Confira quantas horas você precisa dormir de acordo com sua idade

A maioria das pessoas sabe que ter uma boa noite de sono é importante, mas poucos passam oito ou mais horas debaixo dos lençóis.

Para complicar ainda mais as coisas, estimulantes como café e bebidas energéticas, além de despertadores e luzes ─ incluindo as dos dispositivos eletrônicos ─ interferem com o chamado ritmo circadiano, ou relógio biológico.

Embora reconheçam que o sono é especialmente afetado pelo estilo de vida e a saúde de cada indivíduo, um painel de especialistas da National Sleep Foundation, um instituto de pesquisa sem fins lucrativos dos Estados Unidos com sede em Arlington (Virgínia), publicou recomendações gerais sobre quantas horas de descanso são necessárias de acordo com cada faixa etária.

 

Confira as recomendações:

Recém-nascidos (0-3 meses): o ideal é dormir entre 14 a 17 horas por dia, embora também seja aceitável um período entre 11 a 13 horas. Não é aconselhável dormir mais de 18 horas.

Bebês (4-11 meses):
Recomenda-se que o sono dure entre 12 e 15 horas. Também é aceitável um período entre 11 e 13 horas, mas não mais do que 16 ou 18 horas.

Crianças pequenas (1-2):
não é aconselhável dormir menos de 9 horas ou mais de 15 ou 16 hora. É recomendável que o descanso dure entre 11 e 14 horas.

Crianças em idade pré-escolar (3-5):
10-13 horas é o mais apropriado. Especialistas não recomendam dormir menos de 7 horas ou mais de 12 horas.

Crianças em idade escolar (6-13):
o aconselhável é dormir entre 9 e 11 horas.

Adolescentes (14-17):
Devem dormir em torno de 10 horas por dia.

Adultos jovens (18-25):
7-9 horas por dia. Não devem dormir menos de 6 horas ou mais do que 10 ou 11 horas.

Adultos (26-64):
O ideal é dormir entre 7 e 9 horas, embora muitos não consigam.

Idosos (65 anos ou mais):
o mais saudável é dormir 7 a 8 horas por dia.

 

Especialistas também deram dicas sobre como obter um sono saudável.

  1. Manter um horário para dormir, mesmo nos fins de semana.
  2. Ter uma rotina para dormir relaxado.
  3. Exercitar-se diariamente.
  4. Garantir condições ideais de temperatura, ruído e luz no quarto.
  5. Dormir em um colchão e travesseiros confortáveis.
  6. Ter cuidado com a ingestão de álcool e cafeína.
  7. Desligar aparelhos eletrônicos antes de dormir.

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*Fonte: bbc-brasil

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas — elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

Dormir pouco pode ferrar seu cérebro

O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

A culpa da sua tristeza são as poucas horas de sono

Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda — as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixa mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

 

 

 

 

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*Fonte: superabril

Dormir virado para o lado esquerdo é melhor para sua saúde!

Nosso tempo de sono é fundamental para nossa saúde, e um estudo de origem holandesa que foi divulgado na revista americana The Journal of Clinical Gastroenterology, mostra uma nova descoberta para a busca da saúde ideal: dormir virado para o lado esquerdo é a melhor maneira de garantir nossa saúde e bem-estar.

Ayurveda, um dos mais antigos sistemas de saúde da humanidade, desenvolvido pelos indianos, também apoia o fato de que dormir do lado esquerdo pode ser fundamental para a melhor saúde de muitas pessoas.

Colocamos abaixo 7 benefícios de dormir virado para o lado esquerdo:

1.  Melhora da função cardíaca
Quando dormimos virados para o lado esquerdo, melhoramos o funcionamento de nossos corações, porque esse é o lado que bombeia sangue do coração para o corpo.

Podemos também melhorar nossa circulação com a gravidade ajudando a aorta e a veia cava inferior (que está ligada ao lado direito da coluna vertebral) a transportarem o sangue desoxigenado para os nossos corações.

2. Faz bem para as mulheres grávidas
Apesar de não haver nada de errado em dormir do lado direito, quando as mulheres grávidas optam pelo lado esquerdo, estão se beneficiando grandemente, especialmente na reta final da gestação.

Dormir virado para o lado esquerdo ajuda na circulação sanguínea e na melhora da função do fígado.

3. Melhora a drenagem do sistema linfático
O sistema linfático, de forma resumida, é o responsável por eliminar as impurezas e toxinas de nossos corpos. Especialistas afirmam que ele drena essas impurezas direto para o ducto torácico, que se localiza no lado esquerdo do corpo.

Portanto, ao dormimos do lado esquerdo, facilitamos o processo de remoção de toxinas de nossos corpos.

4. Ajuda o fígado a não congestionar
Como nossos fígados se localizam no lado direito do corpo, dormir muitas horas desse lado pode acabar por congestioná-lo. Essa é outra das razões pelas quais dormir do lado esquerdo nos faz bem.

5. Melhora a função do baço
O baço é um integrante do sistema linfático e se localiza no lado esquerdo do corpo, e ao dormirmos do mesmo lado, melhoramos sua função. Isso acontece porque, dormindo desse lado, a gravidade aumenta o fluxo de sangue para o baço e permite que a filtração de impurezas seja mais eficiente.

6. Previne azias durante a noite
As pessoas que sofrem de refluxo gastroesofágico têm uma boa razão para dormir no lado esquerdo.

Isso porque, ao fazermos isso, nossos estômagos ficam localizados abaixo do esfíncter cardíaco (estrutura que liga o esôfago ao estômago). Dessa maneira, os conteúdos encontrados no estômago não voltam para o esôfago, impedindo os refluxos ácidos durante a noite.

7. Impulsiona o intestino a liberar de resíduos
A válvula ileocecal, é a junção dos nossos intestino grosso e delgado e se localiza em nosso lado esquerdo. Quando dormimos desse lado, melhoramos a eliminação adequada de resíduos, transferindo-os do intestino delgado para o intestino grosso.

São muitos benefícios. Vale a pena dar uma chance e tentar dormir do lado esquerdo. No começo pode não ser fácil, mas, com o tempo, nos acostumamos.

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Mulheres precisam dormir mais que os homens para manter o bom humor, diz estudo

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, concluiu que, para manter o bom humor, as mulheres precisam dormir mais do que os homens.

A pesquisa mostrou que mulheres que não dormem o suficiente amanhecem mais irritadas do que os homens que tiveram a mesma quantidade de sono.

