada. Essa caminhada já é uma ótima oportunidade para prestar atenção à natureza local, relaxar e desfrutar dos benefícios que ela oferece.

Quando uma árvore é encontrada, um universo lúdico se abre: um vídeo animado a apresenta e, depois, um conto fica disponível para o adulto ler/ouvir com a criança embaixo da sua copa. Uma vez coletadas, as histórias e as fichas técnicas de cada árvore vão para uma biblioteca e podem ser relidas e ouvidas quantas vezes quiser, em qualquer lugar. A plataforma Natu Contos traz árvores mapeadas em parques e praças das cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Uberaba (MG). No futuro, seus desenvolvedores esperam expandir o projeto para mais cidades do Brasil. Veja como funciona:

Financiamento coletivo

Disponível gratuitamente na plataforma IOS , o aplicativo agora precisa da ajuda do público para seu desenvolvimento na versão Android. Para isso, foi aberto um financiamento coletivo no Catarse. A meta é alcançar R$ 16.522,00. Com doações a partir de R$ 15 quem participar do financiamento terá recompensas, como o plantio de mudas pela SOS Mata Atlântica, livro infantil, poster com ilustração do artista Arthur Daraujo, entre outras.

“Nosso maior objetivo é democratizar o aplicativo, tornando o material educacional acessível para mais adultos, crianças e escolas. Quando o criamos, pensamos em disponibilizar um conteúdo lúdico e original sobre o universo da natureza para reconectar as pessoas com o meio ambiente, principalmente as crianças, que estão cada vez mais distantes do verde nas grandes cidades”, afirma Fernanda Sarkis Coelho, idealizadora do aplicativo.

“Há alguns anos, as pessoas adoravam sentar em uma árvore para ler um livro. Esperamos que muitas pessoas ainda façam isso, mas por quê não aproveitar esta tecnologia tão presente na vida de todos para ouvir algumas histórias sobre aquela espécie que acabou de descobrir? Ao apoiar este aplicativo, queremos propor para as pessoas observarem, sentirem e se relacionarem mais com a natureza de suas cidades. Vivemos tempos em que parece que a natureza não existe mais ou que as árvores não fazem mais sentido, principalmente em ambientes urbanos. Queremos mostrar justamente o contrário”, afirma Cesar Pegoraro, biólogo e educador ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica.

Algumas histórias

Nos contos do aplicativo é possível lembrar como as pessoas já tiveram uma relação diferente com as árvores, qual a relação dos animais com elas e saber mais das transformações que cada espécie passa em cada estação do ano.

Em “Amélia e seu Ipê-amarelo”, de autoria de Índigo com narração de Tiê, por exemplo, Amélia que tinha tudo amarelo, até seu cabelo, adorava um eucalipto, mas não ligava para um ipê-amarelo que tinha em seu sítio. Quando ele floresceu na primavera, isso mudou. Já em “Árvore de Estimação”, de Tiago de Melo Andrade e narração de Lenine, uma menina fica triste por ter perdido o gramado e a sombra fresca de sua árvore de estimação queimada em um incêndio, onde ela tinha seu balanço. Em “À procura do Pau-Brasil”, de Andrea Pelagagi com narração de Fernanda Takai, um irmão e uma irmã tentam de todas as formas descobrir se a árvore que eles acharam era mesmo a espécie que deu nome ao nosso país.

No conto “O pica-pau e o Pau-ferro”, de João Anzanello Carrascoza e narração de Mart’nália, um pica-pau se aventura até a cidade e acha uma árvore diferente das do bosque que morava, pois ela era muito dura. E em “Simãozinho e o pé de Embaúba”, de Claudio Fragata e narração de Ney Matogrosso, o macaco Simãozinho tem medo de altura, mas sonha em subir na árvore para comer seus lindos frutos.

A Mata Atlântica é casa da maioria dos brasileiros, abriga cerca de 72% da população. Além disso, o bioma está presente na maioria dos estados brasileiros (17) e em 3.429 cidades. Ou seja, essa é a floresta que dá oportunidade para boa parte da população ter algum contato com a natureza, além de contribuir para a purificação do ar, a regulação o clima, a proteção do solo, de rios e nascentes, favorecendo o abastecimento de água nas cidades. Por tudo isso, sua conservação é fundamental, pois restam hoje apenas 12,4% da floresta que existia originalmente em bom estado de conservação.

>> Clique aqui para contribuir para o financiamento coletivo

 

O conselho de Nietzsche: que a pressa de fazer não nos impeça de ser

“As pessoas vivem para o presente, com pressa e de uma maneira irresponsável: e isso é chamado de ‘liberdade’”, escreveu Friedrich Nietzsche no final do século 19. Se o filósofo tivesse testemunhado a pressa contemporânea, provavelmente teria dito que somos loucos – secos – e que teríamos se retirado para viver na floresta, como Thoreau, para recuperar a calma necessária exigida pela reflexão e pela introspecção.

A verdade é que a pressa tornou-se uma condição sine qua non da modernidade, de modo que nossa vida geralmente acontece num frenesi de atividades supostamente irrefreáveis, inescapáveis e inalienáveis. Nesse mundo, a pausa é um luxo. Atraso, uma virtude perdida nos recessos da memória. E enquanto nos concentramos em fazer, nos esquecemos de ser.

A pressa nos afasta de nós mesmos

A velocidade com que vivemos nada mais é do que uma ilusão baseada na crença de que nos poupa tempo quando, na verdade, a pressa e a velocidade aceleram. Vivemos em um estado perene de “estimulação violenta e complexa dos sentidos, que nos torna progressivamente menos sensíveis e, portanto, mais necessitados de estimulação ainda mais violenta. Ansiamos por distração, um panorama de visões, sons, emoções e excitações em que o maior número possível de coisas deve ser acumulado no menor tempo possível […] E apesar da tensão nervosa, estamos convencidos de que o sonho é um perda de tempo valioso e continuamos a perseguir essas fantasias até tarde da noite ”, escreveu Alan Watts.

