Empresa cria boné solar, que pode carregar seu celular

Disponível na Amazon USA, o boné foi criado pela startup SolSol, de Los Angeles, que apresentou o projeto no festival South by Southwest (SXSW), possui a capacidade de até mesmo carregar celular e pode ser adquirida em uma variedade de cores.

O boné é produzido de 100% algodão, células fotovoltaicas monocristalinas , regulador eletrônico de energia e outros componentes e possui um regulador de tamanho, o mais interessante do SolSol, é que ele não conta apenas com uma placa solar, mas sim, diversas placas. A parte de trás do boné contém a porta de carregamento para o cabo que deverá ser conectado ao celular. Porém, é preciso ficar atento porque a aba do boné não deve ser dobrada.

Segundo a companhia, o processo não utiliza baterias e não emite radiação, só funcionando em contato direto com a luz solar e possui carga máxima de 1.45 W em condições padrões, sendo amigável ao meio ambiente, além de ser possível preencher a carga com cerca de 200 mAh por hora, ou seja, se você demora duas horas para carregar o telefone usando a tomada usual, no SolSol, por exemplo, você pode esperar de três a quatro horas para carregar totalmente o seu telefone. A empresa vem trabalhando melhores formas de aprimorar a tecnologia para acelerar o processo.

É possível concluir que, mesmo que o SolSol não seja a fonte mais poderosa , ele consegue ser um perfeito quebra galho, em momentos em que é necessário carregar o celular e não existe nenhuma tomada por perto.

O boné é compatível com iPods e alguns iPhones, smartphones Android com conectores Micro USB de 5V e semelhantes.

De acordo com pessoas que já utilizam o boné, o único empecilho encontrado foi o peso, um pouco acima de um boné normal.

Veja o vídeo:

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*Fonte: engenhariahoje

Japoneses estão desenvolvendo tecnologia de transmissão de energia sem fio proveniente de painéis solares espaciais

Já imaginou não ter que se preocupar em ter que recarregar o seu celular todo dia? É provável que no futuro isso seja possível. Engenheiros no Japão têm concentrado esforços no desenvolvimento de um sofisticado sistema que consegue enviar grandes quantidade de energia elétrica a distâncias consideráveis.

O objetivo da pesquisa, eventualmente, é criar um enorme painel solar baseado no espaço que não é afetado pelos sistemas meteorológicos e que, constantemente, possa coletar grandes quantidades de energia e enviá-las aos receptores na Terra via microondas.

Durante a feira de eletrônicos Ceatec, que acontece no Japão nesta semana, a J Space Systems apresentou algumas das antenas que usa para receber as transmissões de microondas de alta potência. Batizadas de “Rectenna”, elas são antenas planas sintonizadas na frequência de 5.8GHz.

A empresa conseguiu com sucesso transmitir energia a uma distância de cerca de 50 metros usando o sistema, apesar de apresentar perdas consideráveis. A antena envia 1.8 kilowatts, mede 1,2 metros quadrados e consegue colher 340 watts de uma antena receptora que tinha 2,6 metros por 2,3 metros.

A Mitsubishi Heavy Industries também está a frente de uma pesquisa similar e no ano passado conseguiu enviar 10kW de energia a uma distância de cerca de 500 metros, um recorde para pesquisadores japoneses. Para fazer isso, ela usou amplas matrizes de transmissão e recepção.

Se a tecnologia continuar a progredir, haverá uma série de usos para ela. Um deles é usar a curta distância para enviar energia em torno das fábricas, permitindo que máquinas, sensores e estações de trabalho facilmente sejam configurados sem ter que executar novos cabos de alimentação.

Outra uso bem útil dessa tecnologia é enviar energia para áreas atingidas por desastres naturais através de balões. Mas tudo isso soa pequeno quando comparado a ideia futurística de painéis solares orbitantes capazes de coletar grandes quantidades da energia do sol e enviá-las a Terra.

A grande tarefa para que essa tecnologia chegue no estágio desejado é reduzir perdas de transmissão.

A agência espacial japonesa, que está atrás da ideia, admite que a ideia de colheita de energia solar no espaço não é nova. Projetos anteriores em outros países chegaram perto, mas devido a falta de suporte para um sistema como esse não evoluíram.

Mesmo assim, a agência espacial está continuando a direcionar pesquisadores para a tecnologia. Mas se mantém realista: “levará tempo significativo e esforços para superar os muitos obstáculos no caminho para a concretização de um sistema de energia solar espacial”, disse.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Japoneses estão desenvolvendo tecnologia de transmissão de energia sem fio proveniente de painéis solares espaciais

Já imaginou não ter que se preocupar em ter que recarregar o seu celular todo dia? É provável que no futuro isso seja possível. Engenheiros no Japão têm concentrado esforços no desenvolvimento de um sofisticado sistema que consegue enviar grandes quantidade de energia elétrica a distâncias consideráveis.

O objetivo da pesquisa, eventualmente, é criar um enorme painel solar baseado no espaço que não é afetado pelos sistemas meteorológicos e que, constantemente, possa coletar grandes quantidades de energia e enviá-las aos receptores na Terra via microondas.

Durante a feira de eletrônicos Ceatec, que acontece no Japão nesta semana, a J Space Systems apresentou algumas das antenas que usa para receber as transmissões de microondas de alta potência. Batizadas de “Rectenna”, elas são antenas planas sintonizadas na frequência de 5.8GHz.

A empresa conseguiu com sucesso transmitir energia a uma distância de cerca de 50 metros usando o sistema, apesar de apresentar perdas consideráveis. A antena envia 1.8 kilowatts, mede 1,2 metros quadrados e consegue colher 340 watts de uma antena receptora que tinha 2,6 metros por 2,3 metros.

A Mitsubishi Heavy Industries também está a frente de uma pesquisa similar e no ano passado conseguiu enviar 10kW de energia a uma distância de cerca de 500 metros, um recorde para pesquisadores japoneses. Para fazer isso, ela usou amplas matrizes de transmissão e recepção.

Se a tecnologia continuar a progredir, haverá uma série de usos para ela. Um deles é usar a curta distância para enviar energia em torno das fábricas, permitindo que máquinas, sensores e estações de trabalho facilmente sejam configurados sem ter que executar novos cabos de alimentação.

Outra uso bem útil dessa tecnologia é enviar energia para áreas atingidas por desastres naturais através de balões. Mas tudo isso soa pequeno quando comparado a ideia futurística de painéis solares orbitantes capazes de coletar grandes quantidades da energia do sol e enviá-las a Terra.

A grande tarefa para que essa tecnologia chegue no estágio desejado é reduzir perdas de transmissão.

A agência espacial japonesa, que está atrás da ideia, admite que a ideia de colheita de energia solar no espaço não é nova. Projetos anteriores em outros países chegaram perto, mas devido a falta de suporte para um sistema como esse não evoluíram.

Mesmo assim, a agência espacial está continuando a direcionar pesquisadores para a tecnologia. Mas se mantém realista: “levará tempo significativo e esforços para superar os muitos obstáculos no caminho para a concretização de um sistema de energia solar espacial”, disse.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Carro elétrico solar chega ainda esse ano

Já imaginou ter um carro e não precisar gastar nenhum dinheiro com combustível? Essa realidade está a cada dia mais próxima e já há previsão da empresa Lightyear lançar o veículo One já nesse ano de 2021.

O carro promete superar o Tesla Model S, chegando em 725km de autonomia e ainda conta com 4 motores elétricos e 5m² de painéis solares, que estão protegidos pelo vidro.

Um diferencial em relação ao mercado, é que suas células solares são 20% mais eficientes que as tradicionais e caso o usuário decida, pode ser carregado com o plugin tradicional dos veículos elétricos.

Por conta de seus motores, o veículo pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 10 segundos.

Esse veículo será uma inovação e fará a ficção científica se tornar realidade, com veículos cada vez mais sustentáveis.

Porém ainda há o desafio de se tornar acessível para todos, uma vez que seu preço de reserva deverá variar entre R$ 700 mil a R$ 900 mil e será lançado primeiramente na Europa.

Esperamos que o mundo se transforme nas próximas décadas e passam permitir o uso de toda a população.

Para conhecer o carro elétrico solar, você pode assistir o vídeo da fabricante:

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*Fonte: engenhariahoje

Avião elétrico solar percorreu 43.000 km, com 97% de eficiência e sem uma gota de combustível

Que o futuro está chegando e que há muitas tecnologias para serem lançadas, não temos dúvida. Nessa matéria você irá conhecer o avião denominado Solar Impulse 2, que percorreu 43.000 km sem uma gota de combustível e seus 4 motores elétricos tiveram uma eficiência recorde de 97%.

O Solar Impulse é projeto de avião solar de longo alcance proposto na Escola Politécnica Federal de Lausana (EPFL), na Suíça, e é promovido por Bertrand Piccard, tem o objetivo de produzir aeronaves capazes de darem a volta ao mundo com apenas energia solar.

Sobre o Solar Impulse 2

Tem o peso de uma tonelada e meia e é tão largo quanto um Boeing 747, voa através de energia solar captada através de 17.248 células solares, é praticamente um laboratório voador, repleto de tecnologias inovadoras que permitem produzir energia renovável, armazená-la e utilizá-la quando necessário e da forma mais eficiente.

A eficiência de seus motores elétricos é de 97% e dos motores térmicos é de apenas 27%, o que significa que seus motores perdem apenas 3% da energia, enquanto os motores tradicionais chegam a perder 73% para propulsão em combustão.

Isso nos faz refletir sobre o motivo dessas tecnologias não serem tão divulgadas, nós do Engenharia Hoje temos a missão de popularizar essas tecnologias que podem ajudar a humanidade e pedimos seu apoio para compartilhar e ajudar a disseminar essa informação para toda a sociedade.

E já fazem 5 anos que ele foi capaz de completar uma circum-navegação da Terra sem gastar 1 gota de combustível e percorreu mais de 43.000 km.

Veja o vídeo oficial em inglês, você também pode ativar legendas:

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*Fonte: engenhariahoje

Startup israelense desenvolve bateria elétrica capaz de ser carregada em somente 5 minutos

Se a questão da duração e do carregamento das baterias na atualidade em que tanto dependemos de nossos smartphones, computadores, tablets e gadgets em geral já crucial, mais ainda será quando enfim a inevitável migração para automóveis elétricos se dê de forma massiva – as baterias terão de durar mais e demorar menos para serem carregadas. Resolver todo esse dilema é o propósito da startup israelense StoreDot – que, em seu novo lançamento, criou uma bateria de íon-lítio capaz de ser carregada em somente cinco minutos, e que pode ser utilizada não só em smartphones, tablets e drones, como também em veículos elétricos.

Segundo o CEO da empresa, Doron Myersdorf, a novidade ajuda a resolver o principal impedimento hoje para o público geral ao pensar em migrar dos veículos de combustão para os elétricos: não mais o custo, mas sim a ansiedade pela autonomia, o alcance, a capacidade do veículo, a experiência e facilidade em seu uso de modo geral. “As pessoas ou estão preocupadas se ficarão presas em uma Avenida ou se terão de ficar esperando em um posto de carregamento por duas horas”, comentou Myersdorf. “Mas se a experiência do motorista for exatamente como é com combustível, toda essa preocupação desaparece”.

A oferta da StoreDot, portanto, é justamente uma tecnologia capaz de padronizar uma experiência fácil, rápida e sustentável para os veículos elétricos – a estimativa da empresa é de lançar até 2025 uma bateria ainda mais durável do que a atual, capaz de dirigir por 160 quilômetros com uma carga de somente cinco minutos. Os esforços da startup, portanto, se juntam aos de outras gigantes da área – como a Tesla, que também vem tentando aprimorar ou mesmo resolver o dilema das baterias.

*Por Vitor Paiva

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*Fonte: hypeness

Bateria superenergética pode quase dobrar o alcance dos veículos elétricos

Os cientistas há muito veem as baterias de metal de lítio como uma tecnologia ideal para armazenamento de carga, aproveitando o metal mais leve da tabela periódica para fornecer células repletas de energia.

Mas pesquisadores e empresas tentaram e falharam durante décadas para produzir versões recarregáveis ​​e acessíveis que não tivessem o risco de pegarem fogo.

