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Estudo revela como era o Saara antes de se tornar um deserto

Entretanto, o que poucos sabem é que antes de ser essa região extremamente seca e desértica, o Saara era uma região cheia de árvores, animais, plantas e muita chuva. Essas informações estão sendo estudadas por pesquisadores da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e de Columbia e do Arizona, nos Estados Unidos.

De acordo com matéria publicada no site da BBC, os pesquisadores que buscam um padrão de chuvas no norte da África descobriram que entre 5 mil e 10 mil anos atrás, o deserto do Saara era conhecido como “Saara Verde” e tinha precipitações anuais entre 35 e 100mm de chuva, clima que colaborava com a fertilidade da terra local.
Saara Verde

O professor do departamento de Ciências Atmosféricas, Planetárias e da Terra do Massachusettes Institute of Technology (MIT), David McGee, equipara a vegetação existente anteriormente no Saara com a do Serengeti, localizado no norte da Tanzânia e sudoeste do Quênia, região que ainda é palco da maior migração de animais mamíferos de todo o mundo.

McGee explicou ao site da BBC Mundo: “Havia no Saara corpos hídricos permanentes, savanas, pradarias e até alguns bosques”. Ele ainda constatou outras evidências de fósseis de animais não encontrados mais na região e a presença de grandes faunas.

No Saara também são encontradas pinturas rupestre e antigos anzóis, revelando um estilo de vida completamente diferente do que é encontrado hoje. Entretanto, para o professor do MIT, mesmo sendo muito complicado saber o tamanho exato da vegetação, estima-se que ela tenha se ampliado para o norte do Saara, onde estão localizadas a Líbia, Argélia e Egito.
Do surgimento do Saara Verde até a sua desertificação

Para Francesco Pausada, da Universidade de Estocolmo, o Saara Verde surgiu da aproximação do Sol com a Terra durante o período de verão, colaborando com essas mudanças. Ele ainda explica: “O Saara se tornou verde quando saímos do período glacial. O sol do verão se tornou mais forte há uns 9 mil anos e isso trouxe uma série de consequências.”

Com as temperaturas extremas, as chuvas de monções aumentaram consideravelmente, colaborando com o surgimento da vegetação e, consequentemente, com a redução das emissões de poeira e diminuição do reflexo da luz. Essas precipitações são conhecidas como albedo, uma das principais causas da aridez na região.

Essa intensificação do albedo no Saara contribuiu significativamente com a desertificação da região. Porém, ainda é incerto quando aconteceu essa mudança drástica no clima.

Muitos cientistas acreditam que essa transformação aconteceu há 5 mil anos, devido aos fenômenos periódicos isolados que aconteceram na região. Outra hipótese é que essa transformação ocorreu de uma hora para outra, sem uma explicação especifica.

Já em 2008, mais um estudo foi divulgado por pesquisadores na Universidade de Colônia, na Alemanha, estimando que essa mudança foi mais lenta e aconteceu há apenas 2,7 mil anos. A pesquisa só foi possível após a análise de amostras de sedimentos retirados do lago Yoa, no norte do Chade, que mostraram o processo gradual de desertificação do Saara.

Entretanto, o estudo realizado por Pausata mostrou que as precipitações que aconteceram revelaram que os seres humanos que lá povoavam, abandonaram a região há 8 mil anos, em decorrência da forte seca que durou mil anos.
Possível influência humana

Estudos realizados recentemente pelo arqueólogo David Wright, da Universidade Nacional de Seul, consideram a hipótese de que os seres humanos tiveram um papel fundamental nas mudanças climáticas do deserto do Saara. Para o pesquisador existem provas arqueológicas de que o primeiro pastoreio provocou sérias consequências na ecologia da região.

Conforme a vegetação era removida e alterada para criação de gado e rebanhos, o fenômeno albedo sofria uma ampliação que colaborava com a diminuição das chuvas de monções. Porém, para Pausata, essa pesquisa não está bem fundamentada e afirmou: “Embora exista um consenso de que o crescimento intenso do rebanho de gado que pasta possa ser prejudicial à variedade de plantas, o pasto leve e moderado pode ter resultados positivos.”
O Saara Verde pode retornar?

Mesmo McGee acreditando que os seres humanos tiveram uma grande participação na desertificação do Saara, outros fatores também ajudaram no desencadeamento do problema, assim como as mudanças cíclicas. Para ele, o Saara verde aconteceu também há 125 mil anos, porém, naquela época, não houve interferência humana e sim uma mudança climática que foi do úmido para árido.

“Desta forma, se o fenômeno for cíclico, é bem provável que o Saara volte a ser verde, mesmo com as atividades humanas recentes”, declarou Pausata. E concluiu: “Daqui a milhares de anos o ciclo se repetirá. O problema agora são as forças antropogênicas. A influência humana será mais um efeito, fora da variação natural, que poderá mudar o equilíbrio no futuro do planeta, não apenas no Saara.”

 

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*Fonte: pensamentoverde

 


O pão sempre cai virado para baixo


Geração do diploma lota faculdades, mas decepciona empresários

Nunca tantos brasileiros chegaram às salas de aula das universidades, fizeram pós-graduação ou MBAs. Mas, ao mesmo tempo, não só as empresas reclamam da oferta e qualidade da mão-de-obra no país como os índices de produtividade do trabalhador custam a aumentar.