Nós não percebemos que enquanto corremos de um lugar para outro, perdemos nossas vidas. Assim, caímos em uma contradição: quanto mais pretendemos agarrar a vida através da aceleração, mais ela nos escapa. Vítimas de pressa, não temos tempo para olhar para dentro, desdobramos para operar de modo automático e poder com tudo. E esse modo de vida se torna um hábito tão arraigado que logo nos desconectamos do nosso “eu”.

Nietzsche resumiu com maestria: “a pressa é universal porque todos estão fugindo de si mesmos”. Qualquer tentativa de reconectar, impulsionada pela calma e pelo atraso, nos assusta, por isso procuramos refúgio às pressas, inventamos coisas novas para fazer, novos compromissos a cumprir, novos projetos para se inscrever, na esperança de que devolva-nos ao estado de sonolência pré-consciente, porque não sabemos o que vamos encontrar naquele exercício de introspecção, não sabemos se a pessoa que nos tornamos vai gostar de nós. E isso assusta. Muito.

Introspecção exige atraso

Não é fácil desaprender alguns dos hábitos que desenvolvemos. Vítimas de impaciência, consumidas pelo incessante tique-taque do relógio, aprendemos a preencher nossa agenda e nos orgulhar disso. Nós condensamos experiências no menor tempo possível para fazer mais, como se a vida fosse resumida a uma competição na qual quem completa mais tarefas ganha.

No entanto, se pararmos apenas um segundo e pensarmos sobre isso, a pressa em que vivemos quase nunca responde a coisas realmente importantes e urgentes, mas é devido às exigências de um modo de vida que tenta por todos os meios nos manter distraído e ocupado o máximo de tempo possível. A pressa atual é encher nossas vidas com atividades febris e velocidade, de modo que não há tempo para enfrentar os problemas reais, o essencial.

Qual é o antídoto?

Nietzsche, que chegou a classificar a pressa como “indecorosa”, disse que os pilares essenciais para estabelecer as bases que nos permitem viver com mais calma e plenitude, transformando a vida em uma obra de arte que é apreciada com cuidado e lentidão.

Em “O crepúsculo dos ídolos” disse: “Você tem que aprender a ver e você tem que aprender a pensar […] Aprender a ver significa ficar de olho na calma, paciência, deixando as coisas chegarem perto de nós ; aprenda a adiar o julgamento, a cercar e cobrir o caso particular de todos os lados ”.

Nietzsche explicou que devemos aprender a “não responder imediatamente a um estímulo, mas controlar os instintos que põem obstáculos, que nos isolam”, para poder adiar decisões e ações. No extremo oposto localizavam-se aqueles que não conseguiam resistir a um estímulo, aqueles que reagiam e seguiam os impulsos, considerando que a pressa em responder “é um sintoma de doença, decadência e exaustão”.

Com essas linhas, Nietzsche nos convida a fazer as pausas necessárias para refletir, de maneira tranquila, permitindo que a realidade se revele pouco a pouco, sabendo que a razão exige desmembramento enquanto a correria funciona baseada em preconceitos e idéias preconcebidas.

Embora o raciocínio rápido possa ser adaptativo em certas circunstâncias, a falta de reflexão e tranqüilidade nos leva à irracionalidade e a decisões erradas. Precisamente por isso, a lentidão pode tornar-se tremendamente subversiva no mundo de hoje: precisamos desacelerar para viver, a fim de pensar, para decidir por nós mesmos o que queremos – e o que não queremos.

É nesses momentos de calma e paciência que o sentido da vida emerge. Que “deixar as coisas se aproximarem de nós”, a que Nietzsche se refere, é um precioso intervalo de tempo entre o fato e nossa reação, entre pensamento e ato, uma espécie de “vazio” que pode ser preenchido inesperadamente com a plena existência. Então, e somente então, podemos fazer as pazes conosco mesmos. Aprenderemos a desfrutar da companhia daquele “eu” que havíamos negligenciado e não precisaremos mais fugir de nós mesmos.

*Adaptação de Rincón de La Psicologia

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*Fonte: pensarcomtemporaneo

13 luas cheias, incluindo duas superluas, iluminarão o céu em 2020. Um espetáculo astronômico!

Se você é uma pessoa fascinada por astronomia, certamente adora observar a Lua e também tem o conhecimento do que são as superluas.

Esses fenômenos tão legais de serem observados acontecem quando a Lua está em sua maior proximidade com a Terra, estado conhecido como perigeu. Nesse momento, ela pode se apresentar aproximadamente 15% maior e com cerca de 30% a mais de luminosidade.

Em 2019, tivemos três superluas que encantaram muito os fiéis observadores do céu, mas eles não ficarão desapontados pois, das 13 luas cheias que acontecerão neste ano de 2020, duas serão superluas. Verdadeiros espetáculos acontecerão no céu de 2020 para todos nós.

Superluas de 2020

As duas superluas de 2020 acontecerão em março e abril.

A de março terá o nome de Worm Moon e ficará 100% cheia em 9 de março – Lua no perigeu, em 10 de março –, e a superlua Pink Moon ficará 100% cheia em 7 de abril, sendo esta a maior do ano.

