7 países do Mundial que já são campeões em reciclagem

Para além do futebol, o Mundial de futebol é também um grande encontro de diferentes culturas, hábitos e tradições de todo o mundo. Seja na maneira que as torcidas cantam e se comportam, seja em singularidades que dizem muito sobre o próprio país em questão (como a tradição da torcida japonesa de limpar sua sujeira das arquibancadas antes de deixar os estádios), o fato é que o campeonato é uma excelente oportunidade também para aprender mais sobre e com outros países.

É esse o sentido mais claro e forte a respeito da importância de competir (de encontrar) em detrimento de quem será o campeão – pois, nesse ponto, realmente todos são. Dentre o que sempre há para crescer diante de novas culturas, no entanto, em um assunto fundamental em questão muitos países do mundial dão de goleada no Brasil: a reciclagem de lixo.

Enquanto por aqui ainda engatinhamos, salvo raras exceções, em conseguir cumprir as metas que criamos, outros países já alcançam taxas de reciclagem acima de 50% – número que precisa ainda subir, mas que supera os 13% que nós reciclamos.

Assim, separamos aqui 07 exemplos de países que estiveram no Mundial e que podem ensinar muito para o Brasil sobre reciclagem.

Alemanha

Esqueçamos o 7 a 1 para podermos olhar com admiração e atenção para os dados de reciclagem alemães. Por lá, o índice de reciclagem subiu de 48,1% em 2001 para 61,8% em 2010 – uma das realidades mais promissoras de toda Europa.

Bélgica

Além de aprendermos no campo depois da eliminação para a Bélgica, podemos ficar de olho no país sobre o reaproveitamento de lixo. Por lá o crescimento nesse período foi de 7%, indo de 50,7% e 2001 para 57,6% em 2010.

Suíça

O crescimento suíço não foi tão expressivo quanto o alemão, mas seus números ainda impressionam: se em 2001 o índice de reciclagem no país era de 46,6%, em 2010 ele subiu 3,9%, chegando a 50,5%.

Suécia

Ganhamos a Copa de 1958 em cima deles, da mesma forma que nos classificamos para as finais de 1994 – mas em reciclagem a Suécia ganha de nós de lavada: de 38,7% em 2001, seus dados subiram mais de 10%, para 29,2% em 2010.

Reino Unido

A Inglaterra não foi para a final da Copa, e até pouco tempo também era derrotada na reciclagem: em 2001 seu índice era de 12,4%. De lá até 2010, no entanto, os números cresceram, e com 26,5% eles nos ganham pelo dobro.

França

Finalista desse mundial, a França não é campeã na reciclagem europeia, mas seus dados ilustram uma melhora quase tão sensível quanto se deu em seu futebol nas últimas décadas: dos 26,1% de reciclagem que tinham em 2001, o país, em 2010, alcançou 34,9%.

Espanha

Se a Espanha um tanto decepcionou na Copa da Rússia, na reciclagem ela vai muito bem, e melhorando. 17 anos atrás o país tinha uma taxa de 21,4% de reciclagem. Em 2010, esse número subiu para 33,1%, em um crescimento de 11,6%.

Latinha é bom demais. Lembra verão, festa, carnaval, mundial de futebol. Latinha é descolada, é sustentável, é gostosa, gela rápido, preserva o sabor e é pura praticidade e estilo. Latinha é gol de placa!

Por isso, o Hypeness e o movimento Vá de Lata, uniram forças para criar um Canal especialmente dedicado a reverberar a campanha Vá de Lata Pelo Mundo durante a nossa torcida pelo Brasil nos próximos meses. Afinal, quem torce pelo mundo bebe na latinha!

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Uso indiscriminado de agrotóxicos pode levar à extinção de abelhas

Estudos projetam para 2035 o ano da extinção das abelhas, se nada for feito para mudar o atual panorama mundial

A reportagem foi publicada por Rádio USP e reproduzida por EcoDebate, no ultimo mês.

O uso indiscriminado de agrotóxicos está acabando com as abelhas e esse é um problema mundial. As consequências são sentidas diretamente na produção de alimentos.

É que as abelhas são responsáveis pela polinização das plantas.

As plantas que têm flor precisam ser polinizadas para produzir sementes e sobreviver. Quem faz esse trabalho são as abelhas. E cerca de dois terços da dieta dos seres humanos vêm de plantas polinizadas.

A continuar nesse ritmo, estudos acadêmicos indicam que em 2035 as abelhas estarão extintas.

O professor aposentado Lionel Segui Gonçalves, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, é um dos maiores especialistas em abelhas no Brasil.

Ele alerta para a extinção gradual do inseto e aponta soluções para reverter o quadro. Entre as soluções apontadas, estão o fim do uso de agrotóxicos nocivos às abelhas e o aumento de plantio de árvores para aumentar a polinização das flores.

 

 

 

 

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*Fonte: saberviver

Dinamarca será o primeiro país do mundo 100% orgânico até 2020

A Dinamarca caminha a passos largos para se tornar o primeiro país do mundo 100% orgânico.

O país nórdico está trabalhando forte para substituir os alimentos cultivados com os métodos tradicionais por orgânicos e estimulando a demanda por produtos livres de agrotóxicos.

Uma dos objetivos é duplicar a produção de cultivos orgânicos antes de 2020, através de subsídios para os pequenos agricultores. Outra meta do governo é que 60% dos alimentos que são destinados a hospitais, escolas e restaurantes comunitários sejam orgânicos.

Pode parecer um plano audacioso, mas a Dinamarca trabalha há 25 anos para alcançar esses objetivos. Um exemplo disso a nível local é que o país tem criado projetos para que os municípios possam criar hortas em terrenos abandonados.
Mas porque consumir produtos orgânicos?

1) Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias tóxicas, como os resíduos de agrotóxicos e metais pesados presentes nos produtos convencionais.

2) São mais nutritivos e originam de solos ricos e balanceados com adubos naturais.

3) São mais saborosos. Em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.Alimentos quando são cultivados em seu próprio tempo e sem produtos químicos são mais saudáveis e saborosos.

4) Protege futuras gerações. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes químicos solúveis e agrotóxicos. Tem como base a preservação dos recurso naturais.

5) Evita a erosão do solo. Através das práticas conservacionistas, recupera e eleva a qualidade do solo.

6) Proteje a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações convencionais atravessam o solo e poluem rios e lagos.

7) Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal.

8) Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica é realizada por pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única fonte de sustento.

9) Economiza energia. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apóia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.

10) O produto é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: sabervivermais

Os 08 aparelhos que mais energia gastam mesmo estando desligados!

Você sabia que muitos eletrônicos, mesmo desligados, podem gastar energia se estiverem conectados à tomada?

Por isso, desconectar o aparelho da corrente elétrica ajuda a economizar dinheiro e proteger o meio ambiente. Sabemos que o aquecimento global é um problema de grande escala e que deve ser combatido.

No entanto, uso de notebook, carregador de celular e de videogames ligados o dia inteiro na tomada é bastante comum em nossa sociedade, e isso contribui para aumentar o consumo de energia, além de contribuir para as mudanças climáticas do planeta..

Portanto, é um mau costume deixar os aparelhos conectados à tomada. Sendo assim, a culpa não é apenas dos automóveis e grandes fábricas.

Sem saber, muitos de nós estão desperdiçando energia elétrica, pagando um alto preço por isso.

Saiba quais são os dez aparelhos que mais consomem energia quando estão “apagados”, ou seja, desligados no botão liga/desliga, mas conectados à tomada:

1. Computador
Hoje muita gente prefere o nootebook, mas o computador de mesa ainda é muito usado em escritórios e em alguns casas.

Geralmente, ele fica ligado na tomada o tempo inteiro, durante meses, gastando energia e danificando o aparelho. Mesmo em ropouso, pode consumir até 21W e, se estiver ligado, aumenta para 80W, o que equivale a quatro lâmpadas fluorescentes ligadas o dia todo.

Ou seja, desligue seu computador quando não estiver usando-o.

2. Videogames
Eles, em funcionamento, podem gastar 23W. E desligados, porém conectados na tomada, consomem 1W.

Então procure desligar e também desconectar os cabos de eletricidade.

3. Aparelho de som
O aparelho de som consume cerca de 15 watts, mesmo desligado.
Ou seja, se ficar sempre na tomada, ele gastará 20% mais do que se ficasse ligado 1 hora por dia no volume baixo.

Por isso você deve desligá-lo por completo na tomada.

4. Notebook
Usamos no trabalho, em casa, no lazer e ele acaba ficando ligado por muitas horas.
Há quem apenas feche o aparelho, mas isso não resolve.
Um notebook pode consumir mais de 15W quando conectado à tomada, mesmo sem estar em operação.

5. Telefone sem fio
Hoje, com o celular, é cada vez menos usado. No entanto, ele pode gastar cerca de 3W.

6. Micro-ondas
Este aparelho de cozinha gasta muita energia e, se ficar ligado na tomada, pode consumir mais de 3W.

7. Televisão
Apesar de dizerem que essas TVs mais modernas economizam energia, devemos considerar painéis de luz, sensores e outros recursos que fazem com que a televisão desligada possa consumir 3W.

8. Carregador de celular
Muita gente deixa o carregador do celular conectado na tomada por horas, até dias.
Não faça isso!
O consumo médio de um carregador é de 0,26 watt quando não está em uso e de 1 a 5 watts mesmo quando um aparelho com a energia totalmente carregada está ligado nele. Agora imagine vários carregadores na sua casa ligados por horas na tomada sem aparelho ou com celular já carregado?

Isso pode representar até, acredite!, 10% ou mais na sua conta mensal!

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: sabervivermais

Chile é o primeiro país das Américas a proibir sacolas plásticas

Vários países em todo o mundo estão em busca de alternativas para reduzir o uso de plástico, atendendo a pedidos de ambientalistas que alertam para a crescente poluição dos oceanos. Nesse movimento, o Chile se tornou o primeiro país das Américas a proibir o uso de sacolas plásticas em qualquer tipo de loja. A lei foi aprovada pelo Senado do país nessa semana.

A nova regra passa a valer daqui a um ano para grandes varejistas e em dois anos para pequenos negócios. A proposta inicial era banir o uso de plástico na região da Patagônia, mas ela foi estendida. A ministra do meio ambiente, Marcela Cubillos, afirmou que será necessária uma mudança cultural na forma como os cidadãos fazem compras e no uso das sacolas plásticas em suas casas. Segundo ela disse à Telesur, 58 cidades chilenas já têm leis municipais similares.

Em 2017, a presidente Michelle Bachelet anunciou que iria propor uma lei similar, em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas. “Vamos apresentar uma lei para banir o uso de sacolas de plástico nas cidades litorâneas nos próximos 12 meses”, disse ela em setembro.

Segundo a Associação das Indústrias de Plástico (Asipla) do país, o Chile usa 3,4 milhões de sacolas plásticas por ano, o que equivale a aproximadamente 200 por pessoa. A entidade estima que as sacolas levam segundos para serem produzidas, são usadas durante um período de 15 a 30 minutos, mas demoram 400 anos para se decomporem na natureza.

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*Fonte: epocanegocios

Brasil permite consumo de 14 agrotóxicos proibidos mundialmente

O Brasil é o maior importador de agrotóxicos do planeta e permite o consumo de pelo menos 14 tipos de substâncias que já são proibidas no mundo, por oferecerem comprovados riscos à saúde humana. Só em 2013 foram consumidos um bilhão de litros de veneno pela população, o que representa um mercado ascendente de R$ 8 bilhões.

Na lista de “proibidos no exterior e ainda em uso no Brasil” estão Tricolfon, Cihexatina, Abamectina, Acefato, Carbofuran, Forato, Fosmete, Lactofen, Parationa Metílica e Thiram. Sem contar as substâncias que já foram proibidas por Lei – por estarem ligadas ao desenvolvimento de câncer e outras doenças de fundo neurológico, hepático, respiratório, renal ou genético -, mas que continuam em uso nas fazendas brasileiras por falta de fiscalização.

“São lixos tóxicos na União Europeia e nos Estados Unidos. O Brasil lamentavelmente os aceita”, disse a toxicologista Márcia Sarpa de Campos Mello, da Unidade técnica de Exposição Ocupacional e Ambiental do Instituto Nacional do Câncer, em entrevista ao portal de notícias IG.

Ela explica que o perigo de contaminação está na ingestão desses alimentos, mas também no ar, na água e na terra, o que torna o problema ainda mais grave. Produtos primários e secundários que fazem parte de nossa cadeia alimentar representam grande risco de contaminação.

Pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso analisaram 62 amostras de leite materno e encontraram, em 44% delas, vestígios de um agrotóxico já banido, chamado Endosulfan, conhecido por prejudicar os sistemas reprodutivo e endócrino. Além disso, também foram identificados outros venenos, ainda não banidos — é o caso do DDE, versão modificada do potente DDT, presente em 100% dos casos.

Nesta mesma pesquisa, conduzida pelo professor Wanderlei Pignati, concluiu-se que em um espaço de dez anos os casos de câncer por 10 mil habitantes saltaram de 3 para 40. Além disso, os problemas de malformação por mil recém nascidos saltaram de 5 para 20. Assustador, para dizer o mínimo!

*Por Jéssica Miwa

 

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*Fonte: thegreenestpost

China decide deixar de ser o ‘lixão’ do plástico descartado do mundo

Você sabia que, durante anos, a China recebeu toda classe de lixo plástico — como embalagens, garrafas, potes etc. — de vários países do mundo? Pois é, era para lá que a maioria dos países desenvolvidos despachava suas porcarias, para plantas de reciclagem instaladas em solo chinês.

No entanto, de acordo com Brian Khan, do site Earther, em 2017, o Governo Chinês aprovou uma lei que proíbe a importação de lixo não industrial para o país e, com isso, todo o plástico que antes era direcionado para reciclagem está sendo enviado a aterros até que seu destino seja decidido. E você tem noção do tamanho do problema que isso representa?

Montanha de Plástico

Segundo Brian, um time de cientistas fez um levantamento para descobrir quanto plástico foi enviado para as plantas de reciclagem da China nos últimos 28 anos — pois, os chineses passaram quase três décadas lidando com o lixo dos outros — e o que vai acontecer se a proibição não for suspensa.

