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Brasileiro de Motocross 2017 terá transmissão ao vivo pela internet

A temporada 2017 do Brasileiro de Motocross está prestes a começar. A 1ª etapa da competição será dias 3 e 4 de junho, em Cornélio Procópio, Paraná.

Nesta sábado, 27, a Confederação Brasileira de Motociclismo anunciou que fará transmissão ao vivo de todas as categorias: MX1, MX2, MX3, Junior, MX5, MX4, MXF, 65c, 50cc, MX2-Junior e Nacional 230cc.

Você poderá assistir as imagens no próprio site do BRMX. A entidade também ressalta que a Sportv seguirá exibindo um programa com os melhores momentos do evento.

 

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*Fonte: brmx


This is Supercross 2017


Crushing Florida with Zach Osborne


2017 Team TLD KTM Intro | Troy Lee Designs RACE TEAM


Red Bull Minas Riders Official Video (visão dos pilotos)


Red Bull Minas Riders Official Video: Best Action clip


Nicky Hayden – 1981-2017 (R.I.P.)

Nascido em 30 de julho de 1981 em Owensbro, no Kentucky, Nicky Hayden é o último piloto norte-americano campeão mundial da MotoGP e vem de uma família de pilotos de motocicletas nos EUA, cuja trajetória teve início com seus pais, Earl e Rose Hayden, que corriam de moto na terra. Os irmãos Tommy, Jenny, Nicky, Roger e Kathleen também seguiram os passos dos pais e desde de muito cedo se aventuraram nas ruas rodas. Daí a explicação para a paixão pelo esporte. Além de Nicky, seus dois irmãos, Tommy e Roger, também se tornaram pilotos profissionais, além dos primos Frankie Lee Gillim e Hayde Gillim.

Inicialmente, a principal fonte de renda da família era uma concessionária de veículos usados de Earl. Porém, à medida que os meninos foram correndo atrás de novas oportunidades no motociclismo, a família passou a viajar atrás das competições. E Nicky acabou a adotando o icônico número 69 graças ao seu pai, que dizia: “Eu caía tanto que precisava de um número que desse para ver de ponta cabeça”.

Ao contrário de muitos pilotos que chegam à classe rainha por meio das categorias menores do próprio Mundial de Motovelocidade, Nicky construiu uma carreira nos campeonatos norte-americanos antes de aportar na Europa.

Aos 16 anos em 1997, quando pode se tornar profissional, Nicky seguiu a trajetória de seu irmão mais velho, Tommy, e ingressou no campeonato norte-americano de superbike, ganhando os holofotes por si próprio. Dois anos mais tarde, Hayden se tornou campeão do AMA Supersport 600 com a Honda.

Ainda nos Estados Unidos, Hayden foi campeão do AMA Superbike apenas três temporadas depois, em 2002, além de ter feito o início da sua carreira internacional com sua estreia no Mundial de Superbike, na rodada caseira de Laguna Seca. Era a transição para o Mundial de Motovelocidade. Contratado para defender a equipe de fábrica da Honda, o norte-americano fez sua estreia na MotoGP em 2003, tendo um primeiro ano bastante positivo, terminando em quinto lugar com a equipe de fábrica após conquistar dois pódios.

A carreira do americano evoluiu ao longo dos anos: em 2005, veio a primeira vitória na MotoGP, e logo em casa: com direito a pole em Laguna Seca, Hayden subiu ao topo do pódio pela primeira vez em 10 de julho. Além da vitória na Califórnia, o piloto faturou ainda outros cinco pódios e duas poles para terminar em terceiro lugar.

Mas o melhor estava por vir. 2006 foi o grande ano da carreira de Nicky Hayden. Em disputa direta com Valentino Rossi, o norte-americano conquistou o título mundial daquela temporada mesmo vencendo menos corridas em relação ao ‘Doutor’: foram dois triunfos de Hayden contra cinco de Rossi. No entanto, a consistência do americano da Honda e a regularidade foram decisivos para que ele conquistasse sua maior glória na carreira.

