10 mitos sobre saúde que você escuta todos os dias

Por mais que seja cada vez mais fácil de buscar a verdade por trás das informações que nos rodeiam, ainda caímos em algumas balelas do senso comum — e no que diz respeito à área da saúde, não é diferente: existem lorotas que ouvimos todos os dias, e sequer nos damos conta. Confira alguns mitos sobre saúde que ninguém desmentiu para você (até agora).

1. Chocolate causa acne
É bem possível que você já tenha ouvido falar que chocolate causa acne, mas cientistas da Pensilvânia estudaram os efeitos do chocolate na pele de 65 indivíduos e descobriram que aqueles que comiam uma quantidade dez vezes maior de chocolate não mostraram diferenças em comparação com os outros.

2. Glúten faz mal à saúde
De acordo com a farmacêutica Pfizer, não há qualquer pesquisa, estudo ou mesmo testes científicos conclusivos que indiquem que o glúten prejudique o desenvolvimento ou funcionamento do organismo de indivíduos normais e saudáveis. Na verdade, existem até benefícios: quando consumido de maneira correta e equilibrada, o glúten, ao chegar ao intestino delgado, ajuda na proliferação e renovação das bactérias “do bem”, que auxiliam na digestão alimentar.

3. O colesterol é ruim
Nem todo colesterol é ruim para o corpo. Embora muito colesterol LDL possa estar associado a um risco aumentado de doença cardíaca, o colesterol HDL (considerado como o colesterol bom) ajuda a manter os níveis de LDL sob controle e, portanto, ajuda a manter a saúde do coração, como explica a American Heart Association.

4. Gema de ovo é prejudicial
Muitos são levados a consumir apenas a clara do ovo, mas os especialistas apontam que as gemas são cheias de colesterol HDL, que conforme mencionamos acima, é conhecido por neutralizar os efeitos do colesterol ruim.

5. Parar de comer emagrece
As pessoas são levadas a acreditar que passar fome pode parecer uma estratégia eficaz para perder muitos quilos rapidamente. No entanto, isso pode ter o efeito oposto. Os especialistas recomendam manter uma dieta balanceada e de baixa caloria para ajudar a perder peso.

6. Café prejudica o desenvolvimento infantil
Muitos acham que a cafeína no café pode ser a causa da osteoporose, uma deficiência de vitamina D que fragiliza os ossos. No entanto, após numerosos estudos, não houve evidências que sugerissem uma relação entre consumo de café e o prejuízo no desenvolvimento. Quando se trata de crianças bebendo café, a única coisa com que você precisa se preocupar é o excesso de cafeína.

7. Estralar os dedos causa artrite
Ao contrário do que muitos pensam, estralar os dedos não causa artrite: é simplesmente o estouro de bolhas no fluido que lubrifica as mãos, conhecido como líquido sinovial. A prática pode causar outros efeitos colaterais negativos, como o inchaço nas mãos, mas não a doença em questão.

8. Chocolate é afrodisíaco
Apesar do senso comum dizer que o chocolate tem propriedades afrodisíacas, um relatório apontado pela Mayo Clinic sugere que o alimento é ineficaz na produção de uma resposta sexual em homens ou mulheres.

9. Protetor solar só é necessário quando o sol está forte
Não importa como esteja o clima: os especialistas ressaltam que é necessário aplicar o protetor solar em todas as áreas expostas da pele e reaplicar pelo menos a cada duas horas.

10. Você deve remover completamente o açúcar de sua dieta
Para encerrar a lista de mitos sobre saúde: o açúcar não deve ser cortado totalmente. Existem diferentes tipos de açúcar, como o açúcar natural que pode ser encontrado em frutas, vegetais, laticínios e grãos. Por isso, os nutricionistas indicam a limitação da ingestão de açúcar em vez de eliminá-lo completamente.

*Por Nathan Vieira
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*Fonte: BestLife / canaltech

Entenda como essa lâmpada misteriosa está acesa há mais de 120 anos

Uma lâmpada que se mantém acesa desde 1901. Ela fica na cidade de Livermore, Califórnia, e está no livro do Guiness como a lâmpada mais antiga do mundo.

Fica difícil acreditar que ela nunca se apague. Mas para os céticos, foi colocada uma webcam junto da lâmpada, que fica ligada durante 24 horas. A qualquer momento, você pode dar uma conferida e confirmar a história (assista aqui). O mais curioso é que já por duas vezes a webcam quebrou e teve de ser substituída – a lâmpada continua lá, acesa como sempre.

Ela está instalada no Corpo de Bombeiros de Livermore, isto depois de ter mudado de local por 3 vezes. A sua fama é tanta que a população da cidade realiza festas de aniversário pra lâmpada. A primeira foi em 2001, na data do centenário, a segunda em 2011, quando se chegou aos 110 anos. A lâmpada tem direito a bolo, balões e música de parabéns.

A patente da lâmpada, registrada em 1902, confirma a idade desta velhinha geradora de luz.

A lâmpada está atualmente no Corpo de Bombeiros da cidade.

*Por Welliton
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*Fonte: deolhonaengenharia

6 Alimentos que mantém o corpo aquecido em dias frios

Num dia frio, tudo o que queremos é encontrar uma comida saborosa que leve o desconforto para longe. A parte boa é que há uma variedade de alimentos que podem dar aquela força, trazendo não apenas a sensação de satisfação que uma boa refeição proporciona, mas também ajudando a manter o organismo mais saudável e aquecido por mais tempo. Confira 6 alimentos que ajudam a aquecer o corpo nos dias frios:

1. Café
Puro ou com leite, o café é irresistível, é um ótimo aliado para espantar o frio.
Uma das bebidas mais amadas pelo brasileiro vai além de ser uma conhecida fonte de cafeína, pois também ajuda a elevar a temperatura corporal. E se algum dia ela já foi considerada inimiga da pressão arterial, hoje já temos estudos que apontam como o consumo moderado da bebida é benéfico, reduzindo em 20% a chance de desenvolver hipertensão. Sem café, começar o dia pode ser mais difícil, não é mesmo?

2. Chá
Chás e infusões são aliados de quem busca uma dieta mais saudável.
Saboroso e repleto de possibilidades, que vão das infusões às folhas, o chá é uma escolha certa para quem deseja se livrar do frio. Além do conforto imediato que proporciona ao ser ingerida, a bebida possui antioxidantes, reforça o sistema imune e contém uma gama de nutrientes que pode prevenir a ocorrência de várias doenças, como câncer e diabetes.

3. Canela
Além do sabor intenso, a canela possui forte ação anti-inflamatória.
A canela merece destaque por não só por possuir um forte mecanismo anti-inflamatório, como também por estimular o metabolismo do organismo, contribuindo com a elevação da temperatura corporal. Ela pode ser colocada no café ou usada em frutas, deixando as refeições mais saudáveis e com um toque característico. Uma vantagem é que a canela também pode ser usada para adoçar os alimentos, o que auxilia quem deseja reduzir o consumo de açúcar.

4. Carboidratos
Carboidratos também são um tipo de açúcar.
Aqui entra um grupo de alimentos que está presente em boa parte das refeições e por isso é importante falar sobre. Seja uma refeição com batata cozida ou com macarronada, a regra é a mesma: ingestão de carboidratos faz com que o organismo aqueça durante o processo de queimar as calorias. Mas para ter uma dieta equilibrada, a dica é comer em porções, evitando os malefícios provocados pela ingestão em excesso que aumentam a presença de glicose no sangue e também levam ao aumento de peso.

5. Sopa
Com tantas opções de sopas, é muito fácil achar a perfeita para cada ocasião.
E se vamos falar de sopa agora, significa que as instantâneas estão excluídas, viu? A presença de sódio e conservantes tornam o alimento industrializado prejudicial à saúde. O importante é aproveitar a enorme variedade de sopas e preparar uma receita perfeita para os dias mais frios. Uma vantagem é que a abusar dos legumes ajuda a promover a sensação de saciedade, reduzindo a fome ao longo do dia.

6. Amendoim
Amendoim é um alimento rico em gorduras saudáveis.
Rica fonte de fibras e proteínas, o amendoim também é uma ótima escolha para quem precisa se aquecer. Além de estimular o metabolismo, é rico em vitamina B3, responsável por estimular o fluxo sanguíneo. O consumo do alimento promove diversos benefícios para o organismo, atuando na prevenção da anemia e de doenças cardíacas. Ou seja: em qualquer época do ano, é uma excelente escolha!

*Por Mychelle Araujo
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*Fonte: megacurioso

Água não é tudo igual: Conheça os tipos e qual é mais saudável

De modo geral, se manter hidratado traz uma série de benefícios para a saúde. Afinal, a água está por trás dos processos mais básicos aos mais complexos de nosso organismo, como mais energia e melhor função cerebral. Mas você sabia que nem toda água é igual? Dependendo do tipo que você está habituado a beber, pode até estar perdendo nutrientes essenciais.

Separamos algumas das principais “águas” disponíveis. Veja só!

Água da torneira
A água da torneira recebe diversos agentes purificadores, como cloro e ozônio, para matar vírus, bactérias e outros patógenos. Esse processo de purificação torna a água potável, no entanto, não a deixa mais rica em nutrientes. Aliás, pode acontecer o oposto, ou seja, neutralizar alguns deles.

Mesmo que a água da torneira seja tratada, é importante saber de onde ela vem. Se a sua purificação não for feita corretamente, você poderá ser contaminado e ter dores no estômago, febre, diarreia e vômito.

Água de nascente ou geleira
Teoricamente, as águas de geleiras e nascentes tendem a ser bem limpas. Além disso, costumam ter muitos dos nutrientes que encontramos na popular água mineral. Hoje, é possível até achar essa opção testada e engarrafada nos supermercados.

Já se você estiver na natureza, lembre-se que a água de nascente é uma água bruta e, dependendo do lugar, pode conter contaminantes.

Água mineral
A água mineral é rica em diversos tipos de minerais que fazem bem para nossa saúde, como cálcio e magnésio. Aliás, muitos desses minerais o corpo humano não consegue produzir por conta própria. Mas nós também podemos obtê-los por meio de uma alimentação saudável.

Sobre os benefícios, a água mineral vale a pena. O problema é que sai muito mais caro consumi-la em comparação com a água da torneira.

Água com gás
A água com gás tem seus fãs por aí e não difere muito da água da torneira, exceto pela sua característica especial. Para se tornar gaseificado, o líquido é infundido com dióxido de carbono para dar aquela sensação parecida ao refrigerante. É possível encontrar até opções saborizadas, o que pode ser interessante para pessoas que estão tentando diminuir o consumo de refrigerantes.

No entanto, é bom ter em mente que muitas marcas colocam adoçantes artificiais no produto para torná-lo mais agradável ao paladar.

Água destilada
A água destilada pode ser uma alternativa para matar a sede em situações específicas. Por exemplo, se você estiver em um lugar onde a água potável da torneira foi contaminada ou não existe outra fonte segura. No entanto, para a saúde ela não é tão boa, visto que a forma como é purificada, processo que envolve ferver, conter o vapor e comprimi-lo novamente na forma de líquido, retira os minerais e nutrientes dela.

Aliás, em alguns casos pode até ser prejudicial, pois como não é mineralizada, os minerais são retirados de outras fontes, neste caso, o corpo, especialmente dos dentes.

Água alcalina
A água alcalina é considerada uma das mais saudáveis para o consumo. Seu pH tem um nível entre 8 e 9,5, enquanto a água normal tem um pH neutro de 7. Suas propriedades podem ajudar a proteger o corpo de radicais livres, doenças crônicas e até inflamações.

Contudo, seu consumo excessivo pode ter o efeito oposto, visto que pode baixar o pH do corpo e até enfraquecer os ossos.

Qual a mais saudável?
A água alcalina e a água mineral estão entre os tipos mais saudáveis devido à questão nutricional e benefícios relacionados. Mas, em termos gerais, beber água potável deve ser sua prioridade número um, pois mesmo a água potável da torneira já garante muitos benefícios como digestão adequada dos alimentos, batimento cardíaco regular e o transporte de nutrientes e oxigênio.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

6 alimentos que não se deve comer à noite

Veja quais comidas e bebidas evitar para conseguir ter um sono de qualidade: nutricionista explica por que açúcar, cafeína e gorduras interferem na hora de dormir

A alimentação tem uma relação direta com uma boa noite de sono, pois diversos alimentos podem influenciar o nosso organismo neste momento do dia. Escolhas inadequadas tanto no jantar quanto na ceia podem também contribuir no processo de ganho de peso e atrapalhar a dieta. Outro ponto importante é estar atento ao horário da última refeição, pois você deve garantir um tempo adequado para o processo de digestão. O ideal é não comer grandes quantidades de alimentos antes de dormir e apostar em opções que sejam mais leves.

Segundo o nutricionista Guilherme Graciano, o indicado é fazer escolhas que sejam saudáveis, que proporcionem maior percepção de saciedade e evitar que as “beliscadas” aconteçam durante a noite. Ele dá quatro dicas básicas:

Evite consumir grandes quantidades de alimentos;

Dê sempre preferência por opções que demandem menor tempo de digestão;


Busque preparações que apresentem menores quantidades de gorduras em sua composição


Refeições muito calóricas demoram mais tempo para serem digeridas, impedindo que o sono apresente melhor qualidade. Busque opções que proporcionem saciedade, mas também que não prejudiquem a qualidade do seu sono.

Veja a seguir alguns alimentos que devemos evitar no período noturno. O nutricionista Guilherme Graciano explica melhor o porquê devemos evitar consumir estes grupos de alimentos e como fazer boas substituições.

1. Café
Bebidas com altas concentrações de cafeína, e o café é o exemplo máximo, são estimulantes do sistema nervoso central. Essas propriedades estimulantes interferem na produção de adenosina, substância química que ajuda a promover a sensação de sonolência e contribui para um sono de melhor qualidade. A cafeína aumenta o estado de alerta e a energia, o que é bem-vindo durante o dia, mas não à noite. O ideal é não tomar café depois das 18h, portanto.

Alternativas:
Suco de maracujá
Leite

2. Mate, chá preto ou chá verde
Um chá quentinho pode ser uma boa opção na hora de se preparar para ir para cama. Mas é importante estar atento se ele não é rico em cafeína, como é o caso destas três opções acima: mate, chá preto e chá verde. Eles caem na mesma questão do café e de outras bebidas com altas concentrações de cafeína, como bebidas à base de cola e energéticos. Lembrando que o chá verde até possui L-teanina, aminoácido que age no cérebro e promove o aumento dos níveis de GABA, dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados com o relaxamento. Mas o ideal é que seu consumo seja feito durante o dia para que ele ajude seu sono horas depois. À noite, é roubada.

Alternativas:
Chá de camomila
Chá de melissa
Chá de erva cidreira
Chá de passiflora
Chá de valeriana
+ 10 chás para dormir melhor: veja lista e como fazer

3. Frituras
As frituras devem ser evitadas em qualquer refeição do dia, já que seu consumo em excesso prejudica a nossa saúde arterial. A gordura saturada de origem animal, quando consumida em grandes quantidades, provoca uma inflamação no hipotálamo, interferindo na sensação de fome e a saciedade Além disso, os alimentos preparado no óleo passam a estimular o acúmulo de gordura abdominal, que é mais nociva para a saúde.

E à noite, especificamente, elas podem atrapalhar seu sono. Isso porque alimentos fritos têm altos níveis de gorduras, que demandam uma digestão mais lenta e provocam desconforto gástrico, gerando azia e sensação de estufamento. Esses sintomas costumam ser maximizados quando se está em posição deitada, atrapalhando a noite de sono.

