Arquivo da tag: cultura

Transformers: O Último Cavaleiro | Trailer


SÉRIE: Humano, Demasiado Humano – Martin Heidegger: Projeto Para Viver

Documentário
Humano, Demasiado Humano – Martin Heidegger: Projeto Para Viver

O projeto do tratado Ser e Tempo, foi publicado em 1927 no mesmo ano que Minha Luta (Adolf Hitler). Este programa examina a vida e a filosofia de Martin Heidegger, descreve a sua ascensão a proeminência intelectual, expondo os motivos do seu envolvimento no partido Nazi. Entrevistas com o seu filho, Hermann Heidegger, George Steiner autor de uma influente critica da sua filosofia, contado também com o seu biógrafo Hugo Ott; e ex-aluno de Hans-Georg Gadamer, fornecem novas ideias enquanto se faz uma reconstrução dos momentos chaves da vida de Heidegger. Vida e história de um homem cujos apologistas e os antagonistas ainda amargamente se dividem.

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*Fonte: revistaprosaversoearte

 


SÉRIE: Humano, Demasiado Humano – Friedrich Nietzsche: Além do bem e do mal

Documentário
Humano, Demasiado Humano – Friedrich Nietzsche: Além do bem e do mal

A semente do pensamento disseminado por Nietzsche no século 19 prefigurava o piloto do século 20 sobre os conceitos do existencialismo e da psicanálise. Este programa conta com entrevistas de grandes estudiosos do pensamento do Nietzsche sendo eles: Ronald Hayman e Leslie Chamberlain (biógrafos de Nietzsche), Andrea Bollinger (arquivista), Reg Hollingdale (tradutor), Will Self (escritor) e Keith Ansell Pearson (filosofa) que sonda a vida e os escritos de Nietzsche. Além de mostrar também o papel da irmã de Nietzsche na edição das suas obras para o uso como propaganda nazi. Conta também com partes de prosas aforísticas extraídas de obras como a parábola de um louco e assim falou Zaratustra.

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*Fonte: revistaprosaversoearte


SÉRIE- Humano, Demasiado Humano (Jean Paul Sartre)

Documentário
Humano, Demasiado Humano – Jean-Paul Sartre: O Caminho Para a Liberdade

Neste episódio é abordada a vida e a obra do mais famoso filósofo existencialista europeu, Jean-Paul Sartre (1905-1980). O homem que passou a vida a desafiar a lógica convencional amava os paradoxos. O documentário expõe estes paradoxos da sua vida e da sua obra, ao mesmo tempo em que ambos são questionados. A pergunta central que é colocada é: Se o ser humano é livre para fazer o que quiser, como justifica Sartre, então como devemos viver as nossas vidas no dia-a-dia?

 

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*Fonte: revistaprosaversoearte

 


Fatiado


Um pouco da arte de Maria Svarbova

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Mil músicos tocando “Smells Like Teen Spirit” – Nirvana


A arte de Michael Kagan

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TVE/RS – Não pode fechar as portas!

Não pode fechar as portas!
Único canal estatal que tá sempre aberto pro artista gaúcho e pra todos que visitam Porto Alegre.
>>> Vamos apoiar!
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Dia de los muertos – II

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Desfile Catrinas.

 

 

 

 

 

 

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Delírios do Sul do Mundo em um Pub Irlandês – Wander Wildner e Gustavo Kaly [TEASER]


Quem lê mais vive mais. E basta meia hora por dia.

Seus amigos reclamam quando você deixa de encontrar com eles para ficar em casa lendo? Não fique triste, leitor: uma pesquisa de Yale revela que o hábito de ler mais está ligado a uma longevidade maior – ou seja, seus livros queridos não só são divertidos: eles te fazem viver mais.

O estudo, chamado Um capítulo por dia, foi realizado nos EUA, ao longo de 12 anos – e analisou a relação entre a longevidade e os hábitos de leitura de 3.635 pessoas com mais de 50 anos. Essa mesma turma também estava participando de uma outra pesquisa maior, a Health and Retirement Study, que tem investigado, desde 1990, a saúde de americanos que passam dos 50 anos.

