Eric Clapton – 76 anos!

Aquele que já foi chamado de “Deus” (da guitarra) em inúmeras pichações nas ruas de Londres, naqueles distantes lisérgicos anos 60’s – Eric Clapton, hoje está completando 76 anos de idade.  Um dos grandes guitarristas, músico, cantor e compositor de mão cheia e o mais bacana disso tudo, é que ainda está vivo e podemos celebrar.

Clapton foi um dos primeiros artistas que marcaram forte presença em minha passagem da infância para adolescência – tanto da vida como também na maturidade musical (essa é uma outra medida bem diferente, metafórica, é verdade). Me fez acordar para o rock/blues de verdade. Bons tempos. Depois dele fui descobrindo cada vez mais artistas interessantes e que me fizeram muito feliz com suas músicas. Por isso sou tão grato ao Clapton, me tirou o véu da ignorância musical. Grato mestre!

Eric Clapton anuncia tributo a Ginger Baker em Londres

Eric Clapton irá fazer um show especialíssimo em Londres.

O evento irá acontecer no Hammersmith Apollo no dia 17 de Fevereiro de 2020 e servirá como uma homenagem a Ginger Baker, baterista ex-colega do guitarrista no Cream, falecido em 2019.

Beneficente, a apresentação terá toda sua arrecadação revertida para a Leonard Cheshire, ONG que auxilia pessoas com problemas de saúde. Os sons devem girar em torno das parcerias dos músicos no Cream e no Blind Faith.
Eric Clapton & Friends

Com o nome “Eric Clapton & Friends: A Tribute to Ginger Baker”, o show promete contar com nomes de peso, mas o line-up ainda não foi anunciado.

Ginger Baker
Tão talentoso quanto polêmico, Baker morreu no último dia 06 de Outubro aos 80 anos de idade.

*Por Tony Alex

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Eric Clapton 74 anos

Quando eu ainda era pequeno o meu irmão nos finais de semana era DJ em um famoso clube local de minha cidade (naquela época o DJ tinha de ser conhecedor de rock – não como os dias de hoje (SIC!),  e é claro que foi através dele que tive um primeiro contato mais efetivo com o universo do rock. Foi quando tomei conhecimento mais detalhado do trabalho de alguns artistas interessantes e outros nem tanto da época, seus álbuns, músicas, bandas e também algumas de suas folclóricas histórias. Bem, enfim, foi onde começou de fato todo esse o meu envolvimento e porque não dizer – grande paixão pelo rock. GRATO MANO!

Mas onde quero mesmo chegar é que um determinado momento eu resolvo fazer então a  grande pergunta para meu irmão, de quem era o melhor guitarrista do mundo? Coisa de questionamento de piá. E a resposta dele, na época, foi rápida e sincera – Eric Clapton!

Já tinha escutado uma ou outra música dele até então, mas foi a partir daquele momento que passei a prestar mais atenção na sua música e seus álbuns e realmente o cara era phoda. E a coisa fica ainda mais interessante quando se pesquisa além de sua carreira solo e se chega ao começo de tudo, como quando no começo, em tempos de Yardbirds (não sou muito fan dessa banda – apesar de seu importante legado e usina de guitarristas famosos), depois com John Mayall & Bluesbreakers (aqui sim a sua magia na guitarra blues aparece com força total – criador da fórmula eterna da timbreira phodástica da Les Paul & Marshall) e que guitar heroes como Slash, Jimmy Page, Billy Gibbons, Joe Walsh  e tantos outros o digam…. Daí vem o primeiro power trio clássico de rock “pegado” mesmo, com o Cream, o que confirma e por si só já valeria esse título/apelido de Clapton is God, como foi grafitado em vários locais em Londres na época! E a coisa não par apor aí, com o final do Cream vem mais algumas bandas / projetos com outros músicos e deu um resultados incrível (basta tirar um tempo para escutar e conferir essas obras de arte do rockn roll): “Blind Faith”, “Delaney & Bonnie and Friends” e “Derek and the Dominos”. Puêrra meu! Só o que ele fez até essas bandas, e o interessante aqui é que em termos de datas significa sua carreira apenas até o comecinho dos 70’s, o que tranquilamente já poderia ser definido por excelência como uma carreira musical/artística incrível. Escute esses bandas e seus álbuns e você vai compreender o que digo. E depois finalmente temos então toda a sua carreira solo que segue até os dias atuais, tudo com inúmeros hits, várias participações em álbuns de outros artistas, trabalhos com convidados especiais e também até a criação de um evento chamado Crossroads Guitar Festival, onde reúne em datas específicas, de tempos em tempos, as maiores “feras” do mundo da guitarrista blues.

