Essas 11 dicas vão soltar o freio de mão da sua vida

1. A rotina pode e deve ser sua aliada.
Saber que existe uma rotina simples, mas com detalhes que te agradam e confortam, ajuda muito a diminuir a ansiedade e aumentar a segurança para lidar com todos os obstáculos que possam surgir no dia a dia. Desde pegar um caminho que passa por flores que você goste ou ler algo durante o café da manhã, qualquer pequeno detalhe pode fazer muita diferença.

Saber que existe uma rotina simples, mas com detalhes que te agradam e confortam, ajuda muito a diminuir a ansiedade e aumentar a segurança para lidar com todos os obstáculos que possam surgir no dia a dia. Desde pegar um caminho que passa por flores que você goste ou ler algo durante o café da manhã, qualquer pequeno detalhe pode fazer muita diferença.

2. Na educação financeira, sinceridade é a primeira lição.
Sem papo furado, descubra qual a quantia de dinheiro ideal para cobrir todas as suas despesas básicas. Assim, ficará muito mais fácil organizar o resto do seu dinheiro para todo os outros gastos. Quer dar mais rolês? Separe a grana deles. Prefere gastar em brusinhas? Então organize o dinheiro delas. Seu orçamento precisa estar alinhado ao que é prioridade na sua vida, mas sem comprometer seu orçamento básico.

Sem papo furado, descubra qual a quantia de dinheiro ideal para cobrir todas as suas despesas básicas. Assim, ficará muito mais fácil organizar o resto do seu dinheiro para todo os outros gastos. Quer dar mais rolês? Separe a grana deles. Prefere gastar em brusinhas? Então organize o dinheiro delas. Seu orçamento precisa estar alinhado ao que é prioridade na sua vida, mas sem comprometer seu orçamento básico.

3. Anote ai: anote tudo.
É fácil falar que é preciso se organizar, mas começar a fazê-lo é muito difícil. Por isso, inicie com esse passo: Anote tudo. Deve comprar algo? Anote. Tem que pagar uma conta? Anote. Precisa anotar algo? Anote. Fazendo isso, você consegue lidar com todos aqueles pequenos problemas que só te fazem procrastinar, sobrando mais dia no seu dia e menos problemas na sua cabeça.

É fácil falar que é preciso se organizar, mas começar a fazê-lo é muito difícil. Por isso, inicie com esse passo: Anote tudo. Deve comprar algo? Anote. Tem que pagar uma conta? Anote. Precisa anotar algo? Anote. Fazendo isso, você consegue lidar com todos aqueles pequenos problemas que só te fazem procrastinar, sobrando mais dia no seu dia e menos problemas na sua cabeça.

4. Procrastinar é produtivo.
Não se engane, fazer vários nadas não é assim tão ruim. Você não tem que estar o tempo todo fazendo algo, você precisa é gastar seu tempo de maneira inteligente. A procrastinação te ajudar a focar em outras informações que antes você não via pois estava com a cabeça enterrada em problemas. "Enrolar" te ajuda a criar novas soluções para problemas antigos. Só cuidado para não procrastinar até ter um problema de prazo.

Não se engane, fazer vários nadas não é assim tão ruim. Você não tem que estar o tempo todo fazendo algo, você precisa é gastar seu tempo de maneira inteligente. A procrastinação te ajudar a focar em outras informações que antes você não via pois estava com a cabeça enterrada em problemas. “Enrolar” te ajuda a criar novas soluções para problemas antigos. Só cuidado para não procrastinar até ter um problema de prazo.

5. Deixe pra trás o que não te leva pra frente.
Desapego é a palavra. Às vezes mantemos coisas nas nossas vidas pelo simples pensamento de que mais pra frente precisaremos delas, mas se já passou dias, meses e anos e você nunca mais lembrou delas, então é hora de dar tchau. Além de ocupar espaço, te impedem de conhecer coisas novas. E sim, aqui estamos falando de roupas, objetos, sentimentos e pessoas. #ficaadica

Desapego é a palavra. Às vezes mantemos coisas nas nossas vidas pelo simples pensamento de que mais pra frente precisaremos delas, mas se já passou dias, meses e anos e você nunca mais lembrou delas, então é hora de dar tchau. Além de ocupar espaço, te impedem de conhecer coisas novas. E sim, aqui estamos falando de roupas, objetos, sentimentos e pessoas. #ficaadica

6. Sair da zona de conforto é ruim, mas é bom.
Ninguém gosta de mudanças. Mas é um fato que uma vez fora da zona de conforto, você se sente muito melhor. Dê uma chance para aquele estilo musical que você não costumava ouvir, ou para aquela comida que você sempre teve medo de não gostar ou aquela pessoa com quem você sempre teve um crush de amizade. O mundo fora da zona de conforto é lindo.

Ninguém gosta de mudanças. Mas é um fato que uma vez fora da zona de conforto, você se sente muito melhor. Dê uma chance para aquele estilo musical que você não costumava ouvir, ou para aquela comida que você sempre teve medo de não gostar ou aquela pessoa com quem você sempre teve um crush de amizade. O mundo fora da zona de conforto é lindo.

7. Conheça seu bairro e descubra a si mesmo.
Tire 10 -15 minutos na semana para passear pela sua vizinhança. Além de conhecer e descobrir as mais diversas coisas que a rotina esconde, o passeio ainda ajuda a se concentrar em si mesmo e nas suas escolhas.

Tire 10 -15 minutos na semana para passear pela sua vizinhança. Além de conhecer e descobrir as mais diversas coisas que a rotina esconde, o passeio ainda ajuda a se concentrar em si mesmo e nas suas escolhas.

8. Ouça mais e fale menos.
Você criará laços verdadeiros com as pessoas, aprenderá a aceitar as diferenças e conhecerá diversas visões de realidade. E qual vantagem disso? Não importa. Empatia é a maturidade de deixar a si mesmo de lado e é essa maturidade que fará as pessoas se sentirem confortáveis e seguras com a sua presença.

Você criará laços verdadeiros com as pessoas, aprenderá a aceitar as diferenças e conhecerá diversas visões de realidade. E qual vantagem disso? Não importa. Empatia é a maturidade de deixar a si mesmo de lado e é essa maturidade que fará as pessoas se sentirem confortáveis e seguras com a sua presença.

9. Tenha medo.
O bom do medo é que ele te deixa alerta as possibilidades e consequências de tudo o que você faz. É tendo medo que você descobre a coragem para ir além do que você imaginou que seria capaz. Tenha medo sim, mas não deixe o medo te freiar, use ele de incentivo para estar sempre se superando.

O bom do medo é que ele te deixa alerta as possibilidades e consequências de tudo o que você faz. É tendo medo que você descobre a coragem para ir além do que você imaginou que seria capaz. Tenha medo sim, mas não deixe o medo te freiar, use ele de incentivo para estar sempre se superando.

10. Mude o seu referencial.
Se cerque daquilo que te inspira. Siga pessoas que você admira, busque referências naquilo que você faz, curta postagens que te entusiasmem e livre-se daquilo que for tóxico. São esses bons exemplos que vão te fazer driblar a falta de incentivo e evitar que você desanime dos seus objetivos. Se inspire e respire. 😉

Se cerque daquilo que te inspira. Siga pessoas que você admira, busque referências naquilo que você faz, curta postagens que te entusiasmem e livre-se daquilo que for tóxico. São esses bons exemplos que vão te fazer driblar a falta de incentivo e evitar que você desanime dos seus objetivos. Se inspire e respire. 😉

11. Dizer “sim” é bom, mas já experimentou dizer “não”?
O "não" é libertador. Dizer "não" é ter clareza dos seus objetivos e do que precisa -ou não- ser feito para alcançá-los. E saber o que se quer é o primeiro passo para não deixar que as outras pessoas tomem as decisões da sua vida por você. Camarão que só diz sim, a onda leva.

O “não” é libertador. Dizer “não” é ter clareza dos seus objetivos e do que precisa -ou não- ser feito para alcançá-los. E saber o que se quer é o primeiro passo para não deixar que as outras pessoas tomem as decisões da sua vida por você. Camarão que só diz sim, a onda leva.
🙂

 

 

 

 

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*Fonte: buzzfeed

Por que 13 de julho é Dia Mundial do Rock?

Por que o “Dia Mundial do Rock” foi escolhido 13 de julho e é comemorado desde o ano de 1985?

É que foi neste dia, em 1985 que ocorreu o festival Live Aid, em Londres e na Filadélfia. Na ocasião, Phill Collins, da banda Genesis, que participou dos dois shows, declarou aquele como o “Dia do Rock”.

Mas a data não é tão mundial assim.

“Nem os americanos nem os ingleses levaram a sério. Só brasileiros e as rádios rock do Brasil, desde aquela época, passaram a considerar esse o Dia do Rock”, explica o cantor, radialista, compositor ícone oitentista e jornalista Kid Vinil, autor do livro Almanaque do Rock.

O festival foi organizado pelo escocês Midge Ure e pelo vocalista da banca Boomtown Rats, Bob Geldof, que se comoveu com a crise humanitária na Etiópia e resolveu fazer um megaevento com o objetivo de arrecadar fundos para a causa. O show na Filadélfia ocorreu no estádio JFK e reuniu nomes como The Cars, Tom Petty, Madonna, Duran Duran, Led Zeppelin e Bob Dylan. Na Inglaterra, o concerto ocorreu no estádio Wembley e contou com U2, Paul McCartney, The Who e Queen. Tipo só pouca coisa.

No mesmo dia, shows em outros países, como Austrália e Alemanha, foram feitos para apoiar a causa. As apresentações foram transmitidas para cerca de 150 países e alcançaram aproximadamente 2 bilhões de espectadores. Segundo Kid Vinil, as rádios rock brasileiras passaram a celebrar a data em meados de 1987, ano também conhecido como o do nascimento da SUPER. A partir daí, mais eventos acabaram acontecendo para comemorar, e a coisa foi se espalhando.

“Para os gringos, o Dia do Rock é todo o dia. Aqui tinha que ter um dia, pois infelizmente não somos o país do rock”. – Kid Vinil.

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: superinteressante

Como o Chile reduziu em 22% a ingestão de bebidas açucaradas em quatro anos

Os chilenos diminuíram em 21,6% o consumo de bebidas açucaradas desde 2014, segundo um recente estudo publicado pela Universidade do Chile. Um fator-chave foi a implementação de uma lei que criou impostos especiais para esse tipo de produto.

Segundo o professor Cristóbal Cuadrado — líder da pesquisa, realizada em 2.900 domicílios —, um terço dos açúcares livres que os chilenos consomem vem de bebidas gaseificadas, sucos e águas saborizadas, o que faz do país sul-americano um dos maiores consumidores de calorias provenientes desses produtos. Cifras oficiais apontam que 31,2% da população tem obesidade e que 470.000 pessoas (3,2% do total) têm obesidade mórbida.

As estimativas do grupo de especialistas liderados por Cuadrado indicam que, desde 2014, cada chileno reduziu em 700 mililitros o seu consumo mensal de bebidas açucaradas. Ou seja: cada pessoa ingere 3,5 litros desses líquidos por mês atualmente. O estudo não registrou variações significativas em relação às bebidas com baixo teor de açúcar.

A história do aumento de impostos remonta a 2014, quando a então presidenta Michelle Bachelet incluiu a modificação na reforma tributária que realizou para financiar o programa de ensino universitário gratuito. Na época, ficou determinado que todas as bebidas não alcoólicas contendo colorantes, aromatizantes ou edulcorantes seriam taxadas com o chamado Imposto Adicional às Bebidas Açucaradas (IABA). Com sua aprovação, criaram-se duas categorias: a das bebidas com adição de 6,25 gramas ou mais de açúcar para cada 100 ml, que devem pagar 18% de imposto; e a das que têm menos concentração de açúcar, que pagam 10%. Antes da lei, todas as bebidas pagavam 13%.

Cuadrado diz que “embora tenha sido de pequena magnitude, o imposto conseguiu gerar uma modificação no consumo das famílias, o que mostra o potencial positivo desse tipo de medida”. Tal como ocorreu no Chile, impactos positivos de leis similares têm sido vistos no México e na Califórnia (EUA).

Além do hábito dos consumidores, o imposto teve um efeito na indústria. Em setembro de 2017, a filial local da Coca-Cola anunciou uma redução no teor de açúcar de dois de seus principais produtos: Sprite e Fanta, que ficaram com 4,9 gramas para cada 100 ml, ou seja, debaixo do limite imposto pela lei.
O país onde não existe Kinder Ovo

Há vários anos, o Chile trava uma batalha contra os alimentos considerados poucos saudáveis. Um projeto iniciado no primeiro mandato de Sebastián Piñera (2010-2014) levou a uma lei rigorosa sobre a publicidade de alimentos e cuja implementação teve início no último Governo de Bachelet. A norma introduziu medidas como o uso de carimbos de advertência para os alimentos com alto teor de nutrientes críticos, incluindo calorias, sódio, gorduras saturadas e açúcar. Desde 2016, os alimentos com esse carimbo não podem fazer propaganda para menores de 14 anos.

Tampouco é permitido fazer promoções para essa faixa etária com a utilização de brindes e concursos. A lei determinou o desaparecimento de mascotes como o Tigre Tony, exibido nos pacotes dos Sucrilhos, da Kellogg’s. Também tirou do mercado o ovo de chocolate Kinder Surpresa, que no mundo todo vem com um brinquedo em seu interior.

Enquanto as medidas continuam sendo avaliadas, a chamada lei do rótulo de alimentos entrou em junho numa nova etapa. Desde então, os parâmetros para que um produto seja obrigado a exibir o carimbo foram endurecidos. A previsão é que, nos próximos meses, sejam cada vez mais os produtos que estampem na embalagem um octógono preto (similar ao da placa de “Pare”) com os dizeres: “Alto teor de”.

 

 

 

 

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*Fonte: elpais

Brasileiros precisarão de autorização de viagem para entrar na Europa a partir de 2021

O Parlamento Europeu aprovou nesta quinta-feira (5) um novo sistema de autorização de viagens para turistas de países que não precisam de visto para entrar nos países da União Europeia (UE), entre eles o Brasil. A autorização prévia à viagem passará a ser exigida a partir de 2021.

O sistema, conhecido como Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS, na sigla original em inglês), foi aprovado por 494 votos a favor, 115 contra e 30 abstenções. Agora a lei precisa ser adotada formalmente pelo Conselho de Ministros, que já tinha entrado em um acordo sobre ela. Depois, será publicada no Diário Oficial.

O países que aplicarão o ETIAS são os do Tratado de Schengen, que inclui 22 nações do bloco europeu, e mais quatro países da UE: Romênia, Bulgária, Croácia e Chipre (veja o mapa abaixo). O Reino Unido não exigirá a autorização, já que está entre os que não fazem parte do Tratado de Schengen.

Antes de viajar à Europa, os turistas terão de preencher um formulário eletrônico com dados pessoais, informações do documento de viagem e o país em que entrará. Além dos brasileiros, turistas de outras 60 nacionalidades serão afetados, como canadenses, americanos, australianos e latino-americanos.

A autorização será válida por três anos e vai custar 7 euros (cerca de R$ 32), a não ser para viajantes menores de 18 anos ou maiores de 70 anos, para quem será gratuita.

Mas a decisão final para entrar na União Europeia continua com a segurança de fronteira de cada país.

Por que uma autorização prévia?

O objetivo é comparar as informações proporcionadas por cada cidadão com as de distintas bases de dados europeus para identificar, antes de sua saída, as pessoas que apresentem “um risco de migração irregular ou de segurança”.

Com esse sistema automatizado, inspirado no formulário ESTA, um dispositivo em vigor nos Estados Unidos, a UE pretende proteger melhor suas fronteiras exteriores, detectando antes de sua saída para a Europa alguns indivíduos potencialmente perigosos.

O que acontece se for detectado um risco?

Os pedidos serão processados automaticamente e é esperado que o sistema ETIAS aprove a grande maioria das autorizações quase imediatamente.

Mas se o cruzamento de dados detectar alguma informação relevante para o risco de segurança, o pedido será processado manualmente. A decisão de aprovar ou não a autorização deverá ser feita em até 4 semanas. As recusas devem ser justificadas e o solicitante tem o direito de recorrer.

 

 

 

 

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*Fonte: g1

Adesivo para tratamento de Alzheimer já está disponível pelo SUS

Uma nova forma de tratamento para o Alzheimer está disponível no SUS. O remédio rivastigmina, já disponibilizado em comprimido e solução oral, agora também é disponibilizado em forma de adesivo transdérmico.

A rivastigmina faz com que ocorra um aumento de uma substância chamada acetilcolina, que está reduzida no cérebro de quem tem Alzheimer, mas a medicação pode causar sintomas gastrointestinais como náuseas e diarreia, diminuição do apetite e dor de cabeça.

A adição do adesivo à lista de remédios do SUS representa uma melhoria na qualidade de vida de alguns pacientes. Por ser colocado na pele, a absorção do remédio se dá ao longo do dia e por isso tem menos efeitos colaterais, especialmente no sistema digestivo.

Segundo Rodrigo Schultz, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, o adesivo também garante que não haja flutuação da dose: “Sendo por via transdérmica, há uma liberação contínua e regular ao longo das 24h, impedindo a ocorrência de flutuação de dose, ou seja, aumentos e reduções da medicação no organismo conforme ela segue sendo metabolizada.”

Além disso, de acordo com Schultz, muito pacientes se recusam a fazer uso de remédios via oral e muitas vezes tiram o medicamento da própria boca após a administração.

“Com o adesivo ele não consegue fazer isso. Além disso, como a absorção é por via cutânea, há uma redução sensível na possibilidade da existência de efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais”, explica.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, causada pela morte progressiva de células do cérebro, prejudicando funções como memória, atenção e orientação e linguagem, o que gera graves consequências para qualidade de vida dos pacientes. A doença não tem cura.

No Brasil, segundo dados de 2017, estima-se que haja 1,1 milhão de pessoas com a doença.

Quem pode usar?

Qualquer paciente com Alzheimer que faça uso da rivastigmina pode usar o medicamento em versão adesiva: “Há uma população que se beneficia mais que seria aquela com dificuldades para engolir ou que apresenta efeitos colaterais, sejam eles com qualquer medicação para essa finalidade”, explica Schultz.

O adesivo também pode ser usado no banho e deve ser retirado 24 horas após o uso. Por ser colocado na pele, o adesivo pode trazer esporadicamente algumas reações no local da sua colocação e por isso é recomendado um rodízio no local de uso do adesivo.

“Em caso de falta, podem ser usados comprimidos ou solução oral na dose correspondente sem problema algum. Sem qualquer risco”, diz Schultz.

