13 músicas de David Bowie sobre o espaço

De estrelas a roqueiros que fazem contato com alienígenas, o Universo sempre esteve presente na obra do músico

Os mistérios do Universo eram grande inspiração para Bowie, que escreveu um grande número de músicas fazendo menções espaciais. Abaixo, você confere as músicas que melhor expressam a relação do cantor com a fronteira final. Você pode ouvir todas elas em nossas playlists no Deezer e no Spotify.

Space Oddity (1969): o primeiro grande sucesso de Bowie foi lançado à mesma época que a missão Apollo 11, que chegaria à Lua. Foi um hit instantâneo, que tornou Bowie conhecido na Inglaterra, seu país natal, e no resto do mundo. Na letra, Major Tom é um astronauta que se comunica com o centro de controle sobre sua missão espacial… quando algo dá errado.

Life on Mars? (1971): Escrita para dar uma cutucada em Paul Anka, que comprou os direitos da versão francesa de uma de suas músicas (“Even a Fool Learns to Love”, que nunca foi lançada) e a transformou na famosíssima “My Way”, Life on Mars? foi considerada uma das 100 melhores músicas de todos os tempos no jornal The Daily Telegraph. Apesar de ter os mesmos acordes do clássico de Frank Sinatra, a canção de Bowie não poderia ser mais diferente: fala sobre violência, enfado e sonhos destruídos. Exausto com a realidade, o narrador se pergunta: “existe vida em Marte?”

Ziggy Stardust (1972): Escrita para o álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, essa canção conta a história do roqueiro de mesmo nome, que tocava guitarra ao lado de suas aranhas marcianas e servia de transmissor de mensagens espaciais. Ziggy foi um personagem criado e interpretado pelo próprio Bowie, conhecido pelo seu viés político, glam-rock e bastante sexualizado.

Lady Stardust (1972): Essa balada feita ao piano foi escrita para a turnê de Ziggy Stardust e ficou marcada como a música que, durante os shows, Ziggy se vestia de mulher. É uma balada sobre um rapaz que era ridicularizado pelos outros, até subir nos palcos – quando a “senhorita Stardust”, a versão feminina de Ziggy, cantava junto com ele. Dizem que o rapaz da música é Marc Bolan, um dos ídolos de Bowie e pioneiros do glam rock.

Starman (1972): A letra se refere ao “Starman”, um alienígena que envia mensagens de esperança para a Terra por meio do roqueiro Ziggy Stardust. A história é contada do ponto de vista de um garoto que escuta a palavra de Ziggy. Bowie disse, em uma conversa com o autor de ficção científica William S. Burroughs, que Ziggy não era extraterrestre, ao contrário do que se pensava – apenas um rock star que se comunicava com o espaço. A balada é uma das músicas mais famosas de Bowie e foi vendida como single antes de integrar o álbum “The Rise and Fall…”.

Moonage Daydream (1971-1972): Bowie lançou essa canção como single e a regravou para sua versão mais conhecida integrar “The Rise and Fall…”. Na letra, conhecemos as palavras de um alienígena messiânico falando para aproveitarmos enquanto dá tempo, já que o mundo está prestes a acabar. É uma combinação de tudo que fez Ziggy Stardust ser o fenômeno que foi: uma mensagem sobre rebelião, sexo e paixões sociais.

Five Years (1971-1972): O clima “carpe diem” de Moonage Daydream é consequência do que ouvimos nessa canção aqui, também da turnê de Ziggy Stardust: “o cara do jornal chorou e nos contou / a Terra está realmente morrendo / chorava tanto, seu rosto estava molhado / foi assim que eu soube que ele não estava mentindo”. É uma canção incrível sobre o fim do mundo, com as reações das pessoas à notícia de que o fim virá em apenas cinco anos. Praticamente um filme apocalíptico.

The Prettiest Star (1970): Essa animada canção ficou famosa por ter sido usada por Bowie para pedir sua mulher, Angela, em casamento. “Um dia, talvez um dia / eu e você vamos subir até o alto / Tudo porque você é / A estrela mais brilhante”, cantou ele. O pedido, é claro, funcionou: “Angie” e Bowie foram casados entre os anos 70 e 80.

Ashes to Ashes (1980): A canção tem uma clara referência ao astronauta Major Tom, de Space Oddity, desconstruindo sua imagem de “astronauta hippie” e o reconhecendo como um homem triste e dependente de drogas. Para Bowie, a canção serviu para amarrar todo o seu trabalho dos anos 80: “foi um bom epitáfio”, concluiu ele.