Para você ter uma ideia, só em 2016, 14,1 milhões de toneladas de plástico foram exportadas para reciclagem em todo o mundo, e praticamente três quartos do total foram parar na China. Essa montanha imensa de lixo, aliás, representa um aumento de mais de 800% com relação à quantidade exportada em 1988, que foi o primeiro ano em que os registros foram devidamente documentados.

O problema é que, com a China parando de reciclar esse plástico todo que os países desenvolvidos produzem — cada ano mais, por sinal —, a estimativa é que, até o ano de 2030, existam mais de 110 milhões de toneladas de plástico empilhadas em algum do lugar do mundo. Segundo Brian, isso equivale ao peso de mais de 24 milhões de elefantes africanos.

Homem em um mar de plástico(Money Control)

Há outros países do leste asiático que lidam com o restante do plástico descartado pelo mundo, mas nenhum deles — e nem todos eles juntos — têm capacidade para lidar com o lixo que antes era reciclado na China. E agora? Como você deve saber, várias nações começaram a banir itens como sacolas plásticas e canudinhos, mas, infelizmente, embora essas ações sejam positivas, esses dois elementos representam muito pouco dentro de tudo o que é descartado.

Como bem observou Brian, isso é o que dá depender — praticamente — de um único carinha para reciclar a maior parte do plástico descartado. E, agora pense com a gente: se mesmo com China lidando com o lixo dos outros vemos uma imensa quantidade de porcaria indo parar em rios, oceanos, cidades e por todas as partes, na verdade, imagine como vai ser se ninguém tomar providências e não mudarmos os nossos hábitos de consumo?

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*Fonte: megacurioso

Saiba quais os tipos de chuva mais comuns e como ocorrem

Parte do dia a dia de todas as pessoas e sociedades, a chuva é um fenômeno climático essencial para a sobrevivência da vida na Terra: quando está escassa, ela prejudica plantações e populações inteiras, e se vem em excesso pode causar transtornos como enchentes e desmoronamentos. Em algumas regiões, a chuva ácida causa muitos danos ao meio ambiente e prejudica atividades econômicas importantes.

Tipos de chuva

A chuva é formada a partir da evaporação da água pelo aquecimento solar. Este vapor d’água carrega as nuvens e, ao atingir altitudes mais elevadas ou encontrar-se com as massas frias de ar, ele é condensado e precipitado em forma de água, ou seja: chuva.

Os principais tipos de chuvas são: orográficas, ciclônicas e convectivas. Conheça cada uma delas a seguir:

Chuva orográfica

A chuva orográfica, ou chuva de relevo, ocorre quando massas de ar úmido esbarram em obstáculos naturais como montanhas e serras. Ao subir, a mudança de temperatura provoca a condensação do vapor de água, que se precipita em forma de chuva de pouca intensidade, mas por um período mais prolongado. A chuva orográfica é típica de regiões costeiras, em estados do Sudeste como São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No agreste pernambucano também ocorrem chuvas de relevo.

Chuva ciclônica

Chuvas ciclônicas, também denominadas como chuvas frontais, acontecem quando duas massas de ar, fria e quente, encontram-se. A massa de ar quente — que é mais leve — sobe, provocando a condensação do vapor de água. A intensidade desse tipo de chuva varia de baixa a moderada, mas é uma chuva contínua, que atinge áreas extensas. Essas chuvas são comuns nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, no período do inverno.

Chuva convectiva

A movimentação de massas de ar quente provoca a chamada chuva convectiva, caracterizada por ser de curta duração e muito intensa, geralmente não afetando uma área muito ampla. A chuva de convecção é típica do verão. As temperaturas elevadas provocam a rápida evaporação das águas, formando nuvens carregadas de umidade que ganham altitude e, ao se condensar, o vapor de água cai em forma de chuvas de verão.

Chuva ácida

A chuva ácida é típica de centros urbanos com alta concentração de poluentes na atmosfera. Ela é responsável por causar diversos prejuízos ao meio ambiente, além de danos a áreas agrícolas.

O que é índice pluviométrico?

Este indicador mede a quantidade de chuvas em milímetros. Para isso, meteorologistas delimitam uma área e quantificam a chuva recebida pelo local durante o ano todo. Dessa forma, é possível estimar a quantidade de chuva esperada em cada mês do ano. O índice, porém, é variável. Isso porque em determinadas épocas pode chover, em um único dia, a quantidade de chuva esperada para o mês todo.

Vale destacar que a chuva pode ser um importante recurso para populações e regiões que sofrem com escassez de água. A água da chuva não é potável para ser bebida, mas é possível captar a água da chuva para ser usada em descargas e durante a faxina, de modo a poupar a água potável usada para cozinhar e beber.

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*Fonte: pensamentoverde

Conheça a pilha USB recarregável

Pilhas não são exatamente amigas do meio ambiente… Conheça a Pilha USB que pode ajudar a diminuir o consumo daquelas mais difíceis de reciclar

Dentre todos os problemas que envolvem o meio ambiente, especialmente no que diz respeito ao descarte de materiais, os efeitos nocivos das pilhas e baterias estão bem altos na lista. Todo ano, são cerca de 10 bilhões delas consumidas e jogadas fora, mas só 2% são recicladas. O restante costuma ir para aterros, que não são preparados para receber esse tipo de matéria tóxica. O resultado é a contaminação da natureza e, consequentemente, o risco à saúde pública. E é neste cenário que surge a pilha USB.

Pensando nisso, cada vez mais surgem iniciativas e ideias para reduzir o impacto ambiental das pilhas e baterias. As pilhas recarregáveis foram uma delas, mas atualmente já não se pode considerar que elas estão reduzindo tanto assim as complicações. Mesmo elas possuem uma vida útil, e ao final, são descartadas de forma inadequada de qualquer forma.

Entretanto, a perspectiva de aumentar o tempo de vida das pilhas não foi deixada de lado. A empresa de tecnologia Lightors desenvolveu uma pilha de mesmo nome que pode ser carregada via USB. Elas trazem vantagem ambiental, economia de energia e de dinheiro. Isso se traduz em benefícios para os consumidores e principalmente para o meio ambiente, que pode sofrer menos com descartes incorretos.

A ideia segue sendo a mesma das pilhas recarregáveis comuns, mas com uma vida útil muito maior: as Lightors podem ser reutilizadas até 500 vezes. E o cabo USB que a recarrega é universal, o que a torna muito mais prática e preferível às convencionais. Isso deve ajudar na popularidade do produto, mas o foco continua sendo a sustentabilidade.

O objetivo dos desenvolvedores é reduzir até 20 milhões de descartes inapropriados de pilhar comuns por ano. Essa meta está sendo buscada desde 2015, quando os primeiros projetos da empresa começaram a deslanchar, através de financiamento coletivo pelo Kickstarter. A Lightors foi um deles, conseguindo mais de 15 mil dólares só no primeiro dia de crowdfunding. Ela se tornou logo o produto mais esperado, e passou a ter planos de ser produzido em massa em 2016.

Pilha USB: como funciona e onde encontrar

As pilhas podem ser recarregadas sendo ligadas diretamente em um cabo USB – não é preciso nenhum outro equipamento, como costumava ser o caso de muitas outras pilhas recarregáveis. A entrada micro é universal, protegida por uma película de silicone. Há uma luz na pilha que indicada quando ela está sendo carregada (se estiver, a luz ficará vermelha). O tempo total de carga é de 3 horas. Quando a carga estiver completa, a luz se torna azul. É simples, fácil de usar e funciona com o próprio cabo ou mesmo com cabos de Androids, notebooks e muitos outros aparelhos eletrônicos.

Para adquirir as Lightors, por enquanto só é possível através do site oficial. As opções incluem pilhas AA e AAA, sozinhas ou em combos. Um par de pilhas AAA custa até 8 dólares, sem contar o valor de envio. As pilhas AA custam pouco mais que 8 dólares, e um set com ambas sai por volta de 15 dólares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

A Dinamarca caminha a passos largos para se tornar o primeiro país do mundo 100% orgânico

O país nórdico está trabalhando forte para substituir os alimentos cultivados com os métodos tradicionais por orgânicos e estimulando a demanda por produtos livres de agrotóxicos.

Uma dos objetivos é duplicar a produção de cultivos orgânicos antes de 2020, através de subsídios para os pequenos agricultores. Outra meta do governo é que 60% dos orgânicos sejam destinados a hospitais, escolas e restaurantes comunitários.

Pode parecer um plano audacioso, mas a Dinamarca trabalha há 25 anos para alcançar esses objetivos. Um exemplo disso a nível local é que o país tem criado projetos para que os municípios possam criar hortas em terrenos abandonados.

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*Fonte: razoesparaacreditar

Veja 6 exemplos de combustíveis sustentáveis que você já pode usar no seu carro

O uso de combustível sustentável já é uma realidade, e todos deveriam pensar na possibilidade de ter essas alternativas como forma de abastecer seu automóvel. Isso porque os combustíveis tradicionais, principalmente a gasolina, poluem e são produzidos por meio da extração do petróleo.

Em outras palavras, podemos dizer que o uso de combustíveis tradicionais prejudica o meio ambiente de duas formas: por meio da extração de um bem natural e pelo aumento da poluição atmosférica e gases do efeito estufa. Por isso, buscar por alternativas sustentáveis para abastecer o seu carro é uma atitude que ajuda a diminuir os poluentes eliminados. Vale destacar, inclusive, que alguns desses combustíveis são inclusive mais eficientes que a gasolina.
Quais combustíveis sustentáveis podem ser usados no seu carro?

Eletricidade

Os carros elétricos são uma ótima alternativa àqueles movidos a gasolina, pois tudo o que ele precisa para funcionar é de energia elétrica. Esse tipo de veículo resolve bem o problema da poluição, já que não emite carbono. Para carregar, basta conectar o carro a uma tomada convencional, igual fazemos com um celular.

Biocombustível

São carros movidos por meio elementos naturais — como a cana de açúcar (mais popularmente utilizada), a mamona, a soja, a mandioca e o babaçu. Como utilizam produtos naturais e que são fáceis de repor, podendo ser produzidos em larga escala, são considerados uma alternativa interessante à gasolina. Os biocombustíveis emitem um pouco de poluentes, mas em escala bem menor que os combustíveis que utilizamos diariamente.

Etanol celulósico

Este pode ser considerado um tipo de biocombustível. No Brasil, ainda passa por adaptações para se tornar mais eficiente, mas já vem sendo considerado o etanol de segunda geração. É produzido por meio da quebra de fibras vegetais. É considerado ainda mais sustentável pois aproveita as folhas e o bagaço da cana, que sobrariam após a produção do etanol de primeira geração. Ou seja: além de produzir um combustível sustentável ainda ajuda na reutilização de algo que seria descartado.

GNV

Conhecido como Gás Natural Veicular, o GNV é uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis. Produzido a partir do metano, proporciona uma alta redução na emissão de poluentes e pode ser instalado em qualquer veículo. Além disso, é uma opção mais em conta, tendo um preço mais baixo que a gasolina e o diesel.

Ar comprimido

É uma novidade na França, sendo produzido por uma única empresa e direcionado para carros menores que transportam até três pessoas. O ar é o combustível, que permite que o carro funcione e não há nenhuma emissão de gases poluentes.

Hidrogênio

O hidrogênio também é uma alternativa de combustível sustentável e já existem veículos criados para funcionar a partir desse componente. A eletricidade motriz é produzida a partir do hidrogênio, permitindo que o carro se movimente normalmente. Outra vantagem está no fato da existência de grande quantidade desse componente na atmosfera terrestre, o que tornaria o combustível mais barato. Não há a emissão de gases poluentes.

 

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*Fonte: pensamentoverde

Transição para economia verde custará 180 mil empregos no Brasil, mas criará outros 620 mil, afirma OIT

A transição da economia mundial para um modelo mais verde e sustentável deverá criar 24 milhões de empregos, se países adotarem as políticas certas. É o que aponta um relatório da Organização Internacional do Trabalho, OIT, divulgado nesta segunda-feira. No Brasil, a diferença entre fechamento de postos e abertura de novas vagas também é positiva e chega a 440 mil novos empregos, segundo informou a OIT com exclusividade à BBC Brasil.

“Estamos falando de 620 mil novas vagas, o que mais do que compensa os 180 mil empregos que poderão ser perdidos (no Brasil)”, resumiu Guillermo Montt especialista da organização e pesquisador. A proporção é de 3,4 novas oportunidades para cada demissão em território nacional.

O documento mostra que seis milhões de trabalhadores devem perder seus empregos no mundo, mas é otimista em relação ao saldo total, que deve ser positivo pela criação de outras 18 milhões de vagas. Uma das chaves será requalificar esses desempregados para ocuparem esses novos postos. A relação entre geração e extinção de empregos é de quatro para um, revelam os números do órgão da Organização das Nações Unidas.

A principal mudança no mercado de trabalho ocorrerá no contexto do cumprimento do acordo climático de Paris 2015 – que prevê restringir o aumento da temperatura global a até 2°C acima de níveis pré-industriais.

Para cumprir a meta, será necessário abandonar energias poluentes, transformar os meios de produção e repensar o modo de consumo como um todo. A abertura de novas vagas resultará da adoção de práticas sustentáveis na geração e no uso de energia nesse contexto.

Será necessário, por exemplo, priorizar fontes energéticas renováveis, desenvolver o uso de veículos elétricos, além de construir e adaptar edifícios a padrões ecológicos. A OIT também prevê que muitas posições se abrirão com a reestruturação do modelo mundial de consumo para o chamado “sistema circular”.

Na economia circular, a dinâmica deixa de ser “extração-produção-consumo-descarte” e passa a ser “extração-produção-consumo-reaproveitamento-novo uso”. Somente nesse segmento, a OIT estima que seis milhões de novos empregos podem ser criados com a popularização de atividades de reciclagem como reparos, aluguel e remanufatura, exemplifica o documento.

No contexto da sustentabilidade, o relatório elenca diversos modelos de políticas públicas e projetos da iniciativa privada bem-sucedidos que resultam em desenvolvimento sustentável. Entre os casos de sucesso, há dois exemplos brasileiros: o Bolsa Verde e o RenovAção.