13 luas cheias, em 2020

A primeira lua cheia de 2020, chamada Wolf Moon, aconteceu em 10 de janeiro. Teremos uma Lua para cada mês, com exceção de outubro, quando teremos uma lua cheia dia 1º e dia 31. Esta última será conhecida como lua cheia de Halloween, um evento extremamente raro.

Brian Lada, meteorologista da empresa americana de previsão AccuWeather, explicou que a Lua Azul ocorre a cada dois ou três anos, e que, no Halloween, é mais rara ainda. “Embora as luas azuis ocorram uma vez a cada dois ou três anos, elas são ainda mais raras no Halloween. Depois da Lua Azul, em 31 de outubro de 2020, o doce ou a travessura deve esperar até 2039 para ver a próxima Lua Azul no Halloween”, explicou Brian.

A lua cheia rara de Halloween também será considerada Lua Azul, já que será a segunda lua cheia no mesmo mês.

Lua Azul rara de Halloween, em 2020

Sempre que duas luas cheias aparecem no mesmo mês (evento que acontece, em média, a cada dois anos e meio ou três anos), a segunda é chamada de Lua Azul.

A lua cheia, no Halloween, ocorre apenas aproximadamente uma vez a cada 19 anos. Calculando-se as luas completas, usando-se o horário médio de Greenwich, essas luas devem acontecer apenas três ou quatro vezes por século. Assim, seremos realmente abençoados com esse grande fenômeno astronômico em nossa geração.

Abaixo estão as datas de todas as luas de 2020 com a hora do Leste nos Estados Unidos. Confira o fuso horário e se prepare para absorver todas as energias positivas que elas trarão para a sua vida:

– 10 de janeiro, às 14h21 – Luna del Lobo

– 9 de fevereiro, às 2h33 – Snow Moon

– 9 de março, às 13h47 – Worm Moon (superlua)

– 7 de abril, às 22h35 – Luna Rosada (superlua)

– 7 a 6 de maio, 45h – Luna de las Flores

– 5 de junho, às 15h12 – Moon Moon

– 5 de julho, às 12h44 – Lua do Cervo

– 3 de agosto, às 11h58 – Lua de Esturjão

– 2 de setembro, às 13h22 – Luna de Maíz

– 1º de outubro, às 17h05 – Crop Moon

– 31 de outubro, às 10h49 – Luna Azul

– 30 de novembro, às 4h29 – Luna del Castor

– 29 de dezembro, às 22h28 – Lua Fria

Sabemos que as luas possuem energias poderosas, que influenciam diretamente nossa vida. Então se prepare para um ano intenso!

*Por Luiza Fletcher

Lua cheia

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*Fonte: osegredo

3 contos indígenas para mostrar outra visão de mundo às crianças

Histórias relatam nascimento da Terra e celebração da natureza para as crianças

As lendas indígenas brasileiras são marcadas por histórias que tratam da natureza e da origem das coisas, sempre cercadas de elementos místicos. São contos tão encantadores que até mesmo escritores como Clarice Lispector, Camara Cascudo e Walcyr Carrasco já se debruçaram eles. NOVA ESCOLA reúne aqui três contos indígenas que trazem essa visão de mundo – e que certamente vão levar muita conversa para dentro da sala de aula. Confira:

O nascimento do mundo
Maria de la Luz

No início só havia Kore, a energia, vagando na escuridão do espaço infinito. Então, veio a luz e surgiram Ranginui, o Pai Céu, e Papatuanuku, a Mãe Terra. Rangi e Papa tiveram muitos filhos: Tangaroa, deus das águas; Tane, deus das florestas; Tawhirmatea, deus dos ventos; Tumatauenga, deus da guerra, que deu origem aos seres humanos; e Uru, que não era deus de nada.

 

A dança do arco-íris
João Anzanello Carrascoza

Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

 

O céu ameaça a terra
Betty Mindlin

Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentam-se à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.

Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.

*Por Soraia Yoshida

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*Fonte: novaescola

Artista argentino cria tanque de guerra munido da arma mais poderosa: livros

Já dizia Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Talvez esta frase tenha inspirado o artista argentino Raul Lemesoff, o responsável pela criação de uma arma que pode mudar a vida de muitas pessoas: ele transformou um antigo carro Ford Falcon, de 1979, em um tanque de guerra. Mas, ao invés de disparar balas, o veículo dispara livros.

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O veículo funciona como uma verdadeira biblioteca itinerante. O formato é de tanque de guerra e tem até um canhão, mas toda a lateral é repleta de prateleiras, em que são dispostos até 900 livros, com os mais diversos temas e estilos.

Com a munição de livros pronta, o artista percorre as ruas de Buenos Aires, na Argentina, disparando livros por todos os lados e para todas as pessoas que cruzam o seu caminho. Não é necessário pagar nada pelos exemplares, apenas se comprometer com a leitura:

O projeto em que Lemesoff trabalhou nos últimos anos dá um novo significado a um dos principais símbolos de guerra, que foi batizado de “Arma de Instrução em Massa”.

*Por Vicente Carvalho

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*Fonte: razoesparaacreditar

A felicidade de tocar um ‘blues’

Estudo com pianistas de jazz descobre que improvisar um solo triste ativa o módulo cerebral do prazer

Melinda McPherson, Charles Limb e seus colegas da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, e da Universidade da Califórnia em San Francisco não usaram Casablanca para pesquisar a relação entre a criatividade musical e as emoções, e sim 12 pianistas de jazz de carne e osso. Mostraram-lhes fotos em que uma atriz aparece ou triste, ou alegre, ou com uma expressão neutra impenetrável, e pediram a eles que improvisassem um solo de piano que casasse com essas emoções. Enquanto tocavam, examinaram seus cérebros com uma ressonância magnética funcional (fMRI), a técnica que revela os segredos mais ocultos da mente humana.