Hallo Spaceboy (1995): Bowie se inspirou na banda Nine-Inch Nails para compor a canção que, de acordo com ele, resultou em algo como “Jim Morrison (da banda The Doors) industrial”. O narrador conversa com um garoto do espaço, falando sobre caos e dias terríveis, mas garante, à guisa de consolo: “poeira da Lua vai cobrir você”.

New Killer Star (2003): A música tem uma referência sutil aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 às torres gêmeas do World Trade Center. A música fala sobre a descoberta de uma nova estrela, enquanto o clipe, de forma surreal, mostra um astronauta quase aterrisando nos Estados Unidos moderno.

The Stars (Are Out Tonight) (2013): Fazendo uma homenagem à primeira fase de seu trabalho, Bowie brinca com o significado da palavra estrela: se refere a pessoas famosas como se fossem astros no céu.

Blackstar (2015): Na música-título de seu último trabalho, Bowie se despediu afirmando que não era uma estrela do rock, e sim uma “estrela negra”. No clipe, lançado em novembro de 2015, uma mulher encontra um astronauta morto e, em tom um tanto quanto lúgubre, realiza rituais com sua caveira. A crítica recebeu seu último trabalho como “maravilhosamente estranho”, como não podia deixar de ser, tratando-se de David Bowie.

*Por Claudia Fusco
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*Fonte: revistagalileu

Em cartaz: Bowie surge em performances inéditas no documentário ‘Moonage Daydream’

O diretor norte-americano Brett Morgen sabia que a vida e a obra de um artista como David Bowie não caberiam em um documentário tradicional e quadrado. Por isso, para realizar o novo filme “Moonage Daydream”, Morgen criou uma obra audiovisual singular, instigante e lisérgica. Ele juntou entrevistas e performances ao vivo com performances nunca mostradas ao público de um dos mais importantes artistas do século 20. O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Mais do que desenhar uma linha cronológica da carreira de Bowie, “Moonage Daydream” apresenta o artista como também um pensador, refletindo sobre vida e morte, passado e futuro, como um filósofo pop. “Eu sabia que ele era esse artista incrível, mas não tinha ideia da pessoa sábia que ele era e de como eu precisava das mensagens dele”, diz o diretor, em reportagem da Folha de SP, explicando que decidiu criar um documentário que fosse também uma experiência, tal qual a própria música de Bowie.

O filme também cumpre a tarefa de contar a história do jovem David Robert Jones, que se apaixona pelo rock dos anos 1960, se torna David Bowie e, no início dos anos 70, invade o planeta como o alienígena Ziggy Stardust. E segue, acompanhando o elegante e louco personagem Thin White Duke, até chegar à fase de Berlim no final da década, quando Bowie já era um dos maiores artistas do mundo. No lugar, porém, de uma série de legendas e entrevistas, “Moonage Daydream” conta somente com as palavras do próprio Bowie para guiar sua história.

“Os cinemas têm o melhor som do mundo, então eu queria criar um filme que reproduzisse a experiência de arena, e que não fosse só uma coisa biográfica. Tipo, todo mundo sabe que os Beatles nasceram em Liverpool. Não importa esse tipo de coisa, saca?”, explica o diretor. Morgen garante que buscou realizar um filme não somente sobre o artista, mas sobre performance, em que verdade e ficção são misturadas pelas falas do próprio Bowie, compiladas ao longo de seus quase 50 anos de carreira.

O documentário retrata as muitas fases da carreira de Bowie, como Thin White Duke

David Bowie faleceu em janeiro de 2016, aos 69 anos, como um desses raros nomes que superam os limites do reconhecimento pop, e se torna um verdadeiro pilar cultural de sua época: para entender a segunda metade do século 20, é preciso olhar fundo nos olhos bicolores de Bowie. E é esse o convite sensorial, emocional e estético que faz “Moonage Daydream”, que estreou nos cinemas brasileiros no último dia 16 de setembro.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Trilha sonora do documentário oficial de David Bowie é anunciada; ouça remix de “Modern Love”

A trilha sonora do documentário de Brett Morgen, Moonage Daydream, acaba de ser anunciada. Programado para chegar digitalmente em 16 de setembro, o álbum contará com versões inéditas de várias músicas clássicas de David Bowie, faixas ao vivo e mixagens criadas exclusivamente para a produção cinematográfica.

Moonage Daydream é uma representação muito esperada da vida de Bowie. O filme, que será lançado oficialmente um dia antes da chegada da trilha sonora, celebra a jornada criativa, musical e espiritual do falecido músico. Com imagens inéditas ao lado da música original de Bowie, este será o primeiro filme a ser oficialmente sancionado pela família de Bowie. Mais detalhes AQUI.