Como ter acesso

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento já está disponível nas unidades de saúde responsáveis pela distribuição deste tipo de remédio.

Ainda de acordo com o ministério, os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e apresentar os seguintes documentos em um estabelecimento de saúde designado:

Cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS);
Cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação;
Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido;
Prescrição médica devidamente preenchida;
Documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado;
e cópia do comprovante de residência.

Além da rivastigmina, o SUS também disponibiliza outros medicamentos para o tratamento de Alzheimer: Donepezila, Galantamina e a Memantina.

O ministério explica que a adição da versão adesiva do medicamento à lista disponibilizada pelo SUS se dá por causa dos menores efeitos colaterais e da facilidade de aplicação.

“A rivastigmina já era oferecida por via oral, porém tinha o inconveniente de causar alguns desconfortos gastrointestinais no paciente, como náusea, vômito e diarreia. Para tentar diminuir esses efeitos indesejáveis, foi incorporada essa nova apresentação, que será indicada pelo médico que acompanha o paciente. Além disso, os pacientes com Alzheimer, podem tomar mais medicamentos ou menos que a quantidade prescrita, devido ao esquecimento”, diz nota do Ministério da Saúde.

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*Fonte: G1

Sete dicas para uma viagem de carro confortável de verdade

Viajar de carro é uma ótima oportunidade para conhecer lugares diferentes, que talvez não pudessem ser alcançados com outros meios de transporte, e viver experiências típicas das estradas: conhecer um caminho novo, passar por cidades pequenas, curtir rotas cênicas e mirantes que pedem por uma paradinha para fotos.

Mas, especialmente para quem viaja em família, um carro com pouco espaço também pode significar desconforto e uma boa dose de desgaste depois de algumas horas. Separamos algumas dicas que vão ajudar a transformar o veículo em um aliado – e não inimigo – na hora de pegar a estrada. Confira:

1. Faça uma lista

Com antecedência, anote tudo o que você vai levar. Se tiver filhos, envolva as crianças, peça para que elas separem brinquedos e roupas. Para evitar contratempos de última hora, é bom fechar as malas na véspera.

“É importante fazer tudo com calma, pensando no destino, no número de dias, no total de passageiros e no espaço interno do veículo”, explica a organizadora profissional Luciana Pinto Oliveira.

2. Monte o quebra-cabeças

Com toda a bagagem arrumada, chegou a hora de colocá-la dentro do carro. Por onde começar? Pelo porta-malas. O ideal é que quase tudo caiba dentro dele – por isso, o ideal é viajar em carros com bagageiros robustos.

Procure começar pelas malas maiores, que podem ficar no centro e no fundo. As malas mais resistentes precisam ficar abaixo das mais maleáveis. Os objetos menores vão ao redor. “Malas menores e flexíveis são melhores, porque se encaixam com mais facilidade”, diz Luciana.

3. Separe o essencial

Na frente do carro, é importante levar apenas o que for muito necessário. Objetos mais frágeis, por exemplo, ou alimentos – no caso de bebidas, dê preferência para garrafas plásticas com tampas ou caixas com canudos.

Faça uso dos porta-objetos do carro, eles são pensados justamente para deixar tudo à mão, mas sem atrapalhar.

4. Tudo no lugar

Um dos maiores motivos de desconforto e falta de segurança durante o trajeto está nas bolsas e nos objetos soltos no carro. Qualquer movimento mais brusco e eles podem ser arremessados contra os passageiros.

Além disso, não há nada pior do que travesseiros ou malas que cobrem a visão do espelho retrovisor interno. O melhor local para colocar objetos avulsos é embaixo dos bancos. Se precisar levar uma mala maior, o ideal é que ela fique no banco de trás, presa pelo cinto de segurança, como se fosse um passageiro.

5. Nada de colo!

Dentro de um automóvel, o conforto precisa andar de mãos dadas com a segurança. Crianças no colo, por exemplo, nem pensar: elas devem usar o bebê-conforto até os 4 anos, a cadeirinha entre os 4 e os 7 e o assento de elevação até os 10 anos.

6. Use o bagageiro

Para levar mais malas do que o carro comporta ou então objetos maiores, como bicicletas, os bagageiros são uma ótima opção. O importante é instalá-los corretamente e evitar colocar peso em excesso sobre eles.

É bom lembrar que os bagageiros alteram a aerodinâmica do veículo, o que vai exigir que o motorista mude um pouco a maneira de dirigir.

7. Valorize o espaço interno

Na hora de trocar de carro, quem viaja com muita frequência ou tem muitos filhos (ou amigos) precisa levar em conta o tamanho do espaço interno. Agora é só escolher a rota e pegar a estrada!

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*Fonte: viagemeturismo

Aplicativo indica as 3 falhas mais comuns nos carros

São Paulo — Se você tem um carro, provavelmente já teve que fazer manutenção para permitir seu pleno funcionamento. No final do ano passado, a Engie chegou ao Brasil e começou a vender um dispositivo Bluetooth para veículos, que se comunica com um aplicativo para smartphones Android e iPhones. Seu objetivo é fazer um check-up no automóvel para descobrir problemas e talvez até evitar que o motorista seja enganado por mecânicos.

Agora, a empresa divulgou um relatório que mostra as principais falhas dos carros no Brasil entre aqueles que foram avaliados com sua tecnologia nos últimos meses.

Um dos principais problemas é no conversor catalítico, que tende a ficar com a eficiência abaixo do limite requerido. Ele ajuda a reduzir a emissão de poluentes ao transformar os gases mais nocivos ao menos ambiente em poluentes mais brandos. Buracos ou lombadas altas demais na via e gasolina de baixa qualidade podem ocasionar o problema.

Outro comum nos carros dos brasileiros é a falha na ignição do motor nos cilindros. Isso pode acarretar problemas de desempenho e fazer o motor rodar de maneira áspera. O motivo disso é um problema na vela de ignição eletrônica que pode ser ocasionada por falha da faísca que gera a combustão para o motor ou pela mistura indevida de ar e combustível nos cilindros.

A terceira falha apontada no relatório é no sistema que controla os níveis de ar e combustível no motor do carro. Seu impacto também é no controle de emissões de gases poluentes.

Valdir Gomes de Lima Júnior, mecânico de carros, afirma que os problemas são comuns em carros flex, que usam álcool e gasolina, e ocasionados pelos combustíveis que tenham algum tipo de mistura. Júnior estima que o custo do conserto de cada uma das falhas tenha custo entre 200 e 400 reais, considerando valores para carros populares. Ele afirma ainda que o reparo com um processo de descarbonização pode tornar o carro mais eficiente e econômico.

Fabio Country Manager da Engie para o Brasil, baseado em Israel, conta em entrevista a EXAME que a Engie App tem mais de 25 mil carros conectados com seus dispositivos no país, marca atingida em cerca de seis meses. O executivo diz ainda que a maior parte dos usuários têm smartphones com sistema Android, apesar de a parcela de usuários de iPhones ser significativa.

A estratégia da empresa é fazer parcerias com oficinas e empresas de manutenção que poderão estar listadas no aplicativo para celulares. Por enquanto, as companhias parceiras não pagam nada à plataforma digital para estarem facilmente visíveis aos usuários do dispositivo Engie.

O aparelho Bluetooth é compatível com todos os carros que tenham a porta OBDII, comum na grande maioria dos carros no Brasil, e faz o diagnóstico do veículo em poucos segundos. Além disso, o aplicativo também tem um campo que mostra o consumo de combustível do automóvel. Os preços sugeridos do dispositivo Bluetooth variam entre 115 e 125 reais.

 

 

 

 

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*Fonte: exame

O futuro dos empregos depende de uma criatividade que ainda não existe

“A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada,
ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.”
ALBERT EINSTEIN

Se todas as profecias dizem que, em breve, não haverá mais empregos, e que teremos terríveis abalos em toda a estrutura econômica do mundo, o que pode ser feito para mudar esse fatídico destino?

A criatividade que “criou” esse mundo o fez sob os auspícios do conhecimento acumulado até aqui. Infelizmente, parece que deu algo errado. As consequências de se ter uma sociedade como a de hoje exige um tipo de imaginação disruptiva, que se reinventa à medida que a realidade se descortina logo à sua frente. Claro, muitos diriam que a velocidade de transição está cada vez mais acelerada, mas apenas dizer isso não fará o mecanismo desacelerar. O mundo parece rápido porque, talvez, ainda estejamos presos a modelos e formatos de aprendizado de um tempo há muito ultrapassado.

Consumimos o entretenimento atual com imensa facilidade. Então, por que não aprendemos com a mesma facilidade? Por que a educação não é tão divertida, mesmo com toda a tecnologia disponível?

Gosto muito de uma das cenas de Ex Machina, na qual vemos uma das questões mais enigmáticas do filme, o que resume bem o drama e os dilemas vividos hoje em dia: “será que no futuro as máquinas vão olhar para nós como olhamos para os dinossauros?”. O modelo de mundo que conhecemos bem é esse em que pagamos impostos para que o governo cuide de nós; em que pagamos escolas incumbidas de preparar nossos filhos para o mercado de trabalho e, assim, continuarem a pagar impostos, mantendo a roda girando.

Não é comum vermos pessoas autônomas, totalmente livres para dar asas às suas ideias.

Felizmente, uma sociedade alternativa está surgindo das cinzas deixadas por esse modelo antigo, na qual se vê a necessidade de repensar urgentemente todos os métodos de aprendizado. Conhecimentos dinâmicos e contextualizados, úteis a um mercado de constante inovação, onde não há mais ortodoxia, padrões e nem mesmo previsibilidade.

As mudanças estão acontecendo e, de muitas e inevitáveis formas, teremos que enfrentar transições que vão nos cobrar uma conta muito alta.

Imagine governos totalmente guiados por IA’s, quando a maioria dos mecanismos estatais forem administrados por sistemas digitais. Uma massa de gente que trabalha em setores burocráticos será demitida. E esse é só um pequeno exemplo. O desemprego vai colocar muita gente na rua. Infelizmente, o modelo educacional que possuímos hoje, dificilmente se dedica a propor métodos colaborativos. Ainda vemos claro o poder da competição como mote central da cultura escolar.

Em um mundo sem emprego, com milhões de pessoas à beira do caminho, e sem uma noção clara e objetiva do valor da colaboração e do empreendedorismo, correremos sérios riscos.

A criatividade que já foi concebida historicamente como um dogma, restrita a seres escolhidos por uma força maior, começa a perder suas vestes sagradas e se despir, mostrando a sua verdadeira vergonha, ou seja, a de que jamais deveria ter sido elevada a nenhuma altura. Seu lugar sempre foi ao alcance de todos os mortais. Agora, com a sobrevivência de um mundo inteiro em risco, nos resta resgatar a nossa própria humanidade na qual reflete o poder da criatividade, enquanto, ironicamente, construímos máquinas sofisticadas o bastante para, talvez, tornar isso desnecessário.

Eis o dilema.

Em artigo para o Fórum Econômico Mundial, Joanna Cea e Jess Rimington, ambos ligados ao Stanford University Global Projects Center, falam da exclusão da maior parte do que chamamos de engenhosidade no mundo e seus enormes custos. “Estamos sufocando a inovação que uma comunidade agregada e integrada poderia oferecer. Há consequências imensuráveis por não ouvir a maioria das pessoas do mundo – em nosso país ou nas cidades. Se não prestarmos atenção, se não houver inclusão e engajamento de um maior volume de vozes, não apenas obteremos resultados mais fracos e também cometeremos erros evitáveis, mas também inventaremos um futuro de trabalho codificado com as mesmas patologias sociais profundas e sistêmicas”, afirmam. Para eles, a manutenção de um sistema ultrapassado nos manterá alinhados com o status quo que reforça ativamente tristes valores como o racismo sistêmico, a guerra, as mudanças climáticas, o sexismo e o feminicídio.

Os autores afirmam que para criar uma existência próspera, bela e mais justa, precisamos inverter os paradigmas que institucionalizaram a exclusão da dignidade, da engenhosidade, da criatividade e da liderança na maior parte do mundo. Para Scott Rosenberg, uma vez que mundos inteiros podem ser simulados para os sentidos, “a única maneira de assegurar a integridade da imaginação do público seria tirar esse poder das mãos de uma elite e colocá-lo ao alcance de todos”, defende.

Em uma sociedade livre para se valer de suas ideias, sem barreiras, conectada e consciente do poder de suas capacidades, empenhadas no trabalho colaborativo, será muito mais fácil lidar com os problemas que batem à nossa porta. Caso contrário, os resultados serão complicados, colocando a humanidade cada vez mais perto de algum tipo de risco de extinção. Imagina só!

*Por William Barter

 

 

 

 

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*Fonte: updateordie

Tomar cafeína antes de fazer exercícios pode prejudicar saúde

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) estão de olho nos seus hábitos diários. Depois de mostrarem como a música instrumental pode melhorar os efeitos de remédios para hipertensão, os cientistas voltaram para avaliar como uma dose de cafeína antes de se exercitar pode afetar a sua recuperação após o esforço físico.

Para o estudo, 32 homens saudáveis e ativos de 18 a 25 anos foram acompanhados pela equipe, que registrou durante três dias como eles se recuperavam ao final de meia hora de corrida. No primeiro dia, os voluntários fizeram um teste de esforço máximo para que os pesquisadores identificassem qual era o limite de cada um. No segundo e terceiro dia, eles correram em intensidade moderada e, alternadamente, tomaram uma cápsula de cafeína e outra placebo — sem saber distinguir qual estavam ingerindo.

Ao final dos exercícios, os fisioterapeutas perceberam que, quando os voluntários tomavam a dose de cafeína (que era de 300mg, equivalente a 1,5 xícara de café), a atividade cardíaca deles demorava mais para voltar aos parâmetros de quando estavam em repouso.

“Quando isso ocorre, nós dizemos que há um aumento do risco de acontecer alguma complicação cardiovascular”, afirma Vitor Valenti, professor da Unesp e orientador do estudo. “Ficamos preocupados com o resultado, porque, se isso acontece com jovens saudáveis, talvez possa haver uma reação um pouco mais intensa em pessoas sedentárias e obesas, por exemplo.”

Este efeito foi observado porque a cafeína ativa receptores de adenosina, que liberam catecolaminas, substâncias envolvidas na aceleração do coração e no aumento da pressão arterial.

“As duas catecolaminas mais conhecidas são a adrenalina e noradrenalina. Com o aumento da liberação dessas catecolaminas, elas ativam os vasos sanguíneos e podem causar vasoconstrição”, explica Valenti.

Vale lembrar que não foram registradas alterações na pressão arterial dos voluntários e que o efeito foi observado apenas a curto prazo. “A literatura já tem fortes evidências de que, a longo prazo, tomar café pode colaborar para uma série de benefícios”, diz o professor.

Estudos a longo prazo

Em um estudo com mais de 185 mil participantes, foi observado ao longo de 16 anos que aqueles que tomavam pelo menos uma xícara de café por dia, tinham 12% menos chances de morrer por doenças cardíacas ou respiratórias, câncer, derrame, Parkinson, diabetes e outras doenças crônicas. Por isso, aponta o estudo, a expectativa de vida pode aumentar de acordo com a frequência e a quantidade de café que você consome.

No ano passado, pesquisadores britânicos mostraram que pessoas que têm o hábito de beber uma xícara de café por dia têm 20% menos chances de desenvolver câncer de fígado. Outro estudo concluiu que tomar três copos de café por dia reduz riscos de morte prematura.

 

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Cozinhar e guardar arroz para comer mais tarde pode cultivar bactéria mortal

Um prato de arroz cozido não faz mal para ninguém, não é mesmo? A resposta para essa pergunta depende da forma de armazenamento. Aparentemente, este grão inocente tão presente no dia a dia dos brasileiros pode fazer bastante mal se não for guardado corretamente.

De acordo com Benjamin Chapman, especialista em segurança alimentar da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, cozinhar o arroz não necessariamente mata todos os patógenos que podem estar à espreita.

“O problema é que um patógeno, o Bacillus cereus, é bastante prevalente no arroz seco, provavelmente como esporo. Os esporos podem sobreviver ao cozimento. Se o arroz cozido for subsequentemente mantido à temperatura ambiente, os esporos podem sair da sua forma protetora, germinar e as formas vegetativas se multiplicam. O ambiente de arroz cozido fornece uma grande quantidade de água e nutrientes para o crescimento. Como um subproduto do crescimento, eles criam um par de toxinas, incluindo uma estável ao calor”.

Embora não esteja claro exatamente por quantos casos de intoxicação alimentar o Bacillus cereus é responsável, um estudo estimou uma incidência de 63.623 casos por ano. Felizmente, colocar qualquer sobra de arroz na geladeira depois que você aproveitou seu prato deve manter todo mundo seguro.

De acordo com um artigo da Epidemiology and Infection, o arroz cozido deve “ser mantido quente” (acima de 63°C) ou “resfriado rapidamente e transferido para uma geladeira dentro de 2 horas depois de ser cozido”. Na verdade, a zona de temperatura mais perigosa é o intervalo entre a “temperatura ambiente e o aquecimento” (entre 15 e 50°C).

Além de refrigerar qualquer arroz caseiro, um senso de vigilância é útil quando jantar fora. De acordo com o cientista de alimentos Donald Schaffner, da Universidade Rutgers, também nos EUA, alguns restaurantes “cozinham um grande lote de arroz e o mantém à temperatura ambiente durante todo o dia” e, em seguida, pegam porções deste lote, conforme necessário.

“Uma vez que o Bacillus faz uma toxina estável do calor, esta não é uma boa prática, que já conduziu a surtos no passado”, explica ele. “Estável ao calor” significa que a toxina pode sobreviver à ebulição e, uma vez que o alimento é refrigerado na “zona de perigo” de 15 a 50°C, as bactérias podem se multiplicar, produzindo ainda mais da toxina. Arroz de sushi, Schaffner observa, não deve ser um problema, já que vinagre é adicionado para diminuir o pH, permitindo que ele seja mantido em segurança à temperatura ambiente.

Em suma, a melhor maneira de manter a si e seus entes queridos seguros do Bacillus cereus e do estrago que ele pode causar é refrigerar quaisquer restos dentro de duas horas depois de cozinhar e verificar como seus restaurantes favoritos preparam e armazenam cada lote de arroz.

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*Fonte: gooru

Comprovada a ligação Intestino x Cérebro

Isso vem se falando há muito tempo e no campo das Neurociências já há estudos e confirmação científica suficiente para se começar a tratar do cérebro cuidando do intestino.

