Cerveja pode ficar bem mais cara devido às alterações climáticas

As mudanças climáticas não só causam o aumento do nível do mar, furacões mais fortes e incêndios florestais mais intensos, mas também podem aumentar o preço global da cerveja.

Segundo um estudo conduzido pelas universidades americanas UCI(Universidade da Califórnia) e UEA(Universidade de East Anglia) e publicado na revista científica Nature, as secas e as ondas de calor cada vez mais intensas podem causar quebras acentuadas na produção de cevada – um dos principais ingredientes da cerveja.

A pesquisa prevê que as mudanças climáticas podem afetar de forma severa o fornecimento global de cerveja. Além disso, os modelos econômicos utilizados no estudo apontam também para uma forte possibilidade de os preços aumentarem em vários países face à quebra na produção.

Para o estudo, pesquisadores de Reino Unido, China, México e Estados Unidos identificaram eventos climáticos extremos e projetaram os impactos na produção de cevada em 34 regiões do mundo.

“É a primeira vez que isso é feito”, disse à DW o coordenador do estudo e principal autor do Reino Unido, Dabo Guan, que é professor de economia da mudança climática na UEA. “Nosso objetivo era alertar as pessoas nos países ocidentais desenvolvidos de que a vida privada delas será seriamente afetada pelas mudanças climáticas. Talvez elas não venham a sofrer com a fome causada pela mudança climática da mesma forma que nos países em desenvolvimento, mas sua qualidade de vida será seriamente prejudicada”, afirmou o especialista.

“Com o aumento de eventos climáticos extremos, itens de luxo começarão a ficar muito caros ou mesmo indisponíveis”, frisou Guan. “É claro que isso não mata. Mas a qualidade de vida das pessoas será seriamente comprometida, e a estabilidade social ficará ameaçada. E talvez isso sirva de alerta para que as pessoas façam alguma coisa a respeito da mudança climática agora. A mudança climática é responsabilidade de todos. Precisamos agir juntos para combater o aquecimento global.”

*Por Any Karolyne Galdino

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*Font: engenhariae

Casais que se “zoam” são mais felizes, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade Luterana de Halle-Wittenberg, na Alemanha, e publicada no Journal of Research in Personality, chegou à conclusão que para se ter um relacionamento de sucesso o segredo está no bom humor. Segundo eles, casais que aceitam ser “zoados” pelo parceiro e têm mais facilidade para rirem de si mesmos são mais felizes no dia a dia.

No estudo realizado com 154 casais heterossexuais, os cientistas descobriram, ainda, que as pessoas que têm medo de serem ridicularizadas confiam menos em seu parceiro e tendem a ter menos conteúdo no dia a dia para trocar com ele. Alguns indivíduos – principalmente homens – disseram também que frequentemente não se sentem satisfeitos com sua vida sexual quando o cônjuge não aceita que tirem sarro dele.

“Estudos anteriores mostraram que as pessoas estão procurando um parceiro com senso de humor e que gosta de rir”, disse o professor René Proyer da universidade em um comunicado. No entanto, como o estudo aponta, isso não é tão simples quanto parece.

Os pesquisadores chegaram, ainda, à conclusão que casais parecidos geralmente têm mais assunto no dia a dia do que aqueles que são menos parecidos. “Descobrimos que os parceiros são muitas vezes semelhantes em relação às suas características individuais e também seus perfis”, acrescentou o co-autor do estudo, Kay Brauer.

Em outras palavras, tudo depende da compatibilidade entre o casal. Se uma pessoa gosta de tirar sarro e a outra não se sente confortável com isso, o relacionamento por estar fadado a ter problemas. Agora, se os dois gostam de “zoar” um ao outro ou se ambos não curtem esse tipo de atitude, tudo bem. Se a sintonia é a mesma entre o casal, a relação tem mais chances de dar certo.

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*Fonte: revistagalileu

Você se lembra de cinco mil rostos diferentes

Você é bom em reconhecer rostos? É daqueles que nunca erra o nome de ninguém? Ou você já esqueceu o nome daquela prima distante, durante uma festa de natal? Se esse segundo caso é o seu, agora você pode dar uma boa desculpa para não saber diferenciar a Julia da Juliana: um novo estudo está clamando que o rosto dela não está entre os cinco mil mais importantes da sua vida.

Alguns indivíduos são naturalmente melhores de reconhecimento facial que outros, mas pesquisadores da Universidade de York, Inglaterra, acreditam que 5 mil é a média que um ser humano normal consegue reter, contando pessoas da vida real e da mídia. Esse foi o primeiro estudo a calcular um número preciso de rostos.

O curioso é que nós, normalmente, vivemos em pequenos grupos de cerca de cem indivíduos. Mas o estudo sugere que nossas habilidades de reconhecimento facial nos equipam para lidar com os milhares de rostos que encontramos no mundo moderno – tanto em nossas telas quanto nas interações sociais.

No estudo, a equipe de pesquisa pediu aos participantes que anotassem quantos nomes de amigos, colegas, conhecidos, membros da família e até pessoas famosas lembrassem no espaço de uma hora. Os participantes relataram que foi fácil chegar a muitos rostos no início, mas a dificuldade foi aumentando com o passar do tempo. Essa mudança de ritmo permitiu que os pesquisadores supusessem quando os voluntários ficaram completamente sem rostos na memória.

Depois disso, várias fotografias de celebridades apareceram para os participantes, e eles precisavam citar o máximo que conseguiam. De acordo com os resultados, eles foram capazes de distinguir entre 1.000 e 10.000 faces no total.

O Dr. Rob Jenkins, do Departamento de Psicologia da Universidade de York, explicou essa grande margem: “O alcance pode ser explicado por que algumas pessoas têm uma aptidão natural para lembrar rostos. Existem diferenças na quantidade de atenção que as pessoas dedicam para rostos e com que eficiência elas processam essas informações.” E ele também acrescenta uma alternativa curiosa: “Alternativamente, isso poderia refletir diferentes ambientes sociais – alguns participantes podem ter crescido em lugares mais densamente povoados, com mais participação social, por isso fixam mais rostos”.

Algo a se considerar é que a idade média dos participantes dos estudos era de 24 anos. E, de acordo com os pesquisadores, a idade pode fornecer um caminho intrigante para futuras pesquisas: “Seria interessante ver se há uma idade de pico para o número de rostos que conhecemos”, disse Jenkins. “Talvez nós acumulemos rostos ao longo de nossas vidas, ou talvez começamos a esquecer alguns depois que alcançamos uma certa idade.”

*Por Ingrid Luisa

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*Fonte: superinteressante

Abandone 10 hábitos que favorecem a má digestão

Azia, gases, sensação de estômago pesado e sonolência são sintomas que já acometeram todos nós pelo menos uma vez. Apesar de serem comuns a pessoas com condições crônicas, como a doença do refluxo gastroesofágico, esses males podem surgir em qualquer um que exagerou no prato ou não tomou os devidos cuidados na refeição – mesmo aqueles que seguem uma dieta equilibrada. Confira os conselhos dos especialistas e fique atento aos deslizes que podem causar má digestão:

Comer muito rápido

Ao comer rapidamente, cometemos dois erros cruciais – não mastigamos direito e não damos tempo suficiente ao nosso cérebro para perceber que estamos comendo. “Quando começamos a mastigar, nosso organismo libera uma enzima que facilita a quebra do alimento, iniciando o processo de digestão”, explica o nutrólogo Fernando Bahdur Chueire, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Desta maneira, é fundamental triturar bem os alimentos antes de engolir, para que a enzima tenha tempo de agir, facilitando o trabalho do estômago e evitando que o órgão fique sobrecarregado – fator que deixaria a digestão mais lenta. Além disso, cada refeição deve ter duração de pelo menos 20 minutos. “Esse é o tempo médio que leva para o intestino liberar o hormônio que ativa o centro de saciedade do cérebro depois que começamos a nos alimentar”, explica. Almoçar em menos tempo que isso não irá proporcionar a sensação de saciedade, fazendo que com a ingestão seja exagerada, dificultando a digestão e favorecendo problemas como refluxo. “Comer demais também torna o processo de digestão mais demorado, causando sensação de mal estar”, alerta o nutrólogo. De acordo com o profissional, o ideal é comer até sentir-se bem e não até ficar “cheio”.

Manias à mesa

A gastroenterologista Mara Rita Salum, da Unifesp, explica que os órgãos do sistema digestivo se localizam na caixa torácica e, dependendo da forma como nos posicionamos, eles se comprimem, dificultando o processo digestivo, culminando na má digestão. Por isso, atitudes como comer deitado ou em qualquer posição que não seja ereta afeta diretamente a digestão. Outra mania comum é falar enquanto comemos – isso pode aumentar a ingestão de ar durante a refeição, favorecendo problemas relacionados a gases.

Líquidos durante a refeição

“Quando alguém bebe muito líquido enquanto come, o estômago enche mais, podendo causar mal estar devido ao maior tempo de digestão necessário para esvaziar o órgão”, aponta a gastroenterologista Mara. Tomar um copo de suco de até 150 ml, no entanto, não interfere de forma significativa na digestão e pode até facilitar o processo de mastigação. Mas a ressalva fica para as bebidas gaseificadas: elas provocam a dilatação do estômago, levando a uma maior ingestão de comida e prejudicando o processo digestivo. “Acompanhar a refeição com qualquer tipo de bebida não é recomendado apenas para quem sofre de doença do refluxo gastroesofágico, pois aumenta o risco de azia.”

Jejum prolongado

Para entender porque o jejum prolongado interfere na digestão, é preciso conhecer o mecanismo do corpo que causa a azia. Na ligação do nosso esôfago com o estômago, temos um órgão chamado esfíncter esofágico inferior, uma espécie de anel responsável por permitir a passagem de comida e se manter fechado quando não estamos fazendo uma refeição. “Ele se abre para o alimento passar do esôfago para o estômago e, em seguida, deve se fechar para reter o que foi ingerido e impedir que os sucos gástricos atuantes na digestão subam para o esôfago, causando a azia”, explica o gastroenterologista Ricardo Blanc, da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia. Quando uma pessoa fica sem comer, o ácido gástrico produzido normalmente pelo estômago se acumula e pode refluir, irritando o final do esôfago e causando a azia. “Comer a cada três horas mantém o sistema digestivo em funcionamento, sem sobrecarga na produção de ácido gástrico”, explica o gastroenterologista Luiz Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein.

Boca seca

Ficar com água na boca não indica apenas que você está com fome – a saliva é parte importante do processo de digestão, pois é ela quem inicia esse processo. É pela saliva que são liberada as primeiras enzimas que ajudam na trituração dos alimentos. Além disso, a saliva ajuda na eliminação de bactérias da cavidade bucal, prevenindo contra cáries e outras doenças. Dessa forma, pessoas que tem a boca mais seca podem ter o processo digestivo prejudicado, já que a saliva não será suficiente. Segundo os especialistas, o uso de determinados medicamentos – entre anti-histamínicos, descongestionantes, analgésicos, diuréticos e remédios para pressão alta e depressão -, tabagismo, abuso de álcool, menopausa e doenças que afetam as glândulas salivares, como diabetes, Parkinson e HIV, são causadores de secura na boca. Ela também pode surgir uma vez ou outra, sem qualquer relação com esses problemas, mas se persistir o ideal é procurar um médico. Algumas dicas para evitar a secura na boca são beber bastante água, mascar gomas ou chupar balas sem açúcar e evitar bebidas com cafeína.

