Arquivo da tag: falecimento

Se penso em Gregg Allman essa é a 1ª coisa que me ocorre

Toda vez que penso em Gregg Allman, a primeira coisa que me vem a cabeça é ele com sua voz rouca tocando ao violão, sem a banda, esse puta som. E meu chapa, apesar de ser uma coisa bem comum qualquer arigó pegar um violão e sair tocando, não é prá qualquer um tocar e cantar assim tão “soulful”.

Thanks por tudo, sua música, sua banda e principalmente a sua louca história nessa trajetória do southern rock. Muita chalaça, mulherada, brigas, confusão, mas sempre em frente até o último momento.

Valeu meu bom amigo Gregg!

 


Gregg Allman – R.I.P. (69 anos)

Gregg Allman, um dos fundadores da banda The Allman Brothers Band, morreu neste sábado (27) aos 69 anos de idade. Segundo comunicado em seu site oficial, o cantor, compositor e tecladista “morreu pacificamente em sua casa em Savannah, [no estado da] Georgia”, nos Estados Unidos.

A nota não esclarece a causa da morte, porém afirma que ele enfrentava “muitos problemas de saúde nos últimos anos”. Allman foi diagnosticado com hepatite C em 1999 e passou por um transplante de fígado em 2010.

Ele fundou a banda, responsável pela canção “Ramblin’ man” e outro sucessos do gênero que ficou conhecido como “southern rock”, com seu irmão Duane em 1969. Com diversas formações, o grupo se separou muitas vezes ao longo dos anos, mas se apresentou até 2014.

“Perdi um amigo querido e o mundo perdeu um pioneiro brilhante na música”, afirmou seu empresário e amigo de longa data, Michael Lehman. “Ele era uma alma gentil e amável com a melhor risada que já ouvi. Seu amor por sua família e seus companheiros de banda era cheio de paixão, assim como o amor que ele tinha por seus fãs extraordinários. Gregg era um parceiro incrível e um amigo ainda melhor. Sentiremos sua falta.”

Gregg deixa sua mulher, Shannon Allman, quatro filhos e três netos.

 

……………………………………………
*Fonte: G1


Adeus Bond! – Roger Moore (89 anos) R.I.P.

O ator Sir Roger Moore morreu aos 89 anos, nesta terça-feira (23), em sua casa na Suíça. A triste notícia foi confirmada por sua família em comunicado divulgado no Twitter.

O ator morreu em decorrência de um câncer.

    “Com o coração pesado nós anunciados que nosso amado pai, Sir Roger Moore, faleceu hoje na Suíça após uma curta, mas brava, batalha contra câncer. O amor com que ele foi cercado em seus dias finais foi tão grande que não pode ser quantificado em apenas palavras”, escreveram seus três filhos: Deborah, Geoffrey e Cristian.

O astro ficou eternizado por viver James Bond na franquia ‘007’, depois que Sean Connery abandonou o manto do agente secreto.

 

