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Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

Novo estudo vira de ponta-cabeça a velha ideia: A fuga é possível, mas no médio prazo as experiências negativas são fixadas em nossa memória.

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

 

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

 

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*Fonte: elpais


Não acabem com a caligrafia: escrever à mão desenvolve o cérebro

Pediatra acredita que é preciso cuidado para que o mundo digital não leve embora experiências significativas que tem impacto no desenvolvimento das crianças

As crianças que vivem no mundo dos teclados precisam aprender a antiquada caligrafia?

Há uma tendência a descartar a escrita à mão como uma habilidade que não é mais essencial, mesmo que os pesquisadores já tenham alertado para o fato de que aprender a escrever pode ser a chave para, bem, aprender a escrever.

E, além da conexão emocional que os adultos podem sentir com a maneira como aprendemos a escrever, existe um crescente número de pesquisas sobre o que o cérebro que se desenvolve normalmente aprende ao formar letras em uma página, sejam de forma ou cursivas.

Em um artigo publicado este ano no “The Journal of Learning Disabilities”, pesquisadores estudaram como a linguagem oral e escrita se relacionava com a atenção e com o que é chamado de habilidades de “função executiva” (como planejamento) em crianças do quarto ao nono ano, com e sem dificuldades de aprendizagem.

Virginia Berninger, professora de Psicologia Educacional da Universidade de Washington e principal autora do estudo, contou que a evidência dessa e de outras pesquisas sugere que “escrever à mão – formando letras – envolve a mente, e isso pode ajudar as crianças a prestar atenção à linguagem escrita”.

No ano passado, em um artigo no “Journal of Early Childhood Literacy”, Laura Dinehart, professora associada de Educação da Primeira Infância na Universidade Internacional da Flórida, discutiu várias possibilidades de associações entre boa caligrafia e desempenho acadêmico: crianças com boa escrita à mão são capazes de conseguir notas melhores porque seu trabalho é mais agradável para os professores lerem; as que têm dificuldades com a escrita podem achar que uma parte muito grande de sua atenção está sendo consumida pela produção de letras, e assim o conteúdo sofre.
Mas podemos realmente estimular o cérebro das crianças ao ajudá-las a formar letras com suas mãos?

Em uma população de crianças pobres, diz Laura, as que possuíam boa coordenação motora fina antes mesmo do jardim da infância se deram melhor mais tarde na escola.

Ela diz que mais pesquisas são necessárias sobre a escrita nos anos pré-escolares e sobre as maneiras para ajudar crianças pequenas a desenvolver as habilidades que precisam para realizar “tarefas complexas” que exigem coordenação de processos cognitivos, motores e neuromusculares.

Esse mito de que a caligrafia é apenas uma habilidade motora simplesmente está errado. Usamos as partes motoras do nosso cérebro, o planejamento motor, o controle motor, mas muito mais importante é a região do órgão onde o visual e a linguagem se unem, os giros fusiformes, onde os estímulos visuais realmente se tornam letras e palavras escritas

As pessoas precisam ver as letras “nos olhos da mente” para produzi-las na página, explica ela. A imagem do cérebro mostra que a ativação dessa região é diferente em crianças que têm problemas com a caligrafia.

Escaneamentos cerebrais funcionais de adultos mostram que uma rede cerebral característica é ativada quando eles leem, incluindo áreas que se relacionam com processos motores. Os cientistas inferiram que o processo cognitivo de ler pode estar conectado com o processo motor de formar letras.

Larin James, professora de Ciências Psicológicas e do Cérebro na Universidade de Indiana, escaneou o cérebro de crianças que ainda não sabiam caligrafia. “Seus cérebros não distinguiam as letras; elas respondiam às letras da mesma forma que respondiam a um triângulo”, conta ela.

Depois que as crianças aprenderam a escrever à mão, os padrões de ativação do cérebro em resposta às letras mostraram mais ativação daquela rede de leitura, incluindo os giros fusiformes, junto com o giro inferior frontal e regiões parietais posteriores do cérebro, que os adultos usam para processar a linguagem escrita – mesmo que as crianças ainda estivessem em um estágio muito inicial na caligrafia.

“As letras que elas produzem são muito bagunçadas e variáveis, e isso na verdade é bom para o modo como as crianças aprendem as coisas. Esse parece ser um dos grandes benefícios da escrita à mão”, conta Larin James.

Especialistas em caligrafia vêm lutando com a questão de se a letra cursiva confere habilidades e benefícios especiais, além dos fornecidos pela letra de forma. Virginia cita um estudo de 2015 que sugere que, começando por volta da quarta série, as habilidades com a letra cursiva ofereciam vantagens tanto na ortografia quanto na composição, talvez porque as linhas que conectam as letras ajudem as crianças a formar palavras.

Para crianças pequenas com desenvolvimento típico, digitar as letras não parece gerar a mesma ativação do cérebro. À medida que as pessoas crescem, claro, a maioria faz a transição para a escrita em teclados. No entanto, como muitos que ensinam na universidade, eu me questiono a respeito do uso de laptops em sala de aula, mais porque me preocupo com o fato de a atenção dos alunos estar vagando do que com promover a caligrafia. Ainda assim, estudos sobre anotações feitas à mão sugerem que “alunos de faculdade que escrevem em teclados estão menos propensos a se lembrar e a saber do conteúdo do que se anotassem à mão”, conta Laura Dinehart.

Virginia diz que a pesquisa sugere que crianças precisam de um treinamento introdutório em letras de forma, depois, mais dois anos de aprendizado e prática de letra cursiva, começando na terceira série, e então a atenção sistemática para a digitação.

Usar um teclado, e especialmente aprender as posições das letras sem olhar para as teclas, diz ela, pode muito bem aproveitar as fibras que se intercomunicam no cérebro, já que, ao contrário da caligrafia, as crianças vão usar as duas mãos para digitar.

O que estamos defendendo é ensinar as crianças a serem escritoras híbridas. Letra de forma primeiro para a leitura – isso se transfere para o melhor reconhecimento das letras –, depois cursiva para a ortografia e a composição. Então, no final da escola primária, digitação

Como pediatra, acho que pode ser mais um caso em que deveríamos tomar cuidado para que a atração do mundo digital não leve embora experiências significativas que podem ter impacto real no desenvolvimento rápido do cérebro das crianças.

Dominar a caligrafia, mesmo com letras bagunçadas e tudo, é uma maneira de se apropriar da escrita de maneira profunda.

“Minha pesquisa global se concentra na maneira como o aprendizado e a interação com as palavras feitas com as próprias mãos têm um efeito realmente significativo em nossa cognição”, explica Larin James. “É sobre como a caligrafia muda o funcionamento do cérebro e pode alterar seu desenvolvimento.”

 

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*Fonte: psicologiasdobrasil


Está comprovado: 20 nomes que pertencem à lista a crianças mais rebeldes

O estudo destinado a explicação dos nomes próprios recebe o nome de onomástica, que é um dos ramos da linguística que se inclui a Antroponímia  (estudo dos nomes das pessoas).

A pesquisa foi realizada na School Stickers USA em 10 mil escolas num sistema de recompensa chamado “School Stickers”.  Os instrutores pediram a 60.000 crianças para arquivarem os seus adesivos que receberam na escola pelo bom comportamento.

E depois de monitorar o comportamento dessas crianças e, com base nos seus próprios registros das etiquetas de bom comportamento na escola, os pesquisadores analisaram e divulgaram os “nomes dos danadinhos”. Ou seja, daquelas crianças com a maior probabilidade de se comportarem rebeldia.

É importante ressaltar que rebeldia não significa um ponto de ênfase negativa. Lembremos que, historicamente, as grandes invenções foram realizadas por pessoas portadoras de um espírito muito inquieto. Se vivêssemos em mundo só com pessoas de espírito manso, não teríamos grandes avanços em termos gerais. Pois o espírito sereno se harmoniza com tudo ao seu redor e convive bem com pouco. Mas o “rebelde” – por assim dizer – é aquele que não se conforma com o panglossianismo do “melhor dos mundos possíveis”. Certamente foi um desses espíritos rebeldes que inventaram a roda.

É certo que pesquisa alguma é uma ciência exata. Trata-se daquela experiência com 60 mil crianças e, é claro, que fora dela existem exceções. Há nomes de crianças que estão na lista de levados que são verdadeiros anjinhos. Bem como há nomes na lista dos bonzinhos que são de crianças bem levadas. Como dizemos, são probabilidades e não regras.

A lista apresenta os nomes das crianças que se mostraram mais rebeldes durante a pesquisa. Isso está provado nesta pesquisa realizada em escolas dos Estados Unidos.

Como o estudo não foi realizado no Brasil e os nomes não correspondem, precisamente, fizemos uma lista com base nos estudos da especialista em onomástica (estudo dos nomes próprios) e antroponímia (o estudo dos nomes de pessoas), Maria Vicentina do Amaral Dick, da Universidade de São Paulo. Vamos lá:

 

Top 10 das meninas danadinhas:

    1. Alice

A origem do nome Alice é Grego e significa verídica, autêntica, a verdadeira

    2. Sofia

A origem do nome Sofia é Grego e significa sabedoria

    3. Beatriz

A origem do nome Beatriz é Latim. Significa bem-aventurada ou aquela que faz os outros felizes.

    4. Laura

A origem do nome Laura é Latim. Significa coroa de folhas de louro.

    5. Júlia

A origem do nome Julia é italiana. Significa cheia de juventude.

    6. Ágata

O nome Ágata significa Bem.

    7. Gabriela

A origem do nome Gabriela é Hebraico e significa enviada de Deus, força de Deus

    8. Rafaela

A origem do nome Rafaela é Hebraico e significa curada por Deus.

    9. Sara

A origem do nome Sara é do Hebraico Sarah e significa princesa.

    10. Ana

A origem do nome Ana é Hebraico. Significa cheia de graça, que tem compaixão, clemência.

 

Top 10 dos meninos danadinhos:

    1. Victor

A origem do nome Victor é Latim e significa vitorioso.
    2. Artur

A origem do nome Artur é Celta. Arth-wr, o nobre, o generoso.

    3. Gabriel

A origem do nome Gabriel é Hebraico. Significa enviado de Deus ou força de Deus.

    4. Bernardo

A origem do nome Bernardo é Teutônico. Significa forte como um urso.

    5. Guilherme

A origem do nome Guilherme é Teutônico. Significa o que protege, o protetor.

    6. Pedro

A origem do nome Pedro é Aramaico. Significa Pedra ou Rocha firme.

    7. Miguel

A origem do nome Miguel é Hebraico. Significa aquele parecido, mas não igual a Deus.

    8. Gustavo

A origem do nome Gustavo é Sueco e significa bastão de combate ou cetro do rei.

    9. Henrique

A origem do nome Henrique é do Teutônico Heinrik, que significa príncipe poderoso ou senhor do lar

    10. Rafael

A origem do nome Rafael é do Hebraico Rephael que significa curado por Deus ou Deus curou.

 

Top 10 das meninas bem-comportadas:

    1. Bruna

A origem do nome Bruna é Teutônico e significa morena, escura.

    2. Isabel

A origem do nome Isabel é do Hebraico Izebel ou uma derivação de Elizabete do Hebraico Elishebba. No Francês Isabelle e no Espanhol Isabel. Significa a casta, a pura ou aquela que cumpre com as promessas.

    3. Mariana

A origem do nome Mariana é a combinação de dois nomes bem comuns: Maria e Ana. Maria é Hebraico e significa senhora soberana, pura e vidente. Ana é Hebraico. Significa cheia de graça, que tem compaixão, clemência.

    4. Juliana

A origem do nome Juliana é Latim. Significa cheia de juventude ou na mitologia grega filha de Júpiter

    5. Diana

A origem do nome Diana é Latim. Significa Brilhante, a divina. Nome da deusa da caça.

    6. Débora

A origem do nome Débora é do Hebraico Debhoráh e significa a abelha laboriosa.

    7. Jessica

O nome Jéssica é feminino e de origem hebraica Yiskah. Significa olhar para frente ou a observadora.

    8. Raquel

A origem do nome Raquel é Hebraico. Significa Calma como uma ovelha.

    9. Joana

A origem do nome Joana é Latim. Significa Deus é cheio de bênçãos.

    10. Érica

O nome Érica significa governante da Lei.

 

Top 10 dos meninos bem-comportados

    1. David

A origem do nome Davi é do  hebraico David e significa Amado, Predileto, Respeitado

    2. Nuno

A origem do nome Nuno é Latim. Do latim pai, avô, peixe.

    3. Daniel

A origem do nome Daniel é Hebraico Daniyyel. Significa Deus é meu juiz.

    4. Eduardo

A origem do nome Eduardo é do Anglo-Saxão Eadward, que significa guardião das riquezas.

    5. Bruno

A origem do nome Bruno é Teutônico. Significa moreno, escuro ou do germânico luminoso, brilhante.

    6. Tiago

A origem do nome Tiago é Hebraico. Variante de Tiago que significa O que suplantou.

    7. João

O nome João significa Javé é gracioso ou agraciado por Deus.

    8. Samuel

A origem do nome Samuel é Hebraico e significa aquele a quem Deus ouve ou ouvido por Deus.

    9. Diogo

A origem do nome Diogo é Latim. Do latim Didacus, que significa instruído, belo. O conselheiro.

    10. Hugo

A origem do nome Hugo é Teutônico. Ajuizado. Do alemão pensamento, espírito, razão.

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Fonte: portalraizes/ Clara


Já era: o MP3 está oficialmente morto, de acordo com seus criadores

Desde o fim dos anos 90, a indústria da música foi cada vez mais se afastando de um formato físico (com os CDs e discos de vinil) para um formato digital.

Esse processo ganhou ainda mais força com o advento da internet, que facilitava a distribuição de arquivos de forma ilegal — através de softwares como eMule e LimeWire. Com o tempo, o MP3 acabou virando uma grande força dentro da indústria, impulsionando fortemente diversas empresas que decidiram utilizá-lo como seu principal modo de distribuição — como a Apple com o iTunes e o iPod.

No entanto, como a tecnologia está sempre em evolução, os dias do MP3 podem finalmente estar chegando ao fim. E isso vem da boca de seus próprios criadores: a empresa alemã The Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, responsável pela criação do formato no fim dos anos 80, acaba de informar que o seu “programa de licenciamento de algumas patentes relacionadas ao MP3 e softwares do Technicolor e Fraunhofer IIS foi encerrado”.

Ao que tudo indica, o objetivo é mover para o Advanced Audio Coding (AAC) — criado com a ajuda da empresa — que, embora tenha sido concebido no final dos anos 90, está começando a ser aplicado em larga escala recentemente.

