Fábricas de Fita K7 não conseguem atender demanda por falta de material

Assim como o vinil, a fita cassete também está fazendo seu retorno grandioso às estantes dos amantes de música.

A procura está sendo tanta que, agora, algumas fábricas estão sofrendo com a falta de material para produzir as fitas. A National Audio Company fez um anúncio aos seus consumidores, avisando que haverá atrasos na produção por conta da falta de óxido de ferro.

Sem dar uma previsão exata de quando voltará ao normal, a NAC explicou que a única fábrica que refina o material está em construção há meses, entregando carregamentos bem menores para seus clientes. A empresa espera que tudo se normalize até o fim do ano, mas ainda não tem ideia de quanto tempo vai levar para retomar a produção.

A notícia vem dias após dados mostrarem que o vinil cresceu mais que CD neste ano, e que a fita cassete, apesar de estar bem atrás, também vem vendendo igual água.

*Por Stephanie Hahne

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Veja maior impressora 3D do mundo imprimindo barco

O UMaine Advanced Structures and Composites Center, na Universidade do Maine, recebeu três Guinness World Records. Os recordes foram conquistados por apresentar o maior protótipo de impressora 3D de polímero do mundo, o maior objeto sólido impresso em 3D e o maior barco impresso em 3D. O barco tem 25 pés (7,62 metros), pesa 5mil libras (pouco mais de 2 toneladas) e foi nomeado 3Dirigo. Sua navegabilidade foi verificada em laboratório para teste de modelos offshore.

Essa impressora 3D foi projetada para imprimir objetos de até 100 pés (30 metros) de altura e 22 pés (6 metros) de largura, podendo imprimir 500 libras (aproximadamente 226 quilogramas) por hora. No vídeo em time-lapse é possível conferir, em menos de um minuto, o trabalho de impressão do 3Dirigo, que durou 72 horas.

A cerimônia de revelação do barco foi realizada na quinta-feira, com a presença de autoridades e representantes do Guinness World Records, para confirmar os três recordes.

Outras aplicações

Entre as iniciativas que serão apoiadas com o uso da impressora, está o desenvolvimento de matérias-primas de base biológica, com o uso de celulose derivada de recursos de madeira, e prototipagem rápida de aplicações civis, de defesa e de infraestrutura.

A Universidade estabeleceu parcerias para unir a expertise dos pesquisadores com a de líderes da indústria marítima, para desenvolver e comercializar a impressão 3D. O objetivo desse trabalho conjunto é beneficiar os construtores de barcos no estado do Maine. O uso de plástico com 50% de madeira na impressão, tanto de moldes quanto de partes de barcos, pode deixar a produção muito mais rápida e econômica do que com os métodos utilizados atualmente.

A impressora tem recursos de fabricação aditivos e também subtrativos de alta precisão. A UMaine ainda exibiu um abrigo de comunicação do Exército dos Estados Unidos, impresso em 3D. [Futurism, UMaine]

*Por Liliane Jochelavicius

 

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*Fonte: hypescience

Estes 15 apps podem estar escondidos em seu Android, desinstale já!

Apps são adware projetado para bombardear a vítima com anúncios e usam uma variedade de truques para evitar que sejam descobertos ou desinstalados

A Sophos, empresa especializada em soluções de segurança, emitiu um alerta avisando sobre 15 apps Android que fazem um esforço para se esconder nos aparelhos e continuar entregando anúncios sem que o usuário perceba. Embora não estejam mais disponíveis na Google Play, eles ainda podem estar instalados nos smartphones de milhares de usuários.

Os apps são ‘adware’, ou seja, criados para bombardear as vítimas com propaganda. Todos se disfarçavam como utilitários comuns para tarefas simples, como recortar imagens ou ler códigos QR. Mas quando instalados eles ocultavam o próprio ícone e o substituíam por um atalho. Assim, se o usuário tentasse desinstalar o app apenas apagaria o atalho e o app permaneceria oculto no smartphone.

Além disso, os apps adotam um ícone genérico e alteram seu nome para se passar por um serviço do sistema ou ferramenta do fabricante do smartphone, como ‘Updater’, ‘Time Zone Service’ ou ‘Backup’. Assim o usuário não suspeitará de nada se porventura conferir a lista dos aplicativos instalados na tela de configurações.

De acordo com a Sophos, todos os apps surgiram no Google Play neste ano, e um deles (chamado Free Calls & Messages) tinha mais de 1 milhão de downloads. São eles:

Flash on Calls & Messages (ou Free Calls & Messages)
Read QR Code
Image Magic
Generate Elves
Savexpense
QR Artifact
Find Your Phone
Scavenger
Auto Cut Out Pro
Background Cut Out (em duas versões)
Photo Background
Image Processing
Auto Cut Out
Auto Cut Out 2019

Não é a primeira vez que desenvolvedores usam táticas desonestas para bombardear os usuarios com anúncios ou espionar suas atividades. Na verdade, isso está se tornando bem comum. No início do mês a ESET publicou um alerta afirmando que 172 apps maliciosos, com mais de 335 milhões de instalações no total, estavam disponíveis na Play Store.

Para se proteger, o usuário deve seguir as dicas básicas de segurança: evite apps com notas muito baixas e preste atenção aos comentários e reviews de outros usuários, muitas vezes basta isso para identificar um malware. Além disso, instale em seu smartphone um antivírus, veja nosso teste para saber qual o melhor.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Como responder a um insulto de forma inteligente, de acordo com os estoicos

Sêneca disse que, um dia, enquanto Cato visitava os banheiros públicos, ele foi empurrado e espancado. Quando interromperam a luta, ele se recusou a aceitar um pedido de desculpas do agressor dizendo: “Eu nem lembro de ter sido atingido“.

Embora seu comportamento possa parecer estranho para nós, Cato simplesmente decidiu não se apegar ao que aconteceu. Ele não ficou preso em humilhação, frustração ou raiva, mas rapidamente virou a página. Ele escolheu agir em vez de apenas reagir. Ele escolheu recuperar o controle da situação e responder de forma mais madura. Ele escolheu ser fiel aos princípios do estoicismo, que nos ensinam como responder a um insulto de forma inteligente.

Insultos desencadeiam uma intensa resposta emocional

Todos, em maior ou menor grau, já provaram o gosto amargo dos insultos. Não é agradável. Não há dúvida. Mas responder com raiva, frustração ou mesmo agressividade é tão inútil quanto tomar veneno esperando prejudicar outra pessoa. Quando palavras tolas vibram ao nosso redor, precisamos aprender a dar respostas inteligentes aos insultos, para o nosso próprio bem-estar psicológico.

O principal obstáculo, no entanto, é o nosso cérebro emocional. Quando ouvimos um insulto, geralmente reagimos automaticamente, tornando-nos defensivos. Ficamos com raiva e estressados, por isso não devemos apenas lidar com o insulto, mas também com as emoções desagradáveis ​​que ele gerou.

Para parar este mecanismo, devemos entender que o cérebro emocional não funciona racionalmente. Preenchemos os espaços em branco e logo tiramos conclusões, independentemente de ter fundamento ou não.

Para responder a um insulto de forma inteligente, precisamos evitar um sequestro emocional. Em vez de deixar as emoções assumirem o controle, temos que ativar nosso pensamento lógico, concentrando-nos nos fatos.

O sequestro emocional ocorre quando consideramos o insulto como um ataque ao nosso ego. Então a amígdala reage como se estivéssemos em perigo e paramos de se comportar racionalmente. Em vez disso, precisamos estar cientes de que a linha entre um insulto e uma crítica construtiva pode se tornar muito boa e subjetiva.

De fato, Epícteto pensava que o insulto não é o agressor, seus atos ou palavras, mas nosso julgamento sobre o que aconteceu. É uma coisa difícil de digerir, mas, para sermos insultados, devemos permitir que esse insulto se estabeleça em nós. Este filósofo acrescentou: “Ninguém pode prejudicá-lo sem o seu consentimento, você será ferido no momento em que lhe permitir prejudicá-lo“.

Os 3 filtros dos estoicos para avaliar os insultos

Os estoicos sugeriram que antes de responder a um insulto, passemos por essas três peneiras:

Veracidade Se nos sentimos insultados, Sêneca sugere que paremos por um momento para considerar se as palavras são verdadeiras. Se alguém está se referindo a uma de nossas características, por exemplo, não é um insulto, independentemente do tom usado, é apenas um ponto óbvio. Se não queremos que isso aconteça novamente, talvez devêssemos fazer algo para mudar essa característica, ou apenas aceitá-la, para que ela não se torne um ponto sensível que nos faça pular toda vez que alguém a tocar.

Nível de informação O próximo passo que devemos dar para responder a um insulto de maneira inteligente vem da mão de Epíceto, que nos recomenda avaliar se nosso interlocutor está pelo menos bem informado. Se for uma pessoa informada, devemos valorizar o que ele está dizendo, mesmo que a princípio nos cause rejeição ou não caia em nossa cosmovisão. Talvez ele esteja certo. Se não for uma pessoa informada, que não sabe do que está falando, nós simplesmente não devemos levar em conta sua opinião ou ficar com raiva disso.
Autoridade O último filtro pela qual devemos passar um “insulto” é avaliar sua origem. Se estamos aprendendo a tocar piano e o suposto “insulto” vem do nosso mestre de piano, talvez seja uma crítica construtiva que devemos ouvir, em vez de ficar com raiva.

Seja melhor do que quem te insulta

Marco Aurélio, proeminente imperador romano e estoico, pensava que não deveríamos conceder àqueles que nos insultam a possibilidade de manipular nossas emoções. Ele escreveu: “A melhor vingança é não ser como aquele que machucou você“.

Sêneca, por outro lado, pensava que a raiva sempre dura mais do que a dor, por isso não faz sentido ficar com raiva de um insulto. Não devemos permitir que esse insulto arruíne nosso dia ou dê mais importância do que merece.

Ele escreveu: “Uma grande mente despreza as queixas feitas a ela; A maior forma de desdém é considerar que o adversário não é digno de vingança. Quando se vingam, muitos levam muito a sério pequenas humilhações. Uma grande e nobre pessoa é aquela que, como um grande animal selvagem, escuta impassível as pequenas maldições que lhe são lançadas”.

Ignorar o insulto de alguém é a maneira mais poderosa de reagir porque demonstra autocontrole e nos impede de cair no jogo. A chave é levar um momento antes de reagir. Respire, pense e depois decida o que fazer.

Quando aumentamos o tempo entre o estímulo / insulto e nossa reação, podemos dar uma resposta mais reflexiva. Podemos recorrer à lógica e ir além da emoção inicial. Os estoicos não tinham nada contra as emoções, mas se é uma emoção indesejada que pode causar danos, é melhor deixá-la seguir seu curso e não segurá-la.

Epiteto compartilhou essa ideia. Ele se perguntou: “Quem é invencível? Aquele que não pode ser perturbado por outra coisa senão sua decisão fundamentada.

Isso significa que, se nos atacarem, não devemos nos defender? Claro que não. Mas se os estoicos tivessem a oportunidade de escolher, prefeririam que a paz fosse correta. Levantar-se acima dos insultos é uma postura mais madura que lhe permitirá proteger sua paz interior. Afinal, não faz muito sentido discutir com um tolo.

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*Fonte: psiconlinenews

Como a cerveja criou as civilizações

Até cerca de 12 mil anos atrás, os seres humanos viviam basicamente de frutas que caíam e dos bichos que caçavam. Por isso, eram chamados de caçadores-coletores. Isso mudou quando eles começaram a domesticar as primeiras plantas e criaram a agricultura. Ao manipular a natureza, não precisavam mais andar para cima e para baixo o tempo inteiro à procura de comida. Podiam se estabelecer, e nesses assentamentos surgiram as cidades. Com mais tempo livre, desenvolveram linguagens, ferramentas e tudo mais que evoluiria até hoje. Foi a chamada Revolução do Neolítico.

A evolução das religiões também seria uma consequência, já que quem não podia parar quieto em um lugar para viver não se daria o luxo de erguer um templo para chamar de seu. Mas um sítio arqueológico no sul da Turquia, perto da fronteira com a Síria, está questionando isso. Descoberto há duas décadas, Göbekli Tepe é um dos mais antigos templos de que se tem notícia, com pilares e altares de 11.600 anos. Em um cantinho desse templo, os arqueólogos acharam recipientes com resíduos microscópicos de gazelas e auroques, além de oxalato, um composto químico que indica a mistura de grãos e água. Em outras palavras, carne e cerveja, um belo de um churrasco em que esse álcool pré-histórico serviria para lubrificar o contato das pessoas com o plano espiritual (como outras bebidas e drogas fizeram e fazem em outras culturas).