Bolsa Verde

O Bolsa Verde é um programa do Ministério do Meio Ambiente do tipo “PES” (Payment for Ecosystem Services, pagamento por serviços de ecossistema, em inglês). Nesse tipo de projeto, beneficiários recebem subsídios para gerir o ecossistema que habitam. Dependendo do local e da população, podem ser projetos relacionados ao uso do solo, à preservação de mananciais, à produção e autossuficiência de energia, entre outros.

No programa brasileiro, por exemplo, a transferência de renda é principalmente direcionada às famílias que substituem queimadas e desmatamento por atividades de manejo e preservação ambiental. O programa está presente em 22 Estados, totalizando 904 áreas assistidas e distribuídas por um total de 30 milhões de hectares.

Desde que entrou em funcionamento, em 2011, o Bolsa Verde já beneficiou cerca de 76 mil famílias. A região amazônica concentra o maior número de beneficiários (93%), com destaque para o Estado do Pará.

Para participar é necessário comprovar baixa renda, atuar em área de ecossistema e estar também inscrito no Bolsa Família. Os participantes recebem R$ 300,00 por trimestre, ou seja, R$ 1.200,00 por ano, para adotar práticas sustentáveis nas suas comunidades.

“Nas áreas abrangidas pelo programa houve visível redução do desmatamento e aumento da qualidade de vida das famílias. O monitoramento demonstrou uma queda de 30% nos desmatamentos”, informou à BBC Brasil Juliana Simões, secretária de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente.

“Programas PES são uma forma de promover objetivos sociais e ambientais simultaneamente. Isso é particularmente relevante no caso do Brasil, um dos países mais mega-diversos do mundo”, defendeu Montt.

“O Bolsa Verde é um exemplo nesse sentido, porque protege as famílias da pobreza ao mesmo tempo em que preserva as florestas. Os benefícios retornam não apenas para aqueles que são diretamente remunerados, mas para a sociedade como um todo”, elogia o especialista da OIT.

Para ilustrar o caso brasileiro em particular, Montt cita a preservação das florestas como estratégia fundamental para “regular o clima e a precipitação de chuva em todo o país”. Ou seja, o programa desenvolvido nas matas acaba por gerar benefícios que impactam também as cidades.

Renovação

A OIT destacou também o programa RenovAção, que chamou de “importante iniciativa”. O projeto foi iniciado em 2009 com base em uma parceria da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e outras instituições de ensino.

Trabalhadores rurais do sudeste que perderam seus empregos por conta da abolição da prática da queima da palha de cana foram treinados para adquirir novas qualificações. Por meio do aprendizado, eles conseguiram se reposicionar na mesma indústria e também em outros setores.

Durante a transição os ex-lavradores receberam uma renda mensal, até obter uma nova posição. O programa inclui 300 horas de cursos e atendeu mais de 6650 trabalhadores entre 2010 e 2015.

“O RenovAção no estado de São Paulo é uma prática modelo que vale a pena. Ajudou a avançar a sustentabilidade na indústria da cana-de-açúcar e melhorou a transição dos trabalhadores para outros setores”, destacou Montt.

“É um bom exemplo de como a modernização leva à dispensa, mas também de que é possível encontrar alternativas. As cadeias produtivas necessitam da modernização para avançar no ganho de produtividade e na sustentabilidade”, resume o professor e especialista em gerenciamento ambiental da Universidade de São Paulo Sérgio Pacca.

Estresse térmico

O estudo também estima que a mudança climática deverá afetar profundamente o nível de produtividade dos trabalhadores, porque o aumento na temperatura fará com que o estresse térmico desencadeie condições médicas como exaustão e até mesmo derrames com maior frequência.

Esses problemas de saúde ocupacionais relacionados ao aquecimento causarão uma perda global de 2% nas horas trabalhadas até 2030. Empregados da indústria agrícola nos países em desenvolvimento serão especialmente afetados.

O relatório afirma, ainda, que a transição para a economia verde beneficiará a maioria dos setores pesquisados. Em todo o mundo, dos 163 setores produtivos analisados, apenas 14 perderão mais de 10 mil empregos. O fechamento das vagas se concentrará principalmente na indústria do petróleo.

Petróleo

Mundialmente, dois segmentos serão os maiores perdedores, concentrando o fechamento de mais de um milhão de vagas: são os setores de extração e de refino do petróleo. Em regiões com economias altamente dependentes dessa matéria-prima – como no caso do Oriente Médio – o saldo líquido será uma queda de 0,48% no nível de emprego em decorrência do abandono dos combustíveis fósseis.

“Fala-se muito em desenvolver o pré-sal no Brasil, mas esse é um modelo ultrapassado. O que deveria estar se pleiteando agora é o futuro. Ainda estamos olhando para o tema do desenvolvimento com um olhar de um século atrás. Não estamos sabendo nos modificar em termos de inovação e adequação”, critica o professor Pacca.

Globalmente, 2,5 milhões de novos postos de trabalho serão criados nos setores de eletricidade gerada por fontes renováveis, compensando cerca de 400 mil vagas perdidas na geração de eletricidade baseada em combustíveis fósseis.

Na conclusão, a OIT sintetiza a recomendação de que países adotem uma combinação de políticas que inclua transferências de renda, seguros sociais mais fortes e limites no uso de combustíveis fósseis.

Essa abordagem conjunta levaria a um “crescimento econômico mais rápido, com maior geração de empregos e com uma distribuição de renda mais justa”, bem como menores emissões de gases causadores do efeito estufa.

“O Brasil precisa aproveitar que tem uma natureza tão abundante e repensar seu desenvolvimento. Não dá pra ficar vendendo commodities pra sempre. Acredito que a conservação vai ter no futuro um valor muito maior, muito mais relevante, do que a expansão das commodities”, profecia Bacca.

*Por: Marina Wentzel 

 

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*Fonte: bbc

A próxima crise da sustentabilidade: nós estamos usando tanta areia que ela pode realmente acabar

A areia é o recurso natural mais consumido no mundo depois da água e do ar. Cidades modernas são construídas a partir dela. Somente na indústria da construção, estima-se que 25 bilhões de toneladas de areia e cascalho sejam utilizados a cada ano. Isso pode soar muito, mas não é um número surpreendente quando você considerar como quase tudo o que está ao seu redor provavelmente tem o material em sua constituição.

Mas está se esgotando.

Este é um fato assustador para se pensar quando você percebe que a areia é necessária para fazer tanto concreto como asfalto, para não mencionar todos os vidros do planeta. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente descobriu que de 2011 a 2013, somente a China usou-se mais cimento do que os Estados Unidos usaram em todo o século 20 e em 2012, o mundo usou concreto suficiente para construir uma parede ao redor da Linha do Equador com 27 metros de altura e 27 metros de espessura.

Muitos de nós têm o equívoco comum de que a areia é um recurso infinito, mas a dura realidade é que não é. No ritmo em que o estamos usando, países como o Vietnã poderiam esgotar-se até 2020, como estimado pelo Ministério da Construção do país. Um tipo específico de areia é necessário para uso na construção e, infelizmente, a abundância de areia dos desertos do mundo é de muito pouco uso para nós, pois os grãos são lisos e finos demais para se unirem. A areia utilizável que precisamos pode levar anos para se formar e com nosso consumo atual, isso não é sustentável.

Esta questão só foi levantada nos últimos dez anos. Na Semana Holandesa de Design do ano passado, o Atelier NL realizou um simpósio em que discutiram o assunto e chamaram a atenção da mídia: “À medida que a urbanização do nosso mundo moderno se expande, cresce a necessidade desse recurso singelo”, disseram Nadine Sterk e Lonny van Ryswyck, do Atelier NL. “No entanto, a areia está sendo escavada a uma velocidade maior do que a que pode se renovar. Ela está desaparecendo das linhas costeiras, rios e fundos marinhos, causando efeitos desastrosos para o sistema ambiental e humano”.

Como a demanda por areia continua inabalável, também aumentam os problemas mundiais associados a ela. A indústria multibilionária está causando o esgotamento das fontes em terra e os garimpeiros estão se voltando para suprimentos menos favoráveis. Dezenas de ilhas já desapareceram na Indonésia, de acordo com um artigo do WIRED de 2015, e os danos aos ecossistemas foram tão grandes que países como Vietnã, Malásia e Indonésia colocaram restrições ou proibições às exportações de areia.

No entanto, as restrições às exportações de areia estão apenas adicionando gasolina ao fogo; A mineração ilegal de areia atraiu grupos criminosos para vender o material no mercado negro e inúmeras vidas foram perdidas indiretamente. Além das preocupações da “máfia de areia”, estão as preocupações de que restrições mais rígidas às exportações de areia farão com que o preço da areia aumente. Naturalmente, esse não é um fenômeno novo – temos visto esse padrão repetido com outros materiais não renováveis.

Se quisermos evitar mais danos aos ecossistemas e à vida das pessoas, precisamos reavaliar a quantidade de areia que estamos usando e de onde ela vem. No século 21, é quase impossível olhar para além de um mundo em que nossos recursos de areia anteriores estão esgotados, por isso várias empresas e startups começaram a buscar alternativas, usando a “areia selvagem” que normalmente seria considerada inutilizável. Atelier NL, que apresentou seu projeto Para Ver um Mundo em um Grão de Areia (To See a World in a Grain of Sand) na Semana do Design holandesa do ano passado, convidou as pessoas a enviarem amostras de areia de todo o mundo para estudar as variedades em suas composições quando derretidas em vidro, com o objetivo final de desestimular as importações de longa distância. Os resultados são simplesmente lindos, com cores e texturas exclusivas de sua localização.

Um grupo de quatro estudantes do Imperial College London também tem aproveitado a abundância de “areia selvagem” que é frequentemente ignorada. A startup desenvolveu um material compósito, batizado de “Finite”, feito de areia desértica que compartilha a mesma resistência de tijolos de habitação e concreto residencial. No entanto, em comparação com o concreto, o material tem menos da metade da pegada de carbono devido ao processo simples usando ligantes orgânicos, com a vantagem adicional de ser reutilizável – oferecendo uma escolha de material ecologicamente correta para projetos de infraestrutura de curto prazo.

Embora ambas as alternativas estejam nos estágios iniciais de desenvolvimento, elas procuram encontrar uma solução para esse problema do século XXI. Assim como os outros recursos não renováveis da Terra, precisamos mudar nossa perspectiva sobre a areia. Então, da próxima vez que você decidir usá-lo na construção, reserve um momento para pensar em todas as implicações, não apenas no planeta, mas na vida das pessoas.

*Por Ella Thorns

 

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*Fonte: archdaily

Reciclagem de embalagem de vidro: a importância do triturador no processo pós-consumo

A reciclagem é uma ação fundamental para a construção de um mundo mais justo e sustentável, além de ser considerada praticamente um dever para empresas de todos os setores — que precisam cumprir diversas obrigações ambientais previstas em lei para evitar multas e garantir que sejam vistas de maneira positiva pelo mercado consumidor.

No Brasil, o setor de reciclagem apresenta bons índices no que diz respeito ao tratamento do alumínio (que possui elevado valor de mercado) e do papel. Por outro lado, materiais como o vidro ainda deixam a desejar, especialmente levando em consideração que os índices de reciclagem das embalagens feitas do material no Brasil é de apenas 47%, um número extremamente inferior ao registrado em países como Alemanha (87%) e Suíça (95%).

Qual a importância da reciclagem de embalagem de vidro?

O vidro é produzido a partir da fusão de minerais que, posteriormente, são resfriados para que enrijeçam. Isso faz com que sua estrutura molecular seja amorfa, o que significa que o vidro pode ser reciclado infinitamente sem perder sua qualidade, causando danos mínimos à natureza.

Para que seja realizada a reciclagem deste material, é necessário contar com um triturador de vidro — um equipamento que desempenha uma função essencial no processo de reaproveitamento do material, pois é justamente a trituração que permite o processo filtragem, que separa aquilo que pode reciclado daquilo que não pode.

Benefícios do triturador de vidro Fragmaq

O triturador de resíduos líquidos e sólidos criado pela Fragmaq é o dispositivo mais indicado para contribuir para ajudar na reciclagem das embalagem de vidro, uma vez que esta é uma máquina de alta qualidade e que garante eficiência no processo de trituração. O equipamento foi especialmente desenvolvido para operar em escala industrial, fornecendo o máximo de desempenho na descaracterização do material sólido e separação do material líquido.

Os principais benefícios que o triturador da Fragmaq oferece são:

Versatilidade
O equipamento é capaz de processar os mais diferentes tipos de embalagens provenientes de diversos setores do mercado, incluindo o farmacêutico, cosmético e alimentício.

Alta capacidade de processamento
Uma das principais características do triturador de vidro da Fragmaq é sua capacidade de processar grandes quantidades de materiais em curtos espaços de tempo, fazendo com que leve benefícios financeiros às empresas que o adotam, otimizando a viabilização das atividades.

Eficiência energética
Um equipamento que se destina à reciclagem que não oferece eficiência energética é no mínimo paradoxal, uma vez que o alto consumo de energia promove más práticas socioambientais. Justamente por isso, este equipamento oferece alta eficiência energética, sendo capaz de atender grandes demandas com baixo consumo de energia.

Baixo ruído
A poluição sonora é uma das que mais prejudica pessoas em grandes centros urbanos e trabalhadores da indústria. Por isso, o triturador de vidro Fragmaq produz ruído mínimo, levando maior conforto àqueles presentes no ambiente em que está instalado.

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*Fonte: pensamentoverde

Descubra o tempo de decomposição do papel na natureza

O Brasil produz grandes quantidades de lixo por ano, sendo que a maior parte dos materiais que são jogados no meio ambiente se mistura com os recursos naturais e acarretam uma série de problemas nos ecossistemas e na sociedade. Dentre esses materiais, o papel é um dos que mais prejudica o meio ambiente, uma vez que sua utilização é contínua, enquanto o descarte é inadequado e frequente.

Grande parte do problema associado ao descarte inadequado de papel diz respeito ao seu tempo de decomposição na natureza: a duração do processo é de quatro a seis meses, podendo até demorar mais tempo dependendo das substâncias que compõem o material. Ao longo desse período, o papel fica acumulado na natureza, causando poluição e diversos prejuízos ambientais.

