Tire o tablet do seu filho e dê a ele um instrumento musical!

Os pais têm cada vez menos tempo para os filhos, devido a rotina de trabalho muitos pais tentam calar os filhos ou mantê-los sossegados, dando-lhes um tablet ou um smartphone etc.

Porém essa atitude causa muitos prejuízos aos filhos.

Segundo Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro “O cérebro da criança explicado aos pais”, diz que, se querem ter filhos mais inteligentes, têm que lhes tirar o iPad e dar-lhes um instrumento musical nas mãos.

De acordo com Álvaro, que foi citado em uma edição online do jornal El País, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças mais do que a tecnologia.

Um estudo publicado na revista Psiquiatria Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que a criança recebe.

“Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve”, assegura Álvaro Bilbao.

A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais.

Mesmo que a genética tenha um peso importante, sem essa relação com os pais o desenvolvimento não se materializará, assegura o especialista.

“Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá”, exemplifica o neuropsicólogo, ele garante que os seis primeiros anos de vida são fundamentais para o processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, no chão, se for caso, como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer um esporte e a experimentar novas atividades.

“A criança deve sentir que tem pais que se preocupam com ela”, defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

As últimas investigações internacionais sugerem:

Estudos e os especialistas defendem algumas estratégias:

Estudar música

Durante um ano, crianças de 6 anos foram divididas em três grupos que estudaram, separadamente, aulas de canto, piano e expressão dramática.

Segundo o estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Sciencem, as crianças que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

Não ver televisão

Há uns anos, estava na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven.

Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebês e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de dois anos não devem ver televisão.

Evitar programa de desenvolvimento cerebral

Na última década, surgiram muitos jogos em tablet, celulares e computadores que estimulam a memória e treinam o cérebro.

A verdade é que não existe qualquer base científica que as comprove.

Ver filmes em outros idiomas

As crianças que veem filmes em outro idioma tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons.

De acordo com um estudo europeu sobre competência linguística, levado a cabo pelo Ministerio de Educación, Cultura y Deporte de Espanha, os espanhóis têm dificuldade em compreender e em falar inglês porque, ao contrário dos portugueses, veem tudo dobrado.

Ler a duas vozes antes de ir para a cama

As histórias que os pais leem aos filhos para os adormecer devem ser lidas você e a criança.

O pai lê uma página e a criança lê a seguinte e por aí afora… Um estudo realizado no Canadá garante que este método permite melhorar a capacidade de aprendizagem da criança.

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*Fonte: bmm

Estudo associa consumo de cerveja e café à longevidade

Beber cerveja ou café pode te ajudar a passar dos 90 anos, aponta estudo que acompanhou a rotina e o estilo de vida de mais de 1.800 pacientes
Todo mundo sabe que levar um estilo de vida saudável e fazer exercícios regularmente é a chave para a longevidade. Agora, um novo estudo sugere que o café e o álcool merecem também atenção. De acordo com o UCI MIND (UC Irvine Institute for Memory Impairments and Neurological Disorders), tomar estas duas bebidas moderadamente pode te ajudar a viver mais e melhor.

O estudo chamado “The 90+” acompanhou o estilo de vida e hábitos alimentares de mais de 1.800 pessoas. A cada seis meses, os participantes eram submetidos a diversos testes neurológicos, cognitivos e físicos. Os pesquisadores coletaram informações sobre suas dietas, estilos de vida, histórico médico, entre outras informações sobre saúde.

A descoberta surpreendeu a todos: justamente dois dos hábitos que ajudaram os pacientes a viverem mais foram beber álcool e café todos os dias. Aqueles que tinham o hábito de beber quantidade moderada de álcool ou café diariamente provavelmente viveriam mais do que aqueles que se abstiveram.

Os participantes que bebiam diariamente dois copos de cerveja ou duas taças de vinho eram 18% mais propensos a viverem mais, enquanto os amantes de café tinham 10% mais probabilidade de viverem mais tempo do que aqueles que não tinham o mesmo hábito.

“Eu não tenho uma explicação exata para isso“, admitiu a doutora Claudia Kawas, coordenadora do estudo. “Mas eu realmente acredito que beber moderadamente ajuda a longevidade.”

A pesquisa, porém, não é uma carta branca para você aumentar seu consumo de álcool ou café.

“Muitos dos estudos relacionados ao consumo de álcool, incluindo o The 90+ Study, são observacionais, então nós só podemos dizer que alguma substância na bebida está associada à saúde e longevidade. Me deixa curiosa saber se os consumidores de álcool e café compartilham outros importantes hábitos e estilos de vida que poderiam ser a verdadeira chave para a longevidade“, ponderou a nutricionista americana Jennifer Markowitz, ao The Daily Meal.

Para especialistas, na dúvida, ainda a melhor sugestão é a moderação.

 

 

 

 

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*Fonte: pragmatismopolitico

Estudo diz que quem bebe cerveja ou café tem mais chance de passar dos 90 anos

Ao mesmo tempo que não há dúvidas de que viver uma vida saudável, fazer exercícios regularmente e se alimentar direito são algumas das mais importantes chaves para uma vida longa, sabemos que há vida é um tanto misteriosa e até mesmo aleatória – e algumas pesquisas científicas provam o quanto é difícil realmente mensurar o segredo para uma boa e longa vida.

Um novo estudo realizado pelo instituto americano UCI MIND afirma que o uso moderado de café e álcool podem ajudar significativamente para que alcancemos com saúde os 90 anos de idade.

O estudo acompanhou a vida e os hábitos de mais de 1800 pessoas, com diversos testes realizados a cada seis meses. Seus históricos médicos, estilos de vida e, é claro, suas dietas, foram monitoradas com atenção – e uma das conclusões a que o estudo chega é que aqueles bebem café e álcool todos os dias possuem mais chances de viver mais do que os que não o fazem.

Dois copos de cerveja ou duas taças de vinho diárias, segundo a pesquisa, crescem em 18% as chances de uma vida mais longa. Já o café diário aumenta em 10% as probabilidades contra quem não toma.

Os médicos do instituto não sabem exatamente o motivo para tal descoberta, mas realmente concluíram que beber moderadamente ajuda a longevidade. Trata-se, no entanto, de um estudo observacional, que liga tais substâncias à longevidade, mas não revelam ou apontam outros hábitos que podem, esses sim, serem a chave para a longevidade.

Não se trata de uma autorização para que bebamos todo dia, mas sim de uma afirmação ainda em estudo sobre nossos hábitos – e sobre a possível benesse que esses deliciosos hábitos podem nos trazer.

O uso moderado de ambas as bebidas é ligado também à prevenção de diversas doenças.

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Novas armadilhas transgênicas

Para as transnacionais dos transgênicos não é suficiente ter o monopólio das sementes comerciais e invadir nossos campos e alimentos. Para além disso, querem cada vez menos regulamentações e, aliás, enganar as pessoas com outros nomes para suas novas biotecnologias, tentando afastá-las da rejeição generalizada aos transgênicos. Também avançam agressivamente na tentativa de manipular não somente cultivos, mas também espécies silvestres, para fazer “engenharia genética de ecossistemas”, o que pode provocar o desaparecimento de espécies inteiras.

*A reportagem é de Silvia Ribeiro, pesquisadora do grupo ETC, publicada por La Jornada, 17-02-2018. A tradução é do Cepat.

Todos estes delineamentos estratégicos da indústria biotecnológica transnacional se refletem na nova normativa que a comissão de biossegurança do Brasil (CNTBio) aprovou no dia 15 de janeiro de 2018. Com ela, a CNTBio abriu as portas para que produtos derivados do que chamam “tecnologias inovadoras de melhoramento de precisão” possam ser considerados não OGM (organismos geneticamente modificados) e que cheguem ao campo e aos consumidores sem passar pela avaliação de biossegurança e sem ser rotulados.

A estratégia de que os produtos de novas biotecnologias não sejam considerados OGM, para evadir as leis de biossegurança, não é nova. Nos Estados Unidos, já foi aplicada a alguns produtos, como cogumelos manipulados geneticamente com a biotecnologia CRISPR-Cas9. Na Europa, a discussão sobre as novas biotecnologias ocorre há alguns anos e ainda não foi resolvida, embora tudo indique que a União Europeia não permitirá que escapem da regulamentação, ao contrário, poderia resultar em mudanças nas leis para fazer avaliações de risco mais exigentes, pelas novas ameaças que estas tecnologias apresentam. Por outro lado, em 2015, a Argentina estabeleceu uma normativa sumamente geral e frouxa, que permite isentar de avaliação de biossegurança os produtos de várias novas biotecnologias.

O novo e muito preocupante com a resolução da CNTBio, no Brasil, é que além de tudo isso, estabelece explicitamente um canal para aprovar a liberação de impulsionadores genéticos, chamados de “técnicas de redirecionamento genético”, mas, para não deixar dúvidas, em inglês, escreve-se ‘gene drives’. É o primeiro país no mundo que estabelece canais para liberar no meio ambiente tais tipos de OGM altamente perigosos.

Trata-se de uma tecnologia traçada para enganar as leis naturais da herança, fazendo com que toda a progênie de plantas, insetos e outros animais que sejam manipulados com impulsionadores genéticos (gene drives) passem forçosamente esses genes modificados à totalidade de sua progênie. Se a manipulação é para produzir, por exemplo, somente machos (o que já estão tentando com insetos, ratos e plantas), a população – ou até a espécie – poderia se extinguir rapidamente. Uma vez liberados no meio ambiente, os seres vivos que tenham sido manipulados com esta tecnologia não respeitarão fronteiras, razão pela qual os países limítrofes com o Brasil deveriam se preocupar, agora mesmo, com esta ameaça.

Todas as novas biotecnologias englobadas nestas normativas do Brasil e Argentina são formas de engenharia genética que trazem novos riscos e incertezas. O fato de que tenham ou não inserido genes de outras espécies – como acontece com os transgênicos que já estão no campo –, ou que a inserção seja em um lugar mais exato, como afirma a indústria, não significa que não tragam riscos, inclusive maiores que os existentes. A Dra. Ricarda Steinbrecher, da Federação de Cientistas da Alemanha, explica que continuam sendo mudanças artificiais nos genomas dos organismos, sobre cujas funções há grandes lacunas de conhecimento. É possível produzir inserções ou silenciamento de genes “fora do alvo” – ativando ou desativando funções importantes nos organismos – que produzirão impactos imprevisíveis nos organismos, no meio ambiente e no consumo.

Assim como na Argentina, esta decisão no Brasil, que implica tantos riscos e impactos, foi tomada como uma simples decisão administrativa, de uma comissão “técnica” – na qual a indústria de transgênicos tem pesada influência –, sem intermediar consulta aos camponeses, consumidores e muitos outros que possam ser afetados, nem passar por instâncias legislativas.

Diante desta situação, os maiores movimentos e organizações rurais do Brasil, reunidos na Articulação Nacional de Trabalhadores, Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas – uma ampla coordenação que inclui o Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Articulação Nacional de Agroecologia, entre outras 19 organizações nacionais –, emitiram uma carta pública de denúncia e protesto, onde rejeitam a decisão da CNTBio e alertam que o Brasil se tornaria o primeiro país do mundo a considerar a liberação de impulsionadores genéticos, tecnologia que não foi permitida em nenhum outro país, e que Nações Unidas considera, inclusive, como uma arma biológica.

Além disso, destacam que os impulsionadores genéticos, tecnologia financiada principalmente pelo Exército dos Estados Unidos e a Fundação Gates, favorecerão principalmente as transnacionais de agronegócios, que buscam com esta tecnologia restabelecer a susceptibilidade das ervas invasoras que se fizeram resistentes a seus agrotóxicos, para aumentar suas vendas e, de passagem, os devastadores impactos destes sobre saúde, terras e águas. Ou poderão buscar o que as empresas considerem “pragas” nos campos, o que teria impactos muito negativos nos ecossistemas e nos sistemas de cultivo camponeses e agroecológicos. Esta medida no Brasil é apenas o começo do que poderia continuar em outros países. Urge se preparar, e como no Brasil, resistir estas novas armadilhas das indústrias transgênicas.

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*Fonte: institutohumanitasunisinos

Somos nós que criamos a nossa própria realidade – diz neurocientista

Ter uma mente tranquila em meio à agitação e aos estímulos que estamos expostos na era da informação pode parecer um luxo. Mas, segundo o neurocientista norte-americano Frederick Travis, este é um luxo que qualquer um pode arcar: basta praticar meditação, mais precisamente a meditação transcendental — ou MT, para os íntimos —, na qual ele é especialista.

Mestre em psicologia, Travis é um dos porta-vozes mundiais desta vertente, que é uma das mais praticadas no mundo, seja por pessoas comuns que querem mudar a percepção que têm da realidade, ou por artistas que querem trabalhar a criatividade, como Jerry Seinfeld, David Lynch, Paul McCartney e Ringo Starr.

Os benefícios em relação à mente — que, além de criatividade, incluem memória, foco e outras habilidades — também atraem administradores para os cursos do Centro de Cérebro, Consciência e Cognição da Universidade de Gestão Maharishi, do qual o Travis é diretor.

Para explicar à prática, que tem base no Oriente, o neurocientista recorre à uma analogia: “Nossa mente é como uma faca. Conforme você a usa, ela fica cega. Assim, você precisa forçá-la cada vez mais para que ela funcione. Então, alguém se oferece para amolar essa faca. Na correria, você diz que não tem tempo, e continua usando-a com dificuldade. O que você não sabe é que só leva vinte minutos para afiar a faca e que quando ela voltar tudo vai ficar mais fácil e rápido. É o que a MT faz com a nossa mente”.

Para entender melhor como a MT funciona, a GALILEU conversou com o especialista, durante sua passagem pelo Brasil, em um evento da Unifesp e a Associação Internacional de Meditação (SIM). Acompanhe a conversa:

O senhor acha que alguns conceitos de física e filosofia podem ajudar na compreensão da MT?