Vejam só. Deve ser por isso que temos tanta gente fazendo “asneiras” por aí. Descobriu-se que nos intestinos existem conexões nervosas e químicas, com neurotransmissores e até possibilidade de sinapses, como ocorre no nosso cérebro.

Por isso um estudo publicado dia 19 de Maio na revista Cell Reports mostram que antibióticos fortes o suficiente para matar as bactérias do intestino também podem parar o crescimento de novas células cerebrais no hipocampo, uma parte do cérebro associada à memória.

Os investigadores também descobriram que um tipo de células brancas do sangue parecem agir como um comunicador entre o cérebro, o sistema imunitário, e o intestino. “Descobrimos que um tratamento prolongado com antibióticos pode afetar o funcionamento do cérebro,” diz a autora do estudo, Susanne Asu Wolf do Max-Delbrueck – Centro de Medicina Molecular, em Berlim, Alemanha.

“Mas, por sorte, probióticos e exercícios podem equilibrar a plasticidade do cérebro e deve ser considerada como uma opção de tratamento real junto com os antibióticos” complementou.

Wolf viu pela primeira vez essas pistas que o sistema imunológico poderia influenciar a saúde e o crescimento de células cerebrais através da investigação em células T, quase 10 anos atrás.

Mas haviam poucos estudos que encontrassem uma ligação a partir do cérebro para o sistema imunológico e de volta para o intestino. No novo estudo, os pesquisadores deram a um grupo de ratos antibióticos suficientes para que eles eliminassem quase toda a flora intestinal.

Em comparação com ratos não tratados com antibióticos, os ratos que perderam suas bactérias intestinais saudáveis tiveram um pior desempenho em testes de memória e mostrou uma perda da neurogênese (capacidade de criação de novas células) em uma seção de seu hipocampo, região onde normalmente novas células cerebrais são produzidas ao longo da vida de um indivíduo.

Ao mesmo tempo que os ratos experimentaram perda de memória e da neurogênese, a equipe de pesquisa detectou um nível mais baixo de células brancas do sangue (especificamente monócitos) marcados com Ly6Chi no cérebro, sangue e medula óssea.

Assim, os pesquisadores testaram e confirmaram que foi a perda dos monócitos Ly6Chi que estavam por trás das mudanças na neurogênese e memória.

Em outro experimento, a equipe de pesquisa comparou ratos não tratados com ratos que tinham níveis de bactérias intestinais saudáveis quer devido à genética ou devido ao tratamento com anticorpos. Em ambos os casos, os ratos com níveis baixos de células Ly6Chi mostraram as mesmas deficiências de memória e neurogênese que os ratinhos que tinham perdido as bactérias do intestino na outra experiência com antibióticos

Assim que os níveis de Ly6Chi foram repostos nos ratos tratados com antibióticos, a memória e a capacidade de criar novas células foi restabelecida.

” Para nós foi impressionante encontrar essas células Ly6Chi que viajam da periferia para o cérebro, e se encontra algo de errado no microbioma , as Ly6Chi atuam como uma célula de comunicação “, diz Wolf.

Felizmente, os efeitos secundários adversos dos antibióticos pode ser revertida. Os ratos que receberam probióticos ou que se exercitaram em uma roda após ter recebido antibióticos, tiveram a memória e a neurogênese recuperadas.

“A magnitude da ação dos probióticos sobre as células Ly6Chi , neurogênese e cognição me impressionaram “, diz ela .

“No futuro , os pesquisadores esperam ver mais ensaios clínicos que investiguem se os tratamentos com probióticos irá melhorar os sintomas em pacientes com doenças neurodegenerativas e distúrbios psiquiátricos . “Poderíamos medir o resultado de humor, sintomas psiquiátricos , a composição do microbioma e a função imune celular antes e após o tratamento com probióticos “, diz Wolf.

Agora já podemos perdoar os “enfezados”. Se a cabeça não anda boa, melhor cuidar dos intestinos e evitar antibióticos. Se não tiver jeito, probióticos e malhação para recuperar a capacidade de lembrar das coisas.

Sugiro a leitura de um outro artigo publicado aqui, onde fala dos benefícios e da criação de novas redes neuronais através dos exercícios físicos….já pra esteira!!!

*Por Genaldo Vargas

 

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

10 explicações que você não deve a ninguém

Por que sentimos a necessidade de sempre dar explicações?
Ser um membro ativo da sociedade pode enchê-lo com todos os tipos de pressão e estresse.

Determinadas situações fazem-no sentir como você devesse responder de uma determinada maneira ou agir de uma forma específica. E sim, algumas pessoas pensam que sabem o que é melhor para você e seu sustento.

Independentemente de todas essas coisas, você deve lembrar que você não deve a ninguém uma explicação para:

1. Sua situação em casa.
A forma como você vive a sua vida em casa não é da conta de ninguém, só da sua conta. Não importa se você tem colegas de quarto, vive sozinho, vive solteiro ou com um parceiro, ou se você ainda vive com seu ex.

2. Suas prioridades de vida.
Sonho de abrir um restaurante? Quer se tornar um pastor na sua igreja? Tem um desejo de vender todos os seus pertences e viajar para o Peru? Vá em frente! E lembre-se, você nunca precisa explicar suas prioridades para ninguém, porque são suas prioridades, e não estão lá para impressionar as pessoas.

3. Precisar de um tempo sozinho.
Se você precisar de um tempo sozinho em sua vida, você não está sendo rude, introvertido, ou hostil, apesar do que os outros possam pensar. Só precisa de tempo para ficar sozinho. Todos precisamos de tempo para encontrar o nosso centro e nos reorientarmos.

4. Sua aparência física.
Todos nós passamos por mudanças com nossos corpos. Perder peso, ganhar peso, um novo penteado, crescer uma barba ou fazer qualquer coisa diferente com sua aparência física não requer uma explicação. Eles vão ter que lidar com o seu cabelo roxo.

5. Suas preferências alimentares.
Nem todo mundo é fã de pizzas e hambúrgueres. Algumas pessoas gostam de sanduíches de banana e bacon ou preferem espaguete com manteiga, em vez de molho de tomate. Todos nós temos gostos diferentes, quando se trata de comida. Se alguém tentar julgá-lo, não ligue para isso. Basta ir em frente e mergulhe suas batatas fritas no seu sorvete.

6. Sua vida romântica.
Este é um acéfalo. É uma parte muito pessoal da sua vida e se a sua vida romântica existe ou não, não é da conta de ninguém. Haverá sempre alguém que vai julgá-lo porque você está ou não está com alguém mesmo. Mas, novamente, a opinião deles não importa.

7. Sua carreira ou escolhas pessoais.
Vá na direção que você quer ir e siga o caminho de sua escolha. Se você é um artista talentoso que deseja trabalhar no seu campo, siga seu coração. Se ser advogado é o seu sonho, vá em frente. Aqueles que realmente se preocupam com você vão apoiar a sua decisão.

8. Suas opiniões religiosas ou políticas.
Nestes dias, é fácil comprar uma briga, basta perguntar a alguém qual a sua afiliação política ou religiosa e logo começa a discussão. Em quem você votou nas últimas eleições, se é católico ou protestante, é a sua escolha e só sua, e você nunca precisa defender suas crenças (desde que elas não prejudiquem ninguém). Naturalmente, se alguém quer ter uma discussão madura, sincera com você sobre o tópico, isso sempre será uma boa experiência, vá em frente. Trocar ideias e pontos de vista pode expandir a mente e é benéfico para ambas as partes.

9. Ser solteiro.
Não obstante, se você está solteiro há uma semana ou há um ano, você, provavelmente, está confortável com a decisão neste momento em sua vida. Se as pessoas estão pressionando você para encontrar alguém, ou para se casar e se estabelecer, diga-lhes para se importar apenas consigo mesmos. Ser solteiro pode ser ótimo!

10. Suas escolhas dentro de um relacionamento.
Sua ex-mulher pediu para que retornassem e você aceitou? Você perdoou aquele que o traiu? Você recusaria uma proposta de casamento? Bem, adivinhem? Todas estas decisões foram feitas por você e pelas suas próprias razões. Seguiu o seu coração e foi o que achou melhor e, novamente, você não deve a ninguém uma explicação por isso.

A vida pode ser complicada, e as pessoas ao nosso redor podem tornar as coisas mais difíceis, ou podem aliviar seus fardos, apoiando suas escolhas.

Você não tem que dar explicações para tudo!

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Descubra o que é Phishing, Vírus, Malware e outros tipos de ciberataques

Existem mais armadilhas na internet do que você imagina. Phishing, Malware, Vírus e Ransomware são só alguns exemplos e eles podem causar diversos prejuízos, inclusive financeiros. Somente em 2017, mais de 190 milhões de ciberataques foram detectados pelo dfndr lab, laboratório de segurança digital. Mas com tantos tipos, às vezes fica difícil de entender o que são e como funciona cada um deles. Você já se perguntou, por exemplo, o que é Phishing ou qual a diferença entre Vírus e Malware?

Pensando nisso, os especialistas em segurança do dfndr lab, listaram os principais tipos e diferenças de fraudes virtuais, o número de detecções das três maiores em 2017 e, também, deram valiosas dicas de como se proteger dessas ameaças.
Entenda o que é Phishing e outras armadilhas virtuais

PHISHING: sites e aplicativos que se passam por empresas ou pessoas famosas, com o intuito de enganar os usuários para obter informações confidenciais, como senhas bancárias, de e-mail e redes sociais ou, então, tentam persuadir o usuário a realizar determinadas ações, como instalar um app infectado por vírus. No último ano, o Phishing foi o ciberataque mais comum e recorrente, correspondendo a mais de 50% de todas as detecções realizadas pelo dfndr lab. Os dois tipos mais comuns de Phishing são:

Phishing via aplicativo de mensagens: tipo de golpe que induz a vítima a fornecer dados e, nesse caso, a compartilhar algum link perigoso com seus contatos. Geralmente, usa como isca falsas promoções, descontos e vagas de emprego.
Phishing bancário: Sites falsos iguais às páginas de instituições bancárias criados para enganar os usuários e roubar suas credenciais do banco, como tokens, senha, número da conta, dados de cartão de crédito etc.

PUBLICIDADE SUSPEITA: páginas ou notificações com avisos falsos sobre o funcionamento do celular, induzindo o usuário a instalar um aplicativo ou redirecionando a outro link malicioso. Esta modalidade ficou em segundo lugar no ranking do dfndr lab, somando mais de 60 milhões detecções do dfndr lab em 2017.

GOLPE DO SMS PAGO: sites que cadastram automaticamente ou induzem o usuário a se cadastrar em um serviço pago de SMS. O golpe do SMS pago somou, em 2017, mais de 20 milhões de detecções, ficando em terceiro lugar no ranking do dfndr lab.

PERFIL FALSO: são criados com o objetivo de aplicar golpes de estelionato ou espalhar notícias falsas. No caso de estelionato, os perfis falsos se passam por marcas famosas e induzem o usuário a acessar páginas falsas que roubam credenciais bancárias. Existem também os Scammers, que são pessoas que se passam por terceiros para conquistar a confiança de suas vitimas e depois aplicar golpes.

FAKE NEWS (Notícias Falsas): conteúdos falsos produzidos com a intenção de levar os usuários da internet a uma determinada página, para visualizar anúncios publicados ali. Os temas, geralmente absurdos e sensacionalistas, também podem ser criados com o intuito de manipular a opinião pública.

MALWARE: todo e qualquer arquivo ou aplicativo que apresenta comportamentos maliciosos e nocivos para o usuário. O Malware se divide em algumas subcategorias, que são:

Vírus: tipo de malware que infecta outros arquivos, alterando seu conteúdo, de forma que eles passem a ter códigos maliciosos.
Ransomware: outro tipo de malware que “sequestra” algum dado sigiloso do usuário ou bloqueia a celular da vítima e, posteriormente, cobra pelo “resgate” dessas informações ou desbloqueio do aparelho.
Worm: ao invés de infectar outros arquivos, este tipo de malware procura se espalhar para outros dispositivos, através de e-mail e mensagens via app de mensagens, por exemplo.

Ciberataques lucrativos para hackers

Agora que você já sabe o que é phishing e todas as principais fraudes virtuais, você pode se perguntar: “Mas por que que estes golpes existem?” ou até “O que os hackers ganham com isso”? Segundo Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab, os cibercriminosos podem obter diferentes retornos sobre cada tipo de fraude digital.

“Não dá para generalizar o lucro dos criminosos, pois ele pode variar muito. No Ransomware, por exemplo, o hacker cobra dinheiro da vítima para devolver os dados sequestrados ou para realizar o desbloqueio do celular. Os demais tipos de ciberataques podem levar ao download de apps perigosos, o registro do telefone da vítima em serviços de SMS pago e, outra prática comum, é o celular do usuário passar a receber dezenas de propagandas diárias. A cada visualização de publicidade, download de apps maliciosos e assinaturas de SMS pago, o hacker ganha dinheiro”, explica Simoni.
Proteger-se é preciso

Navegar seguro é possível. As melhores e principais dicas de segurança são simples de seguir e o melhor: são de graça. Simoni explica como se proteger em 4 passos:

1 – Baixe aplicativos apenas pelas lojas oficiais Play Store e Apple Store. Assim, você evita o risco de fazer downloads de arquivos maliciosos;

2 – Crie o hábito de duvidar das informações compartilhadas na internet, principalmente quando se tratar de supostas promoções, brindes, descontos ou até promessas de emprego. Procure checar a veracidade das informações nas páginas e sites oficiais das marcas;

3 – Na dúvida, você pode checar se uma página ou site é seguro na Análise de Links do dfndr lab. A ferramenta é gratuita e pode ser usada por usuários de Android e IOS gratuitamente;

4 – É importante, também, manter um bom antivírus instalado no celular. O dfndr security, por exemplo, é o único app de segurança para o sistema Android que oferece proteção em tempo real contra ataques dentro do WhatsApp, SMS e Messenger. Ele detecta e avisa se um link é perigoso assim que você recebe uma mensagem maliciosa. Para baixar o app, é só clicar aqui.

 

 

 

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*Fonte: psafeblog

7 truques psicológicos que você é obrigado a saber pra se dar bem

Talvez você não saiba, mas a todo momento as pessoas estão sujeitas a influências e manipulações de quem menos esperam. Mesmo amigos, namorados e pessoas queridas podem estar usando truques psicológicos para te manipular.

Seja na sua postura, no jeito de olhar ou de falar alguma frase, você é capaz de criar sugestões na mente das pessoas ao seu redor sem que elas percebam. Com essas habilidades você pode conseguir coisas que não dariam certo sem os truques.
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Bom, pensando nisso, nós separamos alguns truques psicológicos que todo mundo pode usar um dia, seja nas coisas simples ou nos momentos mais complicados de nossas vidas. Então, caros amigos, confiram agora a nossa matéria com os 7 truques psicológicos que todo mundo é obrigado a saber para se dar bem:

1 – Escolher um dia para alguma coisa
Se você escolher uma data para fazer alguma coisa, com certeza a ansiedade para essa data vai ativar até a adrenalina do seu corpo, como a espera do seu filme preferido, por exemplo. Se você marcar uma data para alguma coisa, você vai desfrutar melhor quando o dia chegar, pois vai associar esse dia a emoção.

2 – Ser confiante e convincente
Não escrever ou dizer “eu acho” ou “eu acredito”, por ser expressões que denotam a falta de segurança, nunca é bom dizer quando você quer parecer uma pessoa de segura. Então, da próxima vez que você quiser dar uma aparência de uma pessoa convincente, troque essas palavras por “eu tenho certeza”.

3 – Acenar com a cabeça
Os cientistas descobriram que quando as pessoas acenam enquanto escutam alguma coisa, elas são mais propensos a estar em acordo com a pessoa. Eles também descobriram que quando alguém está acenando, é natural que quem está ouvindo faça o mesmo. Isso é compreensível, porque os seres humanos são bem conhecidos pelo mimetismo.

4 – Manter a calma quando alguém está com raiva de você
Sabe quando alguém está morrendo de raiva de você e começa com aqueles discursos de ódio? O melhor a se fazer nessas horas é não se preocupar e manter a calma, pois em seguida, a pessoa vai se sentir envergonhada pelo fato de você está calmo e ela explodindo de raiva.

5 – Seja positivo
Sorrir, manter contato visual… tudo isso parece óbvio. Mas, garantimos, funciona. Na hora de explicar situações ou contar histórias, mostre bons sentimentos como gratidão em vez de ressaltar como você ficou frustrado/irritado. Crie imagens positivas – e elas serão associadas com você.

6 – Gerencie seu humor
As pessoas são atraídas pelo humor, entusiasmo e confiança mais do que raiva, arrogância e impaciência, e isso é óbvio, pelo menos para a maioria das pessoas. Mas projetar a positividade pode fazer toda a diferença. Como já citamos no item 4, a calma pode ser uma boa aliada em certos momentos das nossas vidas, e ao fazer isso, nós temos grandes chances do nosso coração desacelerar e assim conseguirmos nos manter relaxados.

7 – Lembre-se dos nomes das pessoas
Lembre-se dos nomes das pessoas que você acabou de conhecer, mesmo que isso possa ser realmente difícil para algumas pessoas. Mesmo assim, faça esforço para memorizar o nome das pessoas e chamá-los pelo nome, as pessoas vão ter uma grande consideração por você, além de ficarem encantadas.

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Água mineral pode causar diabetes, afirma estudo

O arsênico, um veneno de ocorrência natural, potencialmente cancerígeno e encontrado em águas subterrâneas, foi fortemente associado às Diabetes, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, EUA, e publicado no periódico Journal of the American Medical Association.

Considerado inodoro, insípido, incolor e facilmente solúvel em água e vinho, o arsênico é um veneno muito temido. Grandes doses são capazes de matar uma pessoa, enquanto pequenas quantidades podem gradualmente adoecê-la, de acordo com informações da Reuters. Segundo a Dr.ª Ana Navas-Acien, que liderou o estudo, foram encontradas associações “relativamente fortes” entre os níveis de arsênico comumente encontrados na urina de pessoas com diabetes do tipo 2 em um experimento realizado com adultos norte-americanos.

De acordo com ela, parece não haver níveis considerados seguros do veneno.

“Globalmente falando, este é um grande problema”, disse em entrevista à agência de notícias. “À medida que a água se torna um recurso escasso, precisamos de fontes adicionais”. O estudo ainda apontou que o arsênico aumenta os riscos de câncer na bexiga, pulmões, rins, pele, e, possivelmente, próstata.