A melhor alternativa para minimizar os problemas causados pelo uso excessivo e descarte inadequado de papel é a reciclagem. Entenda melhor a seguir:

Por que investir na reciclagem de papel?

O primeiro aspecto que deve ser levado em conta para entender a importância de reciclar papel são as substâncias utilizada na fabricação do papel, especialmente as que não são biodegradáveis e demoram mais tempo para se decompor naturalmente. Uma vez que os ecossistemas tendem a reutilizar os materiais que são descartados em seus espaços, um papel que não é biodegradável ou sustentável acaba interferindo nesse aproveitamento.

Outro detalhe está no acúmulo de lixo. Por mais que muitas cidades contem com serviços de coleta de lixo, esse material nem sempre é descartado de maneira apropriada, e muito papel acaba indo parar em rios, córregos, solos férteis, locais verdes e outras áreas onde a fauna e a flora são gravemente afetadas.

Além da contaminação, o papel acumulado no ambiente atrai pragas e resulta na exploração massiva de recursos naturais para produzir o papel. As pragas se proliferam com mais intensidade para os espaços públicos e até recursos que esses seres vivos dependem para sobreviver são eliminados para que o papel seja fabricado. Isso interfere no ciclo ecológico e deixa o ecossistema completamente irregular, podendo demorar meses ou até anos para se restabelecer a uma convivência tranquila.

Como solucionar o problema do descarte incorreto de papel?

A reciclagem de papel pode ser executada de maneira bem simples (clique aqui e descubra como fazer a reciclagem de papel). Além disso, o ideal é sempre dar preferência pelo uso de papéis biodegradáveis, que favorecem o reaproveitamento, causam menos danos ambientais e são até bem mais baratos que um papel comum.

A realização do descarte inteligente também é indicada, e separar o que dá para reciclar ou não já é uma excelente forma de começar. A redução do consumo de papel também é outra grande opção, para que a produção de lixo não seja em larga escala e necessite um esforço maior para fazer sua eliminação. Colabore!

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*Fonte: pensamentoverde

Cientistas britânicos aperfeiçoam enzima capaz de comer alguns dos plásticos mais poluentes do mundo

O plástico é um dos materiais poluentes que mais preocupa as autoridades ao redor do mundo e, consequentemente, um dos maiores problemas a ser resolvido para manutenção do planeta e seu futuro. Tratando-se, principalmente, do grande volume de matéria gerado nos oceanos, a situação é um reflexo do alto consumo do material e seu descarte incorreto.

Há dois anos, um grupo de cientistas japoneses anunciou a descoberta de uma bactéria capaz de fazer a digestão de polietileno tereftalato (a principal propriedade plástica responsável pela produção de garrafa PET).

De lá para cá, a ideonella sakaiensis 201-F6, nome dado a bactéria, passou a ser estudada por especialistas do mundo inteiro e, recentemente, no Reino Unido, uma equipe aperfeiçoou a fórmula e acabou desenvolvendo a enzima PETase, capaz de decompor o material em apenas alguns dias.

A criação revolucionária, gerou grande expectativa na cúpula internacional, uma vez que só o Reino Unido consome cerca de 13 bilhões de garrafas plásticas todos os anos (sendo que, pelo menos três bilhões destas não são recicladas). Um dado interessante a respeito sobre a nova enzima, é o fato de que a Ideonella sakaiensis tem o plástico como principal fonte de energia – potencializando ainda mais o impacto da solução nos ambientes marinhos de grande poluição.

Ainda em fase de testes e aprimoramento, não há uma estimativa para que a bactéria seja utilizada de maneira efetiva pelas autoridades responsáveis pelos mares e oceanos.

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*Fonte: pensamentoverde

Assim é a ‘sopa de plástico’ que asfixia o mundo

Plastiglomerado. Esse é o nome oficial de um novo mineral que não existia antes na natureza, mas agora se tornou frequente. Foi descoberto em 2014, na praia de Kamilo, da ilha do Havaí, e é formado por sedimentos e detritos plásticos. Na era atual, dominada pela ação dos seres humanos, “os perigos decorrentes da produção e uso indiscriminado deste material sintético, derivado da indústria petroquímica, nos perseguirão durante séculos”, diz o cientista político holandês Michiel Roscam Abbing, autor do recém-publicado Atlas da Sopa de Plástico do Mundo, cujo primeiro exemplar foi entregue a Karmenu Vella, comissário (ministro) europeu do Meio Ambiente. A obra diz que só um tratado internacional poderá conter um produto hoje inseparável do nosso cotidiano.

“Os oceanos cobrem 71% da superfície da Terra, e existe a crença errônea de que só há ilhas de plástico flutuando por aí (…), quando o certo é que ele está por toda parte: em terra, mar e ar. Sua acumulação e fragmentação são tamanhas que os danos derivados do plástico superam seus benefícios”, afirma Roscam Abbing. Especialista em meio ambiente e membro da Fundação Sopa de Plástico (Amsterdã), ele cita um exemplo visual para ilustrar uma luta que é de todos – produtores, Governos e consumidores. É a famosa imagem do cavalo-marinho com a cauda enroscada em um cotonete, que delata a responsabilidade mal compartilhada. Foi feita pelo fotógrafo Justin Hoffman, morador do Canadá, enquanto mergulhava na Indonésia, e aparece entre as ilustrações do Atlas.

“Poderia ter sido evitado”, diz o escritor. “Os cotonetes plásticos vão para a privada e então diretamente para as águas superficiais e as praias. Sendo que o fabricante poderia fazê-los de cartolina ou madeira. Mas são mais caros.”

No texto, mostra-se que numa praia qualquer do Reino Unido há em média 24 cotonetes a cada 100 metros. Outros dados: nos Estados Unidos, são jogadas no lixo 2,5 milhões de garrafas de plástico por hora; a cada minuto, usa-se no mundo um milhão de sacolas desse material. E, o pior de tudo, na sua opinião: as embalagens pequenas, fabricadas com diversos tipos de plástico, e usadas uma só vez. “Nos países em desenvolvimento a publicidade do xampu costuma ser assim, porque as pessoas têm uma poder aquisitivo diferente. Acumulam-se em grandes quantidades, e poderia ser incentivado outro tipo de fabricação e um consumo mais responsável, por parte da própria empresa, com embalagens reutilizáveis”. Quanto ao pão, “perdeu-se o costume de levar as tradicionais sacolas de tecido, e são colocados em bolsas de plástico, destinadas ao lixo”, acrescenta.

Uma boa ideia para reduzir a fabricação e uso dos plásticos é a tatuagem a laser na casca de frutas e verduras. “É seguro e sustentável, mantém a etiquetagem obrigatória e foi aprovada pela União Europeia. A Espanha é pioneira nessa tecnologia (Laserfood, de Valência) e economiza pacotes porque a informação essencial é impressa na casca.” Com fotos dessa poluição em lavouras, no fundo dos mares, em redes pluviais e qualquer outro meio ou superfície imaginável, o Atlas recorda que todos os plásticos se degradam. Suas partículas, impossíveis de recolher, são ingeridas por humanos e animais. “Um perigo enorme: entram em organismos vivos e ignoramos seus efeitos”. De qualquer forma, embora a produção responsável, o manejo sustentável de terras e águas e a reciclagem e a cooperação entre o setor público e privado sejam essenciais, a sopa de plástico supera as barreiras nacionais. E há uma lacuna jurídica. “Nada menos que a falta de um tratado internacional no âmbito das Nações Unidas dedicado a conter a própria sopa”, é o conselho que fecha o Atlas.

*Por Isabel Ferrer

 

Maria Antonia N. Tanchuling

 

Foto: Chis Jordan

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*Fonte: elpais

Insegurança alimentar e a pulverização de agrotóxicos no Brasil

O quadro de vulnerabilidade a que somos expostos com a “insegurança” alimentar e ataque aos direitos humanos mais básicos é cada vez maior no Brasil. Inúmeros casos de sobrevoos de pulverizações aéreas de agrotóxicos são notificados pelo país, mas a maioria de nós, sequer sabe quando, quem e o que recebeu a carga destes produtos químicos e seus efeitos, em nome de combate a pragas a monocultivos ou a vetores de doenças. Afinal, como delimitar na prática, o espaço aéreo e área em solo e corpos d`água e seres vivos atingidos, que certamente vão muito além da região das “culturas” previstas, que chegarão à nossa mesa? Estudos apontam que a distância pode ser ampliada em mais de 30 km do ponto planejado (a chamada deriva). Sabemos, então, realmente o que está por trás do ciclo do que comemos?

O país vai na contramão de outras nações nas Américas e na Europa, que estão abolindo esta prática. Aqui, de acordo com especialistas, somos submetidos ao ecossistema afetado, cujas externalidades negativas se avolumam, incorporadas à saúde ambiental e causam efeitos de curto a longo prazos, que afetam pontos-chave, como a polinização e a saúde humana. A transparência à sociedade a respeito desta agenda é crucial, pois as informações são esparsas, dispersas e não contemplam a população.

Um dos casos de maior repercussão no Brasil a este respeito é o da ocorrência no dia 03 de maio de 2013, quando cerca de 100 alunos, professores e funcionários da Escola Municipal Rural São José do Pontal, no Projeto de Assentamento Pontal dos Buritis, em Rio Verde, GO, foram intoxicados. O Ministério Público Federal (MPF/GO) entrou com uma ação civil pública por danos morais coletivos e no último dia 14 de março (cinco anos depois), saiu uma sentença no Tribunal Regional Federal da Primeira Região, que vale a pena ser lida, e ser objeto de reflexão. São vários ângulos a serem considerados, que abrem jurisprudência para que a sociedade possa se defender.

Presenciar a ação dessas pequenas aeronaves dispersando os elementos químicos é impossível de se esquecer. Até hoje me recordo nitidamente quando, há alguns anos, estava em um taxi em uma estrada vicinal no Vale do Ribeira, no estado de São Paulo, em direção a uma comunidade para fazer uma reportagem e em um voo bem próximo, o pequeno avião passou e jogou o agrotóxico, cujas gotículas ficaram impregnadas no vidro do veículo. A sensação de impotência e desrespeito foi grande e o motorista disse, que essa situação era algo recorrente. Fiquei imaginando como os povos tradicionais daquela região se sentiam e não me enganei.

Por que priorizar este tema? Estima-se que 25% da aplicação de uso de agrotóxicos no país ocorrem por essa via. Em algumas culturas, chega a atingir 100%. Especialistas apontam a importância do princípio da precaução. Quando se analisa a instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), de 2008, que estabelece a distância mínima de 500 metros para pulverizar próximo a cidades, vilas, bairros, de mananciais de captação de água para abastecimento de população e 250 metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais, a realidade aponta que não é possível estabelecer essa precisão.

A corrida contra o descaso sobre esta agenda, no entanto, é contínua e desafiadora, visto que a prática de pulverização aérea em locais de monoculturas extensivas permanece em boa parte do país, baseada em legislações vigentes desde 1969, como alternativas praticamente únicas para o combate às “pragas”. Algumas decisões contrárias têm ocorrido em diferentes municípios que estão criando leis para proibir a prática. Entre os mais recentes, estão Boa Esperança, Nova Venécia e Vila Valério, no Espírito Santo; Quitandinha e Campo Magro, no Paraná. No final de 2017, a Assembleia Legislativa do estado de Santa Catarina também aprovou sua legislação a respeito.

No Senado, tramita o PLS 541/2015, do senador Antonio Carlos Valadares/PSB-SE, que “altera a Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, para proibir o registro de agrotóxicos, seus componentes e afins em cuja composição química estejam presentes os ingredientes ativos que especifica, bem como veda a pulverização aérea de agrotóxicos para toda e qualquer finalidade”, que se encontra na Comissão de Assuntos Sociais. Na Câmara dos Deputados, estão em análise na Casa, as propostas (PLs 740/03e 1014/15).

Pareceres e notas contrárias à pulverização aérea se avolumam ao longo dos anos mas ainda requerem uma postura mais aprofundada das autoridades a respeito, de forma contundente. Entre as organizações que são contra estão o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Conseas), a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). Os próprios Departamentos de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Contaminantes Químicos; e de Saúde Ambiental e do Trabalhador, do Ministério da Saúde alertam sobre este perigo. A Campanha Permanente Contra o Uso de Agrotóxicos e pela Vida, criada em 2011, tem esta pauta como uma de suas bandeiras.

Trabalhos acadêmicos se debruçam sobre esta questão, como o artigo da pesquisadora Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira – “A Pulverização aérea de agrotóxicos no Brasil: cenário atual e desafios”, publicada na Revista de Direito Sanitário, da Universidade de São Paulo (USP), em 2014. Outros pesquisadores, como Larissa Mies Bombardi, do Departamento de Geografia Agrária, da USP, que lançou recentemente o “Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia”, e Antonio Wanderley Pignati, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) estudam os impactos.

Entre os estudos, que Pignati desenvolve, está dos efeitos da dispersão dos agrotóxicos via aérea, que atingiram a região da sub-bacia do Juruena, entre Mato Grosso e Pará, e na região do Xingu, atingindo algumas terras indígenas, como dos Marãiwatsédé, entre outras. Denúncia recente feita pela Operação Amazônia Nativa (OPAN). O flagrante foi registrado.

O pesquisador Francco Antonio Neria de Souza e Lima, em sua dissertação de mestrado “Saúde, ambiente e contaminação hídrica por agrotóxicos na Terra Indígena Marãiwatsédé”, de 2016, na UFMT, discorre sobre o tema. Povos indígenas, da região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, também sofrem esta pressão há anos, que já foi objeto de liminar favorável a eles, em 2016, contra a pulverização praticada por fazendeiros.

No outro lado, em defesa da prática da pulverização aérea, estão setores do agronegócios e da aviação agrícola, como algumas pesquisas, entre elas, esta de pesquisadora da Embrapa.