Edward Suarez, um dos autores da pesquisa, estudou 210 homens e mulheres de meia-idade que não possuíam distúrbios do sono.

O trabalho, que foi feito em conjunto com outros pesquisadores, revelou que 40% dos participantes dormiam menos do que o necessário, adquirindo problemas como dificuldade para adormecer ou acordar durante a noite.

“O estudo sugere que o sono de má qualidade – medido pela quantidade total de sono, o grau de despertar durante a noite e quanto tempo leva para pegar no sono – pode ter consequências mais graves de saúde para as mulheres que para os homens”, disse Edward.

Os pesquisadores explicam que as mulheres que dormem pouco sofrem mais com aflições físicas e psicológicas, além de ter dificuldade para balancear os hormônios, ficando mais propensas a desenvolver problemas no coração, diabetes tipo 2 e depressão.

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

Por que às vezes damos um ‘pulo violento’ quando estamos quase dormindo?

Trata-se de um fenômeno conhecido como espasmo hípnico e pode ser acompanhado por uma alucinação visual

Todos nós já devemos ter experimentado aqueles movimentos súbitos que o corpo faz quando estamos adormecendo. A sensação é comum e, se combinada com um sonho, pode dar a sensação que você se moveu ou caiu.

Durante o sono, nossos corpos estão paralisados e ficamos indiferentes aos eventos no exterior. O controle de nossos músculos, por sua vez, não é desligado tão facilmente assim.

Uma área do cérebro, conhecida como sistema de ativação reticular, controla funções básicas, como respirar, e nos diz para ficarmos alertas ou não. Outra, o núcleo ventrolateral preóptico, localizado perto do nervo ótico, decide se estamos ou não cansados.

À medida que caímos no sono, o sistema reticular abre mão do controle, que é assumido pelo núcleo ventrolateral preóptico.

O processo é como a diminuição da luz de um quarto com um interruptor do tipo dimmer, que controla a intensidade da iluminação.

Os pulsos de energia aparecem sob a forma de espasmos, por razões que ainda não compreendemos bem.

O que é espasmo hípnico?

Por que temos a sensação de que estamos caindo quando adormecemos?

O espasmo hípnico é um espasmo ou contração involuntária dos músculos, que desperta violentamente uma pessoa. Mioclonia é um termo que se refere a contrações repentinas, curtas, incontroláveis e involuntárias de um músculo ou grupo de músculos. Por conta disso, esse fenômeno também pode ser chamado de “puxão mioclônico”.

Geralmente, ocorre em estágios mais leves do sono, muitas vezes no momento em que estamos adormecendo, já entrando no estágio REM ou começando a ingressar em um sono mais profundo.

Função evolutiva

Esse despertar brusco nos permite vigiar pela última vez nosso ambiente, dá-nos a oportunidade de garantir que é realmente seguro dormir, criando uma resposta semelhante a um sobressalto. Afinal, é possível que tenhamos adormecido sem querer em um lugar perigoso.

Função evolutiva da qual falamos é que isso nos permitia – ou pelo menos permitia aos nossos primeiros ancestrais – comprovar a estabilidade de nossa posição corporal antes de dormir, principalmente se começávamos a adormecer em uma árvore. O espasmo nos permitia comprovar nosso “ponto de apoio” antes de entrar na inconsciência.

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*Fonte: realidadesimulada

Há pessoas que nunca deveriam levantar cedo, diz pesquisa

O cronotipo reflete o horário do dia em que o indivíduo preferencialmente encontra-se mais disposto à realizar diversas tarefas. Há pessoas que, antes de o sol nascer, tomam o café da manhã, limpam a casa e organizam a sua agenda. No entanto, para a maioria das pessoas, sair da cama com os primeiros raios do sol é um sacrifício. Na verdade, algumas pessoas são exatamente o oposto: eles são muito mais eficientes e produtivos durante a noite.

Os genes determinam as enzimas de síntese, os quais, por sua vez, aceleram ou desaceleram as reações químicas no interior das células do hipotálamo. Estas reações químicas são reciclados e determinam o período do nosso “relógio interno”. Mas, lembre-se, dia e noite ajustam-se continuamente a velocidade do ciclo. Outro fator poderoso é a sociedade que dita padrões de horários de trabalho, determina quando a pessoa deve ser produtiva, mas isso é um processo biológico polar de grupos de indivíduos. Todos os empresários, industriários, banqueiros e etc deveriam ler esta pesquisa e começarem a fazer estudo do cronotipo de seus funcionários e fazer a escala de trabalho de acordo com os horários de melhor produção de cada grupo.

Você é uma cotovia ou uma coruja?

Os cientistas criaram dois grupos opostos: os cotovias, que acordam cedo e tiram o máximo proveito de manhã e os corujas da noite, que aumentam o seu desempenho ao longo do dia e têm explosões de energias exclusivas à noite. Mas agora um estudo realizado no Instituto de Pesquisa de Biologia Molecular e Biofísica da Academia de Ciências da Rússia revelou que, na realidade, há muito mais por trás desses chronotypes e que certas pessoas nunca devem cedo.

Para biólogo Arkady Putilov e seus colegas da Academia Russa de Ciências pediu 130 pessoas para não dormirem por 24 horas seguidas. Os sujeitos indicariam por meio de um questionário, como eles se sentiram após tantas horas sem dormir e como foi o desempenho de suas atividades durante a experiência.

Assim, eles descobriram que há pessoas que passam o dia todo com baixo consumo de energia, são os categorizados como “letárgicos”, enquanto outros ficam ativos apesar da privação do sono e, independentemente da hora em que eles acordaram, estes foram chamados de “enérgicos”.

Estas pesquisas indicam que para as pessoas letárgicas – com menos energia – seria desastroso para elas serem obrigadas a se levantarem cedo, mas elas podem ser muito produtivas à noite. É provável que seu problema é porque o seu ritmo circadiano não é bem sincronizado com o ciclo natural de luz e escuridão. Basicamente, a luz solar é uma espécie de relógio natural que estimula o nosso corpo a produzir melatonina, o hormônio que provoca sono e algumas pessoas são exclusivamente produzem melatonina com mais velocidade e assim ficam com sono durante o dia mesmo que tenham dormido a noite inteira.

As pessoas energéticas atingem picos de atividade ao meio-dia. A luz solar, quando mais intensa, mais se sentem energizadas. No entanto, à noite essas pessoas não seriam produtivas, seu desempenho é aumentando lentamente ao longo do dia e diminui no final da tarde. O que muitos chamam de “melancolia do entardecer” é por causa disso.

