Demanda de discos de vinil é altíssima e preocupa produção

A demanda de discos de vinil no mercado internacional é tão alta que os fabricantes do produto estão enfrentando um grande desafio de dar conta de toda a produção.

Isso acontece precisamente 40 anos depois que o CD tirou o vinil de seu trono na indústria.

Como o CD tomou conta do mercado naquela época, a venda dos bolachões começaram a cair vertiginosamente, obrigando as grandes gravadoras a venderem ou desmontarem suas máquinas de prensagem de vinil. Agora, no atual século, o jogo virou e dezenas de fábricas de prensagem de discos foram criadas ao redor do mundo para tentar corresponder ao alto volume de vendas do formato, que já conta com um faturamento estimado em US$ 1 bilhão. E acreditem: não tem sido suficiente.

Demanda de discos de vinil é altíssima e preocupa produção

O ressurgimento e crescimento do vinil no mercado musical segue firme há uma década e durante a pandemia do coronavírus os aficionados pelos discos passaram a consumir o produto mais ainda, haja visto que as turnês foram canceladas e as pessoas ficaram confinadas em suas residências.

Soma-se a isso a descoberta dos jovens pelo antigo formato e com a música pop se rendendo ao vinil com seus lançamentos especiais. Para se ter uma ideia, um dos discos de vinil mais vendidos na indústria é o álbum Sour da estrela pop Olivia Rodrigo, de apenas 19 anos. Com milhões de fãs em todo o mundo, a jovem artista também contribuiu para a popularização do vinil nesta década.

Declínio do vinil nos anos 1980 e o vilão cassete

O declínio das vendas e do interesse público pelo vinil se deu nos anos 1980 quando as fitas cassetes ganharam um espaço maior naquela década e, com isso, o desempenho comercial dos discos foi severamente agravado, se tornando um “vilão” do antigo formato. Junte isso ao fato do CD ter se tornado uma novidade espetacular, apresentando um som livre de qualquer chiado.

Mark Michaels, CEO e presidente da United Record Pressing, empresa sediada em Nashville e a maior fabricante de discos de vinil dos EUA acredita que a indústria “encontrou uma nova marcha e está acelerando em um novo ritmo”. A empresa iniciou suas atividades em 1949 e jamais parou de fabricar discos. Atualmente, eles estão em um grande processo de expansão de US$ 15 milhões (cerca de R$ 78 milhões no câmbio atual) para triplicar sua capacidade de produção em meados de 2023.

Observando o crescimento do interesse no vinil em estudantes do ensino médio e jovens adultos, Michaels é bastante otimista quanto ao futuro do vinil no novo mercado musical, dominado pelo streaming: “Acredito na música e acredito na importância da música na vida das pessoas. Acho que isso não muda”, concluiu.

*Por Marcelo de Assis
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*Fonte: musicjournal

De Aerosmith a Mudhoney, os 50 discos favoritos de Kurt Cobain

Lista mostra um pouco das influências do líder do Nirvana, que não restringia seu gosto musical ao punk/alternativo

Publicado em 2002, o livro “Journals” (lançado no Brasil como “Diários de Kurt Cobain”) compila uma série de rascunhos e desenhos de Kurt Cobain encontrados em cadernos e diários. Em um deles, o líder do Nirvana escolhe seus 50 discos preferidos.

Como esperado, o domínio é do punk, com trabalhos de bandas como Sex Pistols, Black Flag, The Clash e Bad Brains. Também há espaços para contemporâneos do grunge/alternativo, como Mudhoney e Sonic Youth).

Porém, a lista chama atenção por apresentar um pouco das influências diversas do artista. Nomes como Aerosmith, Beatles, Public Enemy, Pixies, Gang of Four, The Knack e David Bowie mostram que o gosto musical de Kurt Cobain não se restringia a um subgênero do rock.

