Mistérios da madrugada: ”Por que eu acordo sempre às 3h da manhã?”; saiba quais hipóteses explicam este fenômeno

Veja o que pode estar causando noites em claro às três horas da manhã

Você nunca consegue dormir por longas horas seguidas e sempre tem o sono interrompido misteriosamente entre as 3h e 4h sem que um ruído o tenha acordado ou não foi vontade de ir ao banheiro? Saiba que você não está sozinho. Mas o que explica tanta gente vivenciando o mesmo fenômeno?

1) ESOTÉRICOS e RELIGIOSOS associam este horário a energias negativas e especulam que às 3h da manhã pode significar a “Hora do Diabo” partindo da ideia de há uma intensa atividade demoníaca neste horário. Os religiosos que defendem esta hipótese afirmam que os livros bíblicos de Mateus, Marcos e Lucas destacam que Jesus morreu na nona hora, no cálculo atual isso significa às três horas da tarde, no entanto, satanás atua de “cabeça para baixo” no sentido figurado e prefere a escuridão.

2) A MEDICINA TRADICIONAL CHINESA associa os órgãos do nosso corpo a horários determinados e explica que se um indivíduo possui um organismo saudável com rotinas de sono bem estabelecidas, provavelmente terá predisposição a acordar por volta das 3h da manhã por que neste horário o fígado está mais ativo.

3) Do ponto de vista PSICOLÓGICO, acordar às 3h da manhã pode significar que o indivíduo sofre com estresse causado por depressão e ansiedade ou então fatores neurológicos relacionados ao sono podem estar causando este fenômeno.

A terapeuta Roberta Rocco explicou em seu canal no YouTube que revistas científicas comprovaram que quando um indivíduo vivencia um forte trauma, seu cérebro o acorda durante o momento que ele tenta realizar a reparação emocional, ou seja, quando você está dormindo profundamente, geralmente às 3h da manhã.

“Se você passou por um estresse muito forte, é muito comum em traumas ou acidentes que você tenha dificuldade para dormir e acorda às três da manhã”, destacou.

Ela contou que quando o cérebro está em processo de reparação, traumas do passado tendem a voltar e para que não haja um edema cerebral, o órgão envia alertas ao organismo para que ele desperte.

“Quando existe inflamação no corpo, você tende a inchar, gerar edemas, produzir líquidos no corpo e o mesmo ocorre o seu cérebro. Então seu corpo automaticamente desperta você às 3h da manhã porque você está produzindo líquidos demais”, revelou.

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*Fonte: bonsfluidos

 

Não temos tempo de temer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la

A vontade é de sentar e chorar. Mas, não posso sentar e chorar. Ainda é cedo para entrar em pânico. Como escreveram Gil e Caetano, na letra da canção “Divino, Maravilhoso”: “É preciso estar atento e forte; não temos tempo de temer a morte”. Atenção para a interpretação de texto! Não se trata de destemer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la e seguir ao pé da letra as recomendações das autoridades sanitárias. A morte dói muito mais aos que continuam vivos. Portanto, por uma questão prática de humanismo e solidariedade, tomemos todos os cuidados.

Pode ser que o confinamento compulsório por que passamos e passaremos nos próximos dias seja útil para conduzir cada um de nós a uma reflexão oportuna a respeito do nosso papel no mundo. Parece claro que a nossa relevância individual no contexto do universo se restringe àqueles que nos amam: os amigos, os familiares, os admiradores. Bingo! Não somos a cereja do bolo. Somos farinha. Farinha do mesmo saco. E a gente vai ter que se engolir, colegas.

Calma lá. Não é preciso ser um presidente da república aloprado para saber que não há razões para histeria. O mundo vai ficar ainda mais estranho, mas, não vai se acabar. Aliás, pode ser que, a partir desta pandemia desagradável, desta guerra globalizada contra um inimigo competente e invisível, esteja começando uma era mais alvissareira. Por enquanto, ficarão adiados os encontros e, por conseguinte, os desencontros. As maiores provas de amor poderão soar como desamor: não abraçar, não beijar, negar o colo. Enquanto durar a quarentena, e pode ser que ela demore pra caramba, assistam a bons filmes, contudo, evitem os de Ingmar Bergman, por exemplo. São humanos, demasiadamente, humanos. Melhor optar pela comédia e pela fantasia. Vamos desanuviar.

Ouçam boa música para preencher o ambiente doméstico. Contra o vazio existencial, só o perdão e o amor próprio resolvem. Por razões óbvias, evitem o blues a todo custo. Se tiverem vontade de dançar, afastem os móveis e dancem. Mas, que seja o twist. Nada de “cheek-to-cheek”, troca de perdigotos e coisa e tal. Leiam os livros consagrados, com reconhecida qualidade técnica. Evitem autores malditos, como Bukowski, O Velho Safado. Já temos problemas demais sem eles. Não tentem. Por favor, não tentem.

Melhor não beber bebidas alcoólicas durante o recolhimento domiciliar obrigatório. A não ser que seja um bom vinho, mas, sem o tilintar dos copos e dos corpos. Façam polichinelos. Exercitem os neurônios. Tirem os sapatos. Sentem no assoalho. Pratiquem jardinagem. Falem com as plantas. Desliguem um pouco a droga do telefone celular. Vejam sob uma nova ótica. Encantem-se com os filhos brincando pela casa, se tiverem filhos, se tiverem casas. Eles estão crescendo rápido demais e, vai chegar o dia em que vão dar o fora. Normal. Nada de novo no front. A vida é assim mesmo. Muitas vezes, parece uma brincadeira de mau gosto de Deus, um daqueles filmes de drama em que o bem vence no final. Às vezes, dá um frio na barriga e vem aquela sensação de que estamos vencidos. Mas, quem disse que o filme já terminou? As engrenagens que giram a humanidade ainda têm muito querosene para queimar. Podem crer. Fiquem em casa e durmam sob o silêncio do mundo.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

Nossos cães possuem uma missão espiritual especial em nossas vidas

Quem tem cães em casa sabe o quanto que um abanar de rabo pode mudar tudo, digo tudo mesmo, internamente. Nosso dia pode ter sido difícil, a raiva, o medo e a dor podem estar nos deixando ansiosos e tristes, mas basta chegarmos em casa, e se torna impossível não abrir um sorriso e sentir a vibração de amor que o nosso cachorrinho nos transmite.

Não é atoa que eles estão sendo usados como companhia para idosos depressivos, em creches para crianças que não conseguem se adaptar facilmente e em hospitais, já que,com seu amor, conseguem melhorar o humor e a sensação de bem-estar dos pacientes e conseqüentemente ajudar no processo de cura.

Conhecida universalmente como Pet Therapy e praticada em muitos hospitais pelo mundo a fora, ela mostra resultados claros e objetivos, principalmente para pacientes com depressão.

A missão dos cachorros é tão especial que me atrevo a dizer que eles tem uma função particular que se assemelha a missão de Jesus na Terra: nos ensinar a amar! Eles nos ensinam a estabelecer um vínculo de amor tão forte que, nenhuma pessoa consegue continuar indiferente a esse sentimento que enobrece a alma, depois que convive por anos com um.

Algumas vertentes espiritualistas acreditam que eles são capazes de absorver energias negativas dos ambientes e das pessoas, e que se purificam através da água, das plantas ou de elementos naturais. E indicam que se percebermos uma tristeza em seu olhar, pode ser que estão carregados dessas energias que retiram de nossa casa ou de nós, e por isso, precisam de muito carinho.

Outros ainda afirmam que a forte sensibilidade tanto olfativa quando auditiva desses animais revelam essas características podem permitir que eles enxerguem outras dimensões e que alcancem diversos níveis de consciência que ainda não conhecemos.

Algumas vertentes espíritas acreditam que eles reencarnam rapidamente após a morte porque estão aqui, como nós, em processo de evolução. Afirmam que, quando morrem, quase instantaneamente, sua alma ou energia vital é atraída, magneticamente, e por afinidade, para mais um processo de encarnação. Dessa forma, de pouquinho em pouquinho, vai progredindo. E mais, quando o vínculo com o dono é muito forte e o amor foi aprendido em sua essência, o nosso animalzinho pode voltar para o nosso lar, em outro animal recém nascido.

É bom acreditar nesse processo evolutivo, diminui a dor da partida saber que poderemos nos ver de novo. É tanto o que nos ensinam de bom, tanta abnegação e bondade… e só pedem duas coisas em troca: Amor e cuidado!

*Por Iara Fonseca

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*Fonte: seuamigoguru

Por que as pessoas gritam?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?
Questionou novamente o pensador.
Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:
Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam. Falam suavemente.

E por quê?

Porque seus corações estão muito perto.

A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.

Seus corações se entendem.

É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo:
Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.”

*Mahatma Gandhi

 

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*Fonte: naterradosbudas

 

11 diferenças entre pessoas positivas e pessoas negativas

Existem pessoas que encaram a vida com um sorriso e outras para as quais o mundo é um local cheio de desafios que nunca conseguirão ultrapassar. Que tipo de pessoa é você?

Acredito que tudo é energia. Ao permitir que a energia negativa nos envolva, abriremos espaço para a melancolia, ciúme, preguiça e tantas outras coisas.

Existem pessoas que encaram a vida com um sorriso e outras para as quais o mundo é um local cheio de desafios que nunca conseguirão ultrapassar. Que tipo de pessoa é você? É do tipo que tenta ver o bem em tudo e encara a vida de forma positiva, e luta por aquilo que quer ou é aquela que se queixa constantemente da vida que leva, só pensa de modo negativo e culpa o destino por tudo o que lhe acontece?

Sei que o conselho “afaste-se de pessoas negativas, elas sempre têm um problema para cada solução” parece repetitivo mas, quem sabe, de tanto ler ou ouvir, você decida colocá-lo em prática? Decida-se de que lado da balança você quer estar.

Confira abaixo as 11 diferenças:

1. Mudanças na vida
Uma pessoa negativa teme as mudanças e,muitas vezes, entra em estado de ansiedade por causa delas. Gosta das coisas tais como elas são e, sem grandes alaridos, não procura, portanto, mudança, embora se queixe com frequência de que as coisas vão mal.

Uma pessoa positiva olha para as mudanças como uma forma de avançar, aprender algo e andar para a frente, por isso abre portas à mudança e assume novos desafios, sem ter medo do que daí poderá ocorrer.

2. A atitude perante os outros
As pessoas negativas, sempre que se fecham no próprio mundo, tendem a se achar o centro do Universo e sofrem bastante da chamada mania de perseguição. Por serem dessa forma, vão achar sempre que falam mal delas e que tudo o que fazem será observado e criticado.

As pessoas positivas falam e se relacionam com as outras pessoas, e estão sempre dispostas a ajudar quem mais precisa. Ao se relacionar, percebem facilmente que não são o centro do Universo e que devem ser iguais, embora todos tenham as suas diferenças. Percebem também que cada um tem a sua vida, portanto, não passam o tempo metidos na sua.

3. Lidar com os erros
Sendo negativa, a pessoa acabará por colocar a culpa dos seus erros constantemente nas outras pessoas e não assumirá a sua parcela de responsabilidade nos processos. Como se julga o centro do Universo, facilmente depreende que os outros é que estão errados e que são responsáveis por todos os seus problemas.

Sendo positiva, uma pessoa conseguirá parar para pensar nos seus erros, perceber quem os causou e como os solucionará. Saberá que, se errou ou fracassou em algo, provavelmente, foi por sua culpa apenas e que terá de melhorar no futuro para atingir tudo o que deseja.

4. Pedir perdão e assumir culpas
Pedir perdão é algo muito raro para uma pessoa negativa porque, na maior parte dos casos, ela nem sabe sequer que teve culpa. Como está tão preocupada em colocar a culpa em tudo o que não seja ela própria, é muito complicado que consiga responsabilizar-se por algo e pedir perdão a alguém.

Uma pessoa positiva, como é capaz de assumir suas culpas, é também capaz de pedir perdão a quem quer que seja, reconhecer que errou e fazer as pazes com essa pessoa, sem guardar rancores.

5. Egoísmo (esse item é atualíssimo)
Pisar nas outras pessoas para conseguir o que deseja é algo que os negativos fazem com frequência. Como não se preocupam com mais nada, além de si próprias, é muito fácil passar por cima dos outros para ficar bem na vida.

As pessoas positivas sabem que todos temos sentimentos e que as palavras, muitas vezes, magoam mais do que as ações. Para além disso, demonstram os seus sentimentos e não se fecham no próprio mundo impenetrável.

6. Sucesso alheio
O sucesso dos outros é uma ameaça para as pessoas negativas, aliás, elas secretamente desejam que as demais fracassem, estão sempre à espera de que as outras pessoas não consigam aquilo que desejam para ficar sempre por cima delas.

As positivas ajudam as demais a atingirem os objetivos e ficam contentes com a vitória delas, festejam o sucesso juntas e lutam para que outras possam chegar ao mesmo patamar.

7. Críticas dos outros
Com toda a negatividade e pensamento de que estão certas, as pessoas negativas não aceitam crítica de ninguém, até porque não sabem ver quando a crítica é construtiva, principalmente em redes sociais. Pensam sempre que os outros apenas os querem para baixo, por isso se fecham no seu mundo.

As positivas aceitam as críticas e as usam (desde que certas) para melhorar aspectos da sua vida. Percebem que os outros dizem as coisas que dizem para tentar ajudar e nem sempre para reduzi-las.

8. Conhecimento
Pensam que sabem tudo e não aceitam que ninguém as supere ou tenha opinião diferente. Muitas vezes, essas pessoas são totalmente o contrário das sabichonas que pensam ser.

As positivas, por sua vez, gostam de falar com as outras pessoas e aprender com elas, têm a mente aberta para novas aventuras e estão constantemente à procura de conhecimento, mesmo nas áreas que acreditam dominar.

9. Trabalho alheio
Vão achar sempre que conseguem fazer o trabalho melhor do que os outros e nunca vão dar o devido mérito às pessoas que trabalham e que se esforçam para deixar tudo perfeito.

Pessoas positivas olham para os outros como seus iguais, com capacidade de fazer as coisas, e são capazes de elogiar as demais e reconhecer quando fazem bem um trabalho.

10. Lidar com o destino
Uma pessoa negativa acredita piamente no destino e que tudo o que lhe acontece é culpa de alguma divindade. Não sabem como podem mudar o seu destino e aceitam tudo como uma espécie de maldição.

A positiva não acredita no destino, mas que são as suas escolhas que farão o dia de amanhã. Vive um dia de cada vez, mas consciente de que o que faz no presente vai afetar o seu futuro.

11. Ajudar os demais
Uma pessoa negativa não consegue ajudar a si, por isso dificilmente conseguirá ajudar alguém positivamente. A positiva, entretanto, vai tentar de todas as formas animar a outra pessoa, mesmo que ela própria não esteja no seu dia mais animado.

Então, de que lado você quer estar: quer ser uma pessoa negativa, que culpa a vida e os outros por tudo, ou positiva, que encara a vida como deve ser encarada e não desiste a cada novo desafio?

Lembre-se: seja o tipo de pessoa que você gostaria de conhecer.

*Por Gu Ferrari

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*Fonte: osegredo

Não carregue o mundo nas costas! Cuide apenas do peso que lhe compete!

Quanto antes você decidir cuidar de si e carregar somente o peso que lhe compete, mais cedo começará a viver com melhor qualidade e realização.

Era uma vez um homem (mas também poderia ser uma mulher, e talvez até já tenha sido você) que carregava o mundo nas costas. Ter o mundo em suas costas significa tentar resolver todos os problemas de muitas pessoas e se culpar por todas as coisas que não saem exatamente como planejadas. Certamente, a vida sob essa perspectiva é muito pesada.

Na verdade, a história do homem não importa neste momento, mas a sua história importa muito a todo instante. Assim vale pensar que existem pessoas que acreditam que se seguirem o caminho do seu coração, ou seja, aquilo que realmente desejam fazer, irão prejudicar a vida de outra pessoa a tal ponto que esta não conseguirá se reestabelecer.

Algumas pessoas deixam seus sonhos de lado por seus pais, namorados ou namoradas e também por seus filhos. Nós somos responsáveis pelas escolhas que fazemos e pela vida que escolhemos viver e, à exceção de pais e mães, enquanto seus filhos são crianças e adolescentes, nós não somos responsáveis pelas escolhas dos outros.

Sendo assim, o outro é responsável pela vida dele, e você não irá conseguir viver plenamente, se buscar agradar a todos e viver conforme as expectativas que os outros têm para você!

Entenda algo muito importante: a partir do momento em que você se torna adulto, você é responsável por você e por escolher cada caminho que deseja seguir. Durante esse caminho, algumas pessoas irão com você e outras deixarão de ser sua companhia. Umas permanecem mais tempo; outras, menos, mas o mais importante é você perceber que você sempre estará com você.

Meio óbvio? Mas o óbvio precisa ser dito, pois nem sempre damos ao óbvio a atenção que ele deve receber. Sendo assim, cuide-se!

Como? Aprenda. Cada um de nós tem o seu tempo de aprendizagem para cada coisa que vive. Se está difícil saber fazer algo sozinho, procure ajuda. Todos nós precisamos de ajuda em diferentes aspectos ao longo da nossa vida, e está tudo bem ser assim.