Na verdade, não. A MT é quase como um processo mecânico, não um processo intelectual. Fazendo uma analogia: é como nossa habilidade para correr ou andar. Com a MT acredito, no entanto, que podemos ficar mais preparados para entender o que a física está querendo nos dizer, por exemplo, porque os conceitos da mecânica quântica estão muito além da nossa experiência — como o princípio da incerteza que, afirma que os elétrons podem estar em vários lugares ao mesmo tempo.

Qualquer um que ouça isso vai pensar que é loucura. Mas, uma vez que você transcende sua mente para além do tempo e do espaço, você tem a sensação de que talvez este seja mesmo o caso. Talvez, o mundo em que vivemos seja só uma superfície, embaixo dele pode existir algo mais conectado, mais expandido.

Isso tem a ver com a analogia que David Lynch faz com a MT: “As idéias são como peixes. Se você quiser pegar o peixe pequeno, pode ficar na água rasa. Mas se você quiser pegar o peixe grande, tem que ir mais fundo”. Isso é cientificamente preciso?

Sim. Por exemplo, enquanto nós estamos falando agora, pequenas áreas do seu cérebro estão se ativando. Você tem que entender inglês, pensar em como vai traduzir isso para o português e em como as pessoas vão entender tudo.

Quando você transcende, o que você vê é que as áreas do cérebro se conectam, e o cérebro todo passa a funcionar como se fosse um. É o que acontece naquele momento “eureka”, em que você soluciona um problema, você tem a reestruturação completa de uma ideia. As palavras poéticas de Lynch vem dessa experiência que observamos na ciência.

Você acha que é possível entender melhor de MT assistindo às obras de David Lynch?

Há algum tempo, estive com ele conversando sobre o cérebro e a criatividade. E ele costuma dizer que, se você quiser ter algum envolvimento com MT, “não assista aos meus filmes”. [Risos.]

O que ele faz é explorar os sentidos e para algumas pessoas isso pode ser muito perturbador. Mas ele vai para além das emoções. É como se dissesse: O que aconteceria aqui se isso acontecesse ali? Como seria isso? O que acontece quando as pessoas saem da sua zona de conforto e começam a pensar de um jeito diferente? A maioria dos filmes dele não são sobre MT, mas sobre o que a MT pode fazer.

No filme A Montanha Sagrada, do cineasta chileno Alejandro Jodorowsky, aparece a frase: “Nossos pensamentos têm formas, e existe um monstro em nossa mente”. A neurociência pode explicar isso ou é puramente poesia?

Não sei sobre a parte dos monstros, mas, em relação às formas, o que se sabe é que quando lembramos de algo, em certo nível, é possível ver a forma dos pensamentos em termos de distribuição pelo cérebro e espaço, e como essa função de distribuição muda no tempo.

Então acho que essa ideia de pensamentos tendo formas pode ser verdade. As formas não são feitas de carbono e de átomos, não seria uma coisa que você pega na mão. Seria mais como uma distribuição de atividade, com análises de sinais você pode aproximar esse fluxo do tempo e ter uma noção da forma.

Em vários livros — como em Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, que inspirou Blade Runner —, o escritor Philip K. Dick brinca com a forma como percebemos a realidade. Em várias de suas histórias, a “realidade” sequer é real. Com a MT podemos ter esse tipo de percepção também?

Sim. Na verdade, somos nós que criamos a nossa própria realidade. Ela não é formada por objetos concretos externos. O que acontece com esses objetos é que podemos conectá-los com o nosso entendimento de mundo, com experiências e impressões do passado. Constantemente estamos criando este tipo de realidade.

Quando você vê um indivíduo, você não o vê só como um objeto neutro, você o vê com toda carga emocional que temos dele. O problema é que essa carga emocional pode ser errada. E como isso se relaciona com a MT? Quando você acalma a mente, entende que existe um outro estado de consciência, um quarto estado, que não é o acordado, o dormindo e nem o sonhando. Para meditadores regulares, isso pode se tornar parte da vida diária.

Então, a pessoa passa a ter referências estáveis e começa a perceber o mundo de forma diferente. Em estados elevados de consciência, você passa a ver a natureza da mecânica quântica em tudo o que te cerca, você vê que tudo é criado a partir de um campo fundamental, e esse campo fundamental também é você.

Trouxe isso para falar que o mundo permanece o mesmo, mas, conforme mudamos, começamos a percebê-lo de uma forma diferente. Por exemplo, quando vamos ao trabalho e tem alguém que sempre critica o que fazemos, inicialmente, se você não medita, você vai ficar nervoso. Mas quando você se acalma, percebe que aquele é só o jeito como aquela pessoa funciona, e assim passa a percebê-la de outra forma.

Não é que você passa a pensar que tudo vai dar certo, que você tem que ter atitudes positivas. O que acontece é que você começa a perceber as coisas menos em termos de ameaças e mais em termos de que as pessoas tentam ser o melhor que elas podem. Então, você precisa dar o espaço necessário para que elas mudem.

Recentemente, estamos vivendo um boom nas pesquisas com psicotrópicos, que também são responsáveis por causar estados alterados de consciência. Esse tipo de estudo se relaciona com a TM?

Essa questão é de extrema importância. O que essas drogas fazem é aumentar o tamanho de um neurotransmissor específico do cérebro chamado serotonina, o que leva a uma mudança de percepção da realidade. O que elas fazem é dar esse senso de que existe alguma coisa a mais ali. Se você observar o cérebro durante uma experiência com ayahuasca, vai ver um crescimento de raios gama, por exemplo. Com a MT, temos outra frequência, a alfa. O resultado pode até ser parecido, mas fisiologicamente há diferenças.

Quando falo disso com meus estudantes, peço para eles imaginarem estar assistindo uma TV com uma fita que cobre 90% da tela. Com ayahuasca ou LSD, é como ver por baixo da fita, você percebe que existe mais coisa ali do que só os 10% que está vendo. Já com a MT, é como se você tirasse a fita e conseguisse ver tudo por completo. E essa habilidade de transcender é uma coisa que todos podem fazer, basta aprender.

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*Fonte: revistagalileu

Uma nova classe de pessoas deve surgir até 2050: a dos inúteis

Com o avanço da inteligência artificial, os humanos serão substituídos na maioria dos trabalhos que hoje existem. Novas profissões irão surgir, mas nem todos conseguirão se reinventar e se qualificar para essas funções. O que acontecerá com esses profissionais? Como eles serão ocupados? Yuval Noah Harari, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém e autor do livro Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, pensa ter a resposta.

Em artigo publicado no The Guardian, intitulado O Significado da Vida em um Mundo sem Trabalho, o escritor comenta sobre uma nova classe de pessoas que deve surgir até 2050: a dos inúteis. “São pessoas que não serão apenas desempregadas, mas que não serão empregáveis”, diz o historiador.

De acordo com Harari, esse grupo poderá acabar sendo alimentado por um sistema de renda básica universal. A grande questão então será como manter esses indivíduos satisfeitos e ocupados. “As pessoas devem se envolver em atividades com algum propósito. Caso contrário, irão enlouquecer. Afinal, o que a classe inútil irá fazer o dia todo?”.

Uma das possíveis soluções, apontadas pelo professor, são os games de realidade virtual em 3D. “Na verdade, essa é uma solução muito antiga. Por centenas de anos, bilhões de humanos encontraram significados em jogos de realidade virtual. No passado, chamávamos esses jogos de ‘religiões’”, afirma Harari. “Se você reza todo dia, ganha pontos. Se você se esquece de rezar, perde pontos. Se no fim da vida você ganhou pontos o suficiente, depois que morrer irá ao próximo nível do jogo (também conhecido como céu)”.

Mas a ideia de encontrar significado na vida com essa realidade alternativa não é exclusividade da religião, como explica o professor.

“O consumismo também é um jogo de realidade virtual. Você ganha pontos por adquirir novos carros, comprar produtos de marcas caras e tirar férias fora do país. E, se você tem mais pontos que todos os outros, diz a si mesmo que ganhou o jogo”.

Para o escritor, um exemplo de como funcionará o mundo pós-trabalho pode ser observado na sociedade israelense. Alguns judeus ultraortodoxos não trabalham e passam a vida inteira estudando escrituras sagradas e realizando rituais religiosos. Esses homens e suas famílias são mantidos pelo trabalho de suas esposas e subsídios governamentais. “Apesar desses homens serem pobres e nunca trabalharem, pesquisa após pesquisa eles relatam níveis de satisfação mais altos que qualquer outro setor da sociedade israelense”, afirma Harari.

Segundo o professor, o significado da vida sempre foi uma história ficcional criada por humanos, e o fim do trabalho não irá necessariamente significar o fim do propósito. Ao longo da história, muitos grupos encontraram sentido na vida mesmo sem trabalhar. O que não será diferente no mundo pós-trabalho, seja graças à realidade virtual gerada em computadores ou por religiões e ideologias. “Você realmente quer viver em um mundo no qual bilhões de pessoas estão imersas em fantasias, perseguindo metas de faz de conta e obedecendo a leis imaginárias? Goste disso ou não, esse já é o mundo em que vivemos há centenas de anos”.

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*Fonte: epocanegocios

Pessoas que preferem ficar em casa são mais inteligentes, segundo estudo

Um estudo científico afirma que as pessoas que preferem ficar em casa em vez de sair para festejar são as mais inteligentes. Esta análise, realizada pela revista científica British Journal of Psychology, valida o estilo de vida dos mais introvertidos. Eles explicam que, apesar dos indivíduos que socializam mais serem proporcionalmente mais felizes, isso não se aplica para os mais inteligentes, que são os que ficam mais em casa. Já podemos dar essa desculpa para cancelar todos os nossos planos de fim de semana?

A pesquisa estudou 15 mil pessoas de uma ampla variedade de lugares, religiões, etnias, situação financeira, gênero etc. O resultado final foi que o desejo de ficar em casa coincide muito frequentemente com um QI maior, o suficiente para associar ambos os fatores. “Os seres mais inteligentes experimentam uma satisfação menor com o aumento do contato interpessoal com seus amigos ou conhecidos”, foi uma das conclusões dos psicólogos.

A equipe de especialistas, liderada pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Norman Li, também descobriu que, enquanto as pessoas que vivem em áreas com alta densidade populacional são menos felizes do que aqueles que vivem em comunidades menores, passar tempo com amigos deu a maioria dos participantes sentimentos de prazer e satisfação. No entanto, quando deixaram aqueles com QIs elevados em casa experimentaram os mesmos sentimentos de prazer e satisfação.

Os inteligentes não têm muita “satisfação” se socializando e preferem estar sozinhos. Essas descobertas podem nos tornar mais conscientes da maneira como nossos cérebros foram desenvolvidos para enfrentar estilos de vida modernos. Com base em sua análise sobre “a teoria da felicidade da savana”, os pesquisadores chegaram à teoria de que o modo de vida de nossos antepassados caçador-coletor ainda tem uma influência sobre a forma como vivemos no mundo.

A vida na savana africana, por exemplo, seria drasticamente diferente da vida da cidade. Pensa-se que as pessoas viviam então em grupos dispersos de aproximadamente 150 indivíduos e que a socialização dentro da sua própria tribo era crucial para a sobrevivência em termos de alimentação e reprodução. São esses princípios e sistemas de nossos antepassados que Kanazawa e Li basearam suas últimas conclusões.

Embora uma grande parte da sociedade consiga conforto, prazer e satisfação nas mesmas coisas, como um pequeno grupo com o qual possa se socializar e compartilhar espaços de lazer, os resultados do estudo sugerem que aqueles com maiores coeficientes intelectuais se desenvolveram além dessas necessidades. As mudanças nos cérebros e os requisitos do “extremamente inteligente” vieram com as constantes mudanças e exigências dos tempos modernos.

“Os indivíduos mais inteligentes possuem níveis mais elevados de QI e, portanto, uma maior capacidade de resolver problemas evolutivamente inovadores”, explicaram os pesquisadores. “[Eles] enfrentam menos dificuldade para entender e lidar com situações evolutivamente novas”, disse Kanazawa para a mídia. Embora dependamos mais do que nunca de nossa conexão com o mundo, parece que o cérebro está se preparando para uma vida na solidão.

Em outras palavras, de acordo com Kanazawa e Li, as pessoas mais inteligentes preferem passar o tempo no conforto de sua casa porque suas mentes se adaptaram melhor ao estilo de vida moderno, separado dos hábitos de nossos antepassados.

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*Fonte: portalraizes

Pizza é mais saudável do que Sucrilhos no café da manhã, aponta estudo

Por mais balanceado, saudável, colorido e chique que possa ser um cardápio pela manhã, todos sabemos que nada supera uma fatia de pizza da noite anterior, preferencialmente ainda gelada, na hora do café. Há algo de mágico que ocorre com seu sabor ao longo da noite em uma geladeira, que faz com que a pizza pareça ainda mais saborosa no dia seguinte. A boa notícia trazida por uma nutricionista americana é que comer um pedaço de pizza pela manhã não necessariamente é a pior escolha para sua saúde.

É claro que a nutricionista Chelsey Amer não veio à público defender que pizza no café da manhã seja parte de uma alimentação saudável – é evidente que não é. Seu ponto, no entanto, é que outros hábitos alimentares vistos como mais comuns ao acordar – em especial nos EUA, verdade seja dita – podem ser muito mais prejudiciais que uma fatia. Segundo ela, comer uma pizza é melhor para sua saúde do que uma tigela de Sucrilhos, por exemplo.

Tanto o Sucrilhos quanto a pizza, segundo Amer, possuem mais ou menos a mesma quantidade de calorias, mas como a pizza oferece muito mais proteína, ela seria uma opção melhor para se começar o dia. O sabor da pizza, assim como o tipo de cereal escolhido para a comparação, no entanto, fazem toda a diferença.