Nicky ficou mais duas temporadas na esquadra japonesa antes de, em 2009, assinar contrato com a Ducati de fábrica. Pela equipe italiana, o norte-americano disputou outros cinco campeonatos, tendo o italiano multicampeão do Mundial como companheiro em duas temporadas. Sem sucesso com a difícil moto de Borgo Panigale, Hayden ainda correr na pequena Aspar, satélite da Honda, entre 2014 e 2015, quando decidiu deixar o Mundial para competir pelo time da montadora japonesa no Mundial de Superbike. Antes, o norte-americano ganhou do Mundial o título de lenda da MotoGP.

No ano passado, Hayden encerrou um jejum que durava desde 2006 e voltou a vencer. Foi na segunda corrida da Superbike em Sepang, na Malásia. Nicky terminou aquele campeonato em quinto, com 248 pontos.

Também em 2016, o norte-americano fez sua participação derradeira na MotoGP. Primeiro foi chamado para substituir Jack Miller no GP de Aragão. E, depois, entrou no lugar de Dani Pedrosa, que se recuperava de lesão, no time de fábrica da Honda no GP da Austrália, em Phillip Island.

Neste ano, Hayden seguia com a Honda na Superbike. No último fim de semana, o piloto disputou a rodada de Ímola. Nicky não terminou a primeira corrida, mas completou a segunda em 12º. O #69 ocupava a 13ª colocação no campeonato, com 40 pontos.

Hayden ficou conhecido ao longo de sua carreira pelo apelido de ‘The Kentucky Kid’ e tinha muito respeito de seus colegas de grid e amigos. Era famoso por ter uma personalidade tranquila e amável. Nicky perdeu a vida depois de um acidente enquanto treinava de bicicleta na região de Rimini, norte da Itália. Um carro o atingiu, provocando diversas lesões.

A comunidade do esporte a motor no mundo lamenta a perda do campeão.

 

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*Fonte: grandepremio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


AMA Mx Hangtown 2017


MXGP Alemanha 2017 – Highlights

Overall MXGP

1. Antonio Cairoli – KTM
2. Jeffrey Herlings – KTM
3. Gautier Paulin – Husqvarna
4. Clement Desalle – Kawasaki
5. Romain Febvre – Yamaha
6. Glenn Coldenhoff – KTM
7. Max Anstie – Husqvarna
8. Max Nagl – Husqvarna
9. Arminas Jasikonis – Suzuki
10. Jeremy Van Horebeek – Yamaha
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Overall MX2

1. Jeremy Seewer – Suzuki
2. Hunter Lawrence – Suzuki
3. Pauls Jonass – KTM
4. Thomas Covington – Husqvarna
5. Thomas Kjer Olsen – Husqvarna
6. Brian Bogers – KTM
7. Michele Cervellin – Honda
8. Julien Lieber – KTM
9. Darian Sanayei – Kawasaki
10. Benoit Paturel – Yamaha

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Classificação MXGP

1. Antonio Cairoli – 305 Pts
2. Tim Gajser – 261 Pts
3. Gautier Paulin – 260 Pts
4. Clement Desalle – 246 Pts
5. Jeremy Van Horebeek – 226 Pts
6. Jeffrey Herlings – 221 Pts
7. Evgeny Bobryshev – 214 Pts
8. Romain Febvre – 177 Pts
9. Max Nagl – 163 Pts
10. Glenn Coldenhoff – 153 Pts

Classificação MX2

1. Pauls Jonass – 325 Pts
2. Jeremy Seewer – 288 Pts
3. Thomas Kjer Olsen – 264 Pts
4. Julien Lieber – 249 Pts
5. Benoit Paturel – 220 Pts
6. Thomas Covington – 184 Pts
7. Jorge Prado Garcia – 175 Pts
8. Brent Van doninck – 174 Pts
9. Darian Sanayei – 142 Pts
10. Michele Cervellin – 139 Pts

 

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*Fonte: crossclubebrasil

 


Acidente assustador atinge 17 pilotos da Moto3 na França

O GP da França de Moto3, na manhã deste domingo, ficou marcado por um acidente assustador. Primeiro, logo após a largada, Kornfeil, Dalla Porta, Norrodin e Suzuki caíram e a moto de um deles derramou óleo na pista. Em seguida, um total de 16 pilotos acabou escorregando e caindo.

A prova precisou ser interrompida e os pilotos foram para os boxes – nenhum se feriu com gravidade. Na volta, a vitória ficou com o espanhol Joan Mir. Veja o acidente no vídeo acima.