Os resultados, apresentados na revista Scientific Reports, são nítidos, embora complexos, como tudo o que diz respeito ao nosso cérebro. Por um lado, o mero fato de improvisar um solo desliga o chamado córtex pré-frontal dorsolateral (DLPFC, na sigla em inglês), uma região no alto da testa que evoluiu nos últimos milhões de anos (um piscar de olhos nas escalas geológicas) e que leva décadas até amadurecer totalmente durante o desenvolvimento pessoal. Essa região se ocupa de altíssimas funções intelectuais, como a memória operacional, a flexibilidade cognitiva e o raciocínio abstrato. É curioso que seja preciso desligá-la para improvisar um solo de piano, como se o músico de jazz tivesse que viajar ao passado da espécie para fazer o seu trabalho.

É como se expressar alegria fosse uma tarefa menos executiva, menos intelectual ou mais antiga —em termos evolutivos— do que expressar tristeza

Mais curioso ainda é que o apagamento dessa parte superior da testa é muito mais drástico do que nas improvisações alegres do que nas tristes, como se expressar alegria fosse uma tarefa menos executiva, menos intelectual ou mais antiga — em termos evolutivos — do que expressar tristeza. Apagar o DLPFC, segundo os autores da pesquisa, permite aos músicos entrarem em um estado “de fluxo”, deixar-se levar pelas emoções produzidas pela sua própria música. E os dados revelam que esse automatismo mental ocorre com muito mais força na interpretação de um solo alegre do que de um triste.

Interpretar um solo triste, por outro lado, também tem as suas compensações, mas em uma região do cérebro muito mais antiga, a chamada substância negra (ou substantia nigra em latim), uma região mesencefálica enterrada nas profundezas reptilianas de nossa cabeça, que evoluíram na noite dos tempos e hoje se ocupam — como já faziam então — dos mecanismos de recompensa e, portanto, são responsáveis também pela dependência às drogas, ao jogo, ao sexo e todas as demais. Contra todas as intuições, essa armadilha darwiniana da recompensa é ativada quando se toca um solo triste, mas não quando se toca um solo alegre.

“A emoção e a criatividade estão estreitamente vinculadas”, concluem os pesquisadores, “e os mecanismos neurológicos subjacentes à criatividade dependem do estado emocional”. De fato, os autores do estudo entendem que a capacidade artística de sentir e expressar as emoções é provavelmente a razão fundamental “para a onipresença da arte em todas as culturas ao longo da história humana”.

Talvez seja importante frisar que os 12 pianistas de jazz envolvidos no estudo são músicos profissionais muito experientes. Os resultados teriam sido bem diferentes com um pianista de jazz iniciante, que normalmente estaria tão preocupado em acertar as mudanças do acorde de sétima e a escala menor melódica que teria de tocar o piano usando todo o cérebro e quase o corpo todo.

Sam também era um músico experiente. Pena que se enganou de canção. Ou será que fez isso para obter uma recompensa de seu cérebro reptiliano?

*Por Javier Sampedro

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*Fonte: elpais-brasil

Café Dua Rodas – A cultura biker nas mídas

Ontem no Café Castelo, em Venâncio Aires (RS), foi dia de uma conversa pilotada por mim e pelo amigo Thiago Nelsis, onde o tema central eram os filmes e livros clássicos da cultura biker. Como fica evidente nas imagens, o evento não teve nenhum grande público…rsrsrsr, e na real nem era mesmo essa a ideia ou o objetivo do evento na livraria. Já era esperado esse efeito, talvez pela própria chucreza cultural da cidade para com esse tipo de atividade. Aliás, o local – a livraria Castelo, é ainda novo nesse estilo de acontecimento – uma de troca de ideias, um bate-papo descontraído e muitas histórias. E o centro das atenções dessa vez foram as motocicletas e seus pilotos através da ótica da telona e das páginas dos livros.

A conversa rodou sobre os clássicos filmes do cinema, que vem lá das míticas jaquetas de couro do Marlon Brando (The Wild One), passando pelo Jack Nicholson e sua gangue até o lendário Easy Rider, que óbvio, foi um dos mais comentados. Depois seguindo em frente com alguns filmes muito trash sobre o universo das duas rodas – “O Motoqueiro Fantasma”,  “Harley Davidson e Marlboro Man”, “Biker Boyz” e até comédias como:  “Motoqueiros Selvagens” (Wild Hoghs – com John Travolta). Lembramos também de alguns filmes que mesmo não sendo da temática motociclista, continham cenas e passagens marcantes com moto, como é o caso de “Fugindo do Inferno” – com a cena de Steve McQueen saltando a cerca com sua Triumph  travestida de BMW da segunda guerra; “Tron” – a corrida dos feixes de linha reta; “Matrix”, “Top Gun”, “Missão Impossível”, “Mad Max”, “James Bond”, “O Exterminador do Futuro” – a perseguição no túnel com a caminhão e duas duas bikes, dentre outros filmes.

Indo ainda adiante também focamos em filmes biográficos, como a vida de Evel Knievel, Burt Munro (“Indian – O Grande Desafio”); Tchê Guevara e Alberto Granado em “Diários de Motocicleta” – esse com a participação fundamental da
Potira nos comentários. Falamos também de documentários que se encontram facilmente nas redes sociais (viagens, grandes trips, aventuras, motoclubes, Hells Angels, etc). E por fim, não poderíamos deixar de fora os seridos mais evidentes como “Sons of Anarchy” e “Ride With Norman Reedus” (com o ator de Walking Dead).