Cerca de 20% dos 800 participantes entrevistados apresentaram altos níveis de arsênico no corpo – cerca de 16,5 microgramas por litro de urina. Esses tinham 3,6 mais chances de desenvolverem diabetes de início tardio do que os restantes, que apresentaram 3 microgramas por litro. Ainda, os níveis do veneno eram 26% maiores em pessoas com Diabetes do tipo 2 do que as não tinham a doença.

Nos EUA, o limite estabelecido de arsênico na água potável é de 10 microgramas por litro, o que é excedido por pessoas em regiões rurais, que costumam consumir água retiradas de poços artesianos.

O veneno pode se acumular no corpo e arruinar a capacidade do organismo de produzir insulina, que por sua vez é vital para conversão do açúcar no sangue (glicose) em energia. Normalmente, a insulina se liga às células através de receptores e sinalizam para que a glicose participe do processo. No entanto, o arsênico entra na célula e de alguma forma bloqueia essa atividade.

Segundo Navas-Acien, é difícil discernir as formas prejudiciais e benignas do arsênico, embora exames laboratoriais mais específicos permitam que cientistas detectem vestígios que podem representar riscos para a saúde.

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*Fonte: jornalciencia

9 Comportamentos que afastam as pessoas de você

Desde quando o ato de comunicação existe, as pessoas estão tentando se tornar melhor nisso.

No passado, costumávamos entender uns aos outros com a linguagem corporal, e agora a comunicação baseada em tecnologia assumiu o controle. Mas milhares de séculos se passaram e as pessoas ainda não encontraram o caminho para a boa convivência.

Uma das razões para isso é que nossos comportamentos, muitas vezes, tendem a ser confusos, o que pode resultar em fortes discussões e até mesmo na perda de amigos.

As pessoas são diferentes e não há uma maneira de todos se darem bem. Mas, às vezes, nós agimos de uma maneira perversa, sem perceber, e isso pode facilmente afastar as pessoas de nós.

 

Então, abaixo está uma lista de 9 comportamentos que podem afastar as pessoas de você:

1. Tentar dominar as pessoas
É bom ser líder. A capacidade de manter as coisas sob controle é uma qualidade que muitas pessoas não possuem. Mas é realmente importante saber o que você tem o direito de controlar. Constantemente, forçar sua vontade sobre seus amigos pode ser exaustivo para eles. Este tipo de comportamento não é algo com que as pessoas possam lidar facilmente, por isso, tenha cuidado, porque pode custar-lhe algumas de suas amizades. Ninguém gosta de ser mandado. É por isso que compreender que o compromisso é o que nos move é realmente importante para o seu relacionamento com as pessoas.

2. Julgar demais
Nós, pessoas, podemos agir de forma diferente, dependendo da nossa situação atual e das pessoas com quem estamos. É por isso que julgar não é uma boa ideia. Uma pessoa normalmente irá mostrar-lhe apenas o necessário de si mesma. Tenha isso em mente, antes de concluir o que alguém é para você. Você nunca sabe como a pessoa está se sentindo por dentro ou o que está acontecendo com sua vida naquele momento.

3. Ser negativo o tempo todo
Atualmente, existe uma aspiração em massa para o pensamento positivo e atitude positiva, apesar de todas as dificuldades de nossa rotina diária. É como se as pessoas estivessem finalmente percebendo que a positividade atrai positividade e que o oposto é verdadeiro – negatividade traz mais negatividade. É por isso que as pessoas negativamente dispostas, que reclamam o tempo todo, têm muito mais chance de afastar os outros de si mesmas. Tanto a energia boa, quanto a ruim são contagiosas, qual você vai escolher?

4. Falta de delicadeza
Dizer a coisa errada no momento errado pode causar muitos problemas, e isso já aconteceu pelo menos uma vez para a maioria de nós. Falta de delicadeza é outra coisa. É quando as piadas vão além do limite da amizade, quando você usa as fraquezas do seu amigo contra ele, apenas para derrotá-lo em uma discussão. Como Mark Twain diz: é melhor ficar em silêncio e ser visto como tolo, do que abrir a boca e eliminar todas as dúvidas.

5. Viver apenas na internet
Uma das melhores definições de nossa geração é “a geração da cabeça baixada”. Caminhamos, viajamos e nos comunicamos com os olhos fixos nas telas dos celulares.

Algumas pessoas tendem a levar uma vida completamente diferente nas redes sociais, apresentando-se como pessoas diferentes do que realmente são, mais felizes do que se sentem, mais sábias do que jamais seriam. Não importa qual seja a senha do Wi-Fi, seus amigos estão exatamente onde você precisa que eles estejam – ao seu lado, e não no feed de notícias do Facebook.

6. Ser egoísta
Colocar-se em primeiro lugar é essencial para ser bem-sucedido. Mas, não se engane – ser egoísta e cego para a presença dos outros como pessoas iguais é outra história. Se o seu único tópico em uma conversa tende a ser “você” e você não gosta de ouvir histórias, problemas e opiniões de outras pessoas, então, é melhor substituir essas pessoas por um espelho.

7. Levar tudo muito a sério
Quantas vezes você se afastou de alguém só porque lhe pareceu que havia algo desagradável atrás de suas palavras? Tenha em mente que muitas vezes as pessoas fazem isso, sem querer, não visam ferir seus sentimentos. Não monitore cada palavra dita a você, temendo que alguém zombe ou te machuque. Isso é uma projeção de seus próprios medos e hábitos. Levar tudo muito a sério também pode se referir a essas situações em que você fica chateado por coisas completamente insignificantes, como perder o ônibus.

8. Falta de pontualidade
Isto diz respeito não só a chegar a tempo. Uma pessoa pontual é alguém que permanece fiel a suas palavras, cujas promessas não desaparecem da noite para o dia, que age de acordo com as instruções. Não ser capaz de estar presente no momento certo pode deixar seus amigos nervosos e tristes. Isso pode ter um sério impacto negativo no seu desempenho no trabalho, também. De forma mais figurativa, a falta de pontualidade está ligada aos valores de um indivíduo, que tendem a mudar com o tempo. Ninguém jamais escolheria confiar em tal pessoa. Esta é uma maneira de afastar as pessoas de você.

9. Tornar-se viciado no trabalho
Não há nada melhor do que se apaixonar por seu trabalho e se dedicar a ele. Mas os aspectos positivos podem se transformar, facilmente, em uma faceta negativa de sua vida. Não ter tempo para nada além do trabalho pode se tornar uma negligência para as pessoas mais próximas e a si mesmo. Quando você exagera na dedicação ao trabalho, corre o risco de chegar a um ponto em que nada é tão importante quanto o trabalho – nem sua família, nem sua saúde. Tenha cuidado para escolher suas prioridades, porque perder pessoas que você valoriza não compensa qualquer dinheiro que você ganhe.

Algum desses comportamentos lhe parece familiar? Se você se encontrou em qualquer um deles, não fique paranoico pensando que vai perder todos os seus amigos, porque você possui algumas qualidades negativas. Todos nós temos defeitos! O objetivo é parar por um segundo e pensar sobre eles. Um problema reconhecido é um problema quase resolvido. Acredite em sua bondade, mas sempre duvide da sua perfeição!

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Como enfrentar a difícil tarefa de sermos pais dos nossos pais

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores.
Durante nossas vidas, somos ensinados a cuidar de nós mesmos e posteriormente de nossos filhos, quando estamos preparados para constituir nossas próprias famílias. No entanto, nunca nos preparam para cuidar das pessoas que nos deram a vida em sua velhice, momento em que mais precisarão de nós.

Não é fácil testemunhar as principais pessoas de nossas vidas, aquelas que nos ofereceram amor, cuidado, conselhos, exemplos perdendo para o tempo. Dói nossa alma presenciar os braços que nos confortaram por tanto tempo fraquejando, os olhares protetores e firmes se tornando mais apagados, esquecidos. As vozes, que nos transmitiam tanta segurança e confiança, tornando-se mais baixa.

Assim como nós, nossos pais crescem, e nunca estamos preparados para isso.

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores. A vida é cheia de reviravoltas, e essa é uma das mais importantes. Os nossos heróis se tornam nossos protegidos, e assim emerge uma das maiores responsabilidades que deveremos assumir.

Ao presenciarmos os últimos momentos de nossos amados pais, somos confrontados com nossa própria finitude.

Quando esse momento tão doloroso de nossas vidas chega, independentemente de como tenha sido o nosso relacionamento com nossos pais, existem 3 maneiras principais de encarar a situação:

Entrar em um estado de negação, não aceitando que um momento muito triste e doloroso está para acontecer;

Deixar de lado nossa vida pessoal e nos dedicarmos totalmente aos nossos pais;

Tentar manter um equilíbrio entre a dor (sentimento de perda) e a presença na vida dos pais, fazendo o seu melhor para tornar os seus últimos momentos memoráveis.

Quando o relacionamento com os pais não é fácil

Nem todos nós temos relacionamentos saudáveis com nossos pais, podemos ter sofrido muito com suas atitudes e com isso criamos um certo afastamento. Para essas pessoas, costuma ser muito difícil saber lidar com essa situação. Elas não sabem como devem fazer para se relacionarem com seus pais ou se realmente querem isso.

A falta de amor e carinho dos pais é algo que afeta todas as áreas da vida de uma pessoa. E nem todo mundo está disposto a deixar isso para trás. Mesmo sabendo disso, é essencial fazermos o nosso melhor para resolver os conflitos enquanto ainda temos a oportunidade. É impossível se resolver com mortos e ninguém gosta de sentir culpa.

Para fazermos o melhor para nossos pais, precisamos seguir algumas diretrizes:

Paciência. Nesse momento, precisamos retribuir tudo o que nossos pais fizeram por nós quando éramos pequenos. Tenha calma quando ele demorar para se arrumar, para quando esquecer algo ou não saber executar tarefas simples com a mesma precisão. Não é fácil, assim como não foi fácil para eles.

É importante encontrar soluções criativas e saudáveis para lidar com essa nova situação de vida. Converse muito, faça perguntas, compartilhe conhecimento, tudo o que ajudar a deixar a situação mais leve.

Identificar e diferenciar suas emoções. Dessa maneira, terá mais recursos para lidar com esses sentimentos de forma saudável.

A despedida dos pais é um momento doloroso, mas nós temos o privilégio, a oportunidade de dividir com eles os últimos momentos de suas vidas. Façamos o nosso melhor por eles e por nós mesmos!

*Por: Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

O guia completo sobre a bateria do celular

A tecnologia mobile vem evoluindo de forma rápida e expansiva nos últimos anos, principalmente por causa de fatores como a popularização do preço dos aparelhos, massificação do acesso à internet e versatilidade dos planos de conexão móvel.

E cada vez mais os dispositivos móveis fazem parte da vida das pessoas já que contam com uma infinidade de funções e aplicativos úteis para solucionar problemas do cotidiano moderno. Porém há um fator inconveniente que a maioria dos usuários precisa lidar: a bateria do celular. Muitos indivíduos prejudicam seus smartphones por não conhecerem as melhores práticas de consumo de energia e acabam achando que é melhor trocar de celular.

Para que você saiba como cuidar bem desse item e não se frustrar tão rapidamente, nós criamos o guia completo sobre a bateria do celular. Continue a leitura para conferir!

Veja os 9 mitos e verdades sobre a bateria do celular:

Se existe uma queixa muito frequente entre os usuários em relação à bateria do celular, é o desempenho dela. Por isso, listamos alguns mitos e verdades sobre o tema que você precisa saber, além de algumas dicas úteis para melhorar o seu uso.

Aproveite e confira também os mitos e verdades sobre vírus no celular

A primeira carga de bateria do celular precisa ser completa

Mito! Não apenas os smartphones modernos, mas a maioria dos dispositivos eletrônicos como tablets e computadores costumam ser vendidos com uma determinada quantidade de carga, pois as baterias atuais não viciam.

Ou seja, fica a critério do dono do aparelho fazer a primeira carga completa, já que isso não exercerá nenhuma influência no desempenho da bateria, nem dirá se é um celular lento ou não.

É preciso descarregar o aparelho por completo

Mito! Certamente, é um dos piores rumores espalhados entre os usuários, pois, ainda que as baterias de lítio não possam sofrer com o “bateria viciada” (entenda melhor a abaixo), esse é um dos fatores que mais compromete a sua vida útil.

Todavia, se você possui um celular de fabricação recente, não precisa se preocupar com isso. Os smartphones atuais têm uma aplicação de fábrica que os faz desligar quando a carga da bateria atinge cerca de 5%, evitando que a vida útil seja afetada.

Deixar o dispositivo carregando por longos períodos é prejudicial

Parcialmente verdade! O fato que isso depende de alguns fatores. Por exemplo, se o carregador for original e não tiver defeitos, isso não será problema. Isso porque eles também são desenvolvidos com um sistema que corta o fornecimento de energia quando o aparelho atinge os 100%, evitando o superaquecimento.

Porém, se forem carregadores falsos, é importante ficar atento, porque a comunicação entre o celular e o dispositivo de carregamento pode gerar graves consequências, como o aquecimento do smartphone, podendo até mesmo causar uma explosão. Aqui você pode conhecer mais detalhadamente os riscos ocultos de celular e carregadores falsos.

Utilizar o celular enquanto está carregando pode causar danos

Verdade! Não é uma regra, mas é necessário tomar certos cuidados. Primeiramente, não é preciso ser especialista para saber que, ao utilizar o celular enquanto ele carrega, haverá uma demora maior para que sua carga complete o ciclo, concorda?

Além disso, quando o smartphone está carregando, ocorrem reações químicas dentro da bateria do celular que fazem com que o aparelho aqueça. Isso significa que manuseá-lo durante uma recarga pode fazer o dispositivo superaquecer e, consequentemente, danificar os seus componentes internos.

Sendo assim, abrir aplicativos pesados, assistir vídeos ou jogar jogos que exigem alto desempenho do celular enquanto a bateria está carregando, são práticas que geram aquecimento anormal no aparelho.

É altamente indicado que, quando possível, as recargas de bateria sejam realizadas enquanto o celular está desligado.

Carregadores falsos ou genéricos estragam a bateria do celular

Verdade! Muitos desses carregadores não são fabricados por profissionais experientes, ou contém materiais de baixa qualidade em sua composição interna, fazendo com que ocorra oscilação em seu funcionamento.

Esse tipo de carregador, em geral, não atinge a voltagem adequada durante os ciclos de carga, o que, além de fazer com que ela demore muito mais para se completar, pode superaquecer o aparelho.

Carregadores turbo são os mais indicados para qualquer celular

Parcialmente verdade! O carregador turbo tem uma espécie de filtro responsável pela regulagem da potência da carga, evitando que o celular seja danificado por oscilações ou sobrecarga.

No caso de um smartphone que é equipado com a tecnologia adequada para receber um carregamento turbo, a carga não atingirá o nível máximo com a mesma eficiência, mas ele funcionará como um carregador comum.

O superaquecimento do celular pode danificar a bateria

Verdade! Quando o dispositivo móvel está com a temperatura muito mais alta do que foi projetado para suportar, a bateria será drenada de forma muito mais rápida, o que fará com que a sua vida útil seja reduzida drasticamente.

Portanto, deve-se evitar que o celular seja carregado em ambientes não arejados. Ao carregar o celular no carro, por exemplo, procure um local que não esteja exposto ao sol.

Baterias podem explodir

Verdade! Pode ser um problema não muito recorrente, mas uma pequena falha de engenharia somada ao mau uso da bateria pode resultar em uma explosão.

Os celulares modernos são equipados com dispositivos e recursos que são capazes de manter a temperatura do aparelho estável, tornando a bateria inoperante no caso de um superaquecimento. Mas práticas de mau uso, como um carregador falso, podem aumentar as possibilidades de ocorrer uma explosão.

Baterias têm tempo de vida útil estimado

Verdade! Como em qualquer equipamento eletrônico, é normal que ocorra um desgaste natural dos componentes, peças e do sistema em geral, incluindo a bateria.

Geralmente, a vida útil de uma bateria é de, em média, um ano sem que ela apresente qualquer problema ou variação no desempenho, mas quando o usuário faz uma utilização adequada, seguindo as dicas que foram citadas até aqui, é possível estender esse período.

Entenda o que é o “efeito memória” ou bateria “viciada”

Popularmente conhecido pelo termo “bateria viciada”, o “efeito memória” não acontece com as baterias de lítio, mas é normal que os modelos de Ni-Cd e Ni-MH sofram com esse tipo de problema por causa de suas limitações técnicas. Mas fique tranquilo, hoje as baterias de lítio, por serem menos tóxicas, mais eficientes e não suscetíveis ao “efeito memória”, são o padrão utilizado nos aparelhos atuais.

Por muitos anos, o “efeito memória” foi um problema comum na bateria do celular e a sua causa está diretamente associada aos maus hábitos de utilização do equipamento. Para evitar correr o risco de ter um celular com a bateria “viciada”, verifique o tipo de bateria do celular que você tem em mãos. Essa informação pode ser encontrada na caixa ou no manual do smartphone.

O principal indício do “efeito memória” na bateria pode ser percebido quando o marcador de carga do aparelho indica que ela está carregada, mas o usuário nota que em pouco tempo ele já está quase vazio, indicando bateria fraca.

O fato de carregar o dispositivo com um determinado volume de carga ainda presente na bateria faz com que ela “acostume-se” a receber apenas uma parcela de sua capacidade total.

Veja algumas dicas de utilização e carregamento para bateria do celular

A bateria do celular pode ter o seu desempenho e vida útil otimizados se o usuário for cuidadoso com o aparelho. Portanto, separamos algumas dicas úteis sobre a utilização e o carregamento da bateria.

Atualize a versão do sistema operacional (iOS)

Uma das primeiras recomendações da Apple em relação ao desempenho da bateria, aos usuários de seus dispositivos móveis, é que a versão mais recente do sistema operacional deve estar instalada no aparelho.

O motivo disso é que algumas aplicações, recursos e tecnologias avançadas sobre economia de energia são implementadas de acordo com as atualizações da plataforma. Os desenvolvedores procuram otimizar o funcionamento a cada versão.

Utilize apenas carregadores originais

Com certeza, um dos avisos mais frequentes das empresas fabricantes de tecnologia mobile. O uso de carregadores originais não é um mero capricho. Para se ter uma ideia, a Samsung é específica a ponto de evidenciar que o usuário deve utilizar, se possível, apenas “o que vem na caixa do produto”.

Esses avisos não se devem apenas ao fato de que a fonte é projetada para proporcionar a alimentação de energia adequada ao celular, mas também por motivos de segurança.

Evite calor e contato direto com a luz do sol

Como já dissemos, temperaturas extremas são uma das principais causas de redução da vida útil das baterias de lítio. Portanto, os fabricantes avisam aos usuários a respeito das consequências de deixar o smartphone, por exemplo, no porta-luvas do carro em pleno verão ou em contato direto com a luz do sol.