Atualmente, o AAC é o formato padrão de áudio utilizado no YouTube, iPhone, Nintendo 3DS, Playstation 3 e muitos outros equipamentos. Em uma entrevista com a NPR, Bernhard Grill, diretor dessa divisão da Fraunhofer, entrou em detalhes sobre a transição de formatos, reforçando que o AAC “é mais eficiente que o MP3 e oferece muito mais funcionalidades”.

No caso, o AAC possui uma qualidade maior que o MP3 e, ao mesmo tempo, não ocupa tanto espaço nos HDs como outras alternativas melhores, como o FLAC. O formato já é o padrão utilizado pela Apple para transportar CDs para o iTunes, por exemplo.

 

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*Fonte: tenhomaisamigosdoquediscos


OVNIS – vídeo – II


OVNIS – vídeo – I


Experimento: arma de fogo x WD40


Passei um mês sem beber uma gota de álcool, e foi isto que me aconteceu

Não interprete mal o título acima: não se trata de uma declaração tipo “alcoólicos anônimos”. Sou o que a Organização Mundial da Saúde denominaria de “bebedor moderado”, alguém que simplesmente gosta de tomar uma taça de vinho durante as refeições. Não bebo licores nem coquetéis. E quando saio “para tomar uma cerveja” não passo de duas. Quero acreditar, além disso, que esse consumo responsável é bom para a saúde. Confio na Clínica Mayo (EUA) quando sugere que os polifenóis do vinho, quando consumidos com comedimento, protegem o coração. Também acredito nesse estudo que diz que os bebedores moderados vivem mais do que os totalmente abstêmios.

Algum leitor poderá achar que não há nada de mais em passar um mês sem álcool: tem gente que nunca bebe. Entretanto, as cifras demonstram que a maioria não é assim. Segundo o último relatório sobre álcool, tabaco e drogas ilegais na Espanha, do Ministério da Saúde desse país, 64,4 % dos espanhóis beberam álcool nos 30 dias anteriores à pesquisa. Até o mais rigoroso toma um vinhozinho num jantar.

“Fiz isto por três razões: emagrecer; me sentir mais saudável e ágil; e comprovar, simplesmente, se posso resistir à tentação.”

Eu me privei inclusive disso, durante um mês, por três motivos. Primeiro: emagrecer. Sou o tipo de gente que sempre ouve por aí: “Mas você não está gordo” – embora secretamente saiba que está. Se deixar de tomar duas taças de vinho, estarei fechando a porta a 150 calorias. Como não sou de comer com água, recorrerei à cerveja sem álcool, que tem 26 calorias por cada 100 gramas – metade da convencional –, segundo a Base de Dados Espanhola de Composição de Alimentos (BEDCA).

A segunda razão é verificar se a pessoa se sente mais saudável, ágil, atenta ou inspirada. A terceira é comprovar, simplesmente, se é possível resistir à tentação. Ao longo de um mês ocorrem situações, geralmente de índole social, que convidam a abrir um vinho ou pedir um chope. Assim fui superando-as.

 

Passagem cabisbaixa pelo corredor dos vinhos

Ao contrário das frutas e verduras, comprar vinhos no supermercado sempre me pareceu uma experiência muito agradável. O tempo se detém enquanto seleciono safras, inspeciono variedades e admiro etiquetas. Tanto que uma vez, em pleno processo, recebi um WhatsApp que dizia: “Aconteceu alguma coisa com você? Estou há meia hora te esperando nos caixas”. Era minha mulher, e desconfio que não estava exatamente preocupada com a minha saúde.

Agora, por outro lado, evito, cabisbaixo, o corredor de vinhos e licores e vou parar no das cervejas, onde não há muito que selecionar, inspecionar ou admirar. Mas antes me informei sobre essa nomenclatura no mínimo curiosa: quando dizem “sem” querem dizer “com”, e quando dizem “0,0” querem dizer “sem”. Sim, amigo, a cerveja sem álcool tem álcool (menos de 1%, pela lei espanhola). Como o desafio consiste em não tomar nem uma só gota, passo a mão em dois packs de seis “0,0” que, espero, deem para toda uma semana.
Minhas novas e saudáveis beberagens

Podem me chamar de prático, mas uma coisa boa de beber diretamente da lata é não precisar lavar o copo depois. Esse pensamento cruza minha claríssima mente no primeiro dia de abstinência. Em seguida, enquanto degusto esta beberagem sem um só vestígio de álcool, concluo que o gosto é bastante bom.

“Podem me chamar de prático, mas uma coisa boa de beber diretamente da lata é não precisar lavar o copo depois. Esse pensamento cruza minha claríssima mente no primeiro dia de abstinência.”

Outras considerações de ordem logística incluem que a cerveja, obviamente, precisará ser guardada na geladeira (ao contrário do vinho) o que me obriga a estar pendente de uma coisa a mais na cozinha (ficar sem cerveja gelada poderia ser um drama, mesmo que seja das que não embebedam). Além disso, comprovo extasiado como a pilha de garrafas vazias de vinho, que normalmente cresce com espantosa rapidez, ficou estagnada, e isso é ótimo porque, como é preciso jogá-las num contêiner especial, às vezes não me lembro de descer com elas, que assim terminam tristemente amontoadas, o que passa uma imagem lamentável.

 

O garçom nota que minhas mãos suam

Aproveitando que tenho que ler vários livros para uma matéria, decido me instalar nas mesas externas de um bar, afinal estamos na primavera. Quando vem o garçom, assaltam-me as dúvidas: quero pedir uma “0,0”, não uma “sem”, mas se especificar tanto não ficarei como um desses ranhetas que pedem o café com leite morno, semidesnatado, no copo e com sacarina?

Sempre achei que são uns desalmados, e isso que nunca trabalhei no grêmio da hotelaria. Tolhido, peço uma “sem”. Por sorte, o garçom, que deve ter notado minhas mãos suando, me traz uma “0,0”, que é o que eu queria. Mas a acompanha com três petiscos. “Cara”, tenho vontade de lhe dizer, “quero emagrecer, sacou? Não me entupir de batata frita, azeitona e salada russa”. Dispenso as duas primeiras, mas devoro a salada russa.
Combino com os amigos e…

Combino com três velhos amigos que não via fazia quatro anos; com exceção de um deles, todos somos jornalistas que já conhecemos dias melhores. Marcamos num restaurante que serve hambúrgueres e costeletas (dos que frequentávamos há 15 anos), e a nostalgia parece autorizar o consumo de uma breja.

“Quando peço minha ‘0,0’, um amigo me acompanha, o terceiro pede um refrigerante zero, e o quarto se safa com água. Meu Deus, estamos mal mesmo!”

Aí eu piro, porque, quando peço minha “0,0” (já aprendi), um deles me acompanha pedindo outra, o terceiro pede um refrigerante zero, e o quarto se safa com água. Meu Deus, estamos mal mesmo! Dado o ambiente de camaradagem que se respira, sou dominado por outra dúvida. A long neck de cerveja sem álcool também se pode beber no gargalo, fazendo pose? Não há nada que impeça, né? Então, sem pensar duas vezes, agarro minha garrafa e a levo à boca. E depois passo o dorso da mão pelos lábios, yeah!

 

Almoço com vinho sem álcool (minha nossa!)

Antigamente, quando meu pai era vivo, eu costumava chegar para o almoço carregando garrafas de vinho que entornávamos entre os dois. Agora continuo a levá-las, e costumo deixá-las mais ou menos pela metade (os domingos são um dia especial). Como ando metido nesta experiência, recorro ao vinho sem álcool, do que me falaram muito mal. Também não é para tanto. Se a cerveja sem álcool é decente, por que não o vinho?

Minha relação com esse singular produto começa mal: levo 20 minutos para localizá-lo no supermercado (e com ajuda de um funcionário). Quando o levo à mesa, minha cunhada dispara: “Mas o vinho sem álcool não é suco de uva?”. Todos aqueles a quem falo desta bebida à qual dedico grandes esperanças me dizem a mesma coisa. Saio em sua defesa brandindo a etiqueta: pegam vinho normal e, mediante um processo complicadíssimo, extraem o álcool. Mas na hora de prová-lo… minha nossa! É péssimo. Não é que não tenha gosto de vinho, é que nem sequer tem gosto de suco. Lembra aqueles insípidos e aguados licores sem álcool. Retiro educadamente a garrafa da mesa e pergunto à minha mãe se por acaso não teria uma cerveja “sem” na geladeira. E sim, tem uma solitária lata de “sem”, que aceito de bom grado.

“Como ando metido neste experimento, recorro ao vinho sem álcool, do qual me falaram muito mal. Talvez não seja para tanto. Se a cerveja sem álcool é decente, por que não o vinho?”

 

Uma cervejinha (?) com os pais da escola

É bastante conhecido o potencial do álcool como lubrificante social. Na verdade, os bebedores “sociais” têm mais amigos, segundo um estudo da Universidade de Oxford (Reino Unido) publicado em dezembro passado. Os programas de sexta à tarde no parque parecem confirmá-lo: são uma mera desculpa para que papais e mamães nos entreguemos à cerveja enquanto as crianças se machucam no escorregador. Agora que não bebo, ficarei calado, excluído? Peço uma “0,0”. E não, não fico calado nem excluído, inclusive me noto mais alerta que nas outras sextas-feiras, quando às onze já começo a bocejar.

 

Um acidentado jantar a dois

Ninguém em sã consciência cogita regar um bom jantar (presunto do bom e carnes idem) com outra coisa que não seja vinho. Mas aqui estou eu com minhas cervejas “0,0”, que já compro em caixas de 24, pois me acostumei tanto a elas que tomo uma atrás da outra, sem pestanejar. Já que não engordam… Sim, virei um viciado. Quando na metade do jantar me levanto para pegar a segunda, e depois a terceira, minha mulher não me olha feio, como quando me servia de mais vinho. Mas tanta cerveja tem duas consequências, nenhuma agradável. Uma é que você não sai do banheiro, e depois da quarta vez termina urinando um líquido completamente incolor, mas nem por isso menos premente. A outra é que produz muitíssimos gases. A tal ponto que lhe obriga a buscar a todo custo um momento de solidão antes de ir para a cama.

 

Conclusão de meu mês sem álcool: emagreci?

– Como decidi não me pesar até o final, interpreto o fato de me sentir mais leve como um bom sinal. Sou capaz de subir e descer as escadas do prédio com um alegre trote adolescente (embora também seja verdade que moro no primeiro andar).

– Psicologicamente me sinto reforçado: ter sido capaz de manter o desafio eleva minha autoestima.

“Psicologicamente me sinto reforçado: ter sido capaz de manter o desafio eleva a minha autoestima.”

– Um efeito inesperado é que meu interesse pelo vinho minguou bastante, mas talvez seja porque o calor convida a tomar bebidas geladas.

– Quando subo na balança tenho um tremendo desgosto: peso mais ou menos o mesmo que há 30 dias. No transcurso de cinco minutos atravesso todas as etapas estudadas pela psicologia para as más notícias (negação, ira, aceitação etc.), e então compreendo: sim, erradiquei o álcool, mas minha dieta não mudou em mais nada.

Leio que as calorias da cerveja convencional procedem em sua maioria do álcool, ao passo que as da “sem” vêm em 85 % de carboidratos. Pergunto o significado disso a Roberto Cabo, nutricionista e autor de La Dieta ALEA: “Há dois tipos de carboidratos: os complexos (feijão, arroz, massa…) e os simples, chamados também de açúcares (doces, bolos…). Ao retirar o álcool, as calorias que passamos a consumir procederão de açúcares, mas serão muito poucas se for um consumo pontual”, responde.

Meu consumo foi pontual? Não. Deveria ter substituído a cerveja por água? Ops, melhor não dar a ideia.

 

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*Fonte: elpais/Miguel Angel Bargueño


Coisas que irritam cada signo do zodíaco

As características dos signos podem ser muito particulares, incluindo aquilo que tira do sério cada um dos nativos do zodíaco. Frieza, avareza, mau-humor, injustiça… Será que você vai se identificar com o seu?

A astróloga Camila Colaneri listou as coisas que mais irritam cada signo.

 

Áries: impaciência com lentidão e falta de iniciativa

Não é tão difícil assim irritar o signo mais impaciente do Zodíaco, mas existem algumas atitudes que são capazes de fazer um ariano arrancar os cabelos. Lentidão encabeça a lista, e não importa onde e como seja: ao falar, ao agir, ao tomar decisões, ao se locomover, no trânsito, no trabalho, em casa. Naturalmente, esperar (principalmente se for em longas filas) também o irrita muito. Pertencente ao signo do impulso inicial, o ariano fica louco com quem não tem iniciativa e é passivo – ou obediente demais – além de não suportar ficar sem fazer nada. Hipocrisias e injustiças em geral também podem provocar os típicos ataques de nervos dos arianos. Meio rebeldes e inconsequentes, as pessoas de Áries também adotam essa postura com as finanças e, tendo dificuldade para entender o que é diferente de si, se irritam com quem é pão-duro.

 

Touro: não suporta dificuldades financeiras

O charmoso taurino é um dos que tem mais fama de avarento, mas a verdade é que sua ambição, garra e valorização do trabalho o levam a tomar excessivo cuidado com o dinheiro. Por isso, as pessoas desse signo costumam se irritar com desperdícios ou qualquer tipo de dificuldade financeira. Mas é difícil decidir se é isso ou a fome que mais deixam o taurino mau-humorado. Ligado aos prazeres do lar e do prato, amante da boa comida e do conforto material, o taurino de estômago roncando é sinônimo de cara fechada. Eles são muito leais e apegados às pessoas de quem gostam e amam a estabilidade, vendo mudanças constantes com maus olhos. Ingratidão, então, nem pensar. Esse signo também tem um apurado senso estético e pode até não falar, mas mau gosto e coisas bregas e cafonas também o incomodam muito.

 

Gêmeos: solidão e assuntos ‘baixo astral’

Esse é o signo da mobilidade e da comunicação. Falar sobre a mesma coisa por horas e horas ou prendê-los em um lugar ou situação são algumas coisas que irritam o geminiano. Ele também é adaptável, versátil e divertido, e vai detestar discursos muito conservadores, que tentem controlar seu ímpeto natural de falar e fazer. Ama estar rodeado de pessoas, e a solidão não lhe cai bem: além de irritar, pode deixa-lo triste e deprimido. O geminiano não é nem um pouco introspectivo e costuma falar pelos cotovelos, então, experimente não deixa-lo expor sua opinião para ver o que acontece. Apesar de falar muito, ele não gosta de papos sobre assuntos “baixo astral”.

