Phelps x tubarão branco

O grande vencedor olímpico Michael Phelps faz uma corrida contra um “grande tubarão branco” no domingo, como parte da Shark Week no Discovery Channel. O tubarão era, de fato, uma simulação de computador em vez de um grande branco real, mas sua velocidade de natação foi calculada usando dados coletados da coisa real. Phelps terminou o curso de 100m em 38 segundos, dois segundos mais lento do que o “tubarão”

 

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*Fonte: theguardian

O relógio mais preciso do mundo detecta mudanças no fluxo do tempo

A maioria de nós usa, como relógio, o celular, que geralmente é atualizado ou pela rede de transmissão celular, ou (para quem tem GPS) pelos satélites de GPS. Também é possível sincronizar celulares e computadores pela internet com o servidor da hora legal do Brasil, fornecida pelo Observatório Nacional, que usa um equipamento que acumula erro de 1 segundo em 10 milhões de anos.

Parece bastante preciso, mas o NIST, National Institute of Standards and Technology (“Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia”, algo como o INMETRO americano) usa um relógio mais preciso, que tem um erro de um segundo em 300 milhões de anos.

E que tal um relógio tão preciso que não acumularia um segundo de erro desde o Big Bang, 13,75 bilhões de anos atrás? O grupo Jun Ye Universidade do Colorado (EUA) tem este relógio, com uma margem de erro de 10^-18 segundos.

Para este relógio acumular um segundo de erro, é preciso que transcorram 31 bilhões de anos, mais tempo que a idade atual do universo. Tamanha precisão já garantiu a ele um lugar no Guinness Book of Records como o relógio mais preciso do mundo.

Só que o tal relógio nem sequer parece um relógio. Quem visita o laboratório vai encontrar cabos de fibra ótica, lasers, tudo espalhado em uma mesa, onde metade dos cabos parece não dar em lugar nenhum. Mas é o relógio.

O coração do objeto é um punhado de átomos de estrôncio, presos em uma estrutura ótica, vibrando em uma frequência incrível. O construtor é o cientista Jun Ye, que garante que o relógio não adiante ou atrase nada em 5 bilhões de anos, a idade da Terra.

Isto é, a menos que você o coloque na prateleira de cima, ou o leve para outro andar do prédio. A extrema precisão do relógio leva a um efeito colateral – ele é extremamente sensível a qualquer coisa que modifique o fluxo do tempo.

Por exemplo, a teoria da relatividade de Albert Einstein aponta que o tempo corre mais lento onde a gravidade é maior. Este relógio pode demonstrar isto. Caso você o levante alguns metros, ele vai andar mais rápido – uma parte em 10^16 – por causa do efeito relativístico

 

O que faz esta máquina misteriosa?

Isso tudo é legal, mas também mostra que é muito difícil ter dois relógios em sincronismo, porque não podem ocupar o mesmo lugar no espaço. Talvez, para manter uma rede de relógios atômicos em sincronismo, só mesmo enviando-os para o espaço, a uma mesma altitude e longe da Terra o suficiente para não serem afetados pela geografia abaixo deles.

Mas, por incrível que pareça, relógios tão precisos que não podem ser sincronizados com exatidão têm seus usos. Eles são extremamente sensíveis à gravidade, e podem ser usados para mapear o interior da Terra. No espaço, podem detectar as ondas gravitacionais geradas por buracos negros e estrelas explodindo.

Eles podem não ajudar na hora de saber a hora exata, mas podem mudar a nossa visão do universo. [NPR]

 

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*Fonte/texto: hypescience

Pessoas que gostam de ficar sozinhas são as mais inteligentes e leais que você pode conhecer

Na verdade, a inteligência os torna capazes de viver contentes mesmo na solidão. Estou cansada de escutar toda aquela conversa negativa sobre pessoas que gostam de passar um tempo sozinhas. Que elas são doentes, estranhas ou más companhias. Carregamos um estigma só porque gostamos de passar mais tempo sozinhos do que com outras pessoas, e isso não é justo.

 

Não tem nada de errado em gostar de ficar sozinho:

Você está errado se pensa que tem alguma coisa de errado com pessoas que gostam de ficar sozinhas, e isso não é apenas a minha opinião, é um fato! Primeiro quero deixar claro que não estou atacando ninguém, só estou defendendo uma parcela da população que vem sendo intimidada há muito tempo. Gostaria que você conhecesse um pouco mais sobre essas pessoas.

 

Existem dois tipos de pessoas que gostam de ficar sozinhas:

As pessoas que gostam de ficar sozinhas nem sempre são introvertidas, na verdade algumas são bem extrovertidas e têm uma grande habilidade em fazer amigos, socializar e receber atenção. Sim! Elas também têm amigos! Pessoas que gostam de ficar sozinhas podem fazer grandes amigos, já que escolhem com cuidado suas amizades, também podem ter um grupo seleto de amigos em quem confiam.

Geralmente amam aprender mais sobre si mesmos e sobre a vida, gostam de conversas interessantes e não têm muita paciência para conversas fiadas, e isso não significa que sejam egoístas. Também há aqueles que são mais introvertidos, esses geralmente não gostam de multidões, sentem-se mais seguros quando estão sozinhos, e preferem um animal como companhia. Isso não significa que eles não dão a mínima para os outros, apenas que têm um jeito singular de interagir com o mundo. São pessoas inteligentes e socializam através de redes sociais ou grupos na internet, ir a um evento ou a show é simplesmente devastador para a sua paz de espírito, por isso eles preferem ficar sozinhos.

 

Muitas pessoas acham que não é saudável passar tanto tempo sozinho:

Elas acham que as pessoas que passam muito tempo sozinhas têm depressão ou ansiedade. Eu as entendo, pois já experienciei um ataque de pânico quando fui a um parque de diversões quando era mais jovem. Isso ocorre porque os introvertidos sentem-se sobrecarregados quando são expostos a muitos estímulos ao mesmo tempo. Não há nada de errado em passar um tempo sozinho, essas pessoas geralmente têm muito autoconhecimento e sabem bem do que gostam.

Ufa!
Espero que isso ajude tanto a você quanto a mim, para ser honesta, existem muitas outras razões pelas quais alguém escolhe passar mais tempo sozinho. Pode ser pelo desejo de mais privacidade ou até mesmo como resultado de não ter tantos amigos, mas gostar de ficar sozinho não é a mesma coisa que se sentir sozinho. Eu, por exemplo, passei um ano inteiro como mãe solteira por causa da custódia dos meus filhos. Eu sentia saudade dos meus filhos quando eles estavam longe, mas não porque estava sozinha. Nas semanas em que eu fiquei sozinha, eu me encontrei. Isto foi de valor inestimável para mim, pois descobri que não precisava de ninguém para me dizer quem eu sou ou como devo interagir com os outros. Passei um tempo comigo mesma e encontrei uma base sólida sobre a qual construí minha vida e abracei quem eu sou verdadeiramente.

As pessoas que gostam de ficar sozinhas são algumas das pessoas mais intelectuais e leais que você pode encontrar. Essas pessoas se conhecem muito bem e sabem do que são capazes, constroem a vida em cima do conhecimento e da solidão, não são intimidadas quando se trata de conhecimento, só têm um jeito diferente de ser, é melhor respeitarmos as diferenças, pois é aí que mora a verdadeira inteligência e lealdade.

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*Fonte: resilienciamag
HigherPerspective traduzido e adaptado por Psiconlinews

 

23 das mais magníficas sensações de nossa existência. Confira se já as sentiu!

As pessoas vivem e sentem suas experiências de forma particular e única. Entretanto, existem algumas sensações que pensamos ser praticamente uma unanimidade entre as mais agradáveis e/ou necessárias.

É claro que a maneira como as coisas acontecem é diferente em outras culturas, mas pensando aqui, nesse nosso mundinho mais próximo, penso que a descrição oferecida pela jornalista Elizabeth Costa, e escrita por motivo da proximidade de seu aniversário, vai ao encontro de muito o que nós todos pensamos.

Das 26 sensações listadas pela autora reproduzimos, abaixo, as 23 que consideramos mais marcantes. Obrigada Elisabeth por tornar esse material lindo algo público!

1. A sensação de viajar para um lugar novo.
Poucas coisas são mais emocionantes que explorar territórios desconhecidos, seja em outro país ou na sua própria cidade. A ciência confirma: pesquisas mostram que as pessoas são mais felizes quando gastam dinheiro com experiências do que com bens materiais.

2. A sensação de rir até a barriga doer.
É o melhor tipo de barato. O riso é realmente o melhor remédio. Estudos sugerem que ele pode melhorar seu sistema imunológico, reduzir a pressão arterial e, sim, aumentar seus níveis de felicidade.

3. A sensação ao ouvir “eu te amo”.
Não importa se quem disse foi seu par, seus pais ou seu melhor amigo: o amor é uma experiência que une biologicamente mente e corpo. É a sensação realmente universal.

4. A sensação de fazer uma gentileza aleatória.

Colocar um sorriso no rosto de alguém pode ter impacto sobre o seu nível de felicidade. Sem falar que você também está fazendo o mundo um lugar melhor.

5. A sensação de receber uma gentileza.
Mantenha o ciclo.

6. A sensação de falar o que realmente pensa.
Pesquisa sugerem que pensar demais pode não só gerar mais estresse mas também atrapalhar a execução de tarefas simples. Você tem todo o direito de expressar seus pensamentos e opiniões. Afirme-os claramente e com convicção.

7. A sensação quando alguém te entende.

O resultado é que você se torna uma pessoa muito melhor: um estudo de 2011 mostrou que estar junto do seu melhor amigo ajuda a reduzir o estresse.

8. A sensação de se apreciar a si mesmo.
Pesquisas mostram que a autoaceitação é a chave para uma vida mais feliz, mas o hábito que as pessoas menos cultivam.

9. A sensação de um coração partido.
É impossível passar a vida inteira tendo apenas sensações agradáveis. Ela também é feita de fases difíceis, incluindo a dor do coração. Mas são nestes momentos que mais aprendemos sobre nós mesmos.

10. A sensação de relaxamento total.
A estafa é real, e a melhor maneira de combatê-la é separar um tempo para apenas ser.
Relaxar não é bom somente para a sua saúde física e mental, é simplesmente uma delícia.

