A triste geração que virou escrava da própria carreira

E a juventude vai escoando entre os dedos.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.

Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.

Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.

Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.

Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.

Frequentou as melhores escolas.

Entrou nas melhores faculdades.

Passou no processo seletivo dos melhores estágios.

Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.

E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.

Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.

O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.

O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.

Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.

Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.

Mas para a vida, costumava ser não:

Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.

Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.

Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.

Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.

Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.

Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.

Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.

Só não tinha controle do próprio tempo.

Só não via que os dias estavam passando.

Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.

*Por Ruth Manus

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

Quanto mais café você toma, mais você vive, de acordo com estudo

O café é um de nossos grandes companheiros no dia a dia. Presente em nossa cultura há mais de dois séculos, a bebida tradicional está presente em praticamente todas as mesas do país, seja no café da manhã, no lanche da tarde, para alguns até mesmo à noite.

Muitas pessoas se consideram viciadas em café e precisam tomar pelo menos uma xícara por dia, para manterem a disposição ou apenas para sentirem o sabor único da bebida. Se você é uma delas, um novo estudo tem uma ótima notícia para te dar!

Uma pesquisa em parceria realizada na Inglaterra, que reuniu o Instituto Nacional do Câncer, Instituto Nacional de Saúde e da Escola de Medicina Feinberg provou que nosso consumo de café pode influenciar diretamente em nossa longevidade, e que quanto mais café tomamos, mais tempo vivemos.

Sobre o estudo

O objetivo da pesquisa era verificar se o café realmente aumenta o risco de mortalidade, quando consumido em ingestão pesada, em especial aqueles que contam com polimorfismos genéticos comuns que prejudicam o metabolismo da cafeína.

Depois de um estudo realizado com mais de meio milhão de pessoas, os resultados mostraram associações inversas entre consumo de café mortalidade, entre participantes que bebiam de 1 a 8 ou mais xícaras por dia.

Conclusões

As conclusões do estudo mostram que, além de viverem mais, os consumidores regulares de café tendem a ter uma vida mais longa do que aqueles que o consomem moderadamente.

No entanto, o resultado é visto como uma correlação, e não uma conexão causal. Isso quer dizer que não é totalmente comprovado que o café seja, de fato, o responsável pela longevidade, mas que esse hábito, em conjunto com outros, são essenciais para uma vida mais saudável e longa.

Outros benefícios do café já são conhecidos por nós: redução de condições de saúde como depressão, Parkinson, câncer, diabete tipo 2, estresse e também o rejuvenescimento das células.

É possível que o café possa estar associado a um período de vida mais longo, mas para que a hipótese seja totalmente confirmada, serão necessárias mais pesquisas aprofundadas.

É muito importante que a bebida, ainda que consumida diariamente, seja feita com moderação e sempre colocando o bem-estar em primeiro lugar. Também é válido relembrar que o café não é recomendado para gestantes, e que quando se acrescentam complementos, a bebida pode perder as suas vantagens.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Às vezes, a frieza é uma defesa de quem já foi bonzinho demais

Costumamos julgar as pessoas, muitas vezes de maneira cruel e injusta, atentando-nos somente para o que vemos, mesmo que não as conhecemos o suficiente. Tiramos conclusões precipitadas, antecipando-nos à convivência com o outro, esquecendo-nos de dar tempo ao tempo, para que a verdade de fato se faça presente.

Todos nós passamos por muita coisa antes de chegarmos onde estamos, ou seja, o que somos carrega uma carga emocional e física imensa, que nos moldou e nos tornou o que vivemos no momento presente.

A gente vai se transformando ao longo de cada dia, todos os dias, aprendendo a conviver com as bagagens boas e ruins, adequando-nos ao que a vida nos apresenta – e nem sempre ela é gentil.

Por essa razão, não podemos criticar as pessoas pelo seu jeito de ser, pois todas elas estão tentando sobreviver, enfrentando batalhas, dentro de si, que nem imaginamos.

E, quando se trata das pessoas próximas de nós, que conhecemos de perto, será preciso prestar atenção aos sinais que seu comportamento nos envia a todo momento. Caso contrário, não conseguiremos responder aos pedidos, não nos ajustaremos às mudanças e assim perderemos quem não deveria se afastar.

Precisamos, sobretudo, entender o silêncio demorado de quem caminha conosco, lendo as entrelinhas daquilo que não mais retorna, percebendo a tristeza no fundo dos olhos, as mudanças mínimas que nos indicam que algo não vai bem.

Infelizmente, a maioria de nós só percebe a frieza cansada do parceiro quando o abismo emocional já se encontra praticamente irreversível. Então já nada mais importará. Então será tarde demais.

Conviver requer prestar atenção, cuidar, regar, importar-se, mais do que oferecer presentes e conforto material. Buscar as conquistas de vida sempre deverá incluir também o enriquecimento afetivo, o aumento de nosso potencial humano, nossa capacidade de amar e de ser amado.

Se nos esquecermos das relações humanas nesse caminho, sempre sairemos perdendo, pois as pessoas simplesmente se cansam de ser boazinhas e compreensivas além da conta, além do que o coração é capaz de suportar. As pessoas se cansam e fim.

*Por: Prof. Marcel Camargo

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*Fonte: fasdapsicanalise

A possível e surpreendente causa para o Alzheimer

Mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de Alzheimer – a forma mais comum de demência. Infelizmente, ainda não há cura para a doença, apenas drogas para aliviar os sintomas.

No entanto, minha pesquisa mais recente sugere uma forma de tratamento. Encontrei a evidência mais forte até agora de que o vírus da herpes é uma das causas do Alzheimer, sugerindo que medicamentos antivirais eficazes e seguros podem ser capazes de combater a doença. Talvez consigamos até vacinar nossos filhos contra esse mal.

O vírus relacionado à doença de Alzheimer, o HSV1 (vírus mais comum da herpes simples), é conhecido por causar herpes labial. Ele infecta a maioria das pessoas na infância e, em seguida, permanece adormecido no sistema nervoso periférico (parte do sistema nervoso que não contempla o cérebro e a medula espinhal). Às vezes, em momentos de estresse, o vírus é ativado e, em alguns indivíduos, causa feridas na boca.

Descobrimos em 1991 que, em muitos idosos, o HSV1 também está presente no cérebro. E em 1997 mostramos que isso representa um forte fator de risco para Alzheimer quando presente no cérebro de pessoas que têm o gene APOE4.

O vírus pode se tornar ativo no cérebro, possivelmente várias vezes, e isso provavelmente causa danos cumulativos. A probabilidade de desenvolver Alzheimer é 12 vezes maior para os portadores do gene APOE4 que possuem o vírus HSV1 no cérebro do que para quem não apresenta nenhum dos dois fatores de risco.

Mais tarde, descobrimos junto a outros pesquisadores que a infecção por HSV1 das culturas celulares faz com que proteínas anormais beta-amiloides e tau se acumulem. A aglomeração dessas proteínas no cérebro é característica da doença de Alzheimer.

Acreditamos que o vírus HSV1 é um dos principais fatores que contribuem para o Alzheimer e que ele entra no cérebro dos idosos à medida que o sistema imunológico diminui com a idade. Ele estabelece uma infecção latente (dormente), sendo reativada por eventos como estresse, sistema imunológico baixo e processo inflamatório do cérebro provocado pela infecção de outros micróbios.

Essa reativação gera dano direto nas células infectadas e inflamação viral. Sugerimos que reativações recorrentes causem lesões cumulativas, que acabam levando à doença de Alzheimer em pessoas com o gene APOE4.

Provavelmente, em portadores do APOE4, a doença de Alzheimer se desenvolve no cérebro devido a uma maior formação de produtos tóxicos provocada pelo vírus HSV1, ou a uma reparação menor dos danos ocasionados.

Novos tratamentos?

Os dados sugerem que agentes antivirais podem ser usados para tratar a doença de Alzheimer. Os principais agentes antivirais, que são seguros, impedem a formação de novos vírus, limitando assim os danos virais.

Em um estudo anterior, descobrimos que o aciclovir, droga antiviral indicada para o tratamento de herpes, bloqueia a replicação do DNA do vírus HSV1 e reduz os níveis de beta-amiloide e tau gerados pela infecção por HSV1 das culturas celulares.

É importante observar que todos os estudos, incluindo os nossos, mostram apenas uma associação entre o vírus da herpes e o Alzheimer – eles não provam que o vírus é de fato uma causa.

Provavelmente, a única maneira de provar que um micróbio é a causa de uma doença é mostrando que sua ocorrência é drasticamente reduzida ao atacar o micróbio – seja por meio de um agente antimicrobiano ou vacina específicos.

A prevenção bem-sucedida do Alzheimer pelo uso de agentes anti-herpes específicos foi demonstrada em um estudo populacional de larga escala realizado em Taiwan. Espero que dados de outros países, se disponíveis, gerem resultados semelhantes.

*Por Ruth Itzaki

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*Fonte: bbc-brasil

Noruega é o primeiro país do mundo a banir o corte de árvores

A Noruega se tornou o primeiro país do mundo a se comprometer com o fim desmatamento em todo o território nacional, após decisão do Parlamento na semana passada. Para cumprir com a meta, o governo proibiu o corte de árvores e baniu a compra e a produção de qualquer matéria-prima que contribua para a destruição de florestas no mundo.

Na sessão decisiva, o Parlamento também se responsabilizou a encontrar uma maneira de fornecer alguns produtos essenciais, como carne, soja, madeira e óleo de palma, sem causar impactos no ecossistema. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), esses quatros produtos são responsáveis por quase metade do desmatamento das florestas tropicais do planeta. A Noruega é a primeira nação a botar em prática a promessa feita junto à Alemanha e à Grã-Bretanha de promover esforços significativos contra cadeias de produção que gerem corte de árvores, assinada na Cúpula do Clima da ONU, em 2014.

Não é a primeira vez que o país escandinavo toma uma atitude pioneira em favor da proteção do meio-ambiente. Segundo a rede CNN, em 2008, a Noruega deu ao Brasil 1 bilhão de dólares (mais de 3 bilhões de reais) para ajudar a combater o desmatamento na Amazônia e a situação foi reduzida em 75% em sete anos. Além disso, o país está no processo de restringir as vendas de carros movidos à gasolina até 2025.

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*Fonte: veja

As duas faces dos signos do zodíaco, descubra as suas!

Tudo no mundo tem dois lados, luz e escuridão, felicidade e tristeza, vida e morte, sucesso e fracasso. É através deste equilíbrio que as coisas funcionam em harmonia.
Nós, enquanto parte do universo, também temos essa dualidade dentro de nós mesmos. Características positivas e negativas estão presentes em nossas personalidades e se misturam, dando origem a personalidades únicas.

Através de nossos signos do zodíaco, podemos ter uma melhor ideia de quais são as nossas duas faces, e para ajudá-lo nesta descoberta pessoal, trazemos abaixo detalhada a dualidade de cada um dos signos.

Leia com atenção, compreenda como você funciona e trabalhe para equilibrar essas duas forças dentro de si mesmo, sempre valorizando os pontos fortes para criar um caminho positivo e iluminado para si mesmo.

As duas faces de cada signo do zodíaco

Áries
Arianos são pessoas espontâneas, de energia elevada, apaixonadas, ambiciosas, corajosas e dedicadas, que nunca desistem de lutar por seus objetivos e sonhos. Possuem uma luz única e especial que ilumina qualquer lugar em que entram e que inspiram as pessoas ao seu redor a seguir em frente, olhando sempre o lado positivo.

Entretanto, também são extremamente impacientes, e não gostam de ser contrariados. Podem se tornar agressivos, quando são ofendidos e muitas vezes levam as coisas para o lado pessoal. Quando conseguem dominar esses impulsos, entretanto, usam toda a sua intensidade para o bem.

Touro
Taurinos são muito trabalhadores, responsáveis e dedicados a si mesmos e às pessoas que amam. Sua alma é pura e fazer o bem para o outro é uma de suas maiores alegrias na vida. Eles gostam de aproveitar os frutos de sua dedicação junto aos seus amigos e são extremamente confiáveis.

No entanto, sua natureza também é teimosa, intransigente e muitas vezes arrogante, o que acaba por deixar as pessoas com quem convivem em dúvida sobre sua verdadeira personalidade. Nos relacionamentos, tendem a ser possessivos, porque querem sempre ser o centro das atenções.

Gêmeos
Os geminianos realmente parecem ter duas personalidades polarizadas que revezam o domínio. Uma de suas personalidades é caracterizada pela simpatia, sociabilidade, extroversão e parceria. Estão sempre abertos a viver novas aventuras e vivem com muita leveza e confiança.

A outra personalidade é ansiosa, impulsiva, fechada, estressada e insegura. Ela costuma aparecer em dias muito tensos ou incomuns na vida do geminiano. Eles tendem a se isolar quando essa personalidade está no domínio e nem sempre sabem lidar bem com essa dualidade.

Câncer
Cancerianos costumam ser pessoas polêmicas, mas possuem muitas características positivas, eles são cuidadosos, empáticos, leais e presentes. São ótimos ouvintes e fazem tudo o que está ao seu redor para que você se sinta compreendido e amado, mesmo que não seja tão próximo. Eles não costumam se abrir para ninguém, mas param o que estiverem fazendo para ajudar seus amigos em necessidade. Sua gentileza é realmente única!