Estas diferenças são devido, entre outros fatores, ao nosso DNA. De acordo com uma pesquisa realizada no Centro Nacional de Neurologia e Psiquiatria, em Tóquio, o gene PER-3, um dos genes do nosso relógio biológico, determina a propensão a subir mais tarde ou mais cedo, assim como o nosso nível de energia durante todo do dia e/ou à noite.

Os chamado “corujas” depois de 24 horas acordados, eles ainda sentem que seu “dia doméstico” não terminou, então eles estão dispostos a trabalhar mais tempo e ir para a cama mais tarde. “Cotovias”, por outro lado, alcançam seu “dia doméstico” antes do final astronômico, mas porque eles são propensos a uma atividade mais cedo. Podem acordar, por exemplo, às 5 da manhã e sentirão bem dispostos até o final da tarde.

Geralmente o cronotipo de cada pessoa é colocado ao nível genético. Por exemplo, os cientistas descobriram um gene que faz com que a pessoa tenha o ritmo de sono perturbado. Isto já é conhecida como DSPD (Delayed Disorder Sleep Phase) que afeta cerca de 3 pessoas em cada 2000.


Mas se o seu cronotipo não se encaixa em cotovia e nem coruja?

Muitas pessoas não podem ser atribuídas aos cronotipos de “corujas” ou “cotovia”. Para eles, outro cronotipo fornecido.

Um terceiro cronotipo é chamado de “Pombas” – aqueles que facilmente reorganizam o ritmo da vida em quaisquer circunstâncias. Este grupo de pessoas ainda está em estudos.

Você deve conhecer e adaptar o seu estilo de vida para o seu cronotipo

Conhecer o seu cronotipo lhe permitirá trabalhar seguindo o seu ritmo circadiano natural, que não só afeta sua produtividade, mas também o seu humor e sua saúde. Na verdade, tem sido mostrado que quando um ritmo circadiano é incompatível com o ritmo de atividade da pessoa, ela fica mais propensa a obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer. Além disso, se a você estudar o seu cronotipo e adaptar seus horários de atividades ao seu ritmo circadiano, resultará positivamente no seu estado de espirito e sua saúde mental e emocional.

Na verdade, o ritmo circadiano é tão importante que os médicos do Hospital Paul Brousse, em Paris afirmaram que a quimioterapia deve ser aplicada em conformidade com este ciclo, pois é sabido que as células de certos tipos de linfoma tendem a dividir mais entre 9 e 22:00. Pelo contrário, as células intestinais tendem a fazê-lo às 7 da manhã e medula óssea ao meio-dia. Portanto, se a quimioterapia é aplicada no momento, seria mais eficaz e menos tóxico.

*Publicado originalmente por Julia Ruzmanova – Tradução e livre adaptação de Portal Raízes

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*Fonte: portalraizes

Você já acordou com a sensação de que não conseguia se mexer na cama?

Após um dia cheio, nada como uma boa noite de sono para recuperar as energias. Essa é daquelas frases tão óbvias que poderiam até ser aposentadas. Todos sabemos que precisamos repousar diariamente. Mas, para algumas pessoas, a hora de dormir pode ser o início de uma experiência intensa.

Sabe quando você tem um sonho tão real que, ao despertar, fica em dúvida se ele de fato não aconteceu? Ou quando você está sonhando e tem a consciência de que é um sonho e que pode acordar a qualquer momento? Imagine acordar no meio desse sonho e não conseguir comandar seu corpo. Você tenta levantar da cama e não consegue, tenta gritar e as palavras não saem. Ao mesmo tempo em que enxerga onde está e o que acontece ao redor, suas funções motoras não lhe pertencem mais. E a sensação é de que a respiração fica mais difícil, devido a uma força inexplicável que pressiona seu peito.

Poderia ser uma ficção escrita por Stephen King ou a sinopse do mais novo filme de M. Night Shyamalan. Porém, trata-se de algo real vivido rotineiramente por um grande número de pessoas. É bem provável que você ou alguém próximo já tenha passado por algo assim.

 

Com Juliana*, 22 anos, aconteceu pela primeira vez na pré-adolescência: “Lembro muito por conta da televisão. Eu via TV para dormir e durante a experiência lembro de ter visto o que estava passando na tela”.

Ela poderia seguir a vida imaginando que tudo não passara de um sonho aflitivo. Isso se o episódio não tivesse sido reprisado há cerca de 2 anos. A partir daí, tornou-se recorrente. Durante alguns meses, chegou a acontecer quase que diariamente: “Eu deito para dormir, durmo, daí tenho isso. Do nada. Pode ser no meio da noite ou logo no começo. Varia pra caramba. Você não abre o olho. E você sabe que está de olhos fechados. Você faz muita força para abrir, seu olho não abre de jeito nenhum, mas você consegue enxergar. Isso que é estranho. Eu fico vendo o que está acontecendo de verdade, só que eu sinto como se tivesse algo ou alguém me prendendo.”

Conversando sobre o tema com outras pessoas, Juliana descobriu que não estava sozinha: “Comentei isso com uma amiga da faculdade e ela falou que já teve. Uma outra amiga contou para ela que também já teve. Mesmo minha mãe já teve isso quando era mais nova. Antes eu achava bem surreal, depois eu vi que outras pessoas têm. Mas não é algo tão comum assim. Muita gente não consegue nem entender.”

Por motivos pessoais, nossa entrevistada Juliana foi pelo caminho da espiritualidade para conseguir lidar melhor com a situação, que vinha se repetindo diariamente de forma angustiante: “Eu fiz um tratamento espírita. Veio uma pessoa que fez como se fosse uma limpeza na casa. E dai eu parei de ter”. Apesar de não se assustar mais com isso como antes, ela tem receio de que volte a acontecer. Principalmente por ser algo cansativo, que interfere no seu momento de repouso.

O fenômeno não é recente e nem são de hoje as tentativas de explicá-lo. Por exemplo, o folclore brasileiro conta a lenda da Pisadeira. É uma mulher que surge do seu esconderijo para pisar sobre o peito da pessoa adormecida, que por sua vez permanece em estado letárgico enquanto mantém a consciência de tudo que acontece. A mitologia japonesa dá a esses mesmos sintomas o nome de kanashibari, que seria obra da magia de um dos deuses budistas. Como aponta esse artigo, a experiência de acordar no meio de um sonho em conseguir se movimentar é narrada ainda por outras culturas em diferentes momentos históricos.

