Onde fica a sede do Google? Cinco curiosidades sobre a empresa de tecnologia

Matriz da empresa está localizada na Califórnia, e o Google tem dois escritórios em operação no Brasil; saiba mais

Considerado o maior buscador da Internet, o Google foi fundado em 1998 por dois estudantes que desejavam acessar plataformas inteligentes que pudessem gerar respostas mais relevantes aos usuários. Com o passar do tempo, o mecanismo de buscas adquiriu proporção mundial: hoje o Google está presente fisicamente em todos os continentes – inclusive tem dois escritórios no Brasil – e domina o mercado de buscas da Internet.

O buscador, porém, não é o único produto do portfólio da empresa. O Google também é referência em outros segmentos, como serviços de e-mail e armazenamento em nuvem, sistemas operacionais e navegadores. A seguir, confira cinco fatos curiosos sobre o Google e saiba mais sobre a empresa.

1. Onde fica a sede do Google?
A sede do Google está localizada em Mountain View, na Califórnia. O campus da empresa é conhecido como Googleplex, termo que mistura as palavras Google e “complex” (complexo, em português). Além disso, o nome é uma referência direta ao número Googleplex, equivalente a 10 elevado a um googol, que por sua vez é o 10 elevado a 100. A palavra também é o nome de um supercomputador que aparece nas histórias de “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams.

Em relação aos escritórios locais, o Google está distribuído por todo o planeta. No Brasil, a empresa tem duas sedes – São Paulo e Belo Horizonte –, que se somam a outras 79 unidades espalhadas por todos os continentes.

2. Quem é o fundador do Google?
O Google nasceu em 1998, criado por Sergey Brin e Larry Page, que se conheceram na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Os dois fundadores desenvolveram um algoritmo inovador para retornar resultados de buscas mais relevantes aos usuários a partir de métricas que levavam em conta qual conteúdo era mais acessado pelo público e, portanto, em tese mais relevante.

A ideia de fornecer buscas mais precisas dominou o mercado de Internet a tal ponto que o Google se tornou referência em pesquisas, praticamente eliminando a existência de outros buscadores. Com o enorme crescimento, o serviço passou a investir em produtos relacionados ao uso de Internet, como Gmail e Chrome, e a aplicar um modelo de negócios focado em anúncios.

3. Representatividade
Presente no mundo inteiro, o Google conta com uma equipe de profissionais multiétnica e multicultural para desenvolver ações que visam promover maior representatividade na empresa, de modo que haja equilíbrio entre os colaboradores. O objetivo da empresa é aumentar a presença de grupos minoritários no quadro de funcionários em 30% até 2025.

Há também oferta de programas de formação e educação antirracismo para os funcionários da companhia, além de políticas que afetam o nível de representatividade dos fornecedores. Estimativas mostram que o Google tenha algo próximo de 150 mil profissionais, volume que torna o número de funcionários maior do que a população média de uma cidade brasileira.

4. Google na pandemia
A pandemia do coronavírus motivou a decisão do Google de manter seus escritórios fechados até julho de 2021, fazendo com que os colaboradores precisassem aderir ao trabalho remoto. Além disso, a própria forma como o Google dialoga com o público – seja em lançamentos de novos produtos e serviços, seja por meio de iniciativas de comunicação para auxiliar na conscientização dos riscos de contágio – precisou ser completamente revista.

Os serviços do Google também ajudaram bastante na adaptação da sociedade ao lockdown. Ferramentas como Classroom e Meet, por exemplo, se popularizaram ainda mais ao oferecerem suporte para a comunicação digital em tempos de isolamento. Recursos de localização em tempo real, por outro lado, ficaram em menor evidência por conta do distanciamento social.

5. Google contra desinformação na Internet
Outra preocupação do Google envolve o desenvolvimento de ferramentas que contribuam para coibir a circulação de noticias falsas e boatos na Internet. A companhia reconhece a complexidade do tema e afirma que, embora não se sinta em posição de determinar individualmente a veracidade de cada conteúdo, oferece métodos pelos quais o próprio usuário pode denunciar materiais falsos.

Em 2022 ocorrerão eleições para presidente e governadores no Brasil. Pensando nisso, o Google firmou uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para fortalecer a supervisão da circulação de informações durante a campanha eleitoral. Segundo o acordo, o buscador dará mais relevância aos conteúdos de fontes confiáveis, com base no retorno das buscas do público e dos temas que giram em torno dos assuntos relacionados à corrida eleitoral.

*Por Filipe Garrett
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*Fonte: techtudo

15 Plantas que mantêm insetos e mosquitos longe de maneira natural

Esqueça dos repelentes tóxicos, capazes de colocar sua família em perigo. Nós descobrimos que certas plantas e flores não apenas limpam o ar e nos ajudam a adormecer, mas também podem manter besouros e mosquitos longe da sua casa. Algumas delas possuem aromas intensos, enquanto outras contam com elementos químicos só percebidos pelos insetos. Em comum, elas têm ainda o fato de serem bonitas, decorando o lar enquanto garantem benefícios extras.

O Incrível.club pesquisou sobre as plantas que podem ser usadas como repelentes naturais para que você pense em qual delas ficaria melhor na sua casa. Confira!

1. Crisântemo
O crisântemo não apenas dá belas flores, mas também funciona como repelente contra insetos. Essa planta produz uma substância chamada piretrina, que não faz sucesso entre aquelas criaturas. Você pode plantar crisântemo perto de outras plantas como forma de controlar as pragas ou colher algumas das flores, adicionar água quente e aplicar a mistura em roupas ou outras superfícies para afastar os mosquitos.

2. Hortelã-verde
A hortelã-verde é muito usada na culinária, mas essa planta é capaz de fazer maravilhas também quando o assunto é deter formigas interessadas em entrar na sua casa. Basta borrifar um pouco de hortelã-verde onde houver a presença de formigas e ver como elas vão embora. O intenso cheiro da planta afasta diversos insetos indesejados. Óleo de hortelã-pimenta também funciona.

3. Lavanda
A lavanda é rica em um componente chamado linalol, conhecido inseticida contra pulgas, moscas e baratas. Você pode pegar um punhado de folhas de lavanda, colocá-las junto com água em um frasco com spray e borrifar na pele ou sobre os móveis.

4. Erva-gateira (Catnip)
Se por um lado os gatos adoram a planta, mosquitos a odeiam. A erva-gateira, vendida em pet shops com o nome de catnip, exala nepetalactona, que tem intenso poder repelente. É só deixar a planta no jardim ou dentro de casa para comprovar seus efeitos.

5. Monarda
A monarda, conhecida também como erva-bergamota, atrai beija-flores e abelhas, mas sua raiz tem considerável papel como pesticida. Ela contém timol, capaz de afastar as pestes que atuam no subterrâneo.

6. Sálvia
A sálvia possui um componente natural chamado cariofileno, que atua repelindo mosquitos e besouros. Esse elemento é mais ativado no calor, então uma alternativa é jogar alguns galhos na planta no fogo e assistir às criaturas indesejadas dando adeus.

7. Alecrim
Seja para cozinhar ou decorar, ter um pé de alecrim em casa é sempre uma boa ideia. E como se fosse pouco, as flores dessa planta ainda deixarão seu caminho livre de mosquitos. É só adicionar uma xícara de alecrim seco a um quarto de xícara de água, deixar ferver, esperar esfriar e colocar a mistura em um frasco com spray. Você pode aplicar diretamente na pele ou nos seus pets.

8. Erva-cidreira
O aroma agradável da erva-cidreira se deve à citronela — substância cujo cheiro os besouros detestam. Esmague as folhas para potencializar o odor, depois aplique sobre a pele para afastar mosquitos e outros insetos.

9. Borragem
Se você possuir tomate ou repolho em sua horta, saiba que a borragem tem tudo para se tornar sua melhor amiga. É uma ótima ideia deixá-la próxima de plantas comestíveis, pois a borragem afasta insetos prejudiciais e vermes.

10. Manjericão
O aroma do manjericão é intenso a ponto de nos fazer salivar e de afastar besouros ao mesmo tempo. Suas folhas possuem quatro elementos repelentes, e tudo que você precisa fazer é esfregá-las para liberar o cheiro característico. Coloque um pouco de manjericão nos parapeitos das janelas para evitar a entrada de mosquitos em sua casa.

11. Tagetes
Assim como o crisântemo, a tagetes também é rica em piretrina, podendo ser usada com fins repelentes. Misture um punhado de tagetes na água e deixe descansar por dois dias em um local escuro e ventilado, agitando periodicamente o frasco. Depois disso, use um pano de prato para coar e retirar todo o líquido. Coloque o líquido em um recipiente com spray, e ele estará pronto para o uso.

12. Orégano
A maioria das pessoas tem na cozinha orégano seco para usar na comida. Mas ter um pé da planta também é uma ótima ideia, já que os insetos não gostam do aroma do óleo do orégano. Esmague quatro ou cinco xícaras de folhas dessa planta para liberar todo o sumo. Depois, coloque a mistura em um frasco com água, deixe-o em um local ensolarado e espere descansar por uma noite. Adicione detergente líquido à mistura, coe e coloque-a em um recipiente com spray.

13. Absinto
Se você tem cachorros ou gatos em casa, o absinto é uma ótima escolha. Essa planta é conhecida por controlar naturalmente a presença das pulgas. Uma infusão de absinto pode ser aplicada diretamente nos bichos de estimação e nos móveis. Só tenha o cuidado de não exagerar no uso, pois o aroma pode ser forte demais para os animais.

14. Atanásia
Com flores amarelas e brilhantes, a atanásia é famosa por ser um repelente contra moscas. Você pode esfregar as folhas na pele ou agitá-las no ar dentro de casa. Será liberado um aroma que impedirá as moscas de entrarem em seu lar.

15. Agerato
O agerato, ou celestina, é muito usado em perfumes, sendo também altamente recomendável como repelente contra mosquitos. Essa planta conta com uma substância chamada cumarina, e pode ser mantida no jardim ou em vasos para afastar os insetos.

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*Fonte: incrivelclub

RGE revela 20 mitos e verdades sobre a utilização da energia e equipamentos elétricos

O homem percorreu um longo período de avanço tecnológico desde a descoberta do fogo, o primeiro avanço na geração de energia que trouxe um mundo de novas possibilidades, até chegar à energia elétrica. Com um pouco mais de cem anos da descoberta de sua utilidade, nasceram vários mitos sobre sua utilização. Há, por exemplo, quem acredite que eletricidade atrai raios, ou que linhas de alta tensão provocam câncer, ou ainda, que colocar garrafas com água sobre o medidor pode ajudar a reduzir o valor da conta de energia.
Fato é que algumas histórias que circulam por aí são verdadeiras e devem ser levadas em consideração, como, por exemplo, evitar de guardar alimentos quentes na geladeira. Por outro lado, outros costumes não passam de fantasias. Mais do que desligar equipamentos para reduzir o consumo, é preciso saber usar a energia. “Ao desligar algum aparelho, o consumidor deixa de usufruir seus benefícios. O ideal é usar a energia elétrica com consciência, mantendo equipamentos ligados apenas no período de utilização, fugindo dos mitos”, afirma o gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, Felipe Henrique Zaia,.
Pensando nisso, a RGE faz uma seleção de dúvidas e crenças populares, e esclarece o que é considerado mito ou verdade, sobre a energia elétrica:

1. Colocar garrafas com água sobre o medidor reduz o consumo de energia?
É um mito. Não há influência da garrafa de água sobre a corrente elétrica que circula no medidor de energia elétrica, e muito menos sobre o consumo do cliente. Além disso, a combinação água mais energia é sempre muito perigosa, evite esse risco.

2. Guardar alimentos ainda quentes na geladeira aumenta o consumo?
É verdade. O consumo de energia elétrica da geladeira está diretamente ligado ao tempo que o seu motor estiver funcionando. O motor funciona mais quando precisa resfriar o conteúdo da geladeira. Portanto, o consumo será maior já que o alimento quente exigirá maior tempo de funcionamento do motor.

3. Fios elétricos, telefônicos e cabos de antenas não podem dividir o mesmo condutor?
É verdade. A norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas não permite esse compartilhamento por motivos de segurança. Também haveria risco de interferência nos sinais de telefonia e da televisão.

4. Aparelhos com tensão 220v gastam menos energia do que os de 110v?
É um mito. Não há diferença significativa no consumo de energia entre um aparelho 220v e 110v. O que o cliente precisa é estar atento para não ligar um aparelho 110v em uma tomada 220v, ou vice-versa, pois isso prejudica o funcionamento e pode queimar o equipamento.

5. Segurar o elevador com a porta aberta gasta mais energia?
É um mito. O consumo de energia do elevador está diretamente relacionado ao tempo que seu motor funciona. Portanto, o consumo está relacionado ao tempo que o elevador está em movimento. No entanto, segurar a porta do elevador aberta pode ser um risco de acidentes para as pessoas.

6. Chamar o elevador mais de uma vez, seguidamente, consome mais energia?
É um mito. O botão que chama o elevador aciona um relé que se mantém acionado até o momento que o elevador chega ao andar da chamada. Portanto, apertar o botão mais de uma vez é inútil, e não aumenta o consumo, podendo ocasionar desgaste na botoeira do elevador.

7. Elevador lotado gasta mais energia que um vazio?
É verdade. O consumo de energia do elevador está relacionado ao tempo que seu motor funciona e à força necessária para sua movimentação. Se o peso for maior, será maior a força que o motor terá que fazer. Sendo maior a força do motor, maior será a corrente elétrica. Portanto, maior será o consumo de energia. Por segurança também devemos respeitar o limite de pessoas indicado no elevador.

8. O uso do dimmer reduz o consumo, mas as lâmpadas queimam mais rapidamente?
É um mito. Ou melhor, podem ser dois mitos. O dimmer controla a luminosidade da lâmpada por meio da tensão aplicada sobre ela. Quanto menor a tensão, menor será a corrente elétrica, resultando em menor luminosidade. Portanto, menor será o consumo da lâmpada e, assim, maior será a vida útil da lâmpada, que estará submetida a menor utilização. Por outro lado, existem dois tipos de dimmer. O dimmer mais antigo, à base de resistência elétrica, poderá não reduzir o consumo, pois parte do consumo será utilizada pelo próprio dimmer. Já o dimmer mais moderno, à base de um semicondutor (Triac), liga e desliga a lâmpada em frações de segundos, causando a redução da percepção de luminosidade e reduzindo o consumo da lâmpada. No entanto, neste caso, embora obtenha-se economia o mito passa a ser verdade, por exemplo: no caso das lâmpadas LED, o “liga-desliga” afeta o funcionamento do reator e diminui a durabilidade.

9. Lâmpada incandescente e fluorescente e LED é tudo igual, gastam a mesma coisa?
Pode ser mito ou verdade. As lâmpadas citadas têm consumo idêntico, desde que sejam da mesma potência. O que ocorre é que uma lâmpada LED precisa de menos potência para manter a mesma luminosidade de outros tipos de lâmpadas e, portanto, torna-se mais econômica. A diferença está no nível de iluminação obtido, no tempo de vida da lâmpada e no custo do investimento necessário para a instalação. As incandescentes não são mais fabricadas no Brasil e as fluorescentes possuem substâncias tóxicas.