Filmografia:
Here Comes Peter Cottontail: The movie (2005)
Folley & McColl: This Way up (TV) (2005)
The Fly Who Loved Me (voz) (curta-metragem)(2004)
Boat Trip (2003)…. Lloyd Faversham
Spice World (1997) …. Chefe
The Quest (1996) …. Lord Edgar Dobbs
Bed & Breakfast (1992) …. Adam
Bullseye! (1990) …. Garald Bradley-Smith/Sir John Bevistock
Feuer, Eis & Dynamit (1990) …. Sir George
A View to a Kill (1985) …. James Bond
The Naked Face (1984) …. Dr. Judd Stevens
Curse of the Pink Panther (1983) (as Turk Thrust II) …. Chief Inspector Jacques Clouseau
Octopussy (1983) …. James Bond
For Your Eyes Only (1981) …. James Bond
The Cannonball Run (1981) …. Seymour Goldfarb, Jr.
Sunday Lovers (1980) …. Harry Lindon (segment “An Englishman’s Home”)
The Sea Wolves (1980) …. Capt. Gavin Stewart
Moonraker (1979) …. James Bond
North Sea Hijack (1979) …. Rufus Excalibur Folkes
Escape to Athena (1979) …. Major Otto Hecht
The Wild Geese (1978) …. Lt. Shawn Fynn
The Spy Who Loved Me (1977) …. James Bond
Shout at the Devil (1976) …. Sebastian Oldsmith
Gli Esecutori (1976) …. Ulysses
London Conspiracy (1976) …. Lord Brett Sinclair
Sporting Chance (1976) (TV) …. Lord Brett Sinclair
That Lucky Touch (1975) …. Michael Scott
The Man with the Golden Gun (1974) …. James Bond
Gold (1974) …. Rod Slater
Mission: Monte Carlo (1974) …. Lord Brett Sinclair
Live and Let Die (1973) …. James Bond
The Persuaders! …. Lord Brett Sinclair
The Man Who Haunted Himself (1970) …. Harold Pelham
Vendetta for the Saint (1969) …. Simon Templar
Crossplot (1969) …. Gary Fenn
The Fiction Makers (1968) …. Simon Templar
Un Branco di vigliacchi (1962) …. Enzo Prati
Il Ratto delle sabine (1961) …. Romulus
Gold of the Seven Saints (1961) …. Shaun Garrett
The Sins of Rachel Cade (1961) …. Paul Wilton
The Miracle (1959) …. Capt. Michael Stuart
This Happy Breed (1956) (TV) …. Billy
Diane (1956) …. Prince Henri
The King’s Thief (1955) …. Jack
Interrupted Melody (1955) …. Cyril Lawrence
The Last Time I Saw Paris (1954) …. Paul Lane (tennis pro)
One Wild Oat (1951) (não-creditado) …. Bit part
Due mogli sono troppe (1950) …. Ornithologist on a train
Trottie True (1949) (não-creditado) …. Stage Door Johnny
Paper Orchid (1949) …. Bit Part
Piccadilly Incident (1946) (não-creditado) …. Bit Part
Gaiety George (1946) (não-creditado) …. Member of the Audience
Caesar and Cleopatra (1945) (não-creditado) …. Roman Soldier
Perfect Strangers (1945) (não-creditado) …. Soldier

 

Descanse em Sir Bond (Roger Moore).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Homenagens para Nicky Hyden

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Capacete do Maverick Viñales #25 – atual lider do MOTOGP 2017 – com a sua homenagem a Nicky Hyden #69

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Nicky com a moto do atual campeão do AMA Motocross (EUA) – Ken Roczen #94

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Homenagem da Troy Lee Design

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Homenagem de Broc Tickle #20

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*homenagem da Honda Team

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Foto de Nicky quando de seu título da Moto GP2006

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Nicky Hyden -Um grande piloto desde pequeno!


Nicky Hayden – 1981-2017 (R.I.P.)

Nascido em 30 de julho de 1981 em Owensbro, no Kentucky, Nicky Hayden é o último piloto norte-americano campeão mundial da MotoGP e vem de uma família de pilotos de motocicletas nos EUA, cuja trajetória teve início com seus pais, Earl e Rose Hayden, que corriam de moto na terra. Os irmãos Tommy, Jenny, Nicky, Roger e Kathleen também seguiram os passos dos pais e desde de muito cedo se aventuraram nas ruas rodas. Daí a explicação para a paixão pelo esporte. Além de Nicky, seus dois irmãos, Tommy e Roger, também se tornaram pilotos profissionais, além dos primos Frankie Lee Gillim e Hayde Gillim.

Inicialmente, a principal fonte de renda da família era uma concessionária de veículos usados de Earl. Porém, à medida que os meninos foram correndo atrás de novas oportunidades no motociclismo, a família passou a viajar atrás das competições. E Nicky acabou a adotando o icônico número 69 graças ao seu pai, que dizia: “Eu caía tanto que precisava de um número que desse para ver de ponta cabeça”.

Ao contrário de muitos pilotos que chegam à classe rainha por meio das categorias menores do próprio Mundial de Motovelocidade, Nicky construiu uma carreira nos campeonatos norte-americanos antes de aportar na Europa.

Aos 16 anos em 1997, quando pode se tornar profissional, Nicky seguiu a trajetória de seu irmão mais velho, Tommy, e ingressou no campeonato norte-americano de superbike, ganhando os holofotes por si próprio. Dois anos mais tarde, Hayden se tornou campeão do AMA Supersport 600 com a Honda.

Ainda nos Estados Unidos, Hayden foi campeão do AMA Superbike apenas três temporadas depois, em 2002, além de ter feito o início da sua carreira internacional com sua estreia no Mundial de Superbike, na rodada caseira de Laguna Seca. Era a transição para o Mundial de Motovelocidade. Contratado para defender a equipe de fábrica da Honda, o norte-americano fez sua estreia na MotoGP em 2003, tendo um primeiro ano bastante positivo, terminando em quinto lugar com a equipe de fábrica após conquistar dois pódios.

