O que um hotel precisa para ser 5 estrelas?

Quando você está escolhendo um hotel para se hospedar, é provável que use alguns critérios antes fazer sua reserva. Pode ser que você confira as opiniões de outros clientes em alguma rede social, ou decida de acordo com o que cabe no seu bolso.

Mas um critério comumente utilizado pelas pessoas é verificar quantas estrelas aquele hotel tem. E o melhor hotel, claro, é aquele que é classificado com cinco estrelas. Mas isso garante exatamente o que ao hóspede?

Quem decide essa classificação?

No Brasil, a avaliação dos hotéis é feita pelo Ministério de Turismo, que estabelece as estrelas através do Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass).

No entanto, é importante lembrar que essa classificação não é obrigatória. Ou seja, um hotel ou uma pousada pode optar por não passar pela avaliação feita pela SBClass. Neste caso, eles não são autorizados a exibir estrelas em sua fachada e material promocional, pelo risco de serem processados por propaganda enganosa.

Já nos Estados Unidos, Europa e Austrália, diversas organizações são responsáveis por fazer estas avaliações. No continente europeu, por exemplo, quem faz esta classificação é uma instituição chamada Hotelstars Union.

Vale lembrar que as estrelas não deixam de ser uma garantia ao cliente de que o serviço e as instalações daquele hotel foram testados conforme critérios que são acessíveis a todos. Mas quais critérios são esses?

As avaliações dos hotéis

Para que um hotel receba a cobiçada classificação de 5 estrelas, ele precisa ter concierge, recepção que funciona 24 horas, quartos com pelo menos 17 m² e banheiros com pelo menos 4 m².

Quanto aos serviços, as roupas de cama e de banho precisam ser trocadas diariamente. O hotel deve ter café da manhã, restaurante e bar, funcionando também como serviço de quarto. A cozinha devem oferecer refeições especiais (como opções vegetarianas). Os funcionários devem ser ao menos bilíngues.

Além disso, os quartos devem ter climatização, colchões especiais, frigobar, TV por assinatura e internet. Outros serviços também devem estar disponíveis: garagem com manobrista, banheiras nos quartos e outros negócios devem existir junto ao hotel (como, por exemplo, salão de beleza e lojas).

Já nas hospedagens categorizadas com menos estrelas, as diferenças serão a quantidade desses serviços e os tamanhos dos quartos. Para receber quatro estrelas, os quartos devem ter 15 m² e banheiras; para obter três, devem medir 13 m² e banheiros com 3 m²; duas, os aposentos precisam ter 11 m², e assim por diante.

E uma informação importante: uma hospedagem que recebe uma estrela não necessariamente será ruim. O que a estrela indica é que ele oferece apenas o básico. E isso significa que ele deve ter café da manhã, recepção aberta por 12 horas e pelo menos 65% dos quartos devem ter área útil de 9 m². As roupas de cama devem ser trocadas pelo menos uma vez por semana.

Ou seja, independentemente do seu hotel ter cinco estrelas ou só uma, você pode igualmente ser bem atendido e desfrutar bons momentos.

*Por Maura Martins
……………………………………………………….
*Fonte: megacurioso

Dicas para acabar com o mofo no guarda-roupa

Existem jeitos simples de se evitar o mofo e remover as manchas das roupas mofadas.

Com a umidade nos deparamos com o mofo no guarda-roupas e nas peças guardadas. Resolver essa questão é simples, veja as dicas abaixo e escolha a que se aplicar melhor ao seu caso.

– Sempre que possível, deixe as portas do guarda-roupa abertas para que entre ventilação.

– Coloque as roupas de frio no sol durante o verão ou lave-as.

– Pelo menos uma vez ao mês, tire as roupas e limpe o armário com água e vinagre para evitar fungos e retirar possíveis manchas de mofo.

– Coloque um pote com bicarbonato de sódio, cal ou gesso dentro do guarda-roupa. Troque-o a cada seis meses.

– Coloque pedaços de algodão embebidos em essência de terebintina nos cantos e gavetas.

– Use produtos antimofo durante a faxina.

– Para eliminar a umidade, deixe um pedaço de giz em cada prateleira.

– Faça sachês com cravo-da-índia: basta colocar os cravos em um tecido fino e fechar o saquinho utilizando uma fita. Renove o sachê a cada três meses.

– Uma receita simples e bem conhecida é misturar água com água sanitária ou vinagre branco, na proporção de um para um. Basta passar a composição com um pano nos armários, gavetas, paredes e cômodas.

Roupas já manchadas?
Há inúmeras dicas caseiras para evitar o problema, mas caso a sua roupa já esteja manchada veja duas formas de resolver, de acordo com a cor do tecido:

– Roupas coloridas: Mergulhe tecidos coloridos em leite fervente até a mancha desaparecer.

– Roupas brancas: Deixe o tecido de molho em água quente com sal.

………………………………………………………………

*Fonte: ciclovivo

Óleo de cozinha: Qual é a diferença entre os óleos vegetais

Se alguém lhe pedisse para ir ao mercado comprar óleo de cozinha, provavelmente, você compraria óleo de soja, certo? Esse é o óleo mais popular e consumido no Brasil. Contudo, isso não significa que ele seja o único óleo que existe ou o mais indicado para as frituras.

Na verdade, existem muitas opções de óleos comestíveis. Alguns são mais caros, outros são considerados mais saudáveis e existem óleos que estão na moda, como o óleo de coco. Para evitar que você escolha o produto errado, vamos listar essas opções e indicar as suas principais características, mas antes, precisamos entender o que é o ponto de fumaça.

O que é ponto de fumaça?

O ponto de fumaça, também conhecido por “ponto de queima”, ocorre quando o óleo aquecido começa a queimar, soltando fumaça. Além de ficar com um gosto amargo, esse óleo começa a liberar acroleína, um composto químico que, com o passar do tempo, pode fazer mal à saúde. E não é só a acroleína: o óleo em ponto de queima libera compostos polares, também considerados nocivos.

Para evitar esse problema, é importante evitar que o óleo aqueça até a sua temperatura de ponto de fumaça. Até o óleo mais saudável se torna ruim quando atinge esse nível, não se esqueça disso.

Óleo de palma ou óleo de dendê
Esse é o óleo mais usado no planeta. Só em 2020, foram usadas 73 milhões de toneladas desse produto no mundo todo. No Brasil, o conhecemos como óleo de dendê. Além da culinária, ele é usado em diversas indústrias, como a de cosméticos. Rico em vitamina E, seu ponto de fumaça é aos 235 °C.

O óleo de palma tem níveis elevados de ácidos graxos, semelhantes ao da margarina. Sendo assim, ele não é considerado uma opção saudável para usarmos no dia a dia, como no tempero de saladas — é melhor deixá-lo para o preparo de pratos especiais, como a moqueca ou o acarajé.

Um outro problema do óleo de dendê é que por ele ser muito usado, seu cultivo está associado ao desmatamento de florestas. Por isso, alguns produtos vêm com o selo “livre de óleo de palma”. Isso não significa que sejam mais saudáveis, apenas que usam outro óleo.

Óleo de coco
Está na moda como uma opção saudável, embora não existam estudos que comprovem essa hipótese. Isso significa que o óleo de coco deve ser consumido com moderação, como qualquer outro tipo de gordura. Além disso, ele não pode ser a única fonte de gordura da dieta de uma pessoa.

Por outro lado, ele é um excelente hidratante para pele e cabelos. Usá-lo em processos de hidratação pode ser uma boa saída, inclusive mais barata, que o uso de determinados produtos. No entanto, lembre-se de ser cuidadoso para evitar excessos, pois eles podem obstruir os poros e gerar acne. Na dúvida, é sempre melhor conversar com dermatologistas antes, fugindo das receitas caseiras.

Seu ponto de fumaça é de apenas 175 °C, o que o torna pouco viável para uso em preparos culinários quentes, mas pode ser usado desde que você não o queime. É um bom produto para molhos de salada.

Óleo de soja
O mais usado no Brasil. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, ele tem gorduras boas em sua composição, mas seu consumo deve ser moderado, pois, como todos os óleos, ele é muito calórico. Seu ponto de fumaça é de 234 °C.

Por si só, o óleo de soja não faz mal à saúde. O problema é o excesso de consumo, como em frituras. Ele é rico em vitamina E — isso significa que, se usado com moderação, como em molhos de salada ou na hora de refogar os alimentos, pode ajudar em dietas nutritivas.

Óleo de canola
Outro óleo famoso por ser considerado mais saudável do que os outros. A canola é uma planta “melhorada” a partir do desenvolvimento genético de um outro vegetal, a colza. De fato, esse óleo tem menos quantidade de gordura saturada que os demais, incluindo o azeite de oliva.

O óleo de canola também é fonte de ômega 3, gordura considerada boa para o corpo. Contudo, isso não significa que deva ser usado de forma exagerada, pois ainda é um óleo.

Tem ponto de fumaça elevado — 220 °C —, por isso é comum em cozinhas profissionais de outros países, em que seu preço seja mais competitivo frente a outros óleos. Praticamente não tem sabor, o que faz com que seja uma espécie de coringa nas receitas.

Óleo de semente de linhaça e óleo de cártamo
Ambos têm ponto de fumaça baixo: apenas 107 °C. Embora a linhaça tenha ganhado espaço em dietas devido ao seu valor nutricional, o óleo ainda não é tão popular. Ele é rico em gorduras boas, como o ômega 3, sendo considerado uma opção mais saudável do ponto de vista nutricional.

Contudo, para que o óleo de linhaça seja rico nutricionalmente, ele precisa ser feito de forma profissional e com ingredientes de qualidade. Se a produção não for adequada, ele não se torna mais saudável do que outros óleos vegetais.

Já o óleo de cártamo tem sido usado como suplemento alimentar, consumido em cápsulas, pois também é rico em nutrientes. Alguns estudos sugerem que esse óleo pode ajudar a controlar a diabetes e o colesterol alto.

Ademais, esse óleo não libera radicais livres ao ser superaquecido, ainda que tenha ponto de fumaça baixo. Por isso, ele é considerado mais saudável que outros óleos.

Independentemente do óleo que você escolha para a sua dieta, lembre-se que ele perderá nutrientes ao ser aquecido. Por isso, é mais saudável consumi-lo em saladas e outros pratos frios. Alguns liberam radicais livres ao serem esquentados e todos eles não devem ser consumidos caso tenham atingido o ponto de fumaça.

*Por Everton Lima
………………………………………………………….
*Fonte: megacurioso

O equilíbrio das bicicletas ainda é um misteriosos e inexplicável fenômeno

A maior parte de nós aprende a andar de bicicleta ainda crianças. Este fantástico meio de transporte parece extremamente simples — afinal, seu design permanece praticamente inalterado desde sua invenção, na Alemanha, em 1817.

Basicamente, a bicicleta é um objeto composto por um quadro, duas rodas, um garfo direcionável, um assento, pedais e uma corrente. Sendo uma invenção relativamente simples, isso significa que duzentos anos depois, nós já sabemos tudo sobre ela, certo?

A verdade é que as humildes bicicletas ainda guardam certos mistérios e existem detalhes sobre seu funcionamento que a ciência ainda não sabe explicar — e nós vamos te contar quais são eles!

O misterioso equilíbrio das bicicletas
Os físicos ainda não têm uma explicação definitiva do porque as bicicletas permanecem estáveis quando estão em movimento. E talvez você, leitor, esteja pensando que o responsável por este equilíbrio é a pessoa que está em cima dela. Mas a questão é mais complexa que isto.

Caso faça uma experiência simples, vai notar algo que intriga até hoje os estudiosos: se você “arremessar” uma bicicleta de uma maneira específica, sem ninguém sentado no banco, vai notar que ela é capaz de se mover em equilíbrio por uns bons metros até tombar de lado.

A resposta mais óbvia para entender por que isso acontece remete às leis de Newton, que dizem que um corpo tirado da inércia e posto em movimento tende a continuar em movimento. Só que, neste curto espaço de tempo em que seguem andando, as bicicletas conseguem desviar de certos obstáculos e voltar ao equilíbrio, exatamente como um ciclista faria. E isto é realmente intrigante.

O complicado mecanismo das bicicletas
As primeiras explicações sobre a misteriosa física das bicicletas data da virada do século XX. Entre 1899 e 1910, os matemáticos Francis Whipple, Felix Klein e Fritz Noether publicaram estudos dizendo que a estabilidade da bicicleta se deve à precessão giroscópica, um fenômeno físico que consiste na mudança do eixo de rotação de um objeto. O conceito explica que objetos giratórios resistem no espaço a mudanças de orientação — tal como acontece com um pião, por exemplo.

Os estudos destes matemáticos foram contestados em 1970 pelo cientista David Jones, que constatou erros nos cálculos feitos anteriormente. Segundo ele, estes erros anulavam os efeitos da precessão giroscópica nas bicicletas. Ele levantou a sugestão de que algo mais estava conectado à capacidade de “auto-endireitamento” das magrelas.

Outros pesquisadores trouxeram novas explicações. Foi sugerido também que, além da precessão giroscópica, as bicicletas se mantinham de pé por um chamado efeito cáster, segundo o qual um veículo que está trafegando tende a endireitar as rodas — é por isso, por exemplo, que uma cadeira de computador alinha suas rodas quando é empurrada.

Ainda assim, não há uma explicação definitiva sobre a estabilidade das bicicletas. Hoje há um relativo consenso de que elas se equilibram por uma soma de fenômenos físicos específicos. Descrever o exato funcionamento delas é ainda um mistério para engenheiros e matemáticos.

“Uma bicicleta, na verdade, é extremamente complexa. Entender sua estabilidade, numa comparação muito simplificada, é equivalente a resolver uma equação matemática de quarto grau”, explicou à Superinteressante o professor Andy Ruina, um dos maiores estudiosos da mecânica das bicicletas.

*Por Maura Martins
………………………………………………………
*Fonte: megacurioso

Como um engenheiro escondeu adegas de vinho sob a Ponte do Brooklyn

As famosas torres da ponte do Brooklyn, em Nova York, não são as estruturas mais altas do Ocidente. No entanto, foram imortalizadas em filmes e séries diversas. Além disso, caminhar por essa ponte é quase que uma obrigação para qualquer turista que visite a cidade.

Mas você sabia que, bem embaixo da ponte, há uma história regada a vinho que pouca gente conhece?

As adegas secretas da ponte do Brooklyn
No ano de 1876, após sete anos do início da construção e cerca de sete anos antes da conclusão da ponte do Brooklyn, duas adegas subterrâneas foram criadas: uma, no lado do Brooklyn e a outra do lado de Manhattan.

Tudo começou antes da ponte existir e tem mais a ver com uma estratégia para angariar recursos financeiros do que para esconder vinhos.

Por ocasião dos planos para a construção de uma estrada que ligaria o Brooklyn a ilha de Manhattan, o engenheiro-chefe de pontes, Washington Roebling, bem como seu pai, antes dele, estavam em dúvida sobre o que fazer com às duas instalações comerciais que funcionavam nos pontos de ligação de cada lado.

Na margem do East River no Brooklyn, a Rackey’s Wine Company já mantinha bons negócios envolvendo vinhos. Do lado de Manhattan quem dominava o comércio de bebidas era a Luyties & Co.

E foi então que Roebling, que conhecia bem cada detalhe da construção enxergou uma solução simples para conseguir compensar alguns dos custos de seu projeto estimado em 15 milhões de dólares.

Roebling conseguiu que duas adegas de vinhos fossem criadas uma de cada lado da ponte do Brooklyn.

Além delas, a construção também contaria com diversas câmaras alugadas para comércios e empresas locais, que poderiam usar esses espaços para armazenar produtos.

Com o passar do tempo esses espaços ganharam nomes de ruas francesas, bem como pinturas de videiras e vinícolas como decoração.

Quando a ponte foi concluída, as adegas já estavam funcionando. Devido às ótimas características do lugar como temperatura e umidade adequadas para armazenar vinhos de excelência, não demorou muito para que os nova-iorquinos começassem a comparar as adegas da ponte do Brooklyn com as melhores da França.

Por cerca de 40 anos os moradores do Brooklyn e de Manhattan puderam aproveitar a festa que acontecia sob a estrutura, embora muitos dos que passavam sobre ela não faziam ideia do que havia embaixo.

Mas, como tudo o que é bom precisa ter um fim, no final da década de 1910, um movimento de moderação começou a tomar conta dos EUA e, com a chegada da Lei Seca, o vinho e demais bebidas alcoólicas desapareceram das adegas da ponte do Brooklyn (e de todo o país).

Com isso, as instalações passaram a ser usadas para guardar jornais, o que não pareceu ser uma boa ideia devido à umidade.

Após a Lei Seca, o vinho retornou ao lugar. Então, vieram as duas Grandes Guerras e as coisas mudaram novamente.

*Por Denisson Antunes Soares
……………………………………………………………..
*Fonte: megacurioso

Os efeitos nocivos do açúcar no cérebro

A discussão científica sobre nutrição mudou muito nos últimos anos. Os últimos estudos revelam que o açúcar é uma das piores coisas para a saúde geral de uma pessoa, especialmente no caso da obesidade. Mas a maioria das pessoas não sabe que os efeitos nocivos do açúcar se espalham até o cérebro .