 

Câncer: frieza e brigas na família irritam este signo

Os cancerianos são comumente sentimentais, emotivos e sensíveis, e por isso detestam pessoas frias, rudes ou rígidas. É o signo mais ligado ao lar, seu verdadeiro refúgio, à família e à figura materna. Quase tudo que irrita o nativo desse signo está relacionado a brigas familiares, ficar por muito tempo longe de casa e distância de quem ele ama. Por serem tão maternais e apegados aos sentimentos, são especialmente avessos a despedidas. Desbravar o desconhecido também não é a praia desse caranguejo, que se agarra a tudo que lhe é familiar e se sente desprotegido e irritado em um lugar novo.

 

Leão: não gostam de ser ignorados ou criticados

Os leoninos costumam amar estar no centro das atenções, sendo cortejados e venerados. Para irritá-los, é só não prestar atenção no que eles fazem ou dizem, ou mesmo ignorá-los por completo. Normalmente orgulhosas e com elevada autoestima, as pessoas de Leão sentem dificuldade em aceitar críticas e ficam extremamente irritadas quando não são reconhecidas em seus esforços, sejam sentimentais ou profissionais. Assim como os leões na savana, que são livres e adoram descansar por longos períodos, os leoninos também prezam pela liberdade, pelo tempo de repouso e pelo sono e, se não podem ou não conseguem dormir, ficam mal-humorados. Como o senso de autoridade dos nativos desse signo é muito apurado, eles não gostam de receber ordens. Do elemento Fogo, o signo de leão costuma produzir indivíduos intensos e entusiasmados, que não aceitam sentimentos de apatia ou de desânimo perante a vida.
Virgem: sujeira e desorganização atormentam

Praticidade, racionalidade, trabalho, organização e limpeza são alguns dos mantras desse signo de Terra. Quer irritar um virginiano? Leve-o para ambientes sujos e bagunçados, mexa em suas coisas (e, de preferência, não coloque elas de volta no lugar), demonstre falta de compromisso e tire-o de sua rotina. Perfeccionistas ao extremo, as pessoas do signo de Virgem se incomodam com imperfeições, assimetrias e qualquer coisa que não esteja arrumada e organizada – inclusive pensamentos. Por isso, eles costumam se irritar com devaneios ou coisas que não tenham critério ou  lógica, que para eles explicam e regem o mundo. Os virginianos são bastante centrados em sua inteligência e capacidade mental e, quando são incapazes de compreender alguma coisa que tenham lido ou ouvido, sentem-se muito incomodados. Também não toleram preguiça e, normalmente hipocondríacos, não gostam de ficar doentes.

Libra: o que irrita é a pressão por decisões

O signo da balança é diplomático, justo e está sempre pesando todas as opções e tentando ver os lados de todo  mundo, mesmo que pareça ter uma atitude superficial e “em cima do muro”. Pressionar um libriano para que ele se decida é quase sinônimo de incomodá-lo, assim como agir com autoridade, agressividade ou cometer alguma injustiça. Como adoram a alegria e a leveza da vida e estão sempre tentando evitar uma briga, se sentem frustrados com discussões de qualquer tipo. Os nativos de Libra são grandes apreciadores da beleza e das artes e se sentem fora de contexto se estão em um lugar feio ou de senso estético prejudicado. É um signo bastante social, que não gosta de ficar sem companhia por longos períodos de tempo.

 

Escorpião: nativos não gostam de superficialidade

Signo mais misterioso do Zodíaco, o escorpião abomina o meio termo e, consequentemente, não gosta de nada que é superficial: pessoas, situações ou relações. Para ele, as expressões de sentimento têm que ser verdadeiras, e bajulações o irritam. Intenso, ele costuma se entregar ao que vive, e não admite frieza – apesar de ele, fechado em seus segredos e tormentos, aparentar essa característica, quando, na verdade, está sofrendo. O escorpiano odeia relacionamentos em que não pode se entregar completamente, ou não enxerga essa entrega da outra pessoa. Possessivo, normalmente temperamental e ciumento, experimente tirar o controle do escorpiano e você verá esse nativo bravo. Uma traição, para este signo, além de irritá-lo e tirá-lo dos eixos, pode ser eternamente imperdoável. E, de brinde, você pode ganhar também uma vingança cuidadosamente arquitetada por ele, perito nesse quesito. Os escorpianos são também reservados e detestam que sua intimidade seja exposta.

 

Sagitário: mau humor e rotina tiram do sério

Sagitarianos prezam pela liberdade e pelo prazer de curtir a vida, e qualquer atitude que lhes tire sua independência nata é muito irritante para eles. Amantes das viagens, do risco e da aventura, às vezes beiram a inconsequência e têm sua paz mental perturbada se forem inseridos em uma rotina muito certinha ou uma vida sem movimentação. Como é um signo muito otimista, Sagitário costuma ter pouquíssima tolerância com mau humor ou baixo astral. Valoriza muito a sabedoria e a inteligência, e a paciência com pessoas intelectualmente limitadas é zero. Gostam de se sentir “donos da verdade” e se incomodam quando veem que estão lidando com gente mais competente ou que sabe mais que ele sobre um determinado assunto.

 

Capricórnio: ficar sem trabalhar e irresponsabilidade

Signo da disciplina e da ambição, Capricórnio tem nativos que detestam, acima de tudo, ficar sem trabalho. Não só pela falta de dinheiro, que os irrita profundamente, mas também pelo sentimento de inutilidade, que também lhes tira a paz. Cautelosos e responsáveis, os capricornianos julgam negativamente atitudes que demonstrem irresponsabilidade ou imaturidade, como atrasos, nervosismo ou pessoas histéricas, por exemplo. Apegados à estabilidade, têm muita dificuldade em lidar com mudanças. Como é muito exigente consigo mesmo, este nativo costuma ser assim com os outros também. Não gosta de quem se lamenta sobre a vida sem agir para melhorar e tem pouca paciência para qualquer tipo de coisa sem aplicação prática. Reservados e “pé no chão”, capricornianos se sentem bastante desconfortáveis em contextos que lhes exijam jogo de cintura, já que para eles tudo é muito “preto no branco”.

 

Aquário: regras e imposições incomodam

Proibir o aquariano de fazer alguma coisa, ou obriga-lo a agir de determinada maneira. Eis aqui a chave para a irritação deste signo. Ele não gosta de sentir que está submetido a regras ou padrões, porque ama a liberdade e a originalidade, e por isso acaba se afastando de pessoas muito emotivas, que também o deixam incomodado, assim como cobranças afetivas. Detestam tudo que é monótono ou carece de clareza e lógica. Tradições e dogmas também exasperam esse nativo, que tem um gosto peculiar por tudo aquilo que é mais excêntrico. Outra coisa que deixa os aquarianos extremamente incomodados é privar-lhes de ficar com seus amigos.

 

Peixes: egoísmo e menosprezo dos sentimentos

O pisciano é muito emotivo e sensível, ficando bastante magoado com pessoas frias que os menosprezam ou não dão atenção aos seus sentimentos, ou mesmo que se fecham e não demonstram o que sentem. Os nativos do último signo do Zodíaco costumam ser altruístas, muitas vezes a ponto de se anularem pensando muito nos outros. Eles não gostam, portanto, de pessoas que só falam de si ou que são egoístas e não abrem a mente para as necessidades alheias. São extremamente adaptáveis, verdadeiras “esponjas” emocionais, que sentem muito o ambiente, mas não gostam de ser cobrados ou de ter alguém que fique os acelerando o tempo todo.  Místicos, idealistas e ligados à imaginação, detestam que alguém, munido de ceticismo, questione suas crenças. São normalmente descontraído e pouco ligados às coisas materiais. Por isso, conviver com “coxinhas” e gente muito arrumada também incomoda os piscianos.

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*Fonte: osegredo

 


Nikola Tesla – O Segredo dos Número 3, 6 e 9


Os hormônios da felicidade: como desencadear efeitos da endorfina, oxitocina, dopamina e serotonina

Ao longo dos séculos, artistas e pensadores se dedicaram a definir e representar a felicidade. Nas últimas décadas, porém, grupos menos românticos se juntaram a essa difícil tarefa: endocrinologistas e neurocientistas.

O objetivo é estudar a felicidade como um processo biológico para encontrar o que desencadeia esse sentimento sob o ponto de vista físico.

Ou seja, eles não se importam se as pessoas são mais felizes por amor ou dinheiro, mas o que acontece no corpo quando a alegria efetivamente dispara, e como “forçar” esse sentimento.

Neste sentido, há quatro substâncias químicas naturais em nossos corpos geralmente definidas como o “quarteto da felicidade”: endorfina, serotonina, dopamina e oxitocina.

A pesquisadora Loretta Breuning, autora do livro Habits of a happy brain (“Hábitos de um cérebro feliz”, em tradução livre), explica que “quando o seu cérebro emite uma dessas químicas, você se sente bem”.

“Seria bom que surgissem o tempo todo, mas não funcionam assim”, diz a professora da Universidade Estadual da Califórnia (EUA).

“Cada substância da felicidade tem um trabalho especial para fazer e se apaga assim que o trabalho é feito.”

 

 

Conheça a seguir maneiras simples para ativar essas quatro substâncias químicas da felicidade, sem drogas ou substâncias nocivas.

 

1. Endorfinas

As endorfinas são consideradas a morfina do corpo, uma espécie de analgésico natural.

Descoberta há 40 anos, as endorfinas são uma “breve euforia que mascara a dor física”, classifica Breuning.

Por isso, comer alimentos picantes é uma das maneiras de liberar esses opiáceos naturais, o que induz uma sensação de felicidade. Mas essa não é a única maneira de obter uma “injeção” de endorfina.
De acordo com estudo publicado no ano passado por pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), assistir a filmes tristes também eleva os níveis da substância.

“Aqueles que tiveram maior resposta emocional também registraram maior aumento na resistência a dores e sentimento de unidade em grupo”, disse à BBC Robin Dunbar, professor de Psicologia Evolutiva e autor do estudo.

Dançar, cantar e trabalhar em equipe também são atividades que melhoram, por meio de um aumento nas endorfinas, a união social e tolerância à dor, afirma Dunbar.

 

2. Serotonina

Como a serotonina flui quando você se sente importante, o sentimento de solidão e até mesmo a depressão são respostas químicas à sua ausência.

“Nas últimas quatro décadas, a questão de como manipular o sistema serotoninérgico com drogas tem sido uma importante área de pesquisa em biologia psiquiátrica e esses estudos têm levado a avanços no tratamento da depressão”, escreveu em 2007 Simon Young, editor-chefe na revista Psiquiatria e Neurociência.

Dez anos mais tarde, a depressão se situa como a principal causa principal de invalidez em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de transtorno mental que afeta mais de 300 milhões de pessoas.
A estratégia mais simples para elevar o nível de serotonina é recordar momentos felizes, diz Alex Korb, neurocientista do site Psicologia Hoje.

Um sintoma da depressão é esquecer situações felizes. Por isso, acrescenta Korb, olhar fotos antigas ou conversar com um amigo pode ajudar a refrescar a memória.

O neurocientista descreve três outras maneiras: tomar sol, receber massagens e praticar exercícios aeróbicos, como corrida e ciclismo.

 

3. Dopamina

A dopamina é costuma ser descrita como responsável por sentimentos como amor e luxúria, mas também já foi tachada de ser viciante. Daí sua descrição como “mediadora do prazer”.

“Baixos níveis de dopamina fazem que pessoas e outros animais sejam menos propensos a trabalhar para um propósito”, afirmou John Salamone, professor de Psicologia na Universidade de Connecticut (EUA), em estudo sobre efeitos da dopamina no cérebro publicado em 2012 na revista Neuron.

Por isso, acrescentou o pesquisador, a dopamina “tem mais a ver com motivação e relação custo-benefício do que com o próprio prazer.”
O certo é que essa substância química é acionada quando se dá o primeiro passo rumo a um objetivo e também quando a meta é cumprida.
Além disso, pode ser gerada por um fato da vida cotidiana (por exemplo, encontrar uma vaga livre para estacionar o carro) ou algo mais excepcional (como receber uma promoção no trabalho).

A melhor maneira de elevar a dopamina, portanto, é definir metas de curto prazo ou dividir objetivos de longo prazo em metas mais rápidas. E celebrar quando atingi-las.

 

4. Oxitocina

Por ser relacionada com o desenvolvimento de comportamentos e vícios maternos, a oxitocina é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do abraço”.

Segundo estudo publicado em 2011 pelo ginecologista e obstetra indiano Navneet Magon, “a ligação social é essencial para a sobrevivência da espécie (humanos e alguns animais), uma vez que favorece a reprodução, proteção contra predadores e mudanças ambientais, além de promover o desenvolvimento do cérebro.”

“A exclusão do grupo produz transtornos físicos e mentais no indivíduo, e, eventualmente, leva à morte”, acrescenta.

Por isso, o obstetra considera que a oxitocina tem uma “posição de liderança” nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais.”

Abraçar é uma forma simples de se conseguir um aumento da oxitocina. Dar ou receber um presente é um outro exemplo.

Breuning, da Universidade da Califórnia, também aconselha construir relações de confiança, dando “pequenos passos” e “negociando expectativas” para que ambas as partes possam concretizar o vínculo emocional.

 

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*Fonte: bbc brasil


Os estranhos poderes do efeito placebo


Top 7 objetos deixados por viajantes do tempo


Com o tempo, aprendi a evitar as discussões que não têm sentido

Talvez seja a maturidade, os anos, ou mesmo a resignação, mas sempre chega a hora em que percebemos que há discussões que já não valem a pena. É então que preferimos optar por esse silêncio que cala e sorri, mas que nunca outorga, esse que compreende, por fim, que de nada serve dar explicações a quem não deseja entender.

Agora, apesar de com frequência ouvirmos que discutir é uma arte onde todos têm a palavra, mas muito poucos o juízo, este é um problema que vai mais além. Às vezes, as discussões são como uma partitura de música que está desafinada, onde nem sempre se escuta e onde todos desejam ter a razão ou a voz principal. Às vezes é uma prática muito desgastante.

    Existem discussões que antes de começar já são batalhas perdidas. Talvez sejam os anos ou simplesmente o cansaço, mas há coisas das quais eu já não tenho mais vontade de falar…

Aspectos da psicologia e da filosofia nos ensinaram por muito tempo certas estratégias para sair com leveza de qualquer discussão. Bons argumentos, o uso de métodos heurísticos (métodos para aumentar o conhecimento) ou uma boa gestão emocional seriam sem dúvida alguns exemplos disto, mas… E se o que procuramos é não começar certas discussões que já damos por perdidas desde o início?