Depois a conversa mudou o foco para os livros, onde passamos comum foco mais apurado por: “Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas” (Robert Pirsig); “Hells Angels” (Hunter Thompson); “Hells Angels – A Vida e a Época de Sonny Barger” e comentamos também das diversas obras do baterista do Rush, Neil Peart (7 livros).

Ou seja, uma bela noite quente de verão, regada com cerveja gelada e uma ótima conversa entre amigos e novos amigos. Mais ou menos foi essa função da noite de ontem. Creio que em breve teremos novos encontros desse tipo.

Flw

*Veja algumas imgs de evento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dies irae – Clarice Lispector

Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece. E nem ao menos posso fazer o que uma menina semiparalítica fez em vingança: quebrar um jarro. Não sou semiparalítica. Embora alguma coisa em mim diga que somos semiparalíticos. E morre-se, sem ao menos uma explicação. E o pior – vive-se, sem ao menos uma explicação. E ter empregadas, chamemo-las de uma vez de criadas, é uma ofensa à humanidade. E ter a obrigação de ser o que se chama de apresentável me irrita. Por que não posso andar em trapos, como homens que às vezes vejo na rua com barba até o peito e uma bíblia na mão, esses deuses que fizeram da loucura um meio de entender? E por que, só porque eu escrevi, pensam que tenho que continuar a escrever? Avisei a meus filhos que amanheci em cólera, e que eles não ligassem. Mas eu quero ligar. Quereria fazer alguma coisa definitiva que rebentasse com o tendão tenso que sustenta meu coração.

E os que desistem? Conheço uma mulher que desistiu. E vive razoavelmente bem: o sistema que arranjou para viver é ocupar-se. Nenhuma ocupação lhe agrada. Nada do que eu já fiz me agrada. E o que eu fiz com amor estraçalhou-se. Nem amar eu sabia, nem amar eu sabia. E criaram o Dia dos Analfabetos. Só li a manchete, recusei-me a ler o texto. Recuso-me a ler o texto do mundo, as manchetes já me deixam em cólera. E comemora-se muito. E guerreia-se o tempo todo. Todo um mundo de semiparalíticos. E espera-se inutilmente o milagre. E quem não espera o milagre está ainda pior, ainda mais jarros precisaria quebrar. E as igrejas estão cheias dos que temem a cólera de Deus. E dos que pedem a graça, que seria o contrário da cólera.

Não, não tenho pena dos que morrem de fome. A ira é o que me toma. E acho certo roubar para comer. – Acabo de ser interrompida pelo telefonema de uma moça chamada Teresa que ficou muito contente de eu me lembrar dela. Lembro-me: era uma desconhecida, que um dia apareceu no hospital, durante os quase três meses onde passei para me salvar do incêndio. Ela se sentara, ficara um pouco calada, falara um pouco. Depois fora embora. E agora me telefonou para ser franca: que eu não escreva no jornal nada de crônicas ou coisa parecida. Que ela e muitos querem que eu seja eu própria, mesmo que remunerada para isso. Que muitos têm acesso a meus livros e que me querem como sou no jornal mesmo. Eu disse que sim, em parte porque também gostaria que fosse sim, em parte para mostrar a Teresa, que não me parece semiparalítica, que ainda se pode dizer sim.

Sim, meu Deus. Que se possa dizer sim. No entanto neste mesmo momento alguma coisa estranha aconteceu. Estou escrevendo de manhã e o tempo de repente escureceu de tal forma que foi preciso acender as luzes. E outro telefonema veio: de uma amiga perguntando-me espantada se aqui também tinha escurecido. Sim, aqui é noite escura às dez horas da manhã. É a ira de Deus. E se essa escuridão se transformar em chuva, que volte o dilúvio, mas sem a arca, nós que não soubemos fazer um mundo onde viver e não sabemos na nossa paralisia como viver. Porque se não voltar o dilúvio, voltarão Sodoma e Gomorra, que era a solução. Por que deixar entrar na arca um par de cada espécie? Pelo menos o par humano não tem dado senão filhos, mas não a outra vida, aquela que, não existindo, me fez amanhecer em cólera.

Teresa, quando você me visitou no hospital, viu-me toda enfaixada e imobilizada. Hoje você me veria mais imobilizada ainda. Hoje sou a paralítica e a muda. E se tento falar, sai um rugido de tristeza. Então não é cólera apenas? Não, é tristeza também.

— Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”.
Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

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*Fonte: revistaprosaversoearte

A biblioteca de Helsinque que quer sanar os medos contemporâneos com informação

A Finlândia conquistou seu lugar no mundo como um dos países mais avançados no âmbito social, econômico, político e educativo. Tommi Laitio, diretor executivo de cultura e lazer de Helsinque, capital do país, explicou porque a Finlândia investe tanto em educação e cultura:

“O progresso de um dos países mais pobres da Europa para um dos mais prósperos não foi um acidente. É com base nessa ideia que, quando há tão poucos de nós – apenas 5,5 milhões de pessoas –, todos têm que viver todo o seu potencial”. “Nossa sociedade é fundamentalmente dependente de as pessoas poderem confiar na bondade de estranhos”.

Nem o país mais feliz do mundo é ileso às ansiedades do século 21 sobre mudança climática, imigração, tecnologia disruptiva e outras forças que alimentam movimentos populistas de direita em toda a Europa.

E se a raiva é reflexo do medo, uma biblioteca de Helsinque foi fundada para resistir à onda de mal-estar que avança pelo mundo com a arma mais letal: informação.

“Quando as pessoas têm medo, elas se concentram em soluções egoístas de curto prazo”, disse Laitio. “Eles também começam a procurar bodes expiatórios”.