 

 

 

 

 

Göbekli Tepe, Turquia (Divulgação/Divulgação)

Além disso, segundo os cientistas, a festança teria motivos pragmáticos: motivar a própria construção do templo. Os caçadores-coletores labutavam para trabalhar essas pedras de até 16 toneladas e seriam recompensados com a comilança – da mesma forma que você ajuda um amigo a pintar a casa dele e é pago em cerveja. Göbekli Tepe, concluíram os estudiosos, levou as pessoas a se estabelecerem na região para se congregar mais vezes (e aumentar o templo, consequentemente). Ou seja, a religião teria sido um dos motivadores para homens e mulheres se assentarem, e não uma consequência desse novo estilo de vida.

A segunda suspeita que o sítio sustenta é que não foi o pão que liderou a Revolução da Agricultura. Mas a cerveja. Uma das evidências mais antigas de grãos domesticados, um trigo chamado einkorn, foi encontrada a poucos quilômetros de Göbekli Tepe. Não há nada conclusivo, até porque o oxalato não garante que houve fermentação dos grãos (o que indicaria a produção de cerveja). Mas é bem possível. Por volta de 7.000 a.C., em Jiahu, na China, havia bebidas fermentadas de arroz, frutas e mel. Na mesma época, os habitantes da região passaram da fase caçador-coletor para a fazendeiro. Isso reforça a teoria da cerveja ser anterior ao pão, algo que começou a ser discutido já nos anos 1950. Se diferentes povos em lugares distantes uns dos outros têm experiências semelhantes, é porque, provavelmente, tem algo a mais nessa história. Pesquisas no México mostraram que o antepassado do milho usado lá servia muito bem para fazer cerveja, mas não para pão ou outras comidas.

Os humanos já conheciam o álcool obtido da fermentação natural. A chicha de batata, na América do Sul, e o vinho de palma, na África e na Ásia, têm cerca de 15 mil anos. Ao aprofundar esse conhecimento de produção de bebidas, e de como ela poderia deixar a vida menos difícil, faz sentido acreditar que a cerveja é tão antiga assim. O que seria mais útil para o florescimento das artes e das religiões? Pão? Acho que não.

“Primeiro a gente bebe, depois a gente vê”, teriam pensado nossos ancestrais. E aí a cerveja nos fez humanos.

*Por Felipe van Deursen

 

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*Fonte: superinteressante

Girafas entram para a lista de espécies ameaçadas de extinção

Após uma luta de dois anos por parte de ONGs e entidades ambientais, o departamento do governo norte-americano para questões ambientais (US Fish and Wildlife Service) anunciou a revisão de uma petição de 2017 para listar as girafas na Lei de Espécies Ameaçadas dos Estados Unidos (Endangered Species Act).

“Consideramos que a petição para listar as girafas apresentou informação substancial quanto às ameaças potenciais associadas ao desenvolvimento, agricultura e mineração”, anunciou um porta-voz do departamento.

Agora a US Fish and Wildlife Service deve compor a sua própria revisão, que deve levar um prazo de 12 meses e consultas públicas para determinar se as girafas serão incluídas na lista.

Segundo dados da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), a população desses animais diminuiu cerca de 40% de 1985 a 2016. Segundo Adam Peyman, do Humane Society International, os EUA não tem quase nenhuma restrição para a importação de produtos originários da caça e exploração de girafas: se a Lei de Espécies Ameaçadas oficialmente começar a proteger esses animais, a importação seria dificultada.

Entre 2006 até 2015, 39.516 girafas foram importadas, mortas ou vivas, para os Estados Unidos. O número inclui 21.402 esculturas ósseas, um pouco mais de 3 mil peles e 3,7 mil troféus de caça.

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*Fonte: revistagalileu

Viver 200 anos

A imortalidade sempre povoou os sonhos dos egípcios antigos, bem como dos alquimistas e de boa parte das civilizações. Este é um tema que sempre exerceu grande fascínio em toda a humanidade, concedendo margem para histórias fantásticas que já assistimos no cinema ou nos enveredamos nos livros.

Até pouco tempo, viagens deliciosas como essas ficavam restritas às prateleiras das livrarias ou nas séries da Netflix. Entretanto, futurologistas garantem que não se trata de ficção científica: está próximo o dia em que o homem será imortal, ou melhor, o primeiro ser humano a viver infinitamente logo estará entre nós! Isso é possível porque o anseio de proporcionar que as pessoas vivam com qualidade de vida, livres de dores e outros desconfortos próprios da velhice já levaram especialistas em genética a desvendarem alguns dos mistérios que nos levam à morte, criando mecanismos para evitá-los.

Na Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, cientistas aprenderam a apagar a ‘mudança genética’ que causa o envelhecimento – nas minhocas. Obviamente há um grande abismo entre elas e nós, humanos, mas a conquista da técnica é um avanço incrível. Outro exemplo é o rejuvenescimento de ratos velhos por meio da infusão de sangue de ratos jovens. Companhias de tecnologia instaladas no Vale do Silício estão animadas e acreditam que o procedimento poderia funcionar em pessoas. E, obviamente, o conhecido Aubrey de Grey de Oxford, um dos arautos da longevidade, preconiza 700 anos de vida há uma década.

Muita gente se surpreende ao ouvirem histórias concretas como essas. Entretanto, antes da genética avançar a tal ponto, a longevidade já era objeto de desejo. No meu caso, quando cheguei aos 45, minha qualidade de vida era ruim a ponto de eu não conseguir brincar com meu quinto filho recém nascido, quando tentava sentar no chão com ele. Eu fazia na época as compras no supermercado sentado em um carrinho elétrico, pois tinha diversos problemas de coluna (e ainda tenho, mas nunca mais andei de carrinho elétrico…). Quatro anos depois, nascia meu sexto filho e, com ele, uma nova mentalidade tomou conta de mim. Compreendi que era necessário mudar radicalmente meus hábitos, incluindo alimentação saudável, prática de exercícios físicos, suplementação alimentar, exames médicos, higiene mental etc. Hoje, com 70 anos e uma vitalidade elogiada por todos, estou muito melhor do que quando tinha 45. E não hesito em dizer: quero viver até os 200.

Claro que a imortalidade ainda será objeto de muita pesquisa até que isso seja de fato vire uma realidade. Todos nós começaremos a acreditar nisso no momento em que tivermos pessoas vivas rompendo a barreira dos 120, 130, 150 anos. Mas a verdade é que o ser humano, e isso é uma pena, nasceu com um bug em seu próprio software, e por isso só se engaja com a própria saúde no dia em que ele a perde. O contrário só acontecerá se o processo de conscientização sobre saúde começar na infância, já que tudo tem início no processo educacional. Por isso, ressalto a importância de se criar incentivos concretos que façam as pessoas cuidarem de si cada vez mais, como protagonistas de sua própria saúde e bem-estar, física e mental. Além disso, os médicos e outros especialistas obviamente possuem papel importante neste cenário de descobertas, já que estão sempre ávidos pelas novidades que possam promover transformação na vida de seus pacientes, para melhor.

Há três anos, minha agenda estava muito atarefada e por isso decidi fazer mapeamento dos meus papéis na vida, para definir melhor as minhas prioridades. Desenhei um mapa com objetivo de refletir minha existência enquanto pai, avô, cidadão, empresário, escritor e muitos outros papéis. Depois de meses, achei que o mapa estava bem completinho, porém eu havia esquecido o principal: o papel que tenho para comigo. Percebi que se eu não cuidar de mim, obviamente não conseguirei desempenhar os outros papéis. É como aplicar máscaras de oxigênio no avião – só ajudamos o nosso próprio filho se ajudarmos nós mesmos primeiramente. Entendi também que a consciência da nossa saúde (não como doença, mas como bem estar e longevidade) precisa de um despertar. É de fato uma mudança na chave, que pode operar milagres.

O primeiro passo está dentro de cada um de nós, mas obviamente que a tecnologia como apoio na manutenção da saúde está revolucionando a Medicina e poderá nos dar insights positivos sobre nossas vidas. Big Data, Alarmes, Machine Learning, Alertas, Inteligência Artificial, IoT, Deep Learning são algumas das novidades que devem transformar a forma de se cuidar.

Certamente, as crianças de hoje serão adultos que terão uma nova forma de encarar a importância de buscar a longevidade e até mesmo a imortalidade. Não apenas pelos recursos, mas pela mentalidade e contexto em que já nascem inseridas.

Viver eternamente ou até os 200 anos ainda é um sonho, mas não tão distante assim. Você já está preparado para esta realidade? Quem está no comando de sua vida?

A resposta depende somente das nossas escolhas pessoais, que são feitas agora.

*Jimmy Cygler é presidente institucional da Proxismed, empresa especializada em jornada de relacionamento em saúde. Foi durante 13 anos professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) em disciplinas relacionadas à gestão de relacionamento com clientes.

*Por Guest Post

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*Fonte: updateordie

Saquinho de chá pode liberar bilhões de microplásticos

Você toma um chazinho para relaxar ou se esquentar em um dia frio e de “presente” ganha uma dose extra de plásticos imperceptíveis a olho nu. Parece exagero, mas esta é a conclusão de um recente estudo conduzido por pesquisadores da Universidade canadense McGill.

Análises recentes já mostraram que os plásticos estão presentes em tudo: na água da torneira, na água engarrafada, no sal e até no ar que respiramos. Mas, a professora de Engenharia Química Nathalie Tufenkji focou seu estudo no chá embalado com saquinho de plástico. Será que ele poderia liberar micro e nanoplástico na bebida durante a preparação? Junto a uma equipe de cientistas a resposta que encontrou foi: sim e muito.

Os pesquisadores compraram quatro chás comerciais diferentes embalados em saquinhos de plástico. Para não interferir no estudo, tiraram as folhas secas do chá e aqueceram os sachês vazios diretamente na água. Usando microscopia eletrônica, a equipe descobriu que um único saquinho à temperatura de infusão libera cerca de 11,6 bilhões de partículas de microplásticos e 3,1 bilhões de partículas nanoplásticas na água. Números impressionantes.

Ainda como parte do estudo, foram analisados os efeitos das partículas liberadas em pequenos organismos aquáticos chamados Daphnia magna – um microcrustáceo bastante usado em ensaios sobre toxicidade. Embora os animais tenham sobrevivido, mostraram algumas anormalidades anatômicas e comportamentais.

A primeira autora do estudo, a aluna de doutorado Laura Hernandez, afirma que são necessárias mais pesquisas para determinar se os plásticos podem ter efeitos mais sutis ou crônicos nos seres humanos. Em geral, os efeitos à saúde da ingestão dessas partículas ainda é bastante vago, o que deve ser elucidado ao passo que mais pesquisas são realizadas.

O estudo sobre saquinhos de chá de plástico foi publicado na revista Environmental Science & Technology.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

CuriosidadesPsicologia Essas são as 7 pequenas coisas que pessoas inteligentes fazem diferente

Tem havido muito debate sobre inteligência ultimamente e, embora você possa saber que pessoas inteligentes mantêm bons hábitos, você pode estar se perguntando como exatamente implementá-los com mais facilidade na sua vida sem abandoná-los (quem nunca tentou começar algo e desistiu alguns dias ou semanas depois, que atire a primeira pedra!). De acordo com terapeutas, há uma série de pequenas coisas que as pessoas inteligentes fazem de forma diferente, e saber como aprender esses mesmos hábitos pode auxiliar você a encontrar mais serenidade e clareza na vida.

Há muitas maneiras diferentes de incorporar atenção ativa – requisito essencial de paz interior – em seu dia a dia, e ter uma ideia do que os outros fazem pode ajudá-lo a criar alguns bons hábitos de sua preferência. Portanto, veja só 7 pequenas coisas que pessoas inteligentes fazem diferente, resultando em mais tempo e serenidade em suas vidas:

1 – Elas evitam ser pessoas multitarefas

Muitas vezes tendemos a pensar que ser multitarefa é uma ótima maneira de ser mais produtivo, afinal por que fazer uma coisa só se é possível fazer várias coisas ao mesmo tempo?

Mas acontece que a multitarefa é algo que não existe – estamos na verdade apenas mudando nossa atenção de um lado para o outro, e isso não é nada bom para o nosso cérebro. “Faça uma atividade de cada vez, começando do meio até o final, antes de começar outra”, diz a terapeuta Heather Edwards. A cada vez que quebramos a atenção de uma atividade e mudamos para outra – seja checando o e-mail, conversando com alguém ou qualquer outra coisa – estamos deteriorando nossa energia mental mais rapidamente.