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*Fonte: esporteaominuto


Red Bull Minas Riders


Red Bull Minas Riders 2017 – Prova CANCELADA! Saiba porque

Bom dia Brasil! É com  um enorme pesar, e um grande descontentamento, que dou essa péssima noticia, o Minas Riders foi cancelado!

Ate ontem estava tudo acertado para o evento acontecer hoje, mas ontem de noite, eu ja dormindo, recebi uma nota que hoje nos da imprensa estávamos liberados que nao ia mais acontecer o evento, acordei agora e levei esse susto muito grande!

Imagina um camarada com um sentimento de perda, uma dor no coração? Esse cara sou eu!  Nao estou vendo o hoje e o agora, estou vendo na frente, acredito que NUNCA mais teremos uma prova desse nível aqui no Brasil, e a repercussão que isso vai dar, ira acabar de ferrar possíveis outras eventos que poderiam vim. Imagina agora a dor dos fanáticos de MotoGP quando perderam o mundial, os fanáticos por Motocross quando perderam sua etapa do mundial, os fanáticos de Enduro FIM quando perderam o direito de realização do mundial de enduro aqui! Infelizmente vivemos no pais do futebol, nossos dirigentes sao péssimos, o motociclismo sempre estará em trigésimo plano.

Lamento sobre a noticia de ontem falando que a prova aconteceria, falamos com o prefeito da cidade, secretario de esportes e muitos outros, so que o problema nao veio daqui, veio de Ouro Preto, e de la que foi dada a cartada final! Pelo o que dizem, uma vereadora local (ouvi um video aqui agora, nao sabe nem falar direito), criou um caso gigante por fazer o evento na praça Tiradentes, e por isso, ela pediu o impedimento da prova junto ao ministério publico. Mesmo com todos os documentos, o ministério publico pediu a paralização do evento para fazer possíveis averiguações, mais uma grande PIADA brasileira, verificar o que? As licenças foram dadas! Agora imagina todo o investimento de varias pessoas em todos os cantos do mundo e quem vai arcar com esse prejuízo? A tal vereadora? O município de Ouro Preto? Quem? O problema é bem maior, com certeza iremos perder essa etapa, porque a credibilidade de realização de eventos de tal porte ja perdemos.

Bola para frente, estou sentindo que estou em um funeral, o negocio e pegar o carro e ir para OrangeBH ver as motos e participar de um encontro que eles fazem todos os sábados para a gente esfriar a cabeça.

Bom dia para todos, meus sentimentos para todos os pilotos e para o enduro brasileiro… Perdemos essa!

 

MINAS RIDERS – BURROCRACIA BRASILEIRA!

Em qualquer pais do mundo que tivesse um evento desse porte, o pais estaria envolvido diretamente para ajudar de alguma forma, seja ela na logística ou na rapidez de liberação de alguns documentos e licenças. Aqui nao, é tudo ao contrario, o governo nacional nao esta nem ai, o estadual idem e o municipal também nao ajuda.

Para completar, ontem, a policia florestal encheu o saco, eles ficaram o tempo todo arrumando problemas para multar, para cancelar, para nao deixar o evento acontecer, é tanta encheção de saco, que é bem possível que o evento nao acontece aqui ano que vem, raro as entidades que ajudam aqui no Brasil, perdemos o mundial de MOTOGP, mundial de Motocross e varias outras provas que poderíamos ter e nao temos por causa de BURROcracia, sempre falam que aqui no Brasil, eles criam as dificuldades, para nos pagarmos as facilidades, isso é realmente verdade!

 

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*Fonte: motoraid

http://www.motoraid.com.br/minas-riders-burrocracia-brasileira/

 

 


Red Bull Minas Riders 2017 – Cancelamento (Ministerio Público)

A segunda edição do Red Bull Minas Riders, que aconteceria entre os dias 17 e 21 de maio, acabou mais cedo – no sábado à noite, 19 – por causa de uma medida liminar do Ministério Público seguida de ação da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar Ambiental, que paralisaram a prova.

Na sexta-feira, 18, o MP de Minas Gerais apresentou ação contra os organizadores do evento alegando que a prova poderia causar danos ambientais, pedindo paralisação imediata das atividades, colocando a empresa organizadora sujeita a receber multa de 100 mil reais por dia de descumprimento da liminar. O juiz responsável aceitou a ação e pediu a paralisação do evento no sábado, 19.