A biblioteca Oodi foi construída para servir como uma espécie de fábrica de cidadania, um espaço destinado aos antigos e novos residentes para aprenderem sobre o mundo, a cidade e sobre eles próprios. Ela está localizada no coração de Helsinque, em frente ao Parlamento finlandês com o qual compartilha uma praça pública.

O prédio abriga uma coleção de 100.000 revistas, jornais, partituras, filmes, jogos e livros – com diferentes materiais em 17 idiomas destinados a crianças, jovens e adultos.

Oodi é um lugar amplamente popular comprometido com a recepção de todos os públicos e “acolhimento sem julgamento”. A ideia foi proposta pela primeira vez em 1998 por Claes Anderson, ministro da cultura na época. O Conselho da Cidade aprovou sua construção em janeiro de 2015.

“Oodi fornece a seus usuários conhecimento, novas habilidades e histórias, e é um local fácil de acessar para aprendizado, imersão em histórias, trabalho e relaxamento. É uma biblioteca de uma nova era, um local de encontro vivo e funcional aberto a todos.”, diz a descrição do site.

Se estima que, neste ano, ela recebeu 3 milhões de visitantes – “muito para uma cidade de 650.000 habitantes”, explica Laitio. Em seu primeiro mês, 420.000 residentes de Helsinque foram à biblioteca.

“É provavelmente o lugar mais diverso da nossa cidade, de várias maneiras”, diz Laitio.

*Por Raquel rapini

 

 

 

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*Fonte: geekness

Time-lapse | Eclipse solar

Esse vídeo mostra o nascer do sol e o eclipse solar ocorrido em 20 de março de 2015 na capital islandesa Reykjavík.

De acordo a NASA, eclipses solares ocorrem normalmente duas vezes ao ano, com o máximo de ocorrências sendo cinco vezes ao ano. Isso é raro, entretanto. Só aconteceu 25 vezes nos últimos 5.000 anos. A última vez foi em 1935, e a próxima será em 2206.

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*Fonte: hypescience

Documentário sobre Quentin Tarantino estreia em dezembro

Sem dúvidas, Quentin Tarantino é um dos diretores mais respeitados atualmente. Mesmo com poucos filmes lançados (se compararmos com outros cineastas), o cara tem obras aclamadas pelo público e crítica.

Agora, quem curte o trabalho de Tarantino vai poder conhecer mais de sua vida no documentário “QT8: The First Eight”, que estreia ainda esse ano.

Com duas horas de duração, a produção promete passear pelos 21 anos de carreira do diretor, abordando seu modo de trabalho, sua visão sobre cinema e sua singularidade. Para isso, serão utilizadas entrevistas de vários colegas de profissão e atores que trabalharam com Tarantino.

Christoph Waltz, Michael Madsen, Diane Kruger, Zoë Bell, Bruce Dern, Samuel L. Jackson, Jennifer Jason Leigh, Jamie Foxx, Lucy Liu, Eli Roth, Tim Roth, Kurt Russell e vários outros nomes dão seus depoimentos no documentário.
VEJA: Esculpindo diretores famosos

O nome escolhido para a produção faz referência aos oito filmes feitos pelo diretor até o final das filmagens: Cães de Aluguel (1992), Jackie Brown (1997), Kill Bill (2003 e 2004), À Prova de Morte (2007), Bastardos Inglórios (2009), Django Livre (2012) e Os Oito Odiados (2015).

Com “Era Uma Vez em… Hollywood”, lançado no Brasil em agosto deste ano, o cineasta chega à marca de nove filmes, mas ele não entra na conta do documentário.

“QT8: The First Eight” chega às plataformas de streaming no dia 3 dezembro deste ano.

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Por Álisson Boeira
*Fonte: revistak7

Analista explica sucesso financeiro do Coringa de Joaquin Phoenix: ‘Alienação, solidão e raiva’

Coringa se tornou um fenômeno de bilheteria, arrecadando cerca de US$ 744 milhões ao redor do mundo pouco depois de um mês de estreia e com grandes chances de se tornar o filme +18 mais lucrativo da história, um feito que parece difícil de se compreender.

Porém, para o analista de mídia sênior em Relações com Expositores Jeff Bock, que falou à Variety, os motivos para o sucesso do Palhaço do Crime são evidentes: “Coringa com certeza está rindo por último”. O primeiro fator do sucesso foi o orçamento conservador, de US$ 62,5 milhões para o filme.

“Não se consegue comprar uma adaptação de quadrinhos por esse preço, ainda assim a Warner Bros. fez funcionar contando uma boa história”, disse Bock. Mesmo ao considerar que publicidade e distribuição aumentaram o orçamento do filme em US$ 100 milhões, o investimento total continua sendo uma fração dos lucros.

O investimento “baixo” se deve aos temas sombrios e conteúdo muito mais perturbador do que a média de filmes de quadrinhos, motivando uma abordagem mais cautelosa da WarnerBros.. E este foi justamente outro ingrediente no sucesso do filme de Joaquin Phoenix.

“Eles fizeram uma aposta e deu certo. Coringa atingiu em cheio o Zeitgeist de hoje e está coletando os frutos disso”, afirmou Bock. “Estamos falando sobre temas universais, de alienação, solidão e raiva que continuam a alimentar a bilheteria desse monstro.”

A forma de representação da violência em Coringa já é algo que dava certo em outros gêneros do cinema também, segundo Bock.

“Públicos mais jovens estão defendendo esse filme de maneira muito parecida com os jovens que assistiram Assassinos Por Natureza [1994], ou Laranja Mecânica [1994] ou Pulp Fiction [1971]. Cada um desses filmes, violentos de maneiras próprias, tinha algo a dizer sobre as falhas da sociedade, tornando-os muito mais interessantes e duradouros.”