No contexto filosófico, alguns entendem se tratar de uma catalepsia projetiva, que seria o estágio preliminar de uma projeção astral . Segundo Wagner Borges, fundador do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas, projeção astral é “a capacidade da consciência de se projetar temporariamente para fora de seu corpo fisico”. De acordo com ele, “enquanto o corpo físico descansa, o corpo espiritual desprende-se e flutua por cima da parte física”. Esses acontecimentos durante o sono seriam naturais para todo ser humano em todas as noites. A peculiaridade trazida pela catalepsia projetiva é a pessoa despertar no meio desse processo de transição energética e se lembrar dos acontecimentos ao acordar de volta no corpo.

Outro grande estudioso do tema aqui no Brasil é Saulo Calderon, que vem vivenciando a projeção astral desde pequeno e, na adolescência, passou por diversos episódios de catalepsia projetiva. Sofreu muito até que aprendeu a usar melhor esse fenômeno para o bem. Após aprofundar seus estudos sobre experiências extracorpóreas, ele fundou o grupo de pesquisas Viagem Astral. Saulo costuma publicar vídeos em seu canal no YouTube, onde responde dúvidas de pessoas que buscam explicações espirituais para o fenômeno, além de falar também sobre outros universos que envolvem o mundo espiritual.

Segundo Saulo Calderon, todas as noites quando dormimos, nosso corpo descansa enquanto nosso espírito se solta, ficando preso somente pelo “cordão de prata” – algo como um fio energético que sai do topo da nossa cabeça e nos liga ao corpo (segundo essa linha de estudo, quando morremos, esse cordão de rompe, e assim deixamos de habitar o nosso corpo físico). A catalepsia projetiva seria a paralisia de seus veículos de manifestação, dentro da faixa de atividade do cordão de prata. Ou seja – seu espírito já estaria num outro plano, por isso a impossibilidade de mover o corpo.

Algumas pessoas conseguem chegar nesse estado naturalmente, enquanto outras treinam e usam técnicas para conseguir se manter lúcidas durante esse processo no qual o espírito trocaria de dimensão. Saulo Calderon afirma em seus vídeos, cursos e livros que com treinamento (muitas vezes fazendo técnicas energéticas diárias para manter um estado de energia mais sutil), qualquer pode dominar essa habilidade de se manter lúcido fora do corpo.

Saulo relata que não somente visita outros planos espirituais enquanto seu corpo dorme, como também faz trabalho de amparo com espíritos necessitados que encontra pelo caminho durante as viagens astrais. Segundo ele, a grande maioria das pessoas permanece como “zumbis” ao se desligarem do corpo, mas com treinamento e dedicação, seria possível se manter lúcido enquanto o corpo descansa. O benefício seria poder comprovar com seus próprios olhos a existência de vida após a morte, e poder evoluir mais ao invés de passar tantas horas “apagado” durante a noite. Esse ponto de vista ainda é enxergado como tabu em diversas linhas espirituais – mesmo no espiritismo – mas cada dia mais pessoas tem relatado ter vivido esse tipo de experiência extra-corpórea.

 

Mas as explicações não se resumem às abordagens espiritualistas. A ciência já até deu um diagnóstico para essa condição. Paralisia do sono é seu nome de batismo acadêmico. Em 2011, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, revisaram 35 estudos sobre o tema realizados nos 50 anos anteriores. E a conclusão a que chegaram foi que aproximadamente 8% da população em geral experimenta pelo menos um episódio de paralisia do sono durante a vida. Entre estudantes as incidências chegam a 28% do total. Já entre pacientes psiquiátricos, o índice atinge quase 32%. Vamos combinar que não é pouca gente. Agora, como funciona?

Segundo à ciência, do ronco à insônia, existem diversos distúrbios que podem nos afetar enquanto dormimos. Em uma noite normal, nosso sistema fisiológico se alterna ciclicamente entre dois estados distintos. O primeiro é o sono mais lento (ou sono não REM), que ocupa até 75% do tempo dormido e vai desde um estado de leve sonolência até o sono profundo. É um estágio que costuma ser associado à conservação e recuperação de nossa energia física.

Já o segundo momento é o sono REM (do inglês Rapid Eye Movement), que se caracteriza por uma atividade cerebral maior, semelhante à das horas em que estamos acordados. Durante o sono REM, nosso organismo passa por uma manutenção geral, consolidando a memória, regulando a temperatura corporal, entre outras funções. Essa fase se caracteriza pela ocorrência de movimentos oculares e também por ser o período em que os sonhos tomam forma.

A paralisia do sono atinge diretamente o sono REM. Ela acontece quando os sentidos despertam desse estado profundo e o corpo permanece paralisado. A pessoa até enxerga onde está, mas é incapaz de se mover ou mesmo de falar. E esse estado muitas vezes vem acompanhado por alucinações oníricas, onde objetos e criaturas podem aparecer junto aos elementos do ambiente ao redor e interagir com a pessoa paralisada. É literalmente sonhar de olhos abertos e não conseguir acordar. Ou seria ter pesadelos?

A ciência, no entanto, ainda não conseguiu encontrar uma explicação definitiva para um fenômeno similar, chamado de EQM (Experiência Quase Morte). Graças à avanços na ciência, muitas vezes os médicos conseguem “ressucitar” pacientes. Ou seja – o coração da pessoa pode ter parado de bater por alguns instantes, mas os médicos conseguiram fazê-lo voltar. Dentre pessoas que viveram esse tipo de experiência, algo em torno de 6% e 23% relataram experiências que a ciência não conseguiu explicar.

Segundo matéria na revista Superinteressante, “Muitos dos que estiveram na fronteira da morte relatam experiências místicas: túneis que terminam em luzes celestiais, encontros com seres igualmente luminosos, memórias de uma consciência descolada do corpo físico, uma sensação indescritível de paz. Essas lembranças não raro incluem descrições detalhadas de fatos ocorridos entre a “morte” e a “ressurreição”. Coisas que, diz a lógica dos vivos, não poderiam ser recordadas por pessoas com atividade cerebral nula.”

O médico americano Raymon Moody Jr., foi pioneiro no estudo do tema das EQMs. Em 1975, ele publicou um livro chamado “A vida depois da vida”, com 150 relatos de pessoas que afirmavam terem estado “do outro lado” por alguns instantes. Depois dele, vários outros pesquisadores também investigaram o tema mais a fundo. Os relatos geralmente são muito mais complexos do que apenas sonhos ou alucinações causadas por remédios.