Na última década, o número de matrículas no ensino superior no Brasil dobrou, embora ainda fique bem aquém dos níveis dos países desenvolvidos e alguns emergentes. Só entre 2011 e 2012, por exemplo, 867 mil brasileiros receberam um diploma, segundo a mais recente Pesquisa Nacional de Domicílio (Pnad) do IBGE.

“Mas mesmo com essa expansão, na indústria de transformação, por exemplo, tivemos um aumento de produtividade de apenas 1,1% entre 2001 e 2012, enquanto o salário médio dos trabalhadores subiu 169% (em dólares)”, diz Rafael Lucchesi, diretor de educação e tecnologia na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A decepção do mercado com o que já está sendo chamado de “geração do diploma” é confirmada por especialistas, organizações empresariais e consultores de recursos humanos.

“Os empresários não querem canudo. Querem capacidade de dar respostas e de apreender coisas novas. E quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria”, diz o sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore.

Entre empresários, já são lugar-comum relatos de administradores recém-formados que não sabem escrever um relatório ou fazer um orçamento, arquitetos que não conseguem resolver equações simples ou estagiários que ignoram as regras básicas da linguagem ou têm dificuldades de se adaptar às regras de ambientes corporativos.

“Cadastramos e avaliamos cerca de 770 mil jovens e ainda assim não conseguimos encontrar candidatos suficientes com perfis adequados para preencher todas as nossas 5 mil vagas”, diz Maíra Habimorad, vice-presidente do DMRH, grupo do qual faz parte a Companhia de Talentos, uma empresa de recrutamento. “Surpreendentemente, terminanos com vagas em aberto.”

Outro exemplo de descompasso entre as necessidades do mercado e os predicados de quem consegue um diploma no Brasil é um estudo feito pelo grupo de Recursos Humanos Manpower. De 38 países pesquisados, o Brasil é o segundo mercado em que as empresas têm mais dificuldade para encontrar talentos, atrás apenas do Japão.

É claro que, em parte, isso se deve ao aquecimento do mercado de trabalho brasileiro. Apesar da desaceleração da economia, os níveis de desemprego já caíram para baixo dos 6% e têm quebrado sucessivos recordes de baixa.
Image caption Produtividade da industria aumentou apenas 1,1% na última década, segundo a CNI

Mas segundo um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) divulgado nesta semana, os brasileiros com mais de 11 anos de estudo formariam 50% desse contingente de desempregados.

“Mesmo com essa expansão do ensino e maior acesso ao curso superior, os trabalhadores brasileiros não estão conseguindo oferecer o conhecimento específico que as boas posições requerem”, explica Márcia Almstrom, do grupo Manpower.

 

Causas:

Especialistas consultados pela BBC Brasil apontam três causas principais para a decepção com a “geração do diploma”.

 

 

A principal delas estaria relacionada a qualidade do ensino e habilidades dos alunos que se formam em algumas faculdades e universidades do país.

Os números de novos estabelecimentos do tipo criadas nos últimos anos mostra como os empresários consideram esse setor promissor. Em 2000, o Brasil tinha pouco mais de mil instituições de ensino superior. Hoje são 2.416, sendo 2.112 particulares.

“Ocorre que a explosão de escolas superiores não foi acompanhada pela melhoria da qualidade. A grande maioria das novas faculdades é ruim”, diz Pastore.

Tristan McCowan, professor de educação e desenvolvimento da Universidade de Londres, concorda. Há mais de uma década, McCowan estuda o sistema educacional brasileiro e, para ele, alguns desses cursos universitários talvez nem pudessem ser classificados como tal.

“São mais uma extensão do ensino fundamental”, diz McCowan. “E o problema é que trazem muito pouco para a sociedade: não aumentam a capacidade de inovação da economia, não impulsionam sua produtividade e acabam ajudando a perpetuar uma situação de desigualdade, já que continua a ser vedado à população de baixa renda o acesso a cursos de maior prestígio e qualidade.”

Para se ter a medida do desafio que o Brasil têm pela frente para expandir a qualidade de seu ensino superior, basta lembrar que o índice de anafalbetismo funcional entre universitários brasileiros chega a 38%, segundo o Instituto Paulo Montenegro (IPM), vinculado ao Ibope.
Image caption Especialistas questionam qualidade de novas faculdades no Brasil

Na prática, isso significa que quatro em cada dez universitários no país até sabem ler textos simples, mas são incapazes de interpretar e associar informações. Também não conseguem analisar tabelas, mapas e gráficos ou mesmo fazer contas um pouco mais complexas.

De 2001 a 2011, a porcentagem de universitários plenamente alfabetizados caiu 14 pontos – de 76%, em 2001, para 62%, em 2011. “E os resultados das próximas pesquisas devem confirmar essa tendência de queda”, prevê Ana Lúcia Lima, diretora-executiva do IPM.

Segundo Lima, tal fenômeno em parte reflete o fato da expansão do ensino superior no Brasil ser um processo relativamente recente e estar levando para bancos universitários jovens que não só tiveram um ensino básico de má qualidade como também viveram em um ambiente familiar que contribuiu pouco para sua aprendizagem.

“Além disso, muitas instituições de ensino superior privadas acabaram adotando exigências mais baixas para o ingresso e a aprovação em seus cursos”, diz ela. “E como consequência, acabamos criando uma escolaridade no papel que não corresponde ao nível real de escolaridade dos brasileiros.”
Postura e experiência

 

A segunda razão apontada para a decepção com a geração de diplomados estaria ligada a “problemas de postura” e falta de experiência de parte dos profissionais no mercado.