Também é interessante reparar como alguns aparecem com nomes errados, o que pode denotar o fato de que muito material foi obtido através da troca de fitas – algo comum e que acabava gerando muitos desencontros à época.

Confira a lista a seguir.

Os 50 discos favoritos de Kurt Cobain

Iggy & The Stooges – Raw Power (1973)
Pixies – Surfer Rosa (1988)
The Breeders – Pod (1990)
The Vaselines – Dying for It (1988, listado como Pink EP)
The Shaggs – Philosophy of the World (1969)
Fang – Landshark! (1982)

MDC – Millions of Dead Cops (1981)
Scratch Acid – Scratch Acid (1984, listado como primeiro EP)
Saccharine Trust – Paganicons (1981, listado como primeiro EP)
Butthole Surfers – Pee Pee the Sailor (1983)
Black Flag – My War (1984)

Bad Brains – Rock for Light (1983)
Gang of Four – Entertainment! (1979)
Sex Pistols – Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols (1977)
The Frogs – It’s Only Right and Natural (1989)
PJ Harvey – Dry (1992)
Sonic Youth – Daydream Nation (1988)

The Knack – Get the Knack (1979)
The Saints – Know Your Product (1978)
Kleenex – qualquer coisa (gravações entre 1978 e 1983, compiladas na antologia Kleenex/LiLiPUT de 1993)
The Raincoats – The Raincoats (1979)
Young Marble Giants – Colossal Youth (1980)
Aerosmith – Rocks (1976)

Various Artists – What Is It. (1982, erroneamente listado como What Is This?)
R.E.M. – Green (1988)
Shonen Knife – Burning Farm (K Records version, 1985)
The Slits – Cut (1979, listado como Typical Girls)
The Clash – Combat Rock (1982)

The Faith/Void – The Faith/Void (1982)
Rites of Spring – Rites of Spring (1985)
Beat Happening – Jamboree (1988)
Tales of Terror – Tales of Terror (1984)
Leadbelly – Leadbelly’s Last Sessions Volume One (1953)
Mudhoney – Superfuzz Bigmuff (1988)

Daniel Johnston – Yip/Jump Music (1983)
Flipper – Album – Generic Flipper (1982)
The Beatles – Meet the Beatles! (1964)
Half Japanese – We Are They Who Ache with Amorous Love (1990)
Butthole Surfers – Locust Abortion Technician (1987)
Black Flag – Damaged (1981)
Fear – The Record (1982)

Public Image Ltd – The Flowers of Romance (1981)
Public Enemy – It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back (1988)
Marine Girls – Beach Party (1981)
David Bowie – The Man Who Sold the World (1970)
Wipers – Is This Real? (1980)
Wipers – Youth of America (1981)
Wipers – Over the Edge (1983)
Mazzy Star – She Hangs Brightly (1990)
Swans – Young God (1984, erroneamente listado como Raping a Slave)

*Por João Renato Alves
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*Fonte: igormiranda

Venda de vinil dispara e tem melhor semana nos EUA desde 1991

Segundo análise da Billboard, foram aproximadamente 2,1 milhões de unidades comercializadas apenas durante semana do Natal

Embora hoje em dia existam diversas formas mais modernas de se consumir música, a venda de vinil ainda é a preferida de muita gente na hora de escolher como ouvir seus artistas favoritos. Prova disso é uma pesquisa recente da Billboard, que mostrou que a semana de Natal de 2021 foi a melhor para esse mercado desde o ano de 1991.

Segundo o levantamento, aproximadamente 2,1 milhões de unidades foram vendidas em solo americano nesse período. A publicação destaca que um dos motivos que levou a esse aumento no número de vendas de vinil foi a enorme quantidade de álbuns lançados em 2021, incluindo inúmeras reedições de clássicos.

As previsões para a indústria da música em 2022, segundo a Billboard
Na semana anterior, o número de venda de vinil registrado havia sido de 1,46 milhão, sendo que desse total 59 mil cópias foram apenas do álbum “30”, último lançamento da cantora Adele.