O uso de açúcar não está ligado apenas a problemas cardíacos e diabetes. Mas também causa todos os tipos de problemas em nossa mente. Neste artigo você pode aprender mais sobre os efeitos mais nocivos do açúcar. Mas antes de abordarmos essa questão, primeiro precisamos desfazer alguns dos mitos sobre o açúcar.

Há algum efeito prejudicial do açúcar?
Nós crescemos e estamos sobrecarregados com ideias idealistas sobre saúde e nutrição. Mas algumas dessas crenças são completamente incorretas. Por exemplo, aprendemos que comer gordura é o principal fator de risco para doenças cardíacas.

O açúcar tem sido promovido por muito tempo como uma substância completamente inofensiva sem nenhum efeito ruim na saúde. Mas uma pesquisa em 2016 revelou que a indústria do açúcar subornou pesquisadores ao longo da história. Com qual finalidade? Eles queriam manter os efeitos nocivos do açúcar escondidos. Porque agora sabemos que isso tem a ver com, por exemplo, câncer e doenças cardíacas.

É viciante
O vício em açúcar é um problema real. Todos os dias toca mais pessoas. As pessoas com esse distúrbio sentem que precisam usar mais e mais dessa substância para se sentir bem. De fato, quem quer que bane o açúcar de sua vida, experimenta sintomas desagradáveis ​​de inconsciência nos primeiros dias.

Depois que os viciados abandonam o uso de açúcar, por exemplo, eles podem sofrer de dores de cabeça, tontura, fraqueza muscular, ansiedade e estresse. Felizmente, esses sintomas não são permanentes. Eles duram apenas até o corpo funcionar sem essa substância.

Como esse vício funciona? Quando o corpo absorve açúcar, libera uma grande quantidade de endorfinas no cérebro. Então, quando não estamos tão satisfeitos com outros aspectos de nossas vidas, podemos pegar esse material para nos sentirmos bem.


Açúcar causa problemas de memória e insight

Um estudo da Universidade da Califórnia investigou os efeitos do consumo de frutose (um tipo de açúcar encontrado em frutas, vegetais e mel). Esta pesquisa revelou que a frutose tem um efeito prejudicial na formação das sinapses no cérebro. Quando você come muita frutose, a capacidade do cérebro de entender e formar novas conexões diminui.

A pesquisa também mostrou que as pessoas que comem muita frutose têm níveis mais baixos de BDNF. Esta substância ( fator neurotrófico derivado do cérebro ) tem um efeito fundamental na nossa capacidade de criar novas memórias e aprender novas informações.

Alguns estudos também sugerem que o consumo de açúcar pode estar diretamente relacionado à doença de Alzheimer. A comunidade médica está realmente pensando em classificar essa doença como diabetes tipo 3.


Afeta nosso humor

Mas não apenas nossas habilidades cognitivas estão em perigo. Nosso humor muda para um grau extremo devido à glicose. Porque a glicose tem um efeito sobre a insulina no corpo. Como resultado, os picos de açúcar podem causar depressão, ansiedade e mudanças bruscas de humor.

A longo prazo, esses efeitos nocivos do açúcar podem se tornar ainda piores.Quando ingerimos glicose, nossos cérebros liberam a serotonina. Esta substância é um dos neurotransmissores que nos dão uma sensação de prazer. Mas o suprimento dessa substância no corpo não é ilimitado. Porque toda vez que o cérebro libera a serotonina, a quantidade em seu cérebro diminui.

Uma pessoa que ingira quantidades excessivas de açúcar por longos períodos, depois de um tempo, achará difícil ter um sentimento positivo sustentado.

Impede de nos sentirmos saciados
Finalmente, estudos recentes descobriram que a glicose “seqüestra” nosso mecanismo de saciedade. Então, quando nós comemos muito dessa substância, isso levará a uma constante fome por esse motivo. Isso está diretamente relacionado à obesidade e ao excesso de peso.

Aqui estão os efeitos do açúcar na ocitocina e sua função no cérebro, o problema. Mas as consequências para o seu cérebro podem até ser mais preocupantes. Você quer evitar os efeitos nocivos do açúcar e manter uma boa saúde física e mental? Em seguida, tente reduzir o consumo de açúcar o máximo possível.

Artigo publicado no site Verken je Geest, para ler o texto original clique aqui

“Este conteúdo tem apenas o caráter informativo, portanto não deve jamais ser usado como ferramenta de diagnóstico. Para obter um diagnóstico confiável é recomendado que você consulte um profissional especializado antes de tomar ou abster-se de qualquer ação com base no conteúdo gratuito em nosso site.”

………………………………………………………
*Fonte: pensarcontemporaneo

Ciência enxerga capacidade de gatos de reconhecerem os nomes uns dos outros

Uma pesquisa realizada com 48 gatos no Japão concluiu que os felinos são capazes de reconhecer o nome de outros gatos e até mesmo de seus donos – e que “estranham” quando ouvem o nome errado. Realizada por cientistas ligadas a três universidades japonesas, de Kyoto, de Sophie e de Azabu, e publicada na revista científica Scientific Reports, estudando felinos que convivem com vários gatos e pessoas ao mesmo tempo. Para isso, os pesquisadores recorreram aos “gatos cafés”, cafeterias no país onde clientes podem brincar e mesmo adotar os animais que moram nos locais.

A pesquisa mostra que os gatos sabem os nomes de outros gatos – e das pessoas

Além de utilizar os gatos dos cafés, o estudo também trabalhou com felinos que vivem em residências com mais gatos e diversas pessoas, e foi realizado em duas etapas. Inicialmente, os cientistas apresentaram aos gatos imagens de outros felinos conhecidos junto de gravações da voz do dono, chamando o animal primeiro pelo nome correto e, em seguida, por um nome “errado”. A pesquisa concluiu que os animais passaram mais tempo olhando para a imagem na chamada “condição incongruente”, quando o nome não condiz com o animal da foto, do que na “condição congruente”, quando o animal era chamado pelo nome correto.

A pesquisa também apontou uma diferença entre o comportamento dos gatos que vivem nos cafés e os animais dos lares domésticos: os gatos “de casa” passaram mais tempo “intrigados” olhando para a imagem do que os dos cafés. A conclusão sugere que os felinos das cafeterias estão mais acostumados a conviver com outros animais e, assim, com nomes diversos. No segundo momento da pesquisa, o mesmo processo foi realizado com fotos dos tutores humanos no lugar dos animais – e o resultado foi o mesmo.

A segunda etapa foi realizada somente com os animais que moram em residências, e mostrava a foto do “dono” junto de duas gravações, uma com o nome correto, e outra com o nome errado da pessoa. Os animais permaneceram mais tempo olhando para a foto em “condição incongruente” do que para a imagem em na “condição congruente”, quando foto e nome eram compatíveis. “Os felinos não parecem estar escutando as conversas das outras pessoas, mas na verdade eles estão”, afirmou o pesquisador Saho Takagi, da Universidade Azabu, à imprensa local.

No estudo, os gatos “estranham” quando o nome errado é associado a um gato ou uma pessoa

“Esse estudo oferece evidências de que os gatos ligam o nome de uma companhia ao rosto correspondente sem treinamentos explícitos”, diz o texto da pesquisa. “Em outras palavras, a frequência e número de exposição ao estímulo pode tornar a associação rosto-nome mais provável”, concluíram os pesquisadores.

*Por Vitor Paiva
………………………………………………………….
*Fonte: hypeness

Por que as garrafas de vinho têm 750ml e não 1 litro?

Uma pesquisa revelou que os brasileiros nunca beberam tanto vinho como no ano da pandemia de covid-19. Foram 501 milhões de litros. Isso significa que nunca tivemos tantas garrafas de vinho nas nossas casas. Se você é um consumidor atento, deve ter ficado chateado ao ver que as garrafas de vinho não têm um litro da bebida, mas 750 ml.

Contudo, antes de denunciar a marca para o Procon, é preciso que você saiba que isso não ocorre apenas no Brasil. No mundo todo, as garrafas de vinho têm 750 ml. Por quê? Bem, isso vamos descobrir agora conhecendo as principais hipóteses sobre o tema.

Uma disputa entre franceses e ingleses
Você já sabe que historicamente franceses e ingleses não se davam muito bem, certo? Esses dois povos discordavam sobre muitas coisas. De vez em quando, essas discordâncias acabavam em guerra. Mas, no caso dos vinhos, ela gerava confusão para os vendedores.

Acontece que os ingleses não usavam o Sistema Métrico Decimal como sistema de medida oficial. No lugar dele, preferiam o Sistema Imperial. Para bebidas, eles recorriam ao galão (gallon) como unidade padrão. Cada galão tem 4,546 litros e para tornar a conversão mais simples, esse valor era arredondado para 4,5 L.

Para facilitar a vida das vinícolas francesas, os vendedores passaram a vender caixas com seis garrafas de 750 ml, o que daria um galão de vinho no sistema inglês. Essa conversão funcionava muito bem, principalmente para as grandes compras — e, no século XIX, os ingleses eram os principais compradores do vinho francês.

Capacidade de sopro
Existe uma outra hipótese para as garrafas de 750 ml. Antigamente, a produção de garrafas de vidro era muito mais difícil devido à falta de mecanização. Para produzir uma garrafa, era preciso soprar o vidro quente para moldá-lo.

Diz a lenda que a capacidade pulmonar dos trabalhadores não permitia a confecção de garrafas maiores — e, por isso, elas acabavam suportando cerca de 750 ml da bebida.

Um litro de vinho era vinho demais
Uma terceira hipótese é que 750 ml de vinho era a quantidade adequada para a refeição de um casal europeu. Isso evitava que sobrasse vinho, o que reduziria o desperdício e facilitaria a compra. Ao mesmo tempo, as taças das tavernas tinham capacidade para cerca de 125 ml, logo, uma garrafa poderia encher seis taças.

Mas e os garrafões de 5 litros?
Bem, se você já foi a uma festa da uva, como as realizadas no Sul do Brasil, deve ter percebido que existe a venda de garrafões de 5 litros de vinho, certo? Esses vinhos não são exportados — e, por isso, são embalados de forma diferente. Além disso, esses vinhos são vendidos em maior quantidade por serem feitos com uvas menos selecionadas, logo com uma qualidade inferior, principalmente para exportação.

Inclusive, a produção desses vinhos, chamados de “vinhos de mesa”, permite que a bebida seja feita com outros produtos além de uvas. São bebidas mais baratas e populares.

Já fora do Brasil, os garrafões que se parecem com esses nossos de 5 litros são, na realidade, de 4,5 litros, ou 1 galão, como foi explicado no primeiro ponto dessa matéria, e aí tudo se encaixa.

*Por Everton Lima
…………………………………………………………….
*Fonte: megacurioso

Descubra como aumentar a vida útil do seu PC ou notebook

Imprescindíveis nas rotinas de trabalho, estudo ou até mesmo de lazer, os computadores se transformaram em companheiros inseparáveis dos seres humanos e precisam de cuidados para não falharem no momento de maior necessidade. Afinal, imagine ficar na mão logo no dia da entrega daquele projeto que levou meses para ser concluído. Ou atrasar a sua jornada diária em razão de um teclado que parou de funcionar.

Com práticas preventivas, é possível prolongar a vida útil dos equipamentos, além de evitar prejuízos técnicos e financeiros. Quer manter a sua máquina sempre redondinha? Então confira essas dicas imperdíveis!

Evite o uso de notebooks em superfícies inapropriadas
É muito comum que usuários de notebooks apoiem o equipamento em superfícies inadequadas como no colo, na cama ou em cobertores. Esse tipo de uso obstrui as entradas e saídas de ar e causam um superaquecimento da máquina.

“Ao impedir a refrigeração correta do notebook e, consecutivamente, aumentar a temperatura interna do aparelho, o usuário está colocando em risco o funcionamento do computador a curto e longo prazo. O superaquecimento pode reduzir a vida útil dos componentes da máquina e, em casos mais críticos, até ocasionar o mau funcionamento do sistema operacional, causando lentidão ou até mesmo provocando o seu desligando repentino É recomendável que o aparelho esteja sempre posicionado em superfícies planas e duras”, explica Camilo Stefanelli, responsável pela Compaq no Brasil.

Mantenha a limpeza do computador em dia
Higienizar com frequência o computador é essencial para manter seu bom funcionamento, mas é preciso fazer isso da maneira certa, tomando alguns cuidados básicos. Antes de tudo, o usuário deve verificar se a máquina está totalmente desligada e com o cabo de força fora da tomada.

Feito isso, é aconselhável limpá-lo com um pano macio de modo que a poeira não seja empurrada para dentro da máquina.

Além disso, é preciso ter muita atenção com soluções líquidas, que podem danificar partes eletrônicas e até mesmo o acabamento do equipamento.

Antivírus rodando em notebook
Com ataques de hackers e invasões de pessoas mal intencionadas crescendo no Brasil, nada melhor do que sempre manter o sistema com um antivírus atualizado. Imagem: Rawpixel
Mantenha o antivírus atualizado
Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário utilizar softwares de varredura para certos programas e arquivos, já que eles podem trazer outros potenciais riscos à máquina. Nesse caso, o recomendado é sempre utilizar um antivírus completo e atualizado.

O antivírus pode detectar a maioria dos vírus, destruí-los e, em grande parte dos casos, reparar o dano causado. Para fornecer proteção contínua contra ameaças recentemente descobertas, o software deve estar sempre atualizado.

“Um programa de antivírus pode vir pré-instalado no computador, mas o usuário também pode escolher o programa que já está acostumado para proteger o seu sistema”, recomenda o responsável pela Compaq no Brasil.

Faça backups periodicamente
Fazer o backup do sistema é extremamente importante e a melhor forma de evitar a perda de arquivos importantes em caso de pane na máquina. Nesse caso, o recomendado é fazer o processo periodicamente, de acordo com a frequência de uso de cada um.

Atualize os programas e ative recursos de segurança
Manter o sistema operacional e os principais softwares do computador atualizados também é muito importante, já que eles auxiliam na correção de problemas de segurança e a melhorar o desempenho da máquina.

No caso de programas da Microsoft, por exemplo, os usuários recebem um alerta sempre que uma nova atualização está disponível. O ideal é fazer a atualização assim que a notificação chegar.

Outra iniciativa importante sobre segurança, é ativar alguns recursos de proteção à rede wi-fi, já que nem todas oferecem a proteção necessária.

“Se precisar viajar com o computador ou transportá-lo, o ideal é que o usuário faça um backup das informações em uma unidade de armazenamento externo e remova todos os discos e cartões de mídia acoplados, como SD cards, micro SD e pen drives. Ao utilizar transporte aéreo, leve o computador como bagagem de mão e a mídia externa com o backup das informações e arquivos importantes”, conclui Camilo.

*Por Lauro Lam
………………………………………………………………….
*Fonte: olhardigital

Consumo de laranja ajuda no combate ao diabetes

Estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) sugere que compostos bioativos existentes na laranja ajudam a modular a taxa de açúcar no sangue, o que pode transformar a fruta em um aliado no combate ao diabetes. Os achados foram divulgados na revista Clinical Nutrition Espen.

A investigação foi conduzida por uma equipe do Centro de Pesquisas de Alimentos da Universidade de São Paulo (Forc), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP).

Participaram 12 voluntários saudáveis, de ambos os sexos, que após uma noite em jejum ingeriram uma refeição rica em gordura e carboidratos, com 1.037 kcal. Eles foram divididos em três grupos: um que bebeu apenas água durante a refeição, outro que tomou suco de laranja e um terceiro que recebeu uma bebida à base de glicose com teor de carboidratos equivalente ao do suco de laranja.

O nível de glicose no sangue dos voluntários foi analisado uma, três e cinco horas após o término do desjejum. Logo na primeira medição, como esperado, os três grupos apresentaram um aumento da glicemia. Curiosamente, os valores de glicemia (taxa de glicose no sangue) e insulinemia (taxa de insulina no sangue) do grupo que tomou suco de laranja não diferiram significativamente daqueles observados no grupo da água em todas as avaliações.

“Se a ingestão de suco de laranja não difere da ingestão de água, podemos concluir que os carboidratos do suco não promoveram aumento significativo da glicemia em nosso modelo experimental, diferentemente do que ocorreu com a bebida à base de glicose”, explica Bruna Jardim Quintanilha, doutoranda em nutrição pela Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP) e primeira autora do artigo.

Segundo Quintanilha, tal resultado sugere que outros componentes presentes no suco, como fibras e compostos bioativos, podem ter contribuído para conter a elevação da taxa glicêmica.

O passo seguinte foi investigar de que forma o suco de laranja teria ajudado a conter o aumento da glicemia. Para isso, os cientistas coletaram amostras de sangue dos voluntários e analisaram a expressão dos chamados microRNAs, um tipo de RNA que tem a função de regular a expressão dos genes por meio de interações com o RNA mensageiro.