Segundo ainda a SuperInteressante “Um homem em coma atendido pela equipe do holandês Pim van Lommel teve a dentadura removida. Uma semana depois, reconheceu a enfermeira que lhe desdentou e disse que a dentadura estava num carrinho de instrumentos cirúrgicos – nem a mulher lembrava disso. Muitos pacientes dizem ter se encontrado com um parente que ninguém sabia que havia morrido. Nem o próprio paciente. Outras pessoas contam coisas que se passavam na sala do hospital [enquanto elas estavam mortas]”.

O médico cardiologista holandês Pim van Lommel, após estudar de perto 344 sobreviventes de paradas cardíacas, criou uma teoria sobre o assunto. Segundo ele: “A consciência não pode estar localizada num espaço em particular. Ela é eterna. A morte, como o nascimento, é mera passagem de um estado de consciência para outro. Ficou provado que, durante a EQM, houve aumento do grau de consciência. Isso significa que a consciência não reside no cérebro, não está limitada a ele.”

Todas essas questões complexas e polêmicas apontam para uma certeza: ainda há muito para pesquisar e descobrir sobre a complexidade do ser humano. Enquanto cada indivíduo sabe em qual território do conhecimento encontra mais conforto para suas dúvidas, deve ter uma porção de gente por aí confusa, achando que tudo não passa de sonho.

As explicações existem, com vertentes que podem atender a diferentes perfis. A gente aqui no Hypeness está menos interessado em dar respostas definitivas do que em compartilhar curiosidades humanas. Porque a curiosidade anda lado a lado com a criatividade e a inovação.

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*Fonte: hypeness

Entenda por que algumas pessoas falam e brigam enquanto estão dormindo

Se você divide a cama ou o quarto com alguém e já acordou assustado ao ouvir a outra pessoa falando, resmungando ou até mesmo gritando e brigando, sem despertar como em um pesadelo comum, saiba que ela pode sofrer de uma condição chamada sonilóquio.

Por que falamos durante o sono?

Sonilóquio é uma parassonia, ou seja, um dos distúrbios do sono, caracterizada pela fala e elaboração de diálogos inconscientes durante o sono.

Entenda por que algumas pessoas falam e brigam enquanto estão dormindo

Os cientistas ainda não sabem exatamente porque o fenômeno acontece, mas garantem que, de modo geral, é inofensivo e não compromete a saúde física ou psicológica do indivíduo.

A condição é mais comum durante a infância e tende a desaparecer na puberdade. Apenas cerca de 5% dos adultos continuam falando no sono ao longo da vida, dependendo das mudanças psicológicas e fisiológicas da pessoa.

Alguns fatores podem contribuir para o sonilóquio na vida adulta, como: estresse, depressão, privação do sono, consumo excessivo de álcool e efeitos colaterais de alguns remédios. Acredita-se ainda que o distúrbio pode ser hereditário.

Não existe um tratamento específico para solucionar o problema, mas a simples redução do estresse, manutenção de uma boa rotina de sono, redução no consumo de bebidas e comidas estimulantes ou meditação podem ajudar a evitar os discursos enquanto você dorme.

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*Fonte: pensadoranonimo

Truques de atletas para dormir bem

Muitos atletas famosos devem muito a seus técnicos. Não apenas pelos treinos e pela parte física, mas pelo sono. Um especialista neste campo é Nick Littlehales, que trabalhou com as melhores equipes da Premier League, com o mito Cristiano Ronaldo, com muitos jogadores da NBA e com alguns tenistas famosos.

Hoje, trazemos 6 aspectos muito importantes que estão no livro Littlehales ’Sleep’. Apesar de que cada um de nós tem um tipo de relógio biológico, vale a pena dar uma olhada.

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*Fonte: incrivelclub

Dormir após o almoço faz bem à saúde

Principalmente na Espanha há uma prática comum para muitas pessoas após o almoço: a chamada sesta, que consiste em um cochilo. Na capital, Madri, é corriqueiro encontrar numerosas lojas fechadas no início da tarde em lugares movimentados, teoricamente em um momento de grande proveito comercial para os empresários. Mesmo assim, alguns lojistas preferem fechar seus estabelecimentos por um motivo muito simples: dormir.

O que parece estranho aos nossos olhos é uma prática saudável e que deveria ser seguida por todas as pessoas. Dormir após o almoço não é sinônimo de preguiça ou falta do que fazer, mas sim uma recomendação médica capaz de melhorar o desempenho nas atividades durante os períodos vespertino e noturno e, consequentemente, trazer mais saúde.

O especialista em sono Maurício Bagnato explica que a sesta não é um capricho, mas sim uma necessidade fisiológica. “O cochilo depois do almoço é muito bom para o corpo porque a temperatura abaixa após o sono. Ele precisa ter duração máxima de meia hora e dá uma boa restaurada. Isso faz parte do ser humano. O corpo pede esse descanso”, afirma o especialista.

Algumas empresas já oferecem salas de descanso para que os funcionários possam tirar um cochilo após o almoço. Contudo, essa prática ainda é rara no meio empresarial brasileiro. No setor comercial, há o mesmo problema. Vendedores e balconistas precisariam descansar após a refeição para desempenhar melhor seus papéis, mas isso não acontece nem com os patrões, que, diferentemente de muitos colegas espanhóis, não tiram um momento para adaptar o corpo ao dia corrido e estressante.

Estudos mostram que os profissionais que têm um período de descanso depois do almoço, mesmo que não seja um sono profundo, possuem maior propensão a apresentar produtividade superior do que os demais companheiros que não investem tempo no descanso durante o expediente.

O otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali, compartilha dessa opinião e acrescenta que o cochilo após o almoço faz parte do ciclo normal de sonolência do ser humano. Contudo, os homens, ao longo da história, passaram a dar cada vez menos importância a essa relevante característica fisiológica. “É algo muito positivo pelo ciclo de vigília e sono das pessoas. Após o almoço, a gente tem um pico de sonolência, e uma soneca de meia hora é reparadora”, diz.

Deve-se prestar atenção, contudo, no exagero de sono no período vespertino. Em casos de indivíduos com tendência muito forte a sentir sonolência no trabalho ou em alunos, após a aula matutina, a principal causa é a ausência de sono suficiente durante a noite. Dormir mais de meia hora à tarde é um sintoma de que algo não vai bem no sono noturno.