11. A sensação de acordar depois de uma ótima noite de sono.
Dormir é para os fortes. Acordar descansado te ajuda a enfrentar o dia com entusiasmo (sem falar que faz bem para a saúde. Ninguém acorda exausto dizendo: “Me sinto espetacular!”

12. A sensação de curtir intensamente o momento.

Aquele show incrível. Uma conversa com um amigo. Brincar com seus filhos no playground. Permitir-se viver no aqui e agora. Estar presente tem muito poder.

13. A sensação de transformar um lugar novo em um lar.
Pesquisadores há muito estudam a saudade de casa. Segundo eles, trata-se de uma forma de ansiedade. Como relata a CNN, o fenômeno se explica “pela nossa necessidade instintiva de amor, proteção e segurança – sensações normalmente associadas ao lar”.

Portanto, quando você de adaptar a um novo ambiente, aquela ânsia pelo que é família se dissipa porque sua nova casa é o que é familiar – e isso é uma forma excepcional de crescimento.

14. A sensação de fracasso.
A vida não é escrita a lápis. Você não vive se cometer erros que não podem ser corrigidos. O que importa é como você muda depois deles. Isso constrói o caráter e te ajuda a ter sucesso.

15. A sensação depois de uma sessão de exercícios.
Não tente brigar com a ciência: as endorfinas são reais. Você fica mais feliz depois de se exercitar.

16. A sensação da raiva.
Conter a raiva não é necessariamente bom para seu bem-estar.

Às vezes é um alerta. Isso não significa que você tenha de dar porrada em quem te contrariou, mas talvez seja um sinal para reavaliar as circunstâncias (e a pessoa) que te fizeram sentir-se assim.

17. A sensação de fazer uma nova amizade.
Essa ligação não está só na sua cabeça. Estudos mostram que conexões sociais ativam o centro de recompensas do cérebro.

18. A sensação do sucesso.
Não importa se ele é grande ou pequeno, você merece se sentir realizado. Um truque para atingir seus objetivos: coloque-os no papel. Pesquisas mostram que isso te ajuda a manter-se no caminho certo.

19. A sensação de aceitação.
Ser aceito é uma sensação muito importante. Isso não vale só para os outros, mas também para você (veja o item sobre a auto aceitação). Você é o seu maior fã.

20. A sensação de conseguir o emprego dos sonhos.
Os funcionários ficam mais felizes quando se envolvem com o trabalho. Você passa muitas horas por dia trabalhando e merece sentir-se satisfeito com seu emprego.

21. A sensação de validação.Não deixe que os outros confirmem que você realmente é. Suas opiniões são válidas. Seu trabalho é válido. E, sim, seus sentimentos são válidos.

22. A sensação de estar sozinho.Não confunda com solidão. Ficar sozinho faz bem. Passar um tempo na própria companhia é saudável para seu bem-estar mental. Você é incrível. Por que não ficar um tempo consigo mesmo?

23. A sensação da felicidade plena.Porque, acima de tudo, você merece sentir felicidade.

 

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*Fonte: contioutra

Beber mais café pode diminuir o risco de morte

Dois grandes estudos encontraram uma ligação entre quem bebe mais café vive mais tempo. Como sempre, porém, ainda não há evidências suficientes para apoiar definitivamente essa conclusão.

Os estudos foram publicados nos Annals of Internal Medicine. Um deles fez o teste com 520 mil pessoas, e os outros 185 mil. Ambos são números bastante impressionantes.

Conduzido pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC) e Imperial College London, o primeiro estudo descobriu que aqueles que bebiam café (incluindo descafeinado) apresentavam menor risco de morte. Este estudo foi feito em 10 países europeus, e foi o maior do gênero.

Três ou mais copos por dia pareciam obter o maior benefício neste estudo. Os diferentes países permitiram aos pesquisadores avaliar as diferenças entre os países onde o consumo de café varia, do café expresso na Itália ao cappuccino no Reino Unido.

“Descobrimos que um maior consumo de café foi associado a um menor risco de morte por qualquer causa, e especificamente para doenças circulatórias e doenças digestivas”, disse o autor principal, Dr. Marc Gunter, do IARC em um comunicado .

“Esses resultados foram semelhantes em todos os 10 países europeus. Nosso estudo também oferece informações importantes sobre os possíveis mecanismos para os efeitos benéficos do café para a saúde”.

Usando os dados obtido na pesquisa, os pesquisadores descobriram que as pessoas que bebiam uma xícara de café por dia eram 12% menos propensas a morrer. Duas a três xícaras aumentaram isso para 18%.

“O café contém muitos antioxidantes e compostos fenólicos que desempenham um papel importante na prevenção do câncer”, afirmou a autora principal Veronica Setiawan em um comunicado .

Agora, compreensivelmente, esses estudos vão causar alguma controvérsia. Os pesquisadores não conseguiram explicar por que o café oferece esses benefícios percebidos, nem uma relação causal pode ser identificada. Pode ser que as pessoas mais saudáveis ​​bebem mais café, por exemplo.

 

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*Fonte: engenhariae

 

A NASA acidentalmente filmou um dos mais controversos avistamentos de OVNI até o momento

Outro objeto voador não-identificado foi capturado em vídeo pelas câmeras espaciais da NASA. Nas imagens de vídeo, um objeto misterioso – com um peculiar formato em forma de disco – parece estar saindo da atmosfera da Terra o que causou um enorme debate nas redes sociais. O que foi isso? Veículo alienígena? Detritos espaciais? Ilusão óptica, ou apenas gás do pântano? Alguns estão convencidos de que é a prova final de que a Terra é visitada por seres alienígenas enquanto outros permanecem céticos e ainda, não convencidos.

Desde que a filmagem foi carregada para o YouTube, gerou uma grande controvérsia tanto entre aqueles que apoiam a idéia de que poderia ser um objeto extraterrestre, como entre aqueles que são completamente céticos do assunto, e como uma piada sugerem que “UFOs que estão planejando entrar no nosso espaço aéreo devem ser registrados e pagar impostos. ”

Um usuário escreveu no YouTube:

“A questão não é” é uma espaçonave alienígena? “, Mas na verdade” Por que a NASA cortou e censurou este vídeo como sempre fazem com outras visões estranhas? ”

A verdade é que em muitas ocasiões apenas fragmentos de vídeos nos quais esses objetos enigmáticos visíveis são liberados.

No entanto, o fato de que a NASA interrompe suas transmissões ao vivo é o que desperta mais suspeita entre aqueles que estão ansiosos para encontrar novas provas da existência de vida alienígena, UFO e como todos nós fazemos parte de uma conspiração maciça.

De acordo com muitas pessoas, hoje, não é mais uma questão se UFO’s são reais ou não.
De fato, se olharmos para o passado, veremos várias declarações fascinantes feitas por ex-astronautas, oficiais militares e cientistas sobre a vida alienígena ea existência de OVNIs.

Aqui estão apenas algumas:

“Os seres inteligentes de outros sistemas estelares estiveram e estão visitando nosso planeta Terra. Eles são chamados vários visitantes, outros, Star People, Et, etc … Eles estão visitando a Terra agora; Isso não é uma questão de conjectura ou de pensamento melancólico. “- Theodor C. Loder III, Ph.D., Professor Emérito de Ciências da Terra, Universidade de New Hampshire.

Não podemos abordar o fenômeno OVNI sem mencionar o Dr. Edgar Mitchel, um dos astronautas mais conhecidos da Apollo e o sexto homem a andar na lua; Um capitão aposentado na Marinha dos EUA, engenheiro aeronáutico e fundador do Instituto de Ciências Noéticas (IONS), que tinha muito a dizer sobre a vida alienígena:

“Acontece que tenho o privilégio de conhecer o fato de que fomos visitados neste planeta, e o fenômeno OVNI é real … Sim, houve embarcações quebradas e corpos recuperados. Não estamos sozinhos no universo; Eles vêm aqui há muito tempo. ”

Franklin Musgrave, um médico americano, astronauta aposentado da NASA que trabalhou no projeto e desenvolvimento do Programa Skylab e o único astronauta a ter voado em missões em todos os cinco ônibus espaciais tinha coisas muito interessantes a dizer sobre a vida em outros lugares do cosmos:

“Estatisticamente, é uma certeza que há civilizações extremamente avançadas, inteligência, formas de vida lá fora. Eu acredito que eles são tão avançados que fazem mesmo viagens interestelares. Acho que é possível que eles tenham chegado aqui. É lógico supor que o universo deve ter outras vidas nele e que nós poderíamos ser visitados em algum ponto.

 

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*Fonte: universocetico

Os cálculos batem: nosso universo pode ser um holograma

Tudo o que você vê, ouve, toca ou cheira pode ser fruto das vibrações de cordas infinitamente finas que existem em um mundo de dez dimensões. Uma espécie de holograma – enquanto o mundo “real” seria um cosmo de uma dimensão e sem gravidade, ditado pelas leis da física quântica.

Soa como loucura? Não para o físico teórico Juan Maldacena, que propôs o modelo em 1997.

Complexo (especialmente para quem não é da área), esse modelo pode ajudar a resolver incoerências entre a física quântica e a teoria da relatividade de Einstein, facilitando o diálogo entre físicos e matemáticos.

Apesar de sua importância, ao longo de mais de quinze anos a proposta de Maldacena permaneceu sem comprovações consistentes. Pensando nisso, o físico Yoshifumi Hyakutake, da Universidade de Ibaraki (Japão), reuniu uma equipe para colocar o modelo a prova.

Expansão do universo pode acontecer de forma extremamente simples

Por meio de simulações computacionais de alta precisão, os pesquisadores calcularam a energia interna de um buraco negro e a energia interna de um cosmo sem gravidade (que é parte fundamental do modelo de Maldacena). Os dois cálculos batem.

Isso traz evidências de que há coerência entre o modelo teórico e o nosso universo percebido, apesar das diferenças, e dá base para expandir teorias da física quântica. [Scientific American]

 

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*Fonte: hypescience

 

O lado negro da Inteligência Emocional

Notar quando um amigo ou colega se sente triste, bravo ou surpreso é a chave para se entender e relacionar com os outros, mas um novo estudo sugere que a aptidão de melhor compreender os sentimentos pode vir com uma dose extra de estresse. Esta e outra pesquisa desafiam a ideia predominante de que inteligência emocional é exclusiva e uniformemente benéfica para o seu portador.