Alternativas
Alimentos assados: em vez de batata frita, por exemplo, batatinhas e outros legumes assados no forno.

4. Alimentos gordurosos
Alimentos gordurosos tem uma digestão demorada e atrapalham a hora do sono

Mesmo quando não são frituras, refeições mais pesadas e gordurosas também precisam ser evitadas durante o período da noite, pois possuem um tempo de digestão maior. Alguns exemplos são lasanha, feijoada, feijão tropeiro, pizza, pastéis, carne de porco e embutidos, como salsicha, presunto e mortadela e queijos, como cheddar e prato. Estas opções demandam maior tempo de digestão e podem promover a sensação de estufamento e indigestão, que dificultam o início do sono e prejudicam sua qualidade, a exemplo do que acontece com as frituras.

Alternativas:

Caldos de legumes com frango desfiado, como de abóbora
Sanduíche natural
Ovos mexidos
Comida igual à do almoço, mas com atenção à quantidade consumida
Queijos mais magros, como o minas frescal

5. Doces e bebidas açucaradas
Alimentos açucarados podem aumentar a sede e contribuem para o ganho de peso.
Há estudos indicando que alimentos ricos em açúcar, carboidratos simples ou bebidas açucaradas próximos da hora de dormir promovem uma “entrada extra” de energia no organismo, deixando-o mais desperto, o que pode dificultar a hora de dormir. Além disso, um estudo publicado esse ano mostra que, à noite, o aumento dos níveis da melatonina no organismo tem como contrapartida uma redução da secreção de insulina e da tolerância à glicose, aumentando o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, a longo prazo, quando há consumo constante de açucares nesse período do dia. O nutricionista Guilherme também explica que consumir alimentos ricos em açúcar durante à noite faz com que ocorra um aumento da percepção de sede, o que pode contribuir para acordar durante a noite para beber água. Assim, também aumenta a quantidade de idas ao banheiro durante à noite, atrapalhando o ciclo do sono.

Alternativas
Frutas, de preferência cítricas, como laranja ou morango
Mingau de aveia

6. Bebidas alcóolicas
Bebidas alcoólicas afetam a qualidade do sono e também são diuréticas

Beber um pouco de vinho ou até uma cervejinha pode trazer uma sensação de relaxamento, mas as bebidas alcoólicas influenciam na qualidade do sono e fazem com que você acorde com uma sensação de que não descansou corretamente. Isso acontece porque o álcool faz com que o sono fique mais superficial e haja menos sono REM, que é uma fase importantíssima para o relaxamento do corpo, quando acontecem os sonhos. Além disso, o álcool é diurético, exigindo uma maior quantidade de idas ao banheiro durante à noite.

Recentemente, os colunistas do EU Atleta Turibio Barros e Gerseli Angeli explicaram um estudo finlandês que mostra que mesmo “pequenas quantidades, inferiores a 0.25g de álcool/Kg de peso (que equivale a menos de duas doses para homens e menos de uma dose para mulheres), reduzem em 9% a qualidade do sono. Quantidades moderadas, entre 0.25 e 0.7g de álcool/Kg de peso (equivalente a duas doses para homens e uma dose para mulheres), impactam em 24% a qualidade do sono. E grandes quantidades, acima de 0.75g de álcool/Kg de peso (mais de duas doses para homens e mais de uma dose para mulheres), resultam em uma redução de aproximadamente 39% da qualidade do sono”.

Alternativas:
Sucos de frutas cítricas (não coados)
Suco de maracujá
Chás sem cafeína

Outro ponto levantado pelo nutricionista é em relação a quantidade de líquidos em geral consumidos no período noturno. Quanto mais líquidos consumimos, maior será a quantidade de vezes que iremos ao banheiro. Por isso, é importante ter atenção especialmente para as pessoas que apresentam o hábito de acordar durante a noite para ir ao banheiro e apresentam dificuldade para voltar ao sono.

Assim, a hidratação no período da manhã e no início da tarde em quantidade adequada será uma boa forma de atingir as necessidades hídricas durante o dia. Evite ingerir muitos líquidos próximo da hora que você costuma ir deitar e evite alimentos com propriedades diuréticas.

Quais alimentos são uma boa opção?
Para fazer uma boa escolha na alimentação durante a noite, você deve optar por uma refeição leve e nutritiva. O nutricionista Guilherme Graciano comenta que boas opções de refeições para a noite são um prato rico em verduras e legumes, com uma boa porção de proteína, de preferência um pedaço do tamanho da palma da mão e carboidratos de boa qualidade, com atenção à quantidade consumida.

Graciano também sugere um lanche com pão integral, recheado com um pedaço de carne ou ovos mexidos ou hambúrguer vegetal e adicionando uma boa quantidade de verduras, com o objetivo de aumentar a ingestão de fibras na alimentação. Vale destacar também que o arroz e o feijão podem estar presentes neste momento do dia, o mais importante é se atentar à quantidade consumida e o que irá acompanhar os alimentos mais queridos dos brasileiros.

Além disso, sopas ou caldos de legumes também podem ser consumidos, dando preferência por adicionar alimentos que são fonte de proteínas, como é o caso do peito de frango desfiado, carne moída ou soja texturizada, para pessoas vegetarianas. Dessa forma, é possível fazer escolhas que sejam saborosas, práticas, saudáveis e que não atrapalhem o nosso precioso sono.

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Fonte: GE
Guilherme Fonseca Graciano é nutricionista com graduação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pós-graduado em Nutrição Clínica e Esportiva, pós-graduando em Oncologia e Geriatria e mestrando em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da UFMG. Instagram @guigracianonutri

Qual é a diferença entre VOTO BRANCO e VOTO NULO?

Todo ano eleitoral surge a mesma dúvida para algumas pessoas: afinal, qual é a diferença entre um voto branco e um voto nulo?

Se essa dúvida também passa pela sua cabeça ou conhece alguém que já lhe fez essa pergunta e não soube como explicar, confira a resposta nas linhas a seguir.

O que é um voto branco?
Conforme o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é considerado um voto branco aquele em que eleitor não manifestou preferência por nenhum dos candidatos disponíveis na seleção em que está (presidente, deputado, senador, etc).

Atualmente as urnas contam com um botão separado para essa seleção, mas antigamente, na época das cédulas, era preciso entregar o papel sem marcar nenhuma das opções para ele ser considerado como um voto branco.

Para votar em branco, basta apertar a tecla indicada e confirmar em seguida.

O que é um voto nulo?
Já no voto nulo, o eleitor manifesta que não selecionou nenhum dos candidatos existentes naquela eleição. Dessa forma, para registrar um voto nulo é necessário pressionar botões que não representem nenhum candidato (tipo “00” para presidente ou governador, por exemplo) e depois confirmar essa opção.

No período das cédulas, era comum fazer um grande X no papel para indicar que estava anulando o seu voto.

Voto branco ajuda uma legenda ou o vencedor?
Essa é outra dúvida que acaba rondando a mente de muitas pessoas, e a resposta para isso é bem simples: atualmente, o voto branco não vai para a legenda, nem para o candidato que está com mais votos.

A própria Constituição prevê que “é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos”. Dessa forma, engana-se quem pensa que mais da metade dos votos nulos podem cancelar as eleições, pois ainda assim seriam considerados todos os que foram computados de maneira válida, respeitando a lógica dos 50% + 1 para declarar um vencedor em cargos mais altos.

*Por Douglas Vieira
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*Fonte: megacurioso

Clitóris não serve apenas para dar prazer, aponta estudo

Para a ciência, a função completa do clitóris para o corpo feminino ainda não está muito clara. O que já sabemos com algum nível de “certeza” é que a maioria das mulheres que atingem o orgasmo, o conseguem pelo clitóris.

E, apesar de não ter um papel definido na reprodução, visto que o orgasmo feminino não tem relação com essa função, ao contrário do que acontece com os homens, um novo estudo pode começar a mudar esses entendimentos. As evidências sugerem que esse órgão pode ter um importante papel nas funcionalidades reprodutivas, diferentemente do que se vinha pensando até agora.

Efeitos cerebrais
De acordo com a pesquisa publicada na revista especializada Clinical Anatomy, o clitóris participa de forma fundamental na reprodução ao ativar uma série de efeitos cerebrais. Isso acontece à mulher durante o processo do orgasmo e não ao clitóris ignorado, parado e cuidando da própria vida.

Os efeitos cerebrais induzidos pelo clitóris, em resumo, envolvem o aumento:

de oxigênio,
da lubrificação vaginal,
do fluxo sanguíneo vaginal,
da temperatura corporal,
e alterações da posição do colo do útero, retardando o esperma e melhorando sua motilidade.

Essas conclusões foram obtidas pelo Dr. Roy Levin, por meio de uma revisão de estudos anteriores. O especialista reuniu evidências para basear a nova teoria de que o clitóris é tão importante para o processo de reprodução quanto é para o prazer sexual.

Até agora, esse órgão nunca tinha sido confirmado com algum papel direto na reprodução. Para Levin, as pesquisas anteriores estavam mais preocupadas com o papel desse órgão para o prazer sexual que, simplesmente, ignoraram suas outras possíveis funcionalidades.

Onde estamos?
Então, como o corpo feminino desenvolveu tal órgão e, por que ele se tornou necessário? Há uma série de hipóteses que tentam responder, ao menos em parte, essas perguntas.

Uma delas sugere que o orgasmo clitoriano é um resquício da evolução e há alguns milhares de anos tinha a finalidade de induzir a ovulação durante o ato sexual. Outra hipótese é que o clitóris permite que as mulheres discriminem e escolham melhor seus parceiros sexuais, com base em quem pode ajudá-las a chegar ao orgasmo por meio da estimulação correta.

Um terceiro ponto de vista é que os orgasmos clitorianos levam a um vínculo mais forte entre os parceiros sexuais, preparando a mulher para gravidez e o pai para a paternidade. Portanto, é possível ver o clitóris como um órgão importante reprodutivamente, se assim a ciência demonstrar, sem minimizar seu incomparável e épico poder para o prazer feminino.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Como desacelerar para dormir rápido e melhor

Muitos de nós não conseguem dormir o suficiente todas as noites. No entanto, o que pouca gente sabe é que, embora seja importante dormir o suficiente, dormir bem é um aliado mais influente para acordar disposto.

Um estudo publicado no Journal of Psychosomatic Research concluiu que a qualidade do sono é mais importante do que a quantidade, no que diz respeito à se sentir descansado e rejuvenescido.

Claro, isso não significa que as pessoas podem dormir apenas três horas por noite. A verdade é que cada um de nós precisa de uma quantidade diferente de sono para ser produtivo, e o lance das “oito horas por noite” é mais uma diretriz do que uma regra. De fato, algumas pesquisas sugerem que dormir demais pode ser tão prejudicial para a sua saúde quanto dormir pouco.

Como as orientações para uma boa noite de sono podem ser confusas, trouxemos aos nossos leitores esse guia, que visa ajudar na melhoria do sono ao ponto de que você precisar dormir menos, e o tempo que você passar dormindo ser verdadeiramente repousante.

Como dormir melhor
Por onde começar
Em primeiro lugar, é preciso começar a controlar o seu sono, e encontrar o seu momento de dormir perfeito.

Oito horas de sono é inútil se você gastar todo esse tempo rolando na cama, e só dormir por cerca de 3 a 4 horas. Tentar corrigir maus hábitos de sono indo para a cama mais cedo é como tentar perder peso gastando mais tempo na academia sem fazer qualquer treino extra.
Otimizar o seu sono depende muito de três coisas: preparação (construção de bons hábitos de sono), ambiente (aprimoramento de seu ambiente de sono ideal) e rotina (dormir quando e quanto você precisa).
As dicas abaixo são do Dr. Nitun Verma, especialista em sono da Universidade de Stanford (EUA) e diretor médico do Centro de Distúrbios do Sono Washington Township, em Fremont (EUA), para ajudá-lo a melhorar a qualidade do seu sono a longo prazo.

Preparação
O primeiro passo é construir hábitos que irão ajudá-lo a adormecer mais rápido, dormir mais e ficar mais confortável enquanto você descansa. Por exemplo:

Exercício físico regular. A Fundação Nacional do Sono dos EUA afirma que exercício no período da tarde pode melhorar o sono à noite. Especificamente, praticar atividades físicas de manhã ou à tarde ajuda a adormecer mais rápido, com menos problemas. Apenas certifique-se de não se exercitar logo antes de dormir, já que isso tem o efeito oposto.
Escolha um despertador suave. Esqueça seu despertador irritante e incrivelmente alto, e tente algo novo que vai tornar seu momento de acordar mais fácil e natural. Aplicativos de despertador podem acordá-lo com músicas ou sons suaves. Você também pode tentar uma luz de alerta que sobe lentamente o nível de iluminação na sala, conforme sua hora de despertar se aproxima.
Elimine o álcool, corte a cafeína e largue o cigarro. Um estudo publicado em 1994 abordou os três temas e concluiu que o álcool pode ser relaxante e ajudá-lo a pegar no sono, mas é prejudicial para o ciclo do sono, uma vez que é liberado do corpo. O resultado final é uma noite agitada em que você acorda com mais frequência do que faria normalmente. A cafeína tem um efeito diferente. Ela alonga a 2ª fase de seu ciclo de sono (quando o cérebro começa a reorganizar-se e processar o dia), o que é ótimo para cochilos, mas não para uma noite de sono profundo. Ainda, a cafeína reduz as fases três e quatro do sono, onde o sono REM e o sonho ocorrem. Cigarros, por outro lado, ou especificamente a nicotina, podem ser relaxantes em pequenas doses, mas em grande quantidade te mantém acordado por mais tempo e impedem o início do sono.
Diminua seu tempo na frente das telinhas. Estudo após estudo apontam que os dispositivos eletrônicos prejudicam nossos ciclos de sono. O Dr. Verma sugere desligar seus aparelhos pelo menos 1 a 2 horas antes de dormir. Duas horas é o melhor, mas é bastante impraticável para muitas pessoas. “As telas de tablets, telefones e TVs são tão brilhantes que podem confundir o cérebro. Tanta luz muito tarde da noite pode fazer com que o cérebro pense que é duas da tarde, não duas da manhã. Mesmo se ocorrer o sono, ele não será tão profundo e, portanto, será menos restaurador”.
Medite antes de dormir. Há muitos métodos de meditação orientada para dormir. Tente visualizar um sonho que você gostaria de ter, ou, se acordar no meio da noite, relaxe, concentre-se em dormir, e tente visualizar onde o seu sonho parou.
Melhore o seu ritual noturno. Ter um ritual à noite é importante. Por exemplo, sempre ir ao banheiro antes de dormir, para não acordar com frequência com vontade de ir ao banheiro, o que pode levar ao sono superficial durante toda a noite. Inicie uma rotina de sono saudável, que começa muito antes de sua cabeça bater no travesseiro.

Ambiente
Antes de se deitar para dormir, você também deve se certificar que seu ambiente está propício para uma boa noite de sono.