A carreira do americano evoluiu ao longo dos anos: em 2005, veio a primeira vitória na MotoGP, e logo em casa: com direito a pole em Laguna Seca, Hayden subiu ao topo do pódio pela primeira vez em 10 de julho. Além da vitória na Califórnia, o piloto faturou ainda outros cinco pódios e duas poles para terminar em terceiro lugar.

Mas o melhor estava por vir. 2006 foi o grande ano da carreira de Nicky Hayden. Em disputa direta com Valentino Rossi, o norte-americano conquistou o título mundial daquela temporada mesmo vencendo menos corridas em relação ao ‘Doutor’: foram dois triunfos de Hayden contra cinco de Rossi. No entanto, a consistência do americano da Honda e a regularidade foram decisivos para que ele conquistasse sua maior glória na carreira.

Nicky ficou mais duas temporadas na esquadra japonesa antes de, em 2009, assinar contrato com a Ducati de fábrica. Pela equipe italiana, o norte-americano disputou outros cinco campeonatos, tendo o italiano multicampeão do Mundial como companheiro em duas temporadas. Sem sucesso com a difícil moto de Borgo Panigale, Hayden ainda correr na pequena Aspar, satélite da Honda, entre 2014 e 2015, quando decidiu deixar o Mundial para competir pelo time da montadora japonesa no Mundial de Superbike. Antes, o norte-americano ganhou do Mundial o título de lenda da MotoGP.

No ano passado, Hayden encerrou um jejum que durava desde 2006 e voltou a vencer. Foi na segunda corrida da Superbike em Sepang, na Malásia. Nicky terminou aquele campeonato em quinto, com 248 pontos.

Também em 2016, o norte-americano fez sua participação derradeira na MotoGP. Primeiro foi chamado para substituir Jack Miller no GP de Aragão. E, depois, entrou no lugar de Dani Pedrosa, que se recuperava de lesão, no time de fábrica da Honda no GP da Austrália, em Phillip Island.

Neste ano, Hayden seguia com a Honda na Superbike. No último fim de semana, o piloto disputou a rodada de Ímola. Nicky não terminou a primeira corrida, mas completou a segunda em 12º. O #69 ocupava a 13ª colocação no campeonato, com 40 pontos.

Hayden ficou conhecido ao longo de sua carreira pelo apelido de ‘The Kentucky Kid’ e tinha muito respeito de seus colegas de grid e amigos. Era famoso por ter uma personalidade tranquila e amável. Nicky perdeu a vida depois de um acidente enquanto treinava de bicicleta na região de Rimini, norte da Itália. Um carro o atingiu, provocando diversas lesões.

A comunidade do esporte a motor no mundo lamenta a perda do campeão.

 

………………………………………………………….
*Fonte: grandepremio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Valeu Chris!

Hoje pela manhã me levanto e em seguida vou me arrumando rapidamente enquanto ainda tomo meu café, claro, tudo por causa de ficar aqueles incríveis minutinhos a mais na cama (daí essa correria toda), mas lá pelas tantas a BOMBA! Uma mensagem do meu chapa Zakka Kern – “Chris Cornell encontrado morto”.

Putz!

A casa caiu. Meu amigo não é de brincar com esse tipo de coisa e senti que era sério. Sou fan do Soundgarden há muitos anos, desde o tempo daqueles loucos 90’s e o efeito rock da MTV Brasil na minha geração. É uma de minhas bandas preferidas de todos os tempos, em termos de grungeria é a minha “preferida” disparado. Quando todo mundo era Nirvana, eu era Soundgarden. Essa notícia foi uma balde de água fria na cara e me deixou triste já no começo do dia. PQP!

Fui caminhando e pensando na banda, nas músicas e tal. Ligo o computer e lá está em vários sites o fato do falecimento do Chris Cornell. Puêrra man, como assim!? O cara tava ainda em forma, uma grande voz (uma das mais marcantes de todos os tempos do rock – tá no time dos grandes!), o Soundgarden novamente na estrada, tinha sua carreira solo, esses tempos excursionou com o Temple of The Dog (maravilha), tinham até um boato da volta do Audioslave

Um choque. Assim como toda morte que nos pega de surpresa, de alguém que conhecemos o é. Dizem agora que foi suicídio. Uma pena. Algumas emoções da vida são mesmo ruins e fortes quando nos pegam de jeito.
Mas dava para ter superado, cara!