Enquanto isso, em um terreno distante dos gabinetes e arenas do campo político, agricultores familiares e pequenos agricultores, indígenas de diferentes povos, quilombolas têm sofrido pressões no “chão”, sobre suas terras, como também o consumidor nas zonas urbanas. São personagens reais que também se veem ameaçados em seu modo de vida de prática orgânica ou sem agrotóxicos. Nós, da sociedade como um todo, nos vimos privados de uma discussão mais ampla que deixe claro tudo que realmente está em jogo e que não nos é exposto em rótulos de produtos ou em informações precisas contínuas a respeito. E a pergunta se repete: realmente sabemos o que estamos comendo?

*A jornalista Sucena Shkrada Resk é especialista em meio ambiente e editora do blog Cidadãos do Mundo

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*Fonte: envolverde

Sistema que promete limpar o Oceano Pacífico está prestes a entrar em operação

Uma fundação holandesa chamada Ocean Cleanup está preparando um sistema inédito que promete ser capaz de limpar a Grande Porção de Lixo do Pacífico, uma área de quase 1,4 milhão de quilômetros quadrados repleta de plástico poluindo o Oceano Pacífico há décadas.

O sistema criado pela fundação, apresentado em detalhes no ano passado, agora está prestes a começar a operar. A equipe da Ocean Cleanup já está desenvolvendo o primeiro protótipo das redes gigantes num porto em São Francisco, nos EUA. Ele deve ser colocado no mar até o fim do ano, segundo a rede CBS.

Todo o sistema começa com um tubo de 600 metros de extensão feito de um plástico maleável e ao mesmo tempo super resistente chamado HDPE (polietileno de alta densidade). Boiando no oceano em formato de “U”, ele serve de barreira para o lixo que navega pelas águas do Pacífico.

Barreiras em alto mar não são novidade, mas o segredo deste sistema é uma âncora móvel que serve para levar o tubo gigante de HDPE de um ponto a outro, sempre seguindo a correnteza e sempre um passo à frente do lixo, que também se move junto com as águas do oceano de forma imprevisível

A barreira fica apenas na superfície, de modo que não possa capturar peixes ou outras formas de vida marinha que passem por baixo dela, como redes convencionais fazem. Quando a barreira estiver carregada de lixo, é só colocar numa rede e tirar tudo da água.

O primeiro grande tubo de HDPE deve ser colocado no oceano até o fim do ano. Se funcionar, o plano é colocar mais 60 deles em operação, espalhados por todo o Oceano Pacífico. O objetivo final é coletar as 80 mil toneladas de plástico da Grande Porção de Lixo em cinco anos, e depois reciclar todo esse material.

*Por Lucas Carvalho

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*Fonte: olhardigital

Por acidente, cientistas criam enzima que permite reciclar garrafas de plástico

Uma equipe internacional de pesquisadores acidentalmente criou uma enzima mutante que consegue digerir o plástico politereftalato de etileno – ou PET, como é mais conhecido. Esse tipo de plástico, que é usado em garrafas de bebidas, é de acordo com o Guardian um dos principais responsáveis por uma crise de poluição que pode ter tanto impacto no meio ambiente quanto o aquecimento global.

Mas segundo o estudo publicado pelos pesquisadores, em breve pode ser possível decompor o plástico PET em seus componentes constituintes com a ajuda da enzima. Isso, por sua vez, permitiria que ele fosse totalmente reciclado. Atualmente, o plástico PET reciclado só pode ser transformado em fibras, cujo uso é relativamente limitado.

Sem querer

A descoberta teve início em 2016, quando cientistas japoneses descobriram uma bactéria capaz de digerir o plástico PET. Por tratar-se de uma descoberta importante, uma equipe internacional passou a estudar a bactéria, buscando entender exatamente como ela realizava esse processo. A equipe então conseguiu identificar a enzima que permite que a bactéria decomponha o plástico das garrafas.

Em seguida, segundo o Guardian, os cientistas fizeram modificações à enzima para tentar entender como ela havia evoluído até se tornar capaz de digerir PET. Mas ao fazer isso, eles inadvertidamente tornaram o processo de digestão de PET da enzima ainda mais eficiente. Com a modificação feita pelos pesquisadores, a enzima consegue começar a decompor o plástico em questão de alguns dias – o que é muito mais rápido do que os séculos que ela leva para começar a ser decomposta no meio ambiente.

Benefícios

Numa declaração enviada ao Cnet, o pesquisador John McGeehan, envolvido no estudo, explicou que “foi um pouco chocante” quando os cietistas descobriram que haviam melhorado a enzima. “O que nós esperamos fazer é usar essa enzima para transformar o plástico de volta em seus componentes originais, para que nós possamos literalmente reciclá-lo de volta em plástico”, disse.

Trata-se de um objetivo importante, já que os plásticos em geral, por serem difíceis de reciclar, acabam sendo extremamente poluentes. De acordo com uma matéria recente do New York Times, o oceano Pacífico contém uma ilha com pelo menos 87 mil toneladas de plástico não-reciclado entre a Califórnia e o Havaí. A ilha em questão ocupa, no oceano, uma área equivalente a cerca de três vezes a do estado da Bahia.

Já há tentativas de solucionar o problema em andamento. Uma delas é um projeto de uma fundação holandesa que pretende usar redes gigantes para retirar o plástico de lá. A Adidas, por sua vez, tem investido na retirada de plástico do oceano e usado fibras feitas com o PET reciclado para fabricar alguns de seus calçados.

Outras vantagens

A pesquisa ainda tem outras duas vantagens: primeiro, ela indica que deve haver bactérias capazes de digerir outros tipos de plástico na natureza. E segundo, ela revela que as enzimas geradas na natureza não são necessariamente otimizadas – isso abre espaço para que cientistas de todas as áreas busquem modificações que possam tornar outras enzimas mais eficientes.

Para reciclar o plástico, os cientistas estudam colocar a enzima em bactérias capazes de sobreviver a temperaturas superiores a 70ºC. Nesse calor, o PET se torna viscoso, o que agiliza o processo de decomposição dele pelas bactérias.

Segundo o químico Oliver Jones, também ouvido pelo Guardian, “ainda há um caminho até que sejamos capazes de reciclar grandes quantidades de plástico com enzimas (…) mas [a descoberta] é certamente um passo na direção certa”. Ele ressalta ainda que é necessário avaliar se o processo de reciclagem não acabaria, ele próprio, por gerar problemas ambientais (como um aumento na emissão de gases estufa) e sugere também que “reduzir a quantidade de plástico produzida em primeiro lugar pode, talvez, ser preferível”.

*Por Gustavo Sumares

 

 

 

 

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*Fonte: olhardigital

A absurda poda anual

Todos os anos, no inverno, repete-se, na maioria de nossas cidades, um fenômeno desconhecido em outras paragens.

Há várias décadas fixou-se entre nós uma inexplicável tradição que consiste na mutilação pura e simples de nossas árvores urbanas, tanto nas ruas como nos jardins.

Muitas vezes no campo, junto às casas de fazendas ou de colonos, pode ver-se o mesmo descalabro. A esta mutilação é dado o nome de “poda”.

O tratamento geralmente é aplicado aos cinamomos, jacarandás e plátanos, às vezes aos ligustros e extremosas, raras vezes com outras espécies como umbus, paineiras ou guapuruvus. Os maus-tratos são tais que muitas vezes as árvores pouco a pouco vão se acabando. No caso do cinamomo, ouve-se dizer que a árvore é de curta vida, mas ninguém se dá conta que tal fato se deve justamente às repetidas e contínuas mutilações. Um cinamomo não mutilado certamente viverá centenas de anos.

Em nosso meio é difícil de se ver uma árvore de rua em bom estado, desenvolvida segundo suas próprias leis. Quase todas são doentes, com tocos e troncos mortos ou parcialmente apodrecidos, impedindo assim a cicatrização e recuperação das mesmas.Uma vez que estão todas fracas e consumidas por dentro, tornam-se presa fácil para insetos, como no caso das cochonilhas do jacarandá. A reação comum é, então, cortar os galhos atingidos para eliminar os insetos, constituindo-se assim nova poda, agora com fins curativos, geralmente um choque que poucas árvores superam.

Se aceitarmos o argumento muitas vezes apresentado, de que é necessário defender os fios elétricos do contato com as árvores, para evitar curtos-circuitos, ou evitar acúmulo de umidade junto às casas, é surpreendente que mesmo em ruas onde não há energia elétrica a violência da agressão seja a mesma.

Por exemplo, na Rua Eng. Álvaro Pereira em Porto Alegre, por volta de l97l, uma linda árvore que se encontrava na beira de um precipício, em local de rara beleza panorâmica, longe de fios e habitações, foi tão brutalmente mutilada, cortando-se galhos de até 20cm de diâmetro, rasgando-se lascas profundas no tronco, que é verdadeiro milagre a sobrevivência da mesma planta até os dias de hoje, apesar do visível definhamento que apresenta.

Outra justificativa que se encontra, proposta por “técnicos responsáveis”, é que se trata de “poda de recuperação”, argumento que vai às raias do absurdo, como a proposição de se mutilar criancinhas para que cresçam melhor.

Iludem-se com os brotos fortes e viçosos que surgem na Primavera após o corte, esquecendo as tremendas feridas que ficam e constituem janela de infecção para toda a sorte de bactérias e fungos, além de possível abrigo para insetos e animais maiores, que se encarregarão de continuar o processo de destruição.

Devemos compreender que, em princípio, árvore alguma necessita de poda. Se elas fossem tão necessárias como se quer fazer crer,os bosques e florestas nativas já há muito teriam desaparecido. Quanto mais livremente uma árvore consegue se desenvolver, tanto mais tempo viverá, por ser mais sã e bela.

A poda sã faz sentido na fruticultura ou viticultura, onde, segundo esquemas racionais e bem definidos, se faz “amputações” com instrumentos adequados, como o podão, cortando-se, em pontos pré-estabelecidos, galhos de pequeno diâmetro, sempre sendo tomadas precauções adequadas. A finalidade desta poda é educar a árvore de maneira a propiciar uma forma que facilite a insolação em toda a periferia e interior, a colheita e a frutificação. Este tipo de poda constitui toda uma ciência, de certo modo pouco complexa.

Em árvores decorativas ou de sombra a poda sã teria sentido quando se quisesse educar ou moldar a árvore para formas artificiais, o que na maioria dos casos, termina com figuras de mau gosto. Por que não apreciar a árvore como a Natureza a idealizou? Nos demais casos, a poda se constitui em medida de emergência, nunca de rotina.

Quando constatada realmente a necessidade de se remover galhos ou troncos importantes de uma árvore adulta, para defender um fio elétrico ou uma construção, ocasionada pela falta de educação do crescimento ou uma construção nova, este trabalho deverá ser feito dentro de uma técnica especial, a “dendrocirurgia”.

Galhos e troncos serão retirados de tal maneira que a cicatrização no local de corte seja rápida e eficaz, possibilitando a recuperação da árvore tal qual paciente após operação. Assim feito, após algum tempo,será difícil identificar o local onde foi feita a remoção, e a árvore seguirá vivendo como se nada houvesse ocorrido.

Para se realizar este tipo de trabalho, é necessário que se compreenda como cresce uma árvore. Isto é muito fácil, mas exige um pouco de observação, algo raro no mundo de hoje. Se o público houvesse observado de perto nossas árvores urbanas, há muito teriam sido tomadas medidas para evitar a destruição sistemática que sofrem.

O esquema de crescimento de uma árvore é fundamentalmente diferente daquele de um animal superior. Enquanto um mamífero, por exemplo, cresce interna e externamente como um todo, com manutenção da estrutura total, a árvore cresce como uma colônia de corais na superfície de suas estruturas originais. Os troncos e galhos se engrossam e se alargam, surgem sempre novas folhas quando morrem as velhas.

Assim como no coral, onde o esqueleto calcário é uma estrutura morta que serve de suporte para os pólipos ainda vivos, o lenho do tronco da árvore é também uma estrutura morta, mas que funciona como condutor de seiva bruta, enquanto intacto, isolado do mundo exterior e das intempéries pela casca viva que o recobre.

De maneira muito simplificada, pode-se dizer que o tronco está constituído do lenho recoberto externamente pela casca. Entre a casca e o lenho tem-se o câmbio, tecido de crescimento que aumenta em diâmetro o tronco. é este o tecido que forma os anéis visíveis em um corte do tronco, os quais podem ser usados para determinar a idade da árvore.

Quando cortamos um tronco, é somente a linha fina do câmbio que possibilita reconstituição de tecidos novos. O erro mais comum quando se retiram os galhos é deixar um toco protuberante. Este toco, constituído de tecidos mortos depois que o câmbio deixa de atuar, quando não há brotação nova, acaba sempre apodrecendo. Assim é impedida a cicatrização, como uma amputação de membro animal onde não se retira a ponta do osso, propiciando entrada de agentes infecciosos.

Para possibilitar a cicatrização, é necessário retirar o galho até sua origem, emparelhando-se o local para evitar lascas. A superfície de corte confunde-se então com a superfície do tronco, devendo ser protegida contra o apodrecimento, como acontece com qualquer pedaço de madeira exposto ao tempo. Para tanto, utiliza-se uma camada de substância protetora. Existem ceras especiais para este fim, mas que, infelizmente, não se encontram no mercado local, devendo-se então recorrer à pintura com tintas sintéticas de toda a parte exposta.

Com o tempo surgirá um anel de tecido cicatrizante, a partir do câmbio circunjacente, que irá engrossando até cobrir toda a superfície de corte. Assim evita-se o surgimento dos conhecidos buracos nos troncos, que sempre vão se aprofundando até a morte da árvore.

Para corrigir erros cometidos em podas mal orientadas, ou acidentes causados por intempéries, há outras técnicas, como a obturação com cimento ou outros materiais inertes.

Faça agora você também a sua parte. Observe as árvores com mais atenção na sua vizinhança, aprenda com suas próprias observações.

Não mutile desnecessariamente as poucas árvores ainda remanescentes nas cidades. Esclareça os perniciosos métodos de poda daqueles que, por falta de informação, ou alienação, insistem em destruir estes seres vivos, que têm direito à vida tanto quanto nós.