“Notamos que o suco de laranja teve ação em especial sobre o microRNA 375 ou miR-375, que é um biomarcador da função das células beta do pâncreas”, explica Franco Lajolo, professor emérito da FCF-USP e integrante do FoRC.

Como explica o pesquisador, as células beta são muito numerosas no órgão e são responsáveis por sintetizar e secretar a insulina – hormônio que permite a entrada da glicose nas células.

Os resultados indicam, portanto, que o suco de laranja pode ter uma ação benéfica sobre a produção de insulina e, por tabela, sobre a modulação da glicemia.

“Nossos resultados apontam o miR-375 como possível responsável por essa ação, mas é algo que ainda precisa ser confirmado. São necessários, por exemplo, estudos com pacientes diabéticos para entender exatamente como esse mecanismo funciona”, afirma Lajolo.

*O artigo Ingestion of orange juice prevents hyperglycemia and increased plasma miR-375 expression pode ser lido AQUI
………………………………………………………………
*Fonte: saberesaude

9 Curiosidades sobre o PAU-BRASIL, a ÁRVORE que dá nome ao nosso país

1. Características
O pau-brasil (Paubrasilia echinata) chega a ter entre 10 e 15 metros de altura e era muito abundante na Mata Atlântica na época de nosso descobrimento pelos portugueses. Ele possui um tronco reto e relativamente fino, com uma coloração cinza-escura. A árvore dá flores amarelas e um extrato interior capaz de gerar uma tinta vermelha.

2. Nome antigo e nova nomenclatura
Antigamente, ela se chamava ibirapitanga em tupi-gurani, onde “ybirá” significa “árvore” e “pintanga” representa “vermelho”. Quando os colonizadores descobriram o nosso país, eles se referiram à árvore como “bersil”, que significava “brasa” na época. Aos poucos, ela acabou sendo chamada de pau-brasil, mas também é conhecida como pau-vermelho, pau-de-pernambuco, arabutã, ibirapitã, muirapiranga, orabutã, pau-rosado e pau-de-tinta.

3. Violino
Em 1775, descobriu-se que o pau-brasil era excelente para o feitio de arcos de violino. Foi nesse ano que François Tourte criou, em Paris, o primeiro arco com essa madeira, dando-lhe o nome de Fernambouc, por ter colhido matéria-prima no estado de Pernambuco. Até hoje, são exportadas madeiras de pau-brasil para a Alemanha, a França e os Estados Unidos com a finalidade de virar instrumentos que chegam a custar US$ 10 mil!

4. Data nacional
Por mais de 375, o extrativismo do pau-brasil aconteceu em todo o país, até que a árvore foi declarada patrimônio nacional em 1978, através da Lei nº 6.607, que ainda estipulou o dia 3 de maio como a data oficial da árvore, que é a única protegida por lei em terras tupiniquins. Também se tentou declarar o ipê-amarelo como a flor nacional, mas isso não foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

5. Boa para a saúde?
Na Universidade Federal de Pernambuco, um longo estudo sobre as propriedades medicinais do pau-brasil continua em curso. Acredita-se que a árvore possa ser antineoplásica, ou seja, capaz de combater alguns tipos de tumores. Em estudo com ratos, a incidência da doença diminuiu em até 87%.

6. Pena de morte
Cortar uma árvore de pau-brasil podia ser motivo de pena de morte durante o final dos anos 1700. Mesmo assim, muitas pessoas ainda o vendiam ao preço de 240 réis por quintal, principalmente no estado do Espírito Santo. O quintal era uma unidade de peso que seria equivalente a cerca de 60 quilos nos dias de hoje.

7. Nome de vilas
O botânico Francismar Francisco Alves Aguiar realizou uma expedição em 1981 na qual encontrou diversos vilarejos chamados de Pau-Brasil em nosso país. Em um deles, a 100 quilômetros de Vitória (ES), a árvore curiosamente não existe mais, em virtude de sua extração descontrolada.

8. Extinção
Em 1928, acreditava-se que não havia mais nenhuma árvore de pau-brasil crescendo espontaneamente em território nacional. Nesse ano, entretanto, um estudante de Agronomia encontrou uma única árvore florescendo em uma área que acabou se tornando a Estação Ecológica da Tapacurá, administrada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.

9. Economia
O primeiro grande ciclo econômico do Brasil foi às custas de nossa madeira-símbolo: muitos se tornaram ricos com o extrativismo que durou até 1875, exportando o pau-brasil para a fabricação de corantes, a construção naval e a marcenaria de luxo. Em 1605, apenas 105 após o descobrimento do Brasil pelos portugueses, já se falava em medidas de proteção, mas elas nunca surtiram muito efeito.

*Por Diego Denk
…………………………………………………………
*Fonte: megacurioso

Homens são menos afetados pelo estresse do que mulheres, revela pesquisa

Uma pesquisa divulgada pelo site Minha Vida no dia 7 de abril revelou como o estresse afeta mais e de forma mais intensa as mulheres, em comparação com o efeito relatado sobre seus pares homens. Realizada pelo Webedia Life – Insights, a pesquisa trabalhou com mais de mil participantes, e foi divulgada nessa data para contribuir com o Dia Mundial da Saúde, revelando que 50% dos homens enxergam o estresse como algo normal – resultado bastante diferente do apontado pelas mulheres, entre as quais 57% apontaram se tratar de algo que as faz muito mal.

Segundo o levantamento, 10% dos homens afirmaram que nunca sentiram estresse, enquanto entre as mulheres somente 1% revelaram jamais ter estado sob tal efeito. A relação com o sono, elemento determinante para a saúde e mesmo a dimensão do impacto do estresse, também ilustrou uma grande diferença de gênero: de acordo com a pesquisa, 65% dos homens afirmaram que suas horas de sono são suficientes, enquanto 51% do público feminino confirmaram sentir vontade de dormir mais ao despertarem. A pesquisa foi realizada em formato online, entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, com mais de mil visitantes do Minha Vida.

A participação reunia 74% de mulheres respondendo ao levantamento, com 25% da participação por pessoas entre 55 e 64 anos, 25% de 45 a 54 anos, e 20% entre 35 e 44 anos. Para além do estresse, a pesquisa apontou outros aspectos importantes da relação com a saúde: 83% apontaram o desejo de envelhecer de forma saudável como motivação para se cuidar, com 74% apontando para o desejo de ter mais disposição, 56% de entrar em forma como os estímulos mais votados. A manutenção de uma vida sexual ativa foi mencionada por 50% homens e 30% das mulheres como fonte de saúde e bem-estar.

O público masculino na pesquisa afirmou que os profissionais de saúde mais visitados foram cardiologistas, para 53%, dentista, também citado por 53%, e oftalmologista, por metade dos participantes. Já as mulheres apontaram os ginecologistas como os profissionais mais recorrentes, para 66%, dentistas, para 52%, e clínicos gerais, para 49% das entrevistadas. A ansiedade foi o problema de saúde mais citado por homens e mulheres, com pressão alta também apontada por 30% dos homens e dor nas costas por 27%, enquanto as mulheres complementaram o quadro com dores nas costas para 35% – e justamente o estresse como um dos problemas mais recorrentes para 32%. A pesquisa esta disponível para ser acessada na íntegra no site Minha Vida.

Por Vitor Paiva
……………………………………………………………………….
Fonte: hypeness

Cinco benefícios que vão fazer você tomar café agora

Muito além de indicadores econômicos e comerciais, o café é mesmo uma bebida que remete a memórias afetivas, está presente nas interações sociais e traz benefícios para a saúde

O Brasil ostenta muitos títulos. Alguns bons, outros nem tantos. Mas há um deles que é certamente motivo de orgulho e de respeito mundo afora: a nossa produção e exportação de café! Portanto, o Hub do Café lista cinco benefícios que vão fazer você tomar café agora.

Já que o país é o maior produtor de café e principal exportador dos grãos, de acordo com o Ministério da Agricultura.

Além disso, no quesito consumo (quantidade por pessoa), ocupa o 14º lugar, de acordo com a OIC (Organização Internacional do Café). Bem como figura entre as nações que mais consomem a bebida milenar. Ademais, está presente na mesa e no dia a dia da maioria dos brasileiros.

Diga-se de passagem, por que não aproveitar esta leitura e ir “passar um cafezinho”?

Café é agro está em todo lugar
Muito além de indicadores econômicos e comerciais que corroboram sobre a força dos cafés brasileiros, sua produção e qualidade, o cafezinho é mesmo uma bebida que remete a memórias afetivas, e memes também! Na internet há milhares deles. Desde o clássico que marcou a infância de muita gente: “Gostaria de entrar para tomar uma xícara de café”? – bordão da Dona Florinda, no desenho Chaves, a crianças fofas com o “Hoje tem café? Quero café”!.

Além disso, é fato que o café está sempre muito presente em diferentes interações sociais. No encontro com amigos, na pausa com os colegas de trabalho, bem como nos bons encontros da vida, na conversa que antecede um negócio e muito mais. E, acredite, o café é tão poderoso que além de tudo isso ainda faz bem à saúde!

Benefícios
Diferentes estudos científicos já comprovaram os efeitos e benefícios do café no organismo. Entre os principais, destaca-se o fato de ele acelerar o metabolismo, melhorar a concentração e estimular a memória. Desde que consumidor de forma moderada, os médicos e especialistas recomendam a bebida, cujo grão é rico em antioxidantes e outras substâncias que ajudam o corpo a liberar energia.

O Hub do Café selecionou cinco benefícios do café. Veja:
– É capaz de proteger a saúde do coração e prevenir doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

– Ajuda o cérebro a trabalhar mais rapidamente, ou seja, aumenta a capacidade de concentração por ter características psicoativas.

– Ajuda a estimular o metabolismo e melhora o desempenho na hora de realizar exercícios físicos. Isso porque tem propriedades termogênicas, o que acaba contribuindo também para a perda de peso.

– Contribui para a liberação de serotonina, ou seja, o neurotransmissor do bem-estar.

– Por ser rico em compostos bioativos com propriedades antioxidantes, ajuda a combater os radicais livres, prevenindo envelhecimento precoce e depressão – isso porque os polifenóis no café combatem os radicais livres e diminuem inflamações nas células do sistema nervoso central.

Por fim, com isso tudo, o que não faltam são motivos para começar a tomar café.

…………………………………………………………..
*Fonte: hubdocafe

Por que algumas pessoas sentem enjoo ao viajar de carro?

Se você é uma pessoa que sofre enjoo com veículos em movimento, pode ser difícil viajar por causa de sintomas como tontura, vertigens, náuseas e até vômitos.Não é possível explicar como algumas pessoas conseguem ler e mexer no celular durante longas viagens, enquanto outras passam mal durante o trajeto. Assim como não se sabe porque algumas pessoas sentem enjoo por conta do movimento apenas em alguns tipos de veículos e não em outros.

Mas existem duas teorias que podem ajudar a explicar esse fenômeno.

As teorias

A teoria dos conflitos sensoriais aponta que o nosso sistema de equilíbrio é um dos principais fatores que provoca o enjoo de movimento. O equilíbrio é mantido por meio da combinação do que estamos vendo e sentindo, com as informações enviadas pelo órgão responsável pelo equilíbrio nos nossos ouvidos internos, o que ajuda o nosso sistema de equilíbrio a determinar onde estamos.

Caso as informações dos nossos olhos, ouvidos internos, dos sentidos do tato e pressão não coincidirem, elas podem nos fazer perder o equilíbrio ou a estabilidade. Por isso, acredita-se que o enjoo de movimento é provocado por causa do desequilíbrio de informações dos nossos sentidos. Enquanto nossos olhos e ouvidos internos dizem ao corpo que estamos nos movendo, estamos sentados em uma mesma posição durante todo o trajeto.

Por isso, quanto menos contradições sensoriais sofrermos em um veículo, menos propensos estamos a sentir enjoo. Pensando nisso, podemos afirmar que viajar em um carro em uma rodovia reta e suave, causará menos incongruências sensoriais do que viajar em uma estrada sinuosa e cheia de buracos.

Esta tese é considerada a explicação mais forte para o enjoo de movimento. No entanto, uma teoria alternativa aponta que tudo está relacionado ao controle da postura.

De acordo com essa segunda teoria, o enjoo de movimento não acontece apenas por causa da falta de coincidência das informações sensoriais. Na realidade, nossa incapacidade de mudar nossa postura para reduzir a diferença de informações é o que provoca o mal-estar.

Apesar disso fazer sentido, até porque nem sempre podemos nos mover durante uma viagem, não existem muitas evidências para apoiar essa teoria.

Não existe uma única razão para o enjoo

As pessoas possuem enjoo de movimento de formas diferentes e não existe uma única razão para algumas pessoas sofrerem com mais frequência que outras.

No entanto, as diferenças entre como os sistemas de visão e o equilíbrio de uma pessoa funcionam afetarão como elas podem se sentir em diferentes tipos de veículos. Alguns distúrbios – incluindo enxaquecas e doenças do ouvido interno, como a doença de Ménière – aumentam a chance de enjoo de movimento.

O sexo e a idade podem também aumentar a probabilidade de sofrer enjoo de movimento. Algumas pesquisas apontam o pico desse mal-estar com nove ou dez anos de idade e que são mais comuns em mulheres. Mas não são apontados os motivos para isso acontecer.

O veículo em que as pessoas viajam também afeta a severidade do enjoo de movimento. Além disso, quanto mais tempo durar a experiência e quanto maior for o tamanho do movimento, piores serão os sintomas.

Muitas pessoas também sofrem de enjoo de movimento quando viajam como passageiros e não quando estão dirigindo o veículo. Isso pode ser explicado pelo fato do motorista antecipar o movimento do veículo e movimentar seu corpo conforme esse deslocamento.

Se o carro fizer uma curva fechada, por exemplo, o motorista ficará olhando para frente, antecipando o movimento do veículo enquanto ele faz curva, já os passageiros costumam reagir apenas no momento da curva, inclinando-se na direção oposta.

“Ciberenjoos”

O enjoo de movimento não está limitado ao “mundo real”. Os “ciberenjoos” são enjoos de movimento que as pessoas sofrem nos ambientes virtuais, muitas vezes enquanto jogam videogames.

Ele ocorre por causa do conflito sensorial provocado por ver o ambiente mover-se na tela enquanto o corpo permanece estacionário. Por isso, assistir filmes 3D no cinema também pode causar enjoo.

Para as pessoas que sofrem com enjoo de movimento, o recomendado é evitar ler no carro, além de tentar olhar para fora da janela. Isso pode ajudar a reduzir as náuseas, visto que informações visuais coincidem melhor com as informações de equilíbrio dos ouvidos internos.

Essa indicação também é válida para viagens em navios e trens. Concentrar-se no cenário que está passando na sua janela pode reduzir os sintomas.

Também ajudam a reduzir o enjoo de movimento não comer muito antes de viajar, ventilar o veículo e fazer paradas regulares. Caso isso não funcione, pode ser usada medicação contra o enjoo, sob prescrição médica.

Os remédios diminuem a atividade do sistema de equilíbrio do cérebro ou a quantidade de sinais que o cérebro envia para o intestino, o que ajuda a reduzir as náuseas e os vômitos.

*Por Nathalia Matos
………………………………………………………………………
*Fonte: fatosdesconhecidos

5 Fatos intrigantes sobre o jogo ‘PEDRA, PAPEL E TESOURA’

Quem nunca disputou com um amigo uma melhor de três em uma partida de Pedra, Papel e Tesoura para decidir quem precisaria fazer determinada coisa? Jogado desde muito tempo atrás, esse é um jogo conhecido por milhões de pessoas em diversas culturas ao redor do planeta.

O que muitos não pensam, entretanto, é que existem poucas brincadeiras tão populares e com uma história tão única por aí. Pensando nisso, nós separamos uma lista com cinco fatos intrigantes sobre Pedra, Papel e Tesoura para você aprender mais. Fica ligado!

1. Jan-Ken-Pon
Em algumas partes do Brasil, muitas pessoas possuem o hábito de chamar esse jogo com as mãos de “Joquêmpo”. Porém, a escrita correta da palavra é “Jan-Ken-Pon”, que teria nascido na China e se espalhado por toda a Ásia — principalmente no Japão. Na Terra do Sol Nascente, o jogo teria chegado à Ilha de Kyuushuu no ano de 1642 e logo tornou-se popular na região de Osaka.

Inicialmente, era um jogo entre duas pessoas que simultaneamente estendiam os dedos de uma mão e precisavam tentar adivinhar o total de dedos esticados na partida. Como era uma brincadeira de bar, o perdedor precisaria beber um shot de alguma bebida. Com o passar do tempo, as regras foram mudando.

2. Disputa de tribunal
Nos Estados Unidos, o juiz Gregory Presnell pediu para que dois advogados entrassem em uma partida de Pedra, Papel e Tesoura para definir onde deveria ocorrer o depoimento de uma testemunha. Foi definido que o jogo deveria acontecer nas escadarias do tribunal de Tampa, para evitar mais desentendimentos.

