Hoje faleceu Alan Parker, diretor de Pink Floyd The Wall, entre outros filmes famosos

O cinegrafista britânico Alan Parker, faleceu hoje aos 76 anos. Diretor conhecido por filmes como Expresso da Meia Noite, The Wall, Evita, Bugsy Malone, Fama e Mississippi em Chamas. De acordo com a Associated Press, Parker faleceu após lutar contra uma “longa doença”.

 

 

 

 

 

Em sua carreira, o diretor ganhou 10 Oscars, 10 British Academy Film Awards e foi nomeado “Sir” pela rainha Elizabeth II em 2002.

Alan Parker deixa a esposa Lisa Moran-Parker, os filhos Lucy, Alexander, Jake, Nathan e Henry e sete netos.

 

Charlie Daniels, cantor do hall da fama da música country, morre aos 83 anos

Charlie Daniels, um dos grandes nomes da música country dos Estados Unidos, morreu nesta segunda-feira (6) aos 83 anos. Ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC).

O líder da Charlie Daniels Band ficou conhecido pelo grande sucesso da canção “The Devil went down to Georgia”, pela qual ganhou um Grammy em 1979.

Daniels começou a carreira nos anos 1960 como músico de gravações ao tocar guitarra, baixo, violino e banjo em discos de artistas como Bob Dylan, Ringo Starr e Leonard Cohen.

Em 1971, formou a Charlie Daniels Band, um grupo de country-rock conhecido por improvisos e a mistura de diversos gêneros. Em 2016, ele foi integrado ao hall da fama do country.

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*Fonte: G1

Jairo – Descanse em Paz!

Como se não bastasse, hoje mais uma nota de tristeza, outro parente veio a falecer – Jairo da Rosa, primo por parte do meu pai. Uma boa pessoa e que soube viver bem a vida. Fica mais uma vez essa sensação de impotência diante do ciclo da vida. Faz parte. E que nós que aqui ficamos, que sabamos aproveitar também o nosso tempo, no nosso ritmo, com sabedoria, humildade e amor ao próximo!

Descanse em paz Tio Jairo!

 

Dr. Milton Deves – Descanse em Paz

Em plena época de quarentena e cuidados extremos de higiene por causa do coronavírus, me chega há pouco a notícia do falecimento do Dr. Milton Deves (que não foi por causa do vírus – diga-se).
Uma notícia triste, porque além de ser um vizinho de longa data de meus pais e uma boa pessoa, por isso também me lembrar agora de tantas histórias. Frequentei sua casa desde pequeno, como amigo do Cristian e depois como namorado de sua filha mais velha, Carolina.

Só tenho ma agradecer a ele e a sua família por me terem acolhido com muito carinho e respeito sempre, pelos bons momentos. Fica aqui a minha despedida e votos de pêsames a todos da família, conhecidos e amigos. E que no devido momento superem a dor dessa partida.

Descanse em paz Dr. Milton Deves.

 

Neil Peart (Rush) – R.I.P.

A nota triste de hoje foi a do falecimento de Neil Peart (Rush), aos 67 anos, vítima de um câncer no cérebro. Segundo a nota, o músico foi diagnosticado com a doença há 3 anos.
Peart era considerado um dos baterista mais técnicos da história do rock.
Também era um verdadeiro aficionado por motocicletas e bicicletas, tanto que escreveu 7 livros sobre o assunto e suas várias viagens em duas rodas pelo mundo.

Descanse em paz mestre!

 

 

 

 

 

 

Fernando Bergmann – R.I.P.

Há pouco recebi o comunicado de falecimento em um acidente de trânsito, do amigo Fernando Bergmann. Outra triste notícia do dia.
Uma pessoa muito bacana, super do bem, parceiro de algumas trips de moto e de várias ótimas conversas. Além do mais, era também um ótimo músico.

Descanse em paz meu amigo.

Ginger Baker – 80 anos R.I.P.

Na manhã deste domingo faleceu o músico Ginger Baker, aos 80 anos de idade, notório baterista do CREAM (junto com Eric Clapton e Jack Bruce – R.I.P), Blind Faith e uma prolífica carreira solo. Com influência do jazz, blues e até d emúsicas africanas, foi criador de um peculiar estilo de tocar bateria com dois bumbos, que foi muito admirado, assimilado e expandido no mundo. Um verdadeiro mestre da bateria para o rock, além de ser bastante temperamental e de tocar muito forte e alto a sua bateria. O CREAM foi sem dúvida um dos maiores “power trios” da história do rock, tanto que foi uma das grandes referências para Jimi Hendrix fazer a sua própria banda, é claro, assim como tantos outros grandes artistas também o fizeram depois – Stevie Ray Vaughan, Beck Bogert & Appice, ZZ Top, Rush, etc…

Só tenho a lhe agradecer, muito obrigado por tudo, por sua dedicação, sua música e sobretudo pelo seu imenso legado ao rock!

Descanse em paz Ginger Baker!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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>>> Trailer de um documentário sobre Ginger Baker:

Peter Fonda, ator de ‘Easy Rider’, morre aos 79 anos

O ator Peter Fonda morreu nesta sexta, 16, aos 79 anos, em sua casa, em Los Angeles, cercado por sua família. Ele tinha câncer de pulmão e teve insuficiência pulmonar.

Famoso por atuar e assinar o roteiro do filme Easy Rider (Sem Destino no Brasil), Peter vem de família do mundo artístico, era filho de Henry Fonda e irmão de Jane Fonda, sendo pai de Justin e Bridget Fonda.

“Enquanto nós lamentamos a perda desse doce e gracioso homem, também desejamos que todos celebrem seu indomável espírito de amor e vida”, disse a família.

Nascido em Nova York em 23 de fevereiro de 1940, fez sua estreia na Broadway em 1961. Dois anos depois, o ator entrou no mundo do cinema com Tammy and the Doctor, antes de interpretar um papel em The Victors.

Mais tarde, em 1966, estrelou Wild Angels ao lado de Nancy Sinatra e Bruce Dern. Seu papel principal veio em 1969, quando interpretou Wyatt em Easy Rider. Pelo trabalho, Peter Fonda foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original. O filme é uma das obras que representam a contracultura americana dos anos 1960.
Fonda e Dennis Hopper em cena do filme “Easy Rider”, de 1969.

Vida pessoal

Em 1961, Peter Fonda se casou com Susan Brewer e eles tiveram dois filhos: a atriz Bridget Fonda e Justin Fonda. Se divorciaram em 1972, e três anos depois, Peter se casou com Portia Crockett, de quem se separou em 2011.

Em junho do mesmo ano, ele se casou com Margaret DeVogelaere.