A trilha sonora oficial combinará material inédito e mixagens únicas criadas para o filme, complementando todas elas com diálogo do próprio Bowie. Os destaques da coleção incluem um medley ao vivo de ‘The Jean Genie/Love Me Do/The Jean Genie’, gravado no último concerto de Ziggy Stardust no Hammersmith Odeon de Londres em 1973, e com Jeff Beck na guitarra. Também estará no disco uma gravação ao vivo inédita de ‘Rock ‘n’ Roll With Me’ da ‘Soul Tour’ de Bowie de 1974.

A versão “Moonage Daydream Mix” do clássico “Modern Lover”, que reformula de forma instrumental o original de 1983, acaba de ser disponibilizada para audição. Confira no link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=KfpWP-OUyFs

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*Fonte: radiorock89

Por que Bowie criou Ziggy Stardust? (em desenho animado)

The rise and fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars, álbum que foi o primeiro sucesso de verdade de David Bowie, chega aos 50 anos na semana que vem, dia 16 de junho. A história do popstar de outro planeta que vem à Terra trazer uma mensagem aos seus fãs e impedir o apocalipse, completa cinco décadas com direito a documentário sobre o cantor previsto para setembro deste ano, Moonage daydream, de Brett Morgen. E deve render mais e mais homenagens ao cara que viu o futuro, numa época tão conturbada em termos políticos, sociais e ecológicos (sobre isso, vale ler este artigo, em inglês, fazendo comparações entre a chegada de Ziggy Stardust e a primeira cúpula climática da ONU, ambos acontecimentos de junho de 1972).

O personagem criado por Bowie, cuja gênese já ganhou um podcast nosso, representou a virada na carreira dele. Mais do que um alterego que mudou a visão que o público tinha dele, foi o personagem que de fato angariou um público real para Bowie – o fãs conquistados com o hit Space oddity (do segundo álbum David Bowie, de 1969) eram uma turma, os poucos que se animaram a ouvir o disco The man who sold the world (1970) eram uma galera diferente, e o quarto LP, Hunky dory (1971), ainda não havia chegado a uma galera tão numerosa.

Em 17 de abril de 1988, o jornalista Joe Smith bateu um papo com Bowie, e um dos assuntos, por acaso, foi o personagem que tirou o cantor do dia a dia de artista que fazia shows para plateias pequenas e vendia poucos discos, para o universo de popstar que encarava multidões e recorria a truques no palco. Em poucos meses após sair o disco, Bowie estaria longe de ser a estrela mal compreendida de músicas como Life on mars? (de 1971, mas que só viraria hit em 1973), e se tornaria o cara que esfregava a verdade daqueles apocalípticos anos 1970 na cara de uma juventude que, antes de tudo, se sentia muito só – sem ídolos, sem ideologia, com vários pré-punks desenturmados.

“Eu nunca me senti como um cantor de rock, ou uma estrela do rock, ou qualquer outra coisa”, Bowie diz a Smith. “Sempre me senti um pouco fora do meu elemento, que é uma maneira ridiculamente arrogante de olhar para isso. Agora, do meu ponto de vista, quando olho para trás, percebo que de 1972 a 1976, eu era a estrela do rock definitiva. Eu não poderia ter sido mais estrela do rock”.

E essa longa introdução é só para avisar que o canal de vídeos Blank On Blank fez uma versão desenho animado da entrevista de Joe Smith com Bowie. O cantor descreve Ziggy como “metade ficção científica, metade teatro japonês” e se recorda que precisou acabar com o personagem antes que não se sentisse capaz de escrever mais nada para ele “ou para o mundo que eu quis criar para ele”.

*Por Ricardo Schott
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*Fonte: popfantasma

Documentário sobre David Bowie ganha primeiro teaser no Festival de Cannes; assista

Na última segunda-feira, 23, o primeiro teaser do documentário Moonage Daydream, sobre David Bowie, foi exibido no Festival de Cinema de Cannes.

O longa tem direção de Brett Morgen, responsável pelo filme Kurt Cobain: Montage of Heck, e contém material exclusivo nunca antes visto, incluindo imagens, performances e músicas, além de contar com narração do próprio Bowie.

Moonage Daydream está em produção há 5 anos e o diretor teve acesso total aos arquivos pessoais de David Bowie, incluindo milhares de horas de gravações raras de performances e gravações-mestras. Esse é o primeiro documentário oficialmente autorizado pelo patrimônio de Bowie.

O filme será lançado pela Neon em parceria com a Universal Pictures Content Group, HBO Documentary Films e IMAX. A previsão para chegar à HBO e HBO Max é na primavera do Hemisfério Norte de 2023 (outono no Brasil).