Em um estudo publicado em Setembro de 2016 denominado Questão da Emoção, as psicólogas Myriam Bechtoldt e Vanessa Schneider, ambas do Colégio de Gestão e Finanças de Frankfurt, na Alemanha, questionaram 166 estudantes universitários homens para medir sua inteligência emocional. Por exemplo, eles mostraram aos estudantes faces de diferentes pessoas e indagaram quais sentimentos como felicidade ou desprezo estavam sendo expressados nas imagens. Os estudantes então tiveram que fazer uma apresentação frente aos jurados esboçando severas expressões faciais. Os cientistas mediram concentrações do hormônio de estresse cortisol na saliva dos alunos antes e após a “palestra”.

Nos estudantes classificados com maior inteligência emocional, o stress aumentou durante o experimento e demorou mais para retornar aos níveis regulares. Os resultados sugeriram que algumas pessoas tendem a ser mais emocionais do que o necessário para o próprio bem, diz Hillary Anger Elfenbein, professora de Comportamento Organizacional na Universidade de Washington em St. Louis, que não estava envolvida com a pesquisa. “Às vezes você pode ser tão bom em algo que isso te prejudica” ela pontua.

De fato, a pesquisa complementa outra anterior acerca do lado negro da inteligência emocional. Um estudo publicado em 2002 no livro Personalidade e Diferenças Individuais sugere que pessoas emocionalmente perceptivas podem ser particularmente suscetíveis à sentimentos como depressão e desesperança. Ademais, várias pesquisas, incluindo uma publicada em 2013 na revista PLOS ONE, insinuam que inteligência emocional pode ser usada para manipulação de terceiros em benefício próprio.

Mais pesquisas e estudos são necessários para investigar a relação entre inteligência emocional e estresse, principalmente em mulheres e pessoas de diferentes idades e níveis de educação, públicos que não foram ainda considerados. Mesmo assim, essa inteligência é uma habilidade útil para se ter, contanto que o indivíduo aprenda a lidar apropriadamente com emoções, tanto com as próprias como com as dos outros, diz Bechtoldt, também professora de Comportamento Organizacional. Por exemplo, indivíduos sensíveis podem assumir responsabilidade pelas tristezas ou ira dos outros, se estressando desse modo. Em suma, Bechtoldt afirma “você não é responsável por como as outras pessoas se sentem.”

Tradução: Maria Vitória M. Cabrera.

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*Fonte: universoracionalista

5 coisas que você não deve fazer no meio da natureza

 

Esportes como trekking e campismo são ideais para relaxar, fugir do estresse do dia a dia e entrar em contato com a natureza. No entanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes para não ter problemas e aproveitar ao máximo o passeio. Uma das premissas para praticar essas modalidades ao ar livre é respeitar o meio ambiente. Mas será mesmo que você sabe o que pode ou não fazer? O Webventure listou algumas atitudes que não devem ser tomadas para não trazer prejuízos ao ecossistema, confira:

 

1. Não force o contato com animais

A observação deve ser feita à distância. Você deve evitar ao máximo interferir no comportamento da fauna local, qualquer som pode ser interpretado como uma ameaça e provocar um ataque, por isso fale baixo e não use aparelhos sonoros.

Alimentar os animais parece um gesto fofo, mas pode causar um desequilíbrio no ecossistema, caso ele acabe se acostumando com alimentos de fora. Isso também pode estimulá-los a “visitar” os acampamentos em busca de alimentos. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

 

2. Não use atalhos

Sair da trilha pré-determinada usando (ou criando) atalhos pode favorecer a erosão e destruição da vegetação locais. Isso porque a área utilizada por humanos na natureza se tornam mais frágeis e levam um longo tempo para se recuperar após o impacto. A mesma coisa vale para escolher um local para montar a barraca, busque somente lugares que já foram usados e na hora de ir embora lembre-se de levar todas as evidências da sua passagem.

 

3. Não enterre nem papel higiênico

Todo mundo sabe que durante uma trilha é importante recolher todo seu lixo e levá-lo consigo, mas muita gente acaba buscando alternativas como queimar ou enterrar os resíduos. Essas práticas não são saudáveis ao meio ambiente, pois os animais podem cavar e espalhar o lixo de volta e queimá-lo pode trazer prejuízos ao solo. Nem mesmo o papel higiênico usado deve ficar na natureza, tudo o que foi, deve voltar e ser descartado adequadamente.

 

4. Não tire nem uma pedra do lugar

Construir qualquer tipo de estrutura , como mesas, bancos, não é saudável ao meio ambiente, mesmo que seja com galhos quebrados, árvores tombadas ou mortas, pois essas coisas podem estar servindo como abrigo para algum tipo de animal. Você não vai gostar de receber visitas que mudem as coisas da sua casa do lugar que estão, então não se sinta no direito de fazer isso na natureza, não leve de recordação nem uma flor, concha ou pedra, deixe tudo como encontrar.

 

5. Não faça fogueira, caso não precise dela para sobreviver

Além de poder causar um foco de incêndio no meio da floresta, elas causam o enfraquecimento do solo. Opte por usar fogareiros próprios para acampamento, lanternas ou lampiões. As fogueiras devem ficar como última opção e para casos extremos de necessidade e quando fizer, lembre-se sempre de apagar por completo qualquer foco de fogo e levar consigo a sujeira.

Não há problema em praticar esportes de natureza, desde que você não deixa mais do que pegadas e não leve nada além de fotografias.

 

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*Fonte: webadventure

Físico do CERN: “Nós fizemos algo que não deveríamos ter feito”

Este dispositivo, localizado no subsolo, tem 20 milhas de diâmetro e abrange dois países. Foi construído para estudar o nascimento do universo, mas tem feito experimentos diferentes. Este dispositivo foi construído, em vez disso, para estudar UFOs.

E o governo dos EUA, Grã-Bretanha e França está por trás disso. Eles estudaram de onde os OVNIs vieram, qual período, se havia alguma verdade por trás dos OVNIs. O dispositivo juntamente com a matemática descobriu que o universo é uma página em si. Existe mesmo uma maneira de abrir a porta para outro universo. É isso que o céu e o inferno são? Essas descobertas pretendem que a energia sem fim e as armas a laser possam ser usadas.

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*Fonte: universocetico

Quais os requisitos para ser astronauta? A NASA responde!

O anúncio que a NASA fez dia 17 de junho, que havia selecionado oito novos astronautas fez algumas pessoas se perguntarem: O que é preciso para tornar-se um astronauta?

A resposta curta, de acordo com a Dr. Janet Kavandi, (uma ex-astronauta que agora dirige as operações da tripulação de voo no Centro Espacial Johnson, em Houston) é que a agência está à procura de homens e mulheres talentosos com “ego pequeno” e que “gostam de fazer coisas difíceis”.

Somos uma plataforma dedicada ao conhecimento que só poderá continuar a existir graças a sua comunidade de apoiadores. Saiba como ajudar.

Claro que, só porque você é modesto e gosta de um desafio não significa que será um astronauta. Para ser candidato num treinamento de astronautas você deve atender a critérios físicos, educacionais e psicológicos muito restritos. Aqui estão as respostas de oito perguntas sobre o que é preciso para ser candidato a astronauta:

1. Eu tenho que ser um cidadão norte-americano?
Sim, você tem que ser americano. Dupla nacionalidade também serve. Se você é um cidadão da Rússia, Canadá, Japão, Brasil ou outro país que possua agência espacial própria, você pode se inscrever através dessas agências. Aqui está uma lista de agências espaciais nacionais e internacionais.

2. Existe alguma restrição quanto a idade?
Não. Antigamente, os astronautas tinham uma faixa etária de 26-46 anos. Hoje, a idade média é 34 anos.

3. É melhor fazer uma faculdade ou universidade em particular?
A NASA não recomenda qualquer faculdade ou universidade em particular, desde que seja credenciada.

4. Existe uma área específica que devo escolher para estudar?
Você deve ter um diploma em engenharia, ciências biológicas, ciências físicas ou matemática.

5. Eu preciso ter experiência em voo?
Não necessariamente. O candidato ou deve ter um mínimo de 1.000 horas de tempo de piloto em aviões a jato ou três anos de experiência profissional numa área relacionada à sua formação acadêmica (por exemplo, três anos trabalhando como engenheiro, após concluir o curso).

6. Que tipo de requisitos físicos são necessários?
Você passará por um rigoroso teste físico. Entre outras coisas, a sua pressão arterial não pode ultrapassar 140/90 e sua altura deve estar entre 1,57 e 1,90 metros. A sua visão deve ser corrigíveis a 20/20 em cada olho. Cirurgia de correção de visão é permitida, desde que tenha sido feita pelo menos a um ano e não tenha complicações e sequelas permanentes.

7. Qual é o salário anual dos astronautas?
Os astronautas são pagos em uma escala governamental (GS-11 a GS-14), com base na sua experiência e formação acadêmica. Atualmente, o astronauta começa ganhando cerca de 5.400 dólares por mês (cargo GS-11). Já o cargo de GS-14, o salário chega até US$ 11.800 por mês.

8. Qual é a concorrência?
Muito alta. Esses oito recém formados astronautas foram selecionados entre mais de 6.100 candidatos. E esse não foi o maior grupo de candidatos na história da NASA.

Publicado no The Huffington Post

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*Fonte: universoracionalista

No Japão, jornal é feito de papel que vira planta

Mesmo o papel se decompondo rapidamente quando descartado, para a sua confecção é preciso que 20 árvores sejam cortadas e retiradas da natureza, desencadeando diversos problemas ao meio ambiente.

Para acabar com esse grave problema foi desenvolvido na Inglaterra um papel reciclado, batizado de papel semente, feito com fibras e sementes de plantas que, quando picado e plantado, pode virar ervas, vegetais ou flores, como camomila, cebolinha, tomate e rosas.

O papel semente, que está a cada dia ganhando mais força no mercado em forma de convites, cartões, envelopes e sacolas, chegou no Japão no formato de jornal. Chamado de Jornal Verde, o produto foi criado pela editora do famoso jornal japonês, The Mainichi Shimbunsha, e colocado em prática pela agência publicitária Dentsu Inc.