No entanto, em seu interior essas pessoas lidam com muitas questões. São ansiosos, hipersensíveis, acreditam que ninguém realmente os compreenda e que estão sozinhos no mundo. São muito críticos consigo mesmos e tendem a se isolar por se considerarem bons o suficiente. É uma luta diária controlar os sentimentos negativos e colocar um sorriso no rosto.

Leão
Leoninos são líderes natos e por isso gostam de estar no centro das atenções e terem suas vozes ouvidas. São ambiciosos, positivos, extrovertidas e engraçados, sempre dispostos a colocar um sorriso nos rostos de seus amigos.

Entretanto, em alguns momentos também podem ser extremamente orgulhosos, cabeças duras, arrogantes e egocêntricos, querendo que sua vontade se imponha sobre as dos outros. Também são preguiçosos e dramáticos, e nem sempre sabem trabalhar em equipe.

Virgem
Virginianos são pessoas produtivas, detalhistas, esforçadas, lógicas e dedicadas. Eles dão 100% de si em tudo o que fazem e nunca se comprometem com você sem ter certeza de que poderão cumprir com sua palavra. Também são pacientes e sempre dispostos a compartilhar seus conhecimentos com as pessoas ao seu redor.

Por outro lado, eles são muito sérios e disciplinados, o que faz com que levem a vida muito a sério e percam momentos de diversão e alegria. Estão sempre muito presos ao agora e têm dificuldades em simplesmente seguir o fluxo da vida. Também são muito críticos consigo mesmos e se cobram a perfeição.

Libra
Librianos são pessoas especiais, possuem uma aura muito linda, trazem paz e calma para todos os ambientes em que vão, e despertam o melhor que as pessoas têm dentro de si. Eles dedicam grande parte de suas vidas a ajudar os outros e sempre confiam em sua intenção para agir. São bem-humorados e gostam de ter longas conversas sobre os mais variados temas.

Mas nem tudo é simples com essas pessoas, eles lutam para manter a positividade dentro de si, porque muitas vezes são cercados por pensamentos negativos sobre si mesmos, e tendem a acreditar que as pessoas só estão ao seu lado por interesse. Quando possuem um problema com alguém, tentam evitar falar sobre ele porque temem confrontos, e também muitas vezes são indecisos sobre quais caminhos realmente querem seguir na vida.

Escorpião
Escorpianos são pessoas encantadoras, sua inteligência, disponibilidade e senso de humor sarcástico encantam a muitos, que sempre desejam estar por perto. Também são muito apaixonados pela vida, organizados e com grandes planos para si mesmos. Sabem que a vida é muito mais do que uma rotina infeliz, e seguem pelo mundo buscando o seu lugar.

O seu lado negativo, no entanto, é tão intenso quanto o positivo. Eles podem se tornar manipuladores, críticos e vingativos, quando se sentem ameaçados ou traídos. Não costumam conversar e se resolver com quem lhes prejudicou, a primeira coisa que fazem é planejar uma vingança à altura, e nesses momentos, sentimentos negativos podem controlar seus corações.

Sagitário
Sagitarianos são pessoas sorridentes, divertidas, intensas, otimistas e inspiradas. Enxergam o mundo como um grande território inexplorado e sempre buscam conhecer mais sobre o que está ao seu redor. Não têm medo dos desafios no caminho, sempre estão dispostos a dar o seu melhor para viverem com verdade.

O problema é que muitas vezes encontram dificuldade para viver no presente. Eles guardam muitos sentimentos negativos em seus corações, vindos de experiências passadas, que os impedem de seguir em frente da melhor maneira. Podem se irritar com facilidade e preferir se isolar do que conversar.

Capricórnio
Capricornianos são pessoas completamente focadas em seus objetivos. Eles desejam sucesso, grandeza, e o sonho de conquistar tudo o que desejam é o que os mantêm firmes em sua caminhada. Essas pessoas também são inteligentes, práticas e organizadas, muitas vezes ocupando posições de liderança. Eles focam muito no trabalho e na realização de suas metas.

Apesar de todas essas características positivas, os capricornianos também podem ser impacientes, arrogantes e intolerantes. Eles sempre acreditam que estão certos e não aceitam opiniões diferentes com humildade. Quando criticados, fecham a cara e tratam a todos com desprezo.

Aquário
Aquarianos são encantadores! Seus objetivos de vida nada têm a ver com riqueza extrema ou reconhecimento. O que os move vai muito além! Eles querem viajar, criar novas conexões, conhecer diferentes culturas e adquirir mais conhecimentos valiosos, que expandam suas almas. São defensores das diferenças e têm um pensamento muito à frente de seu tempo.

Porém, não são tão abertos quando se trata de vínculos emocionais, ainda precisam aprender a como lidar melhor com os seus sentimentos, principalmente quando envolvem outras pessoas. Muitas vezes, afastam as pessoas por não saberem a melhor maneira de mantê-las por perto.

Peixes
Piscianos são muito ligados às suas emoções, sensíveis, criativos e carinhosos. Eles possuem uma personalidade muito especial e madura, e mesmo não concordando com os pontos de vista daqueles que amam, eles sempre estão por perto, fazendo sua parte pela relação. Também costumam ser empáticos e leais, nunca deixando ninguém na mão.

O que poucos sabem é que essas pessoas têm dificuldade em lidar com a realidade da vida, e muitas vezes buscam maneiras de escapar. Eles precisam de seu tempo só, mas muitas vezes acabam se isolando por escolha própria. Apesar de necessitarem de ajuda, na maioria das vezes não sabem como pedir.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Agrotóxico mais usado no mundo está ajudando a exterminar abelhas

Quando se fala em agrotóxico, na maior parte do tempo estamos tratando de glifosato, o herbicida mais usado no Brasil e no Mundo. Utilizado em 90% das lavouras de soja, alvo de diversas polêmicas e contestações de médicos à ambientalistas, mas fundamental para o agronegócio, está associado à morte das abelhas.

O N-(fosfonometil)glicina, princípio ativo do Roundup da Monsanto e mais uma centena de produtos agrícolas, age ao ser absorvido pela folha das plantas de crescimento rápido, também conhecidos como mato, e inibe a ação de enzimas que possibilitam sua existência.

Por não dependerem dessa enzima, o produto não afeta aos animais. Pelo menos é isso que se pensava. Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, mostra que o mesmo não acontece com microrganismos, muitos dos quais dependem a existência de animais, como as abelhas.

Publicado essa semana no Proceedings of National Academy of Sciences, o artigo explica que, assim como em nós, a saúde das abelhas depende de um ecossistema de bactérias que vive em seu trato digestivo. O glifosato mata algumas dessas bactérias, causando um desequilíbrio que reduz a capacidade do inseto combater infecções.

“Diretrizes atuais consideram que as abelhas não são prejudicadas pelo herbicida”, disse Erick Motta, estudante de pós-graduação que liderou a pesquisa, juntamente com a professora Nancy Moran. “Nosso estudo mostra que isso não é verdade”.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores expuseram as abelhas a níveis normalmente encontrados em plantações e jardins (é grande a chance do jardineiro perto da sua casa usar esse agrotóxico). Pintaram suas costas para que pudessem reconhecê-las e liberaram para seguir sua vida normal.

Recapturadas três dias depois, eles observaram que o herbicida reduziu significativamente a microbiota intestinal saudável. Das oito espécies dominantes de bactérias saudáveis ​​nas abelhas expostas, quatro foram consideradas menos abundantes. A espécie mais atingida, Snodgrassella alvi, ajuda as abelhas a processarem alimentos e a se defenderem contra patógenos.

Mais tarde, ao expor as abelhas a um patógeno oportunista (Serratia marcescens), morreram com mais frequência que as abelhas sem glifosato. Cerca de metade das abelhas com um microbioma saudável ainda estavam vivas oito dias após a exposição ao patógeno, enquanto apenas cerca de um décimo dos insetos cujos microbiomas haviam sido alterados pela exposição ao herbicida ainda estavam vivas.

“Estudos em humanos, abelhas e outros animais mostraram que o microbioma intestinal é uma comunidade estável que resiste à infecção por invasores oportunistas”, disse Moran. “Então, se você interromper a comunidade normal e estável, estará mais suscetível a essa invasão de patógenos”.

A descoberta entra para uma longa lista de polêmicas que envolvem o agrotóxico mais popular do mundo. “Não é a única coisa que causa todas essas mortes de abelhas, mas é definitivamente algo que as pessoas deveriam se preocupar porque o glifosato é usado em todos os lugares”, disse Motta.

São várias a críticas sobre o sistema da Monsanto, que vão da dependência e endividamento de pequenos produtores, desenvolvimento de plantas resistentes à substância, ao extermínio da biodiversidade. É considerado potencialmente cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar da Monsanto (e sua nova controladora Bayer) atestar a segurança do produto com 40 anos de uso no mercado, em agosto a justiça dos Estados Unidos a sentenciou a pagar US$ 289 (cerca de R$ 1,1 bilhão) ao jardineiro Dewayne Johnson que alega ter contraído câncer devido ao uso do Roundup e do RangerPro, um glifosato de segunda linha da Monsanto.

No Brasil, a juíza substituta Luciana Raquel Tolentino de Moura acatou, no dia 3 de agosto, o pedido do Ministério Público Federal, sob a alegação de demora na reavaliação toxicológica do glifosato, e proibiu o uso em todo o País. A ordem para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária era priorizar a reavaliação até o dia 31 de dezembro.

Um dos principais principais interessados no assunto é o ministro da agricultura Blairo Maggi. Um dos maiores produtores de soja do Brasil, ele afirmou que a decisão impediria o plantio de 95% da área de soja, milho e algodão, as três maiores culturas anuais do País. “É muito importante dizer: não há saída sem o glifosato; ou não planta, ou faz desobediência da ordem judicial”, disse Maggi.

No dia 3 de setembro, o presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), desembargador Kássio Marques, derrubou a liminar. Uma de suas alegações foi que “nada justifica a suspensão dos registros dos produtos” sem a “análise dos graves impactos que tal medida trará à economia do país”.

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*Fonte: revistagalileu

Caroline Herschel, a astrônoma que descobriu 8 cometas, mas ficou à sombra do irmão

A alemã Caroline Hershel (1750-1848) descobriu oito cometas, e um deles foi batizado em homenagem a ela.

Também descobriu uma galáxia e uma nebulosa.

Herschel foi a primeira mulher na Inglaterra a receber dinheiro por suas contribuições científicas.

Mas seu trabalho como astrônoma é menos conhecido que o de seu irmão William (1738-1822), que descobriu Urano.

Caroline passou muito tempo catalogando o trabalho do irmão em vez de se concentrar no seu.

Juntos, eles descobriram 2,4 mil objetos astronômicos.

Ela estava determinada a ser reconhecida por seu trabalho ainda em vida.

Então, ao achar seu oitavo cometa, ela viajou 48km até o Observatório Real em Greenwich para reivindicar a autoria do feito.

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: bbc-brasil

 

Estamos formando uma geração de egoístas, egocêntricos, alienados e inconsequentes!

Acabaram as festas, janeiro começou e em breve o ano letivo ganhará vida. Novos calouros ávidos por uma “nova” vida de descobertas desembarcarão em Adamantina. Nem faz um ano uma garota, em sua primeira semana de aula na faculdade, teve suas pernas queimadas em um dia de acolhimento de calouros. Jovem, em seus 17 anos e feliz por realizar o sonho de ingressar em uma faculdade. Mas em um dia que deveria ser de festa foi interceptada por “colegas” veteranos. Foi pintada com tintas e esmalte até que sentiu que jogaram um líquido em suas pernas. Nada notou até que a água da chuva, por ironia, em lugar de lavar e limpá-la provocou uma reação química que resultou em queimaduras de terceiro grau em suas duas pernas. O mesmo aconteceu com uma colega de turma que teve as pernas queimadas e outro rapaz que correu o risco de perder a visão. O líquido? Uma provável mistura de creolina e ácido!

Casos amplamente noticiados pela imprensa local, regional e nacional. Mas relatos contam mais sobre este dia trágico, como inúmeros casos registrados de coma alcoólico, além de meninas que tiveram suas roubas rasgadas e sofreram toda uma série de constrangimentos.

Fatos como estes contribuem para nos trazer de volta a realidade e, guardadas as devidas proporções, ilustra que vivemos sim em um país onde a “barbárie” ganha força e impera em diversos núcleos de nossa sociedade e se alastra com uma rapidez de rastilho de pólvora. Casos se repetem em diversos estados e cidades, o caso dos calouros da FAI de Adamantina não é e nem será o último, quantas tristes histórias já foram relatadas, como a do o jovem morto atirado em uma piscina da USP, amanhã mais um gay ou um negro, ou mais uma mulher que não se “deu o valor” e andou por aí exibindo seu corpo.

Vivemos em uma sociedade de alienados, sujeitos que não conseguem sequer interpretar um texto, nossas crianças são “condicionados nas escolas” jamais educados. Infelizmente não há cultura neste país da desigualdade. Parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo os que nos cerca. Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas.