Até que, no início deste ano, Jagdeep Singh, o presidente-executivo da QuantumScape, afirmou em uma entrevista ao The Mobilist que a discreta empresa fortemente financiada do Vale do Silício havia vencido os principais desafios técnicos. Ele acrescentou que a VW espera ter as baterias em seus carros e caminhões até 2025, prometendo reduzir o custo e aumentar a autonomia de seus veículos elétricos.

Depois de abrir o capital em novembro, o QuantumScape agora está avaliado em cerca de US $ 20 bilhões, apesar de ainda não ter nenhum produto ou receita (e nenhuma expectativa de que isso aconteça até 2024). A VW investiu mais de $ 300 milhões na empresa e criou um empreendimento conjunto com a QuantumScape para fabricar as baterias. A empresa também levantou centenas de milhões de outros grandes investidores.

Ainda assim, até agora Singh havia revelado poucos detalhes sobre a bateria, o que levou os pesquisadores, rivais e jornalistas a vasculhar registros de patentes, documentos de investidores e outras fontes em busca de pistas sobre o que exatamente a empresa havia alcançado — e como.

Em um anúncio à imprensa no dia 8 de dezembro, a QuantumScape finalmente forneceu os resultados técnicos dos testes de laboratório. Sua tecnologia é uma bateria parcialmente de estado sólido, o que significa que ela usa um eletrólito sólido em vez do líquido do qual a maioria das baterias depende para promover o movimento de átomos carregados através do dispositivo.

Numerosos pesquisadores e empresas estão explorando a tecnologia de estado sólido para uma variedade de produtos químicos de bateria porque esse método tem o potencial de melhorar a segurança e a densidade de energia, embora o desenvolvimento de uma versão prática tenha se mostrado difícil.

A empresa, com sede em San Jose, Califórnia, ainda está ocultando alguns detalhes sobre sua bateria, incluindo alguns dos principais materiais e processos que está usando para fazê-la funcionar. E alguns especialistas continuam céticos de que QuantumScape tenha realmente abordado os difíceis desafios técnicos que tornariam possível uma bateria de metal de lítio em veículos comerciais nos próximos cinco anos.

Resultado dos testes

Em uma entrevista para a MIT Technology Review americana, Singh disse que a empresa mostrou que suas baterias atenderão efetivamente cinco necessidades principais do consumidor que, até agora, impediram que os veículos elétricos ultrapassassem 2% das vendas de automóveis novos nos EUA: custos mais baixos, maior alcance, tempos de recargas mais curtos, maior vida útil total na estrada e maior segurança.

“Qualquer bateria que atenda a esses requisitos pode realmente abrir 98% do mercado de uma forma que você não consegue fazer hoje”, diz ele.

Na verdade, os resultados de desempenho do QuantumScape são notáveis.

As baterias podem ser carregadas até 80% de sua capacidade em menos de 15 minutos. (MotorTrend descobriu que o V3 Supercharger da Tesla levou um Model 3 de 5% a 90% em 37 minutos, em um teste no ano passado.) E eles retêm mais de 80% de sua capacidade em 800 ciclos de carregamento, que é o equivalente aproximado de dirigir 240.000 milhas (386.243 quilômetros). Na verdade, a bateria apresenta pouca degradação, mesmo quando sujeita a ciclos agressivos de carga e descarga.

Por fim, a empresa afirma que a bateria foi projetada para atingir gamas de direção que podem exceder as dos veículos elétricos com baterias de íon de lítio padrão em mais de 80% — embora isso ainda não tenha sido testado diretamente.

“Os dados do QuantumScape são bastante impressionantes”, diz Paul Albertus, professor assistente de engenharia química e biomolecular da Universidade de Maryland e anteriormente diretor do programa IONICS da ARPA-E com foco em estado sólido, sem afiliação ou financiamento relacionamento com a empresa.

A empresa “foi muito mais longe do que outras coisas que eu vi” em baterias de metal de lítio, ele acrescenta: “Eles correram uma maratona enquanto todos os outros fizeram 5 km.”

Como funciona?
Então, como eles conseguiram tudo isso?

Em uma bateria de íon de lítio padrão em um carro elétrico hoje, um dos dois eletrodos (o ânodo) é feito principalmente de grafite, que armazena facilmente os íons de lítio que vão e vêm através da bateria. Em uma bateria de metal de lítio, esse ânodo é feito do próprio lítio. Isso significa que quase todos os elétrons podem ser colocados para trabalhar armazenando energia, que é o responsável pelo maior potencial de densidade dela.

Mas isso cria alguns grandes desafios. A primeira é que o metal é altamente reativo, portanto, se entrar em contato com um líquido, incluindo o eletrólito que suporta o movimento desses íons na maioria das baterias, pode desencadear reações colaterais que degradam a bateria ou fazem com que ela entre em combustão. A segunda é que o fluxo de íons de lítio pode desenvolver formações semelhantes a agulhas conhecidas como dendritos, que podem perfurar o separador no meio da bateria, causando um curto-circuito na célula.

Ao longo dos anos, esses problemas levaram os pesquisadores a tentar desenvolver eletrólitos de estado sólido que não são reativos com o metal de lítio, usando cerâmicas, polímeros e outros materiais.

Uma das principais inovações da QuantumScape foi desenvolver um eletrólito de cerâmica de estado sólido que também serve como separador. Com apenas algumas dezenas de micrômetros de espessura, ele suprime a formação de dendritos enquanto ainda permite que os íons de lítio passem facilmente para frente e para trás. (O eletrólito na outra extremidade da bateria, o lado do cátodo, é um gel de alguma forma, então não é uma bateria totalmente de estado sólido.)

Singh se recusa a especificar o material que está usando, dizendo que é um de seus segredos comerciais mais bem guardados. (Alguns especialistas em baterias suspeitam, com base em pedidos de patente, que se trata de um óxido conhecido como LLZO.) Levou cinco anos para se descobrir isso; e depois mais cinco para desenvolver a composição e o processo de fabricação certos para evitar defeitos e dendritos.

A empresa acredita que a mudança para a tecnologia de estado sólido tornará as baterias mais seguras do que a variedade de íons de lítio no mercado hoje, que ainda ocasionalmente pegam fogo em circunstâncias extremas.

O outro grande avanço é que a bateria é fabricada sem um ânodo distinto. (Veja o vídeo do QuantumScape aqui para ter uma ideia melhor de seu design “livre de ânodo”.)

Conforme a bateria carrega, os íons de lítio no lado do cátodo viajam através do separador e formam uma camada perfeitamente plana entre ele e o contato elétrico na extremidade da bateria. Quase todo esse lítio retorna ao cátodo durante o ciclo de descarga. Isso elimina a necessidade de qualquer material de ânodo “hospedeiro” que não esteja contribuindo diretamente para o trabalho de armazenamento de energia ou transporte de corrente, reduzindo ainda mais o peso e o volume necessários. Também deve cortar custos de fabricação, diz a empresa.

Riscos restantes

Há um porém: os resultados do QuantumScape são de testes de laboratório realizados em células de camada única. Uma bateria automotiva de verdade precisaria ter dezenas de camadas, todas trabalhando juntas. Passar da linha piloto para a manufatura comercial é um desafio significativo no armazenamento de energia e o ponto em que muitas startups de baterias antes promissoras fracassaram.

Albertus observa que há um farto histórico de reclamações prematuras de avanços de baterias, então qualquer inovação é recebida com ceticismo. Ele gostaria de ver a QuantumScape submeter as células da empresa aos tipos de testes independentes que os laboratórios nacionais realizam, sob condições padronizadas.

Outros analistas da indústria expressaram dúvidas de que a empresa pudesse realizar os testes de expansão e segurança exigidos para colocar baterias em veículos nas estradas até 2025, se a empresa tiver testado rigorosamente apenas células de camada única até agora.

A Sila Nanotechnologies, uma startup de bateria rival desenvolvendo um tipo diferente de materiais anódicos de alta densidade energética para baterias de íon-lítio, lançou um relatório técnico um dia antes da história da Mobilist que destaca uma lista de desafios técnicos para baterias de metal de lítio de estado sólido. Ele observa que muitas das vantagens teóricas do metal de lítio diminuem à medida que as empresas buscam baterias comerciais, dadas todas as medidas adicionais necessárias para fazê-las funcionar.

Mas o documento enfatiza que a parte mais difícil será enfrentar o desafio do mercado: competir com a enorme infraestrutura global já existente para adquirir, produzir, enviar e instalar baterias de íon-lítio.

Apostas massivas

Outros analistas, no entanto, dizem que os avanços recentes no campo indicam que as baterias de metal de lítio irão ultrapassar significativamente a densidade de energia da tecnologia de íons de lítio e que os problemas de retenção do campo podem ser resolvidos.

“A questão costumava girar em torno se teríamos baterias de metal de lítio; agora o foco é quando as teremos”, diz Venkat Viswanathan, um professor associado da Carnegie Mellon que pesquisou baterias de metal de lítio (e fez trabalho de consultoria para QuantumScape).

Singh reconheceu que a empresa ainda enfrenta desafios, mas insiste que eles se relacionam mais com a engenharia e o aumento da produção. Ele não acha que quaisquer avanços adicionais na química são necessários.

Ele também observou que a empresa agora tem mais US $ 1 bilhão, proporcionando uma condição mais favorável para chegar à produção comercial.

Questionado sobre por que os jornalistas deveriam confiar nos resultados da empresa sem o benefício de descobertas independentes, Singh ressaltou que está compartilhando o máximo de dados possível para ser transparente. Mas ele acrescenta que QuantumScape não está “no negócio de pesquisa acadêmica”.

“Sem ofensa, mas não nos importamos com o que os jornalistas pensam”, diz ele. “As pessoas com as quais nos importamos são os nossos clientes. Eles viram os dados, executaram os testes em seu próprio laboratório, viram que funcionava e, como resultado, estão apostando muito nessa empresa. A VW apostou tudo”.

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*Fonte: mittechreview

Startup diz que carro elétrico movido a energia solar nunca irá precisar recarregar

A empresa de carros elétricos Aptera Motors está de volta – e afirma ter construído um veículo que, em teoria, nunca precisa ser carregado, graças aos bancos de painéis solares em seu teto e capô.

Claro, há uma série de advertências e notas de rodapé sobre a afirmação, como relata o The Verge, e vamos vamos comentar. Mas supondo que os painéis solares funcionem moderadamente bem, o Aptera poderia apresentar algo no caminho para uma solução para os problemas de autonomia das baterias de veículos elétricos, um dos principais obstáculos que bloqueiam uma transição generalizada para carros elétricos.

Aptera não alega ter construído um dispositivo de movimento perpétuo, ou que a bateria dos veículos de três rodas nunca ficará sem energia.

Em vez disso, a empresa diz em um comunicado à imprensa que o veículo tem um alcance extraordinário de 1.600 quilômetros por carga, levando em consideração seus painéis solares acrescentando 72 quilômetros de energia em dias ensolarados. Partindo do pressuposto de que um motorista típico viajará menos do que isso, o Aptera poderia durar muito tempo sem precisar parar em uma estação de recarga.

Como empresa, a Aptera teve problemas para colocar seu design incomum nas ruas. Depois que seus carros foram certificados pela primeira vez pelo Departamento de Energia em 2009, a empresa fechou suas portas em 2011 depois de ser incapaz de garantir um empréstimo, de acordo com o The Verge.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Países podem ser 100% alimentados por energia limpa, segundo IRENA

Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), é possível alcançar um setor elétrico mundial movido apenas por fontes de energia renováveis.

Para isso, a instituição lista dezenas de inovações e políticas que os países devem adotar para direcionar as suas matrizes elétricas longe dos combustíveis fósseis.

Como exemplos de sucesso, são citados casos de países ocidentais que já obtém toda ou boa parte da sua energia por fontes limpas, como a Islândia (100%) e o Reino Unido (33%).

“A energia renovável é agora tão competitiva que em muitas regiões é a opção preferida para geração de eletricidade”, informa Francisco Boshell, analista de padrões e mercados de energia renovável na IRENA.

E é exatamente nos preços que se encontra um dos principais fatores para a expansão das tecnologias de energia limpa, como o painel solar.

De acordo com a IRENA, os custos da energia solar fotovoltaica e eólica costeira, líderes mundiais das renováveis, caíram 82% e 39%, respectivamente, desde 2010.

No entanto, a intermitência dessas fontes é um dos obstáculos que os países precisam solucionar para que possam aumentar a sua dependência nessas tecnologias.