 

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*Fonte: minhavida

19 Coisas para fazer antes de dormir (para elevar a sua vibração!)

Você sabia que a hora de dormir é uma oportunidade incrível para elevar a sua vibração e preparar-se para manifestações mais positivas? Enquanto dormimos, desconectamos nossa consciência do mundo físico, e em vez disso nos conectamos mais profundamente com o nosso eu superior. Esta ligação nos ajuda a criar com maior facilidade.

Além de nos ajudar a resolver os nossos problemas e criar deliberadamente, o sono faz-nos sentirmos bem, aumenta a nossa imunidade, e nos ajuda a curar-nos de ferimentos e doenças. Assim, sempre que possível, é uma boa ideia tirar proveito do sono.

Aqui estão 19 coisas que você pode fazer na hora de dormir para elevar sua vibração e tornar-se um criador melhor. Aprecie!

1.Dar abraços nas pessoas que você ama antes de dormir, se vive com elas.

2.Depois de um dia difícil, tomar um banho antes de dormir para lavar o estresse e elevar a sua vibração.

3.Colocar um pouco de água em sua mesa de cabeceira. Às vezes, à noite, ficamos com sede, sempre nos sentimos melhores quando estamos hidratados.

4.Aconchegar-se na cama e apreciar o quão confortável ela é.

5.Passar alguns momentos apreciando o que correu bem durante o dia.

6.Fazer uma pergunta ao universo antes de dormir. Ficamos com muita clareza no estado de sonho. Você poderia perguntar algo como “O que devo fazer sobre esse problema no trabalho?” Ou “Que tipo de presente dou a minha melhor amiga em seu aniversário?”

7.Definir a sua intenção de aproveitar o dia seguinte.

8.Criar uma atmosfera tranquila no seu quarto. Lugares pacíficos inspiram sentimentos pacíficos.

9.Se você gosta de assistir televisão antes de dormir, esteja consciente da programação que seleciona. Quando dormimos, muitas vezes lembramos dos nossos últimos pensamentos no dia, por isso não se esqueça de selecionar uma programação leve e que faz você se sentir bem.

10.Feche as cortinas. É difícil ignorar a luz do dia quando ela está brilhando em seu rosto!

11.Se você tiver condições, invista em uma cama de qualidade. É mais fácil desfrutar de seu sono quando você está confortável!

12.Selecione um alarme suave para a manhã.

13.Opte por perdoar e esquecer antes de ir para a cama. Por que manchar seu amanhã sobre algo que aconteceu hoje?

14.Invista em uma máscara de olhos e tampões, se você tem sono leve ou se o seu parceiro ronca.

15.Experimente uma meditação de sono, especialmente se tiver um impulso!

16.Evite mídia social antes de deitar. Há muitas coisas em seu feed de notícias, algumas podem ter o potencial de te perturbar quando você estiver tentando relaxar.

17.Opte por rever sua lista de afazeres na parte da manhã. Você não pode fazer o trabalho de amanhã, hoje.

18.Opte por ir dormir em um horário razoável (em sua opinião, é claro!).

19.Se você é um sonhador lúcido, defina a sua intenção de ter um sonho lúcido. O sonho lúcido é incrível, e pode colocá-lo nas nuvens!

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*Fonte: osegredo

7 Graves efeitos de não dormir o suficiente

A falta de sono pode fazer com que aumentem os níveis de hormônios que regulam o apetite e com que seja mais difícil obter uma sensação de saciedade, o que pode causar o ganho de peso.

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Sabemos que, quando não dormimos bem, nos sentimos cansados, lentos e com dificuldade de concentração no dia seguinte. Além disso, também costumamos observar uma queda significativa na nossa produtividade. Entretanto, não dormir o suficiente pode causar vários outros efeitos em nosso organismo, que podem prejudicar seriamente a nossa saúde.

Uma noite mal dormida não vai causar grandes mudanças, mas estudos mostram que sete dias seguidos dormindo pouco (cerca de 6 horas ou menos de sono) já podem desencadear mudanças genéticas que aumentam o risco de desenvolvimento de algumas doenças.

A seguir, vamos falar sobre 7 dos principais efeitos graves que podem ser causados pela falta de sono. Para evitá-los, tente dormir entre 7 e 9 horas por noite, e se não conseguir dormir bem em um dia, compense no dia seguinte sempre que possível,  ou então nos finais de semana.

 

>> Os perigos de não dormir o suficiente

 

1. Aumento do risco de sofrer um derrame

O risco de derrame está associado a fatores genéticos e à obesidade, mas também pode ser influenciado pela falta de sono. Um estudo recente mostrou que pessoas que dormem menos de 6 horas por noite regularmente possuem um risco 4 vezes maior de sofrer com os sintomas de um derrame. Isso provavelmente ocorre, pois dormir pouco pode aumentar a pressão sanguínea e contribuir para a obesidade, dois fatores de risco para o derrame.

 

2. Aumento do risco de diabetes

A falta de sono pode ser um dos fatores determinantes para o risco de desenvolver o diabetes do tipo II. Isso ocorre, pois esta condição aumenta a resistência à insulina, fazendo com que o organismo não consiga usá-la de forma adequada. Além disso, quando estamos cansados e com sono, temos uma tendência a comer mais, principalmente alimentos ricos em açúcar que podem aumentar seu nível no sangue.

 

3. Aumenta o risco de doenças cardíacas

O sono possui um papel crucial na habilidade do organismo de reparar e curar as artérias e o coração. Com isso, as noites mal dormidas aumentam o risco de desenvolvermos doenças cardiovasculares crônicas, já que podem ser produzidos mais hormônios e substâncias químicas que levam ao incremento da pressão arterial.

Um estudo observou inclusive que, no caso de pessoas que sofrem com a hipertensão, uma noite sem dormir o suficiente pode causar um aumento relevante na pressão durante todo o dia seguinte.

 

4. Pode levar à obesidade

Foram encontradas evidências de que a falta de sono pode causar alterações hormonais que influenciam nossas escolhas alimentares, podendo nos direcionar no caminho do sobrepeso e da obesidade. Dormir 6 horas ou menos por noite aumenta a produção do hormônio grelina, que é responsável pela nossa sensação de fome, e diminui a produção de leptina, o hormônio da saciedade. Com mais fome e nos sentindo menos satisfeitos, temos uma tendência muito maior a comer mais e ganhar peso com o tempo.