Fumo e álcool

Você deve estar se perguntando por que o cigarro iria interferir na digestão, já que a fumaça se deposita nos pulmões. A resposta é simples: a nicotina, quando entra na corrente sanguínea, também vai para o sistema digestivo, e lá provoca a diminuição da contração do estômago, dificultando a digestão. “O uso contínuo do cigarro também enfraquece o esfíncter esofágico inferior, aumentando o contato do ácido gástrico com a mucosa esofágica e causando azia”, diz o gastroenterologista Luiz Eduardo. Além disso, o tabaco altera o paladar e induz a produção de ácido clorídrico pelo estômago, o que facilita a infecção pelas bactérias Helicobacter pylori, causadoras da úlcera gástrica. Segundo o especialista, o cigarro ainda estimula a ida de sais biliares do intestino para o estômago, tornando suco gástrico mais nocivo ao organismo e intensificando o aparecimento de úlceras.

Com o álcool não é diferente. Quando ingerimos alguma bebida alcoólica, a substância logo é absorvida pelo nosso sistema gastrointestinal, irritando as mucosas do esôfago e do estômago e alterando as membranas do intestino, prejudicando a absorção de nutrientes. “Os resultados podem ser esofagite, gastrite e até diarreia”, explica o gastroenterologista Ricardo Blanc. Já no fígado, o álcool vai alterar a produção de enzimas, sobrecarregando o órgão. “Ele passa a produzir mais enzimas para metabolizar o etanol, levando a uma inflamação crônica ou hepatite alcoólica, podendo evoluir para cirrose”, completa. Outro órgão afetado pelo excesso de bebidas alcoólicas é o pâncreas, responsável pela fabricação de insulina e de enzimas digestivas. O álcool pode causar uma inflamação no pâncreas, e essa inflamação pode evoluir para uma pancreatite.

Sono inadequado

Descansar após as refeições, tirando um cochilo leve, pode ajudar na digestão porque está relacionada, sobretudo, ao repouso. “Dando um tempo das atividades pesadas, o fluxo sanguíneo permanece focado nos órgãos envolvidos na digestão sem qualquer problema”, afirma o nutrólogo Fernando. Além disso, o ideal é repousar com a cabeça levemente inclinada para cima, pois isso ajuda na descida dos alimentos. “Ficar completamente deitado pode favorecer o refluxo ou mesmo atrapalhar a digestão”, explica o especialista. A soneca, entretanto, deve durar apenas alguns minutos, pois ao entrarmos em sono profundo, o metabolismo fica lento, dificultando o processo de digestão. Caso queira dormir mais profundamente, espere de duas a três horas após a refeição.

Respirar pela boca ou sorver alimentos

É comum pessoas com alergias respiratórias passarem a maior parte do tempo com as narinas entupidas, precisando respirar pela boca. Nesse cenário, ela acaba respirando pela boca também enquanto come, levando mais ar para o estômago e causando gases. O mesmo acontece quanto usamos canudinho ou sorvemos alimentos, como uma colher cheia de sopa. O ato de sugar a bebida ou o alimento também traz mais ar para dentro do corpo, podendo causar má digestão ou então intensificando um problema que a pessoa já tenha normalmente, como refluxo ou azia.

Erros ao fazer exercícios

“Logo depois que você se alimenta, o organismo direciona maior fluxo sanguíneo para os órgãos envolvidos na digestão para que, dessa maneira, o processo seja realizado mais rapidamente”, aponta o nutrólogo Fernando. Quando fazemos exercícios, por outro lado, quem solicita maior fluxo sanguíneo são os músculos. Assim, é fundamental esperar a digestão completa da refeição – que leva cerca de duas horas – para treinar, pois, do contrário, nenhuma atividade será bem realizada. Segundo o nutrólogo, a diminuição do fluxo sanguíneo ocorre até mesmo no cérebro e, por isso, é normal sentirmos preguiça, cansaço ou dificuldade de concentração logo após comer. O ideal, portanto, é esperar cerca de 15 minutos para voltar a trabalhar, estudar ou realizar outra atividade que exija atenção.

Roupas ou cintos apertados

Usar calças ou saias com elásticos apertados, bem como abusar dos cintos, pode apertar o estômago e obrigar a comida a retroceder para o esôfago. Após as refeições, seu estômago dilata por conta da produção de ácidos gástricos, e a pressão das roupas pode fazer com que esses ácidos retornem para o esôfago, causando azia e refluxo. Esse problema é mais intenso em pessoas que estão acima do peso, pois a obesidade aumenta ainda mais a pressão no estômago. Essa pressão pode empurrar o conteúdo do estômago para dentro do esôfago, causando azia.

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*Fonte: minhavida

Chocolate vai acabar? A previsão mais triste já feita pode mesmo acontecer, mas não no Brasil

Uma reportagem publicada no Business Insider trouxe uma previsão nada animadora para os chocólatras: o chocolate pode acabar (ou ter grande parte de sua produção comprometida) em menos de 40 anos.

Não é sensacionalismo. Um artigo na National Oceanic and Atmospheric Administration mostrou que o aquecimento global está afetando as plantações de cacau no Oeste africano, justamente onde se concentra a maior produção mundial do cacau, matéria-prima do nosso querido chocolate.

As mudanças climáticas podem aumentar enchentes, piorar incêndios florestais, promover a propagação de doenças transmitidas por insetos, destruir recifes, acabar com centenas de espécies, aumentar a temperatura, derreter geleiras. Mas é possível comprometer o nosso chocolate? Provavelmente sim.

Calma, seria exagero imaginar um mundo sem chocolate. Mas a questão é mais delicada do que isso: como a produção do cacau é dependente de poucos países da África, o chocolate pode, sim, se tornar um produto escasso — e, como a lei da oferta e demanda não falha, seu preço poderia ir às alturas, transformando esse alimento tão comum hoje no mundo em uma “iguaria de luxo”.

Para entender melhor a preocupação de cientistas e de grandes fabricantes de chocolate, é preciso compreender como é a produção do cacau.

As árvores de cacau não são fáceis de serem cultivadas. Os cacaueiros só prosperam em condições específicas, incluindo temperaturas uniformes, alta umidade, chuva abundante, solo rico em nitrogênio e proteção contra o vento. Resumindo, eles só crescem e dão frutos em florestas tropicais, como as encontradas na América do Sul, como nossa Amazônia, e América Central.

Porém, a maior parte da produção do cacau não vem dessas regiões — naturais e originais do cacau, mas sim da África. Os principais produtores mundiais são Costa do Marfim (responsável por 45% de todo o cacau) e Gana (20%). O Oeste africano produz 75,8% de todo o cacau do mundo.

O Brasil está apenas na 7ª posição do ranking, com apenas 4% da produção mundial, e incapaz de sustentar o próprio mercado interno. Na nossa frente, estão países como Indonésia, Equador, Camarões e Nigéria.

O problema é que as mudanças climáticas estão impactando diretamente a produção nesses países líderes. Em 2013, foram publicados estudos no Painel Climate Change 2014: Impacts, Adaptation, and Vulnerability que indicam que, se o aquecimento global continuar do jeito que está, Costa do Marfim e Gana podem ter um aumento de temperatura de até 2,1º C até 2050 — o que tornaria aquele ambiente impróprio para o cultivo da planta.

E não é só o aumento da temperatura que pode atrapalhar o crescimento dessas plantas. O perigo maior, segundo o National Oceanic and Atmospheric Administration, é a diminuição da umidade. As projeções do aquecimento para a região até 2050 provavelmente não serão acompanhadas de um aumento da umidade. Ou seja, como temperaturas mais altas sugam mais água do solo, do ar e das plantas, é improvável que as chuvas aumentem o suficiente para compensar a perda da umidade.

O aumento da temperatura pode empurrar as áreas de cultivo de cacau para as montanhas, onde as temperaturas seriam mais amenas e os níveis de umidade, mais elevados. Porém, muitos desses terrenos montanhosos são reservas florestais, onde o cultivo é proibido. “Esses países terão de fazer uma escolha difícil: permanecer com a produção para atender a demanda global ou preservar a mata nativa da região”, destacou o artigo.

“Estas mudanças climáticas devem ocorrer em 40 anos, ou seja, há tempo de adaptação”, pondera o pesquisador Peter Läderach, que liderou o estudo Predicting the future climatic suitability for cocoa farming of the world’s leading producer countries, Ghana and Côte d’Ivoire (“Prevendo o futuro climático sustentável para o cultivo do cacau nos países líderes em produção, Gana e Costa do Marfim”, em tradução livre).

Outro problema indicado por um artigo publicado pela revista Forbes é a infestação de fungos nas plantações. Os cacaueiros estão sendo vítimas de epidemias de fungos e outras pragas.

E esta ameaça causada por fungos não é nova. Lá em 2010, a Scientific American lembrou como a propagação de alguns fungos destruiu essencialmente cacaueiros na América Central, um dos seus habitats naturais originais. Hoje, os cientistas estão preocupados com a possibilidade de essas doenças fúngicas avançarem para outras partes do mundo, principalmente nos dois países líderes absolutos em produção do cacau.

As esperanças do cacau estão no futuro

De olho neste futuro nada animador, companhias globais de chocolate, como a Mars, dona das marcas Snickers e Twix, está investindo forte na ciência para reverter esse quadro. Em setembro de 2017, a empresa prometeu investir US$ 1 bilhão na sua campanha “Sustainability in a Generation”, que visa a reduzir em até 60% a emissão de carbono na cadeia produtiva da empresa e suprimentos até 2050.

Outra estratégia é fornecer aos produtores de cacau sementes modificadas ou criadas seletivamente para resistir à seca e altas temperaturas. Instituições como UC Berkeley pesquisam o uso do CRISPR (espécie de ferramente de edição de DNA) para criar plantas de cacau mais resistentes. Mas tudo ainda é muito novo.

Além disso, um método brasileiro de cultivo de cacau joga luz às alternativas mais naturais para a plantação de cacau. A chamada técnica “cabruca” envolve a retenção ou até mesmo a replantação de árvores de floresta tropical, que fornecem sombra e umidade às árvores de cacau.

“Cacau-cabruca é um termo regional empregado para caracterizar uma forma de plantio de cacauais utilizada pelos colonizadores da região sudeste da Bahia”, explica o site da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). Essa forma de plantio se tornou um modelo agrícola mundial e altamente eficiente, pois, “além de gerar recursos financeiros, conservou fragmentos da floresta tropical primária”.

Produção de cacau no Brasil

É impossível falar sobre a sustentabilidade do cacau sem se referir ao Brasil, sétimo maior produtor de cacau no mundo e um dos países de origem da planta. “O chocolate não corre perigo de acabar no Brasil”, tranquilizou o diretor executivo da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Eduardo Bastos. “Nós temos uma vantagem comparativa, já que o Brasil é o centro de origem do cacau.”

Bastos admite que a produção do cacau está mesmo em apuros no mundo. “Mais de 70% da produção está no Oeste africano, mas o cacau não é nativo de lá. É preciso desmatar grandes áreas para seu cultivo, e o produtor acaba dependendo do bom humor do tempo. Vemos um grande problema de safra na África, por falta de chuvas”, explica.

Porém, ele ressalta que o panorama brasileiro é mais animador. Apesar de a produção nacional ainda não dar conta sequer do consumo interno (20% do que consumimos é cacau importado), o governo e as associações dos produtores articulam investimentos em pesquisa e tecnologia para melhorar e aumentar a produção. Hoje, ela se concentra no Pará e na Bahia, mas o plano é levar o cacau também para outras regiões do Brasil. Para o País ser autossuficiente, é preciso produzir cerca de 230 mil toneladas por ano.

“Nós já batemos 229 mil toneladas em 2015, mas mudanças climáticas também tiveram impacto no País”, disse o diretor executivo da AIPC. A seca que assolou o País três anos atrás, por exemplo, despencou a colheita do cacau nos últimos dois anos.

