MacRebur: empresa que constrói estradas com plástico retirado dos oceanos

Você provavelmente nunca refletiu sobre o assunto, mas o asfalto e o plástico são feitos do mesmo material.

Sim, o petróleo é a base de ambos. Portanto, não seria genial se usássemos todo o plástico que está poluindo nossas cidades e oceanos para criar estradas ao invés de extrair mais petróleo com essa finalidade?

A boa notícia é que já tem gente fazendo isso!

A empresa MacRebur, criada pelos britânicos Toby, Nick e Gordon, está usando resíduos plásticos para criar um novo tipo de asfalto.

O material ganhou os nomes de MR6, MR8 e MR10 e os compostos devem ser misturados à planta junto com o betume. Após 18 meses de testes, a tecnologia está pronta para ser utilizada e garante estradas 60% mais resistentes do que aquelas feitas com asfalto convencional.

Um outro benefício também deve incentivar o uso desta matéria-prima: o preço. Afinal, lixo é um material que temos em abundância pelo mundo (infelizmente) e, com isso, acaba sendo bastante econômico utilizá-lo em iniciativas como essa. Cada tonelada de asfalto utiliza de três a dez quilos de resíduos plásticos.

 

 

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*Fonte: hypeness

Após estudar 500 milionários, jornalista americano dá receita do sucesso em 13 passos

O empresário Andrew Carnegie liderou a expansão da indústria de aço no século XIX. Quando chegou aos Estados Unidos vindo da Escócia, ele tinha pouco mais de um centavo no bolso. Mas acabou se tornando, na época, o homem mais rico do mundo. Durante o auge de sua carreira, ele confiou ao jornalista Napoleon Hill a missão de documentar — e compartilhar — as estratégias que o transformaram em um dos empresários mais bem-sucedidos de todos os tempos.

“Foi ideia do próprio Sr. Carnegie que a fórmula mágica, que lhe deu tamanha fortuna, fosse colocada ao alcance de pessoas que não têm tempo para investigar como ganhar dinheiro”, escreveu Hill no prefácio do livro “Quem Pensa Enriquece” (Ed. Fundamento), resultado de sua parceria com Carnegie. Hoje, 78 anos após a publicação da obra, o conteúdo continua atual.

 

Além de analisar Carnegie, o jornalista estudou mais de 500 milionários durante 20 anos. Suas entrevistas e pesquisas foram parar no livro. Nele, Hill dá “o segredo para fazer dinheiro” em 13 passos. A abordagem é quebrar barreiras psicológicas que impedem muitas pessoas de alcançar o sucesso. O site Business Insider reuniu as dicas:

1. Desejo: você precisa querer. Todos os milionários começaram com o sonho, a esperança, o desejo. Imaginavam suas riquezas antes de vê-las em suas contas bancárias. “Desejar não vai trazer riquezas. Mas desejar com um estado de espírito que se torna uma obsessão, depois planejar maneiras e meios para adquirir riquezas, e colocar esses planos em prática com uma persistência que não reconheça o fracasso, trará riquezas.”

2. Fé: acredite que você pode alcançar seu objetivo. Ficar rico começa com a mentalidade — acreditar que você acumulará riqueza. “A quantidade de dinheiro é limitada apenas pela pessoa em cuja mente está o pensamento. A fé remove as limitações!”, defende Hill em seu livro.

3. Afirmação: use frases para alcançar seu objetivo. Tornar o desejo por dinheiro ou sucesso em realidade requer que você repita para seu subconsciente o seu objetivo, diz Hill. Inclusive em voz alta. Basta dizer o que você quer e como pretende alcançar. Faz parte de transformar um sonho em uma “obsessão constante”.

4. Conhecimento especializado: ganhar experiência e continuar aprendendo. A educação só se torna poderosa quando organizada e aplicada à vida. E deve ser continuamente reabastecida. Você nunca para de aprender. “Homens que não são bem-sucedidos cometem o erro de acreditar que o período de aquisição de conhecimento acaba quando termina a escola.”

5. Imaginação: tenha ideias e visualize seu sucesso. Se você pode imaginar, pode criar. “Ideias são os pontos de partida de todas as fortunas. As ideias são produtos da imaginação”, escreve. “Quem quer que você seja, onde quer que viva, seja qual for a ocupação com que você esteja envolvido, lembre-se a cada vez que você ler as palavras ‘Coca-Cola’ que aquele vasto império de riqueza e influência cresceu a partir de uma única ideia.”

6. Planejamento organizado: aja. Você precisa correr atrás do que quer. E deve agir com persistência e entusiasmo. “Nós somos bons ‘começadores’, mas péssimos ‘terminadores’. As pessoas estão propensas a desistir ao primeiro sinal de derrota. Então, não há nenhum substituto para a persistência.”