Seja como for só tenho a lhe agradecer por suas músicas e as bandas incríveis. Sou muito grato mesmo, de coração. Sim, já chorei escutando várias de suas músicas hoje o dia todo. Sua perda é muito phoda, porque o mundo perdeu “mais um” dequeles de grande talento. Cara, esse sociedade corrompida, suas regras fudidas que só servem à favor de uma pequena minoria, as pessoas escrotas, a mesquinharia, mentiras, trapaças e a eterna briga por grana e pelo poder…. é muita merda. Suspeito que tu resolveu partir enquanto ainda dá tempo… Agora ao menos deve estar junto de Kurt Cobain e Laney Stanley. Bem, preferia você ainda por aqui. Mas ok, só nos resta agora que temos de aceitar os fatos.

*Se vocês soubessem quantas vezes eu escutei na minha vida aquele álbum do Temple of The Dogs… (que anos depois, usei para pagar minha dívida num bar de um amigo que hoje é DJ…putz). E a satisfação que foi conseguir escutar inteiro a primeira vez álbum “Badmotorfinger” (esse LP tenho até hoje – e bar nenhum vai levá-lo de minhas mãos). A fita k7 do “Ultramega OK” que ganhei – coisa da mãe do “Kevin” mandou junto com mais outras tralhas para o filho pelo correio, lá de Seattle para o Brasil – aqui para minha cidade.Foi quando ele, o Kevin, esteve de passagem por quase dois anos, num daqueles intercâmbios estudantis. Pensa bem. Um americano de Seattle perdido justo em VAires!? E virou um grande amigo meu ainda. eo grunge acontecendo lá e ele aqui…rsrsrssr. Mas pena mesmo é que sempre acreditei de que um dia ainda assistira um show ao vivo da banda em POA.

Descanse em PAZ Chris. Valeu!


Belchior – “A Palo Seco” (versão de Wander Wildner)

Minha homenagem vai na voz do primo Wander, aliás, essa uma de minhas músicas preferidas do Belchior.
Descanse em PAZ, Belchior!

*Em tempo. Deixa só eu e dizer curti muito aquela sua história do sumiço, cara! Para mim, o nosso Bob Dylan brazuca…


Belchior – descanse em paz!

O cantor e compositor Belchior morreu na noite deste sábado, 29, em Santa Cruz do Rio Grande do Sul, aos 70 anos. Familiares confirmaram o falecimento, entretanto, não informaram a causa da morte. O corpo deve ser trazido para o Ceará ainda hoje. Ainda não se sabe onde será o sepultamento.

Secult divulga nota de pesar ” ‘Talvez eu morra jovem, alguma pedra no caminho’ (Belchior)A manhã chuvosa de domingo em Fortaleza veio com a notícia da despedida de Antonio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, nosso eternamente querido e admirado Belchior. Os cearenses, que assim como os cidadãos de todo o Brasil já enfrentavam a saudade da convivência com o grande cantor, compositor, artista visual, calígrafo, pensador, agitador cultural, bom-papo Belchior, agora se veem perplexos, consternados diante dessa triste notícia, que encerra o sonho de uma volta aos palcos do  autor de “Coração selvagem”, “Como nossos pais”, “Apenas um rapaz latinoamericano”, “Conheço meu lugar”, “Pequeno perfil de um cidadão comum”, “Velha roupa colorida”, “Na hora do almoço”, “Não leve flores”, “Brasileiramente linda”, “Mucuripe” (com Raimundo Fagner), “Chão sagrado” (com Rodger Rogério) e de tantas, tão belas e contundentes canções.

Jovem que nos anos 60 trocou Sobral por Fortaleza e o cobiçado curso de Medicina por uma incerta carreira musical, Belchior integrou a geração que passaria à história como o “Pessoal do Ceará”. Talvez nenhum deles  tenha encontrado tão cedo o grande objetivo do artista quanto Belchior: um discurso próprio, um projeto estético original, um encontro sem igual entre forma e conteúdo, um sotaque inconfundível, porque único, nas suas canções.