Discussões e discursos que já não têm importância para nós

A maturidade não depende de idade, mas sim de alcançar uma etapa pessoal onde já não desejamos enganar a nós mesmos, onde lutamos por um equilíbrio interior, onde queremos cuidar das nossas palavras, respeitar o que ouvimos e meditar cada aspecto que optamos por calar. É então que somos conscientes de quais aspectos merecem o esforço e quais merecem distância.

É possível, por exemplo, que a relação com um familiar próximo fosse complexa alguns anos atrás, a ponto de que manter uma simples conversa era como cair de paraquedas no abismo da tensão, das discussões e dos maus-tratos. Agora, contudo, isso tudo mudou, e não porque a nossa relação tenha melhorado, mas sim porque existe a aceitação das nossas diferenças. Optamos por um silêncio que não outorga, nem se deixa vencer, mas que se respeita.

Eran Halperin é um psicólogo israelense especialista em discussões e resolução de conflitos no âmbito político, cujas teorias podem perfeitamente ser aplicadas no âmbito cotidiano. Segundo ele mesmo explica, as discussões mais complexas e fervorosas têm a “ameaça” como um fator psicológico, a sensação de que alguém pretende vulnerar nossos princípios ou essência.

Amadurecer também é dispor de certa confiança interior para considerar que determinadas pessoas e seus argumentos já não são uma ameaça para nós. Quem antes nos tirava do sério com suas palavras, agora já não provoca medo nem ofensa. O respeito, a aceitação do outro e essa autoestima que nos protege são nossos melhores aliados.

 

A arte de discutir com inteligência

Já sabemos que existem discussões pelas quais não pretendemos perder a calma, nem a energia. Contudo, também entendemos que a vida é uma constante negociação para poder viver em harmonia, para manter um relacionamento amoroso, para alcançar os objetivos no  trabalho, e inclusive, por que não, chegar a acordos com nossos próprios filhos. As discussões não estão, portanto, isentas em nenhum desses âmbitos.

A arte de discutir de forma inteligente e sem efeitos colaterais requer não apenas uma estratégia habilidosa, mas também uma certa gestão emocional que todos deveríamos saber aplicar em nosso próprio entorno mais próximo. Convidamos você a considerar estas simples dicas.

Um dos primeiros aspectos a considerar é que as discussões não necessariamente terminam com um ganhador; a arte de discutir com eficácia requer a sutil sabedoria de permitir que ambas as partes cheguem a um ponto em comum, a algum entendimento.

Uma coisa assim só pode ser alcançada da seguinte forma:

Ouvir não é a mesma coisa que escutar. Nenhum diálogo será eficaz se não formos capazes de aplicar uma certa “escuta” empática.
A poderosa habilidade de entender a perspectiva da outra pessoa.
É uma coisa que requer um grande esforço e certa vontade, mas compreender a mensagem e a visão peculiar de quem está à nossa frente é fundamental.
É preciso evitar colocar-se na defensiva.
Aqui novamente entra a ideia proposta por Eran Halperin: no momento em que nos sentimos ameaçados a discussão se torna agressiva e aparecem as muralhas pessoais de cada um. Assim, o entendimento nunca poderá ser alcançado.

Autocontrole.
É imprescindível realizar uma certa gestão das nossas próprias emoções. É preciso, acima de tudo, controlar inimigos como a ira ou a raiva. São bombas-relógio que gostam de estar presentes em muitas discussões.

Confiança.
É importante confiar que no fim iremos chegar a um entendimento. Para isso, é preciso colocar força de vontade, ser próximo e respeitoso, e fazer uso de expressões como “entendo seu ponto”, “sei que isso é verdade”, “é possível”… Tudo isso são portas em direção ao entendimento, pequenos e delicados portais em direção a esse encontro onde todos poderemos sair ganhando.

Porque as discussões que valem a pena são aquelas que nos permitem chegar a acordos para viver em equilíbrio e felicidade.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

 


Estudo revela as piores profissões para 2017

Levantamento feito nos EUA indica as carreiras menos promissoras para 2017; 1ª colocada é considerada pior que soldado e aplicador de pesticida

Se você já não aguenta mais o seu trabalho, vai aí um consolo: há rotinas piores do que a sua. Pelo menos se você não é repórter de jornal, profissão classificada como a mais desfavorável de 2017 por um estudo do site CareerCast.

O ranking reúne 200 ocupações em diversas áreas de atuação, com base em métricas como renda, oportunidades de ascensão, ambiente de trabalho e estresse. Os dados se referem ao mercado de trabalho nos Estados Unidos.

Quem trabalha com notícias diárias em veículos impressos precisa lidar com salário relativamente baixo, poucas perspectivas de crescimento e muita pressão. Segundo o CareerCast, os jornalistas que cobrem política são os mais afetados pela necessidade de pensar e agir rapidamente, sem comprometer a qualidade da informação.

A segunda pior profissão do ano também está no setor de mídia: é a do apresentador de televisão ou rádio. O olhar crítico do público e os prazos quase sempre apertados contribuem para o alto nível de estresse na área.

Outro fator que explica a presença das duas profissões no topo do ranking está ligado à crise financeira que abala a indústria da mídia há muitos anos. Com a queda nas receitas com a publicidade, jornais, revistas, rádios e emissoras de TV oferecem menos vagas de emprego e remuneração mais baixa.

Tanto repórteres de jornal quanto apresentadores de TV ou rádio estão entre as 13 piores carreiras quanto às perspectivas de ascensão profissional, com crescimento negativo previsto até 2022, com queda de 8% e 9% respectivamente.

Navegue pelas imagens a seguir para ver o ranking completo do CareerCast com as 10 carreiras mais desfavoráveis do momento nos Estados Unidos:

1. Repórter de jornal
Salário anual: 37.820 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: -8%

2. Apresentador de TV ou rádio
Salário anual: 38.870 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: -9%

3. Lenhador
Salário anual:  37.590 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: -4%

4. Soldado
Salário anual: 27.936 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: 0%

5. Aplicador de pesticida
Salário anual:  33.040 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: -1%

6. DJ
Salário anual:  30.830 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: -11%

7. Vendedor de publicidade
Salário anual: 50.380 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: -3%

8. Bombeiro
Salário anual: 48.030 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: 5%

9. Vendedor de varejo

Salário anual: 22.900 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: 7%

10. Taxista
Salário anual: 24.300 dólares
Estimativa de crescimento até 2022: 13%

Este conteúdo foi publicado originalmente em EXAME.com

 

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*Fonte: superinteressante / Claudia Gasparini

 


Wheelie – 500km em uma roda


O que ninguém conta sobre mudar de cidade

Já faz alguns anos que deixei Brasília, cidade onde cresci e construí quase todas as minhas relações.

Morar quase a vida toda na mesma cidade tem muitos pontos positivos. Sabemos onde as coisas estão, conhecemos quase todo mundo – mesmo que seja apenas de vista – e sabemos a história de quase tudo por ali. Por mais que às vezes não gostemos, nossa cidade traz um senso de comunidade, sendo uma extensão do que forma nossa ideia de lar. O lugar que moramos e os acontecimentos à nossa volta adicionam um elemento extra de identidade à nossa personalidade.

Mas chega o dia que crescemos e, pelos embaraços da vida, precisamos nos mudar.  É assim na vida de muita gente, também foi assim na minha vida. A gente pode até achar que está preparado e sabe o que virá pela frente, mas existem alguns detalhes que só descobri quando chegou minha vez.

Pode ter sido só comigo, mas se puder confortar outras pessoas que sentiram-se dessa forma, já vale a pena compartilhar essas experiências que não vejo ninguém contando por aí.

 

Seus amigos mudam

Uma das coisas que parecem óbvias, mas nos surpreende quando chega nossa vez, é que nossos amigos mudam bastante quando estamos distantes. Não é como se permanecessem os mesmos sempre, mas quando estamos acompanhando diariamente nos acostumamos às pequenas e constantes mudanças.

Um dia voltamos para visitá-los e eles têm assuntos que não conseguimos mais acompanhar. Nossos interesses não cruzam como antes e tudo parece meio fora de sincronia. O peso da amizade de tantos anos faz o trabalho de manter a união, mas sentimos que o compasso vai se perdendo.

Por algum tempo ainda faz sentido continuar o contato com esses amigos, mas às vezes as diferenças tornam-se tão grandes que acabamos deixando de lado. O carinho e a nostalgia do passado ainda existem, mas agora cada um de fato seguiu um caminho distinto.

 

Você muda

Não são apenas nossos amigos assumem traços novos, nós também. Numa nova cidade é fácil entrar em contato com outras ideias, diferentes perspectivas e interesses que nem sabíamos que existiam.

Ao passo em que vemos nossos amigos mudando, nós também desenvolvemos um comportamento diferente do que eles estão acostumados. Cooperando para a quebra de ritmo entre os dois referenciais. Percebo com frequência o choque de amigos quando me encontram depois de um longo tempo sem me ver. O sentimento de amizade é certamente presente, mas as diferenças na forma de agir e pensar acabam causando alguns sustos.

Essas diferenças trazem diversas formas de desconforto, já que pessoas esperam que você se comporte de uma forma que já não é mais compatível, da mesma forma que acabamos criando a mesma expectativa quando nossos amigos estão diferentes.

Dos dois lados resta o sentimento de que estamos nos afastando de alguém que já foi muito importante.

 

Existe um vazio de pertencimento

Um dos efeitos mais inesperados de mudar, pelo menos para mim, foi a perda da noção de pertencer a um lugar.

No meu caso, um dia voltei para visitar Brasília, como já havia feito tantas outras vezes, mas algo ali estava diferente. As pessoas nas ruas, a jeito que se vestiam, os novos costumes e programas de final de semana. De repente, tudo aquilo não era mais parte de mim. Não existia mais conexão.

O esperado é que a nova cidade substituísse a antiga, mas não foi o que aconteceu. Eu não apenas deixei de me identificar com Brasília, como ainda não tinha vínculos com o lugar onde estava morando.

É um vazio estranho.

Não sei dizer se esse sentimento de não ter mais um “lugar para voltar”, uma referência inicial de cidade, vai passar em algum momento. O que sei até agora é que poderia morar em qualquer outro lugar do mundo, porque a cidade já não faz mais tanta diferença assim.

 

As coisas novas não importam para os amigos antigos

Por mais que você mantenha contato constante com seus amigos de sua cidade original, sua vida nova não importa para eles como antes. Você até vai contar algumas novidades e atualizá-los do que for mais importante, mas dificilmente os detalhes farão algum sentido maior.

É até compreensível que seja assim, essas pessoas não fazem parte dos detalhes e, mesmo que você conte, não tem como existir a mesma ligação. Os locais, pessoas e referências que você está citando são apenas uma ideia distante, é como contar um episódio de um seriado de TV. Para quem não acompanha bem de perto, a parte recortada da trama não tem muita graça, falta aquela conexão emocional.

Com isso, a gente acaba sentindo que o interesse dos amigos pela nossa vida já não é mais o mesmo, o que – é claro – nem sempre é o caso. Não adianta também ficar chateado ou cobrar atenção, isso só tornará as coisas mais estranhas e artificiais.

Vez ou outra surge o gancho perfeito e começam bons papos como nos velhos tempos. Mas fora isso, a gente fica ali vendo a amizade meio de longe.

 

Você não é um turista

Quando visitamos uma cidade nova, é normal correr contra o tempo para visitar todos os pontos turísticos, fazer programas interessantes e conhecer o máximo de coisas novas.

Ao pensar em mudar de cidade, é fácil achar que também fará toda essa peregrinação turística e aproveitará as surpresas do local. Só que infelizmente, o poder da rotina costuma ser mais forte que nossa vontade de explorar opções.

Reclamamos da falta de alternativas interessantes da cidade anterior, mas quando chegamos num lugar diferente, acabamos não aproveitando o que há disponível. Fica evidente que na maioria das vezes o problema da falta de atrações é nosso apego ao cotidiano, a rotina que consome nossa curiosidade e o famoso “depois eu faço”.

Morei meses em Santiago, no Chile, mas as únicas vezes que fiz programas turísticos foi quando vinham visitas do Brasil. Quando estava perto de voltar, senti que não tinha curtido a cidade como deveria. Hoje, morando em Londrina, penso que preciso mudar isso, mas quando percebo estou no mesmo restaurante pedindo os mesmos pratos de sempre.

 

O mundo se torna um lugar maior

Apesar de ter focado nos impactos que soam mais negativos, existe um ponto positivo que é capaz de superar todos os outros.

Mesmo quando mudamos para uma cidade que fica apenas um estado de distância, podemos observar como as diferenças culturais são gigantescas. Desde as pequenas tradições locais, costumes e formas de lidar com problemas, até a organização política e econômica que movimenta a região.

É muito bonito ver essas barreiras sendo quebradas e voltar a enxergar o mundo como um lugar gigantesco. Essa sensação de que conhecer apenas uma cidade de cada país não é o bastante, queremos conhecer cada cidadezinha pequena dos países mais remotos, suas nuances e histórias.

O mundo, ainda que mais conectado pela globalização, vai se mostrando como um lugar cada vez mais rico e excitante.

 

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*Fonte: papodehomem/ Alberto brandão


2O Dores corporais e a sua relação com os sentimentos – Sua dor pode ser emocional

A dor fala mais do que estamos vivendo do que se imagina.
Se você está sofrendo com algum tipo de dor, este post pode ajudar a encontrar a causa. Não se assuste se essa causa não for uma inflamação ou lesão, mas um problema emocional.

Preparamos esta matéria com muito carinho. Pois temos certeza de que ela vai ajudar muitas pessoas, que poderão se livrar de sua dor física a partir do instante que se curarem da dor interior.

 

Aprenda a decodificar a mensagem do seu corpo e seja mais feliz:

1. Dores musculares: revela que a pessoa está com dificuldades em aceitar mudanças.
A pouca flexibilidade na vida pode ser prejudicial, procure se adaptar às novas situações.

2. Dor de cabeça: você tem uma decisão a tomar?
Então se posicione!
A tensão provoca estresse. Procure relaxar e deixar a mente mais leve.

3. Dor de garganta: esta é uma dor bem comum e pode ser o indicador de que você está com problemas de perdoar, seja os outros ou até a si mesmo(a).
Reflita sobre o amor e a compaixão.

4. Dor nas gengivas: talvez seja a dificuldade de tolerar ou de tomar decisões.
A indecisão e o desconforto causado por ela são muito perigosos! Cuidado!

 5. Dor nos ombros: pode indicar uma sobrecarga emocional. Não carregue tanto peso sozinho(a), distribua. Além disso, não acumule problemas, resolva-os.

6. Dor de estômago: parece engraçado, mas é real.
Se você não “digeriu” bem alguma situação ruim, pode ter dores no estômago.

7. Dores na parte superior das costas: procure alguém para compartilhar os problemas e alegrias.
Este pode ser o indício de que você precisa de apoio emocional.