7. Decisões: derrote a procrastinação com determinação. Essa é a característica chave que Hill identificou em todos os ricos estudados — determinação. Aqueles que tomam decisões rapidamente, sabem o que querem (e tendem a conseguir o que querem). “Determinação não é apenas uma característica dos ricos, mas uma das qualidades mais importantes que um líder deve possuir. No fim das contas, tomar uma decisão errada é melhor do que não tomar decisão alguma.”

8. Persistência: não pare até você conseguir o que deseja. Persistência é fundamental quando se tenta acumular riqueza, mas poucas pessoas têm a força de vontade necessária para transformar o desejo em algo real. “Riqueza não responde a desejos. Responde apenas a planos definidos, apoiados por desejos definidos, por meio de persistência constante.”

9. Mestres da mente: esteja rodeado pelos melhores. Pessoas bem-sucedidas se cercam de amigos talentosos e colegas que partilham sua visão. O alinhamento de várias mentes criativas é mais poderoso do que apenas uma. “Um grupo de cérebros coordenados (ou conectados) em um espírito de harmonia irá fornecer mais energia do pensamento que um único cérebro, assim como um grupo de baterias vai gerar mais energia do que uma só bateria.”

10. Relacionamento: escolha um parceiro compatível. A energia sexual é incrivelmente poderosa, segundo Hill. Quando aproveitada e redirecionada, pode melhorar criatividade, paixão, entusiasmo e persistência — cruciais para acúmulo de riqueza. “O desejo do sexo é o mais poderoso dos desejos humanos.”

11. Subconsciente: abrace a positividade e descarte emoções negativas. “Emoções positivas e negativas não podem ocupar a mente ao mesmo tempo. Um ou outro deve dominar. É de sua responsabilidade se certificar de que as emoções positivas constituam a influência dominante de sua mente”, diz Hill.

12. O cérebro: se relacione com outras pessoas inteligentes e aprenda com elas. Nosso cérebro é um “transmissor e receptor de vibrações de pensamento”, absorvendo os pensamentos de outras pessoas que nos rodeiam — o que torna ainda mais importante estar com pessoas inteligentes, criativas e positivas. “Cada cérebro humano é capaz de captar vibrações de pensamento que estão sendo liberadas por outros cérebros”, escreve o jornalista. Tente aprender com todos que o rodeiam.

13. O sexto sentido: confie no seu instinto. O princípio final deve vir só depois de você já dominar os outros 12 princípios. “Com o auxílio do sexto sentido, você será avisado de perigos iminentes a tempo de evitá-los.” Para Hill, o instinto fica mais forte a partir dos 40 anos. Mas pode ser aplicado a qualquer idade.

Andrew Carnegie

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*Fonte: epocanegocios

5 sinais de que você é mais bem-sucedido do que imagina

Um dito popular aqui no Brasil diz que sempre acreditamos “que a grama do vizinho está mais verde que a nossa”. Que, apesar de as pessoas terem conquistas na vida, elas sempre se frustrarão por não terem ido tão longe quanto outras em alguns aspectos.

Dar valor demais ao êxito alheio pode até incentivar a busca por mais conquistas. Mas, pelo menos no curto prazo, tal hábito leva à infelicidade.

Vale lembrar que, neste exato momento, pode haver alguém que esteja “olhando para a sua grama”. Sim. Há pessoas que estão em uma situação pior que a sua e te consideram alguém bem-sucedido por alguma razão.

Uma reportagem originalmente publicada na “Inc.” elenca alguns dos fatores associados a pessoas bem-sucedidas. É bem possível se identificar com alguns deles. Conheça-os e valorize o que você tem:

1. Você não passou por nenhuma tragédia
Quem perdeu algum familiar ou amigo querido, sofreu algum acidente ou teve alguma doença complicada, seja ela física ou mental, tem motivos suficientes para se sentir frustrado. Todas elas são experiências traumáticas. Se você não enfrentou nenhuma delas nos próximos anos, considere-se um vencedor.

2. Sua situação financeira não é tão apertada assim
Poucos têm independência financeira. Isto é fato. No entanto, pode ser que o lucro de sua empresa, ou seu salário, não seja tão ruim assim. Deve haver um número razoável de pessoas com a sua formação acadêmica e classe social em uma situação muito mais crítica. Pense nisso.

3. Há um plano
Ser bem-sucedido é realizar sonhos. E é preciso ter metas para que eles se transformem em realidade mais facilmente. É claro que é impossível conquistar os objetivos sem uma boa execução. Mas quem planeja o que fazer para atingir a meta tem uma vantagem.

4. Você é ambicioso
Outro ingrediente importante na busca pelo sucesso é a ambição, uma grande vontade de conquistar seus objetivos. Quem deseja muito algo tende a se esforçar mais. E está um passo à frente no longo caminho que leva à realização de um sonho.