*Por José A. Lutzenberger

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*Fonte: blogtudosobreplantas

Cuidados e precauções a respeito da irradiação de alimento no Brasil

Uma das técnicas empregadas com maior frequência pela indústria alimentícia para conservar os ingredientes por mais tempo é a irradiação iônica. Esse método baseia-se em submeter vegetais, frutas e até mesmo carnes a índices controlados de radiação com raio-X, Césio 197, Cobalto 60 ou ainda isótopos acelerados.

Irradiação de alimentos: benefícios e precauções

A radiação apresenta uma série de benefícios, sendo que o principal deles é a proteção contra insetos e demais pragas. Além disso, como já foi citado, a medida consegue retardar as etapas de amadurecimento e envelhecimento dos tecidos nos alimentos. Como consequência, os itens permanecem frescos e podem ser armazenados por um período mais prolongado. Este processo ocorre porque a radiação torna os átomos instáveis em íons (átomos carregados eletronicamente), evitando que os tecidos estraguem.

Apesar desses benefícios, muitas pessoas e especialistas questionam os possíveis malefícios que esses alimentos podem levar à saúde dos consumidores. Ainda que o procedimento seja classificado como seguro para os seres humanos, a carga de íons que uma única fruta recebe pode ser até 150 milhões de vezes maior do que a quantia envolvida em uma radiografia torácica, por exemplo.

Há também setores que levantam a praticidade dessa ação, trazendo para debate aspectos relacionados aos elevados custos deste tipo de operação e eficiência duvidosa do procedimento. Além disso, por conta dos efeitos dos elementos químicos adicionados e ao maior tempo de armazenagem, o valor nutritivo dos itens pode ficar comprometido. Estima-se a quantidade de vitaminas e proteínas sejam reduzidas em até 90%. Alguns estudos preliminares investigam uma provável relação entre o aumento nos casos de câncer no mundo todo e a radiação.

Este tipo de prática, portanto, é uma solução dispendiosa para lidar com a questão de segurança sanitária, pois foca nos sintomas e não na origem do problema. Um caminho economicamente viável e mais consciente do ponto de vista da saúde seria o cultivo local dos alimentos.

Quais são as regras para a irradiação de alimentos no Brasil?

Desde a publicação da Instrução Normativa nº 9, em 2011, o Ministério da Agricultura reconhece o emprego da radiação ionizante como tratamento fitossanitário. Ou seja, o texto liberou a técnica para a prevenção e disseminação das chamadas pragas quarentenárias. Como resultado, o Brasil ganha força para expandir a venda de frutas para mercados externos mais exigentes.

Tanto a dose de irradiação quanto categoria de alimento devem ser observadas para que não haja prejuízos à saúde da população. Além disso, é preciso estar atento aos efeitos da radiação para o meio ambiente. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o processo é visto como seguro e pode resolver a escassez de alimento em várias nações.

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*Fonte: pensamentoverde

A importância das políticas internacionais para o meio ambiente

Durante muitos anos, os países de todo o mundo focaram apenas na força econômica, e pouco se importaram com o quanto isso poderia impactar no meio ambiente. Devido a isso e ao avanço industrial desenfreado, muitos danos foram sofridos pelo planeta.

Felizmente, este tipo de situação está mudando e, desde o século XX, há uma nova consciência mundial. Como consequência, estão surgindo diversas políticas internacionais para o meio ambiente, buscando formas mais sustentáveis de agir e que possibilitem uma menor poluição ambiental, sem a diminuição da produtividade.

Políticas internacionais para o meio ambiente: o que são?

As políticas internacionais para o meio ambiente consistem em indicações de como os países devem agir em relação a qualquer ato que possa representar um dano à natureza ou no aumento da poluição. É o caso, por exemplo, da produção industrial, do descarte de materiais, da reciclagem do lixo, do cuidado com o desperdício de água e da atenção a qualquer emissor de gases poluentes — como meios de transporte e afins.

Os líderes mundiais, com cada vez mais frequência, se reúnem com o intuito de encontrar novas formas de adotar práticas sustentáveis, elaborando metas a serem cumpridas por todos sem que os indicadores econômicos fiquem prejudicados. Atualmente, existem diversos acordos firmados entre os países do mundo, focando na criação de formas mais sustentáveis de produção econômica.

Os principais objetivos das políticas internacionais para o meio ambiente são a proteção dos recursos naturais do planeta e a garantia de uma qualidade de vida para todos, já que dependemos diretamente da limpeza do ar, da água e da produção de alimentos. Muitos especialistas, porém, afirmam que as medidas existentes tratam o assunto de maneira genérica, e pouco tem sido feito de forma efetiva para que os objetivos sejam conquistados a médio prazo.

Nos últimos meses, este tem sido um dos assuntos mais comentados no mundo, já que Donald Trump — o atual presidente dos Estados Unidos, uma das nações mais ricas e desenvolvidas do planeta — se recusa a fazer parte destas políticas internacionais para o meio ambiente e nega que a falta de cuidados com o planeta seja responsável por alterações climáticas.

A importância das políticas internacionais para o meio ambiente

As políticas internacionais para o meio ambiente são fundamentais para o alcance da sustentabilidade do planeta e da vida. Caso os países do mundo não se unam para diminuir sua emissão de gases, por exemplo, poderemos ver uma aceleração do aquecimento global e do efeito estufa, eventos muito prejudiciais à natureza e à vida humana.

É importante que cada indivíduo tenha em mente que somos todos seres vivos totalmente dependentes do planeta, já que precisamos da produção de alimentos para viver, bem como de ar puro e água limpa para continuarmos existindo. Cabe a todos nós busca por uma mudança o mais rápido possível.

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*Fonte: pensamentoverde

Veja os principais danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente

Lidar com o lixo eletrônico é hoje um dos principais desafios que as três esferas do poder público e a iniciativa privada enfrentam quando o assunto é a construção de uma sociedade realmente justa do ponto de vista social e ambientalmente sustentável.

De acordo com dados identificados em um estudo realizado pela Universidade das Nações Unidas em conjunto com a União Internacional das Telecomunicações, somente em 2017 foram gerados 44,7 milhões de toneladas desse tipo de resíduo em todo o mundo, sendo que até 2021 esse número deve crescer 17%.

Diante disso, é fundamental que tanto os governos quanto as empresas voltem mais sua atenção para essa questão tão primordial para o meio ambiente e para a saúde pública. Porém, para que isso ocorra, é necessário que todos estejam cientes dos danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente.

Quais são os principais impactos ambientais do lixo eletrônico?

De maneira geral, os principais danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente podem ser divididos em três grandes grupos. São eles:

Redução do tempo de vida útil dos aterros sanitários

Equipamentos eletrônicos como computadores e celulares têm em sua composição grandes quantidades de materiais que demoram muito tempo para se decompor naturalmente, como o vidro e o plástico. Quando descartados em aterros sanitários, esses materiais aumentam seu o volume do lixo no local e reduzem seu tempo de vida útil, causando ainda mais impacto ambiental.

Contaminação por metais pesados

Placas e demais circuitos eletrônicos de equipamentos possuem quantidades significativas de metais pesados — especialmente mercúrio, chumbo e cádmio. Este é um dos principais danos ambientais causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente, pois tratam-se de substâncias altamente poluentes e que afetam tanto a qualidade do solo quanto da água, dos rios quer e dos lençóis freáticos.

Danos à saúde pública

Apesar de não ser uma consequência ambiental propriamente dita, este problema está diretamente relacionado ao descarte incorreto do lixo eletrônico pois a poluição causada pelo descarte incorreto pode causar danos à saúde da população que vive no entorno dos aterros sanitários ou que vivem da separação dos resíduos destinados aos mesmos.

Qual a importância do descarte correto?

Para evitar os danos causados pelo lixo eletrônico, não há outro caminho que não seja investir no descarte correto e em programas de reciclagem que levem em conta todas as pessoas e instituições envolvidas na vida útil dos equipamentos.

Na esfera governamental, um importante passo foi dado com a instalação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dos Centros de Recondicionamento e Reciclagem de Computadores (CRCs), implementado pelo Governo Federal. Mas essas iniciativas não são suficientes. É preciso que sejam dados incentivos fiscais para empresas que realizam o descarte correto e evitam os danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente, uma vez que se trata de um processo custoso, em especial porque muitas empresas fornecedoras desses equipamentos ainda não possuem programas de logística reversa realmente funcionais.

Além disso, postos de descarte devem estar mais acessíveis à população como um todo, uma vez que hoje existem poucos locais nos quais o descarte correto do lixo eletrônico pode ser feito.

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*Fonte: pensamentoverde

Saiba quais são as atividades que mais consomem água no mundo

A água é um dos recursos mais importantes do planeta, sendo fundamental para a vida. Ela deve ter sua importância respeitada e ser muito bem utilizada para que não se torne um recurso escasso no futuro, comprometendo a sobrevivência de todas as formas de vida existentes em nosso planeta.

Apesar de mais de 70% da superfície terrestre ser composta por água, apenas 1% dela é própria para o consumo, porcentagem que inclui toda a água distribuída entre rios, lagos, lençóis freáticos e represas — enquanto os outros 2% de água está contida nas geleiras polares e os demais 97% são formados por água salgada dos oceanos.

Desta forma, apesar da grande quantidade de água presente no planeta Terra, o montante que é próprio para uso é limitado, o que pode fazer com que este item fundamental se torne difícil de ser encontrado no futuro, especialmente se for mal utilizado.

Assim, é importante que se conheça bem o destino dado à água utilizada no cotidiano, de forma que se saiba como este bem é empregado na nossa rotina, evitando, assim, seu desperdício e uso incorreto.

Atividades que mais consomem água no mundo

Agropecuária

A agropecuária é a atividade que mais consome água em todo o mundo, sendo responsável por 70% de toda a utilização feita pelos seres humanos, de acordo com números da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Além disso, a agropecuária desperdiça grandes quantidades de água: estima-se que cerca de 60% da água utilizada na agricultura seja desperdiçada, especialmente por técnicas inadequadas de irrigação.

Por isso, medidas alternativas para evitar o desperdício de água neste setor — como a irrigação por gotejamento — já passaram a ser utilizadas em alguns lugares do mundo, com o intuito de reduzir o desperdício e dar um melhor uso à água.

Atividades industriais

As indústrias são a segunda atividade que mais consomem água em todo o mundo, sendo responsáveis por 22% de todo o uso de água, que pode ser empregada de diferentes formas nas atividades industriais.

Assim como na agropecuária, o setor industrial também passou a buscar maneiras de utilizar menos água nos últimos anos e reduzir o desperdício em suas atividades. O reuso da água nas indústrias e a redução de dejetos emitidos que chegam até os rios são exemplos de técnicas empregadas pela indústria para buscar consumir menos deste recurso essencial.

Uso doméstico

A terceira atividade que mais consome água no mundo é o uso doméstico, responsável por 8% do uso total de água no mundo. Trata-se da água utilizada em nas residências para limpeza, higiene pessoal ou consumo direto.

Desta maneira, é fundamental que haja uma conscientização das pessoas para que a água utilizada em suas casas não seja desperdiçada, assim como em outras atividades.

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*Fonte: pensamentoverde

As principais consequências do descarte de pneus no meio ambiente

As vendas de automóveis crescem a cada ano no Brasil. Saindo dos escombros financeiros causados pela crise, os brasileiros estão aumentando seu poder de compra e adquirindo veículos, alavancando o setor automobilístico no país. Contudo, mesmo com resultados positivos crescendo de um lado, há também um crescimento de resultados negativos, uma vez que o descarte de pneus usados se torna ainda mais forte.

Como o consumo deste material não é consciente, o descarte de pneus no meio ambiente se torna um hábito comum, gerando uma série de consequências ambientais, sociais, sanitárias e financeiras.

Principais consequências do descarte inadequado de pneus

Problemas na biodegradação

O descarte de pneus no meio ambiente é um grande problema ambiental especialmente por conta de seu elevado tempo de deterioração, causando poluição do solo e contaminação de áreas. Além disso, quando estão expostos à luz solar e às chuvas, os pneus começam a se desfazer tanto em líquidos como em gases, contaminando ecossistemas inteiros e a atmosfera.

Dificuldade em saneamento básico

Pneus também são fontes para diversas doenças. Dengue, malária e febre amarela são algumas das enfermidades que advêm do descarte de pneus de forma incorreta. Acumulando água e sujeira, os pneus também contaminam o solo, podendo causar infecções nas pessoas e atingindo até os animais que se alimentam de recursos naturais contaminados pela eliminação de resíduos químicos que fazem parte da consistência dos pneus.

Gastos excessivos

O poder público também sofre com o descarte de pneus no meio ambiente, uma vez que é preciso investir na retirada constante desses materiais em rios, lagos, mares e solos. Mais verbas para investir em máquinas de retiradas de lixo e ainda suster o serviço público de saúde são alguns dos problemas financeiros no cofre público, que se tornam reais.

Como realizar o descarte de pneus?

Mesmo que o descarte de pneus seja complicado, é possível fazê-lo de forma correta. Isso porque existem centros de descarte especializados em realizar a deterioração correta de pneus sem atingir o meio ambiente. Nesses locais, o processo de reciclagem de pneus velhos é complexo, mas todos os pneus inservíveis entram na deterioração.

Com a ajuda de trituradores de pneu e borracha, esses produtos são picados em tamanhos diversos e misturados a pedras de brita para serem drenados com o líquido que o material dissolve. A mistura, que serve para acabamento asfáltico em ruas, também pode ser reprocessada a ponto de virar borracha.

Quando os pneus são triturados e moídos, as máquinas realizam sua compressão a ponto de o volume se tornar borracha e ser enviado para servir como matéria-prima de calçados e materiais de construção. Filtros são usados para que os efluentes emitidos no processo não sejam eliminados no ar. Os tubos retêm os gases e a queima na produção da borracha não se torna um transtorno.

Na maioria dos casos, o descarte de pneus não visa à eliminação completa, mas o reaproveitamento desses materiais, estimulando empresas de reciclagem e coletores a expandir seu negócio e promovendo uma coleta consciente por parte das empresas e do público.

