Por que escutar músicas tristes melhora o humor?

Tristeza é uma emoção que as pessoas costumam fugir. Por isso, muitos acreditam que ouvir uma música triste pode deixar o humor ainda mais depressivo. Contudo, a realidade é bem diferente: estudos indicam que escutar esse tipo de canção pode deixar a pessoa mais feliz. Como isso faz sentido? Te contamos agora!

Qual emoção você sente ao ouvir música triste?
Os cientistas Liila Taruffi e Stefan Koelsch, da Universidade de Berlim, reuniram um grupo de pessoas para estudar as emoções que eles sentem ouvindo a uma música triste. Os participantes eram instruídos a listar os sentimentos, como nostalgia, tristeza, admiração e poder.

Ao escutar as canções, a emoção mais comum foi nostalgia, seguida por tranquilidade e ternura – sentimentos que pertenciam ao grupo sublime. As emoções “negativas”, como a tristeza, estavam no grupo desconforto.

A maioria dos participantes relatou mais de 3 sentimentos ao ouvir uma música, o que sugere que a nossa relação emocional com os sons é mais complexa do que imaginávamos.

Por que gostamos de ouvir música triste?
Segundo o psicólogo Adrian North, da Universidade de Curtin, há duas explicações possíveis do porquê gostamos de ouvir música triste, uma pelo lado da psicologia social e outra pela neurociência cognitiva.

Sob o ponto de vista da psicologia social, escutar uma canção depressiva faz com que se sintamos melhores sobre nós mesmos, visto que alguém está tendo um dia ainda pior. Outra hipótese é que as pessoas gostam de músicas que reflitam a sua vida atual.

Já pensando pelo lado da neurociência cognitiva, alguns cientistas acreditam que a melancolia da música ativa o hormônio prolactina, uma substância química que ajuda a conter a dor. Além disso, graças a estudos com exames de imagens do cérebro, foi descoberto que ouvir música libera dopamina, substância associada à felicidade.

Além disso, as canções melancólicas também proporcionam uma sensação de catarse, ajudando a superar os sentimentos ruins. A ciência já descobriu que chorar é uma ótima maneira de proporcionar catarse e melhorar o humor, e músicas tristes podem facilitar esse tipo de jornada emocional.

*Por Gabriela Freire Petry
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*Fonte: megacuioso

Como genética, personalidade e outros fatores interferem na sua ressaca

Pesquisador compartilha em artigo o que a ciência sabe sobre aspectos pessoais que podem influenciar no seu bem-estar após consumir álcool

Depois de uma boa noitada, você pode não se surpreender ao acordar sentindo-se mal na manhã seguinte. Mas pode ser surpreendente se seus amigos não estiverem da mesma maneira. Alguns podem se sentir pior, alguns melhor e alguns (se tiverem sorte) podem não sentir nenhuma das consequências negativas.

A (falta de) ciência da ressaca
Essa é a variabilidade de uma ressaca. Em pesquisas, as ressacas são medidas em uma escala de 11 pontos (0 significa nenhum efeito e 10 é ressaca extrema). Em minha própria pesquisa, os participantes relataram ressacas nessa escala entre 1 (muito leve) e 8 (grave) – enquanto outro estudo estimou que cerca de 5% das pessoas podem ser resistentes à ressaca .

Então, por que a diferença? Há mais do que simplesmente quanto bebemos. Cientistas agora estão começando a explorar os muitos mecanismos biológicos e psicológicos que podem influenciar nossa experiência durante a ressaca.

Mecanismos biológicos
Algumas pesquisas sugerem que pessoas com uma variação do gene ALDH2 relatam ter ressacas mais severas. Quando consumimos álcool, ele é decomposto pela enzima álcool desidrogenase [ADH] em acetaldeído – proteína importante para o surgimento dos sintomas da ressaca . No entanto, a variante do gene ALDH2 limita a degradação do acetaldeído, levando a um maior acúmulo da proteína – portanto, mais sintomas de ressaca.

A idade e o sexo também podem influenciar a maneira como a ressaca é vivida. Uma pesquisa online recente com 761 consumidores holandeses de álcool descobriu que a gravidade da ressaca diminui com a idade, mesmo quando acomodada para a quantidade de álcool consumida.

Curiosamente, os autores também relataram diferenças na gravidade da ressaca entre homens e mulheres. Essas diferenças sexuais foram maiores em bebedores mais jovens, com homens jovens (18 a 25 anos) tendendo a relatar ressacas mais severas em comparação com jovens bebedoras. No entanto, atualmente não se sabe por que essas diferenças existem.

Fatores psicológicos
Certos traços psicológicos podem estar ligados a como uma ressaca é vivida – incluindo ansiedade, depressão, níveis de estresse e até personalidade.

Anteriormente, pesquisas sugeriam que o neuroticismo, um amplo traço de personalidade que tende a fazer com que as pessoas vejam o mundo de maneira negativa, pode prever a gravidade de uma ressaca. No entanto, recentemente essa ideia foi contestada por outro estudo que não encontrou nenhuma ligação entre ressaca e personalidade .

Isso é um tanto surpreendente, dado que a extroversão (um traço de personalidade geralmente caracterizado por ser sociável e extrovertido) está positivamente associada a comportamentos de consumo excessivo de álcool em estudantes universitários – embora não pareça estar ligada a ressacas piores. Isso ocorre apesar das evidências de que beber muito com mais frequência está ligado a experiências de ressaca mais severas.

Ansiedade, depressão e estresse também estão ligados a ressacas mais graves. Cada um desses humores está associado a um “viés negativo” – uma tendência a interpretar o mundo de forma mais negativa.

Nossas descobertas mostram que as ressacas também tendem a fazer as pessoas interpretarem o mundo de forma mais negativa. Como resultado, as ressacas podem exacerbar esse viés negativo, levando algumas pessoas a se sentirem pior do que outras.

Mecanismos de enfrentamento
É possível que a maneira como lidamos com situações adversas possa estar por trás da variação nas experiências de ressaca. A catastrofização da dor refere-se ao grau em que uma pessoa enfatiza a experiência negativa dessa sensação.

Pesquisas mostram que pessoas com pontuações altas de catastrofização da dor relatam ressacas mais graves – sugerindo que estão se concentrando em seus sintomas negativos e possivelmente os amplificando. Outros estudos também mostraram que pessoas que tendem a lidar com seus problemas ignorando-os ou negando-os tendem a ter ressacas piores .

A regulação emocional é outro mecanismo psicológico importante que nos ajuda a lidar com situações difíceis, gerenciando e respondendo com eficácia às experiências emocionais.

Curiosamente, embora as pessoas que estão de ressaca relatem sentir que é mais difícil regular suas emoções , isso pode não ser o caso – com pesquisas mostrando que os participantes são tão capazes de controlar sua resposta emocional em comparação com aqueles que não estavam de ressaca.

Isso pode significar que as pessoas escolhem estratégias regulatórias mais fáceis (mas menos eficazes) durante uma ressaca – como evitar sentimentos de culpa ou vergonha. Mas isso ainda está para ser determinado.

O que podemos fazer?
Embora pesquisadores possam ter identificado alguns compostos naturais que podem aliviar os sintomas gerais da ressaca, ainda são necessárias mais pesquisas para determinar se eles devem ser recomendados para o tratamento. Enquanto isso, cabe a você determinar a melhor estratégia para aliviar sua ressaca.

Mas um estudo sugere que uma estratégia comumente usada por estudantes para lidar com o sofrimento de uma ressaca – “sofrendo” juntos e se relacionando com suas experiências – pode ser útil para ajudar a aliviar pelo menos alguns dos efeitos emocionais negativos de uma ressaca.

Cuidar do seu próprio bem-estar de forma geral, encontrar melhores estratégias para reduzir os níveis de estresse e adotar melhores mecanismos de enfrentamento também pode ajudar você a lidar com as consequências negativas de uma ressaca.

Embora, é claro, se você realmente deseja evitar uma ressaca, sempre pode escolher alternativas não alcoólicas.

*Craig Gunn é professor de Ciências Psicológicas na Universidade de Bristol, Reino Unido.
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*Fonte: revistagalileu

Mitos e verdades para evitar picadas de mosquito

Pesquisadores descobriram que os mosquitos possuem preferência por tipos de pele. Um artigo publicado na revista científica Cell indica que a variação na concentração de ácido lático e gás carbônico expelidos pelo órgão pode atrair esses insetos. O odor da pele humana é uma mistura desses compostos orgânicos, que podem conter os elementos que chamam a atenção dos mosquitos.

Flávia Virginio, pesquisadora e curadora da coleção entomológica do Instituto Butantã, ressalta que ainda são poucas as comprovações científicas envolvendo tal “preferência” por peles. Para ela, ainda “depende muito da substância que a pessoa libera na pele”, mas tanto o CO2 quanto o ácido lático são substâncias que, atraem as picadas de mosquitos, comprovadamente. Outros fatores, como a temperatura da pele e a presença de vapor de água, também podem atrair esses insetos.

Entre as receitas criadas para impedir a picada desses mosquitos, algumas fazem parte de superstições populares, como a ingestão de vitaminas do complexo B, o uso de vinagre de maçã, a ingestão de limão com cravo. Há também os chamados repelentes naturais, que são a citronela, a lavanda e os óleos naturais.

Mitos e verdades
As vitaminas do complexo B figuram como um dos mitos existentes dentre as substâncias utilizadas para repelir os insetos, já que não há comprovação científica sobre a eficácia delas. A pesquisadora explica que a incerteza da eficácia está justamente na forma como cada organismo irá processar a vitamina: “Muita coisa, quando a gente ingere e é digerida pelo sistema digestivo, não chega até o sangue a ponto de ser expelida pela pele”.

Outros mitos, que envolvem as chamadas receitas caseiras, indo desde o uso de chás e óleos naturais, como a lavanda, melaleuca e a citronela, podem ter sua efetividade variada de acordo com o manejo da planta.

Algumas dessas substâncias até são auxiliadoras na composição dos repelentes industriais comprovadamente efetivos. No entanto, mesmo que sejam auxiliares na produção desses produtos, por não possuírem uma testagem e uma produção padronizada, os repelentes caseiros e in natura não possuem comprovação científica.

No mercado, os repelentes com efetividade comprovada variam desde o uso do princípio ativo de substâncias naturais para a composição de cremes na indústria farmacêutica, como também os encontrados em sprays, os ultrassônicos e as diversas formas mecânicas de dispersão dos insetos.

Flávia destaca, principalmente, os produtos que possuem concentração da substância Deet, a N,N-Dietil-m-toluamida, como potenciais repelentes para os adultos. Já para as crianças maiores de seis meses, o mais indicado por ela é a icaridina. Fatores como idade da pessoa, se é gestante ou não e se possui alguma alergia devem ser considerados ao fazer uso de determinadas substâncias.

Outras formas de evitar as picadas de mosquitos incluem pequenos cuidados cotidianos: aplicação de telas nas janelas; o uso de roupas que cobrem mais regiões do corpo em zonas de mata; a não realização de atividades em períodos específicos, como pela manhã e ao entardecer, período em que os mosquitos são mais ativos.

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*Fonte: ciclovivo

Chá preto pode reduzir o risco de morte precoce por doença cardíaca

Novo estudo com quase meio milhão de pessoas, com idades entre 40 e 69 anos, revela benefícios da bebida

O consumo de chá, dos mais diversos tipos, é muito comum na Inglaterra. O país foi justamente o lugar escolhido para um estudo com cerca de 500 mil pessoas sobre os possíveis benefícios do consumo de chá preto. As conclusões foram animadoras: quem bebeu duas ou mais xícaras de chá por dia apresentou um risco de 9% a 13% menor de morte precoce por doença cardiovascular ou derrame, em comparação com os que não bebiam chá.

A relação entre o consumo do chá e a diminuição do risco de morte precoce foi mantida independente de outros fatores como também beber café, colocar leite ou açúcar ao chá, a temperatura da bebida e o efeito da demografia, estilos de vida, bem como genes que determinam a rapidez com que as pessoas metabolizam a cafeína.

Este não é o primeiro estudo que mostra que beber chá pode ser benéfico para nossa saúde. Pesquisas anteriores mostraram uma associação entre o consumo de chá verde e a redução da mortalidade em populações asiáticas, inclusive por câncer, mas os poucos estudos realizados em populações que bebem chá preto não tinham resultados tão consistentes.

A pesquisa foi realizada por uma equipe de pesquisa nos Estados Unidos liderada pelo Dr. Maki Inoue-Choi, do National Institute of Health’s National Cancer Institute. Os cientistas investigaram a associação entre o consumo de chá e a mortalidade no Reino Unido, usando dados de 500 mil pessoas inscritas no estudo do Biobank do país no início dos anos 2000.

Os pesquisadores acompanharam os participantes durante o período de estudo de 14 anos, até o início de 2020. Para aqueles que morreram durante esse período, os pesquisadores obtiveram a data e a causa da morte do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido.

Os pesquisadores descobriram um risco de morte de 9% a 13% menor entre as pessoas que bebiam pelo menos 2 xícaras de chá por dia do que entre os que não bebiam chá. O consumo de chá foi associado à redução da mortalidade por doenças cardiovasculares e derrames – mas não a nenhuma redução de câncer ou doenças respiratórias do que os que não bebem chá.

A equipe controlou fatores demográficos, de saúde e estilo de vida em sua análise. Dados genéticos estavam disponíveis para a maioria dos participantes, permitindo que os pesquisadores avaliassem se as associações encontradas variavam com variantes genéticas que afetam a rapidez com que as pessoas metabolizam a cafeína. Eles descobriram que essas variantes não afetaram as associações, nem o consumo de café.

“Os resultados reforçam que o chá, incluindo o chá preto, pode fazer parte de uma dieta saudável”, diz a Dra. Erikka Loftfield, do NCI, autora sênior da pesquisa.

Os pesquisadores, no entanto, explicam que este é um estudo é observacional e não pode provar que o consumo de chá reduz diretamente o risco de morte. Eles também não avaliaram alguns aspectos do consumo de chá, como tamanho da xícara e intensidade do chá, que podem ser importantes.

Os resultados obtidos até agora foram publicados na edição de setembro de 2022 da Annals of Internal Medicine. Para determinar como exatamente o chá reduz o risco de morte, mais estudos serão necessários.