Se não bastasse, a disputa seria supervisionada por Matti Leshem, co-comissário da liga norte-americana de Pedra, Papel e Tesoura. Entretanto, os advogados acabaram discordando da metodologia e optaram por se resolver por outros meios.

3. Aleatoriedade
Com três opções a serem escolhidas, você provavelmente sempre pensou que Pedra, Papel e Tesoura foi uma brincadeira imprevisível e sobre sorte, certo? No entanto, um extensivo estudo feito por pesquisadores chineses concluiu que o jogo não é tão aleatório assim.

Segundo os cientistas, a melhor estratégia é jogar com base na última jogada do outro jogador. Se seu adversário acabou de ganhar, o mais recomendado é mudar sua escolha para aquela que venceria na rodada anterior. Se eles tiverem perdido, eles estarão mais propensos a mudar de resposta e você terá menos opções para escolher — sendo pedra a escolha mais comum entre os jogadores.

4. Criação do jogo
Segundo historiadores, a primeira menção a esse tipo de jogo aconteceu na dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.) na China, substituindo os elementos por “Sapo, Cobra ou Lagarto”. Na versão japonesa, um erro de tradução colocou o jogo como “Sapo, Lesma e Cobra”.

Não há exatamente arquivos históricos que mostrem quando a brincadeira chegou nas Américas, mas parece ter começado nos Estados Unidos por volta do século XX. Inclusive, as regras da brincadeira chegaram a aparecer em uma edição do The New York Times em 1932.

5. Treinamento de Chimpanzés
Se você estiver com dificuldades de encontrar um parceiro para brincar de Pedra, Papel e Tesoura, saiba que os chimpanzés podem ser treinados para participar da brincadeira. Segundo pesquisadores, esses primatas possuem a capacidade de jogar no mesmo nível de uma criança de 4 anos.

Estudos feitos no Japão e na China demonstram que eles possuem certa dificuldade em entender a natureza circular do jogo, mas possuem a habilidade de uma hora compreender como funcionam as regras de uma partida. Dessa forma, podemos notar que são criaturas bem inteligentes.

*Por Pedro Freitas
……………………………………………………………..
*Fonte: megacurioso

Quer um motivo para tomar café todos os dias? Listamos seis!

Não há dúvidas de que o café é uma paixão. Prova disso é que é a segunda bebida mais consumida no mundo.

Mas, o que muitas pessoas não sabem é que além do sabor incrível, o café possui inúmeros benefícios para a saúde.

Então, se você queria um motivo para tomar café todos os dias, o Hub do Café listou seis.

Tomar café
De acordo com a matéria do portal Cool The Life Style consumir de uma a três xícaras de café tem suas vantagens. É claro que a ingestão excessiva pode levar a taquicardia, dificuldade para dormir ou ansiedade. Mas, na medida certa, os benefícios se sobressaem.

Então, confira os seis motivos levantados pela reportagem para beber café todos os dias:

1. É um poderoso antioxidante
O café demonstrou ser rico em antioxidantes, como polifenóis e ácidos hidroxicinâmicos, que fornecem, pois, nutrientes importantes ao retardar a degeneração natural do DNA.

2. Ativa a mente
Este é o benefício que as pessoas mais conhecem. Pois, a cafeína nos estimula e nos ativa. Mas, também é responsável por melhorar algumas funções cognitivas como acelerar os processos cerebrais e melhorar a memória. Um dos grandes benefícios de tomar café é que ele nos ajuda a ficar mais ligados, atentos e focados ao longo do dia.

3. Café contra dores de cabeça esporádicas
A cafeína, devido às suas propriedades vasodilatadoras, ajuda a combater as dores de cabeça e aumenta o efeito dos anti-analgésicos. Portanto, entre os benefícios do café está que ele também pode ajudar a eliminar uma leve dor de cabeça. No entanto, especialistas não recomendam uma alta ingestão diária de café para quem sofre de enxaqueca regular.

4. Contribui para a perda de peso
Como a cafeína acelera a termogênese, um processo metabólico no corpo que ajuda a queimar mais gordura, esse produto é frequentemente incluído em dietas para perder peso.

5. Reduz o risco de diabetes tipo 2
Vários estudos relacionam um consumo moderado, no qual entraria o descafeinado, com uma chance 25% menor de sofrer desse tipo de diabetes. Os mecanismos pelos quais o café influencia no não desenvolvimento desta doença não são claros, mas pode ser devido ao seu efeito antioxidante, anti-inflamatório e termogênico.

6. É bom para o coração
O café tem sido tradicionalmente associado a um risco maior de doença cardíaca devido ao efeito estimulante da cafeína; porém, tomar café, sem abusar, protege contra doenças coronárias. Além disso, é especialmente recomendado para pessoas com pressão arterial baixa.

*Fonte: hubdocafe

10 fatos bizarros que você não sabia sobre a saliva

A saliva é bem o tipo de coisa que a gente só presta atenção quando está voando da boca de alguém no momento mais inoportuno possível. Mas a verdade é que, independente da quantidade de atenção que a gente dedique a ela, a saliva é um sim um mar de fatos bizarros que talvez você não queira mesmo conhecer. Só que a sua curiosidade é tão grande que você apenas não consegue evitar e quer que eu pare de enrolar e comece logo a diversão.

Pois muito bem. Seus desejos serão atendidos! Vamos aos 10 fatos bizarros que você não sabia sobre saliva:

10. A saliva produz pedras nas glândulas salivares
Palavras-chave que fazem qualquer um chorar como uma criancinha: pedra, 7 cm, dentro, boca.

Nunca ouviu falar disso? Que bom. E tomara que aqui seja o único lugar que você ouça falar. Pedras salivares são basicamente como as pedras no rim, só que ficam na sua boca. Os sintomas mais comuns são boca seca, dor ou inchaço no pescoço e dificuldade de engolir. Mas apesar de eu, você e todo mundo que sabe da existência dessas coisas ter a certeza de que elas são terríveis, os cientistas ainda não têm certeza de como elas se formam, nem por quê. Eles culpam os suspeitos mais comuns: desidratação, alimentação pobre e uso de algum medicamento, mas a verdade absoluta é que ainda não sabem dizer qual é o problema.

Ao que tudo indica, as pedras salivares são mais recorrentes em homens adultos e podem crescer em uma proporção absurda. Enquanto na maioria dos casos registrados até hoje as pedras eram de poucos milímetros, alguns azarados chegaram a desenvolver pedras de até 7 cm.

Digamos que você é um desses casos de extremo azar e acabou desenvolvendo uma pedra dessas na boca. O que fazer? Depois de correr e gritar, o primeiro passo é descobrir qual é o tamanho. Pedras pequenas podem ser removidas pelo simples ato de chupar balas azedas. Isso ativa as glândulas, fazendo com que elas produzam mais saliva e praticamente joguem as pedras para fora. Se a pedra não cooperar ou for muito grande, um dentista pode disparar ondas de choque em sua boca, quebrando a estrutura em pequenos pedaços. E, claro, sempre existe a possibilidade de fazer uma cirurgia tradicional. Como você está se sentindo hoje? Com coragem? Então dá o play para ver como esse procedimento funciona:

9. Saliva do Monstro-de-gila reduz desejo por alimentos
Quem diria que um lagarto venenoso dos Estados Unidos seria a cura para vícios como… Chocolate?

Na verdade, muitas pessoas se consideram “chocólatras”, mas poucas realmente têm essa dependência alimentar. O que a maioria de nós realmente tem é um desejo absurdo por determinados alimentos. Um desejo que costuma nos dominar – muito mais do que gostaríamos. E a solução para esse problema pode estar na saliva do monstro-de-gila, uma lagarto que vive nos desertos da América do Norte. Sua mordida é venenosa, mas sua saliva pode acabar com o vício em comida, já que pesquisadores suecos descobriram que ela é rica em um composto chamado exendin-4 que age no cérebro, basicamente satisfazendo os desejos por comida.

8. Saliva aumenta o desejo sexual
Quem acha que a ciência é um negócio chato é porque provavelmente nunca ouviu falar na filematologia, a ciência que estuda o beijo. Em um teste, cientistas descobriram que beijar libera dopamina, serotonina e ocitocina, substâncias que tem um papel importante e fundamental no que a gente chama de “paixão”.

De acordo com a antropóloga Helen Fisher, os homens preferem beijos molhados, o popular “beijo de língua”, porque a saliva contém traços de testosterona e durante um longo período de tempo estimula a libido da mulher, aumentando sua vontade de ter relações sexuais.

7. A saliva contém analgésicos naturais
Ainda não chegamos nem na metade da lista, mas uma coisa já deu para todo mundo concluir: a boca é um lugar estranho. Não apenas é o lar de possivelmente 72 variedade de bactérias, como também produz um dos analgésicos mais potentes que a ciência conhece: a opiorfina, que é nada menos que 6 vezes mais potente que a morfina.

6. Celulares fazem você salivar mais
De acordo com pesquisas desenvolvidas no Vidya Shikshan Prasarak Mandal’s Dental College and Research Centre, na Índia, pessoas que ficam muito tempo penduradas no telefone babam 26% mais do que as pessoas que não tem esse hábito – ou necessidade. Em 2012, os cientistas separaram 142 pessoas em dois grupos: os que usavam muito telefone – mais de duas horas por dia -, e os que eram mais controlados.

Durante o estudo, alguns cientistas menos sortudos tiveram que acompanhar o fluxo de saliva nas glândulas parótidas dos voluntários. Localizadas dos dois lados da face, perto das orelhas, estes órgãos são as maiores glândulas salivares do nosso corpo e, como os cientistas constataram, eram maiores entre as pessoas que falavam mais no telefone. Ou seja: glândulas maiores, mais saliva.

Ratos temem saliva de gatos

5. Introvertidos salivam mais
Basicamente, existem dois tipos de pessoas no mundo: os introvertidos e os extrovertidos. Os dois raramente se cruzam por aí, por um motivo bastante óbvio: os introvertidos estão ocupados demais se escondendo do mundo. Mas, quando acontece de terem que conversar com alguém, no melhor estilo beco sem saída, o cérebro das pessoas que tem essa característica marcante na personalidade reage com uma força incrível.

Existe uma parte do cérebro chamada Sistema de Ativação Reticular (SAR) que responde pelo contato social e que, segundo teorias, é mais ativa em pessoas introvertidas do que em pessoas extrovertidas. Na verdade, os cientistas acreditam que o SAR de um introvertido é despertado muito mais facilmente do que em um extrovertido. Assim, quando os introvertidos interagem com outros seres humanos, seu SAR entra um pouco em pânico. E a única maneira de acalmá-lo é ficando longe desses estímulos externos negativos (nesse caso, também conhecidos como “outras pessoas”). Mas o SAR tem um segundo emprego.

Além de controlar as habilidades sociais, essa região do cérebro também é responsável pela quantidade de saliva que produzimos. E, graças ao SAR, os pesquisadores podem determinar se você é uma pessoa extrovertida ou introvertida com base em quanta saliva tem na sua boca. Tudo que eles precisam é de um limão.

Em 1967, professores e HJ Eysenck Sybil, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres, realizou um experimento cítrico em 100 voluntários. Ele passou suco de limão sobre a língua das pessoas e viu que quase instantaneamente a boca deles se encheu de água. Eysencks também notou que os introvertidos salivavam muito mais do que os extrovertidos. Tudo isso porque o Sistema de Ativação Reticular de um introvertido reage excessivamente em situações sociais, bem como durante a produção de saliva.

4. A saliva pode revelar sua idade
Tudo porque o DNA contido em nossa saliva muda com o passar do tempo. Conforme envelhecemos, nosso DNA passa por um processo químico chamado metilação, que ativa certos genes e desativa outros – tudo com base em fatores ambientas, como alimentação. Em outras palavras, à medida que envelhecemos, a metilação muda a forma como nossos genes se expressam.

Tendo isso em mente, os pesquisadores da UCLA (Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos) analisaram o DNA de cerca de 130 pessoas. Ao focarem os estudos em 2 dos genes mais afetados pelo tempo, os cientistas descobriram que poderiam determinar a idade de uma pessoa, com uma margem de erro de apenas 5 anos. O que é incrível!

Estranhamente, a idade do nosso DNA, conhecida como idade biológica, nem sempre condiz com a nossa idade cronológica. E é por isso que os cientistas podem apenas estimar a idade cronológica com base na saliva. O mais interessante disso tudo é que se os médicos puderem saber qual é a idade biológica de um paciente, poderão decidir melhor que tratamentos os pacientes devem receber para combater doenças relacionas a idade com mais eficiência.

3. Saliva de morcegos pode ajudar a tratar derrames
Você que não quer ver um morcego nem se estiver pintado de ouro e cravejado de diamantes. Mas, um dia, ele pode salvar sua vida. Isso porque a saliva desses bichos está cheia de uma enzima chamada desmoteplase (DSPA).

Quando um morcego está se alimentando, essa enzima faz com que o sangue da vítima inocente não coagule e ele consiga sugar tranquilamente até matar toda sua fome. Parece terrível, mas não é hora de chamar o Van Helsing ainda! Porque, segundo alguns cientistas, a desmoteplase da saliva dos morcegos pode ser usada para ajudar pacientes que sofreram um AVC – acidente vascular cerebral.

Como você já deve saber, o AVC é um problema sério e pode deixar sequelas como paralisia e problemas na fala, como também pode levar uma pessoa à morte. O acidente acontece quando se formam coágulos de sangue nos vasos do cérebro, o que impede a circulação do sangue e, consequente, de oxigênio.

Ligou os pontos?

Segundo pesquisas realizadas na Austrália, a DSPA pode atuar na desintegração dos coágulos formados no cérebro, auxiliando no tratamento. A desmoteplase ainda não chegou ao mercado porque está em fase de testes, mas tudo indica que logo estará por todo o mundo salvando vidas.

2. Pais têm uma saliva superpoderosa
Alguns pais, quando veem a chupeta de seus filhos caída no chão e servindo como um verdadeiro ímã para germes e bactérias, pulam o caminho até a pia para lavá-las e simplesmente as colocam na boca e chupam a sujeira.

Parece um tanto nojento, mas pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, acreditam que pais que fazem isso praticamente vacinam seus filhos contra alergias.

Em um estudo realizado com 65 bebês, eles compararam filhos de pais que limpam a chupeta com água e sabão com filhos de pais que lambem a chupeta. Para a surpresa geral de todas as nações, crianças de pais considerados “nojentos” tinham menos chances de desenvolver doenças como asma e eczema.

Os pesquisadores acreditam que quando os pais limpam as chupetas com a própria boca, eles passam algumas bactérias boas para o bebê. Ou seja: ao invés de estarem fazendo uma coisa que poderia ser considerada nojenta, eles na verdade estão fazendo um grande favor a seus herdeiros.
Como a saliva dos pais pode evitar que uma criança desenvolva alergias

1. Existe um comércio ilegal de saliva na África do Sul
O comércio de saliva se desenvolveu e cresceu na África do Sul por conta da tuberculose, que é um grande problema do país. A cada ano, meio milhão de pessoas são diagnosticadas. A desnutrição e o HIV só ajudam a piorar toda a situação. E para tentar ajudar os doentes, o governo oferece um subsídio financeiro. E é aí que os criminosos encontraram uma brecha.

Com tão poucas oportunidades de emprego disponíveis, algumas pessoas desesperadas decidiram se passar por doentes para ganhar o auxílio do governo. Pessoas saudáveis se tornam traficantes de saliva de pessoas tuberculosas, e chegam a vendê-la por algo em torno de U$4 a $9 (R$ 10 a 20) cada garrafa. Os compradores, então, entregam suas amostras contaminas em clínicas.

É certo que o procedimento padrão do hospital é acompanhar o paciente enquanto ele produz a própria saliva. Mas como os hospitais sul-africanos estão abarrotados, as pessoas acabam sendo atendidas com muita pressa e burlar o sistema acaba ficando fácil.

É de revirar o estômago. [Listverse]

*Por Gabriela Mateos
…………………………………………………………………………………
*Fonte: hypescience

Sistema japonês devolve objetos perdidos para os donos

No Japão, quase 90% dos celulares perdidos são devolvidos aos seus donos. Saiba como funciona o eficiente sistema japonês

No Japão, milhões de objetos pessoais são perdidos anualmente. No entanto, se você perder pertences, como um telefone celular ou carteira, provavelmente vai conseguir recuperar.

Os pertences perdidos em território japonês são armazenados no centro de achados e perdidos de Lidabashi, em Tóquio. No ano de 2019, foram devolvidos para os seus donos 4,15 milhões de itens perdidos, o recorde do local.

Atualmente, o lugar armazena mais de 600 mil objetos. Yukiko Igarashi, chefe do centro, informa que aproximadamente 7,7 mil itens perdidos são guardados no local diariamente.

“Tóquio tem 20% de todos os itens perdidos no Japão”, afirma ela. “E o item que tem maior índice de recuperação é o celular.”

Aproximadamente 90% celulares e 70% das carteiras perdidas são devolvidos para os donos em território japonês.

“Outra coisa muito comum que as pessoas costumam perder são documentos oficiais”, afirma Igarashi, “como carteiras de motorista, cartões de plano de saúde, cartões de crédito ou cartões de desconto de lojas”.