 

5. Reduz os níveis de imunidade

Quando estamos dormindo, o sistema imunológico produz anticorpos que protegem nosso organismo e lutam contra infecções, vírus e bactérias. Dessa forma, se dormimos mal, não daremos ao corpo a chance de se fortalecer, e ficaremos mais suscetíveis a sofrer com este tipo de problema. Também teremos menos energia para nos recuperarmos quando efetivamente contrairmos alguma doença.

 

6. Aumenta o risco de câncer

Alguns estudos vêm investigando a relação entre o câncer e o sono. Foram encontradas evidências de que não dormir o suficiente pode aumentar o risco de alguns tipos desta terrível doença, como o câncer colorretal, já que os pólipos costumam aparecer com mais frequência em pessoas que dormem menos de 6 horas por noite regularmente.

Também foram encontradas possíveis associações da falta de sono com o risco de desenvolvimento do câncer de mama.

 

7. Reduz a longevidade

Pode até parecer um pouco radical, mas um estudo relacionando a mortalidade e as horas de sono dormidas por noite identificou que, em média, pessoas que dormem pouco (menos de 6 horas por dia) costumam morrer antes do que quem dorme cerca de 7 horas por noite, independentemente de qual for a causa. Este último efeito devastador provavelmente está muito relacionado com o fato de que a falta de sono aumenta o risco de diversas doenças, e pode causar todos os efeitos terríveis que listamos anteriormente.

Por isso, a partir de hoje, dedique um esforço extra para dormir bem durante a noite, já que estas horas extras de sono podem ser fundamentais para a saúde e o bem estar físico e mental.

 

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*Fonte: osegredo

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Por que falamos dormindo?

Estudos dizem que, em algum momento de nossa vida, todos nós pronunciamos pelo menos uma palavra enquanto dormimos. A verdade é que é muito curioso tudo o que somos capazes de fazer enquanto estamos assumindo esse estado onírico: nosso cérebro continua incrivelmente ativo, organizamos informações, selecionamos e apagamos dados, sonhamos e, inclusive, é possível que até você mesmo, além de falar dormindo, também seja sonâmbulo.

Sigmund Freud foi, sem dúvidas, um dos pioneiros em abordar esses mares do inconsciente, no poder do onírico e de tudo aquilo que se esconde por trás das nossas pálpebras descansadas.

Hoje, não queremos procurar o significado dos sonhos, nem entender que misteriosas tarefas o nosso cérebro realiza enquanto dormimos. Neste momento, buscamos uma resposta para algo muito simples e, ao mesmo tempo, inquietante… Por que algumas pessoas falam dormindo?

 

A Soniloquia

Um nome complexo para um comportamento complexo. A soniloquia é um tipo de parassonia, ou seja, um tipo de transtorno de comportamento que acontece enquanto estamos dormindo. Mas não se alarme por conta da palavra “transtorno”. Não é nada grave nem perigoso, e nem tem consequências psicológicas.

É um fenômeno que acontece enquanto estamos na fase REM (movimento ocular rápido), também chamado de sono paradoxal, o mágico instante em que as portas dos sonhos são abertas.

É neste momento que nossos neurônios trabalham de um modo muito intenso, quase no mesmo nível de quando estamos acordados. A fantasia acelera nossas funções, sonhamos que corremos, que voamos, que fazemos carinho… e que falamos.

Se pronunciamos palavras enquanto estamos dormindo, é precisamente porque nesta fase do estado REM, rompe-se, momentaneamente, o equilíbrio do sono. Ou seja, o normal é que nossos músculos, boca e cordas vocais estejam inativas, mas durante um brevíssimo instante, rompe-se o controle e as palavras pronunciadas nos sonhos acabam sendo ditas em voz alta. Uma súbita desconexão do onírico, onde o sistema motor volta a estar ativo.

Mas ainda tem mais. Ainda pode existir uma segunda opção, mediante a qual podemos deixar parte do nosso  discurso escapar enquanto estamos dormindo. Há outro tipo de sono chamado “transitório”, fora do estado REM, um estado no qual estamos semiacordados. É aí, então, quando ativam-se rapidamente alguns estados de vigília que nos permitem, novamente, falar em voz alta.

Os dados nos dizem que pelo menos 50% da população fala dormindo, mas, de fato, quase todos nós fazemos isso em determinados momentos de nossas vidas: quando estamos atravessando períodos de ansiedade e estresse, instantes nos quais a pressão de nossa vida cotidiana reflete-se também em nossos sonhos, acelerando ainda mais a tensão de nossos neurônios, provocando efeitos como este. Falamos, acordamos de repente, rangemos os dentes e podemos até mesmo ter episódios de sonambulismo.

Mas o que dizemos nestes momentos? Será que faz sentido? A verdade é que não, não passam de palavras isoladas que emergem em voz alta em meio a um discurso onírico; expressões que, talvez, sejam emocionalmente significativas para nós naquele instante, mas que são totalmente incompreensíveis para a pessoa que nos está vendo.

Assim, cuidado com as súbitas palavras que podemos vir a dizer enquanto dormimos…

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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Mulheres precisam dormir mais porque seus cérebros são mais complexos, diz estudo

Para tudo! O sono da beleza finalmente ganhou uma explicação científica, minha gente! Na verdade, está mais para sono da inteligência do que da beleza, mas é sempre uma desculpinha cientificamente comprovada para dormir um pouco a mais.

A novidade surgiu após uma pesquisa realizada pelos cientistas do Instituto Max Planck de Munique, Alemanha. Eles analisaram o padrão de sono de 160 adultos para considerar como isso afetaria sua capacidade intelectual. Ao final do estudo, os pesquisadores perceberam que as mulheres tinham maior atividade cerebral quando entravam em uma fase de sono sem sonhos. E, segundo eles, essa é a mesma atividade que está relacionada a um aumento nos níveis de inteligência para as mulheres.

Nos homens, o resultado foi bem diferente. O estudo indica que eles se beneficiariam mais de cochilos, enquanto a mulherada precisa mesmo de uma boa noite de sono. A pesquisa se soma a outra publicada recentemente, que indica que as mulheres precisam de mais horas de sono porque seus cérebros funcionam de maneira mais complexa. Como tendem a ser multitarefas, elas exigem mais da capacidade do cérebro do que os homens, o que faz com que uma boa noite de sono não seja apenas merecida, mas necessária.

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*Fonte: hypeness

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A sublime arte de dormir de conchinha!