“Ainda há um grande desafio: a integração dos sistemas de energia renovável variável. Isso requer muita inovação para desbloquear o que é chamado de flexibilidade” disse Boshell.

Cerca de 30 inovações tecnológicas existentes e políticas de incentivo foram citadas pela IRENA como capazes de permitir a transição global para longe dos combustíveis fósseis.

Como ressalta a agência, isso é imprescindível para reduzir as emissões de carbono que estão ligadas ao aquecimento global e padrões climáticos mais extremos, como furacões e secas.

A principal inovação apontada são as baterias de armazenamento de grande escala, que permitem aos operadores da rede elétrica armazenar energia e implantá-la em épocas de alta demanda.

Segundo a IRENA, os custos dessa tecnologia caíram 85% nos últimos 10 anos.

A agência também defende o uso de algoritmos de inteligência artificial para melhor prever a demanda e geração, bem como otimizar as funções de grandes redes de transmissão em tempo real.

Ao mesmo tempo, espera-se que a tecnologia blockchain facilite as transações e ajude os consumidores de energia a pagar e receber pagamentos por devolver energia à rede a partir das baterias de seus veículos elétricos ou de painéis solares em seus telhados, a chamada “flexibilidade do lado da demanda”.

Para isso, a IRENA afirma serem necessárias políticas para criação de um sistema que forneça incentivos financeiros para que os consumidores devolvam energia para a rede.

“Todas essas ações terão que ser feitas com contratos inteligentes automatizados e o blockchain ajudaria nisso”, alega Boshell.

Alguns especialistas do mercado dizem que o custo de toda essa inovação pode ser alto, especialmente para os países em desenvolvimento.

Mas Boshell diz que as ações de eficiência, como a substituição de usinas de energia reserva por sistemas de armazenamento, irão incentivar as operadoras de baixo custo a entrar no mercado e manter um controle sobre a conta que os consumidores têm de pagar.

“A ideia é que não precisamos que o sistema seja mais caro”, disse Boshell. “Precisamos apenas dos incentivos certos para direcionar os fluxos de receita aos atores certos”.

*Por Ruy Fontes

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*Fonte: thegreenestpost

Você tem acordado entre 1h e 4h da manhã? Então pode precisar cuidar-se melhor. Entenda! Você tem acordado entre 1h e 4h da manhã? Então pode precisar cuidar-se melhor. Entenda!

Se você costuma acordar todas as noites nesse horário, existem algumas coisas que precisa saber. Descubra-as!

A madrugada é o momento do dia em que nos dedicamos ao sono e ao descanso, por isso durante ela, nossas mentes estão mais calmas e serenas, o que permite às nossas energias e emoções emergirem e se expressarem com mais tranquilidade.

Se não conseguimos descansar verdadeiramente durante a madrugada e acordamos num horário específico, isso pode significar que existe algum desequilíbrio em nossas energias e sentimentos, o que está prejudicando o nosso sono e também a nossa vida diária.

Um dos horários mais comuns para acordar é da 1h às 4h. Esse é o seu caso? Você tem acordado nas últimas noites nesse horário? Então existem algumas coisas que precisa compreender melhor sobre si mesmo.

Abaixo explicamos melhor. Confira!

1. Excesso de pensamentos negativos
Se você tem acordado especificamente nesse horário, seu corpo e espírito podem avisando que você está nutrindo excesso de sentimentos negativos, como a raiva, a falta de perdão e a impaciência.

2. Tristeza acumulada
Outro recado que também pode ser enviado a você é que a tristeza tem desempenhado um papel muito grande em sua vida, por isso você não consegue encontrar satisfação em nenhuma atividade e sentir-se pessimista na maior parte de seus dias.

De forma geral, acordar nesse momento do dia traz uma mensagem de sua alma, dizendo que você tem necessidades espirituais não atendidas e que precisam ser melhor trabalhadas para que seja capaz de viver bem consigo mesmo e nutrir os seus relacionamentos de mais sabedoria e empatia.

Em muitos momentos, nós ficamos tão presos a nossos compromissos diários e à rotina, que nos esquecemos de cuidar de nós mesmos, de nosso corpo e espírito. Não nos concentramos em melhorar os nossos níveis de energia e em adotarmos hábitos que nos tragam felicidade verdadeira. As consequências disso acabam chegando e podem nos manter acordados durante a noite.

Se você se identifica com tudo o que foi dito, é o momento de cuidar melhor de si mesmo, ouvir mais a sua alma e colocar-se como prioridade. Reconheça as coisas boas que já possui, trabalhe para melhorar aquilo que pode ser melhor e incorpore mais alegria à sua vida.

Faça tudo no seu tempo, mas não deixe de dedicar-se a si mesmo. Quanto mais você investir na própria felicidade e sucesso, mais fácil será descansar todas as noites, pois seu corpo e sua alma estarão mais realizados e saudáveis.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Professor cria churrasqueira movida a energia solar 24 horas. Uma alternativa limpa

Quando se trata de escolher eletrodomésticos, sempre há o dilema de nos escolher com base no preço, qualidade, formato, tamanho, etc., mas acho que muito raramente nos preocupamos que essas coisas sejam ecológicas, especialmente se forem grelhados ou churrascos.

Embora existam atualmente várias opções de cozimento amigáveis ​​ao ar usando tecnologia de energia solar, não vimos uma opção que pudesse armazenar calor por tempos de cozimento mais longos ou temperaturas mais altas até agora. Bem, agora chegou Wilson Solar Grill.

A nova tecnologia solar desenvolvida pelo professor do MIT David Wilson pode fazer com que os churrascos solares se tornem os mais vendidos no mercado em breve. Sua maior virtude é poder cozinhar 24 horas por dia com energia solar acumulada.

A diferença que Wilson postula é abandonar a churrasqueira a carvão tradicional e oferecer uma opção de cozinha limpa, ecologicamente correta e socialmente sustentável no mundo em desenvolvimento já afetado pela forte poluição do ar.

Como funciona? Graças ao armazenamento de calor latente, a nova grelha permite tempos de cozimento estendidos, cria temperaturas mais altas e reduz o problema do sol intermitente. Desta forma, esta invenção alcançaria temperaturas de cozimento de 450F e oferece até 25 horas de tempo de cozimento.

Em relação à alta poluição causada pelos grelhadores convencionais, Wilson garante que esta invenção será muito útil para os países em desenvolvimento que dependem da lenha para cozinhar seus alimentos, pois esse estilo de cozinhar é o que causa a maior parte dos doenças respiratórias, bem como aumentam a taxa de desmatamento.

Como muitos de nós sabemos, churrasqueiras ou churrasqueiras de madeira, lascas, carvão ou propano contribuem para a má qualidade do ar, mas agora, graças ao Wilson Solar Grill, temos a chance de pensar em uma alternativa mais verde.

Claro, sabemos que para os que amam o cheiro do carvão, dificilmente entenderão este novo conceito que funciona a partir do calor solar, porém é hora de ver as novas possibilidades com novos olhos e nos guiar para os novos tempos, onde a ecologia e nosso planeta são cruciais.

Atualmente esse design ainda não está à venda, mas de acordo com o professor Wilson, ele espera que seja lançado em breve e garante que essa opção será tão popular nas vendas quanto qualquer grelha convencional.

Pronto para mudar por um mundo mais limpo?

Texto originalmente publicado no UPSOCL, livremente traduzido e adaptado pela equipe da Revista Bem Saber Viver Mais

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*Fonte: sabervivermais

Gerador eólico sem hélices começa a ser testado

Em 2016, o CicloVivo falou sobre uma inovadora “turbina” eólica sem pás, engrenagens ou eixos. A tecnologia saiu da promessa e começou a ser testada industrialmente, ainda que esteja longe de chegar à venda comercial.

Batizado de Vortex, o modelo é de um cilindro fixo verticalmente que oscila com a força do vento. É pela vibração que a energia é captada, diferente dos equipamentos comuns em que as pás fazem girar o rotor que transmite a rotação ao gerador. “Não é na verdade uma turbina, pois não gira”, afirma a startup espanhola Vortex Bladeless, responsável pela criação. Na base da estrutura, há um alternador que converte o movimento em eletricidade.

A tecnologia da Vortex é baseada no fenômeno chamado Derramamento de vórtice, que integra o campo da física que estuda o efeito de forças em fluidos. “Na mecânica dos fluidos, à medida que o vento passa por um corpo contundente, o fluxo é modificado e gera um padrão cíclico de vórtices. Uma vez que a frequência dessas forças está próxima o suficiente da frequência estrutural do corpo, este último começa a oscilar e entra em ressonância com o vento. Isso também é conhecido como vibração induzida por vórtice”, explica a startup.
Benefícios

Apesar de sua capacidade de vibração, o cilindro é rígido e projetado para alcançar o desempenho máximo na captação energética. É capaz de se adaptar muito rapidamente às mudanças de direção do vento e aos fluxos de ar turbulentos dos ambientes urbanos. Este fato pode ser interessante para a popularização da energia eólica doméstica.

Os testes sugerem que os dispositivos podem gerar eletricidade cerca de 30% mais barata que as turbinas eólicas convencionais. Entram nesta conta o baixo custo de instalação e manutenção, além de valores potencialmente mais baixos de material e fabricação. Em entrevista à emissora Al Jazeera, David Yáñez, co-fundador da startup, garantiu que sua alternativa para captar energia dos eventos é mais barata, exige baixa manutenção e pode durar mais de 15 ou 20 anos.

Também é mais silenciosa, tem menos impacto visual e causa menos danos aos pássaros -, uma reclamação comum às turbinas tradicionais. Outro ponto positivo fica por conta da ocupação de espaço, uma vez que os geradores podem ser instalados em uma pequena área útil, inclusive, mais próximos uns dos outros.

“Esperamos oferecer às pessoas a possibilidade de colher o vento que passa sobre seus telhados ou através de jardins e parques com dispositivos mais baratos de instalar e mais fáceis de manter do que as turbinas eólicas convencionais”, diz Yáñez.

Financiamento

Para o projeto sair do papel, recebeu o financiamento do “Horizonte 2020”, um programa de Pesquisa e Inovação da União Europeia. Agora está concluindo os testes de 100 dispositivos pré-comerciais e planeja começar o teste beta de seu menor dispositivo: o Vortex Nano de 85 cm de altura. A ideia é apostar em aplicações de baixa potência em combinação com energia solar.

Já em relação ao lançamento no mercado para o consumidor final, a startup afirma que precisará de mais testes e certificações, mas que em breve haverá pilotos públicos na Espanha.

A Vortex Bladeless ainda afirma que, em características e custo-benefício, seus geradores eólicos são mais semelhantes aos painéis solares do que às turbinas eólicas comuns.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

13 maneiras de espantar a energia negativa da sua casa

Sabe aquele sentimento constante de desânimo e um clima pesado no ar? Veja algumas dicas para espantar a energia negativa do seu lar:

1. Abra as portas e janelas
Pode parecer óbvio, mas deixar o ar circular, mesmo que esteja frio lá fora, é o primeiro passo para mandar embora as energias ruins de dentro de casa.

2. Acenda um incenso
O hábito de queimar incensos faz parte de práticas espirituais e de rituais de meditação. Pode ajudar a melhorar a energia do ambiente e criar uma atmosfera mais calma e serena.

3. Livre-se das coisas quebradas
Manter móveis e objetos quebrados pode atrair e manter energias negativas em casa. Mesmo que tenha algum valor sentimental, está na hora de dar um jeito nessas peças: repare-as ou remova-as de casa.

4. Use spray de óleo de laranja
Aquele cheirinho cítrico da laranja remete a um dia ensolarado. O aroma é capaz de espantar a energia negativa do ambiente e melhorar o humor das pessoas. Dilua um pouco óleo de laranja na água e espalhe pela casa.

5. Arrume a bagunça
Em desordem, os objetos são capazes de reter energias que podem nos bloquear fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente.

6. Use cristais para manter a harmonia
Cada cristal tem uma função. O quartzo rosa, por exemplo, é capaz de facilitar na substituição das emoções e sentimentos negativos por positivos.

7. Pinte uma parede de amarelo
Pode parecer meio radical, mas a cor é capaz de neutralizar as energias ruins do ambiente. Além disso, o amarelo pode fazer com que o ambiente pareça maior.

8. Coloque sal nos cantos
Especialistas dizem que para absorver energias negativas, basta colocar um pouquinho de sal em cada canto de um ambiente e deixar por 48 horas. Depois disso, é só varrer e jogar no lixo.