– Estamos há um ano conversando com todas as autoridades ambientais e definindo o trajeto da prova e temos autorizações de todos os órgãos responsáveis. Infelizmente, no último momento, a polícia pediu para fazer mais algumas análises de risco e optamos por cooperar e antecipar o final da competição já que os pilotos não podem aguardar – afirmou o romeno Martin Freinamedetz, da empresa Xventure, responsável pela organização.

Assim, com apenas dois dias de provas realizadas na categoria Gold, o britânico Graham Jarvis, da Rockstar Energy Husqvarna, foi considerado campeão da edição 2017. O americano Cody Webb, da Red Bull KTM, estreante na prova, e o espanhol Alfredo Gomez, vencedor do evento no ano passado, completaram o pódio.

Entre os brasileiros, o melhor colocado na categoria principal, a Gold, foi Rigor Rico, que terminou na sétima colocação. As categorias Silver, Bronze e Iron participaram apenas do Prólogo, na sexta-feira.

Classificação final do Red Bull Minas Riders 2017

> Ouro
1º lugar – Graham Jarvis – GBR
2º lugar – Cody Webb – USA
3º lugar – Alfredo Gomez – ESP

>> Silver
1º lugar – Romulo Bottrel – BRA
2º lugar – Rogério Zortea – BRA
3º lugar – Renan Tonon – BRA

>> Bronze
1º lugar – Patrik Capila – BRA
2º lugar – Diego Baesso Collet – BRA
3º lugar – Marco Túlio Faria – BRA

>> Iron
1º lugar – Kelder Campos – BRA
2º lugar – Laurindo Zatorski – BRA
3º lugar – René Reist – SUI

 

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*Fonte: brmx

 


Piloto de motos Nicky Hayden é atropelado por carro enquanto andava de bicicleta

O piloto americano de motos Nicky Hayden foi atropelado por um carro enquanto andava de bicicleta em Rimini, na Itália. Campeão mundial de MotoGP em 2006, o Hayden compete atualmente o Mundial de Superbike pela equipe Red Bull Honda.

O estado do piloto, que tem 35 anos, é grave, com o sofrimento de traumatismos pelo corpo, disse o jornal “Rimini Today”.

De acordo com a organização do Mundial de Superbike, o piloto foi levado para uma hospital local. O americano fazia o treinamento físico com bicicleta para a próxima corrida, marcada para este final de semana, em Rimini.

“Dedos cruzados para Nicky Hayden”, disse a MotoGP em seu Twitter oficial.

 

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A situação de Nicky Hayden está «estável», mas o piloto norte-americano mantém um quadro clinico de «extrema gravidade», de acordo com a última informação médica.

O Hospital Bufalini de Cesena fez um comunicado na manhã desta sexta-feira em que não regista evoluções relativamente à véspera.

«A situação é estável. O quadro clínico permanece de extrema gravidade e em relação ao dia anterior não há variações», relata a «Gazzetta dello Sport».

 

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*Fontes: G1  / autoportal

Banjoman: *Mais uma triste notícia dessa semana cinzenta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Taste of Dakar – The Ride of My Life


RAW – New paths for King of the Hill – Hard Enduro 2017


ALWAY5 RYAN DUNGEY


Um tributo a Ryan Dungey – O Campeão que resolveu se aposentar essa semana aos 27 anos


Camp Coker GNCC ’17


Best of Moto Dakar 2017


Enduro GP Spain 2017 – Highlights


Between Trees – Final Teaser


MXGP Latvia 2017- Highlights


Moto GP da Espanha 2027

No Moto GP da Espanha 2017 tivemos hoje a vitória do piloto Dani Pedrosa (#26) Honda, a segunda colocação ficou com seu companheiro de equipe Marc Marquez (#93) Honda, e a terceira colocação ficou com Jorge Lorenzo (#99) Ducati, seu primeiro pódium esse ano e também, o primeiro em sua nova equipe.