Apesar da maioria dos itens perdidos serem devolvidos no mesmo dia para os donos, alguns objetos raramente voltam para os seus proprietários.

“A taxa de recuperação mais baixa é para guarda-chuvas, com menos de 1%. Você pode substituir facilmente um guarda-chuva de plástico barato, então as pessoas geralmente não os procuram”, conta Igarashi.

Como funciona o eficiente sistema de achados e perdidos do Japão?
De acordo com Igarashi, o segredo para o sucesso dos achados e perdidos do Japão é que todos os itens são entregues ao “Koban”, a delegacia de polícia local.

“Os deveres do policial no Koban incluem patrulhar a área, aceitar objetos perdidos e arquivar relatórios de objetos perdidos”, informa o policial Wada, do Sukiyabashi Koban, em Tóquio.

Os agentes de segurança pública também são responsáveis por cuidar de pessoas perdidas ou bêbadas, ouvir cidadãos sobre questões que possam provocar problemas. Além disso, lidam com acidentes de trânsito e criminosos.

No Japão, os policiais passam uma imagem diferente da polícia mundial. Isso porque a abordagem é baseada nas necessidades da comunidade e na presença do Koban, o que ajuda na entrega e comunicação sobre um objeto perdido.

“Em média, recebemos sete itens perdidos por dia neste Sukiyabashi Koban”, afirma Wada.


O que acontece com os objetos que não são devolvidos?

Yukiko Igarashi explica que se o dono não aparecer, após um certo tempo, no Koban, o item é transferido para o Centro de Achados e Perdidos. Se ninguém aparecer depois de três meses, a pessoa que achou pode ficar com o objeto. Caso ela prefira abrir mão do ítem, ele fica em posse da cidade e pode ser leiloado.

“O item mais memorável que já recebi foi um envelope contendo US$ 8,8 mil (R$ 45 mil em valores atuais) em dinheiro”, conta o agente Wada.

Igarashi afirma que não é incomum serem devolvidas grandes quantidades de dinheiro.

“Para mim, os objetos mais memoráveis foram uma dentadura e muletas. Me pergunto como o dono poderia voltar para casa sem eles?”, destaca ela.

Igarashi informa que por mais de mil anos, o Japão possui uma lei sobre objetos perdidos. “Pessoalmente, acredito que a educação moral do Japão desempenhou um papel importante na formação de nossa atitude em relação a itens perdidos.”

Além disso, as crianças são ensinadas a devolverem itens perdidos no Koban. Para o professor Masahiro Tamura, da Universidade Kyoto Sangyo, o primeiro contato da maioria das pessoas com a polícia é quando vão entregar os objetos perdidos aos Koban.

Tamara explica que o povo japonês se importa muito em como as outras pessoas enxergam o seu comportamento. Sendo assim, a atitude de devolver objetos perdidos está ligada à imagem na sociedade.

O professor acrescenta que a disciplina moral é mantida mesmo quando ocorrem desastres naturais, sendo o único caso de aumento de crimes durante o desastre de Fukushima.

“Então, acredito que o poder dos olhos das pessoas sobre nós é muito maior do que o poder da autoridade pública”, afirma o japonês.

Apesar da pandemia ter reduzido o número de objetos perdidos no Japão, o centro recebeu 2,8 milhões de itens no último ano.

*Por Nathalia Matos / Fonte: G1
…………………………………………………………………….
*Fonte: fatosdesconhecidos

SUDOKU: A História do famos quebra-cabeça matemático

Já imaginou combinar um quebra-cabeça com um jogo matemático? Na sua cabeça pode não soar tão interessante assim, mas essa é a proposta apresentada pelo sudoku e que acabou se tornando extremamente popular ao redor do mundo. Embora o nome venha do japonês “Su” (número) e “doku” (único), o jogo foi criado na Suíça no século XVIII e se espalhou para outras partes do planeta.

A primeira vez que uma tabela de sudoku apareceu em um jornal aconteceu na França em 1895, mas as versões modernas que conhecemos hoje em dia foram invenção de Howard Garns, um inventor freelancer de quebra-cabeças dos Estados Unidos, em 1979. Então, vamos conhecer um pouco mais sobre essa história!

Mudança de nome

Embora seja um jogo criado no Ocidente, o sudoku realmente caiu nas graças da população japonesa. Originalmente, esse quebra-cabeça era chamado de “Number Place”, visto que seu objetivo era colocar números individuais em espaços vazios de uma grade 9×9.

Quando chegou ao Japão em 1984, no entanto, o jogo foi rebatizado. Sudoku é uma abreviação para uma expressão japonesa bastante longa “Suji wa dokushin ni kagiru”, que significa “os dígitos são limitados a uma ocorrência”. No país do sol nascente, cerca de 600 mil revistas de sudoku são vendidas por mês — destacando sua popularidade.

Um motivo para esse quebra-cabeça ser tão popular entre os japoneses é porque a língua japonesa simplesmente não funciona muito bem para palavras cruzadas. Dessa forma, seria muito mais fácil obter sucesso através de uma brincadeira que só envolvesse números, sem contar que é um quebra-cabeça fácil de ser jogado enquanto as pessoas estão se locomovendo de trem ou ônibus.

Reintrodução ao Ocidente

Se sudoku era chamado de “Number Place” nos países do Ocidente no passado, por que é que adotados a pronúncia japonesa nos últimos tempos? Quem reintroduziu esse jogo para a nossa cultura foi o neozelandês Wayne Gould, que passou férias em Tóquio em 1997 e descobriu uma das revistinhas em uma banca de jornal.

Ele logo tornou-se um entusiasta do jogo e passou seis anos de sua vida desenvolvendo programas de computador que pudessem gerar novos quebra-cabeças similares. Em 2004, o sudoku passou a ser publicado pelo The Times of London e tornou-se um fenômeno global durante as últimas décadas.

O primeiro Campeonato Mundial de Sudoku foi realizado na Itália em 2006 e tornou-se um torneio muito visado pelos amantes desse hobby.

Como jogar

Se vivemos em um mundo tão acelerado, onde a tecnologia se faz cada vez mais presente, qual o motivo do sudoku ainda ser um jogo popular entre as pessoas? A resposta é bastante simples. O quebra-cabeça possui regras fáceis de aprender e existe um senso de satisfação muito grande ao completar a grade 9×9 corretamente.

O objetivo do jogo é completar todos os quadrados utilizando números de 1 a 9. Para completá-los basta seguir a seguinte regra: Não podem existir números repetidos nas linhas horizontais e verticais, assim como nos quadrados delimitados por linhas em negrito. Caso os 81 espaços estiverem preenchidos corretamente e sem repetições dentro dessas regras, a pessoa terá vencido o desafio.

*Por Pedro Freitas
…………………………………………………………………
*Fonte: megacurioso

5 Cores comuns que não existem de verdade

Pode ser difícil acreditar, mas nós possuímos a tendência de enxergar cores que na verdade não existem. Mas como isso acontece? A verdade por trás disso está ligada a maneira como nós vemos as cores. De maneira resumida, cada coloração costuma ser diferenciada por seu comprimento de onda.

Isso determina a diferença de velocidade que os sinais de uma cor chegam aos nossos olhos. Portanto, quando nossa visão recebe esse comprimento de onda, ela envia essa informação para o cérebro, que então a usa para determinar a cor que estamos olhando. Mas existem vários truques envolvidos que tornam toda a situação muito delicada. Veja só seis cores populares que não existem de verdade e qual o motivo por trás disso!

1. Roxo

É comum que as pessoas utilizem a palavra “roxo” para descrever deliberadamente uma série de cores. Porém, essa é uma “cor” que só pode ser obtida através da combinação de duas outras cores ou comprimentos de onda: o azul e o vermelho. E por que então essa não deveria ser considerada uma cor?

A verdade é que nossos olhos só conseguem ver três cores: azul, vermelho e verde, mas consegue identificar outras ao misturar esse trio. Portanto, quando misturamos azul e vermelho, deveríamos ver algo numa tonalidade verde-amarelada, mas nosso cérebro substitui essa combinação por roxo.

2. Rosa

Se nas quartas-feiras você gosta de vestir rosa, saiba que a sua vida é uma mentira. Assim como o roxo, o rosa não tem comprimento de onda próprio, mas podemos vê-lo por ser uma alteração do comprimento de onda do vermelho. Ou seja, quando você estiver enxergando rosa, saiba que aquilo nada mais é do que outro tom de vermelho.

É por esse motivo que o rosa costuma ser criado a partir do vermelho, bastando adicionar um pouco de branco na mistura para mudar a sua tonalidade.

3. Magenta

Não confunda: assim como roxo e violeta não são iguais, rosa e magenta também não são a mesma cor. Enquanto o rosa é uma versão de vermelho claro, o magenta está em uma tonalidade entre o vermelho e o violeta. No entanto, ao contrário do rosa — que aproveita o comprimento de onda do vermelho —, o magenta não possui comprimento de onda própria.

Portanto, essa não é uma cor que existe de verdade. E apesar de ser considerada uma cor primária, o magenta depende da interpretação do nosso cérebro para existir. Isso acontece pelo fato do violeta e do vermelho estarem em extremidades opostas do arco-íris, fazendo com que nossa mente crie uma cor totalmente nova que seja o intermediário das duas.

4. Preto e Branco

Caso você não saiba, todas as cores são produtos da luz, que por sua vez é formada por comprimentos de onda. Quando a luz atinge um objeto, esse receptor absorve alguns dos comprimentos de onda e reflete o resto. A parte refletida é basicamente o que enxergamos e chamamos de cor.

Entretanto, um objeto pode acabar absorvendo todos os comprimentos de onda ou então refletindo tudo de uma vez só. Quando tudo é absorvido, não vemos cor nenhuma e daí nasce o preto. Quando acontece o contrário, vemos uma mistura de todas as cores que é o branco.

Porém, nós não podemos chamar preto e branco de cores, pois os dois são sombras usadas para tornar uma cor mais clara ou mais escura. Confuso, né?

5. Neon

Embora a moda moderna diga uma coisa, neon não é uma cor e nunca vai ser. Primeiramente porque neon não é uma cor específica, mas uma categoria para várias cores superbrilhantes. E o nome neon tem origem no gás neon, um elemento químico vermelho-alaranjado que pertence à mesma família do gás hélio.

Portanto, ao passar a luz pelo gás neon, criamos uma espécie de cor vermelho-alaranjada brilhante. E para obter outras “cores neon”, precisaríamos colocar outros elementos químicos na mistura. Ou seja, nada disso é uma cor que existe na natureza.

*Por Pedro Freitas
………………………………………………………………..
*Fonte: megacurioso

Entenda por que o azul é a cor mais rara do planeta

Quem olha para o céu em um dia de verão, ou para o mar limpo e calmo, pode ser levado a pensar que a cor azul é bastante comum e natural. Contudo, menos de 10% de todas as plantas do planeta têm essa coloração. Para os animais, ainda, os números não chegam a 1%. Aqui, portanto, vamos entender a real raridade de tons azuis na natureza.

Primeiramente, é preciso lembrar um pouco das aulas de física, sem medo. As ondas eletromagnéticas, assim, compõem um espectro, que também inclui todas as luzes visíveis ao olho humano. Os pássaros, por exemplo, podem enxergar a luz ultravioleta (UV) devido a um tipo extra de célula em seus olhos.

Acontece que o azul está perto da ponta mais energética do espectro da luz. Ou seja, esse tipo de onda luminosa é extremamente energética, com um comprimento de onda bastante curto. É por esse motivo, aliás, que as plantas absorvem a luz azul, mais energética, e refletem a verde, mais fraquinha. Isso permite uma eficiência energética maior.

Quando falamos de animais, a situação é ainda mais extrema. De quantos vertebrados azuis você consegue se lembrar, nesse momento?

Acontece que muitos animais adquirem suas cores a partir do ambiente. Exemplo disso, ademais, são os flamingos, que nascem cinza mas adquirem a cor rosa ao longo da vida pela alimentação. Acontece que essas aves consomem camarões e algas que possuem uma variação rosa de caroteno. Quando falamos de minerais, portanto, a cor azul é bastante escassa no planeta.

Assim, animais dificilmente podem adquirir essa cor do seu ambiente. Por esse motivo também pedras preciosas de cor azul são tão raras, como o lápis-lazuli, que chegava a ser mais caro que o próprio ouro durante a idade média.

O azul “verdadeiro” é quase inexistente na Terra
Existem, contudo, diversos exemplos de organismos azuis, como os mortais sapos da família Dendrobatidae. No entanto, a maioria dos animais azuis na verdade não são, realmente, azuis.

Acontece que pigmentos (como a melanina ou a clorofila) azuis também são extremamente raros, justo pela ausência de minerais azuis no planeta. O que acontece, então, é que muitos animais refletem diversos tipos de luz que, combinados, formam tons de azul. As borboletas do gênero Morpho, por exemplo, usam essa estratégia para criar a cor azulada em suas asas.

Assim, a maioria dos organismos azuis usam essa estratégia de criação de um falso azul (sem pigmentos), provavelmente porque a evolução de um pigmento azul seria muito mais difícil do que a primeira opção.

*Por Mateus Marchetto
…………………………………………………………………………………
*Fonte: socientifica

17 fatos científicos que vão explodir a sua cabeça

O mundo da ciência vem ampliando nossa vida há tempos. Especialmente nos dias de hoje, quando uma parte do público é cética sobre as coisas mais elementares que os cientistas nos dizem.

Hoje vamos mergulhar em uma aula de ciências alucinante, onde os fatos parecem loucos demais para serem reais. E graças ao Redditor analyzeTimes, que perguntou “Qual é um fato científico que absolutamente impressiona sua mente?” na comunidade Ask Reddit, temos muito a descobrir. De uma sonda espacial Voyager que viaja a mais de 48 mil km/h por 43 anos e está a apenas 20 horas-luz de distância até nossos cérebros que criam simultaneamente histórias e ficam verdadeiramente chocados com as reviravoltas da trama enquanto sonhamos, aqui estão alguns dos melhores fatos para explodir nossos cérebros.

#1
Quando você sonha, uma parte do seu cérebro cria a história, enquanto outra parte testemunha os eventos e fica realmente chocada com as reviravoltas na trama.

#2
Passei algum tempo com Gene Cernan, o astronauta da Apollo 17 que foi o último cara a pisar na Lua. Ele me disse duas coisas que eu não conseguia parar de contas para as pessoas:

A Terra é redonda no espaço como uma bola, não achatada como a Lua parece para nós. Ele disse que enquanto olhava para cima da superfície lunar, a Terra apenas pairava lá, como uma toranja que ele quase poderia pegar se pulasse alto o suficiente. Podia ver o tempo mudar [na Terra] também.
Por causa do tamanho menor da Lua, não só sua curva é muito visível, o horizonte aparente também é muito mais próximo, então ele disse que havia momentos em que, se ele corresse muito rápido ou pulasse muito alto, ele sentiria que ia cair [para] fora [da lua].

#3
O período de tempo em que os dinossauros viveram é tão vasto que havia fósseis de dinossauros quando os dinossauros ainda estavam vivos.

#4
As árvores podem se comunicar e cooperar usando uma rede de micélio [fungo] subterrâneo. Elas podem armazenar o excesso de energia nele para uso posterior, podem trocar diferentes nutrientes com os vizinhos para que suas necessidades sejam atendidas, cuidar de seus filhotes quando estão doentes e até alertar os outros sobre uma doença ou parasita que está se propagando.

#5
Baleias crescem cantando músicas específicas com base em onde nasceram, mas aprenderão versos de outras músicas das baleias que encontrarem ao longo de suas vidas! [Isso é um sinal de que elas possuem cultura.]

#6
Hipopótamos suam protetor solar. Eles produzem “suor” feito de um pigmento vermelho e um laranja. O pigmento vermelho contém um antibiótico, enquanto o laranja absorve os raios UV.

#7
Algumas formas de anestesia não entorpecem a dor – elas fazem você esquecer que a sentiu [induzindo amnésia].

#8
Nebulosa Borboleta M2-9
O conhecimento de que os átomos [que formam] nossos corpos contêm elementos [que foram] forjados no centro das estrelas, e que essas estrelas, ao morrer, [espalham] os elementos via supernova através do universo e em nossa própria existência. Somos feitos de pó de estrelas.

#9
Eu li recentemente sobre os experimentos Split-Brain, hemisferectomia cerebral. Existe um procedimento para epilepsia grave que envolve cortar os nervos de conexão que ficam entre os dois hemisférios do cérebro, resultando na incapacidade dos dois hemisférios de se comunicarem. O experimento mostra que ambas as metades podem responder perguntas independentemente uma da outra, ter opiniões/preferências separadas, formar memórias de forma independente. Basicamente sugerindo que existem duas mentes no cérebro, duas pessoas dentro de nós.

#10
Se toda a história da Terra fosse comprimida em um único dia, humanos de qualquer tipo não apareceriam até o último segundo antes da meia-noite.