O aumento na venda de vinil
Ainda de acordo com os dados da Billboard, esse período de Natal marcou a sexta semana consecutiva em que foram registradas mais de 1 milhão de unidades de vinil vendidas nos EUA. O númeor impressiona se for levado em conta que desde 1991 isso só havia acontecido seis vezes na história.

Outro número que mostra a força da venda de vinil é que esse formato responde por 50% da venda de álbuns (incluindo digital e físico) nos EUA, além de representar 57% de todas as vendas de discos físicos na semana de Natal.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

5 coisas que você nunca deve fazer com seus discos

Pense em um vinil como em uma jóia: valioso e frágil, requer cuidados e conhecimentos específicos para sua conservação. Existem técnicas e ferramentas que podem auxiliar você a fazer essa manutenção, mas existem também algumas noções básicas indispensáveis para que seus discos durem. São coisas simples que você deve e não deve fazer, alguns “dos” e “dont’s”. E como aqui na NOIZE a gente tá sempre pensando na experiência que os assinantes vão ter com os nossos lançamentos, resolvemos falar um pouco sobre esses cuidados básicos.

Hoje, vamos abordar o que você nunca, jamais, sob hipótese alguma deve fazer com os seus LPs. Siga os conselhos abaixo e sua coleção pode durar a vida toda tocando perfeitamente.

1. Nunca guarde seus discos deitados. Os LPs devem ser guardados sempre na vertical.
Sua coleção deve ser guardada como livros em uma biblioteca. Sempre um vinil de pé ao lado do outro, jamais um em cima do outro. Se você empilhar os discos, aqueles que estiverem na parte de cima vão exercer peso nos que estão embaixo, que ficarão empenados e com as capas marcadas. Não faça isso. Deixe seus LPs em fileira e quanto mais na vertical eles estiverem, melhor.

2. Não deixe a bolacha exposta ao sol.
Sim, nós sabemos que o sol é bom para a saúde das pessoas. Mas, para os discos, é péssimo. Expostos à luz direta, os LPs perdem sua qualidade. O ideal é deixar a coleção em um lugar protegido do astro rei, evitando, assim, empenamentos, desbotamento das capas e danos nos sulcos. Os danos podem ser irreversíveis.

3. Na hora de tirar a poeira, álcool e produtos químicos são uma péssima ideia.
É inevitável que uma sujeira ou outra acabe encontrando as suas relíquias. E é sempre bom dar uma limpadinha nos discos antes de colocar a agulha para funcionar. O jeito certo de fazer isso é usando um pano de flanela que não solte pelinhos ou uma escova específica para limpeza de discos (existem algumas à venda no mercado). Em ambos casos, passe com calma e suavidade, em um movimento guiado pela própria circunferência e ranhuras do vinil. Se a sujeira estiver mais pesada, existem outras opções, como estas aqui.

4. Seu vinil não é um bom lugar para dedos engordurados.
A dica é: sempre lave muito bem as mãos antes de manusear seus discos. Se você estiver comendo ou fazendo algo que suje as patas, fique longe da sua coleção. E mesmo com as mãos bem lavadas, a forma correta de segurar um vinil é sempre pelas bordas, sem passar os dedos pela superfície do amigo.

5. Garagens, sótãos, porões: os piores lugares para guardar sua coleção.
Seus discos precisam ser mantidos longe da umidade, por isso, locais como os citados acima não são uma boa opção. Mantenha as bolachas em locais com boa circulação de ar e você não terá problemas. Lugares úmidos podem gerar mofo nos seus LPs, causando danos permanentes.

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Esses são alguns conhecimentos básicos para quem está entrando agora no mundo do vinil e começando sua coleção. É certo que existem outros pontos importantes (na verdade, os conhecimentos sobre vinis vêm sendo acumulados há muito tempo), mas se você seguir as dicas acima, com certeza estará garantindo vários anos de vida para os seus discos. Cuide bem deles, eles merecem!