Certifique-se de que sua cama é realmente confortável. Como a maioria de nós vai gastar uma média de 24 anos de nossas vidas dormindo, sua cama merece um investimento sério. Compre o colchão certo, escolha bons travesseiros e lençóis. Não subestime o poder de uma cama mais confortável. Isso pode realmente melhorar o seu sono.
Ajuste a temperatura. Alguns estudos têm mostrado que a temperatura ótima de dormir para a maioria dos adultos situa-se entre 15 a 20 graus centígrados. Muito mais quente do que isso pode causar insônia. No entanto, você pode procurar o que lhe faz bem. Se você gosta do calor, durma no calor. Se gosta de ligar o ventilador e se cobrir, faça isso, etc.
Filtre a luz. LEDs e luzes de espera de eletrônicos podem causar tanto estrago ao seu ciclo de sono quanto a luz de um tablet ligado. Mesmo que seus eletrônicos estejam desativados, certifique-se de encobrir a luz pulsante de seu laptop enquanto ele está recarregando, ou a luz de espera da TV, etc. Se você mora em algum lugar iluminado a todas as horas, invista em uma máscara de dormir. Isso pode ajudá-lo a obter um melhor descanso.
Corte as distrações. Crianças te acordam? Você pode não ser capaz de fazer muito sobre isso, mas se o seu telefone está te acordando com notificações de novos e-mails, é hora de desligá-lo. Se o seu bairro é barulhento e o impede de dormir, tente um gerador de ruído branco ou uma música suave para ajudá-lo a descansar.

Rotina
Você já sabe que quanto tempo você dorme é importante, mas para ter o melhor sono possível, você deve dormir e acordar na mesma hora todos os dias.

É difícil “repor” sono perdido. O Dr. Verma sugere uma alternativa: “Uma maneira para as pessoas otimizarem seu sono é acordar na mesma hora todos os dias, ou pelo menos dentro da mesma hora. Ao invés de dormir mais em dias de folga, desperte no mesmo tempo e, em seguida, tire uma soneca que permite o sono extra sem interromper a programação normal de acordar”.

Finalmente, se você está tendo problemas para ter um sono de qualidade, ou mesmo se você dorme por longos períodos e não se sente descansado, pode ser hora de falar com o seu médico.

Pode haver um número de questões médicas causando seus problemas de sono, todas tratáveis. Você pode estar sofrendo de insônia crônica, apneia do sono, ou alguma outra condição não diagnosticada que, uma vez tratada, pode transformar seu sono em verdadeiramente repousante.

Depois de ter seus problemas de sono resolvidos, seja por profissionais ou pelas dicas acima, você pode começar a ajustar a quantidade de sono para o quanto você realmente precisa. Se você dormia nove ou dez horas porque era a única maneira de se sentir descansado, e depois da máscara de dormir e de desligar seus eletrônicos se sente mais relaxado com apenas oito, pode começar a diminuir seu tempo de sono, ganhando horas extras em seu dia para fazer as coisas que você deseja. [LifeHacker]

*Por Natasha Romanzoti
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*Fonte: hypescience

10 comidas populares em países específicos e os lugares de onde realmente vieram

Todos nós temos uma comida favorita e algumas são muito populares em cada país. Mas será que ali está a receita original? De onde vem de fato cada item que é tão típico de cada lugar do mundo. Quando se trata da origem dos alimentos, geralmente temos uma ideia baseada na história e na cultura, mas o que pode nos surpreender é que as origens dos alimentos não são tão óbvias quanto parecem.

Aqui no Brasil, por exemplo, muitas das receitas hoje tidas como regionais na verdade foram incorporadas das culturas que se misturaram no processo de invasões pelos europeus e pela vinda forçada de comunidades inteiras de africanos ao país.

Só para citar alguns, o cuscuz tem origem no norte da África, mas aqui teve a farinha de semolina de trigo substituída pela de milho. Já os doces tradicionais brasileiros eram os de tacho, mas por uma campanha de marketing muito bem explicada no podcast “A Moça da Lata”, do Joio e o Trigo, mostra como receitas portuguesas como o pudim e o quindim entraram para nossa história.

Voltando às receitas pelo mundo, a empresa CDA, do Reino Unido, deu um mergulho profundo em alguns alimentos populares que são amados em todo o mundo, para descobrir se eles realmente são tão autênticos quanto pensamos que são.

Aqui estão dez das origens alimentares fascinantes que vão te fazer questionar tudo:


Churros
De onde achamos que são os churros: Espanha
De onde os churros são realmente: China

Um clássico da culinária espanhola de comida de rua que está em todo o mundo hoje, não é realmente espanhol. A receita vem de um dos itens favoritos do café da manhã chinês, o youtiao – que na verdade é um pouco salgado em vez de doce. As tiras de massa fritas foram levadas para a Espanha via Portugal no século 17 e ali ganhou uma nova casa – e a camada açucarada que conhecemos hoje.

Croissants
De onde achamos que são os croissants: França
De onde são realmente os croissants: Áustria

Quer você coma seus croissants salgados, doces, ou vazios o delicioso pão servido no café da manhã à base de massa folhada, tão enraizado na cultura francesa, foi na verdade criado em Viena, na Áustria. O kipferl é conhecido como o ancestral espiritual do croissant e é fácil perceber porquê. Muitos historiadores acreditam que a guloseima em forma de lua remonta às padarias do mosteiro e foi assada como parte dos costumes pagãos para celebrar a Páscoa – com a massa mencionada pela primeira vez no século XII.

Donuts
De onde achamos que são os donuts: EUA (Nova York)
De onde são realmente os donuts: Grécia

Os EUA são responsáveis apenas pelas grandes marcas das clássicas rosquinhas doces, mas os donuts não são as estrelas hollywoodianas que você pensou que eram. Embora eles não tivessem a forma de rosquinha, a versão mais antiga desta que conhecemos hoje geralmente remonta a quando os colonos holandeses os levaram da Europa para Nova York (ou Nova Amsterdã, como era conhecida então).

Mas a Grécia é onde está o coração do donut. Loukoumades, como são conhecidos, são essencialmente pequenas bolas de donut cobertas de mel e nozes. Eles também são considerados a sobremesa mais antiga registrada, remontando aos primeiros Jogos Olímpicos em 776 aC, onde foram apresentados aos vencedores como “tokens de mel”.

Fish And Chips (ou Peixe com Batatas fritas)
De onde achamos que é o fish & chips: Reino Unido
De onde vem o fish & chips: Portugal

Se há uma coisa pela qual a costa britânica é famosa, é pelo peixe e batatas fritas. Seria difícil encontrar uma cidade litorânea que não tenha pelo menos uma loja vendendo a iguaria. O peixe com batatas fritas tornou-se um alimento tão básico na Grã-Bretanha que, durante a Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill isentou o prato do racionamento. Mas pode ser surpreendente saber que o fish and chips não é britânico, mas português.

Diz-se que os judeus sefarditas portugueses compraram um prato andaluz secular chamado peshkado frito para o Reino Unido em 1400, quando fugiam da perseguição religiosa. Peixe branco era frito em uma fina camada de farinha pronta para o sábado e quando a batata se tornou popular em 1800, nasceu o acompanhamento perfeito.

Sorvete
De onde achamos que é o sorvete: Itália
De onde é realmente o sorvete: Mongólia

Os italianos são conhecidos em todo o mundo pela qualidade de seus sorvetes e gelatos – e estaríamos perdoados por pensar que eles foram de fato os inventores desse delicioso doce. Mas esse prêmio na verdade vai para a Mongólia… ou assim diz a história.

Não é exatamente o sorvete que conhecemos e amamos hoje – e aconteceu completamente por acaso também. Dizem que os cavaleiros mongóis carregavam leite de búfalo ou iaque pelo deserto de Gobi em contêineres como provisões, mas à medida que a temperatura caía e eles galopavam, o leite congelava enquanto era agitado. À medida que o império mongol se expandiu nos anos 1200, o mesmo aconteceu com a popularidade dessa nova iguaria de leite ou creme gelado e diz-se que Marco Polo levou a ideia de volta à Itália no final do século XIII.

Massa
De onde pensamos que é a massa: Itália
De onde é realmente a massa: China

Desculpe Itália, você também não pode ter este. Dizem que o macarrão estava ganhando popularidade na Itália por volta do século 13 e provavelmente foi introduzido por viajantes europeus. Esses viajantes provavelmente descobriram o macarrão de ovo graças aos árabes nômades que foram responsáveis ​​por trazer as primeiras formas de massa da Ásia para o oeste.

O que diferencia a massa italiana de outros macarrão, porém, é o uso de trigo duro. Macarrão de ovo há muito era uma parte básica da dieta chinesa, que remonta ao século I aC. Mas, o refinamento do processo e a adição de trigo duro tornaram o macarrão acessível, versátil e, quando seco, deu-lhe uma longa vida útil, também tem um ótimo sabor quando combinado com alimentos nativos do Mediterrâneo – firmemente enraizado como um grampo cultural em italiano cozinha.

Bolovo (Ovos Escoceses no Reino Unido)
De onde achamos que são os bolovos: Escócia
De onde são realmente os ovos escoceses: Índia

Não está claro como essas belezas carnudas e ovadas ganharam uma origem popular escocesa – pelo menos no Reino Unido por que aqui é comida de boteco há tempos.

Parece que o quitute foi inspirado no prato Nargisi kofta, que foi mencionado pela primeira vez na cultura indiana por volta de 500 aC. Nargisi kofta é composto de um ovo cozido que é envolto em carne de kofta temperada, que é então frita. É provável que os britânicos tenham encontrado a iguaria enquanto viajavam pela Índia séculos depois. Uma teoria sobre o lanche popularizado em Londres é que eles foram nomeados após os guardas escoceses estacionados em um quartel do exército local, onde desenvolveram um gosto pelo lanche. Qualquer semelhança com a coxinha é mera coincidência.

Almôndegas suecas
De onde pensamos que são as almôndegas: Suécia
De onde são realmente as almôndegas suecas: Turquia

Pelo nome, você provavelmente poderia considerá-los uma das exportações mais emblemáticas do país escandinavo nos dias de hoje – mas na verdade eles vêm da região hoje conhecida como Turquia. A ideia de enrolar a carne em bolas para torná-la mais fácil de comer não é única (a China vem fazendo isso há séculos), mas foi a oferta turca que os suecos mais adoraram.

Diz-se que a receita turca foi levada para a Escandinávia no século 18 pelo rei Carlos XII. Conhecidas como köfte, as almôndegas turcas são feitas com carne bovina e cordeiro com ingredientes comuns, como cebola, ovos, salsa, panko, pão ralado e sal a gosto – as almôndegas suecas hoje em dia geralmente são à base de carne de porco.

Tikka masala
De onde pensamos que é tikka masala: Bangladesh
De onde é realmente o tikka masala: Reino Unido (Glasgow)

Parece que a Ásia Ocidental e a Escócia podem ter algum tipo de acordo comercial quando se trata de equívocos sobre a origem dos alimentos. O frango tikka definitivamente se originou no subcontinente indiano durante o Império Munghal (a área agora conhecida como Bangladesh), tornando-se popular por volta de 1600, o que está bem documentado. Mas tikka masala é uma história diferente. Onde tikka é geralmente um prato seco de carne marinada em especiarias que é cozida em brasas, tikka masala é picante, rico e cremoso. Diz-se que na década de 1970, um chef indiano estava trabalhando em Glasgow, e foi lá que ele desenvolveu o prato que os ocidentais passaram a considerar um deleite indiano típico.

Vindaloo
De onde pensamos que vindaloo é: Índia
De onde vem o vindaloo: Portugal

Começa a parecer que Portugal não recebe o crédito que merece quando se trata de comida “nativa”. Embora muitos alimentos tenham sido retirados da Índia e adaptados ao longo do tempo, Vindaloo não é um deles. Considerado um dos favoritos do takeaway indiano, diz-se que o seu próprio nome é na verdade uma pronúncia distorcida do prato português, Carne de Vinha D’alhos – um prato de carne marinado em vinagre de vinho e alho.

*Por Gabrilea Rassy
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*Fonte: hypeness

Dieta rica em gordura a longo prazo pode “encolher” o cérebro, diz estudo

Uma dieta baseada em alimentos gordurosos pode não apenas aumentar as medidas da cintura, mas também “encolher” o cérebro, segundo um estudo liderado pelos neurocientistas da Universidade da Austrália Meridional (UniSA) e publicado na Metabolic Brain Disease.

Os pesquisadores avaliaram as reações em ratos alimentados com uma dieta rica em gordura por 30 semanas, o que resultou em diabetes e uma deterioração subsequente em suas habilidades cognitivas, além do desenvolvimento de ansiedade, depressão e agravamento da doença de Alzheimer.

E, além da função cognitiva prejudicada, os camundongos também demonstraram maior propensão a ganhar peso de forma excessiva, devido à deficiência do metabolismo causada pelas alterações cerebrais.

Alimentos gordurosos podem não apenas aumentar as medidas da cintura, mas também “encolher” o cérebro, segundo pesquisa. 

Relação entre obesidade, diabetes e Alzheimer
No estudo, os camundongos foram alocados aleatoriamente para uma dieta padrão ou uma dieta rica em gordura a partir de oito semanas de vida. A ingestão alimentar, o peso corporal e os níveis de glicose foram monitorados em diferentes intervalos, juntamente com testes de tolerância à glicose e insulina e disfunção cognitiva.

Os ratos da dieta rica em gordura ganharam muito peso, desenvolveram resistência à insulina e começaram a se comportar de forma anormal em comparação com aqueles alimentados com uma dieta padrão.

Camundongos com doença de Alzheimer geneticamente modificados que receberam alimentos gordurosos também mostraram uma deterioração significativa da cognição e alterações patológicas.

Para os pesquisadores, as conclusões do estudo se somam às crescentes evidências que ligam a obesidade crônica e o diabetes à doença de Alzheimer, com previsão de atingir 100 milhões de casos até 2050.

*Por Jennifer Cardoso
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*Fonte: olhardigital

Por que a LUZ da MANHÃ é tão importante para a saúde?

Para muitos de nós, acordar cedo não é uma tarefa fácil, especialmente quando temos uma rotina corrida e precisamos trabalhar até tarde, ou quando esquecemos do tempo e decidimos maratonar uma série da Netflix.

No entanto, todo o esforço empregado para levantar com o nascer do sol pode valer muito a pena para sua saúde, tanto física quanto mental.

A luz da manhã e o ritmo circadiano
Antes de tudo, precisamos considerar nossa biologia. Você sabia que somos programados para levantar cedo, mesmo que não pareça quando o despertador toca?

Todos nós temos algo chamado ritmo circadiano: um tipo de relógio interno que indica quando nosso corpo deve estar dormindo para descansar ou acordado em estado de alerta.

Esse nosso relógio biológico é afetado por diversos fatores, um dos mais importantes é a luz solar.

Conforme esclarece o Sleep Foundation, quando está escuro, nossos olhos enviam automaticamente uma mensagem para o nosso cérebro dizendo que é hora de dar atenção ao cansaço e se preparar para dormir. Isso começa a ocorrer cerca de 2 horas após o pôr do sol.

Então, nosso organismo libera uma substância chamada melatonina, um composto químico que nos ajuda a dormir.

Da mesma maneira, quando o dia começa a clarear, nosso ritmo circadiano indica que devemos estar acordados. E é aqui que entra o poder da luz da manhã: ela consegue desencadear verdadeira cascata de neurotransmissores e hormônios que nos faz sentir bem.

Então, quais os benefícios? Apenas para citar alguns deles, temos:

1. Ajuda a melhorar seu sono
A luz natural pela manhã atua na regulação do nosso ritmo circadiano, mostrando ao corpo quando é o momento de aumentar ou diminuir os níveis de melatonina.

