Aposentadoria? Tarantino fala sobre parar de dirigir

Não é de hoje que Quentin Tarantino, 58, fala sobre o desejo de se aposentar em breve. O cineasta, ao longo dos últimos anos, já comentou sobre a ideia de encerrar a carreira após o décimo filme e, em entrevista ao Pure Cinema Podcast, reafirmou o plano de encerrar a carreira enquanto está em boa forma. “Os últimos filmes da maioria dos diretores são péssimos”, comentou.

“Normalmente, os piores filmes dos diretores são os seus últimos. É o caso da maioria dos diretores da Era de Ouro (do cinema norte-americano), que acabaram fazendo seus últimos filmes no final dos anos 1960 e 1970”, analisou. Tarantino também considera que o mesmo ocorreu com cineastas que fizeram parte do momento da Nova Hollywood que fizeram seus últimos filmes no final dos anos 1980 e 1990.

Como exemplo, Tarantino citou ‘Perseguidos por Acaso’ (1989), de Arthur Penn, diretor do clássico ‘Bonnie & Clyde’ (1967). “Não sou um grande fã desse diretor, mas o fato de o último filme de Arthur Penn ser ‘Perseguidos por Acaso’ é uma metáfora sobre o quão miseráveis foram os filmes derradeiros dos cineastas da Nova Hollywood”, observou.

“Talvez eu não devesse fazer outro filme porque ficaria muito feliz em largar o microfone”, disse, acrescentando também que, atualmente, o pensamento de viajar mundo afora para filmar é menos interessante.

“Sinto como se fosse o terceiro ato [da minha vida], um momento para me inclinar um pouco mais para a literatura, o que seria bom como um novo pai, como um novo marido”, disse em entrevista em 2020. “Eu não pegaria minha família e os levaria para a Alemanha ou Sri Lanka, ou onde quer que a próxima história acontecesse”.

Parte desse plano de aposentadoria já está em andamento. A adaptação literária do seu mais recente e nono filme, ‘Era uma vez em… Hollywood’, terá lançamento global no dia 29 de junho. No Brasil, ele sai pela Intrínseca e já está em pré-venda.

Os (quase) dez filmes de Tarantino
Embora diga que quer parar de dirigir no décimo filme da carreira e que não ainda não tem certeza sobre a história, Quentin Tarantino já acumula, em tese, dez filmes. Porém, ele considera os dois ‘Kill Bill’, lançados em 2003 e 2004, como um filme só. E, aliás, um ‘Kill Bill 3’ é uma das possibilidades para fechar a carreira.

A conta passa de dez filmes se consideramos, ainda, ‘Grande Hotel’ (1995), que reúne quatro histórias dirigidas por diferentes cineastas, sendo Tarantino um deles. De todo modo, enquanto ele não escolhe qual será o seu próximo filme, e nem mesmo está decidido se será o último, confira a lista de longas com a assinatura:

‘Cães de Aluguel’ (1992)
‘Pulp Fiction’ (1993)
‘Grande Hotel’ (1995)
‘Jackie Brow’ (1997)
‘Kill Bill – Volume 1’ (2003) e ‘Kill Bill – Volume 2’ (2004)
‘À prova de Morte’ (2007)
‘Bastardos Inglórios’ (2009)
‘Django Livre’ (2012)
‘Os Oito Odiados (2015)
‘Era Uma Vez em… Hollywood’

*Por Breno Pessoa

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*Fonte: olhardigital

Hoje faleceu Alan Parker, diretor de Pink Floyd The Wall, entre outros filmes famosos

O cinegrafista britânico Alan Parker, faleceu hoje aos 76 anos. Diretor conhecido por filmes como Expresso da Meia Noite, The Wall, Evita, Bugsy Malone, Fama e Mississippi em Chamas. De acordo com a Associated Press, Parker faleceu após lutar contra uma “longa doença”.

 

 

 

 

 

Em sua carreira, o diretor ganhou 10 Oscars, 10 British Academy Film Awards e foi nomeado “Sir” pela rainha Elizabeth II em 2002.

Alan Parker deixa a esposa Lisa Moran-Parker, os filhos Lucy, Alexander, Jake, Nathan e Henry e sete netos.