O apresentador Chico Pinheiro do Bom dia Brasil, revoltado com os trotes violentos, afirmou que estes alunos deveriam voltar para o ensino fundamental. Discordo radicalmente dele, estes alunos deveriam voltar para o seio de suas famílias e lá, sim, receber educação básica, educação para a vida.

Os pais estão terceirizando a educação de seus filhos e, em um mundo sem tempo e repleto de culpa delegam a educação de seus filhos a professores que não podem ser responsabilizados e muito menos tem competência e formação para isso. Professores são facilitadores da inteligência coletiva, pais são os educadores na/da/para a vida!

Nos dias de hoje o tempo passa rápido demais. Muito rápido, tão rápido que nem dá tempo de tentar entender e processar o que foi vivido nas poucas horas atrás.

A molecada acorda cedo, vai pra escola. Chega em casa, almoça ao mesmo tempo que assiste TV, atualiza a conversa no WhatsApp, checa sua ‘TimeLine’ no Facebook, curte páginas dos amigos, coloca em dia as curtidas do Instagram e comenta de forma superficial – pois não compreende o contexto e complexidade – as reportagens da TV. Se perguntar quem dividiu a mesa com eles (os pais também estão brincando com o celular) é possível que nem tenham se dado conta, pois estão mais próximos dos amigos “virtuais” do que daqueles que compartilham o mesmo espaço, a mesma mesa e a mesma comida com eles. Mas o mais trágico nisso tudo é que os pais, também, estão sentados à mesa assistindo TV, atualizando a conversa no WhatsApp, checando sua ‘TimeLine’ no Facebook, colocando em dia as curtidas do Instagram e comentando de forma superficial as reportagens da TV.

Depois do almoço os pais irão para o trabalho e os filhos para a aula de computação, inglês, academia…

À noite ficarão no quarto em frente ao note navegando por sites que jamais se lembrarão, conversando pelo skype, jogando on line, até a hora de dormir.

No final de semana estes jovens dormirão a maior parte do tempo para se preparar para a noite, para a balada, onde pegarão todos e todas e beberão até cair.

Estes jovens entram muito cedo em sua vida pretensamente “adulta”. Já “brincam” de papai e mamãe antes mesmo de brincar de casinha. Estes jovens são lançados da infância, cada vez mais curta, direto para a vida “adulta”, passando sem piscar pela adolescência.

Qual estrutura e base estes jovens terão para superar conflitos pessoais? Comportam-se como adultos aos 13, 14, 15 anos e, em muitos casos são tratados como adultos, mão não são adultos, são crianças e adolescentes que não sabem absolutamente nada da vida, mas são cobrados como se soubessem de tudo e pior, acreditam que sabem sobre tudo. Eles querem ser aceitos, infelizmente querem ser aceitos em um mundo irreal de aparências!

Nesse “nosso” mundo do “parecer”, do “fake”, do consumo do corpo perfeito, da mentira perfeita, do dinheiro a qualquer custo, do consumir e exibir, da exposição sem limites, da falsa propaganda que vende vidas “perfeitas” somos “forçados” a fazer parte dessa sociedade de “mentirinha”.

Na sociedade do consumo do corpo perfeito, da vida perfeita, do ser perfeito, não existe espaço pra “ser humano”, não existe lugar “para sermos quem somos”, aqueles que exibem suas imperfeições, pois o imperfeito não cabe na aparência perfeita do mundo da mentira.

Todos nós queremos fazer parte de algo, ser parte de algo. Principalmente quando somos jovens. Nossa turma é nossa razão de ser e estar no mundo. Comportamo-nos como tribos, somos territorialistas e, fazer parte deste “algo” nos confere identidade. E aí para fazer parte desse mundo, o jovem segue a turma, mesmo em muitos casos, sem saber por que está fazendo isso, mesmo sabendo que muitas coisas que fazem são erradas, vale a pena correr o risco para “ser” parte da turma!

E neste mundo, empoeirado, intenta-se forçar o sujeito a aderir sem contestação ao padrão de ser e estar neste “mundo”, reduzindo sublimes e maravilhosas peculiaridades e particularidades, ou seja, nossas magníficas diferenças, em uma uniformidade que se encaixa na perfeita adequação a uma sociedade tamponada, uniforme, opaca, moralista, hipócrita. É a construção de um mundo baseado em mentiras e sem alicerce.

As inquietudes de nossa alma deveriam ser tratadas em nossas relações cotidianas, primeiro no seio carinhoso da família, depois nas escolas, nos relacionando com os professores e com os colegas de aula, com os amigos e também com os inimigos, com os namorados, patrões… Vivendo nossas experiências boas e más, aprendendo a entendê-las. Passamos por frustrações a aprendemos a superá-las. Este é o ciclo natural das coisas, é preciso viver para compreender a vida, viver todas as emoções, boas e más, sorrir, chorar, vencer, perder, amar, rejeitar, ser rejeitado, ter amigos, inimigos, construir alianças, quebrá-las… Cabe a família dar o suporte, fornecer o alicerce para que este ser, mesmo em épocas de tempestade, não desmorone. E na convivência cotidiana, construirá seu edifício interno, com janelas, portas, divisórias, que poderá balançar em muitos casos, mas jamais desabar se bem estruturado.

Mas como educar se os pais não têm “tempo” para ajudar estes jovens a construir sua estrutura?

Os filhos não têm “tempo” para escutar o que os pais têm pra dizer, talvez uma conferência familiar pelo Whats ou Skype, quem sabe…

Os amigos não têm todas as respostas

E talvez o mais triste para esta geração

O Google não tem todas as respostas.

Nossos jovens produzem eventos para postar, ser curtido e comentado. Situações são criadas para movimentar e dar liquidez ao “mercado” da popularidade, as “ações pessoais na bolsa virtual” crescem conforme o número de “posts, comments e likes”. Uma sociedade baseada no consumismo, que valora cada ser humano por seus bens de consumo e potencial de exibição do produto, passou a consumir avidamente “vidas”. Vidas são colocadas em exposição, para o deleite do consumidor e regozijo daquele que se expõe, pois quanto mais visto, mais é consumido, assim, ganha popularidade, consequentemente “poder”. Uma sociedade sem amor, sem paz e sem alma.

A alma não está sendo vendida para o diabo, mas sim, depositada em sites de relacionamento e eventos que precisam ser constantemente alimentados para nutrir o mercado. Se não existe um evento, tudo bem, faz-se imagem de si mesmo, pois a imagem é tudo neste mundo baseado no TER, SER não importa, o que vale é PARECER e, para parecer e aparecer é preciso exibir.

É imperativo que estes jovens compreendam que eles NÃO têm o valor do que é “consumido” ou do que consomem em imagens, exposição, “likes”, compartilhamentos e “comments”. O seu valor não é “subjetivo e líquido”, pois este “valor” está na forma como ele se constitui enquanto ser humano real. SER REAL não é nada fácil no mundo “líquido”, mas precisamos tentar, não apenas com os jovens, mas também em relação a nossas vidas, pois creio que se hoje estas moças e moços vivem dessa forma, não são nada diferente de quem os criou, pois nossa sociedade vive de ter e exibir, nossa juventude nada mais é do que reflexo de uma sociedade “adoentada”.

Pois nossas crianças já nascem sem tempo, extremamente competitivas, presas em escolas integrais que garantirão seu “futuro”. E dessa forma continuarão a lubrificar as engrenagens de nossa sociedade doente e “medicada” que confunde saúde com remédios, consumo com qualidade de vida, amor com bens de consumo. Estamos formando uma geração de egoístas, alienados e inconsequentes, que se preocupam mais com sua imagem do que em “ser” humano.

Quando somos jovens, acreditamos que sabemos tudo, que estamos prontos para a vida, mas viver nos ensina que a gente não sabe NADA sobre a vida. Compreender e aceitar que não somos e nunca seremos perfeitos, que simplesmente não sabemos de quase nada e nem temos certeza de tudo, nos torna mais abertos, mais humanos, mais doces, mais amorosos e tolerantes, com nós mesmos e com os outros. Mas para que nossos jovens possam compreender tudo isso, precisamos cria-los para que sejam mais humanos, colaborativos, criativos, transgressores, mas para isso, precisarão ser ensinados que serão alguém, não pela quantidade de bens que possuírem e exibirem, mas sim, por “ser” humano, “ser” como verbo de ação!

*Por Isabel Cristina Gonçalves

 

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*Fonte: revistapazes

Bombeiros recomendam FORTEMENTE que você NÃO deixe alguma garrafa de água no carro

Você alguma vez colocou uma garrafa de água no carro em um dia de calor? Essa prática parece inofensiva, mas pode ser fatal, principalmente se deixarmos esse objeto muito tempo dentro do veículo quente.

Deixar uma garrafa de água no carro por um tempo pode ser fatal, principalmente se ela estiver pela metade. Esses objetos podem causar incêndios, e um homem chamado Dioni Amuchastegu é a prova disso. Ele deixou uma garrafa em seu automóvel, e viu seu assento ficar queimado.

“Eu almocei cedo, e me sentei no caminhão quando, por acaso, olhei pelo canto de meu olho e percebi que havia fumaça lá dentro. Me virei e vi como os raios do sol projetados na garrafa e a pegar fogo”, conta Dioni. Esse acontecimento é fácil de explicar.

Quando a luz do sol atravessa a garrafa, a água age como uma lupa e acentua o calor. Ela concentra toda a energia do sol em um ponto, e ele pode se tornar tão quente que provoca um incêndio. “Nós testámos novamente e medimos a temperatura. Não me lembro exatamente quantos graus faziam, mas tínhamos um termômetro e ele estava quente. Ou seja, estava quente o suficiente para queimar e fazer buracos no assento. Algo que você não podia imaginar”, continua o homem.

Todos sabemos que é muito importante beber água se estiver um dia de calor. Por isso se você tiver garrafas de água no carro, coloque ele à sombra. Ou então já sabe, leve a garrafa consigo para que não aconteçam acidentes. Veja a experiência de Dioni, onde podemos ver esse objeto causando um pequeno fogo no assento.

Quando não souber o que fazer, não faça nada: a resposta está na quietude mental

Buda e seus discípulos empreenderam uma longa jornada durante a qual atravessariam diferentes cidades. Em certo dia muito quente, eles avistaram um lago e pararam, sitiados pela sede. Buda perguntou ao seu discípulo mais jovem, famoso por sua natureza impaciente.

– Tenho sede. Você pode me trazer um pouco de água daquele lago?

O discípulo foi até o lago, mas quando chegou, viu que, naquele momento, um carro de boi passava por ele. Como resultado, a água ficou muito turva. O discípulo pensou: “Não posso dar ao professor essa água barrenta para beber”.

Então ele voltou e disse a Buda:

– A água no lago é muito lamacenta. Eu não acho que possamos beber”.

Depois de meia hora, Buda pediu ao mesmo discípulo para voltar ao lago e trazer água para beber. O discípulo retornou ao lago.

No entanto, para seu espanto, ele descobriu que a água ainda estava suja. Ele retornou e disse a Buda, desta vez com um tom conclusivo:

– A água daquele lago não pode ser bebida, é melhor caminharmos até a vila para que os aldeões possam nos dar uma bebida.

Buda não respondeu, mas ele também não se mexeu. Depois de um tempo, ele pediu novamente ao discípulo que retornasse ao lago e lhe trouxesse água.

O discípulo foi para o lago porque não queria desafiar seu mestre, mas ficou furioso por tê-lo enviado para o lago, quando ele já sabia que a água barrenta não podia ser bebida.

No entanto, quando chegou, a água era cristalina. Então ele pegou um pouco e levou para Buda.

Buda olhou para a água e então disse ao seu discípulo:

– O que você fez para limpar a água?

O discípulo não entendeu a pergunta, ficou evidente que ele não havia feito nada. Buda explicou a ele:

– Espere e deixe tudo tomar o seu devido lugar. Depois de um tempo, a lama se instala sozinha e você tem água limpa. Sua mente também é assim! Quando estiver preocupado, perturbado, você apenas tem que deixar as coisas acontecerem. Dê-lhe algum tempo. Não seja impaciente e você encontrará o equilíbrio por si só. Você não precisa fazer nenhum esforço para acalmá-la. Tudo vai acontecer se você não se apegar.

Mente de macaco: a mente impaciente cercada por preocupações

Os budistas referem-se à nossa mente com a palavra xinyuan, um termo que pode ser traduzido literalmente como ” mente de macaco ” e que significa “não resolvido, inquieto, caprichoso, inconstante, confuso, indeciso ou incontrolável”.

Para o budismo, nossa mente é como um macaco pulando de galho em galho, sempre inquieto e confuso. Nós saltamos continuamente de um pensamento para outro pensamento, da preocupação para a preocupação, até que estamos em um estado de turbulência, confusão e exaustão.

Quando adicionamos emoções a essa mente imbuída de uma atividade frenética, temos todos os ingredientes para formar uma “tempestade perfeita” que nos levará a tomar decisões erradas. Nesses casos, é melhor esperar.