Segundo a Apple, o ideal é que o celular permaneça em ambientes com uma temperatura que varie de 16 C° a 22 C°.

Fique atento ao uso de capinhas enquanto carrega o aparelho

Considerando que os smartphones modernos são praticamente computadores portáteis, ferramentas de alto custo e extremamente frágeis, todo cuidado é pouco, não é verdade? Por isso, o mercado de capinhas de celular é tão promissor, já que elas aliviam os impactos de quedas e colisões, preservando a integridade os aparelhos.

Todavia, elas também podem ser responsáveis pelo superaquecimento do dispositivo sem que o usuário sequer possa notar, pois acabam “camuflando” o aumento da temperatura. Sendo assim, o ideal é remover a capinha durante o carregamento da bateria do celular para que as vias de dissipação de calor fiquem livres.

Desabilite as conexões sem fio

Os smartphones atuais são repletos de funções e recursos interessantes, dentre eles as conexões sem fio como o Bluetooth, a rede 3G/4G e o Wi-fi.

O problema é que manter todas essas funcionalidades ativas ao mesmo tempo pode consumir a carga da bateria mais rápido que o comum, prejudicando sua vida útil. Se você não estiver utilizando essas funções, deixa-as desativadas.

Desligue o celular enquanto não pode usá-lo

Está no cinema, igreja, teatro ou em uma reunião importante? Então não há motivo para manter o smartphone ligado, concorda? Nada melhor do que desligá-lo para poupar energia e otimizar o uso da bateria.

Vale ressaltar, ainda, que essa dica também se aplica aos momentos em que o aparelho está sem sinal, principalmente pelo fato de que nessas horas ele aumentará o uso de seu processamento para tentar encontrar uma fonte de sinal, consumindo muito mais energia que deveria.

Desative a função “vibrar”

A função de vibração consome exponencialmente mais energia do que o recurso de toque sonoro. Portanto, se o barulho do telefone não for um problema, de acordo com o contexto em você se encontra, dê preferência por mantê-lo tocando, já que essa opção poupa energia.

Utilize apenas o que for indispensável

Inúmeros jogos, variados tipos de funções e uma vasta gama de aplicativos interessantes. É indiscutível que os celulares modernos são dispositivos completos. Mas, se sua intenção é economizar energia e poupar a vida útil da bateria, é imprescindível utilizar apenas o que realmente for necessário, pois cada aplicação ativa contribui com o consumo de energia.

Fale somente o necessário

Além de economizar em sua conta no final do mês, falar pouco ao telefone também afeta positivamente a duração da bateria.

Reduza o brilho da tela

Tela altamente iluminada é sinônimo de bateria descarregada. Então, reduza o brilho até um nível que sua vista não seja prejudicada na hora de visualizar a tela do smartphone, já que a iluminação é um dos fatores que mais consome a bateria do celular.

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*Fonte: oitechtonica

O mar: uma droga gratuita que cura pelo menos 16 doenças

Férias na praia podem ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Descubra os benefícios da água, sol e sal no corpo.

Retire seus medicamentos e trate-se para um feriado ou um final de semana na praia. Sim, o mar, com a sua salinidade, o iodo, o seu ar saloio dico pode ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Eles contaram: são pelo menos 16.

A massagem com água ativa a circulação, a água salgada libera o trato respiratório e reduz as formas alérgicas.

Eles beneficiam as vias aéreas e aliviam-se:

– alergias respiratórias

– sinusite

– asma

– convalescença de resfriados e outras doenças respiratórias

– problemas causados ​​pelo tabagismo

– intoxicação por agentes químicos

 

O dano dos ossos é reparado e as dores de:

– deslocamentos

– distorções

– fraturas

– artrose

– dores nas articulações

– osteoporose

– espondilose

– doenças reumáticas

Com o mar, as alergias cutâneas são reduzidas:

– psoríase

– eczema

– dermatite

– acne seborreica

Graças ao mar, as condições anêmicas, as doenças ginecológicas, o hipotireoidismo e o linfatismo melhoram. Muito importante, o mar também ajuda a combater estados depressivos.

Que doenças são tratadas com o mar

Um benefício de uma estadia no mar são alergias respiratórias (especialmente pólen), anemia, artrite, convalescença depois de doenças do trato respiratório, depressão, entorses, fracturas, hipotiroidismo, luxações, doenças alérgicas da pele, doenças ginecológicas, doenças reumática, osteoporose, psoríase, raquitismo.

O importante é saber como se comportar para aproveitar ao máximo todos os benefícios que podem ser extraídos da água do mar e do sol. Os benefícios da água do mar

Aqui estão alguns dos principais benefícios dos tratamentos de maré, ou seja, talassoterapia.

Melhore sua respiração.

Mas por que o mar é um amigo tão precioso? O que o torna tão especial é o chamado aerossol marinho. O ar, perto da costa, contém uma quantidade maior de sais normais do que minerais: cloreto de sódio e magnésio, iodo, cálcio, potássio, bromo e silício. Eles vêm das ondas quebrando a costa e dos salpicos de água do mar levantada pelo vento. Os primeiros a se beneficiar são os pulmões: a respiração melhorou significativamente desde os primeiros dias. Mas o aerossol marinho também estimula o metabolismo, revigora a circulação sanguínea e melhora o sistema imunológico.

A água do mar tem muitos componentes que trazem relaxamento ao corpo, tiram dores e reenergizam. Não é à toa a crença de que um banho de mar pode “descarregar” energias negativas. Além das propriedades da água, a quebra das ondas no corpo promove uma drenagem linfática e ainda estimula a pele e a circulação.

A água marinha é composta por mais de 80 elementos químicos. Alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição — por isso é considerada energizante. A massagem que as ondas fazem no corpo estimula a circulação sanguínea periférica, e isso provoca aumento da oxigenação das células.

Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e antissépticas

Combate a retenção de água.

Muitas pessoas sofrem de retenção de água durante a estação quente. Na água do mar, de fato, existe uma concentração considerável de sais minerais. E isso, devido a um mecanismo físico chamado osmose, favorece a eliminação, através da pele, dos líquidos que haviam acumulado nos tecidos. Com grandes vantagens para a circulação das pernas.

Lute contra os quilos extras.

Os quilos extras são perdidos com mais facilidade. O sal estimula as terminações nervosas da epiderme, como conseqüência acelera o metabolismo: o corpo, na prática, queima alimentos e gordura mais rápido.

Fortalece o sistema circulatório.

Graças à pressão que a água exerce enquanto você está imerso, sua temperatura, que nesta temporada é de cerca de 20 graus e movimento ondulatório, que pratica uma massagem suave em todo o corpo.

A musculatura se fortalece.

A natação relaxa os músculos, rapidamente dissolve contraturas e dá mobilidade às articulações bloqueadas pela artrite e artrose. E então ajuda intestinos e rins, purificando todo o corpo.

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*Fonte: revistapazes

4 rituais que farão você muito mais feliz, segundo a neurociência

Você recebe todos os tipos de conselhos sobre felicidade na internet de pessoas que não sabem do que estão falando. Não confie nelas.
Na verdade, não confie em mim também. Confie em neurocientistas.

Eles estudam essa massa cinza em sua cabeça o dia inteiro e aprenderam muito sobre o que realmente vai fazer você feliz.

O pesquisador de neurociência da UCLA, Alex Korb, tem algumas ideias que podem criar uma espiral ascendente de felicidade em sua vida.

Veja o que você e eu podemos aprender com as pessoas que realmente têm respostas:

1. A pergunta mais importante a fazer quando você se sente para baixo

Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Às vezes não parece que seu cérebro quer que você seja feliz. Você pode se sentir culpado ou envergonhado. Por quê?

Acredite ou não, a culpa e a vergonha ativam o centro de recompensa do cérebro.

Apesar de suas diferenças, o orgulho, a vergonha e a culpa ativam circuitos neurais similares, incluindo o córtex pré-frontal dorsomedial, a amígdala, a ínsula e o núcleo accumbens. Curiosamente, o orgulho é a mais poderosa dessas emoções para desencadear atividades nessas regiões – exceto no núcleo accumbens, onde a culpa e a vergonha vencem. Isso explica por que pode ser tão atraente acumular culpa e vergonha em nós mesmos – elas estão ativando o centro de recompensas do cérebro.

E você se preocupa muito também. Por quê? A curto prazo, a preocupação faz seu cérebro se sentir um pouco melhor – pelo menos você está fazendo alguma coisa sobre seus problemas.

Na verdade, a preocupação pode ajudar a acalmar o sistema límbico, aumentando a atividade no córtex pré-frontal medial e diminuindo a atividade na amígdala. Isso pode parecer contraintuitivo, mas isso apenas mostra que, se você está sentindo ansiedade, fazer algo a respeito – até mesmo se preocupar – é melhor do que não fazer nada.

Mas culpa, vergonha e preocupação são soluções horríveis a longo prazo. Então, o que os neurocientistas dizem que você deveria fazer? Faça a si mesmo esta pergunta:

Pelo que eu sou grato?

Sim, a gratidão é incrível… mas isso realmente afeta seu cérebro no nível biológico? Sim.

Você sabe o que o antidepressivo Wellbutrin faz? Aumenta o neurotransmissor dopamina. A gratidão também.

Os benefícios da gratidão começam com o sistema de dopamina, porque sentir-se grato ativa a região do tronco encefálico que produz dopamina. Além disso, a gratidão para com os outros aumenta a atividade nos circuitos sociais de dopamina, o que torna as interações sociais mais agradáveis…

Você sabe o que o Prozac faz? Aumenta o neurotransmissor serotonina. A gratidão também.

Um poderoso efeito da gratidão é que ela pode aumentar a serotonina. Tentar pensar em coisas pelas quais você é grato obriga você a se concentrar nos aspectos positivos de sua vida. Este simples ato aumenta a produção de serotonina no córtex cingulado anterior.

Eu sei, às vezes a vida te dá um soco bem forte no estômago e parece que não há nada pelo que ser grato. Adivinha?

Não importa. Você não precisa encontrar nada. É a procura que conta.

Não é encontrar gratidão que mais importa; é, em primeiro lugar, lembrar de procurar. Lembrar-se de ser grato é uma forma de inteligência emocional. Um estudo descobriu que, na verdade, ela afetava a densidade dos neurônios tanto no córtex pré-frontal ventromedial quanto lateral. Essas mudanças de densidade sugerem que à medida que a inteligência emocional aumenta, os neurônios nessas áreas se tornam mais eficientes. Com maior inteligência emocional, simplesmente é necessário menos esforço para ser grato.

E a gratidão não apenas deixa seu cérebro feliz – também pode criar um feedback positivo em seus relacionamentos. Portanto, expresse essa gratidão pelas pessoas de quem você gosta.

Mas o que acontece quando os sentimentos ruins tomam você completamente? Quando você está realmente perdido e nem sabe como lidar com isso? Existe uma resposta fácil…

2. Rotule sentimentos negativos
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Você se sente horrível. Tudo bem, dê um nome a esse horror. Triste? Ansioso? Com raiva?

É simples assim. Parece idiota? Sua cabeça discorda.

…em um estudo de ressonância magnética funcional, apropriadamente intitulado “Colocando sentimentos em palavras”, os participantes viram fotos de pessoas com expressões faciais emocionais. Previsivelmente, a amígdala de cada participante ativou as emoções da imagem. Mas quando foram solicitados a nomear a emoção, o córtex pré-frontal ventrolateral ativou e reduziu a reatividade emocional da amígdala. Em outras palavras, reconhecer conscientemente as emoções reduziu seu impacto.

A supressão de emoções não funciona e pode se voltar contra você.

Gross descobriu que as pessoas que tentaram suprimir uma experiência emocional negativa não conseguiram fazê-lo. Enquanto eles achavam que eles pareciam bem externamente, internamente seu sistema límbico estava tão excitado quanto sem supressão, e em alguns casos, ainda mais excitado. Kevin Ochsner, da Columbia, repetiu essas descobertas usando ressonância magnética funcional. Tentar não sentir algo não funciona e, em alguns casos, até volta contra você.

Mas a rotulagem, por outro lado, faz uma grande diferença.

Para reduzir a excitação, você precisa usar apenas algumas palavras para descrever uma emoção e, idealmente, usar uma linguagem simbólica, o que significa usar metáforas, métricas e simplificações indiretas de sua experiência. Isso requer que você ative o córtex pré-frontal, o que reduz a excitação no sistema límbico. Aqui está a moral da história: descreva uma emoção em apenas uma palavra ou duas, e isso ajuda a reduzir a emoção.

Os métodos antigos estavam muito à nossa frente neste caso. A meditação tem empregado isso há séculos. A rotulagem é uma ferramenta fundamental da plenitude.

Na verdade, a rotulagem afeta o cérebro de forma tão poderosa que também funciona com outras pessoas. Rotular emoções é uma das principais ferramentas utilizadas pelos negociadores de reféns do FBI.

Ok, espero que você não esteja lendo isso e rotulando seu estado emocional atual como “entediado”.

Talvez você não esteja se sentindo horrível, mas provavelmente tem coisas acontecendo em sua vida que estão lhe causando algum estresse. Aqui está uma maneira simples de vencê-las…

3. Tome aquela decisão
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Já tomou uma decisão e então seu cérebro finalmente se sentiu em repouso? Isso não é por acaso.

A ciência do cérebro mostra que tomar decisões reduz a preocupação e a ansiedade, além de ajudá-lo a resolver problemas.

Tomar decisões inclui criar intenções e estabelecer metas – todas as três fazem parte do mesmo circuito neural e envolvem o córtex pré-frontal de maneira positiva, reduzindo a preocupação e a ansiedade. Tomar decisões também ajuda a superar a atividade do estriado, o que geralmente o leva a impulsos e rotinas negativas. Finalmente, tomar decisões muda sua percepção do mundo – encontra soluções para seus problemas e acalma o sistema límbico.

Mas decidir pode ser difícil. Eu concordo. Então, que tipo de decisões você deveria tomar? A neurociência tem uma resposta…

Tome uma decisão “boa o suficiente”. Não se preocupe em tomar a absoluta, 100%, melhor decisão. Todos nós sabemos que ser perfeccionista pode ser estressante. E os estudos do cérebro confirmam.

Tentar ser perfeito sobrecarrega seu cérebro com emoções e faz você se sentir fora do controle.

Tentar o melhor, em vez de bom o suficiente, traz muita atividade pré-frontal ventromedial emocional no processo de tomada de decisão. Em contraste, reconhecer que bom o suficiente é bom o suficiente ativa mais áreas pré-frontais dorsolaterais, o que ajuda você a se sentir mais no controle…

Como o professor de Swarthmore, Barry Schwartz, disse na minha entrevista com ele: “Bom o suficiente é quase sempre bom o suficiente.”

Então, quando você toma uma decisão, seu cérebro sente que você tem controle. E, como já falei antes, um sentimento de controle reduz o estresse. Mas aqui está o que é realmente fascinante: A decisão também aumenta o prazer.

Escolher ativamente causou mudanças nos circuitos de atenção e em como os participantes se sentiram sobre a ação, e aumentou a atividade de dopamina.

Quer provas? Sem problemas. Vamos falar sobre cocaína.

Você dá uma injeção de cocaína a 2 ratos. O rato A teve que puxar uma alavanca primeiro. O rato B não precisou fazer nada. Alguma diferença? Sim: o rato A recebe um aumento maior de dopamina.

Então, os dois receberam as mesmas injeções de cocaína ao mesmo tempo, mas o rato A teve que pressionar ativamente a alavanca e o rato B não precisou fazer nada. E você adivinhou – o rato A liberou mais dopamina em seu núcleo accumbens.

Então, qual é a lição aqui? Da próxima vez que você comprar cocaína… opa, lição errada.

O ponto é, quando você toma uma decisão sobre um objetivo e depois o alcança, você se sente melhor do que quando coisas boas acontecem por acaso.

E isso responde ao eterno mistério de por que arrastar sua bunda para a academia pode ser tão difícil.

Se você vai porque acha que precisa ou deveria, bem, isso não é uma decisão realmente voluntária. Seu cérebro não recebe o impulso do prazer. Apenas sente stress.

E isso não é maneira de construir um bom hábito de exercício.

Curiosamente, se eles são forçados a se exercitar, eles não recebem os mesmos benefícios, porque sem escolha, o exercício em si é uma fonte de estresse.

Então, tome mais decisões. O pesquisador de neurociência, Alex Korb, resume bem: “Nós não apenas escolhemos as coisas de que gostamos; nós também gostamos das coisas que escolhemos.”

Ok, você está sendo grato, rotulando emoções negativas e tomando mais decisões. Ótimo. Mas isso parece meio solitário para uma receita de felicidade. Vamos colocar outras pessoas aqui.

O que você pode fazer com outras pessoas que a neurociência diz que é um caminho para muita felicidade? E algo estupidamente simples para você não ficar com preguiça e não fazer?

Os doutores do cérebro têm uma resposta para você…

4. Toque em pessoas
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Não, não indiscriminadamente; isso pode te causar muitos problemas.

Mas precisamos sentir amor e aceitação dos outros. Quando não sentimos, é doloroso. E eu não quero dizer “constrangido” ou “decepcionado”. Eu quero dizer realmente doloroso.

Os neurocientistas fizeram um estudo em que as pessoas jogavam videogame. Os outros jogadores jogavam a bola para você e você jogava de volta para eles.

Na verdade, não havia outros jogadores; tudo isso era feito pelo programa de computador.

Mas os participantes foram informados de que os personagens eram controlados por pessoas reais. Então, o que aconteceu quando os “outros jogadores” paravam de ser legais e não compartilhavam a bola?

Os cérebros dos participantes responderam da mesma forma como se experimentassem dor física. A rejeição não apenas machuca como um coração partido; seu cérebro sente como uma perna quebrada.

De fato, como demonstrado em um experimento de ressonância magnética funcional, a exclusão social ativa o mesmo circuito que a dor física…em um ponto onde eles pararam de compartilhar, apenas jogando um para o outro, ignorando o participante. Essa pequena mudança foi suficiente para provocar sentimentos de exclusão social e ativou o cingulado anterior e a ínsula, assim como a dor física o faria.

Os relacionamentos são muito importantes para o sentimento de felicidade do seu cérebro. Quer levar isso para outro nível? Toque em pessoas.

Uma das principais formas de liberar a ocitocina é através do toque. Obviamente, nem sempre é apropriado tocar na maioria das pessoas, mas pequenos toques, como apertos de mão e tapinhas nas costas, geralmente não há problema. Para as pessoas com quem você é próximo, se esforce mais para tocar com mais frequência.