*Por Natasha Olsen
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*Fonte: ciclovivo

Estudo revela por que algumas pessoas atraem mais mosquitos

Os pesquisadores se propuseram a explorar uma das teorias mais plausíveis que poderiam explicar a maior ou menor atração dos mosquitos pelo corpo humano: variações de odores ligados à microbiota da pele.

Primeiro, eles testaram o efeito de diferentes odores da pele humana em mosquitos, a fim de identificar quais pessoas eram as mais atraentes e as menos atraentes para esses insetos.

Uma análise química do odor corporal revelou que as pessoas mais atraentes produzem significativamente mais ácidos carboxílicos nos vapores da pele.

“Existe uma associação muito, muito forte entre ter grandes quantidades desses ácidos graxos na pele e ser um ímã de mosquitos ”, diz Leslie Vosshall, que liderou o estudo. Parece que mesmo mosquitos com déficits olfativos conseguem distinguir esses alvos principais dos outros.

Um poder atraente devido aos ácidos carboxílicos
Os pesquisadores pediram a 64 voluntários que usassem mangas de nylon em seus antebraços por seis horas por dia, em dias consecutivos, para coletar amostras de odor de pele humana.

Um dos participantes, aqui o “sujeito 33”, destacou-se particularmente dos demais: descobriu-se que ele era quatro vezes mais atraente para os mosquitos do que o segundo participante mais atraente e 100 vezes mais atraente do que o menos atraente (identificado como “sujeito 19”).

É bem simples: em qualquer teste envolvendo uma manga usada pelo sujeito 33, mosquitos se aglomeram ao redor dele. Os pesquisadores então classificaram os participantes do mais atraente ao menos atraente e analisaram seus perfis olfativos para determinar o que poderia explicar essa grande diferença.

Foi assim que identificaram cerca de cinquenta compostos moleculares presentes em maior número no sebo dos participantes com forte poder de atração. Em particular, eles descobriram que os “ímãs de mosquito” produziam ácidos carboxílicos em níveis muito mais altos do que os outros.

Alguns sujeitos estiveram no estudo por vários anos e descobrimos que, se fossem um ímã de mosquito, continuariam sendo um. Muitas coisas poderiam ter mudado no sujeito ou no seu comportamento durante este período, mas era uma propriedade muito estável da pessoa.

Em outras palavras, não importa quais mudanças sejam feitas – em alimentos ou produtos de cuidados com a pele – um ímã de mosquito continua sendo um ímã de mosquito por toda a vida.

*por Davson Filipe
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*Fonte: realidadesimulada

Como congelar e armazenar alimentos corretamente?

O mundo está mudando muito rápido — e as formas de cozinhar, também! Hoje em dia, com uma rotina atarefada, as Air Fryers e os micro-ondas viraram nossos melhores amigos. Imagina chegar em casa, depois de um dia cheio de trabalho, e ainda ter que cozinhar desde o início? Ninguém merece, né?

Dessa forma, os alimentos congelados se tornaram uma mão na roda para quem não tem tempo de cozinhar, quer economizar uma grana, fez comida para um batalhão (e sobrou), ou simplesmente por bater aquela preguicinha de ligar o fogão.
Mas como garantir que os alimentos congelados não percam os sabores e valores nutritivos? Siga essas dicas e se despeça das preocupações com o fogão, as datas de validade e quanto tempo os alimentos podem durar na geladeira!

Evite colocar comidas quentes diretamente no congelador
O gelo é um ótimo isolante. Em alguns casos, a parte externa do alimento congela primeiro e o interior permanece quente por um longo período. Esse efeito pode permitir o crescimento de bactérias nocivas ao alimento e, consequentemente, a você.

Para evitar esse problema, tenha certeza que os alimentos estejam completamente resfriados antes de colocá-los no congelador. Primeiro, deixe-os em temperatura ambiente para que o calor seja dissipado. Depois, leve o alimento para passar uns minutinhos na geladeira e, só depois, coloque no congelador.

Coloque etiquetas nos alimentos com o nome e a data do congelamento
Quantas vezes você já abriu o freezer e se deparou com um congelado sem forma e sem cor, praticamente irreconhecível? Pois então, fique atento: sempre rotule tudo com o nome do prato e a data em que você o está congelando.

Pode parecer um pouco de exagero? Talvez. Mas você vai lembrar da gente quando o prato que você tirou do freezer não se parecer com nada que você cozinhou recentemente!

E, ah: aqui vai mais uma dica! Lembre-se de escrever o nome e a data na etiqueta antes de congelar os alimentos, em temperatura ambiente! Caso contrário, a etiqueta não irá grudar no recipiente.

Se puder, sele os alimentos a vácuo
Se a exposição ao ar é a inimiga dos alimentos congelados, a embalagem selada a vácuo é o super-herói mais importante deles! A natureza hermética dessas embalagens as tornam a opção ideal para o congelamento correto dos alimentos. Mas há um pequeno problema: essa opção requer o investimento de um aparelho de seladora a vácuo. Além disso, essas ferramentas possuem uma largura máxima de 12 polegadas, o que significa que, provavelmente, não dê para selar tortas, bolos ou pães grandes.

Se selar o alimento a vácuo não for uma opção viável, apenas se certifique de selecionar o recipiente reutilizável ou descartável correto. Aqui vai uma dica amiga: os saquinhos plásticos com fecho ziplock são perfeitos para isso!

Congele as frutas separadamente
Você é acostumado a congelar os morangos todos juntos em um recipiente e, ao descongelar, precisa aproveitar todos de uma vez? Para evitar um possível desperdício, uma superdica é colocá-los em uma assadeira, separados, até que endureçam. Depois, você pode reuni-los em um saquinho ziplock ou em uma tupperware. Na hora que quiser uma única unidade, não terá problemas!

Mas fique de olho: as frutas sofrem alteração de textura, aroma, cor e sabor quando congeladas e não são boas para o consumo in natura. Porém, servem para fazer sucos, geleias e recheios deliciosos!

Diga não ao “recongelamento”
Às vezes, calculamos errado a conta da quantidade necessária de alimento congelado para cozinhar e acabamos percebendo que não vamos precisar de tudo. Nessas horas, sempre rola aquela vontade de colocar o alimento no congelador de novo, não é mesmo?

Porém, é melhor pensar duas vezes: a prática não é aconselhável. Isso acontece por duas razões. A primeira é que o alimento pode perder nutrientes nesse processo, já que o freezer não congela ultrarrápido. Além disso, pode haver problemas com a contaminação bacteriana, já falada acima. A parte externa estará em uma temperatura adequada para a proliferação e, ao recongelar, o alimento poderá ter mais bactérias que no início, podendo causar problemas de saúde ao ser ingerido.

*Por Maria Fernanda Coutinho
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*Fonte: megacurioso

Por dentro da casa Custom Hilltop de Flea (RHCP) em Los Angeles

Anthony Stellini, da RSR Real Estate, em Los Angeles, fez um tour abrangente pelo enorme complexo personalizado La Crescenta, que pertence ao lendário baixista Flea, do Red Hot Chili Peppers, que está à venda por US$ 8,8 milhões.

Atualmente no mercado por US $ 8,8 milhões, a propriedade possui uma piscina com raia, pavilhão de cinema, vistas imbatíveis e 5 quartos e banheiros – em três estruturas distintas desenhadas de diferentes estilos arquitetônicos.

O composto de três estruturas fica em uma encosta acima de Los Angeles, oferecendo vistas incríveis, quartos e banheiros grandes, um complexo de cinema, uma banheira de imersão japonesa e uma piscina com raia Johnston Vidal.

Air fryer: cozinhar com fritadeira elétrica é mais saudável e barato do que com forno?

As air fryers foram recentemente apontadas no Reino Unido como o produto que definiu o ano de 2021, com um algumas lojas registrando aumento nas vendas de 400%.

Mas como elas funcionam? E, como usam pouco ou nenhum óleo, são uma opção mais saudável do que outros métodos de preparar alimentos?

Em um momento em que o custo de vida está nas alturas, vale se perguntar também como a air fryer afeta seu consumo de energia (e o bolso).

A resposta é sim, ela á mais saudável e econômica. Mas a air fryer tem suas limitações.

Greg Foot, apresentador do programa Sliced Bread, da BBC Radio 4, consultou dois especialistas para entender melhor o novo eletrodoméstico e chegou a sete conclusões.

1. A air fryer cozinha circulando ar quente em torno dos alimentos
A air fryer tem um tamanho semelhante ao de uma máquina de pão e cabe bem no balcão da cozinha. Ela faz circular ar muito quente, em alta velocidade, ao redor dos alimentos.

“É basicamente um vento muito forte e muito quente. Você pode compará-la a usar um secador de cabelo”, explica Jakub Radzikowski, designer de Educação Culinária do Imperial College de Londres, no Reino Unido.

“É essencialmente o mesmo que um forno ventilado. Mas é menor, e o ventilador geralmente é muito, muito mais forte.”

A força da corrente de ar dentro de uma air fryer se assemelha a um forno profissional bastante sofisticado que você encontraria em uma cozinha profissional.

2. A air fryer cozinha mais rápido do que um forno convencional — mas só em pequenas fornadas
Como a ventoinha da air fryer é mais potente, e seu compartimento é menor, todo o aparelho é mais eficiente, diz Radzikowski.

“Se eu pegar uma coxa de frango, provavelmente vou cozinhar por 20 minutos na air fryer. No forno, levaria mais tempo.”

Além disso, demora mais para pré-aquecer um forno convencional maior.

Mas, como a gaveta da air fryer tem menos capacidade, você só consegue preparar pequenas quantidades.

“Se você está cozinhando para quatro ou seis pessoas, não te economiza tempo, porque você vai precisar de várias fornadas na air fryer”, diz o cientista de alimentos.

3. Air fryer é ótima para deixar alimentos ‘crocantes’
As estrelas das propagandas de air fryer geralmente são frango e batata frita, porque o eletrodoméstico é ótimo para preparar “qualquer coisa que você queira deixar crocante”, afirma Radzikowski.

Chips de couve, banana, abobrinhas empanadas, você escolhe.

4. É mais saudável
“Em comparação com a fritura por imersão, é obviamente mais saudável, porque usa menos gordura”, diz Radzikowski.

Mas também pode ser mais saudável do que cozinhar em um forno convencional.

Se as batatas forem regadas com óleo, elas vão absorvê-lo enquanto são assadas. Com a airfryer, cai tudo no cesto perfurado.

“Se houver qualquer excesso de gordura, vai escorrer para o fundo, e você não vai comer.”

Ainda existem maneiras mais saudáveis ​​de cozinhar — muitas vezes você pode, por exemplo, grelhar ou cozinhar o alimento no vapor, sem usar óleo.

Mas “a vantagem de uma air fryer é que ela geralmente tem funções adicionais à função de fritar a ar – como aquecer, assar e grelhar”, analisa Anya Gilbert, editora da revista Good Food, da BBC, especializada em avaliações de equipamentos e eletrodomésticos.

5. Há uma grande variedade de preços e funções entre os modelos
A variedade de air fryers no mercado é vasta.

“Elas estão ficando cada vez mais versáteis também”, afirma Anya. “Alguns dos modelos mais recentes têm cerca de 15 funções.”

Recentemente, a revista Good Food, da BBC, publicou uma lista com as 14 melhores air fryers de 2022 disponíveis no Reino Unido, avaliando os modelos de acordo com uma série de categorias.

6. Air fryer consome menos energia do que forno
Para chegar a esta conclusão, Simon Hoban, produtor do programa Sliced Bread, da BBC, fez coxa de frango e batata — uma porção no forno, e outra na air fryer (tomando o cuidado de garantir que outros eletrodomésticos estivessem desligados no momento do preparo).

E conferiu na sequência o medidor de eletricidade para ver quanta energia havia sido usada.

A equipe do programa comparou a air fryer a um forno elétrico para fazer a comparação.

“O frango levou cerca de 35 minutos para cozinhar no forno, e o medidor me disse que usei 1,05 quilowatt-hora de eletricidade. A air fryer levou 20 minutos, e o medidor indicou um uso de 0,43 quilowatt-hora.”

A batata (com casca) demorou, por sua vez, cerca de uma hora para assar adequadamente no forno — o equivalente a 1,31 quilowatt-hora.

“Na air fryer, levou muito menos tempo”, diz Simon. “Trinta e cinco minutos”, consumindo 0,55 quilowatt-hora.

A conclusão? “Cozinhar na air fryer usa menos da metade da energia necessária no forno”, diz Greg. “Então, cozinhar no forno custa mais que o dobro do que em uma air fryer.”

7. Uma air fryer nunca substitui totalmente um forno — mas é uma ‘grande invenção’
Jakub Radzikowski não acredita que uma air fryer possa substituir totalmente um forno. “Obviamente você não pode assar um frango inteiro em uma air fryer, muito menosum peru!”, diz ele.

“Mas acho que é uma grande invenção. Tenho uma, uso muito. Acho ótimo para quem não tem forno.”

Anya concorda: “Acho que as air fryers são um utensílio realmente empolgante… Podem ser um investimento inteligente quando se trata de armazenamento na cozinha e tempo de cozimento. Então, sim, sou fã.”

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*Fonte: bbc-brasil

10 mitos sobre saúde que você escuta todos os dias

Por mais que seja cada vez mais fácil de buscar a verdade por trás das informações que nos rodeiam, ainda caímos em algumas balelas do senso comum — e no que diz respeito à área da saúde, não é diferente: existem lorotas que ouvimos todos os dias, e sequer nos damos conta. Confira alguns mitos sobre saúde que ninguém desmentiu para você (até agora).

1. Chocolate causa acne
É bem possível que você já tenha ouvido falar que chocolate causa acne, mas cientistas da Pensilvânia estudaram os efeitos do chocolate na pele de 65 indivíduos e descobriram que aqueles que comiam uma quantidade dez vezes maior de chocolate não mostraram diferenças em comparação com os outros.

2. Glúten faz mal à saúde
De acordo com a farmacêutica Pfizer, não há qualquer pesquisa, estudo ou mesmo testes científicos conclusivos que indiquem que o glúten prejudique o desenvolvimento ou funcionamento do organismo de indivíduos normais e saudáveis. Na verdade, existem até benefícios: quando consumido de maneira correta e equilibrada, o glúten, ao chegar ao intestino delgado, ajuda na proliferação e renovação das bactérias “do bem”, que auxiliam na digestão alimentar.