2 – Elas evitam usar o celular toda hora

Pessoas inteligentes evitam a tecnologia quando estão envolvidas em outras atividades ou em torno de outras pessoas. “Configure seu telefone para o modo silencioso ou desligue-o durante a hora de fazer algo que não precisa do seu dispositivo celular”, diz Edwards. Durante uma conversa, por exemplo, olhe nos olhos da pessoa com atenção. Abra seus sentidos completamente para o que ela está falando e seja curioso sobre o que está acontecendo em seu redor, refletindo sobre isso.

3 – Elas elevam seu padrão de pensamento

A vida de todos nós contém tanto pontos positivos quanto negativos, mas pessoas inteligentes optam por se concentrar em um padrão mais elevado de pensamento – consequentemente sendo positivas, sem forçar. “Focar no negativo é uma tendência humana normal”, diz o psicólogo clínico e PhD Inna Khazan. “Desenvolveu-se através da evolução e permitiu que os seres humanos sobrevivessem como espécie. No entanto, esse viés de negatividade não é muito útil hoje em dia, porque é, de certa maneira, pensar pequeno”. Pensar pequeno significa abaixar o padrão de pensamento. Um exemplo seria “Por que fulano X fica fazendo esse tipo de coisa irritante e injusta?”. O pequeno sempre tende a focar no outro, em problemas dificilmente solucionáveis para evitar ser responsável (ninguém pode mudar o outro), nas pequenas oportunidades e nas dificuldades estressantes da rotina.

Elevar o padrão de pensamento, porém, é elevar-se não acima dos outros, mas sim para um local de dignidade para si mesmo. Ser curioso pela vida, pensar nas soluções, nos sonhos grandes e buscar respostas nos fazem naturalmente ver os problemas (como ter uma tarefa estressante a ser desempenhada, por exemplo) como uma etapa do desafio de alcançar aquele seu grande objetivo.

4 – Elas pausam antes de reagir

“Quando confrontados com pensamentos difíceis, emoções, sensações físicas ou situações, elas são mais capazes de fazer uma pausa e escolher uma resposta útil, ao invés de reagir automaticamente”, diz Khazan. “Todos nós temos reações automáticas habituais a eventos difíceis, mas geralmente não são maneiras muito úteis de responder”. Meditar pode ajudar a fortalecer essa habilidade, bem como pausar e respirar algumas vezes antes de reagir por impulso.

5 – Elas observam seus próprios pensamentos

Estar ciente de seus padrões de pensamento e quando sua mente se transforma em negatividade ou estresse é o coração da atenção ativa. “As pessoas inteligentes aprendem a perceber quando estão se prendendo a um pensamento negativo em relação a si mesmas ou aos outros e incrivelmente encontram maneiras de focar na bondade e gratidão”, diz Miles. “Elas percebem que quando o corpo se agarra a esse pensamento, a tensão aumenta porque os químicos do estresse, adrenalina e cortisol são secretados. Em contraste, quando o foco está na apreciação do momento atual, o corpo secreta dopamina e oxitocina, que são calmantes”.

6 – Elas prestam atenção à respiração

Concentrar-se na respiração é uma ótima maneira de chegar ao momento presente. “Pessoas inteligentes examinam seu corpo durante o dia e percebem quando estão tensas e prendendo a respiração”, diz Miles. “Um exemplo é pensar a palavra ‘estou’ na inspiração e ‘calma’ na expiração”. Esta sequência pode te ancorar para o aqui e agora e tirar a mente de preocupações ao longo do dia.

7 – Elas cuidam de si mesmas

Pessoas conscientes fazem questão de cuidar de si mesmas quando sentem que algo está errado. “As pessoas que regularmente praticam atenção plena notam quando estão ficando estressadas e são capazes de intervir com um autocuidado intencional”, conta a terapeuta Jessica Tappana. Seja através de alguns copos de água para refrescar o corpo ou uma caminhada para limpar a mente, aqueles que praticam a atenção plena diariamente sabem como fazer o check-in e se recentralizam quando necessário.

8 – Elas focam em ouvir – e ouvir de verdade

Pessoas inteligentes são melhores ouvintes: “Através da prática da atenção plena, você aumenta sua capacidade de prestar atenção ao que a outra pessoa está dizendo”, diz Tappana. Sabe quando você está falando com alguém e só esperando a pessoa parar de falar, para que você possa dizer algo? Então, isso é exatamente o contrário de ouvir de verdade. “Ao aprender a focar sua atenção, você será capaz de permanecer presente quando outra pessoa estiver falando, e seus amigos e familiares certamente notarão a diferença”.

9 – Elas pausam de manhã

Em vez de sair correndo da cama, as pessoas inteligentes observam como se sentem. “Quando você acorda de manhã, simplesmente estique seus membros e tronco antes de sair da cama”, diz Edwards. “Realmente sinta o apoio e o conforto de sua cama e cobertores. Sintonize essas sensações por um momento”.

É preciso um esforço constante, mas você consegue ver como essa soma de qualidades torna as coisas mais leves? Ser inteligente, em essência, é poder aproveitar melhor a vida. Aprendendo com esses hábitos de pessoas inteligentes, você pode melhorar sua saúde mental, seus relacionamentos e conquistar muito mais.

*Por Luciana Calogeras

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Colapso de nuvens esquentaria a Terra em mais 8ºC

Um estudo publicado nesta segunda-feira (25) traz um alarme e um alívio. O alarme: concentrações de gás carbônico no ar equivalentes ao triplo da atual causariam uma elevação adicional de 8oC na temperatura média global. O alívio: isso aconteceria apenas num planeta que já estivesse 6oC mais quente. E, com esse aquecimento, amigos, todos nós estaríamos tão lascados que 8 graus a mais fariam pouca diferença.

De qualquer forma, trata-se de (mais) um recado claro à humanidade sobre aonde não ir com o grande experimento planetário que estamos fazendo ao despejar maciçamente gases de efeito estufa na atmosfera. Embora seja uma elevação extrema, 6oC de aquecimento global neste século em relação à era pré-industrial é uma medida que está dentro das previsões do IPCC, o painel do clima da ONU, para um mundo no qual as emissões de gás carbônico sigam tão altas quanto são hoje.

Ou seja, a hipótese delineada por Tapio Schneider, do Instituto da Tecnologia da Califórnia, edição do periódico Nature Geoscience está longe de ser irreal.

Com a ajuda de novas técnicas computacionais, Schneider e seus colegas Coleen Kaul e Kyle Pressel simularam o que aconteceria com um tipo específico de nuvem oceânica caso as concentrações de CO2 subissem muito. Essas nuvens, os estratocúmulos, formam uma espécie de “pavimento” de cerca de 300 metros de espessura no céu sobre os oceanos nas regiões subtropicais. Os pisos de estratocúmulos, como são chamados, recobrem 20% da superfície dos mares e funcionam como um guarda-sol natural do planeta: eles rebatem de 30% a 60% da radiação solar de volta para o espaço, impedindo que ela atinja a superfície e seja reemitida na forma de raios infravermelhos (calor).

Os cientistas do clima sempre quiseram entender direito o que acontece com as nuvens quando a Terra esquenta. Só que os modelos climáticos globais de computador são “míopes” demais para enxergar processos que ocorrem na escala de metros, já que cada célula na qual eles dividem a superfície do globo tem vários quilômetros de área. Embora os modelos sejam bastante bons em simular o clima na média, alguns detalhes importantes ficam perdidos e precisam ser computados de outras maneiras. As nuvens, por exemplo, precisam ser parametrizadas, ou seja, o modelo é alimentado com o comportamento que se espera de uma nuvem e isso é extrapolado para toda a simulação.

“O que os computadores mostraram foi que, quando a concentração de CO2 atinge 1.200 partes por milhão na atmosfera, que correspondem a um aquecimento de 6oC, o piso de estratocúmulos entra em colapso”.

No começo do século, por exemplo, havia a tese de que o aquecimento global cancelaria a si mesmo ao aumentar a evaporação e a formação de nuvens, que rebateriam mais radiação para o espaço. Os modelos não conseguiam simular esse efeito, que virou uma espécie de peça de propaganda dos negacionistas do aquecimento global. A hipótese, porém, não resistiu a testes em supercomputadores.

O que Schneider e colegas fizeram foi revelar um mecanismo de “feedback positivo”, ou seja, um efeito do aquecimento global que causa mais aquecimento global. Para isso, eles reduziram a escala de modelos climáticos para algumas dezenas de metros e usaram novas técnicas numéricas para obter alta resolução. O preço da simulação de nuvens de alta fidelidade, disse Schneider, foi que o trio precisou parametrizar a dinâmica global do clima.

O que os computadores mostraram foi que, quando a concentração de CO2 atinge 1.200 partes por milhão na atmosfera, que correspondem a um aquecimento de 6oC, o piso de estratocúmulos entra em colapso. Isso ocorre porque a diferença de temperatura entre a parte inferior e a parte superior da nuvem desaparece, e o ar quente e úmido da evaporação marinha deixa de se condensar.

“Com um mundo tão quente, o gradiente vertical de temperatura, que faz a redistribuição de calor e produz nuvens, é severamente destruído”, diz o físico Paulo Artaxo, da USP, especialista em formação de nuvens. “É um outro planeta, com dinâmica da atmosfera totalmente diferente.”

Sem o manto protetor das nuvens, ocorrem duas coisas que causam a disparada do termômetro: primeiro, a radiação solar deixa de ser rebatida e passa a esquentar mais o planeta. Segundo, a atmosfera passa a poder ter mais vapor d’água sem que ele se condense para formar nuvens de chuva. Só que o vapor d’água é, ele mesmo, um gás de efeito estufa poderoso, que absorve ainda mais calor na atmosfera. Daí os 8oC adicionais, que elevariam a média do planeta em inimagináveis 14oC – a média global hoje é 15oC.

Além do mais, o efeito é duradouro: para o piso de estratocúmulos se recuperar, seria necessário devolver as concentrações de gases-estufa a 300 ppm (partes por milhão), as mesmas da era pré-industrial (hoje estamos em 405 ppm).

Para que isso ocorresse, porém, seria necessário manter altas emissões de gases de efeito estufa. O Acordo de Paris busca evitar que isso aconteça, mas a ascensão de governos de extrema direita em países como os EUA e o Brasil criam obstáculos ao cumprimento do acordo.

Questionado sobre o problema adicional representado pelos 8 graus extra, Schneider diz que os impactos já seriam bem grandes com 6oC. “No entanto, eu também estou interessado no passado”, disse o cientista ao OC. Ele afirma que seu estudo pode ajudar a solucionar um mistério da climatologia: por que tivemos no passado da Terra climas extremos – há 50 milhões de anos, por exemplo, não havia gelo nenhum no Ártico sem quantidades altas demais de CO2 no ar. “Vinha sendo um paradoxo que esses climas tenham sido tão quentes sem concentrações de CO2 excessivamente grandes, ao redor de 4.000 ppm. Aqui um feedback adicional de nuvens pode dar uma explicação.”

*Por Claudio Angelo

 

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*Fonte: oeco

Hiperpoliglotas: como funciona a cabeça de quem fala dezenas de idiomas

Ler Dostoiévski em português é para os fracos. Carlos Freire queria devorar Crime e Castigo e outros clássicos russos no original. Aos 20 anos, ele mergulhou nos livros e se mudou para a casa de uma família russa em Porto Alegre. Em poucos meses, dispensou os tradutores. E não era seu primeiro idioma estrangeiro. Logo cedo, a proximidade com o Uruguai o deixou afiado no espanhol. Depois, aprendeu francês, latim e inglês. O caminho da faculdade era claro: Letras.

“Quanto mais idiomas você sabe, mais fácil aprender outros. Os 10 primeiros são os mais difíceis”, diz. Sim, 10. Aos 80 anos, Freire já estudou 135 línguas – de japonês a esperanto. É mais do que o padre italiano Giuseppe Mezzofanti, que ficou notório no século 18 por ouvir confissões na língua nativa dos estrangeiros. Especula-se que ele falava entre 61 e 72 idiomas e lia em 114.

Os dois integram um seleto time de pessoas que conseguem aprender dezenas de idiomas. Não são só poliglotas. Quem é fluente em mais de 6 línguas tem um título maior: hiperpoliglota. O termo foi definido em 2003 pelo linguista britânico Richard Hudson.

Ao estudar comunidades poliglotas, ele descobriu que o número máximo de idiomas falados em comum por todos os moradores é 6. Ainda não se sabe o motivo exato de serem 6 línguas. O que se sabe é que os hiperpoliglotas são diferentes de bilíngues ou meros falantes de 3 ou 4 línguas. E que os limites do cérebro deles podem ajudar a ciência a buscar os limites do nosso cérebro.

