Gordura corporal dissolve onde quer que este adesivo coberto de agulhas seja colado

Pesquisadores da Universidade de Columbia e da Universidade da Carolina do Norte, ambas nos EUA, criaram um adesivo que literalmente derrete o excesso de gordura corporal no local onde é aplicado.

O adesivo contém uma série de microagulhas que perfuram a pele de forma indolor para fornecer nanopartículas de drogas no corpo.

Embora ainda não tenha sido testado em seres humanos, os experimentos com ratos mostram que é capaz de reduzir a gordura em até 20% nas áreas tratadas.

Gordura branca x gordura marrom

Para entender como o adesivo funciona, é preciso entender primeiro como nossos corpos armazenam gordura.

Existem dois tipos de células de gordura: gordura branca e gordura marrom. A marrom queima facilmente e produz calor – é por isso que os recém-nascidos têm muito dela, pois precisam de ajuda para regular sua temperatura corporal.

Infelizmente para os adultos, não temos tanta gordura marrom e, em vez disso, somos cheios de depósitos desagradáveis de gordura branca, usados para o armazenamento de energia a longo prazo. Essa gordura não queima tão facilmente.

Nos últimos anos, muitas pesquisas têm procurado converter a gordura branca em gordura marrom, a fim de queimar mais energia. Vários estudos demonstraram algum sucesso ao desencadear a transformação, mas há um problema.

“Existem vários medicamentos clinicamente disponíveis que promovem essa transformação, mas todos devem ser administrados como pílulas ou injeções. Isso expõe o corpo inteiro às drogas, o que pode levar a efeitos colaterais, como dor no estômago, ganho de peso e fraturas ósseas. Nosso adesivo parece aliviar essas complicações aplicando os medicamentos diretamente no tecido adiposo”, disse um dos cientistas do estudo, o patologista Li Qiang.

Como funciona

As agulhas microscópicas do adesivo fornecem produtos químicos sob a pele, onde quer que a gordura branca esteja sendo armazenada.

Os pesquisadores usaram dois diferentes medicamentos, o rosiglitazona (também conhecido como Avandia) e um produto químico chamado CL316243, que já havia transformado gordura branca em marrom em ratos.

Primeiro, as drogas são inseridas em envelopes de nanopartículas, cada um com cerca de 250 nanômetros de diâmetro – para referência, um cabelo humano tem aproximadamente 100.000 nanômetros de largura. Depois, as nanopartículas são implantadas no adesivo e quando penetram na pele, se dissolvem devagar liberando o medicamento diretamente onde ele é necessário.

“As nanopartículas foram projetadas para efetivamente segurar a droga e, em seguida, colapsar gradualmente, liberando-a no tecido de forma sustentada em vez de espalhá-la pelo corpo todo rapidamente”, explica um dos pesquisadores do estudo, o engenheiro biomédico Zhen Gu.

Os resultados

Em experiências com ratos obesos, os adesivos foram aplicados a cada três dias durante um total de quatro semanas.

Os ratos tratados receberam dois adesivos em lados diferentes de seus corpos: um com medicamento e outro contendo nanopartículas vazias.

Os resultados mostraram que os adesivos contendo rosiglitazona ou CL316243 produziram uma redução de 20% na gordura no lado tratado dos animais (em comparação com o lado das nanopartículas vazias).

Os animais também apresentaram níveis mais baixos de glicose no sangue em jejum do que os ratos do grupo de controle, que receberam apenas adesivos sem medicamentos.

Em ratos magros, o tratamento também ofereceu outros benefícios, como um aumento no consumo de oxigênio.

Próximos passos

Não há garantia de que o adesivo vai funcionar em seres humanos, mas a tecnologia certamente é promissora.

A equipe atualmente está pesquisando qual droga, ou qual combinação de drogas, funciona melhor – é possível que o produto químico certo possa melhorar a redução de gordura já impressionante de 20% vista neste primeiro teste.

Embora, no momento, não existam planos para comercializar o adesivo ainda, é possível que ele seja disponibilizado no futuro, uma vez que mais pesquisas e testes de segurança forem completos.

Seu propósito será muito maior do que estético: o adesivo pode se tornar uma arma poderosa e eficaz para tratar a obesidade e distúrbios metabólicos relacionados, como diabetes. [ScienceAlert]

 

 

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*Fonte: hypescience

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6 coisas que deve manter em segredo, segundo os sábios orientais

Os povos antigos eram dotados de uma sabedoria incomparável. Muitas de suas descobertas e ensinamentos sobreviveram até os dias de hoje – e isso não é por acaso, os sábios orientais, por exemplo, deixaram muitos ensinamentos que se mantêm atualizados até os dias atuais. E vamos compartilhar com você alguns desses ensinamentos do mundo oriental:

1. Nunca revele o que você está planejando para o seu futuro

Comentar o que pretende fazer no futuro pode resultar numa grande frustração: desistência.
As pessoas podem ser bastante negativas e levar você a desacreditar no seu sonho.
Mantenha segredo entre você e Deus.
Quando tudo já estiver bem encaminhado, comemore com quem ama.

2. Não compartilhe com os outros sobre as limitações de seu corpo

Sabe quando você tem dores, cansaço ou enfrenta dificuldades para realizar algumas atividades?
Se possível, não compartilhe isso com todo mundo.
O corpo é algo muito pessoal e você deve aprender a ser forte e conviver com ele sem lamentações.

3. Não se vanglorie de seus atos mais caridosos

Se você ajuda alguém, deve fazer por amor e não para se vangloriar.
O ego pode estimular essa atitude horrível, mas fuja ao máximo da arrogância.
Além de se colocar numa situação bem complicada, você também pode deixar outras pessoas constrangidas e humilhadas.

4. Evite se gabar da sua coragem e do seu valor

Quando alguém é digno de admiração, as pessoas reconhecem facilmente, não é preciso você se gabar.
O máximo que vai conseguir se autopromovendo são críticas e uma imagem nada positiva.

5. Não desperdice seu tempo falando mal dos outros

Quando falamos mal dos outros, estamos revelando muito mais sobre nós do que sobre quem reclamamos.
Além disso, o ambiente fica pesado e a mente cheia de pensamentos ruins.

6. Não diga todos os problemas que sofre em sua vida pessoal

Há quem sai divulgando, até nas redes sociais, os problemas que vem enfrentando.
Lembre-se de que é muito importante se preservar.
Quando falamos demais, corremos o risco de revelar segredos ou de ficarmos muito vulneráveis diante de quem nos ouve.

 

 

 

 

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*Fonte: grandearte

KARMA: Você entenderá o dano que causou quando sofrê-lo

Alguma vez você já teve a sensação de que a vida estava lhe pagando com uma moeda que esteve anteriormente na sua mão? Como se em um momento anterior tivesse sido você quem a lançava no ar, procurando a sua melhor versão e fugindo, de forma egoísta, das conseqüências do seu paradeiro.Uma coisa semelhante acontece com o karma: o que vai sempre volta.

Às vezes parece que só as atitudes ruins que prejudicaram alguém são devolvidas, e que quando fizemos coisas certas estas ficaram no vazio. O que acontece é que os eventos prejudiciais nos marcam mais e é por isso que são lembrados a vida toda, gostemos ou não, tanto se você está destinado a ser faca, como se está destinado a ser ferida.

“Aprendi que quando fazemos mal as coisas – e eu arrisquei com ela tudo de bom que eu tinha com outra mulher – o karma paga à vista, sem demora, tudo o que você quebrou no coração de outra pessoa, devolve o seu investimento e o faz com feridas.”
-Marwan-

 

A palavra Karma significa “fazer/ação”

O karma significa “fazer e recolher todo o campo de ações físicas, verbais e mentais”. Para entendê-lo, é como se tudo o que se faz desprendesse uma espécie de energia que nos acompanha, positiva ou negativamente. Nossas ações voltam não em forma de atitudes, e sim de energia e equilíbrio.

É justamente por isso que quando prejudicamos alguém não somos conscientes da magnitude da dor até que a soframos na sua mesma posição: achamos que podemos fazer e desfazer sem compreender que o jeito de receber os fatos para uns e para outros é diferente.

Dizemos: isto é karma. Me devolveu o que eu fiz e o fez com um a mais. Agora somos conscientes da realidade completa do que fizemos e a lição valerá para sempre.

 

A lei de causa e efeito

A lei de causa e efeito nos ensina – entre outras coisas – que é mais difícil compreender o efeito do que provocar a causa: quando tomamos uma decisão na qual estão envolvidas outras pessoas, as consequências podem ser nefastas. Pensemos por exemplo em um relacionamento no qual existe infidelidade: quem comete a infidelidade somente entenderá o que causa quando tiver que vivê-lo na situação oposta.

Contudo, esta mesma lei também serve para o karma positivo, mesmo que muitas vezes não tenhamos consciência: preocupar-se com o que acontece, tentar fazer com que o mundo das pessoas que gostam de nós seja mais feliz, implica uma áurea positiva que voltará em outras formas de alegria.

“Todas as coisas que saem de você voltam para você, portanto não é preciso se preocupar com o que você irá receber, é melhor se preocupar com o que você vai dar.”
-Anônimo-

Neste sentido, sob a ideia de karma está a inteligência de “quem faz o bem sem olhar a quem”, como costuma-se dizer. O “bem olhado” leva em consideração que nas suas decisões podem estar as emoções dos outros.

 

Construir, construir-se

O conceito de karma nos ajuda a edificar o nosso amanhã e a nos construirmos por dentro, pois como explicamos anteriormente os “hoje” podem ser parte das circunstâncias que tenhamos que enfrentar no futuro. Isto é, na maioria das vezes colhemos o que plantamos, em maior ou menor medida.

“A vida não tem sentido, você é que dá o sentido segundo o que você fizer, de acordo com as suas paixões.
Você constrói o universo na sua medida.”
-Walter Riso-

E por este motivo damos sentido ao que nos acontece e entrelaçamos alguns fatos com outros porque tudo parece estar unido por fios que se mantêm em forma de emoções.

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*Fonte: osegredo

O lado secreto do homem de cada signo

O homem de Carneiro / Áries
(21/3 a 20/4)

Ao vê-lo falar com os amigos, tu pensarás que ele está a fazer um discurso, tamanha é a sua paixão pelas palavras. Mas não fiques preocupado, provavelmente ele deve estar apenas a defender uma das suas opiniões, com toda a paixão que o homem de Carneiro/Áries costuma ter pelos debates. E, paixão é a palavra mais apropriada para definir os homens deste signo. São tão agitados e emocionais na defesa das suas opiniões, que pensarás que estão a discutir e a lutar ao mesmo tempo! Nada disso, é tudo paixão mesmo! E esta paixão muitas vezes pode ser tão forte, que na maioria das vezes, eles se deixarão levar mais pelo instinto selvagem do que pela razão! Por isso não é raro ver um homem de Carneiro a discutir com um polícia, a discutir com o chefe ou a exaltar-se diante de qualquer um, independentemente da sua posição! Nada pode impedi-lo de dizer tudo o que passa pela sua mente quando acha que tem razão – mesmo que venha a arrepender-se mais tarde! Ele pode envolver-te com uma paixão sufocante num minuto e no momento seguinte ser frio como um iceberg! Quando se sente ofendido, fecha-se e olha através de ti como se nunca tivesses existido… Mas é tudo orgulho! Nesta hora o melhor é chamá-lo para uma conversa de “homem para homem”, forçá-lo contra a parede e esclarecer tudo de uma vez!

Subtileza é outra coisa que não se aplica muito ao homem de Carneiro. Quando está impaciente demonstra sem fazer rodeios. Vai direto ao assunto de uma forma assustadora! Quando ele te deseja, ele não é de ficar a enrolar muito, depois de devorar-te com os olhos irá direto ao assunto! Quando ele se apaixona faz tudo intensamente, com vigor e energia, fazendo a mulher sentir-se uma donzela indefesa, protegida pelo seu “cavaleiro de armadura prateada”! Sim, ele é do tipo que adora viver um romance novelesco, uma ópera cheia de dramas, paixão e romance com final feliz! É claro que com muitos trovões, socos na parede e um fundo musical que vai lembrar o “Fantasma da Ópera!”. E é esta paixão louca, misturada com a frieza do homem de Carneiro que confunde as mulheres. Não dá para entender como alguém pode ser tão intenso no amor e tão frio ao mesmo tempo. Apesar de gostar de “princesas”, prefere as que têm atitude, as que são corajosas e inteligentes. Na maioria dos casos, mulheres pouco inteligentes não duram muito ao seu lado.

Apesar de muitas vezes ele parecer um gatinho mimado, dócil e amoroso, lembra-te que outra palavra para o homem de Carneiro é egoísta! Se ele tiver vontade de ler um livro de madrugada, que importa que tu estejas a dormir? Ele está acordado, e pronto! E, é bom que tu saibas que tens que achar que ele é a coisa mais importante na tua vida, também! Podes trabalhar, estudar e fazer planos, tudo tendo ele como prioridade! Ele não é de aceitar o segundo lugar na vida de alguém! Também é muito raro ver um homem de Carneiro a chorar. Se acaba de perder a amada, ele fingirá que tudo não passou de um simples caso de verão. Quando estiver trancado no seu quarto, ele vai socar as paredes, dar cabeçadas e chorar ao som de uma música triste, e quando sair vai parecer muito mais relaxado do que quando entrou! As suas antigas paixões são varridas da sua mente! Dificilmente um homem de Carneiro perderá tempo a lembrar-se de mulheres que já passaram! Apesar de sua rebeldia e do seu temperamento forte, seguirá as ordens de alguém que se mostre merecedor da sua devoção. E, com as mulheres será a mesma coisa. Para merecer os seus elogios, sentir a sua admiração, terás que provar que és capaz! Então, verás um homem derramar-se em carinhos, admiração e orgulho. Elogiará a tua beleza, talentos e será muito amável! Não tentes entender esta mania que muitos homens de Carneiro têm de não gostar de deitar nada fora – mesmo que seja aquela calça jeans rasgada ou aquele quadro velho que está na parede! O homem de Carneiro não gosta de se desfazer de nada! Antes de fazê-lo vai pensar vinte vezes! “Qual é o problema com este quadro? Ele não me está a atrapalhar!”.

Outra característica do homem de Carneiro é a sua persistência e obstinação. Dá-lhe uma missão, uma causa, uma batalha em que ele possa triunfar e trucidar o inimigo, ou um mal a ser combatido e eis que surge a sua velha armadura, limpa e polida, sempre pronta para qualquer emergência. O homem de Carneiro é um cavaleiro andante com uma brilhante armadura, que está sempre pronto a partir para uma missão. O homem de Carneiro tem uma faceta romântica muito entranhada, é um romântico incurável, mas certos aspectos comuns e rotineiros da vida a dois não lhe interessam. Coisas que encantariam o coração de outras pessoas, como ficar abraçados durante uma tarde inteira, fariam o homem de Carneiro bocejar de tédio. No entanto, o homem de Carneiro também tem dificuldades e alguns são muito desajeitados em situações concretas do dia-a-dia, tais como relacionadas com comida, dinheiro, impostos, etc… Se pudessem, todos os homens de Carneiro contratariam um exército de secretárias, agentes e empregados para os ajudar e os livrar dessas tarefas. Por vezes eles parecem ser modelos de eficiência, quando na verdade, se deixados sozinhos, fariam uma bagunça infernal do seu mundo cotidiano e material. Pois afinal ele é um ser muito especial. É um cavaleiro. E cavaleiros não ficam a polir as suas armaduras nem a dar de comer aos seus cavalos. Alguns até se dão bem neste mundo real, mesmo assim, no fundo, a maioria deles conhece essas suas limitações.

Para o homem de Carneiro, tudo é possível… (e nós sabemos que nem tudo é possível), mas ninguém pode dizer isso a um homem de Carneiro. Ele vai achar que tu és um covarde sem imaginação, um medroso, um fraco e vai querer provar que pode ser feito. Vai meter-se em muita encrenca, se for preciso, vai infernizar a vida de meio mundo, se for preciso, mas vai conseguir o impossível! Tudo ao mesmo tempo!… Mas a par disto, ele pode ser também bastante sofisticado intelectualmente. Alguns dos mais cultos, brilhantes e bem informados homens públicos e grandes pensadores são de Carneiro. O homem de Carneiro irá comportar-se sempre honradamente, seja com um amigo, seja com um inimigo; Será generoso e leal para os amigos e ainda que seja fulminantemente orgulhoso, nunca será mesquinho com o inimigo.

O homem de Touro
(21/4 a 21/5)

Será que o homem taurino típico é este homem calmo, prático e sensato que está ao teu lado? Na maioria das vezes, sim. E este homem que gosta de estar sempre bem vestido, de fala suave, que se parece mais com um “cavalheiro inglês”, pode hipnotizar as mulheres usando apenas as palavras, já que ele, como poucos, sabe o que dizer, e como dizer. Ele não é do tipo atirado, que vai direto ao assunto como o homem de Carneiro/Áries ou de Leão! Não, para ele tudo deve ser feito com calma, inclusive conquistar uma mulher. É do tipo que pensa muito antes de tomar uma decisão, mas quando toma, nada consegue afastá-lo. Por isso é que algumas pessoas podem pensar que ele é teimoso. A palavra mais certa é determinado! Se ele acha que deve fazer algo, nem toda a oração do mundo vai fazê-lo desistir antes que tenha tentado e falhado! Ele acredita naquilo que deseja e planeia tudo em silêncio antes de meter a cara! O homem de Touro é como uma locomotiva, grande e lenta, mas que permanece nos trilhos em busca dos seus ideais! E é preciso muita força para parar uma locomotiva! Não penses que vais encontrar um sonhador no taurino, ou alguém que acredita em duendes! Eles costumam ser céticos (a maioria) e preferem a segurança do chão em que pisam. Conheço um taurino que acordou e viu um monte de espíritos a caminhar pelo seu quarto, contou a história para todo o mundo, mas, sem se esquecer de dizer que tudo deve ter sido obra da sua imaginação! Entre a incerteza de um empreendimento que pode gerar milhões de dólares e a segurança de outro que não vai gerar tanta riqueza, ele prefere o segundo! Isto não é burrice nem medo, é apenas lógica! Por isso, não adianta forçar a barra para ele decidir que chegou a hora de juntarem os trapos. Ele odeia ser forçado a tomar uma decisão antes que tenha analisado todos os fatores.

Mas, se ele chegou à conclusão de que tu és a mulher da vida dele, podes comprar um monte de vasos para colocar as flores que ele te vai mandar todos os dias. E separa espaço nas gavetas para os presentes, limpa a memória do computador para os milhares de emails apaixonados que vais receber até que tu decidas que deves aceitar o seu pedido de casamento! O típico taurino nunca vai esquecer a data do primeiro beijo, a primeira música que ouviram ao luar ou o teu perfume favorito. Mas não é por ele ter uma boa memória que ele precisa falar destas coisas abertamente. Aliás, muitas vezes tu podes jurar que ele vai esquecer a data do teu aniversário, mas no dia, sem nenhum aviso, ele surpreende-te com um beijo apaixonado e um presente. Ele é do tipo que gosta de um passeio ao luar, jantar à luz de velas, tudo o que possa deixar a sua amada cada vez mais encantada. Um dos prazeres do taurino é sentir o prazer da pessoa amada. Mas não penses que ele vai querer viver um conto de fadas. Ele é encantador e romântico, mas não gosta de fadinhas ou cupidos a voar ao seu redor!

Lembra-te que antes de ser romântico, ele é um sedutor nato. Se quiseres que ele chegue montado num cavalo ou coisa parecida, vai arrepender-te. Apesar das pessoas frequentemente acharem o homem de Touro teimoso, na verdade ele está mais para obstinado do que para cabeça dura. Não penses que vais conseguir mudar as suas opiniões ou fazê-lo sentir-se mal por perseguir uma meta! Da mesma forma, se não fores boa com as palavras nem tiveres argumentos bem sólidos, dificilmente conseguirás convencê-lo de que ele está errado. Ele não tem nada de “Maria-vai-com-as-outras”, não é do tipo que nasceu para ser puxa-saco, por isso não vai concordar com nada até ser convencido. Se ele acha que será um milionário, podes ter a certeza que matutou muito antes de chegar a esta decisão! Ele pode nem chegar a ser rico, mas que vai tentar, isso vai! Se tu não gostas de receber os amigos em casa, vais ter de te habituar ao escolheres um taurino. Eles adoram receber os amigos nas suas casas, muito mais do que visitá-los. E os amigos vão adorá-lo! Por isso é bem comum que passem um bom tempo com eles, a tomar uma cerveja ou a passar horas de volta de uma mesa de bilhar! Não te preocupes com estas saídas do taurino, é mais fácil ele pular a cerca ao sentir-se aprisionado e distante dos amigos.

O homem de Touro é extremamente físico. Tem uma natureza fortemente sensual e apaixonada. Para quem gosta de uma sensualidade ardente, o taurino possui-a em abundância. O homem de Touro, como amante de todos os prazeres físicos, seja conforto, aconchego, boa comida ou sexo, pode ser um amante incansável e fascinante. O taurino gosta “das boas coisas da vida”, por isso, ambientes confortáveis e sofisticados são ideais para que ele liberte toda a paixão animal que existe dentro dele.

Em relação à paternidade, está para nascer alguém melhor que o papai touro. Nem o homem de Caranguejo consegue igualar o seu jeito calmo e protetor. O homem de Caranguejo está mais para uma mãe preocupada e insegura, enquanto o taurino é mais confiante, do tipo que deixa os filhos viverem a sua individualidade, mas com protecção. Podem dar palpites em tudo, mas vai ficar tudo na conversa! E haja conversa! Ele nunca vai querer dominar os filhos, mas vai mostrar-se muito decepcionado quando eles cometerem os erros que ele preveniu com bastante antecedência! Depois de tudo isso, pode parecer que eles são uns anjinhos calmos e pacíficos, certo? Errado! Por mais que pareçam calmos, se alguém derrubar a última gota no enorme balde de paciência do touro, verás uma pessoa extremamente explosiva! O touro não fica nervoso, ele estoura como uma bomba!!! E nem adianta tentar acalmá-lo depois de ele chegar ao seu limite, pois o “cavalheiro inglês”, será substituído pelo homem das cavernas”! Serão poucas as vezes que terás o desprazer de vê-lo possesso de raiva.

Quer ver um taurino ficar descontrolado? Deixo-o com ciúmes.

O homem de Gémeos / Gêmeos
(22/5 a 21/6)

Este homem, quase sempre cordial, sente uma necessidade de apresentar-se, mostar-se ao mundo e ser notado! Não, o geminiano não é exibicionista, ele apenas quer ser notado. Por isso é fácil reconhecê-lo quando ele se aproxima de ti com a mão estendida para apresentar-se. Ele não é do tipo que precisa que alguém o apresente numa festa a novos amigos, pois sabe fazê-lo muito bem sozinho. Também não importa que ele tenha dado a impressão de que nem notou a presença da mulher mais bonita da festa. Enquanto conversa com os novos amigos, os seus olhos ágeis, alertas, do tipo que não param no mesmo lugar, estará a registar tudo ao redor, até mesmo tu! Eles são rápidos no raciocínio e quase sempre se dão bem numa discussão usando o seu humor feroz e o seu sarcasmo natural. É difícil fazer frente aos seus argumentos ou deixar de ficar desconcertado diante das suas observações. Para falar a verdade, eles são ótimos para satirizar uma situação sem parecer grosseiros. Alguns podem até sentir um prazer maquiavélico em rebaixar alguém com o raciocínio lento. Esta pessoa pode nem saber que esta sendo feita de boba, mas com certeza estará a divertir o geminiano. Pode parecer que ele é cruel, mas nada disto, ele apenas não consegue evitar de satirizar uma situação quando tem a oportunidade! Sem contar que eles amam chamar a atenção para as suas “qualidades!”