Uma pizza com vegetais é muito melhor do que uma fatia de pepperoni, por exemplo – enquanto um pote de cereais integrais, repleto de grãos diversos e frutas, é muito melhor para uma refeição do que os cereais usuais, cheios de açúcar e corantes.

O estudo de Amer sugere bom senso e um olhar crítico mais agudo para o que entendemos como senso comum quando se trata de alimentação: nem tudo que parece saudável de fato é – e se a vontade de comer uma pizza ao acordar vier, não se martirize: contanto que você não a satisfaça todo dia, pense que você poderia tranquilamente estar comendo Sucrilhos, e que, portanto, a decisão de comer uma fatia de pizza foi tomada para o bem de sua saúde.

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Os planetas são redondos e não se trata de uma simples coincidência

O mundo é uma bola. Ou, pelo menos, parece uma. Mas o formato arredondado não é exclusividade da Terra entre os planetas do sistema solar. Mercúrio, Marte, Vênus, Júpiter e os demais também são redondos.
Por que os planetas são redondos?

Pode parecer estranho, mas uma das razões para que planetas sejam globos é a mesma que explica por que bolhas de sabão são redondas: um conceito conhecido como “energia mínima”. A esfera é a mais estável de todas as formas geométricas encontradas na natureza e, por isso, as partículas necessitam da menor quantidade de energia para chegar a esse formato.

Mas o que torna a esfera tão estável? “Ela é a única figura onde todos os pontos da superfície estão à mesma distância do núcleo”, diz o astrônomo Ronaldo Mourão, do Museu de Astronomia do Rio de Janeiro. Para os planetas, isso é imprescindível. Como são corpos com uma quantidade enorme de massa, eles têm um campo gravitacional fortíssimo, que suga tudo para o seu centro. Assim, o formato esférico é a única maneira de garantir que o que está na superfície não seja sugado para o centro do planeta pela força da gravidade.

Os planetas, no entanto, não são esferas perfeitas. A distorção no formato original acontece por causa do movimento de rotação, que os achata um pouco perto dos pólos.

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*Fonte: realidadesimulada

Ação assustadora a distância de Einstein está se tornando prática

O entrelaçamento ou emaranhamento quântico é algo tão bizarro que Albert Einstein inicialmente chamou a ideia de “ação assustadora à distância”, ou “ação fantasmagórica à distância”.

Agora, não só já provamos que o fenômeno é real, como estamos muito perto de torná-lo prático, com aplicações muito interessantes em computação e criptografia.

Pesquisadores do Centro de Dinâmica Quântica da Universidade Griffith, na Austrália, demonstraram como testar rigorosamente se pares de fótons exibem a ação assustadora à distância, mesmo em condições adversas.

A verificação desse efeito, mesmo quando muitos dos fótons são perdidos por absorção ou dispersão à medida que viajam através de um canal de fibra óptica, é essencial para o desenvolvimento de redes globais de informação de máxima segurança.

A teoria e sua aplicação

O entrelaçamento quântico é importante em redes de transmissão de informações, às quais potentes computadores quânticos podem ser vinculados.

Fótons podem ser usados para formar uma ligação quântica entre dois locais. Quando um par de fótons é “entrelaçado”, a medição de um deles determina as propriedades do seu gêmeo ao longo de um canal de comunicação.

Para transmitir com segurança uma informação, no entanto, essa ligação quântica precisa passar por um teste exigente que confirma a presença da “ação à distância” entre as partículas em qualquer extremidade.

“Falhar no teste significa que um espião pode estar infiltrando a rede”, explica um dos autores do estudo, Geoff Pryde.

 

O obstáculo

À medida que o comprimento do canal quântico cresce, cada vez menos fótons passam com sucesso através da ligação, porque nenhum material é perfeitamente transparente, e sempre há algum nível de absorção e dispersão.

Este é um problema para técnicas de verificação existentes. Cada fóton perdido torna mais fácil para um espião infiltrar a mensagem, imitando o entrelaçamento quântico.

Desenvolver um método para testar esse emaranhamento mesmo com a perda de fótons tem sido um desafio para a comunidade científica.

A nova equipe contornou a dificuldade usando teletransporte quântico. Os pesquisadores selecionaram os poucos fótons que sobreviveram à passagem pelo canal e teletransportaram as partículas “sortudas” para outro canal quântico, limpo e eficiente.

“Lá, um teste de verificação chamado de direção quântica pode ser feito sem qualquer problema”, explicou a principal autora do estudo, Dra. Morgan Weston.

Técnica

O esquema da equipe registra um sinal adicional que permite que os cientistas saibam se os fótons passaram através do canal de transmissão.

Logo, os falhados podem ser excluídos, permitindo que a comunicação seja implementada com segurança mesmo na presença de alta perda.

Parece simples, mas não é – o teletransporte exige pares de fótons adicionais de alta qualidade. Estes pares devem ser gerados e detectados com uma eficiência extremamente alta, a fim de compensar a linha de transmissão com perdas.

O avanço somente foi possível graças à incrível tecnologia de detecção de fótons codesenvolvida com o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA.

 

No futuro

Embora o experimento tenha sido realizado em laboratório, os pesquisadores testaram canais com perda de fótons equivalentes a cerca de 80 km de fibra óptica de telecomunicações.

O próximo passo é colocar o método à prova em condições reais, em redes quânticas sendo atualmente desenvolvidas pelo Centro de Pesquisa Australiano para Excelência da Computação Quântica e Tecnologia da Comunicação.

Um artigo detalhando o estudo foi publicado na revista Science Advances. [ScienceDaily]

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*Fonte: hypescience

Estudo revela porque as mulheres inteligentes não conseguem se relacionar

A inteligência de uma mulher atrai os homens? Provavelmente uma grande parte dos homens diria que sim, claro. Entretanto, se perguntássemos às mulheres, muitas responderiam justamente o contrário. E curiosamente os dois teriam razão, segundo um artigo publicado em 2015 na revista Personality and Social Psychology Bulletin.

Lora Park, psicóloga social da Universidade de Buffalo (Estado de Nova York), e seus colegas Ariana Young e Paul Eastwick realizaram diversas pesquisas para comprovar o que acontece com os homens quando estão com uma mulher que parece ser mais inteligente que eles. Num primeiro experimento, pediram que avaliassem uma garota hipoteticamente mais preparada e habilidosa em matemática e em inglês.

Todos eles qualificaram a moça como um par romântico desejável em longo prazo. Até aqui tudo bem, essa era a teoria. Mas e na prática? Para responder, os pesquisadores criaram diversas situações em que as pessoas competiam entre elas. Quando uma garota demonstrava ser mais inteligente que os rapazes, “num passe de mágica” ela deixava de ser tão atrativa aos olhos deles.

E, inclusive, os garotos chegavam a reconhecer que se sentiam inseguros na frente dela. A conclusão do estudo acima, portanto, poderia ser resumida em uma ideia: teoricamente a inteligência da mulher atrai os homens, mas na prática e em distâncias curtas lhes causa insegurança (obviamente, sempre há exceções).

Pesquisas acadêmicas à parte, é provável que você conheça mulheres que considerem que a inteligência foi uma barreira na hora de encontrar parceiro e manter uma relação bem sucedida.

Também é possível que você conheça homens que apoiam as carreiras profissionais das suas parceiras e se sintam muito orgulhosos da sua inteligência. De acordo, qualquer generalização é incorreta. Mas, dito tudo isto, ainda hoje persiste uma parcela de homens que ficam inseguros ou que sentem sua masculinidade questionada quando estão diante de uma mulher brilhante.

Talvez esse resultado dependa da autoestima e da maturidade de cada um, mas vale a pena levá-lo conta para saber como agir e administrar as solidões e as possíveis frustrações.

Necessitamo-nos mutuamente. Tanto é que uma das chaves para o sucesso profissional de uma mulher (e de um homem) é ter um bom cônjuge, segundo Sheryl Sandberg, diretora financeira do Facebook.

De fato, das 28 mulheres que já foram diretoras-gerais de alguma empresa da lista Fortune 500, 26 são casadas, uma divorciada, e uma é solteira. Mas as mudanças da sociedade são tão profundas que também estão afetando as dinâmicas entre o homem e a mulher, o que nos obriga a administrar novos medos, disfarçados de outro modo. E para poder combatê-los bem é necessário melhorar o autoconhecimento a fim de ganhar confiança e segurança em si mesmo(a), e não pelo que o outro faça ou diga.

Também é importante educar em inteligência emocional desde a infância, de forma que tanto os homens como as mulheres possam se preparar para os novos papéis sociais que irão viver. E, obviamente, precisamos abrir novos diálogos dentro dos casais para encontrar os pontos de conexão e de colaboração, e não os de competição. Só assim aprenderemos a superar as dificuldades que todos e todas nós enfrentamos.

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*Fonte: portalraizes / ElPais

Não tomar sol é tão perigoso quanto fumar, diz estudo

Pessoas que não fumam, mas também não tomam sol têm a mesma expectativa de vida de pessoas que fumam. É o que aponta uma pesquisa publicada na revista científica Journal of Internal Medicine realizada com 30 mil mulheres por cerca de 20 anos.

Este estudo indica que evitar o sol é um fator de risco de morte da mesma magnitude que fumar. Quando comparado a alguém que se expõe mais ao sol, a expectativa de vida de quem não toma muito sol pode diminuir até 2 anos e 1 mês.

Os pesquisadores do Hospital Universitário de Karolinska, na Suécia, responsáveis pelo estudo, notaram que mulheres que tomam mais sol tem menos riscos de problemas cardiovasculares e doenças crônicas como diabetes e esclerose múltipla do que quem evita o sol.

Um ponto interessante do estudo é que os benefícios aumentam conforme a pessoa toma mais sol.

Infelizmente, nem tudo são flores, os pesquisadores afirmam que também houve um aumento na incidência de câncer de pele entre quem se expunha mais ao sol.

“Contudo, o câncer de pele em pessoas que se expunham mais ao sol tinha um prognóstico melhor do que aquelas que tomavam menos sol”, diz o Dr. Pelle Lindqvist, autor do estudo.

Diante de tudo isso, Lindqvist defende que a mulher não deve se expor nem demais e nem de menos ao sol.

“Há tempos sabemos que existem três hábitos que são perigosos para a nossa saúde, são eles: fumar, sedentarismo e estar acima do peso. Agora, com esta pesquisa vimos que existe um quarto: evitar exposição ao sol”, conta Lindqvist.

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*Fonte: minhavida

Homens desconcertados diante do novo papel da mulher

O papel da mulher mudou radicalmente nas sociedades mais desenvolvidas durante as últimas quatro décadas. Mas ainda há muito a fazer. E o apoio dos homens é fundamental para conseguir a tão esperada igualdade

A PALAVRA “empoderar” se aplica perfeitamente à mulher do século XXI. Ela, que se adapta a qualquer situação, se sente forte, capaz e independente — tanto no plano econômico como no emocional. Seu papel na sociedade mudou nos últimos 40 anos, em parte devido à sua progressiva incorporação ao mercado de trabalho. Desde então, a incessante luta pela igualdade salarial e para ocupar posições de poder empresarial e institucional, bem como a conciliação trabalhista e as medidas de ação afirmativa, configurou um papel feminino mais ativo. Mesmo assim, as estatísticas mostram que isso não é suficiente. Nenhum país alcançou a igualdade de gênero. E mesmo os mais igualitários oferecem menos oportunidades para as mulheres.

Um dado significativo: 44% dos europeus continua pensando que o papel mais importante da mulher é cuidar da casa e da família. Essa é a opinião de 44% das mulheres e de 43% dos homens. A mesma porcentagem afirma que a função mais importante do homem é ganhar dinheiro. Elas continuam ganhando muito menos. Portanto, esses dados revelam que ambos os gêneros têm um longo caminho pela frente até alcançar a verdadeira igualdade.

Para isso, é necessário não apenas definir os papéis de cada gênero. Nós, mulheres, precisamos de tanto tempo para lutar por nossos direitos que nos esquecemos que essas mudanças repercutem na figura tradicional do homem. Agora, é hora de que eles também se façam perguntas. É preciso que entendam nossa causa. Não queremos depender uns dos outros, mas compartilhar e caminhar juntos para transmitir um modelo de autêntica igualdade. Somente se trabalharmos esses valores desde a infância, entre irmãos e irmãs, companheiros e companheiras, mães e pais, e também entre casais de todos os gêneros, conseguiremos adequar as tarefas e romper com os esquemas até encontrar um equilíbrio.

Quando falo com muitos homens na terapia de casal, a sensação que tenho é que se sentem desconcertados. “Ela me pede que participe mais em casa. E, quando participo, tudo o que faço está errado porque tem que ser do jeito dela.” “Se lhe digo que saia para correr tranquila, que fico sozinho com as crianças, ela me diz que está cansada. Realmente não sei o que quer.” “Quando tenho a iniciativa de preparar o jantar, no final brigamos porque não consegui adivinhar o prato que ela teria servido.” “Mudamos de casa porque seu trabalho era melhor, ela ganhava mais que eu. Enquanto procuro emprego eu me dedico à casa, mas realmente me sinto como um completo inútil. Tenho a sensação de não contribuir com o que deveria, sinto vergonha por não poder colaborar com os gastos como minha mulher.” Essas frases refletem até que ponto a cultura machista está arraigada em nossa sociedade. E o desconcerto que os homens sentem com a mudança do papel da mulher. Muitos deles mudaram de mentalidade e se adaptaram ao seu novo papel: curtem ao máximo a licença-paternidade, tentam sair antes do trabalho para estar mais com os filhos e participam das tarefas domésticas. Outros, que continuam sendo maioria, não têm iniciativa nem ideia de como exercer sua função familiar e social. Mas tudo é questão de tempo, conscientização e luta. E se os dois gêneros se unirem nesse desafio, ambos sairão ganhando.

arte: Sol Undurraga

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*Fonte: elpais

6 coisas que apenas pessoas com BAIXA autoestima postam no Facebook

A maioria das pessoas tem uma conta no Facebook, é, sem dúvida, uma das redes sociais mais famosas, onde podemos interagir com nossos entes queridos, amigos e familiares. Inclusive muitas vezes é usado como uma ferramenta de trabalho. No entanto, muitas coisas que são postadas nas redes sociais nem sempre estão a nosso favor.

