13 maneiras de espantar a energia negativa da sua casa

Sabe aquele sentimento constante de desânimo e um clima pesado no ar? Veja algumas dicas para espantar a energia negativa do seu lar:

1. Abra as portas e janelas
Pode parecer óbvio, mas deixar o ar circular, mesmo que esteja frio lá fora, é o primeiro passo para mandar embora as energias ruins de dentro de casa.

2. Acenda um incenso
O hábito de queimar incensos faz parte de práticas espirituais e de rituais de meditação. Pode ajudar a melhorar a energia do ambiente e criar uma atmosfera mais calma e serena.

3. Livre-se das coisas quebradas
Manter móveis e objetos quebrados pode atrair e manter energias negativas em casa. Mesmo que tenha algum valor sentimental, está na hora de dar um jeito nessas peças: repare-as ou remova-as de casa.

4. Use spray de óleo de laranja
Aquele cheirinho cítrico da laranja remete a um dia ensolarado. O aroma é capaz de espantar a energia negativa do ambiente e melhorar o humor das pessoas. Dilua um pouco óleo de laranja na água e espalhe pela casa.

5. Arrume a bagunça
Em desordem, os objetos são capazes de reter energias que podem nos bloquear fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente.

6. Use cristais para manter a harmonia
Cada cristal tem uma função. O quartzo rosa, por exemplo, é capaz de facilitar na substituição das emoções e sentimentos negativos por positivos.

7. Pinte uma parede de amarelo
Pode parecer meio radical, mas a cor é capaz de neutralizar as energias ruins do ambiente. Além disso, o amarelo pode fazer com que o ambiente pareça maior.

8. Coloque sal nos cantos
Especialistas dizem que para absorver energias negativas, basta colocar um pouquinho de sal em cada canto de um ambiente e deixar por 48 horas. Depois disso, é só varrer e jogar no lixo.

9. Faça uma boa faxina
A dica é sempre que comprar ou alugar um imóvel novo, antes mesmo de começar a levar as mudanças, dedique um tempo para fazer uma boa faxina. Isso pode ajudar a remover qualquer tipo de energia do morador anterior.

10. Tente reduzir as pontas
Uma das indicações do Feng Shui são os móveis sem pontas. Além de serem mais seguros, caso alguém esbarre neles, a energia gerada pela ponta, que lembra uma flecha, não é aconchegante. A dica é investir em objetos de decoração, como luminárias e vasos redondos, para trazer mais energias positivas.

11. Invista em espelhos
Acredita-se que eles podem atrair ainda mais energias positivas e também ajudar a limpar a mente. Mas não se esqueça de optar pelos de pontas redondas.

12. Opte por cores neutras
Às vezes, cores escuras podem sobrecarregar quando tudo o que você precisa é de um ambiente relaxante.

13. Proteja as entradas
As portas e as janelas são entradas para as energias. Para manter essas áreas purificadas e protegidas, é recomendado limpar as maçanetas e janelas com a mistura de água, sal, vinagre branco e suco de limão.

*Marina Paschoal com Bruna Menegueço

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*Fonte: casa&jardim

Pessoas intuitivas: 10 características que as diferenciam

A mente intuitiva é um dom sagrado e a mente racional é um servo fiel. Criamos uma sociedade que honra o servo e esquece o presente “. Essas são as palavras de Albert Einstein, que conhecia perfeitamente o poder e a importância da intuição. Infelizmente, a intuição foi praticamente relegada a um nível esotérico, sacrificado no altar da racionalidade. No entanto, somos todos pessoas intuitivas, apenas alguns aprenderam a prestar atenção às mensagens de sua intuição, enquanto outros os ignoram.

O que é intuição?

Antonio Damásio, médico e neurologista, explica o que é a intuição por meio de sua teoria dos marcadores somáticos. Na prática, a intuição seria um mecanismo de pré-seleção que ocorre abaixo do nosso limiar de consciência e é responsável por examinar todas as opções, decidindo quais são os possíveis caminhos entre os quais podemos escolher conscientemente.

A intuição é um procedimento que nos permite inconscientemente valorizar e descartar alternativas, fundamentalmente baseadas em nossas experiências passadas e em nossas emoções. É por isso que é expresso principalmente através de sensações corporais, algumas pessoas indicam que o sentem no estômago ou no peito. Essa é também a razão pela qual estamos inclinados a uma opção e não a outra, mas não somos capazes de explicar a razão, é apenas um sentimento ou um palpite.

O que diferencia as pessoas intuitivas?

1 – Elas ouvem sua voz interior. Pessoas intuitivas têm uma conexão especial com seu inconsciente, de modo que são capazes de ouvir a voz interior que os outros ignoram. Ao prestar atenção a esses palpites ou intuições, elas têm “afinado” cada vez mais esse canal de comunicação, para que possam decifrar melhor as mensagens que sua intuição lhes envia.

2 – Elas passam tempo na solidão. Pessoas intuitivas geralmente valorizam a solidão e aproveitam o tempo que gastam consigo mesmas. Durante esses momentos, aproveitam a oportunidade para se conectar com as emoções e realizar um exercício profundo de introspecção ou simplesmente acalmar a mente, essencial para que a intuição se manifeste.

3 – Elas escutam seu corpo. As pessoas intuitivas têm uma conexão especial com o corpo, de modo que são capazes de captar os sinais que a intuição envia através de sensações como um “nó na garganta”, “borboletas no estômago” ou qualquer outra sensação física que lhe envie esse segundo cérebro. Essas pessoas sentem que algo está errado em seu corpo, têm reações viscerais que sabem interpretar e usar a seu favor ao tomar decisões.

4 – Elas são excelentes observadoras. Pessoas intuitivas são geralmente muito atentas, prestam atenção aos detalhes que outras pessoas não percebem. De fato, uma das armas secretas da intuição é precisamente a capacidade de capturar muitos detalhes, compreendê-los e prever o que pode acontecer. Dessa maneira, elas também descobrem padrões ou coincidências que outros não percebem, mas que mais tarde se tornam a base para tomar outras decisões em suas vidas.

5 – Elas prestam atenção aos seus sonhos. Os sonhos são o canal de comunicação favorito do inconsciente. Em muitas ocasiões, a mente inconsciente escolhe as fantasias dos sonhos para nos enviar uma mensagem que pode nos ajudar a tomar melhores decisões. Pessoas intuitivas prestam atenção ao conteúdo de seus sonhos e tentam descobrir. Obviamente, nem todos os sonhos são mensagens do inconsciente, pessoas intuitivas também são capazes de diferenciá-los.

6 – Elas se conectam emocionalmente com o outro. A empatia é uma das armas secretas da intuição. Pessoas intuitivas são capazes de se conectar com outras pessoas em um nível superior, permitindo-lhes ajudá-las ou perceber que estão passando por um momento ruim.

7 – Elas deixam de lado as emoções “negativas”. Apesar do fato de que a intuição pode gerar sensações desagradáveis, pessoas intuitivas são capazes de gerenciá-las e não permanecem bloqueadas nelas. De fato, elas sabem que emoções como frustração, raiva ou ressentimento obscurecem a intuição. Isso significa que geralmente elas estão muito conscientes de suas emoções e sabem como gerenciá-las com sabedoria.

8 – Elas sabem como fluir. Pessoas intuitivas desenvolvem grande confiança, o que as ajuda a enfrentar as adversidades com uma atitude mais relaxada.
Elas confiam não apenas em suas habilidades para enfrentar obstáculos, mas também em sua vida. Essas pessoas sabem que tudo chega e tudo passa, então aprendem a fluir sem dificuldade, não se apegam a situações, nem positivas nem negativas. Essa sabedoria lhes dá grande tranquilidade e serenidade diante dos contratempos.

9 – Elas mostram grande flexibilidade cognitiva. Pessoas intuitivas não têm um pensamento rígido, são capazes de mudar de ideia rapidamente quando têm um palpite. Isso significa que elas nem se apegam às suas decisões, especialmente quando sentem que estão seguindo o caminho errado. Essa flexibilidade cognitiva lhes permite corrigir o plano e obter melhores resultados.

10 – Elas procuram as respostas lá dentro. Pessoas intuitivas não se isolam do mundo, levam em consideração as circunstâncias e sabem quando o vento sopra a seu favor e quando é contra, mas sempre têm a tendência de procurar dentro de si mesmas para encontrar as respostas. Isso significa que, ao tomar decisões, elas levam em consideração suas expectativas, esperanças e necessidades. Assim, eles alcançam um equilíbrio que lhes permite tomar as melhores decisões.

3 problemas que as pessoas intuitivas enfrentam

Desenvolver muito a intuição também pode ter seus “efeitos adversos”, especialmente em um mundo onde a lógica é superestimada e as emoções são ignoradas.

1 – Não podendo explicar por que elas tomaram uma decisão importante. Pessoas intuitivas geralmente não conseguem explicar racionalmente por que tomaram uma decisão que não faz sentido para os outros. Em muitos casos, a ausência de argumentos lógicos pode levar a discussões e problemas, especialmente quando outras pessoas não as entendem.

2 – Prever finais desastrosos que ninguém mais imagina. Pessoas intuitivas podem prever finais desastrosos, seja em um relacionamento ou em um negócio. Muitas vezes, essa certeza é difícil de suportar, pois nem sempre podem compartilhá-la com outras pessoas ou não prestam atenção a elas. O fato de capturar pequenos detalhes que outros não percebem lhes dá essa habilidade especial, que nem sempre é bem-vinda.

3 – Captar os pensamentos e emoções negativos dos outros. Pessoas intuitivas não leem mentes, mas esse sexto sentido geralmente lhes permite captar pequenos sinais extra-verbais que as ajudam a formar uma idéia do que as outras pessoas estão sentindo ou pensando. Às vezes, perceber que outras pessoas estão fingindo sem poder revelar isso pode ser extremamente frustrante ou irritante.

É conveniente tomar decisões, deixando-se intuir?

“Quando tomamos pequenas decisões, é sempre vantajoso analisar os prós e os contras. No entanto, em questões vitais, como a escolha de um parceiro ou profissão, a decisão deve vir do inconsciente, de um local oculto dentro de nós. Nas decisões realmente importantes da vida, devemos deixar que as necessidades profundas de nossa natureza governem.”

Essas foram as palavras de Sigmund Freud, que se referia àquele sentimento de certo ou errado, de prazer ou rejeição visceral, que sentimos profundamente dentro de nós e que às vezes ignoramos ouvir apenas a razão.

Em Psicologia, existe o que é conhecido como Inteligência Intuitiva , que seria nossa capacidade de resolver problemas, deixando-nos guiar pela intuição. De fato, em uma série de estudos realizados com enfermeiros, médicos e empresários com muitos anos de experiência, verificou-se que sua primeira intuição quase nunca falhava.

Obviamente, a intuição não é um mecanismo infalível, mas pode ser muito útil quando precisamos tomar decisões em uma situação em que não temos muita informação ou é muito caótica. De qualquer forma, é sempre bom saber o que você tem a dizer antes de decidir sobre uma ou outra opção. Portanto, o mais conveniente é aprender a ouvi-lo.

*Por Artigo de Jennifer Delgado Suárez – Rincón de la Psicología

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Não tente ser o melhor, apenas seja “bom o suficiente”

Não tente ser o melhor, apenas seja “bom o suficiente”! Colocar demandas impossíveis de nos destacarmos apenas causa estresse e infelicidade!

Você pode optar por cancelar a busca pelo melhor em favor de uma busca por ser bom o suficiente.

Se você estiver cursando um curso universitário, projeto de trabalho ou relacionamento com a intenção de ser o melhor aluno, trabalhador ou parceiro do mundo, considere meu novo herói, Sir Robert Alexander Watson-Watt.

Ele é meu novo herói por causa de sua teoria da imperfeição, que resumiu como:

“Dê a eles o terceiro melhor para continuar; o segundo melhor chega tarde demais, e o melhor nunca chega. ”

Não é o tipo de afirmação que você deve fazer em uma entrevista de emprego – lá, você deve apenas concordar com a fantasia de que todos na sala, incluindo você, são perfeitos.

Mas não é um mau princípio trabalhar com isso.

Watson-Watt foi pioneiro na tecnologia de radar e rádio, particularmente para rastrear aviões inimigos que atacavam a Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial. Seu trabalho ajudou a RAF a vencer a Batalha da Grã-Bretanha e também ajudou a pôr fim ao massacre noturno dos inocentes conhecidos como Blitz.

Se ele estivesse lá, insistindo em encontrar a melhor solução para o problema de detectar aviões inimigos, muitos milhares de vidas, pelo menos, poderiam ter sido perdidas.

Ele teve uma carreira distinta após a guerra. Se você queria um anúncio para o que ele chamou de “o culto do imperfeito”, ele é.

Isso não é um culto à negligência ou à falta de cuidado. É uma questão de não permitir que a melhor busca te impeça de fazer o que você pode fazer nas circunstâncias que se encontra.

Muitos projetos ficam inacabados na busca interminável pela busca constante pelo melhor.

William Babbage, que projetou, mas nunca construiu o que poderia ter sido o primeiro computador há quase 200 anos, desperdiçou uma grande subvenção do governo fazendo infinitas melhorias em uma máquina de calcular anterior que ele nunca terminou. O pobre Babbage disse mais tarde que nunca teve um dia feliz em sua vida. A busca pelo melhor não o fez muito bem.

Depois, há o conceito de “parentalidade boa o suficiente” apresentado pelo psicanalista pioneiro DW Winnicott. Ele acreditava que pais perfeitos seriam ruins para uma criança, cujo desenvolvimento psicológico e emocional seria sufocado. É por isso que é tão triste ver os pais se espancando por não serem perfeitos – seus filhos não estão buscando a perfeição e acabariam se sentindo intimidados por ela.

E que pai ou mãe tem tempo para descobrir a melhor resposta às necessidades da criança? Entrar rapidamente e aplicar a primeira solução disponível geralmente é o melhor possível.

Fonte de infelicidade

Colocar demandas impossíveis sobre nós mesmos há muito tempo é identificado pelos psicólogos, desde Freud, como uma fonte de infelicidade.

Se você está muito estressado como trabalhador, estudante, pai ou filho, esse estresse pode, é claro, ser causado por demandas impossíveis daqueles que estão na autoridade. Mas também pode ser causado por demandas impossíveis impostas a si mesmo.

Se o último for o culpado, você pode optar por cancelar a busca pelo melhor em favor de uma busca pelo bom o suficiente.

Curiosamente, isso não significa padrões ruins. Para dar um exemplo do jornalismo, muitas, talvez a maioria das melhores notícias que você lê são escritas com um padrão “bom o suficiente”. Ninguém tem tempo para escrever a melhor história que poderia ser escrita – isso se chama história.

No entanto, o trabalho “bom o suficiente” dos jornalistas deve atender aos exigentes padrões de precisão, prova de difamação e estilo – se não o fizerem, as consequências podem ser dolorosas, como sabemos.

Quando as pessoas – como o infeliz Babbage – começam a refletir sobre suas vidas até o momento, podem concluir sombriamente que as coisas não saíram tão bem quanto poderiam.

E adivinha? Eles estão certos: em nosso mundo aleatório cercado por numerosas forças conflitantes, uma vida não pode sair tão bem quanto poderia ser.

O mesmo se aplica aos seus projetos, tarefas (se você é estudante), casamento, filhos, pais e tudo mais.

Deixe uma margem para erro e relaxe.

E lembre-se de Robert Alexander Watson-Watt e sua terceira melhor regra.

 

*Por Padraig O’Morain
– Padraig O’Morain (@PadraigOMorain) é credenciado pela Associação Irlandesa de Aconselhamento e Psicoterapia . Seu último livro é Kindfulness. Seu lembrete diário de atenção plena é gratuito por e-mail (pomorain@yahoo.com)

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*Fonte: seuamigoguru

A lei da atração funciona assim: você não atrai o que você quer, você atrai o que você é

Quem nós pensamos que somos está intimamente ligado a como nos consideramos tratados pelos outros. Muitas pessoas se queixam de que não recebem um tratamento bom o bastante.

“Não me tratam com respeito, atenção, reconhecimento, consideração. Tratam-me como se eu não tivesse valor”, elas dizem.