Basicamente, quanto mais luz do sol você conseguir, melhor seu corpo produzirá melatonina na hora de ir para a cama.

2. Diminui os níveis de estresse
A melatonina também atua de forma reativa ao estresse. Quando tomamos sol pela manhã, os raios solares ajudam a regular naturalmente esse hormônio, o que pode contribuir para diminuir seu nível de estresse.

Além disso, como costumamos fazer algo ativo enquanto estamos ao ar livre, como caminhar ou andar de bicicleta, essa atividade extra também contribui positivamente na redução do estresse.

3. Protege os ossos
Uma das formas mais simples, fáceis e gratuitas de obter vitamina D é tomar sol. Nosso corpo produz naturalmente essa substância quando exposto por cerca de 15 minutos aos raios solares.

A vitamina D ajuda a manter boas quantidades de cálcio no corpo, o que evita que seus ossos fiquem frágeis, deformados ou finos.

4. Combate a depressão
Não é só coisa da sua cabeça. Existe uma razão científica que explica porque o sol melhora o nosso humor: ele ajuda a aumentar os níveis de serotonina em nosso organismo.

Essa substância química, além de nos fazer sentir bem, também contribui para termos mais calma e foco.

Além disso, muitas pessoas sofrem com uma doença chamada transtorno afetivo sazonal, uma condição depressiva que ocorre no inverno e outono, quando há menos incidência de raios solares. Isso demonstra o quanto o sol é essencial!

5. Garante uma vida mais longa
De acordo com um estudo publicado no JAMA Dermatology, e que envolveu 30 mil mulheres, aquelas que passavam mais tempo ao sol conseguiam viver entre seis meses e dois anos a mais em comparação com aquelas que passavam menos tempo recebendo raios solares.

Mais pesquisas ainda precisam ser feitas nesse sentido, mas é uma informação interessante.

Então, pronto para acordar com nascer do sol?

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Queijo brasileiro é considerado o melhor do mundo

O queijo canastra ficou em primeiro lugar no ranking elaborado pelo site americano The Taste Atlas

O queijo Canastra ganhou, na última quarta-feira (22), o título de melhor queijo do mundo. O produto é feito com leite, “pingo” e sal, tendo um sabor ácido, mas com um fundo meio adocicado. A iguaria costuma ser comida no pão de queijo, com café, com doce de leite ou sozinho mesmo.

O queijo ficou no topo do ranking elaborado pelo site americano The Taste Atlas. O top foi formado por voto popular. O canastra ficou na frente do italiano Parmigiano Reggiano, do francês Mont d’Or e do português Serra da Estrela.

A lista completa tem 50 queijos do mundo todo. O The Taste Atlas é um guia gastronômico e seu conteúdo é consumido por viajantes ao redor de todo o mundo. [ LISTA / AQUI ]

O queijo Canastra tem o nome da serra que circunda as oito cidades fabricantes do alimento. São mais de 70 produtores na região.

O modo artesanal foi registrado como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

*Por Nathalia Matos
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*Fonte: fatosdesconhecidos

O que um hotel precisa para ser 5 estrelas?

Quando você está escolhendo um hotel para se hospedar, é provável que use alguns critérios antes fazer sua reserva. Pode ser que você confira as opiniões de outros clientes em alguma rede social, ou decida de acordo com o que cabe no seu bolso.

Mas um critério comumente utilizado pelas pessoas é verificar quantas estrelas aquele hotel tem. E o melhor hotel, claro, é aquele que é classificado com cinco estrelas. Mas isso garante exatamente o que ao hóspede?

Quem decide essa classificação?

No Brasil, a avaliação dos hotéis é feita pelo Ministério de Turismo, que estabelece as estrelas através do Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass).

No entanto, é importante lembrar que essa classificação não é obrigatória. Ou seja, um hotel ou uma pousada pode optar por não passar pela avaliação feita pela SBClass. Neste caso, eles não são autorizados a exibir estrelas em sua fachada e material promocional, pelo risco de serem processados por propaganda enganosa.

Já nos Estados Unidos, Europa e Austrália, diversas organizações são responsáveis por fazer estas avaliações. No continente europeu, por exemplo, quem faz esta classificação é uma instituição chamada Hotelstars Union.

Vale lembrar que as estrelas não deixam de ser uma garantia ao cliente de que o serviço e as instalações daquele hotel foram testados conforme critérios que são acessíveis a todos. Mas quais critérios são esses?

As avaliações dos hotéis

Para que um hotel receba a cobiçada classificação de 5 estrelas, ele precisa ter concierge, recepção que funciona 24 horas, quartos com pelo menos 17 m² e banheiros com pelo menos 4 m².

Quanto aos serviços, as roupas de cama e de banho precisam ser trocadas diariamente. O hotel deve ter café da manhã, restaurante e bar, funcionando também como serviço de quarto. A cozinha devem oferecer refeições especiais (como opções vegetarianas). Os funcionários devem ser ao menos bilíngues.

Além disso, os quartos devem ter climatização, colchões especiais, frigobar, TV por assinatura e internet. Outros serviços também devem estar disponíveis: garagem com manobrista, banheiras nos quartos e outros negócios devem existir junto ao hotel (como, por exemplo, salão de beleza e lojas).

Já nas hospedagens categorizadas com menos estrelas, as diferenças serão a quantidade desses serviços e os tamanhos dos quartos. Para receber quatro estrelas, os quartos devem ter 15 m² e banheiras; para obter três, devem medir 13 m² e banheiros com 3 m²; duas, os aposentos precisam ter 11 m², e assim por diante.

E uma informação importante: uma hospedagem que recebe uma estrela não necessariamente será ruim. O que a estrela indica é que ele oferece apenas o básico. E isso significa que ele deve ter café da manhã, recepção aberta por 12 horas e pelo menos 65% dos quartos devem ter área útil de 9 m². As roupas de cama devem ser trocadas pelo menos uma vez por semana.

Ou seja, independentemente do seu hotel ter cinco estrelas ou só uma, você pode igualmente ser bem atendido e desfrutar bons momentos.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Dicas para acabar com o mofo no guarda-roupa

Existem jeitos simples de se evitar o mofo e remover as manchas das roupas mofadas.

Com a umidade nos deparamos com o mofo no guarda-roupas e nas peças guardadas. Resolver essa questão é simples, veja as dicas abaixo e escolha a que se aplicar melhor ao seu caso.

– Sempre que possível, deixe as portas do guarda-roupa abertas para que entre ventilação.

– Coloque as roupas de frio no sol durante o verão ou lave-as.

– Pelo menos uma vez ao mês, tire as roupas e limpe o armário com água e vinagre para evitar fungos e retirar possíveis manchas de mofo.

– Coloque um pote com bicarbonato de sódio, cal ou gesso dentro do guarda-roupa. Troque-o a cada seis meses.

– Coloque pedaços de algodão embebidos em essência de terebintina nos cantos e gavetas.

– Use produtos antimofo durante a faxina.

– Para eliminar a umidade, deixe um pedaço de giz em cada prateleira.

– Faça sachês com cravo-da-índia: basta colocar os cravos em um tecido fino e fechar o saquinho utilizando uma fita. Renove o sachê a cada três meses.

– Uma receita simples e bem conhecida é misturar água com água sanitária ou vinagre branco, na proporção de um para um. Basta passar a composição com um pano nos armários, gavetas, paredes e cômodas.

Roupas já manchadas?
Há inúmeras dicas caseiras para evitar o problema, mas caso a sua roupa já esteja manchada veja duas formas de resolver, de acordo com a cor do tecido:

– Roupas coloridas: Mergulhe tecidos coloridos em leite fervente até a mancha desaparecer.

– Roupas brancas: Deixe o tecido de molho em água quente com sal.

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*Fonte: ciclovivo

Óleo de cozinha: Qual é a diferença entre os óleos vegetais

Se alguém lhe pedisse para ir ao mercado comprar óleo de cozinha, provavelmente, você compraria óleo de soja, certo? Esse é o óleo mais popular e consumido no Brasil. Contudo, isso não significa que ele seja o único óleo que existe ou o mais indicado para as frituras.

Na verdade, existem muitas opções de óleos comestíveis. Alguns são mais caros, outros são considerados mais saudáveis e existem óleos que estão na moda, como o óleo de coco. Para evitar que você escolha o produto errado, vamos listar essas opções e indicar as suas principais características, mas antes, precisamos entender o que é o ponto de fumaça.

O que é ponto de fumaça?

O ponto de fumaça, também conhecido por “ponto de queima”, ocorre quando o óleo aquecido começa a queimar, soltando fumaça. Além de ficar com um gosto amargo, esse óleo começa a liberar acroleína, um composto químico que, com o passar do tempo, pode fazer mal à saúde. E não é só a acroleína: o óleo em ponto de queima libera compostos polares, também considerados nocivos.

Para evitar esse problema, é importante evitar que o óleo aqueça até a sua temperatura de ponto de fumaça. Até o óleo mais saudável se torna ruim quando atinge esse nível, não se esqueça disso.

Óleo de palma ou óleo de dendê
Esse é o óleo mais usado no planeta. Só em 2020, foram usadas 73 milhões de toneladas desse produto no mundo todo. No Brasil, o conhecemos como óleo de dendê. Além da culinária, ele é usado em diversas indústrias, como a de cosméticos. Rico em vitamina E, seu ponto de fumaça é aos 235 °C.

O óleo de palma tem níveis elevados de ácidos graxos, semelhantes ao da margarina. Sendo assim, ele não é considerado uma opção saudável para usarmos no dia a dia, como no tempero de saladas — é melhor deixá-lo para o preparo de pratos especiais, como a moqueca ou o acarajé.

Um outro problema do óleo de dendê é que por ele ser muito usado, seu cultivo está associado ao desmatamento de florestas. Por isso, alguns produtos vêm com o selo “livre de óleo de palma”. Isso não significa que sejam mais saudáveis, apenas que usam outro óleo.

Óleo de coco
Está na moda como uma opção saudável, embora não existam estudos que comprovem essa hipótese. Isso significa que o óleo de coco deve ser consumido com moderação, como qualquer outro tipo de gordura. Além disso, ele não pode ser a única fonte de gordura da dieta de uma pessoa.

Por outro lado, ele é um excelente hidratante para pele e cabelos. Usá-lo em processos de hidratação pode ser uma boa saída, inclusive mais barata, que o uso de determinados produtos. No entanto, lembre-se de ser cuidadoso para evitar excessos, pois eles podem obstruir os poros e gerar acne. Na dúvida, é sempre melhor conversar com dermatologistas antes, fugindo das receitas caseiras.

Seu ponto de fumaça é de apenas 175 °C, o que o torna pouco viável para uso em preparos culinários quentes, mas pode ser usado desde que você não o queime. É um bom produto para molhos de salada.

Óleo de soja
O mais usado no Brasil. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, ele tem gorduras boas em sua composição, mas seu consumo deve ser moderado, pois, como todos os óleos, ele é muito calórico. Seu ponto de fumaça é de 234 °C.

Por si só, o óleo de soja não faz mal à saúde. O problema é o excesso de consumo, como em frituras. Ele é rico em vitamina E — isso significa que, se usado com moderação, como em molhos de salada ou na hora de refogar os alimentos, pode ajudar em dietas nutritivas.

Óleo de canola
Outro óleo famoso por ser considerado mais saudável do que os outros. A canola é uma planta “melhorada” a partir do desenvolvimento genético de um outro vegetal, a colza. De fato, esse óleo tem menos quantidade de gordura saturada que os demais, incluindo o azeite de oliva.

O óleo de canola também é fonte de ômega 3, gordura considerada boa para o corpo. Contudo, isso não significa que deva ser usado de forma exagerada, pois ainda é um óleo.

Tem ponto de fumaça elevado — 220 °C —, por isso é comum em cozinhas profissionais de outros países, em que seu preço seja mais competitivo frente a outros óleos. Praticamente não tem sabor, o que faz com que seja uma espécie de coringa nas receitas.

Óleo de semente de linhaça e óleo de cártamo
Ambos têm ponto de fumaça baixo: apenas 107 °C. Embora a linhaça tenha ganhado espaço em dietas devido ao seu valor nutricional, o óleo ainda não é tão popular. Ele é rico em gorduras boas, como o ômega 3, sendo considerado uma opção mais saudável do ponto de vista nutricional.

Contudo, para que o óleo de linhaça seja rico nutricionalmente, ele precisa ser feito de forma profissional e com ingredientes de qualidade. Se a produção não for adequada, ele não se torna mais saudável do que outros óleos vegetais.

Já o óleo de cártamo tem sido usado como suplemento alimentar, consumido em cápsulas, pois também é rico em nutrientes. Alguns estudos sugerem que esse óleo pode ajudar a controlar a diabetes e o colesterol alto.

Ademais, esse óleo não libera radicais livres ao ser superaquecido, ainda que tenha ponto de fumaça baixo. Por isso, ele é considerado mais saudável que outros óleos.

Independentemente do óleo que você escolha para a sua dieta, lembre-se que ele perderá nutrientes ao ser aquecido. Por isso, é mais saudável consumi-lo em saladas e outros pratos frios. Alguns liberam radicais livres ao serem esquentados e todos eles não devem ser consumidos caso tenham atingido o ponto de fumaça.

*Por Everton Lima
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*Fonte: megacurioso

O equilíbrio das bicicletas ainda é um misteriosos e inexplicável fenômeno

A maior parte de nós aprende a andar de bicicleta ainda crianças. Este fantástico meio de transporte parece extremamente simples — afinal, seu design permanece praticamente inalterado desde sua invenção, na Alemanha, em 1817.

Basicamente, a bicicleta é um objeto composto por um quadro, duas rodas, um garfo direcionável, um assento, pedais e uma corrente. Sendo uma invenção relativamente simples, isso significa que duzentos anos depois, nós já sabemos tudo sobre ela, certo?

A verdade é que as humildes bicicletas ainda guardam certos mistérios e existem detalhes sobre seu funcionamento que a ciência ainda não sabe explicar — e nós vamos te contar quais são eles!

O misterioso equilíbrio das bicicletas
Os físicos ainda não têm uma explicação definitiva do porque as bicicletas permanecem estáveis quando estão em movimento. E talvez você, leitor, esteja pensando que o responsável por este equilíbrio é a pessoa que está em cima dela. Mas a questão é mais complexa que isto.

Caso faça uma experiência simples, vai notar algo que intriga até hoje os estudiosos: se você “arremessar” uma bicicleta de uma maneira específica, sem ninguém sentado no banco, vai notar que ela é capaz de se mover em equilíbrio por uns bons metros até tombar de lado.

A resposta mais óbvia para entender por que isso acontece remete às leis de Newton, que dizem que um corpo tirado da inércia e posto em movimento tende a continuar em movimento. Só que, neste curto espaço de tempo em que seguem andando, as bicicletas conseguem desviar de certos obstáculos e voltar ao equilíbrio, exatamente como um ciclista faria. E isto é realmente intrigante.

O complicado mecanismo das bicicletas
As primeiras explicações sobre a misteriosa física das bicicletas data da virada do século XX. Entre 1899 e 1910, os matemáticos Francis Whipple, Felix Klein e Fritz Noether publicaram estudos dizendo que a estabilidade da bicicleta se deve à precessão giroscópica, um fenômeno físico que consiste na mudança do eixo de rotação de um objeto. O conceito explica que objetos giratórios resistem no espaço a mudanças de orientação — tal como acontece com um pião, por exemplo.