Em 2016, o Brasil produziu cerca de 152 mil toneladas do produto e registrou 162 mil toneladas em 2017, de acordo com cálculos da AIPC. Mas, segundo Bastos, o cenário no Brasil é muito promissor.

O plano é dobrar a produção, para justamente não ficar dependente da África e das mudanças climáticas. A proposta é aumentar para 400 mil toneladas em 10 anos.

*Por: Luiza Belloni

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*Fonte: huffpost

Sun City Camp: o acampamento para quem quer se sentir em Marte

Este é o Sun City Camp, um acampamento estilo marciano em que as pessoas podem relaxar e curtir a vida na calmaria de um local totalmente desértico e sem importuno.

O lugar fica em Uádi de Rum, também conhecido como O Vale da Lua, no sul da Jordânia e 60 km ao leste de Ácaba.

A experiência, no entanto, fica um pouco longe dos perrengues que as pessoas encontrariam em Marte. Há uma variedade de serviços de alto padrão e comodidades para escolher. Além de diversas atividades de entretenimento, relaxamento e aventuras.

Os hóspedes podem escolher entre as tendas panorâmicas com vista para as montanhas, sejam as tradicionais tendas beduínas (trinta tendas), as barracas reais (oito suítes), suítes familiares (duas suítes) ou exclusivas cúpulas marcianas (vinte quartos).

Este acampamento está equipado com uma grande tenda de recepção com Wi-Fi, juntamente com a área de jantar.

Um local maravilhoso para contemplar a natureza, o nascer, pôr do sol e principalmente as estrelas durante a noite.

*Por Flávio Kroffi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Quadro de Banksy se autodestrói após ser leiloado por mais de R$ 4 milhões

“Balloon Girl”, o famoso quadro de Banksy se autodestruiu após ser leiloado por 1 milhão de libras, em torno de 4,3 milhões de reais.

A arte foi leiloada no dia 5 de outubro pela Sotheby’s House, em Londres, e deixou todos que estavam ali presentes boquiabertos ao vê-la ser transformada em tiras de papel.

Banksy, que ainda tem sua identidade oculta, é famoso por criticar principalmente a artificialidade do mundo contemporâneo em suas obras, que sempre aparecem por muros ao redor do mundo para fazer as pessoas refletirem sobre determinado assunto.

O quadro “Balloon Girl”, de 2002, foi sabotado pelo próprio artista. Ele publicou um vídeo em seu Instagram mostrando como instalou o dispostivo na moldura que picotou a obra com dentes laminados.

Conhecendo a postura do artista diante dos valores da sociedade contemporânea, da arte inclusive, a gente pode imaginar a mensagem que ele desejou enviar ao mundo com seu ato “chocante”.

Para mim, despertou a pergunta: quanto vale uma arte?

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*Fonte: geekness

Roteiro exclusivo: volta ao mundo de trem em 28 dias

Ao escrever “A Volta ao Mundo em 80 dias” em 1873, o escritor Julio Verne com certeza não imaginava que viajar por vários países ao redor do mundo se tornaria o sonho de muitas pessoas. Estamos vivendo em um mundo onde as distâncias se encurtam cada vez mais, graças aos rápidos e modernos meios de locomoção. É pensando nisso que o grupo T&T Travel apresenta a “Volta ao Mundo de Trem”.

O projeto foca em realizar uma viagem inédita transcontinental que, na maior parte do percurso, será feito a bordo de um dos mais tradicionais e antigos meio de locomoção: Os trens. O objetivo do grupo que está realizando a excursão é fazer com que, além de viajar, os turistas tenham inúmeras experiências memoráveis.

A Viagem

Com saída programada para o dia 8 de setembro de 2018, na cidade de Chicago, EUA, serão 28 dias percorrendo por 17 países de 3 diferentes continentes. No total, serão 21.000 quilômetros sobre os trilhos, em 7 diferentes trens. Seguem abaixo quais serão os trens utilizados, junto com seus roteiros e suas respectivas datas de partida e chegada.

O roteiro da incrível volta ao mundo de trem!

 

 

 

 

 

 

 

TREM CALIFORNIA ZEPHYR
Chicago – Salt Lake City (09 a 10 de Setembro)
TREM ROCKY MOUNTAINEER
Banff – Kamloops (12 de Setembro)
Kamloops – Vancouver (13 de Setembro)
TREM CHINÊS
Pequim – Erlian (18 a 19 de Setembro)
TREM TRANSIBERIANO
Erlian – Moscou (19 a 29 de Setembro)
TREM SAPSAN
Moscou – São Petersburgo (01 de Outubro)
TREM ALLEGRO
São Petersburgo – Helsinque (02 de Outubro)
FERRY TALLINK SILJA LINE
Helsinque – Estocolmo (03 a 04 de Outubro)

Valores e o que está incluso
Em acomodação dupla, a aventura custa € 24.900 (cerca de R$ 87.150) por pessoa. Em cabine individual no trem, o preço chega a € 35.500 (cerca de R$ 124.250). No pacote está incluso as passagens de trem e de avião, hospedagem, refeições e até mesmo um guia brasileiro ao longo de toda a viagem.

 

 

 

 

 

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*Fonte:

7 reis e rainhas mais cruéis de toda a história

A tirania, segundo o dicionário, “era uma forma de governo usada em situações excepcionais na Grécia em alternativa à democracia. Nela, o chefe governava com poder ilimitado, embora sem perder de vista que deveria representar a vontade do povo.” Mas não só não Grécia existiram tiranos, na verdade, no decorrer na história existiram vários reis e rainhas que cometeram verdadeiras atrocidades.

É como os ditadores do mundo moderno, só que muito piores. Pois bem, nós separamos para vocês alguns governantes que mataram, torturaram, estupraram e fizeram outras coisas terríveis simplesmente porque gostavam. Então, caros leitores, confiram agora a nossa matéria com os 7 reis e rainhas mais cruéis de toda a história:

1 – Rainha Ranavalona

Ranavalona I nasceu em 1788 em Madagascar, onde era uma simples filha de plebeus. Mas como seu pai descobriu uma conspiração que envolvia o assassinato do futuro rei do país, ele foi recompensado pelo monarca. Ele se propôs a adotar Ramavo (nome original da rainha Ranavalona I) e casá-la com seu filho, Radama. Anos depois Radama se tornou rei e Ranavalona a primeira de suas 12 esposas. Caso os dois tivessem filhos, seriam os primeiros da linhagem de sucessão. Mas eles nunca conseguiram ter filhos e na época o herdeiro seria Rakotobe, sobrinho de Radama.

Mas de acordo com suas tradições, os filhos que Renavalona tivesse seriam considerados filhos de Radama. Isso ameaçava a posição de Rakotobe, que logo pensou em matá-la. Mas a futura rainha era esperta e já tinha muitos que lutariam ao seu lado, como militares e pessoas que eram inimigas de Rakotobe.

Bom, no dia 12 de junho de 1829, a filha de plebeu se tornou rainha e um dos seus primeiros atos foi mandar matar Rakobe, sua mãe e alguns parentes. Além de cruel, a rainha parecia ser louca. Ela expulsou missionários, jogou fora acordos comerciais feitos com a França e Inglaterra e até teve batalhas contra a marinha francesa.

Quer mais exemplos de crueldades? Bom, quando um de seus amantes foi pego com outra mulher, Renavalona mandou degolar o homem. Depois da batalha contra ingleses e franceses, cerca de 21 cabeças de soldados foram espetadas em pedaços de madeira como um aviso do que poderia acontecer com quem a desafiasse.

2 – Imperador Murad IV

Murad IV era filho do sultão Ahmed I, do Império Otomano. Murad subiu ao poder logo quando tinha entre 11 e 14 anos. Muitos historiadores falam sobre o sucesso do governo de Murad em comparação aos seus antecessores, mas eles esquecem também da tirania de Murad.

Ele nasceu em uma época que todo o seu reino estava sofrendo ataques e isso acabou fazendo com que ele adotasse a violência que viu durante toda a vida para usar como quiser.

Ele matou seus irmãos, proibiu fumar e tomar café em todo o seu império. Os que desobedecem suas regras eram enforcados ou empalados em público. Assim como a maioria dos tiranos fazia nessa época, as vítimas eram exibidas em público para que servissem de exemplo para a população.

Historiadores também contam sobre uma vez que ele afogou um grupo de mulheres porque elas dançavam e matou todos os seus músicos porque eles tinham cantado uma música persa.

3 – Heliogábalo

Roma deu ao mundo grandes artistas, pensadores, inventores e grandes mentes que são conhecidas até hoje. Mas Roma também deu ao mundo alguns governantes notórios e excêntricos, como Nero e Calígula. Ah, mas também podemos citar Heliogábalo, por exemplo.

Heliogábalo, também conhecido como Elagábalo, foi um imperador romano da dinastia severa durante os anos de 218 a 222. Sua mãe Júlia Soémia era de origem síria e seu pai chamava-se Sexto Vário Marcelo. Durante sua juventude, serviu como sacerdote do deus El-Gabal na cidade natal da família de sua mãe, Emesa, na província da Síria.

No ano de 217, o imperador Caracala foi morto e substituído pelo seu prefeito do pretório, Marco Opélio Macrino. A tia materna de Caracala, Júlia Mesa, instigou com sucesso uma revolta entre a Terceira Legião para ter o seu neto mais velho, Heliogábalo, declarado imperador.

Macrino foi derrotado em 218, na Batalha de Antioquia, depois da qual Heliogábalo, com apenas 14 anos de idade, ganhou o poder e começou um reinado marcado por escândalos sexuais e controvérsias religiosas.

As atrocidades eram terríveis. Ele fez sacrifícios humanos, construiu uma torre para quem gostaria de cometer suicídio e via pessoas morrendo enquanto se satisfazia com fartos banquetes.

4 – Al Hakim

Al Hakim era filho do califa Al Aziz e foi proclamado seu herdeiro em 993 quando seu irmão mais velho, Muhammad, veio a falecer. Em 996, com apenas 11 anos, ele sucedeu o seu pai no trono. Ele adotou o nome de Al Hakim Bi Amr Allah, que significa “aquele que governa pela ordem de Deus”.

Quando chegou ao poder, a tradição de tolerância dos seus antecessores foi quebrada. Começou então uma perseguição a cristãos e judeus, destruindo templos e matando os peregrinos. A justificativa dada era, principalmente, para as cruzadas.

O tirano proibiu as mulheres de saírem às ruas e para garantir até confiscou os sapatos. Ele mandou matar todos os cães de Cairo. Bom, sendo um fanático islâmico, ele cometeu uma das maiores heresias possíveis: aceitou ser chamado de Deus na Terra. Ele morreu no dia 13 de Fevereiro de 1021 por circunstâncias desconhecidas numa colina próximo da cidade do Cairo.

5 – Valéria Messalina

Já ouviu falar nessa mulher? Valéria Messalina? Esta mulher também conhecida somente como Messalina, era a terceira esposa do imperador Cláudio. Ela era também prima pelo lado do pai de Nero, prima de segundo grau de Calígula e sobrinha-bisneta de Augusto.

Com um temperamento menos violento, ela ficou famosa por “apunhalar” seu marido centenas de vezes, traindo-o com outros homens. O casamento durou dez anos, tempo que ela se fez passar por prostituta numerosas vezes. Ela até chegou a fazer uma competição com uma delas, para ver quem fazia sexo com mais homens em 24 horas.

Messalina venceu, com 25 parceiros. Em 48 D.C, armou um complô com um de seus amantes para matar Cláudio. O plano foi descoberto antes de ser posto em prática, e ela foi executada.