3. O colesterol é ruim
Nem todo colesterol é ruim para o corpo. Embora muito colesterol LDL possa estar associado a um risco aumentado de doença cardíaca, o colesterol HDL (considerado como o colesterol bom) ajuda a manter os níveis de LDL sob controle e, portanto, ajuda a manter a saúde do coração, como explica a American Heart Association.

4. Gema de ovo é prejudicial
Muitos são levados a consumir apenas a clara do ovo, mas os especialistas apontam que as gemas são cheias de colesterol HDL, que conforme mencionamos acima, é conhecido por neutralizar os efeitos do colesterol ruim.

5. Parar de comer emagrece
As pessoas são levadas a acreditar que passar fome pode parecer uma estratégia eficaz para perder muitos quilos rapidamente. No entanto, isso pode ter o efeito oposto. Os especialistas recomendam manter uma dieta balanceada e de baixa caloria para ajudar a perder peso.

6. Café prejudica o desenvolvimento infantil
Muitos acham que a cafeína no café pode ser a causa da osteoporose, uma deficiência de vitamina D que fragiliza os ossos. No entanto, após numerosos estudos, não houve evidências que sugerissem uma relação entre consumo de café e o prejuízo no desenvolvimento. Quando se trata de crianças bebendo café, a única coisa com que você precisa se preocupar é o excesso de cafeína.

7. Estralar os dedos causa artrite
Ao contrário do que muitos pensam, estralar os dedos não causa artrite: é simplesmente o estouro de bolhas no fluido que lubrifica as mãos, conhecido como líquido sinovial. A prática pode causar outros efeitos colaterais negativos, como o inchaço nas mãos, mas não a doença em questão.

8. Chocolate é afrodisíaco
Apesar do senso comum dizer que o chocolate tem propriedades afrodisíacas, um relatório apontado pela Mayo Clinic sugere que o alimento é ineficaz na produção de uma resposta sexual em homens ou mulheres.

9. Protetor solar só é necessário quando o sol está forte
Não importa como esteja o clima: os especialistas ressaltam que é necessário aplicar o protetor solar em todas as áreas expostas da pele e reaplicar pelo menos a cada duas horas.

10. Você deve remover completamente o açúcar de sua dieta
Para encerrar a lista de mitos sobre saúde: o açúcar não deve ser cortado totalmente. Existem diferentes tipos de açúcar, como o açúcar natural que pode ser encontrado em frutas, vegetais, laticínios e grãos. Por isso, os nutricionistas indicam a limitação da ingestão de açúcar em vez de eliminá-lo completamente.

*Por Nathan Vieira
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*Fonte: BestLife / canaltech

Entenda como essa lâmpada misteriosa está acesa há mais de 120 anos

Uma lâmpada que se mantém acesa desde 1901. Ela fica na cidade de Livermore, Califórnia, e está no livro do Guiness como a lâmpada mais antiga do mundo.

Fica difícil acreditar que ela nunca se apague. Mas para os céticos, foi colocada uma webcam junto da lâmpada, que fica ligada durante 24 horas. A qualquer momento, você pode dar uma conferida e confirmar a história (assista aqui). O mais curioso é que já por duas vezes a webcam quebrou e teve de ser substituída – a lâmpada continua lá, acesa como sempre.

Ela está instalada no Corpo de Bombeiros de Livermore, isto depois de ter mudado de local por 3 vezes. A sua fama é tanta que a população da cidade realiza festas de aniversário pra lâmpada. A primeira foi em 2001, na data do centenário, a segunda em 2011, quando se chegou aos 110 anos. A lâmpada tem direito a bolo, balões e música de parabéns.

A patente da lâmpada, registrada em 1902, confirma a idade desta velhinha geradora de luz.

A lâmpada está atualmente no Corpo de Bombeiros da cidade.

*Por Welliton
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*Fonte: deolhonaengenharia

6 Alimentos que mantém o corpo aquecido em dias frios

Num dia frio, tudo o que queremos é encontrar uma comida saborosa que leve o desconforto para longe. A parte boa é que há uma variedade de alimentos que podem dar aquela força, trazendo não apenas a sensação de satisfação que uma boa refeição proporciona, mas também ajudando a manter o organismo mais saudável e aquecido por mais tempo. Confira 6 alimentos que ajudam a aquecer o corpo nos dias frios:

1. Café
Puro ou com leite, o café é irresistível, é um ótimo aliado para espantar o frio.
Uma das bebidas mais amadas pelo brasileiro vai além de ser uma conhecida fonte de cafeína, pois também ajuda a elevar a temperatura corporal. E se algum dia ela já foi considerada inimiga da pressão arterial, hoje já temos estudos que apontam como o consumo moderado da bebida é benéfico, reduzindo em 20% a chance de desenvolver hipertensão. Sem café, começar o dia pode ser mais difícil, não é mesmo?

2. Chá
Chás e infusões são aliados de quem busca uma dieta mais saudável.
Saboroso e repleto de possibilidades, que vão das infusões às folhas, o chá é uma escolha certa para quem deseja se livrar do frio. Além do conforto imediato que proporciona ao ser ingerida, a bebida possui antioxidantes, reforça o sistema imune e contém uma gama de nutrientes que pode prevenir a ocorrência de várias doenças, como câncer e diabetes.

3. Canela
Além do sabor intenso, a canela possui forte ação anti-inflamatória.
A canela merece destaque por não só por possuir um forte mecanismo anti-inflamatório, como também por estimular o metabolismo do organismo, contribuindo com a elevação da temperatura corporal. Ela pode ser colocada no café ou usada em frutas, deixando as refeições mais saudáveis e com um toque característico. Uma vantagem é que a canela também pode ser usada para adoçar os alimentos, o que auxilia quem deseja reduzir o consumo de açúcar.

4. Carboidratos
Carboidratos também são um tipo de açúcar.
Aqui entra um grupo de alimentos que está presente em boa parte das refeições e por isso é importante falar sobre. Seja uma refeição com batata cozida ou com macarronada, a regra é a mesma: ingestão de carboidratos faz com que o organismo aqueça durante o processo de queimar as calorias. Mas para ter uma dieta equilibrada, a dica é comer em porções, evitando os malefícios provocados pela ingestão em excesso que aumentam a presença de glicose no sangue e também levam ao aumento de peso.

5. Sopa
Com tantas opções de sopas, é muito fácil achar a perfeita para cada ocasião.
E se vamos falar de sopa agora, significa que as instantâneas estão excluídas, viu? A presença de sódio e conservantes tornam o alimento industrializado prejudicial à saúde. O importante é aproveitar a enorme variedade de sopas e preparar uma receita perfeita para os dias mais frios. Uma vantagem é que a abusar dos legumes ajuda a promover a sensação de saciedade, reduzindo a fome ao longo do dia.

6. Amendoim
Amendoim é um alimento rico em gorduras saudáveis.
Rica fonte de fibras e proteínas, o amendoim também é uma ótima escolha para quem precisa se aquecer. Além de estimular o metabolismo, é rico em vitamina B3, responsável por estimular o fluxo sanguíneo. O consumo do alimento promove diversos benefícios para o organismo, atuando na prevenção da anemia e de doenças cardíacas. Ou seja: em qualquer época do ano, é uma excelente escolha!

*Por Mychelle Araujo
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*Fonte: megacurioso

Água não é tudo igual: Conheça os tipos e qual é mais saudável

De modo geral, se manter hidratado traz uma série de benefícios para a saúde. Afinal, a água está por trás dos processos mais básicos aos mais complexos de nosso organismo, como mais energia e melhor função cerebral. Mas você sabia que nem toda água é igual? Dependendo do tipo que você está habituado a beber, pode até estar perdendo nutrientes essenciais.

Separamos algumas das principais “águas” disponíveis. Veja só!

Água da torneira
A água da torneira recebe diversos agentes purificadores, como cloro e ozônio, para matar vírus, bactérias e outros patógenos. Esse processo de purificação torna a água potável, no entanto, não a deixa mais rica em nutrientes. Aliás, pode acontecer o oposto, ou seja, neutralizar alguns deles.

Mesmo que a água da torneira seja tratada, é importante saber de onde ela vem. Se a sua purificação não for feita corretamente, você poderá ser contaminado e ter dores no estômago, febre, diarreia e vômito.

Água de nascente ou geleira
Teoricamente, as águas de geleiras e nascentes tendem a ser bem limpas. Além disso, costumam ter muitos dos nutrientes que encontramos na popular água mineral. Hoje, é possível até achar essa opção testada e engarrafada nos supermercados.

Já se você estiver na natureza, lembre-se que a água de nascente é uma água bruta e, dependendo do lugar, pode conter contaminantes.

Água mineral
A água mineral é rica em diversos tipos de minerais que fazem bem para nossa saúde, como cálcio e magnésio. Aliás, muitos desses minerais o corpo humano não consegue produzir por conta própria. Mas nós também podemos obtê-los por meio de uma alimentação saudável.

Sobre os benefícios, a água mineral vale a pena. O problema é que sai muito mais caro consumi-la em comparação com a água da torneira.

Água com gás
A água com gás tem seus fãs por aí e não difere muito da água da torneira, exceto pela sua característica especial. Para se tornar gaseificado, o líquido é infundido com dióxido de carbono para dar aquela sensação parecida ao refrigerante. É possível encontrar até opções saborizadas, o que pode ser interessante para pessoas que estão tentando diminuir o consumo de refrigerantes.

No entanto, é bom ter em mente que muitas marcas colocam adoçantes artificiais no produto para torná-lo mais agradável ao paladar.

Água destilada
A água destilada pode ser uma alternativa para matar a sede em situações específicas. Por exemplo, se você estiver em um lugar onde a água potável da torneira foi contaminada ou não existe outra fonte segura. No entanto, para a saúde ela não é tão boa, visto que a forma como é purificada, processo que envolve ferver, conter o vapor e comprimi-lo novamente na forma de líquido, retira os minerais e nutrientes dela.

Aliás, em alguns casos pode até ser prejudicial, pois como não é mineralizada, os minerais são retirados de outras fontes, neste caso, o corpo, especialmente dos dentes.

Água alcalina
A água alcalina é considerada uma das mais saudáveis para o consumo. Seu pH tem um nível entre 8 e 9,5, enquanto a água normal tem um pH neutro de 7. Suas propriedades podem ajudar a proteger o corpo de radicais livres, doenças crônicas e até inflamações.

Contudo, seu consumo excessivo pode ter o efeito oposto, visto que pode baixar o pH do corpo e até enfraquecer os ossos.

Qual a mais saudável?
A água alcalina e a água mineral estão entre os tipos mais saudáveis devido à questão nutricional e benefícios relacionados. Mas, em termos gerais, beber água potável deve ser sua prioridade número um, pois mesmo a água potável da torneira já garante muitos benefícios como digestão adequada dos alimentos, batimento cardíaco regular e o transporte de nutrientes e oxigênio.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

6 alimentos que não se deve comer à noite

Veja quais comidas e bebidas evitar para conseguir ter um sono de qualidade: nutricionista explica por que açúcar, cafeína e gorduras interferem na hora de dormir

A alimentação tem uma relação direta com uma boa noite de sono, pois diversos alimentos podem influenciar o nosso organismo neste momento do dia. Escolhas inadequadas tanto no jantar quanto na ceia podem também contribuir no processo de ganho de peso e atrapalhar a dieta. Outro ponto importante é estar atento ao horário da última refeição, pois você deve garantir um tempo adequado para o processo de digestão. O ideal é não comer grandes quantidades de alimentos antes de dormir e apostar em opções que sejam mais leves.

Segundo o nutricionista Guilherme Graciano, o indicado é fazer escolhas que sejam saudáveis, que proporcionem maior percepção de saciedade e evitar que as “beliscadas” aconteçam durante a noite. Ele dá quatro dicas básicas:

Evite consumir grandes quantidades de alimentos;

Dê sempre preferência por opções que demandem menor tempo de digestão;


Busque preparações que apresentem menores quantidades de gorduras em sua composição


Refeições muito calóricas demoram mais tempo para serem digeridas, impedindo que o sono apresente melhor qualidade. Busque opções que proporcionem saciedade, mas também que não prejudiquem a qualidade do seu sono.

Veja a seguir alguns alimentos que devemos evitar no período noturno. O nutricionista Guilherme Graciano explica melhor o porquê devemos evitar consumir estes grupos de alimentos e como fazer boas substituições.

1. Café
Bebidas com altas concentrações de cafeína, e o café é o exemplo máximo, são estimulantes do sistema nervoso central. Essas propriedades estimulantes interferem na produção de adenosina, substância química que ajuda a promover a sensação de sonolência e contribui para um sono de melhor qualidade. A cafeína aumenta o estado de alerta e a energia, o que é bem-vindo durante o dia, mas não à noite. O ideal é não tomar café depois das 18h, portanto.

Alternativas:
Suco de maracujá
Leite

2. Mate, chá preto ou chá verde
Um chá quentinho pode ser uma boa opção na hora de se preparar para ir para cama. Mas é importante estar atento se ele não é rico em cafeína, como é o caso destas três opções acima: mate, chá preto e chá verde. Eles caem na mesma questão do café e de outras bebidas com altas concentrações de cafeína, como bebidas à base de cola e energéticos. Lembrando que o chá verde até possui L-teanina, aminoácido que age no cérebro e promove o aumento dos níveis de GABA, dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados com o relaxamento. Mas o ideal é que seu consumo seja feito durante o dia para que ele ajude seu sono horas depois. À noite, é roubada.

Alternativas:
Chá de camomila
Chá de melissa
Chá de erva cidreira
Chá de passiflora
Chá de valeriana
+ 10 chás para dormir melhor: veja lista e como fazer

3. Frituras
As frituras devem ser evitadas em qualquer refeição do dia, já que seu consumo em excesso prejudica a nossa saúde arterial. A gordura saturada de origem animal, quando consumida em grandes quantidades, provoca uma inflamação no hipotálamo, interferindo na sensação de fome e a saciedade Além disso, os alimentos preparado no óleo passam a estimular o acúmulo de gordura abdominal, que é mais nociva para a saúde.

E à noite, especificamente, elas podem atrapalhar seu sono. Isso porque alimentos fritos têm altos níveis de gorduras, que demandam uma digestão mais lenta e provocam desconforto gástrico, gerando azia e sensação de estufamento. Esses sintomas costumam ser maximizados quando se está em posição deitada, atrapalhando a noite de sono.

Alternativas
Alimentos assados: em vez de batata frita, por exemplo, batatinhas e outros legumes assados no forno.