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*Fonte: wikimetal

BMG anuncia primeiro filme de David Bowie aprovado por sua família – Moonage Daydream

A BMG anunciou nesta quinta-feira (14), através de seu site oficial, que lançará em breve Moonage Daydream, um novo e definitivo filme sobre David Bowie com direção de Brett Morgen, o mesmo de Cobain: Montage Of Heck. Trata-se da primeira produção cinematográfica a ser oficialmente sancionada pela família de Bowie.

Segundo a gravadora, Moonage Daydream incluirá “imagens inéditas, performances e música” e será “guiado exclusivamente pela narração de Bowie”. O filme apresentará 47 faixas musicais, mixadas a partir de suas versões originais. Tony Visconti, colaborador de longa data de Bowie, é o produtor musical dessa produção.

O filme, incluindo sua faixa-título, se baseia extensivamente no catálogo de músicas de Bowie de 1970 a 1977, no qual a BMG tem uma participação de 25%. As canções incluem “Changes”, “Starman”, “Ziggy Stardust”, “The Jean Genie”, “All The Young Dudes”, “Life On Mars”, “Rebel Rebel”, “Fame”, “Young Americans” e “Golden Years”.

Falando do filme, Fred Casimir, EVP de repertório global da BMG, disse: “Este foi um trabalho de cinco anos de amor para honrar um dos maiores catálogos de músicas da história da música. A BMG tem orgulho de construir nosso relacionamento de longo prazo com a propriedade de David Bowie trabalhando lado a lado com nossos parceiros Live Nation Productions para trazer a visão de Brett Morgen para as telonas”.

Moonage Daydream é o primeiro filme de um acordo de várias produções entre Brett Morgen e a BMG para produções IMAX. Projetado a partir da concepção como uma experiência cinematográfica única, o filme será lançado em data a ser revelada em breve em mercados selecionados.

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*Fonte: aradiorock

David Bowie lidera vendas de vinil no século 21 no Reino Unido

Dados oficiais da Official Charts Company mostram que Toy, o álbum perdido de David Bowie que foi recentemente lançado (AQUI), ajudou a consolidar a posição de liderança do artista para as vendas de vinil no Reino Unido no século 21.

A Music Week revelou que a estratégia de lançamento do disco, numa parceria da propriedade de Bowie com gravadoras, foi fundamental para o desempenho. Toy obteve o maior número de vendas de vinil de qualquer álbum na última semana. Hunky Dory, relançado para marcar seu 50º aniversário, apresentou sua maior alta desde 2017, enquanto que a compilação Legacy, de 2016, obteve seu recorde de vendas no formato.

Bowie lidera a parada de vendas de décadas e séculos do mercado de vinil. As vendas para os anos 2000 do artista atingiram 582.704 unidades (calculadas até 6 de janeiro). Trata-se de um número o coloca à frente do único outro nome que atingiu meio milhão de unidades no formato LP, The Beatles (535.596 vendas). Na década de 2020, Bowie tem 134.237 vendas e os Beatles 113.613.

“Embora Bowie e Beatles não tenham entrado no Top 10 de vendedores de vinil do ano passado (liderados pelo ABBA), a amplitude de seu catálogo permitiu que eles se adiantassem a vendas combinadas durante o atual revival de vinil”, diz a Music Week.

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*Fonte: radiorock89

BowieNet: em 1998, o visionário David Bowie previu o futuro e criou sua própria Internet

Se estivesse vivo, o lendário David Bowie teria completado 75 anos de idade.

Muito antes de Twitter, Facebook e Instagram, músico britânico criou senso de comunidade com seus fãs e se aproximou de seguidores

Considerado como um dos maiores artistas de todos os tempos, o britânico teve um impacto gigantesco na sociedade não apenas pelos seus hits e discos como também pelas diferentes fases, personagens e visões estéticas que passou ao mundo.

Para celebrar seu aniversário, relembramos hoje de um dos tantos episódios em que Bowie, falecido em 2016 aos 69 anos, mostrou que era um verdadeiro visionário.

BowieNet
Em 1998, quando a Internet apenas engatinhava e até mesmo as grandes corporações ainda estavam tentando entender o que seria da rede, o artista criou seu próprio provedor.

Batizado como BowieNet, o serviço não apenas dava acesso à Internet para seus assinantes, como outros provedores de Internet discada da época, como também aproximava o ídolo dos fãs.

Isso tudo porque Bowie não apenas compartilhava material exclusivo da sua carreira por ali como também participava da viagem usando o nick “Sailor”.