Quando o tratamento é bondoso, elas suspeitam de motivos ocultos. “Os outros querem me manipular, levar vantagem sobre mim. Ninguém me ama.”

Quem elas pensam que são é isto: “Sou um pequeno eu’ carente cujas necessidades não estão sendo satisfeitas.” Esse erro básico de percepção de quem elas são cria um distúrbio em todos os seus relacionamentos. Esses indivíduos acreditam que não têm nada a dar e que o mundo ou os outros estão ocultando delas aquilo de que precisam.

Toda a sua realidade se baseia num sentido ilusório de quem elas são. Isso sabota situações, prejudica todos os relacionamentos. Se o pensamento de falta – seja de dinheiro, reconhecimento ou amor – se tornou parte de quem pensamos que somos, sempre experimentaremos a falta. Em vez de reconhecermos o que já há de bom na nossa vida, tudo o que vemos é carência. Detectarmos o que existe de positivo na nossa vida é a base de toda a abundância.

O fato é o seguinte: seja o que for que nós pensemos que o mundo está nos tirando é isso que estamos tirando do mundo. Agimos assim porque no fundo acreditamos que somos pequenos e que não temos nada a dar.

Se esse for o seu caso, experimente fazer o seguinte por duas semanas e veja como sua realidade mudará: dê às pessoas qualquer coisa que você pense que elas estão lhe negando – elogios, apreço, ajuda, atenção, etc. Você não tem isso? Aja exatamente como se tivesse e tudo isso surgirá.

Logo depois que você começar a dar, passará a receber. Ninguém pode ganhar o que não dá. O fluxo de entrada determina o fluxo de saída. Seja o que for que você acredite que o mundo não está lhe concedendo você já possui. Contudo, a menos que permita que isso flua para fora de você, nem mesmo saberá que tem. Isso inclui a abundância. A lei segundo a qual o fluxo de saída determina o fluxo de entrada é expressa por Jesus nesta imagem marcante: “Dai, e dar-se-vos-á.

Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada, sacudida e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também.” A fonte de toda a abundância não está fora de você. Ela é parte de quem você é. Entretanto, comece por admitir e reconhecê-la exteriormente. Veja a plenitude da vida ao seu redor. O calor do sol sobre sua pele, a exibição de flores magníficas num quiosque de plantas, o sabor de uma fruta suculenta, a sensação no corpo de toda a força da chuva que cai do céu.

A plenitude da vida está presente a cada passo. Seu reconhecimento desperta a abundância interior adormecida. Então permita que ela flua para fora. Só fato de você sorrir para um estranho já promove uma mínima saída de energia. Você se torna um doador. Pergunte-se com frequência: “O que posso dar neste caso?

Como posso prestar um serviço a esta pessoa nesta situação? Você não precisa ser dono de nada para perceber que tem abundância. Porém, se sentir com frequência que a possui, é quase certo que as coisas comecem a acontecer na sua vida. Ela só chega para aqueles que já a têm.

Parece um tanto injusto, mas é claro que não é. É uma lei universal. Tanto a fartura quanto a escassez são estados interiores que se manifestam como nossa realidade. Jesus fala sobre isso da seguinte maneira: “Pois, ao que tem, se lhe dará; e ao que não tem, se lhe tirará até o que não tem.”

(Eckhart Tolle)

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*Fonte: asomadetodososafetos

O silêncio é a única resposta que devemos dar aos tolos

Não devemos discutir com quem demonstra total ignorância e falta de sensibilidade em relação ao que a gente sente. Quando percebemos que estamos sendo incompreendidos, que não estão querendo ouvir, ou pouco se importam com algo que para nós é muito importante, devemos nos retirar em silêncio.

Nenhum esforço vai valer a pena nesse caso.

Muitas pessoas passam pela nossa vida, ou até permanecem, só que não querem realmente ficar. Ficam porque estão, de algum modo, esperando por algo melhor, e constantemente, agem com indiferença quando o assunto não diz respeito a elas.

Elas não conseguem nada melhor porque ainda não perceberam que esse algo melhor não existe, e sempre buscarão por coisas impossíveis, porque os padrões de felicidade que impuseram para si próprios, desde a infância, são muito altos, por isso vivem frustrados, por isso, precisam descontar essa frustração nos outros.

Seria simples resolver esse problema interno, a solução seria apenas diminuir esses padrões, mas elas não sabem como, e isso realmente é difícil de ser feito, é necessário querer. E elas não querem. Tentamos uma aproximação gentil, mas sempre levamos uma pancada e recebemos aquela palavra arrogante de desdém. Eles são assim e estão fechados para balanço.

Essas pessoas estão mergulhadas na própria infelicidade. E se mostram inteiros dentro do seu egoísmo mesquinho. Já diziam os sábios: Onde a ignorância faz morada, não há espaço para a inteligência dar palpites. Por tanto, não palpite.

Vejo muitas pessoas se desesperando, quebrando a cabeça para tentar se fazer entender e sofrendo por tentar mudar a atitude do outro. Mas contra fatos não há argumentos. Não se pode forçar o outro a te tratar bem. Ponto.

Aquela sensação de afeto e vontade de fazer o bem só é manifestada por quem possui dentro de si a beleza da gentileza. São raras as pessoas que possuem esse poder. Elas são magnificas, estão prontas para ajudar e amar, se colocam a disposição e se sentem muito úteis quando percebem que ajudaram alguém.

Fiquei encantada outro dia quando meu filho chegou da escola todo empolgado dizendo que era um ótimo professor. Eu perguntei por quê, e ele respondeu: Mãe sabe aquela minha amiga da escola que eu sempre converso no whatsapp? Eu disse que sim. Ele então continuou: Ela não sabia nada de geografia e a prova dela era hoje, daí eu sentei com ela no recreio e comecei a explicar a matéria e sabe quanto ela conseguiu tirar na prova? 9.0 mãe! Não é demais? Eu sou um ótimo professor!

Muito emocionada e orgulhosa eu disse: Filho, você realmente é um ótimo professor, parabéns por se colocar à disposição em ajudá-la! E sabe de uma coisa? Ela também é uma ótima aluna! Porque só aprende aquele que está disposto a aprender.

Esse exemplo foi apenas uma ilustração para mostrar que não adianta perder tempo com gente tola. Geralmente os tolos não estão abertos para aprender nada que não seja massagem para o seu ego. Não sabem receber críticas, mas criticam o tempo todo. Então não vale a pena dispender energia falando e tentando os convencer com seus argumentos. Eles possuem um bloqueio descomunal, só escutam o que querem e você vai gastar um tempo precioso da sua vida e não surtirá efeito algum.

Não estou dizendo para você desistir dessa pessoa se ela for realmente importante para você, estou dizendo para não forçar a barra. Esse tipo de pessoa precisa estar totalmente envolvida para que você comece a falar sobre um assunto que ela não quer. Não fique dando indiretas, elas odeiam pessoas chatas e você será uma delas se começar a fazer isso. Não comece um assunto importante quando ela estiver fazendo uma coisa que ela gosta, interromper um hobby de um tolo para falar sobre você é tolice.

Fale apenas quando ela estiver com os ouvidos abertos só para você, isso é raro, e pode ser que ela ainda saia e te deixe falando sozinha. E aí? Você acha que vale realmente a pena? O que ela espera de você? Que você se humilhe e fique falando por horas na cabeça dela. E você faz exatamente isso.

Quando você acatar o silêncio como o melhor remédio, talvez, eu disse, talvez, ela sinta que algo esteja diferente e perceba que você não vai mais aturar ignorância ou desamor.

Mas olhe… Eu disse talvez…

*Por Iara Fonseca

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*Fonte: resilienciamag

Atrações físicas são comuns, mas conexões mentais são raras

Você conhece alguém que faz você sentir aquele friozinho na barriga, alguém que, com o toque, faça você estremecer? É comum vermos bocas que nos atraiam, sorrisos que nos desmontam e olhares que nos encantam. É comum nos atrairmos pelo perfume bom que fica em nós depois do abraço.

Mas como é difícil aquela conexão mental daquela conversa boa de que você não quer se despedir. De quem faz você abrir o seu coração; aquela conversa boa que permite que você seja simplesmente você. Como é raro ter alguém para falar das nossas paixões malucas, dos nossos gostos peculiares e dizer ao outro o quanto detestamos dieta. É raro encontrar alguém com quem a gente possa falar sem medo da reprovação e que ri da nossa risada de porquinho.

Como é bom e raro ter alguém que ache os nossos planos incríveis, enquanto muitos veem como bobagem. É raro ver alguém interessado em nos ouvir e não apenas em nos beijar, quem queira realmente nos conhecer do avesso e não com beijos calorosos que dão sinal para outra coisa. É raro alguém que queira conhecer a nossa alma, o nosso caráter, e que veja o nosso coração e não apenas o nosso corpo.

É raro quem olha para nossa alma e queira escutar as nossas histórias. É raro quem queira rir conosco das bobagens dessa vida e que divida as suas piadas mais sem graça nos fazendo rir.

É comum quem chega e arrepia com um beijo ao pé do ouvido, difícil é quem vem e nos arrepia com uma conversa boa, daquelas que você não se cansa, daquelas que dispensa o beijo e aguça o desejo de conhecer mais sobre esse alguém. É fácil quem vem e faz com que nos apaixonemos pelo jeito que nos olha, difícil é quem vem e queira olhar para a nossa alma e nossa história.

Em um mundo de tantos disfarces e coisas passageiras, é raro quem “perde” o seu tempo com uma conversa boa e, mais ainda, quem nos faz “perder” tempo com ideias interessantes, sonhos cativantes. É raro pessoas que no fazem querer sempre mais e mais e que entendam as nossas dores. Atrações físicas não são uma raridade, mas conexões mentais, gente que acolhe o nosso sofrimento e que sempre vê algo por detrás do nosso sorriso, não é só raro como nobre e bonito.

Sim, atração física é importante, mas não é tudo e está longe de sustentar uma conversa. Está longe de ser amor ou de nos fazer ter confiança nesse alguém. Porque bom mesmo é podermos ser nós mesmos e termos alguém que desperte aquela vontade de sermos sempre melhores. Difícil é quem não olha apenas para as curvas, mas contempla o nosso sorriso, a nossa inteligência e se interesse pelos nossos sonhos. Alguém que se interesse pela nossa vida e que queira escutar sobre o nosso dia a dia tão comum.

Como é empolgante conhecer alguém assim, cuja conversa flui, as ideias coincidem e, mesmo que haja discordância, o outro sabe como respeitar as diferenças, sem tentar impor, sem tentar convencer. E, então, esse alguém se torna cada vez mais interessante, não pelo beijo, pelo toque ou pelo perfume, mas pela conversa, pela forma como se interessa em nos conhecer de fato.

*Por Thamilly Rozendo

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*Fonte: contioutra

Confie no processo da vida, você está exatamente onde deveria estar

Muitas vezes pensamos que tomamos o caminho errado, podemos reclamar das decisões que nos trouxeram consequências que preferiríamos não viver, podemos lamentar o tempo investido em algo … Podemos nos arrepender e culpar, mesmo que não seja com um papel de protagonista, podemos sentir saudades de algo perdido ou estradas não viajadas.

No entanto, é importante perceber que nada nos acontece de maneira casual, que tudo tem uma razão e que cada uma de nossas experiências, nossos relacionamentos, nossos passos, tem a intenção de nos colocar exatamente onde deveríamos estar para o nosso crescimento, e devemos valorizar a vida e seus milagres.

Devemos confiar no processo da vida. Obviamente, não se trata de cruzar os braços e esperar pelo que temos que viver passar por nós, não, nossos caminhos são ajustados ao nosso crescimento para o benefício que extraímos de nossas experiências;

Nós não devemos recriminar p nosso passado, o que fizemos na época foi a única coisa que poderíamos ter feito com os recursos e conhecimentos que possuíamos, então, além de ser um desperdício energético, é totalmente inútil rever o passado para sentir culpa ou remorso, pois lembre-se das tristezas. Devemos apenas usar nosso passado para fins práticos, aprender o máximo possível com ele, ver o quanto crescemos e quais pontos fortes nós desenvolvemos.

Por mais enigmática que seja a vida, não devemos perder de vista o objetivo principal:

Ser feliz! Temos de aprender a manter a compostura apesar da tempestade…

A felicidade é o produto de uma perspectiva carregada de maior consciência, onde podemos apreciar cada momento e aceitá-la como é sem fingir que é diferente. Felicidade é a ausência de resistência ao que não é como nós queremos, é dar o melhor de nós para o que nós queremos, sempre apostando no fato de que talvez a gente não possa mudar nada em particular, mas que, alterando nossa maneira para percepção, já sentiremos a paz necessária para passar por qualquer situação.

Traduzido e adaptado do site Rincón Del Tibet

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*Fonte: asomadetodososafetos

Atrações físicas são comuns, mas conexões mentais são raras

Você conhece alguém que faz você sentir aquele friozinho na barriga, alguém que, com o toque, faça você estremecer? É comum vermos bocas que nos atraiam, sorrisos que nos desmontam e olhares que nos encantam. É comum nos atrairmos pelo perfume bom que fica em nós depois do abraço.

Mas como é difícil aquela conexão mental daquela conversa boa de que você não quer se despedir. De quem faz você abrir o seu coração; aquela conversa boa que permite que você seja simplesmente você. Como é raro ter alguém para falar das nossas paixões malucas, dos nossos gostos peculiares e dizer ao outro o quanto detestamos dieta. É raro encontrar alguém com quem a gente possa falar sem medo da reprovação e que ri da nossa risada de porquinho.

Como é bom e raro ter alguém que ache os nossos planos incríveis, enquanto muitos veem como bobagem. É raro ver alguém interessado em nos ouvir e não apenas em nos beijar, quem queira realmente nos conhecer do avesso e não com beijos calorosos que dão sinal para outra coisa. É raro alguém que queira conhecer a nossa alma, o nosso caráter, e que veja o nosso coração e não apenas o nosso corpo.

É raro quem olha para nossa alma e queira escutar as nossas histórias. É raro quem queira rir conosco das bobagens dessa vida e que divida as suas piadas mais sem graça nos fazendo rir.

É comum quem chega e arrepia com um beijo ao pé do ouvido, difícil é quem vem e nos arrepia com uma conversa boa, daquelas que você não se cansa, daquelas que dispensa o beijo e aguça o desejo de conhecer mais sobre esse alguém. É fácil quem vem e faz com que nos apaixonemos pelo jeito que nos olha, difícil é quem vem e queira olhar para a nossa alma e nossa história.

Em um mundo de tantos disfarces e coisas passageiras, é raro quem “perde” o seu tempo com uma conversa boa e, mais ainda, quem nos faz “perder” tempo com ideias interessantes, sonhos cativantes. É raro pessoas que no fazem querer sempre mais e mais e que entendam as nossas dores. Atrações físicas não são uma raridade, mas conexões mentais, gente que acolhe o nosso sofrimento e que sempre vê algo por detrás do nosso sorriso, não é só raro como nobre e bonito.

Sim, atração física é importante, mas não é tudo e está longe de sustentar uma conversa. Está longe de ser amor ou de nos fazer ter confiança nesse alguém. Porque bom mesmo é podermos ser nós mesmos e termos alguém que desperte aquela vontade de sermos sempre melhores. Difícil é quem não olha apenas para as curvas, mas contempla o nosso sorriso, a nossa inteligência e se interesse pelos nossos sonhos. Alguém que se interesse pela nossa vida e que queira escutar sobre o nosso dia a dia tão comum.

Como é empolgante conhecer alguém assim, cuja conversa flui, as ideias coincidem e, mesmo que haja discordância, o outro sabe como respeitar as diferenças, sem tentar impor, sem tentar convencer. E, então, esse alguém se torna cada vez mais interessante, não pelo beijo, pelo toque ou pelo perfume, mas pela conversa, pela forma como se interessa em nos conhecer de fato.

*Por Thamilly Rozendo

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*Fonte: contioutra

Porque os amigos nos fazem pessoas mais felizes e saudáveis

Às vezes, brigamos com os nossos amigos, sentimos inveja deles, ou mesmo fazemos fofocas sobre eles. Então, por que nos preocupamos com os amigos?