8. Dor na região lombar: pode ser sinal de falta de dinheiro ou de apoio emocional.
Seja otimista e reaja.

9. Dores no sacro e cóccix: há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.

10. Dor de cotovelo: outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.

11. Dor nos braços: é pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.

12. Dor nas mãos: mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.

13. Dor nos quadris: se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias?
Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.

14. Dor nas articulações: músculos e articulações são flexíveis.
Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.

15. Dor nos joelhos: provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.

16. Dor de dente: pense positivo. Se estiver em situações difíceis, tenha fé que tudo será resolvido.
Esta dor simboliza um fato que não está agradando a você.

17. Dor no tornozelo: seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?

18. Dor que causa fadiga: viva novas experiências.
Livre-se do tédio!

19. Dor nos pés: um novo passatempo ou um animalzinho de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa. Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.

20. Dores em várias partes do corpo: nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!

 

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*Fonte: acurapelanatureza

 


Produtores rurais são os maiores responsáveis pela preservação ambiental

Afirmação é de pesquisador da Embrapa com base em estudo que analisa dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Se você é do time que acha que produtor rural não ajuda a cuidar a natureza, um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) veio para abalar essas convicções. A instituição aponta que em áreas agrícolas consolidadas os agricultores e pecuaristas são, hoje, os principais responsáveis pela preservação ambiental. Nos estados do Sul do Brasil, por exemplo, enquanto as áreas de conservação mantidas pelo Estado não chegam a 4% do território, os produtores chegam a deter dentro de suas propriedades até 27% das áreas de preservação – dependendo da unidade da federação.

A conclusão é de um estudo feito pela Embrapa Monitoramento por Satélite, com sede em Campinas, interior de São Paulo. Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral do local, explica que a análise foi possível graças aos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O CAR foi uma exigência do governo federal a partir da aprovação do Código Florestal de 2012. Assim, até o ano passado todos os donos de terra do Brasil foram obrigados a fazer um cadastro detalhado, com base em imagens de satélite, das áreas que possuem e onde mantêm as áreas de preservação exigidas por lei.

O estudo ainda está em andamento, mas Miranda explica que antes de olhar para qualquer número preliminar é necessário fazer uma distinção. Nesse levantamento foram considerados dois tipos de áreas para a preservação. O primeiro deles é denominado de Unidades de Conservação (UCs), que são basicamente compostas por áreas indígenas e/ou parques administrados pelo estado. O segundo tipo é de Áreas de Preservação (AP), que são partes de propriedades que os agricultores e/ou pecuaristas são obrigados a manterem dentro de suas propriedades rurais por Lei.

Ele cita como exemplo (sempre com base em dados do CAR) os estados do Sul do Brasil para comprovar a tese de que os produtores rurais tem uma fatia muito maior preservada por meio de APs do que o estado por meio das UCs. O Rio Grande do Sul tem 1% do seu território em UCs e 13% em APs. Já o Paraná tem 3% do território em UCs e 27% do território em APs. Santa Catarina, segundo Miranda, aparece com 4% do território em UCs e 23% do território em APs.

“Não existe nenhuma categoria que proteja mais o meio ambiente do que o agricultor. Não existe militar, pesquisador, jornalista, que respeita tanto o meio ambiente. Nenhuma instituição, secretaria de meio ambiente, fundação etc. Ninguém chega perto do que os agricultores fazem pelo meio ambiente”, aponta o chefe-geral da Embrapa monitoramento por satélite.

Intuito não é controlar os agricultores

O pesquisador explica que ao pegar os dados do CAR e fazer um levantamento com base neles, a intenção é gerar dados para melhorar a compreensão do campo. “Não temos o intuito de controlar agricultores, ou de verificar se está certo ou errado. Queremos compreender a agricultura. Tanto é que o máximo de detalhe em que chegamos é em escala municipal”, enfatiza.

 

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*Fonte: gazetadopovo

 


Aqui está o porquê você deve colocar um limão fatiado ao lado de sua cama a noite! Tem um efeito simples, mas poderoso!

Você provavelmente usa limões de vez em quando. Talvez você use o suco enquanto cozinha ou apenas gosta de usá-los como alimento. Porém, eles têm mais benefícios do que você pensa. Neste post, vamos ensinar a fazer o seu próprio aromatizador natural de limão. Você ficará surpreso ao saber que ele pode melhorar a sua qualidade de vida.

As instruções são muito simples:
Você precisa apenas de um limão. Você deve cortá-lo em quartos e polvilhar um pouco de sal sobre ele.
Feito! Agora você tem uma coisa incrível!

Coloque essas fatias perto de sua cama para ter um efeito poderoso.
1. Alívio do estresse. De acordo com a pesquisa, o cheiro cítrico ajuda o nosso cérebro a relaxar.

2. Melhor concentração. O perfume do limão pode melhorar o seu desempenho mental, também ajuda a aumentar o seu foco e melhorar a sua memória.

3. Positividade e energia. As fatias de limão vão fazer a sua manhã melhor. A razão é que o cheiro dessas frutas pode aumentar a produção de serotonina. Então, você vai se sentir mais feliz.

4. Redução da pressão arterial. O aroma de limão pode reduzir a pressão arterial!

5. Nenhum inseto em seu quarto. Esta fruta pode ser usada para repelir mosquitos naturalmente.

Limões podem causar reações alérgicas, por isso tenha cuidado. Antes de usar qualquer conselho, você deve consultar seu médico.
Compartilhe este post útil com seus amigos e familiares!

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*Fonte: pereitoguru /www.davidwolfe.com

 


Coca-Cola brasileira é a mais cancerígena do mundo, aponta estudo

Segundo uma pesquisa realizada pelo IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) foi apresentado que a Coca-Cola brasileira apresenta vários índices de produtos cancerígenos.

A substância em destaque é 4-metil-imidazol, também conhecida como 4-MI. Presente no corante de caramelo IV, seu uso foi proibido até nos Estados Unidos. O limite máximo do uso do corante nos Estados Unidos é 10 vezes menor do que os utilizados no Brasil, tal medida obriga a empresa a adicionar no máximo 39 ml da substância que contém o 4-MI na bebida.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, ativistas na Inglaterra tentam fazer com que a medida também seja implantada no país. O Idec Brasil fez um levantamento que 267 cmg de MI-4 está presentem em 350 ml do produto. No Quênia, país que ficou em segundo lugar, a bebida apontou 177 cmg em 355 ml.

O Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest) em Washington realizou um teste das quantidades de latas vendidas no Canadá e em outros 4 países. Entre eles se encontram México, Grã-Bretanha e Brasil, mas ainda não se manifestou sobre o resultado.

Em nota, a empresa disse que a quantidade de MI-4 no Brasil é “altamente segura”, e segundo a nota do Idec está correspondendo aos padrões pré-estabelecidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A empresa ainda afirma que não pretende mudar sua composição e que qualquer alteração no caramelo IV mudaria a cor e o sabor da bebida. Complementa que, com o passar dos anos, alguns processos de fabricação foram alterados, porém sem alterar a “fórmula secreta”.

Há hipóteses de que a Coca-Cola Brasil ande em busca de informações para convencer os consumidores de que os produtos produzidos pela marca são absolutamente seguros e que os mesmos estão dentro das normas da Anvisa. Em nota final: “A qualidade e a segurança de nossos produtos permanecerão sendo as mais altas possíveis”, afirma a empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: jornalciencia


7 poderes que seu cérebro tem e você nem fazia ideia

O cérebro é o principal órgão do ser humano, e nele está o centro do sistema nervoso em todos os animais vertebrados, e em muitos invertebrados. Nenhuma máquina inventada pelo homem supera o poder do cérebro, já que ele é o único que pode controlar todas as funções do corpo humano através do sistema nervoso.

Por ser tão peculiar, a cada ano que passa a ciência desvenda novidades sobre essa máquina tão poderosa dentro do corpo humano. Algumas coisas ninguém não faz nem ideia, como a capacidade que o cérebro tem de ter alucinações sem o uso de drogas ou o fato de deixar itens pessoais no trabalho aumentar as produções.

Esses e outros exemplos fazem parte da lista dos 7 poderes que seu cérebro tem e você nem fazia ideia que a Fatos Desconhecidos preparou para você.

 

1 –  Escutar músicas te tira a percepção de tempo

Você não percebe, mas quando o seu cérebro está distraído, você fica mais propenso às coisas que acontece em torno de si em detalhes, e isso inclui a passagem do tempo. Alguns ambientes, como lojas, são projetados com música, isso acontece para que as pessoas que estão no local não percebam a hora passar.

 

2 – A música te deixa mais animado

E por falar em música, você sabia que a melodia tem o poder de te fazer ficar mais animado e ir além das suas forças? Em academias, por exemplo, é comum haver músicas animadas. Tudo isso acontece para melhorar o desempenho das pessoas que estão praticando as atividades físicas.

 

3 – Itens pessoais no ambiente de trabalho te deixa mais produtivo

É comum muitas pessoas levarem porta-retratos com imagem da família ou de pessoas que gostam para o trabalho e ficarem as observando. Mas o que muitos não têm conhecimento é que esses objetos deixam o ambiente de trabalho mais pessoal, ajudando na produtividade.

 

4 – Não é preciso beber energéticos para ficar mais elétrico

Só de fazer um “bochecho” com as bebidas esportivas e depois cuspi-las pode ser o suficiente. Isso porque elas funcionam ativando o centro de prazer do seu cérebro. Tudo acontece da seguinte forma: os carboidratos da bebida enviam mensagens ao cérebro, que, por sua vez, torna-se mais ativo na região do centro de prazer.

 

5 – É possível ter alucinações sem o uso de drogas

Com uma bola de pingue-pongue, um rádio com fones de ouvido e uma luz vermelha é possível provocar alucinações no cérebro. Primeiro é necessário ligar o rádio em uma estação com ruído branco e colocar os fones de ouvidos.

Depois colocar a bola de pingue-pongue cortada nos olhos e uma luz vermelha na frente. Após tudo isso sente-se durante meia horas.

Segundo a ciência, a alucinação ocorre por que existe um bloqueio da maioria dos sinais que vão para o seu cérebro. Além disso, o cérebro cria seu próprio estímulo e é aí que as alucinações aparecem.

 

6 – Você pode aprender enquanto dorme

Isso é um sonho para muitas pessoas. O aprendizado enquanto dorme acontece porque o cérebro constantemente processa informações que você não poderia ter processado junto com tudo o que estava acontecendo durante o dia. É a mesma coisa que acontece com seu computador: os downloads ocorrem mais rápido quando não existem muitas aplicações em execução.

 

7 – Doce acalma as pessoas

Um estudo concluiu que as pessoas que comem doces são mais propensas à serem legais e a fazerem boas ações. Talvez seja por isso que pessoas consideradas meigas são apelidadas como “doces”. Porém, isso não significa que dar doces as pessoas vão deixá-las mais felizes, embora possa acontecer.

 

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*Fonte: passedigital


Morar perto de árvores reduz casos de depressão, segundo pesquisadores

De acordo com estudo “Paisagem e Urbanismo”, publicado na revista científica Science Direct, quanto mais árvores, menos quadros de depressão são identificados. Os dados analisados pelos pesquisadores do Instituto de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, foram coletados em Londres, no período de 2009 a 2010.

Entre as informações consideradas estão a quantidade de árvores nas proximidades das casas dos pacientes e as informações médicas acerca da saúde mental de cada um. Além disso, variáveis como as condições sociais, tabagismo e idade também entraram no levantamento.

A pesquisa levou em conta apenas as informações sobre a quantidade de árvores na rua, na proximidade das residências, sendo que os parques e outros espaços públicos de lazer não foram validados. Dessa forma, a proposta era avaliar o impacto que a natureza em meio urbano pode ter sobre as pessoas.

Um dado identificado foi que em locais com maior densidade de árvores, as taxas de prescrição médica para remédios antidepressivos foi menor. Assim, 40 árvores por quilômetro quadrado possui uma prescrição de antidepressivos que varia de 358 a 578 a cada mil pessoas.

Avaliando os resultados da pesquisa, os pesquisadores consideram que a saúde e bem-estar são estimulados por locais com paisagem mais verde, que favorecem a prática de atividades físicas e a interação com a comunidade.

 

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*Fonte: pensamentoverde

 

 


Uma barraca para motociclistas


Energia solar: agora sua janela poderá se tornar um painel solar

Produzir energia limpa é um dos grandes desafios da atualidade. Algumas alternativas, como a energia solar, já existem, mas encontram barreiras como custo de implementação, o que torna seu uso absurdamente caro. Contudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo tipo de receptor solar que pode resolver esse problema e popularizar a energia solar.

Esse novo receptor consiste em um dispositivo que, quando colocado sobre uma janela onde bata sol, é capaz de captar a luz e transformá-la em energia, sem que a visão através da janela fique obstruída.

Ele é chamado de “concentrador solar luminescente transparente” e pode ser usado em edifícios, aparelhos celulares e qualquer outro dispositivo que tenha uma superfície clara.

 

Energia solar acessível: um sonho que se realiza?

De acordo com Richard Lunt, da Faculdade de Engenharia da Universidade de Michigan, a palavra-chave que resume a genialidade deste dispositivo é “transparente”.

A pesquisa sobre a produção de energia a partir de células solares colocadas em torno de materiais de plástico do tipo luminescentes não é nova. Estes esforços passados, no entanto, têm rendido resultados ruins, de forma que a produção de energia era ineficiente e os materiais eram altamente coloridos. E isso trás um problema óbvio: ninguém quer ficar sentado perto de um vidro colorido. Isso torna os ambientes cansativos. A comparação que o professor Lunt faz expressa muito bem o problema: seria como trabalhar em uma discoteca. Fica difícil de popularizar uma tecnologia assim, que gera um desconforto tão imediato.

Sabendo disso, os engenheiros trabalharam para resolver esse problema, com o desafio de tornar a própria camada ativa do receptor transparente.

O sistema de recepção e armazenamento de energia solar utiliza pequenas moléculas orgânicas desenvolvidas pelo professor Lunt e sua equipe para absorver comprimentos de onda específicos e não visíveis de luz solar. Segundo eles, os materiais utilizados na fabricação desse dispositivo podem ser ajustados para captar apenas as ondas ultravioletas e outras ondas infravermelhas que tenham comprimentos de onda próximos.

O “espelho” de luz infravermelha é guiado para a extremidade do plástico, onde é convertido em eletricidade por finas tiras de células solares fotovoltaicas. Como os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparentes ao olho humano, explica o professor Lunt.