 

>> A situação do campeonato na categoria principal no mundial de motos, a MOTO GP está assim:

1° – Valentino Rossi (#46) Yamaha – 62 pts

2º – Maverick Viñales (#25) Yamaha – 60 pts

3º – Marc Marquez (#93) Honda – 58 pts

4º – Dani Pedross (#26) Honda – 52 pts

5º – Andrea Dovizioso (#4) Ducati – 41 pts

6º – Johann Zarco (#5) Yamaha – 35 pts

7º – Carl Crutchlow (#35) Honda – 29 pts

 

 


Finais do AMA Sx 2017 – Las Vegas

A prova final do AMA Supercross de 2017 em Las Vegas é a que definiria o campeão da categoria princiapl (450cc), onde a disputa estava entre os pilotos: Eli Tomac (#3) Kawasaki e Ryan Dungey (#1) KTM. E mesmo com Tomac terminando a prova em 2º lugar e Dungey em 4º, a soma dos pontos deu Ryan Dungey como campeão do AMA Sx 2017 nas 450cc.

Na categoria das 250cc/Costa OESTE o campeonato já estava decidido antecipadamente, o título coube ao piloto Justin Hill (#17) Kawasaki.

Já na categoria 250cc/Costa LESTE, o campeão foi Zach Osborne (#16) Husqvarna.

Parabéns aos campeões do Supercross e eque agora venha o AMA Mx 2017 (motocross).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Finais do AMA Sx 2017 – Las Vegas (highlights)


Por que sentimos pressão na orelha ao mergulhar?

O mergulhador e colunista do Webventure, Alvanir Oliveira, o Jornada, explica o motivo e como evitar esse desconforto

Certamente, muitos já sentiram aquela sensação de desconforto na orelha enquanto mergulhavam, mesmo em uma piscina um pouco mais funda. Ou até mesmo quando descemos a “serra” é possível sentir essa pressão. Trata-se de um problema facilmente resolvível, após entendermos um pouco da física e da fisiologia.

Durante o mergulho, com o aumento da profundidade e consequente da pressão no ambiente, acontece um dos fenômenos que, com simples técnicas e conhecimentos suficiente, evitaremos problemas: a equalização na orelha.

Apesar de muitos ainda usarem o termo “ouvido”, o correto é chamar de “orelha”. Este termo, foi adotado oficialmente desde o ano de 2001, pela Sociedade Brasileira de Anatomia, seguindo recomendações do Congresso Mundial de Anatomia, para designar o órgão da audição eu sua totalidade. Em Portugal ainda mantém-se a denominação de ouvido em lugar de orelha.

A orelha está conectada à garganta pela tuba auditiva, que tem a função de dreno e de ventilação. A abertura na garganta, fica normalmente fechada. Músculos da garganta abrem-na quando a pessoa engole. Durante o mergulho a tuba auditiva é usada para igualar a pressão da orelha média. Na descida ela é usada para transferir o ar das vias aéreas para a orelha média. Na subida, quando retornamos para a superfície, e a pressão do ambiente diminui, o processo é inverso, ou seja, permite que o ar sai da orelha média.

Quando não ocorre a equalização, o aumento da pressão na membrana timpânica, que é o limite entre o ambiente interno e externo, pode causar inchaço, dor, ou até mesmo a sua ruptura. Se há a demora para compensação da pressão durante a descida, pode acontecer o fechamento da tuba auditiva, o que vai dificultar ou mesmo impedir a equalização.

Alguns, de maneira incorreta, tentam superar este efeito executando a Manobra de Valsalva forte, mas a pressão aumentada na garganta, ajuda a fechar ainda mais a tuba auditiva. A Manobra de Valsalva, é uma técnica usada para a equalização, que consiste expirar suavemente com a boca fechada, e simultaneamente pinçar as narinas, facilitando assim, a passagem do ar das vias aéreas para a tuba auditiva.

Ela deve ser feita sempre suavemente, pois se realizada de maneira muito vigorosa, pode transferir uma força exagerada para a janela redonda (orelha interna) dilatando-a ou rompendo-a, o que pode provocar uma vertigem alternobárica, ou até mesmo uma doença descompressiva de orelha interna.

Uma curiosidade interessante é que a técnica descrita pelo anatomista italiano Antonio Maria Valsalva (1666-1723), consistia em forçar a exalação contra a glote fechada, o que não equaliza as orelhas. Na verdade, a técnica, que no mergulho chamamos de Manobra de Valsalva, foi desenvolvida pelo médico inglês Joseph Toynbee(1815-1866), que também criou, além deste, um outro procedimento chamado de Manobra de Toynbee, que consiste em engolir com a boca e com o nariz fechados.