Fica aqui então o meu agradecimento a esse grande mestre da música e da guitarra blues, Eric Clapton! Meus parabéns e desejos de uma vida feliz. Sou eternamente grato pela sua obra, sua música e incrível história.

E sim, meu irmão estava mesmo certo aquela vez, Eric Clapton era realmente o melhor guitarrista do mundo (até porque Jimi Hendrix já havia morrido e Stevie Ray Vaughan ainda não havia surgido como o talento que posteriormente foi) – aliás, ambos se tornaram grandes e próximos amigos de Clapton. A fruta nunca cai mesmo, muito longe do pé.

Parabéns Clapton!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eric Clapton – 73 anos

Nesta sexta-feira que passou (30/03), a “lenda” da guitarra e do blues Eric Clapton, completou 73 anos de idade. O tempo cobra seus tributos e memso que volta e meia boatos de sua saúde não andarem lá muito bem (fotos dele convalescido e em uma cadeira de rodas num aeroporto, circularam ano passado – lembram?), mas parece que o rapaz ainda segue firme e forte. Talvez as extensas turnês não sejam mais uma realidade possível, mas eventuais shows devem acontecer, segundo relatos do próprio artista. Que assim seja. Keep on rock.

Parabéns mestre!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Em tempo. Os vídeos abaixo são de uma tour de 2007 e dái me ocorre uma conversa que tive com alguns amigos tempos atrás. Temos atualmente muitas chances de assistir a shows de artistas nacionais e internacionais, coisa que já foi bem complicada nas décadas passadas, especialmente nos 70 e 80’s. Alguns fatores que prejudicaram essa tal vinda de famosos artistas estrangeiros de ponta naquela época, no auge de suas carreiras, são vários e tema de muita conversa: o desconhecimento e pouco caso de empresários para o potencial local de público para shows; a ditadura militar vigente por aqui no período (afinal o rock sempre foi insurgente e com a tal vitalidade pertinente aos jovens); a falta de estrutura logística e de pessoal especializado para dar suporte na época – para se transportar cenários e equipamentos com agilidade e rapidez, ter conhecimento técnico de equipamentos, etc.  Mas principalmente a questão financeira pesou bastante. Afinal o Brasil fica longe dos grandes centros e estamos falando aqui de uma época prá internet e outras tantas evoluções tecnológicas.

Mas isso há um bom tempo já ficou prá trás (ainda bem), vide a quantidade enorme de vários shows e tours importantes que estão nos roteiros de artistas famosos atualmente. Mas daí vem a questão, será que assistimos a tours de “momentos” realmente significativos desses artistas. Porque tem aquela coisa, a banda lança um novo álbum, hoje mais do que nunca “precisa” pegar a estrada para divulgá-lo e fazer grana, afinal os donwloads piratas acontecem segundos depois do lançamento oficial do álbum (ou até mesmo antes…). Assim o artista precisa tocar as músicas novas e claro alguns clássicos, essa é a fórmula. Mas o ideal é “pegar” aquela tour massa de verdade, a tour daquele álbum phoda prá carai, se é que me entendem. Já fui em muitos shows bons nesse smeus tantos anos de vida, mas nem todos eram dessa vibe de tour do álbum PHODÁSTICO. Tipo assistir a tour do ACDC no “Black in Black”, do Bowie em “Let’s Dance”, do Pink Floyd no “the Wall”, do G&R no “Appetite”… E sim, poucas vezes realmente isso aconteceu.