10. Equipamentos em modo stand by gastam energia?
É uma verdade. O modo stand by de um equipamento indica que ele estará consumindo o mínimo possível de energia para mantê-lo em condições de acionamento rápido, porém o mínimo de cada equipamento, quando dispomos de vários equipamentos com essa função, pode gerar uma representatividade no consumo.

11. Ferro de passar não consome muita energia?
É um mito. O ferro de passar é um equipamento que consome muita energia, pois precisa aquecer uma resistência. Utilize sempre que possível o ferro no modo seco; Ajuste a temperatura do ferro no seletor de forma a utilizá-lo sempre na menor temperatura exigida pelo tipo de tecido que se está passando; Nos ferros a vapor, quanto menor a quantidade de vapor aplicado, menor será o consumo.

12. Secar roupas e panos na parte traseira da geladeira aumenta o consumo?
É verdade. O hábito de secar roupas na parte traseira da geladeira sobrecarrega o aparelho e aumenta o consumo. O ideal é manter a área livre para circulação de ar. Afastar a geladeira de fonte de calor, como exposição ao sol, fogões e fornos, também auxilia na redução do consumo.

13. Limpar regularmente lâmpadas e luminárias reduz o consumo de energia?
É um mito. O consumo de energia está ligado diretamente à corrente que circula pela lâmpada. A limpeza da lâmpada não interfere no seu consumo, mas sim na melhora da luminosidade.

14. Sensores de presença ajudam a economizar energia?
É verdade. Quando se utiliza o sensor de presença pode-se diminuir o uso de alguns equipamentos. Ex.: o sensor de presença para acionar uma lâmpada de área de pouca movimentação de pessoas (corredores), ou para acionar uma escada rolante.

15. Vazamentos de água aumentam o gasto de uma motobomba?
É verdade. Se, por exemplo, uma motobomba é utilizada para encher um reservatório de água e este estiver com um vazamento, a bomba será acionada por um tempo maior, o que produzirá maior consumo de energia elétrica.

16. Vários equipamentos ligados em uma mesma tomada (como “benjamim” ou “T”) aumentam o consumo?
É um mito. O consumo de energia nem aumenta e nem diminui pelo fato de ter equipamentos ligados no chamado “benjamim”. Porém, a segurança das instalações pode ser comprometida. Cada tomada é projetada para uma determinada corrente. O acúmulo de equipamentos na mesma tomada pode resultar em sobrecarga e provocar até mesmo um incêndio.

17. Tomada quente é um perigo?
É verdade. Uma tomada quente merece atenção especial, já que além do desperdício de energia elétrica, também indica a possibilidade de incêndio. Todo ponto quente em um sistema elétrico requer atenção, pois além de representar um desperdício, pode apresentar um risco.

18. Usar equipamentos elétricos durante tempestades atrai raios?
É um mito. Os raios são atraídos por outros motivos não vinculados à energia elétrica. Porém aconselha-se a desligar os equipamentos em tempestades para evitar que eles sejam afetados pela queda de uma descarga elétrica que porventura atinja o local.

19. Linhas de alta tensão provocam câncer?
É um mito. A Organização Mundial de Saúde (ONU) acompanha todas as pesquisas realizadas sobre efeitos de campos eletromagnéticos e recomenda os níveis admissíveis para seres humanos. As medidas realizadas de campos eletromagnéticos em linhas de alta tensão constatam que os índices reais estão muito abaixo dos valores recomendados.

20. Pode ligar uma tomada de 10 amperes (mais fina) no bocal de 20 amperes (mais grosso?)
É verdade. Você pode ligar sim um aparelho de 10 amperes em uma tomada 20 amperes, porque qualquer aparelho que necessite de uma corrente menor que 20A pode ser ligado em uma tomada 20 amperes. Porém, você nunca deve ligar um aparelho de 20A em uma tomada 10 amperes. Tenha muita atenção ao instalar máquinas de lavar e secar roupas ou outros equipamentos que necessitem de tomadas específicas, garantindo sua segurança.

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Fonte: folhadomate

Mapa revela o sobrenome mais comum em cada país

E hoje vamos a mais um daqueles curiosos mapas da internet. Desta vez a empresa do ramo de finanças NetCredit levantou qual é o sobrenome mais comum em cada país (apresentando quase todos eles).
A Onomástica é uma parte da linguística, área de estudo científico da linguagem. De acordo com a Wikipédia, dentro da Onomástica há a Antroponímia que é o “estudo dos nomes próprios das pessoas, sejam prenomes ou sobrenome, e que tem grande relevância para a história política, cultural, das instituições e das mentalidades.”
Segundo os autores do mapa “os sobrenomes foram usados pela primeira vez na China, em 2852 a.C para auxiliar na coleta de informações para o Censo. Na Europa Ocidental, o uso de sobrenomes se tornou mais comum na Idade Média. A população do continente cresceu, criando uma necessidade maior de sobrenomes para diferenciar as pessoas.”
Eles explicam que, em linhas gerais, os sobrenomes se enquadram em cinco categorias: ocupacional, descrição pessoal, toponímico (nome de um lugar/região), patronímico (nome do pai ou ancestral) e nomes que significam patronato.


Confira a seguir os sobrenomes mais comuns nos países da:

América do Norte, América Central e Caribe
Boa parte dos sobrenomes nestes pontos do globo remetem às suas colonizações. No Haiti por exemplo, que foi colônia da França entre 1697 e 1804, o sobrenome ‘Jean’ (forma francesa de João/John) é o mais comum.
El Salvador, Honduras e México têm como sobrenomes mais comuns os de origem espanhola.
Nos Estados Unidos e Canadá o sobrenome mais comum é ‘Smith’, do ocupacional ferreiro/metalúrgico.

América do Sul
Na América do Sul, três dos países que mais chamam atenção no assunto sobrenome são Peru, Bolívia e Guiana. No Peru e Bolívia os sobrenomes mais comuns tem origens indígenas, Quispe e Mamani, respectivamente. Já o da Guiana, Persaud deriva do sânscrito “prasāda”, que significa favor, graça ou oferta, segundo os autores do mapa.

🇵🇹 🇧🇷 Silva no Brasil
Se você não tem Silva no sobrenome, certamente já conheceu alguém que tenha – sem contar as figuras públicas e famosas. Sim, são muitos “Silva” no Brasil.

De acordo com artigo de Vinicius Andrade, publicado no site da Universidade de São Paulo (USP), “o sobrenome ‘Silva’ é de origem toponímica: vem do latim silva, que significa ‘selva, floresta ou bosque’. De acordo com Karen Hägele, diretora do site MyHeritage.com.br no Brasil, sua origem está relacionada à Torre da Silva, que fica na cidade de Valença, no norte de Portugal. ‘É um sobrenome bastante popular em Portugal, e não podemos nos esquecer de que mais de 35% da população brasileira é descendente de portugueses’, afirma Hägele. O primeiro Silva a chegar no Brasil foi o alfaiate Pedro da Silva, no ano de 1612.”

O artigo ainda comenta que não há nenhum razão para se acreditar que todos os Silvas tenham a mesma origem. Segundo Marcelo Meira Amaral Bogaciovas, 1º Secretário da Abrasp (Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia) muitos Silvas podem ter adotado o sobrenome por razões variadas como conversão à religião católica, índios que se tornaram cristãos ou ex-escravos que se registraram com o sobrenome de seus antigos donos.

Outro ponto interessante abordado por Vinicius Andrade em seu artigo é o observado no livro “Os sobrenomes mais comuns do Brasil”, do pesquisador Claudio Campacci: os portugueses foram se espalhando pelo país e tiveram acréscimos ao seu sobrenome original. “Quem ficava no litoral incorporava o ‘Costa’, enquanto quem se destinava ao interior do país ganhava o ‘Silva’, devido à selva que encontraria pela frente.” O artigo completo pode ser lido aqui.
O e-book “Os sobrenomes mais comuns do Brasil” pode ser adquirido via Google Books, aqui.

Europa
De acordo com o levantamento da NetCredit, em comparação ao resto do mundo os europeus têm muito mais probabilidade de ter seu sobrenome ligado ao trabalho de um ancestral.
Müller que é o sobrenome mais comum na Alemanha e Suíça por exemplo, vem da ocupação moleiro, dono ou quem trabalha em um moinho. Já na Letônia, Bērziņš vem de bērzs, que significa bétula (uma árvore) denotando alguém que vive entre bétulas.

África
Já no continente africano alguns sobrenomes expressam “traços de caráter ou atributos admiráveis”. Ilunga, o sobrenome mais comum no Congo por exemplo, é de origem Bantu e se traduz como algo do tipo “uma pessoa que está pronta para perdoar qualquer abuso pela primeira vez, para tolerá-lo uma segunda vez, mas nunca uma terceira vez”, comentam os autores do mapa citando uma matéria da BBC News, “A palavra congolesa ‘mais intraduzível’” (leia aqui, em inglês).
Ainda de acordo com as pesquisas dos autores muitas pessoas na África mudaram seus nomes depois da Independência dos países, mas alguns ainda carregam o passado colonial, como Cabo Verde e São Tomé e Príncipe que foram colônias de Portugal e cujos sobrenomes portugueses Lopes e Fernandes são os mais comuns, respectivamente.

Ásia
Uma parte dos sobrenomes no continente asiático vêm das Dinastias. Quando uma assumia o poder, era comum que os súditos adotassem um nome ligado à ela. Segundo o levantamento, Nguyen era o nome da última dinastia do Vietnã, o sobrenome mais comum no país, por exemplo.
Na China, o sobrenome Wang é compartilhado por cerca de um em cada 13 residentes. Só para comparar, Smith, o sobrenome mais comum nos Estados Unidos é compartilhado por um em cada 121 residentes.

Oceania
Como nos Estados Unidos e Canadá, Smith também é o sobrenome mais comum na Nova Zelândia e na Austrália.
Já na Micronésia os sobrenomes mais comuns têm origem japonesa. Um em cada 38 habitantes compartilha o sobrenome Mori, que vem de “floresta” e tem referências xintoístas.
Em Fiji, Kumar, do sânscrito ‘kumāra’ (filho ou príncipe) é o sobrenome mais comum.

Para chegar ao sobrenome mais comum em cada país, a NetCredit analisou dados de portais de genealogia, censos e outras fontes, além de dicionários de nomes. Mais detalhes sobre podem ser conferidos aqui e aqui.

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*Fonte: mochileiros

10 alimentos que podem te auxiliar no alívio da ressaca

Que atire a primeira pedra aquele que jamais jurou nunca mais beber após acordar de ressaca depois de uma noitada. O consumo de bebidas alcoólicas é um hábito mundial e também muitas vezes saudável para a interação social entre amigos, familiares e colegas de trabalho.

Os famosos “happy hours” ou as confraternizações do tipo empresarial, datas comemorativas, aniversários, casamento, formaturas, entre outros, são oportunidades convidativas para “abrir uma gelada”. É na empolgação do momento e no auge da diversão que passamos do limite estabelecido pelo nosso próprio corpo.

Até existem técnicas e medicamentos que nos auxiliam a evitar uma ressaca, como os famosos remédios para o fígado. Entretanto, nem sempre essas técnicas são suficientes para evitar as consequências no dia seguinte. Apesar dos pontos “positivos” do consumo de álcool, nutricionistas alertam para os malefícios que esta prática traz para o nosso organismo.

Dentre os principais prejuízos estão a queima de massa muscular, a desaceleração do metabolismo, o aumento do nível de cortisol e a piora na qualidade do sono. Sem falar que o consumo de álcool inibe os nossos sentidos. Explicados os malefícios, vamos ao ponto principal do nosso artigo. A famosa ressaca.

Cientificamente falando, você sabe o que é uma ressaca? De acordo com especialistas, a ressaca nada mais é do que o aumento do nível de concentração de álcool no nosso sangue, que faz com que haja a diminuição de hidratação do nosso organismo.

Entre os sintomas mais comuns e que caracterizam esta reação, temos:

Dor de cabeça;
Dor no corpo;
Dor de estômago;
Falta de apetite;
Náuseas;
Vômito;
Diarreia;
Sono;
Irritação;
Dor nos olhos;
Sensibilidade à luz e ruídos;
Sede;
Sensação de boca seca;
Dificuldade de concentração.

Não há um medicamento que evite os sintomas da ressaca, todavia, há técnicas e alimentos que podem auxiliar no alívio dos sintomas. Desta forma, separamos uma lista de alimentos que podem melhorar a ressaca.

Conheça a lista de alimentos que auxiliam no alívio da ressaca

Ingestão de água de coco
Por causar um efeito diurético em nosso organismo, o que resulta no excesso de idas ao banho, nosso corpo acaba liberando uma quantidade maior de água e sais minerais. Desta forma, a ingestão de água de coco auxilia na reposição destes minerais, pois é rica em potássio, magnésio e sódio.

Suco Natural de Frutas
Tomar suco natural de frutas auxilia na reidratação, desintoxicação e reposição de micronutrientes no organismo.

Ovo
Por ser um alimento com a presença de acetilcolina, trata-se de um antioxidante natural que evita lesões musculares e auxilia o corpo na recuperação do organismo. Esse alimento é também rico em nutrientes, vitaminas e minerais.

Ingestão Água
Este é, sem dúvida, o item mais importante da lista. Independente da ingestão de álcool e da ressaca, o consumo de água deve ser constante, pois é essencial para o bom funcionamento do nosso corpo. Entretanto, a respeito do consumo de água como forma de aliviar os sintomas da ressaca, devido à diurese e enquanto o organismo ainda se encontrar desidratado, nosso corpo sentirá os efeitos causados pelo álcool e, dessa forma, demorará a se recuperar. O recomendado é que o consumo de água seja feito antes, durante e após a ingestão de bebidas alcoólicas.

Chá de gengibre
É um forte aliado no alívio de enjoos e náuseas, assim, proporcionará um bem-estar e auxiliará na recuperação de forma mais agradável.

Água com limão
Ajuda o corpo a se recuperar do processo de desidratação causado pelo consumo de álcool.

Folhas verdes escuras
Por se tratar de alimentos desintoxicantes, colabora na eliminação do excesso de álcool do organismo.

Frutas
Ricas em água e nutrientes, as frutas auxiliam na reidratação e na eliminação de toxinas.Chá de hortelã
Aliado no processo de hidratação do corpo e no processo digestório.

Macarrão
Por se tratar de um alimento com alto índice de carboidratos, faz com que os níveis de açúcar no sangue se elevem.


*Por Gabriela amaral
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*Fonte: fatosdesconhecidos

Esses 4 alimentos parecem saudáveis mas não são

Nos dias atuais, a busca por um estilo de vida mais saudável e hábitos alimentares positivos é o que a maioria das pessoas está querendo. Aumentar a expectativa de vida e se preocupar com o ‘como’ viverá os anos seguintes é quase regra atualmente.

E todos sabem que uma boa alimentação pode influenciar na nossa saúde e na disposição que temos para enfrentar o dia a dia. O segredo não está em apenas comer frutas e legumes. Mas sim fazer uma dieta equilibrada com todos os alimentos em quantidades certas. Isso porque o nosso corpo precisa de um pouco de cada alimento para que se tenha uma vida saudável.

Nessa busca, existem algumas armadilhas alimentares. Elas são os alimentos que parecem ser saudáveis mas, na realidade, não são. Por mais que se saiba que as melhores opções são sempre os ingredientes naturais, como frutas, legumes, vegetais e carnes magras, parar com o hábitos ruins nem sempre é fácil.