Uma outra manobra alternativa usada para a equalização das orelhas, é conhecida como
Manobra de Frenzel, que foi desenvolvida em 1938, para os pilotos alemães durante a Segunda Guerra Mundial. O mergulhador mantém o nariz e boca fechados, contraindo os músculos da boca para abrir a tuba auditiva, e usando a língua como um pistão para empurrar ar nela. A Manobra de Frenzel, assim como a de Toynbee, são suaves, e deixam as mãos do mergulhador livres para outras tarefas.

Outras manobras muito úteis são o movimento da mandíbula, enquanto bocejar com a boca fechada, ou a combinação de várias manobras. Importante também, é descer sempre com os pés primeiros, facilitando assim uma pressão maior na parte superior dos espaços, onde fica a tuba auditiva e as orelhas.

Se ocorrer alguma dificuldade, é necessário diminuir um pouco a profundidade, e começar novamente os procedimentos de equalização.

Após um mergulho, durante o retorno para a superfície, o ar que está contido na orelha média, vai percorrer o caminho inverso, passando pela tuba auditiva e saindo pelas vias aéreas. Se algum problema acontecer neste processo, isso poderá causar um bloqueio reverso, e para evitá-lo é necessário retardar o retorno para a superfície, descendo novamente um pouco até parar a dor, e retomar a subida muito lentamente, movimentando bastante a mandíbula, na tentativa de liberar a tuba auditiva para a saída do ar. Importante neste situação, é nunca realizar uma Manobra de Valsalva durante a subida, o que provocaria o efeito inverso, aumentando ainda mais a pressão na orelha, com possibilidades, inclusive, de ruptura do tímpano ou até mesmo da janela redonda.

O rompimento do tímpano, pode provocar a entrada de água na orelha média, o que causa o rápido resfriamento e uma vertigem imediata. A ruptura da janela redonda, pode causar a vertigem alternobárica, pelo aumento da pressão, o que implicará na perda do equilíbrio, não percebendo o mergulhador se está indo para o fundo ou para a superfície.

Uma regra básica é evitar mergulhar em caso de resfriado ou gripe, pois nestas situações, a mucosa que recobre a tuba auditiva, ficará inflamada, e ocorrerá também a produção de secreções pelo organismo, fatores estes que diminuirão a possibilidade da passagem do ar das via aéreas para a orelha média, impedindo assim a equalização.

O uso de descongestionantes também não é uma boa idéia, pois, caso seu efeito passe durante o mergulho, poderá provocar uma situação de bloqueio reverso.

O único responsável pela equalização é o próprio mergulhador, mas a correta orientação deve
ser dada por instrutores capazes e bem treinados, que saberão como explicar e fazer com que seu aluno aplique corretamente as regras, e evite problemas.

Referência: Manuais de Mergulho da National Association Of Underwaters Instructors

 

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*Fonte: webadventure

 


Oreana 100 – 2017 (David Kamo)

Na Oreana 100 de 2017 uma cena interessante,um piloto tem um acidente (Jared Schlapia), então uma porção de pilotos passam sem ajudar. Então David Kamo que para, ajuda e depois ainda segue na prova dando um belo “passão” na jaguarada. Confira:


Drapák Extreme Enduro 2017 – II


AMA Sx 2017 – East Rutherford – Monster Energy Supercross – Highlights


2017 Full Gas Sprint Enduro Series


THE GREATEST Show On Earth – 322.km/h-200.MPH Street Race . ISLE of MAN TT


We Love Supercross | 2017 MWL


Ryan Villopoto – Life After Racing (Racer X Films)


Dale Earnhardt Jr. anuncia aposentadoria da NASCAR ao fim de 2017

Considerado o piloto mais popular da NASCAR na atualidade, Dale Earnhardt Jr deixará a categoria ao término da temporada de 2017, anunciou sua equipe, a Hendrick Motorsports, na manhã desta terça-feira (25).

Earnhardt, que completará 43 anos em outubro, afirmou no início da temporada que gostaria de esperar por alguns meses para decidir se renovaria seu contrato ou não.

Ele perdeu a segunda metade da temporada de 2016 enquanto se recuperava de sintomas de concussão. Em sua 18ª temporada na divisão principal da NASCAR, ele completou 600 largadas em março, na etapa de Fontana.

