A temperatura do corpo humano está caindo – entenda os possíveis motivos

Quando um humano está com o corpo em “equilíbrio”, as condições de funcionamento são as ideais. Normalmente, aliás, a temperatura do corpo dos seres humanos fica em torno dos 37°C. Todavia, novos estudos indicam que a temperatura do corpo está caindo a cada ano. Um artigo de 2017 publicado na revista The BMJ levou em consideração milhares medidas de temperatura feitas no Reino Unido. Ademais, outro estudo feito nos Estados Unidos mostra uma queda constante da temperatura média do corpo dos americanos.

Ambos os estudos concluíram que, de fato, a média da temperatura corporal dessas populações está caindo todos os anos. Além do mais, um artigo ainda mais recente estudou comunidades isoladas de fazendeiros e povos indígenas na Bolívia. As conclusões foram bastante semelhantes: desde o começo do estudo (em 2002) as temperaturas estão caindo a cada ano.

Essas três pesquisas mostram que esse processo não está só acontecendo em países desenvolvidos, mas também em comunidades isoladas. Segundo os cientistas do último estudo, isso está ocorrendo por um conjunto de motivos, e o principal é a melhora no acesso a medicamentos e saneamento básico.

Por que a temperatura do corpo muda?

Quando uma pessoa está com febre, é porque a temperatura do corpo está mais alta do que o normal. Por outro lado, durante a hipotermia, a temperatura cai demais. Contudo, há um motivo para a temperatura ficar constante, em torno dos 37°C. Essa é a temperatura na qual as enzimas do corpo funcionam da melhor forma possível.

Basicamente, enzimas são proteínas que fazem funções essenciais no nosso corpo, desde a digestão até a respiração. Caso a temperatura varie muito, as enzimas podem funcionar mal, ou até parar de funcionar – o que pode causar a morte.

Entretanto, o resultado dos estudos ainda não é alarmante pois a temperatura mais alta geralmente ajuda a evitar infecções também. Portanto, esses resultados podem indicar que os seres humanos estão tendo, no geral, menos doenças infecciosas.
Bactérias Escherichia coli causadoras de infecções intestinais que eram fatais antes dos antibióticos. (Imagem de Gerd Altmann por Pixabay)

Aliás, isso faz sentido. Desde o século passado a medicina passou por muitas revoluções e pela descoberta de centenas de novos tratamentos para diversas doenças. A vacina do sarampo, por exemplo, salvou milhões de vidas todos os anos até hoje. De qualquer forma, ainda são necessários mais estudos para avaliar porque a temperatura do corpo está caindo.

Os resultados de uma boa qualidade de vida

Além dessa queda na temperatura do corpo dos humanos, outras coisas aconteceram por causa da melhora na saúde das pessoas. A expectativa de vida, por exemplo, nos anos 1950 era de mais ou menos 50 anos no Brasil – hoje, ela atinge os 78 anos.

Claramente, com a melhora da saúde também aumentam as doenças causadas pela idade, como o câncer. Infecções desconhecidas, como o novo Coronavírus, também podem ter mais efeito. Apesar disso, a tendência é que a saúde e a qualidade de vida humana continuem melhorando nas próximas décadas.

Vale lembrar, ainda, que nem todo mundo têm acesso a tratamentos de qualidade. Algumas pessoas mal têm saneamento básico. Portanto, o desafio daqui para frente não é apenas criar novas tecnologias e tratamentos, mas também tornar isso acessível ao máximo de pessoas possível.

*Por Mateus Marchetto

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*Fonte: socientifica

Os reais benefícios de consumir cafeína regularmente

A cafeína faz parte da vida cotidiana moderna ao redor do mundo. Sua principal fonte é, claro, o café, mas alimentos como chocolates, chás e bebidas energéticas também possuem quantidades significativas dessa molécula. Nesse sentido, por muito tempo especialistas consideraram a cafeína como uma molécula que acabava prejudicando a saúde se consumida frequentemente. Contudo, não é isso que estudos recentes vêm demonstrando.

Inúmeras pesquisas demonstraram que o consumo regular de cafeína, principalmente pelo café ou chás, pode trazer muito mais vantages do que riscos para a saúde de uma pessoa. Para falar brevemente, estudos mostraram que esse consumo pode reduzir o risco de suicídio em até 45% e de doenças neurodegenerativas em até 60%. Ainda há efeitos colaterais pelo consumo em excesso, mas primeiro é preciso entender o que a cafeína faz no seu corpo.

O que é a cafeína e como ela funciona

Falando quimicamente, a cafeína é composta por 8 átomos de carbono, 10 de hidrogênio, 4 de nitrogênio e 2 de oxigênio. É possível encontrar esse composto principalmente em plantas, como a erva-mate, o cacau e o próprio cafeeiro. Em geral, essas plantas produzem a molécula para evitar infestações de lagartas e outras pragas. Contudo, há registros de que os humanos começaram a consumir frutos de café há mais ou menos 1.500 anos, na Etiópia – de onde a planta é nativa.

Basicamente o que a cafeína faz no organismo é competir com a adenosina. Essa última é um neuromodulador que quando ativo faz com que haja a sensação de sono e cansaço no nosso corpo. Para isso a adenosina precisa se ligar a receptores no cérebro, e assim você fica com sono. A cafeína, por sua vez se liga nos mesmos receptores da adenosina, evitando que ela faça seu papel de causar sono e cansaço. Ao longo de vários dias, contudo, o cérebro cria novos receptores e a adenosina pode se ligar novamente. Nesse ponto, é preciso consumir uma quantidade maior de cafeína para ter o mesmo efeito.

Um estudo de 2008 também mostrou que o consumo de cafeína pode aumentar a produção de adrenalina no corpo, bem como dopamina e noradrenalina.

*Por Mateus Marchetto

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*Fonte: SoCientífica

A foto de maior exposição já tirada foi um completo acidente

Oito anos e um mês atrás, uma estudante de Belas Artes da Universidade de Hertfordshire montou uma lata de cerveja com papel fotográfico e criou uma câmera rudimentar. Ela então colocou a lata em um telescópio no Observatório Bayfordbury da universidade e esqueceu do projeto.

Agora, a fotografia resultante foi redescoberta — e pode ser a foto de maior exposição já tirada, de acordo com o Live Science.

“Eu já havia experimentado essa técnica algumas vezes no Observatório antes, mas as fotografias eram muitas vezes destruídas pela umidade e o papel fotográfico enrolava”, disse a fotógrafa Regina Valkenborgh, agora técnica de fotografia da Barnet e Southgate College, em um comunicado. “Eu não tinha a intenção de capturar uma exposição por este período de tempo e, para minha surpresa, ela tinha sobrevivido.”

A fotografia mostra a jornada do sol pelo céu desde 2012; 2.953 arcos de luz traçando seu caminho enquanto o sol se levantava e descia. Parte da cúpula do telescópio também é visível à esquerda da fotografia. À direita há uma estrutura de pórtico projetada para atravessar o observatório, que foi construído durante a exposição.

Antes desta foto, a foto de maior exposição era de quatro anos e oito meses, tirada pelo artista alemão Michael Wesely, segundo a universidade. Wesely tira fotos de longa exposição de várias cenas, como a reforma do Museu de Arte Moderna (MOMA) em Nova York.

A fotografia de longa exposição requer aberturas muito pequenas na lente da câmera, a fim de não inundar o papel fotográfico com luz. A câmera de lata de cerveja é um tipo de câmera pinhole, um dispositivo muito simples sem qualquer lente. A luz entra através da única abertura na câmera — o buraco do tamanho de uma ponto — e cai no papel fotossensível dentro. Isso cria uma imagem invertida do que a câmera “vê”. Devido ao longo tempo de exposição, apenas objetos em movimento lento ou permanente aparecem na imagem resultante; objetos em movimento rápido são perdidos.

A imagem de Valkenborgh foi redescoberta pelo principal oficial técnico do Observatório de Bayfordbury, David Campbell, que encontrou e removeu a lata de cerveja despretensiosa do telescópio.

*Por Marcelo Ribeiro

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*Fonte: hypescience

Saiba como os carros melhoraram nos últimos 50 anos

Nos últimos 50 anos os carros tornaram-se significativamente mais leves graças à tecnologia inovadora. Não só isso, eles são mais eficientes e ainda mais seguros.

Para ter uma melhor ideia de quanto mais seguros os nossos carros são atualmente, a Chevrolet realizou um teste de colisão entre dois carros; um Chevrolet Bel Air de 1959 contra Chevrolet Malibu de 2009. O resultado do teste de colisão fala por si.