6 – Átila, o Huno

Átila, o Huno, também conhecido como Praga de Deus ou Flagelo de Deus, foi o rei dos hunos, que governou o maior império europeu de seu tempo desde o ano 434 até sua morte em 453. O seu império estendia-se desde o Rio Ural (Rússia) até à Alemanha e do Mar Báltico até ao Rio Danúbio.

Ele era um bárbaro, sedento de sangue que adorava a batalha. O seu objetivo era destruir o império romano e todos os que atravessassem o seu caminho. A sua crueldade ficou tão conhecida que as pessoas acreditavam que ele era uma destruição enviada pelos deuses.

Matava e torturava todos os que se intrometessem entre ele e seus objetivos, quer fossem inimigos, o próprio povo ou até a família (ele matou dois filhos e um irmão).

7 – Calígula

E finalmente chegamos ao cara mais insano dessa lista. Estamos falando do terceiro imperador de Roma. O cara era terrível, sendo selvagem, sádico, extravagante e que adorava aventuras sexuais. Nos primeiros 3 meses de seu reinado, mais de 160.000 animais foram sacrificados. Ele acreditava ser um deus e a lei tornou-se um instrumento de tortura. Ele acreditava que os prisioneiros deviam sentir uma morte dolorosa. Quer saber um pouco das atrocidades cometidas por Calígula? A gente conta as mais cruéis.

Ele começou a assassinar brutalmente por diversão. Ele matava seus oponentes de forma lenta e dolorosamente durante horas ou dias. Ele decapitou e estrangulou crianças. Pessoas foram agredidas com correntes pesadas. Ele forçou as famílias a assistir a execução de seus filhos. Muitas pessoas tiveram suas línguas cortadas. Ele alimentou leões, panteras e ursos com presos ou gladiadores mortos.

Sua crueldade levou as pessoas a cometerem suicídio. Ele exigiu sexo com um monte de mulheres, incluindo suas três irmãs. Ele forçaria os maridos a desistirem de suas esposas. Ele levou muita gente a morrer de fome. Ele gostava de mastigar os testículos das vítimas. Em 41 dC, Calígula foi assassinado por Casius Chaerea, um homem a quem Calígula havia zombado na corte por sua afeminação.

*Pro Mateus Graff

Calígula

 

 

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Tremor nas pálpebras é sinal de que é preciso desacelerar, dizem médicos

O tremor aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo; ele é um dos primeiros sinais de que algo não vai bem e que é preciso relaxar.
Quem nunca sentiu aquele famoso tremor nas pálpebras? Algo tão irritante quanto impossível de ser controlado. Pior: pode durar dias, com direito a curtos intervalos. Mas por que isso é tão comum e, ao mesmo tempo, difícil de ser evitado?

A oftalmologista Andrea Lima Barbosa, diretora médica da Clínica dos Olhos São Francisco de Assis (RJ), conta que é extremamente comum pessoas chegarem a seu consultório com essa queixa.

“É sempre preocupante para a pessoa e o correto é procurar um especialista, mesmo. Esse tremor palpebral em episódios é uma luz vermelha avisando que algo não vai bem não só no seu corpo, mas em sua vida”, alerta a médica.

Ela conta que o tremor é um sinal de que a pessoa pode estar no auge do estresse. “Pode ser fadiga, ansiedade, resultado de noites mal dormidas ou problemas pessoais , por exemplo”.

SAIBA AS CAUSAS E COMO TENTAR EVITAR:

Como as causas são diversas, para evitar o tremor involuntário das pálpebras deve-se identificar a mais importante e agir nela:- Fadiga: pode ser causada pelo uso contínuo de computadores ou monitores (síndrome da visão do computador). Nestes casos há necessidade de se intercalar períodos de trabalho com períodos de descanso dos olhos, ou seja, a mudança de foco durante 15 minutos, antes de prosseguir no uso;- Estresse: deve-se tentar evitar ou resolver as condições ou as situações do ambiente de trabalho ou familiar que estejam ligadas ao aumento da ansiedade; pode-se tentar a utilização de medicação relaxante muscular leve, sob indicação médica;- Secura nos olhos: também pode estar relacionada ao uso contínuo de computadores. Usar colírios lubrificantes preventivamente é indicado, assim como aumentar a umidificação do ambiente de trabalho;

– Cafeína: se a causa for associada ao consumo excessivo de cafeína, de bebidas energéticas ou de cigarro, deve-se reduzir ou suspender seu consumo;

– Não identificadas: sugere-se a consulta oftalmológica completa com objetivo de se avaliar a função muscular das pálpebras, a superfície ocular, erros refracionais ou fundo de olho.

Fonte: Norma Allemann, Professora Adjunta do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de Medicina – UNIFESP.

Estresse

Barbosa explica que o tremor, quase sempre unilateral, aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo. Estes hormônios levam estímulos para as pálpebras, que passam a ter contrações involuntárias, ou seja, impossíveis de se controlar.

Com ela concorda o oftalmologista Luiz Carlos Portes, ex-presidente e membro do conselho consultivo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Ele acrescenta alguns outros fatores que podem desencadear o problema: ingestão excessiva de cafeína, carência de vitaminas, idade avançada, excesso de horas em frente ao computador etc.

Ambos enfatizam que o oftalmologista deve ser consultado para descartar qualquer doença, mas o comum é mesmo que tudo não passe de estresse. Porém, se for algo além disso, o paciente será encaminhado para um neurologista, por exemplo.

Portes, porém, avisa que algumas doenças como conjuntivite e olho seco também podem provocar os espasmos. Isso sem contar que pessoas com mal de Parkinson e Síndrome de Tourette (desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos ou vocalizações que ocorrem repetidamente) também sofrem com esses espasmos.

Procurar o médico

“Por isso é importante consultar um oftalmologista”, enfatiza o médico. Porém, como na maioria dos casos o problema advém mesmo do estresse, ele comenta: “Há pessoas que ao ficarem estressadas, sentem azia. Outras têm dor nas costas e algumas têm este tremor. É difícil, mas é preciso achar um caminho para não sentir tudo isso”.

“Você tem de se perguntar: o que vai fazer da sua vida? Como anda o trabalho e os relacionamentos. Eu indico relaxamento, ioga, meditação, algo para acalmar mesmo. E, na medida do possível, evitar se estressar”, alerta Barbosa.

A médica insiste que é preciso tomar cuidado porque, se a pessoa não se cuidar, poderá desenvolver doenças cardíacas, depressão, ansiedade ou hipertensão, por exemplo.

“É preciso mesmo repensar a vida”, ressalta, acrescentando que ela própria já passou por isso: “Quando eu fazia plantão médico, eu mesma tinha isso com frequência. Era uma época bem estressante para mim”. Portes também já teve o mesmo problema, quando se preparava para o vestibular: “Eram menos opções de faculdades e a pressão era ainda maior. Estudava muito!”.

Como fazer parar?

Uma receita caseira dá conta de que compressas de chá de camomila ajudariam a parar o tremor. “Melhor tomar o chá”, brinca a médica. Porém, ela ensina que gelo é bom, porque anestesia a musculatura.

Já o médico conta que indica ao paciente um relaxante muscular, mas também aconselha a pessoa a ir ao cinema, praticar exercícios e descansar, pois o comum é que o tremor passe quando ela conseguir relaxar. “Se notamos que é algo de ordem pessoal ou depressão mesmo, o correto é encaminhar a um psicólogo ou psiquiatra”

Botox

Se a pessoa tiver o tremor de forma crônica, pode ser algo mais grave. “Existe a doença do espasmo essencial, blefarospasmo, que é rara. É o famoso tique nervoso, a pálpebra fica tremendo o tempo todo. Daí é preciso tratamento com um neuro-oftalmologista que usará injeções de Botox”, conta a médica. A indicação ocorre porque a toxina botulínica paralisa o músculo.

Norma Allemann, professora adjunta do Departamento de Oftalmologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), conta que, em alguns desses casos, após diagnóstico diferencial adequado com doenças neurológicas que podem estar associadas, a toxina botulínica é aplicada em forma de injeções e tem duração variável de efeito, entre três e seis meses. “O blefarospasmo é uma condição rara, um tipo de distonia facial, geralmente bilateral e associado a contraturas de outros músculos da face e caracterizado pela impossibilidade de controle voluntário. Pode ser um sintoma de doenças neurológicas e deve ser acompanhado de consulta especializada para diagnóstico”, encerra.

*Por Carmen Guaresemin

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*Fonte: contioutra

6 curiosidades legais sobre café

1 — Café é viciante, mas a cafeína não é
Pega um cafezinho lá e volta aqui que a gente explica como é que isso é possível. Um estudo feito para descobrir os níveis de vício da bebida sagrada revelou que as pessoas realmente têm a necessidade de tomar café, e em um experimento que durou 12 dias, os participantes tiveram efeitos ruins quando pararam subitamente de tomar café. No entanto, quando eles foram orientados a tomar café descafeinado, ficou tudo bem, numa boa. Ou seja: o vício aqui está na bebida mesmo e não na cafeína em si.

2 — A maior caneca do mundo suporta mais de 6 L de café
De acordo com o Mugs.coffee, a maior caneca de café, feita de cerâmica e comercialmente vendida no mundo, tem a capacidade de aguentar pouco mais de seis litros da bebida. Já pensou o tamanho da sede?

3 — A torragem do café é feita há cerca de mil anos
Arqueólogos descobriram recentemente, em Dubai, grãos de café que datam do início do século 12, mas há evidências de que os grãos eram trazidos do Iemen, o que faz com que a idade dos grãos ganhe ainda mais 100 anos.

4 — Não é possível passar café no espaço
Má notícia para os astronautas, não é mesmo? A culpa, como você já deve imaginar, é da falta de gravidade, e por isso, quando os astronautas querem tomar café, eles precisam recorrer a uma bebida liofilizada que não é das melhores. Para a felicidade de todos, um grupo de engenheiros desenvolveu recentemente um sistema de cápsulas que funciona em gravidade zero, o que, definitivamente, é uma grande conquista.

5 — Cães podem beber café, mas gatos não
A verdade é que a cafeína em excesso pode ser fatal para cachorros, por isso o ideal é evitar, ainda que um cachorro médio possa tomar 100 ml da bebida sem passar mal. Agora em relação aos gatos a coisa não é nada boa, já que eles são muito mais sensíveis à cafeína e podem ter sérios problemas no sistema nervoso se consumirem café. Na dúvida, em ambos os casos, ofereça água ao seu bichinho de estimação.

6 — Sobre os cafés mais caros do mundo
O Kopi Luwak, um café que é fermentado no intestino de fuinhas e que por isso tem suas características químicas alteradas, custa bem caro, cerca de US$ 500 a embalagem de meio quilo. Ainda assim, esse não parece ser o café mais caro: o preço vai para as alturas quando o que está à venda é o café fermentado na saliva de macaco, o que dá ao grão um gostinho único de baunilha, e custa US$ 600 cada 500 gramas do produto. Você teria coragem de experimentar?

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*Fonte: megacurioso

Humanos representam 0,01% dos seres vivos e mataram 83% dos mamíferos

Apesar de representarem apenas 0,01% dos seres vivos do planeta, os humanos são responsáveis pela destruição de muitas espécies. Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, revela, inclusive, que a espécie humana acabou com 83% dos mamíferos selvagens da Terra.

Publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, a pesquisa compila os tipos de biomassa — matéria orgânica — dos reinos animais. “A análise revela uma visão holística da composição da biosfera e nos permite observar padrões de categorias taxonômicas e locais geográficos”, escrevem os cientistas.