Em Um capítulo por dia, os pesquisadores dividiram as 3.635 pessoas em três grupos: os “não leitores” (quem não tinha o hábito de ler), os “leitores” (que liam por até três horas e meia na semana) e os “super leitores” (quem lia mais de três horas e meia por semana). Para definir os grupos, os participantes responderam a algumas perguntas simples sobre quanto tempo passavam lendo livros, revistas e jornais por semana.

Aí, 12 anos depois, os cientistas compararam esses hábitos aos dados de saúde do Health and Retirement Study, e descobriram o seguinte: os não leitores haviam morrido mais cedo do que os leitores, e bem mais cedo do que os super leitores.

Quem lia até 3h30 por semana, segundo o estudo, tinha 17% menos chances de morrer antes dos 62 anos do que quem não lia nada – e quem fazia parte do grupo dos super leitores tinha 23% menos chances de bater as botas antes dos 62. Além disso, esse resultado foi geral – não tinha a ver com gênero, classe social, problemas psicológicos nem nível de educação.

Fazendo as contas, dá para ver que não precisa de muito trabalho para ser um super leitor: um pouco mais de meia hora de leitura por dia já é o suficiente para fazer parrte desse grupo. Mas tem um truque aí: não adianta ler qualquer coisa, porque a mágica só funciona com livros – quando os cientistas compararam o tempo de vida das pessoas que liam apenas jornais e revistas, mesmo que fosse muita leitura, a longevidade não era tão grande quanto a dos super leitores de livros.

Então sai já dessa tela!

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*Fonte: superinteressante / Helô D’Angelo

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Paramount cria canal no youtube com 180 filmes que podes ver gratuitamente

Um dos maiores estúdios de cinema do mundo criou um canal próprio no youtube, onde colocou filmes grátis, disponíveis para todo o público. São mais de 180 filmes, ao dispor de um click, sem qualquer custo. No ano passado o canal tinha cerca de 150 filmes, agora há mais 30 filmes para todos os gostos.

Esta é também uma forma de chegar até ao espectador e uma nova maneira de ceder às novas tendências do público, que procura algo cada vez mais rápido e no conforto do lar. O canal Paramount Vault foi lançado recentemente e tem vindo a ganhar cada vez mais importância entre os utilizadores, já tem cerca de 319 000 seguidores e 5,6 milhões de visualizações.

Nota: para visualizares os filmes tens de fazer login numa conta do youtube e o Paramount Vault não está teoricamente disponível fora dos Estados Unidos, mas podes ver os filmes na mesma só tens de instalar a extensão ProxMate no teu browser. Concluída a instalação adicionas uma extensão para que ela funcione com o YouTube.

*Fonte: comunidadeculturaearte

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44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro

Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil anuncia resultados de sua 4.ª edição em seminário em São Paulo; livro com análise será publicado na Bienal do Livro de São Paulo
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Há um pouco mais de leitores no Brasil. Se em 2011 eles representavam 50% da população, em 2015 eles são 56%. Mas ainda é pouco. O índice de leitura, apesar de ligeira melhora, indica que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de livros lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. A média anterior era de 4 livros lidos por ano. Os dados foram revelados na tarde desta quarta-feira, 18, e integram a quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.

Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, mesma amostra da pesquisa passada. Isso representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira.

Para a pesquisa, é leitor quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. Já o não leitor é aquele que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos 3 meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses.

A Bíblia é o livro mais lido, em qualquer nível de escolaridade. O livro religioso, aliás, aparece em todas as listas: últimos livros lidos, livros mais marcantes. 74% da população não comprou nenhum livro nos últimos três meses. Entre os que compraram livros em geral por vontade própria, 16% preferiram o impresso e 1% o e-book. Um dado alarmante: 30% dos entrevistados nunca comprou um livro.

Para 67% da população, não houve uma pessoa que incentivasse a leitura em sua trajetória, mas dos 33% que tiveram alguma influência, a mãe, ou representante do sexo feminino, foi a principal responsável (11%), seguida pelo professor (7%).

