Vídeo incrível mostra drone atravessando uma explosão de lava na Islândia

A Islândia é um país nórdico insular europeu que fica situado no oceano Atlântico Norte. Suas ilhas estão localizadas entre a Europa continental e a Groenlândia. A pequena área abriga cerca de 350 mil habitantes. A maior cidade da Islândia é sua capital, Reiquiavique, que abriga cerca de 2 terços da população nacional.

Apesar das paisagens capazes de nos tirar o fôlego, a Islândia também é o lar da vários terremotos. O sudoeste do país, recentemente, foi atingido por mais de 17 mil terremotos.

Além dos terremotos, o país também tem vários vulcões. Essas formações rochosas que expelem lava podem ser encontradas em algumas partes do mundo. Além disso, podem ainda ser encontradas em outros planetas do Sistema Solar. E eles se formam quando as placas tectônicas se chocam e acabam surgindo os vulcões.

Um deles é o vulcão que reina na montanha Fagradals, no sudoeste da Islândia, que permaneceu adormecido por seis mil anos. Mas na noite da última sexta-feira, 19, depois de terremotos na área, o vulcão entrou em erupção.

Esse fenômeno ocorreu durante a noite e iluminou toda a região. De acordo com a The Associated Press, o brilho da lava pode ser visto a cerca de 30 quilômetros de distância de Reykjavík, capital da Islândia.

Erupção

Essa erupção do vulcão Fagradalsfjall aconteceu depois de 800 anos de inatividade desse vulcão. Felizmente, essa erupção foi pequena e não colocou ninguém em perigo. Muito pelo contrário. Essa erupção deu de presente para o mundo algumas visões inspiradoras dos fluxos de lava.

A melhor visão dessa erupção foi capturada por Bjorn Steinbekk, um piloto de drones islandês. Ele decidiu voar um drone através da erupção. As imagens capturadas por Steinbekk puderam ser vistas em seu Twitter. Nelas, temos a impressão que ele voou através da lava. Uma coisa ousada de se fazer, e que deixa a pergunta no ar de como o drone dele conseguiu sobreviver às altas temperaturas da lava saindo do vulcão.

Se você está pensando que a erupção de Fagradalsfjall pareceu ser relativamente pequena para um vulcão é porque ela é exatamente isso. “A erupção é considerada pequena e a fissura de erupção tem cerca de 500-700 metros de comprimento. A lava tem menos de 1 km²”, disse o Escritório Meteorológico islandês, (IMO) em um comunicado.

Local

No vídeo, também pode ser visto um antes e depois do lugar onde a erupção aconteceu. Ele está aninhado em um pequeno vale em uma região desabitada da Islândia.

De acordo com as notícias, não aconteceu uma queda de cinzas criada pela erupção. Contudo, os moradores que vivem nas proximidades do vulcão foram orientados a fechar suas janelas por conta de possíveis emissões de gases.

E a erupção e possíveis complicações não impediram que o piloto de drones se aproximasse de Fagradalsfjall. Se você ficou impressionado com o vídeo e teve vontade de ver mais dos trabalhos incríveis de Steinbekk basta conferir seu Instagram. Na rede social do homem, tem vários vídeos e imagens maravilhosas da Islândia vista de cima.

*Por Bruno Dias

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Trabalho com drones: tudo o que você precisa saber

Quem assistiu ao programa “Mais Você” no dia 6 de outubro, percebeu que as imagens da abertura e do encerramento foram capturadas a partir de um drone, que voou em linha vertical diretamente do jardim da casa da apresentadora Ana Maria Braga, em São Paulo.

Com as devidas autorizações, controlado por um piloto remoto, o drone oferece opções que não seriam possíveis naturalmente a um cinegrafista e nem se as imagens fossem capturadas de um helicóptero, que não poderia realizar a mesma manobra por causa das normas de segurança para voos em áreas residenciais.

Os equipamentos tornaram-se diferenciais no mercado. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Brasil tem 30.428 aparelhos cadastrados com finalidade profissional até setembro de 2020. O uso para trabalho ainda não é a maioria: dos 78.304 cadastrados, 47.876 são para atividades recreativas. Apenas 4.943 dos drones estão vinculados a pessoas jurídicas; 59.225 dos 64.168 proprietários são pessoas físicas.