#11
Existe uma espécie de água-viva chamada Turritopsis dohrnii, que pode se tornar jovem novamente quando ferida ou estressada. Elas simplesmente rejuvenescem. Portanto são virtualmente imortais. Ah, mais algo interessante: os tardígrados podem sobreviver ao vácuo do espaço.

#12
Um milhão de segundos são 12 dias. Um bilhão de segundos são 31 anos. Um trilhão de segundos é 31.688 anos.

A cada 10kg de gordura perdidos, 8,4kg são CO2 (são expelidos pela expiração) e 1,6kg são H2O (água, eliminada pela urina, suor ou fezes).

#13
O tamanho dos animais ainda me impressiona. Você pode ler sobre como uma arraia manta tem 7 metros de comprimento e 3 toneladas, mas esse fato não te pega até você perceber que é mais pesada que a maioria dos carros.

#14
Qualquer objeto possui todas as cores, exceto aquela cor que você acha que ele que tem, porque é a única cor que não é absorvida, portanto é refletida e você consegue enxergar.

#15
Se algum tipo de espécie alienígena super avançada em um planeta a 80 milhões de anos-luz da Terra construísse um telescópio de alta tecnologia que permitisse ver objetos na superfície da Terra, eles estariam vendo dinossauros agora.

#16
Dobre uma “folha muito grande” de papel — com 1 mm de espessura — 50 vezes e a altura da pilha será maior do que 20 vezes a distância da terra até a lua.

#17
A Voyager 1 viaja a mais de 48 mil km/h há 43 anos e está a apenas 20 horas-luz de distância (20 horas viajando na velocidade da luz).

*Por Marcelo Ribeiro
………………………………………………………………………….
*Fonte: hypescience

Como o álcool afeta o seu sono? Descubra!

Relaxamento e sonolência são comuns – e muitas vezes bem-vindos – efeitos colaterais do álcool. Ingerir algumas bebidas (sem exagero, claro) podem trazer alívio, especialmente se você luta com distúrbios do sono. Cerca de 20% a 30% das pessoas com insônia usam álcool regularmente para ajudá-las a adormecer. Mas não se engane: embora beber regularmente possa ajudá-lo a adormecer mais rápido à noite, isso pode afetar significativamente seu ciclo de sono – e não para melhor.

“Infelizmente, o álcool nunca melhora o sono. Embora ajude a relaxar, tornando mais fácil adormecer para alguns, três a quatro horas depois de adormecer, as pessoas acordam e não conseguem voltar a dormir”. Essa é a fala de Dr. John Mendelson, fundador da Ria Health e professor clínico de medicina da Universidade da Califórnia, em San Francisco.

Como o álcool afeta o sono?

O álcool é um depressor do sistema nervoso central, e é por isso que traz aquela sensação agradável e relaxada. É por isso que tantos de nós adormecemos depois de beber, parecendo que o álcool ajuda a dormir. No entanto, a relação entre o álcool e o seu sono não é uma coisa simples e direta, porque existem várias maneiras pelas quais o consumo de álcool influencia a qualidade do sono que você tem.

Álcool atrapalha o sono R.E.M

Suas propriedades relaxantes fazem com que o álcool pareça uma maneira infalível de dormir à noite. No entanto, a qualidade do sono reparador diminui. O uso de álcool interrompe seu ciclo de sono, particularmente o sono R.E.M, onde os sonhos acontecem.

“As evidências agora sugerem que o sono profundo do álcool também está associado a um aumento nas ondas alfa frontais, marcadores de vigília e interrupção do sono. Assim, o sono profundo do álcool provavelmente não será restaurador”, diz Dan Ford, psicólogo do sono e fundador da Clínica Melhor Sono.

Portanto, embora você possa inicialmente adormecer mais rápido, não está obtendo os benefícios do sono R.E.M durante a noite, ou seja, você não se sente descansado e verá que isso influencia seu desempenho no dia seguinte.

O álcool suprime a produção de melatonina em nossos corpos

Nossos corpos produzem melatonina para ajudar a controlar nosso ciclo sono-vigília, que coincide com a luz solar. Nossa glândula pineal libera melatonina quando o sol se põe e começamos a nos sentir cansados. Quando você bebe, resumidamente, está jogando fora seu ciclo sono-vigília.

O consumo de álcool diminui a produção de melatonina – independentemente de o sol estar se pondo. Tomar um suplemento desse hormônio poderia ser a solução, mas não é nada recomendado, já que pode trazer efeitos colaterais como ansiedade, pressão alta, tontura ou problemas respiratórios. Em uma escala maior, misturar os dois pode afetar a capacidade do fígado de produzir certas enzimas.

O álcool pode amplificar os efeitos dos distúrbios do sono

No caso da apneia obstrutiva do sono, em que os músculos da garganta e a língua já estão impedindo as vias aéreas, o álcool piora a condição. Quando você bebe álcool antes de dormir e tem apneia do sono, os músculos da garganta ficam ainda mais relaxados e colapsam com mais frequência, o que se traduz em interrupções respiratórias frequentes que duram mais do que o normal.

O álcool também pode piorar a insônia, o distúrbio do sono mais comum, que é marcado pela dificuldade em adormecer, acordar durante a noite ou acordar muito cedo pela manhã.

Estima-se que entre 35% e 70% das pessoas que bebem álcool vivem com insônia. Em um primeiro momento, os efeitos sedativos do álcool podem trazer sensação de alívio aos sintomas da insônia, mas dada a probabilidade de interrupções do sono R.E.M e despertares frequentes, não é recomendado que alguém use álcool para tratar seus sintomas de insônia.

Apesar disso tudo, você ainda pode desfrutar de uma bebida e dormir bem. Para isso, é necessário ficar atento em como o álcool afeta seu sono, evitar usar a bebida como um auxílio para dormir e parar de ingerir álcool pelo menos quatro horas antes de se deitar.

*Por João Barbosa
……………………………………………………………………………
*Fonte: olhardigital

6 Animais que conseguem prever o tempo

Um dos maiores desafios de meteorologistas é fazer uma previsão do tempo acertada. Afinal, não é nada fácil interpretar os diversos sinais atmosféricos — relacionados a temperatura, pressão e outros fatores — para “adivinhar” se vai estar fazendo sol ou chovendo nas próximas horas, dias ou meses.

Porém, acredite se quiser, alguns animais têm essa habilidade de forma nata, conseguindo prever algumas condições climáticas. Não acredita? Então confere esta lista com seis animais que podem nos ajudar a criar uma previsão do tempo bastante confiável.

1. Ursos
Ursos que saíram da temporada de hibernação podem indicar a chegada de tempos mais quentes.

Por serem animais que hibernam durante o inverno, os ursos podem ajudar a prever quando a temporada de frio está chegando ao fim. Em regiões onde esses bichos são comuns, observá-los com mais frequência andando pelas florestas em dias gelados pode indicar que a primavera está se aproximando.

Porém, também é comum alguns ursos acordarem durante a hibernação “por engano”. Se isso acontecer e o animal voltar a dormir, é um indicativo de que a temporada de frio ainda vai demorar um pouco para passar.

2. Esquilos
Esquilos constroem os seus ninhos em árvores mais baixas durante o inverno.

Os esquilos também são animais que, de alguma forma, são capazes de prever quando a temporada de frio está chegando a fio. Durante o inverno, esses bichos inteligentes constroem seus ninhos em árvores mais baixas para se proteger dos ventos congelantes. Quando sentem que o frio está acabando, passam a montar as casas em lugares mais altos.

3. Sapos e rãs
Como amantes de ambientes úmidos, os sapos e rãs são um bom indicativo de chuvas.

Os sapos e as rãs gostam de ambientes úmidos e, por isso, a chuva é um dos maiores aliados desses anfíbios. É normal encontrar esses animais em lugares que acabaram de receber chuvas, mas a permanência dos bichos nessas áreas por mais tempo é um indicativo de que o sol pode demorar um pouco mais para aparecer.

Portanto, se você ouvir o coaxar de sapos e rãs perto de sua casa, é provável que a chuva esteja a caminho.

4. Corvos
Quando estiverem voando baixo, os corvos podem indicar a chegada de uma tempestade.

Assim como muitas outras aves, os corvos são animais muito inteligentes quando o assunto é previsão do tempo. Isso acontece porque os pássaros são muito sensíveis à pressão atmosférica. Ao voarem mais baixo do que o normal, os corvos podem estar passando a mensagem de que uma tempestade está a caminho.

5. Formigas
As formigas se recolhem para o formigueiro quando a chuva está chegando.

O comportamento das formigas também pode indicar a mudança do tempo. Ao fugir para o formigueiro e tampar os buracos para evitar inundações, esses animais dão um indicativo claro de que uma chuva está a caminho. A construção de um formigueiro também indica que os insetos “pressentem” que os próximos dias serão favoráveis a esse trabalho.

6. Tubarões
Ao sentir variações na pressão atmosférica, os tubarões nadam em águas mais profundas.

Da mesma forma que as aves, os tubarões (e alguns peixes) também são capazes de sentir variações mínimas na pressão atmosférica. Quando essas mudanças indicam a chegada de uma tempestade, esses grandes animais preferem nadar em águas mais profundas para fugir da turbulência causada por ventos e chuvas.

O retorno desses animais para águas mais superficiais também indica a bonança do tempo, mostrando que eles entendem que o pior já passou.

*Por Eduardo Harada
……………………………………………………………………………………..
*Fonte: megacurioso

Detectado enigmático objeto no espaço que emite sinais a cada 18 minutos

Um dos radiotelescópios mais sensíveis do mundo captou pulsações cuja fonte desconhecida intriga pesquisadores

A radioastrônoma Natasha Hurley-Walker e uma equipe de estudantes de pós-graduação estavam verificando as informações fornecidas por um dos mais poderosos radiotelescópios do planeta, quando descobriram algo para o qual ninguém ainda tem uma explicação. Eles detectaram uma onda de rádio que pulsava a partir do espaço com uma regularidade muito precisa: uma vez a cada 18 minutos e 18 segundos. Os pesquisadores ficaram surpresos, pois trata-se de “uma periodicidade incomum”.

Fenômeno misterioso
A descoberta aconteceu durante um projeto abrangente de estudo do céu chamado GaLactic and Extragalactic All-Sky MWA eXtended. O estranho fenômeno se estendeu no tempo durante cerca de três meses, entre janeiro e março de 2018, até desaparecer repentinamente.

Os astrônomos acreditam que o objeto de onde emanam as pulsações se encontra a 4 mil anos-luz da Terra, e que pode se tratar de uma anã branca, ou seja, uma estrela pequena e quente que possui um campo magnético ultrapoderosos. Outra hipótese diz que talvez a fonte seja um magnetar, ou seja uma estrela de nêutrons com similares características magnéticas. Eles abordaram o tema em um estudo publicado no periódico científico Nature.

“Ao medir a dispersão dos pulsos de rádio com respeito à frequência, localizamos a fonte dentro de nossa própria galáxia, e sugerimos que possa ser um magnetar de período ultralongo”, afirmam os astrônomos na publicação, esclarecendo que, mesmo se essa for a explicação, ainda seria um fenômeno incomum e surpreendente.

Sobre a hipótese de um magnetar, Hurley-Walker afirma que, “de alguma maneira, está transformando a energia magnética em ondas de rádio de forma muito mais eficaz que tudo que já vimos antes”. Ela compara o objeto com o registro de uma anã branca situada 10 vezes mais próxima da Terra, e 100 vezes mais fraca que o objeto estudado. Os pesquisadores continuarão a investigar o fenômeno para descobrir se trata-se de um comportamento incomum apresentado por objetos conhecidos ou se é algo completamente desconhecido pela ciência.

…………………………………………………………………….
*Fonte: historychannel

Os cães podem prever como está o seu estado de espírito, diz a ciência

Como pode um cãozinho que não pode dizer o que está sentindo, sentir tanto aquilo que sentimos? Os cães podem prever informações implícitas sobre o estado de espírito dos humanos e a partir daí, elaborar como deve reagir, é o que afirma o artigo intitulado Dogs can infer implicit information from human emotional expressions, desenvolvido pelos pesquisadores Natalia Albuquerque e Briseida Resende, do Instituto de Psicologia da USP, e Daniel Mills, Kun Guo e Anna Wilkinson, da Universidade de Lincoln, publicado na revista científica Animal Cognition. As informações são do Jornal da USP.

Acreditava-se que essa habilidade fosse exclusivamente humana, mas as evidências científicas construídas ao longo das últimas décadas mostraram o contrário. A capacidade de reconhecer emoções já havia sido observada em primatas, como chimpanzés, capazes de reconhecer emoções entre si, mas apenas com um estudo de 2016, também conduzido pela pesquisadora Natalia e colaboradores. Nesta pesquisa comprovou-se que os cães vão além: reconhecem emoções humanas, não apenas da sua própria espécie – sendo os únicos animais a atingir esse feito.

Em 2018, outro trabalho da cientista mostrou ainda que os cães respondem a esse reconhecimento de emoções de outra espécie. “Assim, o próximo passo foi saber se eles entendem que o estado emocional de uma pessoa altera a forma como ela se comporta e, portanto, ele pode se ajustar a isso”, explica Natalia ao Jornal da USP.

Emoção neutra, de alegria e raiva: testes mostraram que os cães levam em consideração as expressões faciais humanas para tomar decisões. Foto cedida pelo jornal da USP
Para o experimento, foram necessários 90 cães, duas atrizes, alguns objetos e uma sala no Laboratório do IP. O recrutamento dos animais aconteceu de forma voluntária, segundo alguns critérios como serem saudáveis, não agressivos, acostumados com novos lugares e pessoas e sem problemas de visão – o que dificultaria o teste.

Depois de habituados na sala, os cães observaram uma interação entre duas atrizes, treinadas para, a cada sessão, demonstrarem expressões faciais neutras, positivas (alegria) ou negativas (raiva). Vestidas da mesma maneira, elas passavam objetos uma para a outra, silenciosamente e, em seguida, sentavam-se com um pote de ração em uma das mãos e uma folha de jornal na outra.

A coleira era solta e, então, o cão podia interagir com as atrizes, agora, ambas com expressões neutras. Para conseguir um pouco de ração, os cães precisavam pedir a uma das mulheres – e essa escolha revelou a capacidade desses animais. A maioria tomava a decisão de interagir com a atriz que, no momento da observação, mostrava-se feliz, e evitava contato com a atriz antes com raiva. Os testes mostram que os cães levam em consideração as expressões faciais humanas para tomar decisões, já que pode ser mais fácil conseguir alguns petiscos de alguém mais amigável.

“A pesquisa evidencia que os cães levam em conta as expressões das emoções dos humanos para fazer escolhas. As pessoas poderão perceber o animal como um ser que presta atenção ao que fazemos e que toma suas decisões com base nisso. Desta forma, acho que podemos desenvolver uma relação mais saudável e respeitosa”, afirma a coautora do trabalho, a professora Briseida. Ela destaca que é importante não tratá-lo como humano, e sim respeitá-lo enquanto cão.

………………………………………………………………………………..
*Fonte: portalraizes

Aquário redondo faz mal para peixe?

Uma empresa francesa especialista em aquários parou de vender o produto em formato redondo por eles enlouquecerem os peixes e os matarem rapidamente.

A líder francesa no mercado de produtos para animais de estimação, a AgroBiothers Laboratoire, irá parar de vender qualquer aquário com capacidade inferior a 15 litros. Além disso, venderão apenas os que forem retangulares, visto que a empresa acredita ser abuso colocar peixes em pequenos repositórios, sem filtragem e oxigenação.

“As pessoas compram um peixinho dourado para os filhos por impulso, mas se soubessem a tortura que é, não o fariam. Girar em círculos em uma aquário pequeno deixa os peixes loucos e os mata rapidamente”, afirmou o CEO da AgroBiothers, Matthieu Lambeaux, para a Reuters.

Os peixes dourados podem chegar até os 30 anos e 25 centímetros em aquários ou lagoas ao ar livre. Porém, em pequenos aquários podem morrer em semanas ou meses. De acordo com Lambeaux, o peixe dourado é um animal social que necessita da companhia de outros peixes, espaço amplo e água limpa.

Ele acrescenta que a França é o maior mercado da Europa para peixes vermelhos de aquário, com aproximadamente 2,3 milhões de indivíduos.

Apesar de a Alemanha e vários outros países europeus terem banido aquários a anos, a França não tem legislação sobre isso.

“É um anacronismo francês, por isso decidimos tomar medidas. Não podemos educar todos os nossos consumidores para explicar que manter um peixe em um aquário é cruel. Consideramos nossa responsabilidade não dar mais essa opção aos consumidores”, afirmou.

A AgroBiothers possui 27% do mercado francês de produtos para animais de estimação e vendeu 50 mil aquários no ano passado. “Há demanda por aquários, mas a realidade é que damos às crianças a possibilidade de ver o peixe dourado morrer vagarosamente”, declarou.

Quais peixes podem viver juntos em um aquário?
Para abrigar dois ou mais peixes juntos deve-se levar em consideração as suas características. Um exemplo é não colocar dois peixes territorialistas, como os ciclídeos africanos e o beta, em um mesmo aquário, porque aumenta a possibilidade de brigas.