Os estudos destes matemáticos foram contestados em 1970 pelo cientista David Jones, que constatou erros nos cálculos feitos anteriormente. Segundo ele, estes erros anulavam os efeitos da precessão giroscópica nas bicicletas. Ele levantou a sugestão de que algo mais estava conectado à capacidade de “auto-endireitamento” das magrelas.

Outros pesquisadores trouxeram novas explicações. Foi sugerido também que, além da precessão giroscópica, as bicicletas se mantinham de pé por um chamado efeito cáster, segundo o qual um veículo que está trafegando tende a endireitar as rodas — é por isso, por exemplo, que uma cadeira de computador alinha suas rodas quando é empurrada.

Ainda assim, não há uma explicação definitiva sobre a estabilidade das bicicletas. Hoje há um relativo consenso de que elas se equilibram por uma soma de fenômenos físicos específicos. Descrever o exato funcionamento delas é ainda um mistério para engenheiros e matemáticos.

“Uma bicicleta, na verdade, é extremamente complexa. Entender sua estabilidade, numa comparação muito simplificada, é equivalente a resolver uma equação matemática de quarto grau”, explicou à Superinteressante o professor Andy Ruina, um dos maiores estudiosos da mecânica das bicicletas.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Como um engenheiro escondeu adegas de vinho sob a Ponte do Brooklyn

As famosas torres da ponte do Brooklyn, em Nova York, não são as estruturas mais altas do Ocidente. No entanto, foram imortalizadas em filmes e séries diversas. Além disso, caminhar por essa ponte é quase que uma obrigação para qualquer turista que visite a cidade.

Mas você sabia que, bem embaixo da ponte, há uma história regada a vinho que pouca gente conhece?

As adegas secretas da ponte do Brooklyn
No ano de 1876, após sete anos do início da construção e cerca de sete anos antes da conclusão da ponte do Brooklyn, duas adegas subterrâneas foram criadas: uma, no lado do Brooklyn e a outra do lado de Manhattan.

Tudo começou antes da ponte existir e tem mais a ver com uma estratégia para angariar recursos financeiros do que para esconder vinhos.

Por ocasião dos planos para a construção de uma estrada que ligaria o Brooklyn a ilha de Manhattan, o engenheiro-chefe de pontes, Washington Roebling, bem como seu pai, antes dele, estavam em dúvida sobre o que fazer com às duas instalações comerciais que funcionavam nos pontos de ligação de cada lado.

Na margem do East River no Brooklyn, a Rackey’s Wine Company já mantinha bons negócios envolvendo vinhos. Do lado de Manhattan quem dominava o comércio de bebidas era a Luyties & Co.

E foi então que Roebling, que conhecia bem cada detalhe da construção enxergou uma solução simples para conseguir compensar alguns dos custos de seu projeto estimado em 15 milhões de dólares.

Roebling conseguiu que duas adegas de vinhos fossem criadas uma de cada lado da ponte do Brooklyn.

Além delas, a construção também contaria com diversas câmaras alugadas para comércios e empresas locais, que poderiam usar esses espaços para armazenar produtos.

Com o passar do tempo esses espaços ganharam nomes de ruas francesas, bem como pinturas de videiras e vinícolas como decoração.

Quando a ponte foi concluída, as adegas já estavam funcionando. Devido às ótimas características do lugar como temperatura e umidade adequadas para armazenar vinhos de excelência, não demorou muito para que os nova-iorquinos começassem a comparar as adegas da ponte do Brooklyn com as melhores da França.

Por cerca de 40 anos os moradores do Brooklyn e de Manhattan puderam aproveitar a festa que acontecia sob a estrutura, embora muitos dos que passavam sobre ela não faziam ideia do que havia embaixo.

Mas, como tudo o que é bom precisa ter um fim, no final da década de 1910, um movimento de moderação começou a tomar conta dos EUA e, com a chegada da Lei Seca, o vinho e demais bebidas alcoólicas desapareceram das adegas da ponte do Brooklyn (e de todo o país).

Com isso, as instalações passaram a ser usadas para guardar jornais, o que não pareceu ser uma boa ideia devido à umidade.

Após a Lei Seca, o vinho retornou ao lugar. Então, vieram as duas Grandes Guerras e as coisas mudaram novamente.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Os efeitos nocivos do açúcar no cérebro

A discussão científica sobre nutrição mudou muito nos últimos anos. Os últimos estudos revelam que o açúcar é uma das piores coisas para a saúde geral de uma pessoa, especialmente no caso da obesidade. Mas a maioria das pessoas não sabe que os efeitos nocivos do açúcar se espalham até o cérebro .

O uso de açúcar não está ligado apenas a problemas cardíacos e diabetes. Mas também causa todos os tipos de problemas em nossa mente. Neste artigo você pode aprender mais sobre os efeitos mais nocivos do açúcar. Mas antes de abordarmos essa questão, primeiro precisamos desfazer alguns dos mitos sobre o açúcar.

Há algum efeito prejudicial do açúcar?
Nós crescemos e estamos sobrecarregados com ideias idealistas sobre saúde e nutrição. Mas algumas dessas crenças são completamente incorretas. Por exemplo, aprendemos que comer gordura é o principal fator de risco para doenças cardíacas.

O açúcar tem sido promovido por muito tempo como uma substância completamente inofensiva sem nenhum efeito ruim na saúde. Mas uma pesquisa em 2016 revelou que a indústria do açúcar subornou pesquisadores ao longo da história. Com qual finalidade? Eles queriam manter os efeitos nocivos do açúcar escondidos. Porque agora sabemos que isso tem a ver com, por exemplo, câncer e doenças cardíacas.

É viciante
O vício em açúcar é um problema real. Todos os dias toca mais pessoas. As pessoas com esse distúrbio sentem que precisam usar mais e mais dessa substância para se sentir bem. De fato, quem quer que bane o açúcar de sua vida, experimenta sintomas desagradáveis ​​de inconsciência nos primeiros dias.

Depois que os viciados abandonam o uso de açúcar, por exemplo, eles podem sofrer de dores de cabeça, tontura, fraqueza muscular, ansiedade e estresse. Felizmente, esses sintomas não são permanentes. Eles duram apenas até o corpo funcionar sem essa substância.

Como esse vício funciona? Quando o corpo absorve açúcar, libera uma grande quantidade de endorfinas no cérebro. Então, quando não estamos tão satisfeitos com outros aspectos de nossas vidas, podemos pegar esse material para nos sentirmos bem.


Açúcar causa problemas de memória e insight

Um estudo da Universidade da Califórnia investigou os efeitos do consumo de frutose (um tipo de açúcar encontrado em frutas, vegetais e mel). Esta pesquisa revelou que a frutose tem um efeito prejudicial na formação das sinapses no cérebro. Quando você come muita frutose, a capacidade do cérebro de entender e formar novas conexões diminui.

A pesquisa também mostrou que as pessoas que comem muita frutose têm níveis mais baixos de BDNF. Esta substância ( fator neurotrófico derivado do cérebro ) tem um efeito fundamental na nossa capacidade de criar novas memórias e aprender novas informações.

Alguns estudos também sugerem que o consumo de açúcar pode estar diretamente relacionado à doença de Alzheimer. A comunidade médica está realmente pensando em classificar essa doença como diabetes tipo 3.


Afeta nosso humor

Mas não apenas nossas habilidades cognitivas estão em perigo. Nosso humor muda para um grau extremo devido à glicose. Porque a glicose tem um efeito sobre a insulina no corpo. Como resultado, os picos de açúcar podem causar depressão, ansiedade e mudanças bruscas de humor.

A longo prazo, esses efeitos nocivos do açúcar podem se tornar ainda piores.Quando ingerimos glicose, nossos cérebros liberam a serotonina. Esta substância é um dos neurotransmissores que nos dão uma sensação de prazer. Mas o suprimento dessa substância no corpo não é ilimitado. Porque toda vez que o cérebro libera a serotonina, a quantidade em seu cérebro diminui.

Uma pessoa que ingira quantidades excessivas de açúcar por longos períodos, depois de um tempo, achará difícil ter um sentimento positivo sustentado.

Impede de nos sentirmos saciados
Finalmente, estudos recentes descobriram que a glicose “seqüestra” nosso mecanismo de saciedade. Então, quando nós comemos muito dessa substância, isso levará a uma constante fome por esse motivo. Isso está diretamente relacionado à obesidade e ao excesso de peso.

Aqui estão os efeitos do açúcar na ocitocina e sua função no cérebro, o problema. Mas as consequências para o seu cérebro podem até ser mais preocupantes. Você quer evitar os efeitos nocivos do açúcar e manter uma boa saúde física e mental? Em seguida, tente reduzir o consumo de açúcar o máximo possível.

Artigo publicado no site Verken je Geest, para ler o texto original clique aqui

“Este conteúdo tem apenas o caráter informativo, portanto não deve jamais ser usado como ferramenta de diagnóstico. Para obter um diagnóstico confiável é recomendado que você consulte um profissional especializado antes de tomar ou abster-se de qualquer ação com base no conteúdo gratuito em nosso site.”

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Ciência enxerga capacidade de gatos de reconhecerem os nomes uns dos outros

Uma pesquisa realizada com 48 gatos no Japão concluiu que os felinos são capazes de reconhecer o nome de outros gatos e até mesmo de seus donos – e que “estranham” quando ouvem o nome errado. Realizada por cientistas ligadas a três universidades japonesas, de Kyoto, de Sophie e de Azabu, e publicada na revista científica Scientific Reports, estudando felinos que convivem com vários gatos e pessoas ao mesmo tempo. Para isso, os pesquisadores recorreram aos “gatos cafés”, cafeterias no país onde clientes podem brincar e mesmo adotar os animais que moram nos locais.

A pesquisa mostra que os gatos sabem os nomes de outros gatos – e das pessoas

Além de utilizar os gatos dos cafés, o estudo também trabalhou com felinos que vivem em residências com mais gatos e diversas pessoas, e foi realizado em duas etapas. Inicialmente, os cientistas apresentaram aos gatos imagens de outros felinos conhecidos junto de gravações da voz do dono, chamando o animal primeiro pelo nome correto e, em seguida, por um nome “errado”. A pesquisa concluiu que os animais passaram mais tempo olhando para a imagem na chamada “condição incongruente”, quando o nome não condiz com o animal da foto, do que na “condição congruente”, quando o animal era chamado pelo nome correto.

A pesquisa também apontou uma diferença entre o comportamento dos gatos que vivem nos cafés e os animais dos lares domésticos: os gatos “de casa” passaram mais tempo “intrigados” olhando para a imagem do que os dos cafés. A conclusão sugere que os felinos das cafeterias estão mais acostumados a conviver com outros animais e, assim, com nomes diversos. No segundo momento da pesquisa, o mesmo processo foi realizado com fotos dos tutores humanos no lugar dos animais – e o resultado foi o mesmo.

A segunda etapa foi realizada somente com os animais que moram em residências, e mostrava a foto do “dono” junto de duas gravações, uma com o nome correto, e outra com o nome errado da pessoa. Os animais permaneceram mais tempo olhando para a foto em “condição incongruente” do que para a imagem em na “condição congruente”, quando foto e nome eram compatíveis. “Os felinos não parecem estar escutando as conversas das outras pessoas, mas na verdade eles estão”, afirmou o pesquisador Saho Takagi, da Universidade Azabu, à imprensa local.

No estudo, os gatos “estranham” quando o nome errado é associado a um gato ou uma pessoa

“Esse estudo oferece evidências de que os gatos ligam o nome de uma companhia ao rosto correspondente sem treinamentos explícitos”, diz o texto da pesquisa. “Em outras palavras, a frequência e número de exposição ao estímulo pode tornar a associação rosto-nome mais provável”, concluíram os pesquisadores.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Por que as garrafas de vinho têm 750ml e não 1 litro?

Uma pesquisa revelou que os brasileiros nunca beberam tanto vinho como no ano da pandemia de covid-19. Foram 501 milhões de litros. Isso significa que nunca tivemos tantas garrafas de vinho nas nossas casas. Se você é um consumidor atento, deve ter ficado chateado ao ver que as garrafas de vinho não têm um litro da bebida, mas 750 ml.

Contudo, antes de denunciar a marca para o Procon, é preciso que você saiba que isso não ocorre apenas no Brasil. No mundo todo, as garrafas de vinho têm 750 ml. Por quê? Bem, isso vamos descobrir agora conhecendo as principais hipóteses sobre o tema.

Uma disputa entre franceses e ingleses
Você já sabe que historicamente franceses e ingleses não se davam muito bem, certo? Esses dois povos discordavam sobre muitas coisas. De vez em quando, essas discordâncias acabavam em guerra. Mas, no caso dos vinhos, ela gerava confusão para os vendedores.

Acontece que os ingleses não usavam o Sistema Métrico Decimal como sistema de medida oficial. No lugar dele, preferiam o Sistema Imperial. Para bebidas, eles recorriam ao galão (gallon) como unidade padrão. Cada galão tem 4,546 litros e para tornar a conversão mais simples, esse valor era arredondado para 4,5 L.

Para facilitar a vida das vinícolas francesas, os vendedores passaram a vender caixas com seis garrafas de 750 ml, o que daria um galão de vinho no sistema inglês. Essa conversão funcionava muito bem, principalmente para as grandes compras — e, no século XIX, os ingleses eram os principais compradores do vinho francês.

Capacidade de sopro
Existe uma outra hipótese para as garrafas de 750 ml. Antigamente, a produção de garrafas de vidro era muito mais difícil devido à falta de mecanização. Para produzir uma garrafa, era preciso soprar o vidro quente para moldá-lo.

Diz a lenda que a capacidade pulmonar dos trabalhadores não permitia a confecção de garrafas maiores — e, por isso, elas acabavam suportando cerca de 750 ml da bebida.

Um litro de vinho era vinho demais
Uma terceira hipótese é que 750 ml de vinho era a quantidade adequada para a refeição de um casal europeu. Isso evitava que sobrasse vinho, o que reduziria o desperdício e facilitaria a compra. Ao mesmo tempo, as taças das tavernas tinham capacidade para cerca de 125 ml, logo, uma garrafa poderia encher seis taças.

Mas e os garrafões de 5 litros?
Bem, se você já foi a uma festa da uva, como as realizadas no Sul do Brasil, deve ter percebido que existe a venda de garrafões de 5 litros de vinho, certo? Esses vinhos não são exportados — e, por isso, são embalados de forma diferente. Além disso, esses vinhos são vendidos em maior quantidade por serem feitos com uvas menos selecionadas, logo com uma qualidade inferior, principalmente para exportação.

Inclusive, a produção desses vinhos, chamados de “vinhos de mesa”, permite que a bebida seja feita com outros produtos além de uvas. São bebidas mais baratas e populares.

Já fora do Brasil, os garrafões que se parecem com esses nossos de 5 litros são, na realidade, de 4,5 litros, ou 1 galão, como foi explicado no primeiro ponto dessa matéria, e aí tudo se encaixa.

*Por Everton Lima
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*Fonte: megacurioso

Descubra como aumentar a vida útil do seu PC ou notebook

Imprescindíveis nas rotinas de trabalho, estudo ou até mesmo de lazer, os computadores se transformaram em companheiros inseparáveis dos seres humanos e precisam de cuidados para não falharem no momento de maior necessidade. Afinal, imagine ficar na mão logo no dia da entrega daquele projeto que levou meses para ser concluído. Ou atrasar a sua jornada diária em razão de um teclado que parou de funcionar.