Tudo isso para dizer que essa tour de 2007 (vídeos abaixo) do Eric Clapton, reúnem vários desses elementos mágicos que tornam essa tour especial. Muito por causa do repertório escolhido, várias músicas de seu período anterior e de sua época de início de carreira solo, quando o som ainda era menos polido. E outra e tavlez até a questão mais importante – a sua banda! O time escolhido. PQP!!!! Não é sempre que se consegue reunir o garoto prodígio da guitarra que toca sem palhetas – Derek Trucks (Allman Brothers Banda / Tedeschi & Trucks Band), o guitarrista – Doyle Bramhall II (que toca guitarra com as cordas invertidas), o baterista – Steve jordan (phodástico / king of groove – que também toca com o John Mayer), outra lenda dos teclados – Chris Stainton e o baixista Willie Weeks, que no meu ponto de vista é oc ara certo para tocar com Clapton e não o Nathan East, qwue tem um som muito polido e com um certo acento jazzy – não curto! – apesar de saber que é um grande baixista). Sem falar nas garotas dos backings Michelle John e Sharon White.

Ah! Como eu gostaria de ter assistido a um show dessa tour. Tive o pazer de ver ao vivo Eric Clapton em porto alegre 2 vezes, uma em 1990 na tour do álbum Journeyman (que foi muito bom – Gigantinho) e outra em 2011, na FIERGS onde alg7uns caras da banda eram ainda os mesmo dessa tour fantástica de 2007. Mas o som estava muito ruim nesse dia. Uma pena, porque o repertório era bacanudo e baseado mais na sua fase blues e não tão de hits radiofônicos e da MTV dos 90/00’s. Mas sem dúvida vale. e como que não tem cão caça com gato, aí alguns vídeos dessa fase que eu admiro muito. Keep on rock!

 

 

Eric Clapton afirma que está ficando surdo e tem dificuldade para tocar guitarra

Eric Clapton afirmou em entrevista que está ficando surdo e com dificuldade de dedilhar sua guitarra. O lendário guitarrista revelou que está apreensivo sobre tocar o instrumento e cantar com proficiência devido a doenças que incluem zumbido e um toque vindo do interior da orelha.

As revelações foram feitas durante entrevista para Steve Wright na BBC Radio 2, na terça-feira (9).

“Eu ainda vou trabalhar. Vou fazer o show no Hyde Park em julho”, afirmou o cantor sobre a apresentação no tradicional festival do verão britânico. “A única coisa é que estou preocupado que estou ficando surdo, tenho tido zumbidos, mas minhas mãos ainda trabalham.”

“Espero que as pessoas venham me ver. Ver a mim, mais do que pela curiosidade. Eu sei que isso faz parte, porque é incrível que eu ainda esteja aqui”.

Clapton ainda afirmou que, no último ano, sofreu com muitas dores causadas pela neuropatia periférica (quando alguns nervos não funcionam corretamente). “É difícil trabalhar tocando guitarra e eu tive que aceitar o fato de que isso não vai melhorar”.

A entrevista para a rádio fazia parte da fase de promoção de seu documentário “Eric Clapton: Life in 12 Bars”. Na conversa, ele repetiu o que já havia afirmado em outras entrevistas, sobre a dificuldade de assistir as cenas do filme. “É difícil, porque isso é sobre um longo difícil período da minha vida”.

O documentário acompanha a vida do guitarrista britânico de 72 anos, da infância ao estrelato internacional, através de sua luta contra as drogas e álcool e a morte de seu filho de 4 anos, em 1991.

“É importante que as pessoas vejam que isso tem um final feliz”, destacou.

 

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*Fonte: g1