Quando você não sabe o que fazer, quando está confuso demais para tomar uma decisão, o ideal é que você não faça nada, espere e dê tempo ao tempo. Se você se deixar levar pela impaciência, frustração, opressão ou preocupações, é provável que acabe tomando uma decisão ruim da qual se arrependerá mais tarde.

Aquilo que acalma a mente, para o budismo, é equivalente, no campo da psicologia, a um distanciamento emocional do problema que atormenta sua mente. O objetivo é encontrar a serenidade mental essencial para analisar as múltiplos aspectos do problema.

Na prática, em vez de pressa para a ação, ou da inação preocupada, com o pensamento incessante de que “precisamos fazer algo urgentemente,” devemos fazer exatamente o oposto: serenar as água da nossa mente e esperar o tempo que for necessário para que vejamos a solução.

Por Jennifer Delgado Suárez

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*Fonte: revistapazes

Como o aquecimento global pode levar à falta de cerveja no mundo

Não é que os cientistas estejam botando água no seu chope. Nem é que o aquecimento global vá terminar esquentando também seu copo. Na realidade, conforme mostra estudo publicado nesta segunda-feira, os fenômenos climáticos contemporâneos podem acabar com os estoques globais de cerveja.

A conclusão, publicada no periódico Nature Plants, é que as secas e ondas de calor concomitantes – que andam agravadas pelo aquecimento global provocado pelo homem – devem levar a declínios bruscos no rendimento das colheitas de cevada, gramínea cerealífera que é o principal ingrediente da apreciada bebida. Principalmente se os níveis de emissão de carbono continuarem como estão hoje.

A perda de produtividade nas colheitas de cevada pode chegar a 17%, o que deve fazer o preço da cerveja dobrar ou até mesmo triplicar em alguns lugares do mundo.

“Embora esse não seja o impacto futuro mais preocupante da mudança climática, extremos climáticos relacionados a isso podem ameaçar a oferta e a acessibilidade econômica da cerveja”, diz o estudo, desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia, da Universidade Chinesa de Pequim, da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, do Centro Internacional Mexicano para Melhorias do Milho e do Trigo e da Universidade de East Anglia (Inglaterra).

A primeira consequência dessa queda de produção, segundo os modelos matemáticos do estudo, será um intenso aumento nos preços da bebida. A pesquisa avaliou a situação de 34 regiões produtoras de cevada, antes e depois do ano de 2050.

“Chegamos a essa conclusão integrando em nossa pesquisa as informações das mudanças climáticas, das safras de cevada, do comércio internacional e de condições socioeconômicas”, explicou à BBC News Brasil o economista Dabo Guan, professor de Economia das Mudanças Climáticas da Universidade de East Anglia. “Com todos esses dados juntos, pudemos estimar o impacto que o cenário terá na cerveja, um produto essencial para uma quantidade significativa de pessoas no mundo.”

“Nosso estudo não quer dizer que as pessoas vão beber mais cerveja hoje do que amanhã, tampouco que precisaremos nos adaptar para um novo consumo de cerveja”, prossegue Guan. “Na realidade, pretendemos alertar as pessoas, especialmente nos países desenvolvidos, que a segurança alimentar é importante – e que a mudança climática vai afetar seu dia a dia e sua qualidade de vida.”

Ele lembra que, no cenário de aquecimento global, todas as culturas serão afetadas. “Mas neste estudo, utilizamos a cevada para ilustrar esse problema”.

O que priorizar?

Pelas projeções dos cientistas, o cenário considerou como estará o planeta no futuro próximo considerando os níveis atuais de queima de combustíveis fósseis e emissões de dióxido de carbono. Na pior das hipóteses, as regiões do mundo onde mais se cultiva cevada – como pradarias canadenses, regiões da Europa e da Austrália, e a estepe asiática – devem experimentar secas e ondas de calor cada vez mais frequentes.

É importante lembrar que apenas 17% da cevada produzida no mundo é usada para a fabricação da cerveja. O restante é colhido e se torna alimento para gado. Os pesquisadores se perguntam como será o conflito no futuro, diante da escassez da cevada: os produtores deverão priorizar animais com fome ou humanos com sede?

Aplicando o modelo matemático que considera sazonais produções históricas um pouco mais baixas, a conclusão dos cientistas foi que, sim, nessa queda de braço quem costuma ganhar é o gado, e não o homem. Os produtores tendem a privilegiar a cadeia estabelecida do negócio bovino, em vez de destinar os grãos para a cerveja.
Direito de imagem Professor Martin Jones, Universidade de Cambridge
Image caption Plantação em Qinghai, a 3,000 metros acima do nível do mar.

O mesmo modelo ainda aponta como diferentes regiões do mundo devem reagir a seu modo diante da redução da produtividade de cerveja. Países mais ricos e amantes da bebida, como Bélgica, Dinamarca, Polônia e Canadá, por exemplo, devem resolver a equação subindo o preço final.

Nesse cenário, um pacote de seis cervejas comuns pode chegar a custar o equivalente a US$ 20 (R$ 75, na cotação atual), conforme estima o estudo – mesmo assim, populações de nações desenvolvidas talvez conseguissem absorver tal custo. Na média, conforme aponta o estudo, o preço da cerveja deve dobrar. A pesquisa considera que em casos de queda de 4% da produção de cevada, a bebida acaba custando 15% a mais.

Por outro lado, em países de população mais pobre, como a China e o Brasil, o consumo de cerveja tende a cair.

As projeções indicam que o fornecimento de cerveja em todo o mundo deve cair cerca de 16%. Segundo os pesquisadores, isso equivaleria a todo o consumo de cerveja dos Estados Unidos.

O que fazer a respeito?

A cerveja é considerada a terceira bebida mais consumida no mundo – e a primeira entre as alcoólicas -, só perdendo para a água e para o café. São 182 bilhões de litros por ano.

Se na média global, a produção de cerveja responde por 17% das lavouras de cevada, essa parcela varia muito conforme a região. No Brasil, por exemplo, onde não é comum alimentar gado com cevada, 83% do cereal cultivado é destinado para a produção da bebida. Na Austrália, esse número é de apenas 9%.
Direito de imagem Universidade Texas A&M
Image caption As projeções sindicam que o fornecimento de cerveja em todo o mundo deve reduzir em cerca de 16%. Segundo os pesquisadores, isto equivaleria a todo o consumo de cerveja dos Estados Unidos.

“Nosso estudo se concentrou na cevada, que é o principal ingrediente da cerveja. Analisamos a frequência com que vemos condições precárias para cultivar cevada em todo o mundo – anos com calor extremo e seca severa. Esses eventos extremos são muito mais difíceis para os agricultores se adaptarem do que as mudanças médias no clima”, disse à BBC News Brasil o pesquisador Nathan Mueller, professor do Departamento de Ciências da Terra da Universidade da Califórnia.

“Descobrimos que a incidência e a gravidade dos eventos extremos aumentam substancialmente à medida que as temperaturas médias globais sobem. Combinando um modelo de safra e um modelo da economia global de alimentos, podemos estimar as mudanças nos preços e no consumo de cerveja em todo o mundo resultantes desses eventos extremos.”

Mueller dá uma solução para que a estiagem não chegue aos nossos pobres copos: conscientização ambiental.

“Se conseguirmos diminuir nossas emissões de gases de efeito estufa e limitar a magnitude geral das mudanças climáticas, ajudaremos a evitar os piores cenários que simulamos nesta análise”, vislumbra. “Note que, enquanto os aumentos de preço em uma garrafa de cerveja são modestos em uma perspectiva de baixas emissões de carbono, eles realmente aumentam substancialmente em um mundo de alta emissão.”

*Por Edison Veiga

 

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*Fonte: bbcbrasil

Qual é o tamanho atual do buraco na camada de ozônio?

Apesar da pouca atenção que tem recebido recentemente, o buraco na camada de ozônio ainda existe, embora a comunidade científica esteja otimista sobre a redução do seu tamanho.

O ozônio é um gás incolor que forma uma fina camada na atmosfera e absorve os componentes nocivos da luz solar, conhecidos como raios “ultravioleta B” ou “UV-B”, protegendo os seres humanos dos riscos de desenvolver câncer de pele ou catarata, entre outras doenças.

Mas nos últimos cem anos, a atividade do homem fez com que a camada de ozônio começasse a deteriorar.

É por isso que, em 1985, a descoberta de um buraco em cima no Polo Sul acendeu um alerta global. E o buraco na camada de ozônio passou a ser o maior ícone da luta pela preservação ambiental da época.

Dois anos depois, foi firmado o Protocolo de Montreal, em que os países signatários se comprometeram a reduzir a produção e comercialização de substâncias consideradas responsáveis pelo dano.

Com isso, a camada de ozônio começou a se recuperar. E, nas décadas seguintes, o tema perdeu protagonismo para outras questões ambientais, como o aquecimento global. O que não quer dizer que sua importância tenha diminuído.

Afinal, qual o estado atual da camada de ozônio?

De acordo com a última avaliação da Nasa, agência espacial americana, realizada em setembro de 2018, o tamanho do buraco na camada de ozônio é de 23 milhões de km², quase a mesma superfície da América do Norte (24,7 milhões de km²).

Mas, apesar dessa lacuna, a quantidade de moléculas de ozônio na atmosfera ao redor do planeta é “bastante constante, com uma redução de cerca de 2% nos últimos anos”, diz Stephen Motzka, pesquisador químico da Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, na sigla em inglês).

“Embora não haja nenhum indício de uma recuperação completa da camada de ozônio, há certamente uma melhoria na diminuição da concentração dos gases que causam a destruição do ozônio”, diz Motzka à BBC.

Em 2017, a Nasa informou que o buraco atingiu o menor tamanho registrado desde 1988. Mas a melhora “excepcional”, segundo os cientistas, estaria relacionada a condições climáticas, e não às ações de conservação.

Os especialistas esperam que o buraco seja reduzido para os níveis de 1980 até o ano de 2070.

Por que o buraco está sobre a Antártida?

Em 1986, a pesquisadora americana Susan Solomon mostrou que o ozônio estava sendo destruído pela presença de moléculas que contêm cloro e bromo provenientes dos clorofluorcarbonetos (CFCs).

Esses gases eram encontrados em quase tudo – de sprays para cabelo e desodorantes a geladeiras e aparelhos de ar-condicionado – e foram proibidos em 2006.

Quando tentamos localizar no planeta onde está o dano à camada de ozônio, olhamos para a Antártida.

“Quando falamos sobre o buraco na camada de ozônio, nos referimos à Antártida porque é onde a redução do ozônio é mais flagrante e maior durante uma época específica do ano, quando é a primavera (setembro-novembro)”, explica Motzka.

O frio extremo da região e a grande quantidade de luz ajudam a produzir as chamadas nuvens estratosféricas polares.

Nestas nuvens frias, é produzida a reação química de cloro e bromo que destrói o ozônio.

Quais são os países mais afetados pelo buraco?

Com a destruição da camada de ozônio, os perigosos raios ultravioletas do Sol encontram o caminho livre para atingir a superfície da Terra.

É por isso que alguns países da América Latina são mais afetados que outros pelo aumento dos níveis de radiação.

“Países com altas latitudes no hemisfério sul podem ter uma exposição maior e ser mais afetados pelos danos da camada de ozônio sobre a Antártida”, diz Motzka.

Aqueles que estão mais próximos do buraco, como Argentina e Chile, são os mais vulneráveis, segundo o especialista.

Substâncias perigosas

Em maio deste ano, um estudo conduzido por Motzka mostrou que, em algum lugar da Ásia, estão sendo geradas emissões de produtos químicos proibidos nocivos à camada de ozônio.

As substâncias a que ele se refere são os mesmos clorofluorocarbonetos (CFC-11), uma combinação de flúor, carbono e cloro.

Poucos meses depois, a Agência de Pesquisa Ambiental (EIA), com sede no Reino Unido, afirmou que esses gases poderiam ser provenientes de espumas de isolamento térmico de poliuretano, produzidas na China para uso doméstico a um preço reduzido. Mas o caso ainda está sendo investigado.

Agora, ficará nas mãos dos países signatários do Protocolo de Montreal tomar medidas para contornar o problema na próxima reunião, que será em novembro deste ano no Equador.

“Para que a camada de ozônio se recupere, precisamos que os controles do Protocolo de Montreal sejam cumpridos”, disse Motzka à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Mas o especialista não perde a esperança.

“Ainda sou otimista sobre a recuperação da camada de ozônio no futuro”, diz ele.

*Por Analia Llorente

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*Fonte: bbcbrasil

FAO desenvolve metodologia para mensurar desperdício de alimentos no mundo

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) está desenvolvendo uma metodologia para criar um novo índice, o Food Lost Index, com o objetivo de mensurar de maneira mais precisa o desperdício de alimentos no mundo, disse na quarta-feira (10) o diretor-geral da agência, José Graziano da Silva.

Em mensagem de vídeo gravada para o fórum “Perdas e desperdícios de alimentos: contribuição da tecnologia pós-colheita e um olhar para o futuro”, que aconteceu na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Graziano disse que a FAO também analisa a eficácia de políticas como incentivos econômicos para empresas e consumidores que combaterem o desperdício.