Porque eles nos fazem explodir de rir em nossos piores momentos. Porque eles estão lá para nos dar um tapa nas costas e levantar um copo quando temos boas notícias. E porque eles desempenham um papel de protagonistas em algumas das nossas memórias mais preciosas.

Embora os verdadeiros benefícios das amizades não possam ser medidos (como você calcula quanta alegria o seu melhor amigo lhe proporcionou ao longo dos anos?), estudos após estudos mostram que as amizades aumentam nossa felicidade e até mesmo a nossa saúde.

Abaixo estão algumas das razões pelas quais as pessoas precisam de amigos:
As pessoas mais felizes são as mais sociais

Uma evidência convincente desse fenômeno vem de Ed Diener e Martin Seligman, dois especialistas líderes no campo da pesquisa da felicidade. Quando compararam as pessoas mais felizes e menos felizes, descobriram que o primeiro grupo era altamente social e tinha laços de relacionamento mais fortes. De fato, boas relações sociais eram uma necessidade para as pessoas se sentirem felizes. Da mesma forma, outros psicólogos escreveram que a necessidade de pertencer é “fundamental”.

Se um amigo nosso está feliz, provavelmente, também estaremos. Um estudo da Harvard Medical School com 5.000 pessoas ao longo de 20 anos descobriu que a felicidade de uma pessoa se espalha através de seu grupo social até três graus, e que o efeito dura até um ano. Por outro lado, a tristeza não é tão contagiosa: enquanto ter um amigo feliz melhora sua probabilidade de ser feliz em 15%, ter alguém infeliz reduz suas chances em apenas 7%. Fascinante!

Amigos encurtam as fofocas – e isso nos faz felizes

Claro, todos conversamos com nossos amigos, mas quando há algo sério para discutir, esperamos poder confiar naqueles a quem recorremos. Isso é importante porque as pessoas com os mais altos níveis de bem-estar têm conversas mais “importantes” do que fofocas, de acordo com um estudo de 2010 em Psychological Science.

Recorremos aos amigos quando estamos estressados

Isto é especialmente verdadeiro para mulheres, segundo pesquisadores da UCLA. As mulheres são muito mais propensas do que os homens a buscarem apoio social (geralmente de outras mulheres) quando estão preocupadas ou machucadas, o que pode explicar porque o estresse afeta mais a saúde masculina.

Nossos amigos nos ajudam a ser otimistas

Os pesquisadores dizem que o apoio social diário é um fator chave para se sentir otimista. O otimismo, por sua vez, aumenta nossa satisfação com a vida e reduz nosso risco de depressão. Outro estudo publicado no Journal of Experimental Social Psychology mostrou que quando sentimos que temos suporte social, nossa percepção visual dos desafios realmente muda: as montanhas se parecem mais com pequenos obstáculos.

Amizades melhoram nossa saúde

Aqueles de nós que têm suporte social são mais propensos a manter um plano de exercícios por mais de um ano após iniciá-lo. As pessoas menos “socialmente integradas” experimentam declínio de memória duas vezes mais rápido que aqueles que estão mais conectados. O apoio social protege a depressão e o suicídio. As pessoas solitárias tendem a ter maior pressão arterial e outros fatores de risco para doenças cardíacas, e são mais propensas a “desistir” ou “parar de tentar” lidar com um estressor, como uma doença.

Nossos amigos nos ajudam a viver mais tempo

Um estudo sueco descobriu que, quando os homens recebem apoio social suficiente durante os momentos estressantes, tendem a viver mais tempo do que aqueles que não têm ninguém em quem se apoiar. Há uma ampla evidência de que as amizades não apenas melhoram nossas vidas, elas podem realmente tornar nossas vidas mais longas. As mulheres que têm pelo menos um confidente sobrevivem mais tempo após a cirurgia de câncer de mama, por exemplo. E uma revisão de 148 estudos descobriu que as pessoas com relações sociais mais fortes têm um risco 50% menor de mortalidade.

Agora que se sente grato por seus amigos, aproveite a oportunidade para experimentar algumas atividades divertidas para fortalecer suas amizades. Ambos colherão os benefícios!

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

O Dalai Lama irá lançar disco de New Age e já liberou a primeira música

Se tem uma coisa que o mundo inteiro está precisando urgentemente em 2020 é de um bom relaxamento. E parece que teremos uma excelente trilha sonora para isso assinada pelo próprio Dalai Lama.

Consistindo de mantras e cantos da figura máxima do budismo tibetano sendo falados por cima de uma cama instrumental que se envereda pela new age e até mesmo com um quê de post rock assinado pelos artistas neozelandeses Junelle e Abraham Kunin, o disco Inner World já ganhou single.

Você pode ouvir “Compassion” logo abaixo, a prévia do disco que chega em 6 de Julho e coincide com o aniversário do líder religioso.

Disco do Dalai Lama

Contando sobre como foi trabalhar com o Dalai Lama (via CoS), Junelle Kunin revela que a ideia surgiu de uma carta entregue por ela a um dos assistentes do líder, sugerindo o projeto que irá florescer em breve com 11 faixas.

Ela fala ainda que ele esteve “muito empolgado” a ponto de “explicar a ela a importância da música” durante as gravações. Kunin diz:

Ele se inclinou e seus olhos brilhavam, e seus dedos se esfregavam em conjunto e ele [falou] sobre como a música pode ajudar pessoas de uma forma que ele não pode; ela pode transcender diferenças e nos retornar à nossa verdadeira natureza e aos nossos bons corações.

Poderoso, hein? Vale lembrar que toda a renda líquida proveniente do disco será doada ao Instituto Mind & Life e ao programa educacional internacional Social, Emotion and Ethical Learning que foi desenvolvido pelo próprio Dalai Lama juntamente à Emory University.

*Por Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomais

Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar

“Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar “, escreveu Carl Gustav Jung. Na época da opinião, onde tudo é julgado e criticado, muitas vezes sem uma base sólida, sem uma análise prévia e sem um profundo conhecimento da situação, as palavras de Jung assumem maior destaque, tornando-se quase proféticas.

Julgar nos empobrece

Identificar o ato de pensar com o ato de julgar pode nos levar a viver em um mundo distópico mais típico dos cenários imaginados por George Orwell do que da realidade. Quando os julgamentos suplantam o pensamento, qualquer indício se torna evidência, a interpretação subjetiva torna-se uma explicação objetiva e a mera conjectura adquire uma categoria de evidência.

À medida que nos afastamos da realidade e entramos na subjetividade, corremos o risco de confundir nossas opiniões com os fatos, tornando-nos juízes incontestáveis – e bastante parciais – de outros. Essa atitude empobrece o que julgamos e empobrecemos como pessoas.

Quando estamos muito focados em nós mesmos, quando deixamos de acalmar o ego, e ele adquire proporções excessivas, ou simplesmente temos muita pressa para nos impedir de pensar, preferimos julgar. Adicionamos rótulos duplos para catalogar coisas, eventos e pessoas em um espectro limitado de “bom” ou “ruim”, tomando como medida de comparação nossos desejos e expectativas.

Agir como juízes não apenas nos afasta da realidade, mas também nos impede de conhecê-la – e desfrutá-la – em sua riqueza e complexidade, transformando-nos em pessoas hostis – e não muito empáticos. Toda vez que julgamos algo, simplificamos a expressão mínima e fechamos uma porta para o conhecimento. Nós nos tornamos mero animalis iudicantis.

Pensar é um ato enriquecedor

Na sociedade líquida em que vivemos, é muito mais fácil julgar, criticar rapidamente e passar para o próximo julgamento. O que não ressoa em nosso sistema de crenças nós julgamos como inútil ou estúpido e passamos para o seguinte. Na era da gratificação instantânea, o pensamento exige um esforço que muitos não estão dispostos – ou não querem – a assumir.

O problema é que os juízos são tarefas interpretativas que damos a eventos, coisas ou pessoas. Cada julgamento é um rótulo que usamos para atribuir um valor – profundamente tendencioso – já que é um ato subjetivo baseado em nossos preconceitos, crenças e paradigmas. Julgamos com base em nossas experiências pessoais, o que significa que muitas críticas são um ato mais emocional que racional, a expressão de um desejo ou uma decepção.

Pensar, pelo contrário, exija reflexão e análise. Mais uma dose de empatia com o que foi pensado. É necessário separar o emocional dos fatos, lançar luz sobre a subjetividade adotando uma distância psicológica essencial.

Para Platão, o homem sábio é aquele que é capaz de observar tanto o fenômeno quanto sua essência. Uma pessoa sábia é aquela que não apenas analisa as circunstâncias contingentes, que geralmente são mutáveis, mas é capaz de rasgar o véu da superficialidade para alcançar o mais universal e essencial.

Portanto, o ato de pensar tem um enorme potencial enriquecedor. Através do pensamento, tentamos chegar à essência dos fenômenos e das coisas. Vamos além do percebido, superamos essa primeira impressão para mergulhar nas causas, efeitos e relacionamentos mais profundos. Isso exige uma árdua atividade intelectual através da qual crescemos como pessoas e expandimos nossa visão de mundo.

Pensar significa parar. Fazer silêncio. Prestar atenção. Controle o impulso de julgar precipitadamente. Pesar as possibilidades. Aprofundar nas coisas, com racionalidade e da empatia.

O segredo está em “ser curioso, não crítico”, como disse Walt Whitman.

*Texto originalmente publicado no Rincon Psicología, livremente traduzido e adaptado pela equipe da Revista Saber Viver Mais

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*Fonte: sabervivermais

Qual o verdadeiro significado quando um gato se aproxima de você?

A primeira associação de gatos com os humanos que temos notícias ocorreram há cerca de 9.500 anos. Registros encontrados no Egito Antigo, como gravuras, pinturas e estátuas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5 000 anos. Os gatos domésticos atuais são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos.

Enquanto uns adoram, outros tem verdadeira rejeição pelos felinos. Mas o que pode signifcar um gato cruzando o seu caminho? Para alguns, somente um gatinho vira-lata ou abandonado que está pedindo que você compartilhe o seu carinho, comida e refúgio com ele. Entretanto para outros o fato de um felino surgir no seu caminho pode ser visto como algo espiritual.

Não sabemos qual é a sua posição em relação ao mundo esotérico, mas vamos tentar explicar em detalhes o que significa quando um gato se aproxima de você de forma prática e objetiva e também desde uma perspetiva espiritual.

Gatos e espiritualidade

Existem muitas crenças que acreditam que os gatos são seres capazes de captar uma boa energia e sempre vão procurar lares onde sintam paz, serenidade e vibrações positivas.

Por isso existem crença populares que acreditam que quando um gato entra em sua casa, ela está livre de má energia e transmite a este gato as condições ideais que ele precisa para se sentir seguro e desenvolver tranqüilidade e boa saúde.

Gato, um ser místico

Entretando algumas teorias esotéricas acreditam que os felinos são animais místico, que possuem um “sexto sentido”, que conseguem desenvolver habilidades sobrenaturais.

Alguns místicos, acreditam que quando um gato entra em sua casa, ele tem uma missão para cumprir na sua vida. Esta missão é remover as coisas negativas no seu ambiente e protegê-lo dos maus espíritos. Portanto, em muitos países, os gatos ainda são adorados como uma espécie de talismã espiritual.

Gatos sentem a energia das pessoas?

Você provavelmente já ouviu dizer que os gatos podem sentir a energia que nós emitimos ou liberamos para o mundo. Essa teoria tem origem no Egito antigo, quando se acreditava que os gatos tinham acesso a um nível superior que os humanos não podem ver. É por isso que se comportam de forma única, interagindo com o ambiente de forma diferente dos cachorros e das pessoas.

Esse “nível” corresponderia ao caminho astral que, ao contrário de nós, eles poderiam visualizar e navegar. Se você já viu um gato olhar para um ponto fixo na parede onde não existe nada, como se estivesse algo aí, segundo esta teoria, provavelmente está. Considerando que tudo é energia, a ideia é que o gato é capaz de proteger as pessoas de entidades que não queremos encontrar.

Os gatos absorvem energia negativa?

O gato funcionaria, portanto, como um cristal vivo que absorve e trata a energia negativa, passeando por diferentes sítios da casa para absorver e renovar energias desses pontos. Segundo a espiritualidade, é por isso que os tutores de gatos encontram eles dormindo em lugares diferentes da casa. Se ele quer ficar nesse sítio, não interrompa, uma vez que ele precisa fazer a sua função e dormir muito depois para recuperar. Outra forma de neutralizar a energia negativa seria o ronronar, já que emitem uma vibração que movimenta energias pelo ambiente.

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*Fonte: sabervivermais

A lista de Mahatma Gandhi dos 7 pecados sociais

Em 590 dC, o papa Gregório I revelou uma lista dos Sete Pecados Capitais – luxúria, gula, ganância, indignação, ira, inveja e orgulho – como uma maneira de evitar que o rebanho se perdesse nos espinhosos campos da impiedade. Hoje em dia, para todos, menos para os mais devotos, a lista do papa Gregório parece menos um meio para o comportamento moral do que uma descrição da programação da TV a cabo.

Então, em vez disso, vamos olhar para um dos santos do século XX – Mahatma Gandhi . Em 22 de outubro de 1925, Gandhi publicou uma lista que ele chamou de Sete Pecados Sociais em seu jornal semanal Young India .

Os sete pecados sociais definidos por Gandhi são uma bela compilação de comportamentos que causam sérios danos a uma sociedade . Esse líder espiritual e político estava intrinsecamente convencido de que a moralidade era uma força superior. É por isso que ele apontou os fatores que minaram a moralidade social.

1- Política sem princípios

Quando falamos de política , imediatamente imaginamos políticos . Tornou-se lugar-comum criticá-los e chamá-los de corruptos. Nós também tendemos a usar essa ideia como um pretexto para, aparentemente, não participar da política.

Esquecemos, no entanto, que também somos parte desse regime que estamos questionando. Se é mantido, é graças a nós, seja por ação ou omissão. Estamos todos envolvidos na política, como participantes ativos ou passivos. A questão é se nossa participação contribui para elevar valores na política ou não.

2- Riqueza sem trabalho

O trabalho não é apenas uma maneira de ganhar renda. Trabalhar e ganhar a vida também é um fator que nos torna dignos. Viver do trabalho dos outros, por outro lado, deteriora nosso ser. Isso nos torna parasitas sociais.

O bem-estar deve ser o resultado do esforço. Isso é assim na realidade. As pessoas que vivem sem ser prestativas raramente se sentem muito bem. O oposto é muito mais comum: a pessoa se torna insaciável, nada satisfaz, nada faz sentido a seus olhos.

3– Prazer sem consciência

A busca do prazer é absolutamente legítima. Todo ser humano tem o direito de buscar o que dá prazer aos seus sentidos e ao seu espírito. É diferente quando caímos em excessos, o mesmo prazer acaba causando danos.

Gandhi tinha uma visão estóica sobre isso. A moderação era para ele uma grande virtude. Ser responsável pelo prazer é manter um equilíbrio com o que nos dá prazer. Não deixe que isso se torne um excesso vicioso, acabando por prejudicar outros valores.

4- Conhecimento sem caráter

Acumular conhecimento não necessariamente significa que a pessoa é compassiva e generosa. O conhecimento pode até, em muitos casos, estar mascarando uma falta grave de caráter.

5- Comércio sem moralidade

A ambição é outro fator que às vezes leva a pecados sociais. Quando pensamos apenas em nosso próprio bem-estar, geralmente há a ideia de que esse objetivo justifica toda ação. O sucesso pessoal tornou-se um pretexto para recorrer aos comportamentos mais sórdidos.

Até mesmo as pessoas consideradas como “pessoas de bem”, acabam acreditando que essa postura é natural, que estão apenas sendo práticas. Tendemos a chamar alguém idealista ou sonhador que confia em valores morais. Este tipo de comportamento leva apenas a reduzir ainda mais o limite e acaba por reger uma espécie de “lei da selva” .