Com práticas preventivas, é possível prolongar a vida útil dos equipamentos, além de evitar prejuízos técnicos e financeiros. Quer manter a sua máquina sempre redondinha? Então confira essas dicas imperdíveis!

Evite o uso de notebooks em superfícies inapropriadas
É muito comum que usuários de notebooks apoiem o equipamento em superfícies inadequadas como no colo, na cama ou em cobertores. Esse tipo de uso obstrui as entradas e saídas de ar e causam um superaquecimento da máquina.

“Ao impedir a refrigeração correta do notebook e, consecutivamente, aumentar a temperatura interna do aparelho, o usuário está colocando em risco o funcionamento do computador a curto e longo prazo. O superaquecimento pode reduzir a vida útil dos componentes da máquina e, em casos mais críticos, até ocasionar o mau funcionamento do sistema operacional, causando lentidão ou até mesmo provocando o seu desligando repentino É recomendável que o aparelho esteja sempre posicionado em superfícies planas e duras”, explica Camilo Stefanelli, responsável pela Compaq no Brasil.

Mantenha a limpeza do computador em dia
Higienizar com frequência o computador é essencial para manter seu bom funcionamento, mas é preciso fazer isso da maneira certa, tomando alguns cuidados básicos. Antes de tudo, o usuário deve verificar se a máquina está totalmente desligada e com o cabo de força fora da tomada.

Feito isso, é aconselhável limpá-lo com um pano macio de modo que a poeira não seja empurrada para dentro da máquina.

Além disso, é preciso ter muita atenção com soluções líquidas, que podem danificar partes eletrônicas e até mesmo o acabamento do equipamento.

Antivírus rodando em notebook
Com ataques de hackers e invasões de pessoas mal intencionadas crescendo no Brasil, nada melhor do que sempre manter o sistema com um antivírus atualizado. Imagem: Rawpixel
Mantenha o antivírus atualizado
Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário utilizar softwares de varredura para certos programas e arquivos, já que eles podem trazer outros potenciais riscos à máquina. Nesse caso, o recomendado é sempre utilizar um antivírus completo e atualizado.

O antivírus pode detectar a maioria dos vírus, destruí-los e, em grande parte dos casos, reparar o dano causado. Para fornecer proteção contínua contra ameaças recentemente descobertas, o software deve estar sempre atualizado.

“Um programa de antivírus pode vir pré-instalado no computador, mas o usuário também pode escolher o programa que já está acostumado para proteger o seu sistema”, recomenda o responsável pela Compaq no Brasil.

Faça backups periodicamente
Fazer o backup do sistema é extremamente importante e a melhor forma de evitar a perda de arquivos importantes em caso de pane na máquina. Nesse caso, o recomendado é fazer o processo periodicamente, de acordo com a frequência de uso de cada um.

Atualize os programas e ative recursos de segurança
Manter o sistema operacional e os principais softwares do computador atualizados também é muito importante, já que eles auxiliam na correção de problemas de segurança e a melhorar o desempenho da máquina.

No caso de programas da Microsoft, por exemplo, os usuários recebem um alerta sempre que uma nova atualização está disponível. O ideal é fazer a atualização assim que a notificação chegar.

Outra iniciativa importante sobre segurança, é ativar alguns recursos de proteção à rede wi-fi, já que nem todas oferecem a proteção necessária.

“Se precisar viajar com o computador ou transportá-lo, o ideal é que o usuário faça um backup das informações em uma unidade de armazenamento externo e remova todos os discos e cartões de mídia acoplados, como SD cards, micro SD e pen drives. Ao utilizar transporte aéreo, leve o computador como bagagem de mão e a mídia externa com o backup das informações e arquivos importantes”, conclui Camilo.

*Por Lauro Lam
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*Fonte: olhardigital

Consumo de laranja ajuda no combate ao diabetes

Estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) sugere que compostos bioativos existentes na laranja ajudam a modular a taxa de açúcar no sangue, o que pode transformar a fruta em um aliado no combate ao diabetes. Os achados foram divulgados na revista Clinical Nutrition Espen.

A investigação foi conduzida por uma equipe do Centro de Pesquisas de Alimentos da Universidade de São Paulo (Forc), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP).

Participaram 12 voluntários saudáveis, de ambos os sexos, que após uma noite em jejum ingeriram uma refeição rica em gordura e carboidratos, com 1.037 kcal. Eles foram divididos em três grupos: um que bebeu apenas água durante a refeição, outro que tomou suco de laranja e um terceiro que recebeu uma bebida à base de glicose com teor de carboidratos equivalente ao do suco de laranja.

O nível de glicose no sangue dos voluntários foi analisado uma, três e cinco horas após o término do desjejum. Logo na primeira medição, como esperado, os três grupos apresentaram um aumento da glicemia. Curiosamente, os valores de glicemia (taxa de glicose no sangue) e insulinemia (taxa de insulina no sangue) do grupo que tomou suco de laranja não diferiram significativamente daqueles observados no grupo da água em todas as avaliações.

“Se a ingestão de suco de laranja não difere da ingestão de água, podemos concluir que os carboidratos do suco não promoveram aumento significativo da glicemia em nosso modelo experimental, diferentemente do que ocorreu com a bebida à base de glicose”, explica Bruna Jardim Quintanilha, doutoranda em nutrição pela Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP) e primeira autora do artigo.

Segundo Quintanilha, tal resultado sugere que outros componentes presentes no suco, como fibras e compostos bioativos, podem ter contribuído para conter a elevação da taxa glicêmica.

O passo seguinte foi investigar de que forma o suco de laranja teria ajudado a conter o aumento da glicemia. Para isso, os cientistas coletaram amostras de sangue dos voluntários e analisaram a expressão dos chamados microRNAs, um tipo de RNA que tem a função de regular a expressão dos genes por meio de interações com o RNA mensageiro.

“Notamos que o suco de laranja teve ação em especial sobre o microRNA 375 ou miR-375, que é um biomarcador da função das células beta do pâncreas”, explica Franco Lajolo, professor emérito da FCF-USP e integrante do FoRC.

Como explica o pesquisador, as células beta são muito numerosas no órgão e são responsáveis por sintetizar e secretar a insulina – hormônio que permite a entrada da glicose nas células.

Os resultados indicam, portanto, que o suco de laranja pode ter uma ação benéfica sobre a produção de insulina e, por tabela, sobre a modulação da glicemia.

“Nossos resultados apontam o miR-375 como possível responsável por essa ação, mas é algo que ainda precisa ser confirmado. São necessários, por exemplo, estudos com pacientes diabéticos para entender exatamente como esse mecanismo funciona”, afirma Lajolo.

*O artigo Ingestion of orange juice prevents hyperglycemia and increased plasma miR-375 expression pode ser lido AQUI
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*Fonte: saberesaude

9 Curiosidades sobre o PAU-BRASIL, a ÁRVORE que dá nome ao nosso país

1. Características
O pau-brasil (Paubrasilia echinata) chega a ter entre 10 e 15 metros de altura e era muito abundante na Mata Atlântica na época de nosso descobrimento pelos portugueses. Ele possui um tronco reto e relativamente fino, com uma coloração cinza-escura. A árvore dá flores amarelas e um extrato interior capaz de gerar uma tinta vermelha.

2. Nome antigo e nova nomenclatura
Antigamente, ela se chamava ibirapitanga em tupi-gurani, onde “ybirá” significa “árvore” e “pintanga” representa “vermelho”. Quando os colonizadores descobriram o nosso país, eles se referiram à árvore como “bersil”, que significava “brasa” na época. Aos poucos, ela acabou sendo chamada de pau-brasil, mas também é conhecida como pau-vermelho, pau-de-pernambuco, arabutã, ibirapitã, muirapiranga, orabutã, pau-rosado e pau-de-tinta.

3. Violino
Em 1775, descobriu-se que o pau-brasil era excelente para o feitio de arcos de violino. Foi nesse ano que François Tourte criou, em Paris, o primeiro arco com essa madeira, dando-lhe o nome de Fernambouc, por ter colhido matéria-prima no estado de Pernambuco. Até hoje, são exportadas madeiras de pau-brasil para a Alemanha, a França e os Estados Unidos com a finalidade de virar instrumentos que chegam a custar US$ 10 mil!

4. Data nacional
Por mais de 375, o extrativismo do pau-brasil aconteceu em todo o país, até que a árvore foi declarada patrimônio nacional em 1978, através da Lei nº 6.607, que ainda estipulou o dia 3 de maio como a data oficial da árvore, que é a única protegida por lei em terras tupiniquins. Também se tentou declarar o ipê-amarelo como a flor nacional, mas isso não foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

5. Boa para a saúde?
Na Universidade Federal de Pernambuco, um longo estudo sobre as propriedades medicinais do pau-brasil continua em curso. Acredita-se que a árvore possa ser antineoplásica, ou seja, capaz de combater alguns tipos de tumores. Em estudo com ratos, a incidência da doença diminuiu em até 87%.

6. Pena de morte
Cortar uma árvore de pau-brasil podia ser motivo de pena de morte durante o final dos anos 1700. Mesmo assim, muitas pessoas ainda o vendiam ao preço de 240 réis por quintal, principalmente no estado do Espírito Santo. O quintal era uma unidade de peso que seria equivalente a cerca de 60 quilos nos dias de hoje.

7. Nome de vilas
O botânico Francismar Francisco Alves Aguiar realizou uma expedição em 1981 na qual encontrou diversos vilarejos chamados de Pau-Brasil em nosso país. Em um deles, a 100 quilômetros de Vitória (ES), a árvore curiosamente não existe mais, em virtude de sua extração descontrolada.

8. Extinção
Em 1928, acreditava-se que não havia mais nenhuma árvore de pau-brasil crescendo espontaneamente em território nacional. Nesse ano, entretanto, um estudante de Agronomia encontrou uma única árvore florescendo em uma área que acabou se tornando a Estação Ecológica da Tapacurá, administrada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.

9. Economia
O primeiro grande ciclo econômico do Brasil foi às custas de nossa madeira-símbolo: muitos se tornaram ricos com o extrativismo que durou até 1875, exportando o pau-brasil para a fabricação de corantes, a construção naval e a marcenaria de luxo. Em 1605, apenas 105 após o descobrimento do Brasil pelos portugueses, já se falava em medidas de proteção, mas elas nunca surtiram muito efeito.

*Por Diego Denk
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*Fonte: megacurioso

Homens são menos afetados pelo estresse do que mulheres, revela pesquisa

Uma pesquisa divulgada pelo site Minha Vida no dia 7 de abril revelou como o estresse afeta mais e de forma mais intensa as mulheres, em comparação com o efeito relatado sobre seus pares homens. Realizada pelo Webedia Life – Insights, a pesquisa trabalhou com mais de mil participantes, e foi divulgada nessa data para contribuir com o Dia Mundial da Saúde, revelando que 50% dos homens enxergam o estresse como algo normal – resultado bastante diferente do apontado pelas mulheres, entre as quais 57% apontaram se tratar de algo que as faz muito mal.

Segundo o levantamento, 10% dos homens afirmaram que nunca sentiram estresse, enquanto entre as mulheres somente 1% revelaram jamais ter estado sob tal efeito. A relação com o sono, elemento determinante para a saúde e mesmo a dimensão do impacto do estresse, também ilustrou uma grande diferença de gênero: de acordo com a pesquisa, 65% dos homens afirmaram que suas horas de sono são suficientes, enquanto 51% do público feminino confirmaram sentir vontade de dormir mais ao despertarem. A pesquisa foi realizada em formato online, entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, com mais de mil visitantes do Minha Vida.

A participação reunia 74% de mulheres respondendo ao levantamento, com 25% da participação por pessoas entre 55 e 64 anos, 25% de 45 a 54 anos, e 20% entre 35 e 44 anos. Para além do estresse, a pesquisa apontou outros aspectos importantes da relação com a saúde: 83% apontaram o desejo de envelhecer de forma saudável como motivação para se cuidar, com 74% apontando para o desejo de ter mais disposição, 56% de entrar em forma como os estímulos mais votados. A manutenção de uma vida sexual ativa foi mencionada por 50% homens e 30% das mulheres como fonte de saúde e bem-estar.

O público masculino na pesquisa afirmou que os profissionais de saúde mais visitados foram cardiologistas, para 53%, dentista, também citado por 53%, e oftalmologista, por metade dos participantes. Já as mulheres apontaram os ginecologistas como os profissionais mais recorrentes, para 66%, dentistas, para 52%, e clínicos gerais, para 49% das entrevistadas. A ansiedade foi o problema de saúde mais citado por homens e mulheres, com pressão alta também apontada por 30% dos homens e dor nas costas por 27%, enquanto as mulheres complementaram o quadro com dores nas costas para 35% – e justamente o estresse como um dos problemas mais recorrentes para 32%. A pesquisa esta disponível para ser acessada na íntegra no site Minha Vida.

Por Vitor Paiva
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Fonte: hypeness

Cinco benefícios que vão fazer você tomar café agora

Muito além de indicadores econômicos e comerciais, o café é mesmo uma bebida que remete a memórias afetivas, está presente nas interações sociais e traz benefícios para a saúde

O Brasil ostenta muitos títulos. Alguns bons, outros nem tantos. Mas há um deles que é certamente motivo de orgulho e de respeito mundo afora: a nossa produção e exportação de café! Portanto, o Hub do Café lista cinco benefícios que vão fazer você tomar café agora.

Já que o país é o maior produtor de café e principal exportador dos grãos, de acordo com o Ministério da Agricultura.

Além disso, no quesito consumo (quantidade por pessoa), ocupa o 14º lugar, de acordo com a OIC (Organização Internacional do Café). Bem como figura entre as nações que mais consomem a bebida milenar. Ademais, está presente na mesa e no dia a dia da maioria dos brasileiros.

Diga-se de passagem, por que não aproveitar esta leitura e ir “passar um cafezinho”?

Café é agro está em todo lugar
Muito além de indicadores econômicos e comerciais que corroboram sobre a força dos cafés brasileiros, sua produção e qualidade, o cafezinho é mesmo uma bebida que remete a memórias afetivas, e memes também! Na internet há milhares deles. Desde o clássico que marcou a infância de muita gente: “Gostaria de entrar para tomar uma xícara de café”? – bordão da Dona Florinda, no desenho Chaves, a crianças fofas com o “Hoje tem café? Quero café”!.

Além disso, é fato que o café está sempre muito presente em diferentes interações sociais. No encontro com amigos, na pausa com os colegas de trabalho, bem como nos bons encontros da vida, na conversa que antecede um negócio e muito mais. E, acredite, o café é tão poderoso que além de tudo isso ainda faz bem à saúde!

Benefícios
Diferentes estudos científicos já comprovaram os efeitos e benefícios do café no organismo. Entre os principais, destaca-se o fato de ele acelerar o metabolismo, melhorar a concentração e estimular a memória. Desde que consumidor de forma moderada, os médicos e especialistas recomendam a bebida, cujo grão é rico em antioxidantes e outras substâncias que ajudam o corpo a liberar energia.

O Hub do Café selecionou cinco benefícios do café. Veja:
– É capaz de proteger a saúde do coração e prevenir doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

– Ajuda o cérebro a trabalhar mais rapidamente, ou seja, aumenta a capacidade de concentração por ter características psicoativas.

– Ajuda a estimular o metabolismo e melhora o desempenho na hora de realizar exercícios físicos. Isso porque tem propriedades termogênicas, o que acaba contribuindo também para a perda de peso.