4. Alimentos gordurosos
Alimentos gordurosos tem uma digestão demorada e atrapalham a hora do sono

Mesmo quando não são frituras, refeições mais pesadas e gordurosas também precisam ser evitadas durante o período da noite, pois possuem um tempo de digestão maior. Alguns exemplos são lasanha, feijoada, feijão tropeiro, pizza, pastéis, carne de porco e embutidos, como salsicha, presunto e mortadela e queijos, como cheddar e prato. Estas opções demandam maior tempo de digestão e podem promover a sensação de estufamento e indigestão, que dificultam o início do sono e prejudicam sua qualidade, a exemplo do que acontece com as frituras.

Alternativas:

Caldos de legumes com frango desfiado, como de abóbora
Sanduíche natural
Ovos mexidos
Comida igual à do almoço, mas com atenção à quantidade consumida
Queijos mais magros, como o minas frescal

5. Doces e bebidas açucaradas
Alimentos açucarados podem aumentar a sede e contribuem para o ganho de peso.
Há estudos indicando que alimentos ricos em açúcar, carboidratos simples ou bebidas açucaradas próximos da hora de dormir promovem uma “entrada extra” de energia no organismo, deixando-o mais desperto, o que pode dificultar a hora de dormir. Além disso, um estudo publicado esse ano mostra que, à noite, o aumento dos níveis da melatonina no organismo tem como contrapartida uma redução da secreção de insulina e da tolerância à glicose, aumentando o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, a longo prazo, quando há consumo constante de açucares nesse período do dia. O nutricionista Guilherme também explica que consumir alimentos ricos em açúcar durante à noite faz com que ocorra um aumento da percepção de sede, o que pode contribuir para acordar durante a noite para beber água. Assim, também aumenta a quantidade de idas ao banheiro durante à noite, atrapalhando o ciclo do sono.

Alternativas
Frutas, de preferência cítricas, como laranja ou morango
Mingau de aveia

6. Bebidas alcóolicas
Bebidas alcoólicas afetam a qualidade do sono e também são diuréticas

Beber um pouco de vinho ou até uma cervejinha pode trazer uma sensação de relaxamento, mas as bebidas alcoólicas influenciam na qualidade do sono e fazem com que você acorde com uma sensação de que não descansou corretamente. Isso acontece porque o álcool faz com que o sono fique mais superficial e haja menos sono REM, que é uma fase importantíssima para o relaxamento do corpo, quando acontecem os sonhos. Além disso, o álcool é diurético, exigindo uma maior quantidade de idas ao banheiro durante à noite.

Recentemente, os colunistas do EU Atleta Turibio Barros e Gerseli Angeli explicaram um estudo finlandês que mostra que mesmo “pequenas quantidades, inferiores a 0.25g de álcool/Kg de peso (que equivale a menos de duas doses para homens e menos de uma dose para mulheres), reduzem em 9% a qualidade do sono. Quantidades moderadas, entre 0.25 e 0.7g de álcool/Kg de peso (equivalente a duas doses para homens e uma dose para mulheres), impactam em 24% a qualidade do sono. E grandes quantidades, acima de 0.75g de álcool/Kg de peso (mais de duas doses para homens e mais de uma dose para mulheres), resultam em uma redução de aproximadamente 39% da qualidade do sono”.

Alternativas:
Sucos de frutas cítricas (não coados)
Suco de maracujá
Chás sem cafeína

Outro ponto levantado pelo nutricionista é em relação a quantidade de líquidos em geral consumidos no período noturno. Quanto mais líquidos consumimos, maior será a quantidade de vezes que iremos ao banheiro. Por isso, é importante ter atenção especialmente para as pessoas que apresentam o hábito de acordar durante a noite para ir ao banheiro e apresentam dificuldade para voltar ao sono.

Assim, a hidratação no período da manhã e no início da tarde em quantidade adequada será uma boa forma de atingir as necessidades hídricas durante o dia. Evite ingerir muitos líquidos próximo da hora que você costuma ir deitar e evite alimentos com propriedades diuréticas.

Quais alimentos são uma boa opção?
Para fazer uma boa escolha na alimentação durante a noite, você deve optar por uma refeição leve e nutritiva. O nutricionista Guilherme Graciano comenta que boas opções de refeições para a noite são um prato rico em verduras e legumes, com uma boa porção de proteína, de preferência um pedaço do tamanho da palma da mão e carboidratos de boa qualidade, com atenção à quantidade consumida.

Graciano também sugere um lanche com pão integral, recheado com um pedaço de carne ou ovos mexidos ou hambúrguer vegetal e adicionando uma boa quantidade de verduras, com o objetivo de aumentar a ingestão de fibras na alimentação. Vale destacar também que o arroz e o feijão podem estar presentes neste momento do dia, o mais importante é se atentar à quantidade consumida e o que irá acompanhar os alimentos mais queridos dos brasileiros.

Além disso, sopas ou caldos de legumes também podem ser consumidos, dando preferência por adicionar alimentos que são fonte de proteínas, como é o caso do peito de frango desfiado, carne moída ou soja texturizada, para pessoas vegetarianas. Dessa forma, é possível fazer escolhas que sejam saborosas, práticas, saudáveis e que não atrapalhem o nosso precioso sono.

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Fonte: GE
Guilherme Fonseca Graciano é nutricionista com graduação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pós-graduado em Nutrição Clínica e Esportiva, pós-graduando em Oncologia e Geriatria e mestrando em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da UFMG. Instagram @guigracianonutri

Qual é a diferença entre VOTO BRANCO e VOTO NULO?

Todo ano eleitoral surge a mesma dúvida para algumas pessoas: afinal, qual é a diferença entre um voto branco e um voto nulo?

Se essa dúvida também passa pela sua cabeça ou conhece alguém que já lhe fez essa pergunta e não soube como explicar, confira a resposta nas linhas a seguir.

O que é um voto branco?
Conforme o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é considerado um voto branco aquele em que eleitor não manifestou preferência por nenhum dos candidatos disponíveis na seleção em que está (presidente, deputado, senador, etc).

Atualmente as urnas contam com um botão separado para essa seleção, mas antigamente, na época das cédulas, era preciso entregar o papel sem marcar nenhuma das opções para ele ser considerado como um voto branco.

Para votar em branco, basta apertar a tecla indicada e confirmar em seguida.

O que é um voto nulo?
Já no voto nulo, o eleitor manifesta que não selecionou nenhum dos candidatos existentes naquela eleição. Dessa forma, para registrar um voto nulo é necessário pressionar botões que não representem nenhum candidato (tipo “00” para presidente ou governador, por exemplo) e depois confirmar essa opção.

No período das cédulas, era comum fazer um grande X no papel para indicar que estava anulando o seu voto.

Voto branco ajuda uma legenda ou o vencedor?
Essa é outra dúvida que acaba rondando a mente de muitas pessoas, e a resposta para isso é bem simples: atualmente, o voto branco não vai para a legenda, nem para o candidato que está com mais votos.

A própria Constituição prevê que “é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos”. Dessa forma, engana-se quem pensa que mais da metade dos votos nulos podem cancelar as eleições, pois ainda assim seriam considerados todos os que foram computados de maneira válida, respeitando a lógica dos 50% + 1 para declarar um vencedor em cargos mais altos.

*Por Douglas Vieira
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*Fonte: megacurioso

Clitóris não serve apenas para dar prazer, aponta estudo

Para a ciência, a função completa do clitóris para o corpo feminino ainda não está muito clara. O que já sabemos com algum nível de “certeza” é que a maioria das mulheres que atingem o orgasmo, o conseguem pelo clitóris.

E, apesar de não ter um papel definido na reprodução, visto que o orgasmo feminino não tem relação com essa função, ao contrário do que acontece com os homens, um novo estudo pode começar a mudar esses entendimentos. As evidências sugerem que esse órgão pode ter um importante papel nas funcionalidades reprodutivas, diferentemente do que se vinha pensando até agora.

Efeitos cerebrais
De acordo com a pesquisa publicada na revista especializada Clinical Anatomy, o clitóris participa de forma fundamental na reprodução ao ativar uma série de efeitos cerebrais. Isso acontece à mulher durante o processo do orgasmo e não ao clitóris ignorado, parado e cuidando da própria vida.

Os efeitos cerebrais induzidos pelo clitóris, em resumo, envolvem o aumento:

de oxigênio,
da lubrificação vaginal,
do fluxo sanguíneo vaginal,
da temperatura corporal,
e alterações da posição do colo do útero, retardando o esperma e melhorando sua motilidade.

Essas conclusões foram obtidas pelo Dr. Roy Levin, por meio de uma revisão de estudos anteriores. O especialista reuniu evidências para basear a nova teoria de que o clitóris é tão importante para o processo de reprodução quanto é para o prazer sexual.

Até agora, esse órgão nunca tinha sido confirmado com algum papel direto na reprodução. Para Levin, as pesquisas anteriores estavam mais preocupadas com o papel desse órgão para o prazer sexual que, simplesmente, ignoraram suas outras possíveis funcionalidades.

Onde estamos?
Então, como o corpo feminino desenvolveu tal órgão e, por que ele se tornou necessário? Há uma série de hipóteses que tentam responder, ao menos em parte, essas perguntas.

Uma delas sugere que o orgasmo clitoriano é um resquício da evolução e há alguns milhares de anos tinha a finalidade de induzir a ovulação durante o ato sexual. Outra hipótese é que o clitóris permite que as mulheres discriminem e escolham melhor seus parceiros sexuais, com base em quem pode ajudá-las a chegar ao orgasmo por meio da estimulação correta.

Um terceiro ponto de vista é que os orgasmos clitorianos levam a um vínculo mais forte entre os parceiros sexuais, preparando a mulher para gravidez e o pai para a paternidade. Portanto, é possível ver o clitóris como um órgão importante reprodutivamente, se assim a ciência demonstrar, sem minimizar seu incomparável e épico poder para o prazer feminino.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Como desacelerar para dormir rápido e melhor

Muitos de nós não conseguem dormir o suficiente todas as noites. No entanto, o que pouca gente sabe é que, embora seja importante dormir o suficiente, dormir bem é um aliado mais influente para acordar disposto.

Um estudo publicado no Journal of Psychosomatic Research concluiu que a qualidade do sono é mais importante do que a quantidade, no que diz respeito à se sentir descansado e rejuvenescido.

Claro, isso não significa que as pessoas podem dormir apenas três horas por noite. A verdade é que cada um de nós precisa de uma quantidade diferente de sono para ser produtivo, e o lance das “oito horas por noite” é mais uma diretriz do que uma regra. De fato, algumas pesquisas sugerem que dormir demais pode ser tão prejudicial para a sua saúde quanto dormir pouco.

Como as orientações para uma boa noite de sono podem ser confusas, trouxemos aos nossos leitores esse guia, que visa ajudar na melhoria do sono ao ponto de que você precisar dormir menos, e o tempo que você passar dormindo ser verdadeiramente repousante.

Como dormir melhor
Por onde começar
Em primeiro lugar, é preciso começar a controlar o seu sono, e encontrar o seu momento de dormir perfeito.

Oito horas de sono é inútil se você gastar todo esse tempo rolando na cama, e só dormir por cerca de 3 a 4 horas. Tentar corrigir maus hábitos de sono indo para a cama mais cedo é como tentar perder peso gastando mais tempo na academia sem fazer qualquer treino extra.
Otimizar o seu sono depende muito de três coisas: preparação (construção de bons hábitos de sono), ambiente (aprimoramento de seu ambiente de sono ideal) e rotina (dormir quando e quanto você precisa).
As dicas abaixo são do Dr. Nitun Verma, especialista em sono da Universidade de Stanford (EUA) e diretor médico do Centro de Distúrbios do Sono Washington Township, em Fremont (EUA), para ajudá-lo a melhorar a qualidade do seu sono a longo prazo.

Preparação
O primeiro passo é construir hábitos que irão ajudá-lo a adormecer mais rápido, dormir mais e ficar mais confortável enquanto você descansa. Por exemplo:

Exercício físico regular. A Fundação Nacional do Sono dos EUA afirma que exercício no período da tarde pode melhorar o sono à noite. Especificamente, praticar atividades físicas de manhã ou à tarde ajuda a adormecer mais rápido, com menos problemas. Apenas certifique-se de não se exercitar logo antes de dormir, já que isso tem o efeito oposto.
Escolha um despertador suave. Esqueça seu despertador irritante e incrivelmente alto, e tente algo novo que vai tornar seu momento de acordar mais fácil e natural. Aplicativos de despertador podem acordá-lo com músicas ou sons suaves. Você também pode tentar uma luz de alerta que sobe lentamente o nível de iluminação na sala, conforme sua hora de despertar se aproxima.
Elimine o álcool, corte a cafeína e largue o cigarro. Um estudo publicado em 1994 abordou os três temas e concluiu que o álcool pode ser relaxante e ajudá-lo a pegar no sono, mas é prejudicial para o ciclo do sono, uma vez que é liberado do corpo. O resultado final é uma noite agitada em que você acorda com mais frequência do que faria normalmente. A cafeína tem um efeito diferente. Ela alonga a 2ª fase de seu ciclo de sono (quando o cérebro começa a reorganizar-se e processar o dia), o que é ótimo para cochilos, mas não para uma noite de sono profundo. Ainda, a cafeína reduz as fases três e quatro do sono, onde o sono REM e o sonho ocorrem. Cigarros, por outro lado, ou especificamente a nicotina, podem ser relaxantes em pequenas doses, mas em grande quantidade te mantém acordado por mais tempo e impedem o início do sono.
Diminua seu tempo na frente das telinhas. Estudo após estudo apontam que os dispositivos eletrônicos prejudicam nossos ciclos de sono. O Dr. Verma sugere desligar seus aparelhos pelo menos 1 a 2 horas antes de dormir. Duas horas é o melhor, mas é bastante impraticável para muitas pessoas. “As telas de tablets, telefones e TVs são tão brilhantes que podem confundir o cérebro. Tanta luz muito tarde da noite pode fazer com que o cérebro pense que é duas da tarde, não duas da manhã. Mesmo se ocorrer o sono, ele não será tão profundo e, portanto, será menos restaurador”.
Medite antes de dormir. Há muitos métodos de meditação orientada para dormir. Tente visualizar um sonho que você gostaria de ter, ou, se acordar no meio da noite, relaxe, concentre-se em dormir, e tente visualizar onde o seu sonho parou.
Melhore o seu ritual noturno. Ter um ritual à noite é importante. Por exemplo, sempre ir ao banheiro antes de dormir, para não acordar com frequência com vontade de ir ao banheiro, o que pode levar ao sono superficial durante toda a noite. Inicie uma rotina de sono saudável, que começa muito antes de sua cabeça bater no travesseiro.