Claro que às vezes, alguns produtos industrializados podem ser consumidos sem que isso atrapalhe muito no objetivo da pessoa. Seja ele emagrecer, ganhar massa muscular ou melhorar a saúde. Contudo, é preciso sempre estar atento a essas armadilhas.

Segundo a nutricionista Aline Huguenin, alguns alimentos devem ser ignorados por ter muito açúcar, gordura, sal e aditivos, e não ter nenhum valor nutricional. Mostramos aqui quais são essas principais armadilhas alimentares.

1 – Suco de caixinha
Os sucos são bons para a saúde. Mas os sucos de caixinha não são necessariamente naturais. Eles podem ter conservantes, corantes e grandes quantidades de açúcar, até mesmo mais do que alguns refrigerantes. Por conta disso, Huguenin diz que o ideal é substituí-los pelos sucos naturais.

2 – Barrinhas de cereal
Claro que se pode encontrar barrinhas de cereal que sejam saudáveis, ricas em fibras, com baixo teor de açúcar e poucos aditivos químicos. Contudo, em alguns casos a embalagem pode ser mais convidativa do que a nutrição do produto. Por isso é importante ficar atento e ver se elas não tem altos níveis de glicose, conservantes, gorduras e corantes.

3 – Peito de peru
Substituir presunto, salame e mortadela pelo peito de peru pode até ser menos agressivo para o organismo, mas isso não quer dizer que seja mais saudável. Até porque, todos eles são da mesma família de embutidos. “Tem grande quantidade de sódio e aditivos como o nitrato”, ressaltou Huguenin.

4 – Chocolate diet
Da mesma maneira que qualquer outro produto diet, ele não é necessariamente mais saudável e nem menos calórico. “Próprio para pessoas diabéticas e não para quem procura perder peso ou ter uma alimentação saudável, pois contém maior quantidade de gorduras”, pontuou a nutricionista.

5 – Olhar rótulos
A última dica é mais geral. Para ficar bem atento aos rótulos dos produtos e saber interpretá-los. “Perca nem que seja um minutinho olhando a lista de ingredientes. E quando for abrir uma exceção e comer coisas não tão saudáveis (o que pode e deve ser feito, às vezes, sim), faça com consciência, bom senso e com o que realmente vale a pena”, recomendou a endocrinologista e metabologista Paula Pires.

*Por Bruno Dias
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Fonte: fatosdesconhecidos

Keanu Reeves compartilha sua lista de filmes essenciais “que todos deveriam assistir” – confira

Keanu Reeves é popularmente conhecido como um dos atores mais “legais” de Hollywood. Ou em qualquer lugar. Nenhum favor é pequeno demais para o eterno “Neo”, de Matrix.

Nesta semana, durante uma entrevista à Revista Esquire, Keanu fez questão de procurar uma lista antiga que havia feito com seus filmes preferidos, “que todos deveriam assistir”, se pudessem.

A lista é uma coleção de recomendações de filmes entre amigos.

Após apresentar suas recomendações, que remontam há 20 anos atrás, o ator repaginou a lista, levando em conta os lançamentos cinematográficos mais recentes.

Confira abaixo os títulos escolhidos por Keanu Reeves:

Demônio de Neon
Laranja mecânica
Rollerball – Os Gladiadores do Futuro
The Bad Batch (Amores Canibais)
Dr. Fantástico
Os Sete Samurais
Amadeus
Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos
A Morte do Demônio (1981)
Arizona Nunca Mais
O grande Lebowski
Nikita – Criada Para Matar
O profissional
O Jovem Frankenstein
Banzé no Oeste
Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
Josey Wales, o Fora da Lei
Mad Max 2 – A Caçada Continua

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*Fonte: agrandeartedeserfeliz

Quer uma vida longa? Tome café da manhã antes das 7h

A sabedoria popular diz que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. Agora, especialistas acreditam que quebrar o jejum no horário “certo” também pode garantir mais alguns anos de vida para as pessoas.

Cientistas da Universidade de Nova York descobriram que tomar o café antes das 7h da manhã pode aumentar a expectativa de vida. Por outro lado, esperar até as 10h pode ter o efeito contrário.

Pesquisas anteriores descobriram que comer tarde da noite perturba o relógio interno do corpo e aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Mas, até o momento, poucos estudos analisaram se o horário do café da manhã tem um impacto semelhante.

Café da manhã cedo pode reduzir risco de doenças cardíacas e câncer
O estudo acompanhou mais de 34.000 americanos com mais de 40 anos durante várias décadas. Os voluntários registraram os horários de alimentação e os cientistas os compararam com as taxas de mortalidade ao longo do estudo.

Os resultados, publicados no Journal of Nutrition, mostraram que aqueles que tomam café da manhã entre 6h e 7h têm 6% menos probabilidade de morrer prematuramente de doenças graves, como problemas cardíacos ou câncer do que aqueles que tomam café da manhã regularmente às 8h, e um risco de morte prematura 12% menor do que outros que comeram pela primeira vez às 10h.

Acredita-se que pular o café da manhã ou comê-lo tarde interrompe o “relógio alimentar” do corpo – a programação interna que controla a liberação de hormônios relacionados à alimentação, como a insulina. Esse hormônio ajuda a queimar a glicose da corrente sanguínea, e os níveis atingem o pico de manhã cedo.

Comer mais tarde pode significar que o corpo diminui gradativamente a insulina e aumenta os níveis de glicose no sangue – causando diabetes, obesidade e doenças cardíacas.

*Por Jeniffer Cardoso
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*Fonte: olhardigital

Regra dos 5 segundos: a comida que cai no chão é segura?

Um biscoito ou um pedaço de pão recém-saído do pacote fatalmente cai no chão. Nessa situação trágica, é comum que alguém invoque a regra dos 5 segundos. Ou seja, se o alimento for resgatado do chão em até 5 segundos, a contaminação não é perigosa.

Para entender a regra dos 5 segundos, é primeiro preciso entender a distribuição de microrganismos em uma superfície. Bactérias, fungos, vírus e protozoários estão presentes em praticamente todos os ambientes da superfície do planeta. O chão das nossas cozinhas, não é exceção.

Para as bactérias, especialmente, há a característica de ubiquidade. Ou seja, estes microrganismos (milhares de espécies diferentes) estão distribuídos de forma mais ou menos uniforme em praticamente toda superfície que tenha as condições adequadas. Dentre estas bactérias estão também as patogênicas, causadoras da cólera, salmonela e tantas outras doenças.

Assim, quando um bolinho ou um pedaço de chocolate cai no chão, não existe limite de tempo para o resgate. Isso porque a contaminação é instantânea, e em torno de 99% dos microrganismos que estão na superfície se transferem para a comida derrubada.

Em poucas palavras, a regra dos 5 segundos não é uma forma de evitar microrganismos. Apesar disso, é muito difícil que ela vá te matar. Não por conta do tempo em si, mas porque o corpo humano tem milhões de barreiras e defesas contra patógenos.


O segredo, então, é o sistema imune, e não a velocidade para reaver a comida derrubada. Ainda assim, é um comportamento arriscado.


Fatores que influenciam a contaminação da comida que cai no chão

Como dito acima, a contaminação é invariável. Contudo, pesquisas mostram que a extensão da contaminação pode depender das superfícies, tanto do alimento quanto do chão.

Alimentos mais úmidos, como um pedaço de melancia ou uma carne crua, facilitam a passagem de microrganismos para a comida. Isso porque a aderência das bactérias, sobretudo, é maior. Além do mais, a umidade é essencial para estes microrganismos de fato se manterem vivos após o contato.

O mesmo vale, ademais, para a superfície do chão. Pisos mais lisos e, evidentemente, mais sujos, tendem a acumular mais microrganismos. O chão também é significativamente mais contaminante que uma mesa ou bancada devido à frequência de limpeza e contato com microrganismos. Calçados tendem a carregar grãos de sujeira repletos de bactérias e vírus.

Ainda de acordo com o CDC (Centers for Disease Control and Prevention ), em torno de 12% de todos os casos de doenças infecciosas ligadas à alimentação ocorrem pelo contágio por superfícies, como o piso da cozinha.

*Por Matheus Marchetto
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*Fonte: socientifica

Exercícios de força e aeróbicos podem reduzir mortes por câncer em 28%

É o que sugere estudo internacional que contou com a participação de pesquisadores brasileiros e revisou dados sobre mais de 1,2 milhão de pessoas

A prática regular de exercícios de força muscular associados a atividades aeróbicas pode reduzir significativamente a mortalidade por câncer, indica estudo publicado no International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity.

Os autores fizeram uma revisão sistemática de estudos epidemiológicos sobre o tema e concluíram que fazer exercícios como prancha, agachamento e remada diminui em 14% a mortalidade pela doença. Já quando esses exercícios são combinados com outros do tipo aeróbico, o benefício é ainda melhor: 28% menos mortes.

“A atividade física tem sido relacionada à redução do risco de vários tipos de câncer. No entanto, ainda não estava muito claro qual tipo de exercício teria melhor resultado. Neste estudo, encontramos evidências de que atividades de fortalecimento muscular não só podem reduzir a incidência e a mortalidade por câncer como têm um efeito ainda melhor quando associadas a atividades aeróbicas, como corrida, caminhada, natação ou ciclismo”, diz Leandro Rezende , professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp).

O trabalho é fruto de uma Bolsa de Iniciação Científica concedida a Wilson Nascimento e contou com a colaboração de pesquisadores da Universidade Harvard (Estados Unidos), Universidade Internacional de Valência (Espanha), Universidade Pública de Navarra (Espanha) e Universidade de Santiago (Chile).

Estudos epidemiológicos baseados em dados populacionais têm mostrado que a atividade física em geral reduz o risco de sete tipos de câncer: mama, cólon, endométrio, estômago, esôfago, rim e bexiga. A análise da Unifesp identificou que a prática de exercício de força muscular também pode reduzir em 26% o risco de câncer de rim.

Já a associação entre exercício de força muscular e os demais tipos de câncer (cólon, próstata, pulmão, linfoma, pâncreas, mieloma múltiplo, bexiga, esôfago, reto, melanoma, leucemia e cânceres do sistema digestivo) foi inconclusiva devido ao número limitado de estudos.

Prática regular

A pesquisa da Unifesp corrobora a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que propõe para adultos a prática de 150 a 300 minutos de atividade física aeróbica moderada por semana, ou de 75 a 150 minutos de atividade física aeróbica vigorosa (ou uma combinação equivalente de intensidades). Também são recomendados exercícios de fortalecimento duas vezes por semana.

“A OMS se baseia em uma série de benefícios à saúde proporcionados pela atividade física. E nós vimos, entre os estudos analisados, que a redução do risco de câncer é mais um desses benefícios”, diz Rezende à Agência FAPESP.

A análise mostrou a existência de um efeito protetor contra o câncer por meio da realização de exercícios de força duas vezes por semana.

Os pesquisadores analisaram ao todo 12 estudos, sendo 11 coortes (que envolvem grandes grupos de voluntários seguidos por período predeterminado) e um caso-controle (estudo observacional retrospectivo, ou seja, que analisa registros passados), com a participação de um total de 1.297.620 indivíduos, que foram acompanhados em projetos que duraram de seis a 25 anos.

Rezende, que foi bolsista da FAPESP na pesquisa de doutorado e de pós-doutorado, tem realizado análises com base em dados populacionais para identificar associações entre atividade física, nutrição e redução de doenças crônicas, especialmente o câncer, bem como estudos de modelagem do impacto de intervenções e políticas públicas voltadas à alimentação saudável e à promoção de atividade física na redução de doenças e gastos com saúde.

O pesquisador explica que a maioria dos estudos sobre atividade física e prevenção do câncer costuma se concentrar em exercícios aeróbicos. Já as pesquisas relacionadas a exercícios de força avaliam, normalmente, ganho de massa muscular ou fatores específicos, como regulação da pressão arterial e desfechos cardiovasculares.

“Há quatro anos fizemos um estudo que associava exercício de força à redução do risco de câncer. Nesse meio tempo foram sendo publicados outros estudos e achamos interessante fazer uma revisão sistemática dessa literatura para avaliarmos a totalidade de evidências sobre essa relação. Com a análise, no entanto, conseguimos ir além e mostrar que os benefícios do exercício de força muscular na redução da incidência e mortalidade de câncer podem ser ampliados quando associado à prática de atividades físicas aeróbicas”, afirma.

O artigo Muscle-strengthening activities and cancer incidence and mortality: a systematic review and meta-analysis of observational studies pode ser lido em https://ijbnpa.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12966-021-01142-7.

*Por Maria Fernanda Ziegler
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*Fonte: revistagalileu

Como usar borra de café nas plantas?

Quem não aprecia um café fresquinho pela manhã, não é? Além de nos ajudar a despertar para o dia, o café ainda é um ótimo aliado no cuidado das plantas. Aquela sobra que fica no filtro depois que passamos o café é chamada de borra e não precisa ser jogada fora. Ela pode ser aproveitada como um fertilizante natural em sua horta ou jardim.

Borra de café como fertilizante
O fertilizante ajuda a repor nutrientes essenciais para o crescimento saudável das plantas enquanto os solos produzem a maioria dos elementos naturais necessários à sobrevivência das espécies vegetais. Porém, por diversas razões, esse sistema pode ficar desequilibrado e por isso é preciso intervir para dar uma ajudinha à planta nesse processo.

A borra de café é rica em nitrogênio, um dos três principais macronutrientes de que as plantas precisam (nitrogênio, fósforo e potássio). Contudo, não é indicado aplicar a borra diretamente na terra, nem fazer uma camada muito grossa, já que isso pode impedir a absorção de água depois das regas.

Você pode misturar a borra do café com cascas de ovos moídas, por exemplo, e aplicar uma pequena quantidade em torno das plantas. A casca de ovo é rica em cálcio e contém potássio, outros dois nutrientes importantíssimos para a adubação e a fertilização do solo.

É possível também misturar a borra com cascas de frutas e legumes para depositar ao redor das plantas. Se usado com parcimônia, o café é um grande aliado na manutenção de hortas e jardins.

Outra maneira de usar o pó de café é diluir uma pequena quantidade em água e borrifar de vez em quando sobre as plantas. Isso ajuda a afastar insetos e pragas indesejadas, que não fazem bem às plantinhas. Você pode armazenar a borra que sobra no dia a dia em uma caixa fechada e guardá-la na geladeira para evitar o aparecimento de fungos ou outros microrganismos que possam afetar o fertilizante.

Agora você já sabe: o pó que sobra daquele café delicioso não precisa ser descartado. Ele pode ajudar a fortalecer suas plantas para que elas cresçam belas e saudáveis.

*Por Mariana Bordignon
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*Fonte: megacurioso

8 maneiras de melhorar a capacidade do seu cérebro

Já passou por aquela situação em que você tenta desesperadamente lembrar o nome de alguém ou de um lugar e simplesmente dá um “branco”?

Ouvimos dizer muitas vezes que a memória diminui com a idade, assim como outras funções cognitivas – como o raciocínio.

Mas, calma, há esperança. Existem maneiras de “religar” nosso cérebro.

Então, se você quer aumentar sua capacidade cerebral, siga as dicas abaixo e se prepare para exercitar a mente:


1. Exercício aumenta o cérebro
É verdade – nosso cérebro cresce à medida que nos exercitamos.

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Exercício físico ajuda a cuidar também do cérebro (Foto: Pexels)

A atividade física aumenta as sinapses, cria mais conexões dentro do cérebro e ajuda na formação de células extras.