O jornal que agora depois de lido pode ser picotado e descartado na terra, possui sementes de ervas e flores em sua composição e é impresso com tinta 100% vegetal. Depois dessa iniciativa sustentável, ele se tornou um enorme sucesso e hoje tem uma tiragem diária de 4 milhões de exemplares, chegando a uma receita de mais de U$ 700 mil. A ideia também chegou nas escolas, com o objetivo de incentivar e conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente e da reciclagem.

O compromisso do jornal com a natureza já é bastante conhecido no Japão por conta de uma campanha de publicidade sobre doação de água para as populações que sofrem com a seca e a sede.

Mesmo o papel semente não sendo uma novidade, é muito interessante ver o quanto as pessoas estão preocupadas em reduzir as emissões de CO2 gerados pelos processos tradicionais de eliminação de resíduos e pelo desmatamento.

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*Fonte: pensamentoverde

O propósito da diarreia é muito mais complicado do que pensávamos

Um dos aspectos mais desordenados da vida humana é a diarreia. Durante séculos, ela confundiu cientistas sobre o motivo exato pelo qual precisamos encará-la.

Embora faça sentido que o seu propósito seja o de livrar nosso organismo das infecções o mais rápido possível, existe uma surpreendente falta de evidências biológicas que respaldem essa suposição. Agora, pesquisadores se aproximam da ciência da diarreia para descobrir que, ao tentar evitá-la, talvez causemos mais mal do que bem ao nosso corpo.

“A hipótese de que a diarreia limpa os agentes patogênicos intestinais tem sido debatida há séculos”, diz um dos cientistas, Jerrold Turner, do hospital Brigham and Women’s, em Boston.

“Seu impacto na progressão das infecções intestinais permanece mal compreendido. Buscamos definir o papel da diarreia e verificar se a prevenção pode atrasar a limpeza de agentes patogênicos e prolongar a doença”.

 

Papel da água

Turner e sua equipe se interessaram por um aspecto-chave na experiência da diarréia: como é que toda aquela água se transporta pela parede do intestino até o produto final?

A partir de modelos de ratos com “diarréia do viajante” – o tipo causado por infecções bacterianas – pesquisadores examinaram o revestimento intestinal desses animais para descobrir como grandes quantidades de água se tornam capazes de passar e facilitar a diarreia.

Os ratos foram infectados com Citrobacter rodentium, equivalente a um infectado por E. coli.

A equipe descobriu que, como resposta à infecção, células imunes começaram a gravitar em direção à parede intestinal, o que desencadeou a produção de um a proteína chamada interleucina-22.

A interleucina-22 se fundiu com células no revestimento intestinal e as levou a produzir uma segunda proteína, chamada claudin-2.

O trabalho desta proteína é coordenar-se com as células para formar grandes aberturas na parede do intestino, de modo que começa a fluir mais água do que o normal.

Tudo isso aconteceu dentro de apenas dois dias de infecção bacteriana – muito antes de inflamação e danos nos tecidos começarem a denunciar a infecção.

A atividade da claudin-2 já foi observada em seres humanos antes, mas estes são os primeiros sinais da interação entre ela e a interleucina-22 no caso de uma infecção bacteriana.

Isso sugere que, apesar de a diarreia possa parecer um pesadelo, não tê-la pode ser um destino ainda pior.

No desenho abaixo é possível verificar a interação entre interleucina-22 (esfera azul) e claudin-2 para combater a bactéria C rodentium:

Não é apenas pelo mecanismo da diarreia a torna mais complexa do que presumimos – temos, também, o costume de julgar mal o fato de que ela interage com as bactérias para que, em conjunto, possam combater a infecção.

A equipe descobriu essas evidências observando três tipos de ratos – um que foi projetado para superproduzir a claudin-2, outro cuja capacidade de produzir claudin-2 foi bloqueada (chamados camundongos de nocaute ao claudin-2) e um grupo controle.

Como esperado, o grupo de controle teve diarreia em resposta à infecção, enquanto superprodutor de claudin-2 teve diarréia o tempo todo.

Nenhum, porém, sofreu tanto quanto os camundongos de nocaute.

Apesar de serem os únicos a evitar um ataque desordenado de fezes, eles experimentaram sintomas da infecção muito mais severos do que os outros, e levaram muito mais tempo para que seus sistemas imunológicos eliminassem a bactéria.

“Seu sistema imunológico quase enlouqueceu tentando limpar essa infecção, mas não conseguia”, disse Turner à Gizmodo.

Nos primeiros estágios da infecção, os ratos de nocaute experimentaram danos nos tecidos muito maiores do que os outros dois grupos e maior proliferação das bactérias nocivas.

E aqui está o ponto: eles acabaram enfrentando uma diarreia terrível mesmo assim.
Procedimento e resultados

No 11º dia de infecção, a diarreia finalmente teve início, e permaneceu “significativamente maior” do que os outros dois grupos até o dia 21.

Os pesquisadores sugerem que, se o corpo não for capaz de produzir diarreia para libertar a infecção – facilitada pela atividade da interleucina-22 e da claudina-2 – começará a quebrar o próprio revestimento intestinal para forçar a água a descer.

É importante notar que o experimento até agora só foi realizado em ratos. Então, até ser verificado em seres humanos, é muito cedo para dizer que o mesmo processo ocorre em nossos corpos.

Mas os humanos produzem proteína interleucina-22, então ela pode ser responsável por desencadear a produção de diarreia em nós também.

E o que esta pesquisa mostra é que qualquer medicamento destinado a bloquear a atividade do organismo ou a claudin-2 poderia causar mais mal do que bem – temos subestimado o quão importante isso poderia ser na prevenção de infecções mais graves e prolongadas.

“As pessoas estão recorrendo a remédios para prevenir a diarreia. Mas essa pesquisa nos diz que é preciso ter cuidado com isso”, disse Turner ao Gizmodo. “No caso desse agente patogênico, se você bloqueá-lo, a infecção pode ficar muito pior”.

A pesquisa foi publicada na Cell Host e Microbe. [ScienceAlert]

 

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*Fonte: hypescience / Carolina Goetten

Reino Unido usa plástico retirado dos oceanos para asfaltar estrada

Depois de algumas pesquisas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi possível detectar que 80% do lixo encontrado nos oceanos são feitos de plásticos. De acordo com as estimativas, se os números se mantiverem até 2050, os oceanos terão mais plásticos que peixes.

Para reparar os problemas causados pela poluição dos oceanos e acabar com o desperdício de recursos naturais, o engenheiro Toby McCartney teve a ideia de construir estradas feitas de plástico reciclado. O projeto desenvolvido pela sua empresa MacRebur, com sede na Escócia, traz estradas 10 vezes duráveis e 60% mais fortes.

Bem diferente das estradas convencionais que costumam com o tempo formar buracos e crateras, a nova solução encontrada por McRebur acaba com esse terrível problema. Ele criou pequenas pelotas chamadas MR6, feitas a partir de plástico doméstico, resíduos agrícolas e resíduos comerciais, que substituem o betume, além do petróleo bruto – vendido pelas empresas petrolíferas – utilizado para unir as estradas.

O processo de fabricação é feito através da mistura dos pallets de MR6 com a rocha e um pouco de betume, forma sustentável e lucrativa que o engenheiro encontrou para reciclar os resíduos plásticos encontrados nos oceanos.

Sua inspiração veio após a professora de sua filha ter perguntado para a classe o que vive no oceano, e sua filha, ao invés de responder peixes disse: “Plástico”. Para que sua filha não crescesse em um mundo onde isso fosse realidade, ele decidiu tomar uma atitude.

Entretanto, ele percebeu que a ideia de usar plásticos retirados dos oceanos era realmente possível, depois de passar um tempo na Índia e ver moradores tampando os buracos de ruas e estradas com esses resíduos e depois queimando-os.

O primeiro teste realizado por ele foi na calçada de sua casa, no Reino Unido. Agora depois de perceber que o produto funcionava, ele começou a ser colocado em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra.

 

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*Fonte: pensamentoverde

O Alzheimer, descrito pelo paciente

Sou médico aposentado e professor de medicina. E tenho Alzheimer.
Antes do meu diagnóstico, estava familiarizado com a doença, tratando pacientes com Alzheimer durante anos. Mas demorei para suspeitar da minha própria aflição.

Hoje, sabendo que tenho a doença, consegui determinar quando ela começou, há 10 anos, quando estava com 76. Eu presidia um programa mensal de palestras sobre ética médica e conhecia a maior parte dos oradores. Mas, de repente, precisei recorrer ao material que já estava preparado para fazer as apresentações. Comecei então a esquecer nomes, mas nunca as fisionomias. Esses lapsos são comuns em pessoas idosas, de modo que não me preocupei.

Nos anos seguintes, submeti-me a uma cirurgia das coronárias e mais tarde tive dois pequenos derrames cerebrais. Meu neurologista atribuiu os meus problemas a esses derrames, mas minha mente continuou a deteriorar. O golpe final foi há um ano, quando estava recebendo uma menção honrosa no hospital onde trabalhava. Levantei-me para agradecer e não consegui dizer uma palavra sequer.

Minha mulher insistiu para eu consultar um médico. Meu clínico-geral realizou uma série de testes de memória em seu consultório e pediu depois uma tomografia PET, que diagnostica a doença com 95% de precisão. Comecei a ser medicado com Aricept, que tem muitos efeitos colaterais. Eu me ressenti de dois deles: diarreia e perda de apetite.
Meu médico insistiu para eu continuar. Os efeitos colaterais desapareceram e comecei a tomar mais um medicamento, Namenda. Esses remédios, em muitos pacientes, não surtem nenhum efeito. Fui um dos raros felizardos.

Em dois meses, senti-me muito melhor e hoje quase voltei ao normal.
Demoramos muito tempo para compreender essa doença desde que Alois Alzheimer, médico alemão, estabeleceu os primeiros elos, no início do século 20, entre a demência e a presença de placas e emaranhados de material desconhecido.

Hoje sabemos que esse material é o acumulo de uma proteína chamada beta-amiloide. A hipótese principal para o mecanismo da doença de Alzheimer é que essa proteína se acumula nas células do cérebro, provocando uma degeneração dos neurônios. Hoje, há alguns produtos farmacêuticos para limpar essa proteína das células.