6- Ciência sem humanidade

Embora, em princípio, a ciência sirva à humanidade, também encontramos muitos casos em que ela é diferente. Por exemplo, quando informações imprecisas ou falsas são promovidas com base em investigações fraudulentas, ou quando experimentos e pesquisas são conduzidos, enquanto comportamento antiético é realizado em pessoas ou animais.

7- Religião sem sacrifício

Embora Gandhi fale exclusivamente de religião, o princípio pode aplicar-se aqui a qualquer tipo de crença espiritual, religiosa ou não. Quando uma crença é professada, ela assume que o que está na mente e no coração é traduzido em ação.

A religião sem sacrifício é considerada um dos pecados sociais porque as crenças sem fatos perdem seu valor em grande parte. Quando realmente acreditamos em algo, devemos estar dispostos a assumir isso.

A lista surgiu de uma correspondência que Gandhi tinha com alguém apenas identificado como um “amigo honesto”. Ele publicou a lista sem comentários, exceto pela seguinte linha: “Naturalmente, o amigo não quer que os leitores saibam essas coisas meramente através do intelecto, mas conhecê-las através do coração, de modo a evitá-los.

Ao contrário da lista da Igreja Católica, a lista de Gandhi é expressamente focada na conduta do indivíduo na sociedade. Gandhi pregou a não-violência e a interdependência, e cada um desses pecados são exemplos de egoísmo que vencem o bem comum.

Em 1947, Gandhi deu a seu quinto neto, Arun Gandhi, um pedaço de papel com essa mesma lista, dizendo que continha “os sete erros que a sociedade humana comete e que causam toda a violência”. No dia seguinte, Arun voltou para sua casa na África do Sul. Três meses depois, Gandhi foi morto a tiros por um extremista hindu.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Mistérios da madrugada: ”Por que eu acordo sempre às 3h da manhã?”; saiba quais hipóteses explicam este fenômeno

Veja o que pode estar causando noites em claro às três horas da manhã

Você nunca consegue dormir por longas horas seguidas e sempre tem o sono interrompido misteriosamente entre as 3h e 4h sem que um ruído o tenha acordado ou não foi vontade de ir ao banheiro? Saiba que você não está sozinho. Mas o que explica tanta gente vivenciando o mesmo fenômeno?

1) ESOTÉRICOS e RELIGIOSOS associam este horário a energias negativas e especulam que às 3h da manhã pode significar a “Hora do Diabo” partindo da ideia de há uma intensa atividade demoníaca neste horário. Os religiosos que defendem esta hipótese afirmam que os livros bíblicos de Mateus, Marcos e Lucas destacam que Jesus morreu na nona hora, no cálculo atual isso significa às três horas da tarde, no entanto, satanás atua de “cabeça para baixo” no sentido figurado e prefere a escuridão.

2) A MEDICINA TRADICIONAL CHINESA associa os órgãos do nosso corpo a horários determinados e explica que se um indivíduo possui um organismo saudável com rotinas de sono bem estabelecidas, provavelmente terá predisposição a acordar por volta das 3h da manhã por que neste horário o fígado está mais ativo.

3) Do ponto de vista PSICOLÓGICO, acordar às 3h da manhã pode significar que o indivíduo sofre com estresse causado por depressão e ansiedade ou então fatores neurológicos relacionados ao sono podem estar causando este fenômeno.

A terapeuta Roberta Rocco explicou em seu canal no YouTube que revistas científicas comprovaram que quando um indivíduo vivencia um forte trauma, seu cérebro o acorda durante o momento que ele tenta realizar a reparação emocional, ou seja, quando você está dormindo profundamente, geralmente às 3h da manhã.

“Se você passou por um estresse muito forte, é muito comum em traumas ou acidentes que você tenha dificuldade para dormir e acorda às três da manhã”, destacou.

Ela contou que quando o cérebro está em processo de reparação, traumas do passado tendem a voltar e para que não haja um edema cerebral, o órgão envia alertas ao organismo para que ele desperte.

“Quando existe inflamação no corpo, você tende a inchar, gerar edemas, produzir líquidos no corpo e o mesmo ocorre o seu cérebro. Então seu corpo automaticamente desperta você às 3h da manhã porque você está produzindo líquidos demais”, revelou.

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*Fonte: bonsfluidos

 

Não temos tempo de temer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la

A vontade é de sentar e chorar. Mas, não posso sentar e chorar. Ainda é cedo para entrar em pânico. Como escreveram Gil e Caetano, na letra da canção “Divino, Maravilhoso”: “É preciso estar atento e forte; não temos tempo de temer a morte”. Atenção para a interpretação de texto! Não se trata de destemer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la e seguir ao pé da letra as recomendações das autoridades sanitárias. A morte dói muito mais aos que continuam vivos. Portanto, por uma questão prática de humanismo e solidariedade, tomemos todos os cuidados.

Pode ser que o confinamento compulsório por que passamos e passaremos nos próximos dias seja útil para conduzir cada um de nós a uma reflexão oportuna a respeito do nosso papel no mundo. Parece claro que a nossa relevância individual no contexto do universo se restringe àqueles que nos amam: os amigos, os familiares, os admiradores. Bingo! Não somos a cereja do bolo. Somos farinha. Farinha do mesmo saco. E a gente vai ter que se engolir, colegas.

Calma lá. Não é preciso ser um presidente da república aloprado para saber que não há razões para histeria. O mundo vai ficar ainda mais estranho, mas, não vai se acabar. Aliás, pode ser que, a partir desta pandemia desagradável, desta guerra globalizada contra um inimigo competente e invisível, esteja começando uma era mais alvissareira. Por enquanto, ficarão adiados os encontros e, por conseguinte, os desencontros. As maiores provas de amor poderão soar como desamor: não abraçar, não beijar, negar o colo. Enquanto durar a quarentena, e pode ser que ela demore pra caramba, assistam a bons filmes, contudo, evitem os de Ingmar Bergman, por exemplo. São humanos, demasiadamente, humanos. Melhor optar pela comédia e pela fantasia. Vamos desanuviar.

Ouçam boa música para preencher o ambiente doméstico. Contra o vazio existencial, só o perdão e o amor próprio resolvem. Por razões óbvias, evitem o blues a todo custo. Se tiverem vontade de dançar, afastem os móveis e dancem. Mas, que seja o twist. Nada de “cheek-to-cheek”, troca de perdigotos e coisa e tal. Leiam os livros consagrados, com reconhecida qualidade técnica. Evitem autores malditos, como Bukowski, O Velho Safado. Já temos problemas demais sem eles. Não tentem. Por favor, não tentem.

Melhor não beber bebidas alcoólicas durante o recolhimento domiciliar obrigatório. A não ser que seja um bom vinho, mas, sem o tilintar dos copos e dos corpos. Façam polichinelos. Exercitem os neurônios. Tirem os sapatos. Sentem no assoalho. Pratiquem jardinagem. Falem com as plantas. Desliguem um pouco a droga do telefone celular. Vejam sob uma nova ótica. Encantem-se com os filhos brincando pela casa, se tiverem filhos, se tiverem casas. Eles estão crescendo rápido demais e, vai chegar o dia em que vão dar o fora. Normal. Nada de novo no front. A vida é assim mesmo. Muitas vezes, parece uma brincadeira de mau gosto de Deus, um daqueles filmes de drama em que o bem vence no final. Às vezes, dá um frio na barriga e vem aquela sensação de que estamos vencidos. Mas, quem disse que o filme já terminou? As engrenagens que giram a humanidade ainda têm muito querosene para queimar. Podem crer. Fiquem em casa e durmam sob o silêncio do mundo.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

Nossos cães possuem uma missão espiritual especial em nossas vidas

Quem tem cães em casa sabe o quanto que um abanar de rabo pode mudar tudo, digo tudo mesmo, internamente. Nosso dia pode ter sido difícil, a raiva, o medo e a dor podem estar nos deixando ansiosos e tristes, mas basta chegarmos em casa, e se torna impossível não abrir um sorriso e sentir a vibração de amor que o nosso cachorrinho nos transmite.

Não é atoa que eles estão sendo usados como companhia para idosos depressivos, em creches para crianças que não conseguem se adaptar facilmente e em hospitais, já que,com seu amor, conseguem melhorar o humor e a sensação de bem-estar dos pacientes e conseqüentemente ajudar no processo de cura.

Conhecida universalmente como Pet Therapy e praticada em muitos hospitais pelo mundo a fora, ela mostra resultados claros e objetivos, principalmente para pacientes com depressão.

A missão dos cachorros é tão especial que me atrevo a dizer que eles tem uma função particular que se assemelha a missão de Jesus na Terra: nos ensinar a amar! Eles nos ensinam a estabelecer um vínculo de amor tão forte que, nenhuma pessoa consegue continuar indiferente a esse sentimento que enobrece a alma, depois que convive por anos com um.

Algumas vertentes espiritualistas acreditam que eles são capazes de absorver energias negativas dos ambientes e das pessoas, e que se purificam através da água, das plantas ou de elementos naturais. E indicam que se percebermos uma tristeza em seu olhar, pode ser que estão carregados dessas energias que retiram de nossa casa ou de nós, e por isso, precisam de muito carinho.

Outros ainda afirmam que a forte sensibilidade tanto olfativa quando auditiva desses animais revelam essas características podem permitir que eles enxerguem outras dimensões e que alcancem diversos níveis de consciência que ainda não conhecemos.

Algumas vertentes espíritas acreditam que eles reencarnam rapidamente após a morte porque estão aqui, como nós, em processo de evolução. Afirmam que, quando morrem, quase instantaneamente, sua alma ou energia vital é atraída, magneticamente, e por afinidade, para mais um processo de encarnação. Dessa forma, de pouquinho em pouquinho, vai progredindo. E mais, quando o vínculo com o dono é muito forte e o amor foi aprendido em sua essência, o nosso animalzinho pode voltar para o nosso lar, em outro animal recém nascido.

É bom acreditar nesse processo evolutivo, diminui a dor da partida saber que poderemos nos ver de novo. É tanto o que nos ensinam de bom, tanta abnegação e bondade… e só pedem duas coisas em troca: Amor e cuidado!

*Por Iara Fonseca

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*Fonte: seuamigoguru

Por que as pessoas gritam?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?
Questionou novamente o pensador.
Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:
Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam. Falam suavemente.

E por quê?

Porque seus corações estão muito perto.

A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.

Seus corações se entendem.

É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo:
Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.”

*Mahatma Gandhi

 

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*Fonte: naterradosbudas

 

11 diferenças entre pessoas positivas e pessoas negativas

Existem pessoas que encaram a vida com um sorriso e outras para as quais o mundo é um local cheio de desafios que nunca conseguirão ultrapassar. Que tipo de pessoa é você?

Acredito que tudo é energia. Ao permitir que a energia negativa nos envolva, abriremos espaço para a melancolia, ciúme, preguiça e tantas outras coisas.

Existem pessoas que encaram a vida com um sorriso e outras para as quais o mundo é um local cheio de desafios que nunca conseguirão ultrapassar. Que tipo de pessoa é você? É do tipo que tenta ver o bem em tudo e encara a vida de forma positiva, e luta por aquilo que quer ou é aquela que se queixa constantemente da vida que leva, só pensa de modo negativo e culpa o destino por tudo o que lhe acontece?

Sei que o conselho “afaste-se de pessoas negativas, elas sempre têm um problema para cada solução” parece repetitivo mas, quem sabe, de tanto ler ou ouvir, você decida colocá-lo em prática? Decida-se de que lado da balança você quer estar.

Confira abaixo as 11 diferenças:

1. Mudanças na vida
Uma pessoa negativa teme as mudanças e,muitas vezes, entra em estado de ansiedade por causa delas. Gosta das coisas tais como elas são e, sem grandes alaridos, não procura, portanto, mudança, embora se queixe com frequência de que as coisas vão mal.

Uma pessoa positiva olha para as mudanças como uma forma de avançar, aprender algo e andar para a frente, por isso abre portas à mudança e assume novos desafios, sem ter medo do que daí poderá ocorrer.

2. A atitude perante os outros
As pessoas negativas, sempre que se fecham no próprio mundo, tendem a se achar o centro do Universo e sofrem bastante da chamada mania de perseguição. Por serem dessa forma, vão achar sempre que falam mal delas e que tudo o que fazem será observado e criticado.

As pessoas positivas falam e se relacionam com as outras pessoas, e estão sempre dispostas a ajudar quem mais precisa. Ao se relacionar, percebem facilmente que não são o centro do Universo e que devem ser iguais, embora todos tenham as suas diferenças. Percebem também que cada um tem a sua vida, portanto, não passam o tempo metidos na sua.

3. Lidar com os erros
Sendo negativa, a pessoa acabará por colocar a culpa dos seus erros constantemente nas outras pessoas e não assumirá a sua parcela de responsabilidade nos processos. Como se julga o centro do Universo, facilmente depreende que os outros é que estão errados e que são responsáveis por todos os seus problemas.

Sendo positiva, uma pessoa conseguirá parar para pensar nos seus erros, perceber quem os causou e como os solucionará. Saberá que, se errou ou fracassou em algo, provavelmente, foi por sua culpa apenas e que terá de melhorar no futuro para atingir tudo o que deseja.

4. Pedir perdão e assumir culpas
Pedir perdão é algo muito raro para uma pessoa negativa porque, na maior parte dos casos, ela nem sabe sequer que teve culpa. Como está tão preocupada em colocar a culpa em tudo o que não seja ela própria, é muito complicado que consiga responsabilizar-se por algo e pedir perdão a alguém.

Uma pessoa positiva, como é capaz de assumir suas culpas, é também capaz de pedir perdão a quem quer que seja, reconhecer que errou e fazer as pazes com essa pessoa, sem guardar rancores.

5. Egoísmo (esse item é atualíssimo)
Pisar nas outras pessoas para conseguir o que deseja é algo que os negativos fazem com frequência. Como não se preocupam com mais nada, além de si próprias, é muito fácil passar por cima dos outros para ficar bem na vida.

As pessoas positivas sabem que todos temos sentimentos e que as palavras, muitas vezes, magoam mais do que as ações. Para além disso, demonstram os seus sentimentos e não se fecham no próprio mundo impenetrável.

6. Sucesso alheio
O sucesso dos outros é uma ameaça para as pessoas negativas, aliás, elas secretamente desejam que as demais fracassem, estão sempre à espera de que as outras pessoas não consigam aquilo que desejam para ficar sempre por cima delas.

As positivas ajudam as demais a atingirem os objetivos e ficam contentes com a vitória delas, festejam o sucesso juntas e lutam para que outras possam chegar ao mesmo patamar.

7. Críticas dos outros
Com toda a negatividade e pensamento de que estão certas, as pessoas negativas não aceitam crítica de ninguém, até porque não sabem ver quando a crítica é construtiva, principalmente em redes sociais. Pensam sempre que os outros apenas os querem para baixo, por isso se fecham no seu mundo.

As positivas aceitam as críticas e as usam (desde que certas) para melhorar aspectos da sua vida. Percebem que os outros dizem as coisas que dizem para tentar ajudar e nem sempre para reduzi-las.

8. Conhecimento
Pensam que sabem tudo e não aceitam que ninguém as supere ou tenha opinião diferente. Muitas vezes, essas pessoas são totalmente o contrário das sabichonas que pensam ser.

As positivas, por sua vez, gostam de falar com as outras pessoas e aprender com elas, têm a mente aberta para novas aventuras e estão constantemente à procura de conhecimento, mesmo nas áreas que acreditam dominar.

9. Trabalho alheio
Vão achar sempre que conseguem fazer o trabalho melhor do que os outros e nunca vão dar o devido mérito às pessoas que trabalham e que se esforçam para deixar tudo perfeito.

Pessoas positivas olham para os outros como seus iguais, com capacidade de fazer as coisas, e são capazes de elogiar as demais e reconhecer quando fazem bem um trabalho.

10. Lidar com o destino
Uma pessoa negativa acredita piamente no destino e que tudo o que lhe acontece é culpa de alguma divindade. Não sabem como podem mudar o seu destino e aceitam tudo como uma espécie de maldição.

A positiva não acredita no destino, mas que são as suas escolhas que farão o dia de amanhã. Vive um dia de cada vez, mas consciente de que o que faz no presente vai afetar o seu futuro.