O toque é incrivelmente poderoso. Nós simplesmente não damos crédito suficiente. Ele o torna você mais persuasivo, aumenta o desempenho da equipe, melhora o seu flerte… caramba, até aumenta as habilidades matemáticas.

Tocar em alguém que você ama realmente reduz a dor. Na verdade, quando estudos foram feitos em casais, quanto mais forte o casamento, mais poderoso o efeito.

Além disso, dar as mãos a alguém pode ajudar a consolar você e seu cérebro em situações dolorosas. Um estudo de ressonância magnética funcional examinou as mulheres casadas quando elas foram avisadas de que estavam prestes a sofrer um pequeno choque elétrico. Enquanto antecipava os choques dolorosos, o cérebro mostrava um padrão previsível de resposta em circuitos de dor e preocupação, com ativação na ínsula, no cingulado anterior e no córtex pré-frontal dorsolateral. Durante um exame em separado, as mulheres seguravam as mãos dos maridos ou a mão do examinador. Quando uma participante segurava a mão do marido, a ameaça de choque tinha um efeito menor. O cérebro apresentou ativação reduzida tanto no córtex cingulado anterior quanto no córtex pré-frontal dorsolateral – isto é, menos atividade nos circuitos de dor e preocupação. Além disso, quanto mais forte o casamento, menor a atividade da ínsula relacionada ao desconforto.

Então, abrace alguém hoje. E não aceite abraços curtos e rápidos. Não, não, não. Diga que seu neurocientista recomendou abraços longos.

Um abraço, especialmente longo, libera o neurotransmissor e hormônio ocitocina, que reduz a reatividade da amígdala.

Pesquisas mostram que dar cinco abraços por dia durante quatro semanas aumenta muito a felicidade.

Não tem ninguém para abraçar agora? Não? (Sinto muito ouvir isso. Eu te daria um abraço agora, se pudesse.) Mas há uma resposta: a neurociência diz que você deveria ir receber uma massagem.

Os resultados são bastante claros de que a massagem aumenta a sua serotonina em até 30%. A massagem também diminui os hormônios do estresse e aumenta os níveis de dopamina, o que ajuda a criar novos hábitos. A massagem reduz a dor porque o sistema de ocitocina ativa as endorfinas analgésicas. A massagem também melhora o sono e reduz a fadiga, aumentando a serotonina e a dopamina e diminuindo o cortisol, o hormônio do estresse.

Portanto, passe tempo com outras pessoas e dê alguns abraços. Desculpe, mensagens de texto não são suficientes.

Quando você coloca as pessoas em uma situação estressante e depois as deixa visitar seus entes queridos ou falar com elas ao telefone, elas se sentem melhor.

E quando elas apenas mandaram uma mensagem de texto? Seus corpos responderam da mesma forma como se não tivessem apoio algum.

…o grupo de mensagens de texto apresentava níveis de cortisol e ocitocina semelhantes aos do grupo sem contato.

Nota do autor: Eu aprovo totalmente as mensagens de texto se você combinar um abraço.

Tudo bem, eu não quero sobrecarregar seu cérebro com muita informação. Vamos resumir e aprender a maneira mais rápida e fácil de começar a espiral ascendente da felicidade inspirada pela neurociência…
Resumo

Veja o que a pesquisa sobre o cérebro diz que fará você feliz:

Pergunte: “Pelo que eu sou grato?” Sem respostas? Não importa. Apenas a procura já ajuda.
Rotule aquelas emoções negativas. Dê um nome a elas e seu cérebro não se incomodará tanto.
Decida. Vá para “bom o suficiente” em vez de “melhor decisão já feita na Terra”.
Abraços, abraços, abraços. Não mande mensagens de texto – toque.

Então, qual é a maneira mais simples de começar essa espiral ascendente de felicidade?

Basta enviar um e-mail de agradecimento a alguém. Se você se sentir constrangido, envie também este post para dizer o por quê.

Isso realmente pode iniciar uma espiral ascendente de felicidade em sua vida. O pesquisador de neurociência da UCLA, Alex Korb, explica:

Tudo está interligado. A gratidão melhora o sono. O sono reduz a dor. A dor reduzida melhora seu humor. Humor melhorado reduz a ansiedade, o que melhora a concentração e o planejamento. Concentração e planejamento ajuda na tomada de decisão. A tomada de decisão reduz a ansiedade e melhora o prazer. O prazer te dá mais coisas para ser grato, o que mantém esse ciclo da espiral ascendente. O prazer também aumenta a probabilidade de você se exercitar e ser social, o que, por sua vez, o deixará mais feliz.

Então, obrigado por ler isso.

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*Fonte: awebic

20 frases de Carl Jung que economizam 10 anos de terapia

É claro que o título é uma brincadeira, entretanto, as frases abaixo definitivamente merecem a nossa atenção devido a sua profundidade. São grandes lições.

Vamos lá!?

1. “Até que você torne o inconsciente em consciente, aquele irá direcionar a sua vida e você irá chamá-lo de destino.”

2. “Tudo que nos irrita nos outros pode nos levar a uma compreensão de nós mesmos.”

3. “A reunião de duas personalidades é como o contato de duas substâncias químicas: se houver alguma reação, ambas são transformadas.”

4. “Você não se torna iluminado imaginando figuras de luz, mas sim ao tornar a escuridão consciente. Porém, esse procedimento é desagradável, portando, não popular.”

5. “Conhecer a sua própria escuridão é o melhor método para lidar com as trevas das outras pessoas.”

6. “Se você é uma pessoa talentosa, isso não significa que você ganhou algo. Significa que você tem algo a oferecer.”

7. “Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade. Se um homem não sabe o que uma coisa é, já é um avanço saber o que ela não é.”

8. “Sua visão se tornará clara somente quando você olhar para o seu próprio coração. Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.”

9. “As pessoas vão fazer qualquer coisa, não importa o quão absurdo, para evitar olharem para suas próprias almas.”

10. “Solidão não é não ter pessoas ao seu redor, e sim ser incapaz de expressar coisas que parecem importantes, ou de perceber certos pontos de vista que os outros acham inadmissíveis.”

11. “A depressão é como uma mulher vestida de preto. Se ela aparecer, não a afaste. Convide-a para entrar, ofereça-lhe um assento, trate-a como uma convidada e ouça o que ela tem a dizer.”

12. “Um homem que não tenha passado pelo inferno de suas paixões, nunca irá superá-las.”

13. “Sua percepção se tornará clara somente quando você puder olhar para dentro de sua alma.”

14. “O pêndulo da mente oscila entre sentido e absurdo, não entre certo e errado.”

15. “O que você resiste, persiste.”

16. “Um sonho é uma pequena porta escondida no santuário mais profundo e mais íntimo da alma, que se abre para a noite cósmica e primordial, que é a alma, muito antes de existir o ego consciente.”

17. “Nós podemos pensar que conseguimos controlar totalmente a nós mesmos. No entanto, um amigo pode facilmente revelar algo sobre nós e do qual não temos absolutamente nenhuma ideia.”

18. “Tudo o que diz respeio às outras pessoas que não nos satisfaz, nos ajuda a entender melhor a nós mesmos.”

19. “Eu não sou o que aconteceu comigo, eu sou o que eu escolhi ser.”

20. “Não se apegue a quem estiver partindo porque assim você não irá conhecer quem estiver chegando.”

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: contioutra

9 coisas que você JAMAIS deve fazer com o estômago vazio

1. Tomar anti-inflamatórios
A aspirina, o paracetamol e outros medicamentos anti-inflamatórios podem causar sérios problemas gástricos caso sejam tomados de estômago vazio. Uma alternativa é tomar esses remédios com leite, que alivia os efeitos negativos.

2. Beber café
Mesmo os descafeinados fazem seu corpo produzir o ácido causador da azia e de outros problemas gástricos. Uma alternativa é tomar o café com leite ou creme, já que suas gorduras ajudam a neutralizar os efeitos ruins da bebida.

3. Ingerir bebidas alcoólicas
De estômago vazio, a absorção do álcool pode duplicar e piorar a ressaca no dia seguinte – sem contar, é claro, os problemas que pode dar no coração, no fígado e nos rins. Caso não tenha como escapar, evite bebidas gaseificadas, já que elas são absorvidas mais rapidamente.

4. Mascar chiclete
Mascar uma goma sem ter nada na barriga faz com que seu estômago produza suco gástrico à toa, danificando a parede interna do órgão. Se isso se tornar constante, você pode até desenvolver uma gastrite e uma úlcera! Se não tiver jeito, tente mascar o chiclete por no máximo 10 minutos e evite produtos que contenham açúcar, ciclamato e aspartame.

5. Dormir
Ir para a cama de estômago vazio é pedir para ter uma noite de sono irregular. Os baixos níveis de glicemia podem te fazer acordar mais cedo do que o normal, além de ter um sono mais leve e interrompido. Claro que dormir de pança cheia também não faz bem, por isso tente ingerir algo leve, como derivados do leite, para uma noite mais serena.

6. Praticar exercício físico intenso
Algumas pessoas acreditam que musculação ou exercício físico intenso com o estômago vazio pode ajudar a perder gordurinhas. Isso ainda não foi comprovado, mas, segundo vários pesquisadores, a massa muscular diminui se você pratica exercícios desse jeito. O ideal é sempre fazer um lanche antes de pegar no pesado.

7. Fazer compras
Você já entrou no mercado com fome e saiu de lá com muito mais coisas do que precisava? Isso acontece em qualquer loja, já que a falta de comida nos deixa mais insaciáveis, mas é no mercado que isso se torna bem evidente. Ajuda se você fizer uma lista de compras e resolver pagar no dinheiro, tendo um valor estipulado para gastar antes de entrar no estabelecimento.

8. Discutir
O estômago vazio nos deixa mais propensos a prolongar discussões desnecessárias, já que ficamos sem autocontrole pela falta de energia para isso. Caso a conversa seja inadiável, você pode tomar um chá enquanto expõe seu ponto de vista de maneira mais calma e civilizada.

9. Beber sucos cítricos
A acidez excessiva pode causar uma irritação na parede interna do seu estômago, por isso evite sucos muito cítricos. Para quem sofre de gastrite ou úlcera, isso é um veneno! Uma opção é diluir ainda mais a bebida, mas o ideal é evitá-la.

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*Fonte: megacurioso

6 dicas básicas para manter sua casa livre de baratas

O que dizer das baratas, esses bichos tão asquerosos e horripilantes que só aparecem para incomodar o sossego das pessoas? Mesmo que alguns cientistas americanos estejam tentando encontrar uma função nobre para esses insetos, a verdade é que a maioria das pessoas não gosta de baratas e apresenta rejeição.

E não é para menos. Quando aparecem, esses bichos, que são sinônimo de sujeira, ficam correndo por todos os lados e contaminando tudo o que tocam. Se você pensar por onde eles podem ter andado antes, então, aí é que a vontade de acabar logo com eles fica maior.

Nós já apresentamos aqui no Mega Curioso uma lista de curiosidades que até mostra que as baratas não são tão desprezíveis, além de publicarmos uma matéria falando como elas também podem ser “ingredientes” da sua barra de chocolate favorita. Mesmo assim, dificilmente você vai desistir de se livrar dessas criaturas quando elas aparecerem, e isso, dependendo da situação, pode ser uma tarefa árdua. Então confira estas seis dicas do site Mother Nature Network para eliminar esses bichos e a sua aflição.

1. Manter a limpeza

Em algumas situações, prevenir é o melhor remédio. Com as baratas, isso pode ser aplicado também, já que, se você mantiver um ambiente sempre limpo, dificilmente elas aparecerão. Na maioria das vezes, elas são atraídas por restos de comida, principalmente gordura; ou seja, evite deixar acúmulo de louça suja, conserve o chão limpo e o fogão em ordem, sem panelas usadas. Essas medidas devem ajudar a deixar as baratas longe de sua casa.

Louças sujas são um prato cheio para atrair baratas

2. Mantenha os buracos tapados

Qualquer rachadura e abertura pode ser uma porta de entrada de baratas e outros insetos. Portanto, certifique-se de que não há fendas em algum lugar da casa e, se houver, promova a manutenção desses locais. Se existir a possibilidade, por meio daqueles que possuem tampas retráteis, tente manter os ralos cobertos também.
3. Conserte os vazamentos

Outra coisa que atrai as baratas é a umidade e a água originadas por vazamentos, pias não muito secas ou excesso em vasos de plantas. Evitando essas situações, você tomará uma medida preventiva eficiente contra esses insetos. Lembre-se: baratas conseguem viver meses sem comida, mas apenas alguns dias sem água, por isso são tão atraídas por esse elemento.

4. Produza suas próprias iscas e armadilhas caseiras

Utilize uma medida de açúcar refinado para três de ácido bórico. O doce do açúcar atrairá as baratas, enquanto o ácido vai matá-las. O composto pode causar algumas irritações, mas não é tóxico para humanos e animais. De qualquer forma, é bom evitar espalhar o pó em locais onde pode haver contato de crianças e pets. Algumas indicações de aplicação são atrás e embaixo de geladeira, fogão, máquina de lavar louças, pia etc.

A terra de diatomácea é um inseticida natural que não prejudica animais e seres humanos

5. Procure uma empresa especializada

Dependendo do tamanho da infestação, você não terá como resolver sozinho, então a recomendação é procurar uma empresa especializada nesse tipo de serviço. Eles saberão como eliminar a grande quantidade de baratas, definindo como, onde e o que aplicar na sua casa. Uma sugestão do site Mother Nature Network é optar por equipes que utilizem “terra de diatomácea”, uma substância utilizada para vários fins, mas que é natural e mata os insetos sem o uso de elementos químicos.

6. Mate-as, simplesmente

Muitas vezes, a saída é pisar sem dó. Aliás, esse deve ser o recurso de muitos para matar baratas, mas há outra alternativa que dispensa a violência e o uso de inseticidas. Uma solução com um pouco de água e sabão para ser borrifada pode ser bem eficiente, já que o sabão vai sufocar as entranhas das baratas que, a exemplo da maioria dos insetos, respira por meio da pele. Essa mistura pode ser utilizada para manter limpos os cantos altos e os lugares mais complicados de se atingir.

 

 

 

 

 

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*Fonte: megacurioso

Restrição de calorias pode prolongar a expectativa de vida, sugere estudo

Cortar calorias que você come pode expandir sua expectativa de vida, e agora nós temos uma ideia do porquê. Um estudo em que as pessoas comeram quinze por cento menos calorias do que o habitual descobriu que comer muito menos tem grandes efeitos sobre o que acontece com o corpo durante o sono.

Muitos estudos descobriram que a restrição calórica estende a expectativa de vida de animais como vermes (especialmente no nematelminto Caenorhabditis elegans), moscas, camundongos e até macacos. As descobertas têm incentivado milhares de pessoas a optar por comer cerca de 15 a 18 por cento menos calorias do que o limite diário recomendado, na esperança de que conseguirão viver mais e com vidas mais saudáveis — e há alguma evidência de que essas pessoas têm melhores colesterol e níveis de glicose no sangue.

Para investigar isso ainda mais, Leanne Redman, do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington, em Louisiana, e seus colegas aleatoriamente atribuíram dietas normais ou com calorias restritas a 53 adultos. Por dois anos, 34 dessas pessoas comeram quinze por cento menos calorias, enquanto os outros comiam tanto quanto queriam.

A dieta calórica-restritiva parecia causar alguns efeitos interessantes. No segundo ano do estudo, aqueles que comem menos calorias mostraram uma queda dramática em suas taxas metabólicas à noite, e uma queda pequena, mas significativa, em sua temperatura corporal noturna. “O metabolismo medido durante o sono foi reduzido em dez por cento”, disse Redman.

Menos estresse celular

As análises das amostras de sangue dos participantes da pesquisa revelaram que essas pessoas também experimentaram uma queda de vinte por cento no estresse oxidativo — danos às células causadas pelos subprodutos do metabolismo. Pensa-se que os danos ao DNA e às células causados pelo estresse oxidativo são as características chaves do envelhecimento.

Redman acha que uma dieta de baixa caloria pode levar o corpo a ter uma taxa metabólica de repouso menor. Este pode ser um mecanismo evolutivo para economizar energia quando o alimento é escasso, como é visto em animais que hibernam.

“Este estudo é o primeiro a mostrar que os humanos respondem à restrição calórica por uma redução na taxa metabólica de repouso”, diz Luigi Fontana da Universidade de Washington, no Missouri, à New Scientist. Mas ele diz que esta queda no metabolismo não é necessariamente o que causa o aumento da longevidade em animais em dietas restrições calóricas. Ele acha que as mudanças em como as células sentem a disponibilidade de alimentos são susceptíveis de ser mais importante.

No entanto, mesmo que se foi descoberto que funciona bem em pessoas, a restrição calórica não é para todos. No início, isso requer planejamento muito cuidadoso de refeição, e os efeitos colaterais podem incluir uma perda de libido e sensação de frio.

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*Fonte: sociedadecientifica

6 dicas para aumentar a vida útil dos pneus

Transitar nas vias dos grandes centros urbanos exige muita atenção do motorista — por exemplo, com relação aos limites de velocidade, que, obviamente, devem ser respeitados. Mas existem outros fatores que influem na segurança do condutor e da carga que está sendo transportada. Passar “com tudo” sobre lombadas e valetas, às vezes por desatenção, é um deles. No entanto, são os buracos que desafiam a paciência de quem está no comando do veículo e, em todos esses casos, os pneus são os que mais sofrem. Alguns cuidados ajudam a prolongar a vida útil deles.

1 – Se não der para evitar vias esburacadas, ao menos, transite em baixa velocidade nesses pontos. Do contrário a estrutura dos pneus vai pagar o pato.

2 – Acelerar e frear bruscamente, além de ser extremamente perigoso, são hábitos a serem evitados, pois isso desgasta mais os pneus.

3 – Fazendo as manutenções preventivas do veículo, não só os pneus como o sistema de suspensão irão passar por check-ups periódicos. Portanto, não pule as revisões programadas.

4 – Pode parecer bobagem, mas manter a calibragem correta dos pneus evita vários problemas — ainda mais em se tratando de um veículo de carga. Faça isso sempre com os pneus frios, seguindo a pressão indicada pelo fabricante (essa informação pode ser encontrada no manual).

5 – Volante “puxando” para o lado é sinal de falta de alinhamento e balanceamento — problema muitas vezes ocasionado por buracos. Procure a assistência técnica o quanto antes, pois isso também gera desgaste dos pneus.