As mulheres continuam lendo mais: 59% são leitoras. Entre os homens, 52% são leitores. Aumentou o número de leitores na faixa etária entre 18 e 24 anos – de 53% em 2011 para 67% em 2015. A pesquisa não aponta os motivos, mas Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional de Editores, disse ao Estado que o boom da literatura para este público pode ter ajudado no aumento do índice – mais do que uma ação para manter o aluno que sai da escola interessado na leitura.

Entre as principais motivações para ler um livro, entre os que se consideram leitores, estão gosto (25%), atualização cultural ou atualização (19%), distração (15%), motivos religiosos (11%), crescimento pessoal (10%), exigência escolar (7%), atualização profissional ou exigência do trabalho (7%), não sabe ou não respondeu (5%), outros (1%). Adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem por gosto (42%), seguidos por crianças de 5 a 10 anos (40%).

Os fatores que mais influenciam na escolha de um livro estão tema ou assunto (30%), autor (12%), dicas de outras pessoas (11%), título do livro (11%), capa (11%), dicas de professores (7%), críticas/ resenhas (5%), publicidade (2%), editora (2%), redes sociais (2%), não sabe/não respondeu (8%), outro (1%). O item O “tema ou assunto” influencia mais a escolha dos adultos e daqueles com escolaridade mais alta, atingindo 45% das menções entre os que têm ensino superior. Já o público entre 5 e 13 anos escolhe pela capa. Dicas de professores funcionam melhor que todas as outras opções para crianças entre 5 e 10 anos. E blogs respondem por menos de 1%.

Lê-se mais em casa (81%), depois na sala de aula (25%), biblioteca (19%), trabalho (15%), transporte (11%), consultório e salão de beleza (8%) e em outros lugares menos expressivos. E lê-se mais livros digitais em cyber cafés e lan houses (42%) e no transporte (25%).

Aos não leitores, foi perguntado quais foram as razões para eles não terem lido nenhum livro inteiro ou em partes nos três meses anteriores à pesquisa. As respostas: falta de tempo (32%), não gosta de ler (28%), não tem paciência para ler (13%), prefere outras atividades (10%), dificuldades para ler (9%), sente-se muito cansado para ler (4%), não há bibliotecas por perto (2%), acha o preço de livro caro (2%), tem dinheiro para comprar (2%), não tem local onde comprar onde mora (1%), não tem um lugar apropriado para ler (1%), não tem acesso permanente à internet (1%), não sabe ler (20%), não sabe/não respondeu (1%).

A leitura ficou em 10º lugar quando o assunto é o que gosta de fazer no tempo livre. Perdeu para assistir televisão (73%), que, vale dizer, perdeu importância quando olhamos os outros anos da pesquisa: 2007 (77%) e 2011 (85%). Em segundo lugar, a preferência é por ouvir música (60%). Depois aparecem usar a internet (47%), reunir-se com amigos ou família ou sair com amigos (45%), assistir vídeos ou filmes em casa (44%), usar WhatsApp (43%), escrever (40%), usar Facebook, Twitter ou Instagram (35%), ler jornais, revistas ou noticias (24%), ler livros em papel ou livros digitais (24%) – mesmo índice de praticar esporte. Perdem para a leitura de um livro: desenhar, pintar, fazer artesanato ou trabalhos manuais (15%), ir a bares, restaurantes ou shows (14%), jogar games ou videogames (12%), ir ao cinema, teatro, concertos, museus ou exposições (6%), não fazer nada, descansar ou dormir (15%).

A principal forma de acesso ao livro é a compra em livraria física ou internet (43%). Depois aparecem presenteados (23%), emprestados de amigos e familiares (21%), emprestados de bibliotecas de escolas (18%), distribuídos pelo governo ou pelas escolas (9%), baixados da internet (9%), emprestados por bibliotecas públicas ou comunitárias (7%), emprestados em outros locais (5%), fotocopiados, xerocados ou digitalizados (5%), não sabe/não respondeu (7%).