“Era como se fosse noite e dia, a diferença de proteção dos ocupantes,” de acordo com o presidente do instituto, Adrian Lund.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Beber refrigerante envelhece tanto quanto fumar, aponta estudo

Se na mesa das suas refeições nunca falta uma garrafa de refrigerante, vale prestar atenção aos resultados de um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA); eles apontam que o consumo diário de refrigerantes ricos em açúcar pode acelerar o envelhecimento tanto quanto fumar.

Se na mesa das suas refeições nunca falta uma garrafa de refrigerante, vale prestar atenção aos resultados de um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA); eles apontam que o consumo diário de refrigerantes ricos em açúcar pode acelerar o envelhecimento tanto quanto fumar.

Este tipo de bebida, de acordo com o estudo publicado no American Journal of Public Health, aumenta a velocidade com a qual as células envelhecem. A pesquisa revelou que pessoas que bebiam o equivalente a duas latas de refrigerante de cola por dia tiveram mudanças no DNA que tornaram as células 4,6 anos mais velhas do que realmente eram.
A análise de milhares de amostras de DNA mostrou que pessoas que ingerem a bebida regularmente apresentam telômeros mais curtos do que as que não têm esse hábito. Essas estruturas, encontradas nas extremidades dos cromossomos, protegem o material genético e são um indicador de saúde. Telômeros mais curtos do que a média são vistos como um sinal de doenças e morte prematura.

Segundo informações divulgadas originalmente na revista Time e no jornal Daily Mail, à medida que o envelhecimento avança, os telômeros ficam cada vez mais curtos, o que danifica o DNA e eleva as chances de doenças relacionadas à idade, como Alzheimer, diabetes e doenças cardíacas.

Não há necessidade de abolir de vez o refrigerante da sua casa, mas, dadas as informações, vale reavaliar a frequência do consumo, não acha?

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*Fonte: contioutra

11 fatos curiosos sobre Albert Einstein

Nascido na Alemanha em 1879, o alemão Albert Einstein obteve nacionalidade de diversos países, tais como: prussiano, austro-húngaro, suíço, americano e weimariano. Foi casado com a física e matemática Mileva Maric, com quem teve três filhos: Lieserl Einstein, Hans Albert Einstein e Eduard Einstein. Mileva ajudou Albert em vários dos seus trabalhos. Segundo alguns pesquisadores e cientistas, Mileva provavelmente tenha trabalhado junto com ele em suas teorias que revolucionaram a física, mas ainda é uma dúvida que divide os cientistas. Elsa Einstein foi a segunda esposa e prima de Albert Einstein.

Em 1905, Einstein publicou artigos que revolucionaram o mundo. Um dos seus estudos foi a Teoria da Relatividade Restrita, também chamada de Teoria Especial da Relatividade.

Durante a sua vida, Einstein recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1921, a medalha Copley em 1925 e a medalha de ouro da Royal Astronomical Society em 1926.

Diante do legado do cientista, o Ciencianautas separou onze curiosidades sobre Einstein. Confira abaixo:

1. O personagem Yoda de Star Wars teve o lábio superior inspirado no bigode de Albert Einstein. Isso mesmo! O lendário personagem de Star Wars foi inspirado no cientista para transmitir um ar de sabedoria ao mestre Yoda.

2. Desde jovem, adorava música. Influenciado pela mãe, começou a tocar violino. Ele teria começado a tocar com cinco anos, mas só tomou gosto mesmo aos 13, quando se aproximou das melodias de Mozart.

3. Einstein teve um vasto legado, entretanto, foi o seu artigo sobre o efeito fotoelétrico que o levou ao prêmio Nobel de Física. Não foi a Teoria da Relatividade.

4. Einstein tinha 26 anos quando publicou, em 1905, quatro artigos científicos que mudariam o mundo. Um deles demonstrava a dualidade entre partícula e onda, provando que a física quântica descrevia fenômenos reais, não efeitos de laboratório. Outro mostrava que átomos também eram reais, e não abstrações úteis para explicar fenômenos misteriosos. O terceiro estabeleceu que a velocidade da luz é constante, independentemente da velocidade de quem a emite — o que acontece é que o tempo fica mais lento para quem se aproxima dessa velocidade. O último artigo estabelecia a equivalência entre matéria e energia, uma das equações mais famosas da história da ciência: E=mc².

5. Einstein não conseguiu entrar na universidade na sua primeira tentativa.

6. O cientista favorito de Einstein era Galileu Galilei.

7. O cérebro de Einstein tinha um lobo parietal 15% maior que a média.

8. Um oftalmologista de Nova Jersey, nos Estados Unidos, guardou os olhos do físico. O médico Harry Abrams, 83, disse que guarda os olhos em uma caixa-forte no banco.

9. O físico defendia uma postura antiguerra, mas suas descobertas sobre matéria e energia foram usadas para criar a tão famosa bomba atômica.

10. Quando criança, Einstein tinha dificuldade de fala e de aprendizado.

11. Einstein já veio ao Brasil e visitou lugares como o Jardim Botânico e o Museu Nacional.

*Por Thayanne Costa

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*Fonte: ciencianautas

10 efeitos da falta e excesso de sol na nossa saúde

O sol é a estrela central do nosso Sistema Solar. E todos os outros corpos desse sistema, como por exemplo planetas, planetas anões, asteroides e cometas giram em torno dele. Ele é a estrela mais próxima da Terra e pertence à classe espectral G. Essa estrela é mediana em relação às outras.

Nossa vida só é possível graças à luz que vem do sol. Além de nos manter aquecidos, existem várias vantagens relacionadas com a exposição dos raios solares. Contudo, mesmo nos dando vários benefícios, ficar no sol, por muito tempo sem proteção, pode acarretar problemas.

Mostramos aqui alguns dos efeitos que a falta e o excesso de sol podem causar na vida e saúde.

1 – Vitamina D
A luz solar é a principal fonte dessa vitamina. Quando nossa pele é exposta ao sol, ela produz vitamina D a partir do colesterol. Essa vitamina vinda do sol tem várias funções para o corpo e é essencial para a saúde.

2 – Cálcio e fosfato
A vitamina D também ajuda a regular os níveis de cálcio e fosfato no organismo. Esses nutrientes são extremamente importantes para manter os ossos e os músculos saudáveis.

3 – Humor
Se expor aos raios solares também tem outro ponto positivo que é a melhora do humor. Os raios do sol dão calor e luz, e isso estimula a sensação geral de bem-estar. Além disso, a luz do sol também pode estimular a circulação do sangue e isso aumenta os níveis de energia no corpo.

4 – Ciclo sono-vigília
A exposição ao sol também está relacionada com o momento de síntese de melatonina. Ela é um hormônio que regula esse ciclo sono-vigília. Além dele, a luz do sol também é responsável pela manutenção dos ritmos circadianos normais e robustos.

5 – Prevenir obesidade
O UV presente na luz solar não dá apenas vitamina D ao corpo. Ele também é uma fonte vital de óxido nítrico, que é essencial para o corpo e funciona como uma ferramenta para regular importantes processos fisiológicos. Como por exemplo a circulação sanguínea e o metabolismo.

E uma exposição adequada ao óxido nítrico do sol vai ajudar a manter o metabolismo funcionando sem nenhum problema.

6 – Cegueira da neve
A luz do sol pode acabar induzindo a chamada cegueira da neve ou fotoceratite. Essa é uma condição ocular bem dolorosa, que é causada pela exposição dos olhos, que não foram bem protegidos, aos raios UV. E o reflexo da neve e do gelo aumentam a intensidade desses raios.

7 – Doença cardíaca
Segundo pesquisas, a deficiência de vitamina D nos homens faz com que eles fiquem duas vezes mais propensos a desenvolverem doenças cardíacas.

8 – Não existe bronzeamento saudável
Não importa em que grau, bronzeamento saudável não existe. A pele vai produzindo pigmento de cor escura, a melanina, como uma forma de escudo contra os danos causados pela radiação UV.

Contundo, não existe uma defesa contra os danos UV a longo prazo. Como por exemplo, o câncer de pele.

9 – Câncer de pele
A exposição prolongada ao sol está relacionada a vários problemas de saúde. Mais de 90% dos casos de câncer de pele são causados pela exposição à radiação UV do sol.

10 – Envelhecimento da pele
Ficar muito exposto ao sol também está relacionado com o envelhecimento da pele. Esse processo é chamado de fotoenvelhecimento. Os primeiros sintomas incluem o aparecimento de rugas em volta dos olhos, boca e testa. Além da perda da cor e preenchimento dos lábios.