Ambiente
Antes de se deitar para dormir, você também deve se certificar que seu ambiente está propício para uma boa noite de sono.

Certifique-se de que sua cama é realmente confortável. Como a maioria de nós vai gastar uma média de 24 anos de nossas vidas dormindo, sua cama merece um investimento sério. Compre o colchão certo, escolha bons travesseiros e lençóis. Não subestime o poder de uma cama mais confortável. Isso pode realmente melhorar o seu sono.
Ajuste a temperatura. Alguns estudos têm mostrado que a temperatura ótima de dormir para a maioria dos adultos situa-se entre 15 a 20 graus centígrados. Muito mais quente do que isso pode causar insônia. No entanto, você pode procurar o que lhe faz bem. Se você gosta do calor, durma no calor. Se gosta de ligar o ventilador e se cobrir, faça isso, etc.
Filtre a luz. LEDs e luzes de espera de eletrônicos podem causar tanto estrago ao seu ciclo de sono quanto a luz de um tablet ligado. Mesmo que seus eletrônicos estejam desativados, certifique-se de encobrir a luz pulsante de seu laptop enquanto ele está recarregando, ou a luz de espera da TV, etc. Se você mora em algum lugar iluminado a todas as horas, invista em uma máscara de dormir. Isso pode ajudá-lo a obter um melhor descanso.
Corte as distrações. Crianças te acordam? Você pode não ser capaz de fazer muito sobre isso, mas se o seu telefone está te acordando com notificações de novos e-mails, é hora de desligá-lo. Se o seu bairro é barulhento e o impede de dormir, tente um gerador de ruído branco ou uma música suave para ajudá-lo a descansar.

Rotina
Você já sabe que quanto tempo você dorme é importante, mas para ter o melhor sono possível, você deve dormir e acordar na mesma hora todos os dias.

É difícil “repor” sono perdido. O Dr. Verma sugere uma alternativa: “Uma maneira para as pessoas otimizarem seu sono é acordar na mesma hora todos os dias, ou pelo menos dentro da mesma hora. Ao invés de dormir mais em dias de folga, desperte no mesmo tempo e, em seguida, tire uma soneca que permite o sono extra sem interromper a programação normal de acordar”.

Finalmente, se você está tendo problemas para ter um sono de qualidade, ou mesmo se você dorme por longos períodos e não se sente descansado, pode ser hora de falar com o seu médico.

Pode haver um número de questões médicas causando seus problemas de sono, todas tratáveis. Você pode estar sofrendo de insônia crônica, apneia do sono, ou alguma outra condição não diagnosticada que, uma vez tratada, pode transformar seu sono em verdadeiramente repousante.

Depois de ter seus problemas de sono resolvidos, seja por profissionais ou pelas dicas acima, você pode começar a ajustar a quantidade de sono para o quanto você realmente precisa. Se você dormia nove ou dez horas porque era a única maneira de se sentir descansado, e depois da máscara de dormir e de desligar seus eletrônicos se sente mais relaxado com apenas oito, pode começar a diminuir seu tempo de sono, ganhando horas extras em seu dia para fazer as coisas que você deseja. [LifeHacker]

*Por Natasha Romanzoti
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*Fonte: hypescience

10 comidas populares em países específicos e os lugares de onde realmente vieram

Todos nós temos uma comida favorita e algumas são muito populares em cada país. Mas será que ali está a receita original? De onde vem de fato cada item que é tão típico de cada lugar do mundo. Quando se trata da origem dos alimentos, geralmente temos uma ideia baseada na história e na cultura, mas o que pode nos surpreender é que as origens dos alimentos não são tão óbvias quanto parecem.

Aqui no Brasil, por exemplo, muitas das receitas hoje tidas como regionais na verdade foram incorporadas das culturas que se misturaram no processo de invasões pelos europeus e pela vinda forçada de comunidades inteiras de africanos ao país.

Só para citar alguns, o cuscuz tem origem no norte da África, mas aqui teve a farinha de semolina de trigo substituída pela de milho. Já os doces tradicionais brasileiros eram os de tacho, mas por uma campanha de marketing muito bem explicada no podcast “A Moça da Lata”, do Joio e o Trigo, mostra como receitas portuguesas como o pudim e o quindim entraram para nossa história.

Voltando às receitas pelo mundo, a empresa CDA, do Reino Unido, deu um mergulho profundo em alguns alimentos populares que são amados em todo o mundo, para descobrir se eles realmente são tão autênticos quanto pensamos que são.

Aqui estão dez das origens alimentares fascinantes que vão te fazer questionar tudo:


Churros
De onde achamos que são os churros: Espanha
De onde os churros são realmente: China

Um clássico da culinária espanhola de comida de rua que está em todo o mundo hoje, não é realmente espanhol. A receita vem de um dos itens favoritos do café da manhã chinês, o youtiao – que na verdade é um pouco salgado em vez de doce. As tiras de massa fritas foram levadas para a Espanha via Portugal no século 17 e ali ganhou uma nova casa – e a camada açucarada que conhecemos hoje.

Croissants
De onde achamos que são os croissants: França
De onde são realmente os croissants: Áustria

Quer você coma seus croissants salgados, doces, ou vazios o delicioso pão servido no café da manhã à base de massa folhada, tão enraizado na cultura francesa, foi na verdade criado em Viena, na Áustria. O kipferl é conhecido como o ancestral espiritual do croissant e é fácil perceber porquê. Muitos historiadores acreditam que a guloseima em forma de lua remonta às padarias do mosteiro e foi assada como parte dos costumes pagãos para celebrar a Páscoa – com a massa mencionada pela primeira vez no século XII.

Donuts
De onde achamos que são os donuts: EUA (Nova York)
De onde são realmente os donuts: Grécia

Os EUA são responsáveis apenas pelas grandes marcas das clássicas rosquinhas doces, mas os donuts não são as estrelas hollywoodianas que você pensou que eram. Embora eles não tivessem a forma de rosquinha, a versão mais antiga desta que conhecemos hoje geralmente remonta a quando os colonos holandeses os levaram da Europa para Nova York (ou Nova Amsterdã, como era conhecida então).

Mas a Grécia é onde está o coração do donut. Loukoumades, como são conhecidos, são essencialmente pequenas bolas de donut cobertas de mel e nozes. Eles também são considerados a sobremesa mais antiga registrada, remontando aos primeiros Jogos Olímpicos em 776 aC, onde foram apresentados aos vencedores como “tokens de mel”.

Fish And Chips (ou Peixe com Batatas fritas)
De onde achamos que é o fish & chips: Reino Unido
De onde vem o fish & chips: Portugal

Se há uma coisa pela qual a costa britânica é famosa, é pelo peixe e batatas fritas. Seria difícil encontrar uma cidade litorânea que não tenha pelo menos uma loja vendendo a iguaria. O peixe com batatas fritas tornou-se um alimento tão básico na Grã-Bretanha que, durante a Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill isentou o prato do racionamento. Mas pode ser surpreendente saber que o fish and chips não é britânico, mas português.

Diz-se que os judeus sefarditas portugueses compraram um prato andaluz secular chamado peshkado frito para o Reino Unido em 1400, quando fugiam da perseguição religiosa. Peixe branco era frito em uma fina camada de farinha pronta para o sábado e quando a batata se tornou popular em 1800, nasceu o acompanhamento perfeito.

Sorvete
De onde achamos que é o sorvete: Itália
De onde é realmente o sorvete: Mongólia

Os italianos são conhecidos em todo o mundo pela qualidade de seus sorvetes e gelatos – e estaríamos perdoados por pensar que eles foram de fato os inventores desse delicioso doce. Mas esse prêmio na verdade vai para a Mongólia… ou assim diz a história.

Não é exatamente o sorvete que conhecemos e amamos hoje – e aconteceu completamente por acaso também. Dizem que os cavaleiros mongóis carregavam leite de búfalo ou iaque pelo deserto de Gobi em contêineres como provisões, mas à medida que a temperatura caía e eles galopavam, o leite congelava enquanto era agitado. À medida que o império mongol se expandiu nos anos 1200, o mesmo aconteceu com a popularidade dessa nova iguaria de leite ou creme gelado e diz-se que Marco Polo levou a ideia de volta à Itália no final do século XIII.

Massa
De onde pensamos que é a massa: Itália
De onde é realmente a massa: China

Desculpe Itália, você também não pode ter este. Dizem que o macarrão estava ganhando popularidade na Itália por volta do século 13 e provavelmente foi introduzido por viajantes europeus. Esses viajantes provavelmente descobriram o macarrão de ovo graças aos árabes nômades que foram responsáveis ​​por trazer as primeiras formas de massa da Ásia para o oeste.

O que diferencia a massa italiana de outros macarrão, porém, é o uso de trigo duro. Macarrão de ovo há muito era uma parte básica da dieta chinesa, que remonta ao século I aC. Mas, o refinamento do processo e a adição de trigo duro tornaram o macarrão acessível, versátil e, quando seco, deu-lhe uma longa vida útil, também tem um ótimo sabor quando combinado com alimentos nativos do Mediterrâneo – firmemente enraizado como um grampo cultural em italiano cozinha.

Bolovo (Ovos Escoceses no Reino Unido)
De onde achamos que são os bolovos: Escócia
De onde são realmente os ovos escoceses: Índia

Não está claro como essas belezas carnudas e ovadas ganharam uma origem popular escocesa – pelo menos no Reino Unido por que aqui é comida de boteco há tempos.

Parece que o quitute foi inspirado no prato Nargisi kofta, que foi mencionado pela primeira vez na cultura indiana por volta de 500 aC. Nargisi kofta é composto de um ovo cozido que é envolto em carne de kofta temperada, que é então frita. É provável que os britânicos tenham encontrado a iguaria enquanto viajavam pela Índia séculos depois. Uma teoria sobre o lanche popularizado em Londres é que eles foram nomeados após os guardas escoceses estacionados em um quartel do exército local, onde desenvolveram um gosto pelo lanche. Qualquer semelhança com a coxinha é mera coincidência.

Almôndegas suecas
De onde pensamos que são as almôndegas: Suécia
De onde são realmente as almôndegas suecas: Turquia

Pelo nome, você provavelmente poderia considerá-los uma das exportações mais emblemáticas do país escandinavo nos dias de hoje – mas na verdade eles vêm da região hoje conhecida como Turquia. A ideia de enrolar a carne em bolas para torná-la mais fácil de comer não é única (a China vem fazendo isso há séculos), mas foi a oferta turca que os suecos mais adoraram.

Diz-se que a receita turca foi levada para a Escandinávia no século 18 pelo rei Carlos XII. Conhecidas como köfte, as almôndegas turcas são feitas com carne bovina e cordeiro com ingredientes comuns, como cebola, ovos, salsa, panko, pão ralado e sal a gosto – as almôndegas suecas hoje em dia geralmente são à base de carne de porco.

Tikka masala
De onde pensamos que é tikka masala: Bangladesh
De onde é realmente o tikka masala: Reino Unido (Glasgow)

Parece que a Ásia Ocidental e a Escócia podem ter algum tipo de acordo comercial quando se trata de equívocos sobre a origem dos alimentos. O frango tikka definitivamente se originou no subcontinente indiano durante o Império Munghal (a área agora conhecida como Bangladesh), tornando-se popular por volta de 1600, o que está bem documentado. Mas tikka masala é uma história diferente. Onde tikka é geralmente um prato seco de carne marinada em especiarias que é cozida em brasas, tikka masala é picante, rico e cremoso. Diz-se que na década de 1970, um chef indiano estava trabalhando em Glasgow, e foi lá que ele desenvolveu o prato que os ocidentais passaram a considerar um deleite indiano típico.

Vindaloo
De onde pensamos que vindaloo é: Índia
De onde vem o vindaloo: Portugal

Começa a parecer que Portugal não recebe o crédito que merece quando se trata de comida “nativa”. Embora muitos alimentos tenham sido retirados da Índia e adaptados ao longo do tempo, Vindaloo não é um deles. Considerado um dos favoritos do takeaway indiano, diz-se que o seu próprio nome é na verdade uma pronúncia distorcida do prato português, Carne de Vinha D’alhos – um prato de carne marinado em vinagre de vinho e alho.

*Por Gabrilea Rassy
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*Fonte: hypeness

Dieta rica em gordura a longo prazo pode “encolher” o cérebro, diz estudo

Uma dieta baseada em alimentos gordurosos pode não apenas aumentar as medidas da cintura, mas também “encolher” o cérebro, segundo um estudo liderado pelos neurocientistas da Universidade da Austrália Meridional (UniSA) e publicado na Metabolic Brain Disease.

Os pesquisadores avaliaram as reações em ratos alimentados com uma dieta rica em gordura por 30 semanas, o que resultou em diabetes e uma deterioração subsequente em suas habilidades cognitivas, além do desenvolvimento de ansiedade, depressão e agravamento da doença de Alzheimer.

E, além da função cognitiva prejudicada, os camundongos também demonstraram maior propensão a ganhar peso de forma excessiva, devido à deficiência do metabolismo causada pelas alterações cerebrais.

Alimentos gordurosos podem não apenas aumentar as medidas da cintura, mas também “encolher” o cérebro, segundo pesquisa. 

Relação entre obesidade, diabetes e Alzheimer
No estudo, os camundongos foram alocados aleatoriamente para uma dieta padrão ou uma dieta rica em gordura a partir de oito semanas de vida. A ingestão alimentar, o peso corporal e os níveis de glicose foram monitorados em diferentes intervalos, juntamente com testes de tolerância à glicose e insulina e disfunção cognitiva.

Os ratos da dieta rica em gordura ganharam muito peso, desenvolveram resistência à insulina e começaram a se comportar de forma anormal em comparação com aqueles alimentados com uma dieta padrão.

Camundongos com doença de Alzheimer geneticamente modificados que receberam alimentos gordurosos também mostraram uma deterioração significativa da cognição e alterações patológicas.

Para os pesquisadores, as conclusões do estudo se somam às crescentes evidências que ligam a obesidade crônica e o diabetes à doença de Alzheimer, com previsão de atingir 100 milhões de casos até 2050.