A livraria física é o local preferido dos entrevistados para comprar livros (44%), seguida por bancas de jornal e revista (19%), livrarias online (15%), igrejas e outros espaços religiosos (9%), sebos (8%), escola (7%), supermercados ou lojas de departamentos (7%), bienais ou feiras de livros (6%), na rua, com vendedores ambulantes (5%), outros sites da internet (4%), em casa ou no local de trabalho, com vendedores “porta a porta” (3%), outros locais (6%) e não sabe/não respondeu (7%). O preço é o que define o local da compra para 42% dos entrevistados. Na pesquisa anterior, isso valia para 49%.

A pesquisa perguntou a professores qual tinha sido o último livro que leram e 50% respondeu nenhum e 22%, a Bíblia. Outros títulos citados: Esperança, O Monge e o Executivo, Amor nos tempos do cólera, Bom dia Espírito Santo, Livro dos sonhos, Menino brilhante, O símbolo perdido, Nosso lar, Nunca desista dos seus sonhos e Fisiologia do exercício. Entre os 7 autores mais lembrados, Augusto Cury, Chico Xavier, Gabriel Garcia Márquez, Paulo Freire, Benny Hinn, Ernest W. Maglischo e Içami Tiba.

Quando extrapolamos para a amostra total, os títulos mais citados como os últimos lidos ou que estão sendo lidos foram Bíblia, Diário de um banana, Casamento Blindado, A Culpa é das Estrelas, Cinquenta Tons de Cinza, Ágape, Esperança, O Monge e o Executivo, Ninguém é de ninguém, Cidades de Papel, O Código da Inteligência, Livro de Culinária, Livro dos Espíritos, A Maldição do Titã, A Menina que Roubava Livros, Muito mais que cinco minutos, Philia e A Única Esperança.

Quando a questão é sobre os livros mais marcantes, os religiosos continuam ali e a Bíblia segue como referência, mas a lista fica um pouco diferente, com alguns clássicos e infantojuvenis: Bíblia, A Culpa é das Estrelas, A Cabana, O Pequeno Príncipe, Cinquenta Tons de Cinza, Diário de um banana, Turma da Mônica, Violetas na Janela, O Sítio do Pica-pau Amarelo, Crepúsculo, Ágape, Dom Casmurro, O Alquimista, Harry Potter, Meu pé de laranja lima, Casamento Blindado e Vidas Secas.

Entre os escritores preferidos dos brasileiros estão Monteiro Lobato, Machado de Assis, Paulo Coelho, Maurício de Sousa, Augusto Cury, Zibia Gasparetto, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Chico Xavier, John Green, Ada Pellegrini, Vinícius de Moraes, José de Alencar e Padre Marcelo Rossi.

*Fonte: estadaoblogsbabel / Maria Fernanda Rodrigues

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Fisionomia icônica intelectual

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Documentário – Quem matou o carro elétrico?


Desenhos feitos com café

A artista Maria A. Aristidou tem uma arte peculiar, ela desenha tendo o café como diferentes tons de tinta em seus trabalhos. Confira abaixo alguns de seus magníficos trabalhos.

Encontra a artista na web:
Instagram:  https://instagram.com/ma_aris/
Facebook:  https://www.facebook.com/Maria.A.Aristidou

 

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*Fonte: Updateordie


Yamandu Costa – show em Venâncio Aires neste sábado

O violonista gaúcho Yamandu Costa é a principal atração do evento “Brasil: nossa cultura é show”, que acontece neste fim de semana em Venâncio Aires. O festival, que agregará oito shows de música e dança, acontece no sábado, 17, e domingo, 18, em palco que será montado na Travessa Pastor Menzel, ao lado da Praça Evangélica. Os shows, gratuitos à população, integram as comemorações do mês de aniversário do município, numa iniciativa do Ministério da Cultura em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo.

O show de Yamandu Costa está marcado para o sábado, a partir das 19h, encerrando a programação do dia, que já tem confirmadas as apresentações da Orquestra de Viola Gaúcha e do grupo O Som do Sul. No domingo, a grade de atrações terá o grupo de danças típicas alemãs Eintracht, os músicos venâncio-airenses Renato e Anderson Ruwer e a Orquestra Municipal de Venâncio Aires. Mais uma atração será confirmada em cada dia do evento, que ocorrerá em palco coberto e terá mais de 200 cadeiras disponibilizadas ao público, para garantir o conforto da plateia mesmo em caso de chuva.