No entanto, as placas de amiloide podem ser detectadas apenas numa autópsia, de modo que são associadas apenas com pessoas que desenvolveram plenamente a doença. Não sabemos se esses são os primeiros indicadores biológicos da doença.

Mas há muitas coisas que aprendemos. A partir da minha melhora, passei a fazer uma lista de insights que gostaria de compartilhar com outras pessoas que enfrentam problemas de memória: tenha sempre consigo um caderninho de notas e escreva o que deseja lembrar mais tarde.

Quando não conseguir lembrar de um nome, peça para que a pessoa o repita e então escreva. Leia livros. Faça caminhadas. Dedique-se ao desenho e à pintura.

Pratique jardinagem. Faça quebra-cabeças e jogos. Experimente coisas novas. Organize o seu dia. Adote uma dieta saudável, que inclua peixe duas vezes por semana, frutas e legumes e vegetais, ácidos graxos ômega 3.

Não se afaste dos amigos e da sua família. É um conselho que aprendi a duras penas. Temendo que as pessoas se apiedassem de mim, procurei manter a minha doença em segredo e isso significou me afastar das pessoas que eu amava. Mas agora me sinto gratificado ao ver como as pessoas são tolerantes e como desejam ajudar.

A doença afeta 1 a cada 8 pessoas com mais de 65 anos e quase a metade dos que têm mais de 85. A previsão é de que o número de pessoas com Alzheimer nos EUA dobre até 2030.

Sei que, como qualquer outro ser humano, um dia vou morrer. Assim, certifiquei-me dos documentos que necessitava examinar e assinar enquanto ainda estou capaz e desperto, coisas como deixar recomendações por escrito ou uma ordem para desligar os aparelhos quando não houver chance de recuperação. Procurei assegurar que aqueles que amo saibam dos meus desejos. Quando não souber mais quem sou, não reconhecer mais as pessoas ou estiver incapacitado, sem nenhuma chance de melhora, quero apenas consolo e cuidados paliativos.

Arthur Rivin
(Foi Clínico-Geral e é Professor Emérito da Universidade da Califórnia)

 

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*Fonte: osegredo

Vinho de R$ 23 é considerado um dos melhores do mundo

Vinho bom tem que ser caro, certo? Errado. O ponto foi provado no fim do ano passado pela revista especialista no assunto, “Decanter“.

 

Um júri selecionado degustou mais de 200 rótulos às cegas. Ou seja, eles não sabiam quase nada sobre o que estavam bebendo. Ao provar o vinho da marca chilena La Moneda Reserva Malbec, os entendidos definiram a uva como “roxo profundo com matizes de violeta, taninos com textura aveludada e aromas de ameixa, figo e morango.”.

A garrafa é vendida pela rede americana Walmart, apenas nos EUA, por US$ 7, cerca de R$ 23. Anteriormente, o rótulo só era encontrado na Asda, subsidiária da rede de supermercados que só existe no Reino Unido. É a prova de que vinho “baratex” tem seu valor sim.

 

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*Fonte: metropoles

 

É ridículo como as ‘modas’ digitais se tornam um paraíso para oportunistas no Brasil

por Luciano Palma

A evolução da tecnologia está fazendo o tempo se comprimir. O Homo sapiens surgiu há 200 mil anos e adquiriu o comportamento do homem de hoje há 50 mil anos. A escrita surgiu há 5 mil anos. De lá até o surgimento da prensa, passaram-se 3.500 anos. Máquinas de escrever foram criadas após 350 anos. Quase 100 anos depois foi inventada a lâmpada elétrica. Foram mais 50 anos até a construção do primeiro computador, e outros 30 anos até o primeiro computador pessoal. A disponibilização da internet comercial no Brasil só ocorreu depois de 20 anos. Mais 10 anos e surgia o Facebook. Decorridos mais três, veio o iPhone, marcando o início da “revolução móvel”.

Em resumo, as revoluções estão acontecendo cada vez mais rapidamente e a quantidade de novidades à qual somos expostos cresce de forma exponencial. As pessoas têm medo de encontrar um amigo depois de duas semanas e não estarem “antenadas” sobre as últimas novidades! Parece haver uma competição por informação. Cada um tem que estar mais atualizado do que o outro…

Isso acontece também com o mercado de tecnologia. As empresas se esforçam para criar novas tecnologias (o que é bom), porém muitas vezes num ritmo que seus clientes não conseguem acompanhar. Trabalhei numa empresa cujo desafio não era vender novos produtos (os contratos já garantiam essas vendas), mas fazer com que os clientes instalassem as novas versões. Em muitos casos, os produtos de 10 anos atrás atendiam as necessidades, mas já havia quatro “upgrades” pagos e não instalados.

Este cenário é um prato cheio para que consultores com foco em tecnologia vendam serviços para ajudarem empresas (cujo foco é seu negócio) a acompanharem essas ondas. Assim, vemos o mundo da tecnologia se parecer cada vez mais com o da moda, pois essa é uma ótima forma de marketing: criam-se novas tendências e ninguém quer a imagem que “ficou para trás” em relação à concorrência.

Já fui chamado para dar consultoria em empresas que pediam para explicar algumas tecnologias que eles “tinham” que adotar, mas não sabiam para quê. Obviamente tudo estava relacionado com os bônus de alguns diretores e gerentes, que precisavam rechear seus currículos com os últimos jargões da moda para se destacarem e manterem seu status e sua empregabilidade (além dos polpudos bônus, é claro).

Infelizmente, no Brasil, essa indústria da “moda de tecnologias” se transformou em uma “Serra Pelada”, repleta de oportunistas

Alguns perceberam que as empresas precisavam mais “parecer” que estavam usando as tecnologias da moda do que realmente tirar real proveito delas, então passaram a oferecer “projetos” que convenciam os executivos da empresa disso através de apresentações em PowerPoints e relatórios reluzentes. Projetos que não passariam em uma sabatina de 10 minutos do departamento financeiro…

Alguns setores criaram toda uma indústria em torno de coisas “fake”, como é o caso da social media. Desde 2009, as discussões e palestras são praticamente as mesmas, e projetos com resultados palpáveis são raríssimos. As agências continuam medindo “sucesso” em likes e comentários, sem conseguir mostrar uma correlação convincente entre o investimento e um aumento nas vendas. Prova disso é que depois de quase 10 anos, o tema da moda em eventos e palestras da social media brasileira atualmente são os “influenciadores digitais”, assunto amplamente discutido (e bem explorado) nos EUA entre 2007 e 2009.

Hoje, não existe um evento sequer de tecnologia que não repita os jargões do momento: Big Data, Machine Learning, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Chatbot com Natural Language, Blockchain, Inteligência Artificial etc.

Se alguém propõe uma startup que não usa os termos da moda, ela não é bem avaliada porque “não está inovando”

O que é revoltante é que o mercado valoriza mais quem FALA sobre os modismos do que quem PRODUZ SOLUÇÕES com tecnologia. Uma startup que apresenta um PowerPoint prometendo usar três das tecnologias listadas acima acaba sendo bem avaliada, mesmo que não exista ninguém dentro da empresa que conheça uma vírgula sobre aquelas tecnologias. Prometer o que está na moda vale muito mais do que conhecer a tecnologia que resolve o problema.

As pessoas usam a técnica da “prestidigitação”: é o que um mágico faz para enganar sua plateia. Com sua agilidade, leva as coisas para um ambiente fora do alcance do público, onde faz as mudanças que quiser, porque ninguém consegue ver. Ao tirar o pano e devolver a visão à audiência: tadá! Lá está o pombo!

A diferença em relação ao mundo da tecnologia é que os “mágicos” não entregam o pombo, porque cobram adiantado por suas promessas. E isso tem uma explicação: eles não têm a menor ideia de como fazer a “mágica”! Aliás, mágica é uma palavra pertinente nesse contexto. Porque de fato, só com mágica seria possível entregar as promessas que alguns “especialistas” fazem!

“Você diz para o nosso chatbot que chegou em casa e ele, usando inteligência artificial, analisa seu perfil e determina se você está com fome, consulta no Big Data o tipo de comida que você gosta, descobre as melhores ofertas, faz o pedido e permite que você visualize o trajeto da sua comida com Realidade Virtual, tudo garantido através do Blockchain.” A-hã.

É esse tipo de coisa que está sendo prometida nos eventos e nos famigerados hackathons. E ai de quem colocar algum empecilho! “Você não tem visão!”, “Você é contra a tecnologia!”, “Você está ultrapassado!”.

Não vejo problema em pensar nesse tipo de solução num fórum adequado. Numa discussão sobre tendências e sobre o futuro, isso até cabe. Só que isso está sendo prometido como algo que será entregue por uma startup de três pessoas, em algumas semanas!

O cerne deste problema é que essas promessas estão sendo feitas por pessoas que nunca desenvolveram projetos de tecnologia.

É deprimente ver tanta gente citando “o algoritmo” sem nunca ter programado um “Hello World”, ou seja, o básico

Chego a pensar que algumas pessoas acreditam que “o algoritmo” seja alguma espécie de Entidade, que vai resolver os problemas em outra esfera que não seja a física…

Precisamos profissionalizar o mercado de tecnologia e parar de acreditar em mágicas. Isso exige estudo, dedicação e trabalho. Isso exige ir além do primeiro parágrafo ou dos meros chutes e adivinhações. Ou nos profissionalizamos, ou criaremos um ciclo infinito de um enganando o outro, no qual os enganados (e frustrados) seremos todos nós!!!

Isso dito, prossigo não sem antes fazer um alerta e um pedido. Não sou especialista nas tecnologias que vou citar abaixo — e desconfie muito se alguém se apresentar como especialista em muitas delas —, mas quero compartilhar a minha compreensão desses termos, para ao menos tentar dificultar a vida de eventuais “mágicos oportunistas da Serra Pelada da Tecnologia” que vivem de ludibriar pessoas. Vamos a eles:

 

1) Hackathon

Hackathon vem de “hacker” + “marathon”, e se o primeiro termo já é mal compreendido, imagine quando ele se mistura com o segundo…

Primeira coisa: hacker é um “especialista”. Hacker não rouba senha. Hacker não invade sistema. Hacker é o cara que manja muito de alguma coisa. Se alguém com esse perfil roubar senhas ou invadir sistemas, trata-se de um “hacker desonesto”, de um “hacker bandido”, ou de um “hacker ladrão”. Muitas vezes a polícia precisa da ajuda de outro hacker para prender essa pessoa.