9. Faça uma boa faxina
A dica é sempre que comprar ou alugar um imóvel novo, antes mesmo de começar a levar as mudanças, dedique um tempo para fazer uma boa faxina. Isso pode ajudar a remover qualquer tipo de energia do morador anterior.

10. Tente reduzir as pontas
Uma das indicações do Feng Shui são os móveis sem pontas. Além de serem mais seguros, caso alguém esbarre neles, a energia gerada pela ponta, que lembra uma flecha, não é aconchegante. A dica é investir em objetos de decoração, como luminárias e vasos redondos, para trazer mais energias positivas.

11. Invista em espelhos
Acredita-se que eles podem atrair ainda mais energias positivas e também ajudar a limpar a mente. Mas não se esqueça de optar pelos de pontas redondas.

12. Opte por cores neutras
Às vezes, cores escuras podem sobrecarregar quando tudo o que você precisa é de um ambiente relaxante.

13. Proteja as entradas
As portas e as janelas são entradas para as energias. Para manter essas áreas purificadas e protegidas, é recomendado limpar as maçanetas e janelas com a mistura de água, sal, vinagre branco e suco de limão.

*Marina Paschoal com Bruna Menegueço

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*Fonte: casa&jardim

Conheça a casa cápsula com energia solar e eólica que pode ser usada como trailer por viajantes

Desenvolvido pela empresa eslovaca Ecocapsule, o modelo de uma pequena residência ecológica está sendo vendida por US$ 90 mil. Abastecida por energia solar ou eólica, ela pode ser utilizada como trailer para viajantes.

Em formato de um ovo, a capsula tem pouco mais de 25 metros quadrados. Pensada para ser ocupada por até duas pessoas, ela possui uma cozinha equipada e um banheiro. Além de um quarto que pode ser transformado em uma sala de estar.

Mini casa moderna e ecológica

O modelo desenvolvido pela Ecocapsule apresenta uma proposta bastante ecológica. Utilizando fontes de energia limpa, ela traz diversos recursos tecnológicos modernos e que visam a sustentabilidade. Tais fatores justificam o valor elevado.

Por exemplo, seu formato oval foi concebido para reter mais calor e há canais para coleta da água da chuva. Bem como, a cápsula possui um sistema próprio para filtrar a água coletada que será utilizada pelos usuários.

A bateria de 9,7 quilowatts pode fornecer energia para o trailer por até quatro dias. Como dito, ela é carregada por meio dos painéis solares de 880 watts instalados no teto ou por turbinas eólicas com capacidade de 750 watts.

Novo nicho de moradia

De acordo com os arquitetos da Ecocapsule, a intenção da casa sustentável é ser uma alternativa para profissionais que realizam trabalhos de campo, como guardas florestais e biólogos. Tal como, uma solução rápida de moradia em casos de emergências.

Entretanto, eles notaram um grande interesse de clientes de alta renda que vivem em regiões metropolitanas como Nova York e o Vale do Silício. Nesse caso, eles enxergam a capsula como uma opção de quarto de hóspedes ou acessório para coberturas de prédio.

Conheça o interior do projeto da Ecocapsule na galeria abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: tecmundo

Telha solar com tecnologia de filme fino chega ao Brasil

A preocupação com construções eficientes e um modo de vida sustentável está se tornando cada vez mais presente. E, neste cenário, a geração de eletricidade tem um papel de destaque – fontes sustentáveis de energia devem ser priorizadas por empresas e por famílias preocupadas com o meio ambiente e também com a economia.

Pensando em oferecer uma alternativa para a geração de energia solar residencial, a L8 Energy trouxe para o Brasil uma telha solar com a tecnologia do filme fino. Segundo a empresa, além de ser resistente, a tecnologia possui maior poder de absorção de energia, possibilitando seu uso para geração de energia solar em residências.

Telha Solar

“A Telha Solar L8 possui uma estrutura de alta resistência e por isso sua durabilidade é enorme. Ela vem com 10 anos de garantia de fábrica e a geração de energia após 25 anos é de 85% da potência nominal. Ou seja, do lado da eficiência, também temos um avanço muito significativo em tecnologia” explica Guilherme Nagamine, diretor executivo da L8 Energy.

O executivo ainda explica que o sistema de absorção é capaz de acender uma lâmpada de 30W com apenas uma unidade – cada telha 50 x 70 cm.

Outro diferencial importante é a resistência da telha. “Ela detém tecnologia de vaporização catódica à vácuo, considerada a melhor solução para a produção de filmes finos CIGS (Cobre, Índio, Gálio e Selênio). Na prática, isso torna a telha mais resistente e eficiente do que as telhas de fibrocimento adaptadas com células em silício monocristalino que existem no mercado”, garante Leandro Kuhn, CEO da L8.

Leandro afirma que a Telha Solar L8 possui grande potencial de mercado, pois reúne qualidades técnicas e design, para que as pessoas possam gerar a própria energia sem precisar alterar o projeto arquitetônico. . “O produto foi premiado como design de produto do ano no IF Gold Award 2019, o mais prestigiado evento de design do mundo”, conta o executivo.

A Telha Solar L8 é imune a sombras, com captação da luz difusa e mais eficiência na captação em locais nublados, ou com baixa luminosidade. O produto está a venda no Brasil e a unidade custa R$ 350,00.

Energia solar em instalações residenciais

Um levantamento feito pela Absolar – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, mostra que em números de sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil, os consumidores residenciais representam a maioria com 72,6% das instalacões.

“A consciência de consumo entre as pessoas vem crescendo de forma exponencial e isso se reflete também em relação a suas casas. A telha solar, aliada ao conceito de solução integrada ao projeto, otimiza o uso do espaço do telhado, gera conforto térmico que diminui o uso de aquecedores ou ar condicionados, além de proporcionar a redução na conta de energia elétrica”, explica Nagamine.
Acessórios solares também chegam ao Brasil

Outras inovações que seguem a mesma proposta da Telha Solar L8 são os acessórios: mochilas e guarda-sóis também terão um sistema fotovoltaico. Ambos possuem a tecnologia do filme fino e a energia solar pode ser revertida para uma carga de bateria, onde a energia é armazenada e pode recarregar celulares, laptops e até caixas de música por meio de cabo USB.

*Por Natasha Olsen

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*Fonte: ciclovivo

Surgem mais detalhes sobre a super bateria da Tesla

Empresa irá realizar evento em maio para anunciar novidades. Novo tipo de bateria foi desenvolvido em parceria com laboratório canadense e será produzido pela Amperex na China

A Tesla deve introduzir neste ano, inicialmente em carros Model 3 produzidos na China, um novo tipo de bateria com maior longevidade e que irá tornar o custo dos veículos “comparável àqueles com motor à combustão”.

Segundo informações da Reuters, as baterias são fruto de uma parceria com a chinesa Contemporary Amperex Technology Ltd. (CATL) e um pequeno laboratório na Universidade Dalhousie em Halifax, no Canadá. O laboratório é chefiado desde 1996 por Jeff Dahn, pioneiro no desenvolvimento das baterias de íons de lítio usadas em veículos elétricos e para armazenamento de energia.

As baterias serão baseadas em uma nova química interna que dispensa o uso do cobalto, um dos ingredientes mais caros e controversos. Além disso, serão “empacotadas” pela CATL usando uma nova tecnologia chamada “Cell to Pack”, que permite agrupar mais baterias num mesmo espaço e reduzir os custos com invólucros.

Para reduzir ainda mais os custos as baterias serão produzidas em linhas de montagem altamente otimizadas chamadas de “terafábricas”, 30 vezes maiores que a atual “gigafábrica” da Tesla em Nevada, nos EUA.

“Temos de nos certificar de ter uma curva muito íngreme na produção de baterias e continuar a melhorar seu custo por kilowatt-hora. Isto é fundamental e extremamente difícil”, disse Elon Musk, CEO da Tesla, a investidores em janeiro deste ano. “Temos que aumentar a produção de baterias a niveis insanos, que as pessoas não podem nem compreender hoje em dia”.

De acordo com o Business Insider, Musk afirmou a investidores que a Tesla fará um “dia da bateria”, na terceira semana de maio, para anunciar novidades neste segmento. Segundo o executivo, será “o dia mais emocionante na história da Tesla”.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Energia renovável reduzirá 97% do consumo de água na geração elétrica

Além do seu papel fundamental na descarbonização do setor elétrico mundial, as fontes de energia renováveis também ajudariam a reduzir o seu consumo de água em até 97%.

É o que mostra o resultado de um estudo feito por um time de pesquisadores da Universidade de Tecnologia da Lappeenranta, na Finlândia, e divulgado na revista Nature Energy.

De acordo com o estudo, para produzir os mesmos 1 megawatt-hora (MWh) de energia, a tecnologia fotovoltaica consome entre 2% e 15% da água utilizada por usinas nucleares e a carvão.

Turbinas eólicas, por sua vez, consomem entre 0,1% e 14% dessa mesma quantidade.

Segundo os pesquisadores, essa demanda insignificante de água representa um ganho duplo para as tecnologias renováveis, que já apresentam quase zero emissões de CO2 na geração.

Para o estudo, o time coletou dados de 13.863 usinas termoelétricas acima de 50 Megawatts (MW) de capacidade, que juntas somaram mais de 4,1 Gigawatts (GW).

Isto representa mais de 95% da geração térmica mundial, disseram os pesquisadores, que utilizaram essa informação para traçar projeções do consumo de água no setor elétrico mundial dentro do período 2015-2050.

Caso o melhor cenário de políticas fosse adotado, o estudo afirma que o consumo de água na geração elétrica mundial poderia ser reduzido em 75,1% até 2030, em relação aos níveis de 2015.

Para 2050 essa redução poderia chegar a 97,7%, mas exige que muitas termelétricas nucleares e por combustão fóssil sejam desativadas e substituídas por fontes de geração limpas.

No entanto, o estudo revela que o gás natural continuará crescendo em regiões como a China, Coréia do Sul e Rússia, onde o consumo de água deverá permanecer grande.

Em 2015, os Estados Unidos foi o maior consumidor de água para geração de energia convencional, com uma participação mundial de 35,7%, seguidos pela China com 31,5%.

Os pesquisadores concluem que água poupada pelas fontes renováveis poderia ser destinada para a produção de alimentos ou para o cultivo de ecossistemas aquáticos.

Este artigo foi originalmente publicado em EcoDebate. 

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*Fonte: socientifica

Não, o Sol não é responsável pelo aquecimento global

O gráfico abaixo compara as mudanças globais de temperatura da superfície (linha vermelha) e a energia do Sol recebida pela Terra (linha amarela) em watts (unidades de energia) por metro quadrado desde 1880.

As linhas mais claras / mais finas mostram os níveis anuais enquanto as mais pesadas / linhas mais grossas mostram as tendências médias de 11 anos. As médias de onze anos são usadas para reduzir o ruído natural de um ano para outro nos dados, tornando as tendências subjacentes mais óbvias.

A quantidade de energia solar recebida pela Terra seguiu o ciclo natural de 11 anos de pequenos altos e baixos do Sol, sem aumento líquido desde os anos 50. Durante o mesmo período, a temperatura global aumentou acentuadamente. Portanto, é extremamente improvável que o Sol tenha causado a tendência de aquecimento global observada nos últimos meio século.

O Sol pode influenciar o clima da Terra, mas não é responsável pela tendência de aquecimento que vimos nas últimas décadas. O Sol é um doador da vida; ajuda a manter o planeta quente o suficiente para sobrevivermos. Sabemos que mudanças sutis na órbita da Terra ao redor do Sol são responsáveis pelas idas e vindas das eras glaciais. Mas o aquecimento que vimos nas últimas décadas é rápido demais para ser associado a mudanças na órbita da Terra e grande demais para ser causado pela atividade solar.

Uma demonstração que nos diz que o Sol não está causando o aquecimento global vem da observação da quantidade de energia do Sol que atinge o topo da atmosfera. Desde 1978, os cientistas monitoram isso usando sensores em satélites e o que eles nos dizem é que não houve tendência de aumento na quantidade de energia do Sol que chega à Terra.

Uma segunda demonstração é que, se o Sol fosse responsável pelo aquecimento global, esperaríamos ver aquecimento em todas as camadas da atmosfera, desde a superfície até a atmosfera superior (estratosfera). Mas o que realmente vemos é o aquecimento na superfície e o resfriamento na estratosfera. Isso é consistente com o aquecimento causado por um acúmulo de gases que retêm o calor perto da superfície da Terra, e não pelo sol ficando “mais quente”.