Ao lado de seus fãs, o “Marinheiro” aparecia para responder perguntas, explicar pontos de vista, iniciar discussões e mostrar que já entendia a importância da grande rede muito antes da maioria da população mundial.

Visão e Futuro
Hoje em dia pode parecer besteira, já que a Internet está acessível 24 horas por dia nas palmas das nossas mãos, mas em 1998 acessá-la não era das tarefas mais fáceis.

Além de possuir um computador, era preciso equipá-lo com equipamentos que permitiam sua conexão, como um fax modem, e a navegação feita através das linhas de telefone não custava barato, já que cobravam-se “pulsos” como se o usuário estivesse fazendo uma ligação telefônica para outra pessoa.

Além de ocupar sua linha de telefone, o acesso à Internet ainda era custoso e fazia com que a maioria das pessoas esperassem até horários de tarifas mais baixas, como as madrugadas e os finais de semana, para “surfar” ao longo do ídolo.

Ainda assim, Bowie viu que esse era o futuro. Em uma tacada só, ele previu o que hoje é tão presente e valioso nas relações de ídolos e fãs: criou uma comunidade, participou dela, se aproximou das pessoas e em uma era onde não tínhamos contas oficiais de Twitter, Facebook ou Instagram, deixou claro que gostaria de estar presente no mundo virtual dando as suas opiniões reais.

Com a BowieNet, o artista saltou à frente e pulou no barco que se tornaria um verdadeiro Titanic antes de todo mundo, inclusive encorajando as pessoas a também utilizarem a rede.

Entre tantas ações que fez para difundir sua rede, distribuiu CD-ROMs de conexão à Internet com alguns de seus discos e realizou exposições virtuais em uma era em que isso não apenas era incomum como imensamente trabalhoso.

Adeus e Novas tecnologias
Como acontece com toda tecnologia relacionada à informática, o modelo de acesso à Internet mudou rapidamente e Bowie encerrou sua empreitada em 2006.

Ainda assim, deixou mais um legado como tantos outros que presenteou ao mundo durante sua carreira, apresentando uma forma pioneira de conexão entre criadores e seguidores.

Nos anos seguintes, ainda mostrou sua paixão pelas novidades ao gravar a trilha sonora do game Omikron: The Nomad Soul e, mesmo sem a BowieNet, estrear o single “Where Are They Now” com exclusividade no seu site oficial.

Se não tivesse partido em 10 de Janeiro de 2016, apenas dois dias após completar 69 anos, talvez Bowie estivesse nos apontando novos rumos hoje em dia, colocando um pouco de luz em cima de tanta escuridão.

Faz tanta falta!

*Por Tony Alex
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Catálogo completo de David Bowie é vendido por quase R$1,5 bilhão

A Warner Music é agora proprietária dos direitos de todas as músicas e discos do saudoso artista

David Bowie é a mais nova adição à lista de artistas que venderam seus catálogos completos nos últimos anos.

O espólio do músico, falecido em janeiro de 2016, vendeu os direitos de todas suas músicas e discos para a Warner Chappell Music, braço editorial da Warner Music Group. As negociações duraram meses e o valor final da compra é de R$1,4 bilhão (U$250 milhões).

No acordo estão clássicos como “Space Oddity”, “Let’s Dance”, “Heroes” e outros hits, bem como seus discos, incluindo Toy — gravado em 2001, mas lançado postumamente em novembro de 2021.
De acordo com a Variety (via CoS), as gravações de David Bowie entre 1968 e 2016 agora fazem parte do sistema da Warner, e é a gravadora que vai supervisionar os direitos autorais de suas composições. Em comunicado, Guy Moot, executivo-chefe da companhia, declarou:

Estas não são apenas canções extraordinárias, mas marcos que mudaram o curso da música moderna para sempre. Estamos ansiosos para cuidar de seu conjunto incomparável de canções com paixão e cuidado, enquanto nos esforçamos para construir mais sobre o legado deste ser humano mais extraordinário.

Pelo visto teremos mais lançamentos por aí, hein?

Venda de direitos na música
Nos últimos meses, outros nomes como Bob Dylan, Bruce Springsteen e Neil Young também entraram na “moda”. A tendência é que mais artistas façam isso nos próximos anos.

*Por Stephanie Hahne
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

David Bowie será tema de documentário previsto para ano que vem com material inédito sobre cantor

Um novo (e até então secreto) documentário sobre a vida e a obra do cantor e compositor inglês David Bowie está previsto para ser lançado no início de 2022. Pouco foi revelado ainda de modo geral sobre o projeto, que vem tendo até mesmo seu título mantido em segredo, mas já se sabe que o filme será dirigido por Brett Morgan, cineasta estadunidense que também assina o texto, a produção e a edição. Uma fonte próxima à produção revelou que não será exatamente um documentário ou uma biografia, mas sim uma “experiência imersiva cinematográfica”, baseada principalmente em imagens inéditas de shows ao longo de toda carreira do artista.