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*Fonte: vidaemequilibrio

‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais

A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

“Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

As evidências são palpáveis: já há um tempo que o testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores.

Desmurget acumula vasta publicação científica e já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Seu livro se tornou um best-seller gigantesco na França. Veja abaixo trechos da entrevista com ele.

BBC News Mundo: Os jovens de hoje são a primeira geração da história com um QI (Quociente de Inteligência) mais baixo do que a última?

Michel Desmurget: Sim. O QI é medido por um teste padrão. No entanto, não é um teste “estático”, sendo frequentemente revisado. Meus pais não fizeram o mesmo teste que eu, por exemplo, mas um grupo de pessoas pode ser submetido a uma versão antiga do teste.

E, ao fazer isso, os pesquisadores observaram em muitas partes do mundo que o QI aumentou de geração em geração. Isso foi chamado de ‘efeito Flynn’, em referência ao psicólogo americano que descreveu esse fenômeno. Mas recentemente, essa tendência começou a se reverter em vários países.

É verdade que o QI é fortemente afetado por fatores como o sistema de saúde, o sistema escolar, a nutrição, etc. Mas se considerarmos os países onde os fatores socioeconômicos têm sido bastante estáveis por décadas, o ‘efeito Flynn’ começa a diminuir.

Nesses países, os “nativos digitais” são os primeiros filhos a ter QI inferior ao dos pais. É uma tendência que foi documentada na Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França, etc.

BBC News Mundo: E o que está causando essa diminuição no QI?

Desmurget: Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem.

Os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura (definida como um corpo de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo). Em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico.

BBC News Mundo: E por que o uso de dispositivos digitais causa tudo isso?

Desmurget: As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral.

BBC News Mundo: Que dano exatamente as telas causam ao sistema neurológico?

Desmurget: O cérebro não é um órgão “estável”. Suas características ‘finais’ dependem da nossa experiência. O mundo em que vivemos, os desafios que enfrentamos, modificam tanto a estrutura quanto o seu funcionamento, e algumas regiões do cérebro se especializam, algumas redes são criadas e fortalecidas, outras se perdem, algumas se tornam mais densas e outras mais finas.

Nossos pais não passaram no mesmo teste de QI que nós, observa neurocientista

Observou-se que o tempo gasto em frente a uma tela para fins recreativos atrasa a maturação anatômica e funcional do cérebro em várias redes cognitivas relacionadas à linguagem e à atenção.

Deve-se ressaltar que nem todas as atividades alimentam a construção do cérebro com a mesma eficiência.

BBC News Mundo: O que isso quer dizer?

Desmurget: Atividades relacionadas à escola, trabalho intelectual, leitura, música, arte, esportes… todas têm um poder de estruturação e nutrição muito maior para o cérebro do que as telas.

Mas nada dura para sempre. O potencial para a plasticidade cerebral é extremo durante a infância e adolescência. Depois, ele começa a desaparecer. Ele não vai embora, mas se torna muito menos eficiente.

O cérebro pode ser comparado a uma massa de modelar. No início, é úmida e fácil de esculpir. Mas, com o tempo, fica mais seca e muito mais difícil de modelar. O problema com as telas é que elas alteram o desenvolvimento do cérebro de nossos filhos e o empobrecem.

BBC News Mundo: Todas as telas são igualmente prejudiciais?

Desmurget: Ninguém diz que a “revolução digital” é ruim e deve ser interrompida. Eu próprio passo boa parte do meu dia de trabalho com ferramentas digitais. E quando minha filha entrou na escola primária, comecei a ensiná-la a usar alguns softwares de escritório e a pesquisar informações na internet.

Os alunos devem aprender habilidades e ferramentas básicas de informática? Claro. Da mesma forma, pode a tecnologia digital ser uma ferramenta relevante no arsenal pedagógico dos professores? Claro, se faz parte de um projeto educacional estruturado e se o uso de um determinado software promove efetivamente a transmissão do conhecimento.

Porém, quando uma tela é colocada nas mãos de uma criança ou adolescente, quase sempre prevalecem os usos recreativos mais empobrecedores. Isso inclui, em ordem de importância: televisão, que continua sendo a tela número um de todas as idades (filmes, séries, clipes, etc.); depois os videogames (principalmente de ação e violentos) e, finalmente, na adolescência, um frenesi de autoexposição inútil nas redes sociais.

BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças e os jovens costumam passar em frente às telas?

Desmurget: Em média, quase três horas por dia para crianças de 2 anos, cerca de cinco horas para crianças de 8 anos e mais de sete horas para adolescentes.

Isso significa que antes de completar 18 anos, nossos filhos terão passado o equivalente a 30 anos letivos em frente às telas ou, se preferir, 16 anos trabalhando em tempo integral!

É simplesmente insano e irresponsável.

BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças devem passar em frente a telas?

Desmurget: Envolver as crianças é importante. Eles precisam ser informados de que as telas danificam o cérebro, prejudicam o sono, interferem na aquisição da linguagem, enfraquecem o desempenho acadêmico, prejudicam a concentração, aumentam o risco de obesidade, etc.

Alguns estudos mostram que é mais fácil para crianças e adolescentes seguirem as regras sobre telas quando sua razão de ser é explicada e discutida com eles. A partir daí, a ideia geral é simples: em qualquer idade, o mínimo é o melhor.

Além dessa regra geral, diretrizes mais específicas podem ser fornecidas com base na idade da criança. Antes dos seis anos, o ideal é não ter telas (o que não significa que de vez em quando você não possa assistir a desenhos com seus filhos).

Quanto mais cedo forem expostos, maiores serão os impactos negativos e o risco de consumo excessivo subsequente.

A partir dos seis anos, se os conteúdos forem adaptados e o sono preservado, o tempo em frente a tela pode chegar até meia hora ou até uma hora por dia, sem uma influência negativa apreciável.

Outras regras relevantes: sem telas pela manhã antes de ir para a escola, nada à noite antes de ir para a cama ou quando estiver com outras pessoas. E, acima de tudo, sem telas no quarto.

Mas é difícil dizer aos nossos filhos que as telas são um problema quando nós, como pais, estamos constantemente conectados aos nossos smartphones ou consoles de jogos.

BBC News Mundo: Por que muitos pais desconhecem os perigos das telas?

Desmurget: Porque a informação dada aos pais é parcial e tendenciosa. A grande mídia está repleta de afirmações infundadas, propaganda enganosa e informações imprecisas. A discrepância entre o conteúdo da mídia e a realidade científica costuma ser perturbadora, se não enfurecedora. Não quero dizer que a mídia seja desonesta: separar o joio do trigo não é fácil, mesmo para jornalistas honestos e conscienciosos.

Mas não é surpreendente. A indústria digital gera bilhões de dólares em lucros a cada ano. E, obviamente, crianças e adolescentes são um recurso muito lucrativo. E para empresas que valem bilhões de dólares, é fácil encontrar cientistas complacentes e lobistas dedicados.

Empresas digitais contratam especialistas para explicar como os jogadores inteligentes são e como é bom jogar videogame

Recentemente, uma psicóloga, supostamente especialista em videogames, explicou em vários meios de comunicação que esses jogos têm efeitos positivos, que não devem ser demonizados, que não jogá-los pode ser até uma desvantagem para o futuro de uma criança, que os jogos mais violentos podem ter ações terapêuticas e ser capaz de aplacar a raiva dos jogadores, etc.

O problema é que nenhum dos jornalistas que entrevistaram esse “especialista” mencionou que ela trabalhava para a indústria de videogames. E este é apenas um exemplo entre muitos descritos em meu livro.

Isso não é algo novo: já aconteceu no passado com o tabaco, aquecimento global, pesticidas, açúcar, etc.

Mas acho que há espaço para esperança. Com o tempo, a realidade se torna cada vez mais difícil de negar.

BBC News Mundo:Há estudos que afirmam, por exemplo, que os videogames ajudam a obter melhores resultados acadêmicos…

Desmurget: Digo com franqueza: isso é um absurdo.

Essa ideia é uma verdadeira obra-prima de propaganda. Baseia-se principalmente em alguns estudos isolados com dados imprecisos, que são publicados em periódicos secundários, pois muitas vezes se contradizem.

Em uma interessante pesquisa experimental, consoles de jogos foram dados a crianças que iam bem na escola. Depois de quatro meses, elas passaram mais tempo jogando e menos fazendo o dever de casa. Suas notas caíram cerca de 5% (o que é muito em apenas quatro meses!).