Por último, a campanha de marketing do longa dirigido por Todd Phillips merece destaque. Nas semanas anteriores a estreia, Coringa levantou muitas críticas sobre a possível romantização de um assassino em massa, e as famílias das vítimas do massacre na exibição de Cavaleiro das Trevas Ressurge, que aconteceu na cidade de Aurora em 2012, falaram contra o filme.

A Warner então aumentou a divulgação do filme nas redes sociais, numa tentativa de limitar as manchetes bombásticas e, em vez disso, aumentar o diálogo. Essa abordagem deu certo, já que notícias negativas não impactaram as vendas de ingresso, apesar do marketing direcionado ser mais custoso.

Jeff Bock também menciona o formato inovador de Coringa para o gênero, ao falar do futuro da Warner: “Agora eles [Warner Bros.] tem um modelo viável, o qual a Marvel e a Disney tem medo de fazer – adaptações +18 de quadrinhos.”

“Nos últimos anos, a Disney, como uma entidade, não conseguiu reunir de forma bem-sucedida as multidões adultas que gostam de explorar temas sombrios, conhecidos como PG-13 e além”.

 

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*Fonte: revistarollingstone

A mitologia de Tolkien explicada em 10 minutos

A mitologia de Tolkien compreende uma bagagem de histórias densas e abundantes: mitos, épicos, linguagens (com seus próprios alfabetos) e incontáveis personagens. O genial escritor britânico foi capaz de criar um dos universos ficcionais mais extensos e consistentes da história da literatura.

Durante décadas este produto da imaginação do autor inspirou escritores e leitores do mundo todo. A Terra Média criada por sua mente incansável abrange um universo de histórias complexas, repletas de reviravoltas e personagens cuidadosamente desenvolvidos.

O Youtuber CGP Gray sintetizou os elementos mais importantes dessas histórias em dois vídeos que servem com uma breve introdução para os livros O Hobbit, a trilogia Senhor dos Anéis e O Silmarillion. É preciso ressaltar que nada se compara a mergulhar dentro da narrativa destas obras.

As legendas automáticas para português podem ser ativadas no ícone de configurações de cada vídeo.

No primeiro, é narrado o surgimento da Terra Média desde os seres sobrenaturais que deram vida aos magos, homens, elfos, anões e hobbits. Mitos que podem (e devem) ser explorados com mais profundidade no livro O Silmarillion, uma coleção de textos de Tolkien publicados postumamente pelo seu filho.

*Por raquel Rapini

 

 

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*Fonte: geekness

Biblioteca que passou 200 anos oculta é descoberta na Bélgica!

Um especialista em arte descobriu uma sala repleta de livros do século XVII e XIX que havia permanecido intacta. Na biblioteca, havia livros de geografia, velhos atlas, obras que falavam sobre cultura, povos e regiões. Todos datam da mesma época e ficaram trancados durante os últimos 200 anos em uma biblioteca particular em Bouillon, um pequeno município belga, próximo da fronteira com a França.

A coleção conta com 182 livros, incluindo um velho atrás de Abraham Ortelius. O cartógrafo e geógrafo, conhecido como o Ptolomeu do século XVI, foi um padre da cartografia flamenca junto com Gerardus Mercator. O livro descoberto data de 1575 e é considerado o primor do atás moderno.

E como esta biblioteca ficou oculta por tanto tempo? Não se sabe. O que se sabe é que, de um dia para o outro, os descendentes da família decidiram abrir seu acervo que está aos pés de um dos castelos mais imponentes de sua época, o Castelo de Bouilon, o exemplo mais antigo de arquitetura feudal da Bélgico, construído no século VIII, por onde de Caros Martel. Todos os livros da coleção serão colocados a venda logo após uma exposição que aconteceu no Hotel de Ventes Horta de Bruxelas.

“A primeira vez que abri a porta da biblioteca fiquei surpreso pela autenticidade da atmosfera que prevalecia no século XVIII. Estive dois dias para fazer um inventário completo. Segurei cada livro em minhas mãos, com muito cuidado para evitar danos”, disse Godts a Le Vif, responsável por cuidar do acervo.

Mais informações:
https://soybibliotecario.blogspot.com/2017/06/la-biblioteca-que-paso-200-anos-oculta.html?fbclid=IwAR38qJqMhs7fWEsuloiljwNRjxpb7q7LksQ4BH6LtzkJvWQj_N4JNdJI4nM

*Por Luiz Antônio Ribeiro

 

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*Fonte: notaterapia

Jimmy Page mergulha profundamente na carreira no novo livro de sua “antologia”

Jimmy Page anunciou uma publicação assinada de um livro de 384 páginas, em edição limitada, que oferece uma espiada no material raro de seus arquivos pessoais. Jimmy Page: The Anthology é narrado inteiramente pela lenda do Led Zeppelin, com fotos de seis décadas.

“Neste livro, eu queria incluir itens do meu arquivo pessoal que fizeram parte da minha história geral, para dar os detalhes por trás dos detalhes”, disse Page em comunicado à imprensa.

Vários elementos-chave de sua coleção são retratados em Jimmy Page: The Anthology, entre eles suas guitarras (incluindo o “Dragon” Telecaster e “Number One” Gibson Les Paul), figurinos, pôsteres raros, pôsteres raros, prensas de vinil, correspondência e entradas de diário, bem como fotos de arquivo invisíveis.

Page coloca tudo isso em contexto com lembranças íntimas, levando os fãs a uma jornada musical notável, do amante do bliff-playing blues ao trabalho com os Yardbirds e o Zeppelin, às colaborações subsequentes com a Firm, Coverdale-Page e Robert Plant.