Idade é tudo

Mezzofanti entrou na escola aos 4 anos, onde aprendeu 3 idiomas. Aprender línguas na infância faz toda a diferença. Após a puberdade, os hormônios dificultam a reprodução de um sotaque mais autêntico. Se você aprende francês após os 14 anos, por mais que estude, provavelmente vai soar como um “brasileiro fluente em francês” – mas não como um francês.

Vários estudos comprovaram essa tese. Um deles selecionou 46 adultos chineses e coreanos que moraram nos Estados Unidos em diferentes fases da vida. Os que chegaram ao país até os 7 anos tiveram resultados semelhantes aos de nativos. Quem chegou aos EUA com mais de 15 anos teve desempenho pior.

Isso ocorre porque, com o tempo, o cérebro parece endurecer. Conforme crescemos, ele forma estruturas neurais confiáveis para orientar as ações que tomamos. É uma base de conhecimento que guia as experiências e responde às situações do dia a dia. À medida que mais estruturas neurais se formam, o cérebro perde flexibilidade. E ela é importante para aprender coisas complexas, como falar uma língua.

Pesquisadores acreditam que os hiperpoliglotas conseguem prolongar essa plasticidade. “Eles são como um experimento natural sobre os limites humanos”, diz Michael Erard, linguista e autor do livro recém-lançado Babel no More (inédito em português). Não é de se estranhar, portanto, que ainda hoje Freire mantenha o ritmo de aprender de dois a 3 idiomas por ano.

Falar pode parecer um ato simples, mas exige várias tarefas do cérebro: percepção auditiva, controle motor, memória semântica, sequenciamento de palavras. Para assimilar um novo idioma, o cérebro precisa entender as estruturas do som e das palavras. E, até chegar a isso, o aprendizado percorre um longo caminho pelos hemisférios esquerdo e direito do cérebro (veja mais na pág. 31).

Com vários pontos de parada, não é difícil perceber a complexidade disso tudo. E cada coisa nova que se aprende (como tocar um instrumento musical) não percorre exatamente o mesmo caminho. Já se sabe que aprendemos melhor uma língua na infância. Mas essa vantagem da juventude não se estende, necessariamente, a todos os outros aprendizados da vida. Ser um gênio no piano porque começou a tocar aos 5 anos pode não ter nada a ver com plasticidade.

“Não importa a idade, dizem que você precisa de 10 mil horas para tocar bem um instrumento. Ou seja, tocar melhor porque aprendeu aos 5 anos pode ser apenas uma vantagem incidental, porque teve mais tempo para estudar”, diz Diogo Almeida, professor de psicologia da Universidade de Nova York e especialista em linguística. Ou seja, por mais que hiperpoliglotas consigam adiar o enrijecimento do cérebro, a maior contribuição deles para a ciência é outra – e um tanto mais óbvia: acúmulo de conhecimento. Memória.

Aprender dezenas de línguas não é o mesmo que ser fluente em várias ao mesmo tempo. O americano Gregg Cox, citado no Guinness Book como “o maior linguista vivo” (64 línguas e 11 dialetos) conseguia se comunicar em apenas 7 idiomas ao mesmo tempo. Freire encarou um desafio maior em Moscou. Durante uma reunião com estrangeiros, teve de falar em 10 idiomas diferentes. E conseguiu. Michael Erard realizou uma pesquisa com 172 hiperpoliglotas e constatou que a maioria pode manter de 5 a 9 línguas ativas na memória.

As outras ficam guardadas em outra área, a memória de longo prazo, como se fossem arquivos comprimidos no computador. O conhecimento está lá, mas não pode ser acionado instantaneamente. Leva um tempo para reabri-los. Freire, por exemplo, explica que, para relembrar um idioma, ele precisa de uma semana de estudo.

“É possível ativar mais línguas, mas exigiria um tremendo esforço”, diz Erard. “Além do mais, essas pessoas têm outras coisas para fazer”. Quem volta do exterior falando outra língua em vez de português já passou por algo semelhante. Há uma reprogramação no cérebro. Agora imagine conversar em 10 idiomas ao mesmo tempo. Pois é.

Caixa elástica

Quando Freire saiu de um diálogo em russo para conversar em alemão, seu córtex pré-frontal mudou a chave da linguagem. Essa área do cérebro conta com a ajuda da memória ativa. A quantidade de línguas que um hiperpoliglota controla ao mesmo tempo dá uma dimensão do espaço da memória ativa. E, apesar de treino, expandir essa caixa não parece muito possível. Informações novas chegam, velhas vão para a memória de longo prazo. Ou somem.

Se por um lado a memória ativa guarda relativamente pouca coisa, a memória de longo prazo tem um espaço maior. E mais flexível. Na pesquisa de Erard, os entrevistados conseguiam, em média, aprender 30 idiomas. Perto das façanhas de Freire, Cox e Mezzofanti, parece pouco. Mas é aí que outros pontos entram em cena.

O primeiro é a genética. Segundo cientistas da Universidade de Münster, na Alemanha, a habilidade em aprender idiomas envolve diferenças genéticas nos neurotransmissores do hipocampo, a área que transforma informações temporárias em permanentes. As filhas de Freire, por exemplo, falam mais de 3 línguas. Têm facilidade, mas nunca quiseram aprender mais. E motivação é fundamental.

Freire aprendeu novas línguas porque queria ler os clássicos sem encarar tradutores. Mezzofanti usava a facilidade com idiomas dentro da religião – diz a lenda que ele, uma vez, aprendeu um novo idioma, em menos de um mês, apenas para ouvir a última confissão de um homem condenado à morte. A genética ajuda, mas o fator determinante é outro: a velha e batida vontade de aprender.

O jornalista americano Joshua Foer comprovou isso. Ele foi desafiado a fazer um treinamento intensivo para participar de um campeonato de memorização nos EUA. Foer era péssimo para lembrar coisas simples (onde deixou as chaves, por exemplo). Topou o desafio e, um ano depois, ganhou o campeonato. Basicamente, ele aprendeu a organizar as informações no cérebro e a traçar caminhos para encontrá-las.

Freire faz o mesmo. Há 50 anos, ele dedica pelo menos 3 horas diárias de estudo, com uma meta em mente: aprender 3 idiomas por ano. Essas pessoas mostram que é possível expandir a capacidade de guardar informações na caixinha de longo prazo, sem precisar de um QI acima da média. Se a memória ativa mostra um limite pouco mutável, a memória de longo prazo parece aumentar de acordo com a vontade de cada um. Mas, afinal, qual a vantagem em guardar tanta coisa?

Memória para quê?

Freire lê romances no original e ganha dinheiro com tradução e aulas. A neurocientista Ellen Bialystock, da Universidade de York, no Canadá, afirma que pessoas que falam mais línguas apresentam maior capacidade de concentração e se tornam mais distantes do Mal de Alzheimer. Ela estudou casos de 211 pacientes e concluiu que os bilíngues adiaram os sintomas da doença em até 5 anos, quando comparados a um monolíngue. Eles mantêm o cérebro ativo.

Mas com a internet no bolso e várias maneiras tecnológicas de guardar e acessar informação, qual é a utilidade prática da memorização? Precisamos decorar menos informações. E a nossa cabeça já está mudando. Estudos indicam que o Google modificou a memória das pessoas: deixamos de decorar quando sabemos que há uma fonte externa de armazenamento de informação. Pare e pense: quantos números de telefone você sabe de cor? Provavelmente bem menos do que sabia antes da popularização das agendas nos celulares.

“Tornamo-nos dependentes dela [dessa fonte externa] no mesmo nível que somos dependentes de todo o conhecimento que recebemos dos amigos. Aí, perder a conexão parece perder um amigo”, diz o estudo. Ficamos apegados ao fato de que a tecnologia aumenta exponencialmente o acesso a informação e conhecimento. A internet parece cuidar cada vez mais disso. Expandir a memória é difícil, mas possível. O desafio maior é querer.

*Por Carol Castro

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*Fonte: superinteressante

O que são os esqueumorfos e por que estão em toda parte

Você já ouviu – ou pronunciou – a palavra esqueumorfo?

Você pode não estar familiarizado com ela, mas se você olhar em volta, não será difícil saber do que se trata: os esqueuomorfos estão em toda parte.

Mas o que eles são?

A palavra vem do grego: skeuos, que significa ferramenta ou recipiente; e morphé (forma). No entanto, o termo é usado há muito tempo, principalmente pelos historiadores e arqueólogos.

Ela se refere à “presença em um objeto de características formais que carecem de motivação em relação às suas funções ou condições de sua produção e que só podem ser explicadas como atavismos em relação a um modelo diversificado em seu uso ou em condições técnicas”, conforme explicou especialista em Idade Média Serafín Moralejo Álvarez, em seu livro Eloquent Forms.

Ainda não está muito claro? E a foto acima, mais do que esclarecer, confunde você?

Bem, não se preocupe: com alguns exemplos, você identificará os esqueuomorfos sem dificuldade. Vamos começar por essa foto

Na calça jeans da foto, e talvez na sua também, os esqueuomorfos são os rebites, aquelas peças estranhas e familiares de metal.

Por quê?

Porque eles são uma herança estética de uma época em que os jeans eram muito grossos para serem unido apenas com linhas. Embora mais tarde eles não fossem mais necessários, ainda eram usados ​​rebites de metal… e isso é um esqueuomorfo.

Eles são, como Moralejo escreveu, “o testemunho mais espetacular das raízes profundas do instinto figurativo da consciência e subconsciência humanas”.

Os esqueuomorfos são produzidos, explica ele, “porque as formas, ligadas por gerações a certos usos, acabam parecendo inatas”.

Pense em um carro e em sua rodas.

As rodas de carroças do passado e de bicicletas precisavam de aros (aquelas linhas dentro do círculo), mas as rodas dos carros, não. Porém, muitos veículos ainda assim usam os aros apenas pela aparência.

É como se as rodas sem os aros não fossem rodas.

Por outro lado, os motores dos carros foram originalmente colocados na frente dos carros porque os cavalos puxavam as carroças e carruagens pela parte da frente.

O “cavalo-vapor”, unidade de medida da potência, ficou conhecido entre nós muito tempo depois de libertarmos os cavalos dessa tarefa.

E há mais um exemplo em carros de luxo: ornamentos de capô, que costumavam ser simples tampas de radiador.

Um exemplo clássico de esqueumorfismo é encontrado nas decorações das pedras dos antigos templos gregos.

Os triglifos dóricos, aqueles desenhos com três faixas verticais separadas por sulcos, eram derivados dos templos de madeira anteriores e criados exclusivamente para fins ornamentais.

Os triglifos na pedra estão no lugar que costumava ser as extremidades das vigas com as quais os telhados das casas eram feitos. Embora a madeira tenha deixado de ser usada, sua marca permaneceu, como decoração, na pedra.

“A forma de um objeto é mais do que sua forma”, disse Serafín Moralejo Álvarez, historiador da arte.

Tríglifo são apenas uma das várias memórias deixadas pelas vigas de madeira nos templos gregos de pedra

Agora você vai vê-los em todos os lugares

Embora os esqueuomorfos nos acompanhem desde os tempos pré-históricos, eles se tornaram comuns no século 20.

Eles se esgueiram por todas as fendas… mesmo nos lugares de cultos religiosos.

Você já reparou que, em muitas igrejas, as velas nos altares não são mais de cera, e sim elétricas? O costume de fazer oferendas acendendo velas permanece, embora essas “velas” continuem apenas por sua forma simbólica.

Assim, existem muitos outros exemplos no mundo físico, mas é no mundo digital que vemos a maioria dos esqueuomorfos hoje em dia.

Na tela

Com a proliferação de computadores na década de 1980, um novo mundo de esqueuomorfos foi aberto como um meio de tornar os sistemas operacionais mais “amigáveis”, criando um vínculo intuitivo com o passado.

Um de seus grandes promotores foi Steve Jobs, fundador da Apple e pioneiro da revolução dos microcomputadores nos anos 70 e 80. Ele acreditava firmemente que os equipamentos deveriam ser tão simples de usar que um novato poderia dominá-los com base apenas em seu instinto.

Portanto, se você deseja excluir um arquivo, é necessário arrastá-lo para uma representação de um lixo real e, se você deseja armazená-lo, coloca-o em pastas semelhantes às pastas normais, físicas.

E, falando em eliminar, em vários casos, os projetistas dos esqueuomorfos usam precisamente os objetos que a inovação está enviando ao esquecimento.