Em outro estudo, as crianças tiveram que aprender uma lista de palavras. Uma hora depois, algumas puderam jogar um jogo de corrida de carros. Duas horas depois, foram para a cama.

Na manhã seguinte, as crianças que não jogaram lembravam cerca de 80% da aula em comparação com 50% das que jogaram.

Os autores descobriram que brincar interferia no sono e na memorização.

BBC News Mundo: Como o Sr. acha que os membros dessa geração digital serão quando se tornarem adultos?

Desmurget: Costumo ouvir que os nativos digitais sabem “de maneira diferente”. A ideia é que embora apresentem déficits linguísticos, de atenção e de conhecimento, são muito bons em “outras coisas”. A questão está na definição dessas “outras coisas”.

Vários estudos indicam que, ao contrário das crenças comuns, eles não são muito bons com computadores. Um relatório da União Europeia explica que a baixa competência digital impede a adoção de tecnologias educacionais nas escolas.

Outros estudos também indicam que eles não são muito eficientes no processamento e entendimento da vasta quantidade de informações disponíveis na internet.

Então, o que resta? Eles são obviamente bons para usar aplicativos digitais básicos, comprar produtos online, baixar músicas e filmes, etc.

Para mim, essas crianças se assemelham às descritas por Aldous Huxley em seu famoso romance distópico Admirável Mundo Novo: atordoadas por entretenimento bobo, privadas de linguagem, incapazes de refletir sobre o mundo, mas felizes com sua sina.

BBC News Mundo: Alguns países estão começando a legislar contra o uso de telas?

Desmurget: Sim, especialmente na Ásia. Taiwan, por exemplo, considera o uso excessivo de telas uma forma de abuso infantil e aprovou uma lei que estabelece multas pesadas para pais que expõem crianças menores de 24 meses a qualquer aplicativo digital e que não limita o tempo de tela de meninos entre 2 e 18 anos.

Na China, as autoridades tomaram medidas drásticas para regulamentar o consumo de videogames por menores: crianças e adolescentes não podem mais brincar à noite (entre 22h e 8h) ou ultrapassar 90 minutos de exposição diária durante a semana (180 minutos nos finais de semana e férias escolares).

BBC News Mundo: O Sr. acredita que é bom que existam leis que protegem as crianças das telas?

Desmurget: Não gosto de proibições e não quero que ninguém me diga como criar minha filha. No entanto, é claro que as escolhas educacionais só podem ser exercidas livremente quando as informações fornecidas aos pais são honestas e abrangentes.

Acho que uma campanha de informação justa sobre o impacto das telas no desenvolvimento com diretrizes claras seria um bom começo: nada de telas para crianças de até seis anos de idade e não mais do que 30-60 minutos por dia.

BBC News Mundo: Se essa orgia digital, como você a define, não para, o que podemos esperar?

Desmurget: Um aumento das desigualdades sociais e uma divisão progressiva da nossa sociedade entre uma minoria de crianças preservadas desta “orgia digital” — os chamados alfas do livro de Huxley —, que possuirão, através da cultura e da linguagem, todas as ferramentas necessárias pensar e refletir sobre o mundo, e uma maioria de crianças com ferramentas cognitivas e culturais limitadas — os chamados gamas na mesma obra —, incapazes de compreender o mundo e agir como cidadãos cultos.

Os alfas frequentarão escolas particulares caras com professores humanos “reais”. Já os gamas irão para escolas públicas virtuais com suporte humano limitado, onde serão alimentados com uma pseudo-linguagem semelhante à “novilíngua” de (George) Orwell (em 1984) e aprenderão as habilidades básicas de técnicos de médio ou baixo nível (projeções econômicas dizem que este tipo de empregos serão super-representados na força de trabalho de amanhã).

Um mundo triste em que, como disse o sociólogo Neil Postman, eles vão se divertir até a morte. Um mundo no qual, através do acesso constante e debilitante ao entretenimento, eles aprenderão a amar sua servidão. Desculpe por não ser mais otimista.

Talvez (e espero que sim) eu esteja errado. Mas simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento.

*Por: Irene Hernandez Velasco

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*Fonte: bbc-brasil

Os cinco melhores exercícios físicos segundo Harvard (e nenhum deles é correr)

Se você acha que correr uma maratona é a maneira mais simples de ficar sempre em forma, está enganado. Pelo menos é o que dizem os estudiosos de Harvard, segundo os quais, para perder peso, aumentar a massa muscular, proteger o coração e o cérebro e fortalecer os ossos, há atividades físicas melhores do que essa. I-Min Lee, professora de Medicina e Epidemiologia da Faculdade de Medicina de Harvard (EUA), afirma que correr longas distâncias não faz bem para as articulações nem para o sistema digestivo. Sua proposta de atividades esportivas inclui outros cinco exercícios que trazem benefícios que vão desde a perda de peso até o ganho de músculos, proteção do coração e fortalecimento dos ossos.
tai chi

1. Tai chi
Uma arte marcial chinesa que combina uma série de movimentos delicados e fluidos para criar uma espécie de meditação em movimento. O exercício é praticado lenta e suavemente com um alto grau de concentração e dá especial atenção para a respiração em profundidade. Como são os praticantes que definem o seu próprio ritmo, ele é acessível para uma variedade muito ampla de pessoas, independentemente da idade ou da condição física. “É especialmente bom para os mais velhos, pois o equilíbrio é um componente importante da condição física e algo que perdermos com o avançar da idade”, diz Lee. Para Marta Rosado, com efeito, ele “melhora o equilíbrio, a coordenação e a flexibilidade. Previne o surgimento de dores lombares e problemas na coluna vertebral. A prendemos a respirar e a canalizar nossa energia. Melhora o sono e relaxa física e mentalmente. Qualquer um pode realizá-lo, pois ele não provoca nenhum tipo de impacto. Eu o recomendaria sobretudo a partir dos 50 anos”.

Vários estudos sugerem que caminhar durante pelo menos 30 minutos, mesmo sendo em ritmo moderado ou pausado, pode trazer benefícios para a mente e para o corpo. Em pessoas com depressão severa, esse exercício pode contribuir para uma redução clinicamente importante e estatisticamente significativa da mesma. ”É uma atividade que melhora o sistema cardiovascular, pode ajudar a fortalecer a parte inferior do corpo nas pessoas mais velhas e naquelas que têm pouca condição física”, afirma Ángel Merchán. “Diminui os níveis de colesterol, é essencial para diabéticos, reforça o sistema imunológico, melhora a circulação e oxigena o corpo”, diz a personal trainer Marta Rosado, para quem essa atividade não constitui, porém de um “treinamento”.

2. Caminhar
Vários estudos sugerem que caminhar durante pelo menos 30 minutos, mesmo sendo em ritmo moderado ou pausado, pode trazer benefícios para a mente e para o corpo. Em pessoas com depressão severa, esse exercício pode contribuir para uma redução clinicamente importante e estatisticamente significativa da mesma. ”É uma atividade que melhora o sistema cardiovascular, pode ajudar a fortalecer a parte inferior do corpo nas pessoas mais velhas e naquelas que têm pouca condição física”, afirma Ángel Merchán. “Diminui os níveis de colesterol, é essencial para diabéticos, reforça o sistema imunológico, melhora a circulação e oxigena o corpo”, diz a personal trainer Marta Rosado, para quem essa atividade não constitui, porém de um “treinamento”.

Importantes para homens e mulheres, eles ajudam a fortalecer a região pélvica. À medida que envelhecemos, essa região, que inclui o útero, a bexiga, o intestino delgado e o reto, se fragiliza. Manter esse conjunto com resistência traz benefícios como o de evitar vazamentos da bexiga. A forma correta de fazê-los, segundo Harvard, é comprimir os músculos usados para segurar a urina ou os gases durante dois ou três segundos, soltar e repetir 10 vezes –e isso, de quatro a cinco vezes por dia. Marta Rosado alerta, porém, para o fato de que “a realização de uma quantidade excessiva desses exercícios pode levar a um enfraquecimento dos músculos da região pélvica e provocar uma nova redução da capacidade de controlar a bexiga”.