*Por Erick Bonder
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*Fonte: noize

Ouça disco de blues jamais lançado por Mick Jagger

O produtor Rick Rubin era um profissional em grande destaque no mercado musical no início de 1992, ele já tinha acertado a mão em trabalhos de Beastie Boys, Run DMC e Red Hot Chili Peppers. Por conta desse sucesso estrondoso, foi procurado por Mick Jagger para ajudá-lo a produzir seu terceiro trabalho solo. Naquele momento, Rubin estava trabalhando com uma banda californiana chamada The Red Devils. Os caras eram um fenômeno que chamava a atenção por reunir em sua plateia, em um pequeno bar, personalidades como Billy Gibbons, do ZZ Top, Angus e Malcolm Young, do AC/DC, e o ator Bruce Willis.

Jagger foi convidado por Rubin para curtir uma apresentação desse grupo e acabou ficando muito impressionado com o que viu, a ponto de convidar os caras para uma gravação. “Foi uma maratona de um dia”, lembrou Dave Lee Bartel, guitarrista do Red Devils, numa entrevista reproduzida pela revista Classic Rock. “Fizemos 13 músicas em 14 horas, todas elas versões de antigos blues, com Mick cantando ao vivo”, revelou.

Rubin sabia que tinha em mãos um trabalho grandioso, mas dias após a gravação, Jagger concluiu que as faixas soavam muito rústicas para seu próximo lançamento, que deveria buscar uma atmosfera mais comercial. Músicos de peso foram contratados e o Stone e seu produtor gastaram mais alguns meses em estúdio até o lançamento do novo disco. Wandering Spirit saiu em fevereiro de 1993 e serviu apenas para mostrar a Mick Jagger que era melhor ele voltar a trabalhar com seus colegas de Rolling Stones.

Sobre o Red Devils, a banda lançou seu trabalho de estreia em 1993, foi dissolvida no ano seguinte e seu vocalista Lester Butler morreu de overdose em 1998, aos 38 anos de idade.

O registro do que poderia ter sido um dos projeto mais interessantes de Mick Jagger nos anos 90 foi disponibilizado há algum tempo na internet pelo canal do YouTube Discography Channel Various Artists 2. Confira no player abaixo:

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*Fonte: aradiorock

Como limpar seus discos de vinil? Veja soluções!

Além de prestar atenção na hora de escolher o toca-discos que vai reproduzir as suas canções preferidas, o cuidado ao guardar os discos é essencial. Afinal, para que você possa ouvir plenamente cada uma das obras enfileiradas na sua estante, elas precisam estar limpas. A poeira acumulada, além de dificultar a experiência de ouvir o disco sem que as faixas “pulem”, também aumenta a pressão no braço do toca-discos — e isso impacta a vida útil do produto que você, com certeza, investiu um dinheiro para comprar.

Por isso, ao longo dos anos, vários métodos, que prometem milagrosamente resolver o problema, foram inventados: desde lavar o disco com álcool — o que pode deixá-lo ressecado e frágil — até arriscar a limpeza com cola de madeira. A última técnica, embora seja muito arriscada, tem seus seguidores. Mas, para longe das polêmicas e teorias, a Noize se concentrou em separar apenas as formas mais eficazes de lavar o seu disco, sem prejudicá-lo futuramente. Colecionadores, podem comemorar!

Primeiramente, antes de qualquer coisa, sempre limpe a poeira dos LPs usando uma escova de fibra de carbono. Caso esse cuidado não seja feito, há risco do pó entrar ainda mais nas ranhuras do disco quando a limpeza úmida for realizada. Com a escova nas mãos, retire a poeira que possa estar presente na superfície do disco — e também do toca-discos — todas as vezes em que ele for reproduzido. Antes e depois. Assim, o acúmulo de poeira é reduzido e isso mantém a vida útil dos produtos.