 

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*Fonte: socientifica

Citroën lança carro elétrico compacto que custa apenas R$ 100 por mês

Com velocidade máxima de 45 km/h, veículo é ideal para pequenos deslocamentos dentro das cidades

Prometendo oferecer “mobilidade 100% elétrica para todos”, a Citroën está lançando na Europa o Ami, um veículo elétrico urbano compacto e de baixo custo, que pode ser dirigido por qualquer um acima de 14 anos (na França) mesmo sem carteira de motorista.

O Ami é um “carrinho” de 2 lugares, com apenas 2,4 metros de comprimento, equipado com uma bateria de 5,5 kWh. A autonomia é de até 70 km com uma carga, viajando a até 45 km/h. Não, não é um carro para os amantes da velocidade, ou mesmo para a estrada, mas sim para pequenos deslocamentos dentro das cidades. Ou seja, para ir e voltar do trabalho, ao shopping center, ao supermercado, etc.

Segundo a Citroën, a recarga completa da bateria pode ser feita em três horas em qualquer tomada de 220 volts, sem necessidade de um carregador especial. O interior do veículo é fechado e aquecido, e segundo a fabricante “muito iluminado e confortável”. A aparência pode ser customizada com pacotes de acessórios para mudar a cor do carro.

Mas o principal destaque do Ami é o preço: na França será possível adquirir um por apenas 19,99 Euros mensais (cerca de R$ 98), mediante o pagamento de uma entrada de 2.644 Euros (cerca de R$ 13 mil). O governo francês oferece uma dedução de 900 Euros (cerca de R$ 4.400) pelo fato de ser elétrico, o que leva o total a 1.744 Euros ou R$ 8.600 . O veículo também estará disponível para locação, com preço de 0,26 Euro (cerca de R$ 1,30) o minuto, através da locadora Free2Move.

O Citroën Ami poderá ser comprado “100% online”, como entrega na casa do comprador, e também estará disponível em lojas como a Fnac e Darty. A montadora começará a aceitar pedidos em 30 de março, com previsão de entrega das primeiras unidades na França em junho.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Dispositivo gera eletricidade a partir do “ar”

Pesquisadores da Universidade de Massachusetts em Amherst nos Estados Unidos, desenvolveram um dispositivo chamado de “Air-gen” que pode gerar eletricidade usando basicamente nada.

A tecnologia é baseada no fenômeno natural de uma bactéria capaz de criar eletricidade com nada além da presença de ar no meio em que a mesma se encontra.

“Estamos literalmente produzindo eletricidade do nada. O Air-gen gera energia limpa 24 horas por dia, 7 dias por semana”, disse o engenheiro eletricista Jun Yao.

Geobacter sulfurreducens

A bactéria, chamada de Geobacter sulfurreducens, foi descoberta décadas atrás nas margens do rio Potomac, nos Estados Unidos. Os cientistas logo notaram que ela tinha a habilidade de produzir magnetita na ausência de oxigênio.

No entanto, mais tarde, descobriram que o organismo notável também podia produzir outras coisas, como nanofios que conduziam eletricidade.

E é graças a esses nanofios de proteínas eletricamente condutivos da G. sulfurreducens que os pesquisadores conseguiram criar seu gerador movido a ar.

Mas como funciona?

O Air-gen consiste em um filme fino de nanofios com apenas 7 micrômetros de espessura, posicionado entre dois eletrodos e exposto ao ar.

Devido à exposição ao ar, o filme é capaz de adsorver – sim, com “d”, adsorver significa a adesão de moléculas de um fluido a uma superfície sólida – vapor de água a partir da atmosfera, o que por sua vez permite que o dispositivo gere uma corrente elétrica contínua entre os dois eletrodos.

A carga é criada pela umidade atmosférica. De acordo com os pesquisadores, a manutenção do gradiente de umidade, que é fundamentalmente diferente de qualquer coisa vista em sistemas anteriores, explica a saída contínua de tensão do dispositivo de nanofios.

“Descobri que a exposição à umidade atmosférica era essencial e que os nanofios de proteínas absorviam água, produzindo um gradiente de voltagem no dispositivo”, explicou o engenheiro Yao.

Quais são suas aplicações?

Em estudos anteriores, pesquisadores geraram energia hidrovoltaica usando outros tipos de nanomateriais como por exemplo o grafeno, mas estas tentativas produziram apenas rajadas curtas de eletricidade, algo por alguns segundos.

Já o Air-gen produz uma tensão sustentada de cerca de 0,5 volts, com uma densidade de corrente de cerca de 17 microamperes por centímetro quadrado.

Não é muito, mas diversos dispositivos conectados poderiam gerar energia suficiente para carregar coisas como celulares e outros eletrônicos, necessitando de nada além de umidade ambiente – e isso até mesmo em regiões secas como por exemplo no deserto do Saara.

“O objetivo é criar sistemas em larga escala. Quando chegarmos a uma escala industrial para a produção de nanofios, espero que possamos fazer grandes sistemas que darão uma grande contribuição à produção sustentável de energia”, afirmou Yao, acrescentando que futuros esforços poderiam usar a tecnologia para alimentar casas via nanofios incorporados na pintura de paredes.

Por enquanto, uma das limitações da tecnologia é a quantidade de nanofios que a G. sulfurreducens é capaz de produzir.

Os cientistas já estão trabalhando esta questão. O microbiologista Derek Lovely, que identificou a bactéria pela primeira vez nos anos 1980, está conduzindo uma pesquisa na qual modifica geneticamente organismos como o E. coli para desempenhar a mesma tarefa mas de forma massiva.

“Transformamos o E. coli em uma fábrica de nanofios de proteínas. Com este novo processo escalável, o fornecimento de nanofios não será mais um gargalo para o desenvolvimento dessas aplicações”, afirma o microbiologista Lovley.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Tesla cria ligas de alumínio avançadas que retêm resistência e condutividade de alto rendimento para carros elétricos

A Tesla criou ligas de alumínio avançadas que retêm resistência e condutividade de alto rendimento enquanto fundem peças de carros elétricos, de acordo com um recente registro de patente.

A super estrela da Tesla em engenharia de materiais

O esforço de Tesla para avançar na tecnologia de transporte vem logo após a curadoria contínua da empresa das equipes de engenharia. Juntos, eles estão literalmente inventando os materiais avançados necessários para seu conjunto completo de produtos de última geração.

Essa tendência inovadora começou em 2016, quando Elon Musk contratou o especialista em ligas da Apple, Charles Kuehmann, para liderar os departamentos de engenharia de materiais da Tesla e da SpaceX, de acordo com um relatório da Electrek.

Obviamente, esse já é um currículo extremamente intimidador, mas Kuehmann também é o homem por trás dessas novas ligas avançadas.

Isso significa que a Tesla precisa fabricar ligas que tenham resistência e condutividade de alto rendimento, além de manter a resistência ao rasgo a quente, para funcionar adequadamente nos componentes da unidade de fundição sob pressão.

Outros materiais para novas ligas para carros elétricos

Na patente, Tesla explica ainda que suas ligas de alumínio avançadas podem ser ajustadas para oferecer uma resistência ao escoamento de 90 Mpa e condutividade elétrica que varia de 40% a 60% IACS.

Obviamente, a Tesla também afirma que suas novas ligas ainda podem executar com sucesso a fundição sob pressão:

“Em uma modalidade, a liga tem a fluidez adequada para garantir que a liga molhe todo o comprimento de um molde e o molde seja formado adequadamente, e de modo que a liga resista ao rasgo a quente e retenha a resistência ao escoamento desejada quando o elenco solidificar. ”

Claramente, há um tesouro de engenharia nova e interessante apenas na patente, que vale a pena ler para todo engenheiro aspiracional (sinta-se à vontade para fazer o download!). Mas as aplicações de novas ligas são o sonho, e é aí que os avanços aparentemente intermináveis ​​da Tesla se cruzam com a realidade vivida: nas possibilidades utópicas de um futuro novo e sustentável para a tecnologia de transporte.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

O inovador plano para transformar ar poluído em combustível para aviões

“Este é o futuro da aviação”, diz Oskar Meijerink em um café no aeroporto de Roterdã.

A empresa dele, em parceria com os proprietários do aeroporto, está planejando a primeira produção comercial de combustível para aviação feita, em parte, a partir de dióxido de carbono (CO2).

Com base no aeroporto, esse projeto funcionará capturando CO2 do ar, o principal gás que contribui para o aquecimento global.

Em um processo separado, a eletrólise separa a água em hidrogênio e oxigênio. O hidrogênio é misturado com o CO2 capturado para formar gás de síntese (syngas), que pode ser transformado em combustível de aviação.

O projeto piloto, que tem como objetivo produzir 1 mil litros de combustível de aviação por dia, receberá energia de painéis solares.

Os parceiros do projeto esperam produzir o primeiro lote de combustível em 2021.

Eles argumentam que o combustível de aviação produzido por eles terá um impacto de CO2 muito menor que o combustível comum.

“A beleza da captura direta de ar é que o CO2 é reutilizado de novo, e de novo, e de novo”, diz Louise Charles, da Climeworks, empresa que fornece a tecnologia de captura direta de ar.

Alto custo

Meijerink admite que esse processo de produção do combustível ainda está longe de ser competitivo comercialmente.

“O principal elemento é o custo”, diz Meijerink, da empresa de combustível de aviação SkyNRG.

“O combustível fóssil é relativamente barato. Capturar CO2 do ar ainda é uma tecnologia incipiente e cara.”

Outras empresas estão trabalhando em sistemas semelhantes de captura direta, incluindo a Carbon Engineering, do Canadá, e a Global Thermostat, dos Estados Unidos.

No entanto, os ativistas ambientais são altamente céticos.

“Com certeza soa incrível. Parece uma solução para todos os nossos problemas. Mas não é”, disse Jorien de Lege, do Friends of the Earth.

“Se você pensar bem, este projeto pode produzir mil litros por dia com base em energia renovável. São cerca de cinco minutos de voo em um Boeing 747.”

Enquanto as empresas estão testando ferramentas de alta tecnologia para capturar CO2 do ar, já existe uma maneira muito simples e eficiente de fazer isso: o cultivo de plantas.

E muitas aeronaves já estão voando com combustíveis renováveis ​​feitos a partir de biomassa vegetal.

Cana de açúcar, grama ou óleo de palma e até resíduos de animais — de fato, qualquer coisa que contenha carbono — podem ser processados ​​e usados.

Mas será que esses combustíveis alternativos substituirão totalmente o tradicional combustível fóssil de aviação?

“Sim, mas é muito difícil estabelecer um prazo”, diz Joris Melkert, professor de engenharia aeroespacial da Delft University of Technology.

Ele diz que os combustíveis alternativos se tornarão competitivos se os custos ambientais forem incluídos na tarifa do voo, mas isso significará passagens mais caras.

“Vai depender muito da pressão social, mas não há objeções técnicas”, diz. “Basicamente, se você observar as maneiras de tornar o transporte mais sustentável, a aviação é a mais difícil de mudar.”

As viagens aéreas representam de 3% a 5% por cento das emissões globais de CO2. E essas emissões estão crescendo rapidamente.

Alternativas

Em resposta, a Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata, na sigla em inglês) estabeleceu metas para reduzir as emissões em 50% até 2050 e as companhias aéreas estão estudando muitas maneiras de reduzir o uso de combustíveis fósseis.

A companhia aérea escandinava SAS pretende fazer voos domésticos com biocombustíveis e reduzir as emissões em 25% na próxima década.

A KLM está incentivando as pessoas a não voarem, e sugere que os clientes façam viagens de trem ou realizem videoconferências pela internet.

Recentemente, a holandesa low-cost Transavia começou a pesar passageiros no aeroporto de Eindhoven, em um experimento projetado para calcular melhor a quantidade de combustível necessária, com o objetivo de reduzir as emissões de CO2.

A Transavia também será o primeiro cliente do combustível de aviação produzido pela operação experimental no aeroporto de Roterdã.

Alguns esperam que aviões elétricos ou híbridos sejam a resposta.

A EasyJet, em parceria com a Wright Electric, com sede nos EUA, está desenvolvendo aviões elétricos que poderiam fazer rotas de curta distância a partir de 2030.