Quanto antes você decidir cuidar de si e carregar somente o peso que lhe compete, mais cedo começará a viver com muito melhor qualidade e realização. Além disso, é muito importante você saber que, quando escolhe carregar o outro em suas costas, está fazendo o papel de muleta para ele, e dificilmente alguém que o tem como muleta muda, pois a situação se torna zona de conforto para ele.

Quer mudança na sua vida e nas relações que estabelece? Então comece por onde você pode, que é mudando você mesmo. Cuidar de você é o que lhe dá poder!

Lembre-se que aprender é parte de nossa vida e que uma das mais importantes aprendizagens é saber dizer “sim” para você. Assim aprendemos a nos amar e a valorizar tudo aquilo de incrível que temos e que, às vezes, não conseguimos ver.

Acredite, a vida é muito mais leve quando você aprende a soltar o outro e começa a cuidar de você.

Se fizer sentido para você, lembre-se daquilo que é dito por comissários de bordo nos aviões: “Se algum problema acontecer, máscaras de ar cairão. Coloque primeiro a máscara em você e depois ajude a pessoa ao seu lado”.

Você sempre precisará estar bem com você, em primeiro lugar, para poder ser uma pessoa melhor para o outro. Por isso, cuide-se!

Você não precisa carregar um peso extra, que tira sua energia a vida toda. Você pode escolher diferente!

*Por Daniela Peroneo

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*Fonte: osegredo

Quando vivemos sem esperar nada de ninguém somos mais felizes!

Por que você deve parar de esperar que os outros sejam o que você quer que eles sejam?

Quando vivemos a esperar que o outro seja diferente do que ele é, passamos a viver em eterno descontentamento.

Sentimos a rejeição do outro que não quer suprir as nossas expectativas e rejeitamos a possibilidade de aceitá-lo como ele gostaria de ser. Se não aceitamos, nos tornamos infelizes e fazemos da vida do outro, um inferno.

Mas quando aceitamos as limitações e o momento evolutivo do outro nos sentimos em paz e vivemos o contentamento que a aceitação nos traz.

Parar de esperar atitudes que o outro não é capaz de tomar é provar que o ama de verdade.

Mesmo que acreditemos que o outro seria mais feliz se ele fizesse exatamente aquilo que entendemos ser melhor para ele, devemos lavar as mãos e nos manter em nosso lugar, que é a nossa própria vida. Não temos direito sobre a vida do outro, a única vida que podemos controlar é a nossa.

As expectativas irreais que criamos em relação a vida do outro só causam indisposições, tanto em nós, quanto no outro que se sente incapaz de realizar aquilo que desejamos, e por isso, prefere se distanciar à ter que conviver com uma pessoa que o cobra atitudes que não condiz com aquilo que ele realmente é.

Ele prefere cortar relações do que viver uma vida toda se sentindo frustrado por não conseguir realizar aquilo que o outro exige.

E quando nos sentimos frustrados nossa alegria se esconde e a tristeza se instala em nossa alma.

O que fazer com a expectativa que criamos?

Quem criou a expectativa que a embale!

Se nós criamos uma expectativa que não condiz com a realidade, somente nós poderemos nos desfazer dela. Nunca será culpa do outro, sempre nossa!

Nossas ilusões são da nossa conta, não devemos cobrar uma conta que é nossa e jogá-la nas costas do outro.

“Se você não espera nada de alguém, nunca fica desapontado.” – Sylvia Plath

Todos nós viemos para esse mundo com uma missão, com um propósito, alguns se desviam do próprio caminho para assumir um caminho imposto por outros, isso acontece muito com a relação mãe/pai/filho, as vezes, entre marido/esposa, mas geralmente, os pais são os maiores criadores de expectativas e os maiores responsáveis pela frustração dos filhos.

O problema é que ninguém pode ser quem nós queremos que eles sejam.

Nossos filhos são seres independentes, foram confiados a nós para que cuidemos e eduquemos, mas nos foi explicado claramente que deveríamos criá-los para que pudessem viver suas próprias vidas de forma independente, do jeito que decidirem, e acharem que devem.

A única maneira de criar filhos fortes é ensiná-los a ter autonomia.

Pais que nunca deixam seus filhos fazerem escolhas, que sempre criticaram as suas atitudes, que acreditam que seus filhos não são capazes de se virar sozinhos, são “pais que afundam”, sim, pais que levam o filho para um buraco chamado “dependência”.

Filhos dependentes são pessoas infelizes, e a infelicidade é um estado permanente na alma desses que vivem a frustração de não conseguirem suprir as altas expectativas de seus pais.

O que seus pais não sabem e não querem enxergar é que eles são muito bons sendo eles mesmos. Eles querem estar confiantes e confortáveis ​​em serem quem são e, se quiserem mudar, mudarão em seus próprios termos  - não nos seus.

Quem cria expectativa não conhece o VERDADEIRO sentido da palavra “RESPEITO”

“Bem-aventurado aquele que nada espera, porque nunca ficará desapontado.” – Alexander Pope

Muitas vezes as expectativas são mascaradas com a roupagem de preocupação.

As pessoas que criam expectativas demais costumam usar da preocupação para tentar manipular as atitudes e as escolhas do outro.

Dizem:

Eu estou preocupado com você, você não entende que eu fico sem dormir de preocupação? Que eu passo dias sofrendo preocupado com você?

Esse tipo de manipulação pela preocupação diz ao outro o seguinte:

“Eu não confio em você! Acredito que você não é capaz! Sei que se você fizer isso você se dará mal, porque te conheço mais do que você mesmo!”

Quem cresce escutando essas coisas, mesmo que de forma não declarada, se torna um adulto inseguro, que vive um medo constante do fracasso, e uma autocobrança desumana.

Para quem se identifica com esse comportamento, digo:

Pare imediatamente de se comportar dessa maneira, essa atitude já deve ter sido causa de muito sofrimento!

Comece a praticar o desapego e a focar na sua própria vida!

Repita essa frase várias vezes ao dia:

“Sou desapegado dos resultados do outro (diga o nome da pessoa) e assumo total responsabilidade pela minha felicidade”, seremos mais contentes e pacíficos, nunca mais cobrarei que o outro (nome da pessoa) seja como eu gostaria que ele fosse. Nunca mais me preocuparei com ele, ele sabe o que faz, ele é adulto e tem o direito de viver a própria vida como bem entender”.

O respeito as escolhas do outro deve ser a sua prioridade dentro de um relacionamento, de qualquer natureza.

Cada indivíduo deve ter o direito de escolher o que achar melhor para si. Sem ter que se preocupar com o que fulano acha ou até mesmo ter que enxergar nos olhos de ciclano a desaprovação.

Não é fácil

Para quem possui uma natureza egoísta e controladora é muito difícil se desapegar e deixar o outro viver a própria vida.

Quando as expectativas são impostas dentro de um relacionamento afetivo, a infelicidade é uma constante.

Existem parceiros que cobram a perfeição da esposa, que reclamam de tudo, e querem as coisas de maneira impecável. Não relaxam e não deixam a parceira relaxar.

Existem esposas que fazem o mesmo, esperam o marido chegar para começar a vomitar suas insatisfações, que nada mais são que expectativas criadas, que não condizem com a real personalidade da pessoa com quem se casou.

O amor existe, então eles passam a vida tentando fazer o melhor que podem todos os dias e porque ambos esperam demais um do outro, ou apenas um na relação se comporta assim, o relacionamento acaba esfriando, e a vida a dois se transforma em uma mentira, onde um tenta suprir as expectativas do outro, e nenhum consegue alcançar um nível perfeito de excelência, simplesmente porque a perfeição não existe.

Qual a solução para esse dilema?

Viver a vida sorrindo!

Que?

Sim!

Viver a vida sorrindo é a receita de felicidade daqueles que não criam expectativas, apenas plantam amor.

Aqueles que vivem a vida sorrindo, não possuem tempo para se preocupar, porque sorrir exige tempo e esforço. E quem vive sorrindo não quer ter que parar de sorrir por motivo algum.

Se o marido não levou o lixo para fora, abra um sorriso e leve o lixo.

Se a esposa deixou a luz acesa, abra um sorriso e apague a luz!

Se o seu filho escolheu seguir outro caminho que não aquele que você “esperava” dele, sorria e aceite!

Você poderia conversar tranquilamente com seu filho adolescente que mentiu para você que estava estudando e na verdade, estava jogando vídeo game? Ao invés de soltar um grito de arder os ouvidos?

Você poderia amenizar a dor do fracasso de um filho, sem ter que proferir a conhecida frase: Eu te avisei?

Conheço pessoas que são felizes independente das escolhas do outro, independente das pedras que aparecem no caminho, simplesmente porque eles desconhecem a palavra: EXPECTATIVA.

Nem sempre será fácil deixar o outro viver de acordo com as suas vontades, mas é necessário e imprescindível. A vida do outro é dele, apenas dele.

Geralmente, quem sofre por não ver acolhida sua opinião dentro da vida do outro, são pessoas que acreditam que a vida deveria girar em seu entorno.

São pessoas muito vaidosas que acreditam que devem impor as suas certezas.

Infelizmente essas pessoas ainda não conhecem o amor incondicional, acreditam que amam, mas o amor que sentem é muito egoísta.

Essas pessoas precisam entender que nascemos sozinhos, encontramos pessoas pelo caminho, mas morreremos sozinhos, e o que fica, são nossas experiencias, nossas relações com a vida e com as pessoas, e aqueles que são privados de ser quem são, para cumprir as expectativas daqueles que dizem saber o que é melhor para eles, serão sempre as pessoas mais tristes do mundo. Mergulhadas em depressão, e ansiedade.

Os criadores de expectativas profissionais, depois, ainda afirmam:

“Eu não sei porque meu filho tem depressão, eu sempre fiz tudo pra ele.”

Ou então:

“Eu não sei porque meu marido é agressivo, eu faço tudo pra ele!”

Obvio, fazer tudo é o grande erro!

Ninguém precisa que ninguém faça tudo para ninguém. Pelo contrário, as pessoas precisam se sentir livres para fazerem as suas próprias escolhas, precisam sentir que possuem autonomia e pessoas ao lado que confiam nas suas escolhas de vida. Simples assim!

Por tanto, pergunte-se agora se o seu sofrimento atual possui raízes nas expectativas que você criou em relação ao outro.

Seja sincero com você e entenda, se a resposta for sim, você precisa se libertar desse controle emocional e libertar o outro, principalmente.

NOTA SOBRE ESPIRITUALIDADE:

Quando criamos expectativas e tentamos moldar o outro as nossas vontades, interferimos em algo muito sério, naquilo que foi predestinado a ele, naquilo que ele veio aprender, na sua mais importante missão: A reforma íntima.

Deus sabe o que é melhor para cada filho para que ele consiga concluir sua jornada com exito melhorando aqueles pontos obscuros que precisam ser iluminados.

Na maioria das vezes, o que você pensa ser melhor para alguém, e insiste por anos a fio nessa certeza, não é o caminho que o ajudará a desenvolver sentimentos e emoções que foram destinadas ao cumprimento do seu karma.

É certo que algumas pessoas só aprenderão o que Deus acredita ser a melhor lição, na dor e na dificuldade, e se vivessem com facilidades e mordomias pela vida toda, acabariam aumentando seus débitos e acumulando dívidas para uma outra oportunidade na Terra.

Deus vive em nós e nos dá dicas o tempo todo!

Mesmo que você lute contra as escolhas de alguém, se a escolha dele for o que Deus acredita ser o melhor para a sua edificação, de nada adiantará você ir contra, pelo contrário, a sua atitude não será bem vista aos olhos de Deus, e você estará assumindo a responsabilidade pelo mal emocional que causar a ele.

Pare de uma vez por todas de criar expectativas e aceite as escolhas do outro!

Ao aceitar que a vida do outro é de responsabilidade estritamente dele, você será muito mais feliz!

*Por Iara Fonseca

 

 

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*Fonte: seuamigoguru

4 conselhos ‘sincerões’ de Leandro Karnal que você deveria levar para a vida toda

Leandro Karnal é professor, historiador, cronista. Mas ele pode ser definido também como um grande frasista, ou pode ser considerado apenas um grande pensador contemporâneo.

O professor sempre apresenta seus argumentos com propriedades e se porta de uma maneira calma e com semblante sereno, mesmo quando há polêmicas envolvidas. Ponderado, ele sempre olha todos os lados de uma análise, sempre respeitando os lados que, claro, são terminantemente éticos.

Separamos alguns alguns comentários e frases de impacto do professor Karnal para refletirmos

1. ‘A certeza é própria do caráter raso’

Recentemente em uma palestra com o título “Fama, Fé e Fortuna”, em que passeia por diversas linhas de pensamento e problemáticas contemporâneas, Leandro Karnal não poupou aqueles que não lêem, não estudam, mas dizem saber de um tudo por aí. Vale até a transcrição de um trecho:

“Geralmente as pessoas que estudam pouco ou observam pouco o mundo ou têm pouca capacidade limitada de compreensão, têm muita certeza. A certeza é própria do caráter raso. Não é que as pessoas que estudam têm um bom caráter, há muitas pessoas cultíssimas também com caráter raso, mas é capacidade de você abarcar a diversidade que outro ser de um jeito que não fira a lei, que não fira a ética, que outro ser de um jeito não o torna pior ou melhor, torna-o diferente (…)”.

2. Dois grandes valores reais da sociedade

Em 2016 em uma entrevista ao Roda Viva, a colunista Ana Cristina Reis, questionou Karnal sobre algumas frases célebres do livro “Felicidade ou Morte”. Entre outras, a jornalista chamou atenção à seguinte:

“A família e o celular são os dois grandes valores que sociedade ocidental construiu”.

Contextualizando a frase, Karnal respondeu assim: “Aqui as pessoas morrem (pelo sentimento que têm) pela família, assim como morrem pelo celular, falando e digitando enquanto dirigem, ou seja, vale a pena eu arriscar minha vida para manter-me conectado”.

3. Karnal não passa pano para os “umbiguistas”

Em recente entrevista à BBC por conta do lançamento de seu mais novo livro (O dilema do porco-espinho: como encarar a solidão), o também professor da Unicamp não facilita para os que acham que todos seus problemas estão nos outros ou que o Universo conspira sempre contra.

“Negociando meu narciso na convivência social eu paro de me achar o centro do mundo e percebo que parte da minha tristeza solitária é vaidade ou narciso ferido”, disse ele ao ser questionado pela reportagem sobre aproveitamento espaços compartilhamento para lidar com a solidão.

Olhar para dentro parece ser um bom conselho para analisar o mundo, tanto o seu quanto o que compartilhamos com todo o restante da população mundial. Obrigado, professor.

4. Uma clássica e polêmica do professor sobre corrupção, uma doença crônica

Em seu canal no Youtube, Saber Filosófico, Karnal relembra certa vez em que disse que “corrupção no Brasil é como herpes, vai e volta, mas nunca é curada”. Essa parece ser uma daquelas máximas tão polêmica como atemporal, tão “de mau gosto” (de certa forma), mas tão real. As aspas em “mau gosto” são justificadas pelo próprio ao dizer que chegou a receber mensagens de uma pessoa que tinha herpes questionando-o a respeito e ele prontamente explicou não estar falando exatamente do problema de saúde daquela pessoa, mas sim uma metáfora – muito bem formulada, diga-se de passagem.

*Leandro Karnal

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*Fonte: sabervivermais

Pare de ver apenas o lado ruim das coisas: A sua vida é o reflexo de como você a vê!

A sua vida, como anda? Está tudo bem? Ou é cada desastre que se você for contar, ficaria a vida inteira, e ainda assim, faltaria tempo para tanta história triste?

Você possui livre-arbítrio para escolher o que é bom e o que é ruim para a sua vida, suas vibrações atentem ao seu pedido, mas se a sua tendência é olhar sempre para o lado negativo das coisas, a sua vida se tornará um espelho dos seus pensamentos!

SE ABRA PARA O AMOR VERDADEIRO! PARA A GRATIDÃO! VIVA E SEJA FELIZ NO PRESENTE! FOQUE O SEU OLHAR NAS COISAS SIMPLES DA VIDA, E NAS BENÇÃOS QUE VOCÊ JÁ TEM!

Já chegou a hora de parar de cobrar amor dos outros e começar a oferecer o amor que nada exige, apenas sente!

Existem pessoas que só reclamam, apontam os defeitos de todos, insinuam culpados, e nunca conseguem ver a farpa no seu próprio olho, pois não enxergam um palmo à frente do seu próprio umbigo!

Essas pessoas só sabem exigir! E acreditam quem podem comprar o amor das pessoas!

Elas geralmente são muito preocupadas, possuem muitos medos infundados, quase infantis, e a postura que assumem diante dos outros passa a ser um tanto quanto invasiva! Principalmente diante daqueles que elas dizem amar!

Essas pessoas costumam ver apenas o lado negativo de tudo, e se ofendem, se vitimizam, e se doem quando suas vontades não são atendidas!

Deus nos coloca diante dos mais difíceis desafios e sempre com o intuito de nos ensinar a guiar as nossas sombras para a luz, para o bem, para o que nos fará melhor!