Aos moldes do projeto Get Back, dos Beatles, dirigido e lançado recentemente por Peter Jackson, o novo filme sobre Bowie será construído a partir de “milhares de horas de filmagem de raras performances” do artista, a maioria nunca exibida ao grande público. Morgan está trabalhando no filme já há quatro anos, e traz em seu currículo a assinatura, entre outros, de Kurt Cobain: Montage of Heck, documentário que escreveu e dirigiu sobre o cantor e compositor do Nirvana, lançado e celebrado pela crítica em 2015. Morgan também foi indicado ao Oscar de Melhor Documentário pelo filme On the Ropes, que dirigiu junto Nanette Burnstein, em 1999.

Morgan também assinou Crossfire Hurricane, documentário que comemorou, em 2012, os 50 anos de carreira dos Rolling Stones. As luminosas credenciais do novo projeto não se encerram, porém, em Morgan: a produção musical ficará por conta do grande produtor Tony Visconti, que trabalhou com Bowie em grande parte de sua carreira, assinando obras-primas como os discos Young Americans, de 1975, a famosa “trilogia de Berlim” – formada pelos discos Low, Heroes e Lodger entre os anos de 1977 e 1979 – além, entre outros, de Blackstar, último trabalho de Bowie, lançado em 2016. O novo filme contará com mixagem e desenho de som da mesma equipe que venceu o Oscar com o filme Bohemian Rhapsody, biopic sobre Freddie Mercury e a banda Queen.

Mais importante, porém, o novo doc conta com o apoio e a autorização da família de Bowie, permitindo, portanto, que o filme utilize imagens e principalmente músicas do artista. Especula-se que o documentário será lançado com destaque no festival de Sundance, no final de janeiro do ano que vem, quase que exatamente 5 anos após a morte do artista. David Bowie faleceu em 10 de janeiro de 2016, dois dias após seu aniversário de 69 anos, como um dos mais importantes músicos e artistas de todos os tempos. Blackstar, seu último disco, havia sido lançado dois dias antes, no dia de seu aniversário, em 8 de janeiro, e foi recebido pelo público e crítica como um de seus melhores trabalhos.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Stardust: filme mostra David Bowie antes do sucesso – e de se tornar um alienígena

Se hoje o nome David Bowie evoca instantaneamente a mitologia de um dos maiores e mais importantes personagens da história do rock e da própria cultura do século 20, em 1971, há exatos 50 anos, o cantor e compositor inglês era ainda um jovem músico buscando seu espaço e mesmo sua identidade – ou, no caso de Bowie, suas identidades. É nesse contexto, durante uma viagem aos EUA a fim de promover seu terceiro disco, que se passa o filme Stardust, contando os primeiros passos da criação e ascensão de um ícone – da música, da moda, da liberdade sexual, e da ficção científica.

Lançado em 2020 e disponível no Telecine, Stardust é estrelado por Johnny Flynn no papel principal, e não segue, portanto, a fórmula usual de uma biopic. Ao invés de atravessar apressadamente toda a vida do artista, o filme se aprofunda em um momento fundamental não somente da carreira, mas da vida e da obra de Bowie: o exato período em que ele começaria e encontrar – e se transformar em – Ziggy Stardust, seu alter ego alienígena. Através do personagem, o artista conquistaria o mundo no ano seguinte, em 1972, e lançaria alguns dos melhores e mais influentes discos de todos os tempos.

No filme, porém, Bowie está viajando aos EUA, aos 24 anos, para a divulgação do álbum The Man Who Sold the World, lançado no final de 1970, no qual os primeiros sinais da chegada de Ziggy Stardust “à Terra” começam a ser vistos, principalmente pela sonoridade mais pesada, e pela foto da capa — andrógina e misteriosa, com um cabeludo Bowie trajando um vestido. O período, no entanto, era difícil para o artista. Apesar do sucesso de seu primeiro compacto, o clássico “Space Oddity”, de 1969, Bowie vinha fracassando sucessivamente em seus singles e discos seguintes e — apesar de ser reconhecido hoje como um clássico —, com The Man Who Sold the World não seria diferente. O disco foi um fracasso comercial, tanto no Reino Unido quanto nos EUA.