E entre as suas qualidades, além do humor ácido, está a diplomacia e a inteligência! O homem de Gémeos adora gente! Quanto mais pessoas houver numa festa, mais alegre ele vai ficar (e mais assanhado também). É muito raro que o homem de Gémeos não seja um conversador agradável, cheio de observações interessantes, cordial e extrovertido! Mas, antes de aceitares o seu pedido de casamento, confirma se és capaz de encarar um futuro com alguém que muda os planos de acordo com as marés! Um dia ele aparece com uns ingressos para irem a um cinema barato, compra pipocas, flores, faz com que tu te sintas a mulher mais amada do mundo! Então ele oferece aquele anel de brilhantes junto com um pedido de casamento. O seu humor e o seu romantismo, com certeza devem estar naqueles dias em que estão a todo o vapor, fazendo com que acredite que o mundo é cor de rosa. No outro dia ele cancela um encontro sem nenhum motivo aparente, fica sem ligar, tudo devido ao seu outro lado, a sua outra personalidade que costuma ser chata e mal humorada. Aí, quando pensas que está tudo acabado entre vocês, ele aparece como se nada tivesse acontecido, dizendo centenas de “amo-te!”, como se o mundo fosse acabar. Vá-se lá entender!

Não adianta, ele é assim mesmo e não vai mudar! Ou melhor, vai mudar sempre e sempre! Se aceitares o seu temperamento agitado e imprevisível, há uma chance de que envelheçam juntos. Quando estiveres com ele nunca te vais sentir só. Vais sempre estar com dois homens de personalidades opostas. Um será amável até aos ossos e outro será rabugento! Um será caseiro e tranquilo e outro será da noite, sempre pronto para uma festa! A melhor maneira de ter o Gémeos bonzinho é fingir que não ligas nem um pouco se ele for embora ou com a sua aparente frieza! Faz com que ele pense que será facilmente substituído por outro e terás um gatinho bem manso! Quanto mais correres atrás, tentando ser uma mulher compreensível, amorosa, mais vais pastar nas suas mãos! Por isso eles têm afinidade pelas mulheres de Sagitário, Leão ou Aquário! Estas mulheres, normalmente independentes e cheias de confiança, não costumam prender-se a homens complicados e fazem com que ele seja o homem mais apaixonado do mundo! Gémeos costuma disfarçar as suas intenções com atitudes dúbias, por isso se não entrares no seu jogo, ele vai ter que jogar sozinho. Sem a plateia ele vai sossegar e parar de fazer birra!

Mas amar um geminiano é mais fácil do que podes imaginar. Na maioria das vezes ele será tranquilo, educado e bem dedicado. Pena que é raro encontrar um que seja romântico. Mas quando já estiveres acostumada com aquele homem prático, racional, vais cair da cama quando ele chegar com os amigos, tarde durante a noite, para fazer uma serenata debaixo da tua janela do quarto! Ele vai sempre surpreender a sua amada! Ele pode ser frio como um iceberg hoje, mas amanhã será um vulcão se vocês sonharem os mesmos sonhos juntos, enquanto estiverem a dançar com os vossos rostos colados!

O homem de Caranguejo / Câncer
(22/6 a 23/7)

O humor do homem de Caranguejo/Câncer varia de acordo com as fases da lua, por isso é bom não estar ao seu lado quando ele estiver num dos seus períodos de mau humor! A melhor palavra para defini-lo é emoção! Tudo na sua vida gira em torno da emoção e ele reage sempre de acordo com o que está a sentir. O Homem de Caranguejo não consegue esconder quando está magoado ou irritado. Quando irritado parece possuído pelos poderes da lua cheia! E, nestes momentos, pode se esperar tudo dele, desde um ataque de raiva com direito a destruir a casa até uma capacidade para reclamar durante uma eternidade! Mas quando estão alegres, são mais melosos que um pote de mel! A doçura pode ser tanta que tu podes até ficar enjoada. Ele vai encher a sua amada de beijos carinhosos, poemas e demonstrações dignas de um homem apaixonado.

Ninguém gosta mais de uma piada do que ele. O seu lado palhaço pode ser surpreendente quando comparado com a sua aparência séria, quase carrancuda. Mas esse ar carrancudo cai facilmente se deres um simples sorriso para ele. Ele simplesmente se derrete com um sorriso ou uma palavra educada. Mas o homem de Caranguejo não consegue deixar de ser rabugento, faz parte da sua natureza! Se ele quase quebrou a tua cabeça quando perguntou sobre o teu dia, ou deu uma das suas respostas grosseiras sem nenhum motivo aparente, provavelmente deve estar num daqueles dias amargos que faz com que ele odeie o mundo! Se está ferido nos seus sentimentos ele pode fechar-se no seu mundo, ficar melancólico ou atacar ferozmente! Um homem de Caranguejo ferido nos seus sentimentos pode ser muito mais perverso e vingativo que um escorpiano!

A imagem do homem de Caranguejo bonzinho e frágil é história para dormir. Se tu conheces apenas o seu lado adocicado e sensível, podes estar a pensar que estou a exagerar. Somente aquelas pessoas que tiveram o azar de se depararem com um homem de Caranguejo raivoso, compreendem o que digo. Se duvidas, basta ver que Mike Tyson nunca foi exemplo de fragilidade!

Mas ele é também sensível e emotivo. Se tu és do tipo de mulher que adora um romance, que ama ser surpreendida com flores e receber mimos apaixonados, vais ficar maravilhada com a capacidade deste homem de expressar o seu amor. Quando ele ama, o amor é tão intenso que pode até sufocar. O mundo então se dividirá em duas partes sendo tu a parte principal. O homem de Caranguejo simplesmente idolatra a mulher amada. Se pudesse, ele construiria um pilar para admirá-la noite e dia. Ele é tão dedicado que costuma ser o signo mais fiel em todo o zodíaco! Na cama eles serão atenciosos, carinhosos e vão muitas vezes preocupar-se mais com o prazer da mulher do que com o próprio prazer. Na verdade, sentir que a sua amada está a ter prazer faz com que eles se sintam no céu! Mas, vê bem, isto só acontece quando ele está apaixonado! Muitas vezes, quando não está a amar, o homem de Caranguejo não passa de um amante comum! Estas mulheres não durarão muito ao seu lado, no máximo ficarão até à próxima mudança da lua. Ele também não é de confiar em estranhos e nem vai abrir o seu coração para qualquer um, antes que tenha total confiança na pessoa.

Quando sofre uma decepção amorosa, costuma levar mais tempo para se recuperar que outras pessoas. O tipo de coisa que deixaria qualquer um deprimido durante uns dois meses, pode durar um ano ou mais com um homem de Caranguejo! Ele sofrerá todas as vezes que ouvir aquela música ou sentir aquele cheiro de perfume que lembra a mulher que o deixou! Uma coisa que é interessante notar é que ele costuma desprezar e até odiar esta mesma mulher, depois que se curou da desilusão! Normalmente, costuma ser sonhador, e se não tiver uma mulher que o traga de volta para a terra, pode passar a vida no mundo da lua sem se tocar que a vida gira em torno da realidade e não dos seus planos loucos!

Como marido ele será cuidadoso, dificilmente será controlador e será o pai que os seus filhos sempre sonharam. Ele ama os seus filhos e, tirando o excesso de cuidados e o pessimismo que faz com que sempre pense no pior, as crianças terão um ótimo amigo e companheiro para as brincadeiras. Quando crescerem é que terão que enfrentar um ciumento que sempre vai querer um relatório sobre suas atividades fora de casa! Mas não te preocupes, os filhos sempre conseguirão fazer com que ele desmorone a sua rabugice!

Melhor do que qualquer presente, o homem de Caranguejo adora ouvir que tu o amas. Diz-lhe mil vezes que tu és dele, faz-lhe um carinho nos momentos em que ele menos esperar e terás um homem eternamente apaixonado.

O homem de Leão
(24/7 a 23/8)

Não é nada raro que o homem leonino revele o seu lado orgulhoso, fazendo uso do seu estilo folgado, brincalhão e bem humorado. Se existe algo que eles realmente adoram é chamar a atenção, seja através das suas qualidades intelectuais ou do seu jeito quase sempre bem humorado de resolver os problemas ou ensinar como resolvê-los. Sim, ele adora mostrar o que está errado e dar a solução para os problemas dos outros! O Leão não é do tipo que fica sem saber o que fazer diante de um elogio (mesmo que finja) pois a sua vida gira em torno da sua necessidade de reconhecimento. De que adiantaria ser o rei da selva se ninguém notar que ele é simplesmente o melhor? Mas o leonino não é do tipo que fica a falar pelos cantos que é o melhor, ele simplesmente faz o melhor que pode e espera que todos reconheçam todo o seu esforço. Os homens leoninos são ótimos a resolver problemas, mesmo os mais difíceis, e não é raro que passem dias e dias a trabalhar até que consigam solucionar um problema cuja solução parecia impossível. Tu notarás sempre um ar de domínio e superioridade no leonino quando ele estiver diante de uma dificuldade, mesmo que esta “dificuldade” seja conquistar a sua amada. Se ele resolveu que tu serás dele, podes ter a certeza de que a ideia de que tu és boa demais para ele nunca passou nem passará pela sua cabeça! Ele vai tentar algumas vezes, todas bem diretas, sem jamais abrir mão da sua posição de superioridade. E, se não tiver sucesso, vai partir para outra conquista deixando em ti a impressão de que não tens mais nenhum interesse para ele. E não vais ter mesmo! Ele é assim: Depois de ficar louco para conquistar uma mulher e não ser correspondido, perde todo o interesse, e a Deusa de ontem, acaba por se transformando numa “ninguém”.

O leonino tende a encarar a vida sob um prisma que tem o charme e o romantismo em primeiro plano. É muito difícil convencê-lo de que a vida não é aquela história de sonhos e aventuras, onde os vilões e os heróis são sempre reconhecidos pelos seus feitos, onde os vilões são muito maus e os heróis são absolutamente bons. O herói ganha sempre ao vilão e a linda princesa que foi salva será eternamente grata e apaixonada pelo seu libertador! Leão tem uma percepção a preto e branco de certos aspectos da vida e não distingue bem a complexidade e as subtilezas da natureza humana. Para tristeza do leonino, os vilões e os heróis, às vezes confundem-se em tonalidades acinzentadas e as lindas princesas têm o mau hábito de criticá-los e de não permanecerem sempre tão gratas nem tão encantadas com as suas proezas! O que pode um pobre leãozinho fazer… diante de tal realidade? A sua tendência a apegar-se ao ideal e a enfurecer-se quando ele não se ajusta à realidade, é bem visível nos relacionamentos de Leão. Tanto no trabalho como no amor, na família ou com os amigos, ele é constantemente frustrado pela mesquinhez, pela ambiguidade, o ciúme e a grande maldade, tão comuns na mente humana. Não que ele próprio não possua todas estas características, mas ele vai negá-las até ao fim e sempre fará um enorme esforço para ser o mais honrado possível.

Uma coisa que deves saber a respeito do homem de leão é que eles adoram bajulação. Se tu não o elogiares várias vezes por dia, ele vai achar que tu não tens muita sensibilidade para o que é bom! Se tens um patrão de leão, e conseguires chegar perto o bastante para que ele ouça o quanto tu achas que ele é inteligente, vais ver que a tua carreira na empresa vai ser muito mais promissora do que pensavas. Mas não tente enganá-lo, ele é muito inteligente e sabe diferenciar um elogio de uma mentira! E o mesmo acontece em relação ao amor, sabias? Ele não quer ouvir apenas que tu o amas ou que ele é um amor de pessoa, prefere muito mais ser alimentado com frases do tipo: “Além de ser um ótimo marido, é o melhor profissional que já conheci.” Sempre que puderes, elogia as suas qualidades, sejam elas intelectuais, manuais (eles são ótimos a construir coisas) ou profissionais. Só tem cuidado para não exagerares nos elogios quanto à sua sexualidade, ou ele vai querer que o MUNDO inteiro saiba o quanto ele é gostoso na cama! Outra coisa que poucos conseguem evitar é olhar para outras mulheres. Não esquentes a cabeça do leonino com cenas de ciúmes, pois eles adoram tudo o que é belo e não conseguem evitar de reparar naquela mulher que acabou de passar. Está certo que muitos ficam hipnotizados, mas isto não quer dizer que ele vai pular a cerca. Mesmo amando perdidamente uma mulher, se ela for embora, não perderá tempo em arrumar outra para substituí-la. E, os amigos dificilmente saberão que o seu coração está partido. Afinal, fica difícil perceber alguma coisa num homem que não perde tempo em aparecer com uma nova conquista como se a anterior nada significasse.

Aposto que deves estar a pensar que ele é tão folgado e orgulhoso que nunca seria ciumento ou possessivo, certo? Errado! Mas o leãozinho também sabe ser um companheiro amável e muito prestativo com as mulheres, do tipo que procura fazer de tudo para agradá-las. Tu não precisa de nenhum esforço para fazê-lo tomar a iniciativa de ser romântico. Eles adoram mimar as mulheres e têm sempre uma nova ideia para esquentar o romance, mesmo que pareçam loucuras à primeira vista. A mente do leonino estará sempre aberta para novas experiências. Se ele convidar-te para jantar fora ou no seu apartamento, só vai sossegar quando tiver a certeza de que adoraste o cardápio e comeste o suficiente. A comida é a melhor demonstração de que ele gosta de alguém. Conheço leoninos que odeiam cozinhar, mas sei que estão a amar de verdade quando resolvem preparar aquele jantar perfeito com vinho branco, sobremesa, etc.

Nenhum amigo – incluindo o taurino – é tão amigo quanto um leonino!

O homem de Virgem
(24/8 a 23/9)

Uma coisa que deve ficar bem claro quanto à personalidade do homem de Virgem é que ele simplesmente ADORA criticar e ODEIA, no fundo da alma, qualquer tipo de crítica! Outra coisa que ele adora fazer é trabalhar. É claro que existem virginianos que podem não gostar muito de trabalho, mas o típico homem deste signo, adora. Ele parece estar sempre preocupado com alguma coisa que deixou por fazer. Se, para ele trabalhar vinte horas é pouco, vai sempre querer que todos façam o mesmo! O virginiano tem uma capacidade impar em descobrir os defeitos dos outros (o que ele acha que é defeito) e fica sempre incomodado com estes defeitos. Embora se mostre uma pessoa extremamente capaz e confiante, ele é devorado por dentro pela ansiedade e o pessimismo. Também não é do tipo que sonha, que acha que as coisas caem do céu, nem espera que as coisas sejam conquistadas sem muito suor! Por isso é difícil que se apaixone à primeira vista. O virginiano desconfia sempre da felicidade, mas nunca se entrega se não tiver a certeza de que encontrou a mulher “quase” perfeita. Sim, pois para ele ninguém é perfeito, nem ele. Oh sim, ele não se julga o máximo da perfeição como o leonino! Pelo contrário, nunca consegue relaxar até conseguir extrair o máximo das pessoas ou de si mesmo.

Quando o homem de Virgem cria um hábito, cria mesmo, e nada vai fazê-lo abandoná-lo, nem os negócios, a família ou tu. Se ele cismar que as meias devem ficar sempre na gaveta do meio, nem percas o teu tempo a tentar convencê-lo de que aquilo é besteira. Só vais conseguir irritá-lo. E, quando irritado, ele costuma ficar amuado num canto, em silêncio, a parecer um túmulo. Mas não te preocupes, depois de uns dias ele volta ao normal! Ele nega sempre que tenha hábitos, por mais estranhos que pareçam. Tenta dizer-lhe que ele é extremamente sistemático, que tem manias de limpeza, e vai ouvir um: “Quem, eu??”. O virginiano é do tipo que costuma ajudar a lavar os pratos depois da festa, mas não deixa de reparar na desarrumação que está na tua cozinha. Outra coisa que deve ficar bem claro é que ele não costuma gostar de gastar dinheiro. O desperdiço é algo que consegue tirá-lo do sério. Gastar com coisas que para ele parecem não ter utilidade, pode ser um martírio. Acostuma-te com a ideia dele não conseguir entender porque é que o vosso filho quer um jogo de presente de natal, se um computador seria muito mais útil!

Ele procura mais por qualidade do que quantidade, mesmo quando se trata de amor. Quando ele tiver sonhos com a mulher amada, este sonho virá com um manual de funcionamento e sem fundo musical que é para não interferir com as suas emoções. Normalmente, ele será o tipo de marido caseiro, que gosta de arrumar uma coisa aqui e ali, que sempre estará presente nos momentos em que tu possas precisar de um ombro para chorar. O virginiano é extremamente bondoso e atencioso para com todas as coisas que interessam às mulheres, principalmente aquelas coisas pequeninas que as mulheres valorizam tanto. Como ele costuma disciplinar os seus sentimentos, pode parecer que é insensível aos desejos que as mulheres têm pelo romantismo. Puro engano. Ele será romântico na medida certa, com aquele sorriso paternal que só ele sabe dar e com palavras não tão adocicadas, porém sinceras.

A sua maneira de demonstrar o quanto ama uma mulher é através do trabalho, das conquistas que fará na sua vida, de tudo o que conseguir. Sempre que ele ganhar dinheiro, vai fazer questão que saibas que uma parte de tudo é tua. A melhor maneira que ele conhece para dizer o quanto ama uma mulher é através de uma espécie de auto promoção. É como se ele dissesse: “Posso não ser o homem mais romântico, mas sempre lutarei para que tu nunca passes necessidades!”

O homem de Balança / Libra
(24/9 a 23/10)

O homem de Balança/Libra odeia parecer grosseiro, porém se vir um quadro torto na parede, não pensará duas vezes antes de endireitá-lo. Também não será de estranhar que ele baixe o volume da tua TV. Ele é a única pessoa capaz de dizer a alguém o quanto odeia essa pessoa sem perder a classe e a educação. Normalmente ele odeia escândalos e acha que não precisa gritar para se fazer entender. Não é que ele não possa discutir ou ser encrenqueiro de vez em quando. A diferença é que ele sempre procurará manter o equilíbrio antes de dar um soco no nariz de quem o deixou irritado! Poucos são os homens de Balança que não têm um sorriso suave e radiante, do tipo que consegue derreter corações ou abrir portas na sua vida. Se ele perceber que tem alguém com ar carrancudo num ambiente e quer conquistar essa pessoa, bastará alguns minutos de conversa, para esta mesma pessoa ficar envergonhada por ter sido tão carrancuda com ele. O homem de Balança é assim mesmo: nunca fica à espera que façam amizade com ele, se pode adiantar-se e estender a mão para um aperto cordial! E normalmente os amigos adorarão o seu jeito bem disposto, as suas brincadeiras e a sua capacidade para conversar sobre tudo, durante horas, desde futebol a política.

Mesmo que não tenha conhecimento no assunto, ele sempre procurará compreender o que dizem ao seu redor para dar a sua opinião. O carácter do homem de Balança é dividido em bondade, delicadeza, justiça, argumentação, preguiça e indecisão! Nenhum homem de Balança consegue tomar uma decisão sem antes pensar várias vezes no assunto. Ele sempre vai apressar-se a negar a sua indecisão. Ficará irritado e irá mostrar-se indignado. Mas não te deixes enganar pelas aparências. O homem de Balança sempre demora uma eternidade para tomar uma decisão, e tu só sabes que ele chegou a uma conclusão quando percebes uma mudança no seu ânimo. Normalmente quando ficam animados é porque já sabem o que fazer. Ele prefere levar muito mais tempo para chegar a uma conclusão a ter que fazer uma escolha errada e passar semanas a pensar no que deveria ter feito. E poucas pessoas conseguem fazer as coisas tão perfeitas quanto o homem de Balança. A sua sensibilidade faz com que consigam tirar o melhor das coisas, seja no trabalho ou no amor.

Ele odeia o exagero e as demonstrações de raiva, tanto quanto as demonstrações de paixões alucinadas. Não penses que o homem de Balança ficará emocionado se tu gritares na rua que o amas, ele prefere que o digam nos seus ouvidos ou no aconchego do quarto. Lembra-te que ele adora tudo o que é harmonioso. O Balança detesta ferir os sentimento de quem quer que seja, mas mesmo assim ferirá até a alma se esta pessoa estiver disposta a machucá-lo! Odeiam dizer não, mas dirão com tanta força que dificilmente voltarão atrás. A capacidade para dizer o que se passa na sua mente pode criar um certo mal-estar em quem não conhece a sua curiosidade. Mesmo com toda a sua educação e doçura, não será difícil odiá-lo quando começar a fazer perguntas que parecem não ter fim, sempre em busca de algo que tu tentes esconder! A sua língua também não costuma ter travões quando costuma fazer aquelas perguntas que deixam as mulheres embaraçadas como perguntar se tingiu o cabelo, ou se comeu cebola no almoço. Não te preocupes, ele não faz por mal, esta é apenas a sua mania de querer entender todas as coisas do mundo! Como está sempre de mãos dadas com a justiça, se lhe disseres que alguém discutiu contigo, a primeira coisa que ele vai querer fazer é saber o que tu fizeste para acontecer a discussão. Isto não quer dizer que ele ache que a culpa é tua. Só está a querer saber o que aconteceu para dar a sua opinião sincera! Mas se a culpa foi tua, não te iludas com a possibilidade dele odiar a outra pessoa por tua causa.

Outra palavra-chave para o homem de Balança é diplomacia. Mas quem pensar que um Balança é submisso está bem longe da verdade. Ele vai ouvir sempre a opinião dos outros, vai concordar com eles, mas as coisas vão acontecer exatamente do jeito que ele quer. Em vez de dizer “faça”, como diriam muitos outros homens, o Balança irá aproximar-se gentilmente com um charmoso sorriso e dizer-te: “Sabes, eu estive a pensar que seria bom para todos nós aqui, se fizéssemos isto e aquilo… o que é que tu achas?”… e aí tu foste hipnotizado. Ele ainda vai conseguir dar-te a impressão de que a ideia foi dele, e além de ficares feliz em realizá-la, tu também vais achá-lo uma pessoa tão desprendida e generosa! Afinal quem é que se ofenderia com alguém tão gentil e que está sempre a pedir a tua opinião? Este grande talento pode fazer parte das suas excelentes qualidades, ou transformar-se no seu lado mais sombrio, dependendo de como for usado.