3. Exercícios de Kegel
Importantes para homens e mulheres, eles ajudam a fortalecer a região pélvica. À medida que envelhecemos, essa região, que inclui o útero, a bexiga, o intestino delgado e o reto, se fragiliza. Manter esse conjunto com resistência traz benefícios como o de evitar vazamentos da bexiga. A forma correta de fazê-los, segundo Harvard, é comprimir os músculos usados para segurar a urina ou os gases durante dois ou três segundos, soltar e repetir 10 vezes –e isso, de quatro a cinco vezes por dia. Marta Rosado alerta, porém, para o fato de que “a realização de uma quantidade excessiva desses exercícios pode levar a um enfraquecimento dos músculos da região pélvica e provocar uma nova redução da capacidade de controlar a bexiga”.

Trata-se do “exercício perfeito”, segundo os autores do boletim de saúde de Harvard Healthbeat. Além de trabalhar quase todos os músculos do corpo, a natação eleva a frequência cardíaca e pode melhorar a saúde do coração e proteger o cérebro da deterioração relacionada à idade. Nadar regularmente entre 30 e 45 minutos é um exercício aeróbico que ajuda a combater a depressão, a elevar o estado de ânimo e a diminuir o estresse, entre outros benefícios. “Nada é bom para pessoas com atrite”, afirma Lee no boletim. Embora o considere bastante completo, Ángel Merchán, diretor da empresa de treinamento pessoal Homewellness, não acredita na existência de um “treinamento perfeito baseado em apenas uma modalidade. É preciso uma abordagem incluindo diversas práticas. Os impactos e as cargas são também necessários, por exemplo, para a prevenção da osteoporose e para o estímulo dos tendões. A natação deve ser combinada com um trabalho de força –com pesos, por exemplo—e de impacto (corrida, por exemplo), adaptados para cada pessoa”.

4. Natação
Trata-se do “exercício perfeito”, segundo os autores do boletim de saúde de Harvard Healthbeat. Além de trabalhar quase todos os músculos do corpo, a natação eleva a frequência cardíaca e pode melhorar a saúde do coração e proteger o cérebro da deterioração relacionada à idade. Nadar regularmente entre 30 e 45 minutos é um exercício aeróbico que ajuda a combater a depressão, a elevar o estado de ânimo e a diminuir o estresse, entre outros benefícios. “Nada é bom para pessoas com atrite”, afirma Lee no boletim. Embora o considere bastante completo, Ángel Merchán, diretor da empresa de treinamento pessoal Homewellness, não acredita na existência de um “treinamento perfeito baseado em apenas uma modalidade. É preciso uma abordagem incluindo diversas práticas. Os impactos e as cargas são também necessários, por exemplo, para a prevenção da osteoporose e para o estímulo dos tendões. A natação deve ser combinada com um trabalho de força –com pesos, por exemplo—e de impacto (corrida, por exemplo), adaptados para cada pessoa”.

Requer o uso do peso para criar resistência contra a gravidade. Pode ser o próprio corpo, pesos com ou sem alça, tiras elásticas… Para Ángel Merchán, trata-se de um exercício “fundamental em qualquer tipo de treinamento. Melhora a força muscular, previne lesões, ativa o metabolismo. Todo mundo pode e deve fazê-lo, obviamente de forma adaptada caso a caso: na terceira idade, ele ajuda no combate a vários problemas comuns, como dores nas costas e nos joelhos, osteoporose e sobrepeso”. Marta Rosado concorda. “É essencial para manter o peso que se perdeu. Protege ossos e músculos, melhora a mecânica do corpo e nos torna mais conscientes de cada movimento. Aumenta os níveis de energia e melhora o estado de ânimo”.

5. Treinamento de força
Requer o uso do peso para criar resistência contra a gravidade. Pode ser o próprio corpo, pesos com ou sem alça, tiras elásticas… Para Ángel Merchán, trata-se de um exercício “fundamental em qualquer tipo de treinamento. Melhora a força muscular, previne lesões, ativa o metabolismo. Todo mundo pode e deve fazê-lo, obviamente de forma adaptada caso a caso: na terceira idade, ele ajuda no combate a vários problemas comuns, como dores nas costas e nos joelhos, osteoporose e sobrepeso”. Marta Rosado concorda. “É essencial para manter o peso que se perdeu. Protege ossos e músculos, melhora a mecânica do corpo e nos torna mais conscientes de cada movimento. Aumenta os níveis de energia e melhora o estado de ânimo”.

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*Fonte: elpais

Estes alimentos e bebidas te ajudam a dormir melhor

Ter uma boa noite de sono é essencial para que consigamos desenvolver bem as atividades do dia a dia. No entanto, para que isso seja possível, existem algumas fontes saudáveis de comidas e bebidas que promovem uma melhor qualidade de vida e ajudam você a dormir melhor.

Durante os últimos anos, pesquisadores estão se empenhando para conseguir comprovações científicas acerca de alguns alimentos populares que são tidos como uma fonte para quem quer ter uma noite de sono duradoura.
5 alimentos e bebidas que fazem você dormir melhor

Arroz branco
Trata-se de um dos grãos mais consumidos ao redor do mundo. Rico em nutrientes, vitaminas, minerais, carboidratos e antioxidantes. No entanto, deve ser ingerido em pequenas porções, uma vez que, a baixa quantidade de fibras, contribui para uma elevação no Índice Glicêmico (IG), revela estudo.

De acordo com uma pesquisa, para que esse alimento te ajude a dormir melhor, é necessário que sua ingestão seja feita em média 1 hora antes do seu horário de adormecer. Um estudo de 2014 revelou que, dentre o pão, macarrão e arroz, esse último grão é a melhor opção para quem busca dormir bem.

Amêndoas
Apesar de conter um alto teor de gordura, as amêndoas são excelentes fontes nutritivas, mas desde que sejam ingerido com moderação. Segundo estudos, esse tipo de nozes possui substâncias antioxidantes, na qual atuam como protetora das células, que podem levar a doenças crônicas.
Amêndoas fornecem inúmeros benefícios a saúde. (Imagem: Pixabay)

Até o momento, poucos estudos foram feitos utilizando amêndoas em humanos. No entanto, alguns pesquisadores acreditam que a associação entre essas nozes e o sono seja devido a presença de magnésio. Esse elemento ajuda a reduzir o hormônio cortisol, responsável por interromper o sono.

Chá de maracujá
Os chás são elementos repassados ao longo de gerações, utilizando os benefícios das plantas medicinais. Assim, pesquisas comprovam que os chás ajudam a combater inúmeras doenças. Em específico, o chá de maracujá promove a redução da inflamação, uma vez que possui substâncias antioxidantes em sua composição.

Além disso, esse chá é uma excelente fonte de nutrientes, pois ajuda a fortalecer o sistema imunológico, ao mesmo tempo em que reduz as chances de doenças cardíacas, diz estudo. O ideal é tomar o chá de maracujá um pouco antes de dormir. Assim, seus constituintes irão fazer o efeito desejado, lhe causando sonolência, fazendo com que você consiga dormir tranquilamente.

Kiwi
Além de ser uma excelente opção para quem busca emagrecer, devido ao seu baixo índice calórico, o kiwi é altamente nutritivo. De acordo com uma pesquisa, comer 1 ou 2 kiwis antes de deitar faz com que o indivíduo venha a adormecer mais rapidamente.

Assim, ficou comprovado que as pessoas conseguem dormir a noite inteira, sem perder o sono na madrugada. As hipóteses testadas em alguns estudos demonstram que essa melhora pode estar atrelada a produção de serotonina. No entanto, uma outra pesquisa revelou que a melhora no sono pode ser influenciada, parcialmente, pela presença da vitamina C e pelos carotenoides.

Peixe
Peixes que contenham bastante gordura, como é o caso do salmão, truta e atum, possuem um excelente valor nutricional, principalmente como fonte de vitamina D. São ricos em ácidos graxos ômega-3, e por isso ajudam no combate a doenças cardíacas, além de aperfeiçoar a saúde do cérebro, revelam estudos.

Quando combinados, os ácidos graxos ômega-3 com a vitamina D presente nos peixes com alto teor de gordura, a tendência é que uma pessoa venha a dormir melhor. Uma vez que, segundo pesquisas, foi descoberto que essa junção faz com que a serotonina seja produzida em maior quantidade, promovendo uma boa noite de sono.

*Por Ruth Rodrigues

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*Fonte: socientifica

Os 5 melhores alimentos para evitar perda de memória!

Descubra quais são estes alimentos tão poderosos e acrescente-os à sua dieta para manter a sua memória sempre em dia!

Nosso cérebro é, sem dúvidas, uma das áreas de nosso corpo que mais precisam de nossa atenção e cuidado. Ele é o centro de controle do organismo, responsável por manter os pulmões e o coração funcionando, além de controlar os nossos movimentos, sentimentos e pensamentos.

