Premiado Gin sul-africano é feito a partir do estrume de elefantes

São famosas as variedades de café reconhecidas como as melhores do mundo e feitas a partir de cerejas de café comidas, digeridas e excretadas por pássaros e outros animais – sim, feitas a partir do café presente no cocô de um animal. Pois um Gim sul-africano também celebrado como uma das melhores receitas da bebida no mundo também vem dos dejetos de um animal: mas não de um simpático e pequeno pássaro, mas sim do estrume de um imenso elefante – o rótulo de gin Indlovu é feito com plantas cultivadas a partir do cocô do elefante.

 O Indlovu é uma criação do casal de biólogos britânicos Paula e Les Ansley, professores que se mudaram do Reino Unido para a África do Sul, e o projeto nasceu como um meio de contribuir com a reutilização de material a fim de contribuir para os esforços de conservação ambiental. Ao visitarem uma reserva no país, e aprenderem a respeito de como os elefantes são especialmente criteriosos sobre sua alimentação – e como mais da metade dos vegetais que ingerem permanece sem ser digerido, intacto em seus dejetos.

Assim nasceu a destilaria Indlovu, a partir da ideia de que os elefantes iriam naturalmente selecionar os melhores ingredientes – a serem utilizados para o desenvolvimento de um gin premium, a partir de “botânicos selecionados por elefantes”, hoje reconhecido. Cada garrafa mostra as coordenadas em GPS que o estrume de elefante foi coletado, assim como a data, mostrando como cada seleção é única.

“Dependendo do local onde os botânicos foram coletados, o sabor do gin irá se alterar levemente”, afirma Les. Curiosamente o estrume do elefante também já foi utilizado para fabricar papel.

A primeira leva foi produzida em novembro de 2019, e já chegou aos mercados do mundo todo. O sabor é recebido com intensidade pelo público, por conta do “sabor terroso e de erva”, comentou Les. “Nós sabíamos que se íamos fazer um gin a partir do estrume do elefante, tínhamos que fazer um bom gin”, concluiu. Para além da origem singular do ingrediente, e do reconhecimento crescente da bebida como qualidade premium, o propósito por trás da iniciativa é também ecologicamente importante: 15% dos lucros da destilaria é doado para a Fundação África pela conservação dos elefantes.

*Por Vitor Paiva

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*Fonte: hypeness

Caipirinha foi inventada no Brasil durante epidemia de Gripe Espanhola

Em 1918, a pandemia da Gripe Espanhola levava pânico ao mundo. No Brasil, em meio à demora das autoridades para reagir ao surto e tomar providências, algumas pessoas passaram a oferecer suas próprias receitas caseiras contra a doença.

Como lembrado em tempos de Coronavírus, uma dessas receitas ficou bem popular e incluía limão, mel, alho e um pouco de álcool. Reconheceu algo aí? Isso acabou servindo de base para a criação da caipirinha, que viria a se tornar o drink mais popular do Brasil.

Pelo menos é o que uma das inúmeras histórias sobre a origem do drink conta, incluindo uma forte versão do IBRAC, Instituto Brasileiro da Cachaça. Após o “remédio”, versões da bebida começaram a surgir sem o alho e sem o mel, substituído por açúcar já que a cultura canavieira era forte no Brasil.
Origem da Caipirinha

Outras versões da história citam a mistura como uma bebida típica do interior do país (justificando, portanto, o nome “caipirinha”) e, ainda com relação ao nome, existem teorias que falam que a mistura de álcool foi uma ideia do povo interiorano para “facilitar” o uso de limão para curar gripes comuns, prática bem popular na época.

Moradores de Paraty, no Rio de Janeiro, defendem que a caipirinha nasceu por ali com marinheiros misturando cachaça e limão como forma de evitar o escorbuto, causado pela deficiência de Vitamina C.

Já outros historiadores afirmam que foram os fazendeiros paulistanos da região de Piracicaba que inventaram a caipirinha como forma de usar a cana de açúcar, seu principal produto, como substituto do uísque e de vinhos importados.

De toda forma, uma coisa é certa: pelo menos na pandemia atual podemos beber uma versão mais refinada desse icônico drink 100% brasileiro. Saúde!

*Por Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

Novo estudo vira de ponta-cabeça a velha ideia: A fuga é possível, mas no médio prazo as experiências negativas são fixadas em nossa memória.

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

 

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

 

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*Fonte: elpais

Duplo Overprint

Esta semana de uma piada/brincadeira nos bastidores na agência D-sign, surgiu um novo drink. Explicação é para porteiro, como se diz, mas lá vai. Temos o costume de tirar um sarro de algum colega dizendo que está com o “coração preto”, quando começa a reclamar demais, falar mal de alguém, esse tipo de coisa bem típica de quando se está num daqueles dias de vibe ruim, pesada e cheia de maledicências com o mundo (um dia dark). Daí para esta piada misturar com algum termo técnico de nosso dia a dia, foi um pulo, a tal expressão “teu coração está preto” rapidamente virou algo como “overprint no coração”. Bobagem isso eu sei, talvez até nem faça sentido aqui, mas como já mencionei anteriormente, trata-se de uma piada de consumo interno e talvez somente faça sentido para o pessoal da agência. Mas afinal quero mencionar é que em função dessa chalaça toda, acabei criando de brincadeira então um novo drink, que cahmei de “Duplo Overprint”. Em função da piada tinha de ter relação com alguma bebida bem escura. Na verdade esse drink não tem nada demais, mas funciona, é baseado de certa forma (mesmo não intencionalmente, mas foi o que ocorreu na hora), no tradicional cuba-libre, mas com um extra-plus-a-mais-turbo. Lá vai então a bombástica receita DUPLO OVERPRINT:

INGREDIENTES
– 1 dose de rum
– Coca-cola (deixa de ser fresco e pão duro, Pepsi nem pensar)
– Mr. Fresh (energético – tem tonalidade escura e para completar a garrafa é preta – efeito psicológico)
– um toque de licor de café
– rodelas de limão
– gelo a vontade

*Sinceramente espero que esse drink produza um efeito refrescante em sua alma e estado de espírito, melhore bastante o seu humor e consequentemente também o seu dia. Salud!