Dale Jr fará sua última prova na Cup no dia 19 de novembro, no encerramento da temporada, em Homestead, em Miami. Em comunicado, a Hendrick Motorsports afirmou que anunciará seus pilotos para 2018, incluindo o substituto de Earnhardt, em uma data posterior.

Nascido em Kannapolis, na Carolina do Norte, Dale Jr conquistou 26 vitórias na principal divisão da NASCAR, incluindo duas conquistas nas 500 Milhas de Daytona, em 2004 e 2014. Ele também possui 13 pole positions e oito vitórias em provas que não contabilizam pontos para o campeonato.

Earnhardt conquistou o prêmio de “piloto mais popular da NASCAR” por 14 temporadas consecutivas. Ele nunca venceu o título da série principal, mas foi duas vezes campeão da categoria que hoje é conhecida como Xfinity Series. Desde a criação dos playoffs, Dale Jr se classificou por oito vezes.

O piloto seguiu o caminho de seu lendário pai, Dale Earnhardt, que conquistou sete títulos e venceu 76 corridas, e de seu avô, Ralph Earnhardt – ambos os pilotos foram incluídos na lista de 50 maiores pilotos da história da NASCAR.

 

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*Fonte: brmotorsport

 


MXGP 2017 – EUROPE Valkenswaard – HIGHLIGHTS


Moto elétrica deve estrear no AMA Supercross 2018

A Alta Motors pretende entrar para o mercado de competições a partir do AMA Supercross 2018 (ou antes). A moto elétrica desenvolvida na Califórnia, EUA, está cada vez mais próxima do que os desenvolvedores acreditam ser o ideal para competir com as 250F.

Blake Wharton, vencedor de provas do AMA Supercross, é peça fundamental nas melhorias que a moto tem recebido. O piloto, que já correu no Brasil, não descarta alinhar no gate mais uma vez a partir da próxima temporada para defender a marca.


– Talvez eu corra algumas provas especiais, alguns eventos selecionados. Mas eles devem ter outro piloto regularmente – disse Wharton em entrevista ao BRMX.


Para alinhar no gate de uma competição oficial nos EUA, a moto precisa ser homologada. Para isso acontecer, uma série de questões precisam ser aprovadas. Mas, de acordo com o diretor de marketing da marca – Jon Bekefy – em entrevista a Transworld MX, esta homologação da moto elétrica deve sair ainda em 2017.

A Feld Motorsports – organizadora do AMA Supercross – já sinalizou a Bekefy que assim que a homologação for “carimbada”, a Alta pode alinhar no gate do SX. Wharton acredita que só então a moto poderá ser aperfeiçoada por completo.


– Ainda são necessários alguns ajustes, coisas que só se percebe durante as corridas. A moto já é boa, mas é importante estar na competição, alinhando no gate – disse.

Desde que Josh Hill correu a Red Bull Straight Rhythm com uma Alta no ano passado, a marca tem se preocupado em desenvolver uma moto mais leve, com melhor suspensão e diferentes mapas de tração para ser mais competitiva frente as 250F.

De acordo com Bekefy, muitas equipes privadas já procuraram a Alta Motors para uma parceria. Ele acredita que este será o caminho ideal para iniciar no AMA Supercross 2018, na categoria 250 Oeste.

 

*Mas e a falta daquele ronco, daquele som…!??

 

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*Fonte:brmx

 


Moab Enduro 2017 Husqvarna TE300


AMA SX 2017- Highlights: Salt Lake City – Monster Energy Supercross (250cc / 450cc)


Moto GP Circuíto das Américas – EUA 2017

E o Grand Prix no Circuito das Américas hoje nos EUA deu o esperado, em primeiro Márc Marquez (#93 – Honda), seguido por Valentino Rossi (#46 – Yamaha), que agora lidera o campeonato na pontuação e a terceira colocação para Pedrosa (#26 – Honda). Tivemos a queda de Maverick Vinales (#25 – Yamaha) já na primeira volta, ele que havia ganho as duas provas anteriores e liderava até então o campeonato.

Na Moto2 tivemos mais uma vitória do piloto ítalo-brasileiro Franco Morbidelli (#21), que segue líder absoluto na categoria.

Na Moto 1 a vitória coube outro “heroi” aqui do blog, o italiano Fenati (#5). Parabéns garoto!