*Por Jennifer Cardoso
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*Fonte: olhardigital

Por que a LUZ da MANHÃ é tão importante para a saúde?

Para muitos de nós, acordar cedo não é uma tarefa fácil, especialmente quando temos uma rotina corrida e precisamos trabalhar até tarde, ou quando esquecemos do tempo e decidimos maratonar uma série da Netflix.

No entanto, todo o esforço empregado para levantar com o nascer do sol pode valer muito a pena para sua saúde, tanto física quanto mental.

A luz da manhã e o ritmo circadiano
Antes de tudo, precisamos considerar nossa biologia. Você sabia que somos programados para levantar cedo, mesmo que não pareça quando o despertador toca?

Todos nós temos algo chamado ritmo circadiano: um tipo de relógio interno que indica quando nosso corpo deve estar dormindo para descansar ou acordado em estado de alerta.

Esse nosso relógio biológico é afetado por diversos fatores, um dos mais importantes é a luz solar.

Conforme esclarece o Sleep Foundation, quando está escuro, nossos olhos enviam automaticamente uma mensagem para o nosso cérebro dizendo que é hora de dar atenção ao cansaço e se preparar para dormir. Isso começa a ocorrer cerca de 2 horas após o pôr do sol.

Então, nosso organismo libera uma substância chamada melatonina, um composto químico que nos ajuda a dormir.

Da mesma maneira, quando o dia começa a clarear, nosso ritmo circadiano indica que devemos estar acordados. E é aqui que entra o poder da luz da manhã: ela consegue desencadear verdadeira cascata de neurotransmissores e hormônios que nos faz sentir bem.

Então, quais os benefícios? Apenas para citar alguns deles, temos:

1. Ajuda a melhorar seu sono
A luz natural pela manhã atua na regulação do nosso ritmo circadiano, mostrando ao corpo quando é o momento de aumentar ou diminuir os níveis de melatonina.

Basicamente, quanto mais luz do sol você conseguir, melhor seu corpo produzirá melatonina na hora de ir para a cama.

2. Diminui os níveis de estresse
A melatonina também atua de forma reativa ao estresse. Quando tomamos sol pela manhã, os raios solares ajudam a regular naturalmente esse hormônio, o que pode contribuir para diminuir seu nível de estresse.

Além disso, como costumamos fazer algo ativo enquanto estamos ao ar livre, como caminhar ou andar de bicicleta, essa atividade extra também contribui positivamente na redução do estresse.

3. Protege os ossos
Uma das formas mais simples, fáceis e gratuitas de obter vitamina D é tomar sol. Nosso corpo produz naturalmente essa substância quando exposto por cerca de 15 minutos aos raios solares.

A vitamina D ajuda a manter boas quantidades de cálcio no corpo, o que evita que seus ossos fiquem frágeis, deformados ou finos.

4. Combate a depressão
Não é só coisa da sua cabeça. Existe uma razão científica que explica porque o sol melhora o nosso humor: ele ajuda a aumentar os níveis de serotonina em nosso organismo.

Essa substância química, além de nos fazer sentir bem, também contribui para termos mais calma e foco.

Além disso, muitas pessoas sofrem com uma doença chamada transtorno afetivo sazonal, uma condição depressiva que ocorre no inverno e outono, quando há menos incidência de raios solares. Isso demonstra o quanto o sol é essencial!

5. Garante uma vida mais longa
De acordo com um estudo publicado no JAMA Dermatology, e que envolveu 30 mil mulheres, aquelas que passavam mais tempo ao sol conseguiam viver entre seis meses e dois anos a mais em comparação com aquelas que passavam menos tempo recebendo raios solares.

Mais pesquisas ainda precisam ser feitas nesse sentido, mas é uma informação interessante.

Então, pronto para acordar com nascer do sol?

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Queijo brasileiro é considerado o melhor do mundo

O queijo canastra ficou em primeiro lugar no ranking elaborado pelo site americano The Taste Atlas

O queijo Canastra ganhou, na última quarta-feira (22), o título de melhor queijo do mundo. O produto é feito com leite, “pingo” e sal, tendo um sabor ácido, mas com um fundo meio adocicado. A iguaria costuma ser comida no pão de queijo, com café, com doce de leite ou sozinho mesmo.

O queijo ficou no topo do ranking elaborado pelo site americano The Taste Atlas. O top foi formado por voto popular. O canastra ficou na frente do italiano Parmigiano Reggiano, do francês Mont d’Or e do português Serra da Estrela.

A lista completa tem 50 queijos do mundo todo. O The Taste Atlas é um guia gastronômico e seu conteúdo é consumido por viajantes ao redor de todo o mundo. [ LISTA / AQUI ]

O queijo Canastra tem o nome da serra que circunda as oito cidades fabricantes do alimento. São mais de 70 produtores na região.

O modo artesanal foi registrado como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

*Por Nathalia Matos
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*Fonte: fatosdesconhecidos

O que um hotel precisa para ser 5 estrelas?

Quando você está escolhendo um hotel para se hospedar, é provável que use alguns critérios antes fazer sua reserva. Pode ser que você confira as opiniões de outros clientes em alguma rede social, ou decida de acordo com o que cabe no seu bolso.

Mas um critério comumente utilizado pelas pessoas é verificar quantas estrelas aquele hotel tem. E o melhor hotel, claro, é aquele que é classificado com cinco estrelas. Mas isso garante exatamente o que ao hóspede?

Quem decide essa classificação?

No Brasil, a avaliação dos hotéis é feita pelo Ministério de Turismo, que estabelece as estrelas através do Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass).

No entanto, é importante lembrar que essa classificação não é obrigatória. Ou seja, um hotel ou uma pousada pode optar por não passar pela avaliação feita pela SBClass. Neste caso, eles não são autorizados a exibir estrelas em sua fachada e material promocional, pelo risco de serem processados por propaganda enganosa.

Já nos Estados Unidos, Europa e Austrália, diversas organizações são responsáveis por fazer estas avaliações. No continente europeu, por exemplo, quem faz esta classificação é uma instituição chamada Hotelstars Union.

Vale lembrar que as estrelas não deixam de ser uma garantia ao cliente de que o serviço e as instalações daquele hotel foram testados conforme critérios que são acessíveis a todos. Mas quais critérios são esses?

As avaliações dos hotéis

Para que um hotel receba a cobiçada classificação de 5 estrelas, ele precisa ter concierge, recepção que funciona 24 horas, quartos com pelo menos 17 m² e banheiros com pelo menos 4 m².

Quanto aos serviços, as roupas de cama e de banho precisam ser trocadas diariamente. O hotel deve ter café da manhã, restaurante e bar, funcionando também como serviço de quarto. A cozinha devem oferecer refeições especiais (como opções vegetarianas). Os funcionários devem ser ao menos bilíngues.

Além disso, os quartos devem ter climatização, colchões especiais, frigobar, TV por assinatura e internet. Outros serviços também devem estar disponíveis: garagem com manobrista, banheiras nos quartos e outros negócios devem existir junto ao hotel (como, por exemplo, salão de beleza e lojas).

Já nas hospedagens categorizadas com menos estrelas, as diferenças serão a quantidade desses serviços e os tamanhos dos quartos. Para receber quatro estrelas, os quartos devem ter 15 m² e banheiras; para obter três, devem medir 13 m² e banheiros com 3 m²; duas, os aposentos precisam ter 11 m², e assim por diante.

E uma informação importante: uma hospedagem que recebe uma estrela não necessariamente será ruim. O que a estrela indica é que ele oferece apenas o básico. E isso significa que ele deve ter café da manhã, recepção aberta por 12 horas e pelo menos 65% dos quartos devem ter área útil de 9 m². As roupas de cama devem ser trocadas pelo menos uma vez por semana.

Ou seja, independentemente do seu hotel ter cinco estrelas ou só uma, você pode igualmente ser bem atendido e desfrutar bons momentos.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Dicas para acabar com o mofo no guarda-roupa

Existem jeitos simples de se evitar o mofo e remover as manchas das roupas mofadas.

Com a umidade nos deparamos com o mofo no guarda-roupas e nas peças guardadas. Resolver essa questão é simples, veja as dicas abaixo e escolha a que se aplicar melhor ao seu caso.

– Sempre que possível, deixe as portas do guarda-roupa abertas para que entre ventilação.

– Coloque as roupas de frio no sol durante o verão ou lave-as.

– Pelo menos uma vez ao mês, tire as roupas e limpe o armário com água e vinagre para evitar fungos e retirar possíveis manchas de mofo.

– Coloque um pote com bicarbonato de sódio, cal ou gesso dentro do guarda-roupa. Troque-o a cada seis meses.

– Coloque pedaços de algodão embebidos em essência de terebintina nos cantos e gavetas.

– Use produtos antimofo durante a faxina.

– Para eliminar a umidade, deixe um pedaço de giz em cada prateleira.

– Faça sachês com cravo-da-índia: basta colocar os cravos em um tecido fino e fechar o saquinho utilizando uma fita. Renove o sachê a cada três meses.

– Uma receita simples e bem conhecida é misturar água com água sanitária ou vinagre branco, na proporção de um para um. Basta passar a composição com um pano nos armários, gavetas, paredes e cômodas.

Roupas já manchadas?
Há inúmeras dicas caseiras para evitar o problema, mas caso a sua roupa já esteja manchada veja duas formas de resolver, de acordo com a cor do tecido:

– Roupas coloridas: Mergulhe tecidos coloridos em leite fervente até a mancha desaparecer.

– Roupas brancas: Deixe o tecido de molho em água quente com sal.

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*Fonte: ciclovivo

Óleo de cozinha: Qual é a diferença entre os óleos vegetais

Se alguém lhe pedisse para ir ao mercado comprar óleo de cozinha, provavelmente, você compraria óleo de soja, certo? Esse é o óleo mais popular e consumido no Brasil. Contudo, isso não significa que ele seja o único óleo que existe ou o mais indicado para as frituras.

Na verdade, existem muitas opções de óleos comestíveis. Alguns são mais caros, outros são considerados mais saudáveis e existem óleos que estão na moda, como o óleo de coco. Para evitar que você escolha o produto errado, vamos listar essas opções e indicar as suas principais características, mas antes, precisamos entender o que é o ponto de fumaça.

O que é ponto de fumaça?

O ponto de fumaça, também conhecido por “ponto de queima”, ocorre quando o óleo aquecido começa a queimar, soltando fumaça. Além de ficar com um gosto amargo, esse óleo começa a liberar acroleína, um composto químico que, com o passar do tempo, pode fazer mal à saúde. E não é só a acroleína: o óleo em ponto de queima libera compostos polares, também considerados nocivos.

Para evitar esse problema, é importante evitar que o óleo aqueça até a sua temperatura de ponto de fumaça. Até o óleo mais saudável se torna ruim quando atinge esse nível, não se esqueça disso.

Óleo de palma ou óleo de dendê
Esse é o óleo mais usado no planeta. Só em 2020, foram usadas 73 milhões de toneladas desse produto no mundo todo. No Brasil, o conhecemos como óleo de dendê. Além da culinária, ele é usado em diversas indústrias, como a de cosméticos. Rico em vitamina E, seu ponto de fumaça é aos 235 °C.

O óleo de palma tem níveis elevados de ácidos graxos, semelhantes ao da margarina. Sendo assim, ele não é considerado uma opção saudável para usarmos no dia a dia, como no tempero de saladas — é melhor deixá-lo para o preparo de pratos especiais, como a moqueca ou o acarajé.

Um outro problema do óleo de dendê é que por ele ser muito usado, seu cultivo está associado ao desmatamento de florestas. Por isso, alguns produtos vêm com o selo “livre de óleo de palma”. Isso não significa que sejam mais saudáveis, apenas que usam outro óleo.

Óleo de coco
Está na moda como uma opção saudável, embora não existam estudos que comprovem essa hipótese. Isso significa que o óleo de coco deve ser consumido com moderação, como qualquer outro tipo de gordura. Além disso, ele não pode ser a única fonte de gordura da dieta de uma pessoa.

Por outro lado, ele é um excelente hidratante para pele e cabelos. Usá-lo em processos de hidratação pode ser uma boa saída, inclusive mais barata, que o uso de determinados produtos. No entanto, lembre-se de ser cuidadoso para evitar excessos, pois eles podem obstruir os poros e gerar acne. Na dúvida, é sempre melhor conversar com dermatologistas antes, fugindo das receitas caseiras.

Seu ponto de fumaça é de apenas 175 °C, o que o torna pouco viável para uso em preparos culinários quentes, mas pode ser usado desde que você não o queime. É um bom produto para molhos de salada.

Óleo de soja
O mais usado no Brasil. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, ele tem gorduras boas em sua composição, mas seu consumo deve ser moderado, pois, como todos os óleos, ele é muito calórico. Seu ponto de fumaça é de 234 °C.

Por si só, o óleo de soja não faz mal à saúde. O problema é o excesso de consumo, como em frituras. Ele é rico em vitamina E — isso significa que, se usado com moderação, como em molhos de salada ou na hora de refogar os alimentos, pode ajudar em dietas nutritivas.

Óleo de canola
Outro óleo famoso por ser considerado mais saudável do que os outros. A canola é uma planta “melhorada” a partir do desenvolvimento genético de um outro vegetal, a colza. De fato, esse óleo tem menos quantidade de gordura saturada que os demais, incluindo o azeite de oliva.

O óleo de canola também é fonte de ômega 3, gordura considerada boa para o corpo. Contudo, isso não significa que deva ser usado de forma exagerada, pois ainda é um óleo.

Tem ponto de fumaça elevado — 220 °C —, por isso é comum em cozinhas profissionais de outros países, em que seu preço seja mais competitivo frente a outros óleos. Praticamente não tem sabor, o que faz com que seja uma espécie de coringa nas receitas.

Óleo de semente de linhaça e óleo de cártamo
Ambos têm ponto de fumaça baixo: apenas 107 °C. Embora a linhaça tenha ganhado espaço em dietas devido ao seu valor nutricional, o óleo ainda não é tão popular. Ele é rico em gorduras boas, como o ômega 3, sendo considerado uma opção mais saudável do ponto de vista nutricional.

Contudo, para que o óleo de linhaça seja rico nutricionalmente, ele precisa ser feito de forma profissional e com ingredientes de qualidade. Se a produção não for adequada, ele não se torna mais saudável do que outros óleos vegetais.