– Contribui para a liberação de serotonina, ou seja, o neurotransmissor do bem-estar.

– Por ser rico em compostos bioativos com propriedades antioxidantes, ajuda a combater os radicais livres, prevenindo envelhecimento precoce e depressão – isso porque os polifenóis no café combatem os radicais livres e diminuem inflamações nas células do sistema nervoso central.

Por fim, com isso tudo, o que não faltam são motivos para começar a tomar café.

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*Fonte: hubdocafe

Por que algumas pessoas sentem enjoo ao viajar de carro?

Se você é uma pessoa que sofre enjoo com veículos em movimento, pode ser difícil viajar por causa de sintomas como tontura, vertigens, náuseas e até vômitos.Não é possível explicar como algumas pessoas conseguem ler e mexer no celular durante longas viagens, enquanto outras passam mal durante o trajeto. Assim como não se sabe porque algumas pessoas sentem enjoo por conta do movimento apenas em alguns tipos de veículos e não em outros.

Mas existem duas teorias que podem ajudar a explicar esse fenômeno.

As teorias

A teoria dos conflitos sensoriais aponta que o nosso sistema de equilíbrio é um dos principais fatores que provoca o enjoo de movimento. O equilíbrio é mantido por meio da combinação do que estamos vendo e sentindo, com as informações enviadas pelo órgão responsável pelo equilíbrio nos nossos ouvidos internos, o que ajuda o nosso sistema de equilíbrio a determinar onde estamos.

Caso as informações dos nossos olhos, ouvidos internos, dos sentidos do tato e pressão não coincidirem, elas podem nos fazer perder o equilíbrio ou a estabilidade. Por isso, acredita-se que o enjoo de movimento é provocado por causa do desequilíbrio de informações dos nossos sentidos. Enquanto nossos olhos e ouvidos internos dizem ao corpo que estamos nos movendo, estamos sentados em uma mesma posição durante todo o trajeto.

Por isso, quanto menos contradições sensoriais sofrermos em um veículo, menos propensos estamos a sentir enjoo. Pensando nisso, podemos afirmar que viajar em um carro em uma rodovia reta e suave, causará menos incongruências sensoriais do que viajar em uma estrada sinuosa e cheia de buracos.

Esta tese é considerada a explicação mais forte para o enjoo de movimento. No entanto, uma teoria alternativa aponta que tudo está relacionado ao controle da postura.

De acordo com essa segunda teoria, o enjoo de movimento não acontece apenas por causa da falta de coincidência das informações sensoriais. Na realidade, nossa incapacidade de mudar nossa postura para reduzir a diferença de informações é o que provoca o mal-estar.

Apesar disso fazer sentido, até porque nem sempre podemos nos mover durante uma viagem, não existem muitas evidências para apoiar essa teoria.

Não existe uma única razão para o enjoo

As pessoas possuem enjoo de movimento de formas diferentes e não existe uma única razão para algumas pessoas sofrerem com mais frequência que outras.

No entanto, as diferenças entre como os sistemas de visão e o equilíbrio de uma pessoa funcionam afetarão como elas podem se sentir em diferentes tipos de veículos. Alguns distúrbios – incluindo enxaquecas e doenças do ouvido interno, como a doença de Ménière – aumentam a chance de enjoo de movimento.

O sexo e a idade podem também aumentar a probabilidade de sofrer enjoo de movimento. Algumas pesquisas apontam o pico desse mal-estar com nove ou dez anos de idade e que são mais comuns em mulheres. Mas não são apontados os motivos para isso acontecer.

O veículo em que as pessoas viajam também afeta a severidade do enjoo de movimento. Além disso, quanto mais tempo durar a experiência e quanto maior for o tamanho do movimento, piores serão os sintomas.

Muitas pessoas também sofrem de enjoo de movimento quando viajam como passageiros e não quando estão dirigindo o veículo. Isso pode ser explicado pelo fato do motorista antecipar o movimento do veículo e movimentar seu corpo conforme esse deslocamento.

Se o carro fizer uma curva fechada, por exemplo, o motorista ficará olhando para frente, antecipando o movimento do veículo enquanto ele faz curva, já os passageiros costumam reagir apenas no momento da curva, inclinando-se na direção oposta.

“Ciberenjoos”

O enjoo de movimento não está limitado ao “mundo real”. Os “ciberenjoos” são enjoos de movimento que as pessoas sofrem nos ambientes virtuais, muitas vezes enquanto jogam videogames.

Ele ocorre por causa do conflito sensorial provocado por ver o ambiente mover-se na tela enquanto o corpo permanece estacionário. Por isso, assistir filmes 3D no cinema também pode causar enjoo.

Para as pessoas que sofrem com enjoo de movimento, o recomendado é evitar ler no carro, além de tentar olhar para fora da janela. Isso pode ajudar a reduzir as náuseas, visto que informações visuais coincidem melhor com as informações de equilíbrio dos ouvidos internos.

Essa indicação também é válida para viagens em navios e trens. Concentrar-se no cenário que está passando na sua janela pode reduzir os sintomas.

Também ajudam a reduzir o enjoo de movimento não comer muito antes de viajar, ventilar o veículo e fazer paradas regulares. Caso isso não funcione, pode ser usada medicação contra o enjoo, sob prescrição médica.

Os remédios diminuem a atividade do sistema de equilíbrio do cérebro ou a quantidade de sinais que o cérebro envia para o intestino, o que ajuda a reduzir as náuseas e os vômitos.

*Por Nathalia Matos
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*Fonte: fatosdesconhecidos

5 Fatos intrigantes sobre o jogo ‘PEDRA, PAPEL E TESOURA’

Quem nunca disputou com um amigo uma melhor de três em uma partida de Pedra, Papel e Tesoura para decidir quem precisaria fazer determinada coisa? Jogado desde muito tempo atrás, esse é um jogo conhecido por milhões de pessoas em diversas culturas ao redor do planeta.

O que muitos não pensam, entretanto, é que existem poucas brincadeiras tão populares e com uma história tão única por aí. Pensando nisso, nós separamos uma lista com cinco fatos intrigantes sobre Pedra, Papel e Tesoura para você aprender mais. Fica ligado!

1. Jan-Ken-Pon
Em algumas partes do Brasil, muitas pessoas possuem o hábito de chamar esse jogo com as mãos de “Joquêmpo”. Porém, a escrita correta da palavra é “Jan-Ken-Pon”, que teria nascido na China e se espalhado por toda a Ásia — principalmente no Japão. Na Terra do Sol Nascente, o jogo teria chegado à Ilha de Kyuushuu no ano de 1642 e logo tornou-se popular na região de Osaka.

Inicialmente, era um jogo entre duas pessoas que simultaneamente estendiam os dedos de uma mão e precisavam tentar adivinhar o total de dedos esticados na partida. Como era uma brincadeira de bar, o perdedor precisaria beber um shot de alguma bebida. Com o passar do tempo, as regras foram mudando.

2. Disputa de tribunal
Nos Estados Unidos, o juiz Gregory Presnell pediu para que dois advogados entrassem em uma partida de Pedra, Papel e Tesoura para definir onde deveria ocorrer o depoimento de uma testemunha. Foi definido que o jogo deveria acontecer nas escadarias do tribunal de Tampa, para evitar mais desentendimentos.

Se não bastasse, a disputa seria supervisionada por Matti Leshem, co-comissário da liga norte-americana de Pedra, Papel e Tesoura. Entretanto, os advogados acabaram discordando da metodologia e optaram por se resolver por outros meios.

3. Aleatoriedade
Com três opções a serem escolhidas, você provavelmente sempre pensou que Pedra, Papel e Tesoura foi uma brincadeira imprevisível e sobre sorte, certo? No entanto, um extensivo estudo feito por pesquisadores chineses concluiu que o jogo não é tão aleatório assim.

Segundo os cientistas, a melhor estratégia é jogar com base na última jogada do outro jogador. Se seu adversário acabou de ganhar, o mais recomendado é mudar sua escolha para aquela que venceria na rodada anterior. Se eles tiverem perdido, eles estarão mais propensos a mudar de resposta e você terá menos opções para escolher — sendo pedra a escolha mais comum entre os jogadores.

4. Criação do jogo
Segundo historiadores, a primeira menção a esse tipo de jogo aconteceu na dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.) na China, substituindo os elementos por “Sapo, Cobra ou Lagarto”. Na versão japonesa, um erro de tradução colocou o jogo como “Sapo, Lesma e Cobra”.

Não há exatamente arquivos históricos que mostrem quando a brincadeira chegou nas Américas, mas parece ter começado nos Estados Unidos por volta do século XX. Inclusive, as regras da brincadeira chegaram a aparecer em uma edição do The New York Times em 1932.

5. Treinamento de Chimpanzés
Se você estiver com dificuldades de encontrar um parceiro para brincar de Pedra, Papel e Tesoura, saiba que os chimpanzés podem ser treinados para participar da brincadeira. Segundo pesquisadores, esses primatas possuem a capacidade de jogar no mesmo nível de uma criança de 4 anos.

Estudos feitos no Japão e na China demonstram que eles possuem certa dificuldade em entender a natureza circular do jogo, mas possuem a habilidade de uma hora compreender como funcionam as regras de uma partida. Dessa forma, podemos notar que são criaturas bem inteligentes.

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

Quer um motivo para tomar café todos os dias? Listamos seis!

Não há dúvidas de que o café é uma paixão. Prova disso é que é a segunda bebida mais consumida no mundo.

Mas, o que muitas pessoas não sabem é que além do sabor incrível, o café possui inúmeros benefícios para a saúde.

Então, se você queria um motivo para tomar café todos os dias, o Hub do Café listou seis.

Tomar café
De acordo com a matéria do portal Cool The Life Style consumir de uma a três xícaras de café tem suas vantagens. É claro que a ingestão excessiva pode levar a taquicardia, dificuldade para dormir ou ansiedade. Mas, na medida certa, os benefícios se sobressaem.

Então, confira os seis motivos levantados pela reportagem para beber café todos os dias:

1. É um poderoso antioxidante
O café demonstrou ser rico em antioxidantes, como polifenóis e ácidos hidroxicinâmicos, que fornecem, pois, nutrientes importantes ao retardar a degeneração natural do DNA.

2. Ativa a mente
Este é o benefício que as pessoas mais conhecem. Pois, a cafeína nos estimula e nos ativa. Mas, também é responsável por melhorar algumas funções cognitivas como acelerar os processos cerebrais e melhorar a memória. Um dos grandes benefícios de tomar café é que ele nos ajuda a ficar mais ligados, atentos e focados ao longo do dia.

3. Café contra dores de cabeça esporádicas
A cafeína, devido às suas propriedades vasodilatadoras, ajuda a combater as dores de cabeça e aumenta o efeito dos anti-analgésicos. Portanto, entre os benefícios do café está que ele também pode ajudar a eliminar uma leve dor de cabeça. No entanto, especialistas não recomendam uma alta ingestão diária de café para quem sofre de enxaqueca regular.

4. Contribui para a perda de peso
Como a cafeína acelera a termogênese, um processo metabólico no corpo que ajuda a queimar mais gordura, esse produto é frequentemente incluído em dietas para perder peso.

5. Reduz o risco de diabetes tipo 2
Vários estudos relacionam um consumo moderado, no qual entraria o descafeinado, com uma chance 25% menor de sofrer desse tipo de diabetes. Os mecanismos pelos quais o café influencia no não desenvolvimento desta doença não são claros, mas pode ser devido ao seu efeito antioxidante, anti-inflamatório e termogênico.

6. É bom para o coração
O café tem sido tradicionalmente associado a um risco maior de doença cardíaca devido ao efeito estimulante da cafeína; porém, tomar café, sem abusar, protege contra doenças coronárias. Além disso, é especialmente recomendado para pessoas com pressão arterial baixa.

*Fonte: hubdocafe

10 fatos bizarros que você não sabia sobre a saliva

A saliva é bem o tipo de coisa que a gente só presta atenção quando está voando da boca de alguém no momento mais inoportuno possível. Mas a verdade é que, independente da quantidade de atenção que a gente dedique a ela, a saliva é um sim um mar de fatos bizarros que talvez você não queira mesmo conhecer. Só que a sua curiosidade é tão grande que você apenas não consegue evitar e quer que eu pare de enrolar e comece logo a diversão.

Pois muito bem. Seus desejos serão atendidos! Vamos aos 10 fatos bizarros que você não sabia sobre saliva:

10. A saliva produz pedras nas glândulas salivares
Palavras-chave que fazem qualquer um chorar como uma criancinha: pedra, 7 cm, dentro, boca.

Nunca ouviu falar disso? Que bom. E tomara que aqui seja o único lugar que você ouça falar. Pedras salivares são basicamente como as pedras no rim, só que ficam na sua boca. Os sintomas mais comuns são boca seca, dor ou inchaço no pescoço e dificuldade de engolir. Mas apesar de eu, você e todo mundo que sabe da existência dessas coisas ter a certeza de que elas são terríveis, os cientistas ainda não têm certeza de como elas se formam, nem por quê. Eles culpam os suspeitos mais comuns: desidratação, alimentação pobre e uso de algum medicamento, mas a verdade absoluta é que ainda não sabem dizer qual é o problema.

Ao que tudo indica, as pedras salivares são mais recorrentes em homens adultos e podem crescer em uma proporção absurda. Enquanto na maioria dos casos registrados até hoje as pedras eram de poucos milímetros, alguns azarados chegaram a desenvolver pedras de até 7 cm.

Digamos que você é um desses casos de extremo azar e acabou desenvolvendo uma pedra dessas na boca. O que fazer? Depois de correr e gritar, o primeiro passo é descobrir qual é o tamanho. Pedras pequenas podem ser removidas pelo simples ato de chupar balas azedas. Isso ativa as glândulas, fazendo com que elas produzam mais saliva e praticamente joguem as pedras para fora. Se a pedra não cooperar ou for muito grande, um dentista pode disparar ondas de choque em sua boca, quebrando a estrutura em pequenos pedaços. E, claro, sempre existe a possibilidade de fazer uma cirurgia tradicional. Como você está se sentindo hoje? Com coragem? Então dá o play para ver como esse procedimento funciona:

9. Saliva do Monstro-de-gila reduz desejo por alimentos
Quem diria que um lagarto venenoso dos Estados Unidos seria a cura para vícios como… Chocolate?

Na verdade, muitas pessoas se consideram “chocólatras”, mas poucas realmente têm essa dependência alimentar. O que a maioria de nós realmente tem é um desejo absurdo por determinados alimentos. Um desejo que costuma nos dominar – muito mais do que gostaríamos. E a solução para esse problema pode estar na saliva do monstro-de-gila, uma lagarto que vive nos desertos da América do Norte. Sua mordida é venenosa, mas sua saliva pode acabar com o vício em comida, já que pesquisadores suecos descobriram que ela é rica em um composto chamado exendin-4 que age no cérebro, basicamente satisfazendo os desejos por comida.

8. Saliva aumenta o desejo sexual
Quem acha que a ciência é um negócio chato é porque provavelmente nunca ouviu falar na filematologia, a ciência que estuda o beijo. Em um teste, cientistas descobriram que beijar libera dopamina, serotonina e ocitocina, substâncias que tem um papel importante e fundamental no que a gente chama de “paixão”.

De acordo com a antropóloga Helen Fisher, os homens preferem beijos molhados, o popular “beijo de língua”, porque a saliva contém traços de testosterona e durante um longo período de tempo estimula a libido da mulher, aumentando sua vontade de ter relações sexuais.