Muitas empresas de recursos humanos, qualquer pessoa com habilidades na internet e autoridades podem navegar facilmente pelo nosso perfil, mesmo se tivermos a ferramenta de política de privacidade do aplicativo ativada. Muitas coisas são reveladas quando compartilhamos imagens, fotografias, vídeos e textos, tais como: nosso estilo de vida, nossa personalidade, relações sociais, até mesmo algum problema psicológico como baixa autoestima.

De acordo com o que foi publicado em Mujer 10 e outros meios de comunicação, os especialistas confirmaram as 6 coisas postadas no Facebook que detectam a baixa autoestima em uma pessoa.

1. Compartilhar sua localização

É uma maneira de gritar ao mundo o que você está fazendo. As pessoas com baixa autoestima precisam do reconhecimento e aprovação da sociedade. Uma maneira de fazer isso é compartilhar sua localização o tempo todo, para que os demais saibam da grande vida social que têm, e até uma boa situação financeira. É comum encontrar fotos viajando, quando vão a algum restaurante, cinema ou teatro. Compartilham tudo, cada um de seus movimentos.

Não é necessário publicar onde você está, que lugar você visita frequentemente, ao fazer isso você corre o risco de alguém lhe prejudicar ao saber que você está longe de sua casa.

2. Postar fotos na academia

É uma maneira de mostrar ao mundo que a cada dia que você vai à academia seu corpo se fortalece e que você está muito atraente. Ao fazer isso, seus resultados não se multiplicarão, pelo contrário, seus pensamentos são direcionados a alcançar uma aceitação de alguém. Inclusive, você pode até se expor a críticas, ofensas ou até mesmo algum desconhecido que possa querer prejudicar você.

3. Postar fotos da comida

Claro que é delicioso desfrutar de uma refeição saborosa, mas as pessoas que fazem isso o tempo todo só querem ganhar muitos likes. Não é algo que interessa aos outros, ver o que você está comendo o tempo todo. Você pode parecer ser uma pessoa frívola e até mesmo um pouco presunçosa.

4. Milhares de selfies

Os sociólogos e psiquiatras confirmam que as pessoas que compartilham muitas selfie excessivamente é porque têm baixa autoestima, insegurança e pouco amor-próprio. Podemos pensar que é o contrário, no entanto, as pessoas constroem uma identidade que precisa receber feedback e ser validada.

5. Marcas e todas as compras

Fazer compras é uma atividade que muitas mulheres amam, é uma maneira de nos satisfazer, alimentar nossa autoestima e relaxar. No entanto, ostentar cada vez que você faz compras e mostrar as marcas, é uma maneira de provar que você precisa da aprovação dos outros e que as coisas materiais importam muito para você. É uma maneira de demonstrar a baixa autoestima de uma pessoa.

6. Estado sentimental

Estudos das universidades de Brimingham, Edimburgo e Heriot-Waltt, no Reino Unido, confirmam que as pessoas que postam seus estados sentimentais, revelam que não possuem relacionamentos íntimos, isso enfraquece os vínculos afetivos que existem na vida real. Muitas pessoas postam quando se irritam com seus parceiros ou qualquer coisa que fazem com eles, o que gera falta de privacidade e realismo.

Tenha cuidado com o que você posta nas redes sociais, ao invés de passar uma boa imagem sua, pode ser o contrário. Se você precisa aumentar sua autoestima, é recomendável procurar um especialista que poderá dar-lhe o suporte e ajuda que você necessita.

Adriana Acosta Bujan – Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 6 cosas que SÓLO publicanlas personas con BAJA autoestima en Facebook.

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*Fonte:

Você come rápido? Descubra os vários males que isso pode causar.

Um novo estudo japonês concluiu que comer muito rápido pode levar a uma série de problemas, como obesidade e síndrome metabólica.

Em conjunto, estas condições podem até desencadear problemas cardíacos.

O estudo

642 homens e 441 mulheres com idade média de 51,2 anos, todos sem diagnóstico de síndrome metabólica no início do estudo, em 2008, foram divididos em três grupos, dependendo do que disseram que sua velocidade de alimentação habitual era: lenta, normal ou rápida.

Cinco anos depois, os pesquisadores descobriram que 11,6% dos “comedores rápidos” tinham desenvolvido síndrome metabólica, em comparação com 6,5% dos comedores normais e 2,3% dos comedores mais lentos. A velocidade de alimentação mais rápida também foi associada a maior ganho de peso, maiores níveis de glicose no sangue e uma cintura maior.

Em outras palavras, quem come mais devagar é menos propenso a se tornar obeso e a desenvolver síndrome metabólica. Esta síndrome é uma combinação de distúrbios – como pressão arterial alta, nível alto açúcar no sangue e nível baixo de colesterol bom – que podem ser prejudiciais por si só, mas que também podem aumentar o risco de doenças cardíacas, diabetes e derrame, especialmente se diagnosticados juntos.

“Comer mais devagar pode ser uma mudança de estilo de vida crucial para ajudar a prevenir a síndrome metabólica”, disse o cardiologista Takayuki Yamaji, da Universidade de Hiroshima, no Japão, um dos autores do estudo.

Evidências

Este estudo coincide parcialmente com pesquisas anteriores que já haviam sugerido que comer rápido leva a um maior risco de obesidade.

Parte do motivo parece ser que o estômago não tem tempo para dizer ao resto do corpo que já está satisfeito, então acabamos comendo mais do que precisamos.

“Quando as pessoas comem rápido, elas tendem a não se sentir cheias e são mais propensas a comer demais. Comer rápido também causa maior flutuação da glicose, o que pode levar à resistência à insulina”, explica Yamaji.

A pesquisa ainda não foi revisada por outros cientistas e publicada em uma revista, apenas apresentada na conferência Scientific Sessions 2017 da American Heart Association. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

Esta inacreditável ovelha reconhece rostos por simples fotos

Caso você ainda não tivesse certeza, um novo estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, veio para confirmar o que todos nós já esperávamos: que as ovelhas são muito legais.

Os cientistas já sabiam que elas eram inteligentes e podiam reconhecer os rostos de outras coleguinhas ovelhas, bem como de seus cuidadores humanos.

Agora, a pesquisa mostrou também que as ovelhas podem aprender a identificar humanos desconhecidos que elas nunca encontraram antes, apenas olhando suas fotos.

O estudo

Para o estudo, oito ovelhas foram treinadas para reconhecer os rostos de famosos como Barack Obama, Emma Watson, Jake Gyllenhaal e Fiona Bruce.

Os cientistas usaram comida para recompensar os animais por escolher a foto, em vez de um espaço em branco ou um objeto inanimado.

Mais tarde, quando as fotos de celebridades foram colocadas ao lado de fotos de outros rostos, as ovelhas reconheceram o rosto que já haviam visto 8 vezes em cada 10.

Quando as mesmas fotos de celebridades foram mostradas em outro ângulo, as ovelhas ainda se saíram muito bem, com seu desempenho caindo apenas cerca de 15%, o mesmo esperado em seres humanos.

Ou seja, os animais puderam essencialmente combinar uma imagem 2D com uma pessoa 3D e detectar mudanças em perspectiva. “Nós mostramos que as ovelhas têm habilidades avançadas de reconhecimento facial, comparáveis com as de humanos e macacos”, afirmou a principal pesquisadora do estudo, Jenny Morton, da Universidade de Cambridge.

Sem treinamento

Em alguns testes, uma das fotos mostrada foi de um dos cuidadores das ovelhas. Neste caso, os animais foram para o rosto familiar 7 vezes em 10, sem qualquer treinamento prévio, embora muitas vezes tenham hesitado um pouco antes.

“Nós sabíamos que as ovelhas podiam reconhecer seus cuidadores, mas ainda ficamos impressionados com isso”, disse Morton ao jornal The Guardian. “O reconhecimento facial é um processo sofisticado, mas elas têm grandes cérebros, elas veem outras ovelhas, e usam esse processamento para se reconhecer”.

Aplicações

As ovelhas não são apenas animais com cérebros grandes, mas também com uma natureza social e longas vidas. Assim, são um bom modelo para estudos sobre aprendizado e doenças neurológicas. Por exemplo, os pesquisadores analisam como a doença de Huntington interrompe o processamento normal do cérebro em humanos, a partir de ovelhas com a mesma mutação.

Como o reconhecimento do rosto envolve várias partes diferentes do cérebro, o monitoramento desse talento de detecção – quando ele está no auge ou quando declina – pode nos dar pistas para detectar os primeiros sinais de doenças cerebrais.

No caso da doença de Huntington, para a qual não há cura conhecida, os afetados têm dificuldade em reconhecer emoções faciais, gerenciar o humor e lembrar eventos. Este estudo, publicado na revista Royal Society Open Science, pode ajudar os cientistas a entender como a condição se desenvolve e como preveni-la.

Parte do processo de pesquisa é entender as habilidades cognitivas das ovelhas em geral, também. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

Super-ricos pagam menos tributos que os 10% mais pobres, diz estudo

A população 10% mais rica do Brasil paga uma parcela menor de sua renda com tributos que os 10% mais pobres, mostra um estudo sobre desigualdade divulgado nesta segunda-feira (25) pela organização não-governamental britânica Oxfam.

A parcela mais pobre da população gasta 32% de tudo o que recebe em tributos, enquanto quem está no topo da pirâmide destina apenas 21% de sua renda para pagar impostos, segundo o relatório “A Distância que nos Une – Um Retrato das Desigualdades Brasileiras”.

No Brasil, a renda mais baixa também é a que paga mais impostos indiretos (cobrados sobre produtos e serviços): 28% de tudo o que ganham os mais pobres é consumido para este fim, enquanto que os mais ricos pagam somente 10% do rendimento neste tipo de imposto.

Os negros e as mulheres são os mais penalizados por essa diferença, mostra o estudo da Oxfam, já que eles somam três de cada quatro brasileiros na faixa menos favorecida. Na outra ponta, os homens brancos são dois em cada três dos 10% mais ricos do Brasil.

Imposto de renda e patrimônio

Quando se trata de impostos sobre a renda e patrimônio, o abismo entre ricos e pobres também é grande. Quem ganha 320 salários mínimos por mês paga a mesma alíquota efetiva de Imposto de Renda (após descontos, deduções e isenções) de quem recebe cinco salários mínimos, aponta a Oxfam.

Isso acontece porque a alíquota do IR para de crescer para quem ganha acima de 40 salários mínimos. Os mais ricos – boa parte empresários e acionistas – são também os mais beneficiados com as isenções sobre lucros de empresas e dividendos de ações. Na prática, apesar de ser uma renda, eles não precisam pagar imposto sobre estes ganhos, destaca o estudo.

Isenções beneficiam os mais ricos

O estudo aponta, ainda, citando dados da Receita Federal de 2016, que quem tem renda acima de 80 salários mínimos mensais (R$ 63.040) é beneficiado com isenção média de 66%. Para os que ganham 320 salários (R$ 252.160), o benefício vai a 70%.

Na outra ponta, a isenção para a classe média – quem recebe entre R$ 2.364 e R$ 15.760 é de 17%, e cai para 9% para quem ganha entre 1 e 3 salários mínimos mensais (R$ 788,00 a R$ 2.364,00), segundo o estudo.

Desigualdade salarial

O estudo também mostrou que a desigualdade salarial entre homens e mulheres só vai chegar ao fim daqui a 30 anos. Para chegar ao cálculo, a entidade usou a velocidade com que essa distância diminuiu em 20 anos, levando em conta os dados da Pnad Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ou seja, a projeção considera que esse ritmo seria mantido.

Se antes as mulheres recebiam 40% do rendimento dos homens, duas décadas depois elas passaram a ganhar 62% do que eles recebem, sobretudo com a entrada delas no mercado de trabalho, aponta a Oxfam. A renda média do sexo masculino, em 2015, era de R$ 1.508,00, contra R$ 938 das mulheres.

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*Fonte: G1

Meditação regular traz mais benefícios do que férias, afirma estudo

Já não é novidade o quanto a meditação e a ioga fazem bem para a saúde. Pesquisas sérias têm apontado alguns desses benefícios e deixado para trás a ideia de que tais práticas são “coisa de hippie”. A Harvard Health Publications divulgou, por exemplo, um estudo onde ficou claro que meditar pode ser melhor para o corpo e para a mente até do que tirar férias.

Segundo a médica Monique Tello, o estudo foi realizado em um resort no sul da Califórnia (EUA), com 91 mulheres voluntárias que não apresentavam problemas de saúde importantes, não estavam grávidas, nem tomavam hormônios ou antidepressivos. O método mesclou técnicas de meditação, ioga e exercícios ao longo de uma semana.

Os participantes foram divididos em três grupos com cerca de 30 cada um: “meditadores” experientes, mulheres que nunca meditaram, e um grupo que simplesmente “foi de férias”. Os 30 “participantes de férias” ouviram palestras de saúde e depois fizeram coisas divertidas ao ar livre por uma semana.

Ao fim do experimento, os três grupos apresentaram melhorias estatisticamente significativas nos níveis de estresse e depressão, que foram mensurados usando questionários bem estabelecidos e comumente usados. Até este ponto, explica Monique, parece que as férias são tão boas quanto os exercícios para a redução do estresse e melhora de humor.