Outro fator a ser considerado é o tamanho do aquário. Se ele for grande, com plantas e barreiras visuais, o ambiente se torna repleto de barreiras físicas. Com isso, existe uma menor chance de briga, principalmente entre os peixes territorialistas.

Também precisa ser respeitado o pH ideal de cada espécie, visto que alguns precisam de mais e outros de menos. Por isso, o ideal é adquirir peixes com compatibilidade em relação ao pH.

Além disso, é preciso pensar no comportamento de cada peixe para facilitar os cuidados diários. Deve-se evitar colocar peixes agressivos juntos, como dois beta machos no mesmo aquário.

Uma boa combinação é um aquário com peixes do grupo dos poecilídeos (como espada, plati, molinésias) e o beta. Eles possuem harmonia comportamental e são compatíveis em relação ao pH da água.

Vale destacar que os poecilídeos são apelidados de peixes “para iniciantes”. Por isso, são recomendados para quem está começando o seu primeiro aquário. Em caso de dúvidas, deve-se procurar um especialista em peixes para te ajudar a montar o aquário ideal.

*Por Nathalia Matos
……………………………………………………………………………..
*Fonte: fatosdesconhecidos

A história das notas musicais

Independente de qual o estilo musical, desde as clássicas às chicletes, as músicas possuem algo em comum. Isso porque todas as melodias que escutamos são criadas utilizando variações das sete notas musicais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si.

No entanto, você já parou para pensar como foram criadas as notas musicais? Se elas já existiam da forma como conhecemos atualmente ou se foram padronizadas ao longo dos anos? Responderemos a essas dúvidas logo abaixo.

O filósofo Pitágoras e o monocórdio
Para estudar a história da música é preciso citar o filósofo, matemático e astrólogo grego, Pitágoras. Ele foi quem descobriu uma forma que uma única corda pudesse produzir diversos sons, porém, obedecendo uma lógica.

O filósofo desenvolveu um instrumento musical nomeado como “monocórdio”, que possuía apenas uma corda. Pitágoras notou que ao tocar a corda esticada ele escutava um som, mas dividindo-a o som era diferente.

De acordo com essa lógica, os sons eram gerados em escalas e com essa descoberta se originou as escalas musicais. Elas servem como base para a criação de vários instrumentos musicais. Um exemplo são as cordas de violão, que são todas iguais, porém, geram sons diferentes por causa do posicionamento de forma diversa que obedece à escala musical.

O nome das notas musicais

Como os alfabetos ao redor do mundo, o nome das notas musicais como conhecemos atualmente veio de uma convenção social. Ela foi baseada no trabalho e pesquisa de antigos estudiosos.

Essa técnica é uma forma de organizar as melodias, possibilitando que uma pessoa registre uma melodia em particular e que outra pessoa possa reproduzir o mesmo som após ler o registro. Isso é fundamental para o ensino da música e para a preservação delas para a história.

Vale lembrar que durante a Idade Média, as melodias eram escritas em partituras diferentes das atuais, as neumas. No entanto, esse método apresentava um problema, já que era complicado, o que dificultava a memorização das letras das músicas.

É importante ressaltar que o canto gregoriano era o estilo musical mais importante do momento, visto que era utilizado como uma maneira de divulgar o Cristianismo pela Igreja Católica. Naquele momento, o canto gregoriano era apresentado em Latim até mesmo em países que falavam outros idiomas e dialetos, tornando o ensino de música ainda mais difícil.

Por causa disso, o monge Guido Arezzo (992-1050) decidiu nomear as notas musicais de formas que poderiam ser decoradas com maior facilidade. Os nomes foram escolhidos de acordo com as iniciais de cada verso do “Hino a São João Batista”.

Ut queant laxis

Resonare fibris

Mira gestorum

Famuli tuorum

Solve polluti

Labii reatum

Sancte Ioannes

Com isso, surgiram as sete notas: Ut, Re, Mi, Fa, Sol, La e Si. Ao longo dos anos, a nota Ut passou a se chamar Dó, porque era mais fácil de cantar. Essa mudança foi essencial para o ensino e desenvolvimento da música até os dias atuais, cerca de mil anos depois da criação.

*Por Nathalia Matos
…………………………………………………………………………..
*Fonte: fatosdesconhecidos

Onde fica a sede do Google? Cinco curiosidades sobre a empresa de tecnologia

Matriz da empresa está localizada na Califórnia, e o Google tem dois escritórios em operação no Brasil; saiba mais

Considerado o maior buscador da Internet, o Google foi fundado em 1998 por dois estudantes que desejavam acessar plataformas inteligentes que pudessem gerar respostas mais relevantes aos usuários. Com o passar do tempo, o mecanismo de buscas adquiriu proporção mundial: hoje o Google está presente fisicamente em todos os continentes – inclusive tem dois escritórios no Brasil – e domina o mercado de buscas da Internet.

O buscador, porém, não é o único produto do portfólio da empresa. O Google também é referência em outros segmentos, como serviços de e-mail e armazenamento em nuvem, sistemas operacionais e navegadores. A seguir, confira cinco fatos curiosos sobre o Google e saiba mais sobre a empresa.

1. Onde fica a sede do Google?
A sede do Google está localizada em Mountain View, na Califórnia. O campus da empresa é conhecido como Googleplex, termo que mistura as palavras Google e “complex” (complexo, em português). Além disso, o nome é uma referência direta ao número Googleplex, equivalente a 10 elevado a um googol, que por sua vez é o 10 elevado a 100. A palavra também é o nome de um supercomputador que aparece nas histórias de “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams.

Em relação aos escritórios locais, o Google está distribuído por todo o planeta. No Brasil, a empresa tem duas sedes – São Paulo e Belo Horizonte –, que se somam a outras 79 unidades espalhadas por todos os continentes.

2. Quem é o fundador do Google?
O Google nasceu em 1998, criado por Sergey Brin e Larry Page, que se conheceram na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Os dois fundadores desenvolveram um algoritmo inovador para retornar resultados de buscas mais relevantes aos usuários a partir de métricas que levavam em conta qual conteúdo era mais acessado pelo público e, portanto, em tese mais relevante.

A ideia de fornecer buscas mais precisas dominou o mercado de Internet a tal ponto que o Google se tornou referência em pesquisas, praticamente eliminando a existência de outros buscadores. Com o enorme crescimento, o serviço passou a investir em produtos relacionados ao uso de Internet, como Gmail e Chrome, e a aplicar um modelo de negócios focado em anúncios.

3. Representatividade
Presente no mundo inteiro, o Google conta com uma equipe de profissionais multiétnica e multicultural para desenvolver ações que visam promover maior representatividade na empresa, de modo que haja equilíbrio entre os colaboradores. O objetivo da empresa é aumentar a presença de grupos minoritários no quadro de funcionários em 30% até 2025.

Há também oferta de programas de formação e educação antirracismo para os funcionários da companhia, além de políticas que afetam o nível de representatividade dos fornecedores. Estimativas mostram que o Google tenha algo próximo de 150 mil profissionais, volume que torna o número de funcionários maior do que a população média de uma cidade brasileira.

4. Google na pandemia
A pandemia do coronavírus motivou a decisão do Google de manter seus escritórios fechados até julho de 2021, fazendo com que os colaboradores precisassem aderir ao trabalho remoto. Além disso, a própria forma como o Google dialoga com o público – seja em lançamentos de novos produtos e serviços, seja por meio de iniciativas de comunicação para auxiliar na conscientização dos riscos de contágio – precisou ser completamente revista.

Os serviços do Google também ajudaram bastante na adaptação da sociedade ao lockdown. Ferramentas como Classroom e Meet, por exemplo, se popularizaram ainda mais ao oferecerem suporte para a comunicação digital em tempos de isolamento. Recursos de localização em tempo real, por outro lado, ficaram em menor evidência por conta do distanciamento social.

5. Google contra desinformação na Internet
Outra preocupação do Google envolve o desenvolvimento de ferramentas que contribuam para coibir a circulação de noticias falsas e boatos na Internet. A companhia reconhece a complexidade do tema e afirma que, embora não se sinta em posição de determinar individualmente a veracidade de cada conteúdo, oferece métodos pelos quais o próprio usuário pode denunciar materiais falsos.

Em 2022 ocorrerão eleições para presidente e governadores no Brasil. Pensando nisso, o Google firmou uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para fortalecer a supervisão da circulação de informações durante a campanha eleitoral. Segundo o acordo, o buscador dará mais relevância aos conteúdos de fontes confiáveis, com base no retorno das buscas do público e dos temas que giram em torno dos assuntos relacionados à corrida eleitoral.

*Por Filipe Garrett
…………………………………………………………………………
*Fonte: techtudo

15 Plantas que mantêm insetos e mosquitos longe de maneira natural

Esqueça dos repelentes tóxicos, capazes de colocar sua família em perigo. Nós descobrimos que certas plantas e flores não apenas limpam o ar e nos ajudam a adormecer, mas também podem manter besouros e mosquitos longe da sua casa. Algumas delas possuem aromas intensos, enquanto outras contam com elementos químicos só percebidos pelos insetos. Em comum, elas têm ainda o fato de serem bonitas, decorando o lar enquanto garantem benefícios extras.

O Incrível.club pesquisou sobre as plantas que podem ser usadas como repelentes naturais para que você pense em qual delas ficaria melhor na sua casa. Confira!

1. Crisântemo
O crisântemo não apenas dá belas flores, mas também funciona como repelente contra insetos. Essa planta produz uma substância chamada piretrina, que não faz sucesso entre aquelas criaturas. Você pode plantar crisântemo perto de outras plantas como forma de controlar as pragas ou colher algumas das flores, adicionar água quente e aplicar a mistura em roupas ou outras superfícies para afastar os mosquitos.

2. Hortelã-verde
A hortelã-verde é muito usada na culinária, mas essa planta é capaz de fazer maravilhas também quando o assunto é deter formigas interessadas em entrar na sua casa. Basta borrifar um pouco de hortelã-verde onde houver a presença de formigas e ver como elas vão embora. O intenso cheiro da planta afasta diversos insetos indesejados. Óleo de hortelã-pimenta também funciona.

3. Lavanda
A lavanda é rica em um componente chamado linalol, conhecido inseticida contra pulgas, moscas e baratas. Você pode pegar um punhado de folhas de lavanda, colocá-las junto com água em um frasco com spray e borrifar na pele ou sobre os móveis.

4. Erva-gateira (Catnip)
Se por um lado os gatos adoram a planta, mosquitos a odeiam. A erva-gateira, vendida em pet shops com o nome de catnip, exala nepetalactona, que tem intenso poder repelente. É só deixar a planta no jardim ou dentro de casa para comprovar seus efeitos.

5. Monarda
A monarda, conhecida também como erva-bergamota, atrai beija-flores e abelhas, mas sua raiz tem considerável papel como pesticida. Ela contém timol, capaz de afastar as pestes que atuam no subterrâneo.

6. Sálvia
A sálvia possui um componente natural chamado cariofileno, que atua repelindo mosquitos e besouros. Esse elemento é mais ativado no calor, então uma alternativa é jogar alguns galhos na planta no fogo e assistir às criaturas indesejadas dando adeus.

7. Alecrim
Seja para cozinhar ou decorar, ter um pé de alecrim em casa é sempre uma boa ideia. E como se fosse pouco, as flores dessa planta ainda deixarão seu caminho livre de mosquitos. É só adicionar uma xícara de alecrim seco a um quarto de xícara de água, deixar ferver, esperar esfriar e colocar a mistura em um frasco com spray. Você pode aplicar diretamente na pele ou nos seus pets.

8. Erva-cidreira
O aroma agradável da erva-cidreira se deve à citronela — substância cujo cheiro os besouros detestam. Esmague as folhas para potencializar o odor, depois aplique sobre a pele para afastar mosquitos e outros insetos.

9. Borragem
Se você possuir tomate ou repolho em sua horta, saiba que a borragem tem tudo para se tornar sua melhor amiga. É uma ótima ideia deixá-la próxima de plantas comestíveis, pois a borragem afasta insetos prejudiciais e vermes.

10. Manjericão
O aroma do manjericão é intenso a ponto de nos fazer salivar e de afastar besouros ao mesmo tempo. Suas folhas possuem quatro elementos repelentes, e tudo que você precisa fazer é esfregá-las para liberar o cheiro característico. Coloque um pouco de manjericão nos parapeitos das janelas para evitar a entrada de mosquitos em sua casa.

11. Tagetes
Assim como o crisântemo, a tagetes também é rica em piretrina, podendo ser usada com fins repelentes. Misture um punhado de tagetes na água e deixe descansar por dois dias em um local escuro e ventilado, agitando periodicamente o frasco. Depois disso, use um pano de prato para coar e retirar todo o líquido. Coloque o líquido em um recipiente com spray, e ele estará pronto para o uso.

12. Orégano
A maioria das pessoas tem na cozinha orégano seco para usar na comida. Mas ter um pé da planta também é uma ótima ideia, já que os insetos não gostam do aroma do óleo do orégano. Esmague quatro ou cinco xícaras de folhas dessa planta para liberar todo o sumo. Depois, coloque a mistura em um frasco com água, deixe-o em um local ensolarado e espere descansar por uma noite. Adicione detergente líquido à mistura, coe e coloque-a em um recipiente com spray.

13. Absinto
Se você tem cachorros ou gatos em casa, o absinto é uma ótima escolha. Essa planta é conhecida por controlar naturalmente a presença das pulgas. Uma infusão de absinto pode ser aplicada diretamente nos bichos de estimação e nos móveis. Só tenha o cuidado de não exagerar no uso, pois o aroma pode ser forte demais para os animais.

14. Atanásia
Com flores amarelas e brilhantes, a atanásia é famosa por ser um repelente contra moscas. Você pode esfregar as folhas na pele ou agitá-las no ar dentro de casa. Será liberado um aroma que impedirá as moscas de entrarem em seu lar.

15. Agerato
O agerato, ou celestina, é muito usado em perfumes, sendo também altamente recomendável como repelente contra mosquitos. Essa planta conta com uma substância chamada cumarina, e pode ser mantida no jardim ou em vasos para afastar os insetos.

………………………………………………………………………………..
*Fonte: incrivelclub

RGE revela 20 mitos e verdades sobre a utilização da energia e equipamentos elétricos

O homem percorreu um longo período de avanço tecnológico desde a descoberta do fogo, o primeiro avanço na geração de energia que trouxe um mundo de novas possibilidades, até chegar à energia elétrica. Com um pouco mais de cem anos da descoberta de sua utilidade, nasceram vários mitos sobre sua utilização. Há, por exemplo, quem acredite que eletricidade atrai raios, ou que linhas de alta tensão provocam câncer, ou ainda, que colocar garrafas com água sobre o medidor pode ajudar a reduzir o valor da conta de energia.
Fato é que algumas histórias que circulam por aí são verdadeiras e devem ser levadas em consideração, como, por exemplo, evitar de guardar alimentos quentes na geladeira. Por outro lado, outros costumes não passam de fantasias. Mais do que desligar equipamentos para reduzir o consumo, é preciso saber usar a energia. “Ao desligar algum aparelho, o consumidor deixa de usufruir seus benefícios. O ideal é usar a energia elétrica com consciência, mantendo equipamentos ligados apenas no período de utilização, fugindo dos mitos”, afirma o gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, Felipe Henrique Zaia,.
Pensando nisso, a RGE faz uma seleção de dúvidas e crenças populares, e esclarece o que é considerado mito ou verdade, sobre a energia elétrica:

1. Colocar garrafas com água sobre o medidor reduz o consumo de energia?
É um mito. Não há influência da garrafa de água sobre a corrente elétrica que circula no medidor de energia elétrica, e muito menos sobre o consumo do cliente. Além disso, a combinação água mais energia é sempre muito perigosa, evite esse risco.

2. Guardar alimentos ainda quentes na geladeira aumenta o consumo?
É verdade. O consumo de energia elétrica da geladeira está diretamente ligado ao tempo que o seu motor estiver funcionando. O motor funciona mais quando precisa resfriar o conteúdo da geladeira. Portanto, o consumo será maior já que o alimento quente exigirá maior tempo de funcionamento do motor.

3. Fios elétricos, telefônicos e cabos de antenas não podem dividir o mesmo condutor?
É verdade. A norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas não permite esse compartilhamento por motivos de segurança. Também haveria risco de interferência nos sinais de telefonia e da televisão.

4. Aparelhos com tensão 220v gastam menos energia do que os de 110v?
É um mito. Não há diferença significativa no consumo de energia entre um aparelho 220v e 110v. O que o cliente precisa é estar atento para não ligar um aparelho 110v em uma tomada 220v, ou vice-versa, pois isso prejudica o funcionamento e pode queimar o equipamento.

5. Segurar o elevador com a porta aberta gasta mais energia?
É um mito. O consumo de energia do elevador está diretamente relacionado ao tempo que seu motor funciona. Portanto, o consumo está relacionado ao tempo que o elevador está em movimento. No entanto, segurar a porta do elevador aberta pode ser um risco de acidentes para as pessoas.