Esse é o primeiro relatório a estimar a quantidade de todos os tipos de criaturas vivas. “Eu fiquei surpreso em descobrir que não ainda não existia uma estimativa compreensiva e holística de todos os componentes da biomassa”, disse o pesquisador Ron Milo, do Instituto de Ciência Wrizmann, em entrevista ao jornal The Guardian.

Milo e sua equipe compilaram dados de diversas fontes, como da Organização Internacional de Comida e Agricultura, por exemplo, para estimar a biomassa de cada país e como a industrialização, o êxodo rural e o uso de novas tecnologias pelos humanos colaborou para o fim de outras espécies animais.

Os cientistas concluiram que os 7,6 bilhões de pessoas representam somente 0,01% dos seres vivos, as bactérias, 13% e o restante das criaturas, como insetos, fungos e outros animais equivalem a 5% da biomassa do planeta. O que sobra é das plantas: segundo o estudo, elas representam 82% da matéria viva.

Atualmente, 70% das aves e 60% dos mamíferos do planeta foram criados em cativeiro, enquanto 30% dos pássaros são selvagens, 36% dos mamíferos são humanos e os 4% restantes são selvagens. Ainda de acordo com o relatório, 86% das espécies se encontram em terra, 13% abaixo de superfícies (como bactérias, por exemplo) e somente 1% nos oceanos.

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*Fonte: revistagalileu

Eduque o seu filho para ser feliz e não para ser perfeito

Quando se busca a perfeição, a felicidade fica em segundo plano e não se aproveita a vida. Apenas se busca um fantasma que não existe, uma perfeição que nunca chega. Se uma criança é educada na perfeição, em vez de ser feliz, ela irá se tornar uma pequena pessoa triste, frustrada e insegura.

A importância de encontrar o equilíbrio
Alguns pais exigentes apenas irão conseguir com que seus filhos sintam ansiedade por não satisfazê-los. Mas não vão encontrar a satisfação pessoal de fazer as coisas bem feitas. Eles estarão roubando a oportunidade de aprender com os erros, de sentir essa maravilhosa sensação de que se você errar, nada acontece.

Um erro nos ensina nossas fraquezas e nos permite ver o caminho para alcançar os nossos pontos fortes. Nesse sentido, temos de encontrar um equilíbrio em que a criança seja capaz de cometer erros e aprender com eles. Mas não para buscar a perfeição, e sim para superar a si mesma a cada dia um pouco mais.


A perfeição do imperfeito

Se eu tivesse que escolher a perfeição na vida, eu iria escolher o imperfeito. Porque o imperfeito faz nos sentirmos livres, nos faz ver quem somos e como somos, ajuda a nos conhecer melhor e a conhecer as outras pessoas. O imperfeito é sinônimo de respeito e também de diversidade. O imperfeito é visto com bons olhos. Sem dúvida, é o mais maravilhoso e perfeito que pode existir nas crianças.

Uma criança não deve ser educada para tirar dez em todos as suas provas. Uma criança deve ser educada para se esforçar dentro de suas possibilidades e tentar se superar sempre, sem levar em conta as notas, que são apenas um número… uma classificação. A perfeição da imperfeição está em estudar, tirar uma nota de acordo com o que foi estudado e perceber que pode fazer mais e melhor… e se superar.

No imperfeito, nos encontramos com pais que não castigam seus filhos se eles não conseguirem fazer uma prova ou se não são os melhores no jogo de basquete. Mas pais que proporcionam ferramentas para fazer melhor da próxima vez. E eles conseguem. É a imperfeição do perfeito, porque para poder se superar deve ser imperfeito, e também amar uns aos outros. Sem comparações, sem rótulos.


A felicidade está no agora

É necessário educar as crianças para que saibam que sua felicidade não deve depender das notas de uma prova, ou se ela está em uma posição melhor em uma carreira ou se ela ganha ou não ganha um prêmio no recital de música. É essencial educar as crianças para que elas saibam que a felicidade está no agora, em viver o momento presente, em saborear o que está acontecendo, o que fazem, o que sentem.

Porque a felicidade não é uma meta, é um caminho. É importante que as crianças entendam que para serem felizes devemos amar uns aos outros, nos respeitar e aprender que errar não é algo ruim. Os erros nos ensinam o caminho e devemos ser humildes para vê-lo e segui-lo porque é assim que se chega ao sucesso.


Educar para ser feliz

Educar para ser feliz significa viver em um mundo onde as emoções são as protagonistas. Um mundo onde a empatia e assertividade devem estar andando de mãos dadas, onde as crianças saibam se colocar no lugar dos outros. Mas, primeiro, deverão conhecer a si mesmas, se valorizar e se respeitar. Um caminho em que a disciplina positiva irá ajudar a alcançar tudo isso.

Como pais, devemos deixar de lado a competitividade que essa sociedade tenta nos introduzir. Em vez disso, devemos permitir que nossos filhos decidam, errem, chorem, tomem decisões, aprendam, sintam frustração e também satisfação… porque para ser feliz, temos que ser imperfeitos.

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*Fonte: revistapazes

6 formas naturais de manter os mosquitos longe de você

Mosquitos transmitem doenças e podem ser extremamente incômodos. Quem nunca perdeu uma noite de sono por conta de um mosquito que insistia em passar perto do seu ouvido? Com essas dicas, você pode se livrar dos mosquitos com mais facilidade.

1. Plantas naturais
Os repelentes químicos não são os únicos produtos eficazes quando se trata de mosquitos – diferentes plantas e ervas naturais também podem ajudar. Você pode embelezar seu quintal ou jardim com algumas plantas úteis. Dessa forma, você protegerá a si e seus animais de estimação dos mosquitos ao mesmo tempo.

Então, quais são as plantas e ervas que podem nos ajudar a evitar esses mosquitos desagradáveis? Existem vários tipos que você pode escolher de acordo com o seu gosto: manjericão, alecrim, alho, lavanda, grama de citronela, calêndula, entre outros.

2. Spray de lavanda e óleo corporal
Mosquitos odeiam lavanda. Você pode fazer um spray corporal com óleo essencial ou apenas aplicá-lo em gotas em sua pele. Sprays desse tipo também são muito saudáveis para o seu corpo.

3. Velas de citronela
Se você não pode ter plantas repelentes em casa ou se você é alérgico a elas, as velas de citronela podem ser uma ótima solução. Citronela é um repelente de insetos natural popular que foi aprovado por várias pesquisas científicas. Não tem efeitos colaterais, sua casa cheira bem e você não será perturbado por insetos. Para aqueles que gostam de itens artesanais, você pode fazer velas de citronela com por conta própria.

4. Vinagre de maçã
É incrível como o vinagre de maçã pode ser útil. A maioria das pessoas tem algumas garrafas de vinagre de maçã em casa, por isso, se o seu local for subitamente atacado por mosquitos, faça o seu próprio spray repelente com vinagre. Você também pode adicionar um pouco de óleo de citronela para um efeito adicional. Aplique este spray em locais onde os insetos normalmente se reúnem e espere pelos resultados.

5. Água com sabão
Se você passa muito tempo em seu quintal durante jantares em família ou apenas para ler livros do lado de fora, coloque um prato com água e sabão nas proximidades. Depois de algum tempo, você verá que os mosquitos serão atraídos para essa água e ficarão presos.

6. Alho
Segundo alguns estudos, comer alho ajuda a manter os mosquitos afastados. Este remédio é uma boa notícia para os amantes do alho, mas se você realmente o odeia, não há necessidade de comê-lo em quantidades enormes. Apenas ferva e pulverize a mistura em lugares onde os mosquitos se juntam.

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*Fonte: casosinteressantes

Por que as mulheres se estressam mais que os homens?

O estresse é o mal moderno. Vivemos, ou acreditamos que vivemos, em um mundo sitiado por perigos, perigos potenciais que nos cercam e esperam que baixemos a guarda para nos atacar. Isso gera um estado de alerta constante que nos deixa tensos e irritados. No entanto, nem todos reagem da mesma maneira. O estresse nas mulheres se manifesta de forma diferente e é frequentemente mais intenso do que os sintomas de estresse nos homens. Existem diferenças de gênero no modo de experimentar e enfrentar esse estado de ansiedade.

O nível de estresse nas mulheres duplica o estresse nos homens

Psicólogos da Universidade de Cambridge conduziram um estudo no qual descobriram que as mulheres ocidentais são quase duas vezes mais estressadas do que os homens. Esses pesquisadores analisaram 48 estudos anteriores sobre transtornos de ansiedade para identificar quais grupos experimentam mais estresse, levando em conta fatores como sexo, idade, condições médicas e transtornos mentais.

Foi revelado que 4 em cada 100 pessoas sofrem algum grau de ansiedade, do estresse à ansiedade generalizada. No entanto, para cada homem estressado, há 1,9 mulheres que sofrem de um transtorno de ansiedade, e as mulheres com menos de 35 anos são as mais afetadas.

Curiosamente, as mulheres casadas também relatam níveis mais altos de estresse do que as mulheres solteiras: 33% versus 22%, respectivamente. Além disso, as mulheres solteiras têm uma maior percepção de controle sobre suas vidas e sentem que estão fazendo o que é necessário para gerenciar o estresse. Pelo contrário, as mulheres casadas relatam maior afetação devido ao estresse, sofrendo mais episódios de choro, irritação, raiva, fadiga e dores de cabeça.

Os sintomas do estresse nas mulheres

Homens e mulheres reagem de maneira diferente ao estresse, tanto física quanto mentalmente. Tentam controlar o estresse seguindo estratégias muito diferentes e também percebem sua capacidade de lidar com problemas, bem como as coisas que estão em seu caminho, de maneiras muito diferentes. Essas diferentes formas de perceber e lidar com contratempos determinam os sintomas de estresse nas mulheres.

1. pensamentos negativos recorrentes. As mulheres tendem a girar mais as coisas, o que significa que elas têm pensamentos intrusivos mais recorrentes, como mostrou um estudo realizado na Universidade do Colorado. Essa tendência a ruminar piora o estresse e aumenta as chances de sofrer de depressão.

2. Tristeza e ansiedade. As mulheres tendem a reagir mais emocionalmente ao estresse. Um estudo da Universidade de Yale descobriu que muitas vezes se sentem mais tristes ou mais ansiosas quando estão tensas e estressadas. Essa inundação emocional muitas vezes as sobrecarrega, gerando uma sensação de falta de controle.

3. Somatização. Um dos sintomas mais característicos de estresse nas mulheres é a somatização. As mulheres geralmente relatam mais sintomas somáticos relacionados à tensão e ansiedade, como demonstrado por um estudo realizado na Universidade de La Laguna. Na verdade, eles não são meras experiências subjetivas, descobriu-se que as mulheres respondem com um aumento na freqüência cardíaca ao estresse e relatam dores de cabeça mais emocionais.

Por que as mulheres se estressam mais?

As diferenças hormonais são apenas uma variável na equação que exacerba os sintomas de estresse nas mulheres. As diferenças no modo de viver o estresse e lidar com ele desempenham um papel mais importante em seu impacto no bem-estar feminino.

– Sensibilidade a conflitos interpessoais

As mulheres são mais sensíveis aos conflitos e problemas nos relacionamentos interpessoais, porque tendem a conferir maior importância a elas. 84% das mulheres dizem que manter um bom relacionamento familiar é muito importante, comparado a 74% dos homens. Curiosamente, elas também relatam mais estresse quando precisam se conectar com outras pessoas e passar tempo com a família e os amigos.

Portanto, não é surpreendente que a pesquisa conduzida na Universidade da Califórnia sugere que a maioria dos eventos estressantes que desencadeiam o estresse em mulheres estão relacionados com a sua rede social nas proximidades, como problemas no relacionamento, a criação dos filhos ou a perda de uma pessoa próxima.