 

Terry Jones, fundador do lendário Monty Python, morre aos 77 anos

Outro dia de uma triste notícia. Agora foi a vez do falecimento de Terry Jones, um dos mentores do grupo Monty Python. Tá e daí!?

É que esse grupo simplesmente ajudou a moldar muito do meu conceito de humor sarcástico, bizonho, sacana e ao mesmo tempo inteligente. Sou fan desses caras assim como muitos de meus amigos (da minha geração). Passamos horas e horas dando risadas, por vezes repetindo cenas e diálogos de seus vários filmes. Bons e divertidos momentos da vida. Só lamento que as novas gerações nem saibam de sua existênca (bem, azar deles…rsrsrsrsr).

Descanse em paz Terry Jones!

E muito obrigado por cada momento de risada ou de que me fizeram pensar sobre as tais grandes ironias da vida. Nada como o humor para nos mostrar a triste face da realidade.

sandoval

 

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>> MATÉRIA da Rolling Stone:

Terry Jones, ator, roteirista, diretor e um dos fundadores do lendário grupo britânico de comédia Monty Python, morreu aos 77 anos na tarde da última terça, 21. A informação foi confirmada pelo assessor dele na manhã desta quarta, 22.

A família divulgou um comunicado, no qual escreveu: “Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de nosso amado marido e pai, Terry Jones”, e contou que nos momentos finais, ele estava ao lado da esposa Anna Soderstrom.

O texto também explicou que Jones morreu “após uma batalha extremamente corajosa, mas sempre bem-humorada, contra uma forma rara de demência”.

Em 2016, ele já havia revelado publicamente ter sido diagnosticado com demência frontotemporal.

Como cineasta, Jones foi responsável pela direção de três dos filmes mais aclamados do Monty Python: Em Busca do Cálice Sagrado (1975), A Vida de Brian (1980) e O Sentido da Vida(1983).

Nascido em 1942 em Colwyn Bay, no País de Gales, Terry Jones mudou para a Inglaterra ainda criança, onde cresceu em Surrey, condado localizado no sudeste do país. E foi enquanto cursava Literatura Inglesa na aclamada universidade de Oxford que ele conheceu Michael Palin, com quem viria a fundar o Monty Python.

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*Fonte: rollingstone

Woody Allen elege ‘Memórias póstumas de Brás Cubas’ como um de seus livros favoritos

RIO – Clássico da literatura brasileira, “Memórias póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, é um dos livros favoritos do cineasta americano Woody Allen. “É uma obra muito, muito original”, disse o diretor de “Manhattan” e “Vicky Cristina Barcelona”.

Allen elencou para o jornal britânico “The Guardian”, as cinco obras de literatura que mais tiveram impacto sobre sua vida e sua obra. O livro de Machado de Assis aparece ao lado do aclamado “O apanhador no campo de centeio”, de J. D. Salinger; da coletânea de textos de humor “The world of S. J. Perelman”; e das biografias “Really the blues”, de Mezz Mezzrow e Bernard Wolfe, e “Elia Kazan”, de Richard Schickel.

Allen conta que ganhou o livro de presente de um brasileiro. “Eu recebi pelos correios. Alguém que eu não conhecia me mandou e escreveu ‘Você vai gostar disso’. Eu li porque não um livro grande. Se fosse maior, eu teria descartado. Mas fiquei chocado com como ele era charmoso e divertido. Não acreditava que ele tivesse vivido numa época tão distante. Você pensaria que foi escrito ontem. É tão moderno e prazeroso. É uma obra muito, muito original. O livro me despertou alguma coisa, da mesma forma que aconteceu com ‘O apanhador no campo de centeio’. Era um assunto de que eu gostava e que foi tratado com muita inteligência, uma originalidade tremenda e nenhum sentimentalismo”.

 

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*Fonte:  oglobo

 

Exposição de Tim Burton

O famoso diretor de cinema Tim Burton (30 anos de carreira e mais de 20 filmes), virá pessoalmente para a inauguração de sua exposição no MIS, em São Paulo, ano que vem. E exposição de materiais de seus filmes (documentos, objetos de cenas, fotografias e filmes) acontecerá entre janeiro e abril de 2016.

*Fonte: Misturaurbana

timburton_exposicao