Depois de retirar o excesso, o método mais eficaz é a utilização de uma máquina de limpeza. Apesar de serem caras, os valores podem variar entre R$120 a R$990, as máquinas sugam toda a sujeira, não fazem barulho, e economizam muito tempo para quem tem grandes coleções. Mais um investimento (que vale muito a pena) na conta.

Agora, a técnica mais simples e prática de todas: detergente neutro de lavar louça e água fria. Em uma bacia plástica, coloque os dois componentes e mexa bem. Na sequência, molhe o LP com a mistura (com cuidado para que o rótulo não molhe) por alguns minutos. Depois, com as mãos bem limpas, esfregue suavemente o disco no sentido horário, do exterior para o meio. Na hora do enxague, coloque o disco delicadamente sob água abundante para que todos os resíduos de detergente sejam retirados, ainda com atenção ao rótulo. Para secar, o deixe em um aparador de plástico na sombra. Sem esquecer que o detergente precisa ser neutro devido ao corante, adicionais de cheiro e aditivos químicos presente nos outros produtos disponíveis no mercado.

Outro método que funciona — mas é bastante popular em outro ramo, o das joalherias —, é a limpeza ultrassônica. Com ondas sonoras de pressão em alta frequência, mini bolhas de líquido se formam e ajudam suavemente a limpar toda a sujeira presente na superfície dos LPs. Ainda que não seja tão acessível quanto uma escova de fibra de carbono ou água fria e detergente neutro, a técnica segue como uma opção que cumpre perfeitamente a limpeza.

*Por Nicolle Cabral

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*Fonte: noize

Os 10 discos mais valiosos do mundo

Discos de vinil antigos já eram valiosos e, agora, na era do digital, esse preço — sentimental e financeiro — só aumenta. A Louder Sound compilou uma lista com 10 discos icônicos, incluindo de bandas como Beatles e Sex Pistols, que são hoje alguns dos mais caros do mercado.

Seja pela raridade ou apenas pelo quão icônicos eles são, esses LPs são disputados e custam uma boa bagatela. Vale apontar que os preços se referem aos discos de vinil fabricados à época de lançamento de cada um. A lista inclui, também, singles que foram lançados em formato físico.

Veja a listagem logo abaixo, com os preços convertidos para o Real — só pra ficar mais caro ainda.

10 discos mais valiosos:

The Beatles – The White Album (1968) – LP Duplo, primeira prensagem britânica, número de catálogo Apple PMC/PCS 7067/8 (mono, stereo): entre 5 mil e 100 mil reais dependendo da condição;

Sex Pistols – God Save The Queen (single, 1977) – 7 polegadas (em envelope marrom com o release de imprensa), número de catálogo A&M AMS 7284: entre 47 mil e 83 mil reais dependendo da condição;

Queen – Bohemian Rhapsody / I’m In Love With My Car (single, 1978) – 7 polegadas em vinil azul, número de catálogo EMI 2375: entre 16 mil e 27 mil reais dependendo da condição;

Led Zeppelin – Led Zeppelin (1969) – primeira prensagem britânica com letras em azul ao invés de laranja, número de catálogo Atlantic 588171: entre 8 mil e 10 mil reais dependendo da condição;

Ozzy Osbourne – Diary of A Mad Man (Versão UNICEF 2019 em vinil azul), número de catálogo Epic – 88697 86665 1, Legacy – 88697 86665 1: entre 6 mil e 7,5 mil reais dependendo da condição;

Pink Floyd – The Dark Side of The Moon (1973) – primeira prensagem com um triângulo azul no centro do selo do disco: entre 5,5 mil e 6,7 mil reais dependendo da condição;

Nirvana – Bleach (1989) – terceira prensagem, manchas vermelhas e brancas no vinil, acompanhado de um 7 polegadas: entre 4,4 mil e 5,5 mil reais dependendo da condição;

Kate Bush – The Sensual World (Versão UNICEF 2019 em vinil azul): entre 4,3 mil e 5,5 mil reais dependendo da condição;

The Jimi Hendrix Experience – Axis: Bold As Love (1967) – primeira prensagem britânica em MONO, Número de catálogo Track 612 003: 4 mil reais;

The Who – The Who Sell Out (1967) – mono/stereo com pôster, número de catálogo Original Black Track 612 002 / Track 613 002: entre 3 mil e 5,5 mil reais.