Mais do que uma cinebiografia, portanto, Stardust é uma espécie de road movie, mostrando as desventuras dessa primeira viagem de Bowie aos EUA. Pois se a ideia era conquistar o público do país, de cara o propósito foi pelo ralo, ou melhor, pela alfândega. Impedido de tocar no país por questões burocráticas, a viagem se restringiu a entrevistas para rádios e revistas especializadas.

Essencialmente a obra retrata o encontro do artista com o único funcionário da gravadora no país que acreditava em seu trabalho, interpretado pelo comediante Marc Maron. As conversas entre os dois personagens, tratando das origens do artista, sua relação com sua então esposa, Angie, loucura, arte, sexualidade e futuro, se afirmam como temas e dilemas, e movem o filme adiante.

Com seu vestido, seus sapatos de salto alto e sua postura desafiadora, provocando os limites de gênero e identidade, o jovem Bowie causaria escândalo durante a estadia estadunidense. Esse seria o sentimento que o levaria além, já que muitos o viam como um alienígena, um ser andrógino e de outro mundo, por que não se transformar de fato em um? Um alienígena superstar, liderando uma banda de rock que conquistaria o mundo? Qual a diferença, afinal, entre uma estrela do rock ou alguém interpretando uma?

*Por
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*Fonte: hypeness

David Bowie – The Actor (compilation)

*Compilation, edited by Christian Ryder.

David Bowie (1947 – ∞ )
The Image (1969) – short film
The Man Who Fell to Earth (1976) – feature film
Just a Gigolo (1978) – feature film
The Elephant Man (1980-1981) – theatre
Christiane F. (1981) – feature film
The Snowman (1982) – tv
Baal (1982) – tv
Yellowbeard (1983) – feature film
Merry Christmas, Mr. Lawrence (1983) – feature film
The Hunger (1983) – feature film
Jazzin’ for Blue Jean (1984) – short film
Into the Night (1985) – feature film
Absolute Beginners (1986) – feature film
Labyrinth (1986) – feature film
The Last Temptation of Christ (1988) – feature film
The Linguini Incident (1991) – feature film
Twin Peaks: Fire Walk with Me (1992) – feature film
Full Stretch (1993) – tv series, ep.1 “Ivory Tower”
Basquiat (1996) – feature film
Il Mio West (1998) – feature film
Everybody Loves Sunshine (1999) – feature film
The Hunger (1999-2000) – tv series, season 2, multiple episodes
Mr. Rice’s Secret (2000) – feature film
Zoolander (2001) – feature film
The Prestige (2006) – feature film
Extras (2006) – tv series, episode 2, “David Bowie”
August (2008) – feature film
Bandslam (2009) – feature film

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*Fonte: davidbowienews

David Bowie ganha moeda no Reino Unido

O saudoso David Bowie foi homenageado com o lançamento de uma série de moedas do Reino Unido. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (07) pela Royal Mint, a Casa da Moeda Britânica.

Uma das moedas dedicadas ao “Camaleão do Rock” foi até ao espaço em um foguete, ficando na órbita da Terra por 45 minutos antes de descer com segurança à Grã-Bretanha. Assista abaixo.

O design foi inspirado na imagem de Bowie no período em que viveu em Berlim, além de apresentar o icônico relâmpago de “Aladdin Sane”.

Os fãs podem comprar as moedas de prata e ouro no site da Royal Mint, que variam de 13 libras (cerca de 88 reais) até 72.195 libras (cerca de meio milhão de reais).

A série “Music Legends” já homenageou nomes como Queen e Elton John.

*Por Marcos Chapeleta

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O Royal Mint enviou sua moeda comemorativa David Bowie para o espaço para celebrar o legado intergaláctico de David Bowie e seus sucessos, incluindo Starman, Life On Mars? e Space Oddity. A moeda atingiu 35.656m e orbitou a atmosfera da Terra por 45 minutos antes de descer com segurança de volta para a Grã-Bretanha.

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*Fonte: ligadoamusica

David Bowie – Somebody Up There Likes Me

Lendo a biografia do David Bowie (Bowie – Marc Spitz), me deparo com uma descrição de seu período “soul músic”, mais especificamente com o álbum “Young Americans”. É uma fase em que o camaleão estava entupido de drogas mas produziu um belo álbum e que confesso, não era um de meus favoritos da sua discografia até então. Nunca dei a devida importância e agora não consigo parar de ouvi-lo, nem é tanto pelas letras (Bowie tem coisas bem melhores nesse quesito, é verdade), mas além de grooves fantásticos e uma levada temperada com toda malemolência de um Bowie cheio da manha (como diriam), conta até uma versão de “Across the Universe” (Beatles). Contente por descobrir essa pérola em meio ao seu acervo clássico.