Na questão do relacionamento amoroso, o homem de Balança é verdadeiramente esclarecido, pois entende tudo de igualdade, justiça e cortesia. Mas por isto mesmo, é aqui que acontecem as piores desilusões. Encontrar um relacionamento em que cada parceiro dê ao outro exatamente o que recebe, em que um não seja nem um pouco mais forte que o outro e um não ame um pouco mais do que o outro, é tão difícil como encontrar um unicórnio! Acontece que o homem de Balança também acredita em unicórnios e tu podes vê-lo a passar de um relacionamento para outro, de um emprego para outro, de um país para outro, acreditando, acreditando e acreditando, que um dia, um certo dia, vai encontrar a companheira perfeita, a carreira perfeita, o ambiente perfeito, onde nenhuma mediocridade, grosseria ou tragédia humana consigam chegar. É claro que depois de atingir os 35 anos eles descobrem que o bem, a verdade e o belo não são propriamente as virtudes mais encontradas no mundo em que vivemos. Mesmo assim vão continuar a tentar encontrá-las e a sua maior qualidade é que eles têm o dom de criarem a graça, a harmonia e a classe nos ambientes que frequentam e nos lugares por onde passam, atraindo assim a harmonia que tanto precisam.

O homem de Escorpião
(24/10 a 22/11)

Escorpião é sem dúvida o mais desconcertante e talvez o mais incompreendido signo do zodíaco. Sabe-se que Escorpião pode ser reconhecido pela firmeza do seu olhar enigmático e penetrante. É o homem da visão de raio X, do tipo ama-me ou odeia-me. Mas de onde vem a fama deste misterioso signo? Acontece que o homem escorpiano, com a sua extrema percepção psíquica, tem conhecimento de um dos mais profundos e negados segredos da natureza humana: de que todos os seres carregam dentro de si um lado sombrio. E quem gosta de ver a descoberto os seus segredos mais profundos? Por isso os homens de Escorpião podem por vezes ser solitários, embora tenham uma necessidade quase voraz de relacionamento. Apesar destas dificuldades, o homem de Escorpião é profundamente sentimental. É simpático, bondoso, facilmente magoável, sensível e susceptível aos sentimentos alheios. O escorpiano, graças à sua enorme força de vontade, persistência e introspecção, pode vencer em qualquer coisa que se proponha a fazer. Ele é praticamente indomável quando decide empreender algo.

O homem de Escorpião normalmente costuma ser auto confiante, e nada que possam pensar a seu respeito o fará mudar de ideias. Ele não é exibicionista ou metido, apenas sabe do que é capaz, conhece as suas virtudes e nenhuma crítica vai fazê-lo mudar de opinião a seu respeito. Por isso não estranhes se o ouvires responder a um elogio teu com um “Eu já sabia”. Mas não carregues muito nas críticas ou ele pode levar para o lado pessoal e acabar por se tornar teu inimigo. Mas ele nem sempre age na luz do dia para enfrentar directamente o seu inimigo. Muitas vezes ele pode usar outras pessoas para conseguir o que deseja, mantendo-se imune a todo tipo de julgamentos. Na verdade esta fama é um pouco exagerada, pois a maioria dos homens escorpianos nem se mexe para prejudicar alguém. O que ele costuma ser é rancoroso e sincero no seu ódio! Se ele odeia, o mundo todo saberá! Mas da mesma maneira que ele não esquece uma mágoa e as suas feridas demoram para cicatrizar, o escorpião jamais esquece um presente ou um benefício que lhe derem.

Normalmente, a sua forma de agradecer será através de uma boa recompensa. Ele é muito leal com os amigos e pode fazer sacrifícios por eles que não faria nem para os seus parentes mais íntimos. Para defini-lo melhor, a frase “para os amigos tudo, para os inimigos a morte” serve perfeitamente! As mulheres que passarem pela sua vida sempre terão um espaço no seu coração, por isso ele pode fazer algumas comparações que podem feri-la. Esta é uma maneira que ele usa para dizer como é que ele acha que tu deves comportar-te e o que espera de ti! Por exemplo, se disser que adora mulheres que sabem cozinhar, estará a dizer que tu poderias esforçar-te para aprenderes algo mais do que fritar um ovo! A sua aparência calma e tranquila esconde uma mente que não pára de raciocinar na melhor maneira de conseguir chegar na frente dos outros concorrentes! Mostra-me um escorpiano que saiba perder e eu te direi que estás louco! Eles odeiam perder e acham que o segundo lugar é tão mau quanto o ultimo! Se é para entrar num jogo que seja para ganhar. Mesmo que perca, não será por falta de esforço. O escorpião é um dos poucos signos que adora sonhar porque sabe que as suas chances de tornar os seus sonhos em realidade são maiores por causa da sua determinação.

Quando ele se apaixona, o seu amor pode ser tão intenso que tu podes achar instantaneamente que acabaste de descobrir o homem da tua vida! Apesar da sua forma pouco delicada de expressar o seu amor, seja através do seu ciúme ou de demonstrações explicitas em praça publica de que tu és a mulher que ele ama, na maioria das vezes tu terás um homem dedicado, calmo, compreensível e muito companheiro. O Escorpião costuma ficar tranquilo e meio anestesiado quando está a amar uma mulher que lhe passa confiança. Saber que não precisa de ficar a correr atrás da amada para saber se ela está a ser fiel ou não, serve como um ótimo tranquilizante para alguém tão possessivo como o escorpiano. Mesmo assim, ele é capaz de te ligar várias vezes só para dizer o quanto te ama, e para saber onde estás.

O romance ao seu lado dificilmente será monótono. Quando ele ama, ama com toda a sua força e não espera menos de ti! Ele não quer que o seu amor seja tão grande quanto o dele, apenas quer que tu o ames mais do que qualquer coisa! Ele vai contar para todos os amigos que está apaixonado e em pouco tempo toda a cidade saberá. Afinal, para quê esconder a felicidade se pode deliciar-se com a inveja de quem o ouve a assobiar pelas ruas como o homem mais feliz do mundo? Sim, outra particularidade do escorpião é que ele adora ser invejado e sente-se feliz em saber que alguém pode perder o sono por causa disto!

Outra fama que o escorpiano carrega é a da sensualidade fatal. Paixão é um sentimento que o homem escorpiano possui em abundância. A sexualidade para Escorpião é muitas vezes profundamente mística, emocional e afetiva. Para ele o sexo e o amor estão ligados ao intenso desejo de fusão espiritual. Muitas vezes tem mais a ver com a alma do que com o corpo.

O homem de Sagitário
(23/11 a 21/12)

O homem sagitariano costuma dizer o que pensa sem ter um mínimo recato com as palavras. Porém, os amigos saberão que ele não faz por mal, ele simplesmente não vê maldade nas coisas que diz. Ele é do tipo que chega perto de um amigo e diz com a maior sinceridade: “Como é que tu podes parecer tão jovem quando na verdade és tão velho?”. Normalmente ele faz isto na frente de um monte de gente, e quando o amigo se prepara para apertar o seu pescoço ele consegue sair-se com uma ainda melhor, do tipo: “Mas não te preocupes, porque as pessoas que chegam à tua idade com este corpo, demoram para morrer!”. Ele vai dizer tudo isto com a maior sinceridade e com um sorriso enorme nos lábios. Mesmo que não consigas entender como alguém pode ser tão indiscreto, podes apostar que no fundo o sagitariano ainda pensa que está a fazer um elogio ao citar a idade do amigo! Não adianta ficar nervoso ou irritado com as gafes que o sagitariano comete por não costumar refletir antes de dar uma opinião! Ele não tem malícia e as suas observações partem do fundo da sua alma inocente. Normalmente ele costuma ser agitado do tipo que adora lugares lotados, com muita festa. Adora falar e não recusa uma boa discussão com os amigos ou com estranhos. Também é um idealista amável, quase sempre de bom humor e muito inteligente! Por outro lado adora a liberdade, detesta pessoas controladoras, não suportam que critiquem a sua maneira de agir e podem partir de uma hora para outra se sentir que algo está a faltar na sua vida. O sagitariano não analisa um relacionamento através das pessoas, mas sim, através do que sente ao viver uma situação.

Quando ele resolve ser sarcástico pode tirar qualquer um do sério. Esta é a maneira que o sagitário usa para atacar as pessoas, fazendo com que percam as estribeiras e partam para a agressão. Não te iludas com o ar calmo e tranquilo dele. Ao finalizar a sua sessão de sarcasmo, ele estará pronto para encarar o que vier pela frente, seja o que for! Ou ele é um péssimo mentiroso, do tipo que odeia mentir e acaba por se entregar logo no começo, ou é um ótimo mentiroso! Neste caso ele terá o poder de mentir e ainda fazer com que tu fiques envergonhado de teres duvidado da sua palavra. Ele costuma ser muito otimista e ter uma fé inabalável em tudo aquilo que acredita. E quando resolvem criar ou apostar em algo, o seu espírito infantil e a sua capacidade de lidar com as situações servirão como munição para o sucesso. Existem alguns sagitarianos pessimistas, mas são poucos. Mesmo que ele viva numa casa modesta, esta casa será alegre e sempre cheia de amigos que o adorarão. E para ele, o que importa é a felicidade, independentemente de onde esteja. Ele costuma ser um pouco desapegado em relação ao romance e o amor. Se for um típico sagitariano e te disser “eu amo-te”, podes a ter certeza de que acabaste de ouvir algo raro. Não que ele não possa amar, mas costumam demonstrar carinhos através de outras formas como presentes e evitam falar muito em amor. Muitas mulheres reclamam dos seus parceiros de sagitário, dizendo que nunca ouviram nada de romântico, dito por eles.

É mais fácil ouvi-lo dizer que te ama depois que tu terminaste o relacionamento com ele, do que durante o tempo em que estiveram juntos. Aí tu vais perguntar intrigada porque ele não disse antes que te amava? E a resposta será bem típica de um sagitariano: “Se eu soubesse que isto significava tanto para ti, já teria gravado uma fita para tu me ouvires, quando estivesses carente!”. Ao ouvires este tipo de resposta não tentes quebrar um vaso na sua cabeça. Para ele, estar contigo já deveria ser prova suficiente de que ele te ama! Habitua-te a enfrentar a sua franqueza e o seu modo prático de encarar as emoções, e a vida será bem melhor entre vocês. O sagitário gosta que confiem nele e detesta que lhe peçam para fazer algo que não está acostumado como dizer palavras românticas. O amor deste homem não está nas palavras mas em cada sorriso que dá ao teu lado. As palavras doces não são o seu forte. Apesar de ser um sonhador, de ser uma eterna criança, este homem pode ser muito lógico e prático.

Ele pode magoar-te algumas vezes com a sua sinceridade, mas por outro lado vai fazer-te sentir viva e radiante ao lado dele. Quando ele te beijar ou abraçar, será com todo o carinho e tu irás sentir-te a mulher mais feliz do mundo!

O homem de Capricórnio
(22/12 a 20/1)

Sabes aquela conversa de que o Capricórnio não gosta de elogios e que é tímido? Esqueça. Principalmente em relação aos homens. O homem capricorniano simplesmente adora elogios – apesar de fingir que não dá a mínima. Os seus ouvidos adoram escutar que todos os esforços que ele fez para ser reconhecido surtiram efeito. Afinal, porque achas que ele é tão trabalhador e tão esforçado, a ponto de se “matar” a trabalhar? Está certo que junto com um capricórnio esforçado tu és obrigada a aceitar um homem que adora reclamar de tudo e vive a fazer-se de incompreendido e explorado por todos! Mas daí a achar que ele não liga para elogios, já é exagerar. Quando ele ouve alguém a falar sobre a sua grande capacidade empresarial ou a sua devoção à empresa, é como se ouvisse dizer: “Vejam que grande homem temos aqui. Que bom seria se todos fossem como ele!”. Alguns podem até parecer preguiçosos, mas são raros. Ele não costumam atrair as atenções como os leoninos que se fazem notar através de gestos ensaiados ou exagerados. Nem agirão como os sagitarianos que adoram chegar na festa e gritar: “Mulheres, cheguei!”. Ele costuma impressionar muito mais pela sua presença elegante e pela forma com que tenta parecer discreto. Tudo jogo de cena… Eles adoram exibir-se, parecendo que estão agindo normalmente. São iguais ao pavão que caminha um pouco e abre as plumagens como se fosse a coisa mais natural. Normalmente ele procura conhecer e se aproximar das pessoas mais importantes. Mesmo que ele nunca tenha trocado uma única palavra com elas, sabe que é imprescindível ser cordial com quem tem poder! Não, eles não são bajuladores. O capricórnio simplesmente adora e venera os vencedores, e gosta muito de aprender com eles .

Outra coisa que eles veneram (além dos elogios) é a família. Poucos são os que não nutrem uma devoção à mãe ou que deixam de passar um natal com os seus parentes. Se queres discutir com ele, basta criticar algum parente que lhe seja precioso. Mesmo que seja uma simples crítica, ainda assim corres o risco de vê-lo irritado e ofendido. Nunca critique o que eles acreditam ser verdade ou o que valorizam. Apesar de diplomáticos, certas opiniões pessoais podem soar como uma provocação. Se tens valores diferentes do dele é melhor não sonhares muito com um final feliz. Raramente um homem de Capricórnio se casa com uma mulher movido pela paixão! Apesar dele ser um pouco impaciente com muitas coisas, o envolvimento emocional sempre será estudado e cercado de muitos medos e pensamentos pessimistas. Só depois de ele analisar quais são as chances do casamento dar certo é que marcará a data, escolherá o local onde vão passar a lua de mel e os padrinhos que sempre serão os mais bem sucedidos que conhecer. E dificilmente ele vai arrepender-se com o tempo.

Mesmo que ele resmungue que nunca deveria ter-se casado, não ligues. Lembra-te que ele adora reclamar e fazer-se de vítima. Se ele realmente estivesse arrependido, já teria ido embora há muito tempo, acredita. Eles não são de ficar muito tempo a lidar com situações tensas ou a arrepender-se das besteiras que fizeram. Se descobrem que erraram, pegam nas suas coisas e vão embora na primeira oportunidade. Para ser mais direto, quando ele se farta de alguém é para valer! Nada deixa um homem de Capricórnio mais feliz do que desfrutar uma conquista na sua vida. Não importa que esta conquista possa parecer pouco para outras pessoas, para ele nunca será. Ninguém ficará mais orgulhoso por ter conseguido o seu primeiro carro, mesmo que seja um carrinho velho! Os seus olhos brilham de felicidade e ele quer que o mundo veja o que ele acabou de conseguir! É claro que não vai contentar-se com apenas um carro velho, mas vai estar tão feliz como quando aparecer com um Ferrari em tua casa! Ele conhece os valores das coisas, mas valoriza muito mais os seus esforços em consegui-las. E é este valor que ele dá às coisas que conquista que faz dele um homem especial.

Se existe uma palavra que se poderia riscar do seu dicionário, é aventureiro! Ele odeia arriscar, tem pavor de pôr tudo o que conquistou a perder e nunca vai ser do tipo que investe em algo que não lhe dê segurança. Normalmente ele costuma pensar muito antes de trocar um emprego garantido por outro onde ganhe um bom salário, mas que terá que arriscar mais para manter o emprego. Aquela frase de “é melhor um pássaro na mão do que dois a voar”, aplica-se muito bem a ele. E é esta segurança que eles costumam levar para os seus relacionamentos. Tu terás um homem trabalhador, do tipo que fará tudo para que o dia seguinte seja melhor que o anterior. Tudo que ele conquistar será sólido e sua esposa e filhos sempre estarão em primeiro lugar.

Será romântico, mas nunca meloso, e sempre fará planos ao teu lado. Quando ele estiver em casa, todo o seu tempo será para ti e tu vais sentir-te a pessoa mais importante na vida dele. Mas quando ele estiver no trabalho, não ligues se ele parecer rude e frio ao telefone. Ele costuma priorizar as coisas, lembras-te? E se está a trabalhar, por mais que te ame, o trabalho será a prioridade naquele momento!

O homem de Aquário
(21/1 a 19/2)

A melhor palavra para definir um homem de Aquário é curiosidade. Tudo bem, ansiedade e inquietação também poderiam servir muito bem, afinal, é graças a elas que ele consegue essa curiosidade fantástica. Nenhum signo adora desvendar mistérios tanto quanto ele. Ele adora investigar, descobrir a razão de tudo, e, claro, conhecer pessoas e saber mais sobre elas. Quando ele colocar os olhos em ti pode ser que te sintas meio invadida, analisada como se fosses uma espécie rara. E será meio difícil saber se ele está atraído pela tua beleza ou intrigado com o teu modo de andar. Durante o teu relacionamento com um aquariano, pode ser que tu saibas algumas coisas sobre a sua personalidade, mas com certeza ele saberá quase tudo sobre ti! Sempre a analisar, ele irá perguntar-se constantemente: “O que ela quis dizer com aquilo?”. Lembras-te da inquietação? Pois ele só vai descansar quando descobrir o que quer. Ele fica maluco quando tem um enigma pela frente, e pode passar muito tempo a tentar decifrá-lo, quieto, super concentrado, como se estivesse noutro mundo. E não estranhes se ele perder todo o interesse no assunto depois que descobrir o segredo.

Por isso, se quiseres fisgá-lo terás que intrigá-lo. Uma porta aberta não o interessa tanto quanto a curiosidade em querer saber o que se esconde por trás de uma porta fechada. Apesar de muitas vezes parecer um homem descontraído, que puxa conversa até com um estranho na fila do banco, às vezes acontece do aquariano parecer um tanto quanto tímido demais… Bem, não é timidez, ele apenas não está a fim de conversar. Nem sempre o homem aquariano estabelece laços muito fortes por muito tempo. Na verdade, as pessoas gostam mais de ser amigas dele do que o contrário. Não, ele não é um homem metido ou convencido, muito pelo contrário. O que acontece é que existem muitas coisas para serem descobertas no próximo quarteirão para ele se prender a uma ou duas amizades. Ele valoriza a quantidade e diversidade, não apenas a qualidade. Para ele todas as pessoas têm o seu valor. Então, o aquariano irá sentir-se muito mais feliz rodeado por dezenas de colegas num campo de futebol do que rodeado por amigos íntimos numa casa de praia! E esta dedicação que ele costuma dar a todos é que faz com que poucos aquarianos tenham muitos amigos íntimos.

No amor, ele por vezes pode parece um pouco frio demais, mas isso só até surpreender a sua amada com um abraço bem forte e um milhão de beijos! E é assim, mesmo: sem avisar, sem um motivo aparente, apenas porque lhe deu vontade de te encher de carinhos. Aí não tem jeito: por mais que tu estejas brava ou chateada com ele, parece que te sentes a mulher mais amada do mundo. E acredita, ele ama-te muito. Tu até podes duvidar – afinal ele é tão protetor e carinhoso com tantas outras pessoas, que tu podes ficar a pensar porque é que contigo seria diferente. Bem, ele ainda está do teu lado, não é mesmo? E aqui entre nós: aquele abraço gostoso que ele te deu diz muito sobre o quanto ele te ama, não é?

Normalmente bondoso e tranquilo por natureza, o homem aquariano costuma desafiar as pessoas conservadoras, o sistema e tudo o que possa representar opressão! Nestes momentos as pessoas ficarão chocadas com a sua sinceridade e língua afiada. Ele é firme nas suas convicções. Basta ver Charles Darwin, que ficou contra tudo e todos, que foi escorraçado pela igreja e por todos os intelectuais da época, mas se manteve firme na sua “Teoria da Evolução”, quem mais poderia lidar com tamanha pressão sem arredar um passo atrás? Só um aquariano.

Sim, o Aquário é um rebelde natural, que odeia todos os velhos hábitos e anseia pelo novo e revolucionário. Por isso é que Aquário é o signo da mudança e da transformação! O que acaba de acontecer já está velho para ele, mesmo que tenha passado um minuto, apenas. O que importa é o que está por vir: é o futuro que tanto o intriga! Os seus pontos de vista são tão amplos que dificilmente tu encontras algum aquariano que tenha algum tipo de preconceito quanto a uma nova ideia. Ele sabe escutar, respeita as opiniões contrárias, mas não fará muito para convencer-te de que estás errado. Apesar de algumas vezes poder ser muito teimoso, ele simplesmente acha perda de tempo estar a tentar convencer alguém. A sua filosofia é de que cada um dance de acordo com a sua própria música, e que esta individualidade deve ser respeitada. Mesmo que ele saiba que tu te vais dar mal, se ele não foi capaz de convencer-te do contrário, então ele vai deixar que descubras isso por ti!

Poucos são os aquarianos que mudam de opinião de uma hora para a outra. Lembras-te do que leste sobre a sua teimosia? Então, se ele chegou a uma conclusão, não mudará até que algo novo aconteça para provar que está errado. E nesse ponto ele pode ser mais teimoso que um taurino. Mesmo assim, não terá vergonha de dizer que o que defendia era errado, se descobrir que estava errado. Ele ama a verdade, independentemente de quem a disse. Outra coisa que é importante saber, é que muitas vezes eles têm um modo de não deixar as pessoas saberem o que eles estão a planear fazer até que aconteça. Por exemplo, se estiveres louca para te casares, a ponto de teres reclamado o ano inteiro, sem receberes sequer a atenção dele (o “descaso” do aquariano mata qualquer uma de raiva), pode ser que acabes por levar um tremendo de um susto, quando ele te levar para o cartório para assinarem os papéis do casamento, assim, como se estivessem a ir a uma padaria! Tu ficarás tão chocada que nem te vais lembrar que querias um casamento na igreja, com convidados, padrinhos, etc… Bem, antes que comeces a reclamar, fica a saber que ele provavelmente já escolheu também a igreja onde se vão casar… O problema vai ser ter que esperar mais alguns meses (ou dias) até isto acontecer!

É raro encontrar algum aquariano que não tenha alguma fobia, seja ela qual foi. Por exemplo, ele pode ser o homem mais forte que tu já viste na tua vida, e mesmo assim poderá ficar paralisado de medo diante de uma barata. Não, ele jamais vai desmaiar diante de uma barata. Ele pode enfrentar um touro, só pelo prazer da adrenalina, mas prefere que tu mates a barata, que, desafiadora, cisma em encará-lo!

O homem de Peixes
(20/2 a 20/3)

O homem de Peixes é do tipo que não se prende a materialismo ou ambição desmedida. Para ele é melhor viver como um milionário, do que ser um milionário. Ele prende-se mais aos prazeres da vida do que a títulos ou posição de destaque que não respeitem a sua vontade de ser feliz! Ele normalmente odeia a avareza, não gosta de ficar a guardar as coisas para o futuro e prefere aproveitar o presente ao invés de ficar a pensar no que vai acontecer amanhã! Não, ele não é de planear o futuro com antecedência. Qualquer mulher ficará impressionada com os modos encantadores e o temperamento calmo do homem de Peixes. Ele é indiferente às mais severas condições, desde que não lhe tirem a liberdade de sonhar e aproveitar a vida à sua maneira! Também é interessante notar que poucos reagem agressivamente a insultos ou recriminações. São poucas as coisas capazes de fazer com que tenha uma reação violenta. O pisciano típico costuma ser aquele tipo que não está nem aí para o mundo. Tudo pode estar a acabar, as pessoas a correr desesperadas, e ele ainda consegue manter a calma. Por isso é que muita gente confunde esta sua tranquilidade com fraqueza. Só que, enquanto estas pessoas estiverem a morrer de ataques de pânico, o pisciano continuará a viver tranquilamente. Mas isto não quer dizer que ele seja acomodado ou indiferente aos problemas do mundo. Ele conhece todas as virtudes, fraquezas e armadilhas, melhor do que qualquer um.