Quantos envelopes foram deixados sem uso com a chegada do e-mail, cujo ícone é um envelope?

O que a moda levou e a intuição resgatou

Enquanto isso, no campo do design de interface gráfica, surgiu outro modelo – o Flat- como uma alternativa ao esquema esquomomórfico. O Flat design utiliza menos elementos que dão sensação de tridimensionalidade.

Essa tendência tornou-se moda e conseguiu destronar o esqueumorfismo como um paradigma no design de interfaces.

No entanto, talvez seja mais apropriado, nesse caso, usar o outro nome que os designers usam para o esqueumorfismo – design realista – porque nem sempre é fácil dizer que o design Flat deixou para trás o esqueumorfismo.

De qualquer forma, quando o uso de smartphones se generalizou, o esqueumorfismo retornou fortemente.

Um novo léxico do esqueumorfismo foi usado para tornar nossa mudança para essa nova tecnologia muito mais fácil.

Ironicamente, o ícone clássico do telefone agora representa a funcionalidade da ligação. Ou pense no carrinho de compras ou nas cestas que encontramos quando compramos on-line.

E o futuro?

Embora o design criativo possa nos levar a um território mais abstrato, parece haver uma familiaridade reconfortante sobre o esqueumorfismo.

No final, é esse estranho desejo por como as coisas costumavam ser.

*Por Dalia Ventura

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*Fonte: bbc-brasil

É por isso que você nunca deve tomar decisões importantes com o estômago vazio

Nunca tome decisões importantes com o estômago vazio. Se a ciência faz essa afirmação, endossando os ditados populares, é melhor encher a barriga para só então pensar no que fazer.

O estudo que tratou de investigar a árdua questão, publicado na revista Psychonomic Bulletin & Review, revelou que, com o estômago vazio, é melhor evitar qualquer tipo de decisão, não apenas aquelas relacionadas aos alimentos.

Todos sabem que ir às compras com fome é uma péssima ideia, uma vez que é mais difícil resistir à tentação de consumir junk food. O que não se sabia é que a regra de encher a barriga antes também vale para outros setores.

De acordo com o dr. Benjamin Vincent, psicólogo da Universidade de Dundee e um dos pesquisadores envolvidos no estudo realizado pela instituição na Escócia, as preferências das pessoas mudam radicalmente quando estão com fome em comparação com o estômago cheio, o que periga ser explorado por profissionais de marketing.

O estudo

Mas, afinal, como os pesquisadores obtiveram esses resultados? Envolvendo 50 participantes no estudo e fazendo perguntas a eles sobre comida, dinheiro e outros tópicos baseados em recompensa. A mesma pergunta foi feita em dois diferentes momentos: quando eles estavam com fome e quando estavam satisfeitos.

Ao responder a perguntas relacionadas a alimentos, com o estômago vazio, a maior parte dos indivíduos optou por consumir uma refeição imediatamente, ainda que mais pobre, em vez de esperar para ter uma refeição mais abundante.

E quando tiveram que responder perguntas sobre outras formas de recompensa, o mecanismo de escolha permaneceu o mesmo: com o estômago vazio, os indivíduos entrevistados se contentavam mais facilmente com recompensas imediatas, embora menos satisfatórias.

Por exemplo, ao falar sobre prêmios, os participantes famintos costumavam escolher prêmios hipotéticos menores, mas atribuídos imediatamente, em vez de prêmios maiores que exigiam um pouco de espera.

De acordo com os pesquisadores, o estudo evidencia que a fome é capaz de alterar nossas escolhas em qualquer esfera, tornando-nos mais impacientes e menos razoáveis.

Estar ciente disso não é pouca coisa, porque poderia nos ajudar a evitar tomar decisões importantes enquanto o estômago está rocando, adiando-as para melhores momentos!

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*Fonte: greenme

As 6 demissões de bandas que mudaram a história do rock e do heavy metal

E se o Black Sabbath nunca tivesse demitido o Ozzy Osbourne? Ou os integrantes do Metallica não tivessem mandado Dave Mustaine de volta para a Califórnia? Na melhor das hipóteses, todo o cenário do rock e do metal seria diferente.

Confira as 6 demissões que mudaram o conceito de música para sempre:

Black Sabbath demite o vocalista Ozzy Osbourne
Em abril de 1979, os integrantes do Black Sabbath perderam a paciência com o comportamento descontrolado de Ozzy Osbourne em relação ao uso abusivo de álcool e drogas. No entanto, foi o que motivou o início da carreira solo do cantor, que, hoje, tem vários discos de ouro e de platina em seu nome.

Metallica demite o guitarrista Dave Mustaine
Um dos pioneiros do thrash metal, Dave Mustaine foi expulso do Metallica em 1983, pois demonstrava problemas constantes com álcool e drogas. E foi assim que ele criou o Megadeth: com o objetivo inicial de destruir a banda que o havia demitido. Em seu lugar, Kirk Hammett foi convidado para assumir a guitarra.

Hawkwind demite o vocalista Lemmy
Antes de ser músico, o falecido Lemmy era roadie do Hawkwind, até que ocupou o lugar do baixista que havia faltado na apresentação. Posteriormente, foi expulso da banda após ser detido com anfetaminas no Canadá. Assim, ele acabou criando a própria banda, Bastards, que mais tarde passou a ser chamada de Motörhead.

The Beatles demite o baterista Pete Best
Pete Best foi o primeiro baterista dos Beatles, antes de Ringo Starr, mas foi demitido do grupo em 1962. Paul McCartney, supostamente, não se sentia confortável com a boa aparência de Best, mas John Lennon insiste que os dois simplesmente “não se deram muito bem juntos, em partes porque Pete era um pouco lento.”

O baterista Chad Channing deixa o Nirvana
Antes da entrada de Dave Grohl no Nirvana, em 1990, a banda contava com Chad Channing no comando da bateria. Ele abandonou a banda por conflitos criativos. “Nossas diferenças eram somente em um nível musical. Sempre continuamos amigos”, revelou o baterista à KAOS TV no último ano.

Iron Maiden demite o vocalista Paul Di’Anno
Paul Di’Anno cantou nos dois primeiros discos do Iron Maiden. No entanto, alguns shows da banda chegaram a ser cancelados por falta de vontade ou pelo estado em que Paul se encontrava em decorrência do uso excessivo de álcool e outras drogas. Assim, ele foi demitido e Bruce Dickinson assumiu o lugar.

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*Fonte: revistarollingstone

12 mentiras da história que engolimos sem chiar

Imaginação e a épica maquiaram alguns dos episódios mais famosos. Falamos com historiadores e especialistas que desmentem essas tergiversações

O poder de persuasão de Hollywood, rumores que com o passar dos anos foram tomados por verdades absolutas e manipulações históricas com interesses políticos e econômicos fizeram com que muitos episódios da trajetória do ser humano tenham passado à história de maneira distorcida. A imaginação e a épica maquiaram alguns episódios da história ao longo dos anos e nós acreditamos naquilo que ao longo de nossa vida nos ensinaram os livros de texto, as obras de arte e o cinema, sem questionar. Falamos com historiadores e especialistas que nos ajudaram a desmentir doze dessas tergiversações.

Não, Walt Disney não está congelado

O que nos contaram. Que Walt Disney (1901-1966, EUA), criador do rato mais famoso do mundo e de um império de entretenimento infantil, está há 52 anos congelado como um filé de peixe esperando a chegada do momento em que os avanços científicos permitirão devolvê-lo à vida.

O que realmente aconteceu. “A única verdade é que esse homem se transformou em pó, literalmente. Em 1966, Disney foi reduzido a três quilos de cinzas três dias depois de sua morte por câncer de pulmão”, afirma a especialista Nieves Concostrina na seção Pretérito Imperfecto, em La Ventana, programa da rádio espanhola La Ser. “A história do congelamento foi uma balela desde o começo”, afirma. Por que então continuamos acreditando que está congelado? O fato de seu funeral ter sido íntimo não ajudou a acabar com os rumores. Muitos viram esse funeral como uma ação secreta em vez de algo íntimo. A família não desmentiu e não confirmou. Simplesmente deixou que o rumor sobre o congelamento de Disney crescesse para alimentar a lenda. Mas um dos grandes responsáveis por acreditarmos ainda hoje em sua criogenização foi Salvador Dalí. O pintor catalão, que acreditou na história do começo ao fim, disse publicamente que ele queria ser congelado como seu amigo Walt Disney. E o mundo deu como certo que, efetivamente, o criador de Mickey Mouse descansava em um congelador.
Apesar de a maioria acreditar que 52 anos após sua morte Walt Disney permanece congelado, a única verdade é que foi cremado em 1966
Apesar de a maioria acreditar que 52 anos após sua morte Walt Disney permanece congelado, a única verdade é que foi cremado em 1966 (Getty)
De acordo com os acadêmicos alemães Hans Kaufmann e Rita Wildegans, Gauguin cortou parte do lóbulo esquerdo de Van Gogh com uma espada. Na imagem, Kirk Douglas interpreta o pintor em ‘ Sede de Viver’ (1958)
De acordo com os acadêmicos alemães Hans Kaufmann e Rita Wildegans, Gauguin cortou parte do lóbulo esquerdo de Van Gogh com uma espada. Na imagem, Kirk Douglas interpreta o pintor em ‘ Sede de Viver’ (1958)

Van Gogh não arrancou a orelha

O que nos contaram. A história, repetida até a saturação, afirma que em 1888 o pintor holandês Vincent Van Gogh, em um momento de loucura após discutir com seu amigo, o também pintor Gauguin, arrancou com uma lâmina de barbear a orelha esquerda. Orelha que, mais tarde, envolta em um pedaço de pano, o autor de quadros tão famosos como A Noite Estrelada entregou a uma prostituta chamada Raquel.

O que realmente aconteceu. A verdade supera uma épica ficção que até mesmo deu nome a um grupo espanhol de música pop. De acordo com os acadêmicos alemães Hans Kaufmann e Rita Wildegans em uma reportagem da BBC publicada em 2009, foi Gauguin que, em plena discussão, cortou parte do lóbulo esquerdo de Van Gogh com uma espada. Para proteger seu (apesar de tudo) colega, Van Gogh contou à polícia a popular versão da autolesão. Ou seja, Van Gogh não ficou sem uma orelha – perdeu só uma parte do lóbulo – e não foi ele mesmo que se cortou por sua instabilidade mental.

A tumba de Tutancâmon não foi descoberta pelo menino da água

O que nos contaram. Em 1922, o arqueólogo Howard Carter – descobridor da tumba de Tutancâmon – contou durante uma palestra que deu nos EUA que o primeiro degrau da tumba foi encontrado por um menino egípcio que levava água aos trabalhadores da escavação. A partir desse momento o menino começou a ser conhecido como o menino da água.

O que realmente aconteceu. Por que Carter inventou esse menino? “Provavelmente para dar um toque romântico à história. Mas o descobridor não imaginava que isso acabaria saindo de seu controle e que, apesar da falta de provas, após sua palestra a notícia foi tomada como real. Hoje o menino da água aparece até mesmo em livros acadêmicos”, diz Nacho Ares, apresentador do programa de rádio Ser História. A família de Abd El Rassul, filho de um dos capatazes egípcios que trabalhava para Carter, aproveitou que a lenda do menino da água se espalhou para afirmar que Rassul era esse menino. “Existem dezenas de entrevistas desse homem falando da descoberta e jamais contou nada do menino da água e muito menos que fosse ele. Quando morreu, entretanto, seus filhos inventaram que seu pai era o menino da água. Hoje têm um restaurante em Luxor (Egito), e está repleto de entrevistas de seu pai em que ele só diz que foi a última testemunha viva da descoberta”, diz Ares.

A salada russa não é russa e a omelete francesa não vem da França

O que nos contaram. A lógica, implacável, nos fez acreditar que esses pratos cujos nomes fazem referência a certos pontos geográficos do planeta vinham desses lugares. Comíamos salada russa acreditando que sua origem vinha da terra de Sharapova, Irina Shayk e Leon Tolstói, entre outros russos ilustres; e pedíamos omelete francesa com a convicção de que sua história estava ligada à França. A lógica nos dizia que não podia ser de outra forma.