“A estratégia da FAO está construída sobre quatro pilares: a conscientização sobre o impacto do desperdício; a identificação de onde ocorrem as perdas; a sugestão de soluções viáveis e o apoio ao investimento nos setores público e privado para reduzir as perdas e os desperdícios”, explicou.

Além de considerações econômicas, as perdas e desperdícios de alimentos tem também uma grande dimensão ética e ambiental. Enquanto 8,21 milhões de pessoas no mundo estão em estado de insegurança alimentar, um terço de toda a produção alimentar do mundo é desperdiçada diariamente.

A estimativa é de que, anualmente, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de comida seja descartada. “O ODS número 12.3 espera reduzir pela metade, até 2030, o desperdício do consumo final de alimentos per capita, bem como reduzir todas as perdas ao longo das cadeias de produção e abastecimento”, lembrou o diretor-geral da FAO.

No quesito ambiental, em consonância com a ODS 12 (produção e consumo responsáveis) e a ODS 13 (ação contra a mudança global do clima), as perdas também têm um um impacto importante. A emissão de gases dos alimentos desperdiçados é igual à poluição por dióxido de carbono de todo o parque automotivo do mundo, como explicou o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic, que ministrou a conferência na UNICAMP.

O óxido nitroso e o metano, resultantes da degradação, são muito mais nocivos à camada de ozônio do que o CO2, nas razões de 300 por 1 e 20 por 1, respectivamente. “Além do forte impacto na saúde pública, com transmissão de enfermidades, o apodrecimento de alimentos tem alto custo. São consumidos recursos e energia na produção e um terço disso se perde”, disse Alan Bojanic.

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Experimento faz tempo andar para trás

Seta do tempo relativa Uma equipe internacional, liderada por físicos brasileiros, realizou um experimento que mostra que a seta do tempo – o desenrolar contínuo do tempo do passado rumo ao futuro – é…

Seta do tempo relativa

Uma equipe internacional, liderada por físicos brasileiros, realizou um experimento que mostra que a seta do tempo – o desenrolar contínuo do tempo do passado rumo ao futuro – é um conceito relativo, e não absoluto.

Em um artigo ainda sendo revisado para publicação, a equipe descreve o experimento e o resultado, e também explica por que suas descobertas não violam a segunda lei da termodinâmica.

O estudo, apesar de não viabilizar uma viagem no tempo propriamente dita, pode ajudar a ciência a compreender melhor por que o universo e tudo o que há nele somente caminha em uma direção, quando o assunto é o tempo. Para o experimento, os pesquisadores decidiram analisar o movimento da energia, seguindo os princípios da entropia.

A segunda lei da termodinâmica estabelece que a entropia, ou desordem, tende a aumentar ao longo do tempo, e é por isso que todo o mundo que nos rodeia parece se desdobrar tempo adiante, nunca dando marcha-a-ré. Ela também explica por que o café quente sempre esfria e nunca se aquece, e coisas desse tipo.

Kaonan Micadei e seus colegas parecem agora ter encontrado uma exceção a essa regra – e uma exceção que funciona de forma a não violar as regras conhecidas da física.

Partículas correlacionadas

A ideia de partículas emaranhadas, ou entrelaçadas, já é bastante conhecida, graças em parte aos esforços para transformá-las em qubits para computadores quânticos.

Mas há uma outra propriedade menos conhecida das partículas subatômicas, ligeiramente diferente do entrelaçamento. É quando as partículas estão correlacionadas, o que significa que elas se ligam de modos que não acontecem no mundo em escala humana. As partículas correlacionadas também compartilham informações, como as partículas entrelaçadas, embora por meio de uma ligação que não é tão forte.

Em seu experimento, os pesquisadores usaram essa propriedade do correlacionamento para mudar a direção da seta do tempo.

O experimento consistiu em mudar a temperatura dos núcleos em dois dos átomos de uma molécula de triclorometano – hidrogênio e carbono – , de modo que a temperatura ficou mais alta no núcleo de hidrogênio do que no núcleo de carbono. Em seguida, a equipe ficou observando como o calor fluía de um núcleo atômico para o outro.

A equipe verificou que, quando os núcleos dos dois átomos não estavam correlacionados, o calor fluiu como esperado, do núcleo mais quente de hidrogênio para o núcleo mais frio de carbono.

Mas, quando os dois estavam correlacionados, ocorreu o oposto – o calor fluiu para trás em relação ao que normalmente é observado. O núcleo quente ficou ainda mais quente, enquanto o núcleo frio ficou mais frio.

Tempo andando para trás

Como é a própria assimetria do fluxo de calor no tempo – a entropia – que determina a seta do tempo, conforme descrito por Arthur Eddington há quase 100 anos, a equipe concluiu que seu experimento inverteu a seta do tempo. Em outras palavras, fez o tempo correr para trás.

“O calor flui neste caso do qubit frio para o quente: a seta do tempo é invertida. Nós caracterizamos quantitativamente a ocorrência dessa inversão calculando o calor real a cada momento,” escreveram Micadei e seus colegas.

“Isso abre a possibilidade de controlar ou até mesmo inverter a seta do tempo dependendo das condições iniciais,” acrescentaram.

Segundo a equipe, seu experimento não violou a segunda lei da termodinâmica porque a segunda lei pressupõe que não existam correlações entre as partículas – e a correlação foi essencial para que o tempo corresse para trás durante o experimento.

Traduzindo a coisa toda, o estudo descobriu um equivalente termodinâmico da reversão do tempo, ainda que limitado a uma escala microscópica. Ainda que a descoberta possivelmente não proporcione estudos que levarão à criação de uma máquina do tempo, o estudo revela que o tempo não caminha absolutamente somente para frente, podendo ser manipulado em condições específicas.

Participaram do trabalho físicos das universidades Federal do ABC, CBPF, USP (Brasil), Nacional de Cingapura, York (Reino Unido) e Erlangen-Nürnberg (Alemanha).

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*Fonte: socientifica

Casa de adolescente deve ter pelo menos 80 livros, diz estudo

Você já contou quantos livros tem em casa? Deveria. Um estudo da Universidade Nacional da Austrália afirma que crescer em um lar que tenha pelo menos 80 livros aumenta a chance de ser bem sucedido.

Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou homens e mulheres de 25 a 65 anos. A pesquisa pediu às pessoas que tentassem se lembrar de quantos livros tinham em casa durante a adolescência. Em seguida, os cientistas analisaram as habilidades dessas mesmas pessoas em três categorias: interpretação de texto, matemática básica e capacidade de utilizar dispositivos eletrônicos. Depois de cruzar todos os dados, os pesquisadores chegaram a um número: 80. Essa é a quantidade mínima de livros que você deve ter em casa, durante a adolescência, para que as suas habilidades cognitivas se desenvolvam bem.

O interessante é que esse número, 80, era constante. Se a pessoa tivesse essa quantidade de livros em casa, suas habilidades cognitivas sempre melhoravam, independentemente do grau de educação que ela havia recebido. “Crescer em casas com bibliotecas aumenta as habilidades dos adultos nas áreas estudadas, indo além dos benefícios atrelados à educação parental, escolar e ocupações posteriores”, diz o estudo.

Outro ponto curioso é que, conforme a quantidade de livros aumentava, o desempenho dos voluntários também – mas existe um teto, que é 350 livros (mais do que isso não melhorou a habilidade cognitiva).

*Por Felipe Germano

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*Fonte: superinteressante

Assustador! De acordo com nova pesquisa, nosso cocô está cheio de plástico

O excesso da produção de plástico no mundo tem sido responsável pela poluição dos oceanos, pela morte de animais e, inclusive, já encontramos vestígios de plástico no sal que é consumido diariamente pela população do planeta.

Da mesma forma que o plástico não se degenera no meio ambiente, a verdade é que ele não deixa de ser plástico também quando entra no corpo humano, mesmo com todo o ácido forte que nosso estômago produz.

Um estudo recente descobriu algo assustador: nossas fezes estão cheias de microplásticos, o que significa que todo esse material plástico produzido, muitas vezes em excesso e sem o devido reaproveitamento, está voltando para nós de uma forma muito mais intensa do que imaginávamos que poderia acontecer um dia.
Descoberta

poluição

Pesquisadores da Universidade de Medicina de Viena pediram para que oito pessoas, de diferentes partes do mundo, tivessem a mesma dieta e comessem exatamente as mesmas coisas por uma semana. Depois, esses indivíduos forneceram amostras de fezes para que 10 exames fossem feitos à procura de vestígios de plástico.

Os resultados foram positivos em nove dos exames, e em termos de proporção foram encontradas 20 partículas de plástico a cada 10 gramas de material fecal, sendo que os plásticos mediam entre 50 e 500 micrômetros. O material foi encontrado, inclusive, nas fezes dos participantes que não consumiram peixe, que é o principal alimento relacionado à presença de plástico, durante o experimento.

O material mais encontrado foi o polipropileno, usado em moldes de plástico e fraldas, e também o tereftalato de polietileno, presente nas garrafas de plástico de refrigerantes.
Alarme

capitão planeta

A descoberta foi apresentada em uma conferência de gastrenterologia pelo autor do estudo, Dr. Philipp Schwabl, que explicou que esta é a primeira pesquisa desse tipo e que ela “confirma o que nós supeitávamos há tempos, que os plásticos estão chegando ao intestino humano ultimamente”. Ele explicou, ainda, que a maior preocupação dos pesquisadores é o fato de não sabermos ao certo quais são as implicações disso à saúde das pessoas e especialmente dos pacientes que já têm doenças gástricas e intestinais.

Ele explicou também que as partículas minúsculas de plástico podem entrar em nossa corrente sanguínea, prejudicando o sistema linfático e até mesmo chegando ao fígado. “Agora que nós temos a primeira evidência de microplásticos dentro de humanos, precisamos pesquisar para entender o que isso significa para a saúde humana”, finalizou.

Até que novos estudos surjam a respeito, podemos e devemos contribuir através da diminuição do uso de plásticos e também da reciclagem desse tipo de material.

*Por Daiana Geremias

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*Fonte: megacurioso

Onde foi parar a cor que estava aqui?

Quais são as cores de carros mais vendidas? Não é difícil perceber. Os carros pretos, pratas e brancos dominam as ruas, estradas e estacionamentos do Brasil. Achar um modelo que fuja dessas cores é cada vez mais difícil. Quem tenta timidamente colorir a cidade é o vermelho, mas sem muito força quando jogado na massa das cores sóbrias. Mas, nem sempre foi assim. Antigamente, Fuscas, Kombis, Chevettes e muitos outros esbanjavam diferentes cores. É verdade que as tonalidades eram sólidas, já que não existiam colorações metálicas, mas, ainda assim, era possível ver modelos laranjas, beges, marrons e amarelos, além dos diferentes tons de azuis e verdes. Então, onde foram parar as cores dos carros?

Para Nelson Lopes, fundador da ÍCON Design, escola especializada em design automotivo, e designer com anos de experiência na Volkswagen, as cores começaram a sumir por três motivos: o descobrimento das tonalidades metálicas, o aumento de inovações na parte interna do automóvel, e a facilidade em vender carros usados com cores menos chamativas. “No passado as tintas metálicas eram novidade. Não haviam muitas variações de tons da mesma cor e por isso o espectro de escolha era limitado. Outro aspecto é que os carros mudavam muito pouco ano a ano, e isso não afetava drasticamente a sua revenda. Atualmente, a constante atualização dos carros e as variações econômicas do país influenciam na revenda do carro e, por sua vez, influencia os consumidores a comprarem cores mais neutras, que são facilmente aceitas pela maioria dos consumidores do mercado de usados.”

Ao mesmo tempo, no velho continente, os consumidores europeus preferem carros coloridos. Para se ter uma ideia, uma pesquisa promovida pela PPG, fabricante norte-americanas de tinta, mostrou que em 2017, as cores prata e azul, em termos de preferência no mercado europeu, empataram em 9% cada. Já na América do Sul essa diferença é gigante, com 31% de preferência para a cor prata e apenas 2% para o azul. Porém não pense que as montadoras européias têm mais liberdade para usar as cores. Nelson, que trabalhou por quatro anos na Volkswagen AG, na Alemanha, dá um outro ponto de vista sobre o assunto. “Não é uma questão de liberdade, mas sim de características regionais e estratégias do mercado. Em outros mercados as referências culturais e a relação destas na economia dos consumidores são outras. De modo geral, no hemisfério norte há menos luz solar que da linha do Equador para baixo. Isso acarreta uma natureza pobre cromaticamente e que influencia até nossas condições psicológicas. Especialmente nos longos invernos destes países, essa sensação de “tristeza” ambiental é compensada pela aquisição de produtos com cores mais alegres e enérgicas, o que diminui a monotonia visual. O poder aquisitivo médio nos EUA e Europa também são maiores e permitem os consumidores colocarem a satisfação pessoal acima de questões financeiras. Por isso é comum vermos carros com cores mais chamativas no exterior que no Brasil”, conclui Nelson.

