Led Zeppelin: autor da capa do 1º álbum ganha fortuna depois de 50 anos

George Hardie, o designer que criou a icônica capa do álbum de estreia do Led Zeppelin, lançado em 1969, recebeu na época £60 (menos de R$400) pelo trabalho, estilizando a queda do lendário LZ 129 Hindenburg em 1937 (clique aqui para ler mais sobre o assunto). Agora, mais de 50 anos depois, o desenho que estava esquecido em um baú lhe garantiu uma aposentaria milionária.

A técnica usada por Hardie, que se aposentou em 2014 como professor de desenho de uma Universidade, consistia em marcar papel vegetal com pequenos pontos pretos para criar uma imagem semelhante a uma foto de baixa resolução, e o trabalho original permaneceu guardado em um baú durante décadas, até que o artista reencontrou o desenho em uma pasta onde um amigo havia escrito “Fundo de pensão do G”, e o ofereceu para uma casa de leilões. Inicialmente a estimativa é que a obra atingisse £25 mil (aproximadamente 160 mil reais), mas no fim das contas ela acabou sendo arrebatada por £260,000 (cerca de 1,7 milhões de reais).

*Por Bruce William

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*Fonte: whiplash

Morre Albert Uderzo, um dos criadores de Asterix e Obelix

Asterix e Obelix ficaram órfãos. Sobretudo Obelix, o chouchou (favorito) de Albert Uderzo, criador, junto com René Goscinny, dos dois gauleses mais famosos da história e do planeta. O desenhista morreu nesta terça-feira em sua casa, em Paris, aos 92 anos, vítima de “uma crise cardíaca sem relação com o coronavírus”, como foi obrigada a família a esclarecer nestes tempos de pandemia.
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Fazia quase uma década que Uderzo (Fismes, Marne, 1927) havia entregado a terceiros o destino da aldeia gaulesa, que assumira de forma solitária após a morte de seu parceiro de aventuras e quadrinhos, o roteirista Goscinny, em 1977. Os sucessores foram Didier Conrad e Jean-Yves Ferri, autores dos últimos quatro álbuns dos personagens. “Entregar Asterix me dilacerou um pouco”, confidenciou ele ao Le Parisien no final de 2018, numa das últimas entrevistas que concedeu. Não é de se estranhar. O pequeno guerreiro de bigodes loiros e seu bojudo amigo ruivo, de profissão entregador de menires, marcaram sua vida por mais de seis décadas, desde que nasceram de seus lápis e da mente de seu amigo roteirista, numa calorosa tarde do verão de 1959, na sala de seu modesto apartamento de Bobigny, na periferia de Paris. Ninguém imaginava na época que esses personagens publicados inicialmente na revista Pilote ultrapassariam as barreiras de línguas, culturas e gerações, como demonstram os mais de 380 milhões de exemplares vendidos em 111 idiomas e dialetos.

O segredo desse sucesso? Nem ele mesmo sabia ao certo. “É como se me perguntassem a receita da poção mágica”, brincou Uderzo no jornal parisiense. Asterix e Obelix são os protagonistas de uma HQ “transgeracional, com um espírito independente”. “Reconheço que jamais consegui me explicar esse sucesso. Nunca achei que duraria tanto. René Goscinny dizia: ‘Parecemos idiotas que não sabem o que fabricaram’. Mas não teríamos conseguido nada sem trabalho. O sucesso é, acima de tudo, horas e horas de trabalho”, declarou.

Era algo que Uderzo sempre soubera. Autodidata e amante dos personagens de Walt Disney, desde muito pequeno soube que queria ser desenhista, embora a Segunda Guerra Mundial tenha adiado seus planos. Entretanto, depois do conflito, Uderzo entrou de cabeça no mundo dos quadrinhos e criou seus primeiros personagens: Flamberge, Clopinard, Zartan e Belloy, o Invulnerável… Pouco a pouco eles foram afinando seu estilo até torná-lo inconfundível, especialmente esses heróis que parecem “inflados com hélio”, como costumava dizer com carinho sobre suas criações, especialmente Obelix. Depois da guerra, Uderzo trabalhou como ilustrador para o France Dimanche e também para duas agências de imprensa, World Press e International Press, onde se encontraria com outros futuros grandes nomes das HQs francesas, como Jean-Michel Charlier e Victor Hubinon. Em 1951, isso o levou também a encontrar alguém que marcaria seu destino, René Goscinny, com quem oito anos mais tarde criaria, com outros amigos e ilustradores, a revista Pilote. Na página 20 de seu primeiro número, em 29 de outubro de 1959, aparecem as primeiras tiras das aventuras de Asterix, o gaulês. O sucesso de vendas, 300.000 exemplares no primeiro dia, era uma promessa do que estava por vir.

Depois da morte de Goscinny em 1977, Uderzo manteve a série, numa decisão que gerou certa polêmica entre os fãs que queriam o fim da coleção, mas isso não diminuiu em nada o seu sucesso comercial. Só o volume 35, o primeiro sem nenhum dos criadores originais, vendeu cinco milhões de exemplares na França.

*Por Silvia Ayuso

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*Fonte: elpais

Remake de “Toy Story 3 IRL” é ridiculamente impressionante

Dois irmãos passaram 8 anos recriando ‘Toy Story 3‘ para filmar com brinquedos reais, documentaram todo o processo e lançaram a versão final no último dia 25.

Mason e Morgan McGrew, de Ankeny, Iowa, cresceram com os filmes ‘Toy Story‘ e passaram quase uma década reproduzindo seu filme favorito da Pixar, quadro a quadro, usando brinquedos de plástico, adereços de papel e madeira.

Os irmãos publicaram o filme, que dura exatamente uma hora, 39 minutos e 43 segundos, no YouTube em 25 de janeiro. O remake, agora viral, foi gravado exclusivamente por aparelhos de celulares e começou com um amor compartilhado pelo filme, uma ideia de tentar dar vida a uma cena, e se tornou este épico para todos. Além, claro, de ganhar aprovação, em 2018, da Disney/PIXAR.

*Por Julio Maraes

 

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*Fonte: updateordie