O que realmente é. Que a omelete francesa é tão francesa quanto os crepes congelados que você compra no supermercado. O sobrenome francês vem do assédio das tropas napoleônicas à cidade de Cádiz em 1810. A escassez de alimentos e de batatas para preparar a típica omelete espanhola fez com que as pessoas precisassem cozinhar o ovo batido sem condimentos. Com o passar dos anos essa omelete continuou sendo feita e chamada de “omelete dos franceses” em referência aos assediadores franceses. De modo que hoje essa omelete se chama omelete francesa. De acordo com o Institut Français, para os franceses a única omelete autóctone é a que leva queijo. Com a salada russa acontece algo parecido. É russa por obra e graça do acaso. Esse prato foi criado em 1860 por Lucien Olivier, um belga de origem francesa radicado em Moscou. O chef elaborou pela primeira vez essa receita no Hermitage, o restaurante dirigido por ele no centro da cidade russa. O furor que a salada causou fez com que ficasse popularmente conhecida por salada russa. Na Rússia, entretanto, se chama salada Olivier.

Se sabemos que a Terra gira em volta do Sol não é graças a Copérnico

O que nos contaram. Que Nicolau Copérnico, após um estudo exaustivo do movimento dos corpos terrestres, chegou à conclusão de que a Terra girava sobre seu eixo e que esta e o restante dos planetas giravam, por sua vez, em volta do Sol. E não ao contrário, como se acreditava até esse momento. Dessa forma criou a Teoria Heliocêntrica recebendo o ataque da Igreja, fiel defensora da teoria geocêntrica (isso é, que era o Sol – e o restante dos planetas – que giravam em torno da Terra). A Inquisição chegou a censurar a teoria de Copérnico, já que colocava em dúvida a onipotência de Deus, reafirmando a imobilidade da Terra.

O que realmente aconteceu. Foi o astrônomo e matemático grego Aristarco de Samos o primeiro a perceber que nosso planeta girava em torno do Sol. Assim o explicou no tratado De Revolutionibus Caelestibus mil anos antes de ser mencionado por Copérnico. “Aristarco de Samos viveu no século III antes de nossa era. Foi ele quem propôs o modelo heliocêntrico que dezoito séculos mais tarde Copérnico mencionou em sua obra”, diz o professor da Universidade Autônoma de Madri Javier Ordoñez. Apesar de Aristarco já a estudar no século III a.C., a Teoria Heliocêntrica não foi vista como uma teoria consistente até ser formulada por Copérnico no século XVI.

Não está claro que Cervantes fosse maneta

O que nos contaram. Que o autor de Dom Quixote perdeu a mão esquerda enquanto combatia na batalha de Lepanto, um dos confrontos navais mais sangrentos da história. A batalha ocorreu em 7 de outubro de 1571, no golfo de Lepanto. Lá se enfrentaram turcos otomanos e a coalizão cristã Liga Santa, integrada pelo Papa, a República de Veneza e a monarquia de Felipe II.

O que realmente aconteceu. Uma interpretação linguística errônea é a culpada de que Cervantes tenha passado à história como o maneta de Lepanto. No século XVII era considerado maneta não só quem havia perdido a mão e sim qualquer um que tivesse inutilizado um braço parcial ou totalmente. “Não se sabe realmente se Cervantes perdeu uma mão. É provável que só tenha perdido um dedo ou parte dela pelos disparos que recebeu durante a batalha de Lepanto”, diz ao ICON o historiador José Carlos Rueda Laffond.

A Espanha não é o país mais antigo da Europa

O que nos contaram. Que a Espanha é a nação mais antiga da Europa. Essa afirmação se transformou em um mantra de alguns partidos políticos conservadores. “A Espanha goza de ótima saúde, é a nação mais antiga da Europa”, disse Mariano Rajoy em março, quando ainda era primeiro-ministro do país.

O que realmente é. “[o ex-chefe do Governo espanhol, Mariano] Rajoy situa o nascimento do Estado espanhol na época dos Reis Católicos (final do século XV e início do XVI) e alimenta o mito de que em 1492 –com Isabel e Fernando, o fim da reconquista, a expulsão dos judeus e a descoberta da América– a Espanha foi fundada. Parece uma maravilhosa conjunção astral, mas é falsa. O casamento de Fernando e Isabel não implicou na fusão dos dois reinos. Mais do que isso, até o século XIX as coroas de Aragão e Castela tiveram moedas diferentes, afirma a este jornal José Carlos Rueda, professor de História Contemporânea da Universidade Complutense de Madri. Rueda diz que na Europa é impossível começar a falar em nações antes do século XIX. As declarações dadas por José Álvarez Junco, professor de História do Pensamento da Universidade Complutense, ao EL PAÍS coincidem com a teoria de Rueda. “Rajoy confunde os conceitos de nação e Estado e projeta seus próprios desejos no passado. O que define uma nação é um elemento subjetivo: grupos de indivíduos que acreditam compartilhar certas características culturais e vivem em um território que consideram próprio, enquanto os Estados modernos são estruturas político-administrativas que controlam um território e a população que o habita.” Segundo José Carlos Rueda, se tivermos que apontar alguma nação como a mais antiga da Europa, seria a França. “Com mil ressalvas, podemos considerar que a França tem uma estrutura estatal unificada mais antiga do que a Espanha (até o fim do século XVII, Monarquia Hispânica). O mesmo ocorre em relação aos seus limites fronteiriços. Ou sobre sua capital (Paris), que existe como tal desde a Idade Média. A unidade linguística também é historicamente muitíssimo mais intensa que na Espanha”, diz o historiador.

Júlio César nunca disse: “Até tu Brutus, meu filho”

O que nos contaram: No dia 15 de março de 44 antes de Cristo, um grupo de senadores, entre os quais estava Brutus (filho de Servília, amante de César, que sempre gozou da proteção e da simpatia de Júlio César), apunhalou o ditador romano até a morte. Momentos antes de morrer por causa dos graves ferimentos, Júlio César, que não podia acreditar na traição de Brutus, pronunciou uma das frases mais famosas da história: “Até tu Brutus, meu filho”.

O que realmente aconteceu. De fato, Júlio César foi apunhalado várias vezes nas escadarias do Senado romano. No entanto, nunca articulou a frase que o mundo se esforça em lhe atribuir. Por que então se acredita que essa foi a última coisa que disse antes de morrer? Provavelmente, o fato de Shakespeare tê-la reproduzido em sua obra Júlio César (que data de 1599) ajudou que o mundo o considerasse um fato histórico verídico. Por outro lado, Plutarco (que nasceu no ano 45 depois de Cristo) afirma em sua obra que César não disse tal coisa. Segundo o filósofo grego, a única coisa que o ditador fez antes de morrer foi cobrir a cabeça com a toga ao ver Brutus entre seus assassinos. “Ao ver Brutus com a espada desembainhada, colocou a roupa sobre a cabeça e se deixou golpear”, diz Plutarco no volume V de Vidas Paralelas. A frase se tornou hoje um símbolo que representa a traição máxima.

O Velcro não foi inventado pela NASA

O que nos contaram. Que esse sistema de adesão baseado em uma fita com pequenos ganchos de plástico e outra fita de fibras sintéticas que ficam unidas quando se juntam e se separam de uma só vez foi inventado pela NASA. O objetivo da agência do Governo dos EUA responsável pelo programa espacial civil era contornar a falta de gravidade no espaço oferecendo aos astronautas uma maneira simples e cômoda de colocar e tirar o traje espacial.

O que realmente aconteceu? O engenheiro suíço Georges de Mestral, que não tinha nada a ver com a NASA, criou o velcro em 1948 depois de passar um dia caçando no campo. Durante sua caminhada pela natureza, notou como as sementes das flores aderiam às suas roupas. Ao observá-las de perto com um microscópio, descobriu que suas pontas eram minúsculos ganchos, por isso era difícil retirá-las das roupas. Mestral decidiu inventar um sistema que reproduzisse o comportamento dessas sementes e criou as populares fitas adesivas que hoje fazem parte de dezenas de peças de vestuário e de quase todos os calçados infantis. Nos anos 60, a NASA decidiu incorporá-lo ao equipamento dos astronautas e o sistema começou a se popularizar. O repentino uso generalizado, tanto para fins domésticos quanto esportivos (os macacões de pilotos de corrida e de esquiadores o incorporaram), ajudou a difundir a crença de que os engenheiros da NASA eram os criadores do velcro.

Elvis pode ser o rei, mas não criou o rock

O que nos contaram. Nos livros didáticos, nas enciclopédias, em palestras, em artigos de imprensa… A frase pode ser lida e ouvida em muitos lugares: “Elvis Presley inventou o rock and roll”.

O que realmente aconteceu. “É uma teoria muito parcial essa que diz que Elvis inventou o rock, principalmente nos anos 50 e 60, quando a indústria do rock explodiu e havia muito dinheiro em jogo. Elvis era branco, bonito, patriota, de origem humilde… em outras palavras, o sonho americano feito carne. Ele era o único que podia convencer os pais a comprar essa música do diabo aos filhos, além das poderosas emissoras de rádio e televisão. Elvis era uma marca branca de algo muito satânico, como o rock and roll. Mas não, o rock, como quase todos os gêneros musicais duradouros, foi inventado pelos afro-americanos. Músicos negros como Joe Turner e sua Shake, Rattle and Roll, Lloyd Price com Lawdy Miss Clawdy, Fats Domino com The Fat Man ou a grande Big Mama Thornton e sua Hound Dog (que logo Elvis gravaria). Anos mais tarde chegariam Chuck Berry, Little Richards e Elvis. O que fez Elvis em 1954 com sua canção That’s All Right foi popularizar o rock and roll e levá-lo a todos os lugares, o que não é pouco”, explica o crítico de música Carlos Marcos.

Os imperadores romanos não condenavam os gladiadores à morte baixando o dedo

O que nos contaram. Vimos Joaquin Phoenix (no papel do imperador Cômodo) fazer esse gesto no oscarizado Gladiador (Riddley Scott, 2000) e o tomamos como verdade absoluta. Por seu lado, livros, quadros, o cinema e a televisão se encarregaram de alimentar a lenda fazendo o espectador acreditar que quando um imperador baixava o polegar no circo romano o que estava fazendo era condenar à morte o gladiador que estivesse em desvantagem na arena.

O que realmente aconteceu. Todo o contrário do que o cinema nos mostrou. Se o imperador levantava o polegar, estava incitando o gladiador vitorioso a matar o gladiador derrotado. Quando o imperador queria salvar a vida do gladiador, introduzia o polegar no punho fechado da mão oposta. “Acreditar que os imperadores condenavam à morte baixando o polegar é um erro que nos transmitiram via Hollywood. Realmente a sentença de morte se dava quando o imperador romano levantava o polegar para cima”, explica a historiadora María F. Canet.

Os signos do zodíaco não são 12

O que nos disseram. Que os signos do zodíaco –as constelações zodiacais que a linha imaginária que une o nosso planeta ao Sol aponta ao longo de um ano– são doze. E que todos nós, dependendo do mês de nosso nascimento, temos um que define nossa personalidade e até nosso destino.

O que realmente é. Há 3.000 anos, a civilização da Babilônia dividiu o zodíaco em doze partes, atribuindo uma constelação a cada uma delas. Conscientes de que a divisão zodiacal não resultava em doze partes exatas, elas a adaptaram para obter um calendário prático. Sabiam que havia uma décima terceira constelação chamada Ofiúco e a excluíram deliberadamente. Em 2016, a NASA fez cálculos e explicou que o eixo da Terra nem sequer aponta na mesma direção de 3.000 anos atrás. Atualmente, a linha imaginária entre a Terra e o Sol aponta para Virgem durante 45 dias e apenas 7 para Escorpião. Ou seja, quem faz aniversário em 25 de março seu signo do zodíaco era Áries até agora, mas os novos cálculos da NASA revelam que hoje seria Peixes.

*Por Sara Navas

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*Fonte: elpais

Estudo afirma que o vinho tinto é um ótimo aliado da saúde intestinal

Em um artigo científico publicado na revista “Gastroenterology”, uma equipe de pesquisadores da universidade King’s College, de Londres, afirmou que o vinho tinto é benéfico para a saúde do intestino humano. Os cientistas observaram os hábitos de 3 mil participantes e concluíram que aqueles que tomavam vinho tinto possuíam uma microbiota intestinal mais diversa — um ótimo sinal de saúde — em comparação aos que não consumiam a bebida.

A microbiota intestinal, também conhecida como flora intestinal, é composta pela população de micro-organismos que habitam o intestino e auxiliam na digestão, protegem a mucosa e combatem bactérias que causam doenças. Um desequilíbrio na flora pode causar vários danos ao corpo, como queda de imunidade, ganho de peso e elevação do colesterol.