“Um detalhe à parte foi o status de sofisticação e nobreza que ganhou a cor branca”

Ainda assim, como no resto do mundo, o Brasil também passa pelo domínio dos carros brancos. O início dessa moda surgiu em 2006, quando diversos salões de automóveis europeus apresentaram modelos nessa cor. “Um detalhe à parte foi o status de sofisticação e nobreza que ganhou a cor branca. Normalmente usada para representar modernidade em outros produtos, a indústria automotiva começou a usar o branco em seus show cars no exterior e, consequentemente, isso foi parar nas ruas das principais capitais do mundo. Além do ar de modernidade, o branco também inspira ‘pureza’, agregando classe aos produtos da marca. Fora isso, faz todo sentido ter um carro de uma cor que reduz o calor interno no veículo e custa mais barato para reparar por ser uma cor sólida”, explica Nelson Lopes.

Quanto ao futuro das cores nas ruas brasileiros, o designer é otimista. Para ele, existe um movimento que começou há cinco anos que já valoriza cores diferentes do preto e prata, que se consolidaram entre os anos 90 até 2013. Para ele, o maior empecilho do avanço das cores ainda é o momento de revenda. “Determinado carros ficam melhores em algumas cores e não tanto em outras. Isso pode influenciar a percepção de valor, tamanho e outros atributos do carro. Até por isso, eu posso comprar o carro na loja B, que tem a cor que eu procura, e não comprar na loja A. Entretanto, não chega ao ponto de se priorizar a cor em detrimento do custo. Você não compra uma Ferrari porque não encontrou um Volkswagen vermelho”, finaliza Nelson.

Quem escolhe as cores dos carros?

Todas montadoras contam com uma equipe de Color & Trim dentro do departamento de Design. Esse time é responsável pela escolha das tonalidades e dos materiais usados no veículo. Para isso, eles levam em consideração “tendências de moda, dados de marketing, novos materiais e tecnologias”, como explica Nelson Lopes.

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*Fonte: balconistassa

Como se proteger contra os raios UV da cabeça aos pés

O sol desempenha um papel importante para a saúde do organismo. Ele é quem nos ajuda a sintetizar vitamina D, nutriente fundamental para o fortalecimento dos ossos e do sistema autoimune, dentre outros benefícios. Por outro lado, a exposição solar desprotegida pode acarretar danos em curto, médio e longo prazo, que merecem nossa atenção. Um deles é o câncer de pele, que pode ser prevenido com alguns cuidados diários básicos.

“O excesso pode levar a uma alteração na parte imunológica local e queimaduras. Essa parte imunológica favorece, por exemplo, o aparecimento de herpes, manchas de pele e envelhecimento precoce. Para quem tem maior exposição solar durante a infância, com queimadura importante, surge o risco de desenvolvimento de câncer de pele melanoma, que é mais agressivo”, explica a dermatologista Mayra Tosta, da clínica OrtoDerm.

Além do risco de lesões cancerígenas, como observa a especialista, o sol é responsável por danos de fotoenvelhecimento que costumam ser sentidos em longo prazo, como manchas, sardas, rugas, linhas finas, pigmentação irregular e outros sinais de fotoenvelhecimento. Isso porque a radiação ultravioleta emitida pelo sol não atinge apenas a superfície, com as queimaduras e os raios UVB; ela também chega às camadas mais profundas da pele, devido à ação dos raios UVA, que têm comprimento de onda maior.

Olhos e pálpebras: todo o cuidado é pouco

Para poder aproveitar o verão e os benefícios que o sol oferece para a saúde, é preciso pensar na proteção adequada de cada parte do corpo. Além da pele, por exemplo, os olhos merecem um cuidado especial, que nem todos se lembram com frequência. De acordo com a oftalmologista Leticia Sant?Ana, da Cia. da Consulta, os olhos também estão expostos à radiação solar e sujeitos a danos muitas vezes irreversíveis.

“Um dano muito conhecido é a catarata, cujo desenvolvimento é acelerado pela exposição solar. O pterígio é outra doença comum na população em áreas de trópicos, também relacionada com o sol. Outra doença é a degeneração macular relacionada à idade, que em muitos países desenvolvidos é a principal causa de cegueira. Aqui no Brasil não é a principal, mas a vemos muito em pessoas de pele mais clara, é algo que tem relação com a exposição aos raios ultravioleta”, explica Leticia Sant’Ana.

Além dos olhos, a oftalmologista alerta para outra parte da mesma região que deve ser protegida: as pálpebras. De acordo com Leticia, a pele das pálpebras é extremamente sensível e pode sofrer com queimaduras e até desenvolvimento de câncer, em caso de exposição solar excessiva. “É mais frequente encontrarmos tumores de pálpebra do que o ocular, então, é importante proteger”, afirma.

Como se proteger corretamente

Basta aplicar um pouco de protetor, vestir a roupa de banho e correr para o mar, sem nenhuma preocupação? Nada disso. É preciso ter ao alcance uma combinação de itens que garantem maior proteção solar em áreas de alta exposição, como praia e piscina. Além do protetor solar, com um valor de FPS a partir de 30, é interessante contar com chapéus ou bonés de aba larga e óculos escuros com proteção UVA e UVB – vale o mesmo cuidado para usuários de lente de contato.

“Para quem usa este tipo de acessório, é interessante juntar as duas coisas, os óculos e as lentes de contato com proteção UV. As lentes, sozinhas, não protegem as pálpebras. Também é importante se certificar de que as lentes dos óculos tenham filtros mais escuros e sejam confiáveis”, alerta Leticia Sant’Ana. Vale lembrar que que o cuidado deve ser redobrado no caso de banhos de piscina e de mar; o recomendado é optar pelas lentes de descarte diário, cujo risco de contaminação é menor.

No caso das pálpebras, a dermatologista Mayra Tosta comenta que há o risco de dermatite ou hipersensibilidade por parte de alguns pacientes com a utilização de protetor solar na área. Para reduzir os riscos, a dica da especialista é investir em chapéus com aba larga, além dos óculos escuros, e diminuir a exposição durante o horário mais crítico do sol, que costuma ser entre 10h e 16h.

Para o restante do corpo, vale redobrar o cuidado com a aplicação do protetor solar e usar barreiras de proteção física, como camisetas, cangas, saídas de praia e outros acessórios. No caso do protetor, Mayra recomenda a aplicação no corpo todo, inclusive em regiões que costumam ser “esquecidas” pelas pessoas, como a parte de trás do pescoço e orelhas.

“Também é muito importante a quantidade utilizada nessa hora. Quando você passa o protetor solar, não pode economizar. Muitas pessoas não gostam da sensação da pele mais pegajosa, então, acabam usando uma camada mais fina do produto, e é isso que diminui a proteção. É por isso que utilizamos um FPS maior. Já a reaplicação deve ser feita a cada 2h, se a exposição for mais intensa e após entrar no mar ou na piscina”, reforça.

Ainda assim, a dermatologista ressalta que todas as etapas de proteção não são muito eficazes no período mais crítico do sol, citado anteriormente, que começa às 10h e termina às 16h. Se você pretende aproveitar o verão sem arrependimentos, lembre-se de tomar cuidado esse intervalo e de combinar todas as frentes de proteção solar possíveis.

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*Fonte:

Como a NASA está presente em seu dia a dia sem você saber

De GPS, a câmera “selfie” em seu telefone celular ou até mesmo turbinas eólicas são alguns dos derivados dos desenvolvimentos tecnológicos da Nasa que, sem perceber, melhoraram significativamente nossas vidas.

A agência espacial dos Estados Unidos introduziu em muitas ferramentas a tecnologia originalmente criada para estudar e explorar o espaço. Para que os usuários possam descobrir como a NASA está presente no seu dia a dia, foi criada uma página web interativa onde todos esses elementos são exibidos.

Este novo espaço virtual, Nasa Home & City, mostra cerca de 130 dispositivos que, indiretamente, a NASA ajudou a desenvolver ou, em alguns casos, a melhorar. “A NASA está mais perto do que se acredita.

Os sistemas de filtragem de água foram projetados, inicialmente, para purificar a água dos astronautas. O mesmo vale para as turbinas eólicas. Agora, a NASA está analisando a energia de painéis solares para futuras missões tripuladas em Marte. Mas, no passado, ela estudou o uso da energia eólica para a exploração deste planeta . E, para isso, ela contribuiu com o primeiro programa de desenvolvimento sistemático com o qual ele procurou melhorar seu desempenho. Este design, melhorado com o passar do tempo, é o que podemos ver agora em qualquer parte do mundo.

Outra das invenções da agência espacial são as câmeras digitais dos telefones celulares que usamos atualmente. Em 1990, a NASA construiu um pequeno sensor de imagem que precisava de pouca energia para capturar imagens em suas diferentes missões espaciais . No entanto, a tecnologia para tirar essas fotos evoluiu muito nos últimos anos e esse desenvolvimento tem sido ideal para complementar nossos telefones.

Para o uso de espaçonaves, a NASA aprimorou o tecido de polímero com o qual são feitos os trajes espaciais, resistentes ao fogo. Alguns fatos que se tornaram parte do equipamento de proteção dos bombeiros devido ao material retardante de fogo com o qual são feitos.

Além disso, a Nasa também influenciou a vida de todos os esquiadores ou profissionais de snowboard que usam óculos para bloquear até 95% da luz azul refletida na neve branca. Um brilho que dificulta a visão e que, graças a um filtro projetado pela NASA, não é mais um problema para ver o terreno onde você esquia com clareza.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Que alimentos deixam nosso pum mais fedido?

Não adianta: quando comemos, sempre engolimos um pouco de ar sempre, e a digestão em si também é um processo que resulta na produção de gazes que, mais cedo ou mais tarde, são liberados e às vezes provocam um cheiro bastante desagradável.

Felizmente, alguns alimentos podem ajudar a aliviar as coisas, e um estudo promovido por pesquisadores da Universidade de Monash, na Austrália, pode ajudar quem é conhecido por poluir ambientes inteiros.

Os cientistas fizeram um grande levantamento para descobrir como diversos tipos de alimentos afetam a quantidade de sulfeto de hidrogênio produzido pelas bactérias do intestino. Os puns são compostos por vários tipos de gases – oxigênio, nitrogênio, metano, dióxido de carbono e hidrogênio –, mas o responsável pelo futum é o sulfeto de hidrogênio.

Eita!

Os testes realizados não foram os mais divertidos de todos. Basicamente, os pesquisadores analisaram amostras de cocô de sete pessoas consideradas saudáveis. As fezes delas foram misturadas a componentes comuns em carnes, massas e alimentos naturais, com a intenção de descobrir o que produziria o gás mais fétido.

Os resultados revelaram que a cisteína, um aminoácido encontrado em alimentos ricos em proteína, como carne e ovo, é capaz de aumentar a quantidade de sulfeto de hidrogênio em sete vezes. Por outro lado, resíduos de frutas são capazes de diminuir a produção do gás fedido em 75%.

Ou seja: se você quer evitar produzir puns muito fedidos, o jeito é incrementar sua dieta com alimentos como bananas, batatas, trigo, alcachofra e aspargos. Agora, se exagerou muito na carne, é melhor não sacanear a galera do escritório e ir ao banheiro quando o pum quiser sair do seu corpo.

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*Fonte: megacurioso

Cerveja pode ficar bem mais cara devido às alterações climáticas

As mudanças climáticas não só causam o aumento do nível do mar, furacões mais fortes e incêndios florestais mais intensos, mas também podem aumentar o preço global da cerveja.

Segundo um estudo conduzido pelas universidades americanas UCI(Universidade da Califórnia) e UEA(Universidade de East Anglia) e publicado na revista científica Nature, as secas e as ondas de calor cada vez mais intensas podem causar quebras acentuadas na produção de cevada – um dos principais ingredientes da cerveja.

A pesquisa prevê que as mudanças climáticas podem afetar de forma severa o fornecimento global de cerveja. Além disso, os modelos econômicos utilizados no estudo apontam também para uma forte possibilidade de os preços aumentarem em vários países face à quebra na produção.

Para o estudo, pesquisadores de Reino Unido, China, México e Estados Unidos identificaram eventos climáticos extremos e projetaram os impactos na produção de cevada em 34 regiões do mundo.

“É a primeira vez que isso é feito”, disse à DW o coordenador do estudo e principal autor do Reino Unido, Dabo Guan, que é professor de economia da mudança climática na UEA. “Nosso objetivo era alertar as pessoas nos países ocidentais desenvolvidos de que a vida privada delas será seriamente afetada pelas mudanças climáticas. Talvez elas não venham a sofrer com a fome causada pela mudança climática da mesma forma que nos países em desenvolvimento, mas sua qualidade de vida será seriamente prejudicada”, afirmou o especialista.

“Com o aumento de eventos climáticos extremos, itens de luxo começarão a ficar muito caros ou mesmo indisponíveis”, frisou Guan. “É claro que isso não mata. Mas a qualidade de vida das pessoas será seriamente comprometida, e a estabilidade social ficará ameaçada. E talvez isso sirva de alerta para que as pessoas façam alguma coisa a respeito da mudança climática agora. A mudança climática é responsabilidade de todos. Precisamos agir juntos para combater o aquecimento global.”