6 – Especialistas dão a dica: calibre seus pneus a cada dois abastecimentos do carro, para garantir uma boa vida útil deles.

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*Fonte: revistapegn

Confira quantas horas você precisa dormir de acordo com sua idade

A maioria das pessoas sabe que ter uma boa noite de sono é importante, mas poucos passam oito ou mais horas debaixo dos lençóis.

Para complicar ainda mais as coisas, estimulantes como café e bebidas energéticas, além de despertadores e luzes ─ incluindo as dos dispositivos eletrônicos ─ interferem com o chamado ritmo circadiano, ou relógio biológico.

Embora reconheçam que o sono é especialmente afetado pelo estilo de vida e a saúde de cada indivíduo, um painel de especialistas da National Sleep Foundation, um instituto de pesquisa sem fins lucrativos dos Estados Unidos com sede em Arlington (Virgínia), publicou recomendações gerais sobre quantas horas de descanso são necessárias de acordo com cada faixa etária.

 

Confira as recomendações:

Recém-nascidos (0-3 meses): o ideal é dormir entre 14 a 17 horas por dia, embora também seja aceitável um período entre 11 a 13 horas. Não é aconselhável dormir mais de 18 horas.

Bebês (4-11 meses):
Recomenda-se que o sono dure entre 12 e 15 horas. Também é aceitável um período entre 11 e 13 horas, mas não mais do que 16 ou 18 horas.

Crianças pequenas (1-2):
não é aconselhável dormir menos de 9 horas ou mais de 15 ou 16 hora. É recomendável que o descanso dure entre 11 e 14 horas.

Crianças em idade pré-escolar (3-5):
10-13 horas é o mais apropriado. Especialistas não recomendam dormir menos de 7 horas ou mais de 12 horas.

Crianças em idade escolar (6-13):
o aconselhável é dormir entre 9 e 11 horas.

Adolescentes (14-17):
Devem dormir em torno de 10 horas por dia.

Adultos jovens (18-25):
7-9 horas por dia. Não devem dormir menos de 6 horas ou mais do que 10 ou 11 horas.

Adultos (26-64):
O ideal é dormir entre 7 e 9 horas, embora muitos não consigam.

Idosos (65 anos ou mais):
o mais saudável é dormir 7 a 8 horas por dia.

 

Especialistas também deram dicas sobre como obter um sono saudável.

  1. Manter um horário para dormir, mesmo nos fins de semana.
  2. Ter uma rotina para dormir relaxado.
  3. Exercitar-se diariamente.
  4. Garantir condições ideais de temperatura, ruído e luz no quarto.
  5. Dormir em um colchão e travesseiros confortáveis.
  6. Ter cuidado com a ingestão de álcool e cafeína.
  7. Desligar aparelhos eletrônicos antes de dormir.

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*Fonte: bbc-brasil

O que podemos aprender com os gatos?

“O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado” – trecho retirado do texto O Gato e a Espiritualidade. << (clique para ler)

Com a divulgação massiva da crescente adoção dos gatos como pets de milhares de casas, superando até a adoção de cães, temos atualmente uma maior compreensão desse bichano em nossas vidas. Por muitos anos, os gatos foram alvos de preconceitos e, até, de questões religiosas, gerando nas pessoas uma forte aversão aos felinos.

Atualmente, o cenário já está consideravelmente melhor, embora ainda haja muito o que ser melhorado. Quem se abre a convivência com os gatos, consegue facilmente perceber e sentir que há um mistério por trás daqueles belos olhos. Quem me conhece sabe que sou suspeita para falar desse assunto, afinal os gatos estão entre as minhas maiores paixões e tenho 3 amorosos representantes da raça ao meu lado, diariamente, em minha casa.

A questão é que não é mais tão segredo para todos que a espiritualidade está intimamente ligada ao gato, conforme podemos conferir no texto citado no início. Há algo de místico e ancestral nos gatos e sabemos que nos povos antigos, como no Egito, o animal era cultuado pelas pessoas. Os gatos não entram em nossa vida por acaso e assumem uma posição de uma intensa e verdadeira relação conosco, sendo capazes de nos transformar profundamente. Como eu mesma digo: não subestime o amor de um gato, você pode se apaixonar.

Em minhas experiências com os meus 3 filhos felinos que tenho em casa, já vivi intensas e transformadoras situações. A primeira delas, e extremamente significativa, foi a adoção do vegetarianismo como alimentação, estilo e filosofia de vida. Digo, sem vergonha nenhuma que, ao conviver com esses incríveis animais diariamente, meu amor e sensibilidade aumentaram tanto que eu quis estender esses e outros diversos sentimentos a todas as espécies. Outros momentos intensos que tive a bênção de vivenciar foram: ao estar em contato com alguma prática energética e relaxante, como uma meditação ou auto aplicação de Reiki e, ao despertar, perceber um dos meus gatos me olhando (Joey, meu menino)… mas no fundo dos meus olhos, tão fundo, que eu tinha a nítida sensação de que ele podia ver toda a minha alma… e, assim, eu transbordei em lágrimas… mas não de tristeza, não de alegria… no momento, embora não conseguindo descrever concretamente, eu sentia que estava recebendo uma profunda e amorosa limpeza e purificação.

Momentos impagáveis!

Entre ronrons, carinhos, amorosidade e tudo mais de bom que envolve esses peludos de 4 patas, os gatos são capazes de tornar a nossa vida e as energias nossas e de nossas casas muito melhores. Os gatos têm a capacidade de absorver e transmutar energias nocivas no lar, proporcionando limpeza e purificação no ambiente. Além disso, os gatos protegem os donos contra essas energias, seja transmutando o que o dono está carregando em sua aura, seja protegendo o dono quando estiver na presença de pessoas que possam vir a prejudicá-lo. Caso uma visita chegue a casa e o gato sinta e perceba que essa pessoa possui energias prejudiciais, o gato irá circundar o dono, ficar perto dele, para poder protegê-lo.

Há diversas questões que podemos abordar que tenha o gato como centralidade. Mas o que quero trazer aqui hoje são as percepções de certas maneiras felinas e o que podemos aprender com elas para nos tornarmos pessoas melhores e, consequentemente, tornar a nossa vida muito melhor (embora o gatinho já faça isso, por si só, em uma grande porcentagem.

O QUE PODEMOS APRENDER COM UM GATO?

– Gatos permitem-se ser quem são:

O gato simplesmente é. Ao observar um gato, podemos perceber algo de verdadeiro, original e essencial em suas maneiras e atitudes. O gato não finge, não disfarça e sabe o que deve fazer, e seguramente o faz, para garantir que seus desejos sejam notados, se apenas mais uns grãos de ração, se um colo quentinho ou para entrar em um lugar novo para ele. A beleza e o mistério por trás da imagem do gato devem-se, principalmente, pela sua maneira 100% autêntica de ser e agir.

Na vida, temos que lutar por nossos direitos e sonhos, sem medos de preconceitos ou pressões, e jamais hesitar em sermos verdadeiros e originais com aquilo que realmente somos. Quanto desgaste emocional, psicológico e espiritual há em fingir e atuar um papel de alguém que não somos, apenas para agradar ou mudar a nossa imagem… esta que está projetada apenas em nossa mente. Muitas vezes, as pessoas agem de acordo com uma imagem a zelar, e mal percebem que essa imagem é criada por si mesmo, apenas para os outros.

É maravilhoso ver um animal, porque um animal não tem qualquer opinião de si próprio, ele simplesmente é! (Eckhart Tolle)

– Gatos sabem a importância de se cuidarem:

É só parar alguns momentos do dia para perceber quantas horas o gato passa cuidando de si mesmo. O gato sabe da importância de se manter limpo, de manter o seu conforto, de dar aquela boa espreguiçada e alongar todas as partes do corpo. O gato sabe da imensa importância que há em dormir as horas necessárias por dia e se dedica a isso… se entrega aos braços acalentadores e repousantes de um sono profundo, pacífico e relaxante. Ao contemplar o sono do gatinho, estamos contemplando a materialização da paz.

A vida “humana” é tão acelerada, intensa e preocupante, que as pessoas mal reservam um tempo no seu dia para um verdadeiro descanso. E, quando reservam – o momento de dormir, por exemplo – não o fazem por completo, com entrega, não conseguindo desligar-se dos problemas, preocupações e ansiedades do dia a dia. As pessoas não se preparam para descansar e não têm consciência da importância e necessidade de um descanso na sua concepção mais original.

– Gatos sabem a importância de terem um momento somente seu:

O gato não é egoísta e individualista, como muitos taxam. O que o gato sabe, e o faz com confiança, é estar na sua própria companhia. O gato aprecia a solitude (diferente de solidão) tanto quanto aprecia a companhia de seu dono. O gato não tem medo de estar confrontado com o “vazio”, pois no seu mundo essa palavra não existe. O gato sabe da importância da sua essência e a valoriza, permitindo-se ter momentos totalmente dedicados a si mesmo, como uma boa soneca, um bom “auto” banho, uma apreciação da natureza… sem pressa, sem apegos, sem pressão… com respeito. O gato se respeita.

Na vida “humana”, claramente detectamos o quanto as pessoas têm medo de estarem na companhia do “nada”. A vida cotidiana foi preparada para que estejamos sempre na companhia de algo…seja de um smartphone, de uma televisão, do computador, etc. Muitas pessoas têm medo da própria companhia, por puro receio de adentrar nas profundezas do seu ser e se confrontar com tudo que está “mal” cuidado ali. Tirar um momento pra si é tão importante e essencial quanto comer, dormir e tomar banho, entre outras atividades.

“Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa com o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério”.

O gato é uma companhia riquíssima de afeto, ensinamentos, introspecção e reflexão.

*Por: blog da Ju Xavier

 

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*Fonte: osegredo

Sabe a história de que quem bebe uma taça de vinho por dia vive mais? É mentira

Nos últimos anos, temos sido bombardeados pela mídia comercial com “estudos” que comprovariam os benefícios para a saúde de consumir pequenas quantidades de bebidas alcoólicas, como o vinho. E se você descobrisse que, na verdade, esses pseudoestudos foram patrocinados pela indústria do álcool e que, na verdade, tomar um copo de bebida alcoólica toda noite encurta sua vida? E que apenas meio copo diário de álcool aumenta o risco de uma mulher ter câncer de mama?

Um estudo feito pela Universidade de Cambridge e divulgado pela revista científica The Lancet na semana passada enterra de vez a lenda urbana de que a bebida pode trazer algum bem, mesmo em pequenas quantidades. O consumo superior a 12,5 unidades de álcool por semana, o equivalente a cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais, ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la.

Ciência ou lobby da indústria?

“A mensagem central de nosso trabalho é que, se uma pessoa já consome álcool, beber menos a ajudará a viver mais e a ter um menor risco de contrair doenças cardiovasculares graves”, disse Angela Wood, diretora da pesquisa. E isso inclui rum, cerveja, vinho ou qualquer outra bebida. Todas elas estão associadas a um maior risco de AVC, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte.

O consumo de cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la

Em um comunicado, os pesquisadores comentaram que sua descoberta desafia justamente a crença implantada pelo lobby da indústria de bebidas de que o consumo moderado de álcool seja benéfico ao coração e ao sistema circulatório.

Os autores analisaram o histórico clínico de 600 mil adultos de 19 países do mundo que não se definiam como “abstêmios”. E descobriram que consumir 25 ou mais unidades de álcool por semana reduz a esperança de vida em um ou dois anos. Beber 18 canecas de cerveja ou vinho por semana reduziria a esperança de vida entre quatro e cinco anos.

Na última semana, a revista Mother Jones publicou uma profunda investigação sobre a relação entre o consumo de álcool e o câncer de mama, a partir da experiência vivida pela própria autora, Stephanie Mencimer. Aos 47, Stephanie não estava no grupo de risco (amamentou suas crianças, fazia exercícios regularmente), não tinha histórico familiar nem estava acima do peso quando descobriu ter câncer. A repórter bebia regularmente, e ficou espantada que nenhum médico tivesse feito a associação entre o hábito e a doença.

Mulheres que bebem mais de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem

Os números a que Stephanie chegou são espantosos: mulheres que bebem acima de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem. “Enquanto os médicos frequentemente me advertiram a não pôr creme no meu café para não entupir minhas artérias –uma correlação que já foi bastante rebatida– nem uma só vez algum deles sugeriu que eu teria um risco maior de câncer se não cortasse o álcool. Preenchi dezenas de formulários médicos durante anos perguntando quanto eu bebia por semana, e a resposta sempre foi: ‘então você bebe socialmente’”, relata.

A repórter descobriu que, em 1988, a OMS já havia colocado o álcool no grupo 1 dos elementos cancerígenos, o que significa que está provado que causa câncer. Não há dose segura de álcool em humanos, segundo a entidade da ONU, e ele está associado a pelo menos sete tipos de câncer, mas mata mais mulheres de câncer nos seios do que qualquer outro. A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer estima que para cada drinque bebido diariamente, o risco de câncer de mama cresce 7%.

Ao mesmo tempo, ao longo dos anos, o dinheiro utilizado nos EUA pela indústria da bebida para fazer lobby só aumentou, gerando os tais “estudos” afirmando que o álcool em quantias moderadas pode fazer “bem”. Também aumentou a utilização de mulheres na propaganda para vender bebidas, mesmo com o álcool associado ao câncer de mama. No Brasil, por exemplo, a “gostosa”, a “boa” da cerveja já virou lugar comum, em que pesem os protestos feministas.

Os gastos da indústria de bebidas com lobby. Fonte: OpenSecrets

A conclusão da repórter, óbvio, é que não tem como saber se foi realmente o álcool quem a levou a ter câncer no seio. Mas ela gostaria de ter sido informada dos riscos que corria, como acontece com os fumantes. “Pelo menos eles tiveram uma escolha, sabiam dos riscos que estavam correndo. Como muitas mulheres, eu não tive essa escolha, e uma indústria poderosa trabalhou para que as coisas continuassem assim.”

 

 

 

 

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*Fonte:

Sentar é nocivo para o cérebro também, e não apenas para o metabolismo e o coração

Sentar-se demais está ligado a mudanças em uma parte do cérebro que é crítica para a memória, de acordo com um estudo preliminar feito por pesquisadores da UCLA de pessoas de meia-idade e idosos.

Estudos mostram que sentar-se demais, como fumar, aumenta o risco de doenças cardíacas, diabetes e morte prematura. Os pesquisadores queriam ver como o comportamento sedentário influencia a saúde do cérebro, especialmente as regiões do cérebro que são críticas para a formação da memória.

Os pesquisadores da UCLA recrutaram 35 pessoas com idades entre 45 e 75 anos e perguntaram sobre seus níveis de atividade física e o número médio de horas por dia que passaram sentados na semana anterior. Cada participante fez uma ressonância magnética de alta resolução, que fornece uma visão detalhada do lobo temporal medial, ou MTL na sigla em inglês, uma região do cérebro envolvida na formação de novas memórias.

Os pesquisadores descobriram que o comportamento sedentário é um preditor significativo de afinamento do lobo temporal medial e que a atividade física, mesmo em níveis elevados, é insuficiente para compensar os efeitos nocivos de se sentar por períodos prolongados.

Este estudo não prova que sentar demais causa estruturas cerebrais mais finas, mas sim que mais horas gastas sentadas estão associadas a regiões mais finas, disseram os pesquisadores. Além disso, os pesquisadores se concentraram nas horas passadas sentadas, mas não perguntaram aos participantes se faziam intervalos durante esse período.

O próximo passo dos pesquisadores é seguir um grupo de pessoas por um período mais longo para determinar se a sentar causa o afinamento e qual o papel que o gênero, a raça e o peso podem ter na saúde cerebral relacionada à capacidade de se sentar.

O afinamento do lobo temporal medial pode ser um precursor do declínio cognitivo e da demência em adultos de meia-idade e idosos. Reduzir o comportamento sedentário pode ser um alvo possível para intervenções destinadas a melhorar a saúde do cérebro em pessoas com risco de doença de Alzheimer, disseram os pesquisadores.

 

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*Fonte: sociedadecientifica

7 maneiras de saber se um link é seguro

Quando você navega por sites pouco conhecidos, um escorregão basta para que seu computador seja contaminado por programas maliciosos. Basta clicar em um link perigoso para que o estrago seja feito. Saber exatamente aonde você vai com o mouse é o melhor jeito de evitar se meter em uma tremenda encrenca. Mas como ter certeza de que um link aparentemente inocente não é uma imensa cilada?

De abril a junho deste ano, o número de links considerados suspeitos chegou a 74,7 milhões, de acordo com dados do McAfee Labs. Isso representa aumento de 16% em relação ao período anterior (de janeiro a março), um crescimento alto em curto espaço de tempo.

Com tantos endereços com risco de contaminação, o perigo de cair em um deles por engano aumenta. E é essa a ideia dos criminosos virtuais: fazer com que internautas incautos entrem nessas páginas. Mas fique calmo. Se você seguir nossas dicas, vai dar um olé nos malfeitores:

1. Instale um bom antivírus

A regra número 1, antes de sair navegando, é ter um bom antivírus instalado em sua máquina. Softwares que oferecem proteção à navegação, como o UOL Antivírus, evitam que você entre em sites perigosos. Ao clicar no link, um alerta será disparado imediatamente. Você terá tempo para bloquear a ameaça antes que seja tarde demais.

2. Faça uma consulta online

Há algumas ferramentas bastante úteis na web, que permitem verificar sites suspeitos. Entre elas está o Site Advisor, da McAfee, que é gratuito. Basta entrar no endereço http://www.siteadvisor.com/sites/XXX, substituindo o XXX pelo link suspeito. Na mesma hora virá uma resposta sobre a página.

3. Use o Google Chrome

Dentre todos os navegadores, o Chrome é considerado um dos mais seguros. O Google mantém um banco de dados com sites maliciosos e, no momento do clique, pode aparecer uma mensagem de aviso. Aí, você terá tempo de analisar com cuidado se quer mesmo visitar aquele endereço.

4. Leia o endereço com atenção

Criminosos virtuais são peritos em modificar ligeiramente o endereço de uma página conhecida para enganar internautas desatentos. Leia com cuidado o link e desconfie de caracteres estranhos, como o número “1” no lugar da letra “l”.

5. Verifique se o site é seguro

Se estiver em uma loja virtual, confira se ao lado do endereço, na barra do browser, aparece um cadeado. A figura indica que a página é certificada e que os dados são criptografados. Hoje, toda loja virtual séria toma esse tipo de precaução. Se a figura não estiver presente, o site pode ser fajuto. Antes do endereço, deve também aparecer “https://&#8221;, em vez de “http://&#8221;. É outro sinal de que a loja é legítima.