5. As pessoas te respeitam
Ter respeito, seja dos amigos, família ou colegas de trabalho, interfere positivamente na autoconfiança de alguém. Ao ter relações harmoniosas das pessoas que te cercam, você está melhor que muitas pessoas que não se dão bem em casa e no trabalho e, de quebra, não têm muitas amizades.

 

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*Fonte: pequenasempresasgrandesnegocios

O vírus do empreendedorismo sem sentido está acabando com você

Os mesmos produtos, os mesmos termos, o mesmo sotaque, os mesmos sites e blogs com os mesmíssimos templates. Afinal de contas: o que é que você está fazendo com a sua carreira e com a sua vida?

Me chame de Dr. Otto. Estamos no dia 23 de maio de 2022. Já faz alguns anos que perdemos Nova Iorque, São Paulo, São Francisco e outras capitais para os contaminados. O que havia começado como uma gripe, sem levantar qualquer tipo de suspeita, cresceu e tomou de assalto todo o planeta. No início, os jovens eram os mais suscetíveis, mas depois de um tempo todo tipo de gente começou a cair para o que ficou conhecido como “A grande oportunidade”. O vírus não só era altamente resistente a todo tipo de soro, como não havia vacina. Com a deterioração da economia, a sua disseminação se tornou ainda mais rápida.

    O vírus? A moda do empreendedorismo sem sentido.

Ainda não sabemos qual foi o paciente zero, mas os cientistas já rastrearam a linha de contaminação e chegaram a uma data: 2008, quando a conexão a cabo se tornou mais acessível e os computadores ficaram mais baratos. Ao que tudo indica, a transmissão ocorre através da internet, se aproveitando de zonas de alta circulação, como o Facebook e outras redes sociais, para infectar um número cada vez maior de pessoas.

Até então, o vírus não só era assintomático, como era possível verificar o contrário: uma vez contaminado, o agente passava a se comportar de maneira positiva e estimulada; a energia crescia e os pensamentos positivos surgiam em sua cabeça. De uma hora ou para a outra ele passava a acreditar que poderia mudar o mundo.
“Vamos, vamos! Precisamos acordar às 5:00, evitar o glúten e fazer yoga!”

    No dia 9 de março de 2009, tudo mudaria. Havia surgido o Whatsapp.

O aplicativo agia como um grande vetor de disseminação, atraindo as pessoas já contaminadas para dúzias de grupos que tinham como único objetivo a pulverização do vírus. Até 2012 a ferramenta ainda era utilizada para trocar mensagens e áudios entre amigos, mas as coisas foram piorando e se deteriorando com uma velocidade inacreditável. Em pouco tempo, perderíamos as rédeas da situação para sempre.

 

Quando tudo começou a sair do controle.
“Você teria cinco minutos para falar comigo sobre uma grande oportuni…”

O que sabemos até então é que a falta de estímulo é o principal agente de combate à doença. Uma vez desestimulado o indivíduo, o vírus resiste, fazendo com que ele retorne ao estado reconhecido como “mindset vencedor”.

Até há pouco tempo, esse sintoma era um desconhecido da classe médica, mas foi com o agravamento da crise política do país, antes do impeachment da Presidente da República, que ele começou a se mostrar em sua versão mais agressiva. Provavelmente o vírus havia sofrido uma mutação violenta.

Agora, quem havia sido contaminado apresentava, pela primeira vez, o descolamento da realidade. Esse quadro foi percebido pela primeira vez quando um paciente relatou que receberia um bilhão de obrigados pelo seu trabalho; até colocou data! Outro, disse que levaria à 30% da população do planeta terra inteiro a sua mentalidade. Em pouco tempo, percebíamos que os sonhos se tornavam cada vez maiores e o desejo de transformação mais e mais violento.

O que mais nos assustava, como médicos, é que nem mesmo os maiores ditadores do planeta haviam acreditado que poderiam fazer esse tipo de coisa. Nunca, Mao Tse Tung ou Hitler, haviam exigido palmas de um bilhão de pessoas ou planejavam ser conhecidos por 2 bilhões de sujeitos, quem dirá incutir neles a sua mentalidade.

 

O início do fim.

Acostumados com o altíssimo nível de endorfina no sangue, quem era contaminado precisava experimentar a sensação de sucesso. Descobriríamos meses depois que a cada negócio fechado você precisava de níveis cada vez mais altos de satisfação para que o sistema todo não desmoronasse.

Passaram, então, a fecharem negócios uns com os outros, vendendo produtos sem sentido, que prometiam mudar o mundo — quanto maior a promessa maior o êxtase — , mas que eram meros sacos de ar. O dinheiro que ganhavam de uns gastavam nos outros. Estava claro que nada daquilo se sustentaria por muito tempo.