Freud, conspiro, nunca dormiu de conchinha. Ele imaginava que o gozo, o deleite e a satisfação plena eram apenas impossibilidades. Nem desconfiava que a conchinha, que a verdadeira conchinha dos amantes, seria a realização de toda sua idealização. Lacan, confabulo, também nunca dormiu de conchinha. Ele dizia que a relação sexual perfeita não existia. Jamais concebeu a ideia de que a conchinha, que a autêntica conchinha dos apaixonados, fosse muito mais envolvente, íntima e profunda que o sexo propriamente dito. Tampouco Platão, o grande filósofo, que provou que tudo deveria principiar pelo amor, mas que ele, o Amor, apenas subsistia em um mundo distante, o das Ideias, foi capaz de refletir sobre a metafísica da conchinha. Se tivesse pensado, filosofado ou apenas adormecido carinhosamente nessa posição, teria certamente criado outras filosofias em seu famoso “Banquete”.

Eu nunca conseguia realmente dormir com alguém. Nunca. Conchinha, então, nem pensar! Já nos dois primeiros minutos meu braço se anestesiava e eu achava que teria que amputá-lo em questão de segundos, perdia a respiração, já que meu nariz avantajado ficava inteiramente inserido naquela vasta cabeleira e, por fim, em um ataque de pânico, sentia meu pé gangrenar e uma dor incrível de barriga. Assim sendo, era necessário desfazer logo aquela posição e fugir desesperadamente dali.

Mesmo depois da mais perfeita cumplicidade entre os corpos, da mais profunda troca de carinhos, carícias, licores e canções, minha mente não se aquietava. No mutismo e nas invenções monstruosas da noite, aquela outra pessoa ao meu lado muito me incomodava. Aquele ser estranho, diferente, enigmático me importunava durante as muitas horas que nos separavam do constrangedor amanhecer. Será que faltava amor? Sinceridade? Intimidade? Empenho? Eu me sentia como o neurologista de Milan Kundera, em seu maravilhoso “A Insustentável Leveza do Ser”, viril nas travessuras, impotente na intimidade velada da noite. E a vida seguia assim, fugidia… escapando sorrateiramente do dormir, do acalentar… da utopia aconchegante do encontro.

Mas como são belos os dias em que nos esquecemos de nós mesmos. De nossos monstros, medos, invenções e loucuras. Como são formidáveis, e raras, as noites em que nos libertamos, totalmente blasés, leves, livres e descuidados, das nossas oníricas Quimeras. Num desses poéticos momentos adormeci acompanhado. E de conchinha. Sonhei, e senti deveras, a verdadeira leveza do ser: “Com as outras mulheres ele nunca dormia. (…) Portanto, qual não foi sua surpresa quando acordou com Tereza segurando firmemente sua mão! Olhou-a e custou a compreender o que estava acontecendo. Evocou as horas que tinham se passado e acreditou respirar o perfume de uma felicidade desconhecida. (…) Deitar com uma mulher e dormir com ela, eis duas paixões não somente diferentes, mas quase contraditórias. O amor não se manifesta pelo desejo de fazer amor (esse desejo se aplica a uma série incansável de mulheres), mas pelo o desejo do sono compartilhado (desejo que só se sente por uma única mulher)”. Acordei surpreso, contente, realizado, e com meu corpo intacto, sem gangrenas e suplícios. Converti-me e aceitei o sublime. Virei um pregador da divina conchinha.

*Jacques Fux, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2013 com o livro ‘Antiterapias’. Autor do badalado livro ‘Brochadas: Confissões Sexuais de um Jovem Escritor’, publicado pela Editora Rocco.

*Fonte/Texto: revistabula

dormir de conchinha

 

A incrível Técnica “4-7-8″ que faz dormir em um minuto

Já lhe aconteceu alguma vez de deitar-se na cama para dormir e simplemente não conseguir ? É horrível, certo?
Isso já me aconteceu muitas vezes sabendo que no dia seguinte teria que despertar muito cedo para ir trabalhar. A pessoa começa a dar voltas na cama, com calor ou frio, enrolando-se nos lençóis e em vez de ficar cansada fica ainda mais desperta.

Então como facilmente adormecer? Vou-lhe mostrar uma técnica que o vai pôr a dormir em menos de 1 minuto. É garantido, eu já experimentei e passo agora esta informação para você.
Chama-se Técnica do 4-7-8 e foi descoberta pelo Dr. Andrew Weil, doutorado pela Harvard Medical School, EUA (veja o seu video demonstrativo mais em baixo). Esta técnica vai garantir-lhe um sono profundo e relaxado.

Como funciona esta técnica?

Trata-se de uma técnica completamente natural, que o vai fazer adormecer em pouco tempo, e com uma sólida base científica que a apoia.
Quando estiver com problemas em adormecer lembre-se destes números 4-7-8, pois são estes que vão determinar a partir de agora a sua respiração quando quiser dormir tranquilo.

Passos:

1 – Expire pela sua boca completamente deixando todo o ar sair com um som tipo “oooosh”.
2 – Feche a boca e inspire silenciosamente pelo nariz contando até ao número 4.
3 – Pare a sua respiração, mantenha o ar nos pulmões e conte mentalmente até ao número 7.
4 – Expire completamente pela boca com um som “oooosh” contando até ao número 8.
5 – Esta foi a primeira respiração. Agora faça de novo até perfazer um total de quatro respirações.

Saliento que você deve sempre respirar silenciosamente pelo nariz expirando depois pela boca fazendo o som “oooosh”. (veja o video demonstrativo em baixo – salte até ao minuto 1:41).

Há quem não consiga aguentar as quatro respirações pois só com a primeira fica com vontade de dormir. O estado de sonolência vai deixá-lo bem. O Dr. Weil recomenda também que durante todo o exercício mantenha a ponta da sua língua tocando a parte superior da boca (também chamado o céu da boca).

Por que motivo esta técnica funciona?

O stress, a ansiedade, os nervos ou até algumas substâncias como a cafeína, alteram o nosso organismo de tal maneira que fazem com que respiremos de forma errada. Nestas situações temos tendência a respirar de forma menos profunda do que seria desejável e os nossos níveis de gases (oxigênio, dióxido de carbono) concentram-se no nosso sangue com proporções inadequadas.
Com a técnica 4-7-8 o que estamos fazendo, basicamente, é controlar a nossa respiração para devolver a concentração de gases no sangue a níveis normais, para baixar o nosso ritmo cardíaco e para entrar num estado de relaxamento.
Estas técnicas de controle da respiração já eram praticadas durante muitos séculos em algumas culturas orientais, mas graças à explicação simples do Dr. Weil resultam muito mais fáceis de se colocar em prática.

*Fonte: Contioutra