Confira a lista original clicando aqui.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

2020 começa com 125 fábricas de vinil no mundo e em 35 países

2020 começou quente para os amantes dos discos de vinil. O número de fábricas de discos aumentou e também outros países passaram a figurar no mapa das fábricas de vinil pelo mundo.

A fabricação de discos de vinil ainda é incipiente e não contempla todos os países do nosso planeta Terra, muito pelo contrário. É uma produção que abrange poucas nações.

No final de 2019, mais especificamente em novembro de 2019, a tradicional lista do Universo do Vinil continha 120 fábricas espelhadas em 34 países. Na nova contabilidade do UV já temos 125 e a Suíça começou a aparecer na lista, portanto, 35 países passaram a possuir plantas de produção de discos de vinil em massa.

Quem mais cresceu foi o continente europeu com mais fábricas na Rússia e o surgimento da planta suíça, mas também a Oceania com mais um empreendimento na Austrália.

Infelizmente, a América Latina não aparece nas estatísticas de crescimento nas nossas últimas análises. Aparentemente, a Vinil Brasil (São Paulo) foi a última fábrica a ser aberta nos países de língua latina das Américas.

Quer saber todos os endereço, países e nomes das fábricas, clique no link da nossa página especial “Vinil – Fábricas“

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*Fonte: universodovinil

Venda de vinis cresce, e fábrica da Baixada Fluminense já produz discos para o Brasil e o exterior

O ruído do disco de vinil girando em um aparelho de som não é mais uma coisa do passado. Só de janeiro a setembro de 2019, a venda de vinis cresceu 15% em relação ao mesmo período do ano passado. E uma fábrica localizada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, é uma das duas únicas responsáveis no país por ajudar a levar aos ouvidos do público a música embalada nos discos.

Completando dez anos de existência, a Polysom nada de braçadas na onda retrô. A empresa tem a projeção de produzir, até o fim deste ano, 120 mil Long Players (LPs) e compactos, superando a marca de 100 mil unidades, que foi alcançada em 2018.

De acordo com o Luciano Barreira, gerente da fábrica em Belford Roxo, há atualmente três grandes canais para absorver a produção de discos de vinil fabricados na Baixada Fluminense. As maiores demandas são de bandas independentes, clientes que procuram o produto no site da empresa e em sites de grandes lojas, além da venda de coletâneas e de discos licenciados por gravadoras.

— Temos 200 títulos de artistas consagrados que foram licenciados, entre eles Jorge Ben Jor, Novos Baianos e secos e Molhados. Boa parte da nossa produção também atende bandas independentes que encomendam os discos para serem vendidos nos shows. A outra parte vem de vendas em site — explicou Barreira.

Entre os últimos discos fabricados em Belford Roxo estão LPs licenciados de Elza Soares e Humberto Gessinger, que integrou a banda Engenheiros do Hawaii.

— Já estão seguindo para as lojas (os dois discos). Ainda há grande um volume (de público) negociando o digital (CDs), mas boa parte que compra música quer ter o físico e opta pelo vinil. O mercado do vinil está em processo de retomada — vibra Luciano Barreira.

A fábrica também produz vinis por encomenda para o exterior. Entre os países consumidores de discos estão Estados Unidos, na América do Norte, Japão, na Ásia, e ainda parte da Europa.