Mas Joris acredita que os biocombustíveis têm mais chance de reduzir a dependência da indústria de combustíveis convencionais.

“Não há bala de prata”, diz Joris. “Mas os combustíveis renováveis ​​darão os maiores passos para reduzir o impacto ambiental da aviação.”

“No momento, é muito caro. O tamanho da pressão vai ditar a rapidez com que as companhias aéreas vão se ajustar.”

‘Escolhas difíceis’

Nem todo mundo está convencido de que essas mudanças tecnológicas serão a solução para tornar os voos mais sustentáveis.

“A única solução que temos é simplesmente voar menos”, diz Lege, da Friends of the Earth.

“Compreendo as razões pelas quais precisamos voar ao redor do mundo, mas as mudanças climáticas estão acelerando a um ritmo assustador. Precisamos fazer escolhas difíceis. Precisamos pensar em mudanças no sistema. Estou confiante de que podemos viver nossas vidas de forma muito confortável ​​sem voar, será apenas diferente.”

*Por Anna Holligan

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*Fonte: bbc-brasil

Paraná terá a 1ª usina do Brasil a gerar energia por meio de esgoto e lixo

O estado do Paraná será o primeiro do Brasil a receber a construção de uma estação de geração de energia por meio de esgoto e de lixo orgânico, uma usina de geração de biogás, que transforma os resíduos em eletricidade para abastecer as casas da região.

A licença para a operação foi dada pelo Instituto Ambiental do Paraná à empresa CS Bioenergia. Segundo a companhia, a usina terá capacidade para produzir 2,8 megawatts de eletricidade por meio de lixo, abastecendo cerca de duas mil residências do Estado.

A matéria-prima para geração de energia virá de estações de tratamento de esgoto e da coleta de lixo produzirá, além do biogás, biofertilizante para a região. A estimativa é que a iniciativa desvie 1000 m³ de lodo de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico dos aterros.

A Europa é pioneira na produção de biogás a partir da biodigestão, possuindo cerca de 14 mil usinas. Somente a Alemanha abriga oito mil unidades. No Brasil, o biogás ainda tem uma participação pequena na matriz energética e é contabilizado em conjunto com outros biocombustíveis como o bagaço de cana, constituindo a biomassa, responsável por 8,8% da energia gerada no país.

*Por Fernanda Drumond

*Usina de biodigestão na Costa Rica (Divulgação/CASACOR)

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*Fonte: casacor

Cidade na Alemanha consome 100% de energia renovável por uma hora ao se desconectar da rede elétrica

As luzes cintilantes de Natal continuavam brilhando intensamente, e nenhuma lâmpada tremeluzia quando a cidade de Bordesholm, na Alemanha, trocou sua fonte de energia por energia renovável.

Na semana passada, os 7.500 habitantes de Bordesholm se tornaram os primeiros residentes em toda a Alemanha a serem 100% renováveis por uma hora inteira. Eles foram completamente desconectados da rede elétrica.

Após a hora, a cidade foi reconectada e nenhuma pessoa poderia ter notado.

Quão fácil é mudar apenas para energia renovável?

A fonte de alimentação em Bordesholm foi habilitada por um sistema de armazenamento de 10 MW e pelos inversores de bateria Sunny Central Storage fabricados pela SMA Solar Technology AG (SMA).

O sistema de bateria ajuda a estabilizar a fonte de alimentação e integrar a energia renovável, mas é claro, também fornece uma redução nas emissões de carbono. Além disso, foi projetado para fazer parte de uma “rede local independente” com recursos completos de ilhamento. Esse desenho é útil quando ocorrem falhas de energia, além de ajudar a ativar a rede local em operação.

“Este teste bem-sucedido é um marco importante na transição energética”, disse Boris Wolff, vice-presidente executivo de soluções de armazenamento e larga escala da unidade de negócios da SMA.

“Demonstrou que as energias renováveis podem fornecer energia sem afetar a estabilidade do sistema. De fato, nossos inversores de bateria Sunny Central Storage e o SMA Hybrid Controller fornecem à rede da ilha uma estabilidade e qualidade de energia ainda maiores do que a rede elétrica”, continuou Wolff.

O fato de ninguém notar a mudança da rede elétrica para energia renovável e vice-versa foi um feito em si.

O fornecedor local de energia, o diretor administrativo da Versorgungsbetriebe Bordesholm (VBB), Frank Gunther, disse que o teste foi uma “demonstração impressionante de como já é possível e economicamente rentável expandir sistematicamente as energias renováveis, juntamente com as capacidades de armazenamento necessárias, sem comprometer a confiabilidade do fornecimento”.

É uma demonstração fantástica, pois mostra que as energias renováveis podem ser usadas para fornecer energia a cidades inteiras de cada vez.

“A desconexão, a operação da rede de ilhas e a ressincronização com a rede de concessionárias ficaram sem problemas. O sistema de armazenamento supria toda a demanda de eletricidade da cidade, que poderia ser suprida exclusivamente a partir de energias renováveis”, disse o engenheiro de desenvolvimento de sistemas da SMA, Paul Robert Stankat.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

60 minutos nesta bicicleta podem alimentar sua casa por vinte e quatro horas

Alguma vez você já sonhou em alimentar sua casa sem pagar os enormes custos? Você pode imaginar fazer isso e cuidar da sua figura corporal ao mesmo tempo.

Bem, essa foi a incrível ideia do fundador da bicicleta híbrida Free Electric, Manoj Bhargava. Ele usa energia mecânica da maneira mais simples possível, a fim de transformar uma hora de exercício em fornecimento de energia a uma família rural por 24 horas.

Seu mecanismo é simples – o dínamo é ativado quando você pedala, e isso aciona o gerador e carrega uma bateria.

Sobre a bicicleta:

“A Free Electric é fabricada com peças de bicicleta padrão, o que o torna facilmente reparável por qualquer mecânico ao redor do mundo. A bicicleta é barata, limpa e prática em termos de fornecimento de energia para aqueles que mais precisam em escala global.

Bhargava diz:

“Nosso objetivo é começar com a Índia, mas realmente pode ser usado em qualquer lugar. Existem 1,3 bilhão de pessoas em todo o mundo que ainda vivem sem acesso à eletricidade. ”

Além disso, ele afirma que a Free Electric cria essencialmente “melhor saúde, mais tempo de lazer, melhor acesso à educação e oportunidades de empreendedorismo – poderia literalmente mudar o mundo”.

Você já ouviu falar de uma motivação melhor para começar a se exercitar? O vídeo em destaque oferece a oportunidade de ver esta bicicleta em ação:

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*Fonte: revistasaberesaude

Pesquisadores dão o primeiro passo em criar energia elétrica através de pequenos “motores” dentro de bactérias

Os pesquisadores estão dizendo que os seres humanos podem um dia ser capazes de produzir sua própria energia elétrica através de pequenos “motores” dentro das bactérias. Mais especificamente, esses motores rotacionais são chamados V1 e fazem parte de uma bomba que move íons de sódio através da membrana.

Um motor molecular rotativo

“A eficiência de conversão de energia do motor molecular rotativo é muito maior do que a dos motores fabricados pelo homem”, disse Ryota Iino, autor e pesquisador do Instituto de Ciência Molecular dos Institutos Nacionais de Ciências Naturais e do Departamento de Ciência Molecular Funcional da Escola de Ciências Físicas da

“E a conversão de energia pelo motor molecular rotativo é reversível. Se entendermos completamente o mecanismo, ele levará à realização de motores fabricados pelo homem altamente eficientes no futuro”.

Em seu trabalho, os pesquisadores usaram uma sonda de nanopartículas de ouro para observar uma única molécula purificada da bactéria Enterococcus hirae. Eles procuraram determinar como o motor girava para diferentes seções.

O que eles descobriram foi que a bomba molecular precisava receber alguma energia para gerar mais energia para transportar íons contra o gradiente da membrana bacteriana.

“Começamos trabalhando para entender como a energia química é convertida na rotação mecânica do motor V1”, disse Iino. “Descobrimos que, embora as estruturas tridimensionais do V1 e os motores rotativos relacionados sejam semelhantes, seus mecanismos de acoplamento químico e mecânico são muito diferentes, sugerindo que as funções celulares ditaram a evolução de diferentes mecanismos funcionais”.

O motor V1 foi encontrado para formar um complexo com outro motor rotativo chamado Vo. Esses motores poderiam bombear íons de sódio através da membrana celular, criando energia no processo.

Assim como enguias

“Em seguida, gostaríamos de entender exatamente como funciona o mecanismo de conversão de energia do complexo motor”, disse Iino.

Isso é importante porque é semelhante à forma como as enguias elétricas geram energia elétrica a partir de energia química.

“Se pudermos entender completamente esse mecanismo, poderá ser possível desenvolver uma bateria capaz de converter energia para implantar em uma enguia elétrica artificial ou mesmo em um ser humano”, disse Iino.

O estudo foi publicado no Journal of Biological Chemistry.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

SunUp: O painel solar que pode ser acoplado na mochila

Imagine sair por aí com um painel solar onde você recarrega seus aparelhos enquanto anda. Estranho? A ideia de levar uma placa solar pela rua pode parecer absurda, mas o SunUp quebra qualquer preconceito: ele é portátil, flexível e eficiente. O produto é perfeito para os amantes da natureza raiz, que são fascinados pelas engenhocas sustentáveis.

Apesar do painéis solares flexíveis já serem uma realidade, eles esbarram na questão eficiência versus durabilidade. Os painéis solares rígidos feitos de silicone monocristalino e policristalino são 21% mais eficientes e facilmente quebráveis, enquanto os painéis flexíveis feitos com silicone amorfo são mais fortes, mas com eficiência média de 7%. O engenheiro de Design de Produto Bradley Brister resolveu tentar encontrar um meio termo.

“O objetivo do meu projeto é fornecer um compromisso entre os dois. Combinando os benefícios de eficiência dos painéis rígidos com os benefícios de flexibilidade dos de película fina”, explica. Segundo Brister, a solução foi mesclar pequenos painéis solares policristalinos de película fina com um mecanismo de dobradiça de metal.

“Cada módulo é interligado por uma dobradiça condutora sem deformação mecânica quando em uso, para que ele não tenha o problema usual de dobrar apenas 5000 [vezes] antes de encaixar”, disse Brister em entrevista ao site Dezeen. “Teoricamente, o projeto pode ser flexionado e dobrado indefinidamente ou pelo menos até que as superfícies se desgastem”, completou.

Ele garante que o protótipo é totalmente funcional e testado em campo.

Adaptável

Versatilidade é outro ponto-chave para entender as inovações da solução. Hoje em dia já existem diversos produtos com a função de captar energia solar, inclusive mochila solar, mas esta invenção é interessante pela capacidade de se adaptar e encaixar facilmente em diversas aplicações. Apesar dele ter sido projetado para uma mochila, pode simplesmente ser usados sobre outras superfícies -, inclusive já foi testado em um passeio de canoa.

O SunUp foi criado como projeto da faculdade e teve a colaboração da empresa estadunidense The North Face, mundialmente conhecida pela produção de artigos para atividades ao ar livre. Com o projeto, Brister ficou entre os finalistas do concurso James Dyson Awards, no Reino Unido, que premia a melhor iniciativa em design e engenharia de estudantes de todo o mundo.

O jovem, em seu currículo, afirma que seu estilo de design é fortemente influenciado pelo amor que tem ao ar livre. Confira outros projetos de Bradley Brister.

*Por Marcia Sousa

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Micro gerador usa a correnteza dos rios para produzir energia

O Brasil é especialista em usar a força das águas para gerar eletricidade, ocupando a lista dos maiores produtores de energia hidrelétrica. Apesar de ser considerado renovável, tais estruturas têm grandes impactos socioambientais. A boa notícia é que tem surgido micro usinas hidrelétricas que podem ajudar a aproveitar o potencial aquático sem causar tantos danos. Exemplo disso é o Waterotor, um pequeno gerador que pode ser usado até mesmo nas águas calmas de um rio.

Desenvolvido pela empresa canadense Waterotor Energy Technologies, o dispositivo produz energia hidrocinética, isto é, aproveita a própria correnteza dos rios para gerar energia. Desta forma, não é preciso construir barragens e formar lagos. A velocidade necessária para captar energia pode ser tão baixa como 3,2 km por hora, sendo que em 6,5 ​​km por hora o produto atinge o desempenho ideal.