“Muitos jovens têm vivência acadêmica, mas não conseguem se posicionar em uma empresa, respeitar diferenças, lidar com hierarquia ou com uma figura de autoridade”, diz Marcus Soares, professor do Insper especialista em gestão de pessoas.

“Entre os que se formam em universidades mais renomadas também há certa ansiedade para conseguir um posto que faça jus a seu diploma. Às vezes o estagiário entra na empresa já querendo ser diretor.”

As empresas, assim, estão tendo de se adaptar ao desafio de lidar com as expectativas e o perfil dos novos profissionais do mercado – e em um contexto de baixo desemprego, reter bons quadros pode ser complicado.

Para Marcelo Cuellar, da consultoria de recursos humanos Michael Page, a falta de experiência é, de certa forma natural, em função do recente ciclo de expansão econômica brasileira.

“Tivemos um boom econômico após um período de relativa estagnação, em que não havia tanta demanda por certos tipos de trabalhos. Nesse contexto, a escassez de profissionais experientes de determinadas áreas é um problema que não pode ser resolvido de uma hora para outra”, diz Cuellar.

Nos últimos anos, muitos engenheiros acabaram trabalhando no setor financeiro, por exemplo.

“Não dá para esperar que, agora, seja fácil encontrar engenheiros com dez ou quinze anos de experiência em sua área – e é em parte dessa escassez que vem a percepção dos empresários de que ‘não tem ninguém bom’ no mercado”, acredita o consultor.
‘Tradição bacharelesca’

 

Por fim, a terceira razão apresentada por especialistas para explicar a decepção com a “geração do diploma” estaria ligada a um desalinhamento entre o foco dos cursos mais procurados e as necessidades do mercado.

    É bastante disseminada no Brasil a ideia de que cargos de gestão pagam bem e cargos técnicos pagam mal. Mas isso está mudando – até porque a demanda por profissionais da área técnica tem impulsionado os seus salários.
    Gabriel Rico

De um lado, há quem critique o fato de que a maioria dos estudantes brasileiros tende a seguir carreiras das ciências humanas ou ciências sociais – como administração, direito ou pedagogia – enquanto a proporção dos que estudam ciências exatas é pequena se comparada a países asiáticos ou alguns europeus.

“O Brasil precisa de mais engenheiros, matemáticos, químicos ou especialistas em bioquímica, por exemplo, e os esforços para ampliar o número de especialistas nessas áreas ainda são insuficientes”, diz o diretor-executivo da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Gabriel Rico.

Segundo Rico, as consequências dessas deficiências são claras: “Em 2011 o país conseguiu atrair importantes centros de desenvolvimento e pesquisas de empresas como a GE a IBM e a Boeing”, ele exemplifica. “Mas se não há profissionais para impulsionar esses projetos a tendência é que eles percam relevância dentro das empresas.”

 

Do outro lado, também há críticas ao que alguns vêem como um excesso de valorização do ensino superior em detrimento das carreiras de nível técnico.

“É bastante disseminada no Brasil a ideia de que cargos de gestão pagam bem e cargos técnicos pagam mal. Mas isso está mudando – até porque a demanda por profissionais da área técnica tem impulsionado os seus salários”, diz o consultor.

 

Rafael Lucchesi concorda. “Temos uma tradição cultural baicharelesca, que está sendo vencida aos poucos”, diz o diretor da CNI – que também é o diretor-geral do Senai (Serviço Nacional da Indústria, que oferece cursos técnicos).

Segundo Lucchesi, hoje um operador de instalação elétrica e um técnico petroquímico chegam a ganhar R$ 8,3 mil por mês. Da mesma forma, um técnico de mineração com dez anos de carreira poderia ter um salário de R$ 9,6 mil – mais do que ganham muitos profissionais com ensino superior.

“Por isso, já há uma procura maior por essas formações, principalmente por parte de jovens da classe C, mas é preciso mais investimentos para suprir as necessidades do país nessa área”, acredita.

 

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*Fonte: bbc/texto: Ruth Costas

 

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Ciência explica porque reclamar altera negativamente seu cérebro

Ouvir alguém reclamar, mesmo que seja você mesmo, nunca fez bem. Algumas pessoas dizem que reclamar pode agir como uma catarse, uma maneira de descarregar emoções e experiências negativas. Mas olhar com mais atenção ao que o ato de reclamar realmente faz para o cérebro nos dá motivos reais para lutar por um estado de espírito mais positivo e eliminar o mimimi de nossas vidas.

O cérebro é um órgão complexo que, de alguma forma, funciona em conjunto com a consciência para criar a personalidade de um ser humano, sempre aprendendo, sempre recriando e se regenerando. É ao mesmo tempo o produto da realidade e o criador da realidade, e a ciência está finalmente começando a entender como o cérebro cria a realidade.

Autor, cientista da computação e filósofo, Steven Parton, examinou como as emoções negativas na forma de reclamações, tanto expressas por você mesmo ou vindas de outros, afetam o cérebro e o corpo, nos ajudando a entender por que algumas pessoas parecem não conseguir sair de um estado negativo.

Sua teoria sugere que a negatividade e a reclamação realmente alteram fisicamente a estrutura e função da mente e do corpo.

“Sinapses que disparam juntas, se mantém juntas”, diz Donald Hebb, que é uma maneira concisa de compreender a essência da neuroplasticidade, a ciência de como o cérebro constrói suas conexões com base em tudo a que é repetidamente exposto.

Negatividade e reclamações irão reproduzir mais do mesmo, como essa teoria destaca.

 

Parton explica ainda:

“O princípio é simples: em todo o seu cérebro há uma coleção de sinapses (responsáveis por transmitir as informações de uma célula para outra) separadas por espaços vazios chamados de fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara uma reação química através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte por onde um sinal elétrico pode atravessar, carregando a informação relevante do seu pensamento durante a descarga.

… toda vez que essa descarga elétrica é acionada, as sinapses se aproximam mais, a fim de diminuir a distância que a descarga elétrica precisa percorrer… o cérebro irá refazer seus próprios circuitos, alterando-se fisicamente para facilitar que as sinapses adequadas compartilhem a reação química e, tornando mais fácil para o pensamento se propagar.“

 

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*Fonte: osegeredo

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Como são as notações musicais diferentes do “dó-ré-mi”?

As notas musicais não são uma linguagem universal. O famoso “dó-ré-mi” é o chamado método ocidental, mas existem outros. Veja alguns deles:

Índia
Raga, a notação indiana, é a mais semelhante à ocidental. Existem sete notas básicas dentro de uma escala: shadja, rishabh, gandhar, madhyam, pancham, dhaivat e nishad. Assim como o nosso sistema, as notas sofrem variações de nomenclatura conforme o timbre

Rússia
Antes da invasão das tradições ocidentais, os russos usavam sinais chamados “znamena” para transcrever as músicas com base nas melodias, e não nas notas. Então, os sinais representam a forma como tal parte deve ser cantada (alegre, forte, devagar, triste)

China
A notação chinesa segue o conceito do “dó móvel”, em que as notas não são absolutas e variam conforme a escala. Em vez de letras, os chineses usam ideogramas ou números para escrever as suas melodias, lidas, como o mandarim, de cima para baixo e da esquerda para a direita

Japão
Não há uma notação fixa. Existem diferentes sistemas para diferentes instrumentos e escolas. O ensino musical japonês, além da técnica, preza muito pela forma. Isso inclui postura, jeito de se vestir, onde as músicas serão tocadas e manejo e posição dos instrumentos. Acredita-se que, quando um aluno souber essas técnicas, um espírito descerá em seu corpo e o ensinará a tocar bem

Indonésia
Mesmo sem ter muita importância na tradição da música indonésia, o sistema de notação kepatihan baseia-se em sete números para as principais notas musicais e cinco números para as variações de timbre. Os pontos também estão presentes e representam se uma nota deve ser cantada uma oitava acima (ponto acima do número) ou uma oitava abaixo (ponto abaixo do número)

Hummingbird
Esse sistema de notação foi criado para ser uma forma mais simples de ensino musical, visto que a maneira tradicional pode assustar quem não sabe muito de música. Criado em 2013, recebeu críticas e elogios, mas não atingiu um grande nível de popularidade. Enquanto uns afirmam que a leitura e memorização de notas, durações e timbres melhorou, outros dizem que a simplificação tirou elementos importantes presentes no método clássico e não atinge a quantidade de detalhes presentes nos escritos musicais. O consenso entre os músicos é que o hummingbird serviria como uma boa forma de introdução, contudo, o jeito tradicional está tão enraizado na sociedade ocidental que, uma hora ou outra, qualquer músico precisará estudá-lo.

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*Fonte: mundoestranho

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Ler diariamente aumenta a expectativa de vida, diz estudo

Por mais que a leitura pareça não ter muita relação com a saúde, um estudo feito durante 12 anos por pesquisadores da Universidade de Yale, nos EUA, comprovou que as pessoas que leem podem viver mais do que quem não lê.

A receita para a longevidade é simples e os resultados são sentidos com apenas 30 minutos diários de leitura. O estudo feito pelos norte-americanos tinha como intuito identificar os benefícios e a influência da leitura na saúde e qualidade de vida das pessoas.

Para que a análise fosse feita, os pesquisadores usaram dados coletados a partir de um acompanhamento de 12 anos, feito com 3.635 pessoas com mais de 50 anos de idade. Os participantes foram divididos em três grupos. O primeiro deles incluía aqueles que não tinham o hábito de ler, no segundo estavam as pessoas que mantinham uma média semanal de 3,5 horas de leitura e, por fim, o último grupo reunia os voluntários que leem mais do que 3,5 horas/semana.

Além dessa divisão, os cientistas também consideraram outras variáveis, como renda, escolaridade, capacidade cognitiva, entre outras coisas.

Após mais de uma década de estudos, os pesquisadores concluíram que, quem lê, ao menos trina minutos por dia, somando pouco mais de três horas semanais, tinha 17% menos chances de morrer do que quem não lê. Quando o comparativo considerou os leitores mais assíduos, o percentual subiu para 23%.

Uma das possíveis justificativas para este resultado é que o hábito da leitura ajuda a elevar as capacidades cognitivas, responsável por quase todas as relações e conexões entre o Homem e o que está ao seu redor.

Clique aqui para acessar o estudo.

 

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*Fonte: ciclovivo

mulher-lendo


Ficar sem férias pode te matar, diz a ciência

A medicina entende cada vez melhor os danos de muito trabalho sem descanso. Passar meses seguidos sem um tempo real de férias pode afetar o corpo de muitas formas, mentais e físicas.

Um trabalho de longo prazo mostrou que não tirar férias aumenta a chance de problemas cardíacos. Um projeto chamado de estudo Framingham acompanhou mulheres trabalhadoras por 20 anos. Foram analisadas as relações entre a frequência com que elas tiravam férias e a incidência de problemas cardíacos.

Os cientistas chegaram à conclusão de que menos férias implicam mais problemas cardíacos. Trabalhadoras que tiravam férias a cada seis anos tinham o dobro de chances de ter problemas cardíacos do que aquelas que descansavam pelo menos duas vezes por ano.

Outra pesquisa, realizada com homens, mostra que jornadas longas (de dez horas ou mais) aumentam os riscos de doenças coronárias em 80%. A explicação dos cientistas para o aumento nesses riscos é por causa da exposição prolongada a stress psicológico.
E a mente?

A cabeça também é afetada. Uma grande pesquisa chamada Whitehall II estudou os efeitos psicológicos de longos turno de trabalho. Trabalhar mais de 11 horas por dia dobra as chances de um episódio de depressão grave, em comparação a trabalhadores com turno de sete ou oito horas.

Mas tirar férias ainda pode melhorar a mente. Um estudo da Univeridade de Uppsala, na Suécia, mostrou que acontece uma melhora psicológica depois de uma temporada de férias. O estudo mostra, inclusive, uma queda na quantidade de remédios comprados por pessoas que acabaram de voltar de férias.

Os impactos vão além. Estudos também notaram aumento de criatividade em mentes descansadas. Outros, analisando pessoas em situações de longos períodos de trabalho, indicam queda nas funções cognitivas e até diminuição no vocabulário.

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*Fonte: superinteressante


Não coma alimentos sobre os quais formigas andaram. Elas carregam mais doenças que as baratas!

Quem nunca se deparou com uma formiga caminhando sobre um alimento? Ou foi pegar um biscoito e deu de cara com o inseto? Essas situações são bem comuns já que qualquer migalha é suficiente para atrair esses bichinhos. Muitas vezes pensamos “é só uma formiguinha” e ignoramos alguns fatos importantes.

Podemos encontrar as formigas em qualquer lugar que habitamos, há uma estimativa de que exista 10.000.000.000.000.000 (dez quatrilhões) de formigas no planeta, divididas em cerca de 12.585 espécies. Com fácil adaptação, esse grupo representa cerca de 15% a 20% da biomassa animal terrestre. Além disso, acredita-se que elas habitem o planeta há mais de 100 milhões de anos, enquanto o homem teria feito o mesmo há singelos 195 mil anos.

As formigas também habitam lugares sujos como fezes, feridas, animais em decomposição e lixo. Por esse motivo, ignorar a presença delas nos alimentos é uma alternativa perigosa. Por caminharem em variados locais, elas carregam microrganismos patogênicos, como vírus, bactérias e fungos. A formiga é um grande transmissor de doenças infecciosas, além de poder causar gripe, tuberculose, verminoses, intoxicações alimentares, vômito, diarreia e até lepra.

Segundo um estudo publicado na Revista de Saúde e Biologia (SaBios), as formigas podem carregar uma imensa variedade de bactérias em suas patas, além de conseguirem percorrer até três centímetros por segundo. Os pesquisadores buscaram bactérias nas patas dos insetos em ambientes hospitalares e encontraram sete tipos variados de patógenos.

De acordo com outro estudo publicado na Neotropical Entomology em 2010, as formigas podem estar relacionadas a outros tipos de incômodos presentes em hospitais: rejeição, irritações e lesões na pele. Além disso, elas podem falsear resultados laboratoriais, passando de uma placa de Petri para outra.

É pouco provável que alguém coma um alimento sabendo que uma barata tenha passado sobre ele, mas costumamos ignorar a presença de formigas na comida. O que muitos não fazem ideia é que os riscos trazidos pelas formigas são tão grandes – ou até maiores – quanto os oferecidos pelas baratas. Quando uma barata é morta, quem elimina todos os resquícios de seu corpo é a formiga. Uma dissertação de mestrado da USP descobriu que a presença de Salmonella aureus e de enterobactérias resultante de amostras de formigas propõe que esses insetos interfiram completamente na qualidade higiênica dos alimentos.

Temperaturas mais quentes são as melhores para a reprodução desses insetos, ou seja, é praticamente impossível livrar-se totalmente deles. Caso não haja infestação, é possível evitar o problema protegendo os alimentos, removendo migalhas e utilizando detergente e sabão nos espaços em que eles transitam. Caso a situação não possa ser solucionada com essas medidas, o aconselhável é chamar uma equipe especializada.

 

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*Fonte: jornalciencia

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Pessimistas, comemorem: estudo prova que pensar positivo não faz bem

Por mais irônico que seja, os pessimistas do mundo acabaram de ganhar um motivo para comemorar: um estudo feito por Gabriele Oettingen, cientista alemã da New York University e da University of Hamburg descobriu que pensar positivo, diferente do que muitas pessoas (e seções inteiras de livrarias) acreditam, faz mal.

O motivo é bem simples (e quase óbvio, para ser sincero): a partir do momento que alguém visualiza soluções positivas para problemas e desafios, a tendência é que elas se tornem menos produtivas e mais acomodadas, já que, na cabeça delas, tudo está resolvido. Já os pessimistas, fatalistas por natureza, acabam ficando mais atentos e obtém resultados mais satisfatórios.

O resultado foi obtido através de uma pesquisa de vinte anos, que incluiu uma situação bem familiar a todos nós: um dos estudos entrevistou pessoas com interesses amorosos, e cada um precisou narrar o que imaginariam se encontrassem a crush em uma festa. Enquanto os otimistas fantasiavam com bons momentos, os pessimistas visualizavam verdadeiras epopeias para se darem bem.

Meses depois, os participantes mais otimistas tiveram menos sucesso em engatar algum tipo de relacionamento com seus interesses amorosos do que os pessimistas, que se deram bem melhor.

Agora você já pode enviar esta notícia para quem adora te criticar por não ver o lado bom das coisas, jogar o Radiohead no último volume e ser feliz. Quer dizer, triste.

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*Fonte: GQ

 

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A falha de San Andreas está nos avisando do ‘Big one’?

Os terremotos no sul da Califórnia não deveriam ser notícia. Esta região do mundo registra cerca de 10.000 tremores por ano, a maioria imperceptíveis. Mas se acontecem todos em uma semana e no mesmo lugar, os especialistas se põem em alerta. Isso aconteceu na semana passada quando foram registrados mais de 200 abalos em Salton Sea, um lago no extremo sul da Califórnia, no vale de Coachella, perto da fronteira com o México. Trata-se da maior atividade registrada em um mesmo local desde que há sensores e provocou um alerta inquietante que durou uma semana.

A região de Salton Sea fica bem no fim da falha de San Andreas. Os movimentos nessa região fazem cócegas na grande falha, por assim dizer. Entre os tremores que começaram na segunda-feira passada houve três que ultrapassaram o grau 4 na escala Richter. No dia 27 passado, o escritório de Emergências do governador emitiu um comunicado pedindo a todas as instituições e aos californianos que ficassem em alerta diante da possibilidade de um grande terremoto, algo que não acontece nessa região da falha em 300 anos. A Prefeitura de San Bernardino, por exemplo, decidiu fechar suas instalações.

Com o passar das horas e dos dias, foram diminuindo as possibilidades de que essa atividade provoque um movimento na falha que desate um grande terremoto em Los Angeles. O alerta foi levantado nesta terça-feira pela manhã. Mas os dados colocaram em evidência mais uma vez a fragilidade da região e, sobretudo, a evidência de que esse grande terremoto tem de ocorrer em algum momento.

Uma das primeiras coisas que se aprende ao mudar para o sul da Califórnia é que, segundo a sabedoria popular, Los Angeles sofre um grande terremoto com vítimas a cada 20 anos. E o último ocorreu há 22. A possibilidade de um grande terremoto, o chamado ‘Big one’, com origem na falha de San Andreas e consequências devastadoras para os vales que formam Los Angeles é uma constante na vida dos moradores da cidade e uma fonte incrível de entretenimento para Hollywood. Ter uma equipe de sobrevivência e um plano para terremotos (por exemplo, já ter comunicado à família onde você vai estar) é comum em casas e colégios.

“Não é uma questão de se vai acontecer, mas de quando vai acontecer.” Essa frase é dita até pelo prefeito da cidade. Não há nada que se possa fazer. Cada um desses pequenos abalos tem um impacto na falha de San Andreas, até que um dia ela se movimenta. No ano passado, a Prefeitura publicou um documento aterrador sobre as consequências que o terremoto teria para a cidade e urgiu os cidadãos a reformar as casas mais antigas e investir em consertos para torná-las mais resistentes.

O início desta campanha municipal de consciência coincidiu com o 20º aniversário do terremoto de Northridge, em janeiro de 1994. Morreram cerca de 60 pessoas no Vale de San Fernando quando caíram estruturas frágeis de edifícios de apartamentos. Duas autopistas que cruzam a cidade foram fechadas pelos danos e Los Angeles viveu dias de caos. A sismóloga Lucy Jones, que liderou a equipe que redigiu o documento, advertiu em conferências em toda a cidade que aquilo foi em uma época sem celulares e sem Internet. Não sabemos as consequências de um terremoto como aquele para uma economia dependente das telecomunicações. Não aconteceu ainda. O terremoto de Northridge foi de 6,7 e durou 10 segundos. O ‘Big one’ mais plausível poderia ser de 7,8 e durar cerca de um minuto.

A falha de San Andreas não é uma linha contínua, mas um sistema de falhas que se estende ao longo de 1.200 quilômetros. Começa em Salton Sea, na fronteira com o México, onde ocorreram os abalos desta semana. Depois abraça Los Angeles pelo leste e norte da cidade e continua paralela à costa. Atravessa a baía de San Francisco e chega a Eureka, no norte da Califórnia. Todo o Estado está em risco se a falha for ativada.

Exatamente na semana passada, o governador da Califórnia, Jerry Brown, aprovou uma lei que estabelece a estrutura administrativa para que haja um sistema de alertas de terremotos no Estado. O sistema será formado por sensores que detectarão as primeiras ondas de um terremoto e as enviarão a um centro de emergências que por sua vez enviará um alerta aos celulares. O terremoto chega de qualquer forma. Mas, por exemplo, se começar na fronteira com o México, os habitantes de Los Angeles teriam alguns poucos segundos de aviso antes que chegasse, determinantes para salvar vidas.

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*Fonte: elpais

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Argentina coloca Cinema como matéria escolar no primário

É isso mesmo que você leu. Todos – ou a maioria – sabem da importância do cinema argentino, são obras de extrema profundidade técnica e roteiros imperdívies, sem contar as atuações gringas de tirar o fôlego, como exemplo: Hector Alterio, Osmar Nuñez, Valeria Bertuccelli, Ricardo Darín, Arturo Goetz.

Mas não é por menos, afinal, a Argentina valoriza demais a sétima arte, prova disso é a nova implementação nas escolas. Agora, todas as turmas do primário terão como matéria o cinema, a iniciativa é feita em parceria com a França, que já adota o modelo através do programa “Collège au Cinéma”.

As crianças vão aprender a analisar filmes, assistindo aos grandes ícones do cinema do país. Sendo assim, o apreço pelo cinema será muito maior do que apenas uma questão de entretenimento.

Essa decisão está em avaliação desde agosto, mas já se pode notar uma boa recepção dessa nova disciplina. O presidente do INCAA (Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales), Alejandro Cacetta, diz ter interesse em transformar o “Escola Vai Ao Cinema” em um programa de longo prazo, querendo que se torne parte da política de Estado.

E aí, Brasil. Que tal?

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*Fonte: cantodosclassicos /  Texto: Luca Pillati Miranda

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Estudo comprova que árvores também descansam à noite

Um grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa Ecológica de Tihany, na Hungria, descobriu que as árvores também “dormem” durante a noite. Não se trata de deitarem ou mudarem bruscamente de posição, mas enquanto o sol não está brilhando, os galhos e folhas ficam mais caídos.

Os cientistas tiveram muito cuidado para analisar os hábitos das árvores, já que era imprescindível que não houvesse interferência humana alguma no sentido da luminosidade. Assim, não foram usadas câmeras comuns, para não ter problemas com o uso do flash.

Todo o monitoramento foi realizado via escaneamento a laser. Os registros foram feitos em intervalos de dez em dez minutos, entre o pôr-do-sol e o nascer no dia seguinte.

Para deixar a análise ainda melhor, o grupo escolheu duas árvores bem diferentes e em climas totalmente distintos. Um dos exemplares estava na Austrália, enquanto o outro estava na Finlândia. O dia em que a experiência foi realizada também foi pensado previamente. Todos os registros foram feitos numa noite de equinócio, quando o dia e a noite têm exatamente a mesma duração.

Após analisarem 154 imagens, os pesquisadores concluíram que, na ausência do sol, os galhos caem cerca de dez centímetros. Mas, eles logo voltam ao normal com os primeiros raios de luz. É como se as árvores passassem a noite dormindo e despertassem junto com o sol.

A explicação dos cientistas é de que o fenômeno ocorre como estratégia natural para economizar energia. Já que durante a noite as plantas não realizam sua principal atividade, que é a fotossíntese, a pressão nas células diminuem e a árvore acaba ficando mais relaxada. Assim que a luminosidade volta, as folhas se reerguem para alcançar os melhores raios solares.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

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*Fonte: ciclovivo

 

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Numa fria


Mulheres precisam dormir mais porque seus cérebros são mais complexos, diz estudo

Para tudo! O sono da beleza finalmente ganhou uma explicação científica, minha gente! Na verdade, está mais para sono da inteligência do que da beleza, mas é sempre uma desculpinha cientificamente comprovada para dormir um pouco a mais.

A novidade surgiu após uma pesquisa realizada pelos cientistas do Instituto Max Planck de Munique, Alemanha. Eles analisaram o padrão de sono de 160 adultos para considerar como isso afetaria sua capacidade intelectual. Ao final do estudo, os pesquisadores perceberam que as mulheres tinham maior atividade cerebral quando entravam em uma fase de sono sem sonhos. E, segundo eles, essa é a mesma atividade que está relacionada a um aumento nos níveis de inteligência para as mulheres.

Nos homens, o resultado foi bem diferente. O estudo indica que eles se beneficiariam mais de cochilos, enquanto a mulherada precisa mesmo de uma boa noite de sono. A pesquisa se soma a outra publicada recentemente, que indica que as mulheres precisam de mais horas de sono porque seus cérebros funcionam de maneira mais complexa. Como tendem a ser multitarefas, elas exigem mais da capacidade do cérebro do que os homens, o que faz com que uma boa noite de sono não seja apenas merecida, mas necessária.

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*Fonte: hypeness

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Reservas de petróleo dos EUA superam as de Arábia Saudita e Rússia, diz estudo

Os Estados Unidos detêm mais reservas de petróleo que a Arábia Saudita e a Rússia, o que representa a primeira vez que suas reservas ultrapassaram as dos dois maiores exportadores mundiais da commodity, de acordo com um novo estudo.

A Rystad Energy estima que as reservas de petróleo passíveis de extração nos campos existentes, novas descobertas e áreas produtoras ainda não descobertas dos Estados Unidos sejam equivalentes a 264 bilhões de barris. O número ultrapassa os 212 bilhões de barris da Arábia Saudita e os 256 bilhões de barris das reservas russas.

A análise de 60 mil campos de petróleo em todo o planeta, conduzida ao longo de um período de três anos pela empresa sediada em Oslo demonstra que as reservas mundiais totais de petróleo atingem os 2,1 trilhões de barris. Isso equivale a 70 vezes o ritmo atual de produção de 30 bilhões de barris ao ano, informou a Rystad Energy na segunda-feira (4).

As reservas passíveis de extração —os barris cuja extração é viável do ponto de vista tecnológico e econômico— são analisadas pelo setor de energia a fim de determinar o valor de mercado das empresas de petróleo e a saúde dos países produtores de petróleo em longo prazo.