– Significado dos sintomas físicos

Em muitos casos, os sintomas de estresse nas mulheres são intensificados devido à importância que elas dão a eles. Na prática, ao focar mais nelas e conferir-lhes um papel mais protagônico, a percepção de desconforto e insatisfação aumenta, fechando assim um círculo vicioso.

Por exemplo, embora a insônia atinja homens e mulheres, 75% delas relatam que o sono é muito importante, uma opinião compartilhada apenas por 58% dos homens. Isso significa que o impacto psicológico e físico da insônia acabará sendo mais pronunciado nas mulheres. Não podemos esquecer que tudo em que focamos nossa atenção é amplificado.

– Estratégias de enfrentamento do estresse

Há muitas razões para serem enfatizadas, por isso é importante ter boas estratégias de enfrentamento. Se não tivermos boas ferramentas psicológicas para lidar com contratempos e adversidades, o estresse aumentará. Mais uma vez, homens e mulheres muitas vezes se comportam de maneira diferente quando chega a hora de lidar com o estresse.

As mulheres tendem a usar estratégias de enfrentamento mais emocionais e evitativas. Também são menos racionais quando avaliam a situação e têm mais dificuldade em praticar o desapego. Não é estranho uma vez que um estudo conduzido na Universidade da Pensilvânia, no qual mais de 1.000 imagens do cérebro foram analisadas, revelou que o cérebro feminino é melhor “conectado” para reter detalhes emocionais, o que permite que eles se conectem melhor com os outros, mas também se converte em uma barreira ao estabelecer uma distância psicológica. Os homens, por outro lado, tendem a inibir emoções e praticar estratégias diretas de enfrentamento.

– Sentimento de falta de controle

Talvez uma das variáveis que mais influenciam a percepção do estresse em mulheres e homens seja o autocontrole. Embora tanto mulheres como homens estressados indiquem que a principal barreira para fazer mudanças positivas em seu estilo de vida que afastam o estresse é a força de vontade, muitas mulheres reconhecem que a falta de autocontrole é o principal obstáculo para lidar com o estresse.

O problema é que quando percebemos que não temos controle sobre a nossa vida, indefesa aprendida logo aparecerá, o que nos faz perder a confiança em nossas habilidades para superar a adversidade. Sentir que somos uma folha movida pelo vento gera ainda mais estresse.

A melhor estratégia para lidar com o estresse: Contextualizar Existe uma maneira de lidar melhor com o estresse do que outra? Tudo depende da situação. Por exemplo, um estilo de enfrentamento direto pode ser útil em algumas circunstâncias e em outras pode ser mais adaptativo assumir um estilo de enfrentamento evitativo. Às vezes é necessário se deixar levar por emoções e outras vezes é melhor ser mais racional.

Além das diferenças nas estratégias de enfrentamento e nos sintomas de estresse em mulheres e homens, o mais importante é conhecer nossos pontos fracos, trabalhar para reforçá-los e analisar cada situação para responder da maneira mais assertiva possível. Afinal, você não precisa se envolver em todas as batalhas e não precisa vencer todas as contendas.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Oito dicas para preservar melhor as frutas e prolongar o tempo de consumo

Elas são coloridas, cheirosas e saborosas. São também ricas em vitaminas, minerais e fibras alimentares que, juntas, ajudam a regular o organismo. E se você acha que os benefícios se restringem ao interior do corpo, é importante acrescentar à lista que as frutas possuem ação antioxidante, ou seja, são capazes de combater os radicais livres, moléculas responsáveis pelo envelhecimento das células, permitindo-nos ter uma aparência mais saudável e jovem.

Não é preciso ser fitness para saber que o consumo de frutas no dia a dia é essencial. A melhor opção é consumi-las in natura e, para a rotina acelerada das grandes cidades, a dica é guardá-las já higienizadas para facilitar na hora do consumo. Para conservá-las, Carlos Ribeiro, diretor da Snack Frutas, especializada no delivery de frutas frescas para empresa, separou algumas recomendações que podem ajudar a prolongar o tempo de consumo.

  1. Armazená-las já higienizadas pode ser uma vantagem para quem tem o dia a dia mais corrido. Nesses casos, a dica é remover as partes deterioradas e imergir as frutas em solução clorada por 10 a 15 minutos, seguida de uma lavagem em água corrente.
  2. É primordial que, ao colocar na geladeira, elas estejam todas secas, pois a umidade faz com que amadureçam muito mais rápido.
  3. Estando os hortifrútis totalmente secos (e essa dica vale também para verduras e legumes) é possível, então, acondicioná-los em sacos plásticos ou recipientes com tampas.
  4. As únicas frutas que entram numa lista de exceção são as maçãs e pêras, que, para se manterem mais frescas, podem dispor de um pouco de umidade. O recomendado, depois de borrifar água, é guardar com um guardanapo branco sobre elas.
  5. As maçãs e pêras também devem ser armazenadas separadamente, pois liberam gás etileno, substância que favorece o amadurecimento dos alimentos mais próximos.
  6. Famosas pelos benefícios ao coração, já que reduzem a coagulação sanguínea, as uvas requerem certos cuidados especiais na hora de ser armazenadas. A dica aqui é cortar os cachos em tamanhos menores para favorecer a circulação de ar entre elas e deixá-las secar bem, para evitar, assim, o aparecimento de bolores.
  7. Qualquer alimento ao ser congelado sofre alterações sensoriais, como do paladar e odor. Por isso, o ideal é que as frutas sejam consumidas in natura, a não ser que tenham como finalidade se transformar em geleias, sucos ou vitaminas. Nesses casos, maracujá, acerola e morango, por exemplo, são as que melhor preservam as propriedades.
  8. A banana é a única fruta que não pode ser refrigerada e, para retardar o amadurecimento, é possível enrolar o cabinho com papel alumínio/papel filme ou mantê-las dentro de sacos de papel pardo.

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*Fonte: ciclovivo

Como a visão se transforma ao longo dos anos? A gente te conta!

Ahhh… crescer. Inevitável, mas maravilhoso. Com o passar dos anos vêm aventuras, aprendizados e transformações. A visão é uma dessas mudanças, que certamente teremos que enfrentar. Mas, você sabe como ela acontece ao longo dos anos? Aqui contamos para você, veja só! Dessa forma, você não vai ser pego desprevenido.

 

>> Dos 0 aos 40 anos

Existem 3 erros refrativos que podem ocorrer nesta fase:

Miopia: A visão fica turva ou borrada para objetos distantes e nítida para objetos próximos. Esta condição se desenvolve na infância e pode ser corrigida com a ajuda de lentes de contato ou óculos.

Astigmatismo: faz com que os objetos fiquem borrados ao serem vistos na curta, meia e na longa distância. Em muitos casos esta condição é congênita e pode ser tratada com o uso de lentes de contato ou óculos. Dificilmente requer cirurgia.

Hipermetropia: O olho não consegue focalizar objetos próximos e, em alguns casos, as pessoas com alta hipermetropia também não conseguem focalizar os objetos distantes. Da mesma forma que as condições anteriores, pode ser tratada com a ajuda de lentes de contato.

 

>> Dos 40 aos 50 anos

A partir dos 40 anos de idade, o olho começa a passar por muitas mudanças e podem aparecer várias condições relacionadas à fadiga visual, como as que seguem logo abaixo:

Presbiopia: Dificuldade de enxergar claramente objetos próximos ou letras muito pequenas. Ocorre gradualmente ao longo da sua vida, mas fica mais evidente quando você chega nos 40 anos. A presbiopia também pode ser tratada com lentes de contato.

Olho seco: Esse distúrbio acontece quando os olhos diminuem a produção das lágrimas e, como resultado, coçam, ardem ou ficam vermelhos. Com a ajuda de lubrificantes ou lentes de contato com tecnologia de umectabilidade, diga adeus ao problema!

 

>> Dos 50 aos 60 anos

Nesta idade, as doenças oculares ficam mais severas e podem também desenvolver degeneração macular relacionada à idade.

Degeneração macular: ela acontece devido ao desgaste da mácula, a parte do olho especializada na visão dos detalhes. Quando é danificada, torna-se mais difícil ler, reconhecer rostos e enxergar claramente.

 

>> Dos 60 anos em diante (terceira idade)

Nesta fase da vida é quando deve se dar mais atenção ao cuidado dos olhos, com visitas frequentes a um especialista, pois é quando é mais comum apresentar as seguintes doenças:

Glaucoma: Esta patologia é provocada pelo aumento da pressão intraocular que danifica o nervo óptico que conecta o olho com o cérebro. Se não for detectada precocemente, pode até provocar a perda permanente da visão.

Catarata: é uma patologia na qual o cristalino do olho é afetado, tornando a visão turva. Esta doença está relacionada à idade e é muito comum que se apresente por volta dos 80 anos.

Como você acaba de ler, a visão muda com o tempo, e também mudam nossos olhos. Portanto, não importa se você tem 20, 40 ou 60 anos, visite e consulte regularmente o seu oftalmologista, pois ele é o responsável pelos cuidados da sua saúde visual.

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*Fonte: vix

Estudo prova que ser “esquecido” é, na verdade, um sinal de inteligência acima da média

Ter uma falha de memória é algo que não dá jeito nenhum na escola, quando estamos a realizar multiplicações matemáticas complicadas de cabeça… Pode também ser algo bastante útil quando estamos no local de trabalho, e nos tentamos recordar do nome de um colega…

Dito isto, esquecermo-nos de nomes, ou termos pequenos lapsos de memória é algo que acontece aos melhores!

Contudo, quando nos acontece, sentimo-nos sempre um pouco atordoados. Afinal de contas, não há nada pior do que nos deslocarmos ao supermercado ou à mercearia com um propósito e esquecermo-nos do que fomos lá fazer. Se, como todos nós, também tu te questionas porque te esqueces de pequenas coisas, a resposta é muito simples: não há nada de errado contigo.

Na verdade, um estudo divulgado, recentemente, pelo jornal científico Neuron Journal sugere que o esquecimento é um processo natural do cérebro que pode, até, tornar-nos mais inteligentes no final do dia!

O estudo, conduzido por um professor da Universidade de Toronto concluiu que ter uma memória perfeita não está, em nada, relacionado com o facto de ter mais ou menos inteligência. Na verdade, esquecermo-nos de pequenas coisas é algo que vai ajudar-nos a tornarmo-nos mais inteligentes.

Tradicionalmente falando, a pessoa que lembra sempre de tudo e que tem uma memória sem falhas, é tida como uma pessoa mais inteligente. O estudo, no entanto, conclui o contrário: as pessoas que têm pequenas falhas de memórias podem, a longo prazo, tornar-se mais inteligentes.

Os nossos cérebros são, na realidade, muito mais complexos do que pensamos. O hipocampo (a zona onde guardamos a memória), por exemplo, precisa de ser ‘limpo’, de vez em quando. Na verdade, como a CNN colocou a questão pode ajudar-te a entender:

“Devemos agarrar-nos ao que é importante e deixar fora o que não é.” Isto faz sentido quando pensamos, por exemplo, em como é importante lembrarmo-nos do rosto de uma pessoa, em detrimento do seu nome. Claro que, em contexto social serão sempre os dois importantes, mas se falarmos num contexto animal, o rosto será fundamental à sobrevivência e o nome não.

Portanto, o cérebro não só filtra o que é importante, como descarta o que não é, substituindo-o por memórias novas. Quando o cérebro está demasiado cheio de memórias, o mais provável é que entre em conflito na altura da tomada eficiente de decisões.

Reter grandes memórias está a tornar-se para nós, humanos, cada vez mais complicado, resultado do uso cada vez mais frequente das novas tecnologias e do acesso à informação. É mais útil para nós sabermos como se escreve no Google a expressão para procurar como se faz uma instalação de banheira do que é recordar como se fazia há 20 anos.