11. Ajudar os demais
Uma pessoa negativa não consegue ajudar a si, por isso dificilmente conseguirá ajudar alguém positivamente. A positiva, entretanto, vai tentar de todas as formas animar a outra pessoa, mesmo que ela própria não esteja no seu dia mais animado.

Então, de que lado você quer estar: quer ser uma pessoa negativa, que culpa a vida e os outros por tudo, ou positiva, que encara a vida como deve ser encarada e não desiste a cada novo desafio?

Lembre-se: seja o tipo de pessoa que você gostaria de conhecer.

*Por Gu Ferrari

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*Fonte: osegredo

Não carregue o mundo nas costas! Cuide apenas do peso que lhe compete!

Quanto antes você decidir cuidar de si e carregar somente o peso que lhe compete, mais cedo começará a viver com melhor qualidade e realização.

Era uma vez um homem (mas também poderia ser uma mulher, e talvez até já tenha sido você) que carregava o mundo nas costas. Ter o mundo em suas costas significa tentar resolver todos os problemas de muitas pessoas e se culpar por todas as coisas que não saem exatamente como planejadas. Certamente, a vida sob essa perspectiva é muito pesada.

Na verdade, a história do homem não importa neste momento, mas a sua história importa muito a todo instante. Assim vale pensar que existem pessoas que acreditam que se seguirem o caminho do seu coração, ou seja, aquilo que realmente desejam fazer, irão prejudicar a vida de outra pessoa a tal ponto que esta não conseguirá se reestabelecer.

Algumas pessoas deixam seus sonhos de lado por seus pais, namorados ou namoradas e também por seus filhos. Nós somos responsáveis pelas escolhas que fazemos e pela vida que escolhemos viver e, à exceção de pais e mães, enquanto seus filhos são crianças e adolescentes, nós não somos responsáveis pelas escolhas dos outros.

Sendo assim, o outro é responsável pela vida dele, e você não irá conseguir viver plenamente, se buscar agradar a todos e viver conforme as expectativas que os outros têm para você!

Entenda algo muito importante: a partir do momento em que você se torna adulto, você é responsável por você e por escolher cada caminho que deseja seguir. Durante esse caminho, algumas pessoas irão com você e outras deixarão de ser sua companhia. Umas permanecem mais tempo; outras, menos, mas o mais importante é você perceber que você sempre estará com você.

Meio óbvio? Mas o óbvio precisa ser dito, pois nem sempre damos ao óbvio a atenção que ele deve receber. Sendo assim, cuide-se!

Como? Aprenda. Cada um de nós tem o seu tempo de aprendizagem para cada coisa que vive. Se está difícil saber fazer algo sozinho, procure ajuda. Todos nós precisamos de ajuda em diferentes aspectos ao longo da nossa vida, e está tudo bem ser assim.

Quanto antes você decidir cuidar de si e carregar somente o peso que lhe compete, mais cedo começará a viver com muito melhor qualidade e realização. Além disso, é muito importante você saber que, quando escolhe carregar o outro em suas costas, está fazendo o papel de muleta para ele, e dificilmente alguém que o tem como muleta muda, pois a situação se torna zona de conforto para ele.

Quer mudança na sua vida e nas relações que estabelece? Então comece por onde você pode, que é mudando você mesmo. Cuidar de você é o que lhe dá poder!

Lembre-se que aprender é parte de nossa vida e que uma das mais importantes aprendizagens é saber dizer “sim” para você. Assim aprendemos a nos amar e a valorizar tudo aquilo de incrível que temos e que, às vezes, não conseguimos ver.

Acredite, a vida é muito mais leve quando você aprende a soltar o outro e começa a cuidar de você.

Se fizer sentido para você, lembre-se daquilo que é dito por comissários de bordo nos aviões: “Se algum problema acontecer, máscaras de ar cairão. Coloque primeiro a máscara em você e depois ajude a pessoa ao seu lado”.

Você sempre precisará estar bem com você, em primeiro lugar, para poder ser uma pessoa melhor para o outro. Por isso, cuide-se!

Você não precisa carregar um peso extra, que tira sua energia a vida toda. Você pode escolher diferente!

*Por Daniela Peroneo

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*Fonte: osegredo

Quando vivemos sem esperar nada de ninguém somos mais felizes!

Por que você deve parar de esperar que os outros sejam o que você quer que eles sejam?

Quando vivemos a esperar que o outro seja diferente do que ele é, passamos a viver em eterno descontentamento.

Sentimos a rejeição do outro que não quer suprir as nossas expectativas e rejeitamos a possibilidade de aceitá-lo como ele gostaria de ser. Se não aceitamos, nos tornamos infelizes e fazemos da vida do outro, um inferno.

Mas quando aceitamos as limitações e o momento evolutivo do outro nos sentimos em paz e vivemos o contentamento que a aceitação nos traz.

Parar de esperar atitudes que o outro não é capaz de tomar é provar que o ama de verdade.

Mesmo que acreditemos que o outro seria mais feliz se ele fizesse exatamente aquilo que entendemos ser melhor para ele, devemos lavar as mãos e nos manter em nosso lugar, que é a nossa própria vida. Não temos direito sobre a vida do outro, a única vida que podemos controlar é a nossa.

As expectativas irreais que criamos em relação a vida do outro só causam indisposições, tanto em nós, quanto no outro que se sente incapaz de realizar aquilo que desejamos, e por isso, prefere se distanciar à ter que conviver com uma pessoa que o cobra atitudes que não condiz com aquilo que ele realmente é.

Ele prefere cortar relações do que viver uma vida toda se sentindo frustrado por não conseguir realizar aquilo que o outro exige.

E quando nos sentimos frustrados nossa alegria se esconde e a tristeza se instala em nossa alma.

O que fazer com a expectativa que criamos?

Quem criou a expectativa que a embale!

Se nós criamos uma expectativa que não condiz com a realidade, somente nós poderemos nos desfazer dela. Nunca será culpa do outro, sempre nossa!

Nossas ilusões são da nossa conta, não devemos cobrar uma conta que é nossa e jogá-la nas costas do outro.

“Se você não espera nada de alguém, nunca fica desapontado.” – Sylvia Plath

Todos nós viemos para esse mundo com uma missão, com um propósito, alguns se desviam do próprio caminho para assumir um caminho imposto por outros, isso acontece muito com a relação mãe/pai/filho, as vezes, entre marido/esposa, mas geralmente, os pais são os maiores criadores de expectativas e os maiores responsáveis pela frustração dos filhos.

O problema é que ninguém pode ser quem nós queremos que eles sejam.

Nossos filhos são seres independentes, foram confiados a nós para que cuidemos e eduquemos, mas nos foi explicado claramente que deveríamos criá-los para que pudessem viver suas próprias vidas de forma independente, do jeito que decidirem, e acharem que devem.

A única maneira de criar filhos fortes é ensiná-los a ter autonomia.

Pais que nunca deixam seus filhos fazerem escolhas, que sempre criticaram as suas atitudes, que acreditam que seus filhos não são capazes de se virar sozinhos, são “pais que afundam”, sim, pais que levam o filho para um buraco chamado “dependência”.

Filhos dependentes são pessoas infelizes, e a infelicidade é um estado permanente na alma desses que vivem a frustração de não conseguirem suprir as altas expectativas de seus pais.

O que seus pais não sabem e não querem enxergar é que eles são muito bons sendo eles mesmos. Eles querem estar confiantes e confortáveis ​​em serem quem são e, se quiserem mudar, mudarão em seus próprios termos  - não nos seus.

Quem cria expectativa não conhece o VERDADEIRO sentido da palavra “RESPEITO”

“Bem-aventurado aquele que nada espera, porque nunca ficará desapontado.” – Alexander Pope

Muitas vezes as expectativas são mascaradas com a roupagem de preocupação.

As pessoas que criam expectativas demais costumam usar da preocupação para tentar manipular as atitudes e as escolhas do outro.

Dizem:

Eu estou preocupado com você, você não entende que eu fico sem dormir de preocupação? Que eu passo dias sofrendo preocupado com você?

Esse tipo de manipulação pela preocupação diz ao outro o seguinte:

“Eu não confio em você! Acredito que você não é capaz! Sei que se você fizer isso você se dará mal, porque te conheço mais do que você mesmo!”

Quem cresce escutando essas coisas, mesmo que de forma não declarada, se torna um adulto inseguro, que vive um medo constante do fracasso, e uma autocobrança desumana.

Para quem se identifica com esse comportamento, digo:

Pare imediatamente de se comportar dessa maneira, essa atitude já deve ter sido causa de muito sofrimento!

Comece a praticar o desapego e a focar na sua própria vida!

Repita essa frase várias vezes ao dia:

“Sou desapegado dos resultados do outro (diga o nome da pessoa) e assumo total responsabilidade pela minha felicidade”, seremos mais contentes e pacíficos, nunca mais cobrarei que o outro (nome da pessoa) seja como eu gostaria que ele fosse. Nunca mais me preocuparei com ele, ele sabe o que faz, ele é adulto e tem o direito de viver a própria vida como bem entender”.

O respeito as escolhas do outro deve ser a sua prioridade dentro de um relacionamento, de qualquer natureza.

Cada indivíduo deve ter o direito de escolher o que achar melhor para si. Sem ter que se preocupar com o que fulano acha ou até mesmo ter que enxergar nos olhos de ciclano a desaprovação.

Não é fácil

Para quem possui uma natureza egoísta e controladora é muito difícil se desapegar e deixar o outro viver a própria vida.

Quando as expectativas são impostas dentro de um relacionamento afetivo, a infelicidade é uma constante.

Existem parceiros que cobram a perfeição da esposa, que reclamam de tudo, e querem as coisas de maneira impecável. Não relaxam e não deixam a parceira relaxar.

Existem esposas que fazem o mesmo, esperam o marido chegar para começar a vomitar suas insatisfações, que nada mais são que expectativas criadas, que não condizem com a real personalidade da pessoa com quem se casou.

O amor existe, então eles passam a vida tentando fazer o melhor que podem todos os dias e porque ambos esperam demais um do outro, ou apenas um na relação se comporta assim, o relacionamento acaba esfriando, e a vida a dois se transforma em uma mentira, onde um tenta suprir as expectativas do outro, e nenhum consegue alcançar um nível perfeito de excelência, simplesmente porque a perfeição não existe.

Qual a solução para esse dilema?

Viver a vida sorrindo!

Que?

Sim!

Viver a vida sorrindo é a receita de felicidade daqueles que não criam expectativas, apenas plantam amor.

Aqueles que vivem a vida sorrindo, não possuem tempo para se preocupar, porque sorrir exige tempo e esforço. E quem vive sorrindo não quer ter que parar de sorrir por motivo algum.

Se o marido não levou o lixo para fora, abra um sorriso e leve o lixo.

Se a esposa deixou a luz acesa, abra um sorriso e apague a luz!

Se o seu filho escolheu seguir outro caminho que não aquele que você “esperava” dele, sorria e aceite!

Você poderia conversar tranquilamente com seu filho adolescente que mentiu para você que estava estudando e na verdade, estava jogando vídeo game? Ao invés de soltar um grito de arder os ouvidos?

Você poderia amenizar a dor do fracasso de um filho, sem ter que proferir a conhecida frase: Eu te avisei?

Conheço pessoas que são felizes independente das escolhas do outro, independente das pedras que aparecem no caminho, simplesmente porque eles desconhecem a palavra: EXPECTATIVA.

Nem sempre será fácil deixar o outro viver de acordo com as suas vontades, mas é necessário e imprescindível. A vida do outro é dele, apenas dele.

Geralmente, quem sofre por não ver acolhida sua opinião dentro da vida do outro, são pessoas que acreditam que a vida deveria girar em seu entorno.

São pessoas muito vaidosas que acreditam que devem impor as suas certezas.

Infelizmente essas pessoas ainda não conhecem o amor incondicional, acreditam que amam, mas o amor que sentem é muito egoísta.

Essas pessoas precisam entender que nascemos sozinhos, encontramos pessoas pelo caminho, mas morreremos sozinhos, e o que fica, são nossas experiencias, nossas relações com a vida e com as pessoas, e aqueles que são privados de ser quem são, para cumprir as expectativas daqueles que dizem saber o que é melhor para eles, serão sempre as pessoas mais tristes do mundo. Mergulhadas em depressão, e ansiedade.

Os criadores de expectativas profissionais, depois, ainda afirmam:

“Eu não sei porque meu filho tem depressão, eu sempre fiz tudo pra ele.”

Ou então:

“Eu não sei porque meu marido é agressivo, eu faço tudo pra ele!”

Obvio, fazer tudo é o grande erro!

Ninguém precisa que ninguém faça tudo para ninguém. Pelo contrário, as pessoas precisam se sentir livres para fazerem as suas próprias escolhas, precisam sentir que possuem autonomia e pessoas ao lado que confiam nas suas escolhas de vida. Simples assim!

Por tanto, pergunte-se agora se o seu sofrimento atual possui raízes nas expectativas que você criou em relação ao outro.

Seja sincero com você e entenda, se a resposta for sim, você precisa se libertar desse controle emocional e libertar o outro, principalmente.

NOTA SOBRE ESPIRITUALIDADE:

Quando criamos expectativas e tentamos moldar o outro as nossas vontades, interferimos em algo muito sério, naquilo que foi predestinado a ele, naquilo que ele veio aprender, na sua mais importante missão: A reforma íntima.

Deus sabe o que é melhor para cada filho para que ele consiga concluir sua jornada com exito melhorando aqueles pontos obscuros que precisam ser iluminados.

Na maioria das vezes, o que você pensa ser melhor para alguém, e insiste por anos a fio nessa certeza, não é o caminho que o ajudará a desenvolver sentimentos e emoções que foram destinadas ao cumprimento do seu karma.

É certo que algumas pessoas só aprenderão o que Deus acredita ser a melhor lição, na dor e na dificuldade, e se vivessem com facilidades e mordomias pela vida toda, acabariam aumentando seus débitos e acumulando dívidas para uma outra oportunidade na Terra.

Deus vive em nós e nos dá dicas o tempo todo!

Mesmo que você lute contra as escolhas de alguém, se a escolha dele for o que Deus acredita ser o melhor para a sua edificação, de nada adiantará você ir contra, pelo contrário, a sua atitude não será bem vista aos olhos de Deus, e você estará assumindo a responsabilidade pelo mal emocional que causar a ele.

Pare de uma vez por todas de criar expectativas e aceite as escolhas do outro!

Ao aceitar que a vida do outro é de responsabilidade estritamente dele, você será muito mais feliz!

*Por Iara Fonseca

 

 

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*Fonte: seuamigoguru

4 conselhos ‘sincerões’ de Leandro Karnal que você deveria levar para a vida toda

Leandro Karnal é professor, historiador, cronista. Mas ele pode ser definido também como um grande frasista, ou pode ser considerado apenas um grande pensador contemporâneo.

O professor sempre apresenta seus argumentos com propriedades e se porta de uma maneira calma e com semblante sereno, mesmo quando há polêmicas envolvidas. Ponderado, ele sempre olha todos os lados de uma análise, sempre respeitando os lados que, claro, são terminantemente éticos.

Separamos alguns alguns comentários e frases de impacto do professor Karnal para refletirmos

1. ‘A certeza é própria do caráter raso’

Recentemente em uma palestra com o título “Fama, Fé e Fortuna”, em que passeia por diversas linhas de pensamento e problemáticas contemporâneas, Leandro Karnal não poupou aqueles que não lêem, não estudam, mas dizem saber de um tudo por aí. Vale até a transcrição de um trecho:

“Geralmente as pessoas que estudam pouco ou observam pouco o mundo ou têm pouca capacidade limitada de compreensão, têm muita certeza. A certeza é própria do caráter raso. Não é que as pessoas que estudam têm um bom caráter, há muitas pessoas cultíssimas também com caráter raso, mas é capacidade de você abarcar a diversidade que outro ser de um jeito que não fira a lei, que não fira a ética, que outro ser de um jeito não o torna pior ou melhor, torna-o diferente (…)”.

2. Dois grandes valores reais da sociedade

Em 2016 em uma entrevista ao Roda Viva, a colunista Ana Cristina Reis, questionou Karnal sobre algumas frases célebres do livro “Felicidade ou Morte”. Entre outras, a jornalista chamou atenção à seguinte:

“A família e o celular são os dois grandes valores que sociedade ocidental construiu”.

Contextualizando a frase, Karnal respondeu assim: “Aqui as pessoas morrem (pelo sentimento que têm) pela família, assim como morrem pelo celular, falando e digitando enquanto dirigem, ou seja, vale a pena eu arriscar minha vida para manter-me conectado”.

3. Karnal não passa pano para os “umbiguistas”

Em recente entrevista à BBC por conta do lançamento de seu mais novo livro (O dilema do porco-espinho: como encarar a solidão), o também professor da Unicamp não facilita para os que acham que todos seus problemas estão nos outros ou que o Universo conspira sempre contra.

“Negociando meu narciso na convivência social eu paro de me achar o centro do mundo e percebo que parte da minha tristeza solitária é vaidade ou narciso ferido”, disse ele ao ser questionado pela reportagem sobre aproveitamento espaços compartilhamento para lidar com a solidão.

Olhar para dentro parece ser um bom conselho para analisar o mundo, tanto o seu quanto o que compartilhamos com todo o restante da população mundial. Obrigado, professor.

4. Uma clássica e polêmica do professor sobre corrupção, uma doença crônica

Em seu canal no Youtube, Saber Filosófico, Karnal relembra certa vez em que disse que “corrupção no Brasil é como herpes, vai e volta, mas nunca é curada”. Essa parece ser uma daquelas máximas tão polêmica como atemporal, tão “de mau gosto” (de certa forma), mas tão real. As aspas em “mau gosto” são justificadas pelo próprio ao dizer que chegou a receber mensagens de uma pessoa que tinha herpes questionando-o a respeito e ele prontamente explicou não estar falando exatamente do problema de saúde daquela pessoa, mas sim uma metáfora – muito bem formulada, diga-se de passagem.

*Leandro Karnal

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*Fonte: sabervivermais

Pare de ver apenas o lado ruim das coisas: A sua vida é o reflexo de como você a vê!

A sua vida, como anda? Está tudo bem? Ou é cada desastre que se você for contar, ficaria a vida inteira, e ainda assim, faltaria tempo para tanta história triste?

Você possui livre-arbítrio para escolher o que é bom e o que é ruim para a sua vida, suas vibrações atentem ao seu pedido, mas se a sua tendência é olhar sempre para o lado negativo das coisas, a sua vida se tornará um espelho dos seus pensamentos!

SE ABRA PARA O AMOR VERDADEIRO! PARA A GRATIDÃO! VIVA E SEJA FELIZ NO PRESENTE! FOQUE O SEU OLHAR NAS COISAS SIMPLES DA VIDA, E NAS BENÇÃOS QUE VOCÊ JÁ TEM!

Já chegou a hora de parar de cobrar amor dos outros e começar a oferecer o amor que nada exige, apenas sente!

Existem pessoas que só reclamam, apontam os defeitos de todos, insinuam culpados, e nunca conseguem ver a farpa no seu próprio olho, pois não enxergam um palmo à frente do seu próprio umbigo!

Essas pessoas só sabem exigir! E acreditam quem podem comprar o amor das pessoas!

Elas geralmente são muito preocupadas, possuem muitos medos infundados, quase infantis, e a postura que assumem diante dos outros passa a ser um tanto quanto invasiva! Principalmente diante daqueles que elas dizem amar!

Essas pessoas costumam ver apenas o lado negativo de tudo, e se ofendem, se vitimizam, e se doem quando suas vontades não são atendidas!

Deus nos coloca diante dos mais difíceis desafios e sempre com o intuito de nos ensinar a guiar as nossas sombras para a luz, para o bem, para o que nos fará melhor!

Mas nossas inquietações egoístas podem, muitas vezes, tender para o mal! E por isso precisamos vigiar, e orar, cada um a sua maneira, mas fazendo uma forte conexão com o nosso eu verdadeiro! A nossa matriz!

 

Tentem fazer isso diariamente!

Entrem em contato com vocês e com as suas sombras!

Conversem com elas afim de iluminá-las, e façam como Jesus no deserto, mas por favor, não tentem fingir aos outros que elas não existem, que vocês são uns pobres coitados, que tudo dá errado apenas para vocês, que as pessoas são injustas e que vocês são os únicos ou as únicas que fazem o bem nesse mundo!

Não se queixem dizendo aos quatro cantos que não mereciam esses sofrimentos! Parem de ver apenas o lado negativo das coisas que acontecem!

Parem imediatamente!

Comecem a ver o lado bom que existe em tudo!

Porque se pararem para analisar atentamente, em TUDO existe um lado bom, um significado nas entrelinhas, um aprendizado transformador, uma liberdade conquistada após uma tempestade que destruiu tudo, uma força que nem se acreditava ter, depois de um luto desestruturante!

Até naquilo que você acredita ser uma calamidade, existe o lado bom!

Façam isso, se desejam, sinceramente, parar de “vampirizar” quem está do lado com suas lamentações e críticas!

Porque conviver com uma pessoa que só vê o lado ruim de tudo é estar constantemente doando nossas melhores energias para que ele beba e se satisfaça, justamente porque ele mesmo não consegue produzir energias tão boas, com uma mente tão adoentada.

Limpe os seus óculos empoeirados pelo tempo! Deixe as suas lentes tão limpas a ponto de conseguir enxergar o reluzir das águas em um lago cristalino.

Esse lago, é o seu interior, que quando se apega ao negativo, se torna turvo e barrento, mas quando se abre para o que a vida oferece de bom, na esperança da bonança que vem após as tempestades, se torna um espelho, onde você poderá ver refletido a sua própria e real imagem.

Você pode escolher o que é bom e o que é ruim para a sua vida! E optar por focar apenas no que é bom.

Lembranças tristes todos nós temos, mas não precisamos carregá-las conosco por onde formos, podemos deixá-las lá no passado, mesmo que o passado tenha acontecido há dez minutos!

Aprendamos a deixar o que é ruim pra lá, e trazer o que é bom pra cá!

Pare de focar apenas no negativo! A sua vida refletirá os seus pensamentos!

*Por Iara Fonseca

 

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*Fonte: seuamigoguru

Estar bem consigo mesmo é melhor do que estar bem com todos

«Um jovem e notável discípulo de artes marciais estava aprendendo sob a tutela de um professor famoso.

Um dia, o professor estava observando uma sessão de prática no quintal e percebeu que a presença dos outros alunos estava interferindo nas tentativas do jovem de aperfeiçoar sua técnica.

O professor podia perceber o desejo do jovem de ficar bem diante dos outros e sua frustração por não conseguir. Ele se aproximou e deu um tapa no ombro dele.

– Qual é o problema? – ele perguntou.

– Não sei – disse o jovem visivelmente tenso. – Por mais que eu tente, não consigo executar os movimentos corretamente.

-Venha comigo, eu explico para você – respondeu o professor.

O professor e o aluno deixaram o prédio e caminharam até um riacho. O professor permaneceu em silêncio na praia por um tempo. Então ele falou.

– Olhe para o riacho. Há pedras no seu caminho. Tenta impressioná-las? Golpea-se contra elas por frustração? Simplesmente flui e segue em frente. Seja como a água.

O jovem tomou nota do conselho do professor e, em poucos dias, mal notou a presença de outros alunos ao seu redor. Nada poderia afetar sua maneira de executar os movimentos, cada vez mais perfeitos ».

Essa história maravilhosa nos fala sobre a necessidade de encontrar equilíbrio e paz interior, em vez de tentar impressionar os outros e obter sua aprovação. De fato, quando aguardamos a aceitação dos outros, ocorre uma contradição: quanto mais a procuramos, mais ilusória ela se torna e menos valorizamos os outros.

A parábola usa a água como um recurso, pois na filosofia budista ela tem um simbolismo especial porque encerra perfeitamente seus ensinamentos. A água flui constantemente, se adapta às formas dos recipientes e levanta todos os tipos de obstáculos. É sua capacidade de se adaptar sem perder sua essência que a torna tão especial.

Os riscos de buscar a aprovação de outras pessoas

1 – Estamos cada vez mais nos afastando de nossa essência. Quando buscamos a aceitação de outros, assumimos que algumas de nossas características não serão bem recebidas, por isso tentamos escondê-las. Colocamos uma máscara social que nos afasta da autenticidade e nos “força” a interpretar um personagem. Obviamente, viver naquele “teatro” é cansativo, porque precisamos estar cientes de reprimir muitos dos pensamentos, atitudes e emoções que experimentamos naturalmente.

2 – Vivemos em uma montanha-russa emocional. Quando a opinião dos outros se torna a bússola que dita nossos passos, subimos por conta própria a uma montanha-russa emocional, porque nosso humor começará a depender diretamente de avaliações externas. Ficaremos felizes se nos lisonjearem ou profundamente infelizes e frustrados se nos criticarem ou nos rejeitarem. Nesse ponto, paramos de possuir nossas emoções e damos controle aos outros. Tornamo-nos pessoas reativas à mercê da opinião de outras pessoas.

3 – Esquecemos nossos sonhos. É algo terrível, tão terrível que normalmente afastamos isso da mente, mas quando nossa vida gira em torno da aprovação de outros, abandonamos nossos sonhos e planejamos adaptar e adotar os objetivos dos outros. Dessa maneira, acabamos perdendo a motivação intrínseca, que é o nosso motor de direção, e ficamos sem paixão. Assim, acabamos vivendo a vida que os outros querem, não a vida que queremos.
É possível sermos nós mesmos sem “prejudicar” os outros?

Um dos obstáculos que para as pessoas no caminho da autenticidade e da libertação pessoal é o medo de prejudicar pessoas importantes. No entanto, o fato de crescer, perseguir nossos sonhos, ser independente e se sentir bem consigo mesmo não deve ser um problema para os outros. Pelo contrário, se eles realmente nos amam, devem se sentir felizes pelo nosso crescimento.

O problema é que, quando criamos um relacionamento de dependência com alguém, buscando sua aprovação antes de tomar decisões, do mais inconseqüente ao mais importante, estamos conferindo um enorme poder sobre nós. Muitas pessoas se sentem confortáveis nesse papel, gostam do poder que têm sobre nossas vidas e não querem romper esse vínculo. No entanto, muitas vezes essas pessoas se tornam cada vez mais exigentes, tentam nos amarrar mais rapidamente e suas demandas de controle se tornam desproporcionais. Nesses casos, cortar o laço é uma questão de sobrevivência psicológica.

É claro que, quando nos tornamos independentes, ousamos desejar coisas diferentes e começar a tomar nossas próprias decisões, essas pessoas estarão “magoadas” porque desejam manter esse vínculo de dependência. De certa forma, a dor é uma forma de manipulação emocional. No entanto, devemos lembrar que muitas vezes os laços que nos mantêm unidos também são os que mais nos amarram.

Nesses casos, não devemos ter medo de “prejudicar” essa pessoa porque não estamos realmente machucando-a, mas estamos dando ao relacionamento uma chance de amadurecer. O que estamos fazendo é elevar o relacionamento a um nível superior, onde não há dependência, mas duas pessoas maduras que gostam de estar juntas a partir de sua individualidade, sem dependências tóxicas.
Não seja você mesmo, seja a melhor versão de você

Um dos piores conselhos de auto-ajuda que podem nos dar é incentivar-nos a ser nós mesmos. Devemos ter em mente que muitas pessoas conseguiram ser elas mesmas, mas muitas outras falharam miseravelmente. Muitas pessoas foram felizes por serem elas mesmas, mas outras foram profundamente infelizes.

O conselho mais sábio é: seja a melhor versão de você. Isso não significa que devemos renunciar à nossa essência, mas que devemos aprender a tirar o melhor de nós mesmos. Por exemplo, ser uma pessoa raivosa no final só nos trará problemas, além de nos fazer sentir mal. Isso não significa que devemos esconder nossa decepção ou descontentamento, mas que devemos expressá-la de forma assertiva. O objetivo não é agradar aos outros, mas ser capaz de gerenciar nossas emoções porque acumular ressentimento, ódio e ressentimento acabará nos prejudicando.

O segredo para ser a melhor versão de nós mesmos é muito simples: quando desenvolvemos um bom equilíbrio interno, sabemos exatamente o que queremos na vida e estamos em paz consigo mesmos; Tudo isso se traduz em cada um de nossos atos e nos permite relacionar de forma mais assertiva e autentica.

De fato, ser autêntico não significa explodir quando nos sentimos zangados e frustrados ou dizemos a primeira coisa que vem à mente sem refletir sobre suas conseqüências, que é simplesmente um comportamento infantil.

Nas palavras de Jean Paul Sartre: “Quem é autêntico assume responsabilidade pelo que é e se reconhece livre de ser o que é”.

A pessoa autêntica pratica a congruência, é ela quem expressa o que sente e pensa assertivamente. No entanto, a autenticidade não se limita à congruência, não é simplesmente “seja você mesmo”, mas também implica um profundo conhecimento interior, assumindo responsabilidade e uma sólida auto-estima que não depende das opiniões dos outros.

A pessoa autêntica é sensível às emoções e opiniões dos outros, não pode ser diferente, mas decide não subordinar suas decisões aos julgamentos e críticas dos outros. O mais interessante é que, quando estamos bem conosco, quando somos autênticos de maneira madura e com um profundo autoconhecimento, os outros percebem isso e conquistamos seu respeito e admiração, mesmo que esse não seja o objetivo final.

*Adaptado de Rincon de la psicologia

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*Fonte: pensarcontemporaneo

A gente não faz amigos, reconhece-os

Título Original: “All star azul: um hino à amizade”

Todos os anos, chegando próximo ao meu aniversário, me dou algo significativo de presente. Algo que não entra na categoria de utilidades e necessidades, mas que carrega certa poesia e algo nas entrelinhas que só as almas mais sensíveis reconhecerão. Pode ser um pingente, uma seleção de músicas ou um livro.

Esse ano me dei de presente um All star azul.

O All star azul fala de uma amizade. Uma grande amizade. E eu desejo que meu All star azul represente isso dentro de mim. Os amigos que tive e com quem construí uma história. Uma história que, mesmo que tenha ficado lá atrás, como a de Nando Reis e Cássia Eller, ainda é uma história que eu gosto de lembrar.

Tenho diversas lembranças memoráveis dos meus amigos, principalmente aqueles de uma época importante da minha vida: a faculdade.

Ao assistir ao episódio “Por trás da canção” sobre a música All Star azul, em que Nando conta a história da letra e a relação que ele tinha com Cássia, algo muito delicado e doce ressurgiu dentro de mim. A lembrança desses meus amigos, as cartas escritas à mão que trocávamos nas férias e a simplicidade de um all star azul.

Acho que é isso. As melhores amizades são aquelas marcadas pela simplicidade, e até, arrisco dizer, pelas dificuldades. São aquelas que foram construídas num tempo em que vivíamos duros, contando os trocadinhos na carteira, ao passo que tínhamos energia de sobra para varar noites em claro e contrariar o manual da saúde perfeita indo comer pastel na feira após o raiar do sol. Os melhores amigos são aqueles que compartilharam conosco suas dúvidas e sonhos, e com quem dividimos nossas primeiras fossas, ressacas e paixões. São aqueles que testemunharam nossos primeiros enganos, nossa necessidade de crescer a qualquer custo, nossa coragem de desafiar as leis da física, da vida e do tempo.

No documentário “Por trás da canção”, os convidados contam sobre a relação de Nando e Cássia, e entre os depoimentos, ouvimos frases como: “havia uma identificação total”, “era um encontro de temperamentos”, “aquilo lá era uma coisa muito acima do que a maioria das pessoas está acostumada a viver”, “aquilo lá era transcendente”, e isso nos dá a dimensão exata do que uma amizade verdadeira pode ser.

“Estranho seria se eu não me apaixonasse por você…” Essa frase pode ser muito boa de ouvir de um namorado (a), parceiro (a), marido ou esposa. Mas pode ser ainda melhor vinda de uma amiga ou amigo verdadeiro, como foi o caso de Nando e Cássia. Porque evidencia uma paixão descomprometida de pele, mas com verdadeira conexão de almas.