A memória também é cuidada e mantida por ele e, ainda que tenha a tendência de se perder, com o passar dos anos, quando cuidamos bem de nosso cérebro, conseguimos melhorar tarefas mentais que envolvem a memória e a concentração, o que melhora a nossa qualidade de vida significativamente.

10 alimentos que deixam você mais esperto:

Cérebro pode ser treinado para curar doenças, diz estudo

Hormônio produzido durante exercícios recupera a memória de pessoas com alzheimer

Abaixo listamos alguns alimentos que ajudam a estimular o cérebro e a combater a perda de memória. Descubra quais são e incorpore-os à sua rotina hoje mesmo!

1. Peixes gordurosos
Um estudo descobriu que pessoas que consumiam peixe assado ou grelhado regularmente tinham mais massa cinzenta em seus cérebros. A massa cinzenta contém a maioria das células nervosas que controlam a tomada de decisões, memória e emoção.

Além disso, peixes como salmão, truta e sardinha são fontes ricas em ácidos graxos ômega-3, que são usados pelo cérebro para construir células cerebrais e nervosas, e possuem um importante papel no aprendizado e na memória, segundo pesquisa.

2. Ovos
Apesar de não haver muitas informações científicas sobre a ligação entre comer ovos e a saúde do cérebro, existem pesquisas que apoiam os benefícios dos nutrientes encontrados nos ovos nesse órgão.

Por exemplo, um estudo mostrou que a colina, um dos nutrientes encontrados nos ovos, ao lado das vitaminas B6 e B12, e folato, é associada à melhor memória e função mental de uma pessoa.

3. Café
Um estudo de 2016 mostrou que o consumo de café ao longo da vida é associado à prevenção do declínio cognitivo e de menor risco de desenvolver as doenças de Parkinson e Alzheimer, além de minimizar as possibilidades de um acidente vascular cerebral.

4. Brócolis
O brócolis, que é muito apreciado, também tem seu papel na preservação da memória. O vegetal é rico em vitamina K, que foi relacionada à menor incidência de perda de memória em adultos mais velhos, em um estudo.

5. Couve
Um estudo publicado na Revista Neurology mostrou que folhas verde-escuras, entre as quais a couve, podem ajudar a retardar ou prevenir o declínio cognitivo.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Beber uma taça de vinho por dia é capaz de ‘limpar a mente’, aponta estudo

A moderação parece ser mesmo a chave para a maioria das coisas da vida – inclusive aquelas que supostamente nos fazem mal. Pesquisas recentes concluíram algo que deixou até mesmo os cientistas impactados: ingerir um pouco de álcool pode fazer bem para o combate ao Alzheimer e outros tipos de demência – que quem não bebe nada corre mais riscos de desenvolver tais males do que quem bebe um pouco.

O impressionante resultado se deu por conta do sistema glinfático, uma espécie de sistema de autolimpeza do cérebro, que remove toxinas e ajuda a combater as doenças citadas. O primeiro resultado da pesquisa já era esperado, e sublinha a importância do sono: além de fixar o que aprendemos e melhorar todo o funcionamento do corpo, é durante um bom sono que o sistema glinfático “limpa” o nosso cérebro.

Acontece que a pesquisa também apontou indícios de que o consumo de quantidades baixas de álcool também aumentam as atividades desse sistema. Não adianta, no entanto, encher a cara diariamente para prevenir qualquer demência: segundo as pesquisas, realizadas somente com ratos, a ingestão benéfica equivale a uma taça diária de vinho, capaz de aumentar o funcionamento do sistema glinfático em até 40%.

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*Fonte: hypeness

Como limpar e organizar corretamente a geladeira

Guardar os alimentos na geladeira já se tornou algo tão automático que, frequentemente, não damos ao eletrodoméstico a devida atenção. Com uma função tão orgânica, limpar a geladeira semanalmente é essencial para afastar bactérias e odores desagradáveis. Além disso, a forma de colocá-la em ordem influencia, diretamente, na redução do desperdício, uma necessidade cada vez mais presente no nosso dia a dia. Confira a seguir um passo a passo!

1. Analise o que precisa ser descartado
Antes de mais nada, é preciso verificar o que pode ir para o lixo e o que continua na geladeira. “Tudo o que for voltar para o eletrodoméstico deve ser limpo de maneira adequada, com um pano úmido, ou, em casos de potes com sujeiras incrustadas, por exemplo, deve-se levá-los para a pia e lavar com esponja e lava-louça, de preferência, um que tenha ação antibacteriana”, ensina a influencer de limpeza Mônica Loureiro, parceira da Bettanin.

2. Higienize a parte interna da sua geladeira
Desligue a sua geladeira da tomada e coloque os alimentos em recipientes que preservem sua temperatura. As peças soltas devem ser higienizadas primeiro. “O ideal é lavá-las na pia, com o uso de uma esponja, do lado não abrasivo, para não riscar as peças, e com um lava louça que tenha o poder de eliminar as bactérias”, afirma Mônica. Depois, basta enxaguar as peças e deixá-las escorrendo enquanto é feita a limpeza da parte interna do eletrodoméstico.

Para isso, separe uma mistura de 2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio e 1 litro de água quente. Lave com pano úmido e seque bem com outra flanela. Isso ajudará a eliminar os odores indesejáveis da sua geladeira. “Mas atenção: não use sabão ou detergente, pois eles podem deixar cheiro e, posteriormente, esse odor pode ser absorvido pelos alimentos”, aconselha a apresentadora americana e especialista quando o assunto é casa, Martha Stweart.

3. Limpe assim que algo derramar dentro da geladeira
O importante é limpar logo que algum líquido, especialmente, seja derramado dentro da geladeira. Isso porque, caso ele seque, fica muito mais difícil removê-lo. Outra dica é garantir que tudo esteja bem embalado ao ser armazenado no eletrodoméstico. Além disso, Martha sugere reforçar a limpeza das bordas de potes no geral, como os de geleia, frascos e recipientes de catchup, antes de guardá-los.

4. Mantenha a limpeza da parte externa em dia
A sugestão é dividir essa etapa da limpeza em duas categorias: semanal e sazonal. A primeira engloba a higiene das portas e bordas do eletrodoméstico. Para isso, use um pano umedecido com detergente neutro e água. Preste atenção nas áreas ao redor das alças, que podem abrigar impressões digitais pegajosas. Já nas higinizações sazonais, opte por dar mais atenção às vedações da porta, utilizando água quente e detergente neutro. Seque bem com um pano limpo. Verifique se as vedações encaixam corretamente.

5. Mantenha cada coisa em seu lugar
Cada coisa no seu lugar: para ter uma geladeira organizada é preciso aproveitar o espaço da melhor maneira possível (Foto: Pinterest/ Reprodução)

Com tudo limpo, é hora de começar a organização. As geladeiras mais novas são projetadas para que cada tipo de alimento seja guardado no local adequado. Isso porque, vários estudos mostram que, assim, preserva-se a comida por mais tempo, evitando que ela estrague antes da hora. Na porta da geladeira, por exemplo, priorize os produtos que tombam e são menos sensíveis à temperatura, como condimentos, molhos, refrigerantes e sucos.

6. Na prateleira mais alta
Essa é a área mais fria da geladeira, por isso, priorize ali alimentos que sofrem mais com a mudança de temperatura. “Dê preferência aos produtos que você usa com mais frequência e também às carnes e aos laticínios. E lembre-se, deixe os produtos mais altos ao fundo e os mais baixos à frente, ou aquele potinho pequeno não vai ser visto e vai acabar sendo esquecido”, alerta a personal organizer Carol Rosa.

7. Nas outras prateleiras
Já na segunda e na terceira prateleira, coloque os produtos industrializados ou prontos, como legumes cozidos e as sobras de refeições. “Nunca guarde os alimentos na panela em que foram preparados. O ideal é armazená-los em potes com tampa, o que economizará espaço dentro do eletrodoméstico”, sugere Mônica. Dê preferência a recipientes transparentes ou de vidro, assim, você sabe exatamente o que tem dentro e a quantidade.

8. Nas gavetas
As gavetas devem ser reservadas para verduras, frutas e legumes. Uma dica importante é sempre higienizá-los antes de colocá-los no refrigerador. “Depois de lavar as hortaliças, passe pela centrífuga e guarde-as em sacos bem fechados. Isso ajuda na conservação por mais tempo. As frutas, após higienizadas, também podem ser colocadas em potes plásticos com tampa ou vasilhas de inox cobertas com papel filme”, explica Carol.

