Como construir uma casa em uma Kombi (projeto / e-book)

Descrição do Produto

Esse livro-projeto é o manual que todo viajante sonhava em ter para viver no conforto do lar e desbravar o mundo ao mesmo tempo. Agora, qualquer leigo será capaz de construir sua própria Kombihome com banheiro seco, cozinha completa, cama de casal, chuveiro, armários, espaço para materiais de trabalho, frigobar e outros eletrodomésticos todos movidos por energia limpa e renovável através de painéis fotovoltaicos. Kombihome, o manual completo é mais do que um projeto, é uma oportunidade real, tangível e de fácil construção pois além de contar com todas as peças medidas e desenhadas, conta também com uma animação em 3D que revela passo a passo a ordem da montagem dos móveis, do sistema fotovoltaico, sistema hidráulico e do sistema gás de cozinha. Este livro também apresenta informações preciosas sobre a documentação, dicas, histórias da estrada e muito mais.

Agora só não desfruta de viver na estrada quem não quer!

Vantagens

Esse livro-projeto traz não só comodidade de ter acesso a um projeto de alta funcionalidade e praticidade, mas traz também possibilidade de uma economia dramática de tempo em projetação de uma casa na Kombi, que envolve complexos sistemas; economia de gastos, uma vez que peças cortadas erradas e desperdício de material, que são um ponto chave no custo de qualquer novo projeto; e possibilidades quiça de novas ideias a partir de uma estrutura bem enraizada nas necessidades básicas de uma casa.

Resumindo: economia de tempo e investimento, uma visão real sobre os custos do projeto, dicas e informações valiosas sobre temas burocráticos como a documentação, por exemplo, manual de construção de móveis, sistema hidráulico e sistema fotovoltaico, histórias das estradas e muito mais.

*Se ficou interessado, confira aqui como adquirir o E-book deste projeto: kombihome

Testando

Hoje foi dia de testar melhor na estrada (prá valer) a nova Honda XRE 300. Até então apenas tinha andado com ela na cidade e um breve esticada em estrada secundária de asfalto. Fui inicialmente até Lajeado (RS) e depois resolvi seguir mais adiante, com direito uma entrada em Estrela (RS), na volta. Aliás foi bem interessante, porque há muito tempo não entrava na cidade e ia até a beira do rio. Dessa vez encontrei tipo uma praça com um paradouro, com direito a uma escadaria até a margem. Muito bonito e legal. Aliás, nem nem me recordava mais que existia esse lugar, depois me caiu a ficha de que já estive lá, há muitos anos atrás. Bom relembrar essas coisas!

Andei sozinho hoje, mais na função de matar a fome andando com a moto nova e naquela de pegar suas manhas e macetes, ver como ela se comporta na estrada e em diversas situações diferentes (retas, curvas, retomadas, aceleração, freiadas, etc… essa baboseira toda – mas que é importante). E nesse caso quanto mais andar com ela, melhor. O resultado foi bem interessante e fiquei muito satisfeito. Vai servir muito bem ao seu propósito.

Já de volta, encontrei o Pretto, conversamos sobre a moto e depois fomos dar mais um rolê, foi quando apareceu um amigo dele que é um feliz proprietáriode uma Yamaha 200cc (2T), ano 2000 – que diga-se, está inteiraça e muito bem cuidada. Isso é legal e eu curto. Uma relíquia e que moto bacanuda. Daí a conversa, comom de costume já se estendeu até a noite. Bem, taí mais um belo dia.
Gracias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A famosa revenda “fantasma” de automóveis em Estrela e a sua história

Normalmente passo pelo trevo de entrada da cidade de Estrela (RS) quando tomo o caminho da Rota do Sol ou então sigo pela 386 (Lajeado / POA), hoje resolvi fazer algo diferente, ao invés de só passar ao largo por esse trevo, entrei de fato na cidade para dar uma volta por suas ruas, coisa que não fazia há anos e então aproveitar para ver como estão as coisas atualmente. tudo mudado par amim e a cidade me pareceu bem maior e desenvolvida do que eu ao menos me recordava.

Mas o interessante foi que logo que tomei uma das vias principais de acesso da cidade reconheci no caminho a minha frente a revenda de carros Volkswagen (Comercial Gaúcha), famosa pela sua peculiar história. Trata-se de uma revenda de automóveis que foi fechada aproximadamente há uns 15 anos por ordem da distribuidora Volkswagen, mas o seu proprietário, o Sr. Otmar Waltger Essig, ainda vai ao trabalho todos os dias e a mantém limpa, bem cuidada e intacta, apesar de não ter funcionário algum e estar “fechada” para o público todo esse tempo. Trata-se praticamente de uma revenda fantasma e também uma viagem no tempo.

Assista ao mini-documentário abaixo que você irá entender melhor os detalhes dessa interessante história.

 

Como há tempos não entrava em Estrela e nem me lembrava mais desse fato da revenda, apesar de ser uma cidade que fica aqui perto da minha e até mesmo isso também já ter sido motivo de um post aqui no blog, fiquei surpreso e empolgado. Foi bom relembrar dessa história e assim também ver de perto o prédio e os elementos que compõem essa história.

Estacionei perto da revenda e dei uma caminhada na calçada ao longo do prédio. Sim, óbvio que coloquei a cara no vidro para tentar ver melhor o que ainda havia lá dentro e como estavam as coisas. Assim como no vídeo acima, tem lá o Fusca e o Santana, o pátio e as dependências todas limpas e cuidadas, as salas, escritórios, as peças nas estantes e as em exposição, quase como se fosse uma revenda ainda em funcionamento – (aliás, mesmo ela estando fechada está melhor cuidada que muitas outras “abertas” por aí, que eu conheço. Só para constar).

Isso realmente me pareceu uma espécie de um museu casual, algo quase como se o tempo tivesse parado por ali na década de 90. É interessante isso e também desperta a curiosidade dos fatos. Tanto que assim que cheguei em casa procurei novamente pelo vídeo desse documentário e também algumas matérias que já tinha lido no passado. *Esse material está anexo (links) aqui no post.

Mais um daqueles estranhos e sinuosos fatos da vida que são tratados de formas diferente do que talvez a maioria das pessoas normalmente o faria. O que de certa forma acaba por chamar a nossa atenção. Creio que até compreendo a atitude do Sr. Otmar, mas não cabe a mim fazer qualquer julgamento sobre os fatos. Apenas entendo isso como uma coisa inusitada e que faz parte dos caminhos da vida.

Fica aqui então o registro dessa visita ao local e espero que os interessados leiam as matéria e assistam o vídeo. A vida segue.

Valeu!

*Veja algumas imagens:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

>> Leia abaixo (links) de algumas matérias sobre a revenda e a sua curiosa história:

https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/02/concessionaria-fantasma-tem-fusca-zero-e-sp2-impecavel-veja.htm

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https://noticias.r7.com/carros/fotos/concessionario-volkswagen-fechado-desde-2002-ainda-guarda-carros-antigos-zero-quilometro-04032015#!/foto/11

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http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/08/dono-de-revenda-fantasma-preserva-carros-e-vai-ao-trabalho-todos-os-dias.html

 

Trolado pelo tempo

Novamente final de semana e o momento oportuno de pegar a estrada, só que hoje o sábado amanheceu com chuva, nada muito forte mas o bastante para desencorajar o tal rolê de moto. Com o avançar das horas o tempo mudou, passou modo de “dia chuvoso feio e cinza”, mas sem chuva, o que já basta e é mais do que suficiente.

Depois de um bom almoço tratei de me ajeitar o quanto antes para partir, até porque o tempo não me pareceu que ficaria por muito tempo nessa vibe de “sem chuva”. E na real eu ainda nem tinha um roteiro em mente, o que na maioria das vezes nem importa muito, queria mesmo era “andar de moto” seja para onde fosse. Ride, baby, ride!

Saí cedo e novamente sozinho, peguei a estrada rumo à Santa Cruz do Sul com esse tempo nublado, já pensando em ir esticando o trajeto até Pantano Grande se a chuva assim deixasse. Esse era o mesmo plano da semana passada só que não deu muito certo, me molhei logo no começo antes mesmo de chegar a Santa Cruz do Sul, me deu uma “friaca” e voltei. Aliás, faz um bom tempo que não ando até Pantano Grande, gosto muito desse trajeto. Então hoje fui na mesma pilha e o bom é que não choveu. Fui de boa, sem pressa e curtindo o rolê. Passei por Sta Cruz passando por trás do Autódromo, no caminho de passa por trás de Vera Cruz. Uma chegada na pista, que estava de portões fechados, uma caminhada e resolvi seguir em frente. Fui até a entrada de Rio Pardo quando o tempo e o céu deram uma certa escurecida, então pensei que era a minha dica para retornar e não me molhar como na semana passada. Não curti aquele banho de chuva…rsrsrsrs.

Retornei de boa, chego em casa e percebo que não teve nada de chuva. Me dei mal, deveria ter continuado em frente quando lá em Rio Pardo que teria dado tempo de ri até Pantano e voltado sem chuva. Mas ok,  já valeu a viagem hoje.

*Abaixo algumas fotos desse rolê de hoje.