Guitarrista médio possui R$ 11 mil em equipamentos em 2022, diz pesquisa inédita

Segundo levantamento da Reverb, guitarristas possuem, em média, de 1 a 2 guitarras e 1 violão

Uma pesquisa inédita revelou que o guitarrista médio possui US$ 2,1 mil (ou cerca de R$ 11 mil) acumulados em equipamentos como guitarras, pedais e amplificadores em 2022. O levantamento foi feito pela Reverb e leva em conta diversos mercados ao redor do mundo.

Como foi noticiado pela Guitar World, a análise levou em conta a lista de produtos mais vendidos compilada pela Reverb Price Guide. Foi descoberto que guitarristas costumam possuir, em média, entre 1 e 2 guitarras, um violão e uma pequena coleção de pedais.

Segundo Jim Tuerk, diretor da Reverb, nunca houve uma época melhor para se vender equipamentos vintage e o guitarrista médio está “sentado em uma mina de ouro”. “Se você tem uma guitarra antiga guardada, não perca tempo e venda. Colecionadores estão comprando como nunca”, aconselhou.

Guitarristas e seus equipamentos em 2022
A pesquisa também revelou quais são os modelos de guitarras, violões, amplificadores e pedais mais vendidos atualmente. Enquanto modelos Fender Stratocaster e Telecaster lideram a lista de guitarras, o título de violão mais vendido fica com o Gretsch’s G9500 Jim Dandy Flat Top. No que diz respeito aos amplificadores, o destaque vai para o Fender’s Mustang Micro e o pedal mais popular é o TC Electronic’s Ditto Looper.

*Por gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Boss anuncia box de pedais em comemoração ao 40º aniversário

A Boss está perto de comemorar aniversário e para celebrar a data anunciou o lançamento de um box com três dos pedais mais famosos da marca. O Compact Pedal 40th Anniversary Box Set, conta com o OD-1 Overdrive, o PH-1 Phaser e o SP-1 Spectrum.

Tratam-se dos três pedais compactos originais da Boss, lançados originalmente em no final da década de 1970. Os equipamentos são todos fabricados no Japão e vem em um box especial, a logo do 40º aniversário da marca e uma mensagem do presidente da empresa, Yoshihiro Ikegami.

Para mais informações sobre o produto, CLIQUE AQUI.

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*Fonte: guitarload

Capacetes Star Wars

A Fox Racing lançou recentemente duas edições limitadas de capacetes off road – Star Wars: Rogue One.
Um deles representando o lado da força, com a arte baseada no andróide R2-D2 e o outro, representando o lado negro da força através do capacete inspirado em Boba Fett. Ambos vem em uma embalagem especial, são numerados e com um certificado de autenticidade.
Confira imagens abaixo.

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*Fonte: fatlace

O despertador que te acorda com um café fresquinho

The Barisieur, esse é o nome dessa invenção do ano – um misto de cafeteira e despertador. Criada pelo designer inglês Joshua Renouf, a máquina foi desenvolvida para aqueles que não tem tempo a perder e digamos que não se importam em gastar uma pequena bagatela com esses “brinquedinhos” de causar inveja em qualquer pobre mortal.

A peça é feita em madeira e inox e pode ser programada toda noite para aquecer a água e preparar um café fresquinho minutos antes do seu dono acordar. Com o café pronto, o aparelho faz às vezes de despertador. O dorminhoco acorda com o som previamente escolhido por ele, além é claro, do aroma de uma das melhores coisas da vida: café!

Por questões de segurança, a água não é aquecida com fogo, mas sim com bolas de aço inox que recebem calor por indução, aquecendo assim a água e utilizando a pressão para passá-la por um tubo até o café.

Gostou? Para adquirir esse novo invento, é preciso fazer uma encomenda no site do designer, entrar na fila de espera e desembolsar uma quantia de aproximadamente R$ 1.500,00.

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*Fonte: updateordie

Aventura no Everest

Há 60 anos, o homem chegou ao topo do Everest pela primeira vez. De lá para cá, mais de 3 mil pessoas já venceram os 8.848 metros de subida e colocaram os pezinhos gelados no cume da montanha mais alta do mundo. Veja o que mudou entre 1953 e 2013.

 

A EVOLUÇÃO DO EQUIPAMENTO

Capacete
1953 – Não era usado.
2013 – É leve e projetado para proteger o alpinista de objetos em queda.

Óculos
1953 – Parecia de mergulhador, mas protegia dos raios UV.
2013 – Tem viseira especial contra radiação em grandes altitudes e sistema que não deixa a lente embaçar.

Bagagem
1953 – Os cilindros de oxigênio, sacos de dormir e tudo mais que os alpinistas precisassem eram fixados em uma estrutura de alumínio.
2013 – As mochilas são feitas com material leve e muito resistente, e algumas inclusive vêm equipadas com airbag para o caso de avalanches.

Comunicação
1953 – Para mandar um alô para o resto do mundo, os alpinistas recorriam a enormes rádios sem fio.
2013 – Os rádios foram substituídos por celulares (é mais fácil fazer um DDI do Everest do que de algumas regiões do Brasil).

Roupa
1953 – Usavam abrigos de edredon cobertos por uma precária capa corta-vento.
2013 – Os macacões são forrados com penas de ganso, têm zíperes nas pernas (para vestir sem precisar tirar as botas) e uma abertura na parte traseira.

 

QUEM PAGA
1953 – A expedição foi bancada por uma organização britânica que queria que um súdito da rainha fosse o primeiro a alcançar o cume.
2013 – Existem agências de turismo especializadas em expedições ao Everest.

ANTES DE COMEÇAR
1953 – Para chegar à região da montanha, era necessário percorrer uma trilha de 281 quilômetros que partia de Katmandu, capital do Nepal. O trajeto era feito em 17 dias.
2013 – Metade do caminho é feita de avião (o voo leva 35 minutos). Depois, são “só” mais nove dias de caminhada até o acampamento base.

AO INFINITO E ALÉM
1953 – A expedição durou dois meses e foram montados nove acampamentos.
2013 – A empreitada dura mais ou menos 40 dias e são usados apenas quatro acampamentos além da base. A subida não é feita de maneira linear: os alpinistas montam os alojamentos mais altos e voltam para o conforto da base para poupar esforços.

O DIA D
1953 – No dia do ataque ao cume, os montanhistas pioneiros dormiram no acampamento 9. Saíram de lá às 6h30 e levaram cinco horas para completar os 350 metros até o topo.
2013 – Os alpinistas partem de madrugada do acampamento 3 para uma subida de cinco horas rumo ao 4. Descansam e levam mais 12 horas para percorrer os 900 metros finais.
Altos números
– 15 minutos foi o tempo que os primeiros alpinistas que escalaram o Everest ficaram no cume antes de fazer o caminho de volta
– R$ 130.000 É quanto custa escalar a montanha hoje

*Fonte/ Texto: SuperInteressante (Cristine Kist e Ricardo Davino)

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