Portanto, não há qualquer problema ter pequenas falhas de memórias. Da próxima vez que te esqueceres de alguma coisa, lembra-te: é perfeitamente normal, é o cérebro a fazer apenas o seu trabalho!

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*Fonte: fasdapsicanalise

Conheça 6 “falhas de projeto” do corpo humano

Por mais que os gregos acreditassem que somos matematicamente perfeitos, as coisas não funcionam bem dessa maneira. Nosso corpo evoluiu durante muito tempo para chegar ao ponto atual, mas o processo ainda continua.

Todos os objetos que utilizamos no dia a dia foram criados considerando nossas limitações físicas, por isso podemos achar que não existe espaço para aperfeiçoamento. Não que isso seja a coisa mais simples e rápida de se fazer, mas o Nautillus listou 6 “falhas” no nosso projeto e como poderíamos otimizar esses pontos (quando viável):

1. Coluna torta

Quando passamos a andar sobre duas pernas, nossa coluna vertebral precisou se adaptar. Com a locomoção utilizando quatro membros, ela funcionava como um arco, suspendendo de forma eficaz os órgãos internos. Com o tempo, a nossa postura passou a ser ereta, comprimindo a coluna e forçando-a a adquirir um formato irregular atual, para absorver melhor os esforços gerados pela nova posição de deslocamento.

Levando em conta a eficiência, seria melhor andar novamente em quatro membros, de modo que ela funcionasse novamente como um arco único, mas acreditamos que um pouco de dor nas costas seja um preço baixo a se pagar para andar sobre duas pernas.

2. Joelho travado

Por mais incrível que nossa anatomia seja, possuímos diversos pontos extremamente frágeis que, se atingidos da maneira incorreta, podem causar grandes problemas. Um belo exemplo disso é o nosso joelho, um dos principais responsáveis pela nossa capacidade de andar. Sua flexibilidade para frente e para trás é incrível, tornando a realização de corridas e saltos algo trivial, mas qualquer pancada mais forte na lateral pode acabar com essa mobilidade.

A melhor forma de aperfeiçoar essa junta tão importante seria utilizando o mesmo tipo de ligação que existe no nosso ombro. Com isso os, movimentos estariam liberados em todas as direções, e talvez surgisse uma nova modalidade olímpica: corrida lateral.

3. Testículos muito expostos

Todo homem, pelo menos em uma oportunidade, já sofreu um impacto em áreas não recomendáveis e teve sua vida passando como um filme, enquanto sentia a dor paralisante. Manter um órgão tão sensível e importante pendurado é uma falha grave de projeto, mas qual seria a solução?

Apesar de parecer incoerente, segundo o psicólogo evolucionista Gordon Gallup, da Universidade Estadual de Nova York, o distanciamento dos testículos é necessário para que eles consigam permanecer aproximadamente 1,5 °C mais frios que a temperatura do corpo humano. Isso faz com que os espermatozoides sigam inativos, até que entrem em contato com o interior da vagina e deem início ao processo de fertilização do óvulo.

A solução, segundo Gallup, seria equalizar a temperatura dos espermatozoides com a do corpo humano, mas aumentar a da vagina, passando para ela a função de ativar as células reprodutivas.

4. Dentes demais

Ao mesmo tempo que um cérebro maior fez com que aprendêssemos a cozinhar, o espaço para os dentes foi diminuindo cada vez mais. Por isso, é muito comum a retirada do siso, ou “dente do juízo”, já que não temos necessidade de mastigar alimentos tão duros quanto antigamente.

Essa já é uma atualização em andamento, pois atualmente 25% das pessoas nascem sem eles. Nosso desenvolvimento científico também tornou a extração deles bem simples – relativamente –, quando necessário. Parece que o cérebro saiu ganhando nessa.

5. Caixa de som reposicionada

As aberturas da traqueia, responsável pela respiração, e do esôfago, encarregado da alimentação, se encontram próximo da nossa boca. Para evitar acidentes, que às vezes são inevitáveis, existe a epiglote. Ela é responsável por fechar o canal da respiração enquanto estamos comendo ou bebendo, cumprindo seu papel com primor e de forma automática, na maioria das vezes.

Uma alternativa seria alterar o sistema para funcionar como nas baleias, onde a laringe termina em um buraco na cabeça. O pequeno detalhe é que perderíamos a capacidade de falar, então esse é um upgrade que ainda precisa de aprimoramentos.

6. Cérebro mal-otimizado

Nosso cérebro pode se adaptar aos mais diversos tipos de situações e traumas com uma flexibilidade invejável. Mas, segundo o psicólogo Gary Marcus, ao mesmo tempo que novas funções foram adicionadas, as antigas não foram otimizadas, pois precisavam se manter ativas durante o processo de evolução. Isso criou soluções alternativas que, segundo ele, podem ser associadas a um ambiente de trabalho disfuncional.

Nesse panorama, os jovens (prosencéfalos) lidariam com as tecnologias inovadoras, como a linguagem, enquanto a velha guarda (o mesencéfalo e o rombencéfalo) supervisionaria a memória institucional, além da caixa de fusíveis no porão. Essa “diferença de gerações” seria a causa de problemas como depressão, loucura e memórias não confiáveis. E ele não tem uma sugestão de melhorias para isso.

 

 

 

 

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*Fonte: megacurioso

Casa inclina e gira de acordo com os movimentos de quem estiver nela

Os artistas Alex Schweder e Ward Shelley decidiram criar um conceito totalmente inusitado de residência, e o resultado desse trabalho é uma casa totalmente funcional, conhecida como ReActor, e que se mexe conforme os movimentos das pessoas em seu interior, podendo ficar mais inclinada ou girar.

A estrutura é pequena, mede 12,8m por 2,4m e é feita toda de concreto. A ideia é que a casa se mexa tanto pela movimentação interna quanto por interferências externas, como ventos fortes, que podem fazer tanto com que ela gire quanto que se incline.

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*Fonte: megacurioso

Um em cada dois brasileiros não se exercita o suficiente, diz OMS

Estudo Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado nesta terça-feira confirma que o brasileiro – apesar do fenômeno das “musas fitness” e da rápida expansão das academias nas médias e grandes cidades – se exercita menos do que deveria.

O levantamento, feito com dados coletados nos últimos 15 anos, revela que praticamente uma em cada duas pessoas em idade adulta (47%) no país não pratica atividades físicas suficientemente.

Entre as mulheres, a ociosidade é ainda maior que a média, 53,3%, enquanto a prevalência de inatividade entre os homens é de 40.4%.

No mundo todo, 1,4 bilhão de pessoas que correm risco de saúde por causa da ociosidade, que pode aumentar a propensão ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, por exemplo, diabetes do tipo 2, demência e de alguns tipos de câncer.

Para chegar à estimativa, o órgão da ONU computou dados de 168 países e revisou 358 pesquisas populacionais feitas entre 2001 e 2016, sondando 1,9 milhão de pessoas.

No contexto global, o Brasil se encontra no grupo de países onde há maior ociosidade, superando nações como os Estados Unidos (40%), o Reino Unido (36%).

O estudo define como “atividade física insuficiente” o descumprimento da recomendação padrão da OMS, que aconselha que seja praticado pelo menos duas horas e meia de esforço moderado por semana ou 75 minutos de atividade intensa.

Em nível mundial, a falta de exercícios é um mal que atinge 32% das mulheres e 23% dos homens adultos.

Essa discrepância entre os sexos é um problema cultural, segundo os médicos da OMS, e revela uma questão de desigualdade. “Mulheres enfrentam mais barreiras sociais e culturais para participar de atividades físicas, particularmente nas horas de lazer”, afirma Melody Ding, da Universidade de Sydney, na Austrália, coautora do estudo.

As tendências foram organizadas por regiões e, no caso da América Latina e Caribe, o estudo concluiu que houve uma piora significativa no intervalo de 15 anos pesquisado.

De 2001 a 2016, a parcela ociosa da população saltou de 33,4% para 39,1%.

A Oceania, onde apenas 16,3% da população se exercita pouco, foi a região mais bem colocada. Só foi registrada melhora, contudo, no leste e sudeste da Ásia, onde a proporção de pessoas inativas caiu de 26% em 2001 para 17% 15 anos depois. A boa notícia se deve principalmente à popularização do hábito de se exercitar entre os chineses.

Os países ocidentais ricos, de maneira geral, apresentaram piora nos níveis de sedentarismo, que passou de 30,9% em 2001 para 36,8% em 2016.

Inatividade física e dinâmica de desenvolvimento

“Diferentemente de outros grandes riscos à saúde, os níveis insuficientes de atividade física não estão diminuindo mundialmente. Na média, um quarto dos adultos não está alcançando os níveis de atividade física recomendados para uma boa saúde”, alertou a principal autora do estudo, a médica Regina Guthold.

Citado no estudo da OMS, o pesquisador brasileiro e reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, acredita que o conceito de “atividade física insuficiente” não é a melhor forma de tentar expressar o nível de ociosidade física em uma determinada população.

Ele avalia que o mais correto seria falar em “inatividade física”, e questiona as conclusões do estudo, que classifica como redundantes quando confrontados com levantamentos anteriores feitos pelo professor James F. Sallis, da Universidade da Califórnia em San Diego.

Hallal reconhece, porém, que o documento da OMS tem o mérito de destacar que “efetivamente não estamos conseguindo lidar com a pandemia de inatividade física”.

“A população não está se tornando mais ativa com o passar do tempo, e isso é extremamente preocupante, ainda mais pelo fato de que 5,3 milhões de mortes por ano no mundo são causadas pela inatividade física”, disse à BBC News Brasil, citando estudo de I-Min Lee, de Harvard, publicado na revista The Lancet em 2012.

O pesquisador gaúcho observa que há um contraste entre países muito pobres e ricos. Nos primeiros, os indivíduos são fisicamente ativos em suas tarefas diárias, fazendo deslocamentos a pé ou de bicicleta para o trabalho e se engajando em tarefas domésticas intensas.

Já em boa parte dos países mais desenvolvidos, os hábitos de transporte estão relacionados ao uso de veículos motorizados e o trabalho não envolve esforço. Isso leva a uma situação de sedentarismo que, se não for compensada com a prática de esportes, resulta em problemas de saúde.

“Quando os países começam a se desenvolver, essas atividades físicas que são mais obrigatórias do que voluntárias diminuem, e permanece apenas a atividade física de lazer. Acontece que a atividade de lazer ainda é procurada por muito pouca gente no mundo”, diz.

“Por isso a tendência é que esses dados piorem ao longo dos anos, porque, quando as pessoas dos países pobres começarem a ter mais recursos financeiros, elas vão sair da ocupação que exige atividade”.

Hallal pondera, porém, que elas não adotarão necessariamente a prática da atividade recreacional se não houver um incentivo a isso.

Políticas públicas e norma cultural

A OMS teme que o objetivo global de reduzir os níveis de inatividade em 10% até 2025 não será atingido se novas medidas não forem implementadas – políticas públicas para a promoção de atividade física regular, por exemplo, que impulsionem mudanças de hábitos.

“A gente precisa que a população incorpore a prática no seu cotidiano, e não como uma coisa pontual, só antes do verão”, diz Hallal. “Não adianta dizer: ‘eu jogo futebol com meus amigos às terças-feiras’. Isso não é ser ativo fisicamente”, critica.

“Precisamos que as pessoas incorporem o hábito de fazer atividade regularmente. Esse é o grande desafio da população brasileira nesse sentido. As grandes medidas que têm eficácia para aumentar o nível de atividade física são estruturais e ambientais”, afirma o reitor.