Ou seja, há espaço e várias áreas de atuação: segurança, inspeções técnicas, agronegócio, mapeamento de canteiros de obras, lavoura, levantamento topográfico, fotografia, uso militar, filmagens jornalísticas ou de eventos e delivery.

No entanto, não basta ter o equipamento para voar. O cadastramento do drone junto à Anac requer estudo e cumprimento da legislação, estar cadastrado como piloto de drone no Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), entender o mercado e planejar o atendimento que pretende oferecer.

Legislação

Para a operação civil de aeronaves não tripuladas, os drones, devem ser cumpridas normas da Anac, do Decea e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Todas acompanham as diretrizes da Organização Internacional da Aviação Civil (Oaci).

Os dois tipos – aeromodelos ou aeronaves remotamente pilotadas – só podem ser utilizados em áreas com no mínimo 30 metros horizontais de distância de outras pessoas. Cada piloto remoto deve controlar um equipamento por vez.

Considerando bateria e eventual carga, equipamentos com peso máximo de decolagem de até 250 gramas não precisam ser cadastrados junto à Anac. Já os operados até 400 pés acima do nível do solo devem ser cadastrados. Pilotos remotos drones classe 1 (mais de 25kg, de maior porte) e classe 2 (menos de 25 kg), que pretendam voar além de 400 pés acima do nível do solo, devem possuir licença e habilitação válida emitida pela Anac.

Para controlar drones que voam acima dos 400 pés, a idade mínima é de 18 anos e o piloto remoto deve ser aprovado no teste de conhecimento e de demonstração de como usar o aparelho para obter licença, habilitação e o Certificado de Aeronavegabilidade Especial de RPA (Caer). É responsabilidade do operador tomar as providências necessárias para a voo seguro da aeronave, assim como conhecer e cumprir os regulamentos das autoridades competentes.

Se o objetivo é uma atuação profissional, o drone deve estar homologado na Anatel, registrado na Anac e o piloto inscrito no Decea, onde deve solicitar autorização toda vez que for trabalhar.

Modelos e equipamentos

Primeiro, o interessado em comprar um drone já deve ter definida a área onde pretende atuar. Isso é importante para filtrar entre as possibilidades existentes aquelas que trazem as funcionalidades necessárias e estão dentro no orçamento.

Em segundo lugar, pesquisar. Há uma grande variação de preços, com aparelhos custando de menos de R$ 1 mil até R$ 100 mil. Cada um possui especificações de tempo e estabilidade de voo, altitude e velocidade alcançadas, qualidade da captura e opções de ângulos da imagem, peso e tamanho, GPS, tempo de duração da bateria, espaço para cartão de memória, possibilidades de manobras variadas, qualidade de sinal e se é de fácil transporte.

Na etapa de levantamento e de comparação de informações sobre os modelos, a pessoa pode buscar avaliações de outros proprietários sobre as experiências que tiveram, vantagens e desvantagens que perceberam no uso.

Além do próprio drone, o comprador deverá adquirir itens complementares, como baterias adicionais, tablets e um computador para processar a imagem e demais itens fundamentais para a execução do trabalho.

Cursos e especializações necessárias

Para ter a capacitação adequada e desenvolver as habilidades para se destacar no mercado, a opção é fazer um curso de drone. Além de aprender as normas para a pilotagem em segurança para si e para os outros, o aluno também é instruído sobre o funcionamento e a manutenção do equipamento.

Dependendo da área em que for trabalhar, a pessoa pode buscar um aprimoramento mais específico, por exemplo, sobre filmagens ou captura de imagens para georreferenciamento ou topografia. Ou, então, cursos sobre softwares de processamento e tratamento das imagens ou de iluminação para os sets.

Neste processo, muitas horas de treino vão garantir que o profissional adquira experiências com diferentes demandas, cenários e necessidades do serviço. E mesmo quando possuir um portfólio sólido e estiver no mercado, deve permanecer atento a novidades que exijam reciclagem ou novo potencial a ser explorado.

Como entrar e atuar na área

É um nicho que abarca tanto estreantes quanto profissionais que querem incluir o trabalho com drones em sua cartela de serviços. Nos dois casos, é necessário planejamento e organização. Como se deve investir em equipamentos, acessórios e cursos, todos esses custos precisam ser previstas e avaliados.