Para se fabricar um disco de vinil, em Belford Roxo, é necessário, atualmente, um tempo estimado em torno de 45 a 90 dias. A demora é explicada pela calendarização e procura, ou seja, o interessado tem de aguardar em uma fila de espera. A produção dos vinis passa por pelo menos cinco fases na fábrica.

A primeira é feita em um estúdio de corte, onde a gravação recebida é transferida para um vinil provisório. A segunda fase é a da galvanoplastia. Trata-se de eletroformação de uma matriz que será usada em todas as cópias.

Em seguida, é feita a prensagem em um maquinário. Após isto, acontece o controle de qualidade.

Durante este processo, cada faixa gravada no disco é ouvida. Também são feitas checagem de qualidade de rótulo, visual e peso, entre outras coisas. Só então, o produto pode passar por uma espécie de encadernação.

De acordo com a Polysom, a unidade de Belford Roxo é a maior fábrica de vinis em atividade, na América Latina. As gravações são feitas nos discos, na maior parte dos casos, em 33 rotações por minuto (RPM). Há, porém, alguns pedidos, feitos em menor número, por clientes de outros países, para gravação de discos em 45 RPM.

*Por Marcos Nunes

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*Fonte: extra

Estudo afirma que ouvir Discos faz muito bem para a saúde mental

Essa a gente já sabia, mas agora a ciência confirma! Ouvir música faz um bem danado para a saúde mental, de acordo com um novo estudo.

A pesquisa foi conduzida pela Entertainment Retailers Association e pela Fly Research, do Reuno Unido, em agosto deste ano, com um número total de 2,019 adultos. 82.9% deles concordaram que discos os ajudam a relaxar, enquanto 76.4% afirmam que escutar discos os ajudam a melhorar quando estão se sentindo mal.

Quando questionados se seus discos favoritos são “uma forma de conforto”, 74.3% afirmou que sim, já 64.7% afirmou que usa isso para dar uma ajuda no humor. A gente também!

O estudo vem dias antes do Dia Mundial da Saúde Mental, que acontece nessa quinta-feira (10), e do Dia National dos Discos, que acontece no sábado (12) no Reino Unido.

Sobre a pesquisa, a Dra. Julia Jones diz (via Louder Sound):

Estamos cientes das evidências científicas sobre os efeitos positivos da música no cérebro e no corpo há décadas. Também sabemos que tirar um tempo de nossas agitadas agendas é essencial para manter nosso bem-estar.

Portanto, o disco oferece uma receita perfeita para fornecer um coquetel de benefícios neuroquímicos e fisiológicos, além de garantir que desfrutemos de uma pausa prolongada. É uma experiência com um cronômetro embutido, portanto não há necessidade de ficar olhando para o relógio. Podemos apenas sentar e apreciar os efeitos.

O disco é uma intervenção particularmente eficaz à noite, quando estamos chegando na hora de dormir. O sono foi identificado como um fator absolutamente crítico para o bem-estar e a audição de um álbum relaxante e de baixo ritmo pode ajudar a entrar no ‘modo de sono’ e aumentar a probabilidade de oito horas sólidas de descanso e recuperação. Por esse motivo, todos nós deveríamos desligar a TV e ouvir um disco antes de dormir todas as noites.

*Por

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Pesquisa do eBay revela novos números sobre como os brasileiros consomem vinil

A paixão pelo vinil tem aquecido o mercado internacional e não fica de fora dos balanços comerciais que já começam a surgir com a chegada do fim de ano. Um levantamento feito pelo eBay mostrou que os brasileiros compram mais de 100 discos de vinil por mês na plataforma!

Os dados ainda apontaram alguns comportamentos sobre as compras de vinil no eBay este ano – e alguns deles vão ter surpreender.

O reggae apareceu como o gênero preferido dos brasileiros no quesito LP nas buscas do eBay. Apesar disso, entre as pesquisas por artistas a campeã é Madonna, seguida por Iron Maiden, Roberto Carlos – único brasileiro da lista – , o jamaicano Eric Donaldson e Beatles.