Uma boa saúde cardiovascular também significa que você transporta mais oxigênio e glicose para o cérebro, além de eliminar toxinas.

Se você conseguir se exercitar ao ar livre, melhor ainda – terá o benefício adicional de absorver mais vitamina D.

Dica: combinar a prática de exercício à exploração de um ambiente diferente, a novas maneiras de fazer as coisas ou compartilhar ideias – dessa forma, você aumenta as chances das células nervosas novas formarem um circuito adequado.

Por exemplo, se você gosta de jardinagem, vale participar de uma horta comunitária para fazer amigos enquanto mexe na terra, ou se juntar a um grupo em vez de ir sozinho.

O mais importante é garantir que você esteja se divertindo – é o desejo de se envolver em algo que ajuda a impulsionar os efeitos do exercício e da interação social no cérebro.

2. Memória em movimento
Essa é uma técnica respaldada por cientistas e reconhecida há muito tempo no mundo da dramaturgia. Se você tentar decorar algo enquanto se movimenta, é muito mais provável que a informação seja retida.

Dica: na próxima vez que você tiver uma apresentação ou discurso para fazer, que tal dar uma volta ou dançar para ajudar a guardar o conteúdo?

3. Coma os alimentos certos para abastecer o cérebro
Cerca de 20% do açúcar e da energia que você consome vão para o cérebro, fazendo com que a função cerebral dependa dos níveis de glicose.

Frutas – verduras – legumes – alimentos – orgânicos – alimento saudável – alimentação (Foto: Pexels)
Um intestino saudável é essencial para um cérebro saudável (Foto: Pexels)

Se os níveis de açúcar não forem controlados, sua cabeça pode ficar confusa.

Comer algo de que se goste libera dopamina, que ativa a área de recompensa do cérebro. E é por isso que você sente prazer em comer determinados alimentos.

Mas, além de nutrir os mecanismos de recompensa do cérebro, você precisa alimentar seu intestino com cuidado.

Existem mais de 100 trilhões de bactérias no sistema digestivo humano, que se conectam com o cérebro pelo eixo intestino-cérebro. E o equilíbrio desses micróbios é fundamental para o bem-estar da mente.

Na verdade, o intestino é muitas vezes chamado de “segundo cérebro”. Uma dieta variada e saudável ajuda a manter essas bactérias em sincronia e o cérebro saudável.

Dica: as células do cérebro são compostas por gordura, por isso, é importante não erradicar a gordura da dieta. Ácidos graxos essenciais presentes em nozes, sementes, abacate e peixes são bons para desenvolver o cérebro, assim como o alecrim e açafrão.

Tente também fazer as refeições na companhia de outras pessoas quando puder – a socialização reforça os benefícios de uma boa dieta saudável no cérebro.

4. “Desligue” e relaxe
Uma certa dose de estresse é necessária porque nos ajuda a responder rapidamente em situações de emergência. O estresse produz o hormônio cortisol que, ao ser liberado, nos dá energia e ajuda a concentrar.

Mas a ansiedade prolongada e os altos níveis de estresse desconfortável são realmente tóxicos para o cérebro.

É importante, portanto, que a gente aprenda a “desligar” de vez em quando, para permitir que essa parte do cérebro descanse.

E, ao se desconectar, você exercita uma parte diferente do cérebro: a chamada rede neural de modo padrão, que nos permite sonhar e é importante para consolidar a memória.

Ao “desligar” do mundo externo, permitimos que essa parte do cérebro seja ativada e faça seu trabalho.

Então, da próxima vez que você for pego sonhando acordado no trabalho, explique ao seu chefe que você estava fazendo uma atividade cerebral crucial.

Dica: se você achar que é difícil relaxar, por que não tentar técnicas de relaxamento, como meditação, que podem ajudar a reduzir o nível dos hormônios do estresse?

5. Encontre novas formas de desafiar a si mesmo
Uma outra maneira de estimular o cérebro é se desafiar a fazer ou aprender algo novo.

Atividades como aulas de arte ou cursos de idioma aumentam a flexibilidade do cérebro.

Dica: jogue uma partida online contra amigos ou familiares.

Não apenas vai te desafiar, como vai estimular a interação social, o que ajuda o cérebro.

6. Ouça música

Pesquisas indicam que a música estimula o cérebro de um jeito muito peculiar.

Quando você observa a imagem cerebral de alguém que está ouvindo ou tocando música, quase todo o órgão está ativo.

A música pode melhorar a cognição geral, e a memória musical é muitas vezes a última a desaparecer, quando somos afetados por certas condições, como a demência.

Dica: faça parte de um coral ou compre ingressos para ver sua banda favorita.

7. Estude para uma prova na cama
Se você aprender algo novo durante o dia, será formada uma conexão entre células nervosas no cérebro.

Quando você dorme, essa conexão é fortalecida e reforçada – e aquilo que você aprendeu vira uma lembrança.

O sono é, portanto, um momento realmente importante para a consolidação da memória.

Se você der uma lista para alguém memorizar antes de dormir, há uma grande chance da pessoa se lembrar na manhã seguinte – uma chance maior do que se você tivesse entregado a lista a ela pela manhã.

Dica: se estiver estudando para uma prova, tente repassar na cabeça as respostas em um simulado enquanto adormece.

Caso você tenha passado por um evento traumático ou tenha a memória ruim, tente não pensar nisso antes de dormir, pois pode pressionar a memória e fortalecer as emoções negativas associadas a ela.

Pela mesma razão, evite filmes de terror ou histórias assustadoras na hora de dormir.

Em vez disso, concentre-se em algo positivo que você aprendeu ou experimentou durante o dia para que seja consolidado.

8. Acorde bem
Todo mundo sabe que o sono é importante. Com menos de cinco horas de sono, você não fica tão forte mentalmente. Já se dormir mais de 10 horas, pode sentir os efeitos do “jet lag”.

Mas a chave para ajudar você a ter um desempenho melhor ao longo do dia é como você acorda.

Idealmente, durma em um quarto escuro e acorde com luz natural, que vá aumentando gradualmente.

Essa luz penetra nas pálpebras fechadas e estimula o cérebro para que tenhamos uma resposta maior de cortisol ao despertar.

A quantidade de cortisol no corpo quando você acorda afeta o desempenho do cérebro durante o dia.

Dica: compre um despertador luminoso que simule a luz do sol para ajudar você a acordar naturalmente.

Para quem tem o sono profundo, vale a pena se certificar de que o despertador venha com um alarme de som tradicional acoplado.

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Fonte: epocanegocios

Os aditivos químicos presentes em 4 de cada 5 alimentos vendidos nos mercados do Brasil

Quando a nutricionista Vanessa Montera investigou a presença de aditivos em alimentos vendidos nos supermercados, ela levou um susto — não só porque muitos tinham (o que ela já esperava), mas porque alguns tinham vários aditivos, e muitos deles só servem para disfarçar que certas comidas poderiam ser difíceis de engolir de outra forma.

Seu estudo mostrou que os aditivos estão por toda parte no mercado: quatro em cada cinco dos quase 9,9 mil alimentos analisados tinham ao menos um aditivos entre os ingredientes e um quarto tinham seis ou mais.

O estudo de Montera foi o primeiro do tipo a ser feito nessa escala no Brasil. A nutricionista diz que, apesar de ser esperado que alimentos industrializados contenham aditivos — substâncias naturais ou sintéticas que são usadas para alterar as características de um produto —, ela não imaginava que os encontraria nesse número.

“Alguns alimentos são coquetéis de aditivos. Chegamos a encontrar um produto de panificação que tinha 35. Foi o recorde.”

Outra coisa que chamou sua atenção foi o uso intensivo dos aditivos cosméticos, como são chamados por uma parte dos profissionais da área aqueles aditivos que mudam o sabor, o aroma e a forma dos alimentos, embora essa classificação não seja oficialmente reconhecida por autoridades brasileiras.

Corantes, saborizantes, aromatizantes, emulsificantes, entre outros, garantem que alimentos que passaram por vários processos industriais na sua fabricação correspondam ao que os consumidores esperam deles. São usados porque esse processamento pode às vezes alterar os alimentos a ponto de deixá-los irreconhecíveis.

Diferentemente de outros aditivos, como os conservadores, por exemplo, os aditivos cosméticos não ajudam a fazer com que as comidas sejam mais baratas, durem mais tempo, cheguem a mais pessoas ou possam ser consumidas com mais segurança.

Na prática, são o equivalente a uma maquiagem dos alimentos. “Não precisariam nem estar ali”, diz Montera.

Sua presença nos alimentos, principalmente quando são muito frequentes, funciona como um indicativo de que este alimento é ultraprocessado — e cada vez mais pesquisas associam esse tipo de comida a doenças.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regula o uso dos aditivos em alimentos e estabelece os níveis máximos de consumo diário para uma pessoa.

Mas alguns nutricionistas têm dúvidas se esses limites são realmente seguros, porque comemos cada vez mais alimentos ultraprocessados, que têm muitos aditivos.

Eles apontam ainda para evidências de que há aditivos que podem fazer mal à saúde — o que a indústria nega — e também para problemas na forma como esses ingredientes são informados nos rótulos.

Por isso, defendem que as regras sejam revistas pela agência, e está previsto que isso ocorra em breve.

Outro questionamento vem da comparação desta pesquisa brasileira com um estudo semelhante na França, que apontou um uso substancialmente menor de aditivos por lá.

Isso indicaria, de acordo com cientistas, que muitos produtos vendidos no Brasil são mais artificiais e de pior qualidade.

O que são aditivos alimentares

Aditivos são qualquer ingrediente adicionado ao alimentos sem o propósito de nutrir.

Eles modificam as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais do produto, durante sua fabricação, processamento, preparação, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação.

Essas substâncias ajudam a garantir que podemos consumir um alimento sem riscos, por exemplo.

Embora bastante associados à alimentação moderna, eles não são uma novidade. Já eram usados em sociedades antigas, como o sal que é adicionado para preservar uma comida.

O vinagre das conservas, o açúcar dos alimentos cristalizados e a fumaça da defumação são outros exemplos de aditivos bastante comuns.

Mas também se tornaram bem comuns aditivos sintéticos, que passaram a ser empregados pela indústria para produzir comida em larga escala e fazer com que ela chegue em boas condições para os consumidores.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso dos aditivos se justifica quando ele tem uma utilidade clara, como preservar o valor nutricional ou a estabilidade de um alimento, e não é usado para enganar o consumidor.

Cientistas também apontam que seu uso excessivo pode ser problemático.

Aditivos por toda parte
A nutricionista Vanessa Montera investigou em seu estudo como esses aditivos são usados pela indústria no Brasil.

Esse trabalho foi sua tese de doutorado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e foi publicado no periódico Food and Function, da Sociedade Real de Química, do Reino Unido.

A nutricionista analisou uma base de dados elaborada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor a partir da visita a dez lojas das cinco maiores redes de supermercado do país em duas cidades, Salvador e São Paulo.

Todos os produtos embalados tiveram seus rótulos fotografados. De cerca de 14 mil itens, foram excluídos os que estavam duplicados, as águas engarrafadas e aqueles que não tinham informações nutricionais nas embalagens. Restaram 9.856 alimentos, que foram divididos em 25 categorias.

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Em seguida, foram verificados os ingredientes de cada um deles. A cientista concluiu que 79,4% tinham ao menos um aditivo.

Mas isso conta apenas uma parte da história, porque a minoria (11,6%) tinha um aditivo só, enquanto 19,8% tinham dois ou três, 23,2% tinham quatro ou cinco e 24,8% — a maior parcela do total — tinham seis ou mais.

Os produtos com mais aditivos foram as bebidas de fruta saborizadas (com teor de suco abaixo de 30% e pós e concentrados para preparo de refrescos). Nesses produtos, em média, os aditivos representavam 79,7% do número total de ingredientes listados.

Também se destacaram refrigerantes (74,5%), outras bebidas (57,3%) — tais como aquelas à base de soja, chás prontos para consumo, bebidas para desportistas, leite de coco —, produtos lácteos não adoçados (51,1%), néctares (49,7%), produtos lácteos adoçados (45,6%) e doces e sobremesas (45,4%).

Entre os cinco aditivos mais usados, quatro eram do tipo cosmético — a exceção foram os conservadores, que fazem com que os alimentos durem mais tempo.

Os aromatizantes, que dão cheiro a um produto, foram de longe o aditivo mais comum. Estavam em 47,1% dos produtos.

Depois, vieram os conservadores (28,9%), os corantes (27,8%; conferem cor à comida), os estabilizantes (27,6%; mantêm a dispersão de componentes) e os emulsificantes (19,4%; mantêm uma mistura).

“Os conservadores têm um propósito, porque a indústria precisa fazer com que esses produtos possam ficar mais tempo na prateleira, mas os aditivos cosméticos só servem para deixar o pão mais fofinho, fazer o iogurte ficar rosa, deixar o creme de leite mais branco. Seu único propósito é tornar o produto mais atraente para o consumidor e, por isso, não são estritamente necessários”, avalia Montera.

A nutricionista argumenta que sua pesquisa mostra que a indústria de alimentos está pesando a mão no uso desses ingredientes.

“Tinha um produto que tinha um umectante [que previne a perda de umidade] e um antiumectante [que impede a absorção de umidade]. Qual é o sentido disso?”, questiona.

O que dizem as regras
A principal preocupação é com o impacto no corpo que o consumo desses aditivos causa, dizem os nutricionistas.

O Ministério da Saúde se negou a comentar o assunto e disse à BBC News Brasil que caberia à Anvisa tratar do tema.

A agência afirmou por sua vez, em comunicado, que analisa os riscos envolvidos no consumo de aditivos e determina quais são permitidos e seus limites máximos, para que a indústria possa tirar proveito deles sem prejudicar os consumidores.

As substâncias são avaliadas caso a caso, segundo a Anvisa, e o fabricante precisa comprovar que elas são seguras, necessárias e que o consumo médio esperado não traz perigos.

A agência disse ainda que segue as regras e recomendações da OMS, da Organização para Alimentação e Agricultura, e o que é praticado na União Europeia e nos Estados Unidos.

Mas nutricionistas ouvidas pela reportagem acreditam que a Anvisa pode (e deve) fazer melhor.

Um dos problemas apontados é que os limites diários determinados pela agência levam em conta a ingestão de um aditivo individualmente e determinam o quanto pode ser usado em um único produto.

Mas isso seria colocado em xeque pelo aumento em todo o mundo, medido por diversas pesquisas, do consumo de produtos ultraprocessados, que contêm muitos aditivos.

Isso significa que, na prática, não é difícil alguém consumir mais de um alimento que contém o mesmo aditivo e ir além do limite considerado seguro.

Também não seria levado em consideração nas regras atuais que esses aditivos são consumidos muitas vezes de forma combinada. Como a pesquisa de Vanessa Montera mostra, é comum que alimentos tenham vários aditivos.

Por fim, a lei brasileira não exige que o rótulo informe a quantidade de aditivos usada em cada produto, explica Daniela Canella, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens-USP).

“Não temos como saber o quanto estamos comendo. A indústria diz que isso é segredo industrial e que não revela para que os concorrentes copiem seus produtos, mas isso significa que a gente desconhece o quanto a gente consome de aditivo no Brasil”, diz Canella, que também é professora da Uerj e orientou Montera em sua pesquisa de doutorado.

O que diz a Ciência

A Ciência ainda é inconclusiva sobre se os aditivos causam ou não prejuízos à saúde.

Há estudos que apontam indícios de que seu consumo por pode estar ligado a distúrbios de comportamento, transtornos mentais, alergias, alterações no metabolismo do corpo, obesidade e câncer.

Existe ainda a preocupação com o fato de os ultraprocessados acostumarem nosso paladar a um excesso de certos ingredientes, como sódio e açúcar, tornando mais difícil adquirir o gosto pelos alimentos in natura, que são fontes de nutrientes.

A indústria de alimentos diz que os aditivos são importantes para garantir a segurança e o valor nutricional dos alimentos e que não há por que se preocupar.

A Associação Brasileira da Indústria e Comércio de Ingredientes e Aditivos para Alimentos disse à BBC News Brasil que o número de aditivos na composição de um produto “não tem nenhuma relação” com o alimento ser saudável ou não.

“A quantidade máxima permitida leva em conta a interação entre os aditivos em todas as categorias de alimentos, bem como a ingestão diária aceitável, com base no perfil alimentar da população brasileira”, declarou a entidade.

Por sua vez, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos disse à reportagem que os aditivos são usados em “pouquíssimas quantidades” e controlados rigorosamente.

“Não há evidências que demonstrem que a combinação de aditivos num mesmo alimento possa oferecer riscos à saúde humana”, afirmou a associação.

Um dos motivos é que essas pesquisas quase não são feitas, argumenta Daniela Canella.

“Não há estudos no Brasil e existem pouquíssimos no mundo que analisam os aditivos somados, isso normalmente é feito com cada um deles sozinho. É possível que o efeito cumulativo deles não seja seguro”, afirma a nutricionista.

Vanessa Montera aponta outros problemas. De acordo com a pesquisadora, a maioria das pesquisas, que são feitas pela própria indústria, analisam apenas se os aditivos são tóxicos ou causam mutações nas células e não investigam os prejuízos que podem causar ao metabolismo, ou seja, ao funcionamento do corpo.

“Tem alguns estudos que apontam efeitos preocupantes, mas realmente não é nada que nos faça bater o martelo. Mas, ainda assim, deveria ser adotado o princípio da precaução, porque, da mesma forma que não dá pra dizer com 100% de certeza que são prejudiciais, também não dá pra garantir que não são”, diz a cientista.

Além disso, os estudos são realizados majoritariamente em animais, explicam os especialistas. Não seria ético fazer pesquisas dos efeitos em humanos, dando aditivos às pessoas para ver o que acontece.

A saída, explica Canella, é fazer os chamados estudos observacionais, em que se acompanha um grupo de pessoas por um tempo e se analisam seus hábitos e estilo de vida e os problemas de saúde para ver se há alguma correlação.

“É difícil fazer estudos assim porque sempre pode ter havido outra influência. Pode ter sido a poluição, e não o aditivo, que causou uma doença, por exemplo. Por isso, o nível de evidências nunca vai ser o ideal, o que é uma maravilha para a indústria, que sempre vai poder dizer que não dá pra estabelecer uma relação de causa e consequência, e é verdade”, diz a pesquisadora da USP.

Anvisa vai rever regras de aditivos
Uma outra preocupação surge com a comparação do estudo feito por Montera no Brasil com outro na França.

A pesquisa com 126 mil produtos alimentícios disponíveis nos supermercados franceses apontou que 53,8% tinham aditivos e 11,3% tinham cinco ou mais aditivos — bem abaixo dos índices encontrados no estudo brasileiro.

“Isso mostra que talvez a qualidade dos alimentos que estão sendo oferecidos aqui é pior do que a dos alimentos de lá”, diz Montera.

A nutricionista afirma ainda que, se a amostra do estudo nacional fosse tão grande quanto a da pesquisa francesa, os resultados poderiam ser ainda piores.

“A Europa tem um controle maior sobre o uso de alguns aditivos alimentares”, explica Montera.

Ter mais aditivos é sinal de pior qualidade porque essas substâncias são usadas muitas vezes para substituir ingredientes naturais.

Em tese, por exemplo, uma empresa poderia usar morangos de verdade para deixar o iogurte rosa, mas morangos são mais caros do que um corante.

Os aditivos também servem para “maquiar” os produtos ultraprocessados, diz Canella, tornando seu aspecto, textura e gosto aceitáveis.

A nutricionista defende que cabe ao governo brasileiro exigir padrões de qualidade melhores das fabricantes de alimentos.

“Os países têm legislações mais e menos rigorosas. Se em um lugar você pode usar matéria-prima de pior qualidade, esse país se torna um refugo da indústria. Se dá pra produzir mais barato e a legislação não barra, por que uma empresa vai ter mais despesa e menos lucro?”, questiona Canella.

Também seria bom que os rótulos informassem melhor sobre esses ingredientes, indicando sua quantidade, por exemplo, acrescenta Montera.

O Brasil terá uma oportunidade de aprimorar suas regras para os aditivos. Está prevista na agenda da Anvisa para o período entre 2021 e 2023 a modernização das regras e procedimentos para autorização do uso dos aditivos em alimentos.

Mas, questionada sobre esse assunto, a agência disse à BBC News Brasil que não iria comentar.

*Por Rafael Barifouse
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*Fonte: bbc-brasil

6 Monstros que foram criados para o cinema

Desde suas origens, a indústria cinematográfica de Hollywood vem adaptando obras literárias e narrativas perpetuadas além do tempo, apostando em histórias que alteram algumas das principais características de personagens clássicos e lhes concedem um pouco de originalidade. Isso aconteceu muito durante a Era de Ouro do cinema e foi a iniciativa responsável por criar tendências, especialmente entre monstros e seres sobrenaturais da metade do século XX, que tiveram seus mitos reinterpretados por outro ponto de vista.

Conheça abaixo alguns dos principais mitos de monstros criados por Hollywood.

1. Vampiros queimam se expostos ao sol
A origem da fraqueza vampírica foi revelada em Nosferatu, de 1922. O longa-metragem alemão de F. W. Murnau foi a 1ª obra artística que mostrou vampiros morrendo queimados após serem expostos à luz do Sol. Vale lembrar que no clássico Drácula, publicado em 1897 por Bram Stoker, os monstros se sentiam enfraquecidos quando caminhavam durante o dia, mas não os levava à morte instantânea.

2. Frankenstein é verde e tem parafusos no pescoço
Segundo Mary Shelley, autora do Frankenstein clássico de 1818, o gigante de laboratório tinha a pele amarela, e não verde. Porém, com o lançamento de A Noiva de Frankenstein (1935) e as limitações técnicas de maquiagem da época, a criatura ganhou tonalidades verdes que acabaram se tornando oficiais na filmografia. Além disso, os criadores de Frankenstein (1931) inseriram parafusos no pescoço do personagem com a intenção de enfatizar a concepção elétrica dele, algo que nunca havia sido mencionado em qualquer conteúdo.

3. Pessoas são transformadas após serem mordidas por lobisomens
A ideia de transformar pessoas em lobos gigantes após serem mordidas por um lobisomem foi oficialmente apresentada em O Lobisomem de Londres (1935) como explicação à origem do mito da lua cheia. A proposta, que pegou carona na lenda dos vampiros, tornou-se história oficial em Hollywood e passou a ser amplamente utilizada em alguns filmes, como Van Helsing — O Caçador de Monstros (2006), Amaldiçoados (2005) e Anjos da Noite (2003).

4. Zumbis são lentos e comem cérebros
A Noite dos Mortos-Vivos (1968), clássico de John Romero, popularizou os zumbis no cinema e mostrou que os seres andam de forma pesada, arrastada e sem ritmo. Porém, em 1985, na comédia A Volta dos Mortos-Vivos, foi sugerido que cérebro humano funciona como uma espécie de analgésico para os monstros e que o ingerir é o 1° objetivo das criaturas. Anos depois, o cinema consertou esses conceitos lançando filmes que mostravam zumbis velozes e que se alimentavam de qualquer tipo de carne humana.

5. Drácula usa um medalhão
O medalhão ou qualquer outro adereço nunca havia sido mencionado em qualquer obra que tratasse do visual de Drácula. Foi então que, com a chegada do filme Drácula (1931), o monstro passou a utilizar um misterioso medalhão com ares supersticiosos, adereço que se tornou característica definitiva do vampiro. Curiosamente, o acessório ganhou réplicas que foram amplamente vendidas para fãs em sites de varejo e personalização.

6. Bruxas têm a pele verde
Até a primeira metade do século XX, as bruxas eram retratadas como humanas com peles comuns. Foi o lançamento de O Mágico de Oz (1939) que mudou essa concepção ao apresentar uma antagonista com verruga no rosto e pele esverdeada, mudando as características reveladas pelo escritor original da obra, Frank L. Baum (1856-1919), criando uma tendência que seria levada para as décadas seguintes do cinema.

*Por André Luís Dias Custódio
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*Fonte: megacurioso 

6 curiosidades sobre “alergias” que você provavelmente não sabe

Visitar aquele amigo com gato em casa, morar perto de um prédio em construção que levanta muita poeira ou simplesmente conviver com a temporada de pólen na natureza. Todos esses são motivos muito plausíveis para ativar o gatilho de um dos problemas mais chatos das nossas vidas: alergias.

Basicamente, toda pessoa na Terra é alérgica a algo e, ainda assim, nós sabemos pouquíssimas informações sobre o que causam as alergias. Pensando nisso, nós listamos seis curiosidades sobre esse problema de saúde que pode ser um verdadeiro empecilho em nossas vidas. Veja a seguir!

1. O que é uma alergia?

Partindo do básico, toda alergia é basicamente uma reação que o nosso corpo tem para determinadas comidas ou substâncias. Elas são particularmente comuns em crianças, e grande parte delas costuma desaparecer conforme crescemos. Entretanto, algumas teimam em ficar na fase adulta.

Alguns adultos inclusive desenvolvem alergias que não tiveram quando eram mais jovens. Apesar de, em alguns casos, elas poderem ser um verdadeiro incômodo em nosso dia a dia, a maior parte das reações alérgicas são leves e facilmente controladas.

2. Quais são as alergias mais comuns?

Toda substância que causa uma alergia é chamada de alérgena. Os alérgenos mais comuns no mundo e que afetam uma maior quantidade de pessoas são:

pólen das árvores e da grama — rinite alérgica;
ácaros;
pelos de animais;
comida — particularmente nozes, frutas, crustáceos, ovos e leite de vaca;
picadas de insetos;
medicamentos — incluindo ibuprofeno, ácido acetil salicílico (aspirina) e alguns antibióticos;
látex;
bolor;
produtos químicos domésticos.
Basicamente em todos esses casos, os alérgenos são inofensivos para pessoas que não desenvolvem reações alérgicas a eles.

3. O que acontece com seu corpo durante uma reação alérgica?

Quando uma pessoa alérgica entra em contato com determinada substância, o alérgeno passa a despertar uma reação do sistema imunológico. Então, os anticorpos passam a se ligar aos nossos mastócitos — conhecidos por terem grande importância na defesa contra helmintos e bactérias.

No primeiro contato do alérgeno com o anticorpo, os mastócitos passam a liberar histamina. Nesses casos, a histamina não conseguirá combater nenhuma ameaça real e provocará irritação, inflamação, inchaço e grande desconforto no corpo das pessoas. Em casos mais graves, é necessário que a pessoa se direcione para o hospital.

4. Por que desenvolvemos alergias quando adultos?

As alergias acontecem majoritariamente entre os mais jovens, pois essa é a fase da nossa vida em que o nosso organismo ainda está aprendendo a lidar contra algumas “ameaças”. Então por que continuamos as desenvolvendo mesmo quando mais velhos?

O que acontece é que o nosso sistema imunológico está em constante transformação, portanto pode não estar sempre preparado para alguns eventos. Caso você esteja se sentindo incomodado em decorrência de alguma reação espontânea, busque um alergista.

5. Terapia de exposição ajuda nas alergias?

Em alguns casos, aumentar o tempo de exposição à substância que lhe causa desconforto pode trazer alguns benefícios. Por exemplo, pessoas que adquirem um novo animal de estimação podem acabar sofrendo nos primeiros meses, mas depois desenvolverem certa tolerância com o passar do tempo.

Cachorros trazem mais bactérias para dentro de casa, o que pode fortalecer o seu sistema autoimune. Entretanto, isso não significa que você deve comer uma bacia de camarão caso seja alérgico a crustáceos. Cada caso deve ser analisado com cuidado e ajuda de um médico especialista.

6. Existe cura para alergias?

Na maioria dos casos, pessoas que sofrem com alergias costumam utilizar anti-histamínicos para aliviar os sintomas de crise pelo resto da vida, o que pode ajudar com os famosos olhos avermelhados e nariz escorrendo. Entretanto, cerca de 5% a 10% dos pacientes costumam buscar pela imunoterapia, em que o sistema imunológico é dessensibilizado a alérgenos específicos.

Apesar desse tipo de tratamento poder ser feito com medicamentos, na maior parte das vezes é administrado através de injeções em consultório. Pacientes começam com uma dose pequena do alérgeno e vão aumentando ao longo da vida. A longo prazo, isso pode curar uma alergia.

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

WhatsApp: por que EUA usam pouco o aplicativo de mensagens mais popular do mundo

Enquanto em países como o Brasil, o WhatsApp pode ter feito falta para muita gente na segunda-feira (4/10), quando uma pane deixou fora do ar por cerca de seis horas redes sociais pertencentes ao Facebook, nos Estados Unidos essa interrupção pode ter sido menos perceptível, já que lá o aplicativo de mensagens é bem menos usado.

Estima-se que o WhatsApp já superou o número de 2 bilhões de usuários em 180 países. Entretanto, no país em que ele foi criado, os Estados Unidos, menos de 20% dos usuários de smartphones usam o aplicativo, segundo a empresa de pesquisas Pew Research Center.

Apesar de vir de uma fonte diferente, a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, de agosto, estimou que no Brasil nada menos do que 99% dos smartphones têm o WhatsApp instalado.

A cultura do SMS
Um dos motivos para o aplicativo não ser tão popular no seu país de origem é que a maior parte dos consumidores de telefonia móvel nos Estados Unidos têm planos contratados. Diferente de outros países, é raro ter um plano pré-pago por lá.

Na década de 1990, quando os celulares se tornaram populares, ainda era caro enviar e receber mensagens de texto SMS (Short Message Service). Os planos incluíam um número limitado de SMS e passar disso levava a cobranças adicionais.

Com a expansão da infraestrutura e da tecnologia 2G, e consequentes ampliação da cobertura e da competição, as coisas mudaram. As operadoras passaram a oferecer planos com ligações ilimitadas e SMS grátis, o que popularizou essa ferramenta de envio e recebimento de mensagens de texto.

“A boa e velha telefonia 2G realmente surpreendeu os americanos, que a tomaram para si”, explicou Scott Campbell, professor de telecomunicações da Universidade de Michigan, no blog de tecnologia Lifewire.

Neste contexto, a opção de usar dados de internet ainda era cara — por isso, para enviar mensagens, o SMS continuou prevalecendo por um tempo.

Mesmo que hoje ter internet móvel seja mais acessível e que conexões Wi-Fi estejam por todo lado no país, o hábito do SMS ficou.

O avanço do Facebook Messenger

A internet trouxe novas alternativas além do SMS e do WhatsApp, como outro aplicativo de mensagens da mesma empresa, o Facebook Messenger.

Um levantamento da Statias sobre ferramentas para troca de mensagens e videochamadas mostrou que, em 2021, o Facebook Messenger foi o mais usado (87%) pelos americanos. E FaceTime (34%), Zoom (34%) e Snapchat (28%) aparecem à frente do WhatsApp (25%).

Mas quando se trata dos latinos nos EUA, as coisas mudam: quase 50% deles usam o WhatsApp, principalmente porque muitos recorrem ao aplicativo para falar com pessoas que estão em outros países.

Na América Latina, o WhatsApp se popularizou ao inaugurar a possibilidade da comunicação instantânea totalmente gratuita.

O fator iPhone

Outro elemento que afasta os americanos do WhatsApp é a considerável presença do iPhone no país, usado por cerca de 50% dos consumidores de telefonia móvel por lá.

Como o sistema iOS, usado nesse tipo de celular, adaptou seu aplicativo iMessage às plataformas de SMS das operadoras de celular, o uso do SMS não foi afetado.

Quando os usuários de iPhones enviam mensagens entre si, o celular usa o iMessage; mas se um dos celulares correspondentes tiver sistema de outro fabricante, como o Android, ele usa a rede SMS.

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Entretanto, especialistas em segurança digital dizem que os SMS são mais vulneráveis a invasões do que as conversas criptografadas oferecidas pelo WhatsApp.

Além disso, a possibilidade de formar grupos no WhatsApp é outro recurso que pode mudar a arraigada cultura do SMS nos Estados Unidos.

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*Fonte: bbc-brasil

Estudo: consumo de álcool pode causar distúrbio imediato no ritmo cardíaco

Uma pesquisa da UC San Francisco revelou que o consumo de álcool aumenta significativamente a chance de ocorrer distúrbio do ritmo cardíaco em poucas horas após sua ingestão. Segundo os autores, a descoberta é a primeira evidência que vai contra a antiga – e dividida – percepção de que o álcool pode ser “cardioprotetor.”

De acordo com o artigo, publicado na revista Annals of Internal Medicine, uma única taça de vinho pode rapidamente causar a chamada fibrilação atrial (FA), “ao contrário da crença comum de que a FA está associada ao consumo excessivo de álcool, parece que mesmo uma bebida alcoólica [em pouca quantidade] pode ser suficiente para aumentar o risco”, explicou Gregory Marcus, professor de medicina na Divisão de Cardiologia da UCSF.

“Nossos resultados mostram que a ocorrência de fibrilação atrial pode não ser aleatória nem imprevisível”, acrescentou ele. “Em vez disso, pode haver maneiras identificáveis ​​e modificáveis ​​de prevenir um episódio agudo de arritmia cardíaca.”

Estudo: consumo de álcool pode causar distúrbio imediato no ritmo cardíaco. Imagem: Shutterstock
Foram observados 100 pacientes com FA documentada que consumiram pelo menos uma dose de bebida alcoólica por mês. Com um monitor de eletrocardiograma (ECG) e um sensor de álcool de registro contínuo foi possível acompanhar cada ingestão de álcool dos participantes, que acionavam um botão toda vez que bebiam álcool. Os voluntários consumiram em média uma bebida por dia durante todo o período.

Os resultados apontaram que um episódio de FA já estava associado a chances duas vezes maiores ao ingerir uma dose de bebida alcoólica, e três vezes maiores com duas ou mais doses dentro de quarto horas. Episódios de FA também foram associados a um aumento na concentração de álcool no sangue.

“Os efeitos parecem ser bastante lineares: quanto mais álcool consumido, maior o risco de um evento agudo de FA”, disse Marcus. “Essas observações refletem o que foi relatado por pacientes por décadas, mas esta é a primeira evidência objetiva e mensurável de que uma exposição modificável pode influenciar agudamente a chance de ocorrer um episódio de FA”.

Segundo informações do Medical Xpress, a FA pode levar à perda de qualidade de vida, custos significativos de saúde, derrame e morte, no entanto, as pesquisas feitas até agora se concentravam apenas nos fatores de risco para o desenvolvimento da doença e nas terapias para tratá-la, em vez de fatores que determinassem quando e onde um episódio poderia ocorrer.

Os autores admitiram algumas limitações do estudo, levando em consideração que os pacientes podem não ter registrado o consumo ao apertar o botão, seja por esquecimento ou por constrangimento. Além disso o levantamento considerou apenas pacientes com FA registrada e não a população geral.

*Por Tamires Ferreira
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*Fonte: olhardigital

Os animais pensam como nós? Veja o que diz a ciência!

Os animais são capazes de pensar? É bem provável que você já tenha ouvido dizer que eles são movidos apenas por reflexos e que reagem a determinados estímulos. Mas o que diz a ciência sobre isso? Será que seu bichinho de estimação compartilha alguma característica cognitiva com você?

Encontrar respostas para essas e outras perguntas têm sido motivo de estudos de cientistas nas últimas décadas. E algumas descobertas interessantes já surgiram!

Sim, eles são seres pensantes
Para Marc Hauser, professor de psicologia da Universidade de Harvard, os animais são seres pensantes. É claro que tudo depende de como o pensamento é definido. É por isso que os cientistas preferem usar o termo habilidades cognitivas no lugar de pensamentos. Seja como for, os bichos na natureza conseguem entender o ambiente onde vivem.

Hauser tem muita base científica para sua afirmação, afinal, ele estuda a cognição dos animais desde 1980. Para o professor e pesquisador a forma como os bichos encaram o mundo é bem parecida com a dos seres humanos. Ele aponta os chimpanzés como um bom exemplo disso, especialmente devido à vida social agitada e rica desses primatas.

Outra linha de pesquisa conduzida por Hauser e sua equipe é sobre como definir quais os processos de raciocínio são únicos dos seres humanos e quais compartilhamos com os animais. Nesse sentido, o pesquisador ressalta que os animais têm pensamentos estimulantes, mas que a única forma por meio da qual podem transmiti-los é via gestos, grunhidos e vocalizações estranhas.

Sendo assim, a linguagem surge como um fator muito importante para o raciocínio: o ser humano, por exemplo, conseguiu desenvolver mais as suas funções cognitivas e a própria autoconsciência graças ao feedback entre o pensamento e a linguagem.

Mais semelhanças que diferenças
Para o renomado professor e ecologista marinho, Carl Safina, autor de vários livros sobre o reino animal, incluindo Além das palavras: o que os animais pensam e sentem, os animais desenvolveram processos de cognição, sentimentos e conexões sociais que são tão importantes para eles quanto para nós.

Por exemplo, em várias situações eles sabem quem são seus rivais na natureza, os seus amigos e, principalmente, quem eles próprios são. No livro citado, Safina ainda aponta outras correlações entre a forma de pensar e agir de um animal e a do ser humano, como o fato de terem ambições e sempre buscarem um status mais elevado em seu grupo.

Ou seja, tal como nós, os animais têm um “plano de carreira” e pensam nos melhores caminhos para atingirem seus objetivos. Em palavras mais simples, tentam permanecer vivos, obter comida e abrigo, além de criar alguns jovens para a próxima geração passando os conhecimentos adquiridos. Interessante, não é?

Sentimentos próprios, mas nem tanto
Devido à capacidade de pensar e até analisar situações os animais desenvolvem sentimentos e emoções próprios, por exemplo, ficando tristes ou alegres. Porém, eles também são influenciados e até podem copiar atitudes dos humanos.

Um estudo publicado no periódico Plos One, intitulado Dogs’ Social Referencing towards Owners and Strangers, apontou que cães e gatos tendem a observar seus donos antes de decidirem por uma resposta emocional.

Aliás, essa forma de agir é ainda mais evidente e importante para os bichos quando eles são apresentados ou colocados ante uma situação desconhecida.

A química por trás dos pensamentos e emoções dos animais
Como acontece com os humanos, pensar, sentir e agir depende muito da química cerebral. Isso significa que os comportamentos que unem pessoas, assim como aqueles que unem os animais, são baseados em uma variedade de moléculas absorvidas de diversas formas pelo cérebro.

A oxitocina, popularmente conhecida como hormônio do amor, é um exemplo que vale a pena ser comentado. Em todos os mamíferos, incluindo nos humanos, seus níveis aumentam no organismo diante de situações específicas como, por exemplo, no parto, na amamentação e na excitação sexual.

Por isso, entender como determinados hormônios influenciam na forma como os animais pensam e agem é algo fundamental para ampliar nosso conhecimento sobre o tema e, quem sabe, até mudar a maneira como tratamos e observamos o reino animal.

Foram as pesquisas nessa linha que nos permitiram saber que os cães não somente têm um aumento significativo de oxitocina quando estão com outros de sua espécie, mas, também, quando interagem com os seres humanos.

E sabe o mais curioso? Isso é o oposto do que acontece no cérebro de quase todos os demais mamíferos quando se aproximam de nós.

Talvez, não seja por acaso que costumamos dizer que o cachorro é o melhor amigo do homem, até porque o que acontece no cérebro do nosso amigo de quatro patas sugere que ele pensa algo parecido com relação a nós.

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

Segredo de uma vida rica pode estar escondido nas coisas ‘inúteis’

Todos nós temos passatempos que às vezes consideramos caprichos aos quais podemos renunciar. Mas essas ‘inutilidades’ podem levar ao desenvolvimento pessoal

Foi em Stanford, em 2005. Steve Jobs pronunciou um discurso que uma década depois é considerado um clássico do desenvolvimento pessoal. Um pequeno manual de filosofia prática no qual, em apenas 15 minutos, fala do amor, dos sonhos, da perda, da morte ou da importância de manter o inconformismo. O discurso começa enfatizando a importância de ligar os pontos, a importância do tesouro oculto que existe em todas aquelas coisas que aparentemente não servem para nada. Jobs nos confessa como essas coisas insignificantes transformaram sua vida e, em certa medida, a da informática. Quando deixou a universidade, decidiu frequentar um curso de caligrafia. Não tinha nenhuma razão para isso; simplesmente gostava da ideia, achava-a interessante e sutilmente bela, explicou. Na época, não pensou que a decisão fosse ter a menor incidência em sua vida. Mas anos mais tarde, quando desenhou o primeiro computador, tudo o que tinha aprendido permitiu que revolucionasse o aspecto dos aparelhos. Como ele mesmo afirmou: “Se nunca tivesse largado aquele curso na universidade, o Mac jamais teria tido múltiplas tipografias nem caracteres com espaçamento proporcional”.


Faça as pequenas coisas com muito amor

Madre Teresa de Calcuta

Acabamos de narrar uma experiência particular de ligar os pontos. Mas não é a única; cada um pode encontrar a sua. Há exemplos ilustres. De Mick Jagger e seus estudos de finanças, que ajudaram os Rolling Stones a se consolidar e a rentabilizar a carreira mais bem-sucedida da história do rock, até as artes marciais que servem para Zlatan Ibrahimovic marcar gols impossíveis usando técnicas de caratê. Mas também podemos encontrar casos anônimos de transformação, seja o de uma pessoa que combina a paixão por contos infantis com o marketing e se torna um especialista da narrativa, ou quem usa tudo o que aprendeu nas aulas de dança de salão para negociar com seus fornecedores. Dá no mesmo quais forem: cada um tem seus pontos. O importante é combinar e ligá-los no nosso dia a dia para ter uma vida mais rica, mágica e surpreendente.

Princípios que ajudam a ligar os pontos
Por distantes que pareçam dois pontos, eles podem ser ligados. O realmente importante é ter vários deles. Quantos mais os possuamos, mais possibilidades de ligação haverá. E quem pensa que não tem interesses especiais na vida pode começar por estes três princípios:

– Reconectar-se com antigos interesses. Se formos sinceros conosco mesmos, encontraremos ao nosso interior motivações que fomos abandonando com o passar dos dias. As rotinas e a espiral das obrigações diárias fazem com que deixemos de lado esses passatempos que aparentemente não servem para nada. Talvez seja tocar violão, pintar ou montar miniaturas de aviões. É importante estabelecer novas conexões com afetos que, como os primeiros amores, provocam uma sensação especial quando recordamos deles. Voltemos a eles e, certamente, aconteça o que for, nos produzirão uma experiência enriquecedora.

– Ter curiosidade pelos interesses dos outros é uma boa maneira de incorporar novos pontos em nossas vidas; interesses que talvez não tivéssemos descoberto por nós mesmos. Além disso, quando nos mantemos abertos aos hobbies alheios e escutamos com atenção as pessoas que nos rodeiam, nossas relações melhoram e acontece o milagre do enriquecimento mútuo.

– Fazer sem pensar. Uma vez que restabelecemos as conexões com nossos afetos e adotamos uma atitude de interesse em relação às pessoas que nos rodeiam, chega o momento mais complicado: agir. Devemos fazê-lo sem pensar muito se tal coisa servirá para isto ou para aquilo. Sem pensar se estamos ou não perdendo tempo. Porque se pensarmos muito nisso, não o faremos. E se não o fizermos, certamente estaremos perdendo algo.

Devemos trabalhar nossos afetos com paixão, amor e interesse enquanto durar o que estivermos fazendo. Voltemos uma vez mais ao discurso de Steve Jobs. “Não se pode ligar os pontos para adiante, só se pode fazê-lo para trás. Assim, você tem de acreditar que eles se ligarão alguma vez no futuro. É preciso acreditar em algo: no seu instinto, no destino, na vida, no carma, no que for”, afirmou então.

Lazer em 3Ds
O tempo é o principal inconveniente com o qual nos deparamos para preencher nossa vida de pontos para ligar. Todos nós temos essa frustrante sensação de que as horas nos escapam, os dias se diluem e, quando queremos nos dar conta, várias semanas passaram sem termos feito o que nos tínhamos proposto. Apesar de vivermos, supostamente, imersos na cultura do lazer. E exatamente aí está a chave. Cada vez são mais numerosas as vozes que nos alertam que os lazeres não são iguais e que nem todos têm os mesmos benefícios. Podemos diferenciar dois grandes grupos:

Lazer passivo. É o tipo de entretenimento do qual recebemos os estímulos, mas não interagimos de forma ativa com ele. O mais claro exemplo é a televisão, embora hoje em dia isso possa ser comparado com assistir vídeos no YouTube, observar as vidas alheias no Facebook ou consumir manchetes de poucos caracteres no Twitter, como se comêssemos um pacote de batatas fritas. O lazer passivo nos deixa, como esse pacote de batatas, eternamente insatisfeitos e com a sensação de termos perdido tempo. Esse tipo de entretenimento é uma espécie de desaguadouro pelo qual o tempo nos escapa. Segundo diversos estudos, o tempo que dedicamos ao lazer passivo não para de aumentar ao nosso redor. É um tipo de passatempo que não somente nos distancia de preencher nossa vida de pontos interessantes, mas que se tornou a principal causa do sedentarismo, uma das grandes epidemias que pairam sobre a nossa sociedade.

O sábio uso do lazer é um produto da civilização e da educação
Bertrand Russell

Lazer ativo. Quando praticamos esse tipo de entretenimento, nos tornamos receptores e emissores de estímulos positivos. Fazemos parte da própria ação. Antes falávamos de tocar violão, pintar ou montar miniaturas. Mas esses pontos podem incluir também estudar algo que sempre nos interessou ou caminhar pela montanha. Definitivamente, tudo aquilo que implique em nos manter vivos e conectados conosco mesmos.

Esse tipo de lazer existe em três dimensões e permite, por seu lado, que avancemos em nosso desenvolvimento pessoal:

– Descanso. Porque é praticado no nosso tempo livre e nos permite desconectar das obrigações da rotina.

– Diversão. Como é uma atividade escolhida, nos entretém, nos interessa e nos dá prazer. Se não for assim, é que não estamos fazendo bem alguma coisa ou não é a atividade da qual necessitamos.

– Desenvolvimento. O lazer ativo, além disso, permite que progridamos como pessoas, assim como cultivar outro tipo de relações sociais. Estas, por sua vez, enriquecerão e nos produzirão essa sensação de descanso que provoca o fato de desconectar da rotina.

O círculo virtuoso dos 3Ds do lazer ativo nos permitirá encher a nossa vida de pontos. Se conseguirmos minimizar os momentos de descanso passivo, descobriremos que contamos com mais tempo para encher nossa vida de coisas interessantes, renunciando às inércias do entretenimento imóvel. Vamos imaginar que somos uma horta. Temos de nos cultivar, nos cuidar e nos mimar. Além disso, devemos procurar não ser uma plantação somente de tomates, mas de muitas e muito variadas hortaliças. Dessa maneira, nossos pratos serão mais saborosos, mais variados, mais interessantes e terão mais matizes. E tudo começa com uma pequena semente, com esses pontos que devemos ligar em nossa vida. O mágico é que podemos começar a cultivar a partir de agora mesmo.

PARA SABER MAIS
Canção
Aquellas pequenas coisas
Joan Manuel Serrat

Livros
Steve Jobs: A Biografia
Walter Isaacson (Companhia das Letras)
Uma das figuras mais geniais e inspiradoras dos últimos tempos.
Amor em minúscula
Francesc Miralles (Editoria Record)
Um canto aos pequenos afetos e detalhes que tornam grande a nossa vida.

*Por Gabriel Garcia de Oro
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*Fonte: brasil-elpais

Pesquisa aponta que metade dos jovens brasileiros possui problemas de saúde mental

Nesta quarta-feira (1), a Pfizer apresentou um estudo feito pela consultoria Ipec que mostra que 39% dos jovens brasileiros com idade entre 18 e 24 anos consideram possuir uma saúde mental “ruim”, enquanto outros 11% se classificam em um estado “muito ruim”.

Dos entrevistados, apenas 4% disseram que sua saúde mental é muito boa. A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas com mais de 18 anos na cidade de São Paulo e regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador.

O médico e pesquisador do departamento de Psiquiatria da Unifesp, Michel Haddad, afirmou que os transtornos mentais então em crescimento há pelo menos duas décadas e que a pandemia de Covid-19 só escancarou este problema.

O estudo relata que os jovens afirmam ter mais problemas com a saúde mental do que as pessoas mais velhas. Ao considerar o público geral entrevistado, 25% classificou a saúde mental como “ruim”, enquanto outros 5% disseram se enquadrar em “muito ruim”.

De acordo com o jornal O Globo, os entrevistados relataram algumas queixas comuns, são elas: tristeza (42%), insônia (38%), irritação (38%), angústia ou medo (36%), além de crises de choro (21%).

Apenas 11% dos entrevistados fazem acompanhamento médico profissional de maneira contínua, cerca de 21% já chegou a buscar uma ajuda especializada. Ao serem questionados sobre maneiras para lidar com o impacto imposto pela pandemia, 19% disseram que praticam atividades físicas ao ar livre e outros 18% dentro de casa.

Outros 17% acreditam que a leitura de livros pode ajudar na busca por uma solução e investem nesta saída.

Entre todos voluntários, 16% disse ter sido diagnosticado com ansiedade, 8% com depressão, 3% com síndrome do pânico e 2% com fobia social.

*Por Matheus barros
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*Fonte: olhardigital

Estudo revela quanto se exercitar para compensar as horas sentado

Muitos empregos exigem horas a fio de trabalho sentado em frente ao computador. Com a pandemia e o aumento do home office, muitos trabalhadores passaram a ficar ainda mais tempo em casa: da cadeira do escritório para o sofá, do sofá para a cama. Um ciclo sedentário altamente prejudicial à saúde. Mas, o que é possível fazer para amenizar esta questão? Um novo estudo revela que é possível “neutralizar” o tempo sentado com exercícios físicos.

Publicado no jornal acadêmico British Journal of Sports Medicine, que cobre ciência e medicina esportiva, o estudo aponta especificamente que é preciso de 30 a 40 minutos de atividade física moderada a vigorosa. Incluir essa mudança na rotina pode prolongar a expectativa de vida.

A pesquisa buscou examinar a associação entre atividade física, tempo sedentário e mortalidade. Para isso, realizou uma meta-análise de nove estudos anteriores de quatro países. Foram acompanhados 44.370 homens e mulheres, de quatro a 14 anos, sendo que 3.451 participantes morreram ao longo deste tempo.

Todos os indivíduos registraram suas atividades em rastreadores de condicionamento físico, eliminando parte do risco de parcialidade ou erros por meio de autorrelato. Em todos os dados, a atividade moderada a vigorosa foi inversamente correlacionada com o risco de morte para aqueles que levaram uma vida mais sedentária. Ou seja, este é mais um estudo que confirma que pessoas que se exercitam menos correm mais risco de morte.

“Maior tempo de sedentarismo está associado a maior mortalidade em indivíduos menos ativos. Cerca de 30 a 40 minutos por dia atenuam a associação entre o tempo sedentário e o risco de morte, que é menor do que as estimativas anteriores”, conclui o estudo.


Mais tempo em casa = mais sedentarismo

O home office eliminou uma parte importante do trabalho no escritório: levantar para tomar um café, uma água e até bater papo com o colega. Entretanto, tem contribuído para trabalhadores se manterem seguros em casa, em meio à pandemia, sem perderem suas fontes de renda. De forma que a melhor alternativa é buscar o equilíbrio. Fazer paradas ao longo do trabalho para se movimentar é importante assim como encaixar na rotina um tempo para se exercitar fora de casa, seja andando de bicicleta, corrida ou mesmo uma simples caminhada. Dentro de casa, as tarefas domésticas de limpeza e o cuidado com a horta também contam como atividades. Além da saúde do corpo, a atividade física é essencial para a saúde mental.

Segundo a OMS, até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população em todo o mundo fosse mais ativa. “A atividade física regular é fundamental para prevenir e controlar doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer, bem como para reduzir os sintomas de depressão e ansiedade, reduzir o declínio cognitivo, melhorar a memória e exercitar a saúde do cérebro”, afirma o órgão da ONU.

Atenta aos efeitos da população passar mais tempo em casa, a OMS lançou em 2020 novas diretrizes sobre atividade física. A recomendação é de pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes.

*Por Marcia Sousa
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*Fonte: ciclovivo

ESQUEUMORFOS: O que são e por que estão em toda parte?

Você já ouviu falar ou tem alguma ideia do que significa a palavra “esqueumorfo”? Talvez isso soe confuso para você agora, mas eu te garanto que no fim do texto você verá que sempre esteve familiarizado com esse tema. Por mais que esse não seja um termo que usamos no dia a dia, os esqueumorfos estão presentes na nossa vida em todos os momentos.

Portanto, vamos juntos nos aprofundar sobre o significado dessa palavra, qual é a sua origem e quais são os principais exemplos de esqueumorfos à nossa volta. Não se preocupe, a partir de agora você conseguirá identificar o que é um esqueumorfo sem grandes dificuldades.


Etimologia da palavra

A palavra “esqueumorfo” tem origem do grego skeuos, que significa “ferramenta” ou “recipiente”, e também de morphé, que pode ser traduzido para “forma”. Por mais que, em um primeiro momento, isso não diga nada, esse termo é usado há muito tempo, sobretudo por historiadores e arqueólogos.

Conforme trazido em reportagem da BBC, o especialista em Idade Média Serafín Moralejo Álvarez explica em seu livro Eloquent Forms que a palavra “esqueumorfo” se refere à “presença em um objeto de características formais que carecem de motivação em relação às suas funções ou condições de sua produção e que só podem ser explicadas como atavismos em relação a um modelo diversificado em seu uso ou em condições técnicas”.

Em outras palavras, os esqueumorfos nada mais são do que objetos dentro de uma linha de produção que continuarão a ser produzidos apenas para que as pessoas continuem familiarizadas com sua forma original e continuem a fazer associações dentro do cérebro. Se ainda não está claro, nós listamos alguns exemplos.


Esqueumorfos no dia a dia

Por exemplo, você sabe para que serve aquelas estranhas peças de metal que ficam próximas ao bolso da sua calça jeans? Os rebites, como são chamados, são uma herança estética da época em que os jeans eram muito grossos para serem unidos apenas com o uso de linha e precisavam de outra ferramenta para a finalização.

Embora não sejam mais necessários nas linhas de produção atuais, eles continuam aparecendo nos modelos atuais de calças. E por que isso? É porque esse é um claro exemplo de um esqueumorfo no seu cotidiano. Logicamente, isso não para por aqui.

Os aros sempre foram ferramentas essenciais para manter as rodas dos carros antigos e das bicicletas funcionando corretamente. Porém, os modelos mais modernos de veículos não precisam de um aro para cumprir a sua função. Então, qual é o nome que nós podemos dar para os aros? Exatamente, um esqueumorfo.

E como chamar o lustre de uma igreja que substituiu as velas de verdade por elétricas? Por que não simplesmente mudar para uma lâmpada? É porque um esqueumorfo ajuda as pessoas a continuarem familiarizadas com um ambiente ou objeto da forma que ele construiu sua imagem historicamente.


Era digital

Engana-se quem pensa que os esqueumorfos só estão presentes em objetos físicos. Olhe bem para a Área de Trabalho do seu computador e tente identificar um esqueumorfo. Conseguiu? Se você teve alguma dificuldade, pode ficar tranquilo que nós vamos te ajudar.

Ao excluímos um arquivo digital, nós automaticamente enviamos ele para a “Lixeira” — que literalmente tem o ícone de uma lata de lixo. Porém, quando os computadores foram inventados, os criadores poderiam ter dado qualquer nome para esse espaço. Afinal, tudo era muito novo e nenhum desses conceitos havia sido introduzido antes.

Sendo assim, as “lixeiras digitais” nada mais são do que mais um esqueumorfo para compreendermos sua função e nos acostumarmos com mais facilidade. Agora que você já sabe o que esse termo significa, é bem provável que encontre vários desses exemplos no seu cotidiano!

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

391 nomes engraçados para grupos no WhatsApp

Qual é nome do seu grupo preferido do WhatsApp? Nomes engraçados para grupos do WhatsApp existem aos montes, mas na hora de criar um novo pode dar aquele branco. Por isso, se não dá para ser original, não custa nada se inspirar em algumas ideias que estão bombando por aí.

Há opções para todos os gostos. Desde os nomes mais engraçados até aqueles trocadilhos capazes de fazer o “tio do pavê” morrer de rir. Quer ganhar a admiração dos seus amigos e familiares batizando o grupo com um nome bem diferente. Abaixo, preparamos uma coletânea com centenas de alternativas para você se dar bem. Qual desses nomes é o seu preferido?

Nomes divertidos para grupos de amigos

Os troles assumidos
Os presuntos
Cabeças de melão
O mundo é nosso!
Cabeças quadradas
Somos uns meros parasitas
Reis da favela
Bar dos encalhados
100% Favela
Monstros das Cavernas
Tudo corno!
404! O nome do grupo não existe
404 Wi-Fi indisponível
Não é da sua conta
Conversa de Doidos
Touros à solta
Jacarés furiosos
Desbravadores do Fim do Mundo
Zueira Total
Notificações sem fim
Assassinos silenciosos
Vai buscar!
Calcinha de renda
Bichos do Mato
Lixeira da reciclagem
Hoje na casa do Zé
Parceiros no Crime
Almôndegas Saltitantes
Federais da calcinha
Mãe, tô no WhatsApp
Por Batizar…
Virgens Orgulhosos
Segura o Tchan
Um local Catastrófico
Cães Bravos
Fabricantes de problemas
Te amo Sexta-Feira
Furacões do Texting
Erro 404
Grupo 100 Freio
Não deixe o grupo morrer…
No céu tem pão?
Já Acabou, Jéssica?
Filma Nóis, Galvão!
Amigos da Onça
Illuminati
Marombeiros
Mercadoria Vencida
Os tops do Whats
Manos e princesas
ETois
Derrota Quase Certa
Aqui o chefe não entra
Conversa de doido
50 chamadas da mãe
Agrega Valor
Beijinho no Ombro
Bela Acordada
Boladão bem bolado
Bombeou
Cadê a graça
Grupo do absurdo
Grupo do Mario
Moro nos salve
Na casa da sogra
Só Calcinhas
Só Cueca
Zona dos Amigos
Zorra Total
O planeta é nosso
Apenas parasitas
Aliens das cavernas
Interação de doido
Liberdade aos touros
Notificação somente no spam
Vem buscar folgado!
Calcinha rendada
autoridade da lingerie
Virgens com muito orgulho
Lugar desolado
Do céu cai pão
O nome dela é Jéssica
Amigos da pintada
Cuidado com os Illuminatti
Fora do prazo de validade
Beijinho também no ombro
A bela acordou
Já acabou?
Grupo inusitado
Só se for de cueca
Perímetro da amizade
Bagaça à rodo
Soberanos no camarote
Código de barras do sucesso
Trauma do 7×1
Grupo espera
Vou vencendo
Bombados de elite
Tempo que não volta mais
Boneca de cristal
Culinária em movimento
Grupo dos armários
Melhores das redes
É nóis nos anzóis
As top tudo
Frescura da área 51
Eternas notificações
Amigos só por telefone
O pin me estressa
recipiente da reciclagem
o parque acha que tem diversão
Os folgados frustrados
Abelhinhas operárias
Os issos disso
The walk tolke
Os transitantes
Lá vem quem
Os despedidos
Os Zé marmota
Dominando o mundo
Esquadrão secretão
Sonhando muito
The rangers dente
Motores na montanha
Tomo posse
Forças da ração unida
Shaolin sem câmera
Amores amigos
Plotando tudo
Só nas visage
Good times
As preciosidades do silêncio
Diga lá
Parando a lesma
Nem lascando
As chiquetoza
Pelo menos eu tentei
Alienígenas tem passado
Forte feio e fajuta
Pior que é
Plantão com cenouras
Feliz é o meu nariz
Tudo amigo até que…
Repolhos encravados
Mergulhadores de sonhos
As fashionistas
Por enquanto tô aqui
Boleia confusa
Chegando na chincha
Por enquanto passa
Ministros do tempo
Poesias soltas
Parando o trânsito