Conhecer e entender a área em que se pretende atuar ajuda a elencar o que é mais solicitado pelos clientes. Procurar atender com qualidade, valorizando o próprio serviço perante é um diferencial frente à concorrência.

Outro ponto importante: assim como há ramo para o piloto de drone, há oportunidades para nas áreas da assistência técnica e formação de profissionais, como cursos de formação de pilotos. Além disso, diante da demanda de alguns setores específicos, pode-se optar em ser um operador de aeronave remotamente controlada vinculado a uma empresa em vez de atuar de forma autônoma.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Drone Ingenuity, da Nasa, será o primeiro a explorar Marte

O rover Perseverance, que está a caminho de Marte – com previsão de chegada para o próximo dia 18 – traz dentro de si um equipamento que fará sua estreia nas missões de exploração da Nasa. O helicóptero Ingenuity fará os primeiros voos controlados em outro planeta, enquanto registra imagens de um antigo leito marciano.

Quando pousar na cratera Jazero, o Perseverance será o quinto rover a percorrer a superfície do Planeta Vermelho, mas o Ingenuity é o primeiro veículo do seu tipo a ser utilizado fora da Terra – muito mais como demonstração de tecnologia, com um escopo limitado, que custou US$ 85 milhões.

“No futuro, isso poderia transformar a forma como fazemos ciência planetária e, eventualmente, ser como um batedor para que possamos descobrir onde exatamente precisamos enviar nossos robôs”, afirmou o administrador da Nasa, Jim Bridenstine, em uma entrevista coletiva antes o lançamento do rover, em julho de 2020.

O Ingenuity possui quatro pás de fibra de carbono, dispostas em dois rotores que giram em direções opostas a cerca de 2.400 rpm. O helicóptero também conta com células solares, baterias e outros componentes – mas não leva quaisquer instrumentos científicos. O drone é um experimento separado Perseverance.

Como acontece com qualquer tecnologia pioneira, especialmente no espaço, o Ingenuity enfrenta desafios que podem minar sua missão. A fina atmosfera de Marte (99% menos densa que a da Terra) torna difícil conseguir sustentação suficiente. Por isso o Ingenuity tem que ser muito leve (1,8 kg) e com pás muito maiores e que giram muito mais rápido do que seria necessário para um helicóptero com a mesma massa na Terra.

Os aquecedores internos do helicóptero terão que mantê-lo aquecido durante as noites geladas de Marte, que podem chegar a -90°C. Além disso, o Ingenuity não pode ser controlado em tempo real com um joystick, como um drone qualquer. O atraso na comunicação entre Terra e Marte são uma parte inerente do trabalho da Nasa.

O helicóptero tem, inclusive, autonomia para tomar suas próprias decisões sobre como voar até um local de interesse ou se manter aquecido. Os engenheiros projetaram e programaram o Ingenuity para realizar até cinco voos autonomamente, em um período de 30 dias marcianos (aproximadamente um mês na Terra).
Perseverance e Ingenuity na superfície de Marte.

“O Ingenuity é um empreendimento de alto risco e alta recompensa”, avalia Matt Wallace, vice gerente de projetos do Perseverance do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. O seu primeiro voo irá apenas testar se o helicóptero pode sair do solo e pairar cerca de 3 metros no ar. A partir daí, cada teste será mais complexo do que o anterior, culminando em um voo final de 300 metros sobre o solo marciano.

Duas câmeras na parte inferior do drone irão capturar imagens da superfície marciana – uma em cores e outra em preto e branco. Do solo, o Perseverance também observará o drone. “Vamos ser capazes de ver com nossos próprios olhos, com vídeos, esse tipo de atividade acontecendo em outro mundo. E eu simplesmente não posso dizer o quão animado estou”, afirmou Bridenstine.

*Por Renato Mota

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*Fonte: olhardigital

Always Home Cam, da Ring, é um drone para monitorar sua casa

Entre as muitas coisas que a Amazon anunciou nesta quinta-feira (24), teve uma que se destacou como um passo claro em direção ao nosso futuro distópico: o Ring Always Home Cam.