Os brasileiros também são praticamente especialistas no mercado de vinil. A plataforma contabilizou mais de 130 vendedores de discos de vinil aqui do Brasil.

Outro dado importante é que há uma média semanal de 115 discos vendidos daqui para compradores de outros países: os principais importadores de vinil do Brasil são Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha e França.

*Por Benda Vidal

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*Fonte: noize

Cientistas estão desenvolvendo novos materiais para fabricação de discos de vinil

Os audiófilos têm um bom motivo para comemorar, pois os discos de vinil estão voltando a ser fabricados em grande escala em todo o mundo, e os cientistas estão trabalhando para tornar a sua qualidade de som ainda melhor. Um artigo publicado na Chemical & Engineering News (C&EN), a revista semanal da American Chemical Society, faz uma retomada a invenções do passado que levaram ao disco clássico de vinil ou LPs, e ainda apresenta o futuro que eles podem ter.

Matt Davenport, editor associado da C&EN, observa que no início, os dispositivos de gravação de som eram tubulares, que remonta à invenção do fonógrafo de Thomas Edison em 1877. Seus cilindros originais, eram envoltos em folha de estanho, o que deu lugar a uma versão de cera criado no laboratório de outro grande inventor, Alexander Graham Bell.

Os discos planos, assumiram um formato mais conveniente pra o seu armazenamento. Inicialmente, foram fabricados a partir de celulóide e borracha, e em seguida de goma-laca, o que se tornou o padrão da indústria até que o formato dos discos de vinil que surgiu em meados do século 20.

Os LPs têm resistido bravamente à revolução digital, pois as vendas nos EUA no ano passado ultrapassaram a marca de US $ 400 milhões. Este foi o melhor ano do vinil desde 1988, até mesmo batendo a receita de uma das formas mais populares de hoje do consumo de música on-demand como o Youtube e o Spotfy.

A boa notícia é que os químicos estão experimentando diferentes formulações de vinil para criar registros com som de qualidade ainda superior, e se tiverem sucesso, ainda mais ouvintes poderão migrar de volta para esta tecnologia que nunca fica ultrapassada.

A American Chemical Society é uma organização sem fins lucrativos financiada pelo Congresso dos EUA e possui cerca de 157.000 membros.

Fonte: bileskydiscos

 

Keith Richards escolhe 8 discos para levar a uma ilha deserta

Keith Richards está divulgando o mais recente álbum solo dele, Crosseyed Heart, lançado em setembro. Em uma entrevista o guitarrista dos Rolling Stones acabou tendo que escolher oito discos para “levar a uma ilha deserta”. Então levando em conta a sua formação musical, selecionou os seguintes 8 álbuns:

Chuck Berry – Wee Wee Hours (1955)
Hank Williams – You Win Again (1952)
Aaron Neville – My True Story (de 2013, mas em homenagem à infância de Neville)
Etta James – Sugar On The Floor (1978)
Freddie Scott – Are You Lonely For Me (1966)
Gregory Isaacs – Extra Classic (1977)
Nigel Kennedy and the English Chamber Orchestra – Spring das quatro estações de Vivaldi (gravado em 1989)
Little Walter – Key To The Highway (1958)

*Fonte: RollingStone

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Fábrica de discos se prepara para bater recorde de produção

Confira no link abaixo uma interessante matéria sobre a fábrica de discos brasileira que deve produzir cerca 200.000 unidades até o fi9nal deste ano. A fábrica carioca Polysom é a única empresa hoje dedicada à produção de discos de vinil na América Latina e uma das 35 derradeiras unidades do gênero em atividade no planeta.

http://vejario.abril.com.br/materia/cidade/fabrica-de-discos-polysom-se-prepara-para-bater-recorde-de-producao/

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Harry ROCK

Uma série de artes inspiradas em capas de discos (álbuns) de rock clássicos com uma versão Harry Potter.

*Fonte: Whiplash