Curiosamente, o segundo termo é o menos compreendido. As pessoas olham para “maratona” como uma competição, e essa é a maior distorção que alguém pode fazer nesse caso. O termo maratona é usado aqui no sentido de muita dedicação, de uma jornada longa na qual serão feitos muitos esforços. Num hackathon, um grupo de especialistas (hackers) se junta para UNIR esforços e resolver o problema proposto. Não é um ambiente de competição — muito pelo contrário! Um hackaton TEM que ser um ambiente de colaboração, porque os hackers precisam COMPARTILHAR seu conhecimento, gerando aprendizado e resolvendo o problema.

Um hackathon que não produz nada ao seu final é um fracasso. E atenção: não existe “ganhador” de hackathon

Ou todos produziram algo fantástico e todos ganham, ou todos ganham pelo aprendizado. Se uma pessoa ou uma equipe específica sai de um hackathon com um prêmio, mas sem aprendizado e sem um produto desenvolvido (ainda que não esteja pronto), ela pode ter ganhado um prêmio, mas perdeu um hackathon.

 

2) Big Data

Muita gente confunde “Big Data” com “um banco de dados grande”. Alguém só faz essa associação se não estiver disposto a ler mais do que as duas palavras: “big” e “data”.

Não basta um banco de dados ser grande para falarmos de “Big Data”. Este nome singelo significa muito mais. Significa mais do que os próprios dados: ele envolve processos e análises. O primeiro passo nessa jornada é coletar dados de uma forma insana, quase irracional. Guardar todas as informações que conseguir, ainda que de forma desestruturada. Isso é só o começo. É como separar os ingredientes para fazer o bolo. Aquele monte de coisas não é um bolo. Para fazer um bolo ainda há todo um processo pela frente.

Uma vez que os dados estejam sendo coletados (e isso é contínuo), os cientistas de dados (gente que precisou estudar muito sobre bancos de dados e sobre teoria da informação) e os analistas de negócio (gente que já trabalhou nos processos da empresa) começam a trabalhar juntos para tentar identificar padrões nesses dados e criar e validar teses que podem revelar coisas sobre o negócio da empresa que a análise das informações obtidas como “fotografias” (o método tradicional) não permitem enxergar.

Tecnologias de “Big Data” não vão jamais fornecer respostas por si só

Se quem está envolvido no processo não entender MUITO de tecnologia e dos negócios da empresa, é dinheiro jogado fora. E sim, precisa saber programar e precisa saber matemática.

 

3) Inteligência Artificial, Machine Learning

Neste assunto a “prestidigitação” rola solta. Dá a impressão que algumas pessoas acreditam que a Inteligência Artificial é suficiente para substituir a inteligência natural.

Curiosamente, para “treinar uma máquina”, ou seja, para “aperfeiçoar um algoritmo”, é necessário que um ser humano, ou um processo criado por um ser humano, continue dando retorno para esta a máquina. Algoritmos avançados são capazes de se “automodificarem” para buscar melhores respostas, mas para que isso aconteça, um humano tem que dizer se a nova resposta é melhor ou pior (ou criar outro mecanismo que faça isso).

Num resumo muito genérico (até porque, como disse, não sou especialista no assunto), a inteligência artificial se baseia em algoritmos (programas) que conseguem fazer a “automodificação” que mencionei. Num programa tradicional, o desenvolvedor determina cada decisão que o algoritmo vai tomar. Se forem fornecidos os mesmos dado, o algoritmo fornece a mesma resposta.

Algoritmos de inteligência artificial são criados para “testar” diversas possíveis decisões. Uma vez que alguém “valida” a resposta à qual o algoritmo chegou (se ela é correta ou não, ou se ela é melhor ou não do que a última resposta), o sistema vai “memorizando” essas variações, e com isso descobrindo padrões e “aprendendo” quais variações do algoritmo geram melhores soluções. Como o computador é uma máquina muito rápida (os mais potentes, hoje, fazem 100.000.000.000.000.000 operações por segundo), esse processo de “tentativa e erro” consegue descobrir rapidamente os “melhores caminhos”.

De novo: para lidar com este potencial é preciso saber programar — e saber matemática

 

4) Realidade Virtual

Essa é relativamente fácil de conceber, mas de novo: para fazer as promessas saírem do PowerPoint, é preciso estudar muito a tecnologia. Por mais que existam ferramentas e frameworks que facilitem a vida do desenvolvedor, ainda será necessário saber programar e ter ótimos conceitos de geometria analítica e geometria descritiva para construir soluções com Realidade Virtual. Isso sem falar em conceitos de design para tornar e experiência realista e agradável.

 

5) Realidade Aumentada

Enquanto a Realidade Virtual nos transporta para um mundo virtual, esta tecnologia traz elementos virtuais para o nosso mundo real. É fantástico poder “sobrepor” as informações que bem entendermos ao mundo em que vivemos, mas de novo: o que tem por trás disso é tecnologia, e não magia. Para fazer isso, primeiro precisamos TER as informações que irão nos ajudar. Não adianta prometer que “ao ver uma pessoa com seu óculos ‘RA-2020’, você poderá ver informações sobre o signo da pessoa, que faculdade ela fez, onde trabalhou, tipo sanguíneo e se está disponível para relacionamentos”. Isso pode até ser tecnicamente possível, através de reconhecimento facial e uma consulta a uma base de dados que agregue todas essas informações, mas será que quem promete isso tudo é capaz de entregar? Afinal, qualquer pessoa que assistiu Os Jetsons pode prometer carros que voem (e tecnicamente, isso é possível), mas daí a produzir um protótipo para as pessoas testarem tem uma grande diferença…

 

6) Chatbots

“Pergunte ao <insira um nome descolado aqui> e ele te dará todas as respostas.” No filme 2001, Uma Odisséia no Espaço, de 50 anos atrás, Stanley Kubrick já vislumbrou isso com o HAL-9000. Ainda antes, em 1966, já tinha sido desenvolvido no MIT o programa ELIZA, que “conversava” com as pessoas como se fosse um analista. Após a chegada da internet comercial, (em 1995, no Brasil), muitos “ops” do mIRC (operadores, ou administradores dos canais) já desenvolviam programas que se passavam por humanos respondendo aos usuários.

Em pleno 2017, essa tecnologia volta como novidade…

É claro que a tecnologia permite uma interação muito melhor, mas para fazer com que os “chatbots” realmente respondam de forma eficiente, é necessária muita programação. Sem muito estudo e trabalho, os “chatbots” feitos com base nas ferramentas disponíveis no mercado vão se parecer mais com as terríveis URAs (unidades de resposta audível) que nos atendem quanto tentamos ligar para alguma empresa de telecomunicações!

 

7) Blockchain

O paralelo mais simples com a tecnologia blockchain é a do cartório. Hoje, é o cartório que garante a veracidade de algumas informações. Uma casa só é sua se ela estiver registrada em um cartório. Qualquer pessoa poderá ter a confirmação que aquela casa é sua: basta consultar o cartório. A tecnologia blockchain proporciona essa mesma “fé pública” sem a necessidade de seres humanos nem documentos físicos. As informações são armazenadas de forma criptografada numa rede distribuída por inúmeros computadores ao redor do mundo. Essa infraestrutura garante que a informação, uma vez registrada, não pode ser adulterada. Você pode armazenar documentos e transações nesse sistema, o que poderia substituir sua carteira de motorista, os documentos de propriedade e de licenciamento de seu veículo e, até mesmo, o seu cartão de crédito. Até seu dinheiro pode ser substituído: você pode trocar seus Reais por Bitcoins. Essa transação fica armazenada na infraestrutura de blockchain e o mundo saberá que você agora possui “n” Bitcoins. Se você fizer uma transação e trocar alguns bitcoins por algum produto, essa transação também fica registrada e o mundo agora saberá que você não possui mais os Bitcoins que gastou.

A blockchain proporciona basicamente isso: o armazenamento seguro e com “fé pública” de informações. Ela não vai “adivinhar” nada para você

Se alguém prometer que através de blockchain uma solução vai “garantir” alguma coisa, saiba que a única coisa que o blockchain garantirá é a integridade da informação.

Para saber, por exemplo, se uma pessoa é boa pagadora, você terá que levantar informações sobre essa pessoa e armazená-las no sistema previamente (ou pagar para alguém que já tenha essa informação). Blockchain por si só, assim como sistemas de Inteligência Artificial, não são Oráculos. Eles não sabem nada que não lhes tenhamos informado ou para os quais não tenhamos criado algoritmos que permitam-lhes encontrar, descobrir ou aprender.

 

Luciano Palma, 49, é engenheiro eletrônico com MBA em Gestão Empresarial. Tem mais de 20 anos de experiência em empresas de tecnologia (Google, Intel, Microsoft). Viveu na Inglaterra e na Itália, desenvolvendo softwares para gestão avançada de imagens digitais. É fundador da Desquebre (startup que ajuda as pessoas a consertarem seus equipamentos de linha branca), e é um dos organizadores do GBG São Paulo.

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*Fonte: projetodraft

Excesso de selfie está relacionada a falta de sexo

A pesquisadora holandesa Christyntje Van Galagher da Universidade de Wageningen publicou um estudo que relaciona a elevada exposição pessoal dos usuários da rede social instagram ao nível de carência sexual. Segundo o estudo as fotografias denominadas selfies seriam um grito de socorro de pessoas oprimidas pelo abandono.

O estudo denominado “Het fotograferen van ontbering en eenzaamheid”, que em livre tradução diria “Fotografando a carência e a solidão”, interpreta as fotos selfies como sendo uma fuga digital da realidade concreta marcada pela insegurança e o medo do abandono.

Para a doutora em Psicologia Christyntje Van Galagher, “os viciados em selfies avaliam seu nível de bem-estar baseados nos likes que a imagem que construíram de si mesmo recebem. Usam filtros e tecnologias de manipulação de imagem para venderem uma imagem aos fãs. No entanto, a vida real é sem photoshop”.

O estudo entrevistou 800 pessoas adeptas deste hábito e detectou que 83% não possuem vida sexualmente realizada. O número que mais choca é o contraste entre a publicação de imagens e a prática sexual. A média de postagem de imagens selfies por parte dos entrevistados é de 45 fotografias mensais e apenas 2 relações em igual período.