Ele pode ficar irritado como qualquer ser humano normal, a diferença é que leva mais tempo, e mesmo assim a sua raiva em nada se compara ao estouro de um taurino! O Peixes nasceu com o dom de ver sempre o lado bom das coisas. Ele conhece o lado mau da humanidade, mas prefere valorizar mais o lado bom. Ele mantém uma paixão por tudo que é artístico, seja música, teatro ou cinema. Não é raro encontrar piscianos que sepultaram os seus sonhos artísticos para seguir uma carreira numa empresa, mas mantêm um artista aprisionado dentro de si. A sua calma faz com que ele consiga as coisas sem muito esforço. O Peixes simplesmente odeia ter que se matar para conseguir algo! Ele valoriza muito mais as coisas que podem ser conseguidas sem sofrimento! Pergunta a um pisciano se gostaria de conquistar uma fortuna ou receber uma gorda herança. Ele responderá sem nenhuma vergonha que prefere muito mais receber a herança! Não, ele não é preguiçoso, simplesmente é prático e não tem vergonha de admitir abertamente o que muitas pessoas teriam vergonha de dizer!

Apesar do Peixes parecer meio indeciso, ele sabe muito bem o que quer. A diferença é que não costuma contar quais são os seus planos! O homem de Peixes possui uma simpatia que faz com que muitos confiem nele e nunca se preocupem em ter os seus atos julgados por ele. É difícil deixar um homem deste signo chocado, é preciso um escândalo muito forte para deixá-lo boquiaberto. Se um amigo contar que tem quatro namoradas, ao invés de receber uma resposta cheia de julgamentos e discursos moralistas, é mais fácil escutar o pisciano perguntar com qual delas ele é mais feliz! Por causa de ser muito compreensivo em relação aos outros, por causa da sua forma suave de falar e da sua natureza de não gostar de julgar as pessoas, muitos costumam procurá-lo para contar os seus dramas e segredos! E ele normalmente vai escutá-los com muita atenção. Chega a ser uma esponja emocional! O facto de ser tão sensível significa que vive intensamente as emoções, e estas sessões de lamúrias podem deixá-lo meio abalado. Ele vive as emoções dos que o procuram. Por isso eles muitas vezes precisam de um bom tempo para descansar e refazer as energias. O homem pisciano precisa ser encorajado por todos os que ama para que não se feche num mundo de mágoas e ressentimentos. Se ele ama uma mulher, é importante que ela o encha de mimos e carinhos para que ele se sinta valorizado e pronto para enfrentar a vida. O fim de um relacionamento pode afetá-lo a ponto de ficar deprimido e achar que o seu mundo cor de rosa está a acabar. Ninguém gosta mais de uma palavra de amor do que ele. Jamais pisa nos seus sonhos ou faz pouco deles. Ajuda-o a torná-los realidade e verás que a sua gratidão pode ser tão imensa quanto o seu amor!

Evita queixares-te ou pedir-lhe explicações desnecessárias, quando se tratar deste homem. As críticas da mulher amada surtirão efeito contrário, e ao invés de fazer com que ele tome uma atitude, farão com que fique mais preso e mais propenso a repetir os mesmos erros! Para ele os melhores remédios são as palavras encorajadoras. Ele não é como o sagitariano ou leonino que encaram as críticas como desafio às suas capacidades e que funcionam, portanto, como incentivo e motivação para eles se mexerem. Não, com o homem de Peixes as coisas têm que ser com mais cuidado! Se disseres que ele não presta, ele acreditará, mas se disseres que ele é poderoso, terás um homem realmente poderoso!

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*Fonte: osegredo / Metafrasear

Aprenda como fazer horta medicinal em casa

Uma horta medicinal em casa pode trazer muitos benefícios para sua saúde corporal e mental. De acordo com o especialista em Agricultura Orgânica Thiago Tadeu Campos, além de proporcionar hábitos mais saudáveis, ao evitar o uso de fármacos comuns, você ganha tempo com a praticidade de ter tudo ao alcance das mãos, criando ainda um espaço verde em casa, trabalhando a mente por meio do envolvimento com a natureza.

Se os motivos acima descritos ainda não são suficientes para começar a planejar a sua horta, pense no fato de que você ainda pode economizar o dinheiro gasto na farmácia! E sim, é possível cultivar seus próprios remédios de forma simples e fácil, mesmo em espaços reduzidos, trazendo para o seu dia-a-dia hábitos mais saudáveis e mais naturais.

Neste artigo, irei sintetizar a importância e as facilidades de cultivar suas próprias ervas medicinais, além disso, colocarei a disposição gratuitamente meu e-book, no qual ensino práticas de cultivo simples e fáceis para 6 alimentos que podem ser cultivados em sua horta orgânica, de modo a torná-la mais produtiva e sustentável. Essas dicas podem ser muito valiosas também para iniciar sua horta medicinal.

Hortas medicinais: tenha sempre plantas fitoterápicas perto de você

As hortas medicinais sempre foram uma tradição, tanto nos jardins brasileiros quanto ao redor do mundo. Uma horta medicinal consiste em um conjunto de plantas e ervas que trazem benefícios para a saúde.  Cada pessoa pode montar sua horta de acordo com as plantas que lhe são necessárias, utilizando-as de diversas formas e diferentes espécies.

Algumas plantas medicinais têm sua eficácia cientificamente comprovada no combate de inúmeras doenças e também no uso para o controle de dores, podendo ser aplicadas de diferentes maneiras, desde xaropes, chás, sucos, condimentos, óleos, pós à até mesmo pomadas. Basta, então, saber para qual uso a espécie é mais indicada e seu modo de aplicação para extrair o melhor de cada espécie.

As hortas medicinais são uma verdadeira ferramenta para quem busca uma vida mais saudável e livre de toxinas. Além de diminuir exponencialmente a necessidade de remédios controlados, uma horta medicinal garante toda a praticidade de ter as plantas em mãos sempre que preciso. Entre os principais usos das ervas medicinais estão o controle de dores estomacais, insônia, gripes e resfriados, controle intestinal e tratamento de quadros depressivos.

Por serem produtos naturais e orgânicos, não prejudicam o organismo e agem de forma rápida. A arruda e o capim limão são ótimos exemplos da ação fitoterápica no corpo, amenizando dores e reduzindo o estresse.

Escolha as plantas corretas para montar uma horta medicinal

Qualquer pessoa pode possuir uma horta medicinal em sua casa, independentemente do lugar, existindo inclusive, hortas medicinais em apartamentos. As plantas podem ser organizadas em vasos, jardineiras ou em pequenos canteiros, de acordo com a quantidade de ervas medicinais desejadas e do espaço disponível em sua casa.

As principais plantas medicinais são espécies que também estão presentes na gastronomia, como o alecrim, o manjericão, a hortelã e a sálvia, levando assim, propriedades medicinais à sua cozinha. Também é possível plantar espécies como losna, capim limão, arruda e melissa, que apesar de pouco comuns tem importantes propriedades medicinais. Dessa forma, cabe ao produtor escolher quais ervas mais lhe agradam.

Todas essas plantas são facilmente plantadas por meio de sementes ou mudas, mas se você precisa de mais dicas de plantio e manutenção da sua horta, cadastre-se e receba agora mesmo o e-book gratuito sobre as 6 plantas indispensáveis para sua horta orgânica.

Montar uma horta medicinal é uma tarefa divertida e de autoconhecimento, pois exigirá que cada um plante ervas que serão úteis no dia a dia, seja pelo apelo medicinal ou na cozinha. É recomendado plantar dois ou mais tipos de planta num mesmo recipiente, para que elas cresçam em sincronia e não adoeçam com tanta facilidade.

As plantas devem estar localizadas em um espaço bem iluminado e seu solo deve ser fértil. Também é possível associar plantas repelentes como o “cravo de defunto”, para evitar a infestação de pragas ou doenças. Caso seja necessário, é possível realizar o reajuste do solo ou a nutrição através do uso de adubos orgânicos .

Como fazer uma horta em seu jardim

Nem sempre é necessário recorrer à fármacos para melhorar a saúde, ao encontrar maneiras fitoterápicas de cuidar de si mesmo, seu corpo só terá a agradecer!

Possuir uma horta medicinal pode poupar grandes dores de cabeça (literalmente), portanto, vale a pena aprender como montar uma horta orgânica e organizá-la apenas com plantas medicinais que aliviem sintomas de dores e proporcionem bem-estar, de forma sustentável e natural. Para isso, nem sempre é necessário reservar um espaço independente somente para as ervas medicinais, é possível inserir as espécies da sua escolha em espaços já existentes, como jardins, vasos de flores, hortas comuns, etc.

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*Fonte: ciclovivo / Thiago Tadeu Campos

7 companheiras de vida que nos prejudicam

Existem certas “companheiras” de vida às quais você deve dizer “adeus”; o problema é que algumas delas estão tão profundamente enraizadas que é muito difícil soltá-las. Por essa razão é tão difícil dar adeus a um companheiro(a) com quem convivemos por quase uma vida inteira, assim como é difícil dar “adeus” a todas as pessoas que já não acrescentam mais nada em nossas vidas.

Aprender a se despedir de todas elas nos ajudará a crescer, a nos libertar de todas as desculpas que nos impedem de seguir em frente por apegar-nos constantemente ao mesmo que nos mantinha prisioneiros. Agora é a hora de se soltar. Agora é o momento de crescer.

Hoje descobriremos algumas coisas das quais devemos nos despedir, porque muitas vezes não é que não saibamos nos soltar, mas sim que não sabemos com certeza do que devemos nos libertar. Mas isso hoje vai mudar, é o momento de seguir em frente!
É o momento de dizer “adeus” a estas companheiras de vida

Nem todo mundo está preparado para dizer “adeus” e são poucos os que conseguem fazê-lo. Trata-se de parar a inércia, de maneira que primeiro é preciso eliminar a velocidade que nos leva no sentido contrário e logo começar a construir o novo. Primeiro é preciso se soltar para que as novas oportunidades possam aparecer.

Com certeza, o fato de termos essas cargas nos ombros tem a ver com o ato de sermos incapazes de identificá-las. É por isso que hoje apresentamos 7 coisas às quais você precisa dizer “adeus” para seguir crescendo. Não se apegue a algo que está machucando-o. É a hora de se libertar.

1 – Adeus à resistência!

Às vezes não nos sentimos “em sintonia” com o que estamos fazendo e isso nos entristece. O grande problema é que existe algo que nos impede de seguir em frente, talvez porque um medo infundado nos proíba de realizar essa mudança de que tanto precisamos.

Pare de se apegar ao que não deixa você ser livre, porque ninguém o obriga a isso, é você que está se limitando! É melhor você deixar de resistir e espantar o medo. Isso a que você se prende tanto não está dando a segurança que você imagina ter.

Encontre o que emprega resistência e solte-se! A resistência irá aprisioná-lo em uma circunstância indesejada que não lhe fará bem. É a hora de mudar e só você tem o poder e a vontade para fazer isso.

2 – Afaste-se das limitações

Nossas crenças nos limitam muito mais do que pensamos. Por exemplo, se pensamos que não gostamos de algo provavelmente nem sequer iremos assumir o risco de prová-lo e descobrir que estamos errados. Por outro lado, quando fazemos isso terminamos por nos distanciar dele ao menor sinal de descontentamento. Não esqueça que nossa mente trabalha tentando confirmar nossas crenças e não tentando prová-las, como faz o método científico.

Imagine que todas essas barreiras que existem ao seu redor foram criadas por você. Nada as colocou ali, são pura criação da sua mente. Por isso, apenas você pode derrubá-las, em suas mãos está o poder de destruir tudo aquilo que o limita. Uma vez que você se distancie de tudo isso que está freando seus sonhos, você se sentirá livre e invencível para alcançar tudo o que você se propuser. Aprenda a identificar as barreiras e comece a destruí-las. Agora você já pode realizar todos os seus sonhos.

3 – As expectativas são irreais

Muitas das expectativas com as quais trabalhamos não são reais. Isso não importaria se não fossem uma fonte de esperanças infundadas que muitas vezes, e sob o próprio peso da realidade, não se cumprem. Ao não serem cumpridas surgem a frustração, a desconfiança e a decepção.

Dizer adeus às expectativas pode ser um verdadeiro desafio porque já levamos muito anos seguindo o caminho que nos marca. O pior lado delas é que na maioria das vezes são criadas por alguém externo a nós, que condiciona nosso comportamento com segundas intenções.

Além disso, imagine as vezes em que você esperou alguma coisa de alguém. Qual foi o resultado? Com certeza se decepcionou. Assim que você aprende a deixar de esperar, também aprende a aceitar. Apenas livrando-se das expectativas você conseguirá ser mais feliz.

4 – Medos, onde?

Os medos são as grandes barreiras que se interpõem entre nós e o que queremos, nos mantendo na nossa zona de conforto. Aprenda a enfrentá-los para superá-los porque eles servem para isso! Os medos lhe ajudarão a crescer, permitirão o seu avanço e o seu aprendizado.

Além disso, se você analisa os seus medos perceberá que eles são criados por você e que muitos são medos infundados que criamos sem saber muito bem o motivo. Medo da solidão, medo ou vergonha de falar em público… São medos reais?

Encare o medo nos olhos, enfrente-o e não o enxergue como uma barreira, mas sim como um impulso que faça você seguir em frente. Apenas enxergue-o desde outra perspectiva, utilize-o a seu favor, mas nunca contra você.

5 – Serei livre, adeus ao apego

Muitas pessoas se apegam a outras porque acreditam que sua felicidade está nas mãos dos outros. Isso é um erro grave e arriscado. Se sua felicidade está nas mãos de outras pessoas, ela está por um fio.

Aprenda a se ver como um ser completo que não precisa de ninguém para ser feliz. Será difícil se despedir do apego mal dirigido, da dependência emocional, da responsabilidade de deixar nossa felicidade nas mãos dos outros. Mas isso é extremamente necessário.

Por isso, aprenda a ser livre, reconcilie-se com a solidão e nunca se apegue a ninguém por medo de não ser suficientemente maduro para tomar as suas próprias decisões. Ser livre será sua melhor opção para sentir-se bem consigo mesmo.

6 – O passado já não importa

Por que você teima em viver no passado? O presente é mais importante e é onde você deve concentrar suas forças se quiser ser feliz e seguir adiante. Aprenda com o seu passado, supere-o, mas viva o agora que é o que verdadeiramente importa.

Muitas pessoas vivem no passado e não conseguem centrar-se no presente. Por isso, é importante que você analise aquilo que ainda o machuca, o que você não superou. Uma vez que o identifique, esse é o momento de deixá-lo ir embora.

Quando você liberar o seu passado, se dará conta de que se desprender dele parecia ser algo muito mais difícil do que é na realidade. Agora você poderá concentrar a suas forças no seu presente e se dirigir ao futuro. Olhar para o passado não é negativo, mas viver no passado sim.

7 – Dê adeus à culpa

Muitas pessoas fazem os outros se sentirem culpados por ações que são sua responsabilidade. Os outros não têm que se sentir responsáveis por ações suas e você também não tem nenhuma responsabilidade nas decisões dos outros.

Aprenda a ser coerente nas suas próprias decisões e a não se sentir culpado por elas. Toda decisão terá um resultado que pode ser uma consequência negativa. Mas sempre é possível absorver algo de positivo delas.

Por isso, aceite suas decisões! Toda decisão que você tomar vai levá-lo por um caminho ou por outro, por esse motivo, arrepender-se dela é uma estupidez. Você pode mudar suas consequências, pode internalizar o que você aprendeu, mas o que você não pode fazer é voltar no tempo e escolher outra opção.

O que custa dizer “adeus”? Você acrescentaria algo mais? Existem muitas situações às quais nos apegamos porque não são fáceis de soltar. Apesar disso é importante colocar todo o nosso empenho em tentar conseguir. Dizer “adeus“ será sua melhor opção.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Muito prazer, eu sou o seu sintoma

Já pensou se o seu sintoma tivesse a chance de te escrever uma carta? Garanto que seria alguma coisa assim:

“Olá, tenho muitos nomes: dor de joelho, abscesso, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor nas costas, ciática, câncer, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorroidas e a lista continua. Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho: ser o portador de notícias pouco agradáveis para você.

Você não entende, ninguém me compreende.
Você acha que eu quero lhe incomodar, estragar os seus planos de vida. Todo mundo pensa que desejo atrapalhar, fazer o mal, limitar vocês, e não é assim, isso seria um absurdo.

Eu o sintoma, simplesmente estou tentando lhe falar numa linguagem que você entenda.

Vamos ver, me diga alguma coisa. Você negociaria com terroristas, batendo na porta com uma flor na mão e vestindo uma camiseta com o símbolo da “paz” impresso nas costas? Não, certo?
Então, por que você não entende que eu, o sintoma não posso ser “sutil” e “levinho” quando preciso lhe passar uma mensagem.
Me bate, me odeia, reclama de mim para todas as pessoas, reclama de minha presença no seu corpo mas, não para um minuto para pensar e raciocinar e tentar compreender o motivo de minha presença no seu corpo.
Apenas escuto você dizer: “Cala-te”, “vá embora”, “te odeio”, “maldita a hora que apareces-te”, e muitas frases que me tornam impotente para lhe fazer entender mas, devo me manter firme e constante, porque devo lhe fazer entender a mensagem.

O que você faz? Manda-me dormir com remédios. Manda-me calar com sedativos, me suplica para desaparecer com anti-inflamatórios, quer me apagar com quimioterapia. Tenta dia após dia, me calar.
E me surpreendo de ver que às vezes, até prefere consultar bruxas e adivinhos para de forma “mágica” me fazer sumir do seu corpo.
A minha única intenção é lhe passar uma mensagem, mesmo assim, você me ignora totalmente.

Imagine que sou a sirene do Titanic, aquela que tenta de mil maneiras avisar que tem um iceberg na frente e você vai bater com ele e afundar. Toco e toco durante horas, semanas, meses, durante anos, tentando salvar sua vida, e você reclama que não deixo você dormir, que não deixo você caminhar, que não deixo você trabalhar, ainda assim continua sem me ouvir…

Está compreendendo?
Para você, eu o sintoma, sou “A doença”.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Aí você vai ao médico e paga por tantas consultas.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.

Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me cala, quando sou o único alarme que está tentando lhe salvar?

A doença “é você”, é “o seu estilo de vida”, são “as suas emoções contidas”, isso que é a doença e nenhum médico aqui no planeta Terra sabe como as combater, a única coisa que eles fazem é me atacar, ou seja, combater o sintoma, me calar, me silenciar, me fazer desaparecer. Tornar-me invisível para você não me enxergar.

É bom se você se sentir incomodado por estar lendo isso, deve ser algo assim como um “golpe na sua inteligência”. Está certo se estiver se sentindo frustrado, mas eu posso conduzir o teu processo muito bem e o entendo. De fato, isso faz parte do meu trabalho, não precisa se preocupar. A boa notícia é que depende de você não precisar mais de mim, depende totalmente de você analisar o que tento lhe dizer, o que tento prevenir.

Quando eu, “o sintoma” apareço na sua vida, não é para lhe cumprimentar, é para lhe avisar que uma emoção contida no seu corpo, deve ser analisada e resolvida para não ficar doente.

Deveria perguntar a si mesmo: “por que apareceu esse sintoma na minha vida”, “que pretende me alertar”? Por que está aparecendo esse sintoma agora?
Que devo mudar em mim?

Se você deixar essas perguntas apenas para sua mente, as respostas não vão levar você além do que já vem acontecendo há anos. Deve perguntar também ao seu inconsciente, ao seu coração, às suas emoções.

Por favor, quando eu aparecer no seu corpo, antes de procurar um médico para me adormecer, analise o que tento lhe dizer, verdadeiramente, por uma vez na vida, gostaria que o meu excelente trabalho fosse reconhecido e, quanto mais rápido tomar consciência do porquê do aparecimento no seu corpo, mais rápido irei embora.

Aos poucos descobrirá que quanto melhor analisar, menos lhe visitarei. Garanto a você que chegará o dia que não me verá nem me sentirá mais. Conforme atingir esse equilíbrio e perfeição como “analisador” de sua vida, de suas emoções, de suas reações, de sua coerência, não precisará mais consultar um médico ou comprar remédios.

Por favor, me deixe sem trabalho.
Ou você acha que eu gosto do que eu faço?

Convido você para refletir sobre o motivo de minha visita, cada vez que eu apareça.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.
Estou farto que você diga:
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.
Você acha que eu sou um tesouro do qual não pretende se desapegar jamais.
Meu trabalho é vergonhoso e você deveria sentir vergonha de tanto me elogiar na frente dos outros. Toda vez que isso acontece você na verdade, está dizendo: “Olhem que fraco sou, não consigo analisar, nem compreender o meu próprio corpo, as minhas emoções, não vivo coerentemente, reparem, reparem!”.

Por favor, tome consciência, reflita e aja.
Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!
Atenciosamente,
O sintoma.”

 

 

 

 

 

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*Fonte: humaniversidade

Meditação regular traz mais benefícios do que férias, afirma estudo

Já não é novidade o quanto a meditação e a ioga fazem bem para a saúde. Pesquisas sérias têm apontado alguns desses benefícios e deixado para trás a ideia de que tais práticas são “coisa de hippie”. A Harvard Health Publications divulgou, por exemplo, um estudo onde ficou claro que meditar pode ser melhor para o corpo e para a mente até do que tirar férias.

Segundo a médica Monique Tello, o estudo foi realizado em um resort no sul da Califórnia (EUA), com 91 mulheres voluntárias que não apresentavam problemas de saúde importantes, não estavam grávidas, nem tomavam hormônios ou antidepressivos. O método mesclou técnicas de meditação, ioga e exercícios ao longo de uma semana.

Os participantes foram divididos em três grupos com cerca de 30 cada um: “meditadores” experientes, mulheres que nunca meditaram, e um grupo que simplesmente “foi de férias”. Os 30 “participantes de férias” ouviram palestras de saúde e depois fizeram coisas divertidas ao ar livre por uma semana.

Ao fim do experimento, os três grupos apresentaram melhorias estatisticamente significativas nos níveis de estresse e depressão, que foram mensurados usando questionários bem estabelecidos e comumente usados. Até este ponto, explica Monique, parece que as férias são tão boas quanto os exercícios para a redução do estresse e melhora de humor.

Mas, ela explica que o que realmente impressiona é que 10 meses depois: os meditadores regulares ainda apresentavam melhorias significativas, os meditadores novatos ainda mais, enquanto os turistas já estavam novamente estressados. A descoberta vai ao encontro de pesquisas anteriores que mostra que as férias têm efeitos benéficos, mas por muito pouco tempo.

Os pesquisadores coletaram também amostras de sangue, antes e depois do experimento. Quem explica os resultados desta fase é o autor de estudo Eric Schadt, diretor do Icahn Institute no Monte Sinai.

“Os meditadores regulares mostraram os mesmos tipos de ‘melhorias’ no nível molecular como os outros, mas, além disso, apresentaram mudanças que também foram associadas a alguns processos de envelhecimento. Penso que há relação com um envelhecimento mais saudável, por isso espero que motive mais estudos nesta direção”, afirma o pesquisador.