*Por Any Karolyne Galdino

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*Font: engenhariae

Casais que se “zoam” são mais felizes, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade Luterana de Halle-Wittenberg, na Alemanha, e publicada no Journal of Research in Personality, chegou à conclusão que para se ter um relacionamento de sucesso o segredo está no bom humor. Segundo eles, casais que aceitam ser “zoados” pelo parceiro e têm mais facilidade para rirem de si mesmos são mais felizes no dia a dia.

No estudo realizado com 154 casais heterossexuais, os cientistas descobriram, ainda, que as pessoas que têm medo de serem ridicularizadas confiam menos em seu parceiro e tendem a ter menos conteúdo no dia a dia para trocar com ele. Alguns indivíduos – principalmente homens – disseram também que frequentemente não se sentem satisfeitos com sua vida sexual quando o cônjuge não aceita que tirem sarro dele.

“Estudos anteriores mostraram que as pessoas estão procurando um parceiro com senso de humor e que gosta de rir”, disse o professor René Proyer da universidade em um comunicado. No entanto, como o estudo aponta, isso não é tão simples quanto parece.

Os pesquisadores chegaram, ainda, à conclusão que casais parecidos geralmente têm mais assunto no dia a dia do que aqueles que são menos parecidos. “Descobrimos que os parceiros são muitas vezes semelhantes em relação às suas características individuais e também seus perfis”, acrescentou o co-autor do estudo, Kay Brauer.

Em outras palavras, tudo depende da compatibilidade entre o casal. Se uma pessoa gosta de tirar sarro e a outra não se sente confortável com isso, o relacionamento por estar fadado a ter problemas. Agora, se os dois gostam de “zoar” um ao outro ou se ambos não curtem esse tipo de atitude, tudo bem. Se a sintonia é a mesma entre o casal, a relação tem mais chances de dar certo.

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*Fonte: revistagalileu

Você se lembra de cinco mil rostos diferentes

Você é bom em reconhecer rostos? É daqueles que nunca erra o nome de ninguém? Ou você já esqueceu o nome daquela prima distante, durante uma festa de natal? Se esse segundo caso é o seu, agora você pode dar uma boa desculpa para não saber diferenciar a Julia da Juliana: um novo estudo está clamando que o rosto dela não está entre os cinco mil mais importantes da sua vida.

Alguns indivíduos são naturalmente melhores de reconhecimento facial que outros, mas pesquisadores da Universidade de York, Inglaterra, acreditam que 5 mil é a média que um ser humano normal consegue reter, contando pessoas da vida real e da mídia. Esse foi o primeiro estudo a calcular um número preciso de rostos.

O curioso é que nós, normalmente, vivemos em pequenos grupos de cerca de cem indivíduos. Mas o estudo sugere que nossas habilidades de reconhecimento facial nos equipam para lidar com os milhares de rostos que encontramos no mundo moderno – tanto em nossas telas quanto nas interações sociais.

No estudo, a equipe de pesquisa pediu aos participantes que anotassem quantos nomes de amigos, colegas, conhecidos, membros da família e até pessoas famosas lembrassem no espaço de uma hora. Os participantes relataram que foi fácil chegar a muitos rostos no início, mas a dificuldade foi aumentando com o passar do tempo. Essa mudança de ritmo permitiu que os pesquisadores supusessem quando os voluntários ficaram completamente sem rostos na memória.

Depois disso, várias fotografias de celebridades apareceram para os participantes, e eles precisavam citar o máximo que conseguiam. De acordo com os resultados, eles foram capazes de distinguir entre 1.000 e 10.000 faces no total.

O Dr. Rob Jenkins, do Departamento de Psicologia da Universidade de York, explicou essa grande margem: “O alcance pode ser explicado por que algumas pessoas têm uma aptidão natural para lembrar rostos. Existem diferenças na quantidade de atenção que as pessoas dedicam para rostos e com que eficiência elas processam essas informações.” E ele também acrescenta uma alternativa curiosa: “Alternativamente, isso poderia refletir diferentes ambientes sociais – alguns participantes podem ter crescido em lugares mais densamente povoados, com mais participação social, por isso fixam mais rostos”.

Algo a se considerar é que a idade média dos participantes dos estudos era de 24 anos. E, de acordo com os pesquisadores, a idade pode fornecer um caminho intrigante para futuras pesquisas: “Seria interessante ver se há uma idade de pico para o número de rostos que conhecemos”, disse Jenkins. “Talvez nós acumulemos rostos ao longo de nossas vidas, ou talvez começamos a esquecer alguns depois que alcançamos uma certa idade.”

*Por Ingrid Luisa

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*Fonte: superinteressante

Abandone 10 hábitos que favorecem a má digestão

Azia, gases, sensação de estômago pesado e sonolência são sintomas que já acometeram todos nós pelo menos uma vez. Apesar de serem comuns a pessoas com condições crônicas, como a doença do refluxo gastroesofágico, esses males podem surgir em qualquer um que exagerou no prato ou não tomou os devidos cuidados na refeição – mesmo aqueles que seguem uma dieta equilibrada. Confira os conselhos dos especialistas e fique atento aos deslizes que podem causar má digestão:

Comer muito rápido

Ao comer rapidamente, cometemos dois erros cruciais – não mastigamos direito e não damos tempo suficiente ao nosso cérebro para perceber que estamos comendo. “Quando começamos a mastigar, nosso organismo libera uma enzima que facilita a quebra do alimento, iniciando o processo de digestão”, explica o nutrólogo Fernando Bahdur Chueire, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Desta maneira, é fundamental triturar bem os alimentos antes de engolir, para que a enzima tenha tempo de agir, facilitando o trabalho do estômago e evitando que o órgão fique sobrecarregado – fator que deixaria a digestão mais lenta. Além disso, cada refeição deve ter duração de pelo menos 20 minutos. “Esse é o tempo médio que leva para o intestino liberar o hormônio que ativa o centro de saciedade do cérebro depois que começamos a nos alimentar”, explica. Almoçar em menos tempo que isso não irá proporcionar a sensação de saciedade, fazendo que com a ingestão seja exagerada, dificultando a digestão e favorecendo problemas como refluxo. “Comer demais também torna o processo de digestão mais demorado, causando sensação de mal estar”, alerta o nutrólogo. De acordo com o profissional, o ideal é comer até sentir-se bem e não até ficar “cheio”.

Manias à mesa

A gastroenterologista Mara Rita Salum, da Unifesp, explica que os órgãos do sistema digestivo se localizam na caixa torácica e, dependendo da forma como nos posicionamos, eles se comprimem, dificultando o processo digestivo, culminando na má digestão. Por isso, atitudes como comer deitado ou em qualquer posição que não seja ereta afeta diretamente a digestão. Outra mania comum é falar enquanto comemos – isso pode aumentar a ingestão de ar durante a refeição, favorecendo problemas relacionados a gases.

Líquidos durante a refeição

“Quando alguém bebe muito líquido enquanto come, o estômago enche mais, podendo causar mal estar devido ao maior tempo de digestão necessário para esvaziar o órgão”, aponta a gastroenterologista Mara. Tomar um copo de suco de até 150 ml, no entanto, não interfere de forma significativa na digestão e pode até facilitar o processo de mastigação. Mas a ressalva fica para as bebidas gaseificadas: elas provocam a dilatação do estômago, levando a uma maior ingestão de comida e prejudicando o processo digestivo. “Acompanhar a refeição com qualquer tipo de bebida não é recomendado apenas para quem sofre de doença do refluxo gastroesofágico, pois aumenta o risco de azia.”

Jejum prolongado

Para entender porque o jejum prolongado interfere na digestão, é preciso conhecer o mecanismo do corpo que causa a azia. Na ligação do nosso esôfago com o estômago, temos um órgão chamado esfíncter esofágico inferior, uma espécie de anel responsável por permitir a passagem de comida e se manter fechado quando não estamos fazendo uma refeição. “Ele se abre para o alimento passar do esôfago para o estômago e, em seguida, deve se fechar para reter o que foi ingerido e impedir que os sucos gástricos atuantes na digestão subam para o esôfago, causando a azia”, explica o gastroenterologista Ricardo Blanc, da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia. Quando uma pessoa fica sem comer, o ácido gástrico produzido normalmente pelo estômago se acumula e pode refluir, irritando o final do esôfago e causando a azia. “Comer a cada três horas mantém o sistema digestivo em funcionamento, sem sobrecarga na produção de ácido gástrico”, explica o gastroenterologista Luiz Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein.

Boca seca

Ficar com água na boca não indica apenas que você está com fome – a saliva é parte importante do processo de digestão, pois é ela quem inicia esse processo. É pela saliva que são liberada as primeiras enzimas que ajudam na trituração dos alimentos. Além disso, a saliva ajuda na eliminação de bactérias da cavidade bucal, prevenindo contra cáries e outras doenças. Dessa forma, pessoas que tem a boca mais seca podem ter o processo digestivo prejudicado, já que a saliva não será suficiente. Segundo os especialistas, o uso de determinados medicamentos – entre anti-histamínicos, descongestionantes, analgésicos, diuréticos e remédios para pressão alta e depressão -, tabagismo, abuso de álcool, menopausa e doenças que afetam as glândulas salivares, como diabetes, Parkinson e HIV, são causadores de secura na boca. Ela também pode surgir uma vez ou outra, sem qualquer relação com esses problemas, mas se persistir o ideal é procurar um médico. Algumas dicas para evitar a secura na boca são beber bastante água, mascar gomas ou chupar balas sem açúcar e evitar bebidas com cafeína.

Fumo e álcool

Você deve estar se perguntando por que o cigarro iria interferir na digestão, já que a fumaça se deposita nos pulmões. A resposta é simples: a nicotina, quando entra na corrente sanguínea, também vai para o sistema digestivo, e lá provoca a diminuição da contração do estômago, dificultando a digestão. “O uso contínuo do cigarro também enfraquece o esfíncter esofágico inferior, aumentando o contato do ácido gástrico com a mucosa esofágica e causando azia”, diz o gastroenterologista Luiz Eduardo. Além disso, o tabaco altera o paladar e induz a produção de ácido clorídrico pelo estômago, o que facilita a infecção pelas bactérias Helicobacter pylori, causadoras da úlcera gástrica. Segundo o especialista, o cigarro ainda estimula a ida de sais biliares do intestino para o estômago, tornando suco gástrico mais nocivo ao organismo e intensificando o aparecimento de úlceras.

Com o álcool não é diferente. Quando ingerimos alguma bebida alcoólica, a substância logo é absorvida pelo nosso sistema gastrointestinal, irritando as mucosas do esôfago e do estômago e alterando as membranas do intestino, prejudicando a absorção de nutrientes. “Os resultados podem ser esofagite, gastrite e até diarreia”, explica o gastroenterologista Ricardo Blanc. Já no fígado, o álcool vai alterar a produção de enzimas, sobrecarregando o órgão. “Ele passa a produzir mais enzimas para metabolizar o etanol, levando a uma inflamação crônica ou hepatite alcoólica, podendo evoluir para cirrose”, completa. Outro órgão afetado pelo excesso de bebidas alcoólicas é o pâncreas, responsável pela fabricação de insulina e de enzimas digestivas. O álcool pode causar uma inflamação no pâncreas, e essa inflamação pode evoluir para uma pancreatite.

Sono inadequado

Descansar após as refeições, tirando um cochilo leve, pode ajudar na digestão porque está relacionada, sobretudo, ao repouso. “Dando um tempo das atividades pesadas, o fluxo sanguíneo permanece focado nos órgãos envolvidos na digestão sem qualquer problema”, afirma o nutrólogo Fernando. Além disso, o ideal é repousar com a cabeça levemente inclinada para cima, pois isso ajuda na descida dos alimentos. “Ficar completamente deitado pode favorecer o refluxo ou mesmo atrapalhar a digestão”, explica o especialista. A soneca, entretanto, deve durar apenas alguns minutos, pois ao entrarmos em sono profundo, o metabolismo fica lento, dificultando o processo de digestão. Caso queira dormir mais profundamente, espere de duas a três horas após a refeição.

Respirar pela boca ou sorver alimentos

É comum pessoas com alergias respiratórias passarem a maior parte do tempo com as narinas entupidas, precisando respirar pela boca. Nesse cenário, ela acaba respirando pela boca também enquanto come, levando mais ar para o estômago e causando gases. O mesmo acontece quanto usamos canudinho ou sorvemos alimentos, como uma colher cheia de sopa. O ato de sugar a bebida ou o alimento também traz mais ar para dentro do corpo, podendo causar má digestão ou então intensificando um problema que a pessoa já tenha normalmente, como refluxo ou azia.

Erros ao fazer exercícios

“Logo depois que você se alimenta, o organismo direciona maior fluxo sanguíneo para os órgãos envolvidos na digestão para que, dessa maneira, o processo seja realizado mais rapidamente”, aponta o nutrólogo Fernando. Quando fazemos exercícios, por outro lado, quem solicita maior fluxo sanguíneo são os músculos. Assim, é fundamental esperar a digestão completa da refeição – que leva cerca de duas horas – para treinar, pois, do contrário, nenhuma atividade será bem realizada. Segundo o nutrólogo, a diminuição do fluxo sanguíneo ocorre até mesmo no cérebro e, por isso, é normal sentirmos preguiça, cansaço ou dificuldade de concentração logo após comer. O ideal, portanto, é esperar cerca de 15 minutos para voltar a trabalhar, estudar ou realizar outra atividade que exija atenção.