A doutora Christyntje sentencia: ”O tempo que eles correm o dedo na telinha do iPhone deveria ser usado de forma mais criativa e erótica para não dependerem do julgamento dos seguidores para se sentirem realizados”.

 

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*Fonte: bobagento

 

 

História do Trevo de Quatro Folhas

O trevo da sorte é internacionalmente conhecido como um amuleto ou talismã natural pela raridade de conter quatro folhas. No entanto, você sabe o que diz a lenda do trevo de quatro folhas? Vamos explicar para você!

Diz a lenda que no ano de 200 antes de Cristo, mestres, juízes e sacerdotes na Inglaterra e Irlanda consideravam o trevo de quatro folhas sagrado por formar a imagem da CRUZ pelas quatro folhas, significando perfeita unidade e equilíbrio. Ou seja, para eles, achar um trevo de quatro folhas era não ter dificuldades na vida, apenas SORTE e SUCESSO.

Os Druidas (pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta) acreditavam que o trevo de quatro folhas era portador de boa fortuna e aquele que possuísse um para si, seria capaz de absorver poderes da floresta e até mesmo a boa sorte dos Deuses.
Além da imagem da Cruz, cada folha também possui um significado, que pode ser interpretado de algumas maneiras, por exemplo, como as quatros estações do ano, as quatro fases da Lua, os quatro elementos da Natureza e ainda traz um significado de: Esperança, Fé, Amor e Sorte.

Anualmente é comemorado o Dia do Trevo, festa que celebra São Patrício, um dos padroeiros da Irlanda, e é normalmente comemorado no dia 17 de março pelos países que falam a língua inglesa. Essa data é normalmente medida pela autoridade da Igreja. As pessoas vestem-se de trajes verdes, saindo as ruas em uma longa caminhada festiva. Hoje, Dia de São Patrício é provavelmente o mais amplamente comemorado dia de santos no mundo. Contudo, o trevo utilizado nesta festa é o trevo de três folhas, que foi o símbolo escolhido por São Patrício para representar a força do Cristianismo quando ele conseguiu converter alguns druidas.

Diz a lenda, que quando encontrar um trevo de quatro folhas, o ideal é que você o dê de presente a um ente querido e próximo, pois assim, ambos serão mais afortunados e prósperos.

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*Fonte: universocetico/Tamiris Oliveira da Silva

 

3 coisas que você precisa saber sobre a voz da intuição

Coisas que você precisa saber sobre a voz da intuição:

 

1. Todo mundo tem intuição

 

Eu sei que todos nós podemos acreditar nisso até certo ponto, certo? Todos nós podemos lembrar de quando o telefone tocava e nós apenas “sabíamos” quem estava do outro lado da linha. Ou talvez dos momentos em que sentíamos que ia chover e pegávamos o guarda-chuva mesmo o céu estando azul.

Estas são apenas algumas das maneiras através das quais você pode reconhecer que a intuição tem estado em sua vida desde o início.

Isso significa que você nasceu com intuição, então abandone a dúvida e siga adiante.

 

2.Então, como é a intuição?

 

Nós temos tantos pensamentos e emoções e dizemos coisas a nós mesmos toda a hora …

Então, como discernimos o que é orientação e o que é confusão?

Uma prática que realmente me ajudou foi imaginar como meu Eu Superior iria agir se eu estivesse cara a cara com ele. Você pode trocar o termo por Deus, Universo, Fonte – qualquer palavra que pareça confortável.

Para mim, esta energia é sempre calma, pacífica, nutritiva, solidária, amorosa, gentil, benevolente. É tudo isso e muito mais.

Eu imaginei essa energia muitas vezes … E sempre me sinto como se estivesse olhando para o sol, bem de perto, sentindo ondas vibrantes de amor passarem através de mim.

Esta energia é tão poderosa que você vai sentir todos os poros de seu corpo dançando para receber a graça de sua intenção.

Qualquer orientação de cima faz você se sentir assim.

A energia do seu Eu Superior não pode ser dramática, errática ou extrema.

Em outras palavras, se você sentir quaisquer emoções elevadas de pânico, medo, excitação ou ansiedade – não é a sua intuição, é a sua reação humana e do ego.

Quando a orientação chega, é suave, mas estável, neutra, mas amorosa, suave, mas firme.

 

Você pode reconhecer essa voz interior através de sua reação:

  • Se você ativamente ignorar essa voz, você vai sentir um peso.
  • Se você ouvir e agir com o conhecimento que esta voz te concede, sentirá uma sensação de realização e paz.

 

3.Como eu sei o que ela diz?

 

O universo é complicado da perspectiva científica, mas não é complicado no que precisa dizer.

Porque por mais que pensemos que a vida é complicada, da perspectiva maior não é.

A orientação virá como um empurrão em uma determinada direção. Às vezes, simplesmente virá como um “não” despretensioso.

Sua intuição vai oferecer conselhos em um tom benigno e suave, sempre. Se você estiver em perigo, sua voz interior irá alertá-lo para “olhar para a esquerda”, “se mover” ou “correr”. E quando você precisar responder a uma pergunta sobre uma mudança de carreira, sua voz interior pode responder “espere”, ” sim “ou” escolha o que você ama “.

Mesmo quando sua intuição não diz nada, está te enviando uma mensagem.

Esse silêncio gentil irá responder a sua pergunta – se você ouvir. Às vezes, o silêncio indica que a pergunta que você procura não é relevante para sua vida no momento.

Pensamentos finais

Em suma, o seu foco deve estar em como sua intuição apresenta sua comunicação com você.

Qual é a melhor maneira de responder a esta pergunta? Descubra como você se relaciona com o mundo.
Quando você chegou à pré-escola, provavelmente descobriu que tipo de aluno é, embora talvez não tenha tido vocabulário para explicá-lo naquela época.
Assim como nossas capacidades de aprendizagem, já sabemos quais estilos intuitivos são nosso forte. Nós nunca tivemos orientação, então talvez não tenhamos conseguido alcançá-la.

Mas reconhecer sua intuição é simples.
Quando você recorda todas as vezes em que sua voz interior “falou”, e quando pensa nas palavras que usa para descrever eventos especiais, esse é o seu estilo de intuição.

Você apenas “sabe”, “sente”, “ouve” ou “vê” a resposta, solução ou decisão melhor para você?

Nosso mundo é muito dinâmico. Temos que procurar uma forma de agir melhor nele.
Mas a partir daí, só precisamos de treinamento muscular e um pouco intuição.

 

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*Fonte: osegreedo / tradução: Mind Valley Academy

 

Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano

1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT.
Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM).
No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No seguinte gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator.
No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).

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*Fonte: contraagrotoxicos/Regeneración

Estudo revela que quem come chocolate tem mais propensão a amar

Embora os antigos Astecas acreditassem fortemente que o chocolate era um afrodisíaco, a ciência sempre foi cética. No entanto, agora temos razões para acreditar que exista uma conexão entre chocolate e amor, ou entre amor e doces em geral, graças a um estudo do Journal of Social and Personal Relationships. Em uma série de experiências intitulada “Sweet Love: The Effects of Sweet Taste Experience on Romantic Perceptions”, os pesquisadores consideraram se uma variedade de alimentos provocaria sentimentos de romance entre os participantes do estudo.

No primeiro experimento as pessoas foram alimentadas ora com mini biscoitos, ora com batatas fritas. Então, eles fizeram o mesmo com refrigerante e água com gás. De acordo com os pesquisadores, as pessoas solteiras que acabavam de receber a escolha açucarada eram mais propensas a começar a imaginar relacionamentos amorosos hipotéticos. Além disso, eles descreveram essas relações como comprometidas e satisfatórias.

Os pesquisadores também decidiram realizar um experimento em que os participantes bebiam refrigerante ou água e então eram convidados a visualizar vários perfis de namoro. Novamente, aqueles que haviam consumido a escolha açucarada demonstraram um maior interesse pelos perfis e até classificaram os pretendentes como sendo mais atraentes.

Mas enquanto os solteiros podem colher os benefícios românticos do consumo de açúcar, há más notícias para aqueles que estão em relacionamentos. No caso de você estar pensando que um frasco de Nutella poderia salvar sua vida sexual, comer doces não parece ter um efeito sobre os romances existentes em termos de como um casal percebem um ao outro. Em geral, no entanto, o chocolate ainda pode ser responsável por aumentar a libido. De acordo com um estudo realizado pela Dra. Jennifer Nasser, professora associada de Ciências da Nutrição na Universidade Drexel, o consumo de chocolate faz com que seu cérebro libere o prazer da dopamina química, o que poderia colocá-lo no clima.

Claro, como sempre, existem vários fatores de confusão que podem refutar o vínculo entre chocolate e romance, mas essas novas descobertas abriram a porta para explorar a relação entre amor e gosto em geral. Em suas conclusões, por exemplo, os cientistas do Journal of Social and Personal Relationships sugeriram fazer um estudo futuro sobre se alimentos quentes ou picantes poderiam prever a atração sexual.

Esse canal nasceu da parceria entre o Hypeness e a Cacau Show para comemorar o Dia dos namorados e lembrar que o amor e o carinho devem ser valorizados sempre. A criatividade deve ser a tônica na hora de presentear a quem se ama e que o prazer de comer um chocolate nunca muda.

Produtos como Mini Show laCreme, Collection, Intensidade, Caixa Artesanal Delícias de Amor, Coração Glamour, Doce Gesto meu Docinho,, Urso pote, Kit Sexy, Caixa Amo mais que chocolate, Caixa Glamour 180g, Angel Asas, Coração Gourmet Rosê são alguns dos exemplos da dedicação da marca ao amor – e sua nova campanha, intitulada Primeiro Encontro, mostra que o tempo também não precisa ser uma barreira para o amor.

 

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*Fonte: hypeness

 

Reclamar demais pode fazer mal para a saúde, diz estudo

Todos nós vivemos cercados por hábitos, que determinam ações cotidianas e também pensamentos. Grande parte das reclamações que fazemos ao longo do dia, por exemplo, fazem parte de um ecossistema de negatividade difícil de ser quebrado.