O estudo de férias incluiu apenas mulheres e os próprios autores afirmam que são necessárias mais pesquisas na área. Mas as evidências já estão aí, outros estudos já comprovaram que a meditação ajuda a reduzir a ansiedade, depressão, estresse, dor e a saúde geral, além de melhorar a qualidade de vida. Se por um lado, o descanso do trabalho é realmente merecido, por outro tentar incluir a prática da meditação pode amenizar a espera pelas tão sonhadas férias tornando o dia a dia bem mais agradável.

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*Fonte/texto: ciclovivo

A arte de manipular multidões

A era da pós-verdade é na realidade a era do engano e da mentira, mas a novidade associada a esse neologismo consiste na popularização das crenças falsas e na facilidade para fazer com que os boatos prosperem.

A mentira dever ter uma alta porcentagem de verdade para ser mais crível. E terá ainda maior eficácia a mentira composta totalmente por uma verdade. Parece uma contradição, mas não é. Na sequência analisaremos como isso pode acontecer.

A pós-mentira

Hoje em dia tudo é verificável e, portanto, não é fácil mentir. Mas essa dificuldade pode ser superada com dois elementos básicos: a insistência na asseveração falsa, apesar dos desmentidos confiáveis; e a desqualificação de quem a contradiz. E a isso se soma um terceiro fator: milhões de pessoas prescindiram dos intermediários de garantias (previamente desprestigiados pelos enganadores) e não se informam pelos veículos de comunicação rigorosos, mas diretamente nas fontes manipuladoras (páginas de Internet relacionadas e determinados perfis nas redes sociais). A era da pós-mentira fica assim configurada.

Quem se manifesta à margem da tese dominante recebe uma desqualificação ofensiva que serve como aviso para outros navegadores

Dessa forma, milhões de norte-americanos acreditaram em uma mentira comprovada como a afirmação de Donald Trump de que Barak Obama é um muçulmano nascido no estrangeiro e milhões de britânicos estavam convencidos de que, com o Brexit,o Serviço Nacional de Saúde teria por semana 350 milhões de libras (1,4 bilhão de reais) adicionais.

A tecnologia permite hoje manipular digitalmente qualquer documento (incluindo as imagens), e isso avaliza que se indique como suspeitos os que reagem com dados certos diante das mentiras, porque suas provas já não têm valor de fato. E se acrescenta a isso a perda de parte da independência na imprensa com a crise econômica. O número de jornalistas foi reduzido e ela precisou levar em consideração não só os leitores, mas também os proprietários e anunciantes. Em certos casos, utilizam também técnicas sensacionalistas para obter reações na Rede, o que fez com que perdesse credibilidade.

Com tudo isso, se chegou à paradoxal situação de que as pessoas já não acreditam em nada e ao mesmo tempo são capazes de acreditarem em qualquer coisa.

Muitos jornais dos Estados Unidos verificaram as dezenas de falsidades difundidas pelo presidente Trump (em janeiro já havia dito 99 mentiras segundo o The New York Times), mas isso não as desativou. E a imprensa britânica, por sua vez, esmiuçou as mentiras dos que pediam a saída da UE, mas isso não desanimou milhões de eleitores.

A pós-verdade

A mentira sempre é arriscada, e requer formas muito potentes para sustentar-se. Por isso as técnicas de silêncio costumam ser mais eficazes: emite-se uma parte comprovável da mensagem, mas se omite outra igualmente verdadeira. Aqui estão alguns exemplos:

A insinuação. Não é preciso usar dados falsos. Basta sugeri-los. Na insinuação, as palavras e imagens expressadas se detêm em um ponto, mas as conclusões inevitavelmente extraídas delas vão muito mais além. O emissor, entretanto, poderá se defender afirmando que só disse o que disse, que só mostrou o que mostrou. A principal técnica da insinuação na imprensa parte das justaposições: ou seja, uma ideia situada ao lado de outra sem que se explicite a relação sintática ou semântica entre ambas. Mas sua contiguidade obriga o leitor a deduzir uma ligação.

Isso aconteceu em 4 de outubro de 2016 quando Iván Cuéllar, goleiro do Sporting de Gijón, saía do ônibus de sua equipe para jogar no estádio Riazor. Recebido com vaias pela torcida do La Coruña, Cuéllar parou e olhou fixamente em direção aos torcedores. A câmera só enfocou ele, o que levava à dedução de uma atitude desafiadora diante das vaias. E a situação foi apresentada dessa forma em um vídeo de um veículo de comunicação asturiano. Dessa forma, foram mostrados, justapostos, dois fatos: a torcida rival que vaiava e o jogador que olhava fixamente em direção aos torcedores. Não demorou a chegar a acusação de que Cuéllar havia sido um provocador irresponsável.

Ocorreu algo que aquelas imagens não mostraram: entre os torcedores, uma pessoa havia sofrido um ataque epilético e isso chamou a atenção do goleiro do Sporting, que olhou fixamente nessa direção para comprovar que o torcedor estava sendo atendido (pelo próprio serviço médico do clube). Ao verificar que o atendimento foi feito, seguiu seu caminho. Tanto a presença dos torcedores como suas vaias e o olhar do jogador foram verdadeiros. A mensagem, entretanto, foi alterada – e, portanto, a realidade percebida – ao se justapor os acontecimentos ocultando um fato relevante.

A pressuposição e o subentendido. A pressuposição e o subentendido possuem traços em comum, e se baseiam em dar algo como certo sem questioná-lo. Por exemplo, no conflito catalão se difundiu a pressuposição de que votar é sempre bom. Mas essa afirmação não pode ser universal, uma vez que não se aceitaria que o Governo espanhol colocasse urnas para que a população votasse se deseja ou não a escravidão. Somente o fato de se admitir essa possibilidade já seria inconstitucional, por mais que a resposta esperada fosse negativa. Primeiro seria necessário modificar a Constituição para permitir a escravidão, e depois sim poderia ocorrer uma votação a respeito. Foi criada, portanto, uma pressuposição segundo a qual o fato de votar é sempre bom, quando a validade de uma consulta está ligada à legitimidade e à legalidade democrática do que é colocado em votação.

Por vezes os subentendidos são criados a partir de antecedentes que, – reunindo todos os requisitos de veracidade, se projetam sobre circunstâncias que concordam somente em parte com eles. Por exemplo, nos chamados Panama Papers foram denunciados casos reais de ocultação fiscal. Uma vez expostos os fatos reais e criadas as condições para sua condenação social, foram acrescentados à lista outros nomes sem relação com a ilegalidade; mas o subentendido transformou a oração “tem uma conta no Panamá” em algo delituoso que contribuiu com a criação de um estado geral de opinião falso. Não é crime realizar negócios no Panamá e por conta disso abrir contas nesse país; mas se isso se expressa com essa oração suspeita, o legal se transforma em condenável pela pressuposição.

A falta de contexto. A falta do contexto adequado manipula os fatos. Assim aconteceu quando o deputado independentista catalão Lluis Llach recebeu ataques injustos por declarações sobre o Senegal. Em 9 de setembro de 2015, um jornal barcelonês postava em sua manchete esta frase, colocada na boca do ex-cantor e compositor: “Se a opção do sim à independência não for majoritária, vou para o Senegal”. Daí se poderia deduzir que ir para o Senegal era algo assim como um ato de desespero (e uma ofensa para aquele país africano). Desse modo interpretaram alguns colunistas e centenas de comentários publicados sob a notícia. No entanto, o jornal tinha omitido um contexto importante: Llach criou anos atrás uma fundação humanitária de ajuda ao Senegal e, portanto, longe de expressar desprezo em suas palavras, ele mostrava o desejo de se voltar para essa atividade se o seu esforço político fracassasse. Nessa falta de dados de contexto se pode incluir a omissão cada vez mais habitual das versões e das opiniões –que deveriam ser recolhidas com neutralidade e honestidade– daquelas pessoas atacadas por uma notícia ou opinião.

Inversão da relevância. Os beneficiários desta era da pós-verdade nem sempre dispõem de fatos relevantes pelos quais atacar seus adversários. Por isso, com frequência recorrem a aspectos muito secundários…. que transformam em relevantes. Os costumes pessoais, a vestimenta, o penteado, o caráter de uma pessoa em seu entorno particular, um detalhe menor de um livro ou de um artigo ou de uma obra (como naquele caso dos manipuladores de marionetes em Madri)…adquirem um valor crucial na comunicação pública, em detrimento do conjunto e das atividades de verdadeiro interesse geral ou social. Desse modo, o que for opinião ou subjetividade sobre esses aspectos secundários se apresenta como noticioso e objetivo. E, portanto, relevante.

A pós-censura

Até aqui foram analisadas brevemente (por razões de espaço e de lógica jornalística) as técnicas da pós-mentira e da pós-verdade. Mas os efeitos perniciosos de ambas recebem o impulso da pós-censura, segundo retratou e definiu Juan Soto Ivars em Arden las Redes (Debate, 2017).

Neste novo mundo de pós-censura quem se manifesta à margem da tese dominante recebe uma desqualificação muito ofensiva que serve como aviso para outros navegadores. Assim, a censura já não é exercida nem pelo Governo nem pelo poder econômico, mas por grupos de dezenas de milhares de cidadãos que não toleram uma ideia discrepante, que se realimentam uns com os outros, que são capazes de linchar quem, a seu ver, atenta contra o que eles consideram inquestionável, e que exercem seu papel de turba mesmo sem saber muito bem o que estão criticando.

Soto Ivars detalha alguns casos assustadores. Por exemplo, o espancamento verbal sofrido pelos escritores Hernán Migoya e María Frisa a partir dos respectivos tuítes iniciais de quem confundiu o que expressavam seus personagens de ficção com o que pensava cada autor, e que foram secundados de imediato por uma multidão endogâmica de seguidores que se apresentaram para o bombardeio sem comprovação alguma. Fizeram a mesma coisa alguns jornalistas que, para não ficarem de fora da corrente dominante, simplesmente recolheram das redes o manipulado escândalo, branqueando assim a mercadoria avariada.

Esta inquisição popular contribui para formar uma espiral do silêncio (como a definiu Elisabeth Noelle Neumann em 1972) que acaba criando uma aparência de realidade e de maioria cujo fim consiste em expulsar do debate as posições minoritárias. Nesse processo, as pessoas se dão conta logo de que é arriscado sustentar algumas opiniões, e desistem de defendê-las, para maior glória da pós-verdade, da pós-mentira e da pós-censura. Assim, o círculo da manipulação fica fechado.

Álex Grijelmo é autor de La Información del Silencio. Cómo se Miente Contando Hechos Verdaderos (A Informação do Silêncio. Como se Mente Contando Fatos Verdadeiros)

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*Fonte: elpais

8 provas de que seu cérebro é uma supermáquina

1 – Seu cérebro processa realidade e imaginação da mesma maneira

Nosso cérebro não consegue distinguir realidade de fantasia, e é por isso que nossos sonhos parecem superverdadeiros. É por isso também que cada pessoa enxerga o mundo de uma maneira diferente.

2 – Nosso cérebro não cansa quando o forçamos mentalmente

Não existe verdade na ideia de que, assim como os músculos, o cérebro também se cansa quando usado demais. A sensação de que seu cérebro está fatigado, na verdade, tem a ver com as suas emoções – a quantidade de sangue no cérebro é sempre a mesma, independente se você está trabalhado muito ou não.

3 – O cérebro é automático

Muitos dos pensamentos que você tem hoje têm a ver com o que você viveu ontem, e isso acontece porque nosso cérebro trabalha de maneira automática, se comportando de maneira quase previsível. É por isso que é difícil mudar a forma de pensar de uma pessoa – quem é pessimista demais precisa conscientemente pensar positivo por vários dias para que as mudanças aconteçam, por exemplo.

4 – Nossos pensamentos podem se tornar reais

Parece coisa de livro de autoajuda, mas é neurociência: nossos pensamentos realmente podem se tornar reais, e isso acontece por causa de um fenômeno chamado “viés da confirmação’. Se você gosta muito da ideia de ir para Londres, seu cérebro vai fazer com que você procure referências da capital inglesa no seu dia-a-dia. Simples assim.

5 – É preciso treinar o cérebro

Assim como seus músculos ficam tonificados depois que você começa a treinar, seu cérebro também precisa de treino, só que de um jeito diferente. Para garantir um bom funcionamento da sua máquina pensante, aposte em jogos como tetris e em atividades como a leitura e aprender novos idiomas. Dormir bem e praticar atividades físicas também garantem o bom funcionamento do cérebro.

6 – Não existe descanso em termos de atividade cerebral

Mesmo quando estamos dormindo o cérebro está trabalhando. Como esse órgão conduz todas as atividades do corpo, inclusive as que não controlamos, ele nunca descansa.

7 – Se esquecer de algumas coisas é bom

Para guardar novas memórias, seu cérebro se livra de informações desnecessárias, e está tudo bem que isso aconteça. Não temos a capacidade de sempre escolher o que lembrar e o que esquecer, mas nosso cérebro faz isso muito bem, para se manter sempre ativo.

8 – É possível mudar o cérebro

Graças a um processo chamado “neuroplasticidade”, nosso cérebro vive mudando e se adaptando. Isso acontece porque cada atividade cerebral gera novas conexões entre os muitos neurônios que temos. Se pensamos muito sobre uma coisa que achamos que não somos capazes de fazer, essa ideia vai se tornando cada vez mais forte em nosso cérebro.

A boa notícia é que o inverso também funciona, e se pensamos que somos, sim, capazes de conquistar determinada coisa, nosso cérebro vai trabalhar para que isso, de fato, aconteça.

 

Um perto de um sinal

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*Fonte: megacurioso

Hipopótamos salvam gnu das mandíbulas de crocodilo

Um vídeo gravado no Parque Nacional Kruger, na África do Sul, mostra um encontro emocionante entre animais: um gnu é abocanhado por um crocodilo, mas acaba sendo salvo por dois hipopótamos que aparecem para afugentar a besta.
Um casal que visitava o parque foi quem realizou a filmagem.

O vídeo

O gnu provavelmente se aproximou da água para matar a sede, e acabou sendo emboscado pelo crocodilo. O herbívoro esforçou-se para libertar-se, mas o predador não conseguiu manter seus poderosos maxilares em sua perna esguia.

Por quase oito minutos, o gnu e o crocodilo ficaram envolvidos em um feroz jogo de cabo de guerra. Eventualmente, a presa se cansou, e esse parecia o fim.
Lentamente, o crocodilo começou a arrastá-lo para a água. Submerso, o réptil com certeza levaria vantagem, mesmo em relação a uma grande presa.
À medida que o gnu se tornava cada vez mais subjugado, dois hipopótamos se aproximaram. De repente, eles avançaram em direção ao crocodilo, fazendo com que o réptil perdesse seu controle sobre o mamífero.

Infelizmente, com uma provável perna quebrada, pode ser que o gnu não sobreviva por muito tempo.

Territoriais

Por que os hipopótamos decidiram “salvar” um gnu em apuros?

Por mais bela que essa explicação pareça, pode não ter sido o caso de um salvamento, conforme explica Douglas McCauley, um explorador da National Geographic e professor da Universidade da Califórnia, nos EUA.

Os hipopótamos podem ser extremamente agressivos, de forma que poderiam estar apenas reagindo a invasão de território do crocodilo.

Os hipopótamos e os crocodilos, animais que frequentam muito a água, geralmente desconfiam um do outro. Os hipopótamos são muito grandes e fortes para serem vítimas de crocodilos, e geralmente se alimentam apenas de vegetação. Mas quando um desses répteis fica a cerca de um metro de um hipopótamo, o mamífero territorial pode se incomodar.

Aliás, eles podem se incomodar a aproximação de qualquer indivíduo. McCauley crê que a movimentação do gnu na água chamou a atenção dos hipopótamos, que decidiram “proteger” seu território.

Mesmo que o vídeo não mostre necessariamente um caso de altruísmo animal, McCauley diz que é um ótimo exemplo de como os animais coabitam e compartilham espaço na natureza. [NatGeo]

 

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*Fonte: hypescience

7 configurações que todo mundo deveria mudar no roteador de casa

Na hora de pensar na segurança dos dispositivos domésticos, muita gente acaba esquecendo do roteador. E trata-se de um esquecimento perigoso, já que um roteador sem segurança pode ser invadido com muita facilidade. Essa falta de atenção à segurança dos roteadores já permitiu até mesmo que um grupo de hackers criasse uma botnet com roteadores brasileiros para fazer ataques DDoS.

As configurações de fábrica do seu roteador, portanto, não são seguras, e é importante que você altere ao menos algumas opções delas. Para acessá-las, basta abrir um navegador e digitar o endereço do seu roteador na barra de endereços. Em geral, esse endereço é um número que vem escrito na documentação do roteador: 192.168.1.1, 192.168.2.1 e 192.168.1.10 são alguns dos endereços mais comuns, mas esse número varia bastante.

Uma vez que você consiga acessar as configurações do seu roteador, veja a seguir as principais mudanças que você deve fazer:

1. Mude o nome de usuário e senha

Se você nunca mudou a senha e o nome de usuário do menu de configurações do seu roteador, faça isso o quanto antes. Em geral, os roteadores vem com nomes e senhas triviais (exemplo: nome “Admin” e senha “1111”) que podem ser quebradas em questão de segundos por um invasor. Você não precisará usar com frequência essa senha ou nome de usuário, então mude para algo que seja forte mas que você consiga lembrar. A opção de mudar essas configurações geralmente fica na primeira página do menu do roteador; se não, procure por ela na parte de “segurança” ou “usuários”.

2. Altere o nome da sua rede

Normalmente, os roteadores saem da caixa com nomes de rede bastante genéricos, como o nome do modelo e a marca do roteador. Ao acessar o menu de configurações do dispositivo, você deve ver uma opção de “Mudar SSID”, geralmente na parte de segurança. SSID é, basicamente o nome da rede: aquilo que aparece para os aparelhos que tentam se conectar a ela. Quando você muda o nome da rede, você não apenas deixa-a mais fácil de detectar, mas também obriga todos os aparelhos que estavam conectados a ela a se conectar novamente – ou seja, se o seu roteador for invadido, mudar o nome da rede e a senha devem resolver o problema.

3. Ative criptografia na rede

Ainda no menu de “Segurança” do roteador, procure pela opção de ativar WPA2-PSK, ou WPA 2 Personal e, se puder escolher um tipo de criptografia, escolha AES. Isso protegerá a sua rede e o seu tráfego contra pessoas de fora que tentem bisbilhotar para descobrir quais sites você anda acessando (e que poderiam até mesmo roubar dados e senhas) com o Advanced Encryption Standard, um dos padrões mais confiáveis de criptografia.

Ao fazer isso, você precisará escolher também a senha da rede. Vale notar que essa não é a mesma senha que você usa para acessar as configurações do roteador; ela é a senha que você precisa escrever para poder se conectar à rede Wi-Fi. Como ela precisará também ser lembrada e inserida em cada um dos dispositivos, procure criar uma senha forte mas memorável, usando maiúsculas, minúsculas, números e símbolos. Pense numa frase, escreva-a de um jeito estranho misturando esses caracteres e já deve ser suficiente.

4. Ligue os firewalls

Os firewalls são programas que monitoram e controlam o acesso que os programas do seu computador têm com a rede, e ajudam a proteger sua máquina. O roteador deve ter um firewall também, e você pode encontrá-lo na parte de segurança procurando por SPI ou por NAT. Ative essas opções se encontrá-las. O Windows 10 também tem um software de firewall que vem ativado por padrão, e é bom garantir que ele está ativado na sua máquina; o vídeo abaixo mostra como fazer isso:

5. Desative as redes para convidados

Alguns roteadores têm a opção de oferecer redes para visitantes – uma conexão paralela e mais fraca que não fica protegida por senha. No entanto, essa rede acaba muitas vezes sendo o elo fraco no qual a corrente da segurança se quebra. Ela pode ser acessada por seus convidados, mas também pode ser acessada pelos seus vizinhos ou por qualquer pessoa que entre no raio de ação do seu roteador. O melhor é desativá-la e fornecer a senha da sua rede doméstica às visitas que vierem à sua casa.

6. Atualize o firmware do seu roteador

Assim como seu computador ou celular, o sistema do seu roteador também recebe atualizações. Essas atualizações trazem novos recursos e consertam falhas de segurança, então é uma boa ideia verificar por atualizações regularmente. Você pode fazer isso indo nas opções de “firmware”, “atualizações”, “sistema” ou “segurança” do roteador. Em geral, a atualização precisa ser baixada e, depois da sua instalação, o roteador precisa ser reiniciado. Leva um tempinho, mas é importante.

7. Desligue o WPS

WPS é um recurso que alguns roteadores têm que permite que novos dispositivos se conectem a ele apenas com o toque de um botão. Essa facilidade de conexão pode ser conveniente, mas também é muito arriscada – qualquer pessoa que chegar perto do seu roteador poderá ganhar acesso à sua rede privada. Por isso, a opção mais segura é desativar esse recurso (se ele estiver disponível) e escrever a senha em cada aparelho que você quiser conectar à rede.

Bônus: use uma VPN 

VPN é uma sigla em inglês que significa “rede virtual privada”. Em termos gerais, o que a VPN faz é criar uma espécie de “tunel” em volta do seu tráfego de internet de maneira que ele não possa ser detectado por ninguém. Ela permite, por exemplo, que você acesse a rede privada do seu trabalho a partir de outro local, ou até mesmo que você assista à Netflix como se fosse alguém de outro país. O Olhar Digital já fez um vídeo ensinando a ativar VPNs, e você pode vê-lo por meio deste link.

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*Fonte: olhardigital

Ranking do principal teste de câmeras de celular do mundo tem um novo líder

Qual é a melhor câmera de celular no mundo atualmente? Se você olhou recentemente o DxOMark, o principal serviço de avaliação do gênero do planeta na atualidade, provavelmente vai dizer que é o HTC U11. Contudo, a plataforma anunciou uma revisão de seus critérios de avaliação e o ranking acaba de ganhar um novo líder.

Avaliando a capacidade das câmeras de smartphones desde 2012, o serviço nunca havia alterado a sua forma de avaliação. “Muita coisa aconteceu desde então”, afirma a companhia na postagem em seu site oficial. “A fotografia no smartphone praticamente erradicou o segmento de mercado das câmeras compactas, e o setor mobile se tornou o principal motor de inovação em imagens.”

Novos critérios

E é com base nessa perspectiva de evolução do setor de câmeras mobile que o DxOMark anuncia a renovação em seus critérios. “Com o novo protocolo, nós capturamos e analisamos mais de 1.500 imagens e duas horas de vídeo em cada dispositivos”, informa a companhia.

Assim, os novos critérios a serem empregados nas análises são:

Nova pontuação de zoom baseada em testes extensivos em múltiplas distâncias focais
Nova pontuação de boke baseada em testes realizados externos e em laboratório
Testes em ambientes com pouca luz reduzidos para até 1 lux
Testes de cenas em movimento para avaliação mais precisa do desempenho da câmera e de técnicas de processamento em situações reais

Um novo líder

Com esses novos critérios, o HTC U11, um dos mais recentes testes realizados pelo DxOMark, perdeu o posto de líder para ninguém menos do que o Google Pixel. Até então, o smartphone da Google ocupava a segunda colocação no ranking da plataforma, justamente a posição para a qual caiu o dispositivo da HTC.