A construção de parques, academias populares, calçadões de orla e ciclovias são alguns exemplos de políticas públicas citados por Hallal como medidas que comprovadamente trazem resultados.

“Não vamos resolver o problema da inatividade física com academias privadas. Isso vai melhorar a vida dos 5% mais ricos da população. Para atingir os 95% restantes, precisamos mesmo é de políticas coletivas, especialmente as que atingem a questão do meio em que vivemos”.

A brasileira Fabiana Rodrigues de Sousa Mast, doutora em ciências esportivas pela Universidade de Basileia, pesquisou o uso desse tipo de infraestrutura pelas mulheres na comunidade da Cidade de Deus no Rio de Janeiro.

Ela concluiu que instalações públicas, ainda que em condições precárias, nitidamente favorecem uma maior prática de exercícios e melhoram a qualidade de vida da população.

“Precisamos focar em construir um ambiente, particularmente em áreas sociais vulneráveis, se quisermos atingir os níveis de atividade física necessários para conquistar indicadores de saúde desejáveis”, diz Sousa Mast.

“Quando falamos da promoção de atividade física na esfera global, falamos de política pública e de norma cultural. É como no caso de Amsterdã, por exemplo. Hoje a norma cultural em Amsterdã é andar de bicicleta. No dia que a gente chegar a um estágio onde a atividade está incorporada na rotina, o problema já vai ter diminuído consideravelmente”, conclui Hallal.

*Por Marina Wentzel

 

 

 

 

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*Fonte: bbc/brasil

Quanto mais transar, mais tempo irá viver, aponta estudo

Transar traz diversos benefícios para a saúde. Pesquisas anteriores relacionam o sexo ao bom humor e uma maior qualidade de vida. E agora, um novo estudo aponta que quanto mais transarmos, mais tempo teremos de vida.

Como o estudo foi feito

O estudo foi dividido em duas fases: Na primeira, 918 homens com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que transavam.

Os pesquisadores concluíram que os homens que transavam ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.

A segundo fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto elas estavam satisfeitas.
Saiba mais: Massagem tântrica: o que é, como é feita e depoimentos

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que transavam mais e tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de “capa” que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento em nossa expectativa de vida.

Conclusões

Os cientistas também afirmam que o sexo potencializa o sistema imunitário ao incentivar a produção de células que combatem doenças.

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*Fonte: minhavida

Taxa dos Correios faz site chinês reavaliar planos de investimento no Brasil

Recentemente, os Correios anunciaram uma nova taxa de R$ 15 que será aplicada a absolutamente todos os pacotes vindos do exterior. Essa situação criou um desafio grande para empresas que lidam diretamente com importação de produtos da China, como é o caso da Wish, que declarou abertamente que pode rever sua operação no Brasil diante da nova taxa.

O grande problema da Wish, e de outras empresas similares como Aliexpress e Gearbest, é que muitas das compras realizadas pelos brasileiros na plataforma são muito baratas. Quando os Correios acabam incluindo uma taxa de R$ 15 sobre uma compra de, por exemplo, R$ 4, o negócio deixa de ser interessante para o consumidor.

Em entrevista à revista Veja, Nicola Azevedo, executivo responsável pela operação da Wish na América Latina explicou que o Brasil é um dos 10 maiores mercados da companhia no mundo, mas que a cobrança realizada sem aviso prévio pode forçar a empresa a investir seu dinheiro em outras localidades. Azevedo também menciona que a companhia até tenta negociar uma alternativa com os Correios, mas até o momento não há novidades.

A estatal justifica essa cobrança com o aumento das importações nos últimos anos, que varia entre 100 mil e 300 mil objetos por dia. Segundo a empresa, foi preciso “injetar mais recursos na operação para manter o padrão do serviço”. A companhia ainda destaca que o valor cobrado é “menor que a média praticada por outros operadores logísticos”.

Essa nova taxa se refere “às atividades de suporte ao tratamento aduaneiro realizados pelo operador postal” — ou seja, recebimento de objetos, inspeção por raio X, disponibilização de informações online e outras ações executadas pelos Correios.

A expectativa dos Correios é de que a cobrança de R$ 15 por encomenda importada pode gerar aos cofres dos Correios entre R$ 1,5 milhão e R$ 4,5 milhão por dia, o que pode vir a gerar mais de R$ 90 milhões por mês. Na prática, há pouco incentivo para que os Correios revejam essa nova taxa.

No entanto, a estatal tem sofrido, sim, alguma pressão externa para ao menos explicar melhor o motivo da cobrança e o que pretende fazer com o dinheiro extra. Tanto o Procon-RJ quanto a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, abriram investigações para questionar a prática, mas não há qualquer indicativo de que eles consigam reverter o processo.

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*Fonte: olhardigital

Só uso Facebook para falar com meus avós: pesquisa mostra o que mudou na relação entre jovens e redes sociais nos EUA

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira revela como a relação entre adolescentes americanos e a tecnologia, especialmente as redes sociais, evoluiu nos últimos anos e modificou a forma como os jovens se comunicam com amigos e familiares.

Em 2012, quando o estudo foi feito pela primeira vez, somente um terço dos adolescentes entrevistados dizia usar redes sociais mais de uma vez por dia. Agora, são 70%, sendo que 16% afirmam acessar “quase constantemente”.

“As redes sociais são hoje uma parte muito maior da vida dos adolescentes do que eram em 2012”, disse à BBC News Brasil um dos autores do levantamento, Michael Robb, diretor de pesquisas da Common Sense, organização sem fins lucrativos que promove tecnologia segura para crianças.

Robb afirma que um dos motivos por trás desse aumento é o fato de que o percentual de jovens americanos com smartphone saltou de 41% para 89% no período.

O pesquisador ressalta que não apenas a frequência mudou, mas também as preferências dos jovens. Há seis anos, o Facebook era apontado como a principal rede social por 68% dos adolescentes. Hoje, apenas 15% dizem o mesmo.

Uma das entrevistadas na pesquisa, uma menina de 16 anos, resumiu o sentimento, ao afirmar que só usa o Facebook para se comunicar “com seus avós”.

Atualmente, 41% dos adolescentes preferem o Snapchat, e 22% apontam o Instagram (comprado pelo Facebook em 2012) como rede preferida.

“O Instagram é principalmente para os pontos altos da minha vida, as coisas realmente importantes que acontecem. E o Snapchat é para as coisas pequenas… como quando vou almoçar com amigos ou fazer compras. E eu uso o Facebook para (me comunicar com) minha família”, detalhou outra entrevistada, de 15 anos.

Como se comunicam com amigos

A pesquisa, intitulada Social Media, Social Life: Teens Reveal Their Experiences (“Mídia Social, Vida Social: Adolescentes Revelam suas Experiências”, em tradução livre), foi feita em março e abril deste ano com 1.141 adolescentes de 13 a 17 anos nos Estados Unidos.

Robb diz ter ficado surpreso com o declínio na interação cara a cara entre os jovens. Em 2012, metade dos entrevistados dizia que essa era sua maneira preferida de se comunicar com amigos. Hoje, apenas 32% afirmam o mesmo, e 35% preferem mensagens de texto.

O percentual de jovens que preferem se comunicar via redes sociais saltou de 7% para 16%, e o dos que preferem interagir por chat de vídeo passou de 2% para 10%. Somente 5% afirmam que telefonemas são sua maneira favorita de se comunicar com os amigos.

“Acho que o instinto é olhar para essa estatística com preocupação, e pretendo continuar observando se essa tendência se mantém no futuro. Se essa mudança for real, vale a pena investigar o que ganhamos e o que perdemos ao mudar nossas preferências na maneira como nos comunicamos”, salienta Robb.

Um terço dos jovens diz que as redes sociais são “extremamente” ou “muito” importantes em suas vidas, enquanto 19% afirmam não usar redes sociais.

E apesar de 47% dos entrevistados que possuem smartphone dizerem ser “viciados” em seus telefones, apenas 24% se consideram “viciados” nas redes sociais.

Quase dois terços dos entrevistados dizem encontrar mensagens de conteúdo racista, sexista, homofóbico ou de intolerância religiosa, e 13% afirmam ter sofrido cyberbullying nas redes sociais.

Mas Robb observa que os jovens são mais propensos a dizer que as redes sociais têm efeito positivo do que negativo em suas vidas: 25% afirmam sentir-se menos sozinhos e 16%, menos deprimidos, enquanto 3% se sentem mais sozinhos ou mais deprimidos ao usar as redes. No geral, 18% dizem sentir-se melhor sobre si mesmos, e apenas 4% afirmam o contrário.

“Acho que esses dados contradizem a percepção que a maioria das pessoas tem”, salienta Robb. “A maioria das pessoas se preocupa sobre como as redes sociais podem prejudicar os jovens e aumentar a solidão ou a ansiedade, mas talvez estejam subestimando vários impactos potencialmente positivos.”

O pesquisador destaca ainda que tanto efeitos positivos quanto negativos são ampliados em adolescentes vulneráveis emocionalmente.

Manipulação e distração

Os jovens parecem conscientes sobre os impactos das redes sociais em outras atividades do dia a dia: 72% dizem acreditar que as empresas de tecnologia manipulam os usuários para que fiquem mais tempo em seus dispositivos, 57% concordam que o uso os distrai quando deveriam estar fazendo a lição de casa e 54% se dizem distraídos quando deveriam estar prestando atenção às pessoas que estão com eles.

O problema não afeta somente os jovens: 33% dizem que gostariam que seus pais passassem menos tempo com seus telefones celulares.

Mais de metade dos adolescentes afirma que desligam ou silenciam seus dispositivos para dormir, e 42% fazem o mesmo durante refeições com outras pessoas. Mas 26% nunca abandonam o telefone para dormir e 31% mantêm o dispositivo ligado durante as refeições.

Na conclusão da pesquisa, os autores ressaltam que as redes sociais são centrais em diferentes aspectos da vida dos adolescentes, o instrumento por meio do qual “falam com seus amigos, fazem planos para depois da escola, coordenam atividades extracurriculares, ficam por dentro das notícias, mantêm contato com primos, tios e tias, se organizam politicamente, aprendem sobre novos estilos e moda, se conectam com as pessoas com quem têm interesses comuns, documentam e compartilham os pontos altos de suas vidas, ganham inspiração e expressam sua criatividade”.

Para o CEO e fundador da Common Sense, James Steyer, o estudo mostra que, assim como os próprios adolescentes, o papel das redes sociais é complexo e desafia “julgamentos simplistas”.

“Por um lado, os adolescentes sentem que as redes sociais fortalecem seus relacionamentos com amigos e familiares, oferecem um importante caminho para autoexpressão e os fazem sentir-se menos sozinhos e mais conectados. Ao mesmo tempo, reconhecem que às vezes os afastam de interações cara a cara e os fazem sentir-se deixados de lado e ‘menos’ que seus pares”, destaca Steyer.

Segundo os autores, o estudo não pode afirmar com certeza se as redes sociais causam mal ou melhoram o bem-estar dos adolescentes. “Para muitos jovens, as redes sociais são fonte de conexão e inspiração, uma oportunidade de compartilhar sua criatividade e aliviar a solidão. No entanto, para alguns outros, às vezes podem aumentar ansiedade e depressão.”

“Enquanto a quantidade de tempo que os jovens devotam às redes sociais é uma importante medida, não é a única. Reduzir a relação entre redes sociais e bem-estar dos jovens à noção de que menos tempo nas redes vai por si só resolver depressão e ansiedade entre adolescentes é muito simplista – e talvez até perigoso”, afirmam os autores.

*Por Alessandra Corrêa

 

 

 

 

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*Fonte: bbc/brasil