Uma grande variedade de espécies bacterianas na microbiota é um ótimo marcador de saúde, por isso os pesquisadores do King’s College acreditam que o vinho tinto pode ser um aliado do intestino. O estudo também descobriu que o consumo da bebida está associado a níveis mais baixos de obesidade e colesterol “ruim” (LDL), o que também se deve, em parte, à diversidade de bactérias na flora intestinal.

Foram observados os efeitos de outras bebidas alcoólicas, como o vinho branco e a sidra (bebida fermentada de maçã). Mas, o vinho tinto se sobressaiu, possivelmente devido aos polifenóis encontrados nas cascas das uvas, que possuem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e ajudam os micróbios a viverem por mais tempo no trato intestinal.

Apesar dos benefícios do vinho tinto, os cientistas lembram que o exagero deve ser evitado. “A moderação é sempre aconselhável. Percebemos que o consumo a cada duas semanas parece ser suficiente para observar bons resultados. Então, se você for tomar uma bebida alcoólica hoje, escolha o vinho tinto”, disse a dra. Caroline Le Roy, uma das autoras do estudo.

*Por Mariana Felipe

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*Fonte: revistabula

Venda de vinil pode ultrapassar a venda de CDs

Colecionar discos de vinil é um hobbie que tem crescido nos últimos anos, os fãs relatam que é uma experiência única e divertida. De acordo com um novo relatório do meio do ano da RIAA, a venda de vinil pode ultrapassar os CDs em um futuro próximo.

Segundo a Associação da Indústria de Gravação da América as vendas de vinil têm aumentado constantemente, enquanto paralelamente as vendas de CDs tem caído. Além do crescimento de 13% no mercado do vinil, eles faturaram US $ 224,1 milhões (em 8,6 milhões de unidades) no primeiro semestre de 2019, fechando os US $ 247,9 milhões (em 18,6 milhões de unidades) gerados pelas vendas de CDs, que se mantem estagnadas.

De acordo com projeções do setor, se as tendências persistirem, as vendas poderão ultrapassar as vendas de Cds até o fim do ano ou no inicio de 2020. Se isso ocorrer será a primeira vez que os discos venderão mais que CDs desde 1986. Porém apesar de ser uma grande conquista para o mercado dos discos de vinil, o som digital ainda está liderando a indústria musical.

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*Fonte: bileskydiscos

Há 49 anos, Jimi Hendrix subia ao palco para último show da vida dele

Com 27 anos, Jimi Hendrix fazia o último show da vida dele no dia 16 de setembro de 1970. O palco era no Ronnie Scott’s Jazz Club em Londres. Hendrixtocou com o amigo Eric Burdon e a banda War algumas músicas famosas, como “Mother Earth” e “Tobacco Road”. Dois dias depois da apresentação, no dia 18 de setembro, o músico morreu por asfixia.

Na biografia de Burdon, Don’t Let Me Be Misunderstood, ele lembrou a performance do colega: “Hendrix entrou durante o segundo set. Eu apresentei Jimi ao público…aquela típica audiência do jazz de Londres tentou mostrar indiferença quando ele subiu no palco, mas uma onda de aplausos cumprimentou o maior guitarrista do mundo”. Burdon ainda afirma que o músico “estava voando” durante a apresentação.

Depois do show, Hendrix ainda parou e conversou com o jornalista Roy Carr da revista britânica NME. O artista foi questionado sobre possíveis músicas futuras e ele respondeu: “Talvez não seja jazz…. talvez seja”. Na saída, foi para a casa da namorada Monika Dannemann e dois dias depois morreu por asfixia.

Considerado o instrumentista mais influente da história do rock, pelo Hall da Fama e do Rock’n’roll, Jimi Hendrix foi um revolucionário e sua maior companheira era uma guitarra Fender Stratocaster. Um ano antes de morrer, Jimi Hendrix foi o principal nome da música a se apresentar no Woodstock Festival em 1969. Tocou como headliner e fez história ao apresentar o hino nacional dos EUA, “Star Spangled Banner”.

 

 

 

 

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*Fonte: rollingstone

Um problema matemático de décadas envolvendo o número 42 foi finalmente resolvido

Todos sabemos que 42 é a resposta para o significado da vida, do universo e tudo mais – graças ao Guia do Mochileiro das Galáxias. Agora, sabemos também que 42 pode ser a soma de três cubos.

Durante décadas, cientistas se perguntaram se cada um dos números entre 0 e 100 poderiam ser representados pela soma de três cubos – um número elevado ao cubo é ele mesmo multiplicado três vezes (dois ao cubo é igual a oito).

Quarenta e dois era o último número sem uma solução comprovada ou sem ser provado que não havia solução – até agora.

“É incrível”, disse o matemático do MIT, Andrew Sutherland, ao Gizmodo. “Você pesquisa e espera que a resposta esteja lá, mas não sabe se o algoritmo irá encontrá-la. Então você espera e quando está prestes a desistir, o número aparece. É muito gratificante”.

Os pesquisadores Andrew Sutherland do MIT e Andrew Booker da Universidade de Bristol no Reino Unido descobriram o resultado utilizando mais de um milhão de horas de tempo computacional no Charity Engine, de acordo com um comunicado à imprensa.

A Charity Engine é uma plataforma computacional que utiliza poder de processamento de 500 mil computadores domésticos que estejam ociosos para produzir uma espécie de supercomputador mundial.

A equação, como aparece na página dos pesquisadores, é:

(-80538738812075974)^3 + 80435758145817515^3 + 12602123297335631^3 = 42

Testamos a equação na calculadora do Google e surgiu um número esquisito, mas na calculadora do Bing, funciona!

Matemáticos como Louis J. Mordell vinha trabalhando para encontrar soluções para a equação a³+b³+c³=n, onde “n” é o número de interesse (42, neste caso) e “a”, “b” e “c” são as soluções que estão procurando desde a década de 1950.

Os cientistas encontraram “a”, “b” e “c” para todos os números menores que 100 menos para aqueles que realmente não tinham solução e para 33 e 42.

As exceções sem solução vieram de uma outra prova. Ela diz que todos os cubos ou são múltiplos de nove ou estão a um número inteiro de um múltiplo de nove na linha numérica — 4 ao cubo, por exemplo, dá 64, que está a uma unidade de distância de 63, que, por sua vez, é múltiplo de nove. A Wikipédia tem uma boa demonstração disso.

Isso significa que três cubos somados só podem resultar em números a três ou menos unidades distantes de múltiplos de nove – você nunca pode adicionar três cubos e resultar em um número quatro ou cinco unidades distantes de um múltiplo de nove. 31, por exemplo, está a quatro unidades de distância de 27, então não poderia ser expresso como a soma de três cubos.

Porém, 33 e 42 eram exceções da exceção; ambos estão a três unidades de distância de múltiplos de nove. Os matemáticos descobriram que ambos os números (e quaisquer outros números dentro de um intervalo definido, tirando as exceções da prova anterior) deveriam ter uma solução, ainda que não houvesse uma prova explícita disso.

Motivado por um vídeo no YouTube sobre esse tópico, Booker produziu um algoritmo para encontrar uma solução para esses problemas, e encontrou a solução para n=33 neste ano. Agora ele e Sutherland encontraram uma solução para n=42, depois de meses de esforços.

“É como ganhar na loteria”, disse Sutherland. “Se você jogar por tempo o bastante com certeza uma hora irá ganhar, mas não existe garantias de quanto tempo irá demorar”.

Existem vários números menores que 1.000 sem uma soma de três cubos, explicou Sutherland, mas ele está mais interessado em somas de três cubos que produzem o número 3. Desde então, os matemáticos provaram que 1 e 2 têm infinitas soluções de um padrão previsível, mas só encontraram soluções fáceis e triviais para o 3 (1 ao cubo + 1 ao cubo + 1 ao cubo = 1+ 1 +1 = 3, por exemplo). Há expectativa para quando outra solução de maior número será revelada.

Se isso parece frivolidade matemática, não é. Essas equações diofantinas, nas quais você precisa descobrir várias incógnitas que se combinam com um valor conhecido, são usadas pela computação em vários algoritmos.

O que esses pesquisadores realmente estão fazendo, encontrando pontos nas curvas elípticas, é uma ideia matemática fundamental usada na criptografia que protege coisas como os bitcoins, por exemplo.

Se você não se importa com nada disso, porém, pode apenas dizer que a resposta para a vida, o universo e tudo mais pode ser expressa pela soma de três cubos — mesmo que ninguém saiba qual é a questão que ela responde.

*Por Ryan F. Mandelbaum

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*Fonte: gizmodo

5 razões pelas quais existe vida fora da Terra

Um dos assuntos mais comentados no meio científico é a possibilidade de vida além do nosso planeta. Apesar de não termos nenhuma prova concreta de que realmente há vida fora da Terra, podemos especular que essa possibilidade vai muito além de ser apenas considerada, afinal, estamos falando de proporções gigantescas no universo.

5 – Existem MUITAS estrelas no Universo

Vivemos em uma galáxia onde o número estimado de estrelas chega a 400 bilhões. Só no Universo Observável estima-se que existam 10 sextilhões de estrelas. Agora imagine que, assim como o Sol, boa parte dessas estrelas abrigue um sistema planetário como o nosso. Dessa forma, teremos outro número exorbitante de exoplanetas, isto é, planetas fora do Sistema Solar. Será que algum deles não pode ser semelhante ou igual a Terra?

4 – A vida pode não ser o que pensamos que é

A vida na Terra depende de vários fatores, e o principal, é a água. Imagine que algum organismo não precise necessariamente desses elementos para viver, dessa forma, devemos procurar também em exoplanetas que sejam diferentes da Terra. Afinal, há a possibilidade de ser uma forma de vida totalmente diferente.

3 – Já que existem tantos planetas assim espalhados pelo o Universo, onde está todo mundo?

Na Terra, nossa comunicação a longas distâncias deve-se as ondas de rádio. Considerando que exoplanetas próximos da Terra, localizados a poucos anos-luz de distância, tenham uma civilização inteligente, há a possibilidade de ser outro tipo totalmente diferente de comunicação e neste momentos os sinais deles estão passando despercebidos por nós.


2 – A vida necessariamente não precisa ser inteligente

Um erro comum das pessoas é imaginar os aliens como seres verdes e gosmentos. Claro, o que pode realmente ser, no entanto, a vida pode ser apenas microrganismos simples e não uma civilização ultra-avançada. Dessa forma, fica muito mais complicado detectá-los.

1 – Ou podem realmente não existir

E se nós realmente estivermos sozinhos no Universo? É uma possibilidade. A vida na Terra foi uma junção de vários eventos não casuais. ou resumindo, várias catástrofes. Possa ser que a vida inteligente, seja tão rara quanto a “vida comum”. Planetas onde eles residem pode estar a milhões de ano-luz e mesmo que nós detectássemos o mais provável é que já estejam extintos.

*Por Alexandro Mota

Só nesta imagem existem cerca de 10 mil galáxias.

 

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*Fonte: misteriosdoespaço

Bateria da Tesla pode durar mais de 1 milhão de quilômetros

Pesquisadores afirmam que testes usando uma nova célula de ion de lítio mostram que uma bateria é capaz de durar cerca de 20 anos

O pesquisador-chefe da Tesla, Jeff Dahn, e os membros do Departamento de Física e Ciências Atmosféricas da Universidade Dalhousie, divulgaram recentemente um artigo que aponta para o desenvolvimento de células de bateria capazes de durar mais de 1,6 milhão de quilômetros na estrada, ou 20 anos se utilizadas na rede armazenamento de energia.

A nova bateria testada conta com uma célula de íon de lítio com uma nova geração de cátodo NMC com um “cristal único” e um novo eletrólito avançado. Em teoria, estas células de bateria duram de duas a três vezes mais que as atuais da Tesla.

Com um sistema de resfriamento ativo, os pesquisadores conseguiram elevar a vida útil das células da bateria para mais de 6.000 ciclos, o que facilmente significaria mais de 1 milhão de quilômetros em uma boa bateria, de acordo com um estudo publicado no Journal of The Electrochemical Society. Eles testaram as células da bateria sob diferentes condições, e mesmo sob uma temperatura extrema de 40° C, essas duravam 4.000 ciclos.

Em abril, o CEO Elon Musk disse que quer que a Tesla resolva o desafio da direção completamente autônoma e lance uma frota de taxis robóticos. E as baterias são uma parte importante neste desafio. Se forem implantadas, as baterias poderão reduzir seriamente o custo por quilômetro de operação de um veículo elétrico, ajudando a tornar o transporte limpo uma opção mais viável para o uso diário.