Muitas vezes o encantamento por um amigo surge da identificação. Nos identificamos com aquele cara que diz coisas que não conseguimos verbalizar e nos sentimos maravilhados por aquela menina que assume medos semelhantes aos nossos. Dizemos que os santos batem, e a sensação é a de que finalmente o mundo faz sentido. Nando dizia: “nossa afinidade tinha a ver com uma certa esquisitice, com nossa timidez”, e percebemos que isso é real, verdadeiro e muito perfeito, pois procuramos no outro algo que nos ajude a enfrentar nossos próprios abismos e excentricidades. Nos perdoamos quando enxergamos em nossos amigos a aceitação de nossas estranhezas.

Dizem que a amizade é uma aliança contra a adversidade, e acredito nisso também. São nossos amigos os primeiros a fazer pactos silenciosos de lealdade conosco quando o ensino médio testa os limites de nossa autoconfiança; os primeiros a compartilhar conosco experiências de superação quando somos rejeitados pelo amor platônico da adolescência; os ouvintes de nossos desabafos quando a vida é mais forte que a gente; os parceiros silenciosos de nossas dores não anunciadas, mas certamente reconhecidas por eles.

Meu all star azul tem o propósito de me lembrar os amigos por quem carrego paixões. Paixões movidas a gratidão, experiências, parcerias, risadas e lágrimas. Cada vez que sair por aí com meu calçado poético, sentirei que estou abraçando cada um dos meus amigos e carregando uma parte de nossa história em minhas andanças. No fundo imagino que eles gostariam de andar comigo, pois a lembrança de nossas afinidades me assegura nossas mãos dadas pelo caminho e, mais ainda, a certeza de que, como dizia Vinícius de Moraes: “a gente não faz amigos, reconhece-os”…

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*Fonte: agrandeartedeserfliz

Descubra o que encontrar o sentido da vida faz com você

Pessoas que têm um sentido para a vida têm uma melhor saúde física e mental, enquanto estar buscando por este sentido pode estar associado com pior saúde física e mental, conclui estudo da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA). O trabalho foi publicado na revista Journal of Clinical Psychiatry.

“Quando você encontra mais sentido na vida, você se torna mais contente, enquanto se você não tem propósito de vida e está procurando por isso sem sucesso, você vai se sentir muito mais estressado”, afirma o autor principal, Dilip Jeste.

O estudo, chamado de Avaliação do Envelhecimento de Sucesso, foi desenvolvido ao longo de três anos, e examinou dados de 1.042 adultos com idades entre 21 e mais de 100 anos.

Para saber se os participantes tinham senso de propósito ou não, eles foram entrevistados e questionados para classificar itens como “Eu estou procurando um propósito ou missão para minha vida” e “Eu descobri um propósito de vida satisfatório”.

Gráficos de contentamento

Uma observação interessante dos pesquisadores é que se fosse colocada em um gráfico, a relação entre idade e contentamento para pessoas com propósito seria uma parábola com concavidade voltada para baixo, enquanto para as pessoas que estão procurando propósito seria uma parábola com concavidade voltada para cima. A idade de 60 anos é o pico do contentamento para quem tem propósito de vida e o maior declínio para quem ainda não encontrou um propósito.

Isso porque quem vive com propósito pode ter que procurar por novos propósitos depois da aposentadoria, quando a pessoa precisa encontrar uma nova identidade além da carreira e também quando começa a sofrer com problemas de saúde e com a perda de familiares e amigos.

Por outro lado, quem não tinha conseguido encontrar um propósito até este momento, tem uma chance de se encontrar na aposentadoria.

Propósito de vida e medicina

Nas últimas três décadas o efeito de sentir ou não um propósito de vida tem sido visto com maior importância na pesquisa médica, especialmente para pacientes geriátricos. Os próximos passos da pesquisa incluem analisar outras áreas, como sabedoria, solidão e compaixão, e como tudo isso impacta o propósito de vida.

“Também queremos examinar se alguns biomarcadores de estresse e envelhecimento estão associados com a busca e conquista de propósito de vida. É uma época empolgante neste campo conforme tentamos descobrir respostas baseadas em evidência para algumas das questões mais profundas da vida”, diz Jeste. [Science Daily]

*Por Juliana Blume

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*Fonte: hypescience

7 coisas que você não sabia sobre Buda

Muitos conhecem Buda por suas mensagens que trazem a verdade, a paz, humanidade e igualdade aos povos. Com seus ensinamentos, encontramos as ferramentas para conduzirmos nossas vidas de forma pacífica e feliz. Para iluminar nossas mentes e almas, em busca de elevarmos nosso espírito.

Seu verdadeiro nome é Siddhartha Gautama. Em muitas lendas, é o príncipe de um pequeno reino aos pés do Himalaia, que deixa sua família em busca de respostas que acabam guiando-o por uma jornada espiritual poderosa. Além de fundar um movimento religioso que sobrevive até os dias atuais. Hoje, preparamos uma lista incrível sobre alguns fatos que você provavelmente não conhecia sobre Buda. Confira!

1 – Não era um líder religioso

Provavelmente, você nunca encontrará em nenhum lugar uma alegação do “fundador” do budismo de que este estaria fundando uma religião. Não há registros históricos confiáveis onde Buda se considerava um líder religioso ou em que ele estava lançando as bases para um novo movimento.

O mais correto é dizer que Buda oferecia um caminho alternativo por rejeitar as formas tradicionais religiosas da cultura hindu. Somente depois de sua morte é que, a até então seita, se transformou em um movimento religioso.

2 – Não era um príncipe

Não há bases históricas para creditar que, de fato, Buda era um príncipe, apesar de muitas lendas retratá-lo como tal. Acredita-se que seu pai, na verdade, fosse uma espécie de líder regional da organização social em que vivia Buda, e que se assemelhava a um sistema republicano em oposição à monarquia. Sua família era muito importante dentro desse sistema político.

3 – Poucos membros

Com base em registros históricos e arqueológicos, no começo da seita “fundada”, por Buda não havia muitos seguidores. Mesmo após sua morte, tal movimento ainda era pequeno na Índia. Somente no terceiro século a.C. é que as coisas mudaram. Ashoka transformou o budismo em um religião na Índia.

Foi criado um clima social e político de aceitação das ideias budistas. No entanto, entre a morte de Buda e o tempo de Ashoka, as evidências arqueológicas, inscrições e documentos são escassos.

4 – Buda não é um deus

Inúmeras figuras religiosas acabaram sendo elevadas ou até mesmo se afirmaram deuses, manifestações divinas ou profetas. Mas Buda nunca fez isso. Ele nunca se intitulou nem ao menos profeta. Ele simplesmente era um homem convicto de que o conhecimento e o esforço pessoal, não a devoção a deuses, eram os verdadeiros meios para a salvação.

5 – Ele não era vegetariano

A imagem de um Buda vegetariano é uma das reivindicações sobre sua vida sem suporte histórico. Nem mesmo as primeiras fontes budistas mencionam que Buda seria vegetariano. Na verdade, há muitos relatos descrevendo Buda comendo carne e até aconselhando o uso de caldos de carne para a cura de doenças. Relatos afirmam que a última refeição de Buda teria sido um javali.

6 – Prévias reencarnações

No início, muitas tradições religiosas “competiam” com o budismo, tentando apoiar sua autoridade na alegação de que haviam se originado há mais tempo. Para reivindicar um nível de credibilidade, os primeiros budistas criaram várias obras literárias sobre os “budas do passado”.

Tais obras buscavam enfatizar que os ensinamentos de Buda eram uma verdade atemporal. Curiosamente, o enredo dessas histórias são quase idênticos. Tendo todos os budas o mesmo nascimento, renúncia, momento de iluminação e a morte após comer carne .

7 – Buda divindade

Muitos círculos hinduístas consideram Buda uma divindade. Umas das múltiplas manifestações do deus Vishnu. E isso soa como uma grande ironia para uma pessoa que baseou seus ensinamentos na unicidade da humanidade e na igualdade entre as pessoas. Outra ironia, entretanto, é que ao elevar Buda a uma escala divina, sua imagem não se torna mais poderosa. No hinduísmo, repleto de divindades, Buda ser um deus o torna comum. Apenas mais um entre milhares.

*Por Jesus Galvão

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

3 coisas que você precisa saber sobre a voz da intuição

1. Todo mundo tem intuição

Eu sei que todos nós podemos acreditar nisso até certo ponto, certo? Todos nós podemos lembrar de quando o telefone tocava e nós apenas “sabíamos” quem estava do outro lado da linha. Ou talvez dos momentos em que sentíamos que ia chover e pegávamos o guarda-chuva mesmo o céu estando azul.

Estas são apenas algumas das maneiras através das quais você pode reconhecer que a intuição tem estado em sua vida desde o início.

Isso significa que você nasceu com intuição, então abandone a dúvida e siga adiante.

2.Então, como é a intuição?

Nós temos tantos pensamentos e emoções e dizemos coisas a nós mesmos toda a hora …

Então, como discernimos o que é orientação e o que é confusão?

Uma prática que realmente me ajudou foi imaginar como meu Eu Superior iria agir se eu estivesse cara a cara com ele. Você pode trocar o termo por Deus, Universo, Fonte – qualquer palavra que pareça confortável.

Para mim, esta energia é sempre calma, pacífica, nutritiva, solidária, amorosa, gentil, benevolente. É tudo isso e muito mais.

Eu imaginei essa energia muitas vezes … E sempre me sinto como se estivesse olhando para o sol, bem de perto, sentindo ondas vibrantes de amor passarem através de mim.

Esta energia é tão poderosa que você vai sentir todos os poros de seu corpo dançando para receber a graça de sua intenção.

Qualquer orientação de cima faz você se sentir assim.

A energia do seu Eu Superior não pode ser dramática, errática ou extrema.

Em outras palavras, se você sentir quaisquer emoções elevadas de pânico, medo, excitação ou ansiedade – não é a sua intuição, é a sua reação humana e do ego.

Quando a orientação chega, é suave, mas estável, neutra, mas amorosa, suave, mas firme.

Você pode reconhecer essa voz interior através de sua reação:

Se você ativamente ignorar essa voz, você vai sentir um peso.
Se você ouvir e agir com o conhecimento que esta voz te concede, sentirá uma sensação de realização e paz.

3.Como eu sei o que ela diz?

O universo é complicado da perspectiva científica, mas não é complicado no que precisa dizer.

Porque por mais que pensemos que a vida é complicada, da perspectiva maior não é.

A orientação virá como um empurrão em uma determinada direção. Às vezes, simplesmente virá como um “não” despretensioso.

Sua intuição vai oferecer conselhos em um tom benigno e suave, sempre. Se você estiver em perigo, sua voz interior irá alertá-lo para “olhar para a esquerda”, “se mover” ou “correr”. E quando você precisar responder a uma pergunta sobre uma mudança de carreira, sua voz interior pode responder “espere”, ” sim “ou” escolha o que você ama “.

Mesmo quando sua intuição não diz nada, está te enviando uma mensagem.

Esse silêncio gentil irá responder a sua pergunta – se você ouvir. Às vezes, o silêncio indica que a pergunta que você procura não é relevante para sua vida no momento.

Pensamentos finais

Em suma, o seu foco deve estar em como sua intuição apresenta sua comunicação com você.

Qual é a melhor maneira de responder a esta pergunta? Descubra como você se relaciona com o mundo.

Quando você chegou à pré-escola, provavelmente descobriu que tipo de aluno é, embora talvez não tenha tido vocabulário para explicá-lo naquela época.

Assim como nossas capacidades de aprendizagem, já sabemos quais estilos intuitivos são nosso forte. Nós nunca tivemos orientação, então talvez não tenhamos conseguido alcançá-la.

Mas reconhecer sua intuição é simples.

Quando você recorda todas as vezes em que sua voz interior “falou”, e quando pensa nas palavras que usa para descrever eventos especiais, esse é o seu estilo de intuição.

Você apenas “sabe”, “sente”, “ouve” ou “vê” a resposta, solução ou decisão melhor para você?

Nosso mundo é muito dinâmico. Temos que procurar uma forma de agir melhor nele.

Mas a partir daí, só precisamos de treinamento muscular e um pouco intuição.

 

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Escute a sua intuição. Ela é tão real quanto a sua visão!

Dia desses vi uma mãe insistindo com uma criança para que ela desse um abraço em sua tia-avó. A criança esperneava e a mãe ficou envergonhada.

Ora bolas! Não seria mais fácil e menos embaraçoso deixar a criança ser educada, dizendo seu tímido oi, de longe?

Todos nós temos um sexto sentido, uma intuição que nos guia em direção às energias que são compatíveis com as nossas, aquelas que nos fazem bem e, do mesmo modo, repelem as que não estão em sintonia com nossas crenças e valores. Acontece que, para as crianças que ainda não estão moldadas às regras sociais, isto é muito mais natural e espontâneo!
Se ouvíssemos com mais frequência essa nossa “voz ” interior, nós nos livraríamos de situações que nos trazem muito mais dificuldades do que leveza na vida.

Essa escuta atenta aos nossos instintos mais primitivos possui diferentes nomes e significações. Na psicologia é explicado que nosso cérebro capta muito mais das pessoas e das situações do que conscientemente lembramos e, a partir disso, nós nos sentimos mais dispostos a aceitar alguns convites, temos afinidades com algumas pessoas e certo receio, ou mesmo bloqueio, com outras, nada de sobrenatural, somente nosso cérebro afinado com tudo que viu e ouviu e que não nos lembramos conscientemente.

Para as religiões cristãs, a explicação é que temos anjos da guarda e que eles falam conosco através de sentimentos, alertando-nos para as situações.

Já para o misticismo, a intuição é nossa capacidade de nos conectarmos com o Ser Supremo, a Divindade que rege o Universo e que pode nos ajudar a seguir os caminhos certos para nossa elevação espiritual. E, na etimologia, a palavra intuição é derivada do latim “intueor”, que significa ver, reconhecer.

Portanto, independente da explicação, teoria ou nome que damos, essa “voz” interior existe, é sábia e todos nós podemos ouvi-la!
Escute-a! Confie! Dê-se uma chance… o que ela está tentando lhe mostrar hoje?

*Por Simone Barreiros Rosa

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*Fonte: osegredo

Quando você tiver um conflito, não dê ao ego para resolvê-lo, dê à alma

Não tomemos como ponto de partida o fato de que, em geral, todos os nossos conflitos são gerados precisamente pelo ego, com a dificuldade de aceitar tudo o que acontece conosco e de colocar a resistência entre ele e nós, sem nos dar a oportunidade de fluir com os nossos processos.

Vamos supor que o ego não tenha muito a ver com a geração do nosso problema e, a partir daí, avaliamos as diferenças entre abordá-lo da alma ou do ego.

Ao abordar qualquer problema com ego, encontraremos o seguinte:

Nossos pensamentos estarão focados no problema, não tardaremos muito para trazê-lo quantas vezes for necessário para pensar sobre como chegamos a esse ponto, os fatores envolvidos, as possibilidades de sair, quais estratégias devemos adotar. Todos os pensamentos associados ao problema gravitam ao redor, tornando impossível para nós ocupar nossa mente efetivamente em outra coisa.

O medo sempre estará presente, o medo de que não possamos resolver o conflito, ou até mesmo piorá-lo, o medo de perder alguma coisa ou parar de ganhar outra coisa.

A preocupação com o que dirão ocorrerá e imaginaremos a opinião dos outros, enquanto nossa imagem perde valor.

O sofrimento será inevitável, entre a preocupação e o desgaste físico e emocional, teremos uma interessante mistura de fatores que tornarão o trânsito mais complicado e cheio de dor.

Podemos ter soluções bem à frente, mas a ansiedade pode obscurecer nossa visão, tornando impossível considerar qualquer uma delas viável para sair do que nos preocupa.

Quando abordamos um problema a partir da alma, podemos encontrar o seguinte:

A confiança se faz presente, sabemos que o problema tem uma solução e que vamos alcançá-la.