Mas nossas inquietações egoístas podem, muitas vezes, tender para o mal! E por isso precisamos vigiar, e orar, cada um a sua maneira, mas fazendo uma forte conexão com o nosso eu verdadeiro! A nossa matriz!

 

Tentem fazer isso diariamente!

Entrem em contato com vocês e com as suas sombras!

Conversem com elas afim de iluminá-las, e façam como Jesus no deserto, mas por favor, não tentem fingir aos outros que elas não existem, que vocês são uns pobres coitados, que tudo dá errado apenas para vocês, que as pessoas são injustas e que vocês são os únicos ou as únicas que fazem o bem nesse mundo!

Não se queixem dizendo aos quatro cantos que não mereciam esses sofrimentos! Parem de ver apenas o lado negativo das coisas que acontecem!

Parem imediatamente!

Comecem a ver o lado bom que existe em tudo!

Porque se pararem para analisar atentamente, em TUDO existe um lado bom, um significado nas entrelinhas, um aprendizado transformador, uma liberdade conquistada após uma tempestade que destruiu tudo, uma força que nem se acreditava ter, depois de um luto desestruturante!

Até naquilo que você acredita ser uma calamidade, existe o lado bom!

Façam isso, se desejam, sinceramente, parar de “vampirizar” quem está do lado com suas lamentações e críticas!

Porque conviver com uma pessoa que só vê o lado ruim de tudo é estar constantemente doando nossas melhores energias para que ele beba e se satisfaça, justamente porque ele mesmo não consegue produzir energias tão boas, com uma mente tão adoentada.

Limpe os seus óculos empoeirados pelo tempo! Deixe as suas lentes tão limpas a ponto de conseguir enxergar o reluzir das águas em um lago cristalino.

Esse lago, é o seu interior, que quando se apega ao negativo, se torna turvo e barrento, mas quando se abre para o que a vida oferece de bom, na esperança da bonança que vem após as tempestades, se torna um espelho, onde você poderá ver refletido a sua própria e real imagem.

Você pode escolher o que é bom e o que é ruim para a sua vida! E optar por focar apenas no que é bom.

Lembranças tristes todos nós temos, mas não precisamos carregá-las conosco por onde formos, podemos deixá-las lá no passado, mesmo que o passado tenha acontecido há dez minutos!

Aprendamos a deixar o que é ruim pra lá, e trazer o que é bom pra cá!

Pare de focar apenas no negativo! A sua vida refletirá os seus pensamentos!

*Por Iara Fonseca

 

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*Fonte: seuamigoguru

Estar bem consigo mesmo é melhor do que estar bem com todos

«Um jovem e notável discípulo de artes marciais estava aprendendo sob a tutela de um professor famoso.

Um dia, o professor estava observando uma sessão de prática no quintal e percebeu que a presença dos outros alunos estava interferindo nas tentativas do jovem de aperfeiçoar sua técnica.

O professor podia perceber o desejo do jovem de ficar bem diante dos outros e sua frustração por não conseguir. Ele se aproximou e deu um tapa no ombro dele.

– Qual é o problema? – ele perguntou.

– Não sei – disse o jovem visivelmente tenso. – Por mais que eu tente, não consigo executar os movimentos corretamente.

-Venha comigo, eu explico para você – respondeu o professor.

O professor e o aluno deixaram o prédio e caminharam até um riacho. O professor permaneceu em silêncio na praia por um tempo. Então ele falou.

– Olhe para o riacho. Há pedras no seu caminho. Tenta impressioná-las? Golpea-se contra elas por frustração? Simplesmente flui e segue em frente. Seja como a água.

O jovem tomou nota do conselho do professor e, em poucos dias, mal notou a presença de outros alunos ao seu redor. Nada poderia afetar sua maneira de executar os movimentos, cada vez mais perfeitos ».

Essa história maravilhosa nos fala sobre a necessidade de encontrar equilíbrio e paz interior, em vez de tentar impressionar os outros e obter sua aprovação. De fato, quando aguardamos a aceitação dos outros, ocorre uma contradição: quanto mais a procuramos, mais ilusória ela se torna e menos valorizamos os outros.

A parábola usa a água como um recurso, pois na filosofia budista ela tem um simbolismo especial porque encerra perfeitamente seus ensinamentos. A água flui constantemente, se adapta às formas dos recipientes e levanta todos os tipos de obstáculos. É sua capacidade de se adaptar sem perder sua essência que a torna tão especial.

Os riscos de buscar a aprovação de outras pessoas

1 – Estamos cada vez mais nos afastando de nossa essência. Quando buscamos a aceitação de outros, assumimos que algumas de nossas características não serão bem recebidas, por isso tentamos escondê-las. Colocamos uma máscara social que nos afasta da autenticidade e nos “força” a interpretar um personagem. Obviamente, viver naquele “teatro” é cansativo, porque precisamos estar cientes de reprimir muitos dos pensamentos, atitudes e emoções que experimentamos naturalmente.

2 – Vivemos em uma montanha-russa emocional. Quando a opinião dos outros se torna a bússola que dita nossos passos, subimos por conta própria a uma montanha-russa emocional, porque nosso humor começará a depender diretamente de avaliações externas. Ficaremos felizes se nos lisonjearem ou profundamente infelizes e frustrados se nos criticarem ou nos rejeitarem. Nesse ponto, paramos de possuir nossas emoções e damos controle aos outros. Tornamo-nos pessoas reativas à mercê da opinião de outras pessoas.

3 – Esquecemos nossos sonhos. É algo terrível, tão terrível que normalmente afastamos isso da mente, mas quando nossa vida gira em torno da aprovação de outros, abandonamos nossos sonhos e planejamos adaptar e adotar os objetivos dos outros. Dessa maneira, acabamos perdendo a motivação intrínseca, que é o nosso motor de direção, e ficamos sem paixão. Assim, acabamos vivendo a vida que os outros querem, não a vida que queremos.
É possível sermos nós mesmos sem “prejudicar” os outros?

Um dos obstáculos que para as pessoas no caminho da autenticidade e da libertação pessoal é o medo de prejudicar pessoas importantes. No entanto, o fato de crescer, perseguir nossos sonhos, ser independente e se sentir bem consigo mesmo não deve ser um problema para os outros. Pelo contrário, se eles realmente nos amam, devem se sentir felizes pelo nosso crescimento.

O problema é que, quando criamos um relacionamento de dependência com alguém, buscando sua aprovação antes de tomar decisões, do mais inconseqüente ao mais importante, estamos conferindo um enorme poder sobre nós. Muitas pessoas se sentem confortáveis nesse papel, gostam do poder que têm sobre nossas vidas e não querem romper esse vínculo. No entanto, muitas vezes essas pessoas se tornam cada vez mais exigentes, tentam nos amarrar mais rapidamente e suas demandas de controle se tornam desproporcionais. Nesses casos, cortar o laço é uma questão de sobrevivência psicológica.

É claro que, quando nos tornamos independentes, ousamos desejar coisas diferentes e começar a tomar nossas próprias decisões, essas pessoas estarão “magoadas” porque desejam manter esse vínculo de dependência. De certa forma, a dor é uma forma de manipulação emocional. No entanto, devemos lembrar que muitas vezes os laços que nos mantêm unidos também são os que mais nos amarram.

Nesses casos, não devemos ter medo de “prejudicar” essa pessoa porque não estamos realmente machucando-a, mas estamos dando ao relacionamento uma chance de amadurecer. O que estamos fazendo é elevar o relacionamento a um nível superior, onde não há dependência, mas duas pessoas maduras que gostam de estar juntas a partir de sua individualidade, sem dependências tóxicas.
Não seja você mesmo, seja a melhor versão de você

Um dos piores conselhos de auto-ajuda que podem nos dar é incentivar-nos a ser nós mesmos. Devemos ter em mente que muitas pessoas conseguiram ser elas mesmas, mas muitas outras falharam miseravelmente. Muitas pessoas foram felizes por serem elas mesmas, mas outras foram profundamente infelizes.

O conselho mais sábio é: seja a melhor versão de você. Isso não significa que devemos renunciar à nossa essência, mas que devemos aprender a tirar o melhor de nós mesmos. Por exemplo, ser uma pessoa raivosa no final só nos trará problemas, além de nos fazer sentir mal. Isso não significa que devemos esconder nossa decepção ou descontentamento, mas que devemos expressá-la de forma assertiva. O objetivo não é agradar aos outros, mas ser capaz de gerenciar nossas emoções porque acumular ressentimento, ódio e ressentimento acabará nos prejudicando.

O segredo para ser a melhor versão de nós mesmos é muito simples: quando desenvolvemos um bom equilíbrio interno, sabemos exatamente o que queremos na vida e estamos em paz consigo mesmos; Tudo isso se traduz em cada um de nossos atos e nos permite relacionar de forma mais assertiva e autentica.

De fato, ser autêntico não significa explodir quando nos sentimos zangados e frustrados ou dizemos a primeira coisa que vem à mente sem refletir sobre suas conseqüências, que é simplesmente um comportamento infantil.

Nas palavras de Jean Paul Sartre: “Quem é autêntico assume responsabilidade pelo que é e se reconhece livre de ser o que é”.

A pessoa autêntica pratica a congruência, é ela quem expressa o que sente e pensa assertivamente. No entanto, a autenticidade não se limita à congruência, não é simplesmente “seja você mesmo”, mas também implica um profundo conhecimento interior, assumindo responsabilidade e uma sólida auto-estima que não depende das opiniões dos outros.

A pessoa autêntica é sensível às emoções e opiniões dos outros, não pode ser diferente, mas decide não subordinar suas decisões aos julgamentos e críticas dos outros. O mais interessante é que, quando estamos bem conosco, quando somos autênticos de maneira madura e com um profundo autoconhecimento, os outros percebem isso e conquistamos seu respeito e admiração, mesmo que esse não seja o objetivo final.

*Adaptado de Rincon de la psicologia

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*Fonte: pensarcontemporaneo

A gente não faz amigos, reconhece-os

Título Original: “All star azul: um hino à amizade”

Todos os anos, chegando próximo ao meu aniversário, me dou algo significativo de presente. Algo que não entra na categoria de utilidades e necessidades, mas que carrega certa poesia e algo nas entrelinhas que só as almas mais sensíveis reconhecerão. Pode ser um pingente, uma seleção de músicas ou um livro.

Esse ano me dei de presente um All star azul.

O All star azul fala de uma amizade. Uma grande amizade. E eu desejo que meu All star azul represente isso dentro de mim. Os amigos que tive e com quem construí uma história. Uma história que, mesmo que tenha ficado lá atrás, como a de Nando Reis e Cássia Eller, ainda é uma história que eu gosto de lembrar.

Tenho diversas lembranças memoráveis dos meus amigos, principalmente aqueles de uma época importante da minha vida: a faculdade.

Ao assistir ao episódio “Por trás da canção” sobre a música All Star azul, em que Nando conta a história da letra e a relação que ele tinha com Cássia, algo muito delicado e doce ressurgiu dentro de mim. A lembrança desses meus amigos, as cartas escritas à mão que trocávamos nas férias e a simplicidade de um all star azul.

Acho que é isso. As melhores amizades são aquelas marcadas pela simplicidade, e até, arrisco dizer, pelas dificuldades. São aquelas que foram construídas num tempo em que vivíamos duros, contando os trocadinhos na carteira, ao passo que tínhamos energia de sobra para varar noites em claro e contrariar o manual da saúde perfeita indo comer pastel na feira após o raiar do sol. Os melhores amigos são aqueles que compartilharam conosco suas dúvidas e sonhos, e com quem dividimos nossas primeiras fossas, ressacas e paixões. São aqueles que testemunharam nossos primeiros enganos, nossa necessidade de crescer a qualquer custo, nossa coragem de desafiar as leis da física, da vida e do tempo.

No documentário “Por trás da canção”, os convidados contam sobre a relação de Nando e Cássia, e entre os depoimentos, ouvimos frases como: “havia uma identificação total”, “era um encontro de temperamentos”, “aquilo lá era uma coisa muito acima do que a maioria das pessoas está acostumada a viver”, “aquilo lá era transcendente”, e isso nos dá a dimensão exata do que uma amizade verdadeira pode ser.

“Estranho seria se eu não me apaixonasse por você…” Essa frase pode ser muito boa de ouvir de um namorado (a), parceiro (a), marido ou esposa. Mas pode ser ainda melhor vinda de uma amiga ou amigo verdadeiro, como foi o caso de Nando e Cássia. Porque evidencia uma paixão descomprometida de pele, mas com verdadeira conexão de almas.

Muitas vezes o encantamento por um amigo surge da identificação. Nos identificamos com aquele cara que diz coisas que não conseguimos verbalizar e nos sentimos maravilhados por aquela menina que assume medos semelhantes aos nossos. Dizemos que os santos batem, e a sensação é a de que finalmente o mundo faz sentido. Nando dizia: “nossa afinidade tinha a ver com uma certa esquisitice, com nossa timidez”, e percebemos que isso é real, verdadeiro e muito perfeito, pois procuramos no outro algo que nos ajude a enfrentar nossos próprios abismos e excentricidades. Nos perdoamos quando enxergamos em nossos amigos a aceitação de nossas estranhezas.

Dizem que a amizade é uma aliança contra a adversidade, e acredito nisso também. São nossos amigos os primeiros a fazer pactos silenciosos de lealdade conosco quando o ensino médio testa os limites de nossa autoconfiança; os primeiros a compartilhar conosco experiências de superação quando somos rejeitados pelo amor platônico da adolescência; os ouvintes de nossos desabafos quando a vida é mais forte que a gente; os parceiros silenciosos de nossas dores não anunciadas, mas certamente reconhecidas por eles.

Meu all star azul tem o propósito de me lembrar os amigos por quem carrego paixões. Paixões movidas a gratidão, experiências, parcerias, risadas e lágrimas. Cada vez que sair por aí com meu calçado poético, sentirei que estou abraçando cada um dos meus amigos e carregando uma parte de nossa história em minhas andanças. No fundo imagino que eles gostariam de andar comigo, pois a lembrança de nossas afinidades me assegura nossas mãos dadas pelo caminho e, mais ainda, a certeza de que, como dizia Vinícius de Moraes: “a gente não faz amigos, reconhece-os”…

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*Fonte: agrandeartedeserfliz

Descubra o que encontrar o sentido da vida faz com você

Pessoas que têm um sentido para a vida têm uma melhor saúde física e mental, enquanto estar buscando por este sentido pode estar associado com pior saúde física e mental, conclui estudo da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA). O trabalho foi publicado na revista Journal of Clinical Psychiatry.

“Quando você encontra mais sentido na vida, você se torna mais contente, enquanto se você não tem propósito de vida e está procurando por isso sem sucesso, você vai se sentir muito mais estressado”, afirma o autor principal, Dilip Jeste.

O estudo, chamado de Avaliação do Envelhecimento de Sucesso, foi desenvolvido ao longo de três anos, e examinou dados de 1.042 adultos com idades entre 21 e mais de 100 anos.

Para saber se os participantes tinham senso de propósito ou não, eles foram entrevistados e questionados para classificar itens como “Eu estou procurando um propósito ou missão para minha vida” e “Eu descobri um propósito de vida satisfatório”.

Gráficos de contentamento

Uma observação interessante dos pesquisadores é que se fosse colocada em um gráfico, a relação entre idade e contentamento para pessoas com propósito seria uma parábola com concavidade voltada para baixo, enquanto para as pessoas que estão procurando propósito seria uma parábola com concavidade voltada para cima. A idade de 60 anos é o pico do contentamento para quem tem propósito de vida e o maior declínio para quem ainda não encontrou um propósito.

Isso porque quem vive com propósito pode ter que procurar por novos propósitos depois da aposentadoria, quando a pessoa precisa encontrar uma nova identidade além da carreira e também quando começa a sofrer com problemas de saúde e com a perda de familiares e amigos.

Por outro lado, quem não tinha conseguido encontrar um propósito até este momento, tem uma chance de se encontrar na aposentadoria.

Propósito de vida e medicina

Nas últimas três décadas o efeito de sentir ou não um propósito de vida tem sido visto com maior importância na pesquisa médica, especialmente para pacientes geriátricos. Os próximos passos da pesquisa incluem analisar outras áreas, como sabedoria, solidão e compaixão, e como tudo isso impacta o propósito de vida.

“Também queremos examinar se alguns biomarcadores de estresse e envelhecimento estão associados com a busca e conquista de propósito de vida. É uma época empolgante neste campo conforme tentamos descobrir respostas baseadas em evidência para algumas das questões mais profundas da vida”, diz Jeste. [Science Daily]

*Por Juliana Blume

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*Fonte: hypescience

7 coisas que você não sabia sobre Buda

Muitos conhecem Buda por suas mensagens que trazem a verdade, a paz, humanidade e igualdade aos povos. Com seus ensinamentos, encontramos as ferramentas para conduzirmos nossas vidas de forma pacífica e feliz. Para iluminar nossas mentes e almas, em busca de elevarmos nosso espírito.

Seu verdadeiro nome é Siddhartha Gautama. Em muitas lendas, é o príncipe de um pequeno reino aos pés do Himalaia, que deixa sua família em busca de respostas que acabam guiando-o por uma jornada espiritual poderosa. Além de fundar um movimento religioso que sobrevive até os dias atuais. Hoje, preparamos uma lista incrível sobre alguns fatos que você provavelmente não conhecia sobre Buda. Confira!