 

Jimmy Page: The Anthology será publicado em uma edição limitada de 2.500 cópias numeradas, cada uma assinada por Page. O livro é encadernado em couro preto, com bloqueio de folhas de ouro e bordas em páginas douradas. O design slipcase revestido a feltro foi inspirado no estojo Selmer da primeira guitarra elétrica de Page, uma Resonet Futurama de 1958.

 

Com preço de £ 395 (ou cerca de US $ 480), Jimmy Page: The Anthology já está disponível para pré-venda. O livro está programado para ser lançado em dezembro.

 

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*Fonte: ultimateclassicrock

Vídeo mostra chineses de zero a 100 anos de idade

O canal Imagine Videoclips reúne uma série de vídeos com a temática “0-100 years”, isto é, filmes que mostram uma pessoa de cada idade, de zero a 100 anos, em diversas partes do mundo – como a China, por exemplo:

O perfil do canal no YouTube apresenta a página da seguinte maneira:“Como nós vivemos, como nós envelhecemos? Do bebê aos mais velhos, nós, seres humanos, somos tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão iguais. Todos nós temos um tempo limitado, portanto gaste-o bem, com respeito ao planeta e todas as criaturas que o habitam. E divirtam-se!”

A versão chinesa do vídeo foi gravada há pouco tempo – em abril deste ano – e mostra bebês, crianças, jovens, adultos e idosos do país. A título de curiosidade, vale mencionar aqui que o aumento da expectativa de vida na China foi o maior já visto nos últimos anos. O número subiu em 42 anos durante um período de tempo de sete anos, chegando a 76,25 anos em 2019. Na frente dela, estão apenas Japão, com 83,98 anos, e Estados Unidos, com 78,69 anos.

Para quem curtiu o projeto, a coleção de 0 a 100 anos já conta com vídeos gravados no Marrocos, França, Espanha, Catalunha e New York, além de versões só com homens e outra só com mulheres. Todas estão disponíveis no canal Imagine Videoclips.

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*Fonte: updateordie

Sandman, clássica HQ de Neil Gaiman, vai virar série de TV pela Netflix

Em acordo milionário com a Warner Bros., a Netflix transformará a clássica história em quadrinhos de Neil Gaiman, Sandman, em uma série de televisão.

Até o momento, nenhuma das empresas comentaram sobre o acordo, que ainda precisa ser formalizado.

A Warner tenta adaptar Sandman desde a década de 1990, sem sucesso. Da última vez, o roteirista Eric Heisserer abandonou o projeto por acreditar que a história de Morpheus não caberia em um longa.

“Cheguei à conclusão de que a melhor versão desta propriedade é uma série da HBO ou uma série limitada, mas não como um filme ou uma trilogia”, ele declarou.

A HQ de Neil Gaiman consolidou o gênero dos quadrinhos adultos, misturando horror, fantasia e mitologia.

A adaptação da Netflix traz Allan Heinberg (Mulher Maravilha e Grey’s Anatomy) como roteirista, enquanto o próprio Gaiman assume o posto de produtor-executivo ao lado de David Goyer (Batman: o Cavaleiro das Trevas).

Segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, este seria o programa o mais caro já realizado pela Warner. Ainda não há previsão de estreia para a série.

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*Fonte: revistarollingstone

Morre o cantor e compositor João Gilberto

Morreu ontem no Rio de Janeiro, aos 88 anos, o cantor e compositor João Gilberto, considerado um dos pais da bossa nova.

Segundo amigos da família, João Gilberto passava por um exame, que teve complicações. Os advogados da filha Bebel Gilberto, que trava uma disputa com o irmão João Marcelo, estão a caminho da casa do cantor. O corpo deve passar por uma autópsia.

O estado do cantor se agravou nos últimos meses — desde a perda da amiga e ex-mulher Miúcha, também cantora, que morreu em dezembro do ano passado.
*Por Guilherme Amado
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*Fonte: epoca

Uma das bibliotecas mais lindas do mundo fica no Brasil

Com seus mais de 350 mil livros, o Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio de Janeiro, foi eleito pela revista Time a quarta mais bonita biblioteca do mundo.

O prédio, que tem arquitetura neomanoelina e foi construído entre 1880 e 1887, reserva o maior acervo de autores portugueses fora de Portugal e se tornou um símbolo incrível da História do Brasil que pode ser vista de pertinho pelos visitantes.

Real Gabinete Português de Leitura: imponência e história

Foi em 1837 que um grupo de portugueses fundou o Real Gabinete Português de Leitura, a exemplo dos gabinetes de leitura (que, depois, se tornaram as bibliotecas públicas) de Portugal.

“É a associação mais antiga criada pelos portugueses do Brasil após a independência de 1822”, de acordo com o site da biblioteca.

O arquitetônico do prédio, que ainda hoje se impõe no Centro do Rio de Janeiro, foi elaborado pelo arquiteto português Raphael da Silva e Castro. Internamente, ele tem grandes galerias com livros, vitrais e decoração que veja bem, de tirar o fôlego.

O Gabinete Português de Leitura tem uma obra valiosa: um exemplar da primeira edição de “Os Lusíadas”, do escritor Luís de Camões, que pertenceu à Companhia de Jesus.

Funcionamento e consulta

O Real Gabinete Português de Leitura fica na Rua Luís de Camões, número 30, no Centro do Rio de Janeiro, e funciona das 9 às 18 horas de segunda a sexta-feira.

A consulta ao acervo pode ser feita via site ou pessoalmente, neste caso, com o o auxilio do responsável pela biblioteca.

>> site: http://www.realgabinete.com.br/#Inicio

 

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae