Super Bowl LIII – New England Patriots

E o Super Bowl LIII ficou mesmo com o New England Patriots, de Tom Brady e Bill Belichick (não que isso tenha me surpreendido, dessa vez), que com essa sexta conquista do troféu se juntam ao Pittsburg Steelers, como os dois times com o maior número de vitórias em Super Bowl na história da NFL.

Parabéns aos Patriots por mais essa conquista. Foi merecido, mesmo que o jogo dessa vez na verdade ficou longe das grandes emoções que tivemos nas recentes versões anteriores. Pode-se dizer de que foi um jogo feio, truncado e com total predominância das defesas, tanto que isso se refletiu no resultado final com o minguado placar de 13 x 3. Sendo que até o touchdown dos Patriots, veio somente no quarto e último período da partida.

*Em tempo – Ainda acredito que se não fosse a “garfeada” da arbitragem, no final do jogo da decisão da Conferência Nacional – Saints x Rams, teríamos então sim um baita jogaço de Super Bowl com Saints x Patriots! O Saints estava voando esse ano e Drew Brees, que assim como Tom Brady, também é um excelente / experiente QB, dariam um belo show. Mas não foi isso que aconteceu. Paciência. Foi injustiça pura… acabamos privados de um provável grande jogo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Super Bowl LIII – Patriots x Rams (temporada 2018/19)

Domingo novamente será a vez daquele que é considerado um dos maiores eventos mundiais esportivos, o Super Bowl. Esta será a 53ª edição da final da National Football League. O jogo que irá decidir o campeão da liga na temporada de 2018. O embate será entre o campeão da Conferência Americana New England Patriots e o campeão da Conferência Nacional Los Angeles Rams, e está marcado para 3 de fevereiro de 2019, em Atlanta, no Mercedes-Benz Stadium.

Como de costume será provavelmente um grande jogo, basta lembrar dos últimos anos, com grandes viradas no placar, várias surpresas e inúmeras jogadas incríveis (sim, os Patriots também perdem Super Bowls). Este ano eu esperava sinceramente ver o New Orleans Saints na final, alguma coisa me dizia que seria novamente o ano deles. Estavam na vibe e de uma hora prá outra vieram patrolando todo mundo nessa temporada. Mas não foi a vez! Um erro grave de arbitragem nos últimos minutinhos do jogo da final da Conferência Nacional, tiraram Brees e seu glorioso time do Super Bowl LIII. Sacanagem! Erro inclusive admitido pós jogo pela própria NFL. Errar é humano. Enfim, vida que segue. Mas era o único time que eu imaginava ter plenas condições de encararem de frente e até vencerem os afamados Patriots. E cab dizer que apesar de eu jamais torcer por eles (Pats), possuem todo o meu respeito. Afinal, o que se pode dizer do que provavelmente sejam considerados as maiores estrelas da história da NFL, o QB Tom Brady (#12) e o técnico Bill Belichick. As estatísticas estão aí para quem quiser ver e não mentem. Então é isso, né.

*Véio – esses caras são praticamente uma das maiores lendas do futebol americano. E o melhor, ainda estão aí, na sua tela jogando ou na beira do gramado pilotando um dos maiores times que a NFL já viu. TODO RESPEITO.

Também tivemos um belo ano dos Chiefs, que se destacaram com o novato Mahommes (QB #15) e é claro, não se pode negar também de que os Rams fizeram por merecer estarem nessa final, com o técnico (novato) Sean McVay realizando um ótimo trabalho junto com o QB Jared Goff (#16), e contando ainda com os sensacionais Todd Gurley (RB #30) e Aaron Donald (DL #99), entre tantos mais do elenco.

É certo que farei parte do grupo daqueles que torcem contra os Pats, não importa o time contra quem jogarem. Isso é um tradicional sintoma psicológico de quem Sim, vou de Rams. Mas se me perguntarem eu quem eu acredito que irá vencer essa edição do SB, meio que na contra gosto tenho de dizer que sejam os Pats. O “Gizo” (Brady), maridão da nossa Gisele Bundchen, é um daqueles caras predestinados, muito acima da média e com muita experiência na bagagem. Ah! E ele “nunca” amarela ou se entrega. Cai atirando! Portanto fica complicado apostar nos Rams que tem uma vibe de time ainda em fase de crescimento (um baita time – sem dúvida, mas ainda meio “verde” em termos de experiência, aguentar a pressão, esse tipo de coisa). Sem bem que… tem o seguinte – “Não tá morto quem peleia!”

*Imagino também de que estejamos assistindo aos últimos anos (talvez até o último, mesmo!) de Tom Brady em ação, apesar de estar ainda em boa forma e performance “doutrinando” em campo, mas não podemos nos esquecer de que já está na casa dos 41 anos e o futebol americano é um esporte extremamente físico, de muito contato e porradaria, de onde vem muitas lesões e tal. Mas enfim, com certeza teremos um bom jogo nesse domingo.

O Super Bowl também é famoso por ser o evento com os mais altos custos nos comerciais de TV, mas se ligue de que “esses comerciais” não são transmitidos para nós, aqui no Brasil. Ah! E tem ainda o famoso show do intervalo, sempre contando com uma grande celebridade, afinal trata-se de um big evento e é assim transmitido para milhões de espectadores no mundo todo, esse ano será a vez daquela chatice sem fim do Maroon 5 (haja saco…!!!).

*Em tempo: sou torcedor do Green Bay Packers e admito, tenho também uma queda pelos time dos Saints.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por que sempre torcemos pelo time mais fraco?

Time do coração à parte, por que essa mania universal de torcer para o mais fraco?

Não é só uma impressão: esse comportamento foi comprovado em um clássico estudo dos economistas Jimmi Frazier e Eldon Snyder realizado em 1991. Os pesquisadores colocaram um cenário hipotético para 100 estudantes: dois times de um esporte não especificado, A e B, iam se enfrentar em uma melhor de 7 – nesse sistema, vence quem ganhar primeiro 4 partidas. Sabendo que o time A tinha o campeonato na mão, 80% dos estudantes escolheram o time B. Pior: informados que o time B supreendentemente havia ganho as 3 primeiras partidas, metade dos seus torcedores virou a casaca e passou a torcer para o agora desfavorecido A.

Frazier e Snyder explicam o efeito com o que se pode chamar de “economia emocional”. O torcedor é antes de tudo um hedonista: quer sempre sentir o máximo de prazer possível. Se o seu time não está envolvido, você sempre vai fazer um cálculo inconsciente de custos e benefícios em busca de mais emoção – e a emoção inesperada (uma zebra) é sempre maior do que a esperada (torcer pelo melhor).

É por isso que, na experiência dos economistas, os estudantes mudavam de time sempre que os papéis de favorito e azarão se invertiam. O resultado nem importa tanto: se der zebra, lindo; se ele perder – tudo bem, você nem contava com isso.

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*Fonte: superinteressante

A cada hora de corrida, você ganha 7 horas extras de vida, diz estudo

Perda de peso, fortalecimento dos músculos e dos ossos, alívio do estresse, melhora da capacidade cardiorrespiratória, enfim, a lista de benefícios da corrida é extensa e bastante conhecida. O que nem todo mundo sabe, no entanto, é que correr é a atividade física que tem o maior efeito no aumento da expectativa de vida.
Corrida aumenta a expectativa de vida

Um estudo realizado pelo Instituto Cooper, nos EUA, descobriu que apenas 5 minutos de corrida por dia já garante longevidade, mas o dado mais significativo foi o de que a cada hora que você corre, ganha 7 horas extras de vida. Os resultados foram obtidos através da reunião de trabalhos científicos anteriores sobre os benefícios da atividade.

Os pesquisadores colocaram as descobertas na ponta do lápis e chegaram a números bastante interessantes. Se uma pessoa correr duas horas por semana, passará, durante 40 anos, aproximadamente 6 meses realizando a atividade. No mesmo período, o ganho de vida seria de cerca de 3 anos.

De acordo com o levantamento, independentemente da distância ou da velocidade, correr diminui em quase 40% os riscos de morte prematura, um benefício conquistado até mesmo em casos em que a pessoa fumava, bebia álcool e apresentava histórico de problemas de saúde, como hipertensão ou obesidade.

Os cientistas não foram capazes de determinar, exatamente, por que a corrida é tão poderosa para evitar a mortalidade precoce, mas acreditam que o fato se dá pelos resultados positivos da atividade, que incluem redução da pressão alta e acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. Além disso, correr promove o aumento no preparo aeróbico, que é um dos indicadores mais conhecidos de saúde no longo prazo.

 

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*Fonte: portalraizes