1 – Não era um líder religioso

Provavelmente, você nunca encontrará em nenhum lugar uma alegação do “fundador” do budismo de que este estaria fundando uma religião. Não há registros históricos confiáveis onde Buda se considerava um líder religioso ou em que ele estava lançando as bases para um novo movimento.

O mais correto é dizer que Buda oferecia um caminho alternativo por rejeitar as formas tradicionais religiosas da cultura hindu. Somente depois de sua morte é que, a até então seita, se transformou em um movimento religioso.

2 – Não era um príncipe

Não há bases históricas para creditar que, de fato, Buda era um príncipe, apesar de muitas lendas retratá-lo como tal. Acredita-se que seu pai, na verdade, fosse uma espécie de líder regional da organização social em que vivia Buda, e que se assemelhava a um sistema republicano em oposição à monarquia. Sua família era muito importante dentro desse sistema político.

3 – Poucos membros

Com base em registros históricos e arqueológicos, no começo da seita “fundada”, por Buda não havia muitos seguidores. Mesmo após sua morte, tal movimento ainda era pequeno na Índia. Somente no terceiro século a.C. é que as coisas mudaram. Ashoka transformou o budismo em um religião na Índia.

Foi criado um clima social e político de aceitação das ideias budistas. No entanto, entre a morte de Buda e o tempo de Ashoka, as evidências arqueológicas, inscrições e documentos são escassos.

4 – Buda não é um deus

Inúmeras figuras religiosas acabaram sendo elevadas ou até mesmo se afirmaram deuses, manifestações divinas ou profetas. Mas Buda nunca fez isso. Ele nunca se intitulou nem ao menos profeta. Ele simplesmente era um homem convicto de que o conhecimento e o esforço pessoal, não a devoção a deuses, eram os verdadeiros meios para a salvação.

5 – Ele não era vegetariano

A imagem de um Buda vegetariano é uma das reivindicações sobre sua vida sem suporte histórico. Nem mesmo as primeiras fontes budistas mencionam que Buda seria vegetariano. Na verdade, há muitos relatos descrevendo Buda comendo carne e até aconselhando o uso de caldos de carne para a cura de doenças. Relatos afirmam que a última refeição de Buda teria sido um javali.

6 – Prévias reencarnações

No início, muitas tradições religiosas “competiam” com o budismo, tentando apoiar sua autoridade na alegação de que haviam se originado há mais tempo. Para reivindicar um nível de credibilidade, os primeiros budistas criaram várias obras literárias sobre os “budas do passado”.

Tais obras buscavam enfatizar que os ensinamentos de Buda eram uma verdade atemporal. Curiosamente, o enredo dessas histórias são quase idênticos. Tendo todos os budas o mesmo nascimento, renúncia, momento de iluminação e a morte após comer carne .

7 – Buda divindade

Muitos círculos hinduístas consideram Buda uma divindade. Umas das múltiplas manifestações do deus Vishnu. E isso soa como uma grande ironia para uma pessoa que baseou seus ensinamentos na unicidade da humanidade e na igualdade entre as pessoas. Outra ironia, entretanto, é que ao elevar Buda a uma escala divina, sua imagem não se torna mais poderosa. No hinduísmo, repleto de divindades, Buda ser um deus o torna comum. Apenas mais um entre milhares.

*Por Jesus Galvão

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

3 coisas que você precisa saber sobre a voz da intuição

1. Todo mundo tem intuição

Eu sei que todos nós podemos acreditar nisso até certo ponto, certo? Todos nós podemos lembrar de quando o telefone tocava e nós apenas “sabíamos” quem estava do outro lado da linha. Ou talvez dos momentos em que sentíamos que ia chover e pegávamos o guarda-chuva mesmo o céu estando azul.

Estas são apenas algumas das maneiras através das quais você pode reconhecer que a intuição tem estado em sua vida desde o início.

Isso significa que você nasceu com intuição, então abandone a dúvida e siga adiante.

2.Então, como é a intuição?

Nós temos tantos pensamentos e emoções e dizemos coisas a nós mesmos toda a hora …

Então, como discernimos o que é orientação e o que é confusão?

Uma prática que realmente me ajudou foi imaginar como meu Eu Superior iria agir se eu estivesse cara a cara com ele. Você pode trocar o termo por Deus, Universo, Fonte – qualquer palavra que pareça confortável.

Para mim, esta energia é sempre calma, pacífica, nutritiva, solidária, amorosa, gentil, benevolente. É tudo isso e muito mais.

Eu imaginei essa energia muitas vezes … E sempre me sinto como se estivesse olhando para o sol, bem de perto, sentindo ondas vibrantes de amor passarem através de mim.

Esta energia é tão poderosa que você vai sentir todos os poros de seu corpo dançando para receber a graça de sua intenção.

Qualquer orientação de cima faz você se sentir assim.

A energia do seu Eu Superior não pode ser dramática, errática ou extrema.

Em outras palavras, se você sentir quaisquer emoções elevadas de pânico, medo, excitação ou ansiedade – não é a sua intuição, é a sua reação humana e do ego.

Quando a orientação chega, é suave, mas estável, neutra, mas amorosa, suave, mas firme.

Você pode reconhecer essa voz interior através de sua reação:

Se você ativamente ignorar essa voz, você vai sentir um peso.
Se você ouvir e agir com o conhecimento que esta voz te concede, sentirá uma sensação de realização e paz.

3.Como eu sei o que ela diz?

O universo é complicado da perspectiva científica, mas não é complicado no que precisa dizer.

Porque por mais que pensemos que a vida é complicada, da perspectiva maior não é.

A orientação virá como um empurrão em uma determinada direção. Às vezes, simplesmente virá como um “não” despretensioso.

Sua intuição vai oferecer conselhos em um tom benigno e suave, sempre. Se você estiver em perigo, sua voz interior irá alertá-lo para “olhar para a esquerda”, “se mover” ou “correr”. E quando você precisar responder a uma pergunta sobre uma mudança de carreira, sua voz interior pode responder “espere”, ” sim “ou” escolha o que você ama “.

Mesmo quando sua intuição não diz nada, está te enviando uma mensagem.

Esse silêncio gentil irá responder a sua pergunta – se você ouvir. Às vezes, o silêncio indica que a pergunta que você procura não é relevante para sua vida no momento.

Pensamentos finais

Em suma, o seu foco deve estar em como sua intuição apresenta sua comunicação com você.

Qual é a melhor maneira de responder a esta pergunta? Descubra como você se relaciona com o mundo.

Quando você chegou à pré-escola, provavelmente descobriu que tipo de aluno é, embora talvez não tenha tido vocabulário para explicá-lo naquela época.

Assim como nossas capacidades de aprendizagem, já sabemos quais estilos intuitivos são nosso forte. Nós nunca tivemos orientação, então talvez não tenhamos conseguido alcançá-la.

Mas reconhecer sua intuição é simples.

Quando você recorda todas as vezes em que sua voz interior “falou”, e quando pensa nas palavras que usa para descrever eventos especiais, esse é o seu estilo de intuição.

Você apenas “sabe”, “sente”, “ouve” ou “vê” a resposta, solução ou decisão melhor para você?

Nosso mundo é muito dinâmico. Temos que procurar uma forma de agir melhor nele.

Mas a partir daí, só precisamos de treinamento muscular e um pouco intuição.

 

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Escute a sua intuição. Ela é tão real quanto a sua visão!

Dia desses vi uma mãe insistindo com uma criança para que ela desse um abraço em sua tia-avó. A criança esperneava e a mãe ficou envergonhada.

Ora bolas! Não seria mais fácil e menos embaraçoso deixar a criança ser educada, dizendo seu tímido oi, de longe?

Todos nós temos um sexto sentido, uma intuição que nos guia em direção às energias que são compatíveis com as nossas, aquelas que nos fazem bem e, do mesmo modo, repelem as que não estão em sintonia com nossas crenças e valores. Acontece que, para as crianças que ainda não estão moldadas às regras sociais, isto é muito mais natural e espontâneo!
Se ouvíssemos com mais frequência essa nossa “voz ” interior, nós nos livraríamos de situações que nos trazem muito mais dificuldades do que leveza na vida.

Essa escuta atenta aos nossos instintos mais primitivos possui diferentes nomes e significações. Na psicologia é explicado que nosso cérebro capta muito mais das pessoas e das situações do que conscientemente lembramos e, a partir disso, nós nos sentimos mais dispostos a aceitar alguns convites, temos afinidades com algumas pessoas e certo receio, ou mesmo bloqueio, com outras, nada de sobrenatural, somente nosso cérebro afinado com tudo que viu e ouviu e que não nos lembramos conscientemente.

Para as religiões cristãs, a explicação é que temos anjos da guarda e que eles falam conosco através de sentimentos, alertando-nos para as situações.

Já para o misticismo, a intuição é nossa capacidade de nos conectarmos com o Ser Supremo, a Divindade que rege o Universo e que pode nos ajudar a seguir os caminhos certos para nossa elevação espiritual. E, na etimologia, a palavra intuição é derivada do latim “intueor”, que significa ver, reconhecer.

Portanto, independente da explicação, teoria ou nome que damos, essa “voz” interior existe, é sábia e todos nós podemos ouvi-la!
Escute-a! Confie! Dê-se uma chance… o que ela está tentando lhe mostrar hoje?

*Por Simone Barreiros Rosa

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*Fonte: osegredo

Quando você tiver um conflito, não dê ao ego para resolvê-lo, dê à alma

Não tomemos como ponto de partida o fato de que, em geral, todos os nossos conflitos são gerados precisamente pelo ego, com a dificuldade de aceitar tudo o que acontece conosco e de colocar a resistência entre ele e nós, sem nos dar a oportunidade de fluir com os nossos processos.

Vamos supor que o ego não tenha muito a ver com a geração do nosso problema e, a partir daí, avaliamos as diferenças entre abordá-lo da alma ou do ego.

Ao abordar qualquer problema com ego, encontraremos o seguinte:

Nossos pensamentos estarão focados no problema, não tardaremos muito para trazê-lo quantas vezes for necessário para pensar sobre como chegamos a esse ponto, os fatores envolvidos, as possibilidades de sair, quais estratégias devemos adotar. Todos os pensamentos associados ao problema gravitam ao redor, tornando impossível para nós ocupar nossa mente efetivamente em outra coisa.

O medo sempre estará presente, o medo de que não possamos resolver o conflito, ou até mesmo piorá-lo, o medo de perder alguma coisa ou parar de ganhar outra coisa.

A preocupação com o que dirão ocorrerá e imaginaremos a opinião dos outros, enquanto nossa imagem perde valor.

O sofrimento será inevitável, entre a preocupação e o desgaste físico e emocional, teremos uma interessante mistura de fatores que tornarão o trânsito mais complicado e cheio de dor.

Podemos ter soluções bem à frente, mas a ansiedade pode obscurecer nossa visão, tornando impossível considerar qualquer uma delas viável para sair do que nos preocupa.

Quando abordamos um problema a partir da alma, podemos encontrar o seguinte:

A confiança se faz presente, sabemos que o problema tem uma solução e que vamos alcançá-la.

Vemos qualquer conflito como uma possibilidade de crescimento e melhoria, de onde podemos resgatar qualquer coisa positiva que nos ajude a melhorar ou a nos conhecer.

Aceitar uma situação tira a conotação de que poderíamos lhe dar um problema e, com ela, a parcela de resistência ou negação, o que nos permite passar por cada episódio de uma perspectiva menos exaustiva.

Focamos na lição, não no sofrimento que nossa mente normalmente identifica e adota em cada situação, por mais inócua que possa parecer.

As soluções para o que pode nos afetar parecem ser apresentadas “magicamente”, temos nossos sentidos e pensamentos disponíveis para estar no presente e detectar os caminhos que são abertos para gerar as mudanças que precisamos fazer.

A calma prevalece, não saímos do controle, com a certeza de que, por nossa natureza, qualquer coisa perturbadora tenderá a desaparecer quanto menos atenção dermos.

Quando abordamos nossos problemas a partir da alma, podemos comparar a sensação com a de um gerente que tem a melhor equipe, onde ele deve apenas enviar um pedido de resolução e essa equipe dará a melhor resposta de maneira eficiente e diligente.

Nossa alma age como uma equipe eficiente, multidisciplinar, diligente e que, a partir de um sistema de ordem e relaxamento, resolve o conflito, sem que o gerente (nós) precise investir mais energia nele.

Confie na sua alma, ela sempre tem todas as respostas, faça o possível para ouvi-la, enquanto o seu ego grita muito alto. Feche os olhos e encontre no fundo de todo o barulho, aquela voz que calmamente indica o caminho e não hesite, ou questione, aprenda a ouvir sua verdadeira essência, carregada com toda a sabedoria que você precisa.

*Por Sara Espejo

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Gatos neutralizam energias negativas, e colocam em movimento

A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco.

Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.

 

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*Fonte:

Kundalini: despertando a Alegria de Viver e o Prazer da Vida

A energia Kundalini é uma energia criadora que, quando ativa, flui para todo o Universo e integra o Céu e a Terra, o Yang e o Yin. Essa energia é conhecida, desde a antiguidade, como “Fogo Serpentino”. Saiba mais sobre a poderosa energia da Kundalini.

Tudo na Criação é energia! Cada ser e elemento têm seu vórtice energético.

Desde a antiguidade nas escolas e templos iniciáticos do Egito e da Índia, haviam práticas com o desenvolvimento energético e espiritual de uma poderosa energia denominada Kundalini.

1. O que é Kundalini

A palavra Kundalini deriva do sânscrito que significa, literalmente, “enrolada como uma cobra” ou “aquela que tem a forma de uma serpente”.

Essa denominação faz alusão à Energia Cósmica que se concentra em cada Ser, e que no humano, através de sua Consciência, pode ser expandida.

2. Efeitos da ativação da Kundalini

Quando uma pessoa desperta a Kundalini ativa um fluxo energético, semelhante à Serpente Flamífera, que parte do chacra básico situado na base da coluna vertebral (cóccix) e sobe pela medula espinhal, fortalecendo a rotação dos Chacras (pontos energéticos) e com isso, sentidos e faculdades surgem ou se acentuam, como intuição, vidência, telepatia e outros.

Ao ativar a Kundalini se promove a acensão dessa energia simbolizada pelo símbolo do Caduceu de Mercúrio.

A ativação da Kundalini faz subir a energia ígnea, a partir do Chakra Muladhara, passando por cada um dos seis chakras que são: Swadisthana, Manipura, Anahata, Vishuddhi, Ajna e Sahasrara.

Com a passagem da Kundalini por cada Chakra, sua respectiva faculdade é ativada.

Veja cada Chakra e sua respectiva faculdade ou poder:

BÁSICO (1°) ou Múládhára – Conexão com à Terra
SACRO (2°) ou Swádhisthána – Sexualidade e Alegria
PLEXO SOLAR (3°) ou Manipura – Emoção e Poder
CARDÍACO (4°) ou Anáhata – Sentimentos
LARÍNGEO (5°) ou Vishuddha – Comunicação e Criatividade
FRONTAL (6°) ou Ájña – Intelecto e Intuição
CORONÁRIO (7°) ou Saháshara – Conexão com o Divino

Quando a Kundalini chega ao sétimo chakra, acontece a experiência de Iluminação e Autorrealização, graças à ativação da glândula pineal.

Nesse processo do despertar da Kundalini, em conjunto com a elevação do nível espiritual e a expansão da Consciência, o praticante se torna um Mestre e Iluminado.

3. A vivência do despertar da Kundalini

Existem formas e práticas de ativar a Kundalini mas, para alcançar um resultado de verdadeira plenitude é necessário disciplina, devoção, conexão com o Divino, amor, pureza e respeito com a energia sexual. Caso contrário, essa poderosa energia poderá ser mal empregada pelo fato de a pessoa não estar preparada para saber utilizá-la de forma sábia e consciente.

A Serpente Ígnea é ativada e alimentada através da respiração consciente, práticas com mantras e meditação. Os casais têm a oportunidade de elevar essa energia de forma mais plena, através da prática sexual.

Aliado a tudo isso, vem os cuidados dados à cada dimensão que integra o ser humano: física, vital, astral, mental e espiritual, ou seja, a pessoa precisa refinar seus sentidos e elevar seus hábitos que envolvem: alimentação, sexualidade, diversão, relacionamentos, conexão com a criação e espiritualidade.

4. Como despertar ou ativar a Kundalini

Algumas formas de vivenciar a elevação da Kundalini são:

4.1. Respiração Consciente
A respiração consciente pode ser praticada através do Yoga, da Meditação ou do pronunciamento de Sons Sagrados (Mantras).

4.2. Alimentação saudável e mais natural
A alimentação à base de vegetais refina a energia e promove a saúde do corpo.

4.3. Viver com presença e plena auto-observação
Para esse processo de expansão é fundamental a auto-observação de momento a momento, vivendo com mais Consciência e Presença.

4.4. Filtrar as impressões e informações que entram na mente através dos 5 sentidos
Impressões e informações densas, pesadas e violentas afetam negativamente a energia e até bloqueiam os chakras.