Já o óleo de cártamo tem sido usado como suplemento alimentar, consumido em cápsulas, pois também é rico em nutrientes. Alguns estudos sugerem que esse óleo pode ajudar a controlar a diabetes e o colesterol alto.

Ademais, esse óleo não libera radicais livres ao ser superaquecido, ainda que tenha ponto de fumaça baixo. Por isso, ele é considerado mais saudável que outros óleos.

Independentemente do óleo que você escolha para a sua dieta, lembre-se que ele perderá nutrientes ao ser aquecido. Por isso, é mais saudável consumi-lo em saladas e outros pratos frios. Alguns liberam radicais livres ao serem esquentados e todos eles não devem ser consumidos caso tenham atingido o ponto de fumaça.

*Por Everton Lima
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*Fonte: megacurioso

O equilíbrio das bicicletas ainda é um misteriosos e inexplicável fenômeno

A maior parte de nós aprende a andar de bicicleta ainda crianças. Este fantástico meio de transporte parece extremamente simples — afinal, seu design permanece praticamente inalterado desde sua invenção, na Alemanha, em 1817.

Basicamente, a bicicleta é um objeto composto por um quadro, duas rodas, um garfo direcionável, um assento, pedais e uma corrente. Sendo uma invenção relativamente simples, isso significa que duzentos anos depois, nós já sabemos tudo sobre ela, certo?

A verdade é que as humildes bicicletas ainda guardam certos mistérios e existem detalhes sobre seu funcionamento que a ciência ainda não sabe explicar — e nós vamos te contar quais são eles!

O misterioso equilíbrio das bicicletas
Os físicos ainda não têm uma explicação definitiva do porque as bicicletas permanecem estáveis quando estão em movimento. E talvez você, leitor, esteja pensando que o responsável por este equilíbrio é a pessoa que está em cima dela. Mas a questão é mais complexa que isto.

Caso faça uma experiência simples, vai notar algo que intriga até hoje os estudiosos: se você “arremessar” uma bicicleta de uma maneira específica, sem ninguém sentado no banco, vai notar que ela é capaz de se mover em equilíbrio por uns bons metros até tombar de lado.

A resposta mais óbvia para entender por que isso acontece remete às leis de Newton, que dizem que um corpo tirado da inércia e posto em movimento tende a continuar em movimento. Só que, neste curto espaço de tempo em que seguem andando, as bicicletas conseguem desviar de certos obstáculos e voltar ao equilíbrio, exatamente como um ciclista faria. E isto é realmente intrigante.

O complicado mecanismo das bicicletas
As primeiras explicações sobre a misteriosa física das bicicletas data da virada do século XX. Entre 1899 e 1910, os matemáticos Francis Whipple, Felix Klein e Fritz Noether publicaram estudos dizendo que a estabilidade da bicicleta se deve à precessão giroscópica, um fenômeno físico que consiste na mudança do eixo de rotação de um objeto. O conceito explica que objetos giratórios resistem no espaço a mudanças de orientação — tal como acontece com um pião, por exemplo.

Os estudos destes matemáticos foram contestados em 1970 pelo cientista David Jones, que constatou erros nos cálculos feitos anteriormente. Segundo ele, estes erros anulavam os efeitos da precessão giroscópica nas bicicletas. Ele levantou a sugestão de que algo mais estava conectado à capacidade de “auto-endireitamento” das magrelas.

Outros pesquisadores trouxeram novas explicações. Foi sugerido também que, além da precessão giroscópica, as bicicletas se mantinham de pé por um chamado efeito cáster, segundo o qual um veículo que está trafegando tende a endireitar as rodas — é por isso, por exemplo, que uma cadeira de computador alinha suas rodas quando é empurrada.

Ainda assim, não há uma explicação definitiva sobre a estabilidade das bicicletas. Hoje há um relativo consenso de que elas se equilibram por uma soma de fenômenos físicos específicos. Descrever o exato funcionamento delas é ainda um mistério para engenheiros e matemáticos.

“Uma bicicleta, na verdade, é extremamente complexa. Entender sua estabilidade, numa comparação muito simplificada, é equivalente a resolver uma equação matemática de quarto grau”, explicou à Superinteressante o professor Andy Ruina, um dos maiores estudiosos da mecânica das bicicletas.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Como um engenheiro escondeu adegas de vinho sob a Ponte do Brooklyn

As famosas torres da ponte do Brooklyn, em Nova York, não são as estruturas mais altas do Ocidente. No entanto, foram imortalizadas em filmes e séries diversas. Além disso, caminhar por essa ponte é quase que uma obrigação para qualquer turista que visite a cidade.

Mas você sabia que, bem embaixo da ponte, há uma história regada a vinho que pouca gente conhece?

As adegas secretas da ponte do Brooklyn
No ano de 1876, após sete anos do início da construção e cerca de sete anos antes da conclusão da ponte do Brooklyn, duas adegas subterrâneas foram criadas: uma, no lado do Brooklyn e a outra do lado de Manhattan.

Tudo começou antes da ponte existir e tem mais a ver com uma estratégia para angariar recursos financeiros do que para esconder vinhos.

Por ocasião dos planos para a construção de uma estrada que ligaria o Brooklyn a ilha de Manhattan, o engenheiro-chefe de pontes, Washington Roebling, bem como seu pai, antes dele, estavam em dúvida sobre o que fazer com às duas instalações comerciais que funcionavam nos pontos de ligação de cada lado.

Na margem do East River no Brooklyn, a Rackey’s Wine Company já mantinha bons negócios envolvendo vinhos. Do lado de Manhattan quem dominava o comércio de bebidas era a Luyties & Co.

E foi então que Roebling, que conhecia bem cada detalhe da construção enxergou uma solução simples para conseguir compensar alguns dos custos de seu projeto estimado em 15 milhões de dólares.

Roebling conseguiu que duas adegas de vinhos fossem criadas uma de cada lado da ponte do Brooklyn.

Além delas, a construção também contaria com diversas câmaras alugadas para comércios e empresas locais, que poderiam usar esses espaços para armazenar produtos.

Com o passar do tempo esses espaços ganharam nomes de ruas francesas, bem como pinturas de videiras e vinícolas como decoração.

Quando a ponte foi concluída, as adegas já estavam funcionando. Devido às ótimas características do lugar como temperatura e umidade adequadas para armazenar vinhos de excelência, não demorou muito para que os nova-iorquinos começassem a comparar as adegas da ponte do Brooklyn com as melhores da França.

Por cerca de 40 anos os moradores do Brooklyn e de Manhattan puderam aproveitar a festa que acontecia sob a estrutura, embora muitos dos que passavam sobre ela não faziam ideia do que havia embaixo.

Mas, como tudo o que é bom precisa ter um fim, no final da década de 1910, um movimento de moderação começou a tomar conta dos EUA e, com a chegada da Lei Seca, o vinho e demais bebidas alcoólicas desapareceram das adegas da ponte do Brooklyn (e de todo o país).

Com isso, as instalações passaram a ser usadas para guardar jornais, o que não pareceu ser uma boa ideia devido à umidade.

Após a Lei Seca, o vinho retornou ao lugar. Então, vieram as duas Grandes Guerras e as coisas mudaram novamente.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Os efeitos nocivos do açúcar no cérebro

A discussão científica sobre nutrição mudou muito nos últimos anos. Os últimos estudos revelam que o açúcar é uma das piores coisas para a saúde geral de uma pessoa, especialmente no caso da obesidade. Mas a maioria das pessoas não sabe que os efeitos nocivos do açúcar se espalham até o cérebro .

O uso de açúcar não está ligado apenas a problemas cardíacos e diabetes. Mas também causa todos os tipos de problemas em nossa mente. Neste artigo você pode aprender mais sobre os efeitos mais nocivos do açúcar. Mas antes de abordarmos essa questão, primeiro precisamos desfazer alguns dos mitos sobre o açúcar.

Há algum efeito prejudicial do açúcar?
Nós crescemos e estamos sobrecarregados com ideias idealistas sobre saúde e nutrição. Mas algumas dessas crenças são completamente incorretas. Por exemplo, aprendemos que comer gordura é o principal fator de risco para doenças cardíacas.

O açúcar tem sido promovido por muito tempo como uma substância completamente inofensiva sem nenhum efeito ruim na saúde. Mas uma pesquisa em 2016 revelou que a indústria do açúcar subornou pesquisadores ao longo da história. Com qual finalidade? Eles queriam manter os efeitos nocivos do açúcar escondidos. Porque agora sabemos que isso tem a ver com, por exemplo, câncer e doenças cardíacas.

É viciante
O vício em açúcar é um problema real. Todos os dias toca mais pessoas. As pessoas com esse distúrbio sentem que precisam usar mais e mais dessa substância para se sentir bem. De fato, quem quer que bane o açúcar de sua vida, experimenta sintomas desagradáveis ​​de inconsciência nos primeiros dias.

Depois que os viciados abandonam o uso de açúcar, por exemplo, eles podem sofrer de dores de cabeça, tontura, fraqueza muscular, ansiedade e estresse. Felizmente, esses sintomas não são permanentes. Eles duram apenas até o corpo funcionar sem essa substância.

Como esse vício funciona? Quando o corpo absorve açúcar, libera uma grande quantidade de endorfinas no cérebro. Então, quando não estamos tão satisfeitos com outros aspectos de nossas vidas, podemos pegar esse material para nos sentirmos bem.


Açúcar causa problemas de memória e insight

Um estudo da Universidade da Califórnia investigou os efeitos do consumo de frutose (um tipo de açúcar encontrado em frutas, vegetais e mel). Esta pesquisa revelou que a frutose tem um efeito prejudicial na formação das sinapses no cérebro. Quando você come muita frutose, a capacidade do cérebro de entender e formar novas conexões diminui.

A pesquisa também mostrou que as pessoas que comem muita frutose têm níveis mais baixos de BDNF. Esta substância ( fator neurotrófico derivado do cérebro ) tem um efeito fundamental na nossa capacidade de criar novas memórias e aprender novas informações.

Alguns estudos também sugerem que o consumo de açúcar pode estar diretamente relacionado à doença de Alzheimer. A comunidade médica está realmente pensando em classificar essa doença como diabetes tipo 3.


Afeta nosso humor

Mas não apenas nossas habilidades cognitivas estão em perigo. Nosso humor muda para um grau extremo devido à glicose. Porque a glicose tem um efeito sobre a insulina no corpo. Como resultado, os picos de açúcar podem causar depressão, ansiedade e mudanças bruscas de humor.

A longo prazo, esses efeitos nocivos do açúcar podem se tornar ainda piores.Quando ingerimos glicose, nossos cérebros liberam a serotonina. Esta substância é um dos neurotransmissores que nos dão uma sensação de prazer. Mas o suprimento dessa substância no corpo não é ilimitado. Porque toda vez que o cérebro libera a serotonina, a quantidade em seu cérebro diminui.

Uma pessoa que ingira quantidades excessivas de açúcar por longos períodos, depois de um tempo, achará difícil ter um sentimento positivo sustentado.

Impede de nos sentirmos saciados
Finalmente, estudos recentes descobriram que a glicose “seqüestra” nosso mecanismo de saciedade. Então, quando nós comemos muito dessa substância, isso levará a uma constante fome por esse motivo. Isso está diretamente relacionado à obesidade e ao excesso de peso.

Aqui estão os efeitos do açúcar na ocitocina e sua função no cérebro, o problema. Mas as consequências para o seu cérebro podem até ser mais preocupantes. Você quer evitar os efeitos nocivos do açúcar e manter uma boa saúde física e mental? Em seguida, tente reduzir o consumo de açúcar o máximo possível.

Artigo publicado no site Verken je Geest, para ler o texto original clique aqui

“Este conteúdo tem apenas o caráter informativo, portanto não deve jamais ser usado como ferramenta de diagnóstico. Para obter um diagnóstico confiável é recomendado que você consulte um profissional especializado antes de tomar ou abster-se de qualquer ação com base no conteúdo gratuito em nosso site.”

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Ciência enxerga capacidade de gatos de reconhecerem os nomes uns dos outros

Uma pesquisa realizada com 48 gatos no Japão concluiu que os felinos são capazes de reconhecer o nome de outros gatos e até mesmo de seus donos – e que “estranham” quando ouvem o nome errado. Realizada por cientistas ligadas a três universidades japonesas, de Kyoto, de Sophie e de Azabu, e publicada na revista científica Scientific Reports, estudando felinos que convivem com vários gatos e pessoas ao mesmo tempo. Para isso, os pesquisadores recorreram aos “gatos cafés”, cafeterias no país onde clientes podem brincar e mesmo adotar os animais que moram nos locais.

A pesquisa mostra que os gatos sabem os nomes de outros gatos – e das pessoas

Além de utilizar os gatos dos cafés, o estudo também trabalhou com felinos que vivem em residências com mais gatos e diversas pessoas, e foi realizado em duas etapas. Inicialmente, os cientistas apresentaram aos gatos imagens de outros felinos conhecidos junto de gravações da voz do dono, chamando o animal primeiro pelo nome correto e, em seguida, por um nome “errado”. A pesquisa concluiu que os animais passaram mais tempo olhando para a imagem na chamada “condição incongruente”, quando o nome não condiz com o animal da foto, do que na “condição congruente”, quando o animal era chamado pelo nome correto.

A pesquisa também apontou uma diferença entre o comportamento dos gatos que vivem nos cafés e os animais dos lares domésticos: os gatos “de casa” passaram mais tempo “intrigados” olhando para a imagem do que os dos cafés. A conclusão sugere que os felinos das cafeterias estão mais acostumados a conviver com outros animais e, assim, com nomes diversos. No segundo momento da pesquisa, o mesmo processo foi realizado com fotos dos tutores humanos no lugar dos animais – e o resultado foi o mesmo.

A segunda etapa foi realizada somente com os animais que moram em residências, e mostrava a foto do “dono” junto de duas gravações, uma com o nome correto, e outra com o nome errado da pessoa. Os animais permaneceram mais tempo olhando para a foto em “condição incongruente” do que para a imagem em na “condição congruente”, quando foto e nome eram compatíveis. “Os felinos não parecem estar escutando as conversas das outras pessoas, mas na verdade eles estão”, afirmou o pesquisador Saho Takagi, da Universidade Azabu, à imprensa local.