Quem mais caiu com a mudança foi o Galaxy S6 Edge, que até então ocupava a terceira posição e agora está em quinto, atrás do iPhone 7 Plus e do iPhone 7. Vale lembrar que nem todos os dispositivos foram reavaliados com base nos novos critérios, mas apenas os de maior destaque em testes realizados pelo veículo até então.

Com dispositivos como LG V30, Galaxy Note 8 e iPhone X saindo do forno, é possível que essa tabela seja reformulada muito em breve.

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*Fonte: tecmundo

Conheça o método de Einstein, Darwin e Nietzsche para desenvolver ideias

Aos 16 anos,Albert Einstein flertou pela primeira vez com a ideia que originaria a Teoria da Relatividade. Como? Pensando. Tanto o físico quanto outros notáveis como Charles Darwin e Friedrich Nietzsche desenvolveram hipóteses se dedicando apenas a prática de pensar — e mais nada.

Fiona Kerr, especialista da Universidade de Adelaide, na Austrália, explicou como esse tipo de pensamento reflexivo funciona: “Sonhar acordado (como com a reflexão) permite que a mente vagueie. O resultado é mais produtivo de forma consistente quando se trata de problemas complexos ou vem com soluções e ideias criativas”.

Kerr não é a única a se dedicar a análises sobre o assunto. Desde os anos 1980, muitos estudos na área têm sido feitos e provado que passar um tempo apenas pensando ajuda na consolidação da memória e permite a formação de conexões não-lineares, que ajudam na capacidade de desvendar e atingir problemas e analisá-los através de uma nova ótica.

Querendo ou não todas as pessoas fazem isso de alguma maneira, mas se dedicar conscientemente ao hábito pode trazer resultados muito mais relevantes. Por isso Zat Rana, do Bunsiness Insider, resolveu dedicar duas horas da sua semana apenas para a atividade — e os resultados foram impressionantes.

A experiência
O jornalista separou duas horas semanais, normalmente às quintas-feiras, para pensar e mais nada. Desligava os eletrônicos e se trancava no quarto com um caderno e uma caneta enquanto se questionava sobre seu trabalho e seu estilo de vida.

“Posso dizer honestamente que esta foi a atividade que teve maior retorno na minha vida. Me obriguei a equilibrar o curto prazo com o longo prazo. Eu notei o problema antes que eles se tornassem problemas, e esbarrei em eficiências e ideias que eu não teria encontrado de outra forma”, relata.

Nem sempre é fácil começar a refletir, então Rana usava perguntas como “como posso acelerar o processo para chegar onde eu quero?” ou “o que pode dar errado nos próximos seis meses da minha vida?”.

Ele lembra, entretanto, que cada pessoa deve buscar o que é melhor para sua vida, sejam 30 minutos diários de reflexão ou duas horas, e reitera: “Einstein não seria Einstein sem seus experimentos de pensamento, assim como Darwin e Nietzsche, ambos provavelmente teriam lutado contra a criatividade e a produtividade se não fosse por suas caminhadas”.

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*Fonte: galileu

SuperlistasHistória 10 detalhes absolutamente chocantes sobre a morte de Marilyn Monroe

A morte da estrela de Hollywood Marylin Monroe gerou um grande impacto no mundo todo, principalmente pela forma misteriosa em que tudo ocorreu.

Marylin morreu em 5 de agosto de 1962 em sua casa na Califórnia, por conta de uma overdose de drogas. A seguir você irá conferir 10 detalhes absolutamente chocantes sobre sua morte. Alguns deles são definitivamente chocantes:

 

10 – De acordo com os relatórios médicos, Monroe morreu de uma overdose de pentobarbital

Pentobarbital é um medicamento hipnótico, que agora é usado na eutanásia. No entanto, os traços dessa substância na autópsia não foram encontrados. Os médicos explicaram que isso ocorreu pelo fato de que o corpo de um viciado em drogas metaboliza muito mais rapido a substância do que o de um não usuário.

9 – Naquela noite a governanta de Marilyn havia lavado as roupas de cama

Na chegada ao local da morte pelo sargento de polícia, Dzhek Klemmons, ele encontrou a governanta Yunis Myurrey, que havia lavado as roupas de cama. Um policial disse que ela se comportava de maneira estranhamente evasiva e isso levou à suspeita de que a mulher estava escondendo algo.

8 – Na noite de sua morte, Marylin estava no telefone com seus amigos e conhecidos

Entre eles estava Peter Lawford, cunhado de John F. Kennedy. Em suas palavras, era claro que Marilyn estava sob a influência de drogas. Tais inconsistências no depoimento da testemunha e do médico, que alegou que o corpo estava limpo, provoca suspeitas terríveis.

7 – Desde os anos 70, as autoridades têm tentado permanecer em silêncio sobre quaisquer teorias da conspiração envolvendo a morte de alguma celebridade

A primeira pessoa a questionar a aleatoriedade da morte da atriz foi Norman Mailer. O homem sugeriu que foi a relação com o presidente dos Estados Unidos que levou Monroe a um triste fim. Ele afirma que Marylin esteve envolvida no plano de morte do presidente e de seu irmão, que ocorreriam no ano seguinte de sua própria morte. Teorias abundam a esse respeito, mas nada comprobatório.

6 – Antes de sua morte, Marilyn estava de bom humor

Era aproximadamente 19:15 quando Marylin falou com Joe DiMaggio Jr. sobre notícias de sua ruptura com uma garota que Monroe não gostava. De acordo com a governanta, ela estava feliz por isso.

5 – A visita da polícia não foi a primeira

Quando a polícia chegou, a casa já havia sido visitada por um psiquiatra e médico, Greenson Hyman Engelberg.

4 – O misterioso caso novamente revisado em 1982

Sob pressão da opinião pública, bem como por causa da infinidade de teorias da conspiração, o procurador geral da Califórnia foi forçado a reconsiderar o caso da morte de Marilyn. Os materiais possuem 29 folhas de texto e 3,5 meses para serem revisados.
Como resultado, o promotor concluiu que não houve adulteração e realmente foi um suicídio.

3 – O relato da empregada mudou várias vezes

Murray inicialmente disse à polícia que por volta de 03:00 tinha notado a luz acesa no quarto de Monroe decidiu chamar seu psicólogo. Às 4:25, ela chamou a polícia. No entanto, de acordo com impressões de chamadas, o psicólogo foi chamado à meia-noite.
Então ela mudou ligeiramente testemunho sobre a morte da proprietária da casa. Tudo isso mostra mentiras nos relatos criminais.

2 – A estrela estava de casamento marcado

Joe DiMaggio e Marilyn Monroe casaram-se em 1954. O casamento acabou, mas Joe e Marilyn permaneceram bons amigos. Quando a atriz se internou em um hospital psiquiátrico em 1961, ela recorreu a Joe e ele então a tirou de lá.
A relação melhorou e eles decidiram tentar de novo. O casamento foi planejado para 08 de agosto, três dias depois do dia em que Marylin morreu.

1 – Joe DiMaggio proibiu a entrada de celebridades no funeral de sua ex-mulher

Joe DiMaggio fez um funeral fechado, e não convidou estrelas de Hollywood. Ele acreditava que essas pessoas levaram Marilyn ao suicídio. A estrela estava vestida com um vestido verde de Emilio Pucci e seu maquiador pessoal, Uayti Snayder, fez sua arte em seu rosto pela última vez.

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Quer viver mais? Talvez o segredo seja tomar café

Boas notícias para quem gosta de café: um estudo realizado recentemente e divulgado pelo New York Daily News revelou que o consumo diário de quatro xícaras de café reduz nossos riscos de morte.

O levantamento, que foi feito pelo Hospital de Navarra em Pamplona, na Espanha, revelou que essa diminuição nos riscos de morte chega a 64% em relação às pessoas que não tomam café ou que o consomem em poucas quantidades.

Para chegarem a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam os índices de saúde de 20 mil pessoas ao longo de 10 anos. Os dados revelaram que aquelas com mais de 45 anos de idade tiveram uma chance de morte 30% menor se bebessem duas xícaras de café a mais por dia.

Adela Navarro, cardiologista e uma das autoras do estudo, falou que essa pesquisa nos sugere que quatro xícaras de café por dia pode ser parte de uma dieta saudável.

Mais pesquisas complementares precisam ser feitas ainda sobre tema, para se descobrir mais benefícios da bebida e as relações que seu consumo tem com a diminuição de doenças cardíacas, casos de acidente vascular cerebral, diabetes, doença renal e até alguns tipos de câncer. Até lá, o jeito é não sentir culpa na hora de saborear o seu cafezinho de todo dia e, claro, de repetir a dose.

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*Fonte: megacurioso

Aparelho isola ruídos e cria bolha de silêncio

Quem nunca pensou em fugir para as montanhas ou para algum retiro só para poder ficar alguns momentos em total silêncio? Se o excesso de ruído do dia a dia está atrapalhando sua concentração ou te deixando muito ansioso, fique calmo: agora, não será mais preciso ir tão longe para poder relaxar.

Dispositivo emite vibrações e isola usuário dos ruídos do ambiente

A startup americana Celestial Tribe criou um dispositivo que funciona como uma espécie de bolha de silêncio, isolando o usuário de ruídos incômodos.

Batizado de Muzo, o aparelho, quando colocado sobre uma superfície, envia vibrações para a mesma, neutralizando os sons externos. O equipamento funciona pareado a um smartphone, através do qual é possível controlar o tipo de som, o volume e até usá-lo como despertador.

Portátil, o equipamento pode ser levado para qualquer lugar

Como é portátil, pode ser levado e usado em qualquer lugar. Assim, se você estiver em uma mesa de restaurante ou no escritório, em uma conversa confidencial, ele também pode ser um ótimo recurso.

E, para os insones, mais um benefício: o Muzo ainda pode emitir sons que ajudam a embalar o sono.

Gostou da novidade? O aparelho já está à venda neste site por US$ 159 (cerca de R$ 500), além do frete.

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*Fonte: ascoisasmaiscriativasdomundo

Um Mundo Insano: Capitalismo e a Epidemia de Doenças Mentais

[Nota de Tradução: Apresentamos abaixo dois textos discutindo a relação, cada vez mais escancarada, entre os valores incentivados em uma sociedade capitalista e os diversos tipos de sofrimento mental que se alastram por nossas sociedades modernas, deixando para trás a ideia dessas doenças como meras questões individuais:

I. Um Mundo Insano, de Rod Tweedy, comenta sobre pesquisas recentes nas áreas de psicologia e neurobiologia que vêm trazendo à luz questões coletivas relacionadas às doenças mentais, suas conexões com aspectos fundamentais da sociedade atual e desmontando os pressupostos básicos sobre o ser humano que permeiam os valores sociais sob o capitalismo.

II. Não Prestar Pra Nada, de Mark Fisher (publicado originalmente no medium do parceiro Victor Marques), apresenta a força de seu relato pessoal de luta contra a depressão e seu lento caminho de reflexões até a compreensão desse mal como uma questão política e social, para muito além de seu sofrimento individual. ]


I. Um Mundo Insano

por Rod Tweedy, no site da Red Pepper, Agosto de 2017

As doenças mentais são agora reconhecidas como uma das maiores causas de sofrimento e miséria individual em nossas sociedades e cidades, comparáveis à pobreza e ao desemprego. Um em cada quatro adultos no Reino Unido hoje foi diagnosticado com uma doença mental e quatro milhões de pessoas tomam antidepressivos todos os anos. “Que maior acusação poderia existir contra um sistema do que uma epidemia de doença mental?”, pergunta George Monbiot.

A extensão chocante desta “epidemia” é ainda mais perturbadora pelo conhecimento de que grande parte disso poderia ser evitado. Isso se deve à correlação significativa entre as condições sociais e ambientais e a prevalência de transtornos mentais. Richard Bentall, professor de psicologia clínica na Universidade de Liverpool, e Peter Kinderman, presidente da Sociedade Britânica de Psicologia, têm escrito de forma convincente sobre essa conexão em anos recentes, atraindo uma atenção poderosa para “os determinantes sociais do nosso bem-estar psicológico”. “A evidência é irresistível, ” observa Kinderman, “não é só que existem determinantes sociais, eles são esmagadoramente importantes”.

Uma Sociedade Doente

Experiências de isolamento social, desigualdade, sentimentos de alienação e dissociação, e até mesmo os pressupostos e a ideologia básicos do materialismo e do neoliberalismo [1] em si, são hoje vistos como impulsionadores significativos – se refletindo nos títulos de uma série de artigos e palestras recentes sobre esse assunto, tais como as dos inovadores podcasts ‘Frontier Psychoanalyst’ do consultor em psicoterapia David Morgan, que incluíram discussões sobre se “O neoliberalismo é perigoso para sua saúde mental” e “O neoliberalismo está nos deixando doentes?”

O psicólogo clínico e psicoterapeuta Jay Watts observa no Guardian que:

“fatores psicológicos e sociais são pelo menos tão significativos e, para muitos, a principal causa do sofrimento. Pobreza, desigualdade relativa, estar sujeito ao racismo, ao sexismo, demissão e a uma cultura competitiva aumentam a probabilidade de sofrimento mental. Governos e empresas farmacêuticas não estão tão interessados nesses resultados, lançando financiamento em estudos que analisam genética e biomarcadores físicos em oposição às causas ambientais do sofrimento. Da mesma forma, há pouca vontade política de relacionar o aumento do sofrimento mental com desigualdades estruturais, embora a associação seja robusta e muitos profissionais pensem que esta seria a melhor maneira de enfrentar a atual epidemia de saúde mental”.

Existem, claramente, interesses e agendas muito poderosos e arraigados, que conscientemente ou inconscientemente agem para esconder ou tentar negar esse relacionamento – o que também faz com que a recente disposição entre tantos psicanalistas e terapeutas para abraçar esse contexto mais amplo seja tão excitante e emocionante.

Comentaristas freqüentemente falam sobre sociedade, contexto social, pensamento de grupo e determinantes ambientais em conexão com desordens e distúrbios mentais, mas acredito que podemos ser um pouco mais precisos sobre qual aspecto da sociedade é o principal dirigente disso, o principal responsável. E neste contexto provavelmente é hora de falarmos sobre aquela-palavra-com-c – o capitalismo.

Muitas das formas contemporâneas de doença e angústia individual que tratamos e com as quais nos envolvemos certamente parecem ser correlacionadas e amplificadas pelos processos e subprodutos do capitalismo. Na verdade, você pode dizer que o capitalismo é, em muitos aspectos, um sistema de geração de doenças mentais – e se estivermos falando sério sobre abordar não só os efeitos do sofrimento e da doença mental, mas também suas causas e origens, precisamos olhar mais de perto, com mais precisão, e de forma mais analítica a natureza do útero político e econômico a partir do qual emergem, e como a psicologia está fundamentalmente entrelaçada com cada aspecto dele.

Neurose Ubíqua

Talvez um dos exemplos mais óbvios dessa conexão íntima entre capitalismo e sofrimento mental seja o predomínio de neurose. Como observa Joel Kovel, ex-psiquiatra e professor de ciência política: “Um traço muito marcante da neurose dentro do capitalismo é a sua ubiquidade”. Em seu ensaio clássico “Terapia no capitalismo tardio” (reimpresso no livro ‘The Political Self’ [‘O Eu Político’]), Kovel se refere ao “fardo colossal de miséria neurótica na população, um peso que, de forma contínua e palpável, trai a ideologia capitalista – que sustenta que a civilização da mercadoria promove a felicidade humana“:

“Se, com toda essa racionalização, conforto, diversão e escolhas, as pessoas ainda estão desoladas, incapazes de amar, acreditar ou sentir alguma integridade em suas vidas, elas também podem começar a concluir que algo está seriamente errado com sua ordem social.”

Há também alguns trabalhos fascinantes nesse sentido feitos mais recentemente por Eli Zaretsky (‘Political Freud’, [‘Freud Político’]) e Bruce Cohen (autor da ‘Psychiatric Hegemony’ [‘Hegemonia Psiquiátrica’]), que escreveram sobre as relações entre família, sexualidade e capitalismo na geração de neuroses.

É significativo, por exemplo, que uma das características mais proeminentes do cenário psicológico que Freud encontrou na Viena do final do século XIX foram as neuroses – o que, como Kovel observa, Freud viu como estando inteiramente de acordo com o desenvolvimento “normal” em sociedades modernas – com grande parte disso, ele acrescenta, estando enraizado em nossa experiência moderna de alienação. “A neurose”, diz Kovel, “é a auto-alienação de um sujeito que foi preparado para a liberdade, mas isso entra em conflito com sua história pessoal”.

Marx foi, é claro, o grande analista da alienação, mostrando como a economia capitalista gera alienação como parte de seu próprio tecido ou estrutura – mostrando como, por exemplo, a alienação fica “perdida” ou “presa”, incorporada em produtos, mercadorias – desde exemplos óbvios (como Nikes feitos em sweatshops e sweatshops incorporados em Nikes) – até um sentido mais largo e muito mais generalizado de que todo o sistema de produção e criação é de alguma forma alienante.

Como Pavon Cuellar observa: “Marx foi o primeiro a perceber que essa alienação na verdade fica contida e encarnada nas coisas – nas “mercadorias” (‘Marxism and Psychoanalysis’ [‘marxismo e psicanálise’]). Essas mercadorias “fetichizadas”, acrescenta, parecem manter e prometer devolver, quando consumidas, a parte subjetivo-social perdida por aqueles que foram alienados enquanto as produziam: “os alienados perderam o que eles imaginam [ou esperam] encontrar naquilo que é fetichizado.”

Essa compreensão da alienação é realmente a questão central para Marx. As pessoas provavelmente o conhecem hoje por suas teorias sobre capital – como questões de exploração, lucro e controle caracterizam e ressurgem continuamente no capitalismo – mas para mim a principal preocupação de Marx, e uma que é constantemente negligenciada ou mal interpretada, é sua visão sobre a centralidade e a importância da criatividade e da produtividade humanas – o “poder produtivo colossal” do homem, como ele o chama – exatamente como de fato o era para William Blake, um pouco mais cedo no mesmo século.

Marx se refere a essa energia e capacidade de ação extraordinárias, capazes de  transformar o  mundo, como nossa “vida como espécie ativa”, nosso “ser-da-espécie” [2] – nossas “energias físicas e espirituais”. Mas sob o sistema atual, estas imensas energias criativas e capacidades transformadoras são, ele observa, imediatamente tiradas de nós e convertidas em algo estranho, objetivo, escravizador, fetichizado.

Reestruturando o desejo

A imagem que ele evoca é de mães dando à luz – outra forma de trabalho, talvez – com o bebê imediatamente sendo levado e convertido em algo estranho, algo como uma boneca – uma mercadoria. Ele considera o efeito que isso deve ter sobre o espírito da mãe. Essa, para Marx, é a fonte da alienação e do mal-estar, o tipo de deslocação profunda do espírito humano que caracteriza o capitalismo industrial. E, como mostra Pavon Cuelar, não podemos comprar nossa saída dessa alienação – produzindo mais brinquedos, mais bonecas – porque é aí que a alienação ocorre e é incorporada e gerada.

De fato, o consumismo e o materialismo são hoje amplamente reconhecidos como impulsionadores básicos de uma série de problemas de saúde mental, desde o vício até a depressão. Como observa George Monbiot, “comprar mais coisas está associado à depressão, ansiedade e relacionamentos partidos. É socialmente destrutivo e autodestrutivo”. A psicoterapeuta psicanalítica Sue Gerhardt escreveu de forma muito convincente sobre essa associação, sugerindo que nas sociedades modernas muitas vezes “confundimos o bem-estar material com o bem-estar psicológico”. Em seu livro ‘The Selfish Society’ [‘A Sociedade Egoísta’], ela mostra como o capitalismo de consumo reestrutura nossos cérebros de forma exitosa e implacável, reconstruindo nossos sistemas nervosos à sua própria imagem. Pois “deixamos passar muito do que é o capitalismo”, observa ela, “se ignoramos seu papel na reestruturação e comercialização dos próprios desejos e impulsos”.

Outro aspecto fundamental do capitalismo e seu impacto nas doenças mentais sobre o qual poderíamos falar é a desigualdade. O capitalismo é tanto um sistema gerador de desigualdade quanto um sistema de produção de doenças mentais. Como um relatório do Royal College of Psychiatrists observou: “A desigualdade é um dos principais determinantes da doença mental: quanto maior o nível de desigualdade, piores os resultados de saúde. Crianças das famílias mais pobres têm um risco três vezes maior de doença mental do que as crianças das famílias mais ricas. Adoecimento mental está consistentemente associado à privação, baixa renda, desemprego, educação pobre, menor saúde física e aumento de comportamentos de risco para a saúde”.

Alguns comentaristas até têm sugerido que o próprio capitalismo, como forma de ser ou modo de pensar sobre o mundo, pode ser visto como um sistema “psicopático” ou patológico. Há certamente algumas correspondências notáveis entre sistemas financeiros e corporativos modernos e  indivíduos com diagnóstico de psicopatia clínica, como muitos analistas têm notado.

Robert Hare, por exemplo, uma das principais autoridades mundiais em psicopatia e o criador da amplamente aceita “Lista de verificação de Hare” [‘Hare Checklist’] para testar a psicopatia, comentou com Jon Ronson: “Eu não deveria ter feito minha pesquisa apenas em prisões. Eu deveria ter passado algum tempo dentro da Bolsa de Valores também.” “Mas certamente os psicopatas do mercado de ações não podem ser tão maus quanto os psicopatas do tipo assassino em série?”, pergunta o entrevistador. “Assassinos em série arruinam famílias”, respondeu Bob, encolhendo os ombros. “Psicopatas corporativos e políticos arruinam economias. Eles arruinam sociedades.”

Instituições Patológicas

Esses traços, como Joel Bakan sugeriu brilhantemente em seu livro ‘The Corporation’ [‘A Corporação’], estão criptografados no próprio tecido das corporações modernas – são parte de seu DNA e modo de operação básicos. “O mandato legalmente definido das corporações”, ele observa, “é perseguir, de forma implacável e sem exceções, seu próprio interesse, independentemente das consequências muitas vezes nocivas que podem causar aos outros”. Por sua própria definição legal, portanto, a corporação é “uma instituição patológica”, e Bakan, de maneira muito útil, enumera os diagnósticos característicos de sua patologia padrão (falta de empatia, busca de interesse próprio, ilusão de grandeza, afetos pouco profundos, agressividade e indiferença social) para mostrar de forma confiável que paciente perturbado é uma corporação.

Por que todas estas práticas e processos sociais e econômicos contemporâneos geram tantas doenças, tantos distúrbios? Para responder a isso, penso que precisamos olhar para trás, de volta para o projeto Iluminista mais amplo e os modelos psicológicos de natureza humana [3] que dele emergiram. O capitalismo moderno surgiu dos conceitos de homem do século XVII como uma espécie de eu desconectado, descontínuo e desvinculado – um ser impulsionado pela competição e por um estreito interesse próprio “racional” – o conceito de homo economicus que dirigiu e subscreveu grande parte do todo o projeto Iluminista, incluindo seus modelos econômicos. Como Iain McGilchrist observa: “Capitalismo e consumismo, formas de conceber relações humanas como baseadas em pouco mais do que utilidade, ganância e competição, vieram a suplantar aquelas baseadas em conexão sentida e continuidade cultural”.