4.5. Abastecer corpo, mente e emoções com o que promove equilíbrio
Para harmonizar os chakras e melhorar a qualidade da energia, é necessário cultivar atividades, ações, pensamentos e emoções mais elevados e sutis. Para isso, é recomendável ouvir músicas relaxantes, praticar atividade física moderada, ter contato com a Natureza, respeitar os animais, estar em paz consigo, aquietar a mente, viver em um estado mais contemplativo e tratar a energia sexual como sagrada e espiritual, sem derramá-la para poder ascendê-la.

5. A ascensão da Kundalini: uma vida com mais força e propósito!

Quando existe essa percepção e toda essa vivência, o Sagrado se manifesta e a comunhão com Deus se revela em maior integração com a Vida, expressando mais Alegria e sentido. Mais Plenitude!

*Por Deise Aur

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*Fonter: greenme

Enlouqueça! A vida é muito curta pra se viver em uma caixa

Não fale muito alto. Leve guarda-chuva. Pense duas vezes. Não esqueça a blusa de frio. Exercite-se. Sorria para a foto. Coma uma maçã por dia. Beba água. Use filtro solar. Invista em previdência privada. Estude. Economize 30% do salário. Leia a Bíblia.

Seja prudente. Desde que se nasce, a cautela é um mantra: traz sanidade, decência e portas abertas para uma vida tanto reta quanto correta. Prudente é ser comedido diante de decisões, obedecer aos pais, usar roupas adequadas e entender que ser astronauta ou artista plástico é um sonho estupidamente infantil. Adulto mesmo é sagrar-se médico, engenheiro, advogado ou concursado.

Dizem que uma vida sem prudência é loucura. De fato, somente um louco é capaz de corajosamente sondar sua alma para descobrir que cautela excessiva é espelho de medos alheios.

Um louco decide raspar a cabeça e raspa. Escolhe trocar de emprego e troca. Entende mudar de país e muda. Gasta mais tempo voltando a lanterna na direção de sua alma do que na dos outros, pois compreende que suas limitações são suas, suas conquistas são suas e sua vida é absolutamente sua.

Um louco de verdade não acredita no ridículo, porque intuitivamente sabe que a vastidão do mundo abarca tantas possibilidades quanto é possível elas existirem. Quando se percebe tolo, ri de si com carinho e começa de novo, sem medo de errar ou vergonha do mundo… É que este louco — quanta loucura! — entende que a dor engrandece, a humilhação ensina, a perda fortalece e o erro é a melhor de todas as escolas.

Há alguns séculos, a própria Loucura, pelas palavras de Erasmo, enalteceu a si mesma com sabedoria: “Há duas coisas, sobretudo, que impedem o homem de chegar a conhecer bem as coisas: a vergonha, que ofusca sua alma, e o temor, que lhe mostra o perigo e o desvia de empreender grandes ações. Ora, a Loucura nos livra maravilhosamente dessas duas coisas”.

No palco da vida, quase todos os homens passam de uma coxia a outra como um jovem soldado que vai para a guerra: sem compreender seu sentido real, caminhando rumo ao fim com passos firmes, recheados de vazio e dor. Afogados em prudência espartana, reúnem todo seu espanto a restringir a própria vida e vigiar a alheia. Uma viagem exótica, uma mudança de profissão ou qualquer detalhe que demonstre um pouco de coragem são suficientes para que debochem, fuxiquem ou reprovem.

Pobres prudentes, que se resumem a preto e branco, censurando o arco-íris de seus irmãos! Pobres prudentes, que fecham os olhos ao grande mar de vida em seus próprios corações! Fossem mais insanos, dedicariam seu tempo ao precioso autoconhecimento e não a debruçar-se sobre o que lhes desinteressa.

Somente um louco é capaz de mergulhar em si e questionar seu espírito com teimosia e curiosidade até compreender a fome que o move. Torna-se então consciente de suas prisões e liberdades, e aí mora o grande segredo de seu riso: ciente do que o prende, consegue transgredir. Apenas quem conhece as próprias prisões é capaz de libertar-se.

Ser louco é sobretudo não tornar os velhos hábitos um estilo, ser destemido para lançar-se nas ondas da vida, não se matar com opiniões de pessoas amargas, rasgar-se e remendar-se a cada dia e, acima de todas as coisas, ter coragem de ser fiel a si.

Troque de roupa, de ideia, de rumo ou de amor. Livre-se de velhas dores, providencie novo começo, peça demissão, enfrente medos antigos, dispense a coerência e respire novos ares. Ninguém nunca disse que o caminho há de ser reto. Basta que ele seja.

*Por Lara Brenner

 

 

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*Fonte: revistabula

Ninguém é por acaso

Alguns minutos de conversa são suficientes para reconhecer uma energia que combina com a sua.

É como se não estivéssemos apenas conhecendo uma nova pessoa, mas sim reencontrando alguém familiar.

Os assuntos batem, os sorrisos se complementam, a emoção é espontânea, o diálogo flui.

Gargalhadas, insights, sentimentos. Intensidade. Como explicar? Por que tão natural? De onde sai tanta afinidade?

Impossível entender. Nada nem ninguém é por acaso. Só nos resta sentir, explorar, aproveitar. Conexão pura. Encontros ou reencontros do destino? Só nos resta confiar em quem o escreveu.

*Por Amanda Fitas

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*Fonte: @despertandobudas

A felicidade mora na ausência de planejamentos, de aviso prévio, em nossas felizes distrações cotidianas

A felicidade mora no esquecimento de si, da vida, de tudo…

Minha família adora uma conversa em volta da mesa, em meio aos vapores das panelas no fogão; entre garfos e facas, entre pães fofinhos e copos cheios. Cada um se senta à mesa com suas miudezas, matando a fome com olhares familiares, bebendo da cumplicidade de novas histórias, nutrindo a alma daquilo que ela sempre sabe onde buscar, aconteça o que acontecer.

Às vezes, programamos tanto uma ocasião, uma festa, um prato mais elaborado ou jantar num restaurante elegante que, mesmo que sejam acontecimentos agradáveis, não carregam a simplicidade e o conforto acolhedor de estar ao redor da mesa na casa dos meus pais, jogando conversa e muitas tristezas fora.

A gente nem percebe como às vezes, ler um livro deitada numa rede na sacada, pode guardar, além da naturalidade do momento, uma felicidade desatenta e ao mesmo tempo tão real. Como uma breve respirada em meio ao caos do congestionamento, num fim de tarde, nos permite enxergar, do outro lado da avenida, um canteiro colorido e com muitas flores.

Tem manhãs que ouço uma criança cantando em voz alta uma música linda, que fala de carinho, de paz, enquanto penduro as roupas no varal. Algumas tardes não seriam inesquecíveis, se as xícaras de café e os papos bem-humorados com meu filho, deixassem a descomplicação pela hora marcada ou por formalidades.
Pois a felicidade mora no esquecimento, de si, da vida, de tudo. Está na abstração dos sentidos, na ausência de planejamentos, de aviso prévio, em nossas felizes distrações cotidianas.

A gente se depara com momentos bons, assim, sem arquitetar mesmo; ao avistar a lua cheia e suntuosa pelo vidro da janela numa noite qualquer, ao sentir um perfume agradável numa caminhada no parque, numa gargalhada em coro, quando uma banalidade se torna uma piada por todos que a vivenciam. Como nas piscadas demoradas que meu gato arrisca ao me olhar profundamente e até nas mensagens simples de alguém que registrou sua lembrança com poucas palavras e alguns emojis divertidos.

Perde-se vida demais buscando algo esplendoroso, deixando de lado o prazer enraizado nas trivialidades, nos instantes desprogramados. Esquecendo que a felicidade está na insignificância das eventualidades, no desleixo do tempo, na presença desobrigada.

Quando estamos, desprendidos de estratégias, livres de condicionamentos; e somos golpeados e presenteados por banais porém marcantes “horinhas de descuido”.

*Por Flavia Bataglia

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*Fonte:

Oração Quântica

Eu ORDENO a retirada de minha mente de todas as crenças, conceitos, pensamentos, imagens, frases, pessoas negativas e TUDO que me limitou até aqui no meu crescimento moral, profissional, financeiro e espiritual.

Se há algum inimigo, revelado ou não, querendo me atingir, que seja iluminado neste momento se tornando meu amigo, porque na minha vida só há lugar para amigos. Abençoe, abençoe, abençoe!

Coisas maravilhosas chegam a minha vida neste momento, neste dia e por toda a eternidade.

Eu conquisto os meus objetivos com facilidade. Vivo minha vida com alegria, calma, serenidade e harmonia comigo e com todo o universo.

Agradeço a tudo que sou e tudo que tenho. Sei que o poder da consciência é ilimitado e que a Consciência Una está comigo em todos os lugares.

Reconheço que sou um ser em constante movimento de evolução.

Escolho agora meu progresso físico, mental, emocional e espiritual e agradeço por meu estado de bem-aventurança. Sou feliz porque consigo sempre o que preciso e em abundância.

Dentro de mim estão virtudes, qualidades, competência, sabedoria e inteligência que fazem a minha vida feliz, realizada e ampla.

Supero qualquer tipo de obstáculo. Diante de mim se desenha um futuro de muita ação, construção e alegria.

As opiniões dos outros são muletas.

Quem tem pernas fortes como eu, não precisa de muletas.

Surpresas maravilhosas chegam agora em minha vida.

É maravilhoso como em todos os momentos estou mais feliz!

Eu sou saudável. Meus músculos são fortes, minha pele é firme, suave e viçosa, cheia de jovialidade.

Minhas células se renovam normal e ordenadamente, assim como meus hormônios.

Meu organismo funciona harmonicamente e eu sou só saúde, paz, vivacidade, beleza e alegria.

É maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso!

Minha vida e meus negócios sempre prosperam.

Todo dinheiro que eu preciso vem a mim facilmente a partir de fontes infinitas do bem.

O dinheiro sempre flui para mim em avalanche e abundância, pois a riqueza me pertence e faz parte a todo instante da minha vida.

Amigos me abrem portas oportunas e vantajosas ao meu crescimento, que sempre contagia e espalha prosperidade e otimismo com todos que convivo.

 

Pais

Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.

Khalil Gibran

A atitude é contagiante: vamos nos cercar daqueles que fazem emergir o melhor de nós

A atitude é o elemento mais importante que mostramos aos outros, por isso é bom ter cuidado para que ninguém ridicularize suas intenções, que ninguém considere suas forças e esperanças “impossíveis”. Não os deixe desencadear suas ansiedades, fazendo você acreditar que “você não vale nada, você não é capaz ou você não merece isso”.

Nossa atitude tem um enorme peso em nossa capacidade de influenciar o que acontece conosco. Portanto, não permita que tomem o que há de melhor em você.

Um aspecto assumido por muitos livros de auto-ajuda é a tentativa de nos orientarmos para o sucesso, em direção àquele triunfo externo que nos permite ser reconhecidos pelos outros pela nossa coragem, por nossas competência e capacidade. Precisamos esclarecer: em vez de um “sucesso externo”, o que devemos alcançar é uma calma interior.

“Uma pessoa feliz não é uma pessoa em determinada situação, e sim uma pessoa com certas atitudes.” -Hugh Downs-

As habilidades contam, não há dúvidas. Provar que somos capazes de concluir uma tarefa é certamente muito gratificante. No entanto, o que realmente importa são as nossas atitudes, porque elas marcam a diferença entre um dia lindo e um dia ruim. Elas sempre nos dão otimismo quando tudo dá errado, elas nos permitem acreditar em nós mesmos.

“Eu valho a pena, eu sei como fazer e eu mereço isso.” São essas três “raízes” que devem alimentar nossa atitude diária, com as quais devemos viver juntos do café da manhã. E, no entanto, há momentos em que a mentalidade negativa, catastrófica e até mesmo venenosa de algumas pessoas ao nosso redor pode comprometer seriamente nosso modo de encarar a vida, tornando-a profundamente instável.

Nossa atitude: uma decisão pessoal

A oferta editorial de livros sobre felicidade e desenvolvimento pessoal cresce a cada ano. Apesar disso, a OMS nos alerta que a depressão logo se tornará o principal problema de saúde do mundo.

Educamos nossos filhos para serem competentes em ciência, matemática, tecnologia e até mesmo em linguagem de programação, mas esquecemos de ensiná-los a tolerar a frustração, a administrar suas esferas emocionais, assim como seus momentos de raiva e tristeza …

Ninguém explica o conceito de atitude ou como “acreditar em si mesmo”. Nós não conhecemos estes conceitos porque na escola fomos ensinados apenas a saber identificar o sujeito e o predicado dentro de uma frase, a encontrar o mínimo múltiplo comum ou a acreditar que é suficiente ser bom, respeitoso e fazer boas anotações para a felicidade, como uma promessa na conclusão de um contrato que assinamos quando somos pequenos.

Não é de surpreender que, mais cedo ou mais tarde, descobrimos que nossas boas intenções não são suficientes para alcançar o sucesso. Percebemos que, se alguém não acredita em nós, desmoronamos como uma vela derrotada pelo vento.

Percebemos também que a sociedade nos oferece uma boa educação, mas adia nossas oportunidades deixando-nos em uma sala de espera sem saída. Nessa sala, estamos juntos com outras pessoas que, como nós, estão esperando, sendo infectadas com suas esperanças vãs, seu catastrofismo, sua auto-estima vazia ao copiar e colar.

Mais cedo ou mais tarde, percebemos o quanto estamos “doentes”, infectados pelo desânimo e pela passividade, obscurecidos por uma mente que se deixa conduzir pelo piloto automático da negatividade dos outros.

Nós acabamos percebendo a atitude como uma decisão impessoal, aquela que nos atrai para jardins secos e desolados onde nada cresce, e então nos lembra que não merecemos ficar lá, que devemos recuperar coragem, energia e alma para alcançar todos os objetivos que estamos lá. definir.

Os três componentes de uma atitude forte e corajosa

Costuma-se dizer que ter uma atitude positiva não será suficiente para resolver todos os nossos problemas, no entanto, precisamos irritar mais de uma pessoa, que com sua mentalidade quadrada e seus pensamentos limitantes não fazem nada além de colocar cercas nossos sonhos e trazer tempestade em nossos dias ensolarados.

Além de tudo, o que precisamos considerar é como a atitude é um valor pessoal para trabalhar todos os dias. Porque quando menos esperamos, pode vacilar ou, pior ainda, enfraquecer devido à influência prejudicial dessas pessoas.

Tudo o que temos a fazer é lembrar os três componentes que apoiam, formam e nutrem uma atitude forte:

• Compromisso: uma boa atitude exige um compromisso firme consigo mesmo, com as próprias intenções, metas, valores e objetivos.

• Autocontrole: para realizar um sonho, para alcançar um objetivo precioso, devemos assumir o controle de nossa realidade, seja o que for que esteja sendo jogado contra ela. Se cometermos um erro, a responsabilidade deve ser só nossa.

Nós não damos responsabilidade a ninguém, em vez disso adotamos uma atitude ativa, positiva e corajosa.

O último aspecto que ajuda a moldar nossa atitude é o desafio. Este é um aspecto que não podemos deixar de fora, porque a vida continuará a nos colocar na frente não apenas um, mas dez ou talvez cem desafios todos os dias. Precisamos ver essas provas como oportunidades de aprendizado para promover nosso crescimento pessoal, nossa vida, nosso sentimento de que somos verdadeiros protagonistas de nosso bem-estar.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Aos outros dou o direito de ser como quiserem, e a mim, dou o dever de ser a cada dia melhor

Amigos que só te procuram quando precisam desabafar, gente que só se lembra de você quando precisa de um favor.

Pessoas que despertam o amor de outras sem a intenção de corresponder. Nada disso tem a ver com quem você é.

Por isso, jamais se culpe por dar o seu melhor, por acreditar, por se dedicar, por ser sincero, por ser bom e se entregar.

Cada um só pode dar o que tem. E como sempre digo, é sobre quem somos e não sobre quem eles são.

Às vezes, a gente cansa, a gente desanima. Às vezes, apanhamos tanto da vida, nos decepcionamos tanto com as pessoas, que chegamos até a pensar que ser uma pessoa boa, pode não ser tão bom assim.

Às vezes, a gente acha que é utopia esperar que nos tratem da maneira que tratamos os outros, porque o mundo anda estranho demais.

Mas a verdade é que quando a essência é pura, o coração é sincero e as intenções são boas, não devemos nos arrepender, independente daquilo que recebemos de volta.

Porque, o que transborda dentro do coração de alguém se materializa em suas atitudes.

Então, que a gente continue cultivando bons sentimentos, valores e comportamentos, para que todas as nossas ações contribuam para um mundo melhor, para uma vida melhor, mesmo que nem todas as pessoas pensem e façam da mesma maneira.

Se mantivermos o autorrespeito, o amor-próprio e fizermos o melhor que pudermos, se dermos o nosso melhor, não teremos, nunca, nada do que nos arrepender.

Afinal, nossa responsabilidade é com o nosso caráter, com a nossa verdade, e com as nossas ações. E como disse Chico Xavier: Aos outros dou o direito de ser como quiserem, e a mim, dou o dever de ser a cada dia melhor.