9. Cheque sempre para ver se não há comida estragada
Alimentos que passam da data de validade exalam odores desagradáveis e ainda podem contaminar os que estão em bom estado. Por isso, crie o hábito de verificar se há alguma comida estragada na geladeira. E, caso você precise descongelar alimentos, use um prato em baixo dele, para que o líquido eliminado não suje a sua geladeira.

*Por Aline Melo

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*Fonte: casaejardim

Micro trailer dobrável pode ser acoplado em bike para “escapar” da cidade

Que tal pegar a bicicleta e escapar no fim de semana para curtir a natureza? Esta é a proposta da empresa dinamarquesa Wide Path Campers que lançou um trailer tão pequeno que pode ser puxado até pelo veículo de duas rodas. É como levar a própria casa para onde for.

Apesar de minúsculo, o “Bicycle Camper” é extensível. Não é preciso nenhuma ferramenta: em apenas três minutos é possível converter o trailer dobrável em uma modesta casinha. O espaço interno pode ser usado como sala de estar, como mesa e sofá, como também pode ser transformado em uma cama de 200 x 90 cm, que acomoda duas pessoas.

Se a ideia for acampar, outra possibilidade é montar a mesa com cadeiras do lado externo e até receber convidados. Ao dobrá-lo, o trailer está pronto para ser levado para a próxima aventura.

A mini casa móvel é equipada com espuma semi-isolante, janelas em policarbonato anti-estilhaçamento e piso de madeira compensada resistente à água. Um trilho embutido facilita o transporte da barraca ou tenda solar. Há ainda espaço de armazenamento interno de 300 litros.

Dimensões

Dobrado, o micro trailer mede 1,49 metro de comprimento; enquanto aberto chega a 2,85. Em ambos os casos, a largura é de 97 cm e a altura total é de 1,75, sendo que dentro da cabine a altura é de apenas 142 cm (confortável para estar sentado, mas não para ficar em pé).

A Wide Path Campers vende ainda pacotes adicionais do modelo com painel solar, bateria, lâmpadas LED, ventilador e kit cozinha.

A empresa não aborda questões de segurança. Como será a estabilidade de pedalar enquanto puxa um trailer em estradas íngremes, por exemplo? Outro ponto a ser questionado é o valor – já salgado em coroas dinamarquesas – convertido para reais cada trailer dobrável não sai por menos de 22 mil reais. Para mais informações, acesse o site da companhia.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Este fabricante de queijos suíços toca música para seus queijos ficarem melhores

O que será que faz com que os queijos suíços sejam tão bons? De acordo com este fabricante, a resposta é a música.

Desde setembro, Beat Wampfler coloca grandes sucessos musicais para tocar para seus queijos do tipo Emmental. Ele acredita que a batida possa influenciar o desenvolvimento e o sabor do alimento – e está disposto a provar isso.

Os experimentos são feitos colocando pequenas caixas de som sob as rodelas. A produção é então dividida por gêneros musicias: alguns laticínios amadurecem ao som de techno, outros recebem música ambiente e há ainda os clássicos, que esperam o tempo passar ouvindo Mozart. Hip-hop e rock também estão sendo testados em algumas das rodelas.

Embora tudo pareça saído da cabeça de um cientista louco, Beat conta com o auxílio de pesquisadores da Universidade de Artes de Berna. As análises são baseadas em um campo de estudos conhecido como sonoquímica que, basicamente, pesquisa o impacto do som e reações químicas em objetos sólidos.

Um time de jurados experts em queijos foi convocado para descobrir se os gêneros musicais surtiram algum efeito nas rodelas de Emmental. A prova final será feita no dia 15 de março do próximo ano.

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*Fonte: hypeness

Coca Cola e a Danone estão produzindo garrafas à base de plantas que se degradam em apenas um ano

O lixo plástico produzido todos os anos em todo o mundo é um dos principais responsáveis pelo grande problema ambiental envolvendo o descarte de lixo. Visando isso, a Coca-Cola e a Carlsberg, em parceria com a empresa Avantium estão produzindo uma alternativa sustentável e biodegradável para todos nós.

O novo material plástico desenvolvido é feito de açúcar de milho, trigo e beterraba e se decompõe em apenas um ano, muito menos prejudicial que os 200 anos de um plástico comum.

“Esse plástico tem credenciais de sustentabilidade muito atraentes porque não usa combustíveis fósseis e pode ser reciclado – mas também se degradaria na natureza muito mais rapidamente do que os plásticos normais”, disse o diretor executivo da Avantium, Tom Van Aken, ao The Guardian.

Em 1950, uma população global de 2,5 bilhões produzia aproximadamente 1,5 milhão de toneladas de plástico. No entanto, em 2016, uma população de mais de sete bilhões produziu mais de 320 milhões de toneladas de plástico. Espera-se que esse número continue crescendo e dobrará até 2034. Infelizmente essa realidade é crescente e constante e essa nova opção vem como uma luz para esse grande problema ambiental.

Espera-se que as bebidas nessas garrafas cheguem às prateleiras até 2023: “A inovação leva tempo e continuaremos a colaborar com os principais especialistas para superar os desafios técnicos remanescentes, assim como fizemos com o nosso Snap Pack de redução de plástico”

*Por Mariana Marques

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*Fonte: revistacarpediem

Fones de ouvido podem me deixar surdo?

O uso de fones de ouvido só aumenta com o crescimento da dependência do uso da tecnologia móvel. Fones de ouvido são muito úteis para você curtir sua música sem incomodar ninguém ou bater papo sem usar as mãos. Você também pode se isolar na sua bolha de som para se concentrar em uma atividade sem distrações sonoras. São extremamente convenientes, não há dúvida. Mas fones de ouvido são seguros para a sua audição? Você deve dar um tempo de vez em quando? Qual é a maneira mais saudável de usar os fones de ouvido?

O som causando perda da audição

O som é um método fundamental que utilizamos tanto para comunicação quanto orientação. Mas seus ouvidos são extremamente sensíveis aos sons que recebe.
As duas estruturas principais do ouvido danificadas pelo som alto

No ouvido há minúsculas estruturas que se parecem com pelinhos conhecidas como células ciliadas. Essas células são especializadas a enviar o som dos ouvidos ao cérebro para processamento. Sons muito altos podem danificar essas células para sempre e o funcionamento da transmissão do som deixa de ocorrer. Outros prejuízos podem ser causados na conexão das células ciliadas com as células nervosas. E adivinha uma causa comum disso: som muito alto.

Como saber se o som está muito alto?

Para você ter uma idéia um soprador de ou um cortador de gramas costumam gerar som a mais de 85 dB. Nesse volume sua audição pode ser danificada se a exposição durar mais de duas horas. Exposição a sons de 105 a 110 dB pode causar danos em apenas cinco minutos. Há pouca chance de sons com menos de 70 dB danifiquem a audição de maneira significativa.

Qual a potência dos fones de ouvido?

Um aspecto fundamental que você não deve esquecer é que os fones de ouvido chegam a 105-110 dB, no máximo. Por que é importante? Porque o volume máximo dos fones ultrapassa o limite em que a audição é danificada tanto em crianças quanto em adultos! Lembre-se que estes dispositivos aparentemente inócuos podem ser usados de maneira danosa para a sua saúde caso esteja exagerando no volume.

Quanto tempo é tempo demais?

O fator volume em dB não é o único prejudicial aqui; o tempo de exposição também conta, e muito. Basicamente, quanto mais alto o som maior o potencial de dano com menos tempo de exposição. Há normas trabalhistas que obrigam empresas a fornecerem protetores auriculares caso a exposição no trabalho seja maior do que 85 dB por oito horas.

Oito horas parece muito tempo! Mas fones de ouvido com som um pouco mais alto que isso alto danificam a audição em menos de uma hora e as situações em que eles são usados por tempos mais longos que esse são bem comuns, você sabe.

Como usar fones de ouvido com segurança e sem danos a sua audição

Se você estiver ouvindo o som em um volume confortável pode continuar ouvindo por tempo ilimitado. Em outros casos a duração do uso deverá ser regulada com a altura do volume do dispositivo.

A audição pode sofrer danos através da combinação entre excesso de volume com e muito tempo de exposição. Portanto essas dicas vão ser úteis para você ter uma audição saudável por mais tempo:

Fique atento ao volume e a quando tempo está ouvindo com os fones.

Depois de uso por longo tempo faça uma pausa e sempre se esforce por ouvir em um volume confortável.

Prepare-se: sempre que participar de um show, balada ou for ao estádio lotado de torcedores leve protetores auriculares. A opção mais simples é barata e feita de espuma viscoelástica que se molda quando é inserido no ouvido.