Já em 2016 observávamos os contaminados no que chamaríamos de “grande ausência de identidade”. Faziam Yoga para fecharem negócios, abriam mão do glúten para ficarem alertas, acordavam e dormiam pensando em alta-performance, para que pudessem gerar mais clientes, que lhes dariam mais dinheiro, que era o combustível para toda essa ciranda.

    O discurso era altamente sedutor: “Trabalhe em casa, conheça o mundo, demita o seu chefe, viva o seu sonho, seja quem você quiser ser!”.

Na fase final de descolamento da realidade a coisa toda se tornava tão histérica que chegavam ao ponto de imitarem uns o sotaque dos outros. Falavam os mesmos jargões, vestiam as mesmas roupas, nominavam seus produtos com as mesmas expressões…

    O dinheiro era o rei. O dinheiro era Deus.

Criaram uma espécie de religião: a teologia da prosperidade. Se encontravam em galpões e dançavam juntos, gritavam, golpeavam o vento e diziam uns aos outros que manter todo aquele nível histérico não só era possível, como era preciso! Se tornaram coaches comportamentais, de sono, de hábitos, alimentares, de relacionamento…invadiram todos os campos, salgando toda a terra e se apropriando de todas as áreas do conhecimento humano.

 

Por fim, o fim.

Após quase duas décadas, o vírus começa a apresentar os primeiros sinais de esgotamento. A vida é preciosa e o corpo humano é um milagre. Aos poucos, observávamos os primeiros agentes que conseguiam, sozinhos, combaterem o vírus. O cérebro, depois de um tempo, entravas em curto, percebendo que não havia um final para esse túnel. Após tanto dinheiro perdido em busca do dinheiro fácil, percebemos um retorno a realidade, que vem aumentando.

Já tivemos pacientes que retornaram às suas áreas de vocação, que descobriram o que gostam de fazer e que decidiram abandonar os templates, jargões e pirâmides. Gente que apagou do computador as máquinas de escrever e-mails, resquícios de quão fundo nós chegamos nesse poço. Hoje, 23 de maio, já registramos mais de quinze mil fotos de terno e braços cruzados removidas do Facebook e todos os dias dúzias de grupos de times de vendas somem do Whatsapp.

Não encontramos um vídeo de vendas de 45 minutos há quase dois meses e as pessoas já não deixam mais dinheiro no para-brisa do carro dos outros há um ano. Enfim, a realidade dá sinais de que vencerá tudo isso…

 

Explicando tudo isso.
“Acenda um cigarro, tome uma garrafa de vinho e pare com essa porra de Yoga-funcional”.

Dr. Otto é um personagem fictício, mas que representa com fidelidade o que venho observando no campo do empreendedorismo nos últimos anos. Me dói admitir, mas nós perdemos a mão em algum momento da história. O que deveria ser uma atividade que viabilizaria a nossa liberdade e nos daria mais tempo para fazermos o que gostamos e estarmos mais perto de quem amamos se tornou — tão e somente — uma corrida dos ratos.

    Cada vez que eu vejo um empreendedor escolhendo o que fará pelo que “está dando mais dinheiro” e não seguindo sua vocação, é uma facada no peito.

Preenchemos a nossa agenda, regulamos o nosso sono, restringimos a nossa alimentação e até mesmo decidimos o que faremos pelos próximos anos da nossa vida atrás da ideia de que poderemos viver — mais pra frente — da maneira com que nós sempre sonhamos.

    Ei, você, uma dica: nós podemos fazer isso agora.

Ao invés de mais uma reunião com aquele grupo de empreendedorismo, opte por um bom livro. Vá ao cinema, despretensiosamente. Assista àquele filme que não te ensinará nada porque, naquele dia, você não quer aprender coisa alguma. Beba, ria e durma indecorosamente. Desligue os alarmes e retorne só na semana que vem.

    Há 30 anos, o mundo era quadrado e precisava dos empreendedores para mudá-lo para sempre. Hoje, os empreendedores se tornaram quadrados. Dizer que pensa fora da caixa ou que está fora da curva se tornou a caixa e a própria curva!

Qual foi a última vez que você foi você mesmo? Que foi criativo? Que fez o vídeo de vendas da forma que você queria, não como mandavam os manuais ou que atendeu o seu cliente falando da sua maneira e não como as normas mandavam? Quando você foi que você chamou o seu produto pelo nome que achava mais legal, sem se preocupar com mais ninguém?

O tempo é curto e está voando. Você quis empreender para ser dono da própria vida e não está percebendo que hoje todos possuem uma parte de você. As amarras do empreendedorismo sem sentido são tão ou mais grossas do que a da CLT.

*TEXTO: Ícaro de Carvalho

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