6. Chamar o elevador mais de uma vez, seguidamente, consome mais energia?
É um mito. O botão que chama o elevador aciona um relé que se mantém acionado até o momento que o elevador chega ao andar da chamada. Portanto, apertar o botão mais de uma vez é inútil, e não aumenta o consumo, podendo ocasionar desgaste na botoeira do elevador.

7. Elevador lotado gasta mais energia que um vazio?
É verdade. O consumo de energia do elevador está relacionado ao tempo que seu motor funciona e à força necessária para sua movimentação. Se o peso for maior, será maior a força que o motor terá que fazer. Sendo maior a força do motor, maior será a corrente elétrica. Portanto, maior será o consumo de energia. Por segurança também devemos respeitar o limite de pessoas indicado no elevador.

8. O uso do dimmer reduz o consumo, mas as lâmpadas queimam mais rapidamente?
É um mito. Ou melhor, podem ser dois mitos. O dimmer controla a luminosidade da lâmpada por meio da tensão aplicada sobre ela. Quanto menor a tensão, menor será a corrente elétrica, resultando em menor luminosidade. Portanto, menor será o consumo da lâmpada e, assim, maior será a vida útil da lâmpada, que estará submetida a menor utilização. Por outro lado, existem dois tipos de dimmer. O dimmer mais antigo, à base de resistência elétrica, poderá não reduzir o consumo, pois parte do consumo será utilizada pelo próprio dimmer. Já o dimmer mais moderno, à base de um semicondutor (Triac), liga e desliga a lâmpada em frações de segundos, causando a redução da percepção de luminosidade e reduzindo o consumo da lâmpada. No entanto, neste caso, embora obtenha-se economia o mito passa a ser verdade, por exemplo: no caso das lâmpadas LED, o “liga-desliga” afeta o funcionamento do reator e diminui a durabilidade.

9. Lâmpada incandescente e fluorescente e LED é tudo igual, gastam a mesma coisa?
Pode ser mito ou verdade. As lâmpadas citadas têm consumo idêntico, desde que sejam da mesma potência. O que ocorre é que uma lâmpada LED precisa de menos potência para manter a mesma luminosidade de outros tipos de lâmpadas e, portanto, torna-se mais econômica. A diferença está no nível de iluminação obtido, no tempo de vida da lâmpada e no custo do investimento necessário para a instalação. As incandescentes não são mais fabricadas no Brasil e as fluorescentes possuem substâncias tóxicas.

10. Equipamentos em modo stand by gastam energia?
É uma verdade. O modo stand by de um equipamento indica que ele estará consumindo o mínimo possível de energia para mantê-lo em condições de acionamento rápido, porém o mínimo de cada equipamento, quando dispomos de vários equipamentos com essa função, pode gerar uma representatividade no consumo.

11. Ferro de passar não consome muita energia?
É um mito. O ferro de passar é um equipamento que consome muita energia, pois precisa aquecer uma resistência. Utilize sempre que possível o ferro no modo seco; Ajuste a temperatura do ferro no seletor de forma a utilizá-lo sempre na menor temperatura exigida pelo tipo de tecido que se está passando; Nos ferros a vapor, quanto menor a quantidade de vapor aplicado, menor será o consumo.

12. Secar roupas e panos na parte traseira da geladeira aumenta o consumo?
É verdade. O hábito de secar roupas na parte traseira da geladeira sobrecarrega o aparelho e aumenta o consumo. O ideal é manter a área livre para circulação de ar. Afastar a geladeira de fonte de calor, como exposição ao sol, fogões e fornos, também auxilia na redução do consumo.

13. Limpar regularmente lâmpadas e luminárias reduz o consumo de energia?
É um mito. O consumo de energia está ligado diretamente à corrente que circula pela lâmpada. A limpeza da lâmpada não interfere no seu consumo, mas sim na melhora da luminosidade.

14. Sensores de presença ajudam a economizar energia?
É verdade. Quando se utiliza o sensor de presença pode-se diminuir o uso de alguns equipamentos. Ex.: o sensor de presença para acionar uma lâmpada de área de pouca movimentação de pessoas (corredores), ou para acionar uma escada rolante.

15. Vazamentos de água aumentam o gasto de uma motobomba?
É verdade. Se, por exemplo, uma motobomba é utilizada para encher um reservatório de água e este estiver com um vazamento, a bomba será acionada por um tempo maior, o que produzirá maior consumo de energia elétrica.

16. Vários equipamentos ligados em uma mesma tomada (como “benjamim” ou “T”) aumentam o consumo?
É um mito. O consumo de energia nem aumenta e nem diminui pelo fato de ter equipamentos ligados no chamado “benjamim”. Porém, a segurança das instalações pode ser comprometida. Cada tomada é projetada para uma determinada corrente. O acúmulo de equipamentos na mesma tomada pode resultar em sobrecarga e provocar até mesmo um incêndio.

17. Tomada quente é um perigo?
É verdade. Uma tomada quente merece atenção especial, já que além do desperdício de energia elétrica, também indica a possibilidade de incêndio. Todo ponto quente em um sistema elétrico requer atenção, pois além de representar um desperdício, pode apresentar um risco.

18. Usar equipamentos elétricos durante tempestades atrai raios?
É um mito. Os raios são atraídos por outros motivos não vinculados à energia elétrica. Porém aconselha-se a desligar os equipamentos em tempestades para evitar que eles sejam afetados pela queda de uma descarga elétrica que porventura atinja o local.

19. Linhas de alta tensão provocam câncer?
É um mito. A Organização Mundial de Saúde (ONU) acompanha todas as pesquisas realizadas sobre efeitos de campos eletromagnéticos e recomenda os níveis admissíveis para seres humanos. As medidas realizadas de campos eletromagnéticos em linhas de alta tensão constatam que os índices reais estão muito abaixo dos valores recomendados.

20. Pode ligar uma tomada de 10 amperes (mais fina) no bocal de 20 amperes (mais grosso?)
É verdade. Você pode ligar sim um aparelho de 10 amperes em uma tomada 20 amperes, porque qualquer aparelho que necessite de uma corrente menor que 20A pode ser ligado em uma tomada 20 amperes. Porém, você nunca deve ligar um aparelho de 20A em uma tomada 10 amperes. Tenha muita atenção ao instalar máquinas de lavar e secar roupas ou outros equipamentos que necessitem de tomadas específicas, garantindo sua segurança.

………………………………………………………………………….
Fonte: folhadomate

Mapa revela o sobrenome mais comum em cada país

E hoje vamos a mais um daqueles curiosos mapas da internet. Desta vez a empresa do ramo de finanças NetCredit levantou qual é o sobrenome mais comum em cada país (apresentando quase todos eles).
A Onomástica é uma parte da linguística, área de estudo científico da linguagem. De acordo com a Wikipédia, dentro da Onomástica há a Antroponímia que é o “estudo dos nomes próprios das pessoas, sejam prenomes ou sobrenome, e que tem grande relevância para a história política, cultural, das instituições e das mentalidades.”
Segundo os autores do mapa “os sobrenomes foram usados pela primeira vez na China, em 2852 a.C para auxiliar na coleta de informações para o Censo. Na Europa Ocidental, o uso de sobrenomes se tornou mais comum na Idade Média. A população do continente cresceu, criando uma necessidade maior de sobrenomes para diferenciar as pessoas.”
Eles explicam que, em linhas gerais, os sobrenomes se enquadram em cinco categorias: ocupacional, descrição pessoal, toponímico (nome de um lugar/região), patronímico (nome do pai ou ancestral) e nomes que significam patronato.


Confira a seguir os sobrenomes mais comuns nos países da:

América do Norte, América Central e Caribe
Boa parte dos sobrenomes nestes pontos do globo remetem às suas colonizações. No Haiti por exemplo, que foi colônia da França entre 1697 e 1804, o sobrenome ‘Jean’ (forma francesa de João/John) é o mais comum.
El Salvador, Honduras e México têm como sobrenomes mais comuns os de origem espanhola.
Nos Estados Unidos e Canadá o sobrenome mais comum é ‘Smith’, do ocupacional ferreiro/metalúrgico.

América do Sul
Na América do Sul, três dos países que mais chamam atenção no assunto sobrenome são Peru, Bolívia e Guiana. No Peru e Bolívia os sobrenomes mais comuns tem origens indígenas, Quispe e Mamani, respectivamente. Já o da Guiana, Persaud deriva do sânscrito “prasāda”, que significa favor, graça ou oferta, segundo os autores do mapa.

🇵🇹 🇧🇷 Silva no Brasil
Se você não tem Silva no sobrenome, certamente já conheceu alguém que tenha – sem contar as figuras públicas e famosas. Sim, são muitos “Silva” no Brasil.

De acordo com artigo de Vinicius Andrade, publicado no site da Universidade de São Paulo (USP), “o sobrenome ‘Silva’ é de origem toponímica: vem do latim silva, que significa ‘selva, floresta ou bosque’. De acordo com Karen Hägele, diretora do site MyHeritage.com.br no Brasil, sua origem está relacionada à Torre da Silva, que fica na cidade de Valença, no norte de Portugal. ‘É um sobrenome bastante popular em Portugal, e não podemos nos esquecer de que mais de 35% da população brasileira é descendente de portugueses’, afirma Hägele. O primeiro Silva a chegar no Brasil foi o alfaiate Pedro da Silva, no ano de 1612.”

O artigo ainda comenta que não há nenhum razão para se acreditar que todos os Silvas tenham a mesma origem. Segundo Marcelo Meira Amaral Bogaciovas, 1º Secretário da Abrasp (Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia) muitos Silvas podem ter adotado o sobrenome por razões variadas como conversão à religião católica, índios que se tornaram cristãos ou ex-escravos que se registraram com o sobrenome de seus antigos donos.

Outro ponto interessante abordado por Vinicius Andrade em seu artigo é o observado no livro “Os sobrenomes mais comuns do Brasil”, do pesquisador Claudio Campacci: os portugueses foram se espalhando pelo país e tiveram acréscimos ao seu sobrenome original. “Quem ficava no litoral incorporava o ‘Costa’, enquanto quem se destinava ao interior do país ganhava o ‘Silva’, devido à selva que encontraria pela frente.” O artigo completo pode ser lido aqui.
O e-book “Os sobrenomes mais comuns do Brasil” pode ser adquirido via Google Books, aqui.

Europa
De acordo com o levantamento da NetCredit, em comparação ao resto do mundo os europeus têm muito mais probabilidade de ter seu sobrenome ligado ao trabalho de um ancestral.
Müller que é o sobrenome mais comum na Alemanha e Suíça por exemplo, vem da ocupação moleiro, dono ou quem trabalha em um moinho. Já na Letônia, Bērziņš vem de bērzs, que significa bétula (uma árvore) denotando alguém que vive entre bétulas.

África
Já no continente africano alguns sobrenomes expressam “traços de caráter ou atributos admiráveis”. Ilunga, o sobrenome mais comum no Congo por exemplo, é de origem Bantu e se traduz como algo do tipo “uma pessoa que está pronta para perdoar qualquer abuso pela primeira vez, para tolerá-lo uma segunda vez, mas nunca uma terceira vez”, comentam os autores do mapa citando uma matéria da BBC News, “A palavra congolesa ‘mais intraduzível’” (leia aqui, em inglês).
Ainda de acordo com as pesquisas dos autores muitas pessoas na África mudaram seus nomes depois da Independência dos países, mas alguns ainda carregam o passado colonial, como Cabo Verde e São Tomé e Príncipe que foram colônias de Portugal e cujos sobrenomes portugueses Lopes e Fernandes são os mais comuns, respectivamente.

Ásia
Uma parte dos sobrenomes no continente asiático vêm das Dinastias. Quando uma assumia o poder, era comum que os súditos adotassem um nome ligado à ela. Segundo o levantamento, Nguyen era o nome da última dinastia do Vietnã, o sobrenome mais comum no país, por exemplo.
Na China, o sobrenome Wang é compartilhado por cerca de um em cada 13 residentes. Só para comparar, Smith, o sobrenome mais comum nos Estados Unidos é compartilhado por um em cada 121 residentes.

Oceania
Como nos Estados Unidos e Canadá, Smith também é o sobrenome mais comum na Nova Zelândia e na Austrália.
Já na Micronésia os sobrenomes mais comuns têm origem japonesa. Um em cada 38 habitantes compartilha o sobrenome Mori, que vem de “floresta” e tem referências xintoístas.
Em Fiji, Kumar, do sânscrito ‘kumāra’ (filho ou príncipe) é o sobrenome mais comum.

Para chegar ao sobrenome mais comum em cada país, a NetCredit analisou dados de portais de genealogia, censos e outras fontes, além de dicionários de nomes. Mais detalhes sobre podem ser conferidos aqui e aqui.

……………………………………………………………………………………
*Fonte: mochileiros

10 alimentos que podem te auxiliar no alívio da ressaca

Que atire a primeira pedra aquele que jamais jurou nunca mais beber após acordar de ressaca depois de uma noitada. O consumo de bebidas alcoólicas é um hábito mundial e também muitas vezes saudável para a interação social entre amigos, familiares e colegas de trabalho.

Os famosos “happy hours” ou as confraternizações do tipo empresarial, datas comemorativas, aniversários, casamento, formaturas, entre outros, são oportunidades convidativas para “abrir uma gelada”. É na empolgação do momento e no auge da diversão que passamos do limite estabelecido pelo nosso próprio corpo.

Até existem técnicas e medicamentos que nos auxiliam a evitar uma ressaca, como os famosos remédios para o fígado. Entretanto, nem sempre essas técnicas são suficientes para evitar as consequências no dia seguinte. Apesar dos pontos “positivos” do consumo de álcool, nutricionistas alertam para os malefícios que esta prática traz para o nosso organismo.

Dentre os principais prejuízos estão a queima de massa muscular, a desaceleração do metabolismo, o aumento do nível de cortisol e a piora na qualidade do sono. Sem falar que o consumo de álcool inibe os nossos sentidos. Explicados os malefícios, vamos ao ponto principal do nosso artigo. A famosa ressaca.

Cientificamente falando, você sabe o que é uma ressaca? De acordo com especialistas, a ressaca nada mais é do que o aumento do nível de concentração de álcool no nosso sangue, que faz com que haja a diminuição de hidratação do nosso organismo.

Entre os sintomas mais comuns e que caracterizam esta reação, temos:

Dor de cabeça;
Dor no corpo;
Dor de estômago;
Falta de apetite;
Náuseas;
Vômito;
Diarreia;
Sono;
Irritação;
Dor nos olhos;
Sensibilidade à luz e ruídos;
Sede;
Sensação de boca seca;
Dificuldade de concentração.

Não há um medicamento que evite os sintomas da ressaca, todavia, há técnicas e alimentos que podem auxiliar no alívio dos sintomas. Desta forma, separamos uma lista de alimentos que podem melhorar a ressaca.

Conheça a lista de alimentos que auxiliam no alívio da ressaca

Ingestão de água de coco
Por causar um efeito diurético em nosso organismo, o que resulta no excesso de idas ao banho, nosso corpo acaba liberando uma quantidade maior de água e sais minerais. Desta forma, a ingestão de água de coco auxilia na reposição destes minerais, pois é rica em potássio, magnésio e sódio.

Suco Natural de Frutas
Tomar suco natural de frutas auxilia na reidratação, desintoxicação e reposição de micronutrientes no organismo.

Ovo
Por ser um alimento com a presença de acetilcolina, trata-se de um antioxidante natural que evita lesões musculares e auxilia o corpo na recuperação do organismo. Esse alimento é também rico em nutrientes, vitaminas e minerais.

Ingestão Água
Este é, sem dúvida, o item mais importante da lista. Independente da ingestão de álcool e da ressaca, o consumo de água deve ser constante, pois é essencial para o bom funcionamento do nosso corpo. Entretanto, a respeito do consumo de água como forma de aliviar os sintomas da ressaca, devido à diurese e enquanto o organismo ainda se encontrar desidratado, nosso corpo sentirá os efeitos causados pelo álcool e, dessa forma, demorará a se recuperar. O recomendado é que o consumo de água seja feito antes, durante e após a ingestão de bebidas alcoólicas.

Chá de gengibre
É um forte aliado no alívio de enjoos e náuseas, assim, proporcionará um bem-estar e auxiliará na recuperação de forma mais agradável.

Água com limão
Ajuda o corpo a se recuperar do processo de desidratação causado pelo consumo de álcool.

Folhas verdes escuras
Por se tratar de alimentos desintoxicantes, colabora na eliminação do excesso de álcool do organismo.

Frutas
Ricas em água e nutrientes, as frutas auxiliam na reidratação e na eliminação de toxinas.Chá de hortelã
Aliado no processo de hidratação do corpo e no processo digestório.

Macarrão
Por se tratar de um alimento com alto índice de carboidratos, faz com que os níveis de açúcar no sangue se elevem.


*Por Gabriela amaral
……………………………………………………………………………
*Fonte: fatosdesconhecidos