7. A saliva contém analgésicos naturais
Ainda não chegamos nem na metade da lista, mas uma coisa já deu para todo mundo concluir: a boca é um lugar estranho. Não apenas é o lar de possivelmente 72 variedade de bactérias, como também produz um dos analgésicos mais potentes que a ciência conhece: a opiorfina, que é nada menos que 6 vezes mais potente que a morfina.

6. Celulares fazem você salivar mais
De acordo com pesquisas desenvolvidas no Vidya Shikshan Prasarak Mandal’s Dental College and Research Centre, na Índia, pessoas que ficam muito tempo penduradas no telefone babam 26% mais do que as pessoas que não tem esse hábito – ou necessidade. Em 2012, os cientistas separaram 142 pessoas em dois grupos: os que usavam muito telefone – mais de duas horas por dia -, e os que eram mais controlados.

Durante o estudo, alguns cientistas menos sortudos tiveram que acompanhar o fluxo de saliva nas glândulas parótidas dos voluntários. Localizadas dos dois lados da face, perto das orelhas, estes órgãos são as maiores glândulas salivares do nosso corpo e, como os cientistas constataram, eram maiores entre as pessoas que falavam mais no telefone. Ou seja: glândulas maiores, mais saliva.

Ratos temem saliva de gatos

5. Introvertidos salivam mais
Basicamente, existem dois tipos de pessoas no mundo: os introvertidos e os extrovertidos. Os dois raramente se cruzam por aí, por um motivo bastante óbvio: os introvertidos estão ocupados demais se escondendo do mundo. Mas, quando acontece de terem que conversar com alguém, no melhor estilo beco sem saída, o cérebro das pessoas que tem essa característica marcante na personalidade reage com uma força incrível.

Existe uma parte do cérebro chamada Sistema de Ativação Reticular (SAR) que responde pelo contato social e que, segundo teorias, é mais ativa em pessoas introvertidas do que em pessoas extrovertidas. Na verdade, os cientistas acreditam que o SAR de um introvertido é despertado muito mais facilmente do que em um extrovertido. Assim, quando os introvertidos interagem com outros seres humanos, seu SAR entra um pouco em pânico. E a única maneira de acalmá-lo é ficando longe desses estímulos externos negativos (nesse caso, também conhecidos como “outras pessoas”). Mas o SAR tem um segundo emprego.

Além de controlar as habilidades sociais, essa região do cérebro também é responsável pela quantidade de saliva que produzimos. E, graças ao SAR, os pesquisadores podem determinar se você é uma pessoa extrovertida ou introvertida com base em quanta saliva tem na sua boca. Tudo que eles precisam é de um limão.

Em 1967, professores e HJ Eysenck Sybil, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres, realizou um experimento cítrico em 100 voluntários. Ele passou suco de limão sobre a língua das pessoas e viu que quase instantaneamente a boca deles se encheu de água. Eysencks também notou que os introvertidos salivavam muito mais do que os extrovertidos. Tudo isso porque o Sistema de Ativação Reticular de um introvertido reage excessivamente em situações sociais, bem como durante a produção de saliva.

4. A saliva pode revelar sua idade
Tudo porque o DNA contido em nossa saliva muda com o passar do tempo. Conforme envelhecemos, nosso DNA passa por um processo químico chamado metilação, que ativa certos genes e desativa outros – tudo com base em fatores ambientas, como alimentação. Em outras palavras, à medida que envelhecemos, a metilação muda a forma como nossos genes se expressam.

Tendo isso em mente, os pesquisadores da UCLA (Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos) analisaram o DNA de cerca de 130 pessoas. Ao focarem os estudos em 2 dos genes mais afetados pelo tempo, os cientistas descobriram que poderiam determinar a idade de uma pessoa, com uma margem de erro de apenas 5 anos. O que é incrível!

Estranhamente, a idade do nosso DNA, conhecida como idade biológica, nem sempre condiz com a nossa idade cronológica. E é por isso que os cientistas podem apenas estimar a idade cronológica com base na saliva. O mais interessante disso tudo é que se os médicos puderem saber qual é a idade biológica de um paciente, poderão decidir melhor que tratamentos os pacientes devem receber para combater doenças relacionas a idade com mais eficiência.

3. Saliva de morcegos pode ajudar a tratar derrames
Você que não quer ver um morcego nem se estiver pintado de ouro e cravejado de diamantes. Mas, um dia, ele pode salvar sua vida. Isso porque a saliva desses bichos está cheia de uma enzima chamada desmoteplase (DSPA).

Quando um morcego está se alimentando, essa enzima faz com que o sangue da vítima inocente não coagule e ele consiga sugar tranquilamente até matar toda sua fome. Parece terrível, mas não é hora de chamar o Van Helsing ainda! Porque, segundo alguns cientistas, a desmoteplase da saliva dos morcegos pode ser usada para ajudar pacientes que sofreram um AVC – acidente vascular cerebral.

Como você já deve saber, o AVC é um problema sério e pode deixar sequelas como paralisia e problemas na fala, como também pode levar uma pessoa à morte. O acidente acontece quando se formam coágulos de sangue nos vasos do cérebro, o que impede a circulação do sangue e, consequente, de oxigênio.

Ligou os pontos?

Segundo pesquisas realizadas na Austrália, a DSPA pode atuar na desintegração dos coágulos formados no cérebro, auxiliando no tratamento. A desmoteplase ainda não chegou ao mercado porque está em fase de testes, mas tudo indica que logo estará por todo o mundo salvando vidas.

2. Pais têm uma saliva superpoderosa
Alguns pais, quando veem a chupeta de seus filhos caída no chão e servindo como um verdadeiro ímã para germes e bactérias, pulam o caminho até a pia para lavá-las e simplesmente as colocam na boca e chupam a sujeira.

Parece um tanto nojento, mas pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, acreditam que pais que fazem isso praticamente vacinam seus filhos contra alergias.

Em um estudo realizado com 65 bebês, eles compararam filhos de pais que limpam a chupeta com água e sabão com filhos de pais que lambem a chupeta. Para a surpresa geral de todas as nações, crianças de pais considerados “nojentos” tinham menos chances de desenvolver doenças como asma e eczema.

Os pesquisadores acreditam que quando os pais limpam as chupetas com a própria boca, eles passam algumas bactérias boas para o bebê. Ou seja: ao invés de estarem fazendo uma coisa que poderia ser considerada nojenta, eles na verdade estão fazendo um grande favor a seus herdeiros.
Como a saliva dos pais pode evitar que uma criança desenvolva alergias

1. Existe um comércio ilegal de saliva na África do Sul
O comércio de saliva se desenvolveu e cresceu na África do Sul por conta da tuberculose, que é um grande problema do país. A cada ano, meio milhão de pessoas são diagnosticadas. A desnutrição e o HIV só ajudam a piorar toda a situação. E para tentar ajudar os doentes, o governo oferece um subsídio financeiro. E é aí que os criminosos encontraram uma brecha.

Com tão poucas oportunidades de emprego disponíveis, algumas pessoas desesperadas decidiram se passar por doentes para ganhar o auxílio do governo. Pessoas saudáveis se tornam traficantes de saliva de pessoas tuberculosas, e chegam a vendê-la por algo em torno de U$4 a $9 (R$ 10 a 20) cada garrafa. Os compradores, então, entregam suas amostras contaminas em clínicas.

É certo que o procedimento padrão do hospital é acompanhar o paciente enquanto ele produz a própria saliva. Mas como os hospitais sul-africanos estão abarrotados, as pessoas acabam sendo atendidas com muita pressa e burlar o sistema acaba ficando fácil.

É de revirar o estômago. [Listverse]

*Por Gabriela Mateos
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*Fonte: hypescience

Sistema japonês devolve objetos perdidos para os donos

No Japão, quase 90% dos celulares perdidos são devolvidos aos seus donos. Saiba como funciona o eficiente sistema japonês

No Japão, milhões de objetos pessoais são perdidos anualmente. No entanto, se você perder pertences, como um telefone celular ou carteira, provavelmente vai conseguir recuperar.

Os pertences perdidos em território japonês são armazenados no centro de achados e perdidos de Lidabashi, em Tóquio. No ano de 2019, foram devolvidos para os seus donos 4,15 milhões de itens perdidos, o recorde do local.

Atualmente, o lugar armazena mais de 600 mil objetos. Yukiko Igarashi, chefe do centro, informa que aproximadamente 7,7 mil itens perdidos são guardados no local diariamente.

“Tóquio tem 20% de todos os itens perdidos no Japão”, afirma ela. “E o item que tem maior índice de recuperação é o celular.”

Aproximadamente 90% celulares e 70% das carteiras perdidas são devolvidos para os donos em território japonês.

“Outra coisa muito comum que as pessoas costumam perder são documentos oficiais”, afirma Igarashi, “como carteiras de motorista, cartões de plano de saúde, cartões de crédito ou cartões de desconto de lojas”.

Apesar da maioria dos itens perdidos serem devolvidos no mesmo dia para os donos, alguns objetos raramente voltam para os seus proprietários.

“A taxa de recuperação mais baixa é para guarda-chuvas, com menos de 1%. Você pode substituir facilmente um guarda-chuva de plástico barato, então as pessoas geralmente não os procuram”, conta Igarashi.

Como funciona o eficiente sistema de achados e perdidos do Japão?
De acordo com Igarashi, o segredo para o sucesso dos achados e perdidos do Japão é que todos os itens são entregues ao “Koban”, a delegacia de polícia local.

“Os deveres do policial no Koban incluem patrulhar a área, aceitar objetos perdidos e arquivar relatórios de objetos perdidos”, informa o policial Wada, do Sukiyabashi Koban, em Tóquio.

Os agentes de segurança pública também são responsáveis por cuidar de pessoas perdidas ou bêbadas, ouvir cidadãos sobre questões que possam provocar problemas. Além disso, lidam com acidentes de trânsito e criminosos.

No Japão, os policiais passam uma imagem diferente da polícia mundial. Isso porque a abordagem é baseada nas necessidades da comunidade e na presença do Koban, o que ajuda na entrega e comunicação sobre um objeto perdido.

“Em média, recebemos sete itens perdidos por dia neste Sukiyabashi Koban”, afirma Wada.


O que acontece com os objetos que não são devolvidos?

Yukiko Igarashi explica que se o dono não aparecer, após um certo tempo, no Koban, o item é transferido para o Centro de Achados e Perdidos. Se ninguém aparecer depois de três meses, a pessoa que achou pode ficar com o objeto. Caso ela prefira abrir mão do ítem, ele fica em posse da cidade e pode ser leiloado.

“O item mais memorável que já recebi foi um envelope contendo US$ 8,8 mil (R$ 45 mil em valores atuais) em dinheiro”, conta o agente Wada.

Igarashi afirma que não é incomum serem devolvidas grandes quantidades de dinheiro.

“Para mim, os objetos mais memoráveis foram uma dentadura e muletas. Me pergunto como o dono poderia voltar para casa sem eles?”, destaca ela.

Igarashi informa que por mais de mil anos, o Japão possui uma lei sobre objetos perdidos. “Pessoalmente, acredito que a educação moral do Japão desempenhou um papel importante na formação de nossa atitude em relação a itens perdidos.”

Além disso, as crianças são ensinadas a devolverem itens perdidos no Koban. Para o professor Masahiro Tamura, da Universidade Kyoto Sangyo, o primeiro contato da maioria das pessoas com a polícia é quando vão entregar os objetos perdidos aos Koban.

Tamara explica que o povo japonês se importa muito em como as outras pessoas enxergam o seu comportamento. Sendo assim, a atitude de devolver objetos perdidos está ligada à imagem na sociedade.

O professor acrescenta que a disciplina moral é mantida mesmo quando ocorrem desastres naturais, sendo o único caso de aumento de crimes durante o desastre de Fukushima.

“Então, acredito que o poder dos olhos das pessoas sobre nós é muito maior do que o poder da autoridade pública”, afirma o japonês.

Apesar da pandemia ter reduzido o número de objetos perdidos no Japão, o centro recebeu 2,8 milhões de itens no último ano.

*Por Nathalia Matos / Fonte: G1
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*Fonte: fatosdesconhecidos

SUDOKU: A História do famos quebra-cabeça matemático

Já imaginou combinar um quebra-cabeça com um jogo matemático? Na sua cabeça pode não soar tão interessante assim, mas essa é a proposta apresentada pelo sudoku e que acabou se tornando extremamente popular ao redor do mundo. Embora o nome venha do japonês “Su” (número) e “doku” (único), o jogo foi criado na Suíça no século XVIII e se espalhou para outras partes do planeta.

A primeira vez que uma tabela de sudoku apareceu em um jornal aconteceu na França em 1895, mas as versões modernas que conhecemos hoje em dia foram invenção de Howard Garns, um inventor freelancer de quebra-cabeças dos Estados Unidos, em 1979. Então, vamos conhecer um pouco mais sobre essa história!

Mudança de nome

Embora seja um jogo criado no Ocidente, o sudoku realmente caiu nas graças da população japonesa. Originalmente, esse quebra-cabeça era chamado de “Number Place”, visto que seu objetivo era colocar números individuais em espaços vazios de uma grade 9×9.

Quando chegou ao Japão em 1984, no entanto, o jogo foi rebatizado. Sudoku é uma abreviação para uma expressão japonesa bastante longa “Suji wa dokushin ni kagiru”, que significa “os dígitos são limitados a uma ocorrência”. No país do sol nascente, cerca de 600 mil revistas de sudoku são vendidas por mês — destacando sua popularidade.

Um motivo para esse quebra-cabeça ser tão popular entre os japoneses é porque a língua japonesa simplesmente não funciona muito bem para palavras cruzadas. Dessa forma, seria muito mais fácil obter sucesso através de uma brincadeira que só envolvesse números, sem contar que é um quebra-cabeça fácil de ser jogado enquanto as pessoas estão se locomovendo de trem ou ônibus.

Reintrodução ao Ocidente

Se sudoku era chamado de “Number Place” nos países do Ocidente no passado, por que é que adotados a pronúncia japonesa nos últimos tempos? Quem reintroduziu esse jogo para a nossa cultura foi o neozelandês Wayne Gould, que passou férias em Tóquio em 1997 e descobriu uma das revistinhas em uma banca de jornal.

Ele logo tornou-se um entusiasta do jogo e passou seis anos de sua vida desenvolvendo programas de computador que pudessem gerar novos quebra-cabeças similares. Em 2004, o sudoku passou a ser publicado pelo The Times of London e tornou-se um fenômeno global durante as últimas décadas.

O primeiro Campeonato Mundial de Sudoku foi realizado na Itália em 2006 e tornou-se um torneio muito visado pelos amantes desse hobby.

Como jogar

Se vivemos em um mundo tão acelerado, onde a tecnologia se faz cada vez mais presente, qual o motivo do sudoku ainda ser um jogo popular entre as pessoas? A resposta é bastante simples. O quebra-cabeça possui regras fáceis de aprender e existe um senso de satisfação muito grande ao completar a grade 9×9 corretamente.

O objetivo do jogo é completar todos os quadrados utilizando números de 1 a 9. Para completá-los basta seguir a seguinte regra: Não podem existir números repetidos nas linhas horizontais e verticais, assim como nos quadrados delimitados por linhas em negrito. Caso os 81 espaços estiverem preenchidos corretamente e sem repetições dentro dessas regras, a pessoa terá vencido o desafio.

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso