Vivendo um ano no espaço – Documentário

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“Em 20 anos ninguém mais terá carros” – afirma lendário executivo automotivo

Bob Lutz, ex-vice-presidente e chefe de desenvolvimento de produtos da General Motors, afirmou para o portal Automotive News que “estamos nos aproximando do fim da era automotiva”.

As manchetes de tecnologia parecem corroborar sua previsão: enquanto o meio ambiente implora pela extinção do combustível e as estradas ficam cada vez mais lotadas e impossíveis de se trafegar, soluções como o Hyperloop, capazes de levar muitas pessoas de um lugar para o outro de forma mais rápida, segura e ecológica, despontam como o futuro mais provável.

 

A entrevista com Lutz fez parte de uma série jornalística chamada “Redesigning the Industry”, que explora o futuro desse negócio em plena mudança.

Lutz também ocupou cargos executivos importantes em empresas como a Ford, Chrysler, BMW e Opel. Ou seja, estamos diante da opinião de alguém que certamente entende do que está falando.

As grandes mudanças

Por centenas de anos, o cavalo foi o principal meio de transporte dos seres humanos. Nos últimos 120 anos, o automóvel tem sido.

Agora, estamos nos aproximando do final da linha para o automóvel, de acordo com Lutz.
O futuro? Módulos de transporte automáticos e padronizados.

 

Uber e concorrentes

“O estado final será o módulo totalmente autônomo sem capacidade para que o motorista exerça comando. Você vai convocá-lo, ele chegará à sua localização, você entrará, informará seu destino e navegará pela estrada. Na rodovia, ele se fundirá perfeitamente em um fluxo de outros módulos que viajam a 200, 240 km/h. A velocidade não importa. Você tem uma mistura de transporte ferroviário com transporte individual”, escreveu Lutz para o Automotive News.

Esses módulos funcionarão como um misto de transporte público rápido e táxi: você viajará sozinho, será cobrado pelo serviço quando chegar ao seu destino, e o modulo poderá seguir com outro passageiro.

A maioria desses módulos padronizados serão inclusive de propriedade dos Ubers e Lyfts da vida, argumenta Lutz. Uma minoria de indivíduos poderá optar por ter módulos personalizados, pela conveniência, mas isso provavelmente será algo restrito.

Os veículos, no entanto, certamente não serão conduzidos por humanos, porque em 15 a 20 anos, tal situação será proibida.

 

Carros autônomos ou sem motorista: a norma

Lutz aposta que o ponto de inflexão ocorrerá quando 20 a 30% dos veículos circulando na estrada forem totalmente autônomos, como o Google Driverless Car.

Os governos analisarão as estatísticas de acidentes e descobrirão que os motoristas humanos estão causando 99,9% deles. Logo, proibirão carros que precisam de motorista de circularem nas estradas.

Claro, haverá um período de transição. O executivo crê que cerca de cinco anos serão oferecidos pela legislação para que as pessoas tirem seus carros de circulação, vendendo-os para ferros-velhos ou trocando-os por módulos personalizados.

Mas e se o público não aceitar carros autônomos?

Lutz também argumenta que não precisamos de aceitação pública de veículos autônomos para eles se tornarem a norma, em caso de você estar pensando que carros sem motorista não vão ficar populares em tão pouco tempo por conta do medo das pessoas.

“Tudo o que precisamos é a aceitação pelas grandes frotas: Uber, Lyft, FedEx, UPS, o Serviço Postal dos EUA, empresas de serviços públicos, serviços de entrega”, disse.

Por exemplo, você faz uma compra em uma grande empresa como a Amazon, e recebe a entrega em módulos automáticos que nem sequer possuem o logotipo de marcas automotivas famosas, como Chevrolet, Ford ou Toyota. Na verdade, pertencem a Uber ou Lyft ou outra empresa competindo no mercado.

Logo, o público vai entender que este é o futuro, que é seguro e que funciona.

Outras mudanças

Lutz também fez outras previsões, como a de que empresas de transporte poderão solicitar módulos de vários tamanhos, sejam eles pequenos, médios ou grandes. Apesar disso, o desempenho será o mesmo para todos, porque ninguém vai passar ninguém na estrada. Esse é o sinal da morte para empresas como BMW, Mercedes-Benz e Audi, porque esse tipo de performance não vai importar mais.

Em cada veículo, você poderá solicitar diferentes níveis de equipamento, desde módulos básicos a módulos de luxo que incluem geladeira, TV e computador com conectividade. Não há limites para o que se pode incluir nos módulos, porque beber ou escrever mensagens de texto enquanto viaja não será mais um problema.

A importância do design também será minimizada, porque os módulos de alta velocidade precisam ser achatados nas duas extremidades.

O futuro das concessionárias

Tudo isso também implica, necessariamente, no desaparecimento do varejo automotivo como o conhecemos.

Os vendedores de carros continuarão a existir como um negócio marginal, como os vendedores de cavalos hoje, para pessoas que querem módulos personalizados ou que compram reproduções vintages de carros como Ferraris.

O esporte automotivo sobreviverá, apenas não nas rodovias públicas. Vai ser provavelmente uma coisa elitista, embora possam existir estradas públicas, como quadras esportivas públicas, nas quais você poderá se divertir por algumas horas.

“Como criadores de cavalo de corrida, haverá fabricantes de carros de corrida e carros esportivos e veículos off-road. Mas será uma indústria artesanal”, opina Lutz.

Em resumo, todo o grande mercado do automóvel, das oficinas mecânicas, das concessionárias e da mídia automotiva chegará ao fim em 20 anos.
A sobrevivência das montadoras

As montadoras de hoje só vão sobreviver se conseguirem se adaptar a esse novo mercado.

Lutz afirma que a General Motors está fazendo as escolhas certas, apostando em funções automáticas, para resistir quando a transição ocorrer.

“Penso que todo mundo vê [a mudança] chegando, mas ninguém quer falar sobre isso. Eles sabem que estarão bem por alguns anos, se continuarem a fornecer tecnologia superior, design superior e um bom software para a condução autônoma. Assim, por um tempo, a ‘ideia autônoma’ será capturada pelas empresas automobilísticas. Mas então isso vai se transformar, e o ‘valor’ será capturado pelas grandes frotas. Essa transição estará amplamente completa em 20 anos”, conclui Lutz. [AutoNews]

 

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*Fonte: hypescience

Esta inacreditável ovelha reconhece rostos por simples fotos

Caso você ainda não tivesse certeza, um novo estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, veio para confirmar o que todos nós já esperávamos: que as ovelhas são muito legais.

Os cientistas já sabiam que elas eram inteligentes e podiam reconhecer os rostos de outras coleguinhas ovelhas, bem como de seus cuidadores humanos.

Agora, a pesquisa mostrou também que as ovelhas podem aprender a identificar humanos desconhecidos que elas nunca encontraram antes, apenas olhando suas fotos.

O estudo

Para o estudo, oito ovelhas foram treinadas para reconhecer os rostos de famosos como Barack Obama, Emma Watson, Jake Gyllenhaal e Fiona Bruce.

Os cientistas usaram comida para recompensar os animais por escolher a foto, em vez de um espaço em branco ou um objeto inanimado.

Mais tarde, quando as fotos de celebridades foram colocadas ao lado de fotos de outros rostos, as ovelhas reconheceram o rosto que já haviam visto 8 vezes em cada 10.

Quando as mesmas fotos de celebridades foram mostradas em outro ângulo, as ovelhas ainda se saíram muito bem, com seu desempenho caindo apenas cerca de 15%, o mesmo esperado em seres humanos.

Ou seja, os animais puderam essencialmente combinar uma imagem 2D com uma pessoa 3D e detectar mudanças em perspectiva. “Nós mostramos que as ovelhas têm habilidades avançadas de reconhecimento facial, comparáveis com as de humanos e macacos”, afirmou a principal pesquisadora do estudo, Jenny Morton, da Universidade de Cambridge.

Sem treinamento

Em alguns testes, uma das fotos mostrada foi de um dos cuidadores das ovelhas. Neste caso, os animais foram para o rosto familiar 7 vezes em 10, sem qualquer treinamento prévio, embora muitas vezes tenham hesitado um pouco antes.

“Nós sabíamos que as ovelhas podiam reconhecer seus cuidadores, mas ainda ficamos impressionados com isso”, disse Morton ao jornal The Guardian. “O reconhecimento facial é um processo sofisticado, mas elas têm grandes cérebros, elas veem outras ovelhas, e usam esse processamento para se reconhecer”.

Aplicações

As ovelhas não são apenas animais com cérebros grandes, mas também com uma natureza social e longas vidas. Assim, são um bom modelo para estudos sobre aprendizado e doenças neurológicas. Por exemplo, os pesquisadores analisam como a doença de Huntington interrompe o processamento normal do cérebro em humanos, a partir de ovelhas com a mesma mutação.

Como o reconhecimento do rosto envolve várias partes diferentes do cérebro, o monitoramento desse talento de detecção – quando ele está no auge ou quando declina – pode nos dar pistas para detectar os primeiros sinais de doenças cerebrais.

No caso da doença de Huntington, para a qual não há cura conhecida, os afetados têm dificuldade em reconhecer emoções faciais, gerenciar o humor e lembrar eventos. Este estudo, publicado na revista Royal Society Open Science, pode ajudar os cientistas a entender como a condição se desenvolve e como preveni-la.

Parte do processo de pesquisa é entender as habilidades cognitivas das ovelhas em geral, também. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

Por que sentimos que o tempo passa mais rápido conforme envelhecemos?

Já estamos em novembro e você provavelmente já se deu conta que este ano passou mais rápido que os demais, não é verdade? Você inclusive comentou com algum amigo, que concordou com uma frase como: “o tempo está voando!”.

A verdade é que você não está louco, a aceleração da percepção do tempo é um fenômeno que tem explicação científica. De acordo com uma pesquisa realizada por cientistas, a sensação de que o tempo está acelerando ao longo dos anos é real: enquanto vivemos mais, paradoxalmente, sentimos que vivemos menos.

Em um experimento, foi solicitado a ajuda de pessoas de 16 e 80 anos. Sem temporizadores próximos, os participantes foram convidados a indicar quando um minuto havia passado. O mais jovens fizeram isso com maior precisão, enquanto os mais velhos sentiram que o tempo passou mais rápido.

Não é que as coisas sejam vistas em alta velocidade, mas em perspectiva – isto é, visto que um evento ocorreu há muito tempo – é percebido como um tempo muito curto, ao contrário de como foi percebido anos antes.

Uma teoria é sobre o armazenamento de memória. Por conta da quantidade de memórias que são adicionadas ao cérebro, resultado da experiência, há uma maior velocidade de memórias. Esse fenômeno acontece devido ao fato de que, com a passagem da idade, estamos perdendo o sentido do romance. Nada nos surpreende, tudo nos é apresentado como um desfile de coisas já conhecidas.

Por outro lado, o neurocientista David Eagleman diz que esse fenômeno se deve ao fato de que ao longo do tempo, nosso cérebro gasta menos energia para processar experiências. Quando a experiência é nova, nosso cérebro gasta mais energia e produz a sensação de que demora mais tempo. O cérebro se esforça para colocar toda a atenção possível para aprender novos conhecimentos e é assim que o tempo passa devagar. No entanto, quando você passa pela mesma situação novamente, a memória ignora milhares de detalhes e o tempo passa mais rápido.

Portanto, ao longo dos anos, os dias e os meses parecem passar com mais velocidade. Mas, calma, porque tudo ainda está sob controle!

 

 

 

 

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*Fonte:

Instinto animal

Quem já não se deparou com uma coincidência incrível, daquelas que fazem a gente pensar se há alguma razão sobrenatural para aquilo ter acontecido? Algo como você ligar para um amigo e ouvir que ele estava pensando em ligar para você naquele momento, ou encontrar com uma pessoa que você não via há muito tempo bem no dia em que sonhou com ela. Para o biólogo inglês Rupert Sheldrake, essas ocasiões são mais que simples acasos. Ele defende que acontecimentos como esses ocorrem nos raros momentos em que nos conectamos a uma forma de consciência primitiva, que o processo civilizatório calou há muito tempo. Para Sheldrake, a forma mais fácil de comprovar a existência dessa outra inteligência é observar os animais, que ainda dominam e utilizam cotidianamente esse sexto sentido.

Antes de entrar nas teorias de Sheldrake, é bom apresentá-lo. Para grande parte dos cientistas suas idéias não passam de esoterismo. Mas o biólogo tem credenciais cunhadas nas casas mais nobres da ciência. Formado em Ciências Naturais pela Universidade de Cambridge e em Filosofia pela Universidade de Harvard, Sheldrake tem ainda o título de PhD em Bioquímica (também de Cambridge). Mas, decididamente, ele não segue os passos de seus mestres. Seus livros levam a sério temas banidos da academia, como fenômenos “paranormais” e espiritualidade. Para ter uma idéia do tipo de crítica que suas idéias geram, basta dizer que John Madox, ex-editor da revista Nature, propôs que os livros de Sheldrake deveriam ser sumariamente queimados. “Ele merece ser condenado pela exata mesma razão que o papa condenou Galileu: como um herege”.

Para acirrar ainda mais a controvérsia, Sheldrake critica abertamente alguns dos pilares do método científico, como a necessidade de ambientes controlados para reduzir o número de variáveis em um experimento e a validação de um resultado somente se ele puder ser repetido nas mesmas condições. Para Sheldrake, isso gera um artificialismo que desmerece os resultados. “Essa visão”, diz o controverso cientista, “data do século XVII e deriva da teoria de René Descartes de que o Universo é uma máquina. Animais e plantas são vistos como autômatos programados. A natureza precisa ser encarada de forma menos mecanicista e utilitária”, afirma.

Foi com base nessas premissas que o biólogo pesquisou e escreveu o livro Cães Sabem Quando seus Donos Estão Chegando. O livro, um best-seller, é uma compilação de casos – alguns acompanhados mais de perto e outros mais à distância – de animais de estimação que demonstram poderes maiores do que a ciência tradicional seria capaz de admitir.

Seguindo sua linha polêmica, Sheldrake defende que animais têm habilidades que nós, humanos, perdemos. Por isso, têm muito a nos ensinar.

Para pesquisar os casos citados no livro, Sheldrake seguiu três passos. Primeiro, ele e sua equipe entrevistaram pessoas que têm experiência em lidar com animais: treinadores, veterinários, cegos com seus cães-guia, tratadores de zôos, proprietários de canis e gente que trabalha com cavalos. O segundo passo foi espalhar aleatoriamente questionários sobre comportamento animal em residências que possuíam animais de estimação nos Estados Unidos e nos países britânicos. Por fim, alguns casos foram separados para um estudo monitorado. O resultado é um apanhado de casos documentados que surpreende os mais céticos. Como o do cão Jaytee.

Cães que sabem

Jaytee foi adotado por uma secretária de Manchester, Inglaterra, chamada Pamela Smart. Os pais de Pamela percebiam que, meia hora antes de a filha voltar do trabalho para casa, Jaytee se postava em frente à porta de entrada e esperava por ela. Como ele sabia que ela estava chegando? Curiosa com o fato, Pamela entrou em contato com Rupert Sheldrake e se propôs a colaborar com sua pesquisa. Durante 100 dias, ela e seus pais mantiveram um diário duplo anotando detalhes das rotinas de Pam e do animal. Sob a orientação de Sheldrake, Pamela começou a inserir algumas variáveis em seu comportamento para testar a capacidade de Jaytee de antecipar sua chegada. Seria o cheiro? Dificilmente: a dona estava entre seis e 60 quilômetros de casa. Como sentir qualquer cheiro a essa distância no caos urbano? Será que o mascote reconhecia o motor do carro? Tampouco. Pamela começou a voltar para casa de táxi, de bicicleta ou a pé e o cão continuou antecipando sua chegada. Seria a rotina? Também não, pois variações aleatórias de horário não mudaram em nada o fenômeno.

Por fim, Sheldrake utilizou duas câmeras, com os cronômetros sincronizados, para registrar o comportamento de Jaytee e os movimentos de Pamela. Nada menos que 120 fitas foram registradas e analisadas. E revelaram algo ainda mais intrigante. Jaytee não ia para a porta esperar a dona no momento em que ela partia do trabalho, mas no momento em que ela decidia partir. Era como se lesse seus pensamentos. Submetidos ao crivo de outros cientistas, os dados foram considerados insuficientes e passíveis de erro, mas Sheldrake insiste: cães têm poderes extra-sensoriais. E não são só eles: gatos, papagaios, galinhas, gansos, répteis, peixes, macacos, cavalos e ovelhas também os possuem.

Animais que curam

Rupert Sheldrake afirma que, nos templos de cura da Grécia antiga, cães eram tratados como co-terapeutas. A mais importante divindade de cura entre os gregos, Asklépios, costumava manifestar-se por meio de “cães sagrados”. Segundo Sheldrake, até Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, era acompanhado por sua cadela, uma chow, que não era apenas uma companhia ou um animal de estimação, mas parte do processo a que ele submetia os pacientes. Freud acreditava em uma “cura pelo animal de estimação”, nas suas palavras. E, curiosamente, era o animal que avisava quando a sessão tinha terminado.

Sheldrake indica no livro uma série de trabalhos acadêmicos realizados em hospitais e clínicas demonstrando que pacientes que possuem animais de estimação se sentem menos sós, ansiosos e deprimidos. E o bem-estar emocional é um grande aliado de médicos na recuperação de pacientes, porque melhora a resposta imunológica, entre outros benefícios. Segundo o autor, essa interação acontece não por mágica, mas porque animais de estimação oferecem o que poucos humanos são capazes de oferecer: amor incondicional.

Mas o benefício da ligação entre o dono e o animal transcende o mero companheirismo. Segundo o biólogo, os animais cuidam de seus donos, conhecem suas doenças e os ajudam a se tratar, de forma deliberada, como mostram os relatos apresentados em seu livro. Uma mulher do norte da Inglaterra conta que, numa noite de profunda depressão, resolveu se matar tomando uma overdose de calmantes. Seu spaniel chamado William pela primeira e única vez em 15 anos de fidelidade total se colocou agressivamente entre ela e o vidro de remédio, rosnando com fúria e mostrando os dentes. Ela desistiu do suicídio e o cão voltou à mansidão habitual.

Christine Murray, que mora numa cidadezinha perto de Washington, capital dos Estados Unidos, tem uma mestiça de pitbull e beagle chamada Annie. Cerca de duas vezes por semana, Annie pula no colo de Christine e começa a lamber seu rosto furiosamente. Imediatamente, Annie pára o que estiver fazendo e se acomoda no chão. Em poucos minutos, tem um ataque epilético. A cadela não falha. Ela parece saber que a dona vai ter um ataque e a avisa. Há o caso também de uma epilética alemã de Hamburgo que possui um casal de vira-latas. Quando o ataque começa, os dois estão sempre por perto, e um deles tenta se colocar entre a doente e o chão, para amortecer-lhe a queda.

Senso de direção

Desde a década de 1930 o alemão Bastian Schmidt realiza detalhados estudos sobre orientação animal. Ele foi um pioneiro em testar teorias ao abandonar cães em lugares desconhecidos e observar seu comportamento. A observação mais importante colhida por Schmidt foi a de que nos primeiros cinco a 25 minutos o animal não “farejava” o caminho de volta. Ele levantava a cabeça, observava os arredores, como que estabelecendo sua localização. Em seguida, o cão simplesmente sabia a direção de casa – e seguia para lá.

Sheldrake não podia deixar de testar esse poder. O biólogo conheceu, em Leicester, uma collie-de-fronteira mestiça chamada Pepsi que tinha um estranho costume: fugia de casa e reaparecia na residência de algum parente ou amigo do seu dono. No verão de 1996, Rupert Sheldrake instalou um receptor GPS (o sistema de posicionamento global) na coleira de Pepsi e a largou a 3 quilômetros de casa, às 4h55 da madrugada. Às 9 horas da manhã a cadelinha foi achada curtindo um sol tranqüilamente na casa da irmã do seu dono. Cada um de seus movimentos foi registrado pelo GPS. Com a ajuda de um mapa da cidade, Sheldrake descobriu que, assim que foi largada, Pepsi procurou a casa mais próxima conhecida, depois foi para a seguinte e assim por diante. Em pouco menos de quatro horas, já havia passado por 17 lugares guardados em sua memória. Seguindo seu padrão de comportamento, logo ela estaria em casa, pronta para uma nova aventura.

Como animais se guiam? Pelas estrelas, por campos magnéticos? Sheldrake considera essas teorias mecanicistas e ultrapassadas. Cita vários casos de cães que descobriram o túmulo de seus donos sem nem sequer testemunhar a morte deles. E conta a epopéia de Prince, um Irish Terrier que, durante a Primeira Guerra Mundial, saiu de Londres para encontrar seu dono no caos das trincheiras da França (e se tornou uma espécie de mascote das forças britânicas). O que estrelas e campos magnéticos têm a ver com isso?

Telepatia

Rupert Sheldrake afirma que essa ligação entre homens e cães se deve ao longo tempo de convivência entre as duas espécies, que já dura 100 000 anos, quando os primeiros cachorros foram domesticados. Graças a essa conexão, os animais “lêem os pensamentos das pessoas”. Eles parecem sentir quando seus donos precisam de ajuda ou de apoio emocional. Algumas dessas manifestações se revelam em pequenos atos cotidianos. Gatos que desaparecem no dia de ir ao veterinário. Cães que tremem na hora de uma consulta, mesmo que seus donos simulem tratar-se de um simples “passeio”.

Rupert Sheldrake coletou mais de 1 500 casos de supostos contatos telepáticos entre homens e animais. Histórias como a do gato Godzilla, que vive com o relações-públicas David White, em Oxford. Por obrigação profissional, White viaja muito por lugares tão diferentes quanto a África do Norte, o Oriente Médio e a Europa continental. Não importa de onde ou quando David White ligava, Godzilla subia à mesa e ficava ao lado do telefone antes que ele fosse atendido. Mas só nas ligações do dono. Todas as outras eram desprezadas pelo gato. Isso foi testado em várias condições e variações, e Godzilla não falhava. Se o dono liga, ele parece saber. Um caso semelhante ocorre com o cão Jack, de Gloucester: ele também só fica ao lado do telefone quando seu dono liga. Com um detalhe: Jack se manifesta uns dez minutos antes de a ligação acontecer.

A explicação, afinal

Sheldrake é o primeiro a esfriar os ânimos de seus leitores que procuram explicações para esses fenômenos. “Não existe uma conclusão para explicar tudo isso”, diz ele. O que há são hipóteses. E a hipótese do biólogo baseia-se em uma controversa proposição: a teoria dos “campos mórficos”. Segundo Sheldrake, os corpos têm uma espécie de extensão invisível e indetectável, que determina sua forma e seu comportamento. São os campos mórficos. A teoria não pára por aí. Esses campos, diz ele, atravessam o tempo – conectando as coisas entre si – e o espaço – conectando os corpos com outros corpos existentes no passado e no futuro, em um processo chamado ressonância mórfica. “O campo mórfico é um campo estendido no tempo-espaço, assim como o campo gravitacional do sistema solar não está meramente dentro do Sol e dos planetas, mas contém todos eles e coordena seus movimentos”, diz.

A idéia básica é a de que todo ser possui uma marca própria, que se estende não apenas ao seu próprio organismo, mas a tudo com o que esse ser convive. E essa ligação se torna mais forte à medida que essa convivência se repete.

Segundo Sheldrake, a origem do campo mórfico pode estar em um fenômeno que inquietou Albert Einstein, chamado de não-localidade quântica, e que foi confirmado por experiências realizadas na década de 80. Nos experimentos, comprovou-se que duas partículas de luz, ou elétrons, emitidas pelo mesmo átomo continuam de certa forma ligadas entre si, mesmo separadas por uma grande distância. De tal forma que, quando os cientistas mediam alguma característica de uma das partículas, a outra imediatamente modificava a mesma característica.

Os campos mórficos explicam muitos mistérios que desafiam a ciência, como a morfogênese, ou seja, o desenvolvimento da forma e da estrutura de um organismo. Enquanto os biólogos continuam procurando a chave que faz uma perna desenvolver-se como uma perna e não como uma antena, Sheldrake já tem sua resposta. Como uma semente de cenoura se transforma em uma cenoura? Resposta: seu campo mórfico conecta a semente às cenouras passadas, que a precederam, e faz com que ela se desenvolva como uma cenoura. Esse não seria o papel dos genes? Em parte. Os genes seriam apenas um sintonizador de campos mórficos. Como o seletor de canais de uma televisão, o DNA conecta um ser ao seu respectivo campo mórfico. Por esse mesmo raciocínio, admite-se que um jogo de palavras cruzadas impresso em um exemplar de um jornal matutino fica mais fácil de resolver à medida que o dia passa, porque a ressonância mórfica emitida pelas pessoas que o resolveram facilita a tarefa.

Bem, e onde entram os animais? Em termos muito simplificados, esses campos mórficos formam ligações entre seres (e entre seres e objetos) invisíveis aos olhos e ao conhecimento. É como um campo magnético – que nada representa para nós se não tivermos uma bússola. Segundo essa teoria, animais criam campos mórficos com seus donos e sabem como utilizá-los na prática. O gato que sabe que o telefonema é do seu dono está apenas usando seus “sensores de campos mórficos”.

Quando um animal “adivinha” a hora exata em que seu dono vai chegar, estaria usando um recurso de inteligência que nós perdemos. Quando um cachorro quer voltar para casa, ele apenas localiza a extensão do seu campo mórfico e vai em frente. O mesmo princípio vale para o cãozinho Prince, que, de algum jeito, cruzou o Canal da Mancha para reencontrar seu dono no inferno das trincheiras.

Sheldrake acha que sua teoria faz parte de uma evolução natural do conhecimento. “Descartes acreditava que o único tipo de mente era a consciente. Então, Freud reinventou o inconsciente. Daí Jung disse que não existe apenas um inconsciente pessoal, mas um inconsciente coletivo. A ressonância mórfica nos mostra que nossas próprias almas estão conectadas com as almas dos outros e ligadas ao mundo que nos cerca.”

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*Fonte: superinteressante

4 Dicas para Melhorar a Memória e Hábitos de Estudo

A maioria de nós tem dificuldade para armazenar e recuperar a informação da nossa memória de longo prazo. Como você resolve este problema? Como você pode melhorar seus hábitos de estudo?

Bem, aqui estão algumas dicas para fortalecer sua memória e melhorar seus hábitos de estudo.

 

1. Depois de ler um parágrafo, tente resumir as informações recebidas a partir dele, e faça uma pergunta.

Ler sobre um tema que você pode não saber nada sobre é difícil. Portanto, a fim de reter a informação, depois de ler um parágrafo, repita-o em voz alta, ou escreva um resumo das informações que você recebeu. Isso vai deixar você saber se o que você leu foi processado em sua cabeça. E para dar um passo adiante, uma dica útil seria fazer uma pergunta sobre o parágrafo. Fazer uma pergunta vai ajudar você a realmente cavar o tema e tornar-se interessado no que você está aprendendo. Se você gosta do que você está aprendendo, isso se tornará mais fácil de lembrar.

 

2. Faça associações de novas informações com o que você já sabe.

Quanto mais conexões você faz com a informação, melhor você vai se lembrar. Assim, enquanto estuda, tente fazer conexões mentais. Além disso, mnemônicos tem sido técnicas comprovadas para ajudá-lo a armazenar e recuperar informações.

 

3. Despedaçar e organizar as informações.

A razão pela qual somos capazes de lembrar de números de telefone é porque eles são divididos em grupos de dígitos por traços. Se você olhar para a informação que você está estudando da mesma forma, você será capaz de se lembrar também. Tome as suas leituras e notas, e divida em “pedaços” ou pequenas quantidades de informações para memorizá-las. Organize a informação em grupos ou subtópicos. Sua mente provavelmente irá se lembrar da informação se ele é colocada em um padrão organizado.

 

E por último, mas não menos importante (a sério, este é o mais importante)

4. Não estudar no último minuto!

Passar a noite antes da prova estudando não é a melhor ideia. Você precisa passar algum tempo com o material e testar seu conhecimento. Você não pode esperar se lembrar de montes de informações que você só viu na noite anterior à prova. Portanto, você deve passar alguns dias antes da prova estudando os grupos de informações.

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*Fonte:

Curta-metragem sci-fi foi gerado aleatoriamente por um computador

O vídeo abaixo, um curta-metragem de ficção científica chamado “Fraktaal”, mostra o que parecem ser mundos alienígenas.
Como a animação possui muitos detalhes complexos e intrincados, é fácil imaginar que quem quer que seja que criou este curta provavelmente passou muitas semanas debruçado sobre o projeto.
Mas não foi assim. O artista Julius Horsthuis inventou e animou “Fraktaal” usando um software 3D.

Aleatório

O autonomeado “animador preguiçoso” se baseou em padrões matemáticos complicados para gerar automaticamente as cidades aliens visitadas em seu curta.Julius já usou fractais em animações antes, mas, neste filme em particular, é fácil esquecer que estamos na verdade observando os resultados de algoritmos cuspindo dados aleatórios.

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*Fonte:  hypescience

A “Teoria da Felicidade” que Albert Einstein escreveu de próprio punho

São duas frases super sucintas, porém cheias de significado!

A história é tão curiosa quanto genial. Einstein estava em Tóquio e tinha acabado de receber a visita de um mensageiro. Assim que lhe foi entregue o comunicado, o físico se dispôs a dar uma gorjeta ao portador, mas, como não tinha moedas no seu bolso (ou, pelo menos, é o que se acredita), ele lhe entregou uma nota escrita de próprio punha na qual detalhava de forma sucinta sua teoria para alcançar uma vida feliz. Hoje, 95 anos depois, o manuscrito ganhou conhecimento público.

O fato ocorreu em 1922, quando o maior físico de todos os tempos realizava uma turnê pelo Japão, palestrando em várias conferências. Na época, corria o boato de que ele seria homenageado com o Prêmio Nobel – um segredo guardado a sete chaves. Ao hotel em que o alemão estava hospedado chegou um mensageiro que, após deixar o recado, teria se recusado a receber gorjeta ou simplesmente não ganhou nenhuma compensação monetária por falta de trocado nos bolsos de Einstein.

Seja como for, a verdade é que Einstein não deixou que o homem saísse com as mãos vazias. De acordo com um familiar do mensageiro, proprietário atual dos manuscritos, o cientista escreveu duas notas à mão, com as quais retribuiu ao homem pelos seus serviços. “Talvez, se você tiver sorte, essas notas acabarão sendo muito mais valiosas que uma simples gorjeta”, Einstein disse ao mensageiro.

Em uma das notas, escritas em um papel timbrado do Imperial Hotel Tokyo, o cientista escreveu que “uma vida simples e tranquila traz mais alegria que a busca pelo sucesso em uma inquietação constante”. A outra nota, escrita em uma folha simples, afirma que “onde há um desejo, há um caminho”. Biógrafos de Einstein afirmam que não é possível saber se o físico se baseou em reflexões sobre sua própria fama.

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*Fonte: history

A geração de pessoas que se sabotam emocionalmente

Aí você conhece uma pessoa que parece incrível. Vocês conversam sobre tudo, fazem todos os passeios imagináveis, viram madrugadas em confissões e gargalhadas e têm uma química nunca antes vista na história da humanidade. Tudo parece perfeito, até que aquela pessoa começa a sumir, deixando você sem entender o que aconteceu. Você tenta respeitar o espaço, deixa a pessoa respirar, até que um dia, por não entender o que teria acontecido de errado, você chega com a pessoa e pergunta o que houve. E aí ela diz que não tem como continuar porque não quer se envolver.

Você fica sem entender o que aconteceu, vai investigando, até que a pessoa diz ou que teve um/uma ex que deixou traumas ou que gosta muito de um outro alguém, mas esse alguém não sente o mesmo por ela.

Nessa hora, você pode se sentir como se não fosse uma pessoa boa o suficiente para fazer com que esse alguém que você gosta deixe para trás os traumas e o passado. Você pode sentir um forte sentimento de rejeição, capaz de abalar até a mais inabalável das seguranças. Mas de uma coisa você precisa ter a mais absoluta certeza: tudo isso não é problema seu. Você não tem culpa se a pessoa que você gosta é uma das milhares de pessoas que se sabotam.

Se o outro prefere ficar se sabotando, é problema dele. Se ele não quer se permitir viver uma experiência que seria completamente diferente de tudo o que ele já viveu antes, é problema dele. Você não tem nenhuma culpa ou responsabilidade pelas escolhas das outras pessoas, independentemente de quais sejam elas.

Infelizmente, vivemos em uma geração de pessoas covardes, que se envolvem, mas depois ficam afastando os envolvimentos porque preferem ficar se escondendo atrás dos seus traumas. Eu já fiz isso, você também já deve ter feito. E sabe por que tanta gente faz isso? Porque é mais fácil ficar em uma zona de conforto de auto-piedade, reclamando que os traumas deixaram marcas ou dizendo “Ninguém me ama, ninguém me quer”. Mas tudo isso não é problema seu, amig@: é problema da pessoa. É problema dela se ela só se permite se apegar a sentimentos tão pequenos de mágoa, rancor, egoísmo e pena de si mesma.

Todos nós somos imperfeitos, mas nem as suas piores imperfeições justificam que alguém faça isso com você: se envolva, te trate como se fosse ser algo para valer e depois decida ir embora sem dar explicações. Mas, se essa pessoa quer sair da sua vida, deixe que ela vá embora. Você não merece alguém tão covarde.

Do outro lado da mesa

Agora, se você que está aí do outro lado se identifica com o perfil do covarde, pense no que você está fazendo com a sua própria vida. As pessoas são diferentes. O trauma que você teve com uma não necessariamente vai se repetir com outra. Cada um é de um jeito, e, consequentemente, as experiências que você terá com cada pessoa serão diferentes. Pense em todas as pessoas legais que você deixou passar pela sua vida por esse medo de se envolver. Até quando você vai ficar se sabotando por puro medo?

Eu sei que ninguém está dentro de você para saber o que você está sentindo. Ninguém está aí dentro para saber o quanto aquela rejeição te doeu e você tem todo o direito de sofrer o quanto achar que tem que sofrer. Mas pense comigo: se você não está preparado para se envolver, então não prolongue as coisas. Não tenha atitudes que deem brechas para que o outro crie expectativas. Quer beijar? Beije, mas deixe claro que você só quer o beijo. Quer transar? Transe, mas seja sincer@ e diga que você só quer isso. Quer só uma companhia para não se sentir sozinh@? Ok, todo mundo tem suas carências, mas deixe tudo bem claro para a outra pessoa. Será uma escolha dela se ela decidir ficar com você mesmo nessas condições. Mas ela precisa saber o que, de fato, está acontecendo.

O problema não é você viver o seu luto, mas sim iludir a pessoa e sumir do nada, sem dar nenhuma explicação, fazendo com que ela pense que o problema é com ela, que ela fez algo de errado. Seja uma pessoa adulta o suficiente para assumir as consequências dos seus atos.

Inclusive a de talvez, daqui a algum tempo, estar aí se remoendo porque não deixou que a Júlia ou o João entrassem para valer na sua vida e te mostrassem que o presente e o futuro podem ser completamente diferentes do passado.

*Texto publicado originalmente por Ana Paula Souza no Site Lado M e reeditado com autorização do administrador

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*Fonte: fasdapsicanalise

Cientistas criam internet de ultra velocidade pelo ar que dispensa fibra óptica

Nada de fibra ótica: as próximas conexões de internet de ultra velocidade poderão chegar pelo ar. É o que pretendem cientistas da Universidade de Glasgow, no Reino Unido, que desenvolveram um sistema de transmissão através da reflexão de luzes. Além de mais barato e fácil de instalar, o novo sistema permitiria a melhor prestação de serviços em zonas rurais.

A técnica funciona da seguinte forma: os cientistas podem torcer os fótons, que são pequenas unidades de luz que carregam informações, ao passa-los por um tipo de holograma “similar àqueles em um cartão de crédito”, segundo a equipe. Ao passar por essa técnica, os fótons seriam capazes de carregar mais informações do que os tradicionais algarismos “zero” e “um”. Além disso, a transmissão dessas partículas superariam interferências no ar e obstáculos.

Para testar a nova tecnologia, os cientistas desenvolveram um experimento na cidade de Erlangen, na Alemanha. A transmissão percorreu uma distância de 1,6 KM sobre ruas, campos e prédios altos para simular com precisão um ambiente urbano e com atmosfera turbulenta. Na ocasião, os pesquisadores também aproveitaram para observar novos desafios causados por esse tipo de ambiente.

ReproduçãoA grande vantagem que essa tecnologia pode oferecer em relação à fibra ótica é a maior praticidade e redução nos custos de instalação. Atualmente, as redes fixas de alta velocidade exigem o cabeamento de cidades inteiras, desacelerando a velocidade de implantação dessas redes nas cidades, especialmente menores.

Antes disso, porém, a tecnologia de luz torcida precisa superar alguns obstáculos como o fato de não atravessar paredes, como as redes Wi-Fi. Com isso, é provável que as operadoras adotem um sistema híbrido, fazendo uso dos cabos apenas nas áreas necessárias. Por enquanto, a nova conexão segue em desenvolvimento e sem previsão de chegar ao mercado.

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*Fonte: olhardigital

Será que cigarros eletrônicos não fazem mal à saúde?

Os cigarros eletrônicos estão cada vez mais populares, e não é difícil encontrar pessoas que, na tentativa de parar de fumar o cigarro normal, acabam aderindo à moda dos vaporizadores.

O problema maior está no fato de que esse produto oferece uma opção maior de essências com sabores, e isso chama a atenção também do público mais jovem e de pessoas que não costumavam fumar o cigarro normal.

Atraídas pela lógica irreal de que esse tipo de cigarro não faz mal à saúde, mais e mais pessoas fazem uso do produto nos mais variados ambientes e momentos. Mas será mesmo que o cigarro eletrônico é inofensivo?

A realidade é que de inofensivo esse produto não tem nada, e pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte descobriram que o cigarro eletrônico apresenta substâncias que causam danos pulmonares graves, além de doenças como fibrose cística, lúpus e psoríase.

Melhor nem experimentar

Os cientistas descobriram também que as pessoas que fumam esse tipo de cigarro têm uma secreção de muco associada à bronquite crônica e à asma. “Há essa confusão sobre se os cigarros eletrônicos são mais seguros do que os cigarros comuns porque os efeitos adversos dos cigarros eletrônicos só começaram a ser estudados agora”, explicou o Dr. Mehmet Kesimer, líder da pesquisa divulgada pelo The Independent.

De acordo com ele, a verdade é que os modelos eletrônicos podem ser tão perigosos quanto os cigarros comuns, embora as pesquisas revelem que os danos pulmonares provocados pelos modelos eletrônicos são únicos – a questão é deixar claro que esse tipo de cigarro não é nada inofensivo e não deve ser considerado uma alternativa saudável.

Para chegarem a essas conclusões, os pesquisadores analisaram amostras de catarro de 44 pessoas – entre elas, fumantes de cigarro comum, de cigarro eletrônico e não fumantes. Os resultados revelam que é melhor ficar longe tanto do tabagismo comum quanto do eletrônico, e, se você nunca experimentou nenhum desses tipos de cigarro, continue assim: a melhor coisa que você faz é nunca dar uma chance para esse vício.

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*Fonte: megacurioso

Prémio Nobel da Medicina faz uma denúncia alarmante! Todos devemos conhecer!

O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes Farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à Saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas Farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas Farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da Saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planeada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pela Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Parece uma boa política.

Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …

E não é assim?

Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?

A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.

Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?

Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?

Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de intrões no DNAeucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).

Para que serviu?

Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?

É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de Saúde… Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.

A investigação sobre a Saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

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Explique.

A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …

Como qualquer outra indústria.

É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa Saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.

Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.

Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.

Por exemplo…

Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …

E por que pararam de investigar?

Porque as empresas Farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.

Mas é habitual que as Farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.

É por isso que lhe dizia que a Saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?

Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?

Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.

Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais Farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…

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*Fonte/texto: muitofixe

Traços surpreendentes que cada signo do zodíaco tenta esconder de você

Traços secretos de cada signo do zodíaco:

Áries (21 de março – 19 de abril)
Eles não querem que você saiba que, secretamente, eles são emotivos. Gostam de colocar uma fachada de que são difíceis e destacados para evitar perder a calma diante das pessoas. Eles gostam de ser conhecidos como pessoas legais e tranquilas, mas a verdade é que eles se ferem facilmente e se preocupam até com as coisas mais pequenas.

Touro (20 de abril a 20 de maio)
Não gostariam que você soubesse que eles se preocupam com o que as pessoas pensam. Mesmo que aparentem ser confiantes, destacados e introvertidos, secretamente, eles se preocupam com o que as pessoas pensam sobre eles e se estão causando uma boa impressão. Querem que todos gostem deles, mas nunca demonstram isso.

Gêmeos (21 de maio – 20 de junho)
Este signo não quer que você saiba que eles realmente gostam de estar sozinhos. Geminianos são a vida da festa e eles estão sempre rodeados por um grande grupo de amigos, mas são solitários de coração. É o outro lado oposto do lado oposto, o lado que anseia pela solidão e não quer barulho por perto.

Câncer (21 de junho a 22 de julho)
Eles não querem que você saiba que são almas perdidas. Porque eles adoram cuidar das pessoas e nutrir os outros, mas nunca contarão a ninguém que amam que eles nem sabem o que querem ou quem são. Eles gostam que as pessoas venham a eles para obter conselhos e não querem perder a credibilidade.

Leão (23 de julho a 22 de agosto)
Leoninos não querem que você saiba que eles estão, secretamente, assustados em falhar ou não fazer um bom trabalho. São conhecidos por sua personalidade valente e audaz, além de sua capacidade de liderar. É por isso que eles sempre se voluntariam para assumir mais projetos ou planejar aventuras extremas, mas eles têm medo de não fazer um bom trabalho ou de não conseguir fazer tudo o que precisam. Eles sempre agem como se fosse a coisa mais fácil do mundo.

Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
Eles não querem que você saiba que são românticos inconsoláveis. Lideram com suas mentes porque estão mais em contato com a realidade do que com suas fantasias, mas, secretamente, eles gostam de músicas sentimentais e filmes do Nicholas Sparks. Serão os únicos a enviar as mensagens mais clichês aos seus parceiros, uma vez que realmente se apaixonem por eles.

Libra (23 de setembro a 22 de outubro)
Eles não querem que você saiba que não gostam que as pessoas dependam deles. Librianos gostam de ser os pacificadores e a voz da razão e da sabedoria, mas eles, realmente, não querem que ninguém lhes peça nada. Não pretendem se envolver demais na vida das pessoas. Mesmo que eles adorem, eventualmente, eles se cansam de tudo.

Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
Com certeza, eles não querem que você saiba que são obcecados por aqueles que gostam ou amam. Agem como se não se importassem e como se todos os perseguissem, enquanto eles estão apenas relaxando, mas, secretamente, estão de olho em seus paqueras, olham seus telefones a cada minuto para ver se enviaram mensagens de texto e verificaram a última vez que estiveram online.

Sagitário (22 de novembro a 21 de dezembro)
Provavelmente, também não querem que você saiba que eles não são tão assertivos quanto parecem ser. Agem como se fossem tão seguros de si mesmos e nunca se questionam ou a suas decisões, mas, secretamente, sempre pensam duas vezes em suas escolhas e se perguntam se fizeram as corretas. Nem sempre conseguem praticar o que pregam sobre o amor-próprio e a autoconsciência.

Capricórnio (22 de dezembro – 19 de janeiro)
Claramente, não querem que você saiba que são pessoas complicadas. Eles agem como se fossem pessoas simples, entendidas e diretas, mas é, realmente, muito difícil saber o que estão pensando ou como estão se sentindo, pois eles colocam uma fachada de simplicidade, mas uma vez que você os conhece, verá que suas personalidades são muito mais complicadas do que você pensa.

Aquário (20 de janeiro a 18 de fevereiro)
Aquarianos nunca demonstram que são tímidos. É quase impossível acreditar, porque geralmente são artistas, ou algum tipo de figura pública, mas eles não gostam dos holofotes, são apenas apaixonados por arte, então, precisam estar no olho do público para promover seu trabalho, mas, no fundo, eles gostam da vida simples, básica e altruísta.

Peixes (19 de fevereiro – 20 de março)
Eles não querem que você saiba que odeiam estar sozinhos. Mesmo que busquem muito pelo seu espaço ou desapareçam de vez em quando para recarregar suas baterias, querem que as pessoas os persigam, continuem chamando-os e venha buscá-los. Eles gostam do drama de desaparecer, mas não o próprio ato. Odeiam estar sozinhos, mas fazem isso por atenção.

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*Fonte: osegredo

5 consequências ambientais da urbanização brasileira acelerada

O rápido crescimento das cidades e o amplo deslocamento das pessoas da área rural para a zona urbana são ações que causam sérios problemas para o meio ambiente. Isso porque a concentração de milhares de pessoas em grandes centros urbanos prejudica a fauna e flora do local, esgotando recursos naturais e gerando malefícios para a saúde das pessoas que habitam estas cidades.

Conheça a seguir algumas das principais consequências ambientais da urbanização acelerada e entenda como elas afetam a natureza e as pessoas próximas aos grandes centros urbanos:
5 consequências ambientais da urbanização acelerada
Destruição de rios e afluentes

O ritmo do crescimento do território urbano interfere diretamente no fluxo normal de rios e seus afluentes. Muitas das grandes cidades brasileiras foram construídas próximas a leitos de rios e lagos, de modo que a população e as empresas pudessem obter água para consumo e para utilização em seus processos produtivos.

Esse é um fator que, somado à falta de planejamento, acaba causando a morte de peixes e a proliferação de algas, problemas que estão associados à alta concentração de dejetos e de produtos químicos.
Aumento das inundações

Outra consequência da urbanização são as inundações recorrentes, fruto da grande quantidade de água que não pode ser escoada em temporadas de chuva. Uma das principais causas desses problemas de escoamento, além do acúmulo de lixo nas entradas de esgoto, é a baixa absorção da chuva pelo terreno.

Regiões muito urbanizadas tendem a ser pavimentadas, principalmente nas regiões centrais. Sem estudos para o escoamento adequado e sem absorção por parte do terreno, a água da chuva entra em contato com o pavimento e escorre para áreas mais baixas, inundando-as e até criando correntezas.
Desmatamento e redução da fauna e flora local

Sempre que existe a concentração de pessoas em uma zona urbana, é necessário abrir espaço para a construção de terrenos e moradias. Uma das consequências da urbanização acelerada é o desmatamento e a redução da fauna local. Para que as casas e prédios possam ocupar os espaços, árvores, campos e outros habitats são invadidos e destruídos.

A destruição destes habitats pode levar a extinção de espécies de bichos e plantas na região, além de fazer com que animais invadam o espaço urbano em busca de refúgio e alimento.
Maior ocorrência de desabamentos

Uma vez que nem todas as pessoas têm condições de se instalar nas áreas mais centrais das cidades, elas acabam se deslocando para regiões mais distantes ou locais com menor controle do Estado sobre sua permanência.

Como exemplos podemos ver construções em morros ou próximas a margens de rios, locais que geralmente registram a ocorrência de deslizamentos e desabamentos de terra. Isso acontece porque, para que a construção das edificações seja possível, as áreas são desmatadas sem que seja feito um estudo de impacto no solo. Com isso, basta uma grande quantidade de chuva para que o terreno ceda.
Poluição atmosférica

A grande quantidade de veículos e indústrias emitindo gases poluentes altera a qualidade do ar em grandes centros urbanos. Esta mudança traz diversos malefícios para a população, que passa a registrar maior ocorrência de doenças respiratórias. Além disso, gases poluentes como o Monóxido de Carbono podem causar o aumento da temperatura, formando ilhas de calor.

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*Fonte: pensamentoverde

Responda essas 7 perguntas para descobrir seus desejos subconscientes mais profundos:

Estudos da psicologia sugerem que nem duas pessoas no mundo teriam exatamente a mesma personalidade. Vamos descobrir a sua!
Uma personalidade é o que usamos para descrever o comportamento de uma pessoa. Os comportamentos podem ser introvertidos ou extrovertidos, e os testes de personalidade foram elaborados para coletar dados principais sobre o comportamento observável de uma pessoa.

Os primeiros testes de personalidade apareceram em 1920 e foram destinados a ajudar na seleção de pessoas com perfis específicos nas forças armadas. Desde então, inúmeros testes de personalidade foram desenvolvidos otimizados para diferentes finalidades. Além disso, fazer um teste de personalidade é muito divertido.

O teste – Siga as seguintes instruções, cronologicamente. Tente ser o mais honesto possível.

Pense em um campo aberto. Imagine um campo. Descreva a primeira visão que teve; quão grande é este campo?

Pense em um cubo. Coloque um cubo no meio do seu campo. Qual é o tamanho do cubo? Descreva a superfície do cubo.

Pense em uma escada. O quão grande é esta escada? Onde ela está localizada em seu campo?

Pense em um cavalo. De que cor é o cavalo? O que o cavalo está fazendo? Onde está o cavalo em relação ao seu cubo?

Pense em flores. Onde estão as flores em seu campo e quantas são?

Pense em uma condição meteorológica. Está chovendo? Ensolarado? Seu campo está enevoado? Ou talvez haja uma tempestade acontecendo no momento.

Re-imagine o cenário completo agora. Certifique-se de que a imagem em sua cabeça é clara.

 

O campo
O campo representa a sua mente. Seu tamanho é a representação do seu conhecimento do mundo e quão vasto é a sua personalidade. A condição do campo (seco, gramíneo, bem aparado) é a maneira como sua personalidade parece à primeira vista.

Um campo seco/inoperante significa que você se sente mais pessimista.

Um gramado/campo de aparência saudável significa que você se sente mais otimista.

Um campo bem aparado sugere que você tende a ser mais analítico e cauteloso.

O cubo
O cubo representa você. O tamanho do cubo é o seu ego. A superfície do cubo representa o que é visível sobre a sua personalidade, ou talvez seja o que você quer que os outros pensem sobre você. Se o cubo tem uma textura específica (mármore, madeira, etc.), determine a textura da superfície, por exemplo, uma superfície de mármore é lisa e a madeira é áspera.

Lisa – você é uma pessoa gentil. Você é cuidadoso para não ferir ou fazer os outros se sentirem desconfortáveis. No entanto, isso não significa necessariamente que você é uma boa pessoa.

Áspero – você é mais direto. Você tende a ser honesto com tudo o que você diz, não importa qual seja a reação ou o que os outros pensam sobre essa honestidade, você realmente não se importa.

Se a superfície é instável ou espinhosa, você pode ter uma atitude difícil, ou talvez você goste de criticar os outros ou fazer os outros se sentirem inferiores a você.

Cores
A cor do cubo é uma análise mais aprofundada de si mesmo. Cada cor pode representar uma emoção, ou uma personalidade inteira. No entanto, estes são os mais comuns:

Vermelho: Você está fisicamente ativo e ama experimentar as coisas através de seus sentidos.

Amarelo: Você é sociável e valoriza muito a sua individualidade.

Azul: Você é inteligente e respeita os ideais de um indivíduo.

Violeta: Você é inteligente com uma pequena pitada de perfeccionismo. Você também é misterioso.

Cinza: Você é confiante consigo mesmo, calmo, e tende a ser mais independente.

Preto: Você tem um forte senso de individualidade, independência, e você gosta de solidão.

Branco: Você é independente e autossuficiente, sendo uma pessoa simples e gentil.

Outros: Tente combinar a cor mais próxima que você pode. No entanto, existem outros testes de personalidade envolvendo cores disponíveis na Internet.

Em alguns casos, as características físicas do cubo são únicas.

Um cubo com superfície transparente significa que você tende a deixar que os outros saibam como você se sente por dentro. A confiança para mostrar seus pensamentos introvertidos significam sinceridade. Você sabe que você é bom por dentro, e isso é o que a maioria das pessoas vê também.

Um cubo feito de água/gelo significa que você deixa elementos externos influenciá-lo completamente. Significando que a sua personalidade é mais sensível à pressão social, relacionamentos e outros fatores ambientais.

Um cubo oco significa que você coloca a maioria de sua preocupação em sua aparência exterior, deixando o que está dentro como irrelevante. Mas isso não significa que você não tenha nada a oferecer em seu interior.

Um cubo de metal/rocha significa que você tem a integridade contínua. Sua personalidade é tão forte que não pode ser moldada ou influenciada por qualquer força externa. Você é dominante e é consistente.

A escada
A escada representa seus objetivos. O comprimento da escada determina a escala de seus objetivos, escadas mais curtas significam objetivos mais simplistas. A localização do cubo também é importante. A distância da escada com o cubo determina o foco e o esforço que você está investindo atualmente em seus objetivos. Uma escada erguida ao lado do seu cubo significa que você está colocando seu esforço e foco máximos a fim conseguir seus objetivos.

O cavalo
O cavalo representa o seu parceiro ideal. Ele poderia estar brincando, correndo por aí, ou dormindo/deitado ao lado do seu cubo.

Um cavalo brincando significa que seu parceiro ideal não leva os relacionamentos muito a sério.

Um cavalo correndo significa que seu sócio ideal não precisa sempre estar perto de você.

Um cavalo de dormindo/deitado significa que seu parceiro ideal se compromete inteiramente com você.

Outros resultados do comportamento do cavalo podem descrever o seu parceiro ideal metaforicamente, exemplos de resultados também são; o cavalo está preso em um estábulo, o cavalo está comendo as flores, o cavalo está destruindo o cubo ou o cavalo está em cima do cubo.

Cor
Um cavalo castanho é o mais comum. Isso também significa que você não especificamente procura algo especial em um parceiro.

Um cavalo preto significa que seu parceiro é imprevisível e perigoso. Isso também significa que você não vai ficar entediado com seu relacionamento. O seu parceiro também pode ser o mais dominante no relacionamento.

Um cavalo branco significa que seu parceiro está bem domado. Ambos valorizam a lealdade num relacionamento e confiam uns nos outros. No entanto, pode ficar tedioso ao longo do tempo.

Qualquer outra cor além dos três acima significaria que você é parceiro ideal é completamente único e diferente.

As flores
As flores representam a sua família e amigos. O número das flores determina sua popularidade. A localização das flores determina o quão perto você está de seus grupos sociais. A cor da flor pode igualmente descrever seus sentimentos atuais com as pessoas.

A condição meteorológica
A chuva simboliza os seus problemas. A intensidade da chuva representa diretamente a gravidade dos seus problemas. Um cenário nebuloso representa a incerteza, o mistério ou a necessidade de identificar-se. Um tempo ensolarado representa otimismo e despreocupação. E já uma ventania sugere que você se preocupa com problemas futuros, mas tende a não lhes dar muita atenção.

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*Traduzido pela equipe de O Segredo Fonte: Mystical Raven

6 exemplos de hábitos de higiene ambiental para fazer na cozinha

O principal hábito para manter a higiene dentro da cozinha é manter o local limpo e desinfetado.

O conceito de higiene ambiental diz respeito a técnicas de higienização de ambientes para que eles se adéquem às condições sanitárias necessárias. Em outras palavras, este é um cuidado que garante que não haja prejuízo à saúde humana, já que ela impede a contaminação por bactérias, vírus, fungos e outros seres nocivos. Além disso, ela contribui para a redução dos riscos de transmissão de doenças por ar, água e solo.

Apesar de ser importante em todos os lugares, a higiene ambiental na cozinha merece atenção especial. Isso porque os hábitos de higiene neste local garantem que ele se torne mais seguro e saudável para os alimentos e, consequentemente, para as pessoas.
Exemplos de hábitos de higiene ambiental para a cozinha

Lavar legumes, verduras, vegetais e frutas

Para os alimentos folhosos, lave-os folha a folha em água corrente potável, além de retirar as partes estragadas e qualquer resíduo. Depois, tanto no caso dos folhosos quanto outros, emerja-os em uma solução clorada e, por fim, escorra as sujeiras que se soltarem e termine enxaguando bem com água corrente.

Separar o lixo

Utilize lixeiras com tampa e com sacolas plásticas para afastar possíveis roedores, baratas e outras pragas. Além disso, separe os resíduos orgânicos dos recicláveis e deposite-os nos lugares certos para a remoção.

Limpeza e desinfecção

A limpeza das bancadas e locais de preparo dos alimentos deve ser feita com atenção e, dependendo do caso, com produtos químicos específicos. Para começar, é preciso retirar toda a sujeira sobressalente — incluindo sobras, gorduras e poeira — e depois, para desinfetar, use detergente neutro e aplique uma solução clorada ou álcool sobre a superfície.

Proteção dos alimentos

Proteja os alimentos quando estiverem armazenados e quando estiverem no meio do processo de preparo. O melhor jeito de fazer isso é utilizando plástico filme para guardar os itens.

Atenção à validade dos alimentos

Sempre que possível, faça quantidades de comida suficientes apenas para as refeições do dia — ou, no máximo, para o dia seguinte. Isso porque os alimentos têm uma durabilidade limitada, especialmente depois de preparados, e o ideal é que eles sejam consumidos apenas algumas horas depois de prontos.

Contaminação cruzada

Usar os mesmos potes, panelas ou talheres durante o preparo da refeição pode levar bactérias e sujeiras de um produto para outro. Evite a contaminação cruzada separando os utensílios.

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*Fonte: pensamentoverde

Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

Tradicionalmente, o que se convencionou chamar de sucesso é medido pelo fato de ter casa própria e carro. Mas isso já não é mais assim. A cada dia, aumenta o número de jovens que optam em não adquirir este tipo de bens.

Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.

Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.

Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.

Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.

Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.

As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.

Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente.

Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.

O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.

O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: «Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes»

Trecho extraído do artigo de Gamblin:

«Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar».

E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.

Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.

O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.

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*Fonte: pensadoranonimo

O que é a névoa mental e como podemos dissipá-la?

Você tem problemas de concentração? Sente que a sua memória falha?

Você se sente confuso e sobrecarregado? Você está cansado? Quando você fala com alguém parece que você não entende o que a pessoa diz? Quando você lê ou assiste um programa de televisão, você sente que não está entendendo o que acontece? Se você respondeu “sim” a alguma destas perguntas, é importante saber o que é a névoa mental.

As dificuldades de concentração e na memória podem ser um grande problema, não apenas para o trabalho ou os estudos, mas também no dia a dia. Além disso, as consequências podem ir muito mais além, pois podem afetar a autoestima, as relações pessoais, e até mesmo a estabilidade emocional.

E, como também não é motivo para se assustar ou entrar em pânico, vamos dar um nome a isso. Porque uma coisa é ter um dia ruim e outra muito diferente é sentir uma incapacidade constante para se concentrar ou manter a atenção. O que é a névoa mental? É justamente essa incapacidade que inclui confusão e esquecimento, assim como falta de concentração e clareza mental.

O que é a névoa mental?

A névoa cerebral é uma anomalia que não é reconhecida como doença, mas que corresponde a uma condição mental internacionalmente aceita. Infelizmente, a névoa cerebral é bastante comum, embora isso não a torne algo “normal”.

A névoa mental remete a um problema que vai mais além das dificuldades de concentração. Quando ela aparece, você se sente fora de foco, confuso e com problemas para pensar. Com a névoa cerebral, seu cérebro está enviando um sinal importante de que há um desequilíbrio na sua vida que precisa ser resolvido.

Na verdade, o que pode parecer um problema mental ou psicológico pode ser outra coisa. De fato, a névoa cerebral pode surgir por causa do estilo de vida (no qual entram em jogo fatores muito diferentes dos que a princípio poderíamos pensar, como a alimentação) e também pode ser o efeito secundário de alguma condição médica ou até mesmo de uma medicação específica.

Exatamente por esses motivos, a névoa cerebral é evitável e tratável quando identificamos o fator que a mantém, que não precisa necessariamente ser o mesmo que a causou. Às vezes é tão simples quanto levar um estilo de vida mais saudável.

Por que a névoa mental aparece?

Agora que já sabemos o que é a névoa mental, é importante falar sobre as suas principais causas.

Há muitos casos nos quais a névoa cerebral se deve a condições diretamente relacionadas à saúde. De fato, muitos medicamentos que tratam algumas doenças ou suplementos alimentícios que consumimos para, supostamente, melhorar a nossa qualidade de vida, podem provocar ou colaborar para o aparecimento da névoa cerebral.

Mas a névoa cerebral também pode aparecer devido a um estilo de vida pouco saudável, especialmente devido a uma má alimentação. Como veremos a seguir, o tema da alimentação é muito sério e vai mais além do cuidado com a nossa saúde física, pois é determinante na nossa saúde mental e emocional. A seguir vamos analisar como dissipar a névoa mental e como melhorar a concentração.

Alimentação pouco saudável

Quando você come mal, as chances de a névoa cerebral aparecer aumentam. Mas, o que é comer mal e o que é comer bem? A resposta é simples, mas bastante difícil de assimilar e, na verdade, muita gente não gosta de ouvir.

Para começar, é preciso esclarecer que uma coisa é se alimentar outra bem diferente é consumir produtos comestíveis. A diferença é que os alimentos fornecem nutrientes necessários e benéficos, enquanto os comestíveis acabam com a fome ou a sede, mas no fundo não fornecem o que seu corpo realmente precisa.

Por isso, quando você come bem, você precisa comer pouco, e quando sua dieta não se baseia em alimentos ricos em nutrientes, você precisa comer uma quantidade maior de alimento e mais vezes, pois seu corpo pede os nutrientes que não recebeu. Essa é a razão pela qual você deve reduzir o máximo possível na sua alimentação uma série de produtos comestíveis e substituí-los por alimentos de verdade.

Deficiências nutricionais

Pode acontecer de os problemas de concentração e a névoa mental serem provocados por uma deficiência nutricional. Na verdade, mesmo comendo de maneira saudável, essas deficiências podem aparecer, talvez porque o consumo não seja suficiente ou porque a assimilação do corpo não é adequada.

As principais deficiências nutricionais que podem provocar a névoa cerebral são as seguintes:

Deficiência de vitamina B12: a deficiência de vitamina B12 não deve ser ignorada, pois pode levar a um amplo espectro de transtornos mentais e neurológicos. Os transtornos digestivos e o uso de medicamentos que suprimem os ácidos estomacais (antiácidos) aumentam o risco dessa deficiência.
Deficiência de vitamina D: a vitamina D ajuda a melhorar o estado de espírito, dissipa a névoa cerebral e a depressão, melhora a memória e aumenta a capacidade de resolução de problemas.
Deficiência de ácidos graxos essenciais Ômega-3: os ácidos graxos essenciais Ômega-3 existem em grandes concentrações no cérebro. Eles são essenciais para a memória, a saúde e para o funcionamento do cérebro no geral. De todos os ômega-3, o DHA (ácido docosa-hexaenóico) é o mais benéfico para o cérebro, pois é um componente estrutural importante das células cerebrais, especialmente das células do córtex cerebral, que é a área do cérebro associada à memória, à linguagem, à abstração, à criatividade, ao julgamento, à emoção e à atenção.

Alguns suplementos alimentícios podem ajudar a dissipar a névoa cerebral. No entanto, é preciso ter cuidado com esses suplementos, pois nem sempre eles são tão úteis quanto parecem. Esse é o caso dos nootrópicos, substâncias que podem deixar você mais concentrado, motivado, positivo e produtivo, mas que, na hora da verdade, não são tão úteis quanto parecem nem são tão inofensivos quanto podem parecer.

Problemas de sono

A névoa mental pode ser causada por falta de sono de qualidade. Afinal, o sono é fundamental para o funcionamento do cérebro, tanto em curto como em longo prazo. Ao dormir, ocorre uma espécie de lavagem cerebral, uma limpeza que permite que as lembranças se consolidem. Além disso, durante o sono, o cérebro cria novas células cerebrais que de certa maneira compensam todas as que foram perdidas durante o dia.

Apenas uma noite ruim pode afetar a memória, a concentração, a coordenação, o estado de espírito, o juízo e a capacidade de lidar com o estresse no dia seguinte. E mais, alguns especialistas afirmam que perder uma noite de sono afeta o desempenho mental tanto quanto estar bêbado.

Estresse crônico

O estresse é um dos símbolos da nossa época e o estresse crônico é o seu principal porta-bandeira. Estar estressado equivale equivocadamente a ser produtivo, popular e bem-sucedido. No entanto, o estresse aumenta o risco de sofrer doenças graves, incluindo o câncer e as temidas doenças cerebrais, como a demência e o Alzheimer.

O estresse crônico provoca ansiedade, depressão, tomadas de decisões ruins, insônia e perda de memória. Muito cortisol, o hormônio do estresse, provoca um excesso de radicais livres que fazem mal às membranas celulares do cérebro, causando a perda do funcionamento normal e a morte. Além disso, o cortisol interfere na formação de novas células cerebrais.

Medicamentos

Os medicamentos têm alguns riscos. A névoa cerebral é um dos efeitos colaterais mais comumente reportados, tanto com os medicamentos que precisam de receita como os que são livremente vendidos.

Por exemplo, sabe-se que os fármacos que reduzem o colesterol e os comprimidos para dormir com receita podem causar perda de memória. Além disso, os fármacos conhecidos como os anticolinérgicos funcionam bloqueando a ação da acetilcolina, a substância da memória e do aprendizado no cérebro. Os efeitos secundários típicos desses fármacos incluem a névoa mental, o esquecimento e a incapacidade para se concentrar.

Além disso, muitos fármacos de venda livre também funcionam bloqueando a acetilcolina, como alguns medicamentos para as alergias, o refluxo ácido, a dor e a insônia. Por isso a importância de revisar bem a bula e avaliar se os efeitos secundários compensam o benefício que pode derivar do tratamento em si.

Problemas de saúde

Algumas condições de saúde podem produzir problemas de névoa cerebral. Em alguns casos, é o tratamento para essa doença que pode provocar esses problemas. É o caso dos pacientes com câncer submetidos à quimioterapia.

Um efeito secundário comum da quimioterapia é um tipo específico de névoa mental associado a esse tratamento. A posição oficial da Sociedade Americana de Câncer é que essa névoa cerebral provocada pela quimioterapia é causada por uma combinação da doença, dos tratamentos, dos problemas de sono, das mudanças hormonais, da depressão e do estresse.

Quando os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos pacientes, antes e depois dos tratamentos com quimioterapia, eles descobriram que a quimioterapia causava mudanças observáveis no funcionamento cerebral. Isso indica que a quimioterapia em si desempenha pelo menos algum papel na diminuição da clareza mental.

Por sua vez, algumas condições de saúde que têm sintomas de névoa mental associados são, entre outras:

Fibromialgia.
Síndrome da fadiga crônica.
Ansiedade.
Depressão.
Lesões cerebrais.
Candidíase (candida albicans).
Diabetes.
Toxicidade de metais pesados.
Hepatite C.
Desequilíbrios hormonais.
Hipoglicemia.
Síndrome do intestino irritável.
Doença de Lyme.
Menopausa.
Esclerose múltipla.
Transtornos neurodegenerativos.
Artrite reumatoide.
Alergias sazonais.
Abuso de substâncias.

Soluções para dissipar a névoa mental

Depois de saber o que é a névoa mental e quais são suas principais causas, o próximo passo é saber como combatê-la.

Não existe uma solução única para dissipar a névoa cerebral e melhorar a concentração. Cada pessoa precisa buscar sua própria solução pessoal, identificando em primeiro lugar o fator ou os fatores que dão densidade à névoa. A maioria das pessoas terá que começar a corrigir seus hábitos alimentares, assim como buscar formas de controlar o estresse e melhorar seus hábitos de sono. Também será necessário rever as condições de saúde de cada um para buscar soluções. Na verdade, a névoa mental pode ser um sintoma de um problema de saúde não diagnosticado.

As principais pautas que podemos dar para que você consiga dissipar a névoa cerebral e melhorar a concentração são as seguintes:

Coma adequadamente e de maneira equilibrada, evitando os açúcares refinados, as farinhas refinadas, as gorduras saturadas e a cafeína, e consumindo gorduras saudáveis e carboidratos de qualidade.
Mantenha-se bem hidratado, pois a desidratação mais leve pode provocar problemas em nível cerebral. Beba água e/ou consuma alimentos ricos em água, mas evite as bebidas açucaradas (ou com adoçantes artificiais), assim como as bebidas com cafeína.
Adquira hábitos saudáveis para obter um bom sono, tanto em qualidade como em quantidade.
Pratique meditação e técnicas de relaxamento e faça exercício – especialmente exercícios ao ar livre. Isso ajuda a regular e prevenir o estresse de forma eficaz. Por outro lado, aprender a administrar o estresse é uma grande forma de melhorar a qualidade do sono.
Reveja a medicação que você toma para ver em que medida se pode substituir ou adaptar, se for possível, para evitar a névoa cerebral.
Faça um controle de saúde para comprovar se você tem alguma doença ou deficiência nutricional que possa ser a causa dos seus problemas de concentração e de memória.
Descarregue o seu cérebro. Os especialistas recomendam fragmentar o dia em fases de 90 minutos para manter os níveis de energia natural do cérebro e preservar a clareza do pensamento. Essa descarga consiste em reunir todos os pensamentos que voam pela mente durante 30 segundos ou sempre que nos sentirmos distraídos.
Desative qualquer tipo de aparelho que possa ser uma distração durante as suas tarefas, especialmente as notificações. O simples fato de saber que alguma notificação pode chegar impede a máxima concentração.

Agora que você já sabe o que é a névoa mental e como é possível combatê-la, seja proativo na hora de adotar um estilo de vida saudável, tanto para o seu corpo como para a sua mente. Não dê desculpas, não busque culpados. Ninguém vai se preocupar com o seu cérebro tanto quanto você e ninguém vai desfrutar mais dele do que você.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Feedback facial: como enganar o cérebro para ser feliz

Você sabia que pode usar o feedback facial para enganar o seu cérebro e provocar um momento de felicidade? Sim, a felicidade é uma emoção/estado emocional que podemos atrair, mesmo em circunstâncias aparentemente desfavoráveis.

Já sabemos há algum tempo que as emoções são acompanhadas de inúmeras mudanças no nosso corpo, como o aumento da frequência cardíaca ou a flexão de certos músculos do rosto que dão origem a esse gesto de que tanto gostamos: sorrir.

Descobrimos recentemente que isto pode ser uma via de “mão dupla”. Dessa forma, podemos enganar o cérebro provocando algumas reações físicas através das emoções e, da mesma forma, através das reações físicas facilitar a aparição da emoção.

Podemos atrair a felicidade com um sorriso

O nosso cérebro presta atenção ao que o nosso corpo está fazendo, e isso afeta as nossas emoções. Assim, o simples fato de sorrir, mesmo que não haja um motivo, dá ao corpo um momento de felicidade que traz grandes benefícios.

O sorriso é uma careta facial que coloca em xeque todo o rosto quando alguma coisa parece simpática, alegre ou divertida. Isto é, poderia ser considerado o retrato de uma emoção ou um estado agradável que nos provoca um bem-estar transitório. Embora muitas vezes seja difícil controlar as nossas emoções, é muito mais fácil controlar os nossos músculos.

Tenha em mente que o seu sorriso é uma ferramenta poderosa. A maioria das pessoas pensam que sorrimos porque nos sentimos felizes, mas também pode ser o contrário: nos sentimos felizes porque sorrimos.

A maneira mais fácil de obter um momento de felicidade, assim como de tranquilidade e confiança, é tão simples como esboçar um sorriso.

Hipótese do feedback facial

Para muitos, pode parecer bobo dizer que um simples sorriso pode atrair uma emoção tão intensa quanto a felicidade. No entanto, não é tão bobo assim porque a ciência dedicou vários experimentos e estudos para investigar a hipótese do feedback facial.

Uma das melhores experiências para demonstrar essa hipótese foi realizada no final da década de 1980. Os pesquisadores não queriam influenciar os resultados contando aos participantes do que se tratava a experiência e então inventaram uma maneira engenhosa de obter a flexão de certos músculos do rosto sem a necessidade deles conhecerem o propósito final do estudo.

Os participantes foram divididos em grupos e tinham que segurar um lápis de três formas diferentes. O primeiro grupo segurou o lápis entre os dentes, forçando um sorriso. O segundo grupo segurou o lápis com os lábios, para que não pudessem sorrir; na verdade, essa postura os obrigava a franzir ligeiramente as sobrancelhas. O terceiro grupo segurava o lápis na mão.

Os participantes do estudo examinaram algumas caricaturas e classificaram o quanto elas eram engraçadas. O grupo que era obrigado a sorrir deu para as caricaturas notas mais altas do que o grupo com o cenho franzido, enquanto o terceiro grupo deu notas intermediárias.

Em um estudo mais recente, mostraram aos participantes uma série de rostos com expressões felizes, neutras ou irritadas. Eles foram informados de que o estudo estava tentando medir o tempo de reação dos músculos faciais, mas na realidade, estavam estudando a emoção. Independentemente da imagem, as pessoas deviam “levantar as bochechas” (sorriso) ou “franzir as sobrancelhas” (cenho franzido).

A expressão facial influenciou a forma como as pessoas percebiam as imagens. Quando sorriram, acharam as imagens mais agradáveis ​​do que quando franziram a testa. Além disso, os efeitos do breve sorriso persistiram por 4 minutos.

A hipótese do feedback facial afirma que o movimento facial pode influenciar a experiência emocional.

Sorriso forçado, felicidade real

O feedback facial funciona porque o cérebro detecta a flexão de certos músculos faciais (o zigomático principal e zigomático menor, que são utilizados para sorrir) e a interpreta como motivo para estar feliz por alguma coisa. Da mesma forma, se esse músculo não está flexionado, o cérebro acredita que não é o momento de estar feliz.

Mas isso não é tudo. Além do feedback que obtemos fisicamente a nível individual, há outra questão que influencia a emoção da felicidade: o feedback social. O sorriso é contagioso. Na verdade, mesmo que você não se sinta muito feliz, se as pessoas ao seu redor estiverem sorrindo, você acaba se contagiando e sorrindo também.

Se nos esforçarmos para melhorar essa energia que nos faz sorrir, especialmente quando estamos com outras pessoas, o benefício será ainda maior, porque estaremos carregando a atmosfera com boas vibrações, promovendo um ambiente onde é mais fácil ser feliz.

Então, se você realmente quer tirar o máximo proveito do feedback facial, encontre algo para sorrir ou simplesmente levante os cantos dos seus lábios para enganar o seu cérebro. O que, em princípio, é um sorriso forçado rapidamente, se transformará em um verdadeiro sorriso. E desde o primeiro momento, a sua felicidade será real.

Não importa qual é o problema que você está enfrentando, esse pequeno momento de felicidade o tornará muito mais fácil.

 

 

 

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Estação espacial chinesa descontrolada cairá na Terra nos próximos meses

A agência espacial chinesa já sabia que sua estação Tiangong-1 estava em órbita decadente desde o ano passado e já havia previsto que ela cairia na Terra em algum momento. Neste fim de semana, entretanto, a agência notificou a ONU com um prazo mais determinado para quando isso deve acontecer. De acordo com os cálculos dos chineses, a estação deve atingir o solo terrestre entre outubro de 2017 e abril de 2018.

Essa janela de tempo é bastante abrangente, mas, considerando que qualquer modificação por causas naturais nas condições orbitais da estação pode acelerar ou atrasar consideravelmente a queda, o prazo está sendo considerado sensato.

Não saber quando a queda vai acontecer é a mesma coisa que não saber onde vai cair

Contudo, não existe uma previsão de onde exatamente os restos da estação devem cair no nosso planeta. Por enquanto, isso pode acontecer em praticamente qualquer parte do mundo. “Você realmente não consegue prever essas cosias”, disse Jonathan McDowell, um astrofísico da Universidade de Harvard consultado pelo The Guardian. “Mesmo alguns dias antes de a estação fazer sua reentrada, nós provavelmente não teremos uma previsão melhor do que em seis ou sete horas de quando ela vai cair. Não saber quando a queda vai acontecer é a mesma coisa que não saber onde vai cair”, completou.

O astrofísico ainda explicou que, como a estação começou a experimentar os primeiros vestígios da atmosfera terrestre, sendo que ela está a 300 km de altitude em seu perigeu, qualquer condição climática pode interferir em previsões de queda. Como a Tiangong-1 pesa 8,5 toneladas, espera-se que ela se despedace na atmosfera antes de atingir o solo, mas partes de até 100 kg podem atingir o solo.

Outras estações

Partes metálicas de 100 kg podem causar sérios danos caso atinjam alguma área urbana, mas agência especial chinesa afirma que essa possibilidade é remota. Em 1991, uma estação soviética de 20 toneladas chamada Salyut 7 caiu na Terra enquanto estava acoplada a outra estação de mesmo peso. Os detritos se espalharam pela cidade de Capitán Bermúdez, na Argentina e não causaram vítimas. Em 1979, uma estação de 77 toneladas da norte-americana NASA se despedaçou sobre a sobre uma área não habitada da parte ocidental da Austrália e também não causou mortes.

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*Fonte: tecmundo

A regra das 5 horas transforma pessoas comuns em pessoas de sucesso

Você trabalha duro dia após dia, mas nunca vê uma melhoria de longo prazo.

Você se sente preso na sua condição atual, incapaz de avançar ou progredir.

Você vê amigos e colegas indo em frente e sendo promovidos, e se questiona por que é diferente com você.

Se isso te soa comum, então você precisa começar a praticar a regra das 5 horas.

Seguida por pessoas de sucesso ao redor do mundo, incluindo Bill Gates, Oprah Winfrey, e Mark Zuckerberg, essa simples regra pode ajudar a te transformar de uma pessoa comum em uma pessoa bem sucedida.

Leia mais para descobrir exatamente o que a regra envolve e como você pode colocar em prática no seu dia a dia.

Invista 5 horas na semana em aprendizado deliberado.

A regra das 5 horas envolve investir 5 horas na semana, ou 1 hora por dia, focado em aprendizado deliberado.

Isso significa reservar esse tempo para dar toda a sua atenção ao aprendizado e ao desenvolvimento, sem se distrair por outro trabalho.

O aprendizado pode acontecer de várias formas e uma mistura destes formatos dará a você uma experiência mais equilibrada

Leitura

A leitura é um hábito de muitas pessoas bem sucedidas e é uma maneira fácil e conveniente de aprender.

Tente manter um livro na sua bolsa o tempo todo e defina objetivos de leitura a cada semana. Você poderia tentar ler um capítulo por dia ou um certo número de livros por mês.

A ampla disponibilidade de livros eletrônicos torna a leitura possível onde quer que esteja.

Bill Gates é um famoso defensor da leitura e lê cerca de 50 livros por ano, encara a leitura como uma das principais maneiras que aprender.

Reflexão

A reflexão é uma parte fundamental do aprendizado.

Tentar consumir muita informação sem refletir sobre isso pode levá-lo a sentir-se sobrecarregado e impossibilitar que você obtenha novas habilidades.

É importante que seu tempo de reflexão seja estruturado ou você pode acabar se distraindo.

Tente manter um diário, o que lhe permitirá refletir sobre o que você aprendeu através da leitura. Isso também lhe dará a chance de pensar sobre as lições que você aprendeu recentemente durante o trabalho e desenvolver idéias que você tem para o futuro.

Experimentação

A experimentação é essencial se quiser progredir na vida.

Reserve algum tempo a cada semana para testar novas teorias ou idéias, por mais loucas que sejam.

Alguns dos produtos mais bem sucedidos do mundo surgiram como resultado da experimentação.

A inovação nunca vem de fazer o mesmo repetidamente. Mesmo que seu experimento falhe, você aprenderá lições valiosas.

Não confunda trabalho com aprendizado

É fácil confundir trabalho com aprendizado, e é assim que você pode acabar se sentindo preso.

Você pode pensar que trabalhar por 40 horas por semana deve ser suficiente para você ver melhorias, mas isso raramente é o caso.

Enquanto você está concentrado nos problemas do dia-a-dia, você não está se dando tempo para se desenvolver e crescer.

A regra de 5 horas é sobre o aprendizado deliberado, não sobre trabalhar todos os dias e esperar que você possa aprender alguma coisa.

Defina metas específicas de aprendizagem e determine tempo para alcançá-las, e você verá uma grande evolução.

Foco na melhoria, não apenas na produtividade

Você pode acreditar que quanto mais produtivo você for, mais bem sucedido você será.

A produtividade desempenha um papel importante no sucesso, mas não é nada sem aprendizagem ao longo da vida.

Se você estiver constantemente focado em seu trabalho atual, ao invés de melhorar a longo prazo, você nunca verá muito desenvolvimento.

Pode ser difícil dedicar-se cinco horas por semana para aprender e não ter uma recompensa imediata, mas você vai se agradecer a longo prazo.

Tente olhar para além do seu salário e dedicar tempo para se tornar a melhor versão possível de você.

Inspire-se em alguns dos empreendedores mais bem-sucedidos do mundo e passe 5 horas por semana na aprendizagem deliberada. Em breve você estará nos anos luz à frente de seus amigos e colegas, e bem no seu caminho para o sucesso.

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*Fonte: awebic

Um sonho: casa móvel e amiga do ambiente permite viver em qualquer lugar

 

Já imaginou ter uma linda e confortável casa que pode ser levada para a beira da praia ou a um lugarzinho no meio das montanhas? Não é só você que já teve esse desejo, e finalmente estão conseguindo tirar a ideia do papel…

Uma startup alemã chamada LTG Lofts desenvolveu a Coodo, uma casa móvel que tem como objetivo justamente permitir uma vida mais próxima da natureza. a moradia tem versões de 36 a 96 metros quadrados, podendo ser vazia (apenas com instalação elétrica e piso), básica (com banheiro) ou completa (com cozinha, móveis e tudo mais).

Ela é construída em módulos, fazendo com que o cliente possa customizar a sua própria casa, retirando um incluindo espaços em relação ao projeto original.

Por isso, os arquitetos que a desenharam acreditam que a Coodo também possa servir como escritório, restaurante ou espaço durante eventos (num tipo de uso similar ao de contêineres, por exemplo).

O transporte pode ser feito com um caminhão e a instalação requer um guindaste, o que quer dizer que a mobilidade acaba ficando um tanto limitada – é preciso planejar um pouco quanto tempo passar em cada lugar. Ela já está sendo vendida para clientes da Europa, da Ásia e da América do Norte.

Uma das preocupações que os criadores ressaltam ter tomado é a de fazer do projeto o mais sustentável que conseguirem, aproveitando bastante materiais recicláveis e investindo em processos que economizem o máximo de energia possível durante a fabricação.

Apesar disso, placas de captação de energia solar, geradores elétricos ou turbinas de vento para gerar energia eólica ainda não estão disponíveis – embora eles garantam que vão disponibilizar isso em breve.

Mark Dare Schmiedel, fundador da LTG Softs, diz que a empresa “quer servir de exemplo ao provar que altos padrões ecológicos e de sustentabilidade não são opostos de qualidade, design e conforto”.

Os projetos da Coodo têm preços que variam de acordo com as características de cada encomenda. O modelo Coodo 18, de módulo único com 61 m², varia entre 49.900 euros na versão vazia, €53.900 na versão básica e €59.000 na versão completa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Vai um copo de coquetel químico geladinho?

A cerveja é uma das bebidas preferidas dos brasileiros, seja por nos refrescar em nosso clima quente, como por ter, na maioria das vezes, teor alcoólico baixo, o que a torna um excelente socializador. Mas você sabe como ela vem sendo feita?

Uma lei fundamental pra história da cerveja é a Reinheitsgebot ou, como conhecemos no Brasil, a Lei de Pureza da Baviera, na Alemanha, criada em 1516 com o objetivo de arrecadar mais impostos sobre os insumos. Hoje, porém, ela se tornou a lei de proteção ao consumidor mais antiga do mundo ainda em vigor. O resumo da Reinheitsgebot é: dentro do seu copo de cerveja só pode haver água, malte, lúpulo e fermento (levedura). Fazer cerveja seguindo a Lei de Pureza não significa obrigatoriamente que ela será boa: o cervejeiro pode errar na escolha das matérias primas ou no processo. Mas, boa ou ruim, o consumidor sabe exatamente o que está bebendo.

No Brasil, a coisa é diferente. A legislação brasileira permite substituir o malte de cevada por até 45% de outra fonte de carboidratos, chamados de ‘carboidratos não malteados’. Até pouco tempo usava-se milho ou arroz; atualmente, utiliza-se a High Maltose (em português, Xarope de Alta Maltose), um concentrado superprocessado de açúcares provenientes do milho. Seria como se o milho fosse a cana de açúcar e o Xarope de Alta Maltose, o açúcar refinado. Então, os memes sobre cerveja de milho estão bem desatualizados: o correto seria ‘cerveja de Xarope de Alta Maltose’.

As marcas que usam High Maltose (HM) alegam que fazem isso para a cerveja ficar mais leve. Mas não é verdade. Usa-se HM apenas para diminuir o custo de produção: qualquer mestre cervejeiro conseguiria fazer uma cerveja puro malte leve e refrescante.

Mas há coisa pior.

Tabela da Anvisa com os aditivos cervejeiros permitidos no Brasil: 99% deles não precisam vir escritos no rótulo

A legislação brasileira libera o uso de muitas substâncias químicas para acelerar a fabricação da cerveja, mais químicos para mascarar o que este processo rápido causou de ruim na bebida e ainda mais químicos para conservá-la e estabilizá-la depois de pronta – e a grande maioria deles não precisa ser declarado no rótulo.

O tempo médio para uma cerveja fermentar e maturar deveria ser de 20 dias. Contudo, a grande indústria consegue fazer “cerveja” em 7 dias: usam enzimas para acelerar a mostura, substâncias para fermentar com rapidez e para decantar o fermento, antiespumante durante a fermentação para ganhar espaço dentro dos tanques, estabilizadores pós-filtragem, formadores de espuma para fingir que o trabalho foi bem feito, antioxidantes, conservantes, estabilizantes…. a lista é longa. Ainda colocam corante na pilsen para deixá-la amarela e não precisam declarar esse corante na lista de ingredientes. Aqueles que o usam, dizem que é para corrigir a cor do malte, que varia entre lotes. Em realidade, se não utilizassem, a coloração seria parecida com a da água, já que quase não há malte na receita.

Ainda no tópico ‘malte’: sabe aquela cerveja preta docinha? Então, não leva nada de malte tostado, o que seria o correto. Ela é apenas a cerveja pilsen com muito corante caramelo, por isso fica escura e doce. A cerveja escura preparada com malte tostado é o oposto disso: é seca, adstringente, tem aroma e sabor de café, chocolate amargo e toffee. Vale ressaltar: tudo isso é feito de acordo com a legislação e não está restrito só as megas cervejarias… Muitas “artesanais” utilizam a mesma prática. E como o consumidor consegue identificar esses truques na cerveja? Aí o negócio fica difícil… Teria que pesquisar a marca e estudar a cervejaria antes de beber. Mas nem sempre queremos ter esse trabalho na hora do happy hour.

A cerveja para ser boa não precisa seguir a Lei de Pureza da Baviera e ser apenas feita com água, malte, lúpulo e fermento. Há muitos estilos que levam frutas, ervas, especiarias e outras fontes de carboidratos que são usados para melhorar a bebida. O problema está na liberação de atalhos químicos com o único objetivo de baixar o preço final. Eu acredito na pressão dos consumidores para mudar esse cenário: precisamos não só parar de consumi-las e passar a comprar de quem faz bons produtos, como também pressionar os políticos para elaborar leis que beneficiem o consumidor, não as grandes empresas.

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*Fonte/texto: gastrolandia/ Alexandre Bazzo