Os produtores de petróleo convencionais, como a Arábia Saudita, tradicionalmente usam sua imensa riqueza em recursos naturais a fim de exercer o poder em termos mundiais, especialmente junto a grandes países consumidores como os Estados Unidos.

Esse relacionamento se viu abalado nos últimos anos pela fratura hidráulica e outras tecnologias novas que ajudaram os Estados Unidos a ganhar acesso a vastas reservas e permitiram que o país se tornasse mais independente em termos energéticos.

“Existe pouco potencial para futuras surpresas em muitos outros países, mas nos Estados Unidos ele continua a existir”, disse Per Magnus Nysveen, analista da Rystad Energy, apontando para recentes descobertas na Bacia de Permian, no Texas e Novo México, a região petroleira mais prolífica dos Estados Unidos. “Três anos atrás, os Estados Unidos estavam atrás da Rússia, Canadá e Arábia Saudita”.

Mais de metade das reservas remanescentes de petróleo dos Estados Unidos são constituídas por petróleo de xisto betuminoso, uma fonte heterodoxa, segundo os dados da Rystad Energy. O Texas detém, sozinho, mais de 60 bilhões de barris de petróleo de xisto betuminoso.

Outros boletins sobre as reservas mundiais de petróleo, como o “BP Statistical Review”, acompanhado com muita atenção pelo setor, se baseiam nas informações prestadas pelas autoridades nacionais, e mostram os Estados Unidos ainda atrás de países como Arábia Saudita, Rússia, Canadá, Iraque, Venezuela e Kuwait.

A Rystad Energy afirma que os dados dos governos, em todo o planeta, são coligidos usando uma série de indicadores muitas vezes opacos. Os números de muitos países incluem frequentemente petróleo ainda não descoberto.

CUSTO

Embora os números relativos às reservas sejam cruciais, o custo de produção é igualmente vital, disse Richard Mallinson, da Energy Aspects, uma consultoria de energia sediada em Londres.

“Os números quanto às reservas importam, mas muitos outros fatores também determinam os retornos de curto e longo prazo daquilo que companhias e nações detêm”, disse Mallinson. “O ganho de importância dos Estados Unidos não diminui o papel da Rússia ou da Arábia Saudita, já que o petróleo dos dois países está entre os de extração mais barata no planeta”.

Os países da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), liderados pela Arábia Saudita, nos dois últimos anos permitiram a queda dos preços do petróleo para garantir que sua fatia de mercado seja protegida em longo prazo, diante de produtores de custo mais alto.

Ainda que a produção do petróleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos tenha se tornado mais barata —os custos nos últimos anos caíram, em alguns casos, para menos de US$ 40 por barril—, a Arábia Saudita e os demais produtores do Oriente Médio continuam a bombear petróleo por menos de US$ 10 por barril.

“Existe uma faixa confortável de preços para os produtores convencionais da Opep. Eles querem preços altos o bastante para gerar receita sólida a fim de bancar gastos sociais em seus países, mas não altas o bastante para tornar petróleo de extração muito mais cara economicamente viável”, disse Mallinson.

O boom do petróleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos foi um dos fatores por trás do recente colapso no preço do petróleo, que derrubou o petróleo padrão Brent de um pico de US$ 115 por barril na metade de 2014 a abaixo de US$ 30 neste ano.

*Fonte / Tradução de PAULO MIGLIACCI / folhauol

 

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Cientistas provam que a alma existe e dizem: ”A alma não morre, mas retorna ao universo”

O médico estadunidense, Dr. Stuart Hamerroff e o físico britânico, Sir Roger Penrose, desenvolveram uma teoria quântica da consciência, que afirma que nossas almas são contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais.
A idéia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, “com 100 bilhões de neurônios cujos disparos axonais e conexões sinápticas agem como redes de informação“.
O Dr. Hameroff, que é Professor Emérito dos Departamentos de Anestesiologia e Psicologia e Diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade de Arizona, e o Sir Roger, têm estado trabalhando na teoria desde 1996.
Eles alegam que as nossas experiências da consciência são o resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos – um processo que eles chamam de redução objetiva orquestrada (Orch-OR).
Em uma Experiência de Quase-Morte, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída.  Ou, em termos compreensíveis aos leitos, a alma não morre, mas retorna ao universo.
O Dr. Hameroff explicou a teoria extensivamente em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel nos Estados Unidos.

“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico.  A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o Dr. Hameroff.

“Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz ‘Eu tive uma experiêcia de quase-morte“, continuou o Dr. Hameroff.

Caso o paciente morra, seria “possível que esta informação quântica exista foram do corpo por tempo indeterminado – como uma alma“.
O Dr. Hamerof acredita que novas descobertas sobre o papel da física quântica nos processos biológicos, tais como a navegação de pássaros, ajudam a confirmar a teoria.

*Fonte: Daily Mail / SempreQuestione

 


Comparativo do derretimento de geleiras nos últimos 100 anos

Um vídeo que mostra o efeito devastador e porque não se dizer, assustador, do derretimento das geleiras em função do aquecimento global. Confira no link abaixo mais informações e imagens que embasaram a pesquisa e levantamento de dados do U. S. Geological Survey, que comparou imagens feitas no final do século 19 e começo do 20 com registros atuais e o resultado é assustador no meio ambiente.

*Fonte: catracalivre