 

Vantagem

Além de o meio ambiente agradecer (e muito), uma outra vantagem deste novo dispositivo é a sua flexibilidade. Enquanto a tecnologia está em um estágio inicial, ela tem o potencial de ser escalada para aplicações comerciais ou industriais, com um custo acessível.

As possibilidades de implantar um sistema de energia solar de forma não intrusiva agora são muito maiores. Edifícios altos, janelas de qualquer tamanho ou qualquer tipo de dispositivo móvel podem se adaptar a essa ideia.

 

Futuro

Lunt disse que mais trabalho é necessário a fim de melhorar a eficiência de produção de energia solar. Atualmente, ela é capaz de produzir uma eficiência de conversão de energia solar de cerca de 1%, mas Lunt observou que o grupo pretende atingir eficiência acima de 5% quando a captação estiver totalmente otimizada. O valor ideal de conversão, segundo o professor responsável pelo projeto, é de 7%. [sciencedaily]

 

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*Fonte: hypescience

 


Bus Invaders – Programa que invade o busão de tour de bandas nos EUA


Três ingredientes que não deveríamos colocar no café

Os brasileiros adoram café e isso não é nenhum segredo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8 em cada 10 brasileiros consomem a bebida, sendo que a média nacional de consumo é de 3 a 4 xícaras por dia, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC). Este hábito, longe de ser prejudicial, se enquadra nos limites recomendados (2 ou 3 xícaras no máximo, segundo o The New England Journal of Medicine), e pode ser benéfico para a saúde.
Três ingredientes que não deveríamos colocar no café

A mesma publicação científica vincula a ingestão prudente de café a uma redução de 10% no risco de morte por doenças cardíacas, respiratórias, derrames e diabetes e infecções. Há exceções, é claro, como no caso dos hipertensos. Em geral, ainda que as orientações clínicas não sejam contundentes a respeito, recomenda-se moderar o consumo de café nas pessoas muito tensas. Apesar de alguns estudos não terem revelado que o consumo moderado aumente a tensão em longo prazo, realmente parece que altas concentrações podem elevá-la, assim como provocar um aumento momentâneo depois de sua ingestão. Por isso os médicos aconselham uma redução do consumo nestes casos.

“A presença de cafeína e antioxidantes pode melhorar o funcionamento cognitivo, o sentido da sensibilidade, assim como o processo de digestão”, afirma Alícia Aguilar, professora de Estudos da Ciência da Saúde e diretora do Mestrado em Nutrição e Saúde da UOC, que acrescenta que “até pode ser eficaz contra alguns problemas coronários, diabetes mellitus, Mal de Parkinson e Alzheimer e alguns tipos de câncer”. Os dados ainda não são conclusivos, pois se baseiam na observação e os estudos controlados apenas começaram.

Muito bem, realmente há efeitos positivos atribuídos ao consumo de café puro, sem ter sido adulterado por outros alimentos como leite e açúcar. Mas não é a mesma coisa tomar uma xícara de café puro do que fazê-lo com um pouquinho de leite e duas colheres de açúcar, e repetir esse gesto três, seis ou dez vezes ao dia. Nesse sentido, Aguilar afirma que “o ideal não tem de ser necessariamente tomá-lo puro, mas tudo depende do tipo de alimentação que temos no restante do dia”.

 

Açúcar: pouco pode ser muito

O critério a seguir em relação ao que se adiciona ao café tem de ser a moderação. Então, se você é dos que tenta encobrir o amargor do café com um saquinho de açúcar, lembre-se de que, ao fazê-lo, “você está aumentando o valor energético que o café sozinho não tem”, adverte Aguilar, que afirma que “ao acrescentar apenas açúcares simples, os benefícios mencionados e associados ao café ficarão subordinados à quantidade de açúcar que consumamos no restante do dia”.

Com esta premissa, e para não excedermos os 25 gramas diários de açúcar (5% da energia total necessária por dia) que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda atualmente, a especialista aconselha ter em mente que “os açúcares simples fazem parte de muitos dos alimentos que consumimos habitualmente, especialmente os processados, e portanto é fácil reduzir essa quantidade, ainda que só se tome uma colher por dia”. Conclusão: aprenda a saboreá-lo sem açúcar. “Tanto o mascavo quanto o refinado ou o mel são nutricionalmente equiparáveis”, afirma Aguilar.

 

Leite integral: quanto mais branco, mais gorduroso

De novo, para desfrutar dos benefícios do café, a prudência deve imperar. Neste caso, se você tem o costume de batizar o café com um pinguinho de leite, é melhor que não passe disso. O líquido branco não traz problemas de saúde, “mas é preciso considerar a quantidade de lácteos que vamos consumir ao longo de um dia e quantos cafés com leite e macchiato tomaremos”, acrescenta a especialista. O café, fonte benéfica de polifenóis que agem como antioxidantes, adquire, ao acrescentar-se leite integral, outro significado nutricional, pois entram em jogo as gorduras saturadas, para as quais realmente existe uma recomendação de consumo diária (10% da energia da dieta, segundo a OMS).

Os nutricionistas não desaconselham o leite integral em pessoas sadias, mas suas versões desnatada e semidesnatada têm menos calorias “e são aptas para pessoas com obesidade, patologias cardiovasculares e fatores de risco associados”, como relembra o nutricionista Giuseppe Russolillo, presidente da Fundação Espanhola de Dietistas-Nutricionistas (FEDN).

Aguilar concorda e aconselha o semidesnatado para pingar no café, “exceto para pessoas com intolerância a lactose, que deveriam preferir bebidas vegetais”.

 

Álcool: passaporte para a doença

A combinação mais hard core do café, o carajillo (mistura de café com brandy ou outra bebida destilada, como rum ou aguardente), popular em países como a Espanha, tem uma certa dificuldades para ser aceita no clube das bebidas saudáveis. “É preciso pensar que as bebidas alcoólicas dão energia (7 kcal/g), mas sem qualquer outro nutriente adicional que nos beneficie”, adverte Aguilar. A OMS arremata com as seguintes considerações sobre seu consumo:“A ingestão de álcool é fator causal de mais de 200 doenças e transtornos. Está associada ao risco do desenvolvimento de problemas de saúde tais como transtornos mentais e comportamentais, incluindo o alcoolismo, doenças importantes não transmissíveis tais como a cirrose hepática, alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares, assim como traumatismos causados pela violência e os acidentes de trânsito”. Não parece o mais indicado para um plácido café da manhã…

 

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*Fonte: elpais


Não busque, permita que te encontrem

A vida é muito curta para correr atrás de alguém que nem mesmo anda por você. Não há necessidade de ir atrás quando sabem onde você está, quando conhecem sua casa e eus mistérios.

A verdade é que há pessoas que não se preocupam conosco, embora nos preocupemos. Nestes casos, pode ser difícil compreendermos a situação, porque a preocupação com os outros não fala a língua do egoísmo.

“Lembre-se que seu número de telefone não mudou e que, na realidade, não há nenhuma falta de tempo, mas de interesse. Pense que quando alguém quer ou precisa de algo, é capaz de mover céus e terra para compartilhar nem que sejam alguns segundos.”

 

Carinho não se suplica

Implorarmos e mendigarmos migalhas de afeto que não nos querem dar não é saudável, nem a curto nem a longo prazo. No entanto, algumas experiências podem chegar até nós para ajudar-nos a encontrar razões para continuar desejando que a pessoa a permaneça em nossas vidas.

Se você pensar sobre isso, tudo o que fazemos com essa atitude é prolongarmos desnecessariamente uma angústia emocional. Submeter-nos à vontade dos outros faz com que nos tornemos marionetes de suas necessidades e seus desejos.

Neste sentido, obviamente, há coisas que acontecem porque têm que acontecer, mas outras acontecem porque permitimos. Nós não podemos ser livres e felizes se vivemos agarrados e ligados a certas esperanças.

 

Deixe que o vento leve o desnecessário de sua vida

É difícil deixar ir o que consideramos “muito nosso”, sejam sentimentos ou pessoas. Ou seja, certas pedras que carregamos em nossas costas nos unem um sentido de identidade e pertença que se funde com o nosso medo de perder algo que acreditamos ser muito intenso e importante.

No entanto, apesar de todo esse caos emocional nos amarrar a certas pessoas, também cansamos de não sermos valorizados. É provável que quando percebemos isso nos sentimos um pouco egoístas, o que é terrível para a nossa saúde emocional.

“Sentir que se aguentarmos um pouco mais uma situação ou algumas pessoas estamos falhando, é algo surpreendentemente comum. A fundação deste sentimento é o medo que nos dá de lidarmos com o vazio gerado pela perda.”

Em outras palavras, sentimos que se deixarmos de nos sacrificar perdemos a oportunidade de construir parte da história emocional de nossa vida. No entanto, o que realmente estamos fazendo é nos comportando da forma mais cruel possível para com nós mesmos, nossas expectativas e desejos.

“O caminho de volta em direção à liberdade emocional é construído a partir das pedras que caem; ou seja, dos sentimentos e pessoas tóxicas das  quais nos livramos.”

Esta é a única maneira de evidenciarmos nossos pontos fortes, de assumirmos nossos erros e conseguirmos expressar nossas intenções e compromisso.

 

O mais forte não é quem mais aguenta, mas quem é capaz de deixar ir

Se não traz alegria para sua vida… Solte

Se não lhe faz feliz… Solte

Se permanece ao seu lado, mas não acrescenta nada de bom… Solte

Se procura segurança e assim evita o esforço de desenvolver-se… Solte

Se não reconhece suas qualidades… Solte

Se não lhe dá carinho… Solte

Se não promove o seu sucesso… Solte

Se diz, mas não faz… Solte

Se não há um lugar em sua vida para você… Solte

Se tenta mudá-lo… Solte

Se o amedronta… Solte

Se são mais desencontros do que acertos…Solte

Se simplesmente o faz sofrer…Solte

Liberte-se…a perda será muito menos dolorosa do que a dor de apegar-se “ao que já foi e não é mais”.

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*Fonte: osegredo

 


Conheça a primeira Fender Stratocaster nº de série 0100

Quem é dono da primeira Fender Stratocaster feita?
Se você disse David Gilmour, você está errado.

Embora o Stratocaster de Gilmour (Pink Floyd) tenha o número de série 0001, não é a primeiro. Sua cor incomum e hardware de ouro sugerem que poderia ter sido uma “showpiece” feita para uma ocasião especial.

A “primeira” Stratocaster realmente carrega o número de série 0100. O especialista em guitarras vintage George Gruhn, mostra a guitarra no vídeo abaixo. Como ele explica que a guitarra foi feita em abril de 1954, cerca de um ano antes da de David Gilmour, tornando-se a primeira Fender Stratocaster a ter um número de série.

“Esta guitarra é historicamente um instrumento muito, muito significativo”, diz Gruhn, “não só significativo em ser uma Stratocaster precoce, mas este é o primeiro exemplar serial-numerado de um modelo que é, de todas as guitarras elétricas talvez, talvez, o mais icônico American-made guitarra elétrica. “

Gruhn explica que há protótipos anteriores de Stratocasters, mas observa: “Ninguém tem um original intacto antes disso. Houve alguns protótipos … [mas] o ponto é, este é o primeiro que teve um número de série. É também o mais antigo que está realmente em boas condições originais. “

Ele fala sobre a história de Fender para a maior parte da entrevista, mas você pode ouvir a guitarra em ação começando em torno da marca 18:30. É seguido por uma discussão mais aprofundada sobre a Strat que continua em torno da marca de 25 minutos.

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*Fonte: guitarplayer

Estudo revela como era o Saara antes de se tornar um deserto

Entretanto, o que poucos sabem é que antes de ser essa região extremamente seca e desértica, o Saara era uma região cheia de árvores, animais, plantas e muita chuva. Essas informações estão sendo estudadas por pesquisadores da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e de Columbia e do Arizona, nos Estados Unidos.

De acordo com matéria publicada no site da BBC, os pesquisadores que buscam um padrão de chuvas no norte da África descobriram que entre 5 mil e 10 mil anos atrás, o deserto do Saara era conhecido como “Saara Verde” e tinha precipitações anuais entre 35 e 100mm de chuva, clima que colaborava com a fertilidade da terra local.
Saara Verde

O professor do departamento de Ciências Atmosféricas, Planetárias e da Terra do Massachusettes Institute of Technology (MIT), David McGee, equipara a vegetação existente anteriormente no Saara com a do Serengeti, localizado no norte da Tanzânia e sudoeste do Quênia, região que ainda é palco da maior migração de animais mamíferos de todo o mundo.

McGee explicou ao site da BBC Mundo: “Havia no Saara corpos hídricos permanentes, savanas, pradarias e até alguns bosques”. Ele ainda constatou outras evidências de fósseis de animais não encontrados mais na região e a presença de grandes faunas.

No Saara também são encontradas pinturas rupestre e antigos anzóis, revelando um estilo de vida completamente diferente do que é encontrado hoje. Entretanto, para o professor do MIT, mesmo sendo muito complicado saber o tamanho exato da vegetação, estima-se que ela tenha se ampliado para o norte do Saara, onde estão localizadas a Líbia, Argélia e Egito.
Do surgimento do Saara Verde até a sua desertificação

Para Francesco Pausada, da Universidade de Estocolmo, o Saara Verde surgiu da aproximação do Sol com a Terra durante o período de verão, colaborando com essas mudanças. Ele ainda explica: “O Saara se tornou verde quando saímos do período glacial. O sol do verão se tornou mais forte há uns 9 mil anos e isso trouxe uma série de consequências.”

Com as temperaturas extremas, as chuvas de monções aumentaram consideravelmente, colaborando com o surgimento da vegetação e, consequentemente, com a redução das emissões de poeira e diminuição do reflexo da luz. Essas precipitações são conhecidas como albedo, uma das principais causas da aridez na região.

Essa intensificação do albedo no Saara contribuiu significativamente com a desertificação da região. Porém, ainda é incerto quando aconteceu essa mudança drástica no clima.

Muitos cientistas acreditam que essa transformação aconteceu há 5 mil anos, devido aos fenômenos periódicos isolados que aconteceram na região. Outra hipótese é que essa transformação ocorreu de uma hora para outra, sem uma explicação especifica.

Já em 2008, mais um estudo foi divulgado por pesquisadores na Universidade de Colônia, na Alemanha, estimando que essa mudança foi mais lenta e aconteceu há apenas 2,7 mil anos. A pesquisa só foi possível após a análise de amostras de sedimentos retirados do lago Yoa, no norte do Chade, que mostraram o processo gradual de desertificação do Saara.