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*Fonte: pensamentoverde

Cheiro de mato: odores emitidos pela natureza podem evitar estresse e câncer

Basta uma boa caminhada por uma mata fechada ou no meio de uma floresta para ter certeza do bem estar e da tranquilidade que os ares e odores do verde nos trazem. Cientistas da escola de medicina Nippon, em Tóquio, confirmaram objetivamente o que nosso corpo nos diz: sentir o cheiro da natureza pode diminuir dramaticamente a pressão do corpo humano e ainda estimular moléculas que combatem doenças diversas como o câncer.

Segundo o estudo, assim que os odores da floresta adentram o nosso organismo, os níveis de estresse e irritação diminuem-se imediatamente. A exposição mais prolongada e intensa ao cheiro do verde pode reduzir portanto a pressão arterial e fortalecer a imunidade dos corpos.

O cientista Qing Li criou dentro da escola o centro de pesquisa International Society of Nature and Forest Medicine, que visa aplicar a aromaterapia baseada no odor das florestas como tratamentos alternativos. Efeito similar ocorre quando simplesmente olhamos às florestas – mesmo que em fotografias – mas o estudo de Li aponta efeito especialmente eficiente quando utilizados os odores.

Se muitas vezes a ciência é fundamental para descobrir e inventar melhorias para nossas vidas, outras vezes sua tarefa é somente confirmar aquilo que a sabedoria popular e ancestral já sabe: dar uma volta em meio ao verde e respirar fundo faz um enorme bem para nossos corpos. Torna-se mais evidente que salvar a natureza é uma questão imediata de saúde pública.

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*Fonte: hypeness

Saiba quais são os tipos de lixo mais comuns encontrados nas cidades

Todos os dias, o ser humano gera grandes quantidades de lixo. Ao longo dos anos, todo este volume de resíduos acaba poluindo rios, solo e até mesmo o ar que respiramos. Nas grandes cidades, este problema é ainda mais grave, uma vez que há ainda todo o lixo produzido pelo comércio, pela indústria e pela rede de serviços.

Principais tipos de lixo produzidos nas cidades

Segundo dados de Organizações Não Governamentais que trabalham com reciclagem, o lixo mais comum nas cidades é o orgânico, que corresponde a cerca de 52% de todo o montante de resíduos. Em segundo lugar vem o papel e o papelão (aproximadamente 26% do total), o plástico (3%), os metais e o vidro — ambos contribuindo com 2% de todo os rejeitos que são produzidos.

Há, ainda, o descarte de lixo especial (composto por materiais como baterias, pilhas, embalagens de agrotóxicos ou veneno e restos de demolições) e lixo hospitalar (formado por medicamentos e produtos hospitalares em geral), uma grande variedade de resíduos que causam grandes prejuízos ao meio ambiente quando são descartados de forma incorreta.

Problemas associados ao lixo nas grandes cidades

Embora seja positivo o fato de a maior parte do lixo descartado ser orgânico, isso não deixa de ser um problema. Este é um dos tipos de lixo mais comuns justamente porque reúne restos de comida descartados por residências, restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos. Este tipo de lixo é levado diretamente aos lixões, onde se acumula com diversas outras toneladas de lixo.

O lixo orgânico é fruto da falta de planejamento na hora de consumir alimentos, que acabam sendo desperdiçados e descartados mesmo quando estão em bom estado. Este é um problema que aumenta e estimula problemas de desigualdade social, uma vez que o descarte de alimentos faz com que mais pessoas deixem de se alimentar.

O papel e o papelão, por sua vez, embora sejam recicláveis, dificilmente têm este fim. Isso porque, infelizmente, a maioria das pessoas ainda não sabe fazer o descarte consciente deste tipo de produto. Como consequência, esses materiais acabam sendo descartados juntamente com outros tipos de lixo, impossibilitando seu reaproveitamento.

Minimizar este problema é fácil: basta diminuir o consumo, aproveitando ao máximo o papel e realizando o descarte de forma correta, evitando a contaminação com outros tipos de lixo.

O plástico, por sua vez, é um dos maiores problemas da atualidade — já que, além de ser descartado em grandes quantidades, é um daqueles tipos de lixo que raramente podem ser reciclados. Além disso, quando descartado de forma errada, o plástico acaba indo para o solo e para o mar, onde causa poluição e dizima milhares de espécies de animais.

O vidro e o metal, assim como o plástico, podem ser um problema gravíssimo. Estes tipos de lixo demoram milhares de anos para se decompor e acabam deixando para trás componentes químicos altamente prejudiciais para a sustentabilidade do planeta.

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*Fonte: pensamentoverde

Casa-móvel autossuficiente começa a ser vendida comercialmente – Ecocapsule

Às vezes, falamos de projetos tão interessantes e futurísticos que parecem que eles nunca vão sair do papel. Felizmente, nos surpreendemos positivamente. Este é caso do projeto Ecocapsule, uma casa que gera toda a energia que precisa e pode ser levada para qualquer lugar do mundo, que acaba de fazer sua estreia internacional.

Foram lançadas 50 moradias para clientes que vivem nos Estados Unidos, Japão, Austrália e União Europeia. Quem vê de fora não imagina que as minúsculas casas têm tantas vantagens: sua superfície é coberta por placas fotovoltaicas, uma pequena turbina eólica e ainda é capaz de coletar e filtrar sua própria água.

Em forma de cápsula, a casa é feita com fibra de vidro e aço e pode acomodar até duas pessoas. Esta é uma tendência bastante comum em alguns países, como nos Estados Unidos. O interessante é perceber o esforço dos escritórios de arquitetura em tornar esses pequenos espaços residenciais em verdadeiros oásis autossustentáveis.

A turbina eólica produz 750W de energia limpa, enquanto os painéis solares embutidos produzem 880W. A energia é armazenada em uma bateria e o “microhome” ainda pode ser conectado a uma tomada externa, caso seja necessário energia adicional.

A Ecocapsule se encaixa em qualquer contêiner de tamanho padrão e também pode ser transportada através de reboque para qualquer lugar do mundo.

Como morar em uma casa minúscula?

O projeto foi pensado inicialmente para ser uma habitação temporária. Cientistas e fotógrafos da natureza selvagem fariam parte do público alvo. Mas, todo o potencial da cápsula foi sendo percebido ao longo do tempo. A casa-móvel é capaz de oferecer o mesmo tipo de conforto disponível em uma residência tradicional.

Os moradores contam com torneiras, chuveiro quente e banheiros equipado com vasos sanitários com descarga. A água, assim como a energia, também é obtida de maneira sustentável. Sua forma esférica é otimizada para recolher a água da chuva e do orvalho. O recurso passa por um filtro e pode ser usado para o consumo humano. O mesmo sistema serve para limpar água de outros mananciais.

A segunda série de produção em massa estima-se que seja até o final de 2018. Para saber valores e mais informações, confira o site da empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Saiba quais são as 10 cidades mais quentes do mundo

O aquecimento global é caracterizado pelo aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera terrestre, sendo causado pelo aumento inconsequente da emissão dos gases responsáveis pelo efeito estufa — um fenômeno natural que é intensificado pelas ações predatórias do ser humano, causando mudanças climáticas drásticas e preocupantes.

Além do aumento da temperatura do planeta, portanto, o aquecimento global está associado à elevação do nível do mar e ocorrência de mudanças nos padrões de precipitação das chuvas, resultando em enchentes e secas. Outras consequências que merecem destaque são as alterações na frequência e intensidade de fenômenos naturais extremos, extinção de espécies e alterações na produção de alimentos.

Descubra, a seguir, quais são as cidades mais quentes do ano e que podem registrar temperaturas ainda mais elevadas nos próximos anos por conta do aquecimento global:

As 10 cidades mais quentes do mundo

Vale da Morte, Califórnia – Estados Unidos
A Organização Mundial de Meteorologia reconheceu em 2017 que o local é o mais quente do planeta. O deserto californiano já registrou 57,8°C.

Dallol – Etiópia
A cidade é habitada, sendo que sua proximidade com o vulcão Dallol é determinante para tanto calor, ajudando a formar os minerais presentes no local e a cidade já chegou a 60°C.

Wadi Halfa – Sudão
No deserto do Saara, Wadi Halfa é um centro de pobreza da região, fazendo fronteira com o Egito. O calor é tanto que já atingiu a média de 53°C e, para chegar até a cidade, é preciso pegar um trem e carro de alugue e as hospedagens não possuem muito conforto.

Deserto Lut – Irã
No sudeste do Irã, o deserto Lut é um dos maiores do mundo e já registrou temperaturas de 70°C. Apesar da dimensão do calor, ele é cercado por lagos que proporcionam uma levíssima sensação de frescor no local.

Tirat Tsvi – Israel
A cidade faz fronteira com o Rio Jordão e está localizada no vale Beit Shean. Sua temperatura média é de 54°C.

Timbuktu – Mali
A média de temperatura do local é de 54°C. A cidade é coberta de histórias e possui uma importante universidade.

Queensland – Austrália
O local já chegou aos 69°C e possui exemplares da vegetação tropicais e semidesérticos, fazendo com que o calor se amenize diante de tantas belezas.

Turfan – China
No noroeste da China, Turfan tem paisagens desérticas e é repleto de templos budistas com montanhas e florestas.

Kebilli – Tunísia
Seus maiores picos foram de 55°C e o local fica entre o deserto do Saara e um oásis, sendo um grande centro comercial.

Ghadames – Líbia
A cidade é dividida entre a parte nova e a antiga, mas ambas reservam temperaturas de 55°C. Pela sua beleza única o local é Patrimônio Mundial da Humanidade da Unesco.

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*Fonte: pensamentoverde

Descubra quais são os materiais mais reciclados no Brasil

A reciclagem é um processo que permite o reaproveitamento de determinados materiais, que são utilizados para a confecção de novos itens que poderão ser consumidos para diversos fins. Esta é uma ação que contribui para a redução das taxas de exploração de recursos básicos, naturais e essenciais à vida, destacando-se como um processo de enorme importância para o meio ambiente e para a manutenção da fauna, flora e da própria vida humana.
Quais são os materiais mais reciclados no mundo?

Mundialmente, os materiais mais reciclados são:

Caixa de papelão: cerca de 80% delas podem ser reaproveitadas;
Borracha: os pneus, por exemplo, podem ser transformados em adesivos, solados de calçado, tapetes para carros, passadeiras e outros itens;
Garrafa PET: são usadas para a confecção de tapetes, vassouras, enfeites, brinquedos e para produção artesã;
Plástico: costuma ser utilizado para produção de materiais de limpeza, cabides, baldes e inúmeros acessórios para carro;
Alumínio: gera pesas decorativas, acessórios para bicicletas e até para carros.

No Brasil, determinados materiais são reciclados com maior frequência que outros. A seguir, confira quais são os materiais mais reciclados no Brasil e entenda porque isso ocorre:

Quais são os materiais mais reciclados no Brasil?

O Brasil, felizmente, possui resultados muito positivos quando o assunto é reciclagem. Considerando o trabalho de coletores de lixo, limpeza pública e cooperativas de reciclagem, o esforço da reciclagem torna-se uma atividade de ótimo custo-benefício para todos. Entre os materiais mais reciclados no País, podemos destacar:

Aço

O aço está no topo do ranking entre os materiais mais reciclados no Brasil, e a razão é compreensível, visto que ele é utilizado para a confecção de uma série de produtos, peças e objetos. Para se ter uma ideia, 49% de todo o metal descartado no País é reciclado, voltando quase que integralmente às indústrias.

Papel

O segundo lugar entre os materiais mais reciclados no Brasil fica com o papel, que apresenta cerca de 47% de taxa de reaproveitamento. O principal benefício desse processo está na redução da quantidade de árvores cortadas para a produção de folhas de papel.

Vidro

O vidro, que ocupa a terceira posição entre os materiais mais reciclados por aqui, possui 45% de taxa de reaproveitamento. Esse índice só não é maior porque o vidro possui maior dificuldade para ser reaproveitado, o que consequentemente diminui o interesse da indústria e da população em geral (incluindo casas e comércios).

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

Bilionário cria bicicleta que gera energia para toda a casa

Foi por meio do documentário Billions in Change, um movimento que busca salvar o mundo com iniciativas para preservar o meio ambiente e garantir o desenvolvimento sustentável, que o bilionário Manoj Bhargava se tornou conhecido em todo o mundo.

Com uma ideia animadora, que une a saúde e a preservação, ele se destacou e chamou a atenção por querer garantir a inclusão social e levar energia limpa àquelas pessoas que não tem acesso.

O norte-americano de origem indiana criou uma bicicleta especial, batizada de Free Electric, que transforma a energia cinética, obtida durante a pedalada, em energia elétrica – uma bateria é responsável pelo armazenamento. O modelo faz parte de um projeto muito maior, no qual Bhargava está utilizando grande parte de sua fortuna.

As primeiras 50 bikes serão testadas em 20 pequenas aldeias no norte do estado de Uttarakhand, na Índia, antes do lançamento oficial, que deve acontecer em 2016. A ideia é implantar, só neste país, cerca de 10.000 bicicletas que, depois de terem sido pedaladas por uma hora, garantirão um dia cheio de energia elétrica.

A escolha do local se deu pela sua descendência e, principalmente, pela falta de recursos financeiros que a região enfrenta.

Novas iniciativas já estão sendo testadas

O magnata tem investido seu tempo e dinheiro em novas iniciativas que buscam garantir melhores condições de sobrevivência em áreas mais remotas do mundo. Em Detroit, sua equipe tem trabalhado ativamente no Stage 2 Innovations Lab, onde estudam maneiras de tornar potável a água salgada e de produzir energia limpa em todos os lugares.

Para o magnata, é preciso que aqueles que tem mais ajudem os que tem menos, a fim de garantir o desenvolvimento de todo o planeta de forma sustentável e mais igualitária.

Na sua participação no documentário, ele ressalta que os projetos não precisam do seu dinheiro, mas da sua voz. Falando com as pessoas e incentivando-as a buscar soluções reais para os problemas mais urgentes do mundo, é possível levar o movimento adiante e ajudar as pessoas.