Mas, ela explica que o que realmente impressiona é que 10 meses depois: os meditadores regulares ainda apresentavam melhorias significativas, os meditadores novatos ainda mais, enquanto os turistas já estavam novamente estressados. A descoberta vai ao encontro de pesquisas anteriores que mostra que as férias têm efeitos benéficos, mas por muito pouco tempo.

Os pesquisadores coletaram também amostras de sangue, antes e depois do experimento. Quem explica os resultados desta fase é o autor de estudo Eric Schadt, diretor do Icahn Institute no Monte Sinai.

“Os meditadores regulares mostraram os mesmos tipos de ‘melhorias’ no nível molecular como os outros, mas, além disso, apresentaram mudanças que também foram associadas a alguns processos de envelhecimento. Penso que há relação com um envelhecimento mais saudável, por isso espero que motive mais estudos nesta direção”, afirma o pesquisador.

O estudo de férias incluiu apenas mulheres e os próprios autores afirmam que são necessárias mais pesquisas na área. Mas as evidências já estão aí, outros estudos já comprovaram que a meditação ajuda a reduzir a ansiedade, depressão, estresse, dor e a saúde geral, além de melhorar a qualidade de vida. Se por um lado, o descanso do trabalho é realmente merecido, por outro tentar incluir a prática da meditação pode amenizar a espera pelas tão sonhadas férias tornando o dia a dia bem mais agradável.

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*Fonte/texto: ciclovivo

4 Dicas para Melhorar a Memória e Hábitos de Estudo

A maioria de nós tem dificuldade para armazenar e recuperar a informação da nossa memória de longo prazo. Como você resolve este problema? Como você pode melhorar seus hábitos de estudo?

Bem, aqui estão algumas dicas para fortalecer sua memória e melhorar seus hábitos de estudo.

1. Depois de ler um parágrafo, tente resumir as informações recebidas a partir dele, e faça uma pergunta.
Ler sobre um tema que você pode não saber nada sobre é difícil. Portanto, a fim de reter a informação, depois de ler um parágrafo, repita-o em voz alta, ou escreva um resumo das informações que você recebeu. Isso vai deixar você saber se o que você leu foi processado em sua cabeça. E para dar um passo adiante, uma dica útil seria fazer uma pergunta sobre o parágrafo. Fazer uma pergunta vai ajudar você a realmente cavar o tema e tornar-se interessado no que você está aprendendo. Se você gosta do que você está aprendendo, isso se tornará mais fácil de lembrar.

2. Faça associações de novas informações com o que você já sabe.
Quanto mais conexões você faz com a informação, melhor você vai se lembrar. Assim, enquanto estuda, tente fazer conexões mentais. Além disso, mnemônicos tem sido técnicas comprovadas para ajudá-lo a armazenar e recuperar informações.

3. Despedaçar e organizar as informações.
A razão pela qual somos capazes de lembrar de números de telefone é porque eles são divididos em grupos de dígitos por traços. Se você olhar para a informação que você está estudando da mesma forma, você será capaz de se lembrar também. Tome as suas leituras e notas, e divida em “pedaços” ou pequenas quantidades de informações para memorizá-las. Organize a informação em grupos ou subtópicos. Sua mente provavelmente irá se lembrar da informação se ele é colocada em um padrão organizado.

E por último, mas não menos importante (a sério, este é o mais importante)

4. Não estudar no último minuto!
Passar a noite antes da prova estudando não é a melhor ideia. Você precisa passar algum tempo com o material e testar seu conhecimento. Você não pode esperar se lembrar de montes de informações que você só viu na noite anterior à prova. Portanto, você deve passar alguns dias antes da prova estudando os grupos de informações.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Por que o governo japonês está fechando cursos de humanas?

Nos últimos dois anos, mais de 20 universidades japonesas anunciaram cortes nos seus departamentos de ciências humanas e sociais. A medida acompanha uma orientação do governo que vem sendo contestada: a de focar investimentos produção de conhecimento científico que atende às necessidades mais imediatas da sociedade.

Desde a publicação de uma nota do Ministro da Educação do Japão, Hakubun Shimomura, em 2015, pelo menos 26 das 60 universidades no Japão que possuíam departamentos de ciências humanas fecharam esses cursos ou reduziram o corpo docente. No texto, o ministro recomenda que a administração das universidades “tomem medidas para abolir organizações de ciências humanas e sociais ou convertê-las para servir a áreas que atendem melhor às necessidades da sociedade”.

A partir desta nova orientação, de acordo com uma pesquisa realizada pelo jornal japonês The Yomiuri Shimbun, pelo menos 17 universidades aboliram os processos seletivos de alunos para os cursos de ciências humanas e sociais, incluindo cursos como Direito e Economia.

O presidente da Universidade de Osaka, Nishio Shojiro, foi um dos primeiros a apoiar a ideia e, na ocasião, incentivou a administração de demais instituições a “pensar de modo proativo sobre o que podem fazer” para adequar o perfil das universidades. Com formação e carreira em tecnologia, o líder da maior universidade do país afirmou que estudos na área de humanidades não costumam ter “um foco forte em responder às demandas da sociedade”.

A posição é alinhada à do primeiro-ministro, Shinzo Abe, que é caracterizado por um perfil voltado para resultados e focado em reassegurar a conjuntura política e econômica do país.

“Em vez de aprofundar pesquisas acadêmicas que são altamente teóricas, vamos conduzir uma educação mais prática e vocacional, que antecipa melhor as demandas da sociedade”, declarou Abe.

O enxugamento das áreas de ciências humanas e sociais é parte do plano do primeiro-ministro de colocar pelo menos 10 universidades japonesas no ranking das 100 melhores universidades do mundo na próxima década. Hoje, apenas a Universidade de Tokyo e a Universidade de Kyoto estão no ranking, em 39º e a 91º lugar, respectivamente.

Reação

Mas são justamente as duas universidades melhores posicionadas nos rankings mundiais que lideram a resistência contra o fim das ciências humanas e fazem parte da parcela de instituições que mantém os investimentos na área. Para a presidente da Universidade de Shiga, Sawa Takamitsu, o perfil do governo japonês é “anti-intelectual” e diminui as chances das instituições alcançarem melhores posições no ranking mundial.

“Acredito que se o Japão leva a sério o objetivo de ter 10 das suas universidades no ranking mundial das 100 melhores, seria muito mais eficaz e vantajoso promover, ao invés de abolir ou cortar a educação e pesquisa em ciências humanas e sociais”, defende Takamitsu em editorial publicado no Japan Times.

 

O objetivo, segundo acadêmicos do país, falha por manter o foco no curto prazo, priorizando apenas posições em rankings, sem se voltar para uma reforma de longo prazo que resolva efetivamente os problemas estruturais da educação superior.

Segundo Takamitsu, o Ministério da Educação do Japão sugeriu que os estudantes de ciências humanas das universidades japonesas deveriam estudar programação de softwares de contabilidade em vez de livros de economia e desenvolver habilidades de tradução simultânea entre o japonês e o inglês em vez de ler as obras de Shakespeare. “Essas propostas são revoltantes e não consigo tolerar anti-intelectuais distorcendo as políticas governamentais relacionadas a educação”, critica Takamitsu.

Entidades do setor da educação do país também são contrárias às mudanças. O Conselho de Ciência do Japão, organização multidisciplinar de cientistas japoneses, publicou uma declaração expressando oposição e “profunda preocupação” em relação ao que isso representa para o meio acadêmico.

“A academia contribui para a criação de uma sociedade culturalmente e intelectualmente mais rica. Vemos como a nossa missão produzir, aperfeiçoar e compartilhar percepções equilibradas e aprofundadas de conhecimento acerca da natureza, dos seres humanos e da sociedade. Portanto, ciências humanas e sociais fazem uma contribuição essencial para o conhecimento acadêmico como um todo”, diz a declaração.

Reflexo natural

A tendência japonesa de minimizar as ciências humanas em detrimento das ciências naturais não vem de hoje. Esse enfoque nas áreas voltadas pra o desenvolvimento tecnológico é reflexo de medidas instauradas durante a Segunda Guerra Mundial, quando o então primeiro-ministro, Kishi Nobusuke, determinou que todos os departamentos de ciências humanas e sociais fossem abolidos das instituições de ensino públicas para que pudessem focar em ciências naturais e engenharia.

A resolução foi parte de uma série de medidas do governo japonês que levaram o país a se recuperar do impacto econômico da guerra – hoje, o país é a terceira maior economia do mundo por Produto Interno Bruto (PIB) nominal.

Ao mesmo tempo, o Japão passa por dois processos de aumento dos gastos públicos: de um lado, o envelhecimento demográfico, associado a uma política de imigração restritiva, diminui a mão de obra no mercado; do outro, um número cada vez menor de jovens ingressam no ensino superior. A expectativa dos defensores da proposta é de que os cortes em humanidades levem esses jovens para as ciências naturais e acelerem o desenvolvimento das inovações em ciência e tecnologia, aquecendo a economia do país.

Mas as políticas econômicas do primeiro-ministro japonês, que impulsionaram as mudanças nas universidades, não têm trazido a reforma esperada na economia do país: tentativas de aceleração da produtividade não foram suficientes para aumentar a inflação do país, que permanece abaixo dos 2%, refletindo o baixo índice de compra da população. Do mesmo modo, o crescimento do PIB até abril foi de 0,3%, e a popularidade de Abe caiu para 30%.

 

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*Fonte: gazetadopovo

Estudo revela que quem come chocolate tem mais propensão a amar

Embora os antigos Astecas acreditassem fortemente que o chocolate era um afrodisíaco, a ciência sempre foi cética. No entanto, agora temos razões para acreditar que exista uma conexão entre chocolate e amor, ou entre amor e doces em geral, graças a um estudo do Journal of Social and Personal Relationships. Em uma série de experiências intitulada “Sweet Love: The Effects of Sweet Taste Experience on Romantic Perceptions”, os pesquisadores consideraram se uma variedade de alimentos provocaria sentimentos de romance entre os participantes do estudo.

No primeiro experimento as pessoas foram alimentadas ora com mini biscoitos, ora com batatas fritas. Então, eles fizeram o mesmo com refrigerante e água com gás. De acordo com os pesquisadores, as pessoas solteiras que acabavam de receber a escolha açucarada eram mais propensas a começar a imaginar relacionamentos amorosos hipotéticos. Além disso, eles descreveram essas relações como comprometidas e satisfatórias.

Os pesquisadores também decidiram realizar um experimento em que os participantes bebiam refrigerante ou água e então eram convidados a visualizar vários perfis de namoro. Novamente, aqueles que haviam consumido a escolha açucarada demonstraram um maior interesse pelos perfis e até classificaram os pretendentes como sendo mais atraentes.

Mas enquanto os solteiros podem colher os benefícios românticos do consumo de açúcar, há más notícias para aqueles que estão em relacionamentos. No caso de você estar pensando que um frasco de Nutella poderia salvar sua vida sexual, comer doces não parece ter um efeito sobre os romances existentes em termos de como um casal percebem um ao outro. Em geral, no entanto, o chocolate ainda pode ser responsável por aumentar a libido. De acordo com um estudo realizado pela Dra. Jennifer Nasser, professora associada de Ciências da Nutrição na Universidade Drexel, o consumo de chocolate faz com que seu cérebro libere o prazer da dopamina química, o que poderia colocá-lo no clima.

Claro, como sempre, existem vários fatores de confusão que podem refutar o vínculo entre chocolate e romance, mas essas novas descobertas abriram a porta para explorar a relação entre amor e gosto em geral. Em suas conclusões, por exemplo, os cientistas do Journal of Social and Personal Relationships sugeriram fazer um estudo futuro sobre se alimentos quentes ou picantes poderiam prever a atração sexual.

Esse canal nasceu da parceria entre o Hypeness e a Cacau Show para comemorar o Dia dos namorados e lembrar que o amor e o carinho devem ser valorizados sempre. A criatividade deve ser a tônica na hora de presentear a quem se ama e que o prazer de comer um chocolate nunca muda.

Produtos como Mini Show laCreme, Collection, Intensidade, Caixa Artesanal Delícias de Amor, Coração Glamour, Doce Gesto meu Docinho,, Urso pote, Kit Sexy, Caixa Amo mais que chocolate, Caixa Glamour 180g, Angel Asas, Coração Gourmet Rosê são alguns dos exemplos da dedicação da marca ao amor – e sua nova campanha, intitulada Primeiro Encontro, mostra que o tempo também não precisa ser uma barreira para o amor.

 

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*Fonte: hypeness

 

Estudo revela como era o Saara antes de se tornar um deserto

Entretanto, o que poucos sabem é que antes de ser essa região extremamente seca e desértica, o Saara era uma região cheia de árvores, animais, plantas e muita chuva. Essas informações estão sendo estudadas por pesquisadores da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e de Columbia e do Arizona, nos Estados Unidos.

De acordo com matéria publicada no site da BBC, os pesquisadores que buscam um padrão de chuvas no norte da África descobriram que entre 5 mil e 10 mil anos atrás, o deserto do Saara era conhecido como “Saara Verde” e tinha precipitações anuais entre 35 e 100mm de chuva, clima que colaborava com a fertilidade da terra local.
Saara Verde

O professor do departamento de Ciências Atmosféricas, Planetárias e da Terra do Massachusettes Institute of Technology (MIT), David McGee, equipara a vegetação existente anteriormente no Saara com a do Serengeti, localizado no norte da Tanzânia e sudoeste do Quênia, região que ainda é palco da maior migração de animais mamíferos de todo o mundo.

McGee explicou ao site da BBC Mundo: “Havia no Saara corpos hídricos permanentes, savanas, pradarias e até alguns bosques”. Ele ainda constatou outras evidências de fósseis de animais não encontrados mais na região e a presença de grandes faunas.

No Saara também são encontradas pinturas rupestre e antigos anzóis, revelando um estilo de vida completamente diferente do que é encontrado hoje. Entretanto, para o professor do MIT, mesmo sendo muito complicado saber o tamanho exato da vegetação, estima-se que ela tenha se ampliado para o norte do Saara, onde estão localizadas a Líbia, Argélia e Egito.
Do surgimento do Saara Verde até a sua desertificação

Para Francesco Pausada, da Universidade de Estocolmo, o Saara Verde surgiu da aproximação do Sol com a Terra durante o período de verão, colaborando com essas mudanças. Ele ainda explica: “O Saara se tornou verde quando saímos do período glacial. O sol do verão se tornou mais forte há uns 9 mil anos e isso trouxe uma série de consequências.”

Com as temperaturas extremas, as chuvas de monções aumentaram consideravelmente, colaborando com o surgimento da vegetação e, consequentemente, com a redução das emissões de poeira e diminuição do reflexo da luz. Essas precipitações são conhecidas como albedo, uma das principais causas da aridez na região.

Essa intensificação do albedo no Saara contribuiu significativamente com a desertificação da região. Porém, ainda é incerto quando aconteceu essa mudança drástica no clima.

Muitos cientistas acreditam que essa transformação aconteceu há 5 mil anos, devido aos fenômenos periódicos isolados que aconteceram na região. Outra hipótese é que essa transformação ocorreu de uma hora para outra, sem uma explicação especifica.

Já em 2008, mais um estudo foi divulgado por pesquisadores na Universidade de Colônia, na Alemanha, estimando que essa mudança foi mais lenta e aconteceu há apenas 2,7 mil anos. A pesquisa só foi possível após a análise de amostras de sedimentos retirados do lago Yoa, no norte do Chade, que mostraram o processo gradual de desertificação do Saara.

Entretanto, o estudo realizado por Pausata mostrou que as precipitações que aconteceram revelaram que os seres humanos que lá povoavam, abandonaram a região há 8 mil anos, em decorrência da forte seca que durou mil anos.
Possível influência humana

Estudos realizados recentemente pelo arqueólogo David Wright, da Universidade Nacional de Seul, consideram a hipótese de que os seres humanos tiveram um papel fundamental nas mudanças climáticas do deserto do Saara. Para o pesquisador existem provas arqueológicas de que o primeiro pastoreio provocou sérias consequências na ecologia da região.

Conforme a vegetação era removida e alterada para criação de gado e rebanhos, o fenômeno albedo sofria uma ampliação que colaborava com a diminuição das chuvas de monções. Porém, para Pausata, essa pesquisa não está bem fundamentada e afirmou: “Embora exista um consenso de que o crescimento intenso do rebanho de gado que pasta possa ser prejudicial à variedade de plantas, o pasto leve e moderado pode ter resultados positivos.”
O Saara Verde pode retornar?

Mesmo McGee acreditando que os seres humanos tiveram uma grande participação na desertificação do Saara, outros fatores também ajudaram no desencadeamento do problema, assim como as mudanças cíclicas. Para ele, o Saara verde aconteceu também há 125 mil anos, porém, naquela época, não houve interferência humana e sim uma mudança climática que foi do úmido para árido.

“Desta forma, se o fenômeno for cíclico, é bem provável que o Saara volte a ser verde, mesmo com as atividades humanas recentes”, declarou Pausata. E concluiu: “Daqui a milhares de anos o ciclo se repetirá. O problema agora são as forças antropogênicas. A influência humana será mais um efeito, fora da variação natural, que poderá mudar o equilíbrio no futuro do planeta, não apenas no Saara.”

 

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*Fonte: pensamentoverde

 

Geração do diploma lota faculdades, mas decepciona empresários

Nunca tantos brasileiros chegaram às salas de aula das universidades, fizeram pós-graduação ou MBAs. Mas, ao mesmo tempo, não só as empresas reclamam da oferta e qualidade da mão-de-obra no país como os índices de produtividade do trabalhador custam a aumentar.

Na última década, o número de matrículas no ensino superior no Brasil dobrou, embora ainda fique bem aquém dos níveis dos países desenvolvidos e alguns emergentes. Só entre 2011 e 2012, por exemplo, 867 mil brasileiros receberam um diploma, segundo a mais recente Pesquisa Nacional de Domicílio (Pnad) do IBGE.

“Mas mesmo com essa expansão, na indústria de transformação, por exemplo, tivemos um aumento de produtividade de apenas 1,1% entre 2001 e 2012, enquanto o salário médio dos trabalhadores subiu 169% (em dólares)”, diz Rafael Lucchesi, diretor de educação e tecnologia na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A decepção do mercado com o que já está sendo chamado de “geração do diploma” é confirmada por especialistas, organizações empresariais e consultores de recursos humanos.

“Os empresários não querem canudo. Querem capacidade de dar respostas e de apreender coisas novas. E quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria”, diz o sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore.

Entre empresários, já são lugar-comum relatos de administradores recém-formados que não sabem escrever um relatório ou fazer um orçamento, arquitetos que não conseguem resolver equações simples ou estagiários que ignoram as regras básicas da linguagem ou têm dificuldades de se adaptar às regras de ambientes corporativos.

“Cadastramos e avaliamos cerca de 770 mil jovens e ainda assim não conseguimos encontrar candidatos suficientes com perfis adequados para preencher todas as nossas 5 mil vagas”, diz Maíra Habimorad, vice-presidente do DMRH, grupo do qual faz parte a Companhia de Talentos, uma empresa de recrutamento. “Surpreendentemente, terminanos com vagas em aberto.”

Outro exemplo de descompasso entre as necessidades do mercado e os predicados de quem consegue um diploma no Brasil é um estudo feito pelo grupo de Recursos Humanos Manpower. De 38 países pesquisados, o Brasil é o segundo mercado em que as empresas têm mais dificuldade para encontrar talentos, atrás apenas do Japão.

É claro que, em parte, isso se deve ao aquecimento do mercado de trabalho brasileiro. Apesar da desaceleração da economia, os níveis de desemprego já caíram para baixo dos 6% e têm quebrado sucessivos recordes de baixa.
Image caption Produtividade da industria aumentou apenas 1,1% na última década, segundo a CNI

Mas segundo um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) divulgado nesta semana, os brasileiros com mais de 11 anos de estudo formariam 50% desse contingente de desempregados.

“Mesmo com essa expansão do ensino e maior acesso ao curso superior, os trabalhadores brasileiros não estão conseguindo oferecer o conhecimento específico que as boas posições requerem”, explica Márcia Almstrom, do grupo Manpower.

 

Causas:

Especialistas consultados pela BBC Brasil apontam três causas principais para a decepção com a “geração do diploma”.

 

 

A principal delas estaria relacionada a qualidade do ensino e habilidades dos alunos que se formam em algumas faculdades e universidades do país.

Os números de novos estabelecimentos do tipo criadas nos últimos anos mostra como os empresários consideram esse setor promissor. Em 2000, o Brasil tinha pouco mais de mil instituições de ensino superior. Hoje são 2.416, sendo 2.112 particulares.

“Ocorre que a explosão de escolas superiores não foi acompanhada pela melhoria da qualidade. A grande maioria das novas faculdades é ruim”, diz Pastore.

Tristan McCowan, professor de educação e desenvolvimento da Universidade de Londres, concorda. Há mais de uma década, McCowan estuda o sistema educacional brasileiro e, para ele, alguns desses cursos universitários talvez nem pudessem ser classificados como tal.

“São mais uma extensão do ensino fundamental”, diz McCowan. “E o problema é que trazem muito pouco para a sociedade: não aumentam a capacidade de inovação da economia, não impulsionam sua produtividade e acabam ajudando a perpetuar uma situação de desigualdade, já que continua a ser vedado à população de baixa renda o acesso a cursos de maior prestígio e qualidade.”

Para se ter a medida do desafio que o Brasil têm pela frente para expandir a qualidade de seu ensino superior, basta lembrar que o índice de anafalbetismo funcional entre universitários brasileiros chega a 38%, segundo o Instituto Paulo Montenegro (IPM), vinculado ao Ibope.
Image caption Especialistas questionam qualidade de novas faculdades no Brasil

Na prática, isso significa que quatro em cada dez universitários no país até sabem ler textos simples, mas são incapazes de interpretar e associar informações. Também não conseguem analisar tabelas, mapas e gráficos ou mesmo fazer contas um pouco mais complexas.

De 2001 a 2011, a porcentagem de universitários plenamente alfabetizados caiu 14 pontos – de 76%, em 2001, para 62%, em 2011. “E os resultados das próximas pesquisas devem confirmar essa tendência de queda”, prevê Ana Lúcia Lima, diretora-executiva do IPM.

Segundo Lima, tal fenômeno em parte reflete o fato da expansão do ensino superior no Brasil ser um processo relativamente recente e estar levando para bancos universitários jovens que não só tiveram um ensino básico de má qualidade como também viveram em um ambiente familiar que contribuiu pouco para sua aprendizagem.

“Além disso, muitas instituições de ensino superior privadas acabaram adotando exigências mais baixas para o ingresso e a aprovação em seus cursos”, diz ela. “E como consequência, acabamos criando uma escolaridade no papel que não corresponde ao nível real de escolaridade dos brasileiros.”
Postura e experiência

 

A segunda razão apontada para a decepção com a geração de diplomados estaria ligada a “problemas de postura” e falta de experiência de parte dos profissionais no mercado.

“Muitos jovens têm vivência acadêmica, mas não conseguem se posicionar em uma empresa, respeitar diferenças, lidar com hierarquia ou com uma figura de autoridade”, diz Marcus Soares, professor do Insper especialista em gestão de pessoas.

“Entre os que se formam em universidades mais renomadas também há certa ansiedade para conseguir um posto que faça jus a seu diploma. Às vezes o estagiário entra na empresa já querendo ser diretor.”

As empresas, assim, estão tendo de se adaptar ao desafio de lidar com as expectativas e o perfil dos novos profissionais do mercado – e em um contexto de baixo desemprego, reter bons quadros pode ser complicado.

Para Marcelo Cuellar, da consultoria de recursos humanos Michael Page, a falta de experiência é, de certa forma natural, em função do recente ciclo de expansão econômica brasileira.

“Tivemos um boom econômico após um período de relativa estagnação, em que não havia tanta demanda por certos tipos de trabalhos. Nesse contexto, a escassez de profissionais experientes de determinadas áreas é um problema que não pode ser resolvido de uma hora para outra”, diz Cuellar.

Nos últimos anos, muitos engenheiros acabaram trabalhando no setor financeiro, por exemplo.

“Não dá para esperar que, agora, seja fácil encontrar engenheiros com dez ou quinze anos de experiência em sua área – e é em parte dessa escassez que vem a percepção dos empresários de que ‘não tem ninguém bom’ no mercado”, acredita o consultor.
‘Tradição bacharelesca’

 

Por fim, a terceira razão apresentada por especialistas para explicar a decepção com a “geração do diploma” estaria ligada a um desalinhamento entre o foco dos cursos mais procurados e as necessidades do mercado.

    É bastante disseminada no Brasil a ideia de que cargos de gestão pagam bem e cargos técnicos pagam mal. Mas isso está mudando – até porque a demanda por profissionais da área técnica tem impulsionado os seus salários.
    Gabriel Rico

De um lado, há quem critique o fato de que a maioria dos estudantes brasileiros tende a seguir carreiras das ciências humanas ou ciências sociais – como administração, direito ou pedagogia – enquanto a proporção dos que estudam ciências exatas é pequena se comparada a países asiáticos ou alguns europeus.

“O Brasil precisa de mais engenheiros, matemáticos, químicos ou especialistas em bioquímica, por exemplo, e os esforços para ampliar o número de especialistas nessas áreas ainda são insuficientes”, diz o diretor-executivo da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Gabriel Rico.

Segundo Rico, as consequências dessas deficiências são claras: “Em 2011 o país conseguiu atrair importantes centros de desenvolvimento e pesquisas de empresas como a GE a IBM e a Boeing”, ele exemplifica. “Mas se não há profissionais para impulsionar esses projetos a tendência é que eles percam relevância dentro das empresas.”

 

Do outro lado, também há críticas ao que alguns vêem como um excesso de valorização do ensino superior em detrimento das carreiras de nível técnico.

“É bastante disseminada no Brasil a ideia de que cargos de gestão pagam bem e cargos técnicos pagam mal. Mas isso está mudando – até porque a demanda por profissionais da área técnica tem impulsionado os seus salários”, diz o consultor.

 

Rafael Lucchesi concorda. “Temos uma tradição cultural baicharelesca, que está sendo vencida aos poucos”, diz o diretor da CNI – que também é o diretor-geral do Senai (Serviço Nacional da Indústria, que oferece cursos técnicos).

Segundo Lucchesi, hoje um operador de instalação elétrica e um técnico petroquímico chegam a ganhar R$ 8,3 mil por mês. Da mesma forma, um técnico de mineração com dez anos de carreira poderia ter um salário de R$ 9,6 mil – mais do que ganham muitos profissionais com ensino superior.

“Por isso, já há uma procura maior por essas formações, principalmente por parte de jovens da classe C, mas é preciso mais investimentos para suprir as necessidades do país nessa área”, acredita.

 

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*Fonte: bbc/texto: Ruth Costas

 

graduation12

Ciência explica porque reclamar altera negativamente seu cérebro

Ouvir alguém reclamar, mesmo que seja você mesmo, nunca fez bem. Algumas pessoas dizem que reclamar pode agir como uma catarse, uma maneira de descarregar emoções e experiências negativas. Mas olhar com mais atenção ao que o ato de reclamar realmente faz para o cérebro nos dá motivos reais para lutar por um estado de espírito mais positivo e eliminar o mimimi de nossas vidas.