O ator, ambientalista de carteirinha, causou espanto no Festival de Cannes de 2011 ao xingar o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de traidor por causa da maneira como os Estados Unidos lidaram com as conseqüências do vazemento de petróleo no Golfo do México, no ano anterior. Ele havia coproduzido o documentário The Big Fix, de Rebecca e Josh Tickell, que conta a história da explosão da plataforma de extração da BP no Golfo do México, que provocou a maior catástrofe ambiental da história dos Estados Unidos.

 

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*Fonte: revista veja / estadao

Peter Fonda R.I.P.

Hoje nos deixou mais um de meus grandes ídolos, o ator Peter Fonda, que imortalizou o clássico cult movie “Easy Rider” (no Brasil – Sem Destino). E se por ventura existe de fato uma definição ou um esteriótipo de motociclista phodão, para mim e o meu universo caótico, é a figura de Peter Fonda como o capitão América,  nesse filme.

É difícil até de explicar essa paixão. Talvez seja uma coisa de guri, sabe aquele filme que tu assiste uma vez, já ansioso e morrendo de curiosidade de tanto que algum amigo ou conhecido mencionar (no meu caso, meu irmão), e depois quando finalmente tu assiste, não é o suficiente. De tão impactado, tem de assistir de novo e de novo. Pois é, comigo foi assim e nesse caso parei de contabilizar em minha vida lá pela 16ª vez. Tenho plena certeza de que essa imagem de Peter Fonda e seu parceiro Dennis Hopper, rodando com suas motos chopper por sinuosas estradas tradicionais dos EUA, naqueles longíquos 60’s, tudo isso ainda por belas paisagens e regado a uma trilha sonora de muito rock… Báh! Inesquecível.

Se gosto tanto de motocicletas, curto andar e tenho uma custom hoje em dia, sem dúvida alguma é por causa disso, coisa que me marcou lá na minha infância. Aliás, é um tipo de filme não muito recomendado para um garoto de 9 anos, mas enfim, coisas da vida….rsrsrsrsr. Vem daí o gosto por motos simples, desprovida de todas essas baboseiras e apetrechos tecnológicos de hoje em dia – isso não é moto ROCK! Se é que você me entende! – Não, com certeza não me entende.

Mas enfim, descanse em paz Peter Fonda. Espero que esteja feliz lá em cima rodando LIVRE, junto novamente com o seu grande parceiro Dennis Hopper.
Que Deus o abençoe. (R.I P.)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Morre o ator Rutger Hauer, de ‘Blade Runner’, aos 75 anos

O ator holandês Rutger Hauer, que estrelou o longa Blade Runner: O Caçador de Androides no papel de Roy Batty ao lado de Harrison Ford em 1982, morreu no último dia 19, aos 75 anos, em sua casa. O empresário de Hauer, Steve Kenis, confirmou a morte à imprensa americana nesta quarta-feira, 24, dia do funeral do ator.

Hauer nasceu em 23 de janeiro de 1944, em Breukelen, na Holanda. Seu primeiro papel de destaque foi como protagonista da série de TV Floris, dirigida por Paul Verhoeven, em 1969. Ficou mais conhecido como o androide Roy Batty no longa de ficção científica de Ridley Scott, que não fez sucesso na época, mas depois acabou se tornando um clássico cult.

No filme, Hauer fez um dos discursos mais conhecidos da história do cinema. Quando Batty está prestes a morrer, ele lamenta que todas as maravilhas que viu se “perderão no tempo, como lágrimas na chuva”. O discurso foi parcialmente improvisado pelo próprio ator.

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*Fonte: veja

Morre o cantor e compositor João Gilberto

Morreu ontem no Rio de Janeiro, aos 88 anos, o cantor e compositor João Gilberto, considerado um dos pais da bossa nova.

Segundo amigos da família, João Gilberto passava por um exame, que teve complicações. Os advogados da filha Bebel Gilberto, que trava uma disputa com o irmão João Marcelo, estão a caminho da casa do cantor. O corpo deve passar por uma autópsia.

O estado do cantor se agravou nos últimos meses — desde a perda da amiga e ex-mulher Miúcha, também cantora, que morreu em dezembro do ano passado.
*Por Guilherme Amado
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*Fonte: epoca

Seu Alexandre (R.I.P.)

Mas que período esse. Hoje faleceu o “seu Alexandre” – como carinhosamente a minha turma o chamava, pai não de um, mas três de meus grandes amigos, os irmão Lopes.

Meus sentimentos a toda a família e especialmente a esse fantástico trio de amigos: Caco, Cadu e Mário.

Descanse em paz seu Alexandre!

André Matos (R.I.P.)

Pôxa! Agora todo dia tem uma notícia triste de falecimento de músico famoso. Hoje a informação que chega é do falecimento de André “Coelho” Matos (47 anos), um dos maiores vocalistas brasileiro de heavy metal. Foi um dos fundadores da banda Viper, mas sua carreira decolou memso foi com a lendária banda Angra, depois ainda com o Shaman e mais tarde teve ainda sua carreira solo.

Descanse em paz André Matos!

 

 

 

 

Cantor Serguei morre aos 85 anos

Morreu nesta sexta-feira, 7, aos 85 anos, o roqueiro Serguei. Ele estava internado há um mês por desidratação e pneumonia no Hospital Doutora Zilda Arns Neumann, em Volta Redonda, no Sul Fluminense. O músico sofria de Alzheimer.

Nome artístico de Sérgio Augusto Bustamante, Serguei foi comissário de bordo antes de começar a carreira musical, nos Estados Unidos, para onde se mudou para morar com a avó quando criança. A alcunha artística veio de um apelido dado a ele por um amigo russo que não conseguia pronunciar seu nome de batismo.

Esteve no Festival de Woodstock, em 1969, mesmo ano em que contava ter conhecido e se tornado amigo de Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrison. Ele afirmava, também, que tinha tido um relacionamento com Janis.

Lançou, no total, onze discos e ficou conhecido por músicas como Eu Sou Psicodélico e Mamãe, Não Diga Nada ao Papai. O cantor se apresentou na programação principal de duas edições do Rock in Rio, em 1991 e em 2001. Em 2011 e em 2013, fez shows na programação paralela do festival.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Descanse em Paz

Hoje a nota triste fica por conta do falecimento de meu primo, Múcio Hansel dos Santos, que casualmente coincidiu com a data de aniversário de 85 anos, do meu pai. Um daqueles fatos tristes da vida, uma fatalidade, mas apesar de tudo, que sigamos sempre em frente!

Descanse em paz meu primo Mucio!

Na certeza de que aqueles que te conheceram, sabem que você foi uma boa pessoa, um grande amigo e parceiro. Isso é o que importa. Fique com Deus, que te ilumine, abençoe e traga paz em seu descanso eterno.
Meus sentimentos de pesar aos demais parentes e amigos.

João Pedro Matzenbacher (61 anos ) – R. I. P.

Hoje o blog vai dar um tempo nas postagens habituais em total respeito ao falecimento (por uma parada cardíaca) de meu amigo João Pedro Matzenbacher. Meus seus sentimentos de pesar à sua esposa Stela e aos seus dois filhos.

Fico agora lembrando de quando o conheci há muitos anos atrás, um sujeito incrível, simpático, inteligente, cordial e acima de tudo muito carismático. Realmente uma figura diferenciada e de fácil amizade. Com sua formação de engenheiro, manjava de inúmeros paranauês matemáticos aplicados ao dia a dia, o que era intrigante, também curtia bastante a natação, seu esporte favorito (foi atleta do Grêmio Náutico União quando jovem – POA) e recentemente voltou a nadar com maior dedicação, mas o que eu mais admirava na sua pessoa era a capacidade de contar histórias de um modo cativante e empolgado. Tinha uma perspicácia incrível e um bom humor contagiante. Vou admirá-lo sempre por isso. Aliás, acima de tudo tinha uma característica que julgo primordial nas pessoas ditas cultas de verdade – ele sabia te ouvir. Foram horas e horas de muitas conversas interessantes e outras, é claro, prá lá de engraçadas também. Fui seu aluno de ioga por dois anos e meio, frequentei sua loja de produtos naturais e inclusive alguns amigos meus, trabalharam nessa sua loja, tanto que e em um determinado momento o local virou um habitual ponto de encontro da turma. Assim, nesse desenrolar pude acompanhar de perto o crescimento de seus filhos e compartilhar da amizade com sua esposa Stela. Bons tempos! Depois a gente cresce, fica adulto e cada vez mais cheio de compromissos e assim o tempo, ou a falta e má administração dele, acaba por nos afastar dos amigos. Mas toda vez em que o encontrava pela rua ou aparecia em sua casa, rendia ótimas conversas, que via de regra terminavam com ele contando alguma piada antes de partir. Vai deixar saudades. Putz…

Como toda pessoa naturalmente bem querida, irá fazer uma enorme falta por aqui. Mas por seu profundo envolvimento com a astrologia e o conhecimento da espiritualidade em geral, creio que estivesse bem preparado para esse momento “de partida” (desencarnar), por isso fico assim em dúvida de como me sinto agora, se triste ou enfim conformado, de que agora esteja de todo resolvido em seu pleno descanso eterno. Rezo por ti João Pedro, para que os céus te acolham bem e quem sabe, lá de cima tu olhe sempre por nós todos aqui.

Descanse em paz João Pedro, mermão.
Serei eternamente grato por tê-lo conhecido, ser seu amigo e compartilhado de inúmeros momentos alegres e edificantes nessa sua jornada da vida.

Vá com Deus!

Grato pelos tantos ensinamentos.

 

 

 

 

 

 

Keith Flint, vocalista do The Prodigy, morre aos 49 anos

O cantor britânico Keith Flint, vocalista da banda The Prodigy, foi encontrado morto em sua casa em Dunmow, no Reino Unido, nesta segunda-feira (4). Ele tinha 49 anos.

De acordo com a BBC, a polícia diz que recebeu “chamados para preocupações com o bem-estar de um homem” na manhã desta segunda. Ao chegar ao local, Flint já estava morto, mas a morte não é considerada suspeita.

Flint fez sucesso com os singles “Firestarter” e “Breathe”, da banda The Prodigy, em meados dos anos 1990.

Além das diversas tatuagens e dos penteados ousados, tinha como marca registrada as apresentações enérgicas. O último álbum da banda, “No Tourists”, foi lançado em novembro de 2018 e eles se preparavam para uma nova turnê nos Estados Unidos em maio.

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*Fonte: G1

Morreu Marcelo Yuka (53 anos) – O Rappa

Faleceu nesta noite de sexta-feira, no hospital quinta D’Or, no Rio de Janeiro, o músico e compositor Marcelo Yuka – 53 anos (ex-Rappa). Marcelo estava internado desde dezembro quando teve um AVC. Recentemente teve um segundo AVC e apresentava um quadro de infecção generalizada.

Marcelo era paraplégico desde 2000, quando foi baleado numa tentativa de assalto e desde então sua saúde veio se deteriorando. Foi baterista e um dos fundadores da banda O Rappa, depois seguiu também em carreira solo. Ao longo dos anos, Yuka se encaminhou naturalmente para a política, muito em função de seus ideais ativistas e de sua forte presença através das letras de cunho social. Também era artista plástico nos últimos anos.

Descanse em paz Marcelo Yuka!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: uol

Burt Reynolds R.I.P.

Quinta faleceu um dos grandes atores que eu curtia desde a minha infância, Burt Reynolds, que é tipo um ícone do cinema americano em filmes de aventura, carros e muita ação, mas que também tinha um outro lado sério. Acredito que as novas gerações não estão nem aí para ele e seus filmes, mas isso também acontece com outros atores e filmes clássico, bem como com a música também – uma pena (não sabem o que estão perdendo).

Curioso?
Então dá uma conferida aqui na “listinha” de filmes que ele fez…
https://pt.wikipedia.org/wiki/Burt_Reynolds

Descanse em paz Burt!
E muito grato pelos seus filmes que me divertiram e me proporcionaram tantos bons momentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dolores O’Riordan – Cranberries (R.I.P.)

A notícia triste e surpresa de hoje foi o falecimento da cantora Dolores O’Riordan (46 anos), da banda Cranberries. Não se tem até então maiores informações sobre a causa de sua morte. O corpo foi encontrado em Londres, onde o Cranberries participaria de uma gravação.

Dolores Mary Eileen O’Riordan Burton nasceu em Ballybricken, na Irlanda, em 1971, a mais nova de sete filhos. Ela tinha transtorno bipolar.

Fast Eddie Clarke (Mortörhead) – falece aos 67 anos (R.I.P.)

Há poucos dias terminei de ler a biografia do Lemmy que obviamente abrange também as histórias de sua clássica banda, o Motörhead. E o guitarristas que marcou a banda, em sua fase inicial e portanto dos GRANDES HITS do grupo – Eddie “Fast” Clarke, faleceu hoje aos 67 anos.

Dos membros do trio original da banda, já haviam falecido: Philthy Animal Taylor, em novembro de 2015 e logo depois, um dos maiores ícones do rock – Lemmy, em dezembro do mesmo ano. Assim então se fecha um ciclo. Torço para estejam juntos agora no céu fazendo uma grande e barulhenta jam! Keep on rock. \m/

Notícia da página oficial da banda:

“Estamos devastados por transmitir as notícias que recebemos. Edward Allan Clarke – ou Fast Eddie Clarke, como todos nós conhecemos e amamos – faleceu pacificamente ontem”, diz o comunicado.

Ele estava internado em um hospital para tratamento de uma pneumonia. Eddie Clarke foi guitarrista da banda de 1976 a 1982.

Phil Campbell, ex-guitarrista do Motörhead, lamentou a perda do músico. “Que choque! Ele sempre será lembrado por seus icônicos riffs. Decanse em paz”.

Mikkey Dee também escreveu sobre Eddie Clark. “Que notícia terrível. Eu o vi há pouco tempo e estava em ótima forma. Então isso é completamente chocante”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Malcolm Young – guitarrista do AC/DC morre aos 64 anos

Malcolm Young, guitarrista do AC/DC, morreu aos 64 anos. A banda australiana divulgou neste sábado (18) um comunicado sobre a morte do músico.

Em 2014, após 40 anos no AC/DC, Malcolm deixou a banda por sofrer de demência e outros problemas de saúde.

“Malcolm, ao lado de Angus, era o fundador e criador do AC/DC. Com grande dedicação e comprometimento ele era uma das forças por trás da banda. Como guitarrista, compositor e visionário ele foi perfeccionista e um homem único”, disse a banda.

Segundo o comunicado, ele “morreu tranquilamente com sua família ao seu lado”. Ele deixa sua mulher Linda, os filhos Cara e Ross, três netos, uma irmã e o irmão Angus Young.

Em outubro passado, George Young (irmão de Angus e Malcolm) morreu aos 70 anos. Ele era produtor da banda.

A família pediu que, em vez de flores, os fãs que quiserem homenagear Malcolm façam doações para o Exército da Salvação.

 

Clássico do hard rock

  1. Formado em 1973, em Sydney, na Austrália, o AC/DC é uma das principais bandas do hard rock e continua na ativa.
  2. Em uma de suas turnês mais recentes, em 2016, Axl Rose (do Guns N’ Roses) assumiu o posto de vocalista.
  3. Dave Evans (1973–1974), Bon Scott (1975-1980) e Brian Johnson (1980–2016) também já foram vocalistas do AC/DC. Angus é o único remanescente da formação original.
  4. O AC/DC atual tem também o sobrinho de Malcolm, Stevie. Ele é membro fixo do AC/DC desde 2014 e também substituiu o tio em 1988, quando ele deu uma pausa na carreira para se tratar de problemas com álcool.
  5. O AC/DC já lançou 15 discos, sendo o mais recente “Rock or Bust”, de 2014. A banda já tocou no Brasil três vezes. Em 1985, vieram para o Rock in Rio. Em 1996, passaram pelo país com a turnê Ballbreaker. A última vinda foi em novembro de 2009, pela turnê Black Ice.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: G1

Fats Domino, pioneiro do rock, morre aos 89 anos

O cantor e músico americano Fats Domino, considerado uma lenda do rock e influência de Elvis Presley e Beatles, morreu nesta quarta-feira (25) aos 89 anos, de causas naturais.

Nascido em 26 de fevereiro de 1928, em Nova Orleans, nos Estados Unidos, Antoine Dominique Domino era o mais novo de oito irmãos. Na adolescência, chegou a trabalhar em um caminhão de gelo e uma fábrica de móveis, mas desde muito jovem demonstrou habilidade para tocar piano e cantar.

Na idade adulta, casou-se com Rosemary, sua esposta por mais de 60 anos. O casal teve oito filhos.

Ao longo de cinco décadas de carreira, famoso pelo seu estilo de tocar piano, Fats Domino vendeu mais de 65 milhões de discos.

Conhecido por músicas como “Ain’t that a shame”, “I’m walking”, “Blueberry hill” e “I’m walking to New Orleans”, ele foi um dos artistas mais influentes das décadas de 1950 e 1960, que marcou a popularização do gênero.

Seu single de estreia, “The Fat Man”, de 1949, é tido como uma das primeiras gravações de rock de todos os tempos. Foi o primeiro single do estilo a vender 1 milhão de cópias, chegando ao número 2 nas paradas de R&B.

Além disso, Domino foi um dos primeiros músicos de R&B e blues a fazer sucesso entre o público branco, ainda nos anos 1950.

Já Paul McCartney teria dito que a música “Lady Madonna”, dos Beatles, é inspirada no estilo de Domino.

Em 1986, Fats Domino ganhou um Grammy pelo conjunto da obra. No mesmo ano, foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame. Em 1998, na Casa Branca, recebeu a Medalha Nacional de Artes das mãos do então presidente americano, Bill Clinton.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: G1

Tom Petty morre aos 66 anos após sofrer ataque cardíaco

Tom Petty morreu aos 66 anos, disse a rede de TV CBS. Ele sofreu um ataque cardíaco no domingo (1). A rede de TV dos EUA noticiou a morte nesta segunda (2). Ele estava internado no hospital UCLA em Santa Monica, nos EUA.

Após a CBS publicar que Tom Petty morreu, o site TMZ disse que ele ainda está clinicamente vivo, mas sem atividade cerebral, e que os aparelhos da UTI foram desligados. A família pediu aos médicos para não tentar procedimentos que o mantenham vivo artificialmente (uma ordem chamada em inglês de “do not ressucitate”, ou “não ressucitar”, usada em casos em que não há expectativa de que o paciente sobreviva).

De acordo com o TMZ, a previsão dos médicos é que a morte clínica seja declarada ainda nesta segunda.

Tom Petty, de 66 anos, tinha desde 1976 uma das carreiras mais bem sucedidas do rock norte-americano. Entre suas músicas mais conhecidas estão “American Girl”, “Free fallin”, “Stop draggin’ my heart around”, “Listen to hear heart” e “Mary Jane’s last dance”.

Ele vendeu ao todo mais de 80 milhões de álbuns. Foram 13 álbuns de estúdio com os Heartbreakers, três solo, dois com os Traveling Willburys e dois com a banda Mudcrutch.

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*Fonte: G1

 

Charles Bradley morre aos 68 anos (soul music)

O cantor americano Charles Bradley, uma lenda do soul, morreu neste sábado aos 68 anos. Ele, que foi diagnosticado com um câncer no estômago no ano passado, se apresentaria no Rock in Rio, no palco Sunset, no dia 16. O show precisou ser cancelado pois a doença chegara ao fígado. Os substitutos foram os brasileiros Rael e Elza Soares.

“É com o coração pesado que anunciamos a passagem de Charles. O senhor Bradley era muito grato pelo carinho que estava recebendo de seus fãs, e esperava que sua mensagem de amor fosse lembrada e passada para as próximas gerações. Obrigado pelos pensamentos positivos e pelas orações durante este período difícil”, escreveu a equipe do cantor.

No começo do mês, Bradley cancelou todos os shows que faria este ano.

“Eu amo todos vocês que fizeram com que meus sonhos se tornassem realidade. Quando voltar, voltarei forte, com o amor de Deus. Com a vontade de Deus, volto logo”, disse o cantor por meio de um comunicado na época.

Nascido em Gainesville, na Flórida, Bradley teve uma infância pobre e trabalhou durante anos em bicos. Tocou em algumas bandas cover — principalment de James Brown —, até que, em 2002, sua carreira solo finalmente decolou.

O primeiro álbum do cantor, “No time for dreaming”, no entanto, só foi lançado em 2011, quando ele tinha 62 anos. Em 2012, ele foi o protagonista do documentário “Soul of America”, exibido pela primeira vez no conceituado festival South by Southwest.

Bradley também ganhou fama por conta da série “Suits”. O cantor fazia parte da trilha sonora do programa, bem como era um dos artistas favoritos do personagem principal, o advogado Harvey Specter.

O último trabalho do artista foi o disco “Changes”, de 2016. A faixa-título é uma inusitada versão da clássica canção do Black Sabbath que conseguiu convencer até fãs mais radicais da banda de heavy metal.

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*Fonte: oglobo

Se penso em Gregg Allman essa é a 1ª coisa que me ocorre

Toda vez que penso em Gregg Allman, a primeira coisa que me vem a cabeça é ele com sua voz rouca tocando ao violão, sem a banda, esse puta som. E meu chapa, apesar de ser uma coisa bem comum qualquer arigó pegar um violão e sair tocando, não é prá qualquer um tocar e cantar assim tão “soulful”.

Thanks por tudo, sua música, sua banda e principalmente a sua louca história nessa trajetória do southern rock. Muita chalaça, mulherada, brigas, confusão, mas sempre em frente até o último momento.

Valeu meu bom amigo Gregg!

 

Gregg Allman – R.I.P. (69 anos)

Gregg Allman, um dos fundadores da banda The Allman Brothers Band, morreu neste sábado (27) aos 69 anos de idade. Segundo comunicado em seu site oficial, o cantor, compositor e tecladista “morreu pacificamente em sua casa em Savannah, [no estado da] Georgia”, nos Estados Unidos.

A nota não esclarece a causa da morte, porém afirma que ele enfrentava “muitos problemas de saúde nos últimos anos”. Allman foi diagnosticado com hepatite C em 1999 e passou por um transplante de fígado em 2010.

Ele fundou a banda, responsável pela canção “Ramblin’ man” e outro sucessos do gênero que ficou conhecido como “southern rock”, com seu irmão Duane em 1969. Com diversas formações, o grupo se separou muitas vezes ao longo dos anos, mas se apresentou até 2014.

“Perdi um amigo querido e o mundo perdeu um pioneiro brilhante na música”, afirmou seu empresário e amigo de longa data, Michael Lehman. “Ele era uma alma gentil e amável com a melhor risada que já ouvi. Seu amor por sua família e seus companheiros de banda era cheio de paixão, assim como o amor que ele tinha por seus fãs extraordinários. Gregg era um parceiro incrível e um amigo ainda melhor. Sentiremos sua falta.”

Gregg deixa sua mulher, Shannon Allman, quatro filhos e três netos.

 

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*Fonte: G1

Adeus Bond! – Roger Moore (89 anos) R.I.P.

O ator Sir Roger Moore morreu aos 89 anos, nesta terça-feira (23), em sua casa na Suíça. A triste notícia foi confirmada por sua família em comunicado divulgado no Twitter.

O ator morreu em decorrência de um câncer.

    “Com o coração pesado nós anunciados que nosso amado pai, Sir Roger Moore, faleceu hoje na Suíça após uma curta, mas brava, batalha contra câncer. O amor com que ele foi cercado em seus dias finais foi tão grande que não pode ser quantificado em apenas palavras”, escreveram seus três filhos: Deborah, Geoffrey e Cristian.

O astro ficou eternizado por viver James Bond na franquia ‘007’, depois que Sean Connery abandonou o manto do agente secreto.

 

Filmografia:
Here Comes Peter Cottontail: The movie (2005)
Folley & McColl: This Way up (TV) (2005)
The Fly Who Loved Me (voz) (curta-metragem)(2004)
Boat Trip (2003)…. Lloyd Faversham
Spice World (1997) …. Chefe
The Quest (1996) …. Lord Edgar Dobbs
Bed & Breakfast (1992) …. Adam
Bullseye! (1990) …. Garald Bradley-Smith/Sir John Bevistock
Feuer, Eis & Dynamit (1990) …. Sir George
A View to a Kill (1985) …. James Bond
The Naked Face (1984) …. Dr. Judd Stevens
Curse of the Pink Panther (1983) (as Turk Thrust II) …. Chief Inspector Jacques Clouseau
Octopussy (1983) …. James Bond
For Your Eyes Only (1981) …. James Bond
The Cannonball Run (1981) …. Seymour Goldfarb, Jr.
Sunday Lovers (1980) …. Harry Lindon (segment “An Englishman’s Home”)
The Sea Wolves (1980) …. Capt. Gavin Stewart
Moonraker (1979) …. James Bond
North Sea Hijack (1979) …. Rufus Excalibur Folkes
Escape to Athena (1979) …. Major Otto Hecht
The Wild Geese (1978) …. Lt. Shawn Fynn
The Spy Who Loved Me (1977) …. James Bond
Shout at the Devil (1976) …. Sebastian Oldsmith
Gli Esecutori (1976) …. Ulysses
London Conspiracy (1976) …. Lord Brett Sinclair
Sporting Chance (1976) (TV) …. Lord Brett Sinclair
That Lucky Touch (1975) …. Michael Scott
The Man with the Golden Gun (1974) …. James Bond
Gold (1974) …. Rod Slater
Mission: Monte Carlo (1974) …. Lord Brett Sinclair
Live and Let Die (1973) …. James Bond
The Persuaders! …. Lord Brett Sinclair
The Man Who Haunted Himself (1970) …. Harold Pelham
Vendetta for the Saint (1969) …. Simon Templar
Crossplot (1969) …. Gary Fenn
The Fiction Makers (1968) …. Simon Templar
Un Branco di vigliacchi (1962) …. Enzo Prati
Il Ratto delle sabine (1961) …. Romulus
Gold of the Seven Saints (1961) …. Shaun Garrett
The Sins of Rachel Cade (1961) …. Paul Wilton
The Miracle (1959) …. Capt. Michael Stuart
This Happy Breed (1956) (TV) …. Billy
Diane (1956) …. Prince Henri
The King’s Thief (1955) …. Jack
Interrupted Melody (1955) …. Cyril Lawrence
The Last Time I Saw Paris (1954) …. Paul Lane (tennis pro)
One Wild Oat (1951) (não-creditado) …. Bit part
Due mogli sono troppe (1950) …. Ornithologist on a train
Trottie True (1949) (não-creditado) …. Stage Door Johnny
Paper Orchid (1949) …. Bit Part
Piccadilly Incident (1946) (não-creditado) …. Bit Part
Gaiety George (1946) (não-creditado) …. Member of the Audience
Caesar and Cleopatra (1945) (não-creditado) …. Roman Soldier
Perfect Strangers (1945) (não-creditado) …. Soldier

 

Descanse em Sir Bond (Roger Moore).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Homenagens para Nicky Hyden

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Capacete do Maverick Viñales #25 – atual lider do MOTOGP 2017 – com a sua homenagem a Nicky Hyden #69

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Nicky com a moto do atual campeão do AMA Motocross (EUA) – Ken Roczen #94

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Homenagem da Troy Lee Design

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Homenagem de Broc Tickle #20

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*homenagem da Honda Team

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Foto de Nicky quando de seu título da Moto GP2006

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Nicky Hyden -Um grande piloto desde pequeno!

Nicky Hayden – 1981-2017 (R.I.P.)

Nascido em 30 de julho de 1981 em Owensbro, no Kentucky, Nicky Hayden é o último piloto norte-americano campeão mundial da MotoGP e vem de uma família de pilotos de motocicletas nos EUA, cuja trajetória teve início com seus pais, Earl e Rose Hayden, que corriam de moto na terra. Os irmãos Tommy, Jenny, Nicky, Roger e Kathleen também seguiram os passos dos pais e desde de muito cedo se aventuraram nas ruas rodas. Daí a explicação para a paixão pelo esporte. Além de Nicky, seus dois irmãos, Tommy e Roger, também se tornaram pilotos profissionais, além dos primos Frankie Lee Gillim e Hayde Gillim.

Inicialmente, a principal fonte de renda da família era uma concessionária de veículos usados de Earl. Porém, à medida que os meninos foram correndo atrás de novas oportunidades no motociclismo, a família passou a viajar atrás das competições. E Nicky acabou a adotando o icônico número 69 graças ao seu pai, que dizia: “Eu caía tanto que precisava de um número que desse para ver de ponta cabeça”.

Ao contrário de muitos pilotos que chegam à classe rainha por meio das categorias menores do próprio Mundial de Motovelocidade, Nicky construiu uma carreira nos campeonatos norte-americanos antes de aportar na Europa.

Aos 16 anos em 1997, quando pode se tornar profissional, Nicky seguiu a trajetória de seu irmão mais velho, Tommy, e ingressou no campeonato norte-americano de superbike, ganhando os holofotes por si próprio. Dois anos mais tarde, Hayden se tornou campeão do AMA Supersport 600 com a Honda.

Ainda nos Estados Unidos, Hayden foi campeão do AMA Superbike apenas três temporadas depois, em 2002, além de ter feito o início da sua carreira internacional com sua estreia no Mundial de Superbike, na rodada caseira de Laguna Seca. Era a transição para o Mundial de Motovelocidade. Contratado para defender a equipe de fábrica da Honda, o norte-americano fez sua estreia na MotoGP em 2003, tendo um primeiro ano bastante positivo, terminando em quinto lugar com a equipe de fábrica após conquistar dois pódios.

A carreira do americano evoluiu ao longo dos anos: em 2005, veio a primeira vitória na MotoGP, e logo em casa: com direito a pole em Laguna Seca, Hayden subiu ao topo do pódio pela primeira vez em 10 de julho. Além da vitória na Califórnia, o piloto faturou ainda outros cinco pódios e duas poles para terminar em terceiro lugar.

Mas o melhor estava por vir. 2006 foi o grande ano da carreira de Nicky Hayden. Em disputa direta com Valentino Rossi, o norte-americano conquistou o título mundial daquela temporada mesmo vencendo menos corridas em relação ao ‘Doutor’: foram dois triunfos de Hayden contra cinco de Rossi. No entanto, a consistência do americano da Honda e a regularidade foram decisivos para que ele conquistasse sua maior glória na carreira.

Nicky ficou mais duas temporadas na esquadra japonesa antes de, em 2009, assinar contrato com a Ducati de fábrica. Pela equipe italiana, o norte-americano disputou outros cinco campeonatos, tendo o italiano multicampeão do Mundial como companheiro em duas temporadas. Sem sucesso com a difícil moto de Borgo Panigale, Hayden ainda correr na pequena Aspar, satélite da Honda, entre 2014 e 2015, quando decidiu deixar o Mundial para competir pelo time da montadora japonesa no Mundial de Superbike. Antes, o norte-americano ganhou do Mundial o título de lenda da MotoGP.

No ano passado, Hayden encerrou um jejum que durava desde 2006 e voltou a vencer. Foi na segunda corrida da Superbike em Sepang, na Malásia. Nicky terminou aquele campeonato em quinto, com 248 pontos.

Também em 2016, o norte-americano fez sua participação derradeira na MotoGP. Primeiro foi chamado para substituir Jack Miller no GP de Aragão. E, depois, entrou no lugar de Dani Pedrosa, que se recuperava de lesão, no time de fábrica da Honda no GP da Austrália, em Phillip Island.

Neste ano, Hayden seguia com a Honda na Superbike. No último fim de semana, o piloto disputou a rodada de Ímola. Nicky não terminou a primeira corrida, mas completou a segunda em 12º. O #69 ocupava a 13ª colocação no campeonato, com 40 pontos.

Hayden ficou conhecido ao longo de sua carreira pelo apelido de ‘The Kentucky Kid’ e tinha muito respeito de seus colegas de grid e amigos. Era famoso por ter uma personalidade tranquila e amável. Nicky perdeu a vida depois de um acidente enquanto treinava de bicicleta na região de Rimini, norte da Itália. Um carro o atingiu, provocando diversas lesões.

A comunidade do esporte a motor no mundo lamenta a perda do campeão.

 

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*Fonte: grandepremio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Valeu Chris!

Hoje pela manhã me levanto e em seguida vou me arrumando rapidamente enquanto ainda tomo meu café, claro, tudo por causa de ficar aqueles incríveis minutinhos a mais na cama (daí essa correria toda), mas lá pelas tantas a BOMBA! Uma mensagem do meu chapa Zakka Kern – “Chris Cornell encontrado morto”.

Putz!

A casa caiu. Meu amigo não é de brincar com esse tipo de coisa e senti que era sério. Sou fan do Soundgarden há muitos anos, desde o tempo daqueles loucos 90’s e o efeito rock da MTV Brasil na minha geração. É uma de minhas bandas preferidas de todos os tempos, em termos de grungeria é a minha “preferida” disparado. Quando todo mundo era Nirvana, eu era Soundgarden. Essa notícia foi uma balde de água fria na cara e me deixou triste já no começo do dia. PQP!

Fui caminhando e pensando na banda, nas músicas e tal. Ligo o computer e lá está em vários sites o fato do falecimento do Chris Cornell. Puêrra man, como assim!? O cara tava ainda em forma, uma grande voz (uma das mais marcantes de todos os tempos do rock – tá no time dos grandes!), o Soundgarden novamente na estrada, tinha sua carreira solo, esses tempos excursionou com o Temple of The Dog (maravilha), tinham até um boato da volta do Audioslave

Um choque. Assim como toda morte que nos pega de surpresa, de alguém que conhecemos o é. Dizem agora que foi suicídio. Uma pena. Algumas emoções da vida são mesmo ruins e fortes quando nos pegam de jeito.
Mas dava para ter superado, cara!

Seja como for só tenho a lhe agradecer por suas músicas e as bandas incríveis. Sou muito grato mesmo, de coração. Sim, já chorei escutando várias de suas músicas hoje o dia todo. Sua perda é muito phoda, porque o mundo perdeu “mais um” dequeles de grande talento. Cara, esse sociedade corrompida, suas regras fudidas que só servem à favor de uma pequena minoria, as pessoas escrotas, a mesquinharia, mentiras, trapaças e a eterna briga por grana e pelo poder…. é muita merda. Suspeito que tu resolveu partir enquanto ainda dá tempo… Agora ao menos deve estar junto de Kurt Cobain e Laney Stanley. Bem, preferia você ainda por aqui. Mas ok, só nos resta agora que temos de aceitar os fatos.

*Se vocês soubessem quantas vezes eu escutei na minha vida aquele álbum do Temple of The Dogs… (que anos depois, usei para pagar minha dívida num bar de um amigo que hoje é DJ…putz). E a satisfação que foi conseguir escutar inteiro a primeira vez álbum “Badmotorfinger” (esse LP tenho até hoje – e bar nenhum vai levá-lo de minhas mãos). A fita k7 do “Ultramega OK” que ganhei – coisa da mãe do “Kevin” mandou junto com mais outras tralhas para o filho pelo correio, lá de Seattle para o Brasil – aqui para minha cidade.Foi quando ele, o Kevin, esteve de passagem por quase dois anos, num daqueles intercâmbios estudantis. Pensa bem. Um americano de Seattle perdido justo em VAires!? E virou um grande amigo meu ainda. eo grunge acontecendo lá e ele aqui…rsrsrssr. Mas pena mesmo é que sempre acreditei de que um dia ainda assistira um show ao vivo da banda em POA.

Descanse em PAZ Chris. Valeu!

Belchior – descanse em paz!

O cantor e compositor Belchior morreu na noite deste sábado, 29, em Santa Cruz do Rio Grande do Sul, aos 70 anos. Familiares confirmaram o falecimento, entretanto, não informaram a causa da morte. O corpo deve ser trazido para o Ceará ainda hoje. Ainda não se sabe onde será o sepultamento.

Secult divulga nota de pesar ” ‘Talvez eu morra jovem, alguma pedra no caminho’ (Belchior)A manhã chuvosa de domingo em Fortaleza veio com a notícia da despedida de Antonio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, nosso eternamente querido e admirado Belchior. Os cearenses, que assim como os cidadãos de todo o Brasil já enfrentavam a saudade da convivência com o grande cantor, compositor, artista visual, calígrafo, pensador, agitador cultural, bom-papo Belchior, agora se veem perplexos, consternados diante dessa triste notícia, que encerra o sonho de uma volta aos palcos do  autor de “Coração selvagem”, “Como nossos pais”, “Apenas um rapaz latinoamericano”, “Conheço meu lugar”, “Pequeno perfil de um cidadão comum”, “Velha roupa colorida”, “Na hora do almoço”, “Não leve flores”, “Brasileiramente linda”, “Mucuripe” (com Raimundo Fagner), “Chão sagrado” (com Rodger Rogério) e de tantas, tão belas e contundentes canções.

Jovem que nos anos 60 trocou Sobral por Fortaleza e o cobiçado curso de Medicina por uma incerta carreira musical, Belchior integrou a geração que passaria à história como o “Pessoal do Ceará”. Talvez nenhum deles  tenha encontrado tão cedo o grande objetivo do artista quanto Belchior: um discurso próprio, um projeto estético original, um encontro sem igual entre forma e conteúdo, um sotaque inconfundível, porque único, nas suas canções.

O mesmo Belchior que, contam seus parceiros de geração, não soltava o violão nas rodas em que a turma se reunia para mostrar suas novas canções desenvolveu bastante cedo sua própria forma de compor. Os acordes simples acompanhados de apurado senso melódico e lírico, as letras longas, as narrativas fortes, o olhar para os personagens do dia a dia e para as lutas que fazem a história e o mundo, o discurso direto ao coração e à mente do ouvinte, ainda que como um desafio. “Eu quero é que este canto torto feito faca corte a carne de vocês”.

Com a coragem e as canções que já havia escrito na mesma Fortaleza cuja cena musical ajudava a revelar trabalhando como produtor na televisão local, Belchior seguiu o rumo do sul, da sorte, da estrada que seduz, assim como os companheiros de sonho e de som, e foi decisivo, ao vencer o Festival da TV Tupi em 1971 com “Na hora do almoço”, para que muitos deles também se animassem à “diáspora”. Em 1972, lançou “Mucuripe”, na voz do parceiro Fagner, no disco de bolso do Pasquim, música que viria a ser gravada por Elis Regina. Por já ter gravadora, não participou diretamente do disco “Meu corpo, minha embalagem, todo gasto na viagem “, que reuniu Ednardo, Téti e Roger Rogério em 1973 e se tornou conhecido como “Pessoal do Ceará”. O primeiro disco veio em 1974. Em 1975, Rodger e Téti lançam o LP “Chão Sagrado”, tendo como faixa título a parceria entre Belchior e Rodger. Vem então o segundo disco próprio, em 1976, o clássico “Alucinação”, que, junto a novas gravações de canções suas por Elis, consolidou-o no patamar dos grandes compositores brasileiros da então nova geração.