O mesmo Belchior que, contam seus parceiros de geração, não soltava o violão nas rodas em que a turma se reunia para mostrar suas novas canções desenvolveu bastante cedo sua própria forma de compor. Os acordes simples acompanhados de apurado senso melódico e lírico, as letras longas, as narrativas fortes, o olhar para os personagens do dia a dia e para as lutas que fazem a história e o mundo, o discurso direto ao coração e à mente do ouvinte, ainda que como um desafio. “Eu quero é que este canto torto feito faca corte a carne de vocês”.

Com a coragem e as canções que já havia escrito na mesma Fortaleza cuja cena musical ajudava a revelar trabalhando como produtor na televisão local, Belchior seguiu o rumo do sul, da sorte, da estrada que seduz, assim como os companheiros de sonho e de som, e foi decisivo, ao vencer o Festival da TV Tupi em 1971 com “Na hora do almoço”, para que muitos deles também se animassem à “diáspora”. Em 1972, lançou “Mucuripe”, na voz do parceiro Fagner, no disco de bolso do Pasquim, música que viria a ser gravada por Elis Regina. Por já ter gravadora, não participou diretamente do disco “Meu corpo, minha embalagem, todo gasto na viagem “, que reuniu Ednardo, Téti e Roger Rogério em 1973 e se tornou conhecido como “Pessoal do Ceará”. O primeiro disco veio em 1974. Em 1975, Rodger e Téti lançam o LP “Chão Sagrado”, tendo como faixa título a parceria entre Belchior e Rodger. Vem então o segundo disco próprio, em 1976, o clássico “Alucinação”, que, junto a novas gravações de canções suas por Elis, consolidou-o no patamar dos grandes compositores brasileiros da então nova geração.

Além de se despedir da genialidade, do lirismo e da contundência de Belchior, de sua magistral reinvenção da canção popular brasileira, capaz de levar a todas as classes sociais temas densos e profundos, também embalados em espírito crítico, irônico, transformador, o Ceará diz adeus neste domingo a um sonho cultivado por seus cidadãos: o de ver Belchior, na hora que ele julgasse acertada, retornar a nosso Estado e, quem sabe, também aos palcos e estúdios. Com a certeza de muitas e maravilhosas coisas novas pra dizer. Além da importância de sua vasta obra musical, que merece ser cada vez mais estudada, conhecida e reconhecida para além dos grandes sucessos, ficam para sempre nos corações dos cearenses o sorriso, a verve e as canções do eterno Bel. Porque viver é melhor que sonhar. Fabiano dos Santos PiúbaSecretário da Cultura do Estado do Ceará”

……………………………………………….
*Fonte: opovo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Allan Holdsworth (70 anos) – R.I.P.

Morreu neste domingo, aos 70 anos, o guitarrista Allan Holdsworth. Conhecido por seu trabalho no Jazz/Fusion, influenciou uma série de guitarristas de Rock/Metal, entre eles Eddie Van Halen, Richie Kotzen, John Petrucci, Alex Lifeson, Yngwie Malmsteen e Tom Morello.

Sua obra deixa uma série de evoluções na técnica do instrumento, incluindo sequências de escalas e progressões de acordes nunca antes experimentadas. A causa do falecimento ainda não foi revelada. Seu trabalho mais recente foi Tales From The Vault, lançado em 2015.
Também participou de bandas como UK, Gong e Soft Machine.

………………………………………..
*Fonte: vandohalen


Morre o gaitista de blues James Cotton, aos 81 anos

Faleceu hoje em Austin, Texas (EUA), o músico de blues James Cotton. Segundo informações de sua gravadora Alligator Records, o seu falecimento ocorreu em função de uma pneumonia. Cortton tinha 81 anos.

James Cotton se interessou por música quando escutou pela primeira vez Sonny Boy Williamson II no radio. Ele saiu de casa com seu tio e mudou para West Helena, Arkansas onde conheceu Williamson. Por muitos anos Cotton afirmou que contou a Williamson que ele era órfão, e que Williamson o adotou e criou; uma história que recentemente admitiu não ser verdadeira. Mas de qualquer maneira Williamson foi o mentor de Cotton no seu começo de carreira.[2] Quando Williamson se mudou do sul para viver com sua esposa estrangeira em Milwaukee, Wisconsin, ele deixou sua banda nas mãos de Cotton, que conta que ganhou a banda como presente, mas tinha maturidade suficiente para manter o grupo, ele era muito mais jovem do que os outros integrantes da banda.
Em Delray Beach, Florida