Embora seu nome possa sugerir que a Always Home Cam seja uma câmera de segurança doméstica atualizada, é muito mais do que isso. A Ring, empresa de propriedade da Amazon, descreve a Always Home Cam de US$ 250 como uma “câmera interna autônoma que voa automaticamente para áreas predeterminadas da casa, oferecendo vários pontos de vista com apenas uma câmera”, mas você não pode me enganar, pois eu sei o que é um drone e consigo reconhecê-lo quando vejo um.

Baseado nas imagens liberadas pela a Amazon, o Always Home Drone tem um conjunto de rotores na parte superior envolto com uma cobertura de plástico, junto com uma câmera construída em um eixo retangular. Quando não está em uso, o eixo se conecta a um dock da Always Home Cam, provavelmente para recarregar a bateria e descarregar quaisquer gravações de vídeo de backup.

Quando se trata de privacidade, a Ring diz que a Alwys Home Cam “grava apenas durante o vôo”; quando não está em uso, fica em um dock e a câmera fica fisicamente bloqueada. O “drone” faz “barulho o suficiente para que você usa quando ele está em movimento”.

Em outras palavras, qualquer pessoa que não queira ser gravada será capaz de ouvir essa coisa chegando ao ouvir o zumbido característico emitido por tantos drones. Então, para espionar crianças, talvez não seja a melhor ferramenta. Sem contar que este drone deve assustar bastante os animais de estimação.

Embora os detalhes ainda sejam escassos, na verdade tenho que elogiar a Amazon/Ring por tentar colocar um drone dentro da casa dos outros para fins de segurança interna. Os drones não são mais apenas para áreas abertas.

*Por Sam Rutherford

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*Fonte: gizmodo

Homem curioso voa seu drone para dentro de buraco no Lago Berryessa, na Califórnia

Quem vive nos Estados Unidos já ouviu falar dos perrengues com a falta d’água na California. Mas, pela primeira vez em quase uma década, o estado finalmente está livre da seca!

O fim dessa seca histórica de 7 anos marca o início de algo incrível: lagos e reservatórios cheios. Graças à quantidade recordista de chuva em janeiro e fevereiro, as fontes de água do Norte da Califórnia a Sierra Nevada estão cheias até as bordas.

Quem vive na Califórnia deve estar celebrando o fim de uma seca devastadora. E que forma melhor de comemorar do que visitar uma das maiores maravilhas fluviais do estado: o “Buraco da Glória” do Lago Berryessa? A abertura de quase 22m de diâmetro localizada próxima à barragem de 92 metros do lago é um ponto cativante.

Medindo o equivalente a 18 andares, o buraco da glória impede que o Lago Berryessa alague escoando o excesso de água para o córrego Putah. Por causa do formato peculiar de funil do buraco, a água drenada desce em espiral até o lago de forma espetacular.

O Lago Berryessa, localizado em Napa, Califórnia, é o 7º maior lago construído pelo homem. Mas assim como outros lagos durante a seca, o Berryessa começou a secar.
Por causa da insuficiência de água no lago, o buraco estava fora de atividade por mais de uma década. Mas graças às chuvas recentes, ele funciona abundantemente de novo, escoando água do lago em um redemoinho de tirar o fôlego.

Você não mora na Califórnia mas queria ver o buraco em ação? Agora você pode! O youtuber Evan K gravou imagens magníficas do lago com seu drone, capturando o buraco em toda sua glória. Essas imagens raras mostram como a natureza pode ser poderosa.

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*Fonte: apost

Que papo é esse de drone secreto do Pentágono em órbita ao redor da Terra?

Você sabia que existe um drone supersecreto em órbita ao redor da Terra há quase 2 anos? Bem, na realidade, o dispositivo não é assim tão top secret, afinal sabemos que ele existe! O fato é que o artefato consiste em uma misteriosa aeronave espacial não-tripulada chamada X-37B que leva mais de 720 dias voando em torno do nosso planeta initerruptamente. Mas, por quê?