Roupas ou cintos apertados

Usar calças ou saias com elásticos apertados, bem como abusar dos cintos, pode apertar o estômago e obrigar a comida a retroceder para o esôfago. Após as refeições, seu estômago dilata por conta da produção de ácidos gástricos, e a pressão das roupas pode fazer com que esses ácidos retornem para o esôfago, causando azia e refluxo. Esse problema é mais intenso em pessoas que estão acima do peso, pois a obesidade aumenta ainda mais a pressão no estômago. Essa pressão pode empurrar o conteúdo do estômago para dentro do esôfago, causando azia.

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*Fonte: minhavida

Chocolate vai acabar? A previsão mais triste já feita pode mesmo acontecer, mas não no Brasil

Uma reportagem publicada no Business Insider trouxe uma previsão nada animadora para os chocólatras: o chocolate pode acabar (ou ter grande parte de sua produção comprometida) em menos de 40 anos.

Não é sensacionalismo. Um artigo na National Oceanic and Atmospheric Administration mostrou que o aquecimento global está afetando as plantações de cacau no Oeste africano, justamente onde se concentra a maior produção mundial do cacau, matéria-prima do nosso querido chocolate.

As mudanças climáticas podem aumentar enchentes, piorar incêndios florestais, promover a propagação de doenças transmitidas por insetos, destruir recifes, acabar com centenas de espécies, aumentar a temperatura, derreter geleiras. Mas é possível comprometer o nosso chocolate? Provavelmente sim.

Calma, seria exagero imaginar um mundo sem chocolate. Mas a questão é mais delicada do que isso: como a produção do cacau é dependente de poucos países da África, o chocolate pode, sim, se tornar um produto escasso — e, como a lei da oferta e demanda não falha, seu preço poderia ir às alturas, transformando esse alimento tão comum hoje no mundo em uma “iguaria de luxo”.

Para entender melhor a preocupação de cientistas e de grandes fabricantes de chocolate, é preciso compreender como é a produção do cacau.

As árvores de cacau não são fáceis de serem cultivadas. Os cacaueiros só prosperam em condições específicas, incluindo temperaturas uniformes, alta umidade, chuva abundante, solo rico em nitrogênio e proteção contra o vento. Resumindo, eles só crescem e dão frutos em florestas tropicais, como as encontradas na América do Sul, como nossa Amazônia, e América Central.

Porém, a maior parte da produção do cacau não vem dessas regiões — naturais e originais do cacau, mas sim da África. Os principais produtores mundiais são Costa do Marfim (responsável por 45% de todo o cacau) e Gana (20%). O Oeste africano produz 75,8% de todo o cacau do mundo.

O Brasil está apenas na 7ª posição do ranking, com apenas 4% da produção mundial, e incapaz de sustentar o próprio mercado interno. Na nossa frente, estão países como Indonésia, Equador, Camarões e Nigéria.

O problema é que as mudanças climáticas estão impactando diretamente a produção nesses países líderes. Em 2013, foram publicados estudos no Painel Climate Change 2014: Impacts, Adaptation, and Vulnerability que indicam que, se o aquecimento global continuar do jeito que está, Costa do Marfim e Gana podem ter um aumento de temperatura de até 2,1º C até 2050 — o que tornaria aquele ambiente impróprio para o cultivo da planta.

E não é só o aumento da temperatura que pode atrapalhar o crescimento dessas plantas. O perigo maior, segundo o National Oceanic and Atmospheric Administration, é a diminuição da umidade. As projeções do aquecimento para a região até 2050 provavelmente não serão acompanhadas de um aumento da umidade. Ou seja, como temperaturas mais altas sugam mais água do solo, do ar e das plantas, é improvável que as chuvas aumentem o suficiente para compensar a perda da umidade.

O aumento da temperatura pode empurrar as áreas de cultivo de cacau para as montanhas, onde as temperaturas seriam mais amenas e os níveis de umidade, mais elevados. Porém, muitos desses terrenos montanhosos são reservas florestais, onde o cultivo é proibido. “Esses países terão de fazer uma escolha difícil: permanecer com a produção para atender a demanda global ou preservar a mata nativa da região”, destacou o artigo.

“Estas mudanças climáticas devem ocorrer em 40 anos, ou seja, há tempo de adaptação”, pondera o pesquisador Peter Läderach, que liderou o estudo Predicting the future climatic suitability for cocoa farming of the world’s leading producer countries, Ghana and Côte d’Ivoire (“Prevendo o futuro climático sustentável para o cultivo do cacau nos países líderes em produção, Gana e Costa do Marfim”, em tradução livre).

Outro problema indicado por um artigo publicado pela revista Forbes é a infestação de fungos nas plantações. Os cacaueiros estão sendo vítimas de epidemias de fungos e outras pragas.

E esta ameaça causada por fungos não é nova. Lá em 2010, a Scientific American lembrou como a propagação de alguns fungos destruiu essencialmente cacaueiros na América Central, um dos seus habitats naturais originais. Hoje, os cientistas estão preocupados com a possibilidade de essas doenças fúngicas avançarem para outras partes do mundo, principalmente nos dois países líderes absolutos em produção do cacau.

As esperanças do cacau estão no futuro

De olho neste futuro nada animador, companhias globais de chocolate, como a Mars, dona das marcas Snickers e Twix, está investindo forte na ciência para reverter esse quadro. Em setembro de 2017, a empresa prometeu investir US$ 1 bilhão na sua campanha “Sustainability in a Generation”, que visa a reduzir em até 60% a emissão de carbono na cadeia produtiva da empresa e suprimentos até 2050.

Outra estratégia é fornecer aos produtores de cacau sementes modificadas ou criadas seletivamente para resistir à seca e altas temperaturas. Instituições como UC Berkeley pesquisam o uso do CRISPR (espécie de ferramente de edição de DNA) para criar plantas de cacau mais resistentes. Mas tudo ainda é muito novo.

Além disso, um método brasileiro de cultivo de cacau joga luz às alternativas mais naturais para a plantação de cacau. A chamada técnica “cabruca” envolve a retenção ou até mesmo a replantação de árvores de floresta tropical, que fornecem sombra e umidade às árvores de cacau.

“Cacau-cabruca é um termo regional empregado para caracterizar uma forma de plantio de cacauais utilizada pelos colonizadores da região sudeste da Bahia”, explica o site da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). Essa forma de plantio se tornou um modelo agrícola mundial e altamente eficiente, pois, “além de gerar recursos financeiros, conservou fragmentos da floresta tropical primária”.

Produção de cacau no Brasil

É impossível falar sobre a sustentabilidade do cacau sem se referir ao Brasil, sétimo maior produtor de cacau no mundo e um dos países de origem da planta. “O chocolate não corre perigo de acabar no Brasil”, tranquilizou o diretor executivo da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Eduardo Bastos. “Nós temos uma vantagem comparativa, já que o Brasil é o centro de origem do cacau.”

Bastos admite que a produção do cacau está mesmo em apuros no mundo. “Mais de 70% da produção está no Oeste africano, mas o cacau não é nativo de lá. É preciso desmatar grandes áreas para seu cultivo, e o produtor acaba dependendo do bom humor do tempo. Vemos um grande problema de safra na África, por falta de chuvas”, explica.

Porém, ele ressalta que o panorama brasileiro é mais animador. Apesar de a produção nacional ainda não dar conta sequer do consumo interno (20% do que consumimos é cacau importado), o governo e as associações dos produtores articulam investimentos em pesquisa e tecnologia para melhorar e aumentar a produção. Hoje, ela se concentra no Pará e na Bahia, mas o plano é levar o cacau também para outras regiões do Brasil. Para o País ser autossuficiente, é preciso produzir cerca de 230 mil toneladas por ano.

“Nós já batemos 229 mil toneladas em 2015, mas mudanças climáticas também tiveram impacto no País”, disse o diretor executivo da AIPC. A seca que assolou o País três anos atrás, por exemplo, despencou a colheita do cacau nos últimos dois anos.

Em 2016, o Brasil produziu cerca de 152 mil toneladas do produto e registrou 162 mil toneladas em 2017, de acordo com cálculos da AIPC. Mas, segundo Bastos, o cenário no Brasil é muito promissor.

O plano é dobrar a produção, para justamente não ficar dependente da África e das mudanças climáticas. A proposta é aumentar para 400 mil toneladas em 10 anos.

*Por: Luiza Belloni

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*Fonte: huffpost

Sun City Camp: o acampamento para quem quer se sentir em Marte

Este é o Sun City Camp, um acampamento estilo marciano em que as pessoas podem relaxar e curtir a vida na calmaria de um local totalmente desértico e sem importuno.

O lugar fica em Uádi de Rum, também conhecido como O Vale da Lua, no sul da Jordânia e 60 km ao leste de Ácaba.

A experiência, no entanto, fica um pouco longe dos perrengues que as pessoas encontrariam em Marte. Há uma variedade de serviços de alto padrão e comodidades para escolher. Além de diversas atividades de entretenimento, relaxamento e aventuras.

Os hóspedes podem escolher entre as tendas panorâmicas com vista para as montanhas, sejam as tradicionais tendas beduínas (trinta tendas), as barracas reais (oito suítes), suítes familiares (duas suítes) ou exclusivas cúpulas marcianas (vinte quartos).

Este acampamento está equipado com uma grande tenda de recepção com Wi-Fi, juntamente com a área de jantar.

Um local maravilhoso para contemplar a natureza, o nascer, pôr do sol e principalmente as estrelas durante a noite.

*Por Flávio Kroffi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Quadro de Banksy se autodestrói após ser leiloado por mais de R$ 4 milhões

“Balloon Girl”, o famoso quadro de Banksy se autodestruiu após ser leiloado por 1 milhão de libras, em torno de 4,3 milhões de reais.

A arte foi leiloada no dia 5 de outubro pela Sotheby’s House, em Londres, e deixou todos que estavam ali presentes boquiabertos ao vê-la ser transformada em tiras de papel.

Banksy, que ainda tem sua identidade oculta, é famoso por criticar principalmente a artificialidade do mundo contemporâneo em suas obras, que sempre aparecem por muros ao redor do mundo para fazer as pessoas refletirem sobre determinado assunto.

O quadro “Balloon Girl”, de 2002, foi sabotado pelo próprio artista. Ele publicou um vídeo em seu Instagram mostrando como instalou o dispostivo na moldura que picotou a obra com dentes laminados.

Conhecendo a postura do artista diante dos valores da sociedade contemporânea, da arte inclusive, a gente pode imaginar a mensagem que ele desejou enviar ao mundo com seu ato “chocante”.

Para mim, despertou a pergunta: quanto vale uma arte?

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*Fonte: geekness

Roteiro exclusivo: volta ao mundo de trem em 28 dias

Ao escrever “A Volta ao Mundo em 80 dias” em 1873, o escritor Julio Verne com certeza não imaginava que viajar por vários países ao redor do mundo se tornaria o sonho de muitas pessoas. Estamos vivendo em um mundo onde as distâncias se encurtam cada vez mais, graças aos rápidos e modernos meios de locomoção. É pensando nisso que o grupo T&T Travel apresenta a “Volta ao Mundo de Trem”.

O projeto foca em realizar uma viagem inédita transcontinental que, na maior parte do percurso, será feito a bordo de um dos mais tradicionais e antigos meio de locomoção: Os trens. O objetivo do grupo que está realizando a excursão é fazer com que, além de viajar, os turistas tenham inúmeras experiências memoráveis.

A Viagem

Com saída programada para o dia 8 de setembro de 2018, na cidade de Chicago, EUA, serão 28 dias percorrendo por 17 países de 3 diferentes continentes. No total, serão 21.000 quilômetros sobre os trilhos, em 7 diferentes trens. Seguem abaixo quais serão os trens utilizados, junto com seus roteiros e suas respectivas datas de partida e chegada.

O roteiro da incrível volta ao mundo de trem!

 

 

 

 

 

 

 

TREM CALIFORNIA ZEPHYR
Chicago – Salt Lake City (09 a 10 de Setembro)
TREM ROCKY MOUNTAINEER
Banff – Kamloops (12 de Setembro)
Kamloops – Vancouver (13 de Setembro)
TREM CHINÊS
Pequim – Erlian (18 a 19 de Setembro)
TREM TRANSIBERIANO
Erlian – Moscou (19 a 29 de Setembro)
TREM SAPSAN
Moscou – São Petersburgo (01 de Outubro)
TREM ALLEGRO
São Petersburgo – Helsinque (02 de Outubro)
FERRY TALLINK SILJA LINE
Helsinque – Estocolmo (03 a 04 de Outubro)

Valores e o que está incluso
Em acomodação dupla, a aventura custa € 24.900 (cerca de R$ 87.150) por pessoa. Em cabine individual no trem, o preço chega a € 35.500 (cerca de R$ 124.250). No pacote está incluso as passagens de trem e de avião, hospedagem, refeições e até mesmo um guia brasileiro ao longo de toda a viagem.

 

 

 

 

 

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*Fonte: