4 alimentos que ajudam a combater o estresse

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse atinge 90% da população mundial. No Brasil, 70% das pessoas sofrem com esse mal. Apesar de muito comum, é necessário cuidado, pois a condição pode levar a uma série de doenças como câncer, depressão, diabetes, transtornos alimentares e hipertensão.

De acordo com Ione Leandro, nutricionista da ONodera Estética, um grande aliado no combate ao estresse é a alimentação. “Dentre os aminoácidos mais importantes para o bom funcionamento do organismo está o triptofano. Quando alimentos ricos nessa substância entram na corrente sanguínea, são transportados para o cérebro e o trato gastrointestinal se encarrega de produzir a serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar”.

Alimentos para incluir na dieta

Abaixo, a nutricionista separou outros alimentos que, além do triptofano, contêm vitaminas e minerais importantes para combater o estresse.

Banana – A fruta é rica em triptofano, Vitamina B6, Magnésio e Potássio, nutrientes que estimulam a produção de serotonina e ajudam a diminuir ansiedade e irritação.

Folhas verde-escuras – A deficiência de ácido fólico, presente na couve, brócolis e espinafre, pode provocar depressão. Procure consumir de duas a três porções por semana.

Frutas cítricas – A vitamina C presente nas frutas cítricas reduz a secreção de cortisol, hormônio liberado pela em resposta ao estresse e à ansiedade. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumentam a sensação de bem-estar.

Chocolate – O cacau presente no chocolate é rico em antioxidante e aminoácidos percussores de serotonina. “Quanto mais cacau compor a fórmula do alimento, mais saudável ele é. Portanto, opte pelo amargo ou meio amargo e evite os chocolates brancos e ao leite, que são repletos de açúcar, aditivos e gordura hidrogenada. É recomendado de 25 a 30 gr dessa delícia diariamente”, finaliza Ione.

 

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*Fonte: ciclovivo

Objetos do cotidiano de grandes autores

Da bengala que Virginia Woolf usou para chegar pela última vez ao rio Ouse, até o abridor de cartas que Charles Dickens produziu com a pata de seu querido gato falecido, Bob – a seção Berg Collection, da biblioteca pública de Nova Iorque, abriga milhares de objetos do cotidiano de grandes autores.

O arquivo contém cerca de 2 mil materiais, que vão de manuscritos a itens pessoais de mais de 400 autores. O conteúdo foi doado em 1940 pelos irmãos Henry W. e Albert A. Berg, ambos médicos e também ávidos colecionadores da literatura inglesa e americana.

A biblioteca está localizada na 476 Fifth Avenue e as visitas devem ser agendadas. Por lá, ainda se encontram outros diversos materiais fascinantes e peculiares: as gaitas de Jack Kerouac, os óculos e canetas de Mark Twain e os desenhos de borboleta de Vladimir Nabokov.

Contemplar os objetos pessoais de autores falecidos pode soar um tanto sombrio, mas também é uma maneira de nos aproximarmos dessas figuras literárias e de suas mentes criativas.

Gareth Smit, do New York Times, fez uma visita ao local e mostra um pouco do que a coleção oferece.

*Por Raquel Rapini

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*Fonte:

 

6 causas surpreendentes da dor de cabeça

Para alguns, chegar ao clímax em um encontro sexual nem sempre é sinônimo de prazer.

Para outros, comer um simples sorvete também pode causar problemas.

É que ambas as situações podem levar algumas pessoas a sentir uma forte dor de cabeça. Muitos, no entanto, não se deram conta da relação de causa e efeito nesses momentos.

Confira algumas situações que, a princípio, deveriam ser prazerosas, como as mencionadas acima, ou não tanto, como faxinas — que podem causar dores de cabeça.

1. Sexo

É comum ver com certo humor quando dores de cabeças são usadas por mulheres como desculpa para conter investidas indesejadas de um parceiro.

Mas, segundo a sexóloga australiana Margaret J. Redelman, autora do artigo “What if the ‘sexual headache’ is not a joke?” (“E se a ‘dor de cabeça sexual’ não for uma piada?”), publicado no periódico British Journal of Medical Practitioners, essas dores na cabeça associadas ao sexo “podem ser qualquer coisa, menos uma piada”.

A International Headache Society (IHS) é uma organização britânica sem fins lucrativos que ajuda as pessoas que sofrem de dor de cabeça. Segundo a entidade, a dor durante o sexo já recebeu alguns nomes diferentes na literatura especializada:

. Dor de cabeça sexual benigna ou dor de cabeça sexual vascular benigna
. Cefaleia coital ou dor de cabeça coital
. Cefaleia orgásmica ou dor de cabeça orgásmica

A organização descreve essa manifestação geralmente começando “como uma dor bilateral que aumenta acompanhando a excitação e que, de repente, se intensifica no orgasmo, mesmo sem qualquer distúrbio intracraniano (observado)”.

A intensidade da dor “abrupta e explosiva” pode ocorrer mesmo um pouco antes da chegada ao orgasmo.

Essa dor de cabeça pode durar de alguns minutos a 72 horas, com uma intensidade média.

De acordo com o Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), “os médicos acreditam que as dores de cabeça sexuais se devam a uma pressão que se acumula nos músculos da cabeça e pescoço” conforme avança a relação sexual.

Embora o NHS reconheça que esse tipo de dor de cabeça é inconveniente, esclarece que elas “geralmente são inofensivas e não significam que o sexo deva ser evitado”.

Tomar um analgésico algumas horas antes pode bloquear essa dor intrusa. No entanto, solicitar ajuda especializada é sempre o melhor passo a seguir.

2. Sono

Se você costuma já acordar com uma forte dor de cabeça, pode ser que algo esteja acontecendo durante seu sono para acioná-la.

Muitas pessoas não sabem que sofrem de bruxismo noturno, um hábito involuntário de cerrar os maxilares ou ranger os dentes sem qualquer finalidade funcional. A contração dos músculos da mandíbula pode causar dor de cabeça.

O bruxismo em sua versão mais leve é mais frequente do que parece e afeta crianças e adultos. Segundo o cálculo de um estudo publicado em 2013, a prevalência de bruxismo noturno na população adulta é de aproximadamente 12%.

“Ranger os dentes é cerca de 40 vezes mais potente que mastigar”, explicou Nigel Carter, da fundação British Oral Health, à BBC.

A melhor maneira de resolver isso é ir ao dentista para colocar um protetor bucal que resguarde os dentes enquanto dormimos.

3. Faxina

Desta vez, não tem nada a ver com uma desculpa para a preguiça: é um fato que, para algumas pessoas, limpar a casa pode dar dores de cabeça.

“Os produtos de limpeza doméstica, bem como perfumes e purificadores de ar aromatizados, contêm produtos químicos que podem levar à dor de cabeça”, diz o NHS, recomendando que neste caso tais produtos sejam evitados.

“Se você é suscetível (…) a certos odores, evite perfumes, sabonetes, xampus e condicionadores com aromas fortes”.

“Se o perfume de um colega está incomodando, coloque um ventilador em sua mesa”, acrescenta.

O serviço de saúde britânico recomenda ainda, para pessoas assim, que as janelas sejam abertas durante a faxina.

Um estudo do Departamento de Ciências Clínicas da Universidade de Bergen, na Noruega, já indicou que o uso regular de certos produtos de limpeza pode ter efeitos prejudiciais nos pulmões.

4. Iluminação

Luzes muito fortes ou brilhantes, especialmente as que piscam, podem causar enxaquecas.

Isso ocorre porque elas acionam certas substâncias químicas no cérebro, que então “ativam o centro da enxaqueca”, explica o NHS.

O órgão de saúde recomenda que pessoas que sofram disso usem óculos de sol dentro e fora de ambientes internos. Lentes polarizadas também são uma opção.

“No trabalho, ajuste o monitor do computador ou coloque uma tela protetora antirreflexo. Você também pode desligar certas luzes ou movê-las. Se não puder, mude de lugar no escritório. As luzes fluorescentes tendem a piscar. Se possível, substitua-as por outro tipo de iluminação.”

Foi exatamente o que William, um jornalista da BBC, fez.

“No meu escritório, eles instalaram uma luz branca forte, intensificada pelo direcionamento do foco”, diz ele.

“Eu sofro de enxaqueca ocular e zumbido [nos ouvidos], duas condições relacionadas. A luz estimulou essas condições, especialmente a enxaqueca ocular que interfere na minha visão e diminui o meu campo visual.”

“Pedi que reduzissem a intensidade da luz ou mudassem a direção do foco. No fim, elas foram desconectadas completamente.”

5. Sorvete

“Você sente uma dor aguda e pulsante na testa quando come um sorvete? Então você é suscetível a dores de cabeça causadas pelo alimento frio que se move pelo palato e por trás da garganta. Picolés e bebidas geladas têm o mesmo efeito”, diz o NHS.

Segundo a Harvard Health Publishing, a publicação da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, quando o sorvete toca essas partes da boca, faz com que “pequenos vasos sanguíneos nessas áreas se contraiam e depois se expandam rapidamente”.

“Os receptores de dor [localizados] próximos aos vasos sanguíneos detectam desconforto e enviam a mensagem, através de pequenas fibras nervosas, para um nervo maior, que, por sua vez, envia o sinal para o cérebro.”

A boa notícia é que, segundo o NHS, as dores de cabeça surgidas quando se come sorvete não precisam de tratamento.

“Elas terminam em um instante, raramente durando mais de um minuto ou dois.”

6. Postura

Ainda de acordo com o NHS, a má postura causa “tensão na parte superior das costas, pescoço e ombros, o que pode gerar dor de cabeça”.

“Tradicionalmente, a dor é sentida de forma latejante na base do crânio e às vezes chega ao rosto, especialmente na testa.”

O principal conselho é evitar ficar na mesma posição por um longo tempo.

Sente-se em linha reta e verifique se a região lombar está bem sustentada, acrescenta o órgão de saúde.

E se você é daqueles que segura o telefone entre a orelha e o ombro enquanto escreve, o NHS recomenda que você pare com isso, porque essa posição causa tensão nos músculos.

Se você acredita ter problemas de postura, procure um profissional de saúde para identificar a melhor maneira de corrigir isso — porque uma dor de cabeça pode ser apenas uma das várias consequências disso.

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*Fonte: bbc-brasil

Tomar vinho tinto e comer chocolate pode atrasar o envelhecimento

Apreciar um bom vinho e comer um chocolate preto faz bem para sua saúde.
Um estudo que foi feito no Reino Unido, descobriu que um produto químico semelhante ao resveratrol retarda o envelhecimento do corpo humano.

Não é segredo pra ninguém que tomar vinho e comer chocolate é benéfico para nós. Pois já existem muitos estudos que confirmam isso.
Mas nessa pesquisa, foi comprovado que os dois juntos podem contribuir com que as pessoas “vivam mais”.

O resveratrol é classificado como um fitoestrogênico, que é capaz de interagir bem com os receptores de estrogênio no corpo.

Nesse estudo foi utilizado resultados de outras pesquisas já realizadas na universidade, indicando que, á medida que vamos envelhecendo, os chamados fatores de junção, que são tipos de proteínas, ficam inativos.

Com a adição de “resverogues” ao envelhecimento das células humanas as reativou.

Além das células parecerem mais jovens, isso fez com que as antigas células se dividissem novamente.

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*Fonte: universointeressante

David Bowie: famoso pub do clipe de “Let’s Dance” está à venda

Olha a oportunidade para os fãs de David Bowie que estiverem com uma graninha sobrando!

O icônico Carinda Hotel, que apareceu no clipe de “Let’s Dance”, está à venda. Localizado em Carinda, pequena cidade rural no interior da Austrália, a propriedade está saindo por 220 mil dólares australianos (cerca de R$670 mil).

Os donos fazem questão, inclusive, de deixar claro que o local onde Bowie esteve no clipe está “intacto”. A descrição do hotel/pub, aliás, é de passar vontade:

[O Carinda Hotel tem] uma grande área de bar com chopp, geladeiras para copos e garrafas e duas salas de refrigeração; área de cozinha com uma grelha com grande exaustor e áreas de armazenamento, incluindo freezers e geladeiras; seis quartos internos anexados à parte de trás do prédio bem como três cabines na propriedade; banheiros internos e externos e quartos e cabine na parte de trás.

Veja o anúncio por aqui. Abaixo, você pode relembrar o clipe — o hotel/pub aparece bem no início.

David Bowie, Carinda Hotel e o Racismo

O clipe de “Let’s Dance” tinha uma mensagem muito simples, como relembrou a NME. “É errado ser racista,” falou Bowie, citando que a Austrália “é provavelmente um dos [países] mais intolerantes racialmente no mundo”. Ainda assim, na entrevista de 1983, ele disse que amava muito o país.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Citroën lança carro elétrico compacto que custa apenas R$ 100 por mês

Com velocidade máxima de 45 km/h, veículo é ideal para pequenos deslocamentos dentro das cidades

Prometendo oferecer “mobilidade 100% elétrica para todos”, a Citroën está lançando na Europa o Ami, um veículo elétrico urbano compacto e de baixo custo, que pode ser dirigido por qualquer um acima de 14 anos (na França) mesmo sem carteira de motorista.

O Ami é um “carrinho” de 2 lugares, com apenas 2,4 metros de comprimento, equipado com uma bateria de 5,5 kWh. A autonomia é de até 70 km com uma carga, viajando a até 45 km/h. Não, não é um carro para os amantes da velocidade, ou mesmo para a estrada, mas sim para pequenos deslocamentos dentro das cidades. Ou seja, para ir e voltar do trabalho, ao shopping center, ao supermercado, etc.

Segundo a Citroën, a recarga completa da bateria pode ser feita em três horas em qualquer tomada de 220 volts, sem necessidade de um carregador especial. O interior do veículo é fechado e aquecido, e segundo a fabricante “muito iluminado e confortável”. A aparência pode ser customizada com pacotes de acessórios para mudar a cor do carro.

Mas o principal destaque do Ami é o preço: na França será possível adquirir um por apenas 19,99 Euros mensais (cerca de R$ 98), mediante o pagamento de uma entrada de 2.644 Euros (cerca de R$ 13 mil). O governo francês oferece uma dedução de 900 Euros (cerca de R$ 4.400) pelo fato de ser elétrico, o que leva o total a 1.744 Euros ou R$ 8.600 . O veículo também estará disponível para locação, com preço de 0,26 Euro (cerca de R$ 1,30) o minuto, através da locadora Free2Move.

O Citroën Ami poderá ser comprado “100% online”, como entrega na casa do comprador, e também estará disponível em lojas como a Fnac e Darty. A montadora começará a aceitar pedidos em 30 de março, com previsão de entrega das primeiras unidades na França em junho.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Músicos criam todas as melodias possíveis, as registram e liberam de graça para “acabar” com processos de plágio

Plágios são sempre uma questão complicada na música. Quantas vezes não ouvimos uma melodia que nos remete a outra? Para “salvar” a vida de músicos de levar tantos processos, a dupla Damien Riehl e Noah Rubin teve uma ideia genial.

Os dois usaram um algoritmo para criar virtualmente todas as melodias possíveis no mundo. Em seguida, muito graças ao conhecimento de Riehl como advogado de direitos autorais, protocolaram todas as suas criações e, finalmente, distribuíram as “músicas” gratuitamente.

A intenção, segundo eles, é evitar futuros processos por plágio. Como contou originalmente a Vice, Riehl falou:

De acordo com a lei de direitos autorais, números são fatos, e de acordo com a lei de direitos autorais, fatos têm direitos autorais claros, praticamente nenhum direito autoral, ou nenhum direito autoral. Então talvez se esses números existem desde o princípio dos tempos e nós só estamos os retirando, talvez as melodias sejam apenas matemática, que é apenas fatos, que não possui direitos autorais.

Melodias, direitos autorais e “salvação” dos músicos

Para isso, a intenção principal do projeto foi provar que há uma natureza finita das melodias. Riehl explicou no TEDx disponível acima (em inglês) que eles compilaram a base de dados determinando algoritmicamente todas as melodias contidas em uma oitava.

Em seguida, o algoritmo passou a ser capaz de gravar cada melodia que combinava 8 notas e 12 batidas a um impressionante ritmo de 300 mil melodias por segundo. Com isso, os dois programadores esperam evitar futuros processos como o do Radiohead contra Lana Del Rey, que acabou não sendo verdade mas foi seriamente considerado pela equipe da banda.

Se vai resolver a questão, não é possível saber agora. A dupla já disponibilizou na internet o algoritmo e as bases de dados, e acredita que pelo menos no que diz respeito a melodias a iniciativa pode ajudar. Veremos!

*Por Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Quanto mais café você toma, mais você vive

O café é um de nossos grandes companheiros no dia a dia. Presente em nossa cultura há mais de dois séculos, a bebida tradicional está presente em praticamente todas as mesas do país, seja no café da manhã, no lanche da tarde, para alguns até mesmo à noite.

Muitas pessoas se consideram viciadas em café e precisam tomar pelo menos uma xícara por dia, para manterem a disposição ou apenas para sentirem o sabor único da bebida. Se você é uma delas, um novo estudo tem uma ótima notícia para te dar!

Uma pesquisa em parceria realizada na Inglaterra, que reuniu o Instituto Nacional do Câncer, Instituto Nacional de Saúde e da Escola de Medicina Feinberg provou que nosso consumo de café pode influenciar diretamente em nossa longevidade, e que quanto mais café tomamos, mais tempo vivemos.

Sobre o estudo

O objetivo da pesquisa era verificar se o café realmente aumenta o risco de mortalidade, quando consumido em ingestão pesada, em especial aqueles que contam com polimorfismos genéticos comuns que prejudicam o metabolismo da cafeína.

Depois de um estudo realizado com mais de meio milhão de pessoas, os resultados mostraram associações inversas entre consumo de café mortalidade, entre participantes que bebiam de 1 a 8 ou mais xícaras por dia.

Conclusões

As conclusões do estudo mostram que, além de viverem mais, os consumidores regulares de café tendem a ter uma vida mais longa do que aqueles que o consomem moderadamente.

No entanto, o resultado é visto como uma correlação, e não uma conexão causal. Isso quer dizer que não é totalmente comprovado que o café seja, de fato, o responsável pela longevidade, mas que esse hábito, em conjunto com outros, são essenciais para uma vida mais saudável e longa.

Outros benefícios do café já são conhecidos por nós: redução de condições de saúde como depressão, Parkinson, câncer, diabete tipo 2, estresse e também o rejuvenescimento das células.

É possível que o café possa estar associado a um período de vida mais longo, mas para que a hipótese seja totalmente confirmada, serão necessárias mais pesquisas aprofundadas.

É muito importante que a bebida, ainda que consumida diariamente, seja feita com moderação e sempre colocando o bem-estar em primeiro lugar. Também é válido relembrar que o café não é recomendado para gestantes, e que quando se acrescentam complementos, a bebida pode perder as suas vantagens.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Bactérias se comunicam para evitar antibióticos

As infecções bacterianas não são apenas desagradáveis — elas também podem se tornar sérios problemas de saúde. Algumas bactérias desenvolvem resistência a tratamentos eficazes com antibióticos e, por isso, os pesquisadores tentam desenvolver novos tipos de antibióticos que podem combater as bactérias e, ao mesmo tempo, também procuram por maneiras de tornar o tratamento atual com antibióticos mais eficaz.

Agora, os pesquisadores estão mais próximos desse objetivo com um tipo de bactéria chamada Pseudomonas aeruginosa, notória por infectar pacientes com fibrose cística pulmonar. Em um novo estudo, os pesquisadores descobriram que as bactérias enviam sinais de alerta entre si quando são atacadas por antibióticos ou pelos vírus bacteriófagos, que matam as bactérias.

“Podemos ver em laboratório que as bactérias simplesmente evitam a ‘área perigosa’ onde estão os antibióticos ou bacteriófagos. Quando recebem o sinal de alerta de suas companheiras, pode-se ver no microscópio que elas descrevem círculo ao redor da ameaça. É um mecanismo inteligente de sobrevivência. Se as bactérias usam dessa mesma manobra no caso das infecções em seres humanos, isso poderá ajudar a explicar por que algumas infecções bacterianas são resistentes a antibióticos”, disse a pesquisadora Nina Molin Høyland-Kroghsbo, professora do Departamento de Ciências Veterinárias da Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

No estudo, que é uma colaboração entre a Universidade de Copenhague e a Universidade da Califórnia Irvine, os pesquisadores estudaram o crescimento e a distribuição de bactérias em placas de Petri. Em laboratório, eles criaram ambientes que se assemelham à superfície das mucosas, onde uma infecção pode ocorrer — como é o caso dos pulmões de uma pessoa com fibrose cística.
A bactéria Pseudomonas Aeruginosa cresce a partir do centro de uma placa de Petri, mas desvia de seis colônias bacterianas no caminho (círculos vermelhos) que foram infectadas com antibióticos. Isso acontece porque as seis colônias estão avisando suas companheiras. (Créditos da imagem: Universidade de Copenhague).

Nesse ambiente, os pesquisadores podem ver como as bactérias geralmente se comportam e como se comportam quando são afetadas por antibióticos e bacteriófagos.

As bactérias Pseudomonas aeruginosa são um problema tão grande que são classificadas na categoria crítica na lista de bactérias da Organização Mundial da Saúde, onde novos tipos de antibióticos são urgentemente necessários. Portanto, os pesquisadores estão entusiasmados em fazer novas descobertas sobre as maneiras pelas quais esse tipo de bactéria se comporta e sobrevive.
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“As infecções por esse tipo de bactéria são um grande problema em todo o mundo, com muitas hospitalizações e mortes. É por isso que estamos realmente satisfeitos por poder contribuir com novos conhecimentos que podem ser potencialmente usados para combater esse problema”, disse Høyland-Kroghsbo.

No entanto, ela enfatizou que ainda levará muito tempo para que o novo conhecimento resulte em melhor tratamento. O próximo passo é pesquisar como afetar os sinais de comunicação das bactérias. [Phys.org].

*Por Giovane Almeida

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*Fonte:

Estudo revela que ferrugem bloqueia radiação cósmica

A ferrugem bloqueia radiação cósmica, de acordo com um estudo recente realizado por cientistas. Para quem não sabe, a radiação cósmica é o tipo de radiação que bombardeia astronautas e seus equipamentos no momento em que eles saem da atmosfera da Terra.

Proteger os astronautas é um elemento crucial para realizar missões no espaço, especialmente se quiserem enviar alguém para Marte ou além disso. Com a tecnologia atual, a proteção que há disponível não é suficiente. Ou ficaria extremamente caro e pesado para criar um escudo realmente efetivo contra a radiação.

Metal oxidado, porém, especialmente o óxido de gadolínio (III), bloqueia mais radiação do que qualquer outra coisa, de acordo com uma pesquisa publicada no mês passado na revista Radiation Physics and Chemistry.

O estudo, um esforço conjunto da Lockheed Martin e da Universidade Estadual da Carolina do Norte, poderia oferecer aos engenheiros uma nova ferramenta para manter os tripulantes em segurança durante longas incursões no espaço.

A ideia de usar ferrugem diminuiria o peso usado para criar este “escudo protetor”.

“Nossa abordagem pode ser usada para manter o mesmo nível de proteção contra radiação e reduzir o peso em 30% ou mais, ou você pode manter o mesmo peso e melhorar a proteção em 30% ou mais – em comparação com as técnicas de proteção mais amplamente usadas” disse o engenheiro nuclear do Estado da Carolina do Norte, Rob Hayes, em um comunicado à imprensa. “De qualquer forma, nossa abordagem reduz o volume de espaço ocupado pela blindagem.”

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*Fonte: geekness

Por que temos ideias geniais quando estamos no chuveiro?

Talvez você já tenha passado por isso. A água do chuveiro cai sobre sua cabeça enquanto você está imerso em pensamentos dispersos. De repente… Ah, uma ideia brilhante vem à mente.

Nesse momento, podemos acabar o banho mais rápido para contar a todos como somos inteligentes.

Essa situação parece anedótica, mas há estudos em que os participantes mencionam o chuveiro como um dos lugares onde têm ótimas ideias ou soluções para seus problemas.

O que faz do chuveiro uma espécie de incubador de “ideias geniais”?

Existem dois fatores que explicam essa “mágica”, de acordo com o psicólogo John Kounios, diretor do programa de Ciências Cognitivas e do Cérebro da Universidade Drexel, nos Estados Unidos, que estuda processos criativos há vários anos.

Desligar os Sentidos

A primeira razão é o que Kounios chama de “restrição sensorial”.

Quando estamos sob o chuveiro, nossos sentidos diminuem um pouco.

A visão é limitada pela queda da água ou porque fechamos os olhos; não podemos ouvir em detalhes porque a água age como um ruído que bloqueia outros sons; também diminuímos a sensação de toque, porque a água geralmente está em uma temperatura semelhante à do corpo, de modo que a fronteira entre o interior e o exterior não é muito perceptível.

“O que acontece no momento do banho é que os sentidos, em vez de serem focados para o exterior, estão voltados para o interior. A atenção é direcionada para o interior”, disse Kounios à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Vários estudos de laboratório mostraram que, pouco antes de termos uma ideia ou uma “revelação”, o córtex visual, uma área na parte posterior do cérebro responsável por processar os estímulos que entram pelos olhos, desliga-se ligeiramente.

Isso significa que, pouco antes de ter uma epifania, nos tornamos menos conscientes de nosso entorno, porque a atenção está focada em nosso interior.

Assim, o chuveiro se torna um espaço de isolamento com poucos estímulos ou distrações externas, o que torna mais fácil a concentração nos pensamentos.

“Se você está atento a seu redor, não consegue se concentrar em seus próprios pensamentos”, diz o psicólogo. “Você não pode ver as estrelas quando o sol está brilhando.”

Relaxamento

O segundo fator tem a ver com o fato de o chuveiro ser um local relaxante, onde normalmente temos um momento tranquilo e agradável.

Kounios explica que vários estudos demonstraram que estar de bom humor estimula a criatividade.

“Quando está relaxando e de bom humor, você se permite pensar ambiciosamente ou até ter ideias um pouco malucas”, diz ele.

O contrário também é verdadeiro, segundo o pesquisador. Se você estiver ansioso, o seu pensamento pode se tornar mais limitado.

“Se você está ansioso ou sob pressão, não pode cometer erros”, diz Kounios.

“Isso faz você pensar deliberadamente de forma metodológica e mais conservadora”.

Agora que você tem o apoio da ciência, está pronto para tomar um bom banho e surpreender o mundo com sua próxima grande ideia.

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*Fonte: bbc-brasil

DeLorean DMC-12, lendário carro de De Volta para o Futuro, voltará a ser fabricado

Em 1985, o filme de Robert Zemeckis De Volta para o Futuro deixou o mundo todo boquiaberto. Entre os muitos elementos que chamavam a atenção, um se destacou: o carro DeLorean DMC-12, que era também uma máquina do tempo. Agora, os fãs do filme que tiverem dinheiro poderão tornar seu sonho realidade e comprar o mesmíssimo automóvel, completamente novo.

O último desses inconfundíveis veículos foi fabricado em 1982, três anos antes da estreia do filme. Em 2016, a empresa anunciou que lançaria no mercado uma série limitada do DMC-12, mas os planos vieram abaixo por mudanças nas regulamentações da Administração Nacional de Segurança do Tráfego nas Estradas (NHTSA, na sigla em inglês). Agora, o vice-presidente da DeLorean Motor Company, James Espey, confirmou que os planos de produção do DMC-12 foram retomados, e esse icônico veículo voltará à vida. Sua característica carroceria de aço inoxidável permanecerá praticamente idêntica ao modelo original, mas seu motor será moderno e terá entre 300 e 350 cavalos de força.

O DeLorean DMC-12 começou a ser fabricado em outubro de 1978, em Dunmurry, no norte da Irlanda. Os primeiros carros ficaram prontos por volta de 1981 e apresentavam graves defeitos de acabamento que precisavam ser corrigidos antes de serem entregues às concessionárias. Além do atraso que isso implicou, o mercado estava em forte recessão. A montadora esperava vender entre 10 mil e 12 mil carros, mas apenas seis mil foram comercializados. Para completar, John Zachary DeLorean, dono original da montadora, foi preso por tráfico de drogas, o que contribuiu decisivamente para levar a empresa à falência. Apesar de ele ter sido absolvido das acusações, o estrago já estava feito.

O veículo só foi redescoberto após ter sido usado em De Volta para o Futuro, franquia cinematográfica iniciada em 1985. Os produtores escolheram o modelo devido ao seu visual futurista, ideal para abrigar uma máquina do tempo sobre rodas. Ainda não é possível encomendar novas unidades do DeLorean, pois a companhia ainda depende da aprovação das novas regulamentações da NHTSA, o que pode levar no mínimo um ano.

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*Fonte: historyplay

Por que a maioria das pessoas não se importa com problemas ambientais?

As pessoas se importam com questões de sustentabilidade? Como educadora e engenheira ambiental, essa é uma pergunta recorrente em minha cabeça. E tenho certeza que se você está lendo este artigo, já se perguntou isso também.

Fazendo uma rápida busca por pesquisas realizadas sobre o tema, vemos indícios que sim, as pessoas se importam com questões relacionadas ao meio ambiente no Brasil. Uma pesquisa realizada em 2012 pelo Ministério do Meio Ambiente aponta, por exemplo, que 82% das pessoas discordam da seguinte frase: “O conforto que o progresso traz para as pessoas é mais importante do que preservar a natureza” e esse índice veio crescendo desde 1997, quando eram apenas 67%. Em 2018, o “meio ambiente e riquezas naturais” apareceu como maior orgulho nacional para o brasileiro em pesquisa realizada pelo IBOPE e WWF.

Porém, existe uma diferença clara entre o discurso e a prática. Falar que se importa é uma coisa, mas de fato ter uma mudança de comportamento é outra história. Somos um dos países com maiores índices de desmatamento, reciclamos menos de 5% dos nossos resíduos e elegemos governos com claro descaso por questões ambientais.

Se as pessoas dizem se importar, por que não agem e cobram devidamente?

O ser humano prioriza problemas imediatos.
As mudanças climáticas, por exemplo, parecem algo muito distante do presente e acabam não representando uma ameaça factível para muitos.

Desconexão com a natureza.
Cuidamos apenas daquilo que conhecemos e temos vínculo. Quanto mais distantes do meio natural, menos as pessoas se importam com sua preservação e conservação.

A população não tem conhecimento suficiente.
Conhecimento é diferente de informação. Enquanto a informação está cada vez mais acessível, ainda não está claro para muitos os reais desafios, causas, consequências e possibilidades de soluções.

Muitos não sofrem ou percebem diretamente as consequências.
O problema do plástico no oceano, por exemplo, despertou incômodo nas pessoas quando começaram a literalmente ver o lixo na praia e nas ruas de sua cidade.

É mais trabalhoso sair da zona de conforto.
Como seres vivos otimizamos ao máximo nosso gasto de energia e por isso priorizamos aquilo que nos é mais fácil e cômodo.

Sistema baseado em crenças e valores insustentáveis.
Ganância, individualismo, egoísmo, medo, impotência e desconexão ainda são valores presentes em nossa sociedade e base para nosso modo de vida, gerando crenças, comportamentos e culturas insustentáveis.

O desafio é complexo, mas um dos principais papéis da educação para sustentabilidade é, justamente, compreender as causas da distância entre o discurso e a prática e traçar estratégias para minimizá-las. Também é papel da educação para sustentabilidade aproximar as pessoas da natureza; facilitar práticas e soluções para que as pessoas se desafiem a sair de sua zona de conforto; fortalecer valores humanos como cooperação, respeito e solidariedade; levar a informação de maneira mais clara e convidativa; e gerar mais empatia e conexão entre aqueles que causam e os que hoje começam a sofrer as consequências.

*Por Lívia Ribeiro

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*Fonte: autossustentavel

Segundo a ciência, tudo na praia faz bem para as pessoas

Todos nós precisamos de um momento de lazer, não é verdade? Se possível, sempre que puder, fazer uma viagem para um lugar calmo e relaxante. Muitas pessoas optam por entrar em contato com a natureza, no caso, as árvores e o ar puro. Por esse motivo, escolhem como destino o campo ou florestas para acamparem. Os mais radicais preferem trilhas por montanhas, saltos de bungee jumping ou paraquedas. No entanto, um dos destinos mais comuns e desejados ainda é a praia. Esse é o lugar onde costumamos ir para relaxar com a família, tomar um bom Sol e se deliciar na água.

Uma visita à praia pode ainda ser mais benéfica do que você pode imaginar. Faz bem para a saúde emocional e física. Nos acalmamos quando estamos com raiva, deixamos de lado o estresse e até mesmo a ansiedade. Além de melhorar a saúde mental, pode ainda tratar doenças de pele e até nos ajudar a perder um quilinhos. Confira conosco como a praia pode melhorar de forma drástica a nossa vida. Aproveite para compartilhar com seus amigos e, sem mais delongas, confira conosco e surpreenda-se.

Como a praia faz bem para as pessoas

A água
A água do oceano é extremamente rica em minerais que podem ajudar a curar doenças de pele. Ela combate a psoríase e eczema. Além disso ,a própria água ajudar a combater a sinusite e a febre alta. A água do mar pode ainda aumentar a liberação do hormônio da felicidade, que são a dopamina e a serotonina. Nadar no bar traz bastante benefícios para a saúde mental, por causa dos efeitos restauradores, por estarmos em contato com a natureza.

A brisa
A brisa do oceano pode auxiliar na desintoxicação do corpo. Quando estamos na praia, enchemos os nossos pulmões com íons negativos. Esses reforçam o nosso sistema imunológico. Os íons negativos também podem ter um efeito antidepressivo e aliviar sintomas do transtorno afetivo sazonal. Esse ar faz com que você se sinta um pouco mais relaxado, depois de um dia na praia.

A areia
A areia da praia age como um esfoliante natural e pode renovar a pele dos nossos pés. Também melhora a saúde e retarda o envelhecimento. Isso porque absorve os elétrons da Terra ao caminhar sobre ela. Colocar os pés na areia quente traz a sensação de relaxamento. Andar na areia ajuda a entrar em forma, pois é preciso mais esforço e isso faz com que queime calorias.

Os Sons
O som das ondas do oceano traz a sensação de paz e equilíbrio. Além do mais, melhora a força e a capacidade de cura do nosso cérebro. Isso porque nos ajuda a alcançar um estado meditativo. O nosso cérebro tende a reagir de forma positiva à água em geral, incluindo seu som.

As cores
Um estudo foi capaz de revelar que as pessoas, que vivem com vista para o mar, geralmente, ficam menos estressadas. Segundo esse estudo, há uma ligação entre a saúde e a cor azul do céu e da água. Essa cor faz com que as pessoas se sintam mais relaxadas.

E aí, você sabia sobre essas coisas? Comenta pra gente aí embaixo e compartilhe com seus amigos. Vale lembrar que o seu feedback é extremamente importante para o nosso crescimento.

*Por Diogo Quiareli

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Ford apresenta van que usa combustível de óleo de cozinha usado

A Europa adotou metas rigorosas para reduzir as emissões dos veículos novos, abrindo espaço para a introdução dos carros elétricos. Mas o mercado continua a investir em outras opções para substituir os derivados de petróleo.

A Ford anunciou que a sua linha de vans Transit foi aprovada para rodar com HVO (Hydrotreated Vegetable Oil), um tipo de diesel renovável que, além de óleo de cozinha usado, pode incluir gordura animal, óleo de peixe e subprodutos de processos industriais em sua composição.

Vantagens do HVO

Por usar hidrogênio como catalisador no processo de produção, o HVO queima mais limpo e tem uma vida útil mais longa que o biodiesel convencional. Ele reduz em até 90% os gases de efeito estufa, emite menos NOx e partículas e também facilita a partida do motor em baixas temperaturas.

Há empresas na Europa dedicadas à coleta de óleo de cozinha usado em restaurantes, indústrias e escolas, e a União Europeia mantém um programa, chamado RecOil, para aumentar o seu reaproveitamento na produção de biodiesel.

A Ford testou o uso do HVO no motor EcoBlue 2.0 da Transit para garantir seu desempenho e durabilidade, sem a necessidade de nenhuma modificação no combustível.

Combustível é encontrado em postos selecionados

O HVO é vendido em postos de combustível selecionados da Europa, principalmente na Escandinávia e nos países bálticos, tanto na forma pura como adicionado ao diesel comum. Em outros mercados, ele também é adotado por frotistas que precisam melhorar sua pegada ecológica, adquirido diretamente de fornecedores especializados.

Se o veículo precisar abastecer em uma região onde o HVO não é disponível, o motorista pode usar diesel convencional – os combustíveis podem se misturar no tanque sem problemas.

“Permitir que nossas vans funcionem com combustível feito de resíduos, como óleo de cozinha usado, pode parecer absurdo, mas o HVO é, de fato, uma solução para os motoristas e frotistas ajudarem a melhorar a qualidade do ar para todos”, diz Hans Schep, gerente geral de Veículos Comerciais da Ford Europa.

Biodiesel no Brasil

Junto com a Europa, o Brasil é um dos maiores produtores de biodiesel do mundo. No ano passado, a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis autorizou o aumento de 10% para 11% da mistura de biodiesel no diesel. A meta é elevar a mistura para 15% (B15) até 2023. Atualmente, cerca de 80% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja.

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*Fonte: ciclovivo

Leite faz mal para a saúde?

Na última década, o leite tornou-se um pouco controverso. Algumas pessoas dizem que é um alimento necessário e nutritivo, vital para ossos saudáveis, mas outros dizem que pode causar câncer e levar a uma morte precoce.

Então quem está certo? E por que estamos bebendo ainda nos dias de hoje? O pessoal da Kurzgesagt – In a Nutshell foi pesquisar e trouxeram um bocado de informação relevante – e as respostas para suas perguntas.

*Por Julio Moraes

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*Fonte: updateordie

Mistério de como o estresse torna os cabelos brancos é desvendado

Uma equipe formada por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Harvard, nos EUA, descobriram o mecanismo que faz com que os cabelos se tornem brancos quando somos expostos a situações de muito estresse. O time também concluiu que, uma vez os fios mudam de cor, o processo é irreversível – o que representa uma má notícia para os grisalhos inconformados de plantão. Mas, mais importante que os dramas capilares, o estudo pôs em evidência que os efeitos do estresse podem ser bem mais abrangentes do que se pensa.

Mudando de cor

Faz parte do processo natural de envelhecimento da maioria de nós padecer com fios brancos, e o mais normal é que os cabelos comecem a branquear por volta dos 30 anos – embora não seja raro ver pessoas começando a ficar grisalhas muito antes que isso, especialmente quando a genética não ajuda! No entanto, o estresse também é um fator que causa o efeito nas madeixas e, conforme observaram os pesquisadores em seus experimentos, o processo pode se dar em poucas semanas.

Quando iniciaram os testes – com ratinhos de laboratório de pelagem preta –, os cientistas suspeitavam que a perda de cor dos fios poderia ter a ver com uma resposta imunológica em que o próprio organismo passaria a atacar os melanócitos, células responsáveis por produzir a melanina e, portanto, “dar” cor à nossa pele e cabelos. Contudo, depois de desativar as defesas dos ratinhos e ver que eles continuavam a ficar brancos quando expostos ao estresse (estimulado através da dor, pobrezinhos!), os pesquisadores descartaram essa opção e focaram a sua atenção no cortisol, ou seja, no hormônio liberado quando somos submetidos a essas situações.

Então, os cientistas removeram as glândulas dos roedores responsáveis por produzir e liberar o cortisol e, mesmo assim, as criaturas seguiam ficando brancas. Por fim, o time voltou a sua atenção para o sistema nervoso simpático – responsável por ativar a resposta de “fuga e luta” no organismo, e que também é acionado pelo estresse.

Deu branco!

Quando esse sistema é ativado, ocorre a liberação de noradrenalina pelo corpo, um neurotransmissor que atua nos tornando mais alertas e preparados para reagir a situações inesperadas e potencialmente perigosas. Só que, quando essa resposta é posta em ação, os nervos simpáticos – que se ramificam até os folículos pilosos – são estimulados, e a noradrenalina chega até eles.

Pois nos folículos pilosos se concentram as células-tronco dos melanócitos, que vão repondo as células que dão cor aos cabelos conforme elas vão morrendo, e os pesquisadores descobriram que a noradrenalina acelera a deterioração das células-tronco, destruindo o “estoque” de melanócitos. Todo esse processo pode acontecer em uma questão de poucos dias e, uma vez o dano é causado, ele não pode ser mais revertido – e não adianta arrancar os cabelos brancos!

A equipe também descobriu que, ao administrar medicamentos para hipertensão aos ratinhos, o efeito sobre os fios podia ser bloqueado. Além disso, os cientistas conseguiram identificar qual era a proteína responsável por danificar as células-tronco devido ao estresse – a quinasa dependente de ciclina ou CDK – e, da mesma forma que o uso de anti-hipertensivos, a supressão dessa proteína evitou que os ratinhos se tornassem brancos.

O estudo basicamente confirma que o estresse pode afetar a cor dos cabelos e também da pele, além de poder impactar outros tecidos e órgãos de forma negativa. Mas, mais que desapontar grisalhos que querem aposentar tintas e colorações para os cabelos, a pesquisa deixa claro que ainda temos muito o que descobrir sobre os efeitos do estresse no organismo.

*Por Maria Tamanini

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*Fonte: tecmundo

 

Como exatamente os limites de velocidade são calculados?

Quaisquer que sejam suas opiniões sobre os limites de velocidade, você deve estar se perguntando exatamente como eles são determinados. Por acaso, o processo é bastante lógico.

Pelo menos na maioria das ocasiões.

Aqui, exploramos a história dos limites de velocidade e analisamos rapidamente como eles são definidos pelas autoridades locais.

Quando os limites de velocidade foram introduzidos pela primeira vez?

Você pode estar interessado em saber que os limites de velocidade pré-datam os veículos motorizados. Um dos primeiros da história foi estabelecido pela colônia americana de Nova Amsterdã no século XVII.

Esse limite impedia que vagões, carrinhos e trenós fossem executados, montados ou conduzidos a galope sob a punição de “dois quilos de flamengo” (cerca de US$ 50 hoje). Por volta de 1832, “The Stage Carriage Act” foi introduzido no Reino Unido para impedir a “condução furiosa”.

A ascensão da locomotiva levou à imposição de limites de velocidade adicionais em lugares como o Reino Unido até o final do século XIX. Um deles, o “Red Flag Act” de 1865, estabeleceu limites de 16 km/h (10 mph) em estradas abertas, 3,2 km/h (2 mph) em cidades e 6,4 km/h (4 mph) em áreas rurais para mecanicamente veículos propelidos.

Curiosamente, a primeira pessoa a ser condenada por uma infração em alta velocidade é amplamente considerada como Walter Arnold de East Peckham, Kent, Reino Unido. Em 1896, ele foi multado em 1 xelim mais os custos legais por exceder o limite de velocidade de 13 km/h (8 mph).

Muitos países ao redor do mundo começaram a seguir o exemplo, com um limite de velocidade inicial sendo estabelecido no início do século XX, em Connecticut. Outros estados dos EUA logo se impuseram nas próximas décadas.

Como são determinados os limites de velocidade?

Em suma, os limites de velocidade são estabelecidos por uma autoridade pública sob recomendação de opiniões dos membros do trabalho público e estatístico dos engenheiros de tráfego. Mas, é claro, há um pouco mais do que isso.

Os limites de velocidade da estrada são definidos por meio de uma combinação de política e ciência. No nível político, os limites de velocidade são geralmente leis aplicáveis em muitos países ao redor do mundo.

Por esse motivo, eles tendem a ser definidos por funcionários eleitos e aplicados pela aplicação da lei. Os limites de velocidade variam de acordo com a localização (área residencial ou rodovia, por exemplo) e outras condições.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as ruas da cidade tendem a ser fixadas em 40 km/h, as estradas rurais tendem a ter limites de velocidade de 80 km/h e as rodovias tendem a ter também limites de velocidade de 80 km/h. Limites semelhantes são estabelecidos em outros países, como aqui no Brasil.

Mas há mais para determinar e definir limites de velocidade do que isso. Na grande maioria das ocasiões, os limites de velocidade são estabelecidos após um período de consulta com o público e especialistas em campo.

Seja uma estrada recém-construída ou uma solicitação foi recebida para alterar um limite de velocidade, o processo tende a ser o seguinte.

Os membros do público são consultados a fim de verificar suas opiniões sobre o assunto. Isso geralmente resulta em uma disseminação de opiniões de muito rápido (para pessoas que tendem a receber ingressos) a muito rápido para residentes que vivem ou trabalham no local específico em questão.

Os membros do conselho farão contato com os engenheiros de trânsito de sua jurisdição para acessar o limite de velocidade da estrada. Eles terão uma abordagem mais objetiva para formular um limite de velocidade recomendado.

Eles precisam equilibrar a necessidade de tornar as estradas o mais seguras possível, além de permitir que o tráfego se mova o mais rápido possível em uma estrada. Para ajudar nesse processo, os engenheiros de tráfego realizarão um estudo de velocidade.

Eles consistem em uma revisão da função, projeto e uso diário da estrada. Eles tendem a fazer perguntas como:

A estrada é usada por passageiros ou moradores locais?
Qual a largura das pistas?
Qual a largura dos ombros?
A estrada é curva ou reta?
Alguma interseção? Algum ponto cego?
Os engenheiros tentarão calcular a “velocidade do 85º percentil” para um trecho específico da estrada.

Em estatística descritiva, os percentis são medidas que dividem a amostra (por ordem crescente dos dados) em 100 partes, cada uma com uma percentagem de dados aproximadamente igual.

Qual é a “velocidade do percentil 85”?

Com uma revisão básica da estrada concluída, os engenheiros realizarão uma contagem de tráfego para determinar a quantidade real e a velocidade média dos veículos na estrada. Isso tenderá a envolver a instalação de um cabo especial na estrada, ou sistema de radar, em pontos estratégicos para automatizar o processo.

Com esses dados, os engenheiros analisam os números para determinar a “velocidade do 85º percentil”. Se a estrada estiver bem projetada e um limite de velocidade apropriado já estiver definido, a “velocidade do percentil 85” deve estar bem no local.

A “velocidade do 85º percentil” é aquela na qual 85% de todo o tráfego tende a viajar a uma velocidade específica ou abaixo de uma determinada velocidade no ponto estudado em uma estrada.

Os engenheiros também terão uma visão da taxa histórica de colisões na estrada. Isso é então comparado à taxa geral da localidade.

Estes tendem a ser calculados como um número de acidentes por milhão de milhas percorridas, mas outras métricas também são usadas.

Com todas essas informações coletadas e analisadas, o engenheiro de tráfego fará uma recomendação. Geralmente, eles fazem uma das três recomendações, dependendo do resultado do estudo:

Se as taxas de colisão na estrada forem altas e a “velocidade do percentil 85” estiver próxima da existente, o engenheiro geralmente recomenda uma redução no limite de velocidade.
Se a taxa de colisão for alta, mas a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade atual, o engenheiro tenderá a manter a existente, mas aumentará a aplicação da lei.
Se as taxas de colisão forem baixas e a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade existente, o engenheiro poderá recomendar o aumento do limite de velocidade.

Quais são os 3 tipos de limites de velocidade?

Nos Estados Unidos, existem 3 conjuntos ou tipos de limite de velocidade que você deve conhecer. De acordo com bigdawglaw.com, eles são os seguintes: –

Limite de velocidade absoluto – O limite de velocidade absoluto é o limite de velocidade publicado em uma área. Você ultrapassa o limite de velocidade absoluta se ultrapassar a velocidade registrada em qualquer valor.
Limite de velocidade presumido – O limite de velocidade presumido não é tão simples. Se um oficial acredita que você quebrou o limite de velocidade presumido, ele ou ela acredita que sua velocidade não se adequava às condições da época.
Limite básico de velocidade – Quando surge um problema envolvendo o limite básico de velocidade, significa que um policial acredita que sua velocidade de condução não era segura, mesmo que estivesse igual ou abaixo do limite estabelecido. Nesse caso, o oficial precisaria provar que sua velocidade apresentava um problema de segurança.

Qual é o limite de velocidade quando não há limite lançado?

Em muitos países do mundo, existem limites de velocidade nacionais para certos tipos de estradas. Esse é o caso mesmo se não houver limites de velocidade lançados reais presentes.

No Reino Unido, por exemplo, os limites nacionais de velocidade são os seguintes:

Áreas residenciais – Os limites de velocidade, se não houver sinais, são definidos para 48km/h (30 mph). A presença de lampiões e casas, é claro, é uma boa indicação desse limite. Em algumas circunstâncias, o limite de velocidade pode ser de 32 km/h (20 mph), mas isso deve ser claramente indicado.
Estradas-A: As estradas-A são as principais vias rápidas, simples ou duplas. Se a estrada for de pista única, o limite nacional de velocidade será de 97 km/h (60 mph).
Auto-estradas: O limite de velocidade nas auto-estradas também é de 113 km/h (70 mph). Novamente, algumas rodovias, ou certos trechos de rodovia, podem ter limites de velocidade mais baixos, mas isso será claramente sinalizado.

Mas esses limites variam amplamente em todo o mundo.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

13 luas cheias, incluindo duas superluas, iluminarão o céu em 2020. Um espetáculo astronômico!

Se você é uma pessoa fascinada por astronomia, certamente adora observar a Lua e também tem o conhecimento do que são as superluas.

Esses fenômenos tão legais de serem observados acontecem quando a Lua está em sua maior proximidade com a Terra, estado conhecido como perigeu. Nesse momento, ela pode se apresentar aproximadamente 15% maior e com cerca de 30% a mais de luminosidade.

Em 2019, tivemos três superluas que encantaram muito os fiéis observadores do céu, mas eles não ficarão desapontados pois, das 13 luas cheias que acontecerão neste ano de 2020, duas serão superluas. Verdadeiros espetáculos acontecerão no céu de 2020 para todos nós.

Superluas de 2020

As duas superluas de 2020 acontecerão em março e abril.

A de março terá o nome de Worm Moon e ficará 100% cheia em 9 de março – Lua no perigeu, em 10 de março –, e a superlua Pink Moon ficará 100% cheia em 7 de abril, sendo esta a maior do ano.

13 luas cheias, em 2020

A primeira lua cheia de 2020, chamada Wolf Moon, aconteceu em 10 de janeiro. Teremos uma Lua para cada mês, com exceção de outubro, quando teremos uma lua cheia dia 1º e dia 31. Esta última será conhecida como lua cheia de Halloween, um evento extremamente raro.

Brian Lada, meteorologista da empresa americana de previsão AccuWeather, explicou que a Lua Azul ocorre a cada dois ou três anos, e que, no Halloween, é mais rara ainda. “Embora as luas azuis ocorram uma vez a cada dois ou três anos, elas são ainda mais raras no Halloween. Depois da Lua Azul, em 31 de outubro de 2020, o doce ou a travessura deve esperar até 2039 para ver a próxima Lua Azul no Halloween”, explicou Brian.

A lua cheia rara de Halloween também será considerada Lua Azul, já que será a segunda lua cheia no mesmo mês.

Lua Azul rara de Halloween, em 2020

Sempre que duas luas cheias aparecem no mesmo mês (evento que acontece, em média, a cada dois anos e meio ou três anos), a segunda é chamada de Lua Azul.

A lua cheia, no Halloween, ocorre apenas aproximadamente uma vez a cada 19 anos. Calculando-se as luas completas, usando-se o horário médio de Greenwich, essas luas devem acontecer apenas três ou quatro vezes por século. Assim, seremos realmente abençoados com esse grande fenômeno astronômico em nossa geração.

Abaixo estão as datas de todas as luas de 2020 com a hora do Leste nos Estados Unidos. Confira o fuso horário e se prepare para absorver todas as energias positivas que elas trarão para a sua vida:

– 10 de janeiro, às 14h21 – Luna del Lobo

– 9 de fevereiro, às 2h33 – Snow Moon

– 9 de março, às 13h47 – Worm Moon (superlua)

– 7 de abril, às 22h35 – Luna Rosada (superlua)

– 7 a 6 de maio, 45h – Luna de las Flores

– 5 de junho, às 15h12 – Moon Moon

– 5 de julho, às 12h44 – Lua do Cervo

– 3 de agosto, às 11h58 – Lua de Esturjão

– 2 de setembro, às 13h22 – Luna de Maíz

– 1º de outubro, às 17h05 – Crop Moon

– 31 de outubro, às 10h49 – Luna Azul

– 30 de novembro, às 4h29 – Luna del Castor

– 29 de dezembro, às 22h28 – Lua Fria

Sabemos que as luas possuem energias poderosas, que influenciam diretamente nossa vida. Então se prepare para um ano intenso!

*Por Luiza Fletcher

Lua cheia

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*Fonte: osegredo

Fui desafiado a ficar uma semana sem meu celular. Spoiler: eu sobrevivi

O alarme toca. São 7:45 da manhã de um dia de semana normal. Hora de começar a rotina diária: escovar os dentes, tomar café da manhã, tomar banho, me vestir… Mas aí bate aquela vontade incontrolável: verificar se há algo importante na agenda do dia, checar se alguém ligou enquanto eu estava dormindo, enviar uma mensagem, colocar uma música. É instintivo: a mão ganha vida própria, começa a deslizar pela cama procurando por ele. Não tem jeito, preciso dar uma checada no celular. Pronto. Faço todas as tarefas de casa e agora posso começar meu dia. Mas não sem antes colocar o aparelho no bolso.

Assim como muita gente nos dias de hoje, eu não conseguia mais me imaginar sem o smartphone. Nos acostumamos a consultar e comandar nossas vidas pela telinha retangular, seja para trabalhar ou por puro entretenimento. Ouvir músicas, assistir a vídeos, fotografar, ler, checar emails, mandar mensagens e até fazer chamadas por voz, acredite, tem bastante gente que ainda faz ligações. Bom, mas voltando ao assunto, eu não consegui me imaginar sem meu celular. Até que chegou um e-mail (sim, pelo celular), enviado pelo Hypeness, me convidando para um desafio: ficar uma semana sem meu aparelho. À primeira vista pensei: “hashtag tenso”. Mas logo depois comecei a processar melhor a ideia. E pensei: “tenso mesmo!”. Mas decidi aceitar. Afinal, eu estaria munido de vários gadgets enviados pela Samsung: smartwatch, tablet e fones de ouvido sem fio. E esse seriam os únicos aparelhos eletrônicos que eu poderia utilizar. “Beleza, vamos nessa!”: entreguei meu celular para um colega de trabalho e iniciei o desafio.

Dia 1

Claro que é o dia mais difícil. Afinal, você não sabe o que vai acontecer, rola uma ansiedade. Ainda está se acostumando com a ideia. Mas aos poucos vai descobrindo que é sim possível utilizar outros aparelhos eletrônicos para substituir as funções realizadas pelo smartphone. Fui direto para o tablet: um Galaxy Tab S6 que me permitiu realizar a maioria das coisas que costumo fazer durante o dia, não só no trabalho mas também fora dele. Ele vem com uma caneta “mágica”. Explico: para usá-la, não precisa nem encostar na tela, basta fazer movimentos no ar e o tablet os reconhece. Por exemplo, tirar fotos, trocar de música, escrever emails, desenhar, fazer notas. Me senti o próprio Harry Potter com minha varinha mágica. Mas também me diverti utilizando o aparelho para muito mais coisas: fiz chamada de vídeos e assisti meus seriados (a qualidade da tela me surpreendeu). E para terminar o dia, meu lado nerd me convenceu a baixar meu jogo preferido: Fortnite. Fiquei satisfeito com a capacidade de guardar arquivos e processar tudo super rápido.

Dia 3

Comecei a pegar gosto pela nova rotina. Estava feliz por ter completado pouco menos da metade do desafio sem necessidade do meu celular. É curioso como a gente se acostuma com algo e acaba se esquecendo de como era a vida sem isso. E percebemos que fazermos algumas coisas por puro hábito. Já reparou como é chato ficar pegando o celular do bolso toda hora? Ou deixá-lo em cima da mesa durante a refeição. É o suficiente para tirar sua atenção e atrapalhar momentos legais com pessoas que você gosta. E vamos combinar que é super anti-higiênico, né? Foi uma das melhores libertações que tive nesse desafio. O Smartwatch Samsung Galaxy Watch Active2 foi meu companheirão. Não larguei nem um segundo (com o perdão do trocadilho). Com ele eu consegui fazer e receber chamadas telefônicas numa boa. Me senti naqueles filmes futuristas em que as pessoas falam através do relógio. Muito “Black Mirror”. Sem contar que acessei as redes sociais, monitorei meu sono, minhas atividades físicas e stress. Fizesse chuva (ele é resistente à água) ou sol, o Active2 tava lá comigo.

 

Dia 5

Eu descobri que não precisava mais do meu celular. De verdade. E comecei a achar super estranho as pessoas paralisadas na frente da tela. Há tão pouco tempo eu era um deles, mas agora conseguia enxergar um mundo novo (afinal não tinha uma tela na frente na minha cara o tempo todo). Foi fantástico. O auge da minha experiência. Confesso: o desafio já não era mais um desafio. Virou diversão. Eu estava um nojo com meus fones de ouvido Samsung Galaxy Buds Wireless. A mobilidade que ele oferece é sensacional. Poder realizar várias tarefas sem usar as mãos é fascinante. Perguntar ao google várias coisas como previsão do tempo, escutar música onde estiver com som de qualidade, atender ligações sem ruídos externos e não se preocupar com a bateria que duro muito! Ah, e sobre parecer um maluco falando sozinho enquanto faço compras no supermercado… Tô nem aí e acho o máximo!

Dia 7

Cheguei a conclusão que o aparelho celular me tirava boas horas do meu dia. Sim, horas! Percebi que aumentei a produtividade nessa semana sem o aparelho. Aproveitei mais a semana. Aproveitei mais as horas livres para ir ao cinema, encontrar os amigos. Consegui dar mais atenção a detalhes que na maioria das vezes passavam despercebidos. A semana sem celular também me ajudou em outros maus hábitos, como procrastinar meus planos. Foi realmente libertador poder utilizar outros aparelhos. Ao pegar meu celular de volta, demorei algumas horas para ligá-lo novamente. Descobri que ele não é insubstituível. Não é mais como antes. Agora, quando eu acordo de manhã, a primeira coisa que penso é se vai ser cereal com leite ou ovos mexidos.

*Por Rafael Olivier

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*Fonte: hypeness