Nomes para grupos relacionados a bebidas
Bastardos da cachaça
Cervejetarianos
Las Bagaceiras
Entorna o caneco
Vestibular da cachaça
Boca de litro
Memorias perdidas
Cervejada
Cachaça My Love!
Where’s the beer?
Netos do Velho Barreiro
Amigos de Boteco
Reis do camarote
Ostentação
Filhos do Chuck Norris
Criminosos
Área 51
Bar dos solteirões
Chegando na derrota
Terra anti-patrão
Juntando valor
Bola oito bem bolada
Amantes da cachaça
Cervejários
Em torno do caneco
Faculdade dos cachaceiros
Na borda do litrão
Lembranças perdidas
Parada da cerveja
Água ardente, amor latente!
Parentes do velho barreiro
Colegas de boteco
Vamos ostentar até o dia acabar!
Visão inversa
Imaginando ação
Amigo verdadeiro
Tropa da caninha 51
Clube de trama
Paquera de pedreiro
Futebol só Tabajara
Correndo para Cristo
Do boteco eu não saio!
Ligando pro SAMU
Os he do mans
The drift
Motim dos solteiros
Fabricando outro
Só na órbita
Só pro cês
51 da área
Os enxuga menos
Palermas no queijo
Já foi pra minha conta
Os não sei teclar
Escudo do gorpo
Sorvete frito
Perdendo a peruca
Carecas arrepiantes
Os bela força
Virando o balde
Plantando farra
Os poltergeisters
Tô na fila

Nomes para grupos de amigos de escola
Criativisando
10 na escola e 10 na bagunça
Class experts
Quintal do aprendizado
Código do Sucesso
Geração 7×1
Visão diferenciada
Books brothers
Saber em ação
Grupo Supera
Teenagers
Bloco de Cabeças
Minha meta é 10…9,5 nem rola!
Imagina_Ação
The Winners
Turma bombada
Estudantes Fabulous
Hackers
Melhores amigos na escola
Turma da 51
Vamos parar a cidade
Engenheiros chamando
Os apresuntados
Error 404
Not found
Jacarés velozes e furiosos
Desbravando até o fim do mundo
Zoando totalmente
Assassinos mudos
Produto de reciclagem
Companheiros do crime
Almôndegas “vamos pular”!
Produtores de problemas
Esperando sempre a sexta-feira
Grupo sem status
Adiciona aê pro grupo não morre
Patrícios e patricinhas
Toy de história
Grupo do Mário Bros
Fãs do Chuck Norris
Criminando
0 na escola e 100 bagunça
Classudos expertos
Jardim onde aprende
Amigos do livro
Sempre adolescente
Cabeças em bloco
Quero 10, 9 não serve
Estudantes fabulosos
Somos hackers
Stop city
Call me
Sempre ocupado
Macacos sabido
Civis rebeldes
Grupo do não dá
Trio nerd
Soltando balão
Combate palavrial
Bank Geek
Adolescentes na real
Só curiosidade
Pra que fazer
Viciados em like
Os pensadores do sono
Assédio intelectual
Os disney sem club
Desconhecendo tudo
Precisando usar o tempo
Alfaces mortíferas
Exterminadores de bananas
Pirando o cabeção
Preciso dormir
Falando serius

Nomes para grupos de família
Bons tempos
Família louca
Terror dos vizinhos
Família acima de qualquer coisa
Lar feliz
Família da bagunça
Chat da casa
Clube de drama
Laços fortes
Happy House
Sim, somos família
Casa louca
My big loves
Família Addams
Família Buscapé
Por acaso, é da sua conta?
Bichos da fauna
Sempre na casa do seu Zé
Mami me deixa! Tô no whats!
Pelo batismo
Cães em fúria
Acabou! É treta!
100 berros de mãe
Amada sogrinha
Bagunça total
Aprendendo a agir
Família crazy
Aterrorizando a vizinhança
Minha família, razão de enlouquecer
Chato da casa
Laços inquebráveis
Quero casa feliz
A família que vive buscando o pé
Quebrando o barraco
Vamos geriatrar?
Motim do asilo
Meu pai só ama
Senhoritas da terceira idade
Qué? Vai buscar!
Não fico sem problemas
As armadilhas brilhantes
Os assassinos da tia
Os menino homem
Casado já
Os C eis
Os caos
Os jetsons
Descendentes de
House happy
Maçaroca em família
Felizes bons tempos
Os plugins
Big bangs
Os primos dos tios
Junto e misturado
The Vikings
A família saculeja
My parents
Vamo falando
Os sempre além
Os cpf na nota
Os primos legionários
Os falano poco
Os chamada à cobrar
Conversa mata
Os Kung fui na vanda
The sempre excede
Sempre secando gelo
Ferdinando e ferdiliz
De volta para o futuro
Pindamonhangaba hall
Vez ou outra a bruxa tá solta
Euclides! Fala pra mãe!
Dizeres o que quiseres
Os filando a bóia
Os inativos
Sem conversa

Nomes para grupos de dança
Diva Move
Domínio de cristal
Dança criativa
Diversity (diversidade)
Passos místicos
Moving the hips
Dança sem limites
Dinastia da Dança
Latin Dancers
Quebra tudo
Move Makers
Furações do youtube
Maromba até morrer
Dançando na chuva
Desenvolve!
Andar mágico
Tradição da dança
Whats sing
Tartarugas ninja
As poses
Anos 80 retrô

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*Fonte: meupositivo

Dá para treinar o paladar e gostar de comidas que odiamos?

O ato de comer certamente é uma das necessidades mais versáteis que existe, especialmente quando aliado aos gostos e às preferências pessoais de cada um, sendo possível encontrar todo tipo de refeição, mistura de temperos e uma criatividade absurda para elaborar os pratos mais malucos já vistos.

Porém, em meio a toda essa mistura de opções, existem pessoas que são mais exigentes para comida e dizem gostar apenas do básico ou de combinações muito específicas, a fim de agradar um paladar que não é habituado a experimentar algo novo.

Ao longo de séculos de história, a Gastronomia evoluiu em relação a suas regras sobre o que realmente seria “comer bem” e “comer mal”, bem como adaptou culturas, tradições e o surgimento de novas especiarias em pratos cada vez mais únicos. A culinária, então, ganhou identidade, e o público teve que acompanhá-la nessa jornada, aprimorando seus sentidos sobre os cinco sabores básicos (doce, amargo, azedo, salgado e umami) e sobre os trilhões de cheiros detectados pelo nariz.

Assim, além de tornar-se uma experiência multissensorial, a gastronomia passou a ser vista como uma arte que muda com o tempo, região, estilo de vida do degustador, localização e, até mesmo, genética. Por exemplo, quanto mais velhas as pessoas ficam, menos agradáveis alguns sabores podem se tornar, já que os paladares vão perdendo potência à medida que a idade avança. Recentemente, um estudo da Universidade de Turku, na Finlândia, descobriu que idade, IMC e gênero impactaram no “reconhecimento da modalidade de sabor”, e que homens têm dentes mais sensíveis do que mulheres, reforçando ainda mais a dinâmica dos gostos.

“Para degustadores sensíveis, é possível que genes receptores de sabor e genótipos desempenhem um papel muito importante. Também é possível que crianças criadas na mesma família, sociedade e ambiente cultural possam ser degustadores diferentes, e pequenos detalhes, como genótipos receptores de sabor, podem afetar a percepção do paladar”, esclareceu Mari Sandell, professora de Percepção Sensorial do Fórum de Alimentos Funcionais. “Mas, por outro lado, o alimento disponível depende da cultura alimentar, então as pessoas não têm as mesmas opções para ativar seu senso de paladar”, ela explicou.

Como é possível fazer a comida ter um sabor mais agradável?
Para driblar todos esses obstáculos genéticos e culturais, é importante testar, ajustar e apurar o senso de sabor, criando métodos eficientes para auxiliar o cérebro nesse difícil enfrentamento. Assim, sentir o aroma de óleos essenciais e temperos, observar bem o que está no prato, saborear com calma, descrever as sensações e realizar misturas que se adequem mais ao agrado individual são algumas práticas que podem colaborar para a redução da exigência gustativa.

Vale lembrar que todos os testes devem ter como base não apenas a dieta considerada pelo experimentador, mas também os limites de seu corpo, já que não é esperado que as reações positivas aos novos alimentos venham de imediato. Então é importante ter em mente a necessidade de beber água constantemente, respeitar os rituais para algumas refeições e, principalmente, repetir e não desistir, pois a ideia é que a prática leve à perfeição, e não ao prejuízo da capacidade do paladar.

*Por André Luís Dias Custódio
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*Fonte: megacurioso

É verdade que a água faz diferença no sabor da cerveja?

O universo cervejeiro é cheio de histórias, e quanto mais cerveja é consumida, mais relatos surgem, e mais pessoas se consideram experts no precioso líquido. Uma dessas lendas é a certeza que muitos têm de que determinadas águas especiais são o “segredo” para o sabor diferenciado de algumas cervejas.

Nessa categoria de cervejas mitológicas estariam a Brahma e a Skol de Agudos (SP), a Bohemia com água da serra de Petrópolis (RJ), a saudosa Antarctica produzida em Pirapora (MG). Internacionalmente, são famosas: a irlandesa Guinness feita com água do rio Liffey de Dublin e a Pilsen, fabricada na cidade do mesmo nome na República Tcheca.

Infelizmente, por mais românticas que possam parecer, essas histórias não são reais. Pelo menos, nos tempos atuais. Segundo Maurício Beltramelli, autor do livro Cervejas, Brejas & Birras, “a um custo baixo, qualquer indústria consegue purificar a água de sarjeta e dotá-la das características ideais para cada tipo de cerveja”.

Qual a importância da água na fabricação da cerveja?

No entanto, o fato de a mudança das características físico-químicas da água ser uma atividade corriqueira desde o início do século XX, isso não significa que a água não tenha um papel essencial na fabricação da cerveja. Afinal, entre 90% a 95% da cerveja são compostos por água.

E, dentro do mundo cervejeiro, o insumo hídrico é dividido em quatro tipos: mole, média, dura e super dura. Assim, as Pilsens, por exemplo, usam água mole em sua fabricação, enquanto as cervejas de estilo Munique são feitas com água dura, com grande teor de cálcio e magnésio.

Mas, se não é pela água, por que é que a cerveja é mais gostosa quando tomada perto do lugar onde é fabricada? A resposta aqui é simples: isso ocorre porque o deslocamento e as viagens afetam a qualidade da bebida. Alguns itens interferem no sabor final, como exposição à luz, lugar de armazenamento, o chacoalhar das garrafas e as alterações bruscas de temperatura.

E, quando ouvimos alguém dizer que “a melhor cerveja é a que se toma olhando a chaminé da fábrica”, a explicação é a idade da bebida, pois, ao contrário do vinho, quando mais nova a cerveja, melhor ela é.

*Por Jorge Marin
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*Fonte: megacurioso

Alguns fatos sobre a gordura da barriga que é bom saber

Um fato sobre a gordura estomacal que você deve saber é o seguinte: não é apenas aquela camada macia logo abaixo da pele – o tipo que você pega para ver se consegue “beliscar”. Gordura visceral é o nome do tipo que fica no fundo do seu torso. Ele se acumula ao redor de seus intestinos, fígado e estômago. Ele também pode alinhar suas artérias. E pode ser arriscado para sua saúde. Mas você não precisa de dietas ou exercícios especiais para perdê-la – apenas hábitos saudáveis.

Quais são os riscos para a saúde?
Não se trata apenas do número na escala. Os pesquisadores acham que a quantidade de gordura profunda ao redor da cintura é uma medida melhor para saber se você está sob risco de ter sérios problemas de saúde do que seu peso ou IMC (índice de massa corporal). Não só a gordura da barriga pode deixar seus jeans muito apertados, mas muito disso pode significar que você tem mais probabilidade de obter:

• Diabetes
• Doença hepática gordurosa
• Doença cardíaca
• Colesterol alto
• Câncer de mama

O que significam as medidas da cintura
Você não pode dizer quanta gordura visceral você tem apenas medindo sua cintura. Isso ocorre porque a gordura próxima à superfície da pele (chamada de gordura subcutânea) também faz parte da sua circunferência. Mas sua fita métrica pode lhe dar uma dica se você pode acabar tendo problemas de saúde relacionados à gordura da barriga. Para as mulheres, medidas de cintura acima de 35 polegadas podem levantar uma bandeira vermelha. Para os homens, é de 40 polegadas.

É a primeira gordura a ir
Aqui está um fato feliz: a gordura visceral é o primeiro tipo que você perde. E para fazer isso, você precisa se mover. Seu treino não precisa ser complicado. Você pode caminhar rapidamente por uma hora por dia. Em uma esteira, você pode definir a inclinação mais alta para aumentar o metabolismo. Se você se sentar muito, encontre maneiras de se mover. Defina um cronômetro em seu telefone para lembrá-lo de se levantar a cada meia hora ou assim. Ou experimente uma mesa em pé e agache-se enquanto trabalha.

Contagens inquietantes
Você fala com as mãos? Toque seus pés para melodias? As pessoas acham que você é um pouco hiperativo? Tudo bom. Ficar inquieto pode não ser um “exercício” e não vai construir músculos ou resistência. Mas conta como atividade e queima calorias. Então, da próxima vez que alguém disser que você se inquieta demais, você pode dizer que está queimando a gordura da barriga.

Vinagre de maçã não ajuda
O vinagre de maçã tem muitos usos inteligentes. Reduzir a gordura da barriga provavelmente não é uma delas, embora as dietas da moda possam dizer isso. O líquido picante vem de maçãs que são esmagadas, destiladas e fermentadas. Algumas pessoas pensam que o ácido acético que contém pode melhorar a saúde de algumas maneiras. Estudos em animais mostraram um vislumbre de esperança de que isso possa ajudar a queimar a gordura visceral. Mas não há evidência científica de que tenha o mesmo efeito nas pessoas.

Não culpe a cerveja
A cerveja muitas vezes leva a marca de uma barriga atarracada – daí o termo “barriga de cerveja”. Estudos sugerem que é um pouco mais complicado do que isso. O material espumoso tem muitas calorias. Portanto, pode fazer você ganhar peso. Mas isso não faz necessariamente com que a gordura se acumule em sua cintura. Um culpado mais provável? Refrigerantes e outras bebidas adoçadas. Algumas pesquisas sugerem que o açúcar pode aumentar a gordura da barriga.

Troque refrigerante por chá verde
Para reduzir a gordura da barriga, seja esperto quanto à sua dieta – coma porções razoáveis, muitos vegetais e pouca comida lixo. E em vez de refrigerante, considere o chá verde. Alguns estudos sugeriram que as catequinas, antioxidantes encontrados no chá verde, podem ajudar (um pouco) a queimar a gordura visceral. Os resultados estão longe de ser certos. Mas uma coisa é certa: substituir o chá por bebidas açucaradas economiza calorias. Só não carregue com mel ou açúcar.

Óleo de peixe não ajuda
O óleo de peixe há muito é considerado um suplemento saudável para o coração. O FDA aprovou recentemente um medicamento feito de óleo de peixe para ajudar a controlar os triglicerídeos, uma gordura encontrada no sangue. Mas, serve para secar a gordura da barriga? Não muito. Um estudo com homens com sobrepeso que tomaram suplementos de óleo de peixe não encontrou nenhuma mudança na gordura do estômago.

Gordura da barriga e seus ossos
Por muito tempo, os médicos pensaram que o peso extra poderia ajudar a manter seus ossos fortes e protegê-lo de fraturas. Mas pesquisas mostram que isso não é necessariamente verdade, pelo menos no que diz respeito à gordura visceral. Um estudo descobriu que homens com mais gordura na barriga tinham ossos mais fracos. Outro estudo analisou mulheres que ainda não haviam passado pela menopausa. Ele descobriu que aqueles com mais gordura abdominal tinham densidade óssea menor, um sinal de alerta de osteoporose.

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*Fonte: saberesaude