Além disso, não precisa de combustível, funciona 24 horas por dia e é capaz de converter mais de 50% da energia disponível na água corrente em eletricidade. “É barato, simples, robusto, facilmente instalável e não prejudica a vida aquática”, garante a empresa desenvolvedora que já patenteou a tecnologia.

Pessoas que não têm acesso a eletricidade – mais de 800 milhões de pessoas, segundo relatório do Banco Mundial -, estão entre o público-alvo que a companhia almeja alcançar. O Waterotor pode ser instalado em córregos, rios, canais e vias navegáveis.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Gatos neutralizam energias negativas, e colocam em movimento

A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco.

Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.

 

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*Fonte:

Bateria da Tesla pode durar mais de 1 milhão de quilômetros

Pesquisadores afirmam que testes usando uma nova célula de ion de lítio mostram que uma bateria é capaz de durar cerca de 20 anos

O pesquisador-chefe da Tesla, Jeff Dahn, e os membros do Departamento de Física e Ciências Atmosféricas da Universidade Dalhousie, divulgaram recentemente um artigo que aponta para o desenvolvimento de células de bateria capazes de durar mais de 1,6 milhão de quilômetros na estrada, ou 20 anos se utilizadas na rede armazenamento de energia.

A nova bateria testada conta com uma célula de íon de lítio com uma nova geração de cátodo NMC com um “cristal único” e um novo eletrólito avançado. Em teoria, estas células de bateria duram de duas a três vezes mais que as atuais da Tesla.

Com um sistema de resfriamento ativo, os pesquisadores conseguiram elevar a vida útil das células da bateria para mais de 6.000 ciclos, o que facilmente significaria mais de 1 milhão de quilômetros em uma boa bateria, de acordo com um estudo publicado no Journal of The Electrochemical Society. Eles testaram as células da bateria sob diferentes condições, e mesmo sob uma temperatura extrema de 40° C, essas duravam 4.000 ciclos.

Em abril, o CEO Elon Musk disse que quer que a Tesla resolva o desafio da direção completamente autônoma e lance uma frota de taxis robóticos. E as baterias são uma parte importante neste desafio. Se forem implantadas, as baterias poderão reduzir seriamente o custo por quilômetro de operação de um veículo elétrico, ajudando a tornar o transporte limpo uma opção mais viável para o uso diário.

*Por Bruna Lima

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*Fonte: olhardigital

1ª telha solar fotovoltaica do país será lançada pela Eternit

A Eternit – companhia especializada no fornecimento de produtos do setor de construção civil – apresenta a primeira telha solar fotovoltaica com tecnologia desenvolvida no Brasil e aprovada pelo Inmetro, que capta energia solar para a produção de energia elétrica. A novidade, chamada de Eternit Solar, será revelada pela primeira vez ao público durante a Intersolar South América, a maior feira da América Latina voltada à área de energia solar, realizada entre 27 e 29 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver o modelo inédito no país. A marca Eternit Solar também dará nome à empresa que está sendo aberta pelo Grupo Eternit para produzir e futuramente comercializar as linhas fotovoltaicas.

“Estamos desenvolvendo o processo industrial para fabricação em larga escala desta que é a primeira geração de telhas fotovoltaicas a passar nos testes de certificação do Inmetro, o que representa um momento importante para a companhia. Trabalhamos nesse projeto ao longo de um ano e agora estamos apresentando ao mercado de construção civil o primeiro modelo aprovado feito em concreto, com várias opções de cores e de acabamentos, e células fotovoltaicas integradas no material. Temos também outra linha, essa em fase final de desenvolvimento para futura homologação, utilizando telhas de fibrocimento. Em breve, os produtos estarão disponíveis para os consumidores”, afirma Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo Eternit.

O responsável pela área de Desenvolvimento de Novos Negócios, Luiz Antonio Lopes, explica que as células e os inversores já são componentes disponíveis no mercado e que o ineditismo do produto é a aplicação do conjunto de células fotovoltaicas de silício diretamente no cimento, o que exigiu diversos testes e pesquisas.

“O que existe hoje em larga escala são placas fotovoltaicas cujos modelos precisam ser instalados em cima dos telhados. A nova telha fotovoltaica tem enorme potencial para se tornar um dos grandes negócios do Grupo Eternit por ser um produto disruptivo, de alto valor agregado, de fácil instalação, seguro e mais barato do que as soluções atuais. Além disso, capaz de gerar a energia elétrica necessária para residências e outros locais comerciais e industriais de maneira competitiva em performance e eficiência, a partir de um modelo esteticamente avançado”, diz.

Economia na instalação e na conta de luz

Cada telha da Eternit Solar produz 9,16 watts e tem dimensão de 365 x 475 mm. A capacidade de produção média mensal de uma única telha é de 1,15 Kilowatts hora por mês (kwh/mês). Segundo o diretor Comercial do Grupo Eternit, Rodrigo Inácio, a estimativa é que essa tecnologia seja vantajosa para o consumidor ao permitir entre 10% e 20% de economia no valor total da compra e da instalação das telhas fotovoltaicas, em relação aos painéis solares montados em cima de telhados comuns. O retorno sobre o investimento ocorre dentro de um período relativamente curto, de 3 a 5 anos, dependendo do sistema.

De acordo com a Eternit, o número de telhas fotovoltaicas necessário para uma residência vai depender da quantidade de energia que se deseja produzir, da localização do imóvel, inclinação e orientação com relação ao sol, entre outros fatores. Uma residência pequena pode ter em torno de 100 a 150 telhas fotovoltaicas de concreto. Casas de médio e alto padrão, de 300 a 600 unidades ou mais. O restante do telhado é feito com telhas comuns, complementadas com acabamentos como cumeeiras, laterais, espigão do mesmo modelo, com mesmo material e encaixes perfeitos, garantindo a melhor estética do telhado.

Outra vantagem, segundo Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo Eternit, é para o consumidor que já possui o telhado com o produto Eternit. A telha solar será intercambiável com a telha tradicional da marca, podendo ser substituída nos pontos necessários sem precisar mudar a estrutura inteira da cobertura. “Feito isso, a ligação elétrica e a conexão com a rede de transmissão seguem os mesmos padrões e exigências dos sistemas tradicionais de placas fotovoltaicas”,

Intersolar

A Eternit Solar pode ser conhecida no estande J155 da feira Intersolar South América. Os modelos em concreto têm duas opções de acabamento e cinco cores: cinza grafite, cinza pérola, marfim palha, bege colonial e vermelha. O primeiro modelo em fibrocimento também é apresentado no evento.

Nesta semana também anunciamos a primeira telha hidropônica do mundo que foi desenvolvida por um agrônomo brasileiro, parece que teremos novas opções nacionais de coberturas cada vez mais eficientes.

*Por Mayra Rosa

 

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*Fonte: ciclovivo

Cientistas descobrem como usar qualquer plástico para produzir eletricidade

Como você deve saber, não são absolutamente todos os tipos de plástico que podem ser reciclados, o que significa que, mesmo que uma parte possa ser processada e reutilizada, existe uma parcela que não – e que tem ainda mais chances de não ter um descarte adequado e parar na natureza. Evidentemente, há tempos os cientistas tentavam encontrar soluções para esse problema e, recentemente, uma equipe da Universidade de Chester, na Inglaterra, anunciou ter desenvolvido uma alternativa.

Saída interessante

De acordo com Alfredo Carpineti, do site IFLScience!, os pesquisadores encontraram uma forma de usar todo tipo de plástico – reciclável ou não – para produzir eletricidade, técnica esta que, além de reduzir o volume de resíduos, pode potencialmente levar a uma menor exploração de recursos naturais. E não é só isso!

Segundo Afredo, o processo – batizado de “W2T”, sigla de Waste2Tricity – envolve uma baixa criação de resíduos sólidos ou líquidos e não gera liberação de gases na atmosfera e, sendo assim, comparado às tecnologias tradicionais de incineração, o novo sistema produz muito menos emissões. Como funciona o método?

O W2T consiste em usar uma câmara de conversão térmica para vaporizar o plástico. Com isso, é possível obter hidrogênio a partir de um gás que os cientistas chamaram se Syngas e que seria como o gás natural, só que sintético. Esse material, por sua vez, pode ser usado para a produção de eletricidade e ser usado como combustível, e todo o sistema vem sendo testado e aprimorado na universidade para que, em breve, seja criada uma planta de processamento de plástico em larga escala.

O primeiro desses estabelecimentos deve ser construído na Inglaterra, mas, se tudo correr bem e o método provar ser eficiente mesmo, o objetivo é o de criar plantas em todo o mundo. A estimativa é a de que cada tonelada de resíduos plásticos possa valer cerca de US$ 50 – pouco menos de R$ 190 –, o que pode servir de incentivo (financeiro) para que a indústria e a população não descartem esse material nos oceanos ou de forma inadequada.

 

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*Fonte: megacurioso

O Deserto do Saara pode suprir consumo mundial de energia com campo solar

A instalação de campos de energia solar no Deserto do Saara tem potencial para suprir a energia consumida em todo o mundo. Essa informação foi afirmada por Mehran Moalem, professor e PhD em matérias nucleares da Universidade da Califórnia, em entrevista para a Forbes.

Segundo Moalem, o deserto é ideal para a absorção de energia solar por conta da extensão territorial e dos fatores climáticos do local. No Deserto do Saara, a incidência solar ultrapassa 12 horas.

Os cálculos da NASA apontam que cerca de 2 a 3 kilowatts-hora de energia são produzidos por m². Isso faz com que o Saara se torne uma usina solar mundial em potencial. O cálculo ainda revela que um espaço de 355 km² seria suficiente para gerar 17, 4 Terawatts de energia – equivalente ao que foi consumido pela população do planeta terra em 2018.

Como nem tudo são flores – ou cactos, quando estamos no deserto –, construir essa possível usina solar custaria cerca de 5 trilhões de dólares, mesmo que o potencial e a viabilidade das placas solares seja grande.

*Por Evelyn Nogueira

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: casaabril

Painéis solares transparentes transformarão as janelas em geradores de energia renovável

Pesquisadores da Universidade Estadual do Michigan, EUA, desenvolveram painéis solares completamente transparentes, que podem ter inúmeras aplicações na arquitetura e também em outros campos, como por exemplo no desenvolvimento de automóveis mais amigos do ambiente.

Já antes se tinha tentado criar um dispositivo deste género, mas os resultados finais nunca foram satisfatórios. Até agora.

A equipe concentrou-se especialmente na transparência, de modo que, desenvolveu um concentrador solar luminescente transparente, que pode ser colocado sobre uma superfície transparente como uma janela, por exemplo. Pode colher energia solar sem afetar a passagem da luz.

A tecnologia utiliza moléculas orgânicas que absorvem comprimentos de onda de luz que não são visíveis ao olho humano, como a luz infravermelha e ultravioleta.

Estes dispositivos podem aproveitar ao máximo as fachadas dos enormes edifícios cobertos de vidro espalhados pelo globo. Não mudando em nada a aparência dos mesmos, e em simultâneo aproveitar a energia solar de forma eficiente. Podem ser instalados em qualquer edifício.

Segundo o New York Times:

“Se as células puderem ser feitas de forma a durarem muito tempo, estes dispositivos poderão ser integrados em janelas de modo relativamente barato, já que grande parte do custo da energia fotovoltaica convencional não é da própria célula solar, mas dos materiais em que é aplicada, como o alumínio e o vidro. O revestimento de estruturas existentes com células solares eliminaria parte desse custo de material.”

Se as células transparentes, no final das contas, se mostrarem comercialmente viáveis, a energia que geram poderia compensar significativamente o uso de energia de grandes edifícios, disse o Dr. Lunt, que começará a lecionar na Universidade Estadual do Michigan neste outono.

“Não estamos a dizer que poderíamos abastecer todo o edifício, mas estamos a falar de uma quantidade significativa de energia, suficiente para coisas como iluminação e energia elétrica diária”, disse ele.

 

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*Fonte: bastanteinteressante

Egito inaugura o maior parque solar do mundo

O Egito está aproveitando seus recursos naturais para gerar energia através de seu potencial de energia renovável. Com a nova usina solar Benban, ela gerará uma redução nas emissões de carbono no país em quase dois milhões de toneladas.