6. Passe o mouse sobre o link

Uma das artimanhas adotadas por criminosos virtuais é dizer que o link vai para um lugar, mas direcionar o internauta para outro muito diferente. Leia o texto que aponta para o site e passe o mouse sobre ele, sem clicar – na parte inferior do navegador, você verá se a página para onde será direcionado é a que está descrita. Se tiver alguma dúvida, não clique.

7. Tome cuidado redobrado com URLs encurtadas

Golpistas costumam esconder as URLs maliciosas em encurtadores, porque os endereços desses serviços não permitem saber o destino do site. Aqui, uma boa solução é fazer uma consulta no Site Advisor ou outro serviço similar antes de clicar.

Dicas anotadas? Então boa navegação!

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*Fonte: segurancauol

9 Frases que pessoas inteligentes nunca usam em uma conversa

Todos nós já dissemos coisas que as pessoas interpretam de forma muito diferente do que queríamos. Estes comentários aparentemente suaves levam à sensação horrível que somente são percebidos quando a semente da má palavra já saiu da sua boca.

Deslizes verbais ocorrem frequentemente porque nós dizemos sem pensar nas consequências. As palavras, mesmo as sutis, podem carregar uma carga negativa. Entender essas implicações requer consciência social – a capacidade de se colocar nas emoções e experiências de outras pessoas.

A Talent Smart, empresa americana de consultoria, testou a inteligência emocional (EQ) de mais de um milhão de pessoas e descobriu que a consciência social é uma habilidade que falta em muitos de nós.

Temos falta de consciência social porque nós estamos tão focados no que vamos dizer, e na maneira em que as outras pessoas estão dizendo, que somos afetados ao ponto de perdemos a noção do que vamos dizer em seguida.

Este é um problema porque as pessoas perdem facilmente o senso do equilíbrio verbal. O melhor, nestas ocasiões, é esperar a outra dizer o que pensa. E depois falar com calma e segurança para não magoar o outro.

A beleza da consciência social é que você pode fazer alguns ajustes simples para melhorar o que diz em seus relacionamentos com as outras pessoas.

Para isso, existem algumas frases que as pessoas emocionalmente inteligentes evitam em uma conversa casual. As frases seguintes são os piores crimes que você pode cometer numa conversação.

Você deve evitá-las a todo custo.

1. “Você está cansado”

Pessoas cansadas são incrivelmente desagradáveis. Têm olhos caídos, cabelo bagunçado e apresentam dificuldade de concentração. E são ranzinzas e, muitas vezes, brutas. Dizer a alguém que ele parece cansado implica dizer que ele apresenta todos os sintomas acima.

Em vez disso, diga: “Está tudo bem?”. A maioria das pessoas pergunta se alguém está cansado porque querem ser útil de alguma forma, por isso, de verdade, desejam saber se a outra pessoa está bem. Quando perguntamos: Está tudo bem? Ela tem a chance de se abrir e compartilhar o que está sentindo. Mais importante ainda: a outra pessoa vai perceber que se preocupa com ela em vez de sua indelicadeza quando pergunta: Você está cansada?

2. “Nossa, você perdeu uma tonelada de peso!”

Mais um comentário que, apesar de bem intencionado, dá a impressão de que está sendo crítico e, até, com uma dose de sarcasmo. Ao dizer que a pessoa perdeu tanto peso, sugere que você costuma olhar a gordura como pouco atraente. Em vez disso, diga: “Você continua ótima”. Esta é uma observação mais agradável. Pela simples razão: Em vez de comparações você demonstra que a vê como era.

3. “Você era muito bom para ele”

Quando alguém corta os laços de uma relação de qualquer tipo, pessoal ou profissional, este comentário implica dizer, em primeiro lugar, que ela tem mau gosto ou fez uma escolha errada.

Em vez disso, diga: “Lamento a sua perda, conte comigo!”. Isso demonstra apoio e solidariedade, sem qualquer crítica implícita.

4. “Você sempre …” ou “Você nunca …”

Ninguém sempre fez ou nunca faz nada. Isso está além dos seus limites. As pessoas não se veem unidimensional.

É um erro você tentar defini-las como tal. Estas frases põem as pessoas na defensiva e elas acabam se fechando. É uma coisa muito ruim de ouvir porque você, provavelmente, usa essas frases quando quer discutir.

Basta apontar o que a outra pessoa fez. Atenha-se aos fatos sem o erro da generalização.

A frequência deste comportamento é um problema. Em vez disso, diga: “Percebo que você fez isso muitas vezes” ou “Noto que você faz isso muitas vezes”.

5. “Você está ótima para a sua idade”

Usando “para a sua” como um qualificador sempre soa como deselegante e rude.

Ninguém precisa ser inteligente para ser um atleta ou estar em boa forma em relação a outras pessoas que estão batendo à porta de morte. As pessoas simplesmente querem ser inteligentes e capazes.

Em vez disso, diga: “Você está muito bem”. Esta é uma observação simples e agradável.

Elogios genuínos não precisam de adjetivos.

6. “Eu já falei isso antes, mas…”

Todos nós, de vez em quando, nos esquecemos de alguma coisa. Esta frase “Eu já falei isso antes…” faz parecer um insulto por deixar claro que está chateado em repetir o que já disse.

É difícil para quem a ouve, mesmo que seja alguém interessado em ouvir o seu ponto de vista. Primeiro se sente diminuído por ter que se explicar. E repetir sugere que, ou você é inseguro ou o arrogante que se acha o melhor de todos. Ou que ambas as hipóteses são verdadeiras. Em vez disso, diga “Eu não fui muito feliz em dizer o que eu queria.

Se você puder me ouvir de novo vou tentar dizer de forma mais interessante”. Dessa forma vão se lembrar do que você disse.

7. “Boa sorte”

Esta é uma forma que tem pouca ou quase nenhuma utilidade. Certamente que não é o fim do mundo se você deseja boa sorte a alguém.

Mas você pode fazer melhor porque esta frase diz que a outra pessoa vai precisar de sorte para obter sucesso. E isso não depende somente das suas habilidades.

Em vez disso, diga: “Vá em frente, eu sei que você já sabe o que tem de fazer”. O que sugere que ela tem as habilidades necessárias para ter sucesso.

Isto é melhor do que desejar-lhe sorte. Essa resposta dá mais confiança do que apenas lhe desejar “boa sorte!”.

8. “Não tenho opinião” ou “É você quem sabe”

Embora você possa ser indiferente, a sua opinião quando lhe é pedida por alguém para decidir alguma coisa, é importante para a pessoa que a solicita. Caso contrário ela não teria pedido a sua opinião. Em vez disso, diga: “Posso não ter a melhor opinião. De qualquer maneira, poderemos considerar essa questão juntos”.

Quando você der uma opinião – mesmo sem você ter a resposta pronta – isso demonstra que você se preocupa com a pessoa que solicita.

9. “Eu nunca faria isso…”

Esta frase é uma maneira agressiva para desviar a atenção do seu próprio erro. Quando a gente aponta um erro do passado de outra pessoa, provavelmente sem muita importância, demonstramos que não o perdoamos no passado. Em vez disso, diga: “Sinto muito, mas também já errei”.

Confessar que também erra é a melhor maneira de ser racional e trazer a pessoa para o seu lado. Admitir os mesmos erros é a melhor maneira de levar a discussão para um aspecto mais racional. E demonstra serenidade para que vocês possam resolver as coisas. Admitir nossa culpa é uma forma incrível para impedir o açodamento.

Juntando tudo

Na conversação diária são as pequenas coisas que fazem toda a diferença. Experimente estas sugestões para se dirigir aos outros. Você vai se surpreender com a resposta positiva que vai ganhar.

Quais as outras frases que as pessoas devem evitar? Por favor, compartilhe seus pensamentos na seção de comentários abaixo. Tanto eu quanto você podemos aprender juntos a melhor forma em lidar com as outras pessoas.

*Texto do doutor Travis Bradberry publicado originalmente em The Good Men Project. Livre adaptação de Doracino Naves para o Portal Raízes

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*Fonte: fasdapsicanalise

6 maneiras de treinar seu cérebro para lidar com a ansiedade, mal que afeta 13 milhões de brasileiros

Sofrer com a ansiedade é mais comum do que muitos imaginam: somente no Brasil, cerca de 13,3 milhões de pessoas têm distúrbios de ansiedade, doença que atrapalha relacionamentos, desempenho profissional e o bem-estar físico e emocional do indivíduo.

No ano passado, 6,4% da população brasileira sofria com transtornos do tipo, bem mais que a média global, de 3,9%, de acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mas o que é um transtorno de ansiedade e como diferenciá-lo da ansiedade natural? De acordo com Olivia Remes, doutoranda e pesquisadora do Departamento de Saúde Pública e Cuidados Primários da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, transtornos de ansiedade generalizada são caracterizados por sensações frequentes de medo, inquietação, e de “sentir-se no limite”.

“Quando uma pessoa tem um prazo apertado ou uma emergência no trabalho, ela se sente ansiosa e isso é normal. Mas há pessoas que se preocupam com cada ponto de suas vidas e não conseguem se livrar disso”, explica. “Pessoas com esse transtorno se preocupam muito mais frequentemente e com mais intensidade que aquelas com uma boa saúde mental.”

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Apesar dos distúrbios de ansiedade serem um problema sério, que muitas vezes demanda acompanhamento com especialistas, é possível desenvolver habilidades para lidar com o transtorno.

Abaixo, Remes compartilha diferentes estratégias para enfrentar o problema, com base em um estudo recente que liderou.

1. Monitore os seus pensamentos

Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso. “Pessoas com transtornos de ansiedade são pessimistas. Elas acreditam que algo ruim está prestes a acontecer, mesmo que não haja nenhuma evidência que aponte para isso. Elas temem o futuro e acham muito difícil evitar esse tipo de preocupação”, descreve a pesquisadora.

Para contornar tal situação corriqueira aos ansiosos, Remes sugere não lutar contra os pensamentos negativos, mas escolher uma hora do dia como o “momento da preocupação” e se permitir um período limitado de tempo para ruminar. Como exemplo, Remes recomenda designar o horário das 16h para as preocupações e dar a si mesmo 20 minutos para preocupar-se.

“A literatura psicológica mostra que nossos pensamentos murcham se não os alimentamos com energia. Ao empurrar esses pensamentos para um outro momento do dia, quando você chegar no momento designado para a preocupação, eles talvez não pareçam tão confusos ou preocupantes como pareciam quando brotaram em sua mente pela primeira vez”, explica Remes.

2. Faça atividades físicas e pratique meditação

A famosa citação latina “uma mente sã num corpo são” não é gratuita. Saúde mental e física são codependentes, afirma Remes, e a prática de exercícios físicos é um aliado essencial para o bem-estar psíquico. Em conjunto com exercícios regulares, a meditação consciente também pode ajudar mentes ansiosas.

Um estudo da Universidade de Nova Jersey, publicado recentemente na revista Nature, mostrou que apenas duas sessões semanais de meditação e atividades físicas, de 30 minutos cada, reduziram drasticamente sintomas depressivos nos 52 participantes da pesquisa. Os pesquisadores concluíram que, ao cabo de oito semanas, além de auxiliar aqueles com depressão, a prática também poderia ser útil para aqueles que tendem a ruminar pensamentos, algo comum entre os ansiosos.

“Eu realmente fiquei muito surpresa com esse estudo, com o quanto essas mudanças de hábito podem ter um impacto tão grande”, afirma Remes. “Quando você se exercita, você diminui seus níveis de ansiedade e você tem mais energia. Você simplesmente se sente melhor como um todo”, aponta.

3. Encontre um propósito – nem que seja cuidar de seu animal de estimação

Em 1946, o médico austríaco Viktor Frankl publicou o livro Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração, no qual narrou suas experiências como prisioneiro em Auschwitz. Frankl também analisa a resposta psicológica de diferentes prisioneiros expostos ao campo de concentração nazista e argumenta que encontrar sentido no cotidiano é uma forma de lidar com a adversidade.
Image caption Estudo de Remes notou que pessoas com senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade

De acordo com Remes, pessoas com distúrbios de ansiedade muitas vezes não conseguem identificar um propósito claro em suas vidas e nem sempre acreditam que vale a pena investir esforços para endereçar os desafios que encontram. Em seu estudo recente sobre níveis de ansiedade em mulheres que vivem em situações de privação econômica, Remes encontrou que aquelas que tinham senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade, mesmo vivendo situações difíceis.

Para a pesquisadora, as lições de Frankl, mesmo extraídas de uma experiência dramática, são um mecanismo útil para aqueles que sofrem com ansiedade. “Nos relatos de Frankl, um traço de personalidade que diferenciava os prisioneiros eram aqueles que conseguiam manter um propósito mesmo naquela situação. Para um era saber que sua filha o aguardava, então ele precisava sobreviver para ela e isso lhe deu esperança. Para outra, era saber que ela tinha um trabalho importante para finalizar”, afirma.

No cotidiano, ter a sensação de que você é necessário para a vida de outra pessoa ou para uma atividade específica auxilia na construção de propósito. Tal senso de conexão pode ser traduzido em atividades de voluntariado, em cuidados com um familiar enfermo, na educação de uma criança ou mesmo nos cuidados com um animal de estimação, aponta Remes.

“Quando você coloca seu foco em algo além de você, esse ato te ajuda a dar um tempo de si mesmo”, explica. “Ter outras pessoas em mente é muito importante, porque torna um pouco menos penoso passar pelos momentos mais difíceis.”

4. Veja o lado bom da vida (por mais que isso seja desafiador)

Por mais clichê que possa soar, adotar uma atitude positiva perante à vida, com foco nos aspectos bons ao invés dos ruins, é essencial para lidar com a ansiedade. Para domar a mente e espantar os pensamentos negativos, Remes recomenda olhar para elementos que te dão prazer, ao invés daqueles que te irritam ou que te deprimem.

Embora controlar quais pensamentos te veem à mente seja impossível, é possível dialogar com eles uma vez que se fazem presente. Se, ao chegar em um ambiente, algo negativo te chamar a atenção, busque encontrar algo que seja positivo. Se no caminho para o trabalho o trânsito estiver estressante, busque ouvir uma música que te conforte – ou mesmo mude a maneira de se deslocar ao trabalho. Essa atitude positiva perante os pequenos momentos da vida tendem a reverberar também no bem estar emocional do indivíduo, aponta Remes.

Nas situações em que pensamentos negativos intensos invadem a mente, focar em outras atividades do corpo, como a respiração, também é uma forma de amenizar seus efeitos. “Reconheça que esses pensamentos catastróficos que vêm à mente, que te fazem se sentir péssimo, são apenas eventos mentais que irão passar”, diz Remes.

5. Viva no presente

A prática de ruminar pensamentos e ser constantemente tragado por memórias do passado tende a alimentar a ansiedade. Preocupar-se com o que pode ocorrer no futuro também pode deixar o indivíduo mais ansioso. Embora muitas vezes esses pensamentos sejam difíceis de controlar, Remes aponta que é importante manter um foco constante no que você está fazendo agora.

“Estudos mostram que, quando nós vivemos no passado, revivendo memórias antigas, essa atitude nos deixa depressivos e menos felizes. Na verdade, ficamos mais felizes quando vivemos no momento presente. Se você está trabalhando, simplesmente foque naquilo que você está fazendo. Simplesmente viva no presente”, diz.

6. Busque terapia

Nem sempre é possível lidar sozinho com distúrbios de ansiedade, e a terapia é uma grande aliada para melhorar a saúde mental. Em casos assim, uma possibilidade é a terapia cognitivo-comportamental, cujo princípio básico é buscar uma postura construtiva do paciente.

Nesse sistema de psicoterapia, a hipótese central aponta que a forma como entendemos eventos internos e externos – e não o evento em si – é que determina nossas respostas emocionais e comportamentais.

De acordo com Remes, a solução é preferencial ao consumo de medicamentos, quando for possível optar. “Em muitos casos, medicamentos não funcionam, ou funcionam apenas no curto prazo e os problemas retornam depois de um tempo”, aponta. Para a pesquisadora, trabalhar para desenvolver habilidades de enfrentamento à ansiedade e buscar terapia são as melhores formas de lidar com o transtorno.

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*Fonte: bbc

Tire o tablet do seu filho e dê a ele um instrumento musical!

Os pais têm cada vez menos tempo para os filhos, devido a rotina de trabalho muitos pais tentam calar os filhos ou mantê-los sossegados, dando-lhes um tablet ou um smartphone etc.

Porém essa atitude causa muitos prejuízos aos filhos.

Segundo Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro “O cérebro da criança explicado aos pais”, diz que, se querem ter filhos mais inteligentes, têm que lhes tirar o iPad e dar-lhes um instrumento musical nas mãos.

De acordo com Álvaro, que foi citado em uma edição online do jornal El País, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças mais do que a tecnologia.

Um estudo publicado na revista Psiquiatria Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que a criança recebe.

“Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve”, assegura Álvaro Bilbao.

A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais.

Mesmo que a genética tenha um peso importante, sem essa relação com os pais o desenvolvimento não se materializará, assegura o especialista.

“Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá”, exemplifica o neuropsicólogo, ele garante que os seis primeiros anos de vida são fundamentais para o processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, no chão, se for caso, como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer um esporte e a experimentar novas atividades.

“A criança deve sentir que tem pais que se preocupam com ela”, defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

As últimas investigações internacionais sugerem:

Estudos e os especialistas defendem algumas estratégias:

Estudar música

Durante um ano, crianças de 6 anos foram divididas em três grupos que estudaram, separadamente, aulas de canto, piano e expressão dramática.

Segundo o estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Sciencem, as crianças que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

Não ver televisão

Há uns anos, estava na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven.

Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebês e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de dois anos não devem ver televisão.

Evitar programa de desenvolvimento cerebral

Na última década, surgiram muitos jogos em tablet, celulares e computadores que estimulam a memória e treinam o cérebro.

A verdade é que não existe qualquer base científica que as comprove.

Ver filmes em outros idiomas

As crianças que veem filmes em outro idioma tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons.

De acordo com um estudo europeu sobre competência linguística, levado a cabo pelo Ministerio de Educación, Cultura y Deporte de Espanha, os espanhóis têm dificuldade em compreender e em falar inglês porque, ao contrário dos portugueses, veem tudo dobrado.

Ler a duas vozes antes de ir para a cama

As histórias que os pais leem aos filhos para os adormecer devem ser lidas você e a criança.

O pai lê uma página e a criança lê a seguinte e por aí afora… Um estudo realizado no Canadá garante que este método permite melhorar a capacidade de aprendizagem da criança.

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*Fonte: bmm