Natural de Passo Fundo, Yamandu Costa é referência nacional e mundial quando o assunto é violão. Seus estudos iniciaram aos sete anos de idade e incluem aulas com o violonista argentino Lúcio Yanel, que tocou na Capital do Chimarrão durante a 13ª Fenachim. Sua virtuose no violão de sete cordas já rendeu a gravação de 16 álbuns e dois DVDs, além de shows em quase 40 países, desfilando estilos variados como choro, tango, música clássica, milongas e chamamés.

*Texto de Geferson Kern
*Fonte: Pref. Venâncio Aires

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MuCo

Conheça um museu diferente, muito interessante e que deveria ter a maior atenção de todos nós brasileiros e sem pagar nada para entrar mas de qualquer forma cuidado com o seu bolso. Depois não diga que não avisei. É o MuCo – Museu da Corrupção no Brasil.

http://www.muco.com.br/home.htm


Passear, procurar, revirar e depois ler

Esta semana estive várias vezes na Feira do Livro (Venâncio Aires – RS), num primeiro momento para simplesmente dar aquela passeada básica e conferir de perto alguns títulos e preços de livros, já que ultimamente tenho feito tal manobra mais pela internet. Ter contato com livros e manuseá-los é uma experiência legal, gosto disso talvez como outros fazem com vinhos, carros ou coleção de aspargos. Já mencionei por aqui de que curto muito esse clima de livraria, banca de revistas, de CDs e DVDs, tenho amigos que dizem que se não querem perder minha companhia durante alguma empreitada é bom nem passar perto de locais assim. É, talvez eles estejam certos. Bom, enfim, depois também estive por lá outra vez para o Sarau Literário, quando ocorreu a primeira apresentação “relâmpago” dos amigos “Dudu & Bruna”, que apesar da sugestão do nome, não se trata de mais uma dupla sertaneja, ainda bem. Hoje, um sábado meio enfadonho de chuva murrinhenta, saquei que era o momento perfeito para logo após almoço aproveitar esse tempo durante a caminhada para mais uma investida pela feirinha. Com mais calma e alguns trocados no bolso, revirar melhor cada banca, catar títulos novos, estranhos ou e até algumas promoções (gosto do balaio de promoções nas feiras, sempre tem aquele livro interessante e inesperado que “chama” a gente), claro, passando longe daquela obviedade baboseiral de romances vampirescos, Dan Brown e os de auto ajuda (tô fora!). Apesar da pequena euforia, tenho de conter meus impulsos de gastos com livros, percebo que a pilha de livros para serem lidos em casa aumentou demais, muito além da demanada de leitura, o que não é um bom sinal. Tô na internet ou vendo TV demais. A falta de tempo tem sido o maior problema, depois é claro, de minha falta de organização. Mas but, com uma certa dose de motivação, empenho e determinação o ritmo local de leitura deve aumentar em breve novamente, assim espero. Por outro lado sinto que tenho uma espécie de dever, compromisso, se assim posso chamar, de unir o útil ao agradável com o simples ato de comparecer a esta feira do livro de minha cidade, participando e ajudando a fomentar a cultura local e assim a manutenção e continuidade desse tipo de evento. Tá, parece papo de pastorzinho, mas não é, gosto de ler, sempre gostei e fui incentivado desde pequeno a leitura, sou filho de professora, aliás, agora estou fazendo o mesmo, ou tu acha que não comprei livro para a minha pequena também!? Um dos objetivos de hoje era voltar com algum livro do Carpinejar ou do Daniel Galera na suvaqueira, mas não foi bem isso, me criei nos balaios e livres desses dois escrfitores ficam etão para uma próxima oportunidade. Sei, sacanagem com o patrono da feira que é o Moacir Scliar, mas dele eu já li, quero coisas novas prá mim. Feito, era isso e um abraço pro gaiteiro!