Nós agora sabemos quão equivocado e destrutivo é esse modelo do eu. Pesquisas neurocientíficas recentes sobre o “cérebro social“, juntamente de desenvolvimentos emocionantes nas teorias modernas do apego, psicologia do desenvolvimento e neurobiologia interpessoal, estão revisando e atualizando de forma significativa esta visão bastante excêntrica e antiquada do indivíduo isolado e “racional” – e também revelando uma compreensão muito mais rica e sofisticada do desenvolvimento e da identidade humana, através do aumento do conhecimento da intersubjetividade do “hemisfério direito” do cérebro, dos processos inconscientes, de comportamento grupal, do papel da empatia e da mentalização no desenvolvimento cerebral e do significado do contexto e da socialização em desenvolvimento emocional e cognitivo.

Como o neurocientista David Eagleman observa, o próprio cérebro humano depende de outros cérebros para sua própria existência e crescimento – o conceito de “eu”, ele observa, depende da realidade de “nós”:

“Nós somos um único e vasto superorganismo, uma rede neural incorporada em uma rede de redes neurais muito maior. Nossos cérebros estão tão fundamentalmente conectados para interagir que nem sequer é claro onde cada um de nós começa e termina. Quem você é tem tudo a ver com quem nós somos. Não há como evitar a verdade que está gravada em nossos circuitos neurais: precisamos uns dos outros.”

A dependência está, portanto, incorporada ao tecido de quem somos como seres sociais e biológicos, conectada diretamente em nosso “super-computador central”: é “como o amor se torna carne”, na frase marcante de Louis Cozolino. “Não existem cérebros sozinhos”, observa Cozolino, ecoando Winnicott, “cérebros só existem dentro de redes de outros cérebros”. Algumas pessoas têm denominado essa nova compreensão neurológica e científica sobre os padrões profundos de interdependência, cooperação mútua e o cérebro social de “neuro-marxismo”, por causa das implicações envolvidas.

O capitalismo está, aparentemente, enraizado em um modelo fundamentalmente falho, ingênuo e antiquado (do século XVII!) de quem somos – ele tenta nos fazer pensar que somos isolados, autônomos, desvinculados, competitivos, descontextualizados – em última instância, uma entidade bem dissociada e implacável. O mal que essa visão do eu fez a nós e aos nossos filhos é incalculável.

Muitas pessoas acreditam (e são encorajadas a acreditar) que esses problemas e distúrbios – psicose, esquizofrenia, ansiedade, depressão, auto-mutilação -,que esses sintomas de um “mundo doente” (para usar a fantástica descrição de James Hillman) são deles próprios, em vez de serem do mundo. “Mas e se seus problemas emocionais não forem apenas seus?”, pergunta Tom Syverson. ‘E se eles forem nossos problemas? E se o verdadeiro problema é que estamos vivendo em uma sociedade errada?” Talvez Adorno estivesse correto quando disse: “Uma vida errada não pode ser vivida corretamente”.

A raiz deste “viver erroneamente” parece ser porque vivemos em um sistema social e econômico em desacordo com nossa psicologia e nossa neurologia, com quem somos como seres sociais. Como sugiro no meu livro, precisamos perceber que nossos mundos internos e externos interagem constantemente e profundamente e se moldam mutuamente e, portanto, em vez de separar nossa compreensão das práticas econômicas e sociais da nossa compreensão da psicologia e do desenvolvimento humano, precisamos aproximá-los, alinhá-los. E para que isso aconteça, precisamos de um novo diálogo entre os mundos político e pessoal, um novo modelo integrado de saúde mental e uma nova política.

Tradução: Everton Lourenço

Rod Tweedy é um autor e editor da Karnac Books, uma das principais editoras independentes de livros sobre saúde mental e terapia. Sua coleção editada, The Political Self: Understanding the Social Context for Mental Illness [‘O Eu Político: Compreendendo o Contexto Social da Doença Mental’], foi publicada pela Karnac.


II. Não Prestar Pra Nada

por Mark Fisher, no site do Occupied Times

Sofro intermitentemente de depressão desde a adolescência. Alguns desses episódios foram altamente debilitantes — resultando em auto-mutilação, isolamento (onde passava meses confinado em meu próprio quarto, aventurando-me sair apenas para procurar emprego ou para comprar as quantidades mínimas de comida que consumia), e visitas frequentes a enfermarias psiquiátricas. Não diria que me recuperei inteiramente dessa condição, mas tenho satisfação de dizer que tanto a incidência quanto a gravidade dos episódios depressivos diminuíram muito nos últimos anos. Em parte, isso é consequência de mudanças na minha situação de vida, mas também tem a ver com uma distinta compreensão a que cheguei sobre minha depressão e suas causas. Exponho aqui minhas próprias experiências de angústia mental não porque ache que há algo especial ou único sobre elas, mas em apoio à tese de que muitas formas de depressão são melhor compreendidas — e combatidas — por meio de quadros analíticos impessoais e políticos, e não individuais e “psicológicos”.

Escrever sobre sua própria depressão é difícil. Faz parte da depressão uma voz “interior” desdenhosa que nos acusa de auto-indulgência — “você não está deprimido”, “você está apenas sentindo pena de si mesmo”, “dê um jeito nisso” —, passível de se disparada ao tornarmos pública a condição. É claro que não se trata bem de uma voz “interior” , e sim da expressão internalizada de forças sociais reais, algumas das quais têm um interesse escuso em negar qualquer conexão entre depressão e política.

No meu caso, a depressão sempre esteve conectada à convicção de que eu literalmente não prestava para nada. Passei a maior parte de minha vida, até os trinta anos, acreditando que nunca conseguiria ter uma profissão. Aos vinte e poucos, alternava entre a pós-graduação, períodos de desemprego e empregos temporários. Em qualquer um desses casos, o sentimento era de que não me encaixava — na vida acadêmica, porque sentia que não era um pesquisador sério, apenas um diletante que tinha de alguma forma fraudado meu caminho até ali; no desemprego, porque não estava realmente desempregado como aqueles que buscavam trabalho honestamente, mas “vagabundo” se aproveitando do sistema; e em empregos temporários por sentir-me incompetente e que, em todo caso, não pertencia exatamente a trabalhos de escritório ou de fábrica, não porque fosse “bom demais” para eles, mas — muito pelo contrário — em virtude de excessivamente instruído e inútil, tirando o trabalho de alguém que precisava e merecia aquilo mais do que eu. Mesmo na enfermaria psiquiátrica, sentia como se não estivesse realmente deprimido — era como se estivesse apenas simulando a condição para evitar o trabalho, ou, na lógica infernalmente paradoxal da depressão, simulando-o para esconder o fato de que eu era incapaz de trabalhar, e que não havia lugar para mim na sociedade.

Quando finalmente consegui um emprego como professor em uma faculdade de Educação Complementar, fiquei exultante por um tempo — embora esta alegria, por sua própria natureza, mostrasse que ainda eu não havia me livrado do sentimento de inutilidade que logo desencadearia novos episódios depressivos. Como professor, faltava-me a calma confiança de quem nasceu para o papel. Em algum nível não muito profundo, eu evidentemente ainda não acreditava que fosse o tipo de pessoa que poderia fazer um trabalho como aquele.
Mas de onde vinha essa crença? A escola dominante de pensamento em psiquiatria localiza as origens de tais ‘crenças’ no mau funcionamento da química cerebral, que deve ser corrigido por produtos farmacêuticos; a psicanálise e demais formas de terapia por ela influenciadas são famosas por procurar as raízes da angústia mental no contexto familiar, enquanto a Terapia Cognitiva-Comportamental está menos interessada em localizar a fonte de crenças negativas do que simplesmente substituí-las por um conjunto de alternativas positivas. Não é que esses modelos sejam inteiramente falsos, é que eles deixam escapar — e necessariamente têm que deixar escapar — a causa mais provável de tais sentimentos de inferioridade: o poder social. A forma de poder social que mais teve efeito sobre mim foi o poder de classe, embora, naturalmente, o gênero, a raça e outras formas de opressão funcionem produzindo o mesmo sentimento de inferioridade ontológica, melhor expressado justamente no pensamento que articulei acima: que você não é o tipo de pessoa capaz de desempenhar papéis destinados ao grupo dominante.

A pedido de um dos leitores do meu livro “Realismo Capitalista”, comecei a investigar o trabalho de David Smail. Smail — um terapeuta, mas que tomou a questão do poder como central para sua prática — corroborou as hipóteses sobre a depressão nas quais eu havia esbarrado por acaso. Em seu livro crucial, “As Origens da Infelicidade”, Smail descreve como as marcas de classe são projetadas para serem indeléveis. Para aqueles que foram ensinados desde o nascimento a se verem como inferiores, a aquisição de qualificações ou renda raramente será suficiente para apagar — em suas próprias mentes ou na mente dos outros — o sentido primordial de inutilidade que os marca tão cedo na vida. Alguém que sai da esfera social a qual estaria “designado” a ocupar estará sempre sujeito ao perigo de ser dominado por sentimentos de vertigem, pânico e horror: “… isolado, separado, cercado de espaço hostil, você de repente se vê sem conexões, sem estabilidade, sem nada para mantê-lo firme ou no lugar; uma irrealidade vertiginosa e nauseante se apossa de você; você se vê ameaçado por uma completa perda de identidade, um sentimento de completa fraude; você não tem o direito de estar aqui, agora, habitando este corpo, vestido desta maneira; você é um nada, e ‘nada’ é, literalmente, o que você sente que está prestes a se tornar.”

Já há algum tempo, uma das táticas mais bem-sucedidas da classe dominante tem sido a da “responsabilização”. Cada membro individual da classe subordinada é encorajado a sentir que sua pobreza, falta de oportunidades, ou desemprego é culpa sua e somente sua. Os indivíduos culparão a si mesmos antes de culparem as estruturas sociais; estruturas que, em todo caso, eles foram induzidos a acreditar que de fato não existem (são apenas desculpas, invocadas pelos fracos). O que Smail chama de “voluntarismo mágico” — a crença de que está dentro do poder de cada indivíduo se tornar o que quer que seja — é a ideologia dominante e a religião não oficial da sociedade capitalista contemporânea, empurrada goela abaixo tanto pelos “experts” da TV e gurus dos negócios quanto pelos políticos. O voluntarismo mágico é ao mesmo tempo um efeito e uma causa do nível historicamente baixo da consciência de classe. É o outro lado da depressão — cuja convicção subjacente é a de que somos todos exclusivamente responsáveis ​​pela nossa própria miséria e, portanto, a merecemos. Um duplo imperativo particularmente cruel é imposto aos desempregados de longa duração no Reino Unido: uma população que, durante toda a sua vida, foi levada a acreditar que não prestava para nada é simultaneamente bombardeada pela injunção de que pode fazer tudo o que quiser fazer.

Devemos entender a submissão fatalista da população do Reino Unido à austeridade como consequência de uma depressão deliberadamente cultivada. Esta depressão manifesta-se na aceitação de que as coisas vão piorar (para todos, exceto para uma pequena elite), que temos sorte de ter um emprego que for (então não devemos esperar que os salários acompanhem a inflação), que não podemos nos dar o luxo de bancar serviços públicos providos coletivamente. A depressão coletiva é o resultado do projeto da classe dominante de ressubordinação. Há algum tempo, temos cada vez mais nos resignado à ideia de que não somos o tipo de pessoa que pode agir. Esta não é uma falha de vontade individual, da mesma forma que uma pessoa deprimida não pode simplesmente sair da depressão em um “estalar de dedos” ao “arregaçar as mangas”. A reconstrução da consciência de classe é, de fato, uma tarefa formidável, que não será alcançada com soluções prontas e fáceis. Mas, ao contrário do que nossa depressão coletiva nos diz, é uma tarefa que pode ser realizada: inventando novas formas de envolvimento político, revitalizando instituições que se tornaram decadentes, convertendo o descontentamento privatizado em raiva politizada. Tudo isso pode acontecer, e, quando acontecer, quem sabe o que será possível?

Tradução: Victor Marques / Revisão: Jorge Adeodato

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*Fonte: ominhocario

Se você sente arrepio ouvindo música, o seu cérebro pode ser especial

Você já sentiu arrepios ao ouvir uma música?

Aquele tipo de sentimento que faz os pelos do seu braço ficar em pé?
Pois saiba que sentir arrepios ou nó na garganta enquanto escuta música é raro e único.

No ano passado, o graduado em Harvard Matthew Sachs estudou indivíduos que conseguem sentir calafrios ao ouvir determinadas músicas com a intenção de descobrir o que desencadeava o sentimento.

Ok. O que ele descobriu?

A pesquisa examinou o cérebro de 20 estudantes.

O grupo foi dividido em duas partes, sendo que 10 eram pessoas que admitiam ter as sensações descritas acima e os outros 10 não sentiam nada. A descoberta foi que as pessoas que tinham ligação emocional e física com a música apresentavam diferentes estruturas cerebrais do que aqueles que não sentiam nada.

A pesquisa concluiu que o grupo “privilegiado” tem um volume mais denso de fibras, que conectam o córtex auditivo e áreas que processam emoções. Em outras palavras, as regiões do cérebro podem se comunicar melhor.

O estudo de Sachs foi publicado na Oxford Academic e citado na Neuroscience como:
“A ideia é que mais fibras e o aumento da eficiência entre duas regiões significa que você tem um processamento mais eficiente entre elas.”

Ok… Trazendo para dia-a-dia, se você sente arrepios ao ouvir música, é mais provável que você tenha emoções mais fortes e intensas. Ainda, essas sensações podem estar associadas a memórias afetivas, o que não pode ser controlado em laboratório.

Embora o estudo tenha sido realizado com um pequeno número de pessoas, Sachs está conduzindo novas pesquisas para investigar as atividades cerebrais que disparam certas reações quando ouvimos música.

Segundo ele:

“A depressão causa a incapacidade de sentir o prazer das coisas cotidianas. Você poderia usar música como uma terapia para explorar sentimentos”.

Qual música lhe faz arrepiar?

 

 

 

 

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*Fonte: awebic

 

Você sabia que a Microsoft salvou a Apple da falência? Conheça essa historia

Rivalidade não é tudo na vida, mesmo quando se trata de grandes corporações. Por isso a revista “Forbes” resolveu relembrar quando, há 20 anos, Bill Gates salvou a empresa de Steve Jobs. Não, a atitude não é comum, nem mesmo quando estamos falando de magnatas filantropos, tanto que a notícia foi divulgada na época nas principais publicações dos Estados Unidos. Conheça a história que contradiz em parte e grande rivalidade entre as duas empresas:
À beira da falência

Vamos voltar rapidamente ao ano de 1997. Nessa época a Apple estava com sérios problemas financeiros e ia sim fechar as portas. Isso significa que o iPhone não iria existir, assim como o iPod ou o iPad. Claro que teríamos outros smartphones, mas é impossível dizer como eles seriam sem a influência da empresa de Steve Jobs. Vale lembrar que declarar falência significa que muitas pessoas seriam demitidas, não só as que trabalhavam na empresa, mas também aquelas que trabalhavam em fornecedoras. Sim, outras empresas dependentes poderiam seguir o mesmo caminho e fechar as portas, gerando uma relação em cadeia.

Foi então que Steve Jobs resolveu deixar a competitividade de lado e chamou Bill Gates, dono da rival Microsoft, para uma conversa. Resultado: o filantropo iria investir US$ 150 milhões na empresa do concorrente, o que impediria a sua falência. A capa da revista “Time” eternizou o agradecimento de Jobs. “Bill, obrigado. O mundo é um lugar melhor”, teria dito. Na imagem, ele aparece com um celular, que é explicado pela legenda da fala: “Steve Jobs falando com Bill Gates pelo telefone na semana passada sobre o salvamento da Apple”. Já o jornal “The New York Times” definiu o momento como “surreal”, como lembra a matéria da “Forbes”.
10 anos depois

Os dois gigantes da tecnologia se encontraram publicamente 10 anos depois, em 2007, quando participaram na conferência D5. Lá, eles comentaram o ocorrido e explicaram um pouco mais sobre a situação a qual a Apple se encontrava. Jobs lembrou que a sua empresa estava enfrentando sérios problemas, e que lá as pessoas viam a rivalidade como um jogo, na qual apenas um poderia sobreviver. “Era óbvio que você não precisava jogar aquele jogo, porque a Apple não derrotaria a Microsoft”, disse, na ocasião.

Steve Jobs então, revelou que resolveu quebrar aquele paradigma chamando o dono da rival para alinhar as coisas. O interessante é que ele o chama de “Bill”, que é o seu primeiro nome, mostrando que a rivalidade não era tão intensa quanto alguns poderiam pensar. “A Microsoft era a maior desenvolvedora de software fora da Apple trabalhando para Mac. Então era louco o que estava acontecendo naquele momento”, revelou.
Problemas e conquistas

Mas não pense que Bill Gates foi visto como um grande salvador. Eles contam que quando Jobs revelou em 1997 o investimento de US$ 150 milhões a receptividade foi péssima. Isso porque o anúncio foi feito durante a conferência Macworld Boston, na qual Bill Gates apareceu em uma transmissão via satélite. Resultado: foi vaiado.

Ainda assim, Bill Gates não se mostrou nem um pouco arrependido em sua fala durante a conferência de 2007. “Isso funcionou muito bem. Na verdade, a cada dois ou três anos houve algo novo que nós fomos capazes de fazer no Mac e tem sido um ótimo negócio para nós”, afirmou. Vale destacar também que fazia parte do acordo a Apple desistir de um processo acusando a Microsoft de copiar seu sistema operacional.
Anos depois

Bill Gates não só salvou a Apple como acabou permitindo que a empresa rival tivesse mais valor de mercado que a sua. São US$ 839 milhões da Apple contra US$ 560 bilhões da Microsoft, aponta a “Forbes”. A morte de Steve Jobs em 2011 também foi sentida pelo homem mais rico do mundo, que escreveu uma homenagem ao amigo.

“Steve e eu nos conhecemos há quase 30 anos, e temos sido colegas, competidores e amigos ao longo de mais da metade de nossas vidas. O mundo raramente vê alguém que teve o profundo impacto que Steve teve, e os efeitos disso serão vistos por muitas gerações ainda por vir. Àqueles que foram sortudos o suficiente para trabalhar com ele, tem sido uma imensa honra. Sentirei a falta de Steve imensamente”, disse, em um comunicado divulgado na imprensa internacional.

por Ana Carolina Porto

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*Fonte: preparadopravaler

Um físico pulou de um edifício e a ciência salvou a sua vida

Para provar uma propriedade básica da física, o físico norueguês Andreas Wahl subiu em cima de um edifício de 13 metros de altura e se jogou, porém, a única coisa impedindo-o de cair e, potencialmente, evitando de quebrar uma grande parte do seu corpo, era um cabo com um peso fixo à extremidade.

O peso foi fixado ao edifício e, em seguida, os colegas de Wahl jogaram o peso e Wahl imediatamente começou a cair no chão. O experimento de Wahl pareceu arriscado, entretanto, foi bem seguro. E isso tudo graças a uma propriedade fundamental da física chamada força centrípeta.
O peso sofreu o que Isaac Newton descrita pela primeira vez no século 17 como força centrípeta: a força que faz um corpo seguir um caminho curvo. Neste caso, a força foi a tensão do cabo.

Como a força da gravidade puxou o peso para baixo, a tensão do cabo puxou-o em direção a um ponto central – o tubo. Isso induziu a formação de um arco, que você pode ver abaixo:

O peso continuou a balançar no ar, envolvendo-se em torno do tubo. Devido à conservação do momento angular, a velocidade do movimento do peso acelerado como o comprimento do cabo entre o tubo e o peso reduzido.

Depois de uma série de voltas, o peso parou a apenas alguns centímetros acima do solo.
Uma nota importante: O atrito entre o cabo e o tubo – bem como a elasticidade da cabo – ajudaram a retardar o movimento de Wahl e a forma de como ele cai. Isso reduziu o empurrão que ele sentiu quando chegou no fim. Se ele sentisse o empurrão completo ele poderia ter as suas costas quebradas.

Portanto, não tente fazer isso em casa. Deixe esse tipo de coisa para os físicos.

 

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*Fonte: universoincrivel

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em melhora na saúde.
Duas horas de silêncio por dia poderia melhorar a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos.

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Nos últimos anos, os pesquisadores têm destacado o poder peculiar do silêncio para acalmar nossos corpos, aumentar o volume em nossos pensamentos internos e sintonizar nossa conexão com o mundo. Suas descobertas começam em pesquisas sobre o contrário do silêncio – o barulho.

Muito já se escreveu sobre a “poluição sonora”, uma expressão criada na década de 1960, quando os cientistas descobriram que a exposição diária ao barulho intenso das estradas e aeroportos estava ligada a uma variedade de problemas de saúde: doenças cardíacas, problemas de sono, pressão alta e, menos surpreendentemente, perda auditiva. Os sons podem ser tão intensos que podem até causar danos muito mais imediatos, forte o suficiente para rasgar um buraco em seus tímpanos.

Se a exposição excessiva a sons altos é ruim para nós, a falta de som significa a falta de danos físicos causados pela poluição sonora. O silêncio é neutro. Segundo um artigo de Daniel Gross publicado na revista Nautilus, diversas pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em saúde melhorada, assim como a exposição prolongada e repetida ao ruído pode debilitá-la.

Estudos de fisiologia humana ajudam a explicar: as ondas sonoras vibram os ossos da orelha, que transmitem o movimento para a cóclea em forma de caracol. A cóclea converte as vibrações físicas em sinais elétricos que o cérebro recebe. O corpo reage imediatamente e poderosamente a esses sinais, mesmo no meio do sono profundo. Pesquisas neurofisiológicas sugerem que os ruídos ativam primeiramente a amígdala cerebeloza, aglomerados de neurônios localizados nos lobos temporais do cérebro, associados à formação de memória e à emoção. A ativação solicita uma liberação imediata de hormônios do estresse, como o cortisol. Pessoas que vivem em ambientes barulhentos, muitas vezes experimentam níveis cronicamente elevados de hormônios do estresse.

Em 2011, a Organização Mundial de Saúde concluiu que os 340 milhões de habitantes da Europa Ocidental – aproximadamente a mesma população dos Estados Unidos – perderam anualmente um milhão de anos de vida saudável por causa do ruído. Eles até argumentaram que três mil mortes por doenças cardíacas eram, em sua raiz, o resultado de ruído excessivo.

Então, a primeira conclusão é que o silêncio é bom pelo o que ele não faz – não acorda, não nos irrita ou não nos mata. Mas quais seriam então seus benefícios pelo que faz?

O artigo de Gross cita algumas pesquisas com interessantes revelações e a maioria delas foi descoberta por acaso, como no caso do pesquisador Luciano Bernardi que realizava um estudo dos efeitos fisiológicos da música em 2006. Bernardi queria mostrar o impacto da música relaxante no cérebro, e, para sua surpresa, descobriu que entre as faixas musicais, em trechos de silêncio inseridos aleatoriamente revelaram-se muito mais relaxantes do que a música “relaxante”. As pausas em branco que Bernardi considerava irrelevantes, em outras palavras, tornou-se o objeto de estudo mais interessante.