A maior usina solar do planeta está agora em Benban, no deserto do Saara Oriental. O nome vem de uma cidade perto do Rio Nilo. Esta gigantesca usina começou a operar em dezembro de 2017 e estima-se que ela gera 90% da energia produzida pela reserva de Assuã. Graças a isso, o Egito terá fontes de energia renovável de 25% até 2022.

A planta Benban consiste em 40 projetos separados. Todos serão conectados à rede de alta tensão no Egito, para isso foi criado quatro novas sub-estações. Estas quatro subestações também serão conectadas a uma linha existente de 220 Kv.

O principal objetivo da nova estação é gerar entre 1,5 e 2,0 GW de energia solar no início do ano 2020.

Essa megaestrutura foi construída em uma área com um grande número de pessoas que estão desempregadas. Para sua construção, foram solicitados os serviços de mais de 10.000 pessoas. Quando esse projeto atingir seu desempenho máximo, estima-se que gere cerca de 4.000 empregos diretos para as pessoas da área.

Deve-se notar que as condições climáticas da área foram fundamentais para optar por esta localização, que muitos descrevem como a melhor do planeta Terra.

A temperatura em Benban supera facilmente os 50ºC. Por outro lado, tiveram que instalar componentes para proteger a estrutura e as horas de trabalho tinham que ser nas horas mais frias do dia por proteção.

Com a central Benban, o Egito espera eliminar dois milhões de toneladas de emissões de gases por ano, devido ao seu gigantesco potencial solar.

*Por Ademislon Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Tesla começa a produzir em larga escala telhas que geram energia solar (e são mais baratas do que as telhas convencionais)

A telha solar da Tesla já foi testada, aprovada e agora está sendo comercializada em pequena escala em Fremont, na Califórnia. Além de resistente – Elon Musk garante que o produto dura mais de 50 anos! –, a tecnologia promete ser mais barata do que um modelo de telha comum.

Com tanto sucesso, a Tesla anunciou que a produção em larga escala da telha solar já tem endereço: Buffalo, em Nova York. Centenas de funcionários já foram contratados e as máquinas já foram instaladas em uma fábrica de 1,2 milhão de metros quadrados.

Leia também: Nada de gastar com ar-condicionado! A película que custa centavos e promete refrigerar as casas no verão (sem eletricidade)

A meta é produzir, em telhas, o equivalente à geração de 2 gigawatts/ano, apenas nesta primeira fábrica. A Tesla ainda não revelou a quantidade de vendas que já realizou do produto, mas garante que a demanda está alta. Ia curtir ter telhas solares na sua casa?

*Por Jessica Miwa

 

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*Fonte: thegreenestpost

Karma – você só entenderá a dor que causou ao outro quando sentir a mesma dor

Você já teve a sensação de que a vida estava lhe pagando com uma moeda que antes estava em sua mão? Como se em algum momento você mesmo a tenha jogado para o ar, procurando sua melhor versão e fugindo, egoisticamente, das consequências de seu paradeiro. Algo semelhante acontece com o karma: ele sempre volta.

Às vezes é verdade que parece que apenas as más ações que causaram dano são retornadas e que, quando fizemos boas ações, elas permaneceram no vácuo. O que acontece é que os eventos ruins nos marcam mais e é por isso que são lembrados durante toda a vida, gostemos ou não: tanto faz se você feriu se foi ferido.

A palavra Karma significa ‘fazer’ / ‘ação’

Karma significa “fazer” e abrange todo o campo das ações físicas, verbais e mentais. Para nós entendermos, é algo como tudo que é feito em uma espécie de energia que nos acompanha, positiva ou negativa. Nossas ações não retornam na forma de atos, mas dessa energia e equilíbrio.

É justamente por isso que, quando ferimos alguém, não temos consciência da magnitude da dor até sofrermos em sua mesma posição: acreditamos que ela pode ser feita e desfeita sem entender plenamente que, não necessariamente, as pessoas respondem aos fatos do mesmo modo.

Então dizemos: isso é o karma que está retornando o que eu fiz e ele faz isso com um plus. Não é um ‘plus’, é apenas que agora estamos conscientes da realidade completa do que fizemos e a lição valerá a pena para sempre a partir daí.

A lei da causa e efeito

A lei de causa e efeito entre outras coisas, ensina-nos que é mais difícil ajustar o efeito que evitar a causa: Quando tomamos uma decisão em que outras pessoas estão envolvidas, as consequências podem ser ruins. Tomemos, por exemplo, uma relação em que alguém é infiel: aquele que comete a infidelidade só entenderá o que isso causa quando ele mesmo passar pela situação oposta.

No entanto, esta lei também serve para karma positivo, mas muitas vezes não nos damos conta: se preocupar com o que se dá, tentar fazer mais feliz o mundo de pessoas que nos querem, implica uma aura positiva para voltar em outras formas de alegria.

“Todas as coisas que saem de você voltam para você, então você não precisa se preocupar com o que vai receber; melhor se preocupar com o que você vai dar “. -Anônimo-

Nesse sentido, sob a ideia de karma está a inteligência de “quem faz o bem sem olhar para quem” , como dizem. O “bem considerado” leva em conta que nas suas decisões podem estar as emoções dos outros.

Construa-se

O conceito de Karma nos ajuda a edificar o nosso amanhã e a nos construirmos por dentro, porque, como explicamos, o “hoje” pode ser parte das circunstâncias que temos de enfrentar no futuro. Isto é, na maioria das vezes nós colhemos o que semeamos, em maior ou menor justiça.

Por essas razões, damos sentido ao que nos acontece e entrelaçamos alguns fatos com os outros, porque tudo parece estar ligado por fios que se manifestam na forma de emoções. Boas energias acarretarão outras boas e o oposto: um devir que nem sempre é cumprido, mas que geralmente está presente para nos lembrar que em nossas emoções há também aquelas das pessoas que nos amam.

 

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*Fonte: revistapazes

Primeiro trem solar da América Latina vai conectar Argentina a Cusco

Em fevereiro de 2018 começaram as instalações de vias que vão receber o primeiro trem solar turístico da América Latina. Chamado de “Tren de la Quebrada”, o veículo sairá da província de Jujuy, na Argentina, uma região famosa pela montanha colorida “Cerro de los 7 Colores”. Este é segundo trem solar que se tem notícia. O primeiro deles foi inaugurado na Austrália, veja aqui.

A primeira parte da construção está prevista para ser concluída em agosto de 2019. Ela unirá a localidade de Volcán com Purmamarca e Maimará, em uma rota de 20 quilômetros pelo norte argentino. O passo seguinte seria chegar à Bolívia e, posteriormente, em Cusco. O destino final será o histórico Machu Picchu.

A primeira ferrovia solar da região inicialmente terá dimensões reduzidas, sendo para um vagão com capacidade aproximada de 240 passageiros. Por ser um trem turístico, ele desenvolverá uma velocidade de apenas 30 quilômetros por hora.

Para o seu funcionamento, painéis fotovoltaicos serão acoplados nos telhados. A propulsão será realizada através de energia solar e diesel hidráulico. O desenvolvimento da tecnologia envolveu especialistas internacionais que participaram da construção do trem solar de Byron Bay, na Austrália.
Modelo de trem solar da Austrália. Foto: Byron Bay Train

“Este é um grande desafio, porque estamos desenvolvendo uma nova tecnologia para o transporte ferroviário do futuro”, afirma o engenheiro Pablo Rodríguez Messina. Segundo ele, “o trem solar seguirá a ferrovia Belgrano Cargas, que foi desativada há 25 anos na Trilha Inca e que foi a primeira rota comercial na América do Sul”.

 

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*Fonte: ciclovivo

Fim das baterias? Pesquisadores do MIT conseguem ligar aparelho usando sinais de wi-fi

As baterias e os carregadores estão com os dias contados. Isso se estiverem certos os pesquisadores da universidade americana Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) que estudam a transmissão de energia usando sinais de wi-fi.

“Apresentamos uma nova maneira de dar energia a sistemas eletrônicos no futuro – simplesmente captando energia wi-fi de uma maneira que pode ser facilmente integrada a áreas abrangentes”, explica o cientista Tomás Palacios, professor do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação do MIT, que há tempos dedica-se a estudar formas mais econômicas e inteligentes de energia elétrica.

A pesquisa foi tema de artigo publicado nesta segunda-feira pelo periódico científico Nature.

Antena flexível de rádiofrequência

Os cientistas partiram da mesma ideia dos transformadores capazes de converter ondas eletromagnéticas de corrente alternada em eletricidade de corrente contínua. Em seu modelo, utilizaram um dispositivo com uma antena flexível de rádiofrequência, capaz de captar tais ondas.

Esse receptor foi conectado a um dispositivo feito de um semicondutor bidimensional extremamente fino – apenas três átomos de espessura.

Esse semicondutor converte o sinal em tensão elétrica contínua, pronta para alimentar baterias recarregáveis ou, diretamente, circuitos eletrônicos. Ou seja: o dispositivo não tem bateria, mas captura os sinais de wi-fi presentes no local e os transforma, de forma passiva, em corrente elétrica.

Nas experiências realizadas em laboratório, os cientistas conseguiram obter 40 microwatts de energia elétrica quando o dispositivo estava exposto aos 150 microwatts de uma rede wi-fi convencional. É potência elétrica mais que suficiente para manter ligada uma tela de tablet ou fazer funcionar pequenos chips eletrônicos.
Uso para fins médicos

Esse formato bidimensional e flexível do dispositivo é o que parece empolgar mais os pesquisadores. “E se pudéssemos desenvolver sistemas eletrônicos e envolver uma ponte ou uma rodovia inteira? Ou as paredes de nosso escritório? Traríamos inteligência eletrônica a tudo ao nosso redor”, prevê Palacios.

Entre os usos do sistema, além de aparelhos eletrônicos do dia a dia, estão os sensores para gadgets integrados à chamada “internet das coisas”.

No caso de celulares, uma novidade assim vem de encontro aos avanços da indústria no design de aparelhos flexíveis e cada vez mais finos.

O pesquisador Jesús Grajal, da Universidade Técnica de Madri, coautor do estudo, lembra que também seria possível utilizar o dispositivo para fins médicos. Não só para manter alimentados os equipamentos de um dia a dia hospitalar mas também para futuros gadgets que precisam ser muito pequenos para uma bateria convencional.

Um exemplo: atualmente, há pesquisadores desenvolvendo pílulas que podem ser engolidas pelos pacientes para coletar e transmitir, com precisão, dados de saúde dos mesmos – para fins de diagnóstico. Uma solução de energia assim seria a ideal em casos específicos como este.

Nesses casos, as preocupações vão além do tamanho das baterias convencionais. “O ideal é não usar baterias para alimentar esses sistemas, porque se houver um vazamento de lítio, o paciente pode morrer”, afirma Grajal. “Desta forma, é muito mais seguro colher energia do ambiente para ligar esses minúsculos laboratórios dentro do corpo.”

Composto inorgânico

O material utilizado pelos pesquisadores para a construção desse eficiente transformador de correntes é o MoS2, ou dissulfeto de molibdênio. Trata-se de um composto inorgânico, que é encontrado no mineral molibdenita – as principais jazidas estão na República Checa, na Noruega, na Suécia, na Austrália, na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Os pesquisadores criaram um dispositivo de MoS2 com apenas três átomos de espessura, o suficiente para que ele funcione, como um dos semicondutores mais finos do mundo. Isso ocorre porque os átomos do material se comportam de uma maneira particular, se reorganizando como um interruptor.

Os pesquisadores envolvidos acreditam que o material tenha capacidade para capturar e converter até 10 GHz de sinais sem fio.

“Esse dispositivo é rápido o suficiente para abranger a maior parte das bandas de frequência utilizadas hoje, de sinais de celular, de bluetooth, de wi-fi e muitos outros”, afirma o pesquisador Xu Zhang, principal autor do estudo.

A eficiência energética obtida com o modelo é de 30%. O grupo agora pretende testar novos modelos e materiais em busca de melhorar esse potencial e diminuir a perda energética.

Em entrevista à BBC News Brasil, Zhang explicou que ainda é preciso um longo processo para que o dispositivo ganhe um versão comercial, ou seja, esteja ao alcance do usuário comum. “Precisamos desenvolver um único dispositivo para uma série de conversões e otimizar o processo tanto do projeto quanto da fabricação de circuitos. Só então será viável usar algo assim para os eletrônicos do dia a dia”, afirmou.

*Por Edison Veiga

 

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*Fonte: bbc-brasil