Vemos qualquer conflito como uma possibilidade de crescimento e melhoria, de onde podemos resgatar qualquer coisa positiva que nos ajude a melhorar ou a nos conhecer.

Aceitar uma situação tira a conotação de que poderíamos lhe dar um problema e, com ela, a parcela de resistência ou negação, o que nos permite passar por cada episódio de uma perspectiva menos exaustiva.

Focamos na lição, não no sofrimento que nossa mente normalmente identifica e adota em cada situação, por mais inócua que possa parecer.

As soluções para o que pode nos afetar parecem ser apresentadas “magicamente”, temos nossos sentidos e pensamentos disponíveis para estar no presente e detectar os caminhos que são abertos para gerar as mudanças que precisamos fazer.

A calma prevalece, não saímos do controle, com a certeza de que, por nossa natureza, qualquer coisa perturbadora tenderá a desaparecer quanto menos atenção dermos.

Quando abordamos nossos problemas a partir da alma, podemos comparar a sensação com a de um gerente que tem a melhor equipe, onde ele deve apenas enviar um pedido de resolução e essa equipe dará a melhor resposta de maneira eficiente e diligente.

Nossa alma age como uma equipe eficiente, multidisciplinar, diligente e que, a partir de um sistema de ordem e relaxamento, resolve o conflito, sem que o gerente (nós) precise investir mais energia nele.

Confie na sua alma, ela sempre tem todas as respostas, faça o possível para ouvi-la, enquanto o seu ego grita muito alto. Feche os olhos e encontre no fundo de todo o barulho, aquela voz que calmamente indica o caminho e não hesite, ou questione, aprenda a ouvir sua verdadeira essência, carregada com toda a sabedoria que você precisa.

*Por Sara Espejo

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Gatos neutralizam energias negativas, e colocam em movimento

A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco.

Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.

 

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*Fonte:

Kundalini: despertando a Alegria de Viver e o Prazer da Vida

A energia Kundalini é uma energia criadora que, quando ativa, flui para todo o Universo e integra o Céu e a Terra, o Yang e o Yin. Essa energia é conhecida, desde a antiguidade, como “Fogo Serpentino”. Saiba mais sobre a poderosa energia da Kundalini.

Tudo na Criação é energia! Cada ser e elemento têm seu vórtice energético.

Desde a antiguidade nas escolas e templos iniciáticos do Egito e da Índia, haviam práticas com o desenvolvimento energético e espiritual de uma poderosa energia denominada Kundalini.

1. O que é Kundalini

A palavra Kundalini deriva do sânscrito que significa, literalmente, “enrolada como uma cobra” ou “aquela que tem a forma de uma serpente”.

Essa denominação faz alusão à Energia Cósmica que se concentra em cada Ser, e que no humano, através de sua Consciência, pode ser expandida.

2. Efeitos da ativação da Kundalini

Quando uma pessoa desperta a Kundalini ativa um fluxo energético, semelhante à Serpente Flamífera, que parte do chacra básico situado na base da coluna vertebral (cóccix) e sobe pela medula espinhal, fortalecendo a rotação dos Chacras (pontos energéticos) e com isso, sentidos e faculdades surgem ou se acentuam, como intuição, vidência, telepatia e outros.

Ao ativar a Kundalini se promove a acensão dessa energia simbolizada pelo símbolo do Caduceu de Mercúrio.

A ativação da Kundalini faz subir a energia ígnea, a partir do Chakra Muladhara, passando por cada um dos seis chakras que são: Swadisthana, Manipura, Anahata, Vishuddhi, Ajna e Sahasrara.

Com a passagem da Kundalini por cada Chakra, sua respectiva faculdade é ativada.

Veja cada Chakra e sua respectiva faculdade ou poder:

BÁSICO (1°) ou Múládhára – Conexão com à Terra
SACRO (2°) ou Swádhisthána – Sexualidade e Alegria
PLEXO SOLAR (3°) ou Manipura – Emoção e Poder
CARDÍACO (4°) ou Anáhata – Sentimentos
LARÍNGEO (5°) ou Vishuddha – Comunicação e Criatividade
FRONTAL (6°) ou Ájña – Intelecto e Intuição
CORONÁRIO (7°) ou Saháshara – Conexão com o Divino

Quando a Kundalini chega ao sétimo chakra, acontece a experiência de Iluminação e Autorrealização, graças à ativação da glândula pineal.

Nesse processo do despertar da Kundalini, em conjunto com a elevação do nível espiritual e a expansão da Consciência, o praticante se torna um Mestre e Iluminado.

3. A vivência do despertar da Kundalini

Existem formas e práticas de ativar a Kundalini mas, para alcançar um resultado de verdadeira plenitude é necessário disciplina, devoção, conexão com o Divino, amor, pureza e respeito com a energia sexual. Caso contrário, essa poderosa energia poderá ser mal empregada pelo fato de a pessoa não estar preparada para saber utilizá-la de forma sábia e consciente.

A Serpente Ígnea é ativada e alimentada através da respiração consciente, práticas com mantras e meditação. Os casais têm a oportunidade de elevar essa energia de forma mais plena, através da prática sexual.

Aliado a tudo isso, vem os cuidados dados à cada dimensão que integra o ser humano: física, vital, astral, mental e espiritual, ou seja, a pessoa precisa refinar seus sentidos e elevar seus hábitos que envolvem: alimentação, sexualidade, diversão, relacionamentos, conexão com a criação e espiritualidade.

4. Como despertar ou ativar a Kundalini

Algumas formas de vivenciar a elevação da Kundalini são:

4.1. Respiração Consciente
A respiração consciente pode ser praticada através do Yoga, da Meditação ou do pronunciamento de Sons Sagrados (Mantras).

4.2. Alimentação saudável e mais natural
A alimentação à base de vegetais refina a energia e promove a saúde do corpo.

4.3. Viver com presença e plena auto-observação
Para esse processo de expansão é fundamental a auto-observação de momento a momento, vivendo com mais Consciência e Presença.

4.4. Filtrar as impressões e informações que entram na mente através dos 5 sentidos
Impressões e informações densas, pesadas e violentas afetam negativamente a energia e até bloqueiam os chakras.

4.5. Abastecer corpo, mente e emoções com o que promove equilíbrio
Para harmonizar os chakras e melhorar a qualidade da energia, é necessário cultivar atividades, ações, pensamentos e emoções mais elevados e sutis. Para isso, é recomendável ouvir músicas relaxantes, praticar atividade física moderada, ter contato com a Natureza, respeitar os animais, estar em paz consigo, aquietar a mente, viver em um estado mais contemplativo e tratar a energia sexual como sagrada e espiritual, sem derramá-la para poder ascendê-la.

5. A ascensão da Kundalini: uma vida com mais força e propósito!

Quando existe essa percepção e toda essa vivência, o Sagrado se manifesta e a comunhão com Deus se revela em maior integração com a Vida, expressando mais Alegria e sentido. Mais Plenitude!

*Por Deise Aur

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*Fonter: greenme

Enlouqueça! A vida é muito curta pra se viver em uma caixa

Não fale muito alto. Leve guarda-chuva. Pense duas vezes. Não esqueça a blusa de frio. Exercite-se. Sorria para a foto. Coma uma maçã por dia. Beba água. Use filtro solar. Invista em previdência privada. Estude. Economize 30% do salário. Leia a Bíblia.

Seja prudente. Desde que se nasce, a cautela é um mantra: traz sanidade, decência e portas abertas para uma vida tanto reta quanto correta. Prudente é ser comedido diante de decisões, obedecer aos pais, usar roupas adequadas e entender que ser astronauta ou artista plástico é um sonho estupidamente infantil. Adulto mesmo é sagrar-se médico, engenheiro, advogado ou concursado.

Dizem que uma vida sem prudência é loucura. De fato, somente um louco é capaz de corajosamente sondar sua alma para descobrir que cautela excessiva é espelho de medos alheios.

Um louco decide raspar a cabeça e raspa. Escolhe trocar de emprego e troca. Entende mudar de país e muda. Gasta mais tempo voltando a lanterna na direção de sua alma do que na dos outros, pois compreende que suas limitações são suas, suas conquistas são suas e sua vida é absolutamente sua.

Um louco de verdade não acredita no ridículo, porque intuitivamente sabe que a vastidão do mundo abarca tantas possibilidades quanto é possível elas existirem. Quando se percebe tolo, ri de si com carinho e começa de novo, sem medo de errar ou vergonha do mundo… É que este louco — quanta loucura! — entende que a dor engrandece, a humilhação ensina, a perda fortalece e o erro é a melhor de todas as escolas.

Há alguns séculos, a própria Loucura, pelas palavras de Erasmo, enalteceu a si mesma com sabedoria: “Há duas coisas, sobretudo, que impedem o homem de chegar a conhecer bem as coisas: a vergonha, que ofusca sua alma, e o temor, que lhe mostra o perigo e o desvia de empreender grandes ações. Ora, a Loucura nos livra maravilhosamente dessas duas coisas”.

No palco da vida, quase todos os homens passam de uma coxia a outra como um jovem soldado que vai para a guerra: sem compreender seu sentido real, caminhando rumo ao fim com passos firmes, recheados de vazio e dor. Afogados em prudência espartana, reúnem todo seu espanto a restringir a própria vida e vigiar a alheia. Uma viagem exótica, uma mudança de profissão ou qualquer detalhe que demonstre um pouco de coragem são suficientes para que debochem, fuxiquem ou reprovem.

Pobres prudentes, que se resumem a preto e branco, censurando o arco-íris de seus irmãos! Pobres prudentes, que fecham os olhos ao grande mar de vida em seus próprios corações! Fossem mais insanos, dedicariam seu tempo ao precioso autoconhecimento e não a debruçar-se sobre o que lhes desinteressa.

Somente um louco é capaz de mergulhar em si e questionar seu espírito com teimosia e curiosidade até compreender a fome que o move. Torna-se então consciente de suas prisões e liberdades, e aí mora o grande segredo de seu riso: ciente do que o prende, consegue transgredir. Apenas quem conhece as próprias prisões é capaz de libertar-se.

Ser louco é sobretudo não tornar os velhos hábitos um estilo, ser destemido para lançar-se nas ondas da vida, não se matar com opiniões de pessoas amargas, rasgar-se e remendar-se a cada dia e, acima de todas as coisas, ter coragem de ser fiel a si.

Troque de roupa, de ideia, de rumo ou de amor. Livre-se de velhas dores, providencie novo começo, peça demissão, enfrente medos antigos, dispense a coerência e respire novos ares. Ninguém nunca disse que o caminho há de ser reto. Basta que ele seja.

*Por Lara Brenner

 

 

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*Fonte: revistabula

Ninguém é por acaso

Alguns minutos de conversa são suficientes para reconhecer uma energia que combina com a sua.

É como se não estivéssemos apenas conhecendo uma nova pessoa, mas sim reencontrando alguém familiar.

Os assuntos batem, os sorrisos se complementam, a emoção é espontânea, o diálogo flui.

Gargalhadas, insights, sentimentos. Intensidade. Como explicar? Por que tão natural? De onde sai tanta afinidade?

Impossível entender. Nada nem ninguém é por acaso. Só nos resta sentir, explorar, aproveitar. Conexão pura. Encontros ou reencontros do destino? Só nos resta confiar em quem o escreveu.

*Por Amanda Fitas

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*Fonte: @despertandobudas

A felicidade mora na ausência de planejamentos, de aviso prévio, em nossas felizes distrações cotidianas

A felicidade mora no esquecimento de si, da vida, de tudo…

Minha família adora uma conversa em volta da mesa, em meio aos vapores das panelas no fogão; entre garfos e facas, entre pães fofinhos e copos cheios. Cada um se senta à mesa com suas miudezas, matando a fome com olhares familiares, bebendo da cumplicidade de novas histórias, nutrindo a alma daquilo que ela sempre sabe onde buscar, aconteça o que acontecer.

Às vezes, programamos tanto uma ocasião, uma festa, um prato mais elaborado ou jantar num restaurante elegante que, mesmo que sejam acontecimentos agradáveis, não carregam a simplicidade e o conforto acolhedor de estar ao redor da mesa na casa dos meus pais, jogando conversa e muitas tristezas fora.

A gente nem percebe como às vezes, ler um livro deitada numa rede na sacada, pode guardar, além da naturalidade do momento, uma felicidade desatenta e ao mesmo tempo tão real. Como uma breve respirada em meio ao caos do congestionamento, num fim de tarde, nos permite enxergar, do outro lado da avenida, um canteiro colorido e com muitas flores.

Tem manhãs que ouço uma criança cantando em voz alta uma música linda, que fala de carinho, de paz, enquanto penduro as roupas no varal. Algumas tardes não seriam inesquecíveis, se as xícaras de café e os papos bem-humorados com meu filho, deixassem a descomplicação pela hora marcada ou por formalidades.
Pois a felicidade mora no esquecimento, de si, da vida, de tudo. Está na abstração dos sentidos, na ausência de planejamentos, de aviso prévio, em nossas felizes distrações cotidianas.

A gente se depara com momentos bons, assim, sem arquitetar mesmo; ao avistar a lua cheia e suntuosa pelo vidro da janela numa noite qualquer, ao sentir um perfume agradável numa caminhada no parque, numa gargalhada em coro, quando uma banalidade se torna uma piada por todos que a vivenciam. Como nas piscadas demoradas que meu gato arrisca ao me olhar profundamente e até nas mensagens simples de alguém que registrou sua lembrança com poucas palavras e alguns emojis divertidos.

Perde-se vida demais buscando algo esplendoroso, deixando de lado o prazer enraizado nas trivialidades, nos instantes desprogramados. Esquecendo que a felicidade está na insignificância das eventualidades, no desleixo do tempo, na presença desobrigada.

Quando estamos, desprendidos de estratégias, livres de condicionamentos; e somos golpeados e presenteados por banais porém marcantes “horinhas de descuido”.

*Por Flavia Bataglia

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*Fonte:

Oração Quântica

Eu ORDENO a retirada de minha mente de todas as crenças, conceitos, pensamentos, imagens, frases, pessoas negativas e TUDO que me limitou até aqui no meu crescimento moral, profissional, financeiro e espiritual.

Se há algum inimigo, revelado ou não, querendo me atingir, que seja iluminado neste momento se tornando meu amigo, porque na minha vida só há lugar para amigos. Abençoe, abençoe, abençoe!

Coisas maravilhosas chegam a minha vida neste momento, neste dia e por toda a eternidade.

Eu conquisto os meus objetivos com facilidade. Vivo minha vida com alegria, calma, serenidade e harmonia comigo e com todo o universo.

Agradeço a tudo que sou e tudo que tenho. Sei que o poder da consciência é ilimitado e que a Consciência Una está comigo em todos os lugares.

Reconheço que sou um ser em constante movimento de evolução.

Escolho agora meu progresso físico, mental, emocional e espiritual e agradeço por meu estado de bem-aventurança. Sou feliz porque consigo sempre o que preciso e em abundância.

Dentro de mim estão virtudes, qualidades, competência, sabedoria e inteligência que fazem a minha vida feliz, realizada e ampla.

Supero qualquer tipo de obstáculo. Diante de mim se desenha um futuro de muita ação, construção e alegria.

As opiniões dos outros são muletas.

Quem tem pernas fortes como eu, não precisa de muletas.

Surpresas maravilhosas chegam agora em minha vida.

É maravilhoso como em todos os momentos estou mais feliz!

Eu sou saudável. Meus músculos são fortes, minha pele é firme, suave e viçosa, cheia de jovialidade.

Minhas células se renovam normal e ordenadamente, assim como meus hormônios.

Meu organismo funciona harmonicamente e eu sou só saúde, paz, vivacidade, beleza e alegria.

É maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso!

Minha vida e meus negócios sempre prosperam.

Todo dinheiro que eu preciso vem a mim facilmente a partir de fontes infinitas do bem.

O dinheiro sempre flui para mim em avalanche e abundância, pois a riqueza me pertence e faz parte a todo instante da minha vida.

Amigos me abrem portas oportunas e vantajosas ao meu crescimento, que sempre contagia e espalha prosperidade e otimismo com todos que convivo.