Outra pesquisadora citada no artigo que analisou esta questão foi a bióloga regenerativa da Universidade Duke, Imke Kirste. Em 2013, ela estudava os efeitos dos sons no cérebro de ratos adultos. Como Bernardi, ela pensou no silêncio como um controle que não produziria um efeito. Mas para sua grande surpresa, Kirste descobriu que duas horas de silêncio por dia levaram ao desenvolvimento celular no hipocampo, a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos. Isso era profundamente intrigante: a ausência total de insumos estava tendo um efeito mais pronunciado do que qualquer tipo de entrada testada.

O crescimento de novas células no cérebro nem sempre tem benefícios para a saúde. Mas, neste caso, Kirste diz que as células pareciam se tornar neurônios funcionais. “Vimos que o silêncio está realmente ajudando as novas células geradas a se diferenciar em neurônios, e se integrar no sistema”.

Imagine, por exemplo, que você está ouvindo uma música que gosta muito quando o rádio de repente desliga. Neurologistas descobriram que se você conhece bem a música, o córtex auditivo do seu cérebro permanece ativo, como se a música ainda estivesse tocando. “O que você está ‘ouvindo’ não está sendo gerado pelo mundo exterior”, diz David Kraemer, que conduziu esses tipos de experimentos em seu laboratório de Dartmouth College. “Você está recuperando uma memória”. Os sons nem sempre são responsáveis pelas sensações, às vezes nossas sensações subjetivas são responsáveis pela ilusão do som.

Alguns cientistas esperam que essas descobertas possam conduzir a tratamentos potenciais para pessoas com distúrbios associados ao abrandamento do crescimento celular no hipocampo, como demência ou depressão. Mas até agora, pelo menos, a neurociência do silêncio parece sugerir isso: para o cérebro, o silêncio faz bem.

Uma maneira de aproveitar o silêncio é através da prática do tradicional banho de floresta japônes (shinrin-yoku), que traz divesros benefícios à saúde, veja aqui. Um outro estudo também avaliou que sentir o cheiro da naturza reduz estresse e doenças, veja aqui.

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*Fonte: ciclovivo

Michael Jackson | Como o ícone do pop quase comprou a Marvel

Michael Jackson foi um dos maiores artistas da história. Idolatrado por sua música, dança e originalidade, o cantor também era muito conhecido por suas… peculiaridades. Fã de histórias de fantasia, ele tentou comprar nada menos que a Marvel nos anos 90 e quase interpretou alguns heróis clássicos da Casa de Ideias no início dos anos 2000.

O sucesso aconteceu muito rápido para Jackson. No começo dos anos 70, quando tinha apenas 14 anos, ele lançou seu primeiro disco ao lado do grupo que tinha com seus irmãos, o Jackson 5. Vocalista principal e estrela desde o princípio, o garoto se desenvolveu em um dos maiores astros do pop em pouco tempo e dominou as paradas de sucesso dos anos 80 graças ao clássico Thriller, um dos álbuns mais vendidos da história.

O cantor rapidamente arrecadou uma grande quantia em dinheiro e isso o ajudou em duas coisas que marcaram sua vida. A primeira foi a liberdade de explorar sua criatividade como artista. Jackson revolucionou os clipes musicais com verdadeiros curta-metragens – com destaque para Thriller e Bad (que foi dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese) – e até se arriscou em projetos cinematográficos como Moonwalker.

Além disso, se destacou pelas excentricidades. Michael comprou uma casa chamada Neverland em homenagem a Peter Pan, montou um zoológico particular, instalou um trem que rodava o local e a recheou de brinquedos que sempre quis em comprar, como estátuas em tamanho real do Batman e do Homem-Aranha – um dos seus heróis favoritos. Fã de quadrinhos, ele sonhava em ver os personagens da Marvel nos cinemas e estava disposto a fazer de tudo para tentar se tornar um deles.

A editora passava por um momento de dificuldades em meados dos anos 90. Os quadrinhos estavam em baixa e filmes baseados nos personagens da Casa de Ideias não emplacavam nos cinemas. Com isso, o artista decidiu entrar em contato com Stan Lee para ver a possibilidade de adquirir os direitos cinematográficos do Homem-Aranha.

“Ele queria ser o Homem-Aranha. Ele queria comprar os direitos do herói e acredito que ele queria viver o Peter Parker. Ele nunca disse, mas eu tinha certeza disso”, afirmou Lee em entrevista à AP.

O criador do personagem tentou ser o mais sincero possível e afirmou que, provavelmente, a empresa não negociaria com ele os direitos. Então, Michael decidiu tomar uma atitude extrema. “Ele disse: ‘Muito bem, então eu vou comprar a Marvel’. Eu não sei o que aconteceu. Obviamente ele não conseguiu, mas ele queria muito’”, completou o autor.

O negócio acabou não indo para frente, mas mesmo assim Jackson estava disposto a participar de um filme da empresa. Quando a Fox anunciou que faria um longa baseado em X-Men, Jackson tentou mais uma vez se envolver com o projeto. “Os produtores revelaram que ele tentou de todas as maneiras interpretar o Professor X. Eu nem sabia que ele queria ser o Xavier. Eu o conhecia muito bem e ele nunca havia discutido qualquer coisa dos X-Men comigo”, disse Lee em entrevista ao Moviefone.

Jackson acabou nunca aparecendo em um filme da Marvel, mas os contatos com Lee continuaram. O cantor chegou a visitar os estúdios da Casa de Ideias – com tour guiado pelo próprio Lee – e os dois acabaram como grandes amigos. “Nos encontramos diversas vezes. Na verdade, ele chegou a visitar minha casa uma vez com o filho e minha esposa tomou conta do garoto enquanto eu e Michael conversávamos”, afirmou Lee ao The Telegraph.

Jackson, que completaria neste dia 29 de agosto 59 anos, era acima de tudo um fã. E como qualquer fã, o simples fato de estar perto do ídolo, para ele, já era especial. “Ele [Lee] é um dos maiores criadores dos quadrinhos. Diferente dos outros, ele sempre foi muito produtivo. Cresci lendo seus quadrinhos e fico feliz de estarmos falando, trabalhando e pensando em fazer algo juntos”, disse Michael em uma de suas visitas ao estúdio Marvel.

Infelizmente, a parceria nunca aconteceu. Porém, Lee relembra da amizade com carinho até os dias de hoje. “Eu lembro que uma vez ele me chamou para uma gravação. Ele estava gravando em Jersey em um aeroporto abandonado. Tinha umas 300 pessoas ali. Eu cheguei pela porta dos fundos e ele estava no palco. De repente, ele diz, ‘Parem. Stan, Stan, vem aqui’. Eu me senti a pessoa mais importante do mundo! Michael Jackson parou o que ele estava fazendo e disse, ‘Stan, vem aqui’. Eu nunca vou esquecer isso’”, finalizou ao THR.

 

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*Fonte: omelete

7 coisas sobre a história do Brasil que te ensinaram totalmente errado na escola

A história do Brasil é marcada, desde o princípio, por fatos lamentáveis e tragédias que aconteceram desde a colonização. Quem é que não se lembra de ter estudado sobre a chegada de Pedro Álvares Cabral em nossas Terras, e de todos os episódios que viriam a seguir? Toda a exploração de nossos recursos naturais, de nossos povos nativos, enfim… A verdadeira invasão que aconteceu em nosso país.

Acontece que, algumas das histórias que conhecemos não estão exatamente certas, aliás, são muito mal contadas e nos são repassadas nas próprias escolas como verdade absoluta. Foi pensando exatamente nisso que nós separamos logo abaixo, 7 coisas sobre nossa história que as escolas nos ensinaram, e continuam ensinando, totalmente errado. Dá uma olhada!

1 – Não, a feijoada não foi criada pelos escravos

A nossa gastronomia é muito rica e talvez seja uma das mais saborosas de todo o mundo, mas dentro de tudo isso, também existem muitas lendas e mentiras a respeito da criação de alguns pratos, sendo que um bom exemplo, é a nossa tão amada feijoada.

Desde muito pequenos somos ensinados que a feijoada foi inventada pelos escravos, que pegavam os restos de carne que sobravam dos nobres baquetes portugueses, e misturavam ao pouco feijão que tinham, porém, essas partes do porco que geralmente eram desprezadas pela culinária de muitos países (orelhas, rabo, pés, língua), sempre foram consideradas como nobres para muitos europeus. Os registros mostram que os escravos tinham uma alimentação muito restrita, baseada apenas em farinha em água, e raramente tinham acesso a qualquer tipo de carne que seja.

Por outro lado, os europeus desde muito tempo já tinha a prática de fazer pratos com diferentes misturas de carne, o que mais tarde, levou à  criação da feijoada. Por mais que tenha sido criada por eles, é claro que nós demos um gostinho especial ao prato, dando a ele nossa identidade.

2 – O mito de Aleijadinho

Certamente você já estudou em suas matérias de artes sobre as obras de Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, porém, tudo indica que o artista não passa de uma história inventada e muito bem contada. Ele teria nascido por volta de 1738, mas ninguém sabe a data correta pois não existe nenhum registro que comprove isso de fato. Acontece que Guiomar de Grammont, que é autora do livro O Aleijadinho e o Aeroplano, publicado alguns anos atrás, afirma que as provas registradas e documentadas sobre o escultor, não são suficientes para afirmar autenticidade sobre nenhuma de suas supostas obras.

Ela ainda afirma que Aleijadinho não era apenas um, mas teria que ser 10, já que seria preciso viver 10 vidas para que ele conseguisse esculpir tudo aquilo que é tido como obra sua, ou dividir o trabalho com muitos outros artistas. Na época, a teoria de Grammont não foi bem aceita pela população, muito menos pelos mineiros, mas são provas bem sucintas e que fazem sentido. Ela apenas desconstruiu a história que conhecemos.

3 – Bananas não são frutas brasileiras

Desde pequenos aprendemos sobre a origem das frutas, e é comum que as escolas ensinem que a banana é uma das originárias de nosso país, até porque, em diversas pinturas que ilustram a chegada dos portugueses em nosso país, bananeiras são retratadas, como se já existissem aqui há tanto tempo quanto se possa imaginar, mas a verdade é bem diferente.

Acontece que essas foram frutas trazidas pelos colonizadores para nosso país, e as que consumimos hoje em dia, provavelmente são de sementes que tiveram origem da Ásia, onde a fruta é cultivada há bem mais de 4 mil anos, sendo levada à Europa bem mais tarde.

4 – Nem todos os negros eram escravizados

Sempre aprendemos que os portugueses caçavam os os negros na África e os traziam para o país, com o propósito de servirem como escravos, mas na verdade, não era exatamente assim. Os próprios africanos possuíam uma espécie de comercialização de escravos, e os portugueses mantinham negócios com eles. Por muito tempo esse tipo de comércio movimentou a economia africana.

Quando negros vinham ao Brasil e eram descendentes de monarcas de seu país, não sofriam nenhum tipo de maus tratos, sendo que alguns deles poderiam ainda ter territórios e seus próprios escravos. Houve um caso em que os filhos do rei nigeriano Kosovo, enviou seus filhos para o Brasil com o intuito de que estudassem.

5 – Tiradentes não foi nenhum herói

Aprendemos na escola que Joaquim José da Silva Xavier se transformou em um dos maiores símbolos da Inconfidência Mineira por lutar a favor do fim da escravidão e da independência de nosso país, mas relatos indicam que ele nunca foi a favor da abolição da escravidão e não fazia questão nenhuma de que isso de fato acontecesse.

Ele não era um homem pobre, acumulando certa fortuna e inclusive, pertencia a uma das famílias mais importantes do Vale do Rio das Mortes. Na verdade, ele participava de um movimento caracterizado como elitista , pedindo pelo fim da elevada cobrança de impostos. Era um trapaceador nato e meio fanfarrão, mas a questão é que quando foi preso, nem mesmo resistiu, apenas tentou se esconder.

6 – O carnaval não foi criado pela população

Nós aprendemos que o carnaval surgiu como uma festa popular no Brasil Colônia, em que todo mundo saía às ruas para festejar mesmo e fazer todo tipo de folia que quisessem, sendo que homens podiam até mesmo se fantasiar de mulher, e era tudo apenas pelo prazer da bagunça. Acontece que as coisas foram um pouquinho diferente.

O carnaval foi “inventado” por Getúlio Vargas e acredite, com inspiração nazista! Na época em que o samba começou a ganhar força, ainda não tinha uma identidade muito bem definida sendo apenas a mistura de alguns ritmos, então Getúlio viu a oportunidade aí, de criar uma identidade brasileira de enaltecimento em cima do movimento.

Acontece que no ano de 1933, o ministro de Relações Exteriores viajou para a Alemanha na intenção de conhecer todo o regime instaurado por Hitler, e quando voltou, o presidente teve a ideia de criar um novo sistema de propaganda que se parecesse com o usado pelos nazistas. Tudo foi definido de maneira antecipada: os blocos, o ritmo, enredo… Tudo.

7 – O descobrimento do Brasil não foi por acidente

Aprendemos que Cabral navegava em busca da Índia, mas que por supostamente conhecer um atalho, navegou acidentalmente em direção ao Brasil, julgando estar no caminho certo. Quando chegaram, os portugueses achavam mesmo que estavam na índia e por isso chamaram os habitantes desta terra de índios.

Na verdade, tudo indica que eles sabiam muito bem para onde estavam indo. Registros mostram que Vasco da Gama já havia constatado que poderiam haver terras desconhecidas. Cristóvão Colombo então, sugeriu em alguns de seus manuscritos que poderia existir algo ao sul da República Dominicana, sendo que mais tarde, vieram em busca de nossa terra, sabendo muito bem que não era a Índia, e que seria um ótimo local de exploração.

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*Fonte: fatosdesconmhecidos

 

Você acostuma acordar entre 3 e 5h da manhã? Confira o que seu corpo quer lhe dizer

Segundo a medicina tradicional chinesa nosso ciclo de sono pode revelar muitas coisas sobre o nosso estado físico e emocional e pode, até mesmo se conectar com mensagens de um poder superior. A hora em que você se deita ou acorda pode estar dando-lhe mensagens de advertência que não devem ser ignoradas, aqui vamos mostrar-lhe o significado delas.

Se você tem problemas para dormir entre as 9:00–11:00 da noite isso poder ser um sinal de estresse. É recomendável que você faça meditação para se relaxar e dormir bem.

Acordar entre as 11:00 e 1:00 da manhã pode significar decepção emocional. Segundo a medicina tradicional chinesa, este é o momento em que a vesícula biliar está ativa, portanto tente perdoar e aceitar a si mesmo.

Se você acorda durante as 1:00 — 3:00 da manhã é porque você tem acumulado raiva.Esta energia do meridiano está ligado ao fígado e associado com raiva e excesso de energia yang. Tente beber um copo de água fria e volte para a meditação.

Se você acorda entre as 3:00 e as 5:00 da madrugada pode significar que um poder superior está se comunicando com você. Este momento da manhã está relacionada com os pulmões e a tristeza. Se você acordar neste momento é porque uma maior presença quer te levar para um propósito maior. Você pode orar e fazer exercícios de respiração para voltar a dormir.

> Se você acorda entre as 05:00 e as 7:00 da manhã é porque você tem bloqueios emocionais. Neste momento a energia do intestino está ativa e significa que você tem muitas emoções bloqueadas. Tente esticar seus músculos ou ir ao banheiro.

 

É fascinante como o corpo é capaz de enviar sinais diferentes sobre o nosso estado físico, emocional e espiritual, neste sentido é importante que cada um de nós aprenda a ouvir e conhecer estes sinais para melhorar nossas vidas.

 

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*Fonte: bemmaismulher

Golpe feito pelo Facebook Messenger já atinge usuários brasileiros

Um novo malware está atingindo usuários do Facebook Messenger na América Latina, incluindo o Brasil. Descoberto pela Kaspersky, o vírus infecta o usuário com adware e se espalha pelo serviço de mensagens do Facebook.

Tudo começa quando um contato é infectado e envia uma mensagem para o usuário com um link. Ao clicar no link, o usuário é direcionado a um documento do Google Docs com uma foto do perfil da vítima, que cria um link para um suposto vídeo. Mas quando a pessoa tenta reproduzir o vídeo, é enviada para diversos sites que roubam informações sobre o computador do usuário, além de algumas informações pessoais.

O malware atua diferente dependendo de qual for o navegador usado pela vítima. No Firefox e no Safari, ele exibe uma mensagem de atualização falsa do Flash. No Chrome, o usuário é direcionado a uma versão falsa do YouTube que pede a instalação de uma extensão para o Chrome.

A Kaspersky diz que a investigação do ataque não sugere que algum trojan ou exploit seja baixado para dispositivos, mas eles lembram que cibercriminosos já devem ganhar dinheiro com o golpe a partir da publicidade exibida em sites falsos e o acesso a diversas contas do Facebook.

Como sempre, a melhor forma de se manter seguro na internet é tomar bastante cuidado com os links que você clica – se for algo suspeito demais, é bom evitar.

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*Fonte: olhardigital

A ciência comprova: poesia é mais eficaz que autoajuda

Ler poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool.

Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos de Henry Vaughan,John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin e depois essas mesmas passagens traduzidas para a “linguagem coloquial”.

Os resultados da pesquisa mostraram que a atividade do cérebro “acelera” quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não reage quando esse mesmo conteúdo se expressa com fórmulas de uso cotidiano.

Os especialistas descobriram que a poesia é mais útil que os livros de autoajuda porque afeta o lado direito do cérebro, onde são armazenadas as lembranças autobiográficas, e ajuda a refletir sobre eles e entendê-los desde outra perspectiva.

Os especialistas buscam agora compreender como afetaram a atividade cerebral as contínuas revisões de alguns clássicos da literatura para adaptá-los à linguagem atual, caso das obras de Charles Dickens.

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*Fonte: revistapazes

10 livros fundamentais de escritoras brasileiras

A Bula reuniu em uma lista obras-primas de escritoras brasileiras que são leituras obrigatórias. A seleção contempla autoras de diferentes gerações e gêneros literários. Entre elas, estão Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula (1859), o primeiro romance escrito por uma mulher no país; Lygia Fagundes Teles, que construiu uma narrativa surpreendente a partir de pontos de vista femininos nos contos de “A Estrutura da Bolha de Sabão” (1991); e Cecília Meireles, que narra, por meio de versos — e do ponto de vista dos derrotados —, a história da Inconfidência Mineira.

Úrsula, de Maria Firmina dos Reis

“Úrsula” é apontado como o primeiro romance escrito por uma mulher publicado no Brasil. Durante anos, a autora assinou a obra com o pseudônimo “Uma Maranhense”, em referência ao estado em que nasceu. Negra e bastarda, ela construiu uma narrativa comum para a época: um triângulo amoroso entre uma jovem humilde, um homem rico e um vilão. Contudo, havia um grande diferencial, a história era contada sob o ponto de vista de três personagens negros.

As Três Marias, de Rachel de Queiroz

Embora a obra prima de Rachel de Queiroz seja “O Quinze”, “As Três Marias” é um dos livros em que a autora mais destacou os papeis impostos às mulheres na sociedade. A trama é iniciada em um colégio de freiras, onde Maria Augusta, Maria da Glória e Maria José se tornam amigas. Com o passar dos anos, cada uma toma um rumo distinto. Maria da Glória se casa e se torna uma mãe atenciosa, Maria José decide se dedicar totalmente a religião, e Maria Augusta parte em busca de sua independência.

A Estrutura da Bolha de Sabão, de Lygia Fagundes Telles

“A Estrutura da Bolha de Sabão” é o conto mais conhecido de Lygia Fagundes Telles. Ele e outros sete estão reunidos no livro homônimo, publicado pela primeira vez em 1978, com o título “Filhos Pródigos”. As protagonistas das histórias, todas mulheres, estão envoltas por conflitos profundos com as pessoas próximas, o lugar em que vivem, e até elas mesmas. Os contos são narrados ora por descrição objetiva, ora por discurso indireto e fluxo de consciência, atestando a excelência da prosa da autora.

Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, de Carolina de Jesus

O livro de Carolina Maria de Jesus foi traduzido para 15 idiomas. Nascida em uma comunidade rural de Minas Gerais, a autora migrou para São Paulo, mais especificamente para a favela do Canindé, onde permaneceu a maior parte da vida. Negra e marginalizada, ela trabalhava como catadora de material reciclável e usava os cadernos que encontrava no lixo para escrever. Em sua obra, a escritora reflete sobre desigualdade e injustiça a partir de acontecimentos do seu cotidiano.

O Leopardo é um Animal Delicado, de Marina Colasanti

“O Leopardo é um Animal Delicado” é uma coletânea de contos da escritora Marina Colasanti, traduzida para várias línguas. Protagonizado por mulheres, o livro aborda a condição feminina em diferentes aspectos da vida em sociedade, mas principalmente no que diz respeito à sexualidade. Embora o título pareça despretensioso em um primeiro momento, se trata de uma ode à liberdade sexual e ao desejo, explícito em uma das narrativas mais impactantes e, literalmente, delirantes da obra.

A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector

A narrativa banal, e por isso dotada de genialidade, aborda os pensamentos de G.H., uma mulher comum que despede a empregada doméstica e decide fazer uma faxina no quarto de serviço. A protagonista se frustra ao encontrar o local limpo e arrumado, ao contrário do que imaginava, mas a insatisfação é interrompida quando ela se depara com uma barata. Depois de esmagar o inseto, G.H. decide provar a massa branca que surge de suas entranhas, e o episódio faz com que ela tenha uma grande revelação.

Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles

“Romanceiro da Inconfidência” é considerado o livro mais importante de Cecília Meireles. A obra é o resultado de uma longa pesquisa histórica da autora, que construiu um retrato impressionante da Inconfidência Mineira em forma de versos. A narrativa é contada do ponto de vista dos derrotados, e denuncia as mazelas do sistema imperial, que vigorava à época. Ela aborda acontecimentos como a descoberta do ouro, a chegada dos mineradores e a morte de Tiradentes.

Rútilos, de Hilda Hilst

“Rútilos” reúne duas obras conhecidas e aclamadas da autora: “Rútilo Nada” e “Pequenos Discursos”. Na primeira — que lhe rendeu o prêmio Jabuti em 1993 —, ela narra o amor trágico entre um homem e o namorado de sua filha, destacando as duras amarras da vida amorosa e familiar. Na mesma linha de pensamento, a segunda obra guia o leitor por um duro descortinamento dos moldes rígidos e opressores do convívio em sociedade.

Bagagem, de Adélia Prado

A obra é uma coletânea dos poemas de Adélia Prado, que escrevia desde os 14 anos, mas só teve a primeira obra publicada aos 40, devido a uma profunda autocrítica. O livro, lírico e irônico, mescla temas como profano e religioso, e morte e a alegria — a partir das vivências de Adélia Prado como mulher e mãe de cinco filhos. A obra se consagrou rapidamente entre a crítica e o público, fazendo-a despontar como uma das escritoras brasileiras de maior relevância no século 20.

A Teus Pés, Ana Cristina Cesar

“A Teus Pés” é a única publicação comercial de Ana Cristina Cesar, que morreu precocemente, aos 31 anos. Ela é considerada uma das escritoras brasileiras mais marcantes da década de 1970. O livro reúne poemas originais e aqueles publicados de forma independente em “Cenas de abril” (1979), “Correspondência completa” (1979) e “Luvas de pelica” (1980). A autora foi homenageada na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), de 2016, no Rio de Janeiro.

 

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*Fonte: revistabula / Helena Oliveira

Hilda Hilst