Trailer de Stardust, cinebiografia de David Bowie, mostra o drama da vida do astro; assista

A vida, carreira e todas as esquisitices espaciais de David Bowie vão virar filme. A cinebiografia Stardust acabou de receber o primeiro trailer nesta quarta-feira (28).

O drama histórico é dirigido por Gabriel Range sobre a vida do ícone pop é estrelado pelo ator de Emma (2020) ​​Johnny Flynn, que surge como uma versão de Bowie aos 24 anos de idade, antes de se tornar um dos músicos mais famosos da história do Rock.

A narrativa começa em 1971, quando o jovem Bowie embarca em uma viagem para os Estados Unidos para se encontrar com o publicitário da Mercury Records, Rob Oberman (Marc Maron).

O filme promete dar ênfase as dificuldades enfrentadas por Bowie no início da carreira, visto que a visão alternativa dele sobre a sexualidade masculina e as práticas excêntricas na hora de se apresentar ainda não eram aceitas pelo público. Claro, isso tudo viria a mudar depois de Ziggy Stardust, tanto o disco quanto a persona artística criada pelo Starman.

“Não existe um Eu autêntico. Existe apenas medo”, diz Bowie no trailer. “Eu quero levar minhas fantasias ao palco comigo.” Stardust chega aos cinemas em 25 de novembro – o mesmo dia em que chega ao video on demand e demais serviços digitais. Assista ao trailer abaixo:

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*Fonte: rollingstone

David Bowie: famoso pub do clipe de “Let’s Dance” está à venda

Olha a oportunidade para os fãs de David Bowie que estiverem com uma graninha sobrando!

O icônico Carinda Hotel, que apareceu no clipe de “Let’s Dance”, está à venda. Localizado em Carinda, pequena cidade rural no interior da Austrália, a propriedade está saindo por 220 mil dólares australianos (cerca de R$670 mil).

Os donos fazem questão, inclusive, de deixar claro que o local onde Bowie esteve no clipe está “intacto”. A descrição do hotel/pub, aliás, é de passar vontade:

[O Carinda Hotel tem] uma grande área de bar com chopp, geladeiras para copos e garrafas e duas salas de refrigeração; área de cozinha com uma grelha com grande exaustor e áreas de armazenamento, incluindo freezers e geladeiras; seis quartos internos anexados à parte de trás do prédio bem como três cabines na propriedade; banheiros internos e externos e quartos e cabine na parte de trás.

Veja o anúncio por aqui. Abaixo, você pode relembrar o clipe — o hotel/pub aparece bem no início.

David Bowie, Carinda Hotel e o Racismo

O clipe de “Let’s Dance” tinha uma mensagem muito simples, como relembrou a NME. “É errado ser racista,” falou Bowie, citando que a Austrália “é provavelmente um dos [países] mais intolerantes racialmente no mundo”. Ainda assim, na entrevista de 1983, ele disse que amava muito o país.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

David Bowie: história em quadrinhos sobre a vida do cantor será lançada em 2020

A Insight Comics lançará um romance gráfico completo que narra a ascensão de David Bowie da obscuridade à fama sobrenatural. O artista Michael Allred (Sandman) se juntou a Steve Horton (Amala´s Blade) e à colorista Laura Allred (Madman) para capturar a vida de Bowiepor meio de ilustrações tão vibrantes quanto a vida do próprio cantor.

Bowie: Stardust, Rayguns e Moorage Daydreams é uma história de reinvenção, e segue a narrativa de Bowie ao sair de sua vida cotidiana como David Jones e explodir na cena do rock em meados dos anos 1960 em Londres.

Divididas em biografia e imaginação, as ilustrações retratam tanto histórias verdadeiras em gravações e shows quanto espaços imaginários espaciais, como em conversas inventadas entre Bowiee Ziggy Stardust, seu legendário alter-ego vindo de Marte. O romance segue as origens de Ziggy, assim como o seu final inevitável, parando antes do início da próxima manifestação de Bowie: The Thin White Duke, última persona musical do cantor.

“As encarnações de David Bowie eram, por si só, ficção científica”, escreve o premiado autor Neil Gaiman no avanço de Bowie. “Tudo o que faltava era uma história em quadrinhos de Bowie”, ele diz sobre seus anos como jovem fã, “e, na falta dela, eu mesmo desenharia quadrinhos ruins de Bowie.”

Mas uma história em quadrinhos assim não vai faltar por muito tempo. Bowie: Stardust, Rayguns & Moonage Daydreams já está disponível para pré-venda em vários pontos on-line. O romance gráfico de 160 páginas será lançado em 7 de janeiro de 2020.

*Por Nattali Amato

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*Fonte: revistarollingstone