O cérebro é um órgão complexo que, de alguma forma, funciona em conjunto com a consciência para criar a personalidade de um ser humano, sempre aprendendo, sempre recriando e se regenerando. É ao mesmo tempo o produto da realidade e o criador da realidade, e a ciência está finalmente começando a entender como o cérebro cria a realidade.

Autor, cientista da computação e filósofo, Steven Parton, examinou como as emoções negativas na forma de reclamações, tanto expressas por você mesmo ou vindas de outros, afetam o cérebro e o corpo, nos ajudando a entender por que algumas pessoas parecem não conseguir sair de um estado negativo.

Sua teoria sugere que a negatividade e a reclamação realmente alteram fisicamente a estrutura e função da mente e do corpo.

“Sinapses que disparam juntas, se mantém juntas”, diz Donald Hebb, que é uma maneira concisa de compreender a essência da neuroplasticidade, a ciência de como o cérebro constrói suas conexões com base em tudo a que é repetidamente exposto.

Negatividade e reclamações irão reproduzir mais do mesmo, como essa teoria destaca.

 

Parton explica ainda:

“O princípio é simples: em todo o seu cérebro há uma coleção de sinapses (responsáveis por transmitir as informações de uma célula para outra) separadas por espaços vazios chamados de fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara uma reação química através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte por onde um sinal elétrico pode atravessar, carregando a informação relevante do seu pensamento durante a descarga.

… toda vez que essa descarga elétrica é acionada, as sinapses se aproximam mais, a fim de diminuir a distância que a descarga elétrica precisa percorrer… o cérebro irá refazer seus próprios circuitos, alterando-se fisicamente para facilitar que as sinapses adequadas compartilhem a reação química e, tornando mais fácil para o pensamento se propagar.“

 

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*Fonte: osegeredo

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Como são as notações musicais diferentes do “dó-ré-mi”?

As notas musicais não são uma linguagem universal. O famoso “dó-ré-mi” é o chamado método ocidental, mas existem outros. Veja alguns deles:

Índia
Raga, a notação indiana, é a mais semelhante à ocidental. Existem sete notas básicas dentro de uma escala: shadja, rishabh, gandhar, madhyam, pancham, dhaivat e nishad. Assim como o nosso sistema, as notas sofrem variações de nomenclatura conforme o timbre

Rússia
Antes da invasão das tradições ocidentais, os russos usavam sinais chamados “znamena” para transcrever as músicas com base nas melodias, e não nas notas. Então, os sinais representam a forma como tal parte deve ser cantada (alegre, forte, devagar, triste)

China
A notação chinesa segue o conceito do “dó móvel”, em que as notas não são absolutas e variam conforme a escala. Em vez de letras, os chineses usam ideogramas ou números para escrever as suas melodias, lidas, como o mandarim, de cima para baixo e da esquerda para a direita

Japão
Não há uma notação fixa. Existem diferentes sistemas para diferentes instrumentos e escolas. O ensino musical japonês, além da técnica, preza muito pela forma. Isso inclui postura, jeito de se vestir, onde as músicas serão tocadas e manejo e posição dos instrumentos. Acredita-se que, quando um aluno souber essas técnicas, um espírito descerá em seu corpo e o ensinará a tocar bem

Indonésia
Mesmo sem ter muita importância na tradição da música indonésia, o sistema de notação kepatihan baseia-se em sete números para as principais notas musicais e cinco números para as variações de timbre. Os pontos também estão presentes e representam se uma nota deve ser cantada uma oitava acima (ponto acima do número) ou uma oitava abaixo (ponto abaixo do número)

Hummingbird
Esse sistema de notação foi criado para ser uma forma mais simples de ensino musical, visto que a maneira tradicional pode assustar quem não sabe muito de música. Criado em 2013, recebeu críticas e elogios, mas não atingiu um grande nível de popularidade. Enquanto uns afirmam que a leitura e memorização de notas, durações e timbres melhorou, outros dizem que a simplificação tirou elementos importantes presentes no método clássico e não atinge a quantidade de detalhes presentes nos escritos musicais. O consenso entre os músicos é que o hummingbird serviria como uma boa forma de introdução, contudo, o jeito tradicional está tão enraizado na sociedade ocidental que, uma hora ou outra, qualquer músico precisará estudá-lo.

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*Fonte: mundoestranho

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Ler diariamente aumenta a expectativa de vida, diz estudo

Por mais que a leitura pareça não ter muita relação com a saúde, um estudo feito durante 12 anos por pesquisadores da Universidade de Yale, nos EUA, comprovou que as pessoas que leem podem viver mais do que quem não lê.

A receita para a longevidade é simples e os resultados são sentidos com apenas 30 minutos diários de leitura. O estudo feito pelos norte-americanos tinha como intuito identificar os benefícios e a influência da leitura na saúde e qualidade de vida das pessoas.

Para que a análise fosse feita, os pesquisadores usaram dados coletados a partir de um acompanhamento de 12 anos, feito com 3.635 pessoas com mais de 50 anos de idade. Os participantes foram divididos em três grupos. O primeiro deles incluía aqueles que não tinham o hábito de ler, no segundo estavam as pessoas que mantinham uma média semanal de 3,5 horas de leitura e, por fim, o último grupo reunia os voluntários que leem mais do que 3,5 horas/semana.

Além dessa divisão, os cientistas também consideraram outras variáveis, como renda, escolaridade, capacidade cognitiva, entre outras coisas.

Após mais de uma década de estudos, os pesquisadores concluíram que, quem lê, ao menos trina minutos por dia, somando pouco mais de três horas semanais, tinha 17% menos chances de morrer do que quem não lê. Quando o comparativo considerou os leitores mais assíduos, o percentual subiu para 23%.

Uma das possíveis justificativas para este resultado é que o hábito da leitura ajuda a elevar as capacidades cognitivas, responsável por quase todas as relações e conexões entre o Homem e o que está ao seu redor.

Clique aqui para acessar o estudo.

 

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*Fonte: ciclovivo

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Ficar sem férias pode te matar, diz a ciência

A medicina entende cada vez melhor os danos de muito trabalho sem descanso. Passar meses seguidos sem um tempo real de férias pode afetar o corpo de muitas formas, mentais e físicas.

Um trabalho de longo prazo mostrou que não tirar férias aumenta a chance de problemas cardíacos. Um projeto chamado de estudo Framingham acompanhou mulheres trabalhadoras por 20 anos. Foram analisadas as relações entre a frequência com que elas tiravam férias e a incidência de problemas cardíacos.

Os cientistas chegaram à conclusão de que menos férias implicam mais problemas cardíacos. Trabalhadoras que tiravam férias a cada seis anos tinham o dobro de chances de ter problemas cardíacos do que aquelas que descansavam pelo menos duas vezes por ano.

Outra pesquisa, realizada com homens, mostra que jornadas longas (de dez horas ou mais) aumentam os riscos de doenças coronárias em 80%. A explicação dos cientistas para o aumento nesses riscos é por causa da exposição prolongada a stress psicológico.
E a mente?

A cabeça também é afetada. Uma grande pesquisa chamada Whitehall II estudou os efeitos psicológicos de longos turno de trabalho. Trabalhar mais de 11 horas por dia dobra as chances de um episódio de depressão grave, em comparação a trabalhadores com turno de sete ou oito horas.

Mas tirar férias ainda pode melhorar a mente. Um estudo da Univeridade de Uppsala, na Suécia, mostrou que acontece uma melhora psicológica depois de uma temporada de férias. O estudo mostra, inclusive, uma queda na quantidade de remédios comprados por pessoas que acabaram de voltar de férias.

Os impactos vão além. Estudos também notaram aumento de criatividade em mentes descansadas. Outros, analisando pessoas em situações de longos períodos de trabalho, indicam queda nas funções cognitivas e até diminuição no vocabulário.

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*Fonte: superinteressante

Não coma alimentos sobre os quais formigas andaram. Elas carregam mais doenças que as baratas!

Quem nunca se deparou com uma formiga caminhando sobre um alimento? Ou foi pegar um biscoito e deu de cara com o inseto? Essas situações são bem comuns já que qualquer migalha é suficiente para atrair esses bichinhos. Muitas vezes pensamos “é só uma formiguinha” e ignoramos alguns fatos importantes.

Podemos encontrar as formigas em qualquer lugar que habitamos, há uma estimativa de que exista 10.000.000.000.000.000 (dez quatrilhões) de formigas no planeta, divididas em cerca de 12.585 espécies. Com fácil adaptação, esse grupo representa cerca de 15% a 20% da biomassa animal terrestre. Além disso, acredita-se que elas habitem o planeta há mais de 100 milhões de anos, enquanto o homem teria feito o mesmo há singelos 195 mil anos.

As formigas também habitam lugares sujos como fezes, feridas, animais em decomposição e lixo. Por esse motivo, ignorar a presença delas nos alimentos é uma alternativa perigosa. Por caminharem em variados locais, elas carregam microrganismos patogênicos, como vírus, bactérias e fungos. A formiga é um grande transmissor de doenças infecciosas, além de poder causar gripe, tuberculose, verminoses, intoxicações alimentares, vômito, diarreia e até lepra.

Segundo um estudo publicado na Revista de Saúde e Biologia (SaBios), as formigas podem carregar uma imensa variedade de bactérias em suas patas, além de conseguirem percorrer até três centímetros por segundo. Os pesquisadores buscaram bactérias nas patas dos insetos em ambientes hospitalares e encontraram sete tipos variados de patógenos.

De acordo com outro estudo publicado na Neotropical Entomology em 2010, as formigas podem estar relacionadas a outros tipos de incômodos presentes em hospitais: rejeição, irritações e lesões na pele. Além disso, elas podem falsear resultados laboratoriais, passando de uma placa de Petri para outra.

É pouco provável que alguém coma um alimento sabendo que uma barata tenha passado sobre ele, mas costumamos ignorar a presença de formigas na comida. O que muitos não fazem ideia é que os riscos trazidos pelas formigas são tão grandes – ou até maiores – quanto os oferecidos pelas baratas. Quando uma barata é morta, quem elimina todos os resquícios de seu corpo é a formiga. Uma dissertação de mestrado da USP descobriu que a presença de Salmonella aureus e de enterobactérias resultante de amostras de formigas propõe que esses insetos interfiram completamente na qualidade higiênica dos alimentos.

Temperaturas mais quentes são as melhores para a reprodução desses insetos, ou seja, é praticamente impossível livrar-se totalmente deles. Caso não haja infestação, é possível evitar o problema protegendo os alimentos, removendo migalhas e utilizando detergente e sabão nos espaços em que eles transitam. Caso a situação não possa ser solucionada com essas medidas, o aconselhável é chamar uma equipe especializada.

 

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*Fonte: jornalciencia

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Pessimistas, comemorem: estudo prova que pensar positivo não faz bem

Por mais irônico que seja, os pessimistas do mundo acabaram de ganhar um motivo para comemorar: um estudo feito por Gabriele Oettingen, cientista alemã da New York University e da University of Hamburg descobriu que pensar positivo, diferente do que muitas pessoas (e seções inteiras de livrarias) acreditam, faz mal.

O motivo é bem simples (e quase óbvio, para ser sincero): a partir do momento que alguém visualiza soluções positivas para problemas e desafios, a tendência é que elas se tornem menos produtivas e mais acomodadas, já que, na cabeça delas, tudo está resolvido. Já os pessimistas, fatalistas por natureza, acabam ficando mais atentos e obtém resultados mais satisfatórios.

O resultado foi obtido através de uma pesquisa de vinte anos, que incluiu uma situação bem familiar a todos nós: um dos estudos entrevistou pessoas com interesses amorosos, e cada um precisou narrar o que imaginariam se encontrassem a crush em uma festa. Enquanto os otimistas fantasiavam com bons momentos, os pessimistas visualizavam verdadeiras epopeias para se darem bem.

Meses depois, os participantes mais otimistas tiveram menos sucesso em engatar algum tipo de relacionamento com seus interesses amorosos do que os pessimistas, que se deram bem melhor.

Agora você já pode enviar esta notícia para quem adora te criticar por não ver o lado bom das coisas, jogar o Radiohead no último volume e ser feliz. Quer dizer, triste.

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*Fonte: GQ

 

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A falha de San Andreas está nos avisando do ‘Big one’?

Os terremotos no sul da Califórnia não deveriam ser notícia. Esta região do mundo registra cerca de 10.000 tremores por ano, a maioria imperceptíveis. Mas se acontecem todos em uma semana e no mesmo lugar, os especialistas se põem em alerta. Isso aconteceu na semana passada quando foram registrados mais de 200 abalos em Salton Sea, um lago no extremo sul da Califórnia, no vale de Coachella, perto da fronteira com o México. Trata-se da maior atividade registrada em um mesmo local desde que há sensores e provocou um alerta inquietante que durou uma semana.

A região de Salton Sea fica bem no fim da falha de San Andreas. Os movimentos nessa região fazem cócegas na grande falha, por assim dizer. Entre os tremores que começaram na segunda-feira passada houve três que ultrapassaram o grau 4 na escala Richter. No dia 27 passado, o escritório de Emergências do governador emitiu um comunicado pedindo a todas as instituições e aos californianos que ficassem em alerta diante da possibilidade de um grande terremoto, algo que não acontece nessa região da falha em 300 anos. A Prefeitura de San Bernardino, por exemplo, decidiu fechar suas instalações.

Com o passar das horas e dos dias, foram diminuindo as possibilidades de que essa atividade provoque um movimento na falha que desate um grande terremoto em Los Angeles. O alerta foi levantado nesta terça-feira pela manhã. Mas os dados colocaram em evidência mais uma vez a fragilidade da região e, sobretudo, a evidência de que esse grande terremoto tem de ocorrer em algum momento.