Entretanto, o estudo realizado por Pausata mostrou que as precipitações que aconteceram revelaram que os seres humanos que lá povoavam, abandonaram a região há 8 mil anos, em decorrência da forte seca que durou mil anos.
Possível influência humana

Estudos realizados recentemente pelo arqueólogo David Wright, da Universidade Nacional de Seul, consideram a hipótese de que os seres humanos tiveram um papel fundamental nas mudanças climáticas do deserto do Saara. Para o pesquisador existem provas arqueológicas de que o primeiro pastoreio provocou sérias consequências na ecologia da região.

Conforme a vegetação era removida e alterada para criação de gado e rebanhos, o fenômeno albedo sofria uma ampliação que colaborava com a diminuição das chuvas de monções. Porém, para Pausata, essa pesquisa não está bem fundamentada e afirmou: “Embora exista um consenso de que o crescimento intenso do rebanho de gado que pasta possa ser prejudicial à variedade de plantas, o pasto leve e moderado pode ter resultados positivos.”
O Saara Verde pode retornar?

Mesmo McGee acreditando que os seres humanos tiveram uma grande participação na desertificação do Saara, outros fatores também ajudaram no desencadeamento do problema, assim como as mudanças cíclicas. Para ele, o Saara verde aconteceu também há 125 mil anos, porém, naquela época, não houve interferência humana e sim uma mudança climática que foi do úmido para árido.

“Desta forma, se o fenômeno for cíclico, é bem provável que o Saara volte a ser verde, mesmo com as atividades humanas recentes”, declarou Pausata. E concluiu: “Daqui a milhares de anos o ciclo se repetirá. O problema agora são as forças antropogênicas. A influência humana será mais um efeito, fora da variação natural, que poderá mudar o equilíbrio no futuro do planeta, não apenas no Saara.”

 

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*Fonte: pensamentoverde

 


A religião possivelmente será extinta nestes 9 países

Um modelo matemático tenta medir a relação entre as pessoas religiosas e os motivos sociais por trás disso. O resultado foi publicado em um encontro da Sociedade Americana de Físicos em Dallas (EUA), e indica que a religião pode simplesmente acabar nesses países.

Os pesquisadores examinaram dados do censo que em alguns casos incluíam informações coletadas por um século. Os países estudados foram: Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Holanda, Irlanda, Nova Zelândia, República Checa e Suíça.

Para fazer a análise, eles usaram o sistema dinâmico não linear – um método matemático que pode explicar fenômenos complexos que são influenciados por vários fatores. O mesmo sistema foi usado, por exemplo, em uma pesquisa de 2003 que buscou explicar o que motiva o declínio do uso de certas línguas.

Os dois estudos foram comparados por Richard Weiner, da Universidade do Arizona (EUA). “O estudo [sobre línguas] propõe que grupos sociais que têm mais membros vão ser mais atraentes. Também propõe que grupos sociais têm uma utilidade ou status social. Nas linguagens, há uma utilidade ou status maior em falar espanhol ao invés de quechuan no Peru. Similarmente, há um tipo de status ou utilidade em ser membro de uma religião”.

Segundo o pesquisador, em democracias seculares modernas há maior tendência que as pessoas se identifiquem como não pertencentes a nenhuma religião. Na Holanda esse número foi de 40%, enquanto na República Checa foi de 60%.

A conclusão do estudo, levando em conta a relevância social e a utilidade prática em ser membro do grupo “sem religião”, foi que de as religiões podem ser extintas nesses locais.

 

Ajustes

O modelo matemático, porém, precisa ser atualizado levando em conta a rede de contatos das pessoas, já que diferentes contatos têm pesos diferentes. No estudo foi considerado que todas as pessoas são igualmente influenciadas pelas outras.

“Obviamente não acreditamos que essa seja a estrutura da sociedade moderna, mas este resultado é sugestivo. É interessante ver como um modelo simples capta os dados, e que se essas ideias simples forem corretas, ele sugere o que pode estar acontecendo. Obviamente coisas mais complicadas acontecem com um indivíduo, mas talvez muito disso seja compensado pela média”.

 

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*Fonte: hypescience

 


Câmera de visão noturna que grava em cores


Você sabia que cada forma de abraçar tem um significado?

Existe uma bela frase de Eduard Paul Abbey que diz: “Eu acredito somente no que posso tocar, beijar ou abraçar. O resto é apenas fumaça.” Abraçar pode ser amor, paixão, ou até mesmo ódio. É uma expressão capaz de representar uma enorme gama de emoções.

Abraçar é um ritual muito importante, mas nem sempre significa o que nós realmente amamos, desejamos ou sonhamos. Na verdade, é um gesto de linguagem não verbal regido pelas normas culturais das diferentes sociedades. Pode ser um pequeno oásis de privacidade, um refúgio de paz, ou mesmo um gesto de falsas declarações e enganos.

 

As diferentes maneiras de abraçar:

Os psicólogos desenvolveram uma peculiar “classificação do abraço”. Na realidade, eles fizeram mais de uma, mas para este artigo vamos falar da classificação de Arturo Torres, porque acreditamos que é a mais completa. Você gostaria de conhecê-la?

Torres fala sobre a influência do abraço. Este gesto tem o poder de deixar no nosso corpo uma marca profunda e permanente. Mas, como dissemos, tudo isso depende da intenção da pessoa, dos sentimentos, das emoções… e especialmente, de como a pessoa que recebe o abraço o interpreta.

 

Abraços clássicos

Vamos começar pelo primeiro da lista que, neste caso, é o abraço clássico. Duas pessoas se abraçam com força deixando as cabeças uma ao lado da outra.

Na verdade, este é um abraço muito íntimo. Os peitos se juntam e as cabeças ficam muito próximas. Além disso, geralmente dura dois ou mais segundos, porque esse ritual tem um encanto especial. Certamente você já abraçou assim ao se despedir de alguém querido ou em um reencontro.

Abraços de dança

Como o próprio nome sugere, podem estar associados com a música. Normalmente, uma pessoa abraça a outra segurando a sua nuca. A música transporta os dançarinos para um mundo mágico e romântico, repleto de amor, intimidade e beleza.

Abraço visual

Quando o abraço tem um contato visual, existe um componente especial. É simples, muito íntimo, e com as duas pessoas coladas uma de frente para a outra. Mas o espaço deixado entre os dois na altura do peito é substituído pela proximidade dos olhares cúmplices e carinhosos.

“Éramos o abraço do amor onde se uniram o céu e a terra”.
– Rosario Castellanos –

Abraço entre colegas

Outro abraço clássico é o abraço entre colegas: são duas pessoas sem intimidade ou afinidade especial. Eles simplesmente dão um tapinha nas costas do outro por um trabalho bem feito ou pela proximidade devido a algum fato concreto. No entanto, as cabeças não se juntam e não existe um forte sentimento.

Abraços assimétrico

O abraço assimétrico ocorre entre duas pessoas com alturas diferentes. Neste caso, a conotação é puramente passional e erótica. De fato, é maistricos usado durante um ato íntimo ou sexual.

Abraço lateral

O abraço lateral é outro exemplo de simplicidade e proximidade. Ele ocorre quando você coloca a mão no ombro da outra pessoa. Seus significados são variados: você pode estar confortando a outra pessoa, pode ser um sinal de companheirismo, simpatia e carinho, amor, ternura ou cordialidade.

Abraços distantes

Os abraços distantes ocorrem quando falta intensidade e são dados com os corpos afastados. As cinturas ficam separadas e o ato ocorre mais por compromisso do que por gosto ou prazer. Eles podem fazer parte de um protocolo ou são motivados por uma trégua temporária após um confronto. Eles podem ser a encenação de uma cordialidade tensa e até mesmo uma atuação que demonstra um afeto que realmente não existe.

Abraços violentos

Este é um abraço de muita intensidade, mas não pela paixão amorosa, e sim por pura violência e agressão. Pode ser muito apertado e pode até mesmo causar dor a um dos envolvidos. Acontecem durante uma briga ou para separar dois indivíduos que estejam lutando, por exemplo.

É uma pena que abraçar nem sempre seja um símbolo de amor e carinho. Essa proximidade com outra pessoa, esse contato físico tão íntimo, talvez nunca devesse ser violento ou falso. No entanto, mesmo que isto aconteça em muitos casos, felizmente, na maioria das vezes, os abraços simbolizam e criam um espaço de intimidade e afeto onde nos sentimos acompanhados e reconfortados.

 

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*Fonte:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jogue fora agora o seu smartphone’, diz John McAfee ao TecMundo

John McAfee não precisa de apresentações. Se hoje você tem algumas ferramentas antivírus no seu computador ou tem o mínimo de preocupação com a sua segurança, direta ou indiretamente, este homem está ligado. Chamado de “visionário da tecnologia” e até “lenda da cibersec”, McAfee está vivendo tempos conturbados: enquanto concorre à presidência dos Estados Unidos da América, ele também passa por uma investigação que envolve suspeitas de estupro, tortura e homicídio.

Exatamente por causa das suspeitas citadas, está acontecendo uma derrocada na imagem de John McAfee — e também no valor de suas empresas. Ainda, o estigma de gênio louco parece estar se concretizando a cada novo capítulo da vida de McAfee.

O TecMundo iria conversar, cara a cara, com John. Ele estaria no Brasil hoje (21) e já havia reservado um tempo para o TecMundo após uma palestra no maior evento de Segurança da Informação e Ciber Segurança do Brasil, o Mind The Sec. Acontece que McAfee foi impedido de deixar os Estados Unidos e, de última hora, tivemos que mudar alguns planos. No final das contas, batemos um papo com McAfee via streaming de vídeo e pudemos notar um pouco o que se passa na cabeça desse homem.

Buscamos entender o que levou McAfee a se candidatar nos Estados Unidos e também saber o que ele pensa sobre a cibersegurança e o cibercrime no Brasil — e se o assunto crime virtual for de seu interesse, você também pode ler uma entrevista que fizemos com Misha Glenny, um jornalista britânico especializado no tema e nas ações que ocorrem em solo brasileiro.

McAfee para presidente?

“Algo precisa ser feito. Refletir sobre onde McAfee esteve é um excelente lembrete de que ele pode ser uma das únicas pessoas vivas que podem nos levar aonde precisamos ir como nação. Mais do que apenas um homem de negócios — mais do que apenas um homem inteligente —, McAfee é, na tradição do individualismo e da coragem humana que enche a história norte-americana, uma Força”.

O parágrafo acima foi retirado do site oficial da campanha de John McAfee. Como você pode ver, toda a lenda que foi construída sobre o homem é levemente pintada até pela própria equipe de marketing. McAfee não seria um humano comum, seria “uma Força”. Ele acredita nisso? Esse é o motivo? Precisávamos fazer a pergunta mais simples possível, para receber uma resposta tão simples quanto.

TecMundo: Por que concorrer à presidência?

McAfee: Porque eu precisava dizer algo ao povo norte-americano. Eu precisava falar sobre cibersegurança. E não há plataforma melhor para isso do que concorrer à presidência. Eu apareço na TV durante debates e foco nesse tema. Então, foi entregue uma oportunidade de aumentar a consciência sobre esse problema sério que enfrentamos.

Nota da redação: É certo dizer que, apesar de John estar na concorrência, ele provavelmente não vai levar o cargo de presidente dos EUA. Isso porque a disputa eleitoral é majoritariamente capitaneada por dois partidos: o Democrata, que apresenta Hillary Clinton, e o Republicano, que empurra Donald Trump. Outro ponto: McAfee estava concorrendo pelo Partido Libertário. O próprio partido, agora, está oferecendo o político Gary Johnson como candidato.

TecMundo: E o que você acha dos principais candidatos, Hillary e Trump?

McAfee: Bem, eu não os conheço. Eu nunca fui pescar com Trump e também nunca jantei com Hillary. O que eu sei é o que as notícias me dizem. Se as notícias no Brasil forem que nem as notícias nos EUA, elas são 95% fabricadas. Então, eu realmente não tenho uma opinião.

Estamos todos perdidos?

Você deve se lembrar do caso FBI x Apple — caso contrário, pode clicar aqui para refrescar a memória. De maneira resumida, o FBI travou uma batalha judicial contra a Apple para receber um software que liberasse o acesso ao iPhone de um investigado.

Na época, McAfee hackeou ao vivo na TV norte-americana o smartphone de um apresentador. Ainda, se ofereceu ao FBI para realizar o feito sem a necessidade da briga nos tribunais. “Com todo o respeito a Tim Cook e à Apple, mas eu trabalho com a equipe dos melhores hackers do planeta. Eu aposto que podemos quebrar a criptografia do iPhone. Este é um fato puro e simples”, havia dito. Vou, de forma gratuita, descriptografar as informações no telefone com a minha equipe (…) Se vocês aceitarem a minha oferta, não vão precisar pedir à Apple para colocar um backdoor no seu produto, o que será o começo do fim da América”.

O fim da América, como citou McAfee, seria a criação de um software backdoor nas mãos das autoridades que serviria como “aval” para futuras invasões de dispositivos.

Você não conta ao estranho os detalhes íntimos de sua vida, ou conta?

TecMundo: Nós vimos o que você fez no caso FBI x Apple. Isso significa que qualquer smartphone pode ser hackeado? Não há qualquer tipo de segurança?

McAfee: Não, não há segurança. E a razão de que não há segurança é que todos os nossos dispositivos móveis foram desenvolvidos, do começo ao fim, para coletar informações sobre nós. Informação é o novo dinheiro.

Todos os smartphones são desenvolvidos para aplicações que sabem onde você está, para quem você está ligando, quanto tempo você usa o smartphone, quem são os seus contatos, aplicações que leem as suas mensagens e os seus emails. Quando você baixa um aplicativo, você precisa selecionar “Sim/Aceito” para aceitar todas essas condições. Mas ninguém realmente lê essas condições, ninguém presta atenção.

Então, porque os smartphones são desenvolvidos exatamente para coletar informações, hackeá-los é algo trivial.

TecMundo: Já que chegamos neste ponto, o que você pode dizer sobre a vigilância de massa?

McAfee: Eu não estou feliz com qualquer tipo de vigilância. Eu acredito que todos nós temos um direito fundamental à privacidade. E, assim que a privacidade é tirada de nós, perdemos grande parte de nossa humanidade.

Considere isso: a maioria das pessoas não pensa sobre o fato de que elas escolhem “a privacidade” diversas vezes ao dia. Quando você fala com um estranho, por exemplo. Você não conta ao estranho os detalhes íntimos de sua vida, ou conta? Então nós escolhemos diferentes níveis de privacidade em todas as nossas interações com o mundo. Se isso for retirado de nós, não teremos qualquer tipo de liberdade. Sendo assim, o mundo se tornará um caos.