Se quiser descobrir se já sofre de qualquer perda auditiva, quiser monitorar sua audição ou tiver mais dúvidas sobre o uso de fones não deixe de consultar um otorrinolaringologista.

 

A saúde dos seus ouvidos é tão importante para você quanto complexa. Atos simples pode ajudar a proteger a longevidade da sua audição enquanto usa fones de ouvido. [Harvard Health Publishing]

*Por Marcelo Ribeiro

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*Fonte: hypescience

Pesquisa sugere que cães preferem ouvir reggae e rock leve a outros gêneros musicais

Os cães aparentemente preferem ouvir reggae e rock leve em vez de outros gêneros musicais, de acordo com pesquisadores.

A organização protetora dos animais SPCA Escocesa e a Universidade de Glasgow publicaram um estudo sugerindo que a música afeta os cachorros.

Os cientistas tocaram uma grande variedade de canções para os animais em um canil em Dumbarton, na Escócia, e perceberam mudanças psicológicas e de comportamento.

Segundo o professor Neil Evans, as mudanças mais positivas foram observadas quando eram tocados reggae e rock leve.

Mas apesar desses gêneros terem sobressaído, Evans explicou que cada cachorro tem seu próprio gosto musical.

“Em geral, a resposta para diferentes gêneros foi misturada, evidenciando a possibilidade de que, como os humanos, nossos amigos caninos têm suas próprias preferências musicais.”

Lista musical para cães

Os cachorros foram submetidos a cinco gêneros musicais: rock leve, motown, pop, reggae e clássico.

O estudo sugere que os cães passaram “significativamente mais tempo deitados e menos tempo em pé” quando música era tocada, independente do gênero.

Medindo os batimentos cardíacos dos animais, os pesquisadores disseram ter percebido uma diminuição do nível de estresse quando a música era tocada, especialmente rock leve e reggae.

A estudante de pós-graduação Amy Bowman, participante do estudo, explicou a análise.

“Nós estávamos interessados em explorar os efeitos de tocar diferentes gêneros de música”, disse. “Estava claro que as mudanças psicológicas e comportamentais observadas eram mantidas durante o teste, quando os cachorros foram expostos a uma variedade de músicas.”

Diante dos resultados, a organização de defesa dos animais SPCA Escocesa disse que agora investirá em sistemas de som para seus canis.

“Nossos centros em Glasgow e Edimburgo têm capacidade para tocar música nos canis hoje”, afirmou Gilly Mendes Ferreira, da SPCA Escocesa.

“No futuro, todos os centros serão capazes de oferecer aos nossos amigos de quatro patas uma lista de músicas aprovadas por cães. E há o objetivo de expandir essa pesquisa para outras espécies sob nossos cuidados.”

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*Fonte: bbc-brasil

O temido balanço no fim do mundo que tem vista para um enorme vulcão

Se você não foge da aventura e gosta de explorar os lugares mais inóspitos do planeta, conheça o balanço no fim do mundo, uma experiência vertiginosa e arrepiante.

Se você aproveitou bem a sua infância, com certeza se lembra de ter se divertido “voando” alto em um balanço em qualquer parque infantil. Ninguém se esquece da sensação de liberdade, do vento batendo no rosto, da adrenalina subindo, da vontade crescente de balançar cada vez mais alto, como se pudéssemos ganhar o céu.

Conforme nos tornamos adultos, os desafios crescem junto conosco e, de repente, brincar em um balanço infantil deixa de ser uma experiência tão incrível quanto era antes, no tempo em que as coisas eram mais simples.

Entretanto, existe um balanço que consegue adicionar novos elementos a esse tradicional brinquedo infantil e fazer qualquer marmanjo sentir palpitações como se tivesse seis anos de idade novamente. Trata-se do temido “Balanço do fim do mundo”, localizado nas profundezas das florestas do Equador.

La Casa Del Arbol (A Casa da Árvore) em Baños, Equador, é o lar do que é comumente chamado de O Balanço no Fim do Mundo. Sua localização única, 2.600 metros acima do nível do mar, oferece aos visitantes uma vista bonita e aterradora do vulcão Tungurahua. Com apenas um cinto de segurança solitário para prendê-lo, o balanço faz arcos para o ar sobre o canyon. Embora possa parecer que paira sobre um penhasco, o balanço realmente paira sobre uma encosta íngreme.

De qualquer forma, cair provavelmente significaria perder a vida instantaneamente, mas isso não impede que os aventureiros se arrisquem no final do mundo. E provavelmente vale a pena, porque a adrenalina, a sensação de liberdade e as incríveis vistas circundantes devem ser únicas.

Embora o balanço costumava ser completamente não monitorado, hoje existem guias para ajudá-lo a apertar e empurrar enquanto balança – e tirar uma foto, é claro.

Além do balanço, La Casa Del Arbol é um ótimo lugar para caminhar e apreciar a vista, mesmo para quem não tem a intenção de se arriscar no famoso balanço.

E você, teria coragem de se balançar no fim do mundo?

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*Fonte: contioutra

Dalai Lama estreia no topo da Billboard com seu primeiro álbum

Sabe quem acaba de fazer uma estreia bombástica no mundo da música colocando seu primeiro trabalho já no topo da Billboard? Dalai Lama.

Pois é, colegas! O recém-lançado disco do líder espiritual, Inner World, que saiu em 6 de julho, dia de seu aniversário, está no primeiro lugar da parada New Age Albums.

Além disso, Dalai Lama também tem nesta semana a oitava posição do ranking World Albums e a 98º do Album Sales. Isso tudo porque, entre vendas físicas, digitais e execuções nos serviços de streaming, bateu dois mil plays nos primeiros sete dias do material disponível.

Dalai Lama

O disco de Dalai Lama combina os mantras e ensinamentos do líder espiritual budista através de falas e algumas canções, e foi gravado em parceria com os músicos neozelandeses Junelle e Abraham Kunin.

Aliás, foi de Junelle a ideia de colocar Dalai Lama em um estúdio e gravar o material. “Ele estava tão empolgado!”, revelou sobre o processo de produção.

Ele realmente me explicou como a música é importante e como pode ajudar as pessoas de uma maneira que ele não pode, transcendendo as diferenças e retornando à sua verdadeira natureza e bom coração.

Você pode ouvir o primeiro álbum de Dalai Lama, Inner World, número um na Billboard, logo abaixo:

*Por Felipe Tellis

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Estudo revela: beber meio litro de cerveja por semana ajuda na memória

De acordo com pesquisadores dos EUA e da China, o consumo moderado de cerveja ajudaria a melhorar nossas propriedades cognitivas, que seriam ainda maiores do que as de quem não bebe. E agora? Como faz?

Desde tempos muito antigos foi nos passado de que o consumo da cerveja pode ser prejudicial, que beber é algo muito ruim e que a ressaca no dia seguinte não faz valer a pena… todas essas coisas podem ser verdade mas, no entanto, a cerveja ainda parece ser a bebida predileta de grande parte do mundo.

E embora todos saibamos que a cerveja dá aquela animada nas festas, também já foi mostrado por vários estudos que ela traz vários benefícios para o nosso corpo.

No mais recente, um grupo de pesquisadores dos EUA e da China apontou, através de um documento publicado no site da Jama Network, que consumir meio litro de cerveja por semana ajuda a melhorar as funções cognitivas relacionadas à memória. Ou seja, ela te ajuda a preservar uma boa memória.

Com base no HRS – um estudo com cerca de 20.000 pessoas de meia-idade e idosos nos Estados Unidos -, concluiu-se que o consumo MODERADO de álcool estava associado a uma melhor função cognitiva geral e também no nível individual em termos de memória das palavras, estado mental e até vocabulário.

Além disso, em comparação às pessoas que não bebiam semanalmente ou bebedores de ocasião, houve menos declínio cognitivo em todos os domínios estudados, o que está de acordo com estudos anteriores realizados sobre o assunto.

Obviamente, devemos levar em conta um detalhe importante: estamos falando de beber moderadamente, e não de pessoas que bebem sem filtro.

É muito importante que este estudo seja interpretado e entendido da maneira correta e saudável – e lembrando que apenas um estudo, então pesquise mais sobre o assunto.

De qualquer forma, um pequeno copo de cerveja antes do almoço ajuda a pensar melhor. Pelo menos é o que diz numa certa música que ouvi outra dia, e agora o estudo corrobora essa vontade!

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*Fonte: asomadetodososafetos