Uma das primeiras coisas que se aprende ao mudar para o sul da Califórnia é que, segundo a sabedoria popular, Los Angeles sofre um grande terremoto com vítimas a cada 20 anos. E o último ocorreu há 22. A possibilidade de um grande terremoto, o chamado ‘Big one’, com origem na falha de San Andreas e consequências devastadoras para os vales que formam Los Angeles é uma constante na vida dos moradores da cidade e uma fonte incrível de entretenimento para Hollywood. Ter uma equipe de sobrevivência e um plano para terremotos (por exemplo, já ter comunicado à família onde você vai estar) é comum em casas e colégios.

“Não é uma questão de se vai acontecer, mas de quando vai acontecer.” Essa frase é dita até pelo prefeito da cidade. Não há nada que se possa fazer. Cada um desses pequenos abalos tem um impacto na falha de San Andreas, até que um dia ela se movimenta. No ano passado, a Prefeitura publicou um documento aterrador sobre as consequências que o terremoto teria para a cidade e urgiu os cidadãos a reformar as casas mais antigas e investir em consertos para torná-las mais resistentes.

O início desta campanha municipal de consciência coincidiu com o 20º aniversário do terremoto de Northridge, em janeiro de 1994. Morreram cerca de 60 pessoas no Vale de San Fernando quando caíram estruturas frágeis de edifícios de apartamentos. Duas autopistas que cruzam a cidade foram fechadas pelos danos e Los Angeles viveu dias de caos. A sismóloga Lucy Jones, que liderou a equipe que redigiu o documento, advertiu em conferências em toda a cidade que aquilo foi em uma época sem celulares e sem Internet. Não sabemos as consequências de um terremoto como aquele para uma economia dependente das telecomunicações. Não aconteceu ainda. O terremoto de Northridge foi de 6,7 e durou 10 segundos. O ‘Big one’ mais plausível poderia ser de 7,8 e durar cerca de um minuto.

A falha de San Andreas não é uma linha contínua, mas um sistema de falhas que se estende ao longo de 1.200 quilômetros. Começa em Salton Sea, na fronteira com o México, onde ocorreram os abalos desta semana. Depois abraça Los Angeles pelo leste e norte da cidade e continua paralela à costa. Atravessa a baía de San Francisco e chega a Eureka, no norte da Califórnia. Todo o Estado está em risco se a falha for ativada.

Exatamente na semana passada, o governador da Califórnia, Jerry Brown, aprovou uma lei que estabelece a estrutura administrativa para que haja um sistema de alertas de terremotos no Estado. O sistema será formado por sensores que detectarão as primeiras ondas de um terremoto e as enviarão a um centro de emergências que por sua vez enviará um alerta aos celulares. O terremoto chega de qualquer forma. Mas, por exemplo, se começar na fronteira com o México, os habitantes de Los Angeles teriam alguns poucos segundos de aviso antes que chegasse, determinantes para salvar vidas.

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*Fonte: elpais

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Argentina coloca Cinema como matéria escolar no primário

É isso mesmo que você leu. Todos – ou a maioria – sabem da importância do cinema argentino, são obras de extrema profundidade técnica e roteiros imperdívies, sem contar as atuações gringas de tirar o fôlego, como exemplo: Hector Alterio, Osmar Nuñez, Valeria Bertuccelli, Ricardo Darín, Arturo Goetz.

Mas não é por menos, afinal, a Argentina valoriza demais a sétima arte, prova disso é a nova implementação nas escolas. Agora, todas as turmas do primário terão como matéria o cinema, a iniciativa é feita em parceria com a França, que já adota o modelo através do programa “Collège au Cinéma”.

As crianças vão aprender a analisar filmes, assistindo aos grandes ícones do cinema do país. Sendo assim, o apreço pelo cinema será muito maior do que apenas uma questão de entretenimento.

Essa decisão está em avaliação desde agosto, mas já se pode notar uma boa recepção dessa nova disciplina. O presidente do INCAA (Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales), Alejandro Cacetta, diz ter interesse em transformar o “Escola Vai Ao Cinema” em um programa de longo prazo, querendo que se torne parte da política de Estado.

E aí, Brasil. Que tal?

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*Fonte: cantodosclassicos /  Texto: Luca Pillati Miranda

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Estudo comprova que árvores também descansam à noite

Um grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa Ecológica de Tihany, na Hungria, descobriu que as árvores também “dormem” durante a noite. Não se trata de deitarem ou mudarem bruscamente de posição, mas enquanto o sol não está brilhando, os galhos e folhas ficam mais caídos.

Os cientistas tiveram muito cuidado para analisar os hábitos das árvores, já que era imprescindível que não houvesse interferência humana alguma no sentido da luminosidade. Assim, não foram usadas câmeras comuns, para não ter problemas com o uso do flash.

Todo o monitoramento foi realizado via escaneamento a laser. Os registros foram feitos em intervalos de dez em dez minutos, entre o pôr-do-sol e o nascer no dia seguinte.

Para deixar a análise ainda melhor, o grupo escolheu duas árvores bem diferentes e em climas totalmente distintos. Um dos exemplares estava na Austrália, enquanto o outro estava na Finlândia. O dia em que a experiência foi realizada também foi pensado previamente. Todos os registros foram feitos numa noite de equinócio, quando o dia e a noite têm exatamente a mesma duração.

Após analisarem 154 imagens, os pesquisadores concluíram que, na ausência do sol, os galhos caem cerca de dez centímetros. Mas, eles logo voltam ao normal com os primeiros raios de luz. É como se as árvores passassem a noite dormindo e despertassem junto com o sol.

A explicação dos cientistas é de que o fenômeno ocorre como estratégia natural para economizar energia. Já que durante a noite as plantas não realizam sua principal atividade, que é a fotossíntese, a pressão nas células diminuem e a árvore acaba ficando mais relaxada. Assim que a luminosidade volta, as folhas se reerguem para alcançar os melhores raios solares.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

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*Fonte: ciclovivo

 

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Mulheres precisam dormir mais porque seus cérebros são mais complexos, diz estudo

Para tudo! O sono da beleza finalmente ganhou uma explicação científica, minha gente! Na verdade, está mais para sono da inteligência do que da beleza, mas é sempre uma desculpinha cientificamente comprovada para dormir um pouco a mais.

A novidade surgiu após uma pesquisa realizada pelos cientistas do Instituto Max Planck de Munique, Alemanha. Eles analisaram o padrão de sono de 160 adultos para considerar como isso afetaria sua capacidade intelectual. Ao final do estudo, os pesquisadores perceberam que as mulheres tinham maior atividade cerebral quando entravam em uma fase de sono sem sonhos. E, segundo eles, essa é a mesma atividade que está relacionada a um aumento nos níveis de inteligência para as mulheres.

Nos homens, o resultado foi bem diferente. O estudo indica que eles se beneficiariam mais de cochilos, enquanto a mulherada precisa mesmo de uma boa noite de sono. A pesquisa se soma a outra publicada recentemente, que indica que as mulheres precisam de mais horas de sono porque seus cérebros funcionam de maneira mais complexa. Como tendem a ser multitarefas, elas exigem mais da capacidade do cérebro do que os homens, o que faz com que uma boa noite de sono não seja apenas merecida, mas necessária.

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*Fonte: hypeness

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Reservas de petróleo dos EUA superam as de Arábia Saudita e Rússia, diz estudo

Os Estados Unidos detêm mais reservas de petróleo que a Arábia Saudita e a Rússia, o que representa a primeira vez que suas reservas ultrapassaram as dos dois maiores exportadores mundiais da commodity, de acordo com um novo estudo.

A Rystad Energy estima que as reservas de petróleo passíveis de extração nos campos existentes, novas descobertas e áreas produtoras ainda não descobertas dos Estados Unidos sejam equivalentes a 264 bilhões de barris. O número ultrapassa os 212 bilhões de barris da Arábia Saudita e os 256 bilhões de barris das reservas russas.

A análise de 60 mil campos de petróleo em todo o planeta, conduzida ao longo de um período de três anos pela empresa sediada em Oslo demonstra que as reservas mundiais totais de petróleo atingem os 2,1 trilhões de barris. Isso equivale a 70 vezes o ritmo atual de produção de 30 bilhões de barris ao ano, informou a Rystad Energy na segunda-feira (4).

As reservas passíveis de extração —os barris cuja extração é viável do ponto de vista tecnológico e econômico— são analisadas pelo setor de energia a fim de determinar o valor de mercado das empresas de petróleo e a saúde dos países produtores de petróleo em longo prazo.

Os produtores de petróleo convencionais, como a Arábia Saudita, tradicionalmente usam sua imensa riqueza em recursos naturais a fim de exercer o poder em termos mundiais, especialmente junto a grandes países consumidores como os Estados Unidos.

Esse relacionamento se viu abalado nos últimos anos pela fratura hidráulica e outras tecnologias novas que ajudaram os Estados Unidos a ganhar acesso a vastas reservas e permitiram que o país se tornasse mais independente em termos energéticos.

“Existe pouco potencial para futuras surpresas em muitos outros países, mas nos Estados Unidos ele continua a existir”, disse Per Magnus Nysveen, analista da Rystad Energy, apontando para recentes descobertas na Bacia de Permian, no Texas e Novo México, a região petroleira mais prolífica dos Estados Unidos. “Três anos atrás, os Estados Unidos estavam atrás da Rússia, Canadá e Arábia Saudita”.

Mais de metade das reservas remanescentes de petróleo dos Estados Unidos são constituídas por petróleo de xisto betuminoso, uma fonte heterodoxa, segundo os dados da Rystad Energy. O Texas detém, sozinho, mais de 60 bilhões de barris de petróleo de xisto betuminoso.

Outros boletins sobre as reservas mundiais de petróleo, como o “BP Statistical Review”, acompanhado com muita atenção pelo setor, se baseiam nas informações prestadas pelas autoridades nacionais, e mostram os Estados Unidos ainda atrás de países como Arábia Saudita, Rússia, Canadá, Iraque, Venezuela e Kuwait.

A Rystad Energy afirma que os dados dos governos, em todo o planeta, são coligidos usando uma série de indicadores muitas vezes opacos. Os números de muitos países incluem frequentemente petróleo ainda não descoberto.

CUSTO

Embora os números relativos às reservas sejam cruciais, o custo de produção é igualmente vital, disse Richard Mallinson, da Energy Aspects, uma consultoria de energia sediada em Londres.

“Os números quanto às reservas importam, mas muitos outros fatores também determinam os retornos de curto e longo prazo daquilo que companhias e nações detêm”, disse Mallinson. “O ganho de importância dos Estados Unidos não diminui o papel da Rússia ou da Arábia Saudita, já que o petróleo dos dois países está entre os de extração mais barata no planeta”.

Os países da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), liderados pela Arábia Saudita, nos dois últimos anos permitiram a queda dos preços do petróleo para garantir que sua fatia de mercado seja protegida em longo prazo, diante de produtores de custo mais alto.

Ainda que a produção do petróleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos tenha se tornado mais barata —os custos nos últimos anos caíram, em alguns casos, para menos de US$ 40 por barril—, a Arábia Saudita e os demais produtores do Oriente Médio continuam a bombear petróleo por menos de US$ 10 por barril.

“Existe uma faixa confortável de preços para os produtores convencionais da Opep. Eles querem preços altos o bastante para gerar receita sólida a fim de bancar gastos sociais em seus países, mas não altas o bastante para tornar petróleo de extração muito mais cara economicamente viável”, disse Mallinson.

O boom do petróleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos foi um dos fatores por trás do recente colapso no preço do petróleo, que derrubou o petróleo padrão Brent de um pico de US$ 115 por barril na metade de 2014 a abaixo de US$ 30 neste ano.

*Fonte / Tradução de PAULO MIGLIACCI / folhauol

 

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Cientistas provam que a alma existe e dizem: ”A alma não morre, mas retorna ao universo”

O médico estadunidense, Dr. Stuart Hamerroff e o físico britânico, Sir Roger Penrose, desenvolveram uma teoria quântica da consciência, que afirma que nossas almas são contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais.
A idéia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, “com 100 bilhões de neurônios cujos disparos axonais e conexões sinápticas agem como redes de informação“.
O Dr. Hameroff, que é Professor Emérito dos Departamentos de Anestesiologia e Psicologia e Diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade de Arizona, e o Sir Roger, têm estado trabalhando na teoria desde 1996.
Eles alegam que as nossas experiências da consciência são o resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos – um processo que eles chamam de redução objetiva orquestrada (Orch-OR).
Em uma Experiência de Quase-Morte, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída.  Ou, em termos compreensíveis aos leitos, a alma não morre, mas retorna ao universo.
O Dr. Hameroff explicou a teoria extensivamente em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel nos Estados Unidos.

“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico.  A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o Dr. Hameroff.

“Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz ‘Eu tive uma experiêcia de quase-morte“, continuou o Dr. Hameroff.

Caso o paciente morra, seria “possível que esta informação quântica exista foram do corpo por tempo indeterminado – como uma alma“.
O Dr. Hamerof acredita que novas descobertas sobre o papel da física quântica nos processos biológicos, tais como a navegação de pássaros, ajudam a confirmar a teoria.

*Fonte: Daily Mail / SempreQuestione

 

Comparativo do derretimento de geleiras nos últimos 100 anos

Um vídeo que mostra o efeito devastador e porque não se dizer, assustador, do derretimento das geleiras em função do aquecimento global. Confira no link abaixo mais informações e imagens que embasaram a pesquisa e levantamento de dados do U. S. Geological Survey, que comparou imagens feitas no final do século 19 e começo do 20 com registros atuais e o resultado é assustador no meio ambiente.

*Fonte: catracalivre