Além de se despedir da genialidade, do lirismo e da contundência de Belchior, de sua magistral reinvenção da canção popular brasileira, capaz de levar a todas as classes sociais temas densos e profundos, também embalados em espírito crítico, irônico, transformador, o Ceará diz adeus neste domingo a um sonho cultivado por seus cidadãos: o de ver Belchior, na hora que ele julgasse acertada, retornar a nosso Estado e, quem sabe, também aos palcos e estúdios. Com a certeza de muitas e maravilhosas coisas novas pra dizer. Além da importância de sua vasta obra musical, que merece ser cada vez mais estudada, conhecida e reconhecida para além dos grandes sucessos, ficam para sempre nos corações dos cearenses o sorriso, a verve e as canções do eterno Bel. Porque viver é melhor que sonhar. Fabiano dos Santos PiúbaSecretário da Cultura do Estado do Ceará”

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*Fonte: opovo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Allan Holdsworth (70 anos) – R.I.P.

Morreu neste domingo, aos 70 anos, o guitarrista Allan Holdsworth. Conhecido por seu trabalho no Jazz/Fusion, influenciou uma série de guitarristas de Rock/Metal, entre eles Eddie Van Halen, Richie Kotzen, John Petrucci, Alex Lifeson, Yngwie Malmsteen e Tom Morello.

Sua obra deixa uma série de evoluções na técnica do instrumento, incluindo sequências de escalas e progressões de acordes nunca antes experimentadas. A causa do falecimento ainda não foi revelada. Seu trabalho mais recente foi Tales From The Vault, lançado em 2015.
Também participou de bandas como UK, Gong e Soft Machine.

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*Fonte: vandohalen

Morre o gaitista de blues James Cotton, aos 81 anos

Faleceu hoje em Austin, Texas (EUA), o músico de blues James Cotton. Segundo informações de sua gravadora Alligator Records, o seu falecimento ocorreu em função de uma pneumonia. Cortton tinha 81 anos.

James Cotton se interessou por música quando escutou pela primeira vez Sonny Boy Williamson II no radio. Ele saiu de casa com seu tio e mudou para West Helena, Arkansas onde conheceu Williamson. Por muitos anos Cotton afirmou que contou a Williamson que ele era órfão, e que Williamson o adotou e criou; uma história que recentemente admitiu não ser verdadeira. Mas de qualquer maneira Williamson foi o mentor de Cotton no seu começo de carreira.[2] Quando Williamson se mudou do sul para viver com sua esposa estrangeira em Milwaukee, Wisconsin, ele deixou sua banda nas mãos de Cotton, que conta que ganhou a banda como presente, mas tinha maturidade suficiente para manter o grupo, ele era muito mais jovem do que os outros integrantes da banda.
Em Delray Beach, Florida

Apesar de ter tocado bateria no começo de sua carreira, Cotton ficou famoso tocando harmónica. Começou sua carreira tocando harpa de blues na banda de Howlin’ Wolf no começo da década de 50.[2] Fez sua primeira gravação como artista solo para a gravadora Sun Records em 1953. Cotton começou a trabalhar com a banda de Muddy Waters por volta de 1955.[2] Ele tocava músicas como “Got My Mojo Working” e “She’s Nineteen Years Old”, mas não aparecia nas gravações originais, por um longo período o gaitista Little Walter era utilizado nas gravações de Muddy Waters na década de 50.

A primeira gravação de Cotton com Muddy Waters foi em junho de 1957, e desde então alternou com Little Walter nas sessões de Muddy até o final da década, e depois até formar sua própria banda. Em 1965 ele formou a “Jimmy Cotton Blues Quartet”, utilizando Otis Spann no piano para shows gravações entre shows com a banda de Muddy Waters. As gravações foram capturadas pelo produtor Samuel Charters no volume dois das gravações da Vanguard Records “Chicago/The Blues/Today!”. depois de deixar a banda de Muddy em 1966, Cotton participou de uma turnê com Janis Joplin.[2] Formou a James Cotton Blues Band em 1967. Eles geralmente apresentavam seus próprios arranjos para músicas populares de blues e R&B dos anos 50 e 60. Dois álbuns foram gravados ao vivo em Montreal naquele ano.
James Cotton (Hondarribia) julho de 2008

Na década de 60, Cotton formou uma banda de blues na tradição de “Bobby “Blue” Bland”. Quatro músicas que possuiam a presença de instrumentos de sopro usados por big bands e músicas tradicionais fizeram parte do álbum Two Sides of the Blue.

Nos anos 70, Cotton gravou alguns álbuns pela Buddah Records. Cotton tocou harmónica no ábum “Hard Again” de Muddy Waters vencedor de um Grammy em 1977 produzido por Johnny Winter. A James Cotton Blues Band recebeu uma nomeação ao Grammy em 1984 por Live From Chicago: Mr. Superharp Himself!, uma segunda pelo lançamento de 1987, Take Me Back. Finalmente foi premiado em 1996 com Deep in the Bluescomo “Best Traditional Blues Album”.[3]

No meio da década de 90 Cotton lutou contra um câncer na garganta, sua última gravação vocal foi nos anos 2000 em Fire Down Under the Hill, mas ele continuou fazendo turnês, utilizando cantores ou os membros da sua banda como vocalista.

Em 2006 James Cotton foi induzido ao Blues Hall of Fame e em março de 2008, acompanhado de Ben Harper induziu Little Walter ao Rock and Roll Hall of Fame. Eles tocaram Juke e My Babe na cerimônia, ambas músicas de Walter.

 

Dicografia de James Cotton:

Chicago/The Blues/Today! vol. 2
1966 Cut You Loose! (Vanguard)
1967 Cotton in Your Ears (Verve)
1970 Taking Care of Business (Capitol)
1976 Live & On the Move (Buddah)
1978 High Energy (Buddah)
1984 High Compression (Alligator)
1986 Live from Chicago Mr. Superharp Himself (Alligator)
1987 Take Me Back (Blind Pig; reissued on vinyl 2009)
1988 Live at Antone’s (Antone’s)
1990 Harp Attack! (Alligator; com Carey Bell, Junior Wells, e Billy Branch)
1991 Mighty Long Time (Antone’s)
1994 3 Harp Boogie (Tomato)
1994 Living the Blues (Verve)
1995 Two Sides of the Blues
1996 Deep in the Blues (Verve)
1998 Seems Like Yesterday (Justin Time)
1998 Late Night Blues: Live at the Penelope Café 1967 (Justin Time)
1999 Best of the Vanguard Years (Vanguard)
1999 Superharps (Telarc; com Charlie Musselwhite, Sugar Ray Norcia, e Billy Branch)
2000 Fire Down Under the Hill (Telarc)
2002 35th Anniversary Jam (Telarc)
2004 Baby, Don’t You Tear My Clothes (Telarc)
2007 Breakin’ it Up, Breakin’ it Down (Legacy; com Muddy Waters e Johnny Winter)
2010 Giant (Alligator)

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*Fonte: wikipedia