Apesar de ter tocado bateria no começo de sua carreira, Cotton ficou famoso tocando harmónica. Começou sua carreira tocando harpa de blues na banda de Howlin’ Wolf no começo da década de 50.[2] Fez sua primeira gravação como artista solo para a gravadora Sun Records em 1953. Cotton começou a trabalhar com a banda de Muddy Waters por volta de 1955.[2] Ele tocava músicas como “Got My Mojo Working” e “She’s Nineteen Years Old”, mas não aparecia nas gravações originais, por um longo período o gaitista Little Walter era utilizado nas gravações de Muddy Waters na década de 50.

A primeira gravação de Cotton com Muddy Waters foi em junho de 1957, e desde então alternou com Little Walter nas sessões de Muddy até o final da década, e depois até formar sua própria banda. Em 1965 ele formou a “Jimmy Cotton Blues Quartet”, utilizando Otis Spann no piano para shows gravações entre shows com a banda de Muddy Waters. As gravações foram capturadas pelo produtor Samuel Charters no volume dois das gravações da Vanguard Records “Chicago/The Blues/Today!”. depois de deixar a banda de Muddy em 1966, Cotton participou de uma turnê com Janis Joplin.[2] Formou a James Cotton Blues Band em 1967. Eles geralmente apresentavam seus próprios arranjos para músicas populares de blues e R&B dos anos 50 e 60. Dois álbuns foram gravados ao vivo em Montreal naquele ano.
James Cotton (Hondarribia) julho de 2008

Na década de 60, Cotton formou uma banda de blues na tradição de “Bobby “Blue” Bland”. Quatro músicas que possuiam a presença de instrumentos de sopro usados por big bands e músicas tradicionais fizeram parte do álbum Two Sides of the Blue.

Nos anos 70, Cotton gravou alguns álbuns pela Buddah Records. Cotton tocou harmónica no ábum “Hard Again” de Muddy Waters vencedor de um Grammy em 1977 produzido por Johnny Winter. A James Cotton Blues Band recebeu uma nomeação ao Grammy em 1984 por Live From Chicago: Mr. Superharp Himself!, uma segunda pelo lançamento de 1987, Take Me Back. Finalmente foi premiado em 1996 com Deep in the Bluescomo “Best Traditional Blues Album”.[3]

No meio da década de 90 Cotton lutou contra um câncer na garganta, sua última gravação vocal foi nos anos 2000 em Fire Down Under the Hill, mas ele continuou fazendo turnês, utilizando cantores ou os membros da sua banda como vocalista.

Em 2006 James Cotton foi induzido ao Blues Hall of Fame e em março de 2008, acompanhado de Ben Harper induziu Little Walter ao Rock and Roll Hall of Fame. Eles tocaram Juke e My Babe na cerimônia, ambas músicas de Walter.

 

Dicografia de James Cotton:

Chicago/The Blues/Today! vol. 2
1966 Cut You Loose! (Vanguard)
1967 Cotton in Your Ears (Verve)
1970 Taking Care of Business (Capitol)
1976 Live & On the Move (Buddah)
1978 High Energy (Buddah)
1984 High Compression (Alligator)
1986 Live from Chicago Mr. Superharp Himself (Alligator)
1987 Take Me Back (Blind Pig; reissued on vinyl 2009)
1988 Live at Antone’s (Antone’s)
1990 Harp Attack! (Alligator; com Carey Bell, Junior Wells, e Billy Branch)
1991 Mighty Long Time (Antone’s)
1994 3 Harp Boogie (Tomato)
1994 Living the Blues (Verve)
1995 Two Sides of the Blues
1996 Deep in the Blues (Verve)
1998 Seems Like Yesterday (Justin Time)
1998 Late Night Blues: Live at the Penelope Café 1967 (Justin Time)
1999 Best of the Vanguard Years (Vanguard)
1999 Superharps (Telarc; com Charlie Musselwhite, Sugar Ray Norcia, e Billy Branch)
2000 Fire Down Under the Hill (Telarc)
2002 35th Anniversary Jam (Telarc)
2004 Baby, Don’t You Tear My Clothes (Telarc)
2007 Breakin’ it Up, Breakin’ it Down (Legacy; com Muddy Waters e Johnny Winter)
2010 Giant (Alligator)

…………………………………………………………..
*Fonte: wikipedia