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*Fonte: pensamentoverde

Saiba quais fontes poluidoras se devem a atividades humanas

Diversas atividades humanas contribuem negativamente para o efeito estufa: tratam-se de ações pequenas e grandes que liberam gases e excedem um fenômeno que deveria ser natural na atmosfera. Os gases principais desse efeito são o metano, gás carbônico, óxido nitroso e vapor de água. São eles que, em conjunto, tornam a Terra superaquecida e levam a problemas como o derretimento das calotas polares, aumento do nível dos oceanos e outras consequências perigosas.

Vale destacar que muitas destas ações que colaboram para o aumento do efeito estufa também prejudicam o ecossistema de outras formas — causando a intoxicação do solo e da água, além de desmatamento e extinção de animais. Se focarmos apenas na poluição do planeta, já é possível listar muitas fontes que estão associadas à ação do homem. Descubra algumas a seguir:

 

PRINCIPAIS ATIVIDADES HUMANAS QUE AFETAM O MEIO AMBIENTE

 

Trabalhos industriais e laboratoriais com toxinas químicas

Todo tipo de atividade que usa toxinas químicas e não as descarta corretamente pode resultar na contaminação da água e do solo. Em alguns casos, a água pode se tornar inviável de ser bebida ou usada por humanos de qualquer maneira — isso é um grave problema, especialmente em uma época na qual as secas e a escassez de água são cada vez mais presentes.

Poluentes gasosos

Indústrias e veículos motorizados são os principais culpados pela poluição do ar, em especial por conta da emissão de gás carbono. Outras atividades, porém, também colaboram para isso, ainda que em menor escala. É o caso dos cigarros que, além de poluírem o ar, são prejudiciais ao solo quando as bitucas não são descartadas corretamente.

Poluição sonora

Por incrível que pareça, a gigantesca quantidade de sons produzidos em cidades afeta o ecossistema. Isso afasta a natureza, quebra o ciclo natural dos locais preservados e espanta todo tipo de espécie animal. Mesmo os ruídos provocados por grupos de pessoas são o bastante para influenciar no ecossistema de um local, especialmente se feitos repetitivamente.

Desmatamento

Conforme as cidades foram tomando o lugar das florestas, o desmatamento passou a se destacar como um problema sério. Além disso, indústrias de papel, bem como algumas outras, desmatam para conseguir a matéria-prima para seus produtos. Essas ações afetam o ciclo natural da água, aumenta, a erosão do solo e diminuem a vida silvestre.

O ciclo do ar também é extremamente prejudicado pelo desmatamento, já que as árvores são responsáveis pelo desenvolvimento do oxigênio.

Como reduzir a poluição gerada pelo ser humano?

O primeiro passo para reduzir o efeito das fontes poluidoras é esquecer a ideia equivocada de que ações individuais não ajudam o meio ambiente. Adotar novos hábitos ou meios de consumo ajuda bastante no combate aos efeitos nocivos da ação humana. Você pode, por exemplo, contribuir para o processo de coleta seletiva e reciclagem, diminuir o uso de veículos motorizados, usar veículos híbridos, boicotar indústrias que não cumpram com as regras básicas de preservação ambiental e ainda conversar sobre o assunto com outras pessoas, estimulando-as a adotar as mesmas medidas.

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*Fonte: pensamentoverde

Afinal, quantas árvores são necessárias para produzir uma folha de papel?

Você sabe quantas árvores são necessárias para produzir uma folha de papel? Para responder a essa pergunta a partir de uma lógica puramente matemática, é preciso saber quantas folhas é possível produzir a partir de uma única árvore.

Considere que uma árvore padrão na produção de papel, que é o eucalipto, é capaz de produzir 20 resmas de papel. Como cada resma possui 500 folhas, 20 resmas possuem 10 mil folhas tamanho A4 de 75 g/m2 de gramatura por tronco. Se uma árvore é capaz de dar vida a 10 mil dessas folhas, isso significa que para produzir uma folha de papel é necessário 1/10.000 de árvore.

Embora este pareça um número irrelevante, o problema vai muito além de uma simples folha de papel. Isso porque, atualmente, a maior parte do papel produzido no Brasil é oriunda do reflorestamento, o que ajuda a resolver a questão do prejuízo ambiental associado ao desmatamento das florestas e o consequente esgotamento dos recursos naturais. O consumo de papel, na verdade, acarreta problemas associados ao processo de produção e descarte do material.
Descarte de papel: um problema ainda em aberto

O consumo de papel acarreta diversos problemas relacionados com o descarte, uma vez que este material pode demorar de duas semanas a seis meses para se decompor no meio ambiente. Embora pareça pouco, este é um tempo suficiente para causar muito estrago, sobretudo em função da quantidade de papel descartada nos córregos, rios e áreas urbanas, que contribuem para a ocorrência de enchentes e colocam em risco a vida de animais.

Além disso, a própria produção de papel pode causar diversos prejuízos ambientais. A reciclagem de papel, ainda que contribua para a redução do descarte no ambiente, demanda a utilização de mais produtos químicos no processamento, tornando poluente uma atividade que já tem essa característica quando utiliza matéria-prima original.
Qual a melhor solução para o uso de papel?

O reflorestamento resolve parte da questão, enquanto a reciclagem contribui na outra ponta. Além disso, a reutilização do papel pode atrasar a necessidade do descarte, mas é preciso atacar o terceiro vértice do problema — que é justamente a produção. Nesse caso, o caminho é a substituição do papel e redução de sua utilização no dia a dia.

Para que isso ocorra, é preciso que mudem os hábitos da sociedade. Nesse aspecto, o uso da tecnologia pode ser vital: com o aumento do uso da informática, da tecnologia digital e da internet, é possível reduzir bastante o uso de papel na atividade humana. A questão não é quantas árvores são necessárias para produzir uma folha de papel, mas quantas folhas de papel devemos deixar de consumir e produzir?

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*Fonte: pensamentoverde

Conheça 8 formas de como reduzir o lixo jogado no meio ambiente

Sustentabilidade certamente é uma das palavras de ordem do século XXI. Isso porque já foi provado inúmeras vezes que o mundo está chegando ao seu limite de fornecimento de recursos naturais para custear as atividades humanas. Diante disso, existem diversas atitudes que as pessoas podem tomar para fazer com que o mundo se torne mais sustentável, de modo a fazer a diferença no futuro da Terra e da humanidade.

Uma das questões mais fundamentais e urgentes em termos de sustentabilidade diz respeito a encontrar formas de reduzir o lixo que é descartado no meio ambiente. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), os brasileiros geram 230.000 toneladas de lixo por dia, um número que representa aproximadamente um quilo por cada habitante ao dia.

COMO REDUZIR O LIXO JOGADO NO MEIO AMBIENTE?

A principal maneira de reduzir a quantidade de lixo descartado na natureza é reduzindo a quantidade de produtos consumidos. Por isso, as dicas a seguir consistem em maneiras de reduzir não apenas o descarte de lixo, mas o consumo desenfreado de embalagens e itens. Confira:

Colabore com a coleta seletiva

Encaminhar seu lixo para a coleta seletiva é uma das principais formas de reduzir o lixo que é descartado no meio ambiente, uma vez que somente 2% de todo o lixo produzido no Brasil é devidamente reciclado. Caso seu bairro não conte com um serviço de coleta seletiva, é possível realizar o descarte em ecopontos espalhados pela cidade.

Utilize produtos em refil sempre que possível

Por meio da aquisição de produtos a granel, como grãos e cereais, e de produtos de higiene, como sabonetes líquidos, é possível reduzir significativamente a quantidade de plástico e outros materiais utilizados na fabricação de embalagens, minimizando os danos ambientais.

Opte por embalagens desmontáveis

Caixas de papelão para carregar compras e caixas de leite UHT, além de serem mais sustentáveis e passíveis de reciclagem, podem ser desmontadas no momento do descarte. Desse modo, elas ocupam menos espaço e geram economia no momento do transporte, já que não é necessário fazer diversas viagens para transportar determinada quantidade de resíduo.

Evite produtos descartáveis

Use açucareiro ao invés de saquinhos de açúcar, evite utilizar canudos e sempre use os dois lados do papel para impressão ou escrita. Desse modo, você otimiza a utilização de itens que seriam descartados, minimizando a quantidade de lixo gerada.

Reutilize roupas e acessórios

Além de conter produtos naturais como algodão, os tecidos passam por diversos tratamentos químicos que são nocivos ao meio ambiente. Por isso, ao invés de descartar roupas e acessórios que não são mais utilizados, tente customizá-los e dar uma nova roupagem a eles. Confira algumas dicas de customização de roupas neste post.

Dê atenção ao lixo orgânico

Restos de comida e cascas de alimentos podem ser utilizados em processos de compostagem orgânica, resultando em um excelente adubo para ser utilizados em hortas ou como alimentos de criação de suínos.
Reduza suas correspondências

Dê preferência a receber correspondências por e-mail, de modo a reduzir o uso do papel.

Leia online

Outra excelente forma de reduzir o lixo, especialmente o derivado de papel, é ler revistas e livros online, comprando somente aquilo que é essencial ter impresso.

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*Fonte: pensamentoverde

Reciclagem de alimentos: o que pode ser feito com restos alimentícios?

Quase todo mundo já levou bronca dos pais por deixar comida no prato, um desperdício que geralmente é visto como inocente ou insignificante. Hoje em dia, porém, há uma conscientização maior de que qualquer tipo de desperdício deve ser evitado para que não haja prejuízo aos recursos naturais e ao futuro da humanidade.

Atualmente, descartar uma casca de laranja ou limão, uma casca de ovo e até restos de comida pode ser considerado um desperdício de recursos. Isso porque esses são excelentes ingredientes para a compostagem orgânica, que resulta na formação de adubo. Além disso, muitos desses itens podem ser reaproveitados para fazer receitas deliciosas, como um pudim com cascas de goiaba ou um doce de cascas de laranja.
O que pode ser feito com restos de alimentos?

A gaúcha Raquel Patro, especialista em jardinagem e paisagismo, criou seu próprio método para transformar restos de alimento em nutrientes para as plantas. Ela armazena cascas de frutas — como banana, laranja, abacaxi e mamão —, além de cascas de cebola, ovos, borra de café e outros materiais orgânicos.

Para evitar o mau cheiro do material em decomposição, a especialista expõe os restos ao sol, de modo a enxugar a água. Em seguida, ela bate todo o material em um liquidificador, processo que dá origem a uma farinha altamente nutritiva para as plantas. Segundo Raquel, esse processo preserva os nutrientes, como o potássio das cascas de banana e o cálcio das cascas de ovo.

A gaúcha armazena a farinha em uma sacola plástica, que é mantida ao abrigo da luz, do calor e da umidade, mantendo seu valor nutritivo por muito tempo. Esse composto é usado para fertilizar as plantas. Segundo Raquel, essa prática para fazer reciclagem de alimentos é muito bem vista pelas plantas, que acabam exibindo uma aparência muito melhor em relação àquelas em que o produto não é usado.
Outras formas de reciclagem de alimentos

Você sabia que cascas de laranja e limão podem ser usadas para espantar mosquitos? Para isso, basta substituir o tablete convencional do aparelho repelente por pedaços de casca dessas frutas.

Apesar de todas essas ideias, a melhor forma de se fazer a reciclagem de alimentos ainda é por meio da compostagem orgânica, processo que converte resíduos orgânicos em adubo. O procedimento consiste no armazenamento de resíduos orgânicos em uma composteira, formada por um conjunto de três caixas plásticas contínuas — sendo as duas primeiras furadas, para dar passagem ao líquido e permitir o trânsito das minhocas entre as caixas, e a terceira fechada e com uma torneirinha por onde é retirado o adubo líquido.

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*Fonte: pensamentoverde

A importância a logística reversa de embalagens e a responsabilidade dos fabricantes

As estratégias para a preservação do meio ambiente têm estado cada vez mais em pauta nos últimos anos. Observando os estudos sobre degradação ambiental, os governos têm incentivado ações e criado leis para que as empresas adotem medidas sustentáveis em seus processos produtivos, levando a sociedade a um consumo mais consciente e menos prejudicial.

Em 2010, o Governo Federal Brasileiro aprovou a Lei nº 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e deu diretrizes sobre a gestão e o gerenciamento de resíduos, delegando responsabilidades aos produtores e ao poder público. A PNRS determina uma responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, usando como instrumento o conceito de Logística Reversa.
O que é logística reversa?

O conceito de logística reversa pode ser definido como um conjunto de ações e procedimentos que têm como objetivo possibilitar a coleta e o reaproveitamento de resíduos sólidos, fazendo com que eles retornem ao produtor e sejam utilizados novamente em seus ciclos produtivos. Caso isso não seja possível, cabe ao produtor dar a correta destinação ao item, minimizando os impactos ambientais.

A ideia é similar à da reciclagem, sendo que a principal diferença entre essas ações consiste no fato de que o resíduo descartado deve ser retornado e reutilizado pela empresa fabricante de origem.
Logística reversa de embalagens

Embora seja considerada essencial para a preservação ambiental, a logística reversa de embalagens pode acabar se tornando um grande desafio para as empresas. Isso porque o processo depende da ação do consumidor, que precisa ter a atitude de devolver as embalagens e resíduos para que elas retornem à empresa de origem.

O que geralmente acontece, entretanto, é as pessoas descartarem as embalagens e produtos inservíveis juntamente com o lixo comum. Para reverter esse quadro, é necessário que as empresas invistam em estratégias de marketing e conscientização, de modo que seu consumidor entenda a importância de fazer sua parte neste processo.

Embora o processo de logística reversa de embalagens seja de responsabilidade dos fabricantes, é muito comum que a empresa não tenha muito retorno financeiro com a prática. Entretanto, empresários podem encontrar outros tipos de benefícios na apropriação desse processo. O principal deles consiste na possibilidade de associar a marca a práticas sustentáveis em relação ao meio ambiente, criando valor de marketing e ganhando a confiança de consumidores.

Para auxiliar produtores no processo de logística reversa, a Dinâmica Ambiental se especializou justamente na descaracterização e destinação correta de embalagens, além de todos os tipos de aerossóis e demais produtos inservíveis. Localizada em Diadema (São Paulo), a empresa atua em todo o território nacional oferecendo soluções de engenharia reversa, ajudando empresas e indústrias a melhorar seus processos de maneira responsável e sustentável.

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*Fonte: dinamicaambiental