De acordo com o cientista e filósofo Steve Parton, do Psych Pedia, esses hábitos negativos reestruturam o cérebro, facilitando o surgimento de novos pensamentos ruins no futuro, de forma aleatória. Inclusive, reclamar demais pode até enfraquecer o sistema imunológico, provocando o aumento da pressão arterial.

Parton explica que as informações dentro do cérebro fluem de um neurônio para o outro através das sinapses. Estas, por sua vez, são separadas por um intervalo chamado fenda sináptica. Quando você tem um pensamento, um pulso elétrico sinaliza a sinapse para disparar uma reação através da fenda para a outra sinapse, formando uma ponte para o sinal elétrico.

“Toda vez que essa carga elétrica é acionada, as sinapses ficam mais juntas, diminuindo a distância que a carga elétrica tem que atravessar”, afirma Parton. Dessa forma, quanto mais você faz comentários ruins e reclamações, mais facilmente esses pensamentos serão repetidos pelo seu cérebro.

 

“Pela repetição do pensamento, você aproxima cada vez mais as sinapses que representam essas inclinações negativas e, quando surgir o momento oportuno, o pensamento que surgirá primeiro será o que tem a menor distância para percorrer, o que irá criar uma ponte entre sinapses mais rápido”, explicou o cientista.

 

Além disso, a raiva e a frustração geradas pelas reclamações fazem o organismo liberar cortisol, o hormônio do estresse. O aumento do cortisol no organismo contribui para uma maior pressão arterial e colesterol, enfraquecimento do sistema imunológico e problemas de aprendizagem e memória, de acordo com Parton. Os efeitos do cortisol podem também contribuir para o aumento do risco de diabetes, doenças cardíacas e obesidade.

O cientista também alerta que conviver com pessoas negativas e que reclamam muito pode ter um efeito ruim igualmente ruim na sua saúde. Isso acontece por causa da empatia, que mesmo inconscientemente nos faz compartilhar as emoções de nossos amigos, realizando sinapses semelhantes em nossos próprios cérebros.

 

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*Fonte: minhavida

Saiba tudo sobre vinhos orgânicos

Os vinhos orgânicos surgiram na Califórnia na década de 1960 e foram desenvolvidos por um grupo de agricultores naturalistas. De acordo com o especialista em agricultura orgânica Thiago Tadeu Campos, para ser considerado orgânico, o vinho deve ser produzido apenas com uvas orgânicas e não deve trazer em sua composição nenhum composto ou aditivo químico.

Estudos relevam que o vinho pode possuir mais de 60 compostos químicos em sua composição, logo, optar por um produto orgânico garante um consumo saudável e evita problemas de saúde em longo prazo. Atualmente cerca de 4% do vinho produzido em todo mundo é orgânico, mas devido à conscientização acerca das vantagens do consumo de orgânicos esse número só tende a aumentar.

Vinícolas orgânicas

Devido às suas propriedades únicas e seu sabor, o vinho orgânico tem ganhado cada vez mais atenção dos consumidores e sommeliers. Como consequência, há um grande incentivo à criação de vinícolas orgânicas e também para a produção e disseminação do vinho orgânico como uma opção acessível.

Diferenças entre os vinhos orgânicos, biodinâmico e natural

Dentro da produção de vinhos orgânicos, podemos encontrar algumas subdivisões relacionadas ao modo de cultivo da uva, por exemplo. Enquanto o vinho orgânico permite o uso de adubos orgânicos e métodos de controle de pragas sem o uso de produtos químicos, o vinho biodinâmico exige um envolvimento do produto com o meio ambiente perto dos vinhedos.

O produtor de vinho biodinâmico pode possuir roseirais ao redor da plantação de uva e utilizar chás naturais para mineralizar o solo, mas todo o processo deve respeitar o meio ambiente e a biodiversidade, evitando todo e qualquer desgaste ao ecossistema. Em contrapartida, os vinhos biodinâmicos possuem um sabor mais intenso e são mais saudáveis para o consumo.

Já o vinho natural é produzido com a ausência de toda e qualquer levedura ou aromatizante artificial. Esses vinhos podem ser encontrados com maior facilidade e devem ser consumidos após decantados. Os vinhos naturais são mais escuros e espessos devido à preservação das características naturais de cada uva.

Benefícios de consumir um bom vinho

O costume de beber vinho diariamente surgiu devido às propriedades benéficas do seu consumo, mas de nada adianta consumir bons vinhos se os mesmos possuírem compostos químicos que, em longo prazo, poderão acarretar em problemas de saúde. Todavia, não é preciso abrir mão do bom vinho para ser saudável, basta optar por vinhos orgânicos.

Uma maneira de manter o corpo saudável é através do consumo de alimentos orgânicos, e com o vinho não seria diferente. O vinho orgânico, por exemplo, previne doenças cardiovasculares e reduz a produção do colesterol que prejudica à saúde.

Onde encontrar vinhos orgânicos?

A Itália tem aproximadamente 6% de sua produção de vinhos em vinhos orgânicos. O vinho Prosecco da Cantina PERLAGE, por exemplo, é o único de sua categoria que é produzido de forma totalmente orgânica. Contudo, existem vinícolas no Chile, Argentina e até mesmo no Brasil que estão se especializando na produção dos melhores vinhos orgânicos. Hoje em dia é possível participar de clubes do vinho, onde o acesso aos vinhos importados é facilitado, ou então, para aqueles que não conhecem nenhuma adega de vinhos orgânicos, é possível adquirir através de sites que revendam vinhos online, de forma simples e rápida.

 

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*Fonter: ciclovivo / Thiago Tadeu Campos

As 7 escaladas mais perigosas do mundo

Conheça as montanhas mais desafiadoras e temidas pelos alpinistas

Não há um consenso sobre o ranking de montanhas mais perigosas do mundo, mas algumas características como a altitude, a incidência de avalanches, a inclinação e dificuldades no trajeto tornam certas escaladas mais desafiadoras aos alpinistas do que outras. A quantidade de acidentes é um dos fatores mais importantes para classificar as mais desafiadoras. Confira nosso ranking:

 

7 – Shishapangma (China)

Shishapangma é tem mais de 8 mil metros. Ela só foi conquistada pela primeira vez em 1964. O que a torna uma das escaladas mais perigosas do mundo não é nem sua altitude, mas sim a grande incidência de avalanches e os ventos fortes que colocam a vida dos alpinistas em risco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6- Eiger (Suíça)

Nos Alpes Suíços, foi escalado pela primeira vez em 1938. É considerado um dos locais mais difíceis de escalar devido à dificuldade técnica e pelo perigo das pesadas rochas que descem pelas encostas. São mais de 3.970 metros de altura, que ganharam fama de “Parede Assassina”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5- Nanga Parbat (Paquistão)

São 8125 metros de altura, que a fazem ser a 9ª montanha mais alta do mundo. O Nanga Parbat já chegou a ser considerado o monte mais perigoso para se escalar, por ter índices de mortalidade de até 70% nos anos 90. Hoje, com mais equipamentos e tecnologias o percurso é mais seguro aos alpinistas e o número de acidentes é menor, ainda assim o apelido da montanha continua sendo “The Man Eater” – comedora de homens.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4- Monte Everest (China e Nepal)

A montanha mais alta e mais famosa do mundo é uma escalada cansativa, mas por oferecer mais estrutura aos alpinistas, não está entre as três mais perigosas. Com mais de 8800 metros, ela foi conquistada pela primeira vez em 1953, o local possui diversos corpos de escaladores que ficaram pelo caminho, mas a cada ano o índice de mortalidade vem se tornando menor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3- Annapurna (Nepal)

Annapurna fica no Himalaia e a 10ª mais alta montanha do mundo. Com 8078 metros de altura, pode ser considerada a terceira 3ª mais perigosa. De 1950, quando foi escalada pela primeira vez, para cá, não passa de 150 o número de alpinistas que conquistaram seu topo, mais de 50 morreram tentando.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2- Kangchenjunga (Índia)

O fato de ser o pico mais alto da Índia e o terceiro maior do mundo, com 8.586 metros de altura deixa as coisas mais difíceis. Os índices de mortalidade de Kangchenjunga crescem anualmente, nos últimos anos aumentou cerca de 22%. O local definitivamente não é para amadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1- K2 (China e Paquistão)

São 8611 metros de altura, a segunda maior montanha do mundo, é quase que unanimamente considera a mais difícil de ser escalada. Ela foi apelidada de “A Montanha Selvagem” e tem delicados pilares de gelo e superfícies íngremes e rochosas. Por uma combinação de fatores como avalanches imprevisíveis e inclinação intensa o percurso é o mais perigoso. Estima-se que a cada quatro alpinistas que chegam ao topo do K2, no Himalaia, um morre.

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: webadventure

Gatos entendem (e copiam) as expressões dos donos

Eles gostam tanto e prestam tamanha atenção nos donos que até imitam seus hábitos. E não só isso. É com base nas suas reações e expressões que eles percebem o mundo – e descobrem como devem reagir às novidades.

A conclusão é de um estudo italiano. Pesquisadores convidaram 24 gatos e seus donos para ver se os animais prestavam atenção às reações dos humanos. Cada dupla foi colocada em uma sala com um ventilador cheio de fitas plásticas verdes. A única saída de fuga da sala ficava em um ponto onde estavam uma tela e uma câmera. “A ideia era avaliar se os gatos usam a informação emocional fornecida pelos donos sobre um objeto desconhecido para guiar seu comportamento”, diz a pesquisa.

Para isso, ao entrar na sala, os donos observaram o ventilador de forma neutra. Em seguida, mostraram uma reação negativa (medo, afastamento do objeto) ou positiva (felicidade) – sempre olhando do gato para o ventilador e do ventilador para o gato.

Em 79% das vezes, os animais observavam o objeto e o dono, como se tentassem entender o que estava acontecendo. Quando a expressão era negativa, os bichinhos começavam a olhar mais para a tela, onde ficava a única saída. “Era a única saída possível. Então, olhar para a tela e depois para o ventilador sugere que os gatos estavam preocupados e queriam encontrar uma maneira de fugir”, conclui a pesquisa.

É por isso que você precisa prestar mais atenção às suas reações. Se você sente medo ou raiva, seu gato pode perceber. E copiar os mesmos sentimentos.

 

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*Fonte: superinteressante