No estudo, os gatos “estranham” quando o nome errado é associado a um gato ou uma pessoa

“Esse estudo oferece evidências de que os gatos ligam o nome de uma companhia ao rosto correspondente sem treinamentos explícitos”, diz o texto da pesquisa. “Em outras palavras, a frequência e número de exposição ao estímulo pode tornar a associação rosto-nome mais provável”, concluíram os pesquisadores.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Por que as garrafas de vinho têm 750ml e não 1 litro?

Uma pesquisa revelou que os brasileiros nunca beberam tanto vinho como no ano da pandemia de covid-19. Foram 501 milhões de litros. Isso significa que nunca tivemos tantas garrafas de vinho nas nossas casas. Se você é um consumidor atento, deve ter ficado chateado ao ver que as garrafas de vinho não têm um litro da bebida, mas 750 ml.

Contudo, antes de denunciar a marca para o Procon, é preciso que você saiba que isso não ocorre apenas no Brasil. No mundo todo, as garrafas de vinho têm 750 ml. Por quê? Bem, isso vamos descobrir agora conhecendo as principais hipóteses sobre o tema.

Uma disputa entre franceses e ingleses
Você já sabe que historicamente franceses e ingleses não se davam muito bem, certo? Esses dois povos discordavam sobre muitas coisas. De vez em quando, essas discordâncias acabavam em guerra. Mas, no caso dos vinhos, ela gerava confusão para os vendedores.

Acontece que os ingleses não usavam o Sistema Métrico Decimal como sistema de medida oficial. No lugar dele, preferiam o Sistema Imperial. Para bebidas, eles recorriam ao galão (gallon) como unidade padrão. Cada galão tem 4,546 litros e para tornar a conversão mais simples, esse valor era arredondado para 4,5 L.

Para facilitar a vida das vinícolas francesas, os vendedores passaram a vender caixas com seis garrafas de 750 ml, o que daria um galão de vinho no sistema inglês. Essa conversão funcionava muito bem, principalmente para as grandes compras — e, no século XIX, os ingleses eram os principais compradores do vinho francês.

Capacidade de sopro
Existe uma outra hipótese para as garrafas de 750 ml. Antigamente, a produção de garrafas de vidro era muito mais difícil devido à falta de mecanização. Para produzir uma garrafa, era preciso soprar o vidro quente para moldá-lo.

Diz a lenda que a capacidade pulmonar dos trabalhadores não permitia a confecção de garrafas maiores — e, por isso, elas acabavam suportando cerca de 750 ml da bebida.

Um litro de vinho era vinho demais
Uma terceira hipótese é que 750 ml de vinho era a quantidade adequada para a refeição de um casal europeu. Isso evitava que sobrasse vinho, o que reduziria o desperdício e facilitaria a compra. Ao mesmo tempo, as taças das tavernas tinham capacidade para cerca de 125 ml, logo, uma garrafa poderia encher seis taças.

Mas e os garrafões de 5 litros?
Bem, se você já foi a uma festa da uva, como as realizadas no Sul do Brasil, deve ter percebido que existe a venda de garrafões de 5 litros de vinho, certo? Esses vinhos não são exportados — e, por isso, são embalados de forma diferente. Além disso, esses vinhos são vendidos em maior quantidade por serem feitos com uvas menos selecionadas, logo com uma qualidade inferior, principalmente para exportação.

Inclusive, a produção desses vinhos, chamados de “vinhos de mesa”, permite que a bebida seja feita com outros produtos além de uvas. São bebidas mais baratas e populares.

Já fora do Brasil, os garrafões que se parecem com esses nossos de 5 litros são, na realidade, de 4,5 litros, ou 1 galão, como foi explicado no primeiro ponto dessa matéria, e aí tudo se encaixa.

*Por Everton Lima
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*Fonte: megacurioso

Descubra como aumentar a vida útil do seu PC ou notebook

Imprescindíveis nas rotinas de trabalho, estudo ou até mesmo de lazer, os computadores se transformaram em companheiros inseparáveis dos seres humanos e precisam de cuidados para não falharem no momento de maior necessidade. Afinal, imagine ficar na mão logo no dia da entrega daquele projeto que levou meses para ser concluído. Ou atrasar a sua jornada diária em razão de um teclado que parou de funcionar.

Com práticas preventivas, é possível prolongar a vida útil dos equipamentos, além de evitar prejuízos técnicos e financeiros. Quer manter a sua máquina sempre redondinha? Então confira essas dicas imperdíveis!

Evite o uso de notebooks em superfícies inapropriadas
É muito comum que usuários de notebooks apoiem o equipamento em superfícies inadequadas como no colo, na cama ou em cobertores. Esse tipo de uso obstrui as entradas e saídas de ar e causam um superaquecimento da máquina.

“Ao impedir a refrigeração correta do notebook e, consecutivamente, aumentar a temperatura interna do aparelho, o usuário está colocando em risco o funcionamento do computador a curto e longo prazo. O superaquecimento pode reduzir a vida útil dos componentes da máquina e, em casos mais críticos, até ocasionar o mau funcionamento do sistema operacional, causando lentidão ou até mesmo provocando o seu desligando repentino É recomendável que o aparelho esteja sempre posicionado em superfícies planas e duras”, explica Camilo Stefanelli, responsável pela Compaq no Brasil.

Mantenha a limpeza do computador em dia
Higienizar com frequência o computador é essencial para manter seu bom funcionamento, mas é preciso fazer isso da maneira certa, tomando alguns cuidados básicos. Antes de tudo, o usuário deve verificar se a máquina está totalmente desligada e com o cabo de força fora da tomada.

Feito isso, é aconselhável limpá-lo com um pano macio de modo que a poeira não seja empurrada para dentro da máquina.

Além disso, é preciso ter muita atenção com soluções líquidas, que podem danificar partes eletrônicas e até mesmo o acabamento do equipamento.

Antivírus rodando em notebook
Com ataques de hackers e invasões de pessoas mal intencionadas crescendo no Brasil, nada melhor do que sempre manter o sistema com um antivírus atualizado. Imagem: Rawpixel
Mantenha o antivírus atualizado
Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário utilizar softwares de varredura para certos programas e arquivos, já que eles podem trazer outros potenciais riscos à máquina. Nesse caso, o recomendado é sempre utilizar um antivírus completo e atualizado.

O antivírus pode detectar a maioria dos vírus, destruí-los e, em grande parte dos casos, reparar o dano causado. Para fornecer proteção contínua contra ameaças recentemente descobertas, o software deve estar sempre atualizado.

“Um programa de antivírus pode vir pré-instalado no computador, mas o usuário também pode escolher o programa que já está acostumado para proteger o seu sistema”, recomenda o responsável pela Compaq no Brasil.

Faça backups periodicamente
Fazer o backup do sistema é extremamente importante e a melhor forma de evitar a perda de arquivos importantes em caso de pane na máquina. Nesse caso, o recomendado é fazer o processo periodicamente, de acordo com a frequência de uso de cada um.

Atualize os programas e ative recursos de segurança
Manter o sistema operacional e os principais softwares do computador atualizados também é muito importante, já que eles auxiliam na correção de problemas de segurança e a melhorar o desempenho da máquina.

No caso de programas da Microsoft, por exemplo, os usuários recebem um alerta sempre que uma nova atualização está disponível. O ideal é fazer a atualização assim que a notificação chegar.

Outra iniciativa importante sobre segurança, é ativar alguns recursos de proteção à rede wi-fi, já que nem todas oferecem a proteção necessária.

“Se precisar viajar com o computador ou transportá-lo, o ideal é que o usuário faça um backup das informações em uma unidade de armazenamento externo e remova todos os discos e cartões de mídia acoplados, como SD cards, micro SD e pen drives. Ao utilizar transporte aéreo, leve o computador como bagagem de mão e a mídia externa com o backup das informações e arquivos importantes”, conclui Camilo.

*Por Lauro Lam
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*Fonte: olhardigital

Consumo de laranja ajuda no combate ao diabetes

Estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) sugere que compostos bioativos existentes na laranja ajudam a modular a taxa de açúcar no sangue, o que pode transformar a fruta em um aliado no combate ao diabetes. Os achados foram divulgados na revista Clinical Nutrition Espen.

A investigação foi conduzida por uma equipe do Centro de Pesquisas de Alimentos da Universidade de São Paulo (Forc), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP).

Participaram 12 voluntários saudáveis, de ambos os sexos, que após uma noite em jejum ingeriram uma refeição rica em gordura e carboidratos, com 1.037 kcal. Eles foram divididos em três grupos: um que bebeu apenas água durante a refeição, outro que tomou suco de laranja e um terceiro que recebeu uma bebida à base de glicose com teor de carboidratos equivalente ao do suco de laranja.

O nível de glicose no sangue dos voluntários foi analisado uma, três e cinco horas após o término do desjejum. Logo na primeira medição, como esperado, os três grupos apresentaram um aumento da glicemia. Curiosamente, os valores de glicemia (taxa de glicose no sangue) e insulinemia (taxa de insulina no sangue) do grupo que tomou suco de laranja não diferiram significativamente daqueles observados no grupo da água em todas as avaliações.

“Se a ingestão de suco de laranja não difere da ingestão de água, podemos concluir que os carboidratos do suco não promoveram aumento significativo da glicemia em nosso modelo experimental, diferentemente do que ocorreu com a bebida à base de glicose”, explica Bruna Jardim Quintanilha, doutoranda em nutrição pela Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP) e primeira autora do artigo.

Segundo Quintanilha, tal resultado sugere que outros componentes presentes no suco, como fibras e compostos bioativos, podem ter contribuído para conter a elevação da taxa glicêmica.

O passo seguinte foi investigar de que forma o suco de laranja teria ajudado a conter o aumento da glicemia. Para isso, os cientistas coletaram amostras de sangue dos voluntários e analisaram a expressão dos chamados microRNAs, um tipo de RNA que tem a função de regular a expressão dos genes por meio de interações com o RNA mensageiro.

“Notamos que o suco de laranja teve ação em especial sobre o microRNA 375 ou miR-375, que é um biomarcador da função das células beta do pâncreas”, explica Franco Lajolo, professor emérito da FCF-USP e integrante do FoRC.

Como explica o pesquisador, as células beta são muito numerosas no órgão e são responsáveis por sintetizar e secretar a insulina – hormônio que permite a entrada da glicose nas células.

Os resultados indicam, portanto, que o suco de laranja pode ter uma ação benéfica sobre a produção de insulina e, por tabela, sobre a modulação da glicemia.

“Nossos resultados apontam o miR-375 como possível responsável por essa ação, mas é algo que ainda precisa ser confirmado. São necessários, por exemplo, estudos com pacientes diabéticos para entender exatamente como esse mecanismo funciona”, afirma Lajolo.

*O artigo Ingestion of orange juice prevents hyperglycemia and increased plasma miR-375 expression pode ser lido AQUI
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*Fonte: saberesaude

9 Curiosidades sobre o PAU-BRASIL, a ÁRVORE que dá nome ao nosso país

1. Características
O pau-brasil (Paubrasilia echinata) chega a ter entre 10 e 15 metros de altura e era muito abundante na Mata Atlântica na época de nosso descobrimento pelos portugueses. Ele possui um tronco reto e relativamente fino, com uma coloração cinza-escura. A árvore dá flores amarelas e um extrato interior capaz de gerar uma tinta vermelha.

2. Nome antigo e nova nomenclatura
Antigamente, ela se chamava ibirapitanga em tupi-gurani, onde “ybirá” significa “árvore” e “pintanga” representa “vermelho”. Quando os colonizadores descobriram o nosso país, eles se referiram à árvore como “bersil”, que significava “brasa” na época. Aos poucos, ela acabou sendo chamada de pau-brasil, mas também é conhecida como pau-vermelho, pau-de-pernambuco, arabutã, ibirapitã, muirapiranga, orabutã, pau-rosado e pau-de-tinta.

3. Violino
Em 1775, descobriu-se que o pau-brasil era excelente para o feitio de arcos de violino. Foi nesse ano que François Tourte criou, em Paris, o primeiro arco com essa madeira, dando-lhe o nome de Fernambouc, por ter colhido matéria-prima no estado de Pernambuco. Até hoje, são exportadas madeiras de pau-brasil para a Alemanha, a França e os Estados Unidos com a finalidade de virar instrumentos que chegam a custar US$ 10 mil!

4. Data nacional
Por mais de 375, o extrativismo do pau-brasil aconteceu em todo o país, até que a árvore foi declarada patrimônio nacional em 1978, através da Lei nº 6.607, que ainda estipulou o dia 3 de maio como a data oficial da árvore, que é a única protegida por lei em terras tupiniquins. Também se tentou declarar o ipê-amarelo como a flor nacional, mas isso não foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

5. Boa para a saúde?
Na Universidade Federal de Pernambuco, um longo estudo sobre as propriedades medicinais do pau-brasil continua em curso. Acredita-se que a árvore possa ser antineoplásica, ou seja, capaz de combater alguns tipos de tumores. Em estudo com ratos, a incidência da doença diminuiu em até 87%.

6. Pena de morte
Cortar uma árvore de pau-brasil podia ser motivo de pena de morte durante o final dos anos 1700. Mesmo assim, muitas pessoas ainda o vendiam ao preço de 240 réis por quintal, principalmente no estado do Espírito Santo. O quintal era uma unidade de peso que seria equivalente a cerca de 60 quilos nos dias de hoje.

7. Nome de vilas
O botânico Francismar Francisco Alves Aguiar realizou uma expedição em 1981 na qual encontrou diversos vilarejos chamados de Pau-Brasil em nosso país. Em um deles, a 100 quilômetros de Vitória (ES), a árvore curiosamente não existe mais, em virtude de sua extração descontrolada.

8. Extinção
Em 1928, acreditava-se que não havia mais nenhuma árvore de pau-brasil crescendo espontaneamente em território nacional. Nesse ano, entretanto, um estudante de Agronomia encontrou uma única árvore florescendo em uma área que acabou se tornando a Estação Ecológica da Tapacurá, administrada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.

9. Economia
O primeiro grande ciclo econômico do Brasil foi às custas de nossa madeira-símbolo: muitos se tornaram ricos com o extrativismo que durou até 1875, exportando o pau-brasil para a fabricação de corantes, a construção naval e a marcenaria de luxo. Em 1605, apenas 105 após o descobrimento do Brasil pelos portugueses, já se falava em medidas de proteção, mas elas nunca surtiram muito efeito.

*Por Diego Denk
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*Fonte: megacurioso