*Por Bruna Lima

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*Fonte: olhardigital

Estudo confirma que cochilar durante o dia reduz as chances de sofrer infarto e AVC

Um estudo recente, realizado por pesquisadores do Hospital Universitário de Lausanne, na Suíça, traz uma ótima notícia para aqueles que gostam de dormir: tirar um cochilo, uma ou duas vezes por semana, faz bem para a saúde do coração. Como o sono inadequado é um fator de risco para uma série de doenças, incluindo problemas cardiovasculares, substituir o sono noturno perdido pelo cochilo pode ser um hábito benéfico.

Para chegar aos resultados, os cientistas avaliaram mais de 3,5 mil suíços ao longo de cinco anos. Os participantes forneceram informações sobre seus hábitos de cochilo, sono noturno, estilo de vida e foram submetidos a uma série de exames clínicos. Durante os anos de avaliação, os pesquisadores descobriram que aqueles que tiravam um ou dois cochilos durante a semana tinham 48% menos chances de sofrer infartos, paradas cardíacas e derrames.

Apesar da boa notícia, ainda não está claro como a soneca pode influenciar a saúde do coração. “Nosso maior palpite é que o sono durante o dia libera o estresse das noites mal dormidas”, disse a médica residente Nadine Haüsler, líder do estudo. Ainda que a pesquisa não responda quanto tempo dura o cochilo ideal, a maioria dos pesquisadores diz que 20 minutos são suficientes para sentir os benefícios.

Entre os que nunca cochilavam ou dormiam excessivamente durante o dia, os mesmos efeitos não foram observados pelos pesquisadores. Os benefícios também não foram comprovados em idosos com mais de 65 anos, provavelmente porque pessoas nessa faixa de idade já têm alguns problemas de saúde e costumam dormir mais. Segundo Haüsler, “outros estudos são necessários”, mas, apesar das limitações, essa é a primeira pesquisa a analisar a frequência dos cochilos em relação à saúde.

*Por Mariana Felipe

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*Fonte: revistabula

Passo a passo de como pratos Zildjian são fabricados

Este é um vídeo de como os pratos Zildjian são fabricados, passo a passo, em uma fábrica dos Estados Unidos.

Observe como as fundições de metal são achatadas, aparadas, marteladas, fresadas e trabalhadas gradualmente na forma ideal para produzir o som perfeito.

É interessante no vídeo que os sons da fábrica estão todos ali, e não estão cobertos por músicas ou efeitos sonoros.

O vídeo é uma compilação da série lançada pela marca no Instagram, chamada #MadeInZUSA – a qual revela cada passo a ser feito para produzir um prato da marca.

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*Fonte: mundogeek

Desafio 100 coisas para fazer antes de morrer: você fez no máximo 5 desta lista de 100

A vida passa em um piscar de olhos, por isso muitas pessoas tentam aproveitá-la ao máximo. Algumas chegam a criar listas de coisas que gostariam de fazer antes de morrer. Em jornais, revistas e sites também é possível encontrar várias sugestões dessas listas. Nos últimos tempos, porém, uma em especial tem chamado a atenção de internautas ao redor do mundo. Trata-se de uma lista desafiadora de 100 coisas que todos deveriam fazer durante a vida. E não termina aí. De acordo com o desafio que circula na Internet, poucas pessoas cumpriram mais de cinco das 100 atividades listadas. Para fazer o teste e descobrir se você é uma exceção ao caso, basta contabilizar quantas coisas você já fez dentre as 100.

1 — Ver a Aurora Boreal

2 — Passear em um balão

3 — Apreciar a vista no Grand Canyon

4 — Nadar com botos-cor-de-rosa

5 — Morar num país de cultura não-ocidental

6 — Fazer um safári

7 — Conhecer os sete continentes

8 — Saltar de paraquedas

9 — Andar pela muralha da China

10 — Passar uma semana meditando em um mosteiro

11 — Fazer amizade com uma pessoa excêntrica

12 — Trocar um emprego estável por um que pague menos

13 — Investir na bolsa de valores

14 — Praticar rapel ou canoagem

15 — Visitar as pirâmides do Egito

16 — Montar um elefante

17 — Ficar uma semana sem tomar banho

18 — Conhecer as sete maravilhas do mundo

19 — Observar de perto baleias nadando

20 — Doar sangue

21 — Assistir um espetáculo na Broadway

22 — Acampar em um lugar deserto (deserto mesmo)

23 — Ir ao velório de um desafeto sem ódio

24 — Beijar numa roda gigante

25 — Ir ao Louvre e ver a Monalisa de perto

26 — Montar um camelo

27 — Comemorar o dia de São Patrício na Irlanda

28 — Escalar uma montanha

29 — Ir a um cine drive-in

30 — Comer em um restaurante seis estrelas

31 — Andar de jetski

32 — Ver um iceberg de perto

33 — Flutuar no mar morto

34 — Voar na primeira classe

35 — Jogar Paint Ball

36 — Assistir um espetáculo do Cirque du Soleil

37 — Passear em uma limusine

38 — Escrever um livro

39 — Criar uma horta comunitária

40 — Dormir numa casa construída sobre árvore

41 — Ser figurante em um filme ou novela

42 — Conhecer todos os Estados brasileiros

43 — Fazer sexo em grupo

44 — Correr uma maratona

45 — declamar Maiakóvski numa festa de empresários

46 — Fazer um cruzeiro

47 — Fazer um mochilão pela Europa

48 — Beijar alguém sob a chuva intensa (intensa mesmo)

49 — Fazer trabalho voluntário em outro país

50 — Visitar um vulcão ativo

51 — Dar um presente valioso a um desconhecido

52 — Ver a troca de guardas em Londres

53 — Comprar um réptil de estimação

54 — Pertencer a uma sociedade secreta

55 — Fazer um desejo na Fontana di Trevi, em Roma

56 — Comer um tradicional Fondue na Suíça

57 — Adotar um animal de um abrigo

58 — Lutar esgrima

59 — Cantar em um grande festival de música

60 — Fazer parte de um Flash Mob

61 — Atravessar um país dentro de um carro

62 — Dormir nu(a) sob as estrelas

63 — Doar cabelo para pacientes com câncer

64 — Desconectar totalmente do mundo virtual (incluindo celular) por uma

semana

65 — Competir em um grande evento esportivo

66 — Comer algo que você não comeria de jeito nenhum

67 — Ficar acordado ininterruptamente por mais de 48 horas

68 — Organizar uma festa surpresa para um desafeto

69 — Nadar sem roupa na presença de outras pessoas

70 — Posar para foto cruzando a faixa da Abbey Road

71 — Beber absinto

72 — Comprar almoço para uma pessoa que vive nas ruas e comer com ela

73 — Participar de um protesto pela legalização da Maconha

74 — Viajar de uma cidade a outra de bicicleta

75 — Fazer um curso de culinária

76 — Ser vegetariano por ao menos um mês

77 — Andar a cavalo sem sela

78 — Ler mil livros

79 — Sair pelado(a) no carnaval

80 — Aprender a dançar salsa

81 — Andar de gôndola pelos canais de Veneza

82 — Fazer uma viagem noturna de trem

83 — Esquiar na neve

84 — Aprender a tocar um instrumento musical incomum

85 — Provar tequila no México

86 — Dançar uma noite inteira num baile da terceira idade

87 — Passar o Ano Novo em um lugar exótico

88 — Voar de helicóptero

89 — Fazer uma doação anônima

90 — Subir na Torre Eiffel, em Paris

91 — Comer pizza Margherita, em Nápoles

92 — Fazer sua árvore genealógica

93 — Convidar um desconhecido para sair

94 — Pular de bungee-jump

95 — Conhecer uma estrela de Hollywood

96 — Visitar um orfanato

97 — Passar uma noite no deserto do Saara

98 — Ir ao supermercado usando apenas roupão

99 — Passar uma noite sozinho(a) numa floresta

100 — Pedir conselhos a uma criança

*Por Jéssica Chiareli

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*Fonte: revistabula

Biblioteca que passou 200 anos oculta é descoberta na Bélgica!

Um especialista em arte descobriu uma sala repleta de livros do século XVII e XIX que havia permanecido intacta. Na biblioteca, havia livros de geografia, velhos atlas, obras que falavam sobre cultura, povos e regiões. Todos datam da mesma época e ficaram trancados durante os últimos 200 anos em uma biblioteca particular em Bouillon, um pequeno município belga, próximo da fronteira com a França.

A coleção conta com 182 livros, incluindo um velho atrás de Abraham Ortelius. O cartógrafo e geógrafo, conhecido como o Ptolomeu do século XVI, foi um padre da cartografia flamenca junto com Gerardus Mercator. O livro descoberto data de 1575 e é considerado o primor do atás moderno.

E como esta biblioteca ficou oculta por tanto tempo? Não se sabe. O que se sabe é que, de um dia para o outro, os descendentes da família decidiram abrir seu acervo que está aos pés de um dos castelos mais imponentes de sua época, o Castelo de Bouilon, o exemplo mais antigo de arquitetura feudal da Bélgico, construído no século VIII, por onde de Caros Martel. Todos os livros da coleção serão colocados a venda logo após uma exposição que aconteceu no Hotel de Ventes Horta de Bruxelas.

“A primeira vez que abri a porta da biblioteca fiquei surpreso pela autenticidade da atmosfera que prevalecia no século XVIII. Estive dois dias para fazer um inventário completo. Segurei cada livro em minhas mãos, com muito cuidado para evitar danos”, disse Godts a Le Vif, responsável por cuidar do acervo.

Mais informações:
https://soybibliotecario.blogspot.com/2017/06/la-biblioteca-que-paso-200-anos-oculta.html?fbclid=IwAR38qJqMhs7fWEsuloiljwNRjxpb7q7LksQ4BH6LtzkJvWQj_N4JNdJI4nM

*Por Luiz Antônio Ribeiro

 

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*Fonte: notaterapia

Descoberta dos EUA pode decretar o fim da quimioterapia

Uma nova descoberta pode fazer com que a quimioterapia esteja com os dias contados!

Muitas pessoas são diagnosticadas com câncer todos os anos e, consequentemente, sofrem uma grande mudança em sua qualidade de vida. Logo começam os tratamentos exaustivos, que afetam não só os pacientes, mas também os familiares e amigos, que os acompanham a cada passo de sua jornada.

A quimioterapia, apesar de fundamental para combater a doença, também tem muitos efeitos colaterais que exigem muito dos pacientes. Durante o tratamento, essas pessoas podem sofrer de indisposição, náuseas, sensibilidade na pele, queda de cabelo, das unhas, descamação nas solas dos pés e das mãos. Enfim, é um período extremamente delicado, que exige muita força, determinação e apoio das pessoas amadas.

Pesquisadores da Northwestern University, em Illinois, descobriram que todas as células do corpo humano contêm um “código de matar”, que pode ser acionado para causar sua própria autodestruição.

Eles acreditam que essa pode ser uma grande ferramenta no combate ao câncer. Para os pesquisadores, as células malignas, que se contaminam com a doença, podem de alguma maneira ser estimuladas a se autodestruírem por conta própria, através desse código, não havendo assim necessidade de produtos químicos tóxicos serem colocados no organismo. A prática desse processo poderia por fim ao exaustivo tratamento de quimioterapia.

Os cientistas ainda acreditam que o poder desses “guarda-costas internos” da célula podem ser ainda mais eficientes, se forem duplicados sinteticamente, porque diminuiriam ainda mais a necessidade da quimioterapia e todos os seus efeitos colaterais no organismo.

“Agora que sabemos o código de morte, podemos ativar o mecanismo, sem ter que usar quimioterapia e sem mexer com o genoma”, explicou Marcus E. Peter, professor de Metabolismo do Câncer de Tomas D. Spies da Northwestern University Feinberg School of Medicine e principal autor do estudo.

“Podemos usar esses pequenos RNAs diretamente, introduzi-los em células e acionar o interruptor de matar (…) Meu objetivo não era criar uma nova substância tóxica artificial (…) Eu queria seguir o exemplo da natureza. Eu quero utilizar um mecanismo que a natureza tenha projetado.”

A descoberta está deixando os pesquisadores muito motivados para combater o desenvolvimento do câncer:

“Com base no que aprendemos nesses dois estudos, podemos agora projetar microRNAs artificiais, que são muito mais poderosos em matar células cancerosas do que as desenvolvidas pela natureza.”

Mas todo esse trabalho não será realizado tão rapidamente. Alguns anos de estudos serão necessários para que possibilidade de um novo tipo de terapia seja realmente considerada.

Ainda que possa exigir algum tempo, essa é uma descoberta muito animadora, que pode aliviar a situação de milhares de pessoas ao redor do mundo!

Por Luiza Fletcher

 

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*Fonte: osegredo