Não é papo de gringo

Já citamos a entrevista que o TecMundo realizou com o jornalista Misha Glenny. Expert em cibercrime, Misha deixou claro que o Brasil — e o mundo — ainda sofre com a ação e também não aprendeu a lidar com isso. John McAfee também tem as suas opiniões. Acompanhe:

TecMundo: No Brasil, a cibersegurança é algo com que as empresas e as pessoas costumam não se importar tanto, infelizmente. Você acredita que os hackers e os crackers têm muito espaço no Brasil?

McAfee: Sim, claro! E eles têm espaço para o cibercrime em qualquer lugar. Mas eu quero apontar outra coisa: os governos que buscam jogar esse problema na segurança. Você realmente acredita que a polícia mantém você seguro? Por exemplo, um assaltante entra na sua casa e tem uma arma apontada para a sua cabeça; existe algum botão mágico que você aperta e a polícia magicamente aparece? A polícia se mexe após um chamado e tenta determinar quem é o criminoso.

Então, segurança é uma ilusão. Realmente é uma ilusão. Quando um governo diz que tenta lhe manter seguro, o que ele realmente quer dizer é: nós tentamos lhe controlar.

TecMundo: Então o que os usuários podem fazer? O que as empresas podem fazer? O que todos nós podemos fazer sobre isso?

McAfee: A primeira coisa a fazer é: jogue fora agora o seu smartphone. Jogue fora e compre um celular (nota: um celular, sem ser smartphone, ou seja, sem conexão com a internet). Estou falando sério. Hoje, os smartphones são os espiões pelo mundo. Eles têm uma câmera, eles têm um microfone, eles guardam todas as suas informações e todas essas coisas podem ser hackeadas.

Não há nada privado, não há mais segredos neste mundo digital.

Isso significa que outras pessoas podem te observar, te ouvir, ler as suas mensagens e saber todos os detalhes íntimos de sua vida. Veja: eu uso um smartphone, eu sempre lido com ele sabendo que centenas de pessoas estarão me ouvindo. Ou me assistindo. Se você quiser viver assim, tudo bem. Se não, compre um dumbphone, um celular que “não possui um computador dentro”. Um celular que faça ligações, envie mensagens e só.

Eu sei o quão esquisito isso pode soar, mas se você visse as coisas que eu vi, sobre o que hackers podem fazer, você não acharia isso estranho.

TecMundo: Então, o que você viu?

McAfee: Eu vou a convenções hackers constantemente, cerca de três vezes por mês. Então, por exemplo, eu tenho um amigo que tem um chip implantado na mão. Se ele pegar o seu smartphone, no momento em que ele encostar no dispositivo, ele já hackeou o aparelho. São coisas nas quais você não acreditaria. Não há nada privado, não há mais segredos neste mundo digital. E nós temos que nos acostumar com isso ou mudar isso.

A mídia não escapa

John McAfee tem os seus problemas com a mídia. Principalmente agora, que está sendo acusado de estupro, tortura e homicídio, ele voltou a figurar em manchetes pelo mundo. O canal Showtime ainda preparou um documentário chamado “Gringo: The Dangerous Life of John McAfee”, que praticamente sentencia McAfee ao afirmar que ele cometeu diversos crimes em Belize, na América Central, local onde morou por um tempo.

Por isso, podemos dizer que o McAfee tem um problema com a mídia. Ou com as pessoas envolvidas neste caso. Perguntamos qual era a opinião dele sobre jornais, revistas e sites. A resposta foi incisiva.

McAfee: A mídia só tem um propósito: fazer dinheiro. E eles fazem mais dinheiro com mais pessoas assistindo ou lendo as notícias. Então, sério, se você está lendo notícias, você está lendo uma interpretação da realidade de alguém. E essa interpretação está distorcida de uma maneira que vá segurar a sua atenção.

O que você vê no noticiário? Você não vê coisas boas. Você não vê vovózinhas fazendo tortas, não. Você vê catástrofe. Tornados. Tsunamis. Quedas de avião. Assassinatos. Isso é algo que interessa os humanos; eu não vejo o motivo, mas é. Então, quando você vê qualquer coisa na mídia, o que você realmente está vendo é uma propaganda para segurar a sua atenção para a próxima notícia.

 

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*Fonte: tecmundo


Projeto de lei muda classificação de CNH para motociclistas

A Comissão de Viação e Transportes aprovou projeto de lei (PL 3245/15), do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), que classifica a carteira de habilitação dos motociclistas de acordo com a cilindrada da moto.

A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) e recebeu parecer favorável do relator, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE).

A nova versão traz alguns ajustes no texto original, como determinar que a nova classificação não prejudicará os motociclistas já habilitados ou em processo de habilitação quando a lei entrar em vigor.

Nova divisão

A categoria A, de motociclistas, será dividida em três subcategorias: A1, categoria genérica, para condutor de ciclomotor (veículo motorizado de duas ou três rodas); A2, para condutor de moto de até 300 cilindradas; e A3, para condutor de moto de até 700 cilindradas.

Independentemente da subcategoria, a formação do condutor deverá incluir curso de direção em circuito fechado, anterior à prática em via pública.

Caberá ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentar a lei e definir os exames que serão feitos em cada subcategoria.

Patriota disse que a proposta tem dois méritos.
Primeiro, impede que candidatos à habilitação façam o teste em uma motocicleta de potência inferior à que usará no dia a dia.
Depois, permite dosar o teste de habilitação ao veículo que será usado pelo condutor.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado agora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

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*Fonte: exame


Médicos anunciam novo transtorno alimentar: Pessoas obcecadas por alimentação saudável, os ortoréxicos

Quando falamos em transtorno alimentar, vem logo na cabeça algo como anorexia e bulimia, por exemplo. Mas agora, com essa onda de alimentação natural, baseada em produtos unicamente nutritivos e saudáveis desencadeou um tipo de transtorno alimentar bastante curioso: a Ortorexia.

A ortorexia é um transtorno alimentar diagnosticado há pouco tempo e parece acometer pessoas obsessivas quanto aos padrões daquilo que come. Ao contrário da anorexia ou bulimia, a pessoa permite-se comer, mas fica tão obcecada com o que come que todos os seus pensamentos ficam ocupados com a dieta e o valor nutritivo e calórico de cada alimento. O ortoréxico somente se permite alimentos saudáveis e controlam obsessivamente o conteúdo nutricional de cada elemento que ingerem.

Calorias, vitaminas e nutrientes tornam-se o foto da comida e qualquer coisa que contenha o mínimo vestígio do que está na lista do “não é permitido” não é consumido. A pessoa se torna um “mártire” levando a obsessão com o conteúdo dos seus alimentos ao extremo, e não se permitem, em circunstância alguma, um desvio do seu programa de tipos de alimentos autorizados.

A princípio você pode estar imaginando que alguém que controla o conteúdo nutricional, calórico, vitamínico da sua alimentação pode estar fazendo uma coisa boa para si. No entanto, psiquiatras e psicólogos são unanimes em dizer que o ortoréxico pode ter sua mente seriamente afetada, criando um mundo à parte baseado unicamente com seu modelo obsessivo de dieta. É uma doença grave, tratada com terapia e medicamentos.

Como descobrir se uma pessoa é ortoréxica

Examina cada ingrediente usado na refeição, por exemplo a marca, o valor nutricional, o valor calórico, a vantagem do fio de azeite extra virgem usado para temperar a salada.

Só se permite alimentos saudáveis. Jamais, em hipótese alguma, essa pessoa se permitirá ingerir um biscoitinho industrializado.

Não consegue comer nenhuma refeição preparada por outra pessoa, ou pelo menos sob sua intensa e rigorosa supervisão.

Observa e comenta a maneira como outras pessoas preparam a comida, ao mesmo tempo que tenta mudar os hábitos alimentares de todo mundo, até mesmo dos animais de estimação.

Passa o tempo todo pensando nos nutrientes e calculando as calorias que consumiu durante o dia. Pode ficar o dia inteiro no supermercado fazendo compras, pois precisa ler atentamente todas as etiquetas de valores nutricionais, vitamínicos, calóricos e etc. de absolutamente tudo.

Perdeu muito peso recentemente sem seguir conscientemente uma dieta.

 

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*Fonte: diariodebiologia

 


Qual a origem dos sete pecados capitais?

Os sete pecados capitais são quase tão antigos quanto o cristianismo. Mas eles só foram formalizados no século 6, quando o papa Gregório Magno, tomando por base as Epístolas de São Paulo, definiu como sendo sete os principais vícios de conduta: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja.

A lista só se tornou “oficial” na Igreja Católica no século 13, com a Suma Teológica, documento publicado pelo teólogo são Tomás de Aquino. No documento, ele explica o que os tais sete pecados têm que os outros não têm.

O termo “capital” deriva do latim caput, que significa cabeça, líder ou chefe, o que quer dizer que as sete infrações são as “líderes” de todas as outras.

E, do ponto de vista teológico, o pecado mais grave é a soberba, afinal é nesta categoria que se enquadra o pecado original: Adão e Eva aceitaram o fruto proibido da árvore do conhecimento, querendo igualar-se a Deus.

A Igreja até tentou oferecer soluções para os pecados capitais, criando uma lista de sete virtudes fundamentais – humildade, disciplina, caridade, castidade, paciência, generosidade e temperança -, mas os pecados acabaram ficando mais famosos.

Outras religiões, como o judaísmo e o protestantismo, também têm o conceito de pecado em suas doutrinas, mas os sete pecados capitais são exclusivos do catolicismo.

 

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*Fonte: mundoestranho


O que é a caixa de Pandora?

É a “caixa” na qual, segundo a mitologia grega, estavam guardados todos os males do mundo. Assim como várias histórias gregas, esta tem muitas versões – em algumas delas, a tal caixa é, na verdade, uma ânfora, um tipo de vaso antigo.

A participação de Pandora também é controversa. Alguns textos indicam que essa personagem, curiosa, abriu o recipiente e condenou a humanidade. Outras dizem que ela mesma estava lá dentro e, ao ser libertada, trouxe consigo a desgraça. De qualquer maneira, a metáfora é clara: a chegada da mulher marca o fim de um período glorioso para o homem.

“É um mito muito parecido com o de Adão e Eva, na Bíblia”, explica André Chevitarese, professor do departamento de história da UFRJ. A seguir, usamos a versão do mito segundo a Teogonia, obra do poeta grego Hesíodo (8 a.C.).

 

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*Fonte: mundoestranho

 


De outro mundo – #01

Na Indonésia um grupo de trilheiros de moto off road se surpreende quando uma figura estranha atravessa em seu caminho.

Confira o vídeo abaixo.

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*Fonte: semprequestione

 


Segundo físicos, o tempo pode existir apenas na sua cabeça

De todas as pressões que enfrentamos na nossa vida cotidiana, não há como negar que o tempo tem efeito mais profundo. Como os nossos dias, semanas, meses e anos passam, o tempo se move do passado ao presente para o futuro.

Porém, de acordo com a Física, as mesmas coisas ocorrem independentemente do que tempo de direção. Por isso, os físicos sugerem que a gravidade não seja forte o suficiente para mover todos os objetos do Universo para frente. Mas será que o mesmo acontece com a ordem do tempo que nós conhecemos ou é tudo imaginação? Primeiro, vamos refletir sobre a chamada flecha do tempo.

Graças ao tempo, o jovem torna-se velho e o passado se torna o presente. Mas se esquecermos a nossa própria perspectiva por um segundo e olharmos para o Universo como um todo, podemos dizer que a única coisa que governa o comportamento do Universo são as leis da Física. Algumas dessas leis têm relação com o tempo reversível – o que significa que os mesmos efeitos ocorrem, independentemente de o tempo estar correndo para a frente ou para trás.

“Seja através gravitação de Newton, a eletrodinâmica de Maxwell, a relatividade especial e geral de Einstein ou mecânica quântica, todas as equações que melhor descrevem o nosso Universo funcionam perfeitamente independentemente da direção do tempo”, disse o especialista Lee Billings para a Scientific American.

Um exemplo que comprova isso é o caminho de um planeta orbitando uma estrela, de acordo com a força da gravidade.
“Se o tempo corre para a frente ou para trás, as órbitas planetárias seguem exatamente os mesmos caminhos. A única diferença é a direção da órbita“, explicou Brendan Cole.

Isso significa que o tempo é subjetivo? Essa pode ser a explicação para a Teoria Especial da Relatividade de Einstein, mas há uma segunda lei chamada Termodinâmica. De acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, conforme o tempo passa, a quantidade de desordem – ou entropia – no Universo será sempre aumentada. “Por esta razão, os físicos estabeleceram uma fonte da seta do tempo: o transtorno tem sempre que aumentar depois que algo acontece, o que requer que o tempo só pode se mover em uma direção“, explica Cole.

Muitos físicos suspeitam que quando as forças de gravidade interagem umas com as outras, a seta virada para a frente do tempo emerge e a entropia pode aumentar. Mas para que isso funcione, a entropia deve ter aumentado, o que significa que o Universo tinha de ter começado mais ordenado do que é atualmente.

Em um esforço para chegar ao fundo de um dos maiores enigmas da Ciência moderna, dois de físicos decidiram testar a hipótese de que a gravidade é a força por trás de toda essa teoria. O ponto em que as partículas são governadas pela seta do tempo e regidas pelas leis sem direção do Universo, é conhecido como decoerência.

De acordo com a explicação de Nick Stockton, a hipótese mais proeminente para a decoerência é a Equação Wheeler-DeWitt, que prevê quando as ligações entre quântica e mecânica são apagadas graças à gravidade. Mas quando os físicos Dmitry Podolsky, da Universidade de Harvard, e Robert Lanza, diretor da Astellas Global Regenerative Medicine, realizaram a medição da gravidade através da Equação de Wheeler-DeWitt, eles descobriram que, depois de fazer as contas, a equação não explica a direção do tempo.

Como aponta Stockton, se a gravidade for muito fraca para segurar uma interação entre as moléculas juntas com a decoerência, ele não pode ser forte o suficiente para forçá-las na mesma direção.

“Nosso trabalho mostra que o tempo não existe apenas ‘lá fora’, mas que é uma propriedade emergente que depende da capacidade do observador para preservar informações sobre acontecimentos vividos“, explica Lanza. Isto sugere que a flecha do tempo seja subjetiva e determinada pelo observador.

“Em seus trabalhos sobre a relatividade, Einstein mostrou o tempo em relação ao observador. Nosso artigo dá a um passo adiante, argumentando que o observador, na verdade, é quem o cria“, completou Lanza.

Porém, a ideia ainda é controversa, porque de acordo com Yasunori Nomura, um físico da UC Berkeley, que não estava envolvido no estudo, a dupla de cientistas não conseguiu levar o tecido do espaço-tempo em consideração e não introduziu o “tempo de observador” na equação.

 

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*Fonte: universocetico