Missão secreta

De acordo com Matthew Gault, do site Vice, o drone faz parte de uma missão classificada do Pentágono e foi projetado pela Força Aérea dos EUA. O que se sabe sobre o dispositivo é que ele bateu o recorde de tempo de voo contínuo, que era de 717 dias, e faz parte de um projeto cujo propósito é o de desenvolver naves não-tripuladas para a realização de experimentos e coleta de dados e amostras que poderão ser examinadas na Terra, bem como o de participar “do futuro da América no espaço” – seja lá o que isso queira dizer.

Conforme mencionamos antes, o drone é conhecido pela sigla “X-37B”. Pois, a NASA começou a trabalhar no desenvolvimento desses artefatos no finalzinho dos anos 90, com o objetivo de criar naves de baixo custo e reutilizáveis para participar de missões espaciais. No entanto, em 2004, a DARPA – Defense Advanced Research Projects Agency ou Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa – assumiu o projeto e a agência espacial engavetou seus modelos.
(Fonte: Inverse / Reprodução)

Ao que tudo indica, o pessoal da DARPA não brincou em serviço, uma vez que, além que quebrar o recorde de permanência no espaço, o drone já participou de outras 4 missões que, juntas, somaram mais de 2 mil dias em órbita. Isso significa que o artefato já sobreviveu a algumas decolagens, à realização de testes de voo, reentradas na atmosfera terrestre e pousos – e como continua na ativa, pode se dizer que a nave vem obtendo êxito de desempenho.

Contudo, que tipos de experimentos, levantamentos, coleta de dados ou observações o drone vem conduzindo, ninguém faz a menor ideia – com exceção de um pequeno grupo de militares norte-americanos que acompanha atentamente as atividades do X-37B de algum centro secreto de operações. E você, caro leitor, gostaria de arriscar algum palpite?

*Por Maria Tamanini

 

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*Fonte: megacurioso

Assista este novo drone lança-chamas de 1,5 mil dólares em ação

O novo e impressionante TF-19 Wasp Drone Flamethrower está agora pronto para ser comercializado.

Elegante em sua carcaça preta e construído para suportar todos os tipos de condições climáticas – do clima rigoroso e tempestuoso de inverno a ambientes extremamente quentes – o drone é robusto o suficiente para lidar com tudo isso.

Com seu alcance de lançamento de chamas de 8 metros e tanque que pode armazenar até um galão de combustível, o TF-19 pode incendiar chamas continuamente por um minuto e meio. Ele superará as expectativas daqueles que o usam.

Ele ajudará os profissionais que precisam de ferramentas de disparo exatos em locais de difíceis acessos. Condições de tempo extremamente frias ou quentes não irão impedi-lo – tornando-se uma ferramenta extremamente útil.

Com um sistema único de controle deslizante de trilhos e sem ferramentas necessárias para reabastecer e ajustá-lo, é um dos drones mais fáceis de usar no mercado. Facilmente manipulado com uma câmera FPV onboard.

Dê uma olhada e veja o impressionante drone TF-19 em ação.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Um cão movendo 1000 ovelhas

O que os pontos branquinhos parecem para você? Bolinhas de isopor sob a ação do ar? Tic Tacs sendo chacoalhados pra lá e pra cá? Pois se trata de um rebanho de ovelhas sendo reunido por um cão-pastor, capturado desde certa altura por um drone – só que as imagens foram “aceleradas” para acentuar esse efeito curioso que você acabou de ver.

 

Drones Sacrificed for Spectacular Volcano Video | National Geographic

Não é nem preciso explicar que se aproximar muito da cratera de um vulcão ativo pode ser algo extremamente perigoso, não é mesmo? Pois, no vídeo acima, vemos um time de pesquisadores e fotógrafos da National Geografic usaram vários drones para fotografar, filmar e documentar a atividade de um vulcão na ilha de Vanuatu – e acabaram sacrificando equipamentos no processo.

 

Um palhaço no milharal

Por alguma razão, o dono do drone resolveu capturar algumas imagens sobre plantações de milho e, enquanto sobrevoava uma delas, avistou um sujeito muito sinistro vestido de palhaço. Seria uma armação? Teria o operador do equipamento descoberto alguém prestes a cometer um crime? Seja qual for a verdade, a cena mais parece saída de um filme de terror…

*Deve ser um amigo do piloto do drone, coisa planejada, mas ficou interessante… e assustador tbém, convenhamos.