Os outros são os outros, por isso, preocupe-se apenas em ser uma pessoa melhor, não só para aqueles com quem convive, mas ser uma pessoa melhor para si mesmo.

*Por Wandy Luz

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*Fonte: fasdapsicanalise

Se faça um grande favor e se olhe com mais amor

Esses dias eu assisti um experimento em que um artista pintava rostos de pessoas sem vê-las, somente com as descrições que elas próprias faziam.

Em seguida as pessoas saíam do ambiente, ainda sem que ele pudesse vê-las e entrava uma outra pessoa que descrevia para ele as mesmas pessoas anteriores, para que ele fizesse um segundo retrato.

Ao final o artista colocava os dois retratos um ao lado do outro e chamava as pessoas para observarem os seus próprios rostos descritos por elas e por outra pessoa.

Com muita surpresa as pessoas se emocionavam ao constatar que ao fazerem sua autodescrição elas enfatizavam seus defeitos e os pontos do rosto que não lhe agradavam, enquanto o outro retrato, descrito por uma segunda pessoa, era diferente, muito mais harmonioso e com um aspecto feliz.

Eu também me emocionei ao assistir isso porque constatei que a maioria de nós não consegue se olhar com amor.

Não por mal, obviamente, mas a verdade é que fomos criados e condicionados a agigantar os nossos defeitos, que muitas vezes nem existem, mas que a nossa mente e quem sabe a baixa autoestima faz parecer tão reais em nós.

Se o nosso corpo pudesse usar palavras, com certeza ele pediria para sermos mais bondosos com nós mesmos. Tarefa essa que nos é tão difícil!

É possível que você veja o quão distante estamos de nós mesmos ou o quão distorcidos somos nós da realidade?

Não é justo com nós mesmos passarmos uma vida habitando um corpo com o qual não estabelecemos uma relação sincera. Não é justo viver em guerra com o espelho por falta de aceitação. Não é justo deixar a mídia e a sociedade incutirem em nós belezas extravagantes às quais nunca conseguiremos alcançar, não porque não possamos, mas porque é utópico no contexto em que nunca estamos satisfeitos.

Se tudo na vida pode ser aprendido, que tenhamos empenho em ajustar os nossos pensamentos negativos e autodestrutivos cada vez que surjam em nossa cabeça. Um pouquinho a cada dia, como quem educa uma criança diariamente mostrando direções, que possamos ter uma conexão interior profunda de amor e caridade, nos doando um olhar de carinho cada vez que a nossa autoimagem vacilar.

*Sou viajante, escritora, praticante de yoga, amante da natureza, reikiana iniciada e apaixonada por tudo que envolva desenvolvimento pessoal e espiritualidade.

Uma vida baseada em uma frase: Conhece-te a ti mesmo.

“Parti em busca de um refúgio espiritual através de retiros, cursos, livros, terapias e meditação. No fim das contas, surpreendentemente, eu descobri que existia um refúgio no divino que habita dentro de mim.”

*Por Ana Paula Fantin

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*Fonte: nowmaste

As 9 dicas para a felicidade eterna de acordo com um psiquiatra russo

Aqui no Mega, a gente está sempre pensando na felicidade dos nossos leitores. Por isso, trazemos dicas do como atingir a plenitude – seja pelo contato com a natureza, pela Ciência, para quem já passou dos 30 e por aí vai. Agora, porém, você verá alguns conselhos do psiquiatra russo Mikhail Efimovich Litvak, que em junho completará 80 anos e tem bagagem de sobra para saber ao que vale a pena darmos valor e o que devemos defenestrar de nossas vidas.

1. A felicidade é um efeito natural de uma vida organizada
A felicidade, a alegria e o sucesso são apenas o efeito secundário de quem investe em uma vida bem organizada em todos os sentidos. Assim, tente colocar tudo em ordem para poder viver uma vida mais plena.

2. Lembre-se que todo mundo tem uma opinião sobre si mesmo
Ao cruzar com pessoas na sua vida, é natural que você pense que pode dar dicas para ela ser melhor e mais feliz – afinal, julgar a vida alheia é muito mais fácil do que a própria. Porém, você deve sempre se lembrar que todo mundo tem uma autoestima que merece ser valorizada. Por isso, nunca ultrapasse esse limite na hora de dar os seus conselhos.

3. Se você não fizer nada por você mesmo, como você pode querer ajuda?
Ao colocar metas na sua vida, comece a executá-las! Não adianta nada dizer para todo mundo que está infeliz com o corpo e que vai começar a fazer exercícios se de fato você não cumprir essa tarefa. Os outros não podem resolver os seus problemas. Eles podem, no máximo, apoiar e dar conselhos, mas a atitude tem que partir de você!

4. O sucesso tem o poder de apagar o fracasso
Aqui vale a máxima do ser sempre positivo. Seus fracassos ocorrem por conta das insatisfações que você alimenta durante a vida. Porém, se você turbinar seu dia a dia com elogios a si mesmo e a perseverança de que o ápice está chegando, logo tudo será um mar de rosas – ou, ao menos, as tempestades serão encaradas com mais tranquilidade.

5. Não conhece seu pior inimigo? Então olhe em um espelho
Pare de procurar inimigos no mundo exterior e culpar os outros por suas insatisfações. Seu maior inimigo é você mesmo! É impossível desviarmos das barreiras do mundo para a nossa felicidade se não tirarmos a primeira delas: a que está dentro de nós! Acredite em si que os problemas vão acabar tendo mais medo de você do que o contrário.

6. O caminho correto nem sempre é o mais curto
Se você está no 30º andar e quer ir para a rua, o caminho mais curto é se jogar da janela. Só que você vai morrer ao chegar ao chão. Então, não tenha preguiça de procurar os caminhos certos para conduzir sua vida, mesmo que às vezes eles sejam cheios de curvas, subidas e descidas.

7. A falta de objetivos nos deixa cegos
Quando você precisa se mudar de casa, seu objetivo de vida, no momento, é conseguir caixas para guardar as coisas. Nesse momento, você começa a reparar e ver caixas em todos os lugares do mundo. O mesmo vale para tudo na vida; por isso, tenha sempre uma meta a ser alcançada e preste atenção nos sinais que o mundo te dá.

8. Tolerar (e até amar) momentos de solidão é um sinal de maturidade
A solidão costuma ser encarada como algo extremamente negativo, mas a gente tem muito a aprender com ela. As pessoas emocionalmente maduras são aquelas que aproveitam fases e momentos de solidão para um autodesenvolvimento. Pense nisso!

9. Equilibre o “Eu quero”, o “Eu posso” e o “Eu devo”
Muita gente vem com a ladainha de “Eu devo, mas não quero” ou com a de “Eu posso, mas não devo”. Pare de ficar criando empecilhos para essas três regrinhas que ordenam a nossa vida. Se você quer, queira pra valer. Se você deve, faça. Se você pode, o que o impede? O que você “deve” tem que ser regulado pelo que você “precisa”. E o que você “pode” é o motor que deixa tudo isso girando corretamente.

*Por Diego Denck

 

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*Fonte: megacurioso

Pessoas sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como, saber as motivações e intenções de outras pessoas

Pessoas sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como, saber as motivações e intenções de outras pessoas. Eles sentem, simplesmente. Sabem de coisas sem que tenhamos dito. Eles percebem quando alguém não está sendo honesto, por exemplo.

Aqueles que reconhecem esse poder acabam se aprofundando em estudos que, geralmente, os levam a querer entender a tal da paranormalidade, estudada pela parapsicologia que é responsável por analisar fenômenos paranormais e psíquicos: telepatia (habilidade de adquirir informações acerca de pensamentos) clarividência e precognição (a visão de um fato que ocorrerá no futuro).

Muitos se aprofundam, outros tantos não, permanecem apenas na superficialidade dos sentidos.

A maioria deles já teve um pressentimento que horas, dias ou meses depois veio a concretizar-se. Ou talvez já foram capazes de saber o que os outros vão dizer sem que eles tenham dado qualquer indicação visível.
Alguns ainda ouvem ou vêem coisas que ninguém percebe.

Muitos de nós temos poderes paranormais e nem nos damos conta.

Todos temos alguma característica mais ou menos desenvolvida. A diferença é que muitos possuem um medo indescritível desses assuntos e acreditam que se você procura saber de certas coisas ocultas, você acaba sabendo de outras que não gostaria de saber. Ou seja, eles acreditam que existe o bem e o mal e que quando você desencadeia esse processo acaba por se envolver com as duas frentes e quem não tem uma força muito grande e desenvolve uma proteção, acaba abrindo um canal para que forças contrárias ao bem possam atingi-lo.

É incrível mais muitos acreditam nisso e acabam não querendo desenvolver seu poder interior, esse pensamento é uma bobagem, mas não adianta nada dizer isso porque pessoas sensitivas que possuem medo do que sentem precisam primeiro trabalhar seus medos e entender os por quês. Só depois desse trabalho elas poderão se abrir para o conhecimento revelador, para poder entender a real força do subconsciente.

No livro O poder do Subconsciente, Joseph Murphy cita uma passagem da Bíblia que exemplifica o que disse a cima.

Diz a Bíblia: E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro. S. JOÃO 17:3. O homem que pensa ou acredita que o ciclo terreno do nascimento, da adolescência, juventude, maturidade e velhice é tudo o que há de vida é, na verdade, digno de pena. Tal homem não possui nenhum refúgio, nenhuma esperança, nenhuma visão e para ele a vida não tem significado. Esse tipo de crença traz frustração, estagnação, descrença e um senso de desesperança que resulta em neuroses e aberrações mentais de todas as espécies. Se você já não podia jogar uma movimentada partida de tênis ou nadar tão rápido quanto seu filho ou se o seu corpo se tornou menos ágil e você caminha mais devagar, lembre-se de que a vida está sempre se vestindo de roupagens novas. O que os homens chamam de morte é apenas uma jornada para uma nova idade em outra dimensão da Vida.

Pessoas sensitivas, pelo contrário, conhecem esse segredo, possuem a chave para o poder do subconsciente. Saiba que a fé, como uma semente plantada no solo, cresce de acordo com sua espécie.

Plante a ideia (semente) em sua mente, regue e fertilize-a com a esperança e ela florescerá, é assim que pensam.

Eles descobriram que em toda a natureza existe a lei da ação e da reação, do repouso e do movimento. Perceberam que devem contrabalançar essa lei, para que haja harmonia e equilíbrio. Sabem que estão aqui para deixar que o princípio da vida flua através de si, de forma rítmica e harmoniosa, e estão certos que a entrada e a saída devem ser iguais. A impressão e a expressão devem ser iguais. Por isso concluirão que toda a frustração do ser humano resulta do desejo não realizado.

William James, o pai da psicologia americana, disse que o poder de mover o mundo está no subconsciente. A mente subconsciente possui infinita inteligência e sabedoria ilimitada. Alimentada por energias ocultas, é a chamada de lei da vida. O que você grava em sua mente subconsciente esta moverá céus e terras para tornar realidade. Você deve, portanto, incutir-lhe idéias certas e pensamentos construtivos.

Seu pensamento é recebido pelo cérebro, que é o órgão da sua mente consciente racional. Quando sua mente consciente ou objetiva aceita o pensamento integralmente, ele é enviado para o plexo solar, chamado o cérebro da sua mente, onde se transforma em parte integrante de você e se torna realidade em sua experiência.

O fato é que todos podemos usar esse poder, não precisamos ser paranormais para isso, mas a vontade e o interesse em desenvolver uma fé verdadeira, e acreditar em algo é essencial!

Nada conquistamos se não acreditarmos fortemente. E esse é o segredo do subconsciente: acreditar!

Materializar através dos pensamentos! Visualizar aquilo como certo e possível!

Os sensitivos sabem disso a muito tempo.

*Por Iara Fonseca

 

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*Fonte: resilienciamag

Intuição é a mais elevada forma de inteligência, aponta pesquisador

O escritor Bruce Kasanoff afirma em um artigo para a Forbes que a intuição é uma forma elevada de inteligência. Segundo ele, essa seria a maneira que nosso cérebro encontra para manifestar um “entendimento claro da inteligência coletiva”.

A ideia é defendida por Bruce em um artigo publicado há dois anos. Para chegar a essa conclusão, ele cita conceitos desenvolvidos pelo pesquisador Gerd Gigerenzer, diretor no Max Planck Institute for Human Development e autor do livro Gut Feelings: The Intelligence of the Unconscious (“Intuição: a inteligência do inconsciente“).

“Se tudo o que você fizer for sentar em uma cadeira e confiar na sua intuição, você não estará exercitando muito a inteligência. Mas, se você mergulhar fundo em um assunto e estudar inúmeras possibilidades, estará exercitando a inteligência quando seu instinto lhe disser o que é – ou não é – importante“, explica.

Intuição é a forma mais complexa de inteligência

Um dos exemplos fornecidos pelo escritor sobre como essa inteligência se manifesta é a maneira como os sites são organizados atualmente. Segundo ele, o design intuitivo emergiu após anos de caos online e atualmente qualquer pessoa que estude webdesign saberá notar intuitivamente quais são os pontos mais importantes a se destacar em cada página.

Ao final da reflexão, Bruce conclui que “pessoas inteligentes ouvem esses sentimentos. E as pessoas mais inteligentes entre nós – aquelas que dão grandes saltos intelectuais à frente – não poderiam fazer isso sem aproveitar o poder da intuição“. Alguém discorda?

 

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*Fonte: hypeness

Dicas úteis para limpar o seu Karma

Karma significa ação ou energia transcendente que é derivada dos atos, palavras e pensamentos das pessoas.

Karma é uma palavra sânscrita e é usada nas religiões budista, hindu e jainista.
Na física, a palavra é equivalente à lei: “Para cada ação há uma reação de força equivalente na direção oposta”.

O karma lembra ao ser humano que, para cada ação que um indivíduo realiza, haverá uma reação. Dependendo da religião, o significado da palavra pode ter conotações de ações específicas e consequências diferentes, mas geralmente está relacionado à ação e suas conseqüências.

No budismo, o karma é usado para mostrar a importância do desenvolvimento de atitudes e intenções corretas, uma vez que o carma retorna as más ações, obedecendo ao dharma, traduzido como lei divina, que retorna o bem.

Para muitas pessoas, o karma é algo que não existe e para muitos outros, se existe, então eles têm alguma preocupação em ter um bom karma.

Neste artigo você encontrará as coisas que você deve começar a fazer em sua vida diária para poder purificar seu karma imediatamente. Muita atenção!

 

  >> Coisas que você deve começar a fazer para limpar seu karma

Aprenda a silenciar
Acalme-se! Às vezes, nos momentos mais difíceis da vida, muitas vezes se fala, diz ou grita coisas e que mais tarde se arrepende. Uma boa maneira de limpar o carma é ficar em silêncio, aprender a não dizer coisas que plantam sementes que então florescerão no mau carma.

Evite julgar os outros
Todos somos diferentes. É fácil julgar os outros, mas nem todos nós nos colocamos no lugar do outro para conhecer a situação. Tente entender os outros. O outro não é estúpido, não é ruim, é apenas diferente. Respeite os outros! E você receberá respeito.

Perdoe, se liberte
Não se amarre. Eles te machucaram? Liberte-se. Se você se concentrar nos danos, eles vão te machucar de volta. Se você acha negativo, você terá um carma negativo. Tenha uma vida livre. Seja livre.

Concentre sua atenção
Concentre-se nas coisas positivas. Se você receber 100 comentários positivos e negativos, concentre-se nos positivos. Você gosta de cantar? Cante. Se você gosta de dançar, dançe. Se você tentar ser feliz, irradiará felicidade e receberá felicidade.

Fale positivo
Se você fala positivamente, você recebe mudanças positivas. De acordo com Ward, é assim que o karma funciona. Falando positivamente, estando em modo positivo, criamos pegadas positivas em nossa mente. E isso evolui para o karma positivo.

Ame sem esperar nada em troca
Ao dar amor, você recebe amor. Mas, se você der amor com o interesse de receber amor, você receberá apenas um amor interessado, um amor falso. Portanto, é importante amar sem esperar nada em troca, para dar amor, não importa o que você receba.

Medite, várias vezes ao dia
Meditar todos os dias é uma boa maneira de curar nossa alma, de nos conhecer e refletir sobre nossas vidas. Você pode começar a meditar 2 vezes ao dia, em sessões de 5 minutos. Aumente a quantidade conforme você precisar. Se você não pode meditar o suficiente para que você se sinta em um cobertor no chão em posição de meditação, você tem que tentar obter o máximo de relaxar, você vai perceber que você tem muitos pontos de seu corpo tenso, os músculos do rosto, pernas.

Concentre-se nesses pontos e tente tirar a tensão desses pontos. Ao mesmo tempo, você deve tentar ficar em branco, sua mente deve estar pensando em nada, isto é difícil de se obter e não conseguirá em um dia ou cinco, mas vai avançar. Seu corpo, enquanto você medita, deve interromper toda atividade muscular e mental e, nessa paz, você descobrirá muito sobre si mesmo. Cinco minutos não são nada. Se fizer isso diariamente, quando tiver pegado o jeito irá querer passar mais e mais tempo meditando.

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: revistapazes

10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira

Cada vez mais as pessoas se dedicam a estarem em maior contato com seu lado espiritual, por conta dos benefícios que essa escolha de vida traz para corpo, alma e espírito. No entanto, é preciso estar atento, para não ficar preso em armadilhas do ego.

Quando entramos em modo de escape espiritual, podemos acabar praticando uma espiritualidade que não nos ajuda a evoluir, pelo contrário, só nos afasta de nós mesmos e das pessoas ao nosso redor, mantendo-nos em uma realidade de vida limitada.

O termo escape espiritual foi cunhado pelo psicólogo John Welwood na década de 1980, e se refere ao uso de práticas espirituais e crenças como uma maneira de evitarmos o contato com sentimentos, feridas e necessidades que vivem em nós mesmos, e que acabam por prejudicar nossas vidas.

Em seu livro “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, Robert Augustus Masters escreve o seguinte sobre escape espiritual:

“Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser.”

Todos nós podemos praticar o escape espiritual, mesmo que sem consciência. Por isso, é importante reconhecermos hábitos que estão relacionados a essa prática para que possamos substituí-los por outros mais saudáveis.
Abaixo apresentamos 10 desses hábitos que parecem ser espirituais, mas, na realidade, são uma perda de tempo.

Leia sem julgar a si mesmo ou às pessoas ao seu redor. Concentre-se em evoluir e praticar uma espiritualidade mais honesta e que o leve a caminhos melhores.
10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira:

1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas.

Creio que todos nós já fizemos isso em algum momento da vida. Podemos nos sentir superiores porque escolhemos uma dieta mas saudável, porque optamos por leituras clássicas, porque queimamos sálvia em nossas casas, porque nos dedicamos a atividades como meditação e yoga ou porque usamos bicicleta ao invés de carro nos dias de semana.

Não há nada de errado com essas atividades. Pelo contrário, elas realmente fazem a diferença. O que não é saudável é pensar que você é superior às outras pessoas apenas porque está fazendo essas escolhas para a sua vida. Quando agimos a partir do ego, nossa espiritualidade não evolui, apenas nos torna pessoas egoístas com um falso senso de grandeza.

2. Usar a “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos.

Os mantras espirituais são muito significativos e reflexivos, mas precisam ser usados no contexto certo, ou perdem todo o significado. Muitas pessoas os usam como desculpas para seus próprios comportamentos errados.

Se você não é uma pessoa confiável, desvaloriza as pessoas que sempre estão ao seu lado e não demonstra nem um pouco de gratidão por tudo o que tem, mantras como “tudo acontece por uma razão” ou “as coisas são o que são”, não vão ajudá-lo. O que você precisa é transformar a si mesmo como pessoa e se tornar o que de fato essas reflexões falam.

Outro aspecto importante é desenvolver a maturidade e a capacidade de ouvir. Não importa em qual nível “espiritual” você esteja, sempre haverá coisas para melhorar. Portanto, precisa encarar os desconfortos com outras pessoas como a vida real, e não como uma prova de que essas pessoas “não respeitam quem você é”, ou “precisa crescer espiritualmente”.

Saber que está longe da perfeição e que a vida consiste em constantes aprendizados é uma parte da espiritualidade.

3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última moda “espiritual”.

Graças à nossa necessidade natural de nos sentirmos pertencentes a algo, criamos grupos em diversas áreas da vida. Com a espiritualidade não é diferente. As pessoas que escolhem seguir esse caminho também formam suas próprias redes de apoio. E, por mais que isso seja positivo, também é preciso estar atento.

Muitos veem a espiritualidade como uma moda, e pensam que para estarem realmente dentro do movimento precisam incorporar certas coisas às suas vidas, como determinados estilos de roupas, atividades, eventos e comportamentos. Para essas pessoas, é isso que as torna espirituais, mas se esquecem de que existe um trabalho interno a ser feito.

4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário.

Esse comportamento se torna comum para muitas pessoas que começam a se conectar com a espiritualidade. Quando alguém ao seu redor se magoa com alguma das suas atitudes, elas podem dizer coisas como “se todos ficassem mais calmos, os problemas não iriam ser tão grandes” ou “não sei por que você está tão estressado, isso não resolve nada”.

Essas pessoas podem assumir para si mesmas que a raiva é negativa e destrutiva em todos os aspectos, e que representa apenas as pessoas não espirituais, mas isso está um pouco longe da verdade. A raiva é uma emoção que faz parte de quem somos, e em muitas situações é compreensível, afinal coloca luz sobre várias coisas que precisam de uma solução em nossas vidas.

Não é saudável reprimir essas emoções por considerá-las erradas e tentar incorporar mais das características “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade sem verdade. Isso leva a uma vida de mentiras. Aceitar a própria condição humana é essencial.

5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas.

Muitas pessoas acreditam que o uso de substâncias psicodélicas pode levar a experiências místicas e elevar a espiritualidade. Essa é a uma opinião que cabe a cada um de nós e até aí tudo bem. O problema realmente começa quando vão longe demais e agem como se não existisse um lado negativo em tudo isso.

É preciso ter sabedoria e equilíbrio.

6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo.

Algumas pessoas espirituais utilizam a positividade como uma maneira de evitar o confronto com questões internas e problemas que assolam o mundo. Cada vez mais esse tipo de atitude de positividade e gratidão é incentivada, o que é muito positivo, mas parece que as pessoas estão se esquecendo de algo muito importante: as coisas negativas da vida não somem apenas porque decidimos fingir que elas não estão ali. Geralmente o que acontece é o oposto, quanto mais as negligenciamos, mais crescem.

Não é saudável acreditar que apenas a positividade vai resolver problemas sérios do mundo, como pobreza, desigualdade social e até mesmo mudanças climáticas. Precisamos fazer algo mais, ter atitude para buscar soluções para esses problemas que afetam todo o mundo.

7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”.

Ainda que trabalhemos para evoluir nosso lado espiritual, continuamos humanos, com muitas questões internas, sentimentos e choques de realidade. A qualquer momento podemos ser surpreendidos por sentimentos de solidão e insegurança, e quanto mais evitamos esses sentimentos, mais nos afastamos de uma evolução.

Nunca seremos zen ou iluminados demais para evitarmos os sofrimentos mais básicos de nossa espécie, isso faz parte de quem somos. Devemos ser honestos com nós mesmos e nos permitirmos sentir tudo o que precisamos, para assim aprendermos e evoluirmos.

8. Sentir profunda aversão e autoaversão quando confrontado com seu lado sombrio.

É fácil nos sentirmos grandes sábios, quase incapazes de erros, quando estamos desenvolvendo a espiritualidade. Baseamo-nos em grandes sábios como Dalai Lama e Buda, os quais julgamos perfeitos, e acreditamos que seguindo o mesmo caminho, também seremos imunes de falhas mundanas, de pessoas comuns.

No entanto, é preciso reconhecer que a perfeição é algo inatingível, mesmo para aqueles que atingiram um grande nível de percepção, que os faz agir da maneira certa em praticamente todas as situações.

A realidade é que todos somos falhos e cometeremos inúmeros erros na vida. Cabe a nós apenas aprender com eles e nos esforçarmos para sermos melhores a cada novo dia.

Os ensinamentos espirituais podem nos fazer definir padrões muito elevados para nós mesmos, o que resulta em culpa e aversão, quando não somos capazes. Por isso muitas pessoas acabam se esquivando dessa responsabilidade. Reconhecer a própria imperfeição não é fácil.

Entenda que, para crescer, é fundamental ser honesto consigo mesmo sobre suas imperfeições. Cometer erros é normal, mas aprender com eles é o que nos faz evoluir.

9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas.

A espiritualidade pode nos fazer acreditar que todas as pessoas merecem ser tratadas com bondade e compaixão, e dessa maneira muitas vezes podemos nos colocar em situações arriscadas e completamente perigosas, pois confiamos muito naqueles ao nosso redor, sendo compreensivos e gentis, quando na verdade deveríamos aprender a reconhecer o seu lado sombrio.

Não podemos permitir que a espiritualidade se confunda com ingenuidade. Ser bonzinho não é a solução para todos os dilemas da vida.

Muitas pessoas cresceram em uma realidade muito difícil, em que têm de lutar pela própria sobrevivência. Ensinaram a essas pessoas que precisam se aproveitar da fragilidade de outras para conseguirem o seu sustento, e por isso não demonstram compaixão. É nesse sentido que precisamos nos cuidar, ficarmos mais espertos para a realidade e tomarmos medidas de proteção, como:

não ficarmos sozinhos pelas ruas, especialmente quando já é noite;
mantermos distância de áreas desertas e abandonadas;
mão mostrarmos vulnerabilidade.

10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência.

Muitas pessoas espirituais desenvolvem uma aversão à ciência, apenas porque certos hábitos que incorporam em suas vidas não são relevantes para a comunidade científica. No entanto, isso não significa que a ciência detesta a espiritualidade ou que não a considera como verdadeira ou importante, significa apenas que ainda não conseguiram comprovar essas práticas através de experimentos de laboratório.

A ciência é fundamental para a nossa existência, porque nos permitiu fazer descobertas incríveis sobre a nossa história, a maneira como evoluímos, e nos permitiu conhecer mais sobre o mundo ao nosso redor. Não podemos simplesmente descartá-la.

Inspiremo-nos pelas palavras de Carl Sagan:

“A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidão de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual.”

“Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.”

“A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.”

 

Bônus – Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são ruins.

Muitas pessoas acabam tomando uma postura muito dura em relação ao próprio dinheiro, por isso sabotam a si mesmas, quando se trata de sucesso profissional e financeiro.

Elas sentem que a riqueza é uma coisa negativa, que só traz coisas ruins para nossas vidas, e que o capitalismo é a fonte dos sofrimentos do mundo e deve ser destruído. Mas a situação é muito mais complexa do que podemos perceber.

É evidente que o capitalismo trouxe muitas coisas negativas para o mundo, e que devemos lutar contra o consumismo, mas também devemos compreender que, graças ao capitalismo, o mundo mudou para melhor e muitas pessoas foram tiradas da pobreza.

Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, o número despencou para 9,6%, e essa mudança positiva muito se deve ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo.

Não há problema em querer ter dinheiro. Inclusive, muitos bilionários de nosso mundo, como Bill Gates e Elon Musk constantemente investem seu capital em projetos que transformam o mundo para melhor, o que mostra que dinheiro não é usado apenas para o mal.

O mundo pode se tornar um lugar ainda melhor, se usarmos o capitalismo para o bem, criando mais oportunidades para crescimento e preservação de nosso meio ambiente.

Estamos todos em um caminho de aprendizagem e evolução.

Os sinais listados acima estão muito presentes na comunidade espiritual, e qualquer seguidor pode se encontrar praticando algum deles em um momento ou outro, afinal todos somos falhos, apesar de nos esforçarmos para seguir um caminho mais evoluído.

Mesmo nesse caminho podemos nos encontrar presos em armadilhas que, apesar de nos passar a sensação de que fazemos tudo certo, acaba por nos incentivar a manter crenças e comportamentos limitantes, que apenas atrapalha nosso processo de evolução.

Uma das grandes verdades da espiritualidade é que o crescimento e o aprendizado são constantes. Se em algum momento você sente que já sabe tudo o que precisa e que não há mais nada a aprender com o mundo ou as pessoas ao seu redor, você está se limitando de diversas maneiras.

A espiritualidade é uma força poderosa, que nos ajuda a entender nosso papel no mundo em que vivemos, a nos conectarmos aos cosmos e vivermos com mais significado. Ela nos motiva a criarmos um futuro mais consciente e feliz para nós mesmos. Seu objetivo é nos elevar, nunca diminuir. Por isso devemos estar sempre atentos aos nossos comportamentos, se servem ao mesmo propósito.

Que depois dessa leitura você possa reavaliar sua relação com a espiritualidade e fazer as mudanças necessárias para viver com mais verdade.

*Por Luiza Fletcher

 

 

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*Fonte: osegredo

Budismo: quatro perguntas e respostas para conhecer a religião

Em sânscrito, budi significa “acordar, observar, tornar-se consciente”. É essa a principal filosofia que baseia o Budismo, quarta maior religião do mundo e que surgiu na Índia há cerca de 2,5 mil anos. Baseada nos ensinamentos de Siddhārtha Gautama, é uma religião não teísta, ou seja, não inclui a ideia de uma deidade — um ou vários deuses.

Como, quando, onde e por quem foi fundada?
Em uma região da Índia que hoje pertence ao Nepal, o príncipe Siddhārtha Gautama cresceu isolado do mundo até os 29 anos. Quando finalmente percebeu que riqueza e luxo não garantiam felicidade, partiu em busca de compreender e encontrar um método que acabasse com o sofrimento humano. Ele chegou à conclusão de que isso seria possível ao evitar ações não virtuosas, praticar o bem e dominar a própria mente. Considerado iluminado, passou a ser conhecido como Buda Sakyamuni e proferiu seus ensinamentos até os 80 anos.

Quais os principais preceitos?
A essência dos ensinamentos de Buda são as Quatro Nobres Verdades (a vida é sofrimento; o sofrimento é fruto do desejo; o sofrimento acaba quando termina o desejo; e isso é alcançado quando se segue os ensinamentos de Buda). A quarta Nobre Verdade se desdobra nos ensinamentos para a libertação do sofrimento, conhecido como o Nobre Caminho Óctuplo.

Quantos seguidores a religião tem atualmente e onde eles estão?
Atualmente, existem cerca de 500 milhões de seguidores do Budismo no mundo, concentrados principalmente no Japão, China, Tibete e Tailândia. No Brasil, existem cerca de 245 mil budistas.

Qual a maior curiosidade sobre o Budismo?
Dois termos muito usados por ateus, agnósticos e às vezes até pessoas que seguem outras religiões têm como base princípios budistas: o carma e o nirvana. O carma é considerada pelos budistas a lei segundo a qual toda ação tem um peso que, a longo prazo, traz felicidade (se forem boas, como generosidade) ou infelicidade (mentir, roubar ou matar).

O peso de cada ação é determinado pela frequência, intenção, arrependimento, entre outros. Já o nirvana, meta do Budismo, é uma condição de extrema paz, iluminação, “o apagar do fogo das paixões” e a extinção do ego, e o fim da necessidade de reencarnar. O nirvana é, na prática, o que tornaria um homem comum um Buda.

 

 

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Glândula timo, onde se abriga a alegria, a alma, a vida

No meio do peito, debaixo do esterno, em cima do coração, é lá que fica a glândula timo. Do grego, thymos, significa energia vital.

Quando somos crianças esta glândula é grande, e cresce quando estamos contentes, encolhe se nos estressamos e fica minúscula quando adoecemos. Sim, ela reage a como nos sentimos e devemos aprender a cuidar dela, pela nossa saúde.

Antes a timo era considerada completamente sem utilidade, até se achava daninho quando esta glândula estava grande, o que acontece nas pessoas felizes e saudáveis mas, atualmente, a ciência já conseguiu entender, e demonstrar, que a timo é “um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligada aos sentidos, à consciência e à linguagem”.

Algumas das ervas que ajudam na manutenção da glândula timo são o gengibre e o alecrim – leia aqui alguns detalhes do uso do GENGIBRE: PROPRIEDADES MEDICINAIS COMPROVADAS e do ALECRIM: O CHÁ QUE ALEGRA A ALMA E CURA O CORPO.

E mais, essa glândula faz as conexões do nosso organismo com o meio externo e o inverso também. Ela reage imediatamente quando estamos sob ataque de micróbios ou toxinas e também é sensível a imagens, cores, luzes, odores, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos e até sentimentos como amor e ódio. Leia mais aqui.

Para manter sua glândula timo saudável e atuante, cuide dos seus pensamentos (os positivos fazem ela reagir positivamente, claro) e realize alguns exercícios fáceis, todos os dias (veja logo mais baixo).

Embora a glândula timo esteja relacionada com o chacra cardíaco – veja bem, é ela que encolhe quando a gente sente o “coração apertado”, segundo especialistas ela está diretamente associada a um chacra novo “ao qual damos também o nome de Thymus. Este chacka começou a aparecer entre 1998 e 2003, devido a uma mudança de posição da terra em relação à galáxia”, conforme explica Katia Guedes, professora da “Visão da Aura”, um curso desenvolvido pelo Rainer Strücker da Alemanha.

Dê uma estudada aqui e veja a melhor maneira de manter seu chacra cardíaco equilibrado, fundamental para que você possa se sentir bem na vida.

Alguns exercícios para manutenção da glândula timo

O primeiro exercício, básico e fundamental, é massagear a glândula timo. Você consegue fazer essa massagem ao dar batidinhas leves, com as pontas dos dedos, sobre o esterno, no meio do peito. Faça este exercício todas as manhãs, e à noite, respirando suavemente, em situação de relaxamento. Você também se ajudará se, ao fazer o exercício, mentalizar uma imagem luminosa agradável, em rosa e verde, que são as cores de alimentação do chacra cardíaco.

Os movimentos de alongamento dos membros superiores, do pescoço, da nuca, dos ombros, também ajudam muito na saúde da glândula timo, mais uma razão para praticá-los rotineiramente. Leia aqui sobre outros exercícios para a glândula timo.

Outro grupo de exercícios para a glândula timo são estes que encontramos no Somostodosum e que recomendamos enfaticamente.

Estes exercícios estimulam a timo, a tireóide, a paratireóide, os chacras cardíaco e laríngeo e também o músculo cardíaco, ou seja o coração físico. São importantes para que a timo não perca sua capacidade de se expandir com o amor. Esta é uma situação comum na idade avançada e esta glândula se contrai tanto que chega a petrificar.

São exercícios relacionados com vocalização de sons mântricos e movimentos, suaves porém muito efetivos.

1º Exercício: feche a mão totalmente e role as juntas (as falanges proximais e médias) por sobre o Timo, na região central do peito, entre os mamilos e em sua direção, com certa pressão para ativar este centro energético e sua glândula. Esses movimentos ativam a timo e liberam a estagnação do coração.

2º Exercício: a pronúncia da vogal “A” muito lentamente e aberta, com consciência, trabalha a amorosidade no ser e faz vibrar a glândula e a região ao redor, como o chakra laríngeo, transformando todas as estagnações que neles houver. É o cardíaco sendo acionado e elevando-se ao seu chakra superior, o chakra do verbo.

 

*Por

 

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*Fonte: greenme

Segundo filho é o mais arteiro de todos, estudo diz

Todos temos nossas teorias sobre qual filho é o mais bagunceiro. Alguns acreditam que é o mais novo pela falta de maturidade, outros acreditam que é o filho mais velho, pela busca de atenção, mas de acordo com um estudo, o segundo filho é o que mais gosta de aprontar.

Esse estudo é novo, foi realizado no ano de 2017 por pesquisadores Sanni Breining, Joseph Doyle, David N. Figlio, Krzysztof Karbownik e Jeffrey Roth. Intitulado “Birth Order and Delinquency” (Ordem de Nascimento e Deliquência), a pesquisa estudou mais 2 milhões de crianças norte-americanas e dinamarquesas.O foco foi analisar como a ordem de nascimento dos filhos de uma família influencia seu desempenho em diferentes áreas da vida, como problemas de disciplina na escola e sua relação com a delinquência juvenil e também na vida adulta.As conclusões alcançadas pelos pesquisadores revelam que o segundo filho de um casal tem maior probabilidade de delinquência do que o irmão mais velho, e que o gênero feminino é menos intenso na rebeldia do que o masculino.

Além disso, não foram encontradas evidências que mostram que o segundo filho seja mais esquecido pelos pais ou menos saudável.

No entanto, foi mostrado que os pais algumas vezes passam mais tempo com os primeiros filhos e que isso pode de certa maneira influenciar os comportamentos negativos nos segundos filhos:

“Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”.Muitas vezes, a rotina não permite que os pais tenham a mesma quantidade de tempo com o segundo filho, ou com os que vieram depois dele. A vida muda completamente quando há mais de uma criança na família. Ainda assim, a presença saudável na vida dos filhos é fundamental para que eles cresçam bem e não estejam suscetíveis a comportamentos perigosos.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

O abdome está definido, mas, a cabeça está cheia de dúvidas

Em 53 anos, o meu abdome nunca esteve tão definido. Para a minha total contrariedade, decidiu-se pela robustez. É como se eu tivesse engolido uma bola de basquete, se é que me entendem. Aqui na região onde eu moro, diz-se que estrupícios assim possuem “barriguinha de lobó”. Lembram-se da jiboia que engoliu o elefante em “O Pequeno Príncipe”, de Saint-Exupéry? É mais ou menos assim: um chapéu que caminha sobre duas pernas. Eis a minha risível silhueta.

Já faz tempo que odeio espelhos. Também não gosto de frequentar academias, sejam elas de ginástica, de polícia ou de letras. Afetam-me sobremaneira os cheiros de éter, de pólvora e de colônia, não necessariamente nesta ordem. E a ojeriza só cresce com a idade. Puxar ferros vestido com uma camiseta regata, postado de frente um espelho, nessa altura da vida, desafia os meus pecados capitais. Desprovido da devida vaidade, exercito-me numa academia de musculação por ordem e chantagem médicas. “Sem dor, sem ganho”, ele diz, chupando um dropes hipercalórico, como se já não fosse o bastante eu padecer das esferas mentais. Duvido que ele, meu cardiologista balofo, suporte realizar agachamentos sustentando 50 quilos nas costas. Ainda se fosse uma bela mocinha, dava-se um jeito; eu virava titã e não envergava nem que ela tagarelasse nua de tamancos sobre os meus ombros.

Para mim, a pior parte da malhação é a língua. Tem sempre um enxerido que se aproxima e puxa um assunto, geralmente, um tema intolerável demais quando se está bufando, prestes a romper as veias do pescoço e a parir os testículos de tanto fazer força num estúpido exercício de repetições dentro de um aparelho ferruginoso. Não seria de todo ruim se eu me cortasse nele e morresse de tétano. De desencanto, já padeci faz tempo. “Você viu só o que disse o filho do presidente?”. Eu digo que não, que não vi, nem ouvi, o que disse o dito-cujo. Sinto uma raiva primitiva quando sou inconvenientemente forçado a dialogar sob um estado letárgico de asfixia. Tem gente que não se toca. Eu devia botá-los pra correr ou simular um colapso ao som do Calypso que ribomba infernalmente no ambiente. Assim, quem sabe, colocava um ponto final no assunto.

“Virou defunto. Fulano-de-tal morreu enquanto fazia um supino”, alguém conta, com a empolgação de quem falta um pino e comemora um gol. Eu sempre quis entrar com bola-e-tudo na zaga-bem-postada daquela balzaquiana com collant-de-oncinha. Sinto uma saudade miserável dos meus 17. Naquela idade, tinha uma enorme vitalidade para cometer erros, meter os pés pelas mãos e fazer sexo em pé sem chorar de câimbras. Há um excesso de perfume gardênia empestando o ar. Passa uma mulher extravagante com tetas escandalosas prestes a explodir. Todo sacrifício em nome de Alá. Eu sofro de chistes agnósticos. Focados em impressionar a beldade, quase todos os homens presentes no local apressam-se em aumentar um pico na já extravagante carga de halteres. Quisera estar em Alter do Chão. Se tivesse escolha, eu queria mesmo era ser uma árvore. Ouvi isso da boca de ninguém menos do que o cantor Djavan.

Fico pensando qual a chance de ouvir “Riders on the storm” naquele antro fitness. Um sujeito impávido, de sobrancelhas feitas, sábio como um armário, faz bicotinha e se fotografa usando o próprio smartphone. Uma dona que parece recatada e do lar presencia a cena bisonha, suspira fundo e comenta ai-que-bom-seria-se-eu-fosse-solteira, sem depreender que, da fruta que ela gosta, o rapaz come até o caroço.

Não gosto desse troço. De frequentar academias. Nem atléticas. Nem policiais. Nem literárias. Minha cabeça anda cansada como um velho pangaré. Queria tanto um bife a cavalo com três canecos de chope. Sou 70% água e 30% descrença. Por onde passo a fazer o meu circuito, molho os assentos com um suor cínico. Uma mocinha que tem idade para ser minha filha ou minha amante faz a assepsia do aparelho com solução de álcool 70. Sinto-me sujo como um poema do Bukowski.

Já se passaram 20 minutos e me considero desacorçoado o suficiente para dar o fora e escrever uma crônica pedante. Pergunto ao instrutor sarado que veste uma camiseta de Mojo Filter fazendo arminhas com os dedos indicadores onde consigo tomar um cafezinho naquela joça, mas, ele diz que café é frescura e que ele só toma anabolizantes. Já chega de tanto exercício físico. Tiro de campo o meu corpinho de poeta tísico. Nada mal para quem deseja ser uma árvore. Com a vantagem adicional de que árvores não conversam com pessoas, por mais que alguns insistam.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

Os 8 ciclos que você precisa fechar durante toda a sua vida

Todos nós passamos por várias crises existências ao longo de toda a nossa vida e estamos habituados a vê-las como algo negativo. No entanto, para Erik Erikson, as crises são processos que nos levam à evolução e a mudanças. São circunstâncias que nos permitem transcender, crescer e tornar-nos conscientes de nós mesmos. Erik Homburger Erikson foi um psicanalista norte-americano que desenvolveu uma teoria do desenvolvimento da personalidade de ampla aceitação e divulgação. Embora inicialmente tenha se baseado nos conceitos de Freud, ele se distanciou dos mesmos ao perceber que a influência cultural tinha muito mais importância do que Freud havia mencionado.

Erikson, postulou a visão do desenvolvimento a partir de uma perspectiva global e nos fornece informações muito úteis acerca das etapas da vida de um indivíduo, desde o seu nascimento até a sua morte. O doutor Erikson se transformou em um dos precursores do estudo do ciclo da vida. E, apesar de sua obra ser extensa, este estudo é o que mais recebeu reconhecimento.

Segundo Erik Erikson, o nosso caminho pela vida é composto por oito idades ou ciclos, e cada um deles é marcado por um conflito específico. Mas nunca se esqueça que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Confira:

1 – Confiança vs. Desconfiança

A primeira etapa da teoria do desenvolvimento psicossocial de Erikson ocorre entre o nascimento e um ano de idade e é a fase mais fundamental na vida.

Uma criança é totalmente dependente. O desenvolvimento da confiança é baseado na confiabilidade e qualidade dos cuidadores da criança. Neste ponto do desenvolvimento, a criança é totalmente dependente de cuidadores adultos para tudo o que ela precisa para sobreviver, incluindo comida, amor, carinho, segurança. Tudo. Se um cuidador não fornece cuidado e amor adequado, a criança sentirá que não pode confiar ou depender dos adultos em sua vida.

Se uma criança se desenvolve com sucesso a confiança, sentir-se-a segura no mundo. Os cuidadores que são inconsistentes em suas emoções, são indisponíveis e/ou rejeitam; contribuem para sentimentos de desconfiança nas crianças que cuidam. A incapacidade de desenvolver a confiança resultará em medo e uma crença de que todos são indignos de confiabilidade.

Claro, nenhuma criança desenvolverá um senso de 100% de confiança ou 100% dúvida. Erikson acredita que o desenvolvimento bem sucedido se baseia sobre um equilíbrio entre os dois lados opostos. Quando isso acontece, as crianças adquirem a esperança, que Erikson descreveu como uma abertura à experiência temperada por algum receio de que o perigo possa se apresentar.

2 – Autonomia vs. Vergonha e Dúvida

Nesse ponto do desenvolvimento, que ocorre entre os 3 anos, as crianças estão apenas começando a ganhar um pouco de independência. Elas estão começando a executar ações básicas por conta própria e a tomar decisões simples sobre o que elas preferem. Ao permitir que as crianças façam escolhas e tomem o controle, os pais e/ou os cuidadores podem ajudar as crianças a desenvolverem um senso de autonomia.

Como Freud, Erikson acredita que o treinamento do toalete era uma parte vital desse processo. No entanto, o raciocínio de Erikson foi muito diferente do de Freud. Erikson acreditava que aprender a controlar as funções corporais leva a uma sensação de controle e um senso de independência.

Outros eventos importantes incluem ganhar mais controle sobre as escolhas alimentares, preferências de brinquedo, e seleção de roupas.

Crianças que concluem com êxito esta fase se sentem seguras e confiantes, enquanto que aquelas que não o fazem são deixadas com um sentimento de inadequação e insegurança.

Erikson acredita que a obtenção de um equilíbrio entre a autonomia e a vergonha, e a dúvida, levaria a vontade, que é a crença de que as crianças podem agir com intenção, dentro da razão e limites.

3 – Iniciativa vs. Culpa

A terceira etapa do desenvolvimento psicossocial tem lugar durante os anos pré-escolares, entre os 4 e 6 anos.

Nesse ponto no desenvolvimento psicossocial, as crianças começam a afirmar o seu poder e controle sobre o mundo através de liderar o jogo e outras interações sociais. As crianças que são bem sucedidas nessa fase se sentem capazes de conduzir os outros. Aquelas que não conseguem adquirir essas habilidades começa a experienciar o sentimento de culpa, auto-dúvida e falta de iniciativa, por causa das exigências impostas socialmente.

Quando um equilíbrio ideal entre a iniciativa individual e uma vontade de trabalhar com outras pessoas é alcançado, a qualidade do ego como finalidade, emerge.

4 – Construtividade vs. Inferioridade

A quarta etapa psicossocial tem lugar durante os primeiros anos escolares, cerca de 6 anos de idade a 11.

Por meio de interações sociais, as crianças começam a desenvolver um sentimento de orgulho em suas realizações e habilidades. Quando são encorajadas e elogiadas pelos pais e professores desenvolvem um sentimento de competência e crença em suas habilidades. Aquelas que recebem pouco ou nenhum incentivo de pais, professores ou colegas, vão duvidar de suas habilidades em serem bem sucedidas.O sucesso no equilíbrio dessa fase, pode levar à força conhecida como a competência ou a crença de nossas próprias capacidades para lidar com as tarefas definidas por outros.

5 – Identidade vs. Confusão

O quinto estágio psicossocial ocorre durante a adolescência, às vezes turbulenta. Esta fase tem um papel essencial no desenvolvimento de um senso de identidade pessoal que continuará a influenciar o comportamento e desenvolvimento para o resto da vida de uma pessoa.

Durante a adolescência, as crianças exploram a sua independência e desenvolvem um sentido de si.

Aquelas que recebem incentivo e reforço adequados por meio da exploração pessoal vão emergir desta fase com um forte senso de si mesmas e uma sensação de independência e controle. Aquelas que permanecem inseguras de suas crenças e desejos, seguirão inseguras e confusas sobre si mesmas, sobre os outros, sobre o seu futuro. Se essa etapa for concluída com sucesso para a fidelidade, o adolescente terá capacidade de viver de acordo com as normas e as expectativas da sociedade.

6 – Intimidade vs. Isolamento

Essa etapa abrange o período em que os indivíduos estão explorando as relações pessoais, entre os 21 e 35 anos, e é a fase mais difícil de toda a nossa existência, pois é quando o nosso cérebro passa pelo processo de poda da vida jovem para a vida adulta.

Erikson acreditava que nessa fase, é vital que as pessoas desenvolvam relações estreitas e comprometidas com outras pessoas. Aquelas que são bem sucedidas nessa etapa terão relacionamentos duradouros e seguros. Nunca se esqueça de que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Erikson postulou que um forte senso de identidade pessoal é muito importante para o desenvolvimento de relações íntimas. Estudos têm demonstrado que as pessoas com um mau senso de si tendem a ter relações menos comprometidas e são mais propensas a sofrer isolamento emocional, solidão e depressão. O fechamento bem sucedido dessa etapa difícil, resulta na força conhecida como amor próprio para amar o outro. Ela é marcada pela capacidade de formar relacionamentos duradouros e significativos consigo mesmo e consequentemente com outras pessoas.

7 – Produtividade vs. Estagnação

Durante a idade adulta, continuamos a construir nossas vidas, com foco em nossa carreira e família. Entre os 36 e 55 anos.

Aqueles que são bem sucedidos durante essa fase, se sentirão – por serem ativos em sua casa e na comunidade – como indivíduos uteis para o mundo. Aqueles que não conseguem atingir essa habilidade se sentirão improdutivos e não envolvidos com os acontecimentos comuns a todos. Como se não houvesse lugar para eles no mundo. Essa etapa da vida é quando ocorre a metanoia: onde uma revolução pode acontecer em nossas vidas.

Cuidado é a virtude alcançada quando esse estágio é tratado com sucesso. Ser orgulhoso de suas realizações, ver os seus filhos se tornam adultos, e exercitar mútua sintonia com a pessoa amada, e principalmente consigo mesmo, são realizações importantes dessa fase.

8 – Integridade vs. Desespero

O estágio psicossocial final ocorre durante o início da velhice até o estágio final e está focado em serenar a existência ou lamentá-la profundamente. Ocorre a partir dos 60 anos.

Nesse ponto do desenvolvimento, o indivíduo começa a uma incessante busca por serenidade. A serenidade não é feita nem de troça nem de narcisismo, é conhecimento supremo e amor, afirmação da realidade, atenção desperta junto à borda dos grandes fundos e de todos os abismos; é uma virtude dos santos e dos cavaleiros, é indestrutível e cresce com a idade e a aproximação da morte. É o segredo da beleza e a verdadeira substância de toda a arte. Se a pessoa conseguiu fechar todos os ciclos anteriores, ou pelo menos a maioria deles, se sentirá plena o bastante para usufruir dos benefícios de seu autoconhecimento.

Mas se algum ciclo que não foi vivenciado com consciência, for um enorme abismo para si, isso poderá ocasionar uma velhice doentia, depressiva e com grandes riscos de desenvolver transtornos mentais do tipo: depressão, Alzheimer, ansiedade e até suicídio. O isolamento é a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa nessa fase. Os mais jovens têm a obrigação de fazer companhia e conversar com os seus pais: quanto mais você conversar com os seus pais, mais eles viverão. E mesmo que não esteja preparado para ser pais de seus pais, é importante observar o comportamento deles: se eles estão buscando a serenidade ou têm se desesperado sempre que relembram o passado com perspectiva à morte.

 

 

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*Fonte: portalraizes