Pais

Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.

Khalil Gibran

Como funcionam os testes de DNA que prometem revelar quem são seus ancestrais

Quem não quer saber quem foram seus ancestrais?

Nos últimos anos, o sequenciamento completo do genoma humano facilitou o acesso do público aos testes de DNA que permitem descobrir nossa história genética. Ou, pelo menos, é o que prometem.

Esses kits podem ser comprados em muitas farmácias e também por meio de sites de empresas especializadas e até mesmo na Amazon. E eles estão ficando mais baratos: se há cerca de cinco anos, um kit custava cerca de US$ 300 (R$ 1,2 mil), agora, podem ser comprados por US$ 75 (R$ 290).

Estes testes foram inclusive os produtos mais vendidos em novembro nos Estados Unidos durante a última Black Friday, de acordo com dados da Amazon.
Como funcionam os testes de DNA

O teste que promete revelar quem são nossos antepassados ​​funciona da seguinte maneira: você compra o kit, cospe em um tubo ou passa um cotonete na parte interna da bochecha e envia a amostra para a empresa da qual contratou o serviço.

A companhia extrai de sua saliva células que contêm todo o seu genoma. Seu DNA é então inserido em um banco de dados e comparado ao genoma de outros clientes que pagaram pelo mesmo serviço. São assim estabelecidas semelhanças e diferenças e criado um mapa étnico. Mas quão confiáveis são esses testes?

Informações distorcidas

Cientistas alertam que, na realidade, os perfis genéticos obtidos por meio desses testes não podem fornecer informações muito precisas sobre a nossa ancestralidade.

No programa da BBC Os casos curiosos de Rutherford e Fry, junto com uma entrevista do geneticista Mark Thomas, esses testes genéticos foram examinados.
Direito de imagem Getty Images
Image caption Nos últimos anos, o interesse em testes genéticos aumentou, o que reduziu seu custo

“Muitas dessas empresas dão a você um relatório de etnia, de modo que não lhe dizem realmente quem são seus antepassados, mas se suas características genéticas correspondem a alguns dos descendentes de seus antepassados”, disse Thomas.

Normalmente, esse tipo de teste não compara seu DNA com o de pessoas que viveram no passado, mas com os de seus contemporâneos.

Mas a comparação é limitada a pessoas que estão no banco de dados da empresa, então, em muitos casos, a leitura do seu genoma pode gerar resultados diferentes dependendo de qual empresa você contratar, alerta Thomas.
Antepassados ​​favoritos

As pessoas têm preferências quanto a seus ancestrais. Thomas explica que é mais atraente e exótico dizer que seus antepassados eram vikings ou da realeza celta do que gauleses, por exemplo.

Mas a verdade é que, na Europa, quase todos os europeus que não têm um passado de migração recente são, muito provavelmente, descendentes dos vikings, argumenta o especialista.

“Voltando no tempo, até a época em que os vikings viveram, um europeu certamente descobrirá que um de seus ancestrais era escandinavo, porque esse povo ocupava um grande território e chegou até o norte da África.”

Como ilustra Thomas, uma rede ancestral torna-se maior, abrangendo mais grupos históricos e étnicos, conforme se volta mais no tempo.

 

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*Fonte: bbc-brasil

Ancestrais

Veja que interessante, a quantidade dos nossos antepassados:

Pais: 2
Avós: 4
Bisavós: 8
Trisavós: 16
Tetravós: 32
Pentavós: 64
Hexavós: 128
Heptavós: 256
Octavós: 512
Eneavós: 1024
Decavós: 2048
Num total de 11 gerações, 4094 ancestrais…
Isto tudo em, aproximadamente, 300 anos antes de nascermos!

Pare por um instante e pense!
De onde vieram?
Quantas lutas travaram?
Por quanta fome passaram?
Quantas guerras viveram?
Por quantas vicissitudes todos nossos antepassados sobreviveram?

Por outro lado, quanto amor, força, alegrias e estímulos nos legaram?
Quanto de sua força para sobreviver, cada um deles teve dentro de si para que, hoje, nós estejamos aqui, vivos?
Nós só existimos graças a tudo o que cada um deles passou.

Portanto, curve-se e reverencie seus antepassados!

Tenha gratidão a todos os nossos ancestrais, pois, sem eles, cada um de nós não teria a felicidade de conhecer a VIDA!!!

AGORA É LEI! Família de aluno que agredir professor será responsabilizada

O governador Pedro Taques sancionou a Lei 10.473, de autoria do deputado Sebastião Rezende (PSC), que institui a “Política de Prevenção à Violência contra Profissionais da Educação da Rede de Ensino do Estado de Mato Grosso”.

Conforme a Lei, ficam instituídas normas para promover a segurança e proteção dos profissionais da educação em Mato Grosso, no exercício de suas atividades laborais, englobando os docentes, os que oferecem suporte pedagógico direto no exercício da docência, os dirigentes ou administradores das instituições de ensino, os inspetores de alunos, supervisores, orientadores educacionais e coordenadores pedagógicos.

A proposta do parlamentar é que as instituições de ensino de Mato Grosso estimulem docentes e alunos, famílias e comunidade para a promoção de atividades de reflexão e análise da violência contra os profissionais do ensino; adotem medidas preventivas e corretivas para situações em que profissionais do ensino, em decorrência de suas funções, sejam vítimas de violência ou corram riscos quanto à sua integridade física ou moral; estabelecer, em parceria com a comunidade escolar, normas de segurança e proteção de seus educadores como parte integrante de sua proposta pedagógica; incentivar os alunos a participarem das decisões disciplinares da instituição sobre segurança e proteção dos profissionais do ensino; e demonstrar à comunidade que o respeito aos educadores é indispensável ao pleno desenvolvimento da pessoa dos educandos.

A lei prevê determina que as medidas de segurança, de proteção e prevenção de atos de violência e constrangimento aos educadores incluam campanhas educativas na comunidade escolar e na comunidade geral; afastamento temporário do infrator conforme a gravidade do ato praticado; e transferência do infrator para outra escola a juízo das autoridades educacionais.

Caso comprovado o ato de violência contra o profissional do ensino , tendo dano material, físico ou moral, responderão solidariamente a família do ofensor, se menor, o ofensor e a instituição de ensino. O profissional de ensino ofendido ou em risco de ofensa poderá procurar a direção da instituição de ensino e postular providências corretivas.

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*Fonte: soescola

Dica de filme – “Um Laço de Amor”

A dica da vez é um ótimo filme que assisti recentemente – “Um Laço de Amor”, drama em que o tio cuida da filha da irmã, que se suicidou, por causa da mãe. Uma linhagem de mulheres super inteligentes e a disputa para ver quem fica com a guarda da pequena Mary (7 anos), garotinha com uma inteligência acima da média (ah! e carisma também).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Confira o trailer abaixo.

 

Não estamos preparados para sermos “pais” de nossos pais

Nascemos filhos. E esperamos ser filhos para sempre. Mimados, educados, amados. Que nossos pais invistam doses cavalares de amor em todo nosso caminho pela vida. Quando a vida doer, haja um colo materno. Quando a vida angustiar, encontremos neles um conselho sábio. E, quando isso nos falta, há sempre uma lacuna, um sentimento estranho de sermos exceção.

Mesmo adultos, esperamos reconhecer nossa meninice nos olhos dos nossos pais. Desejamos, intimamente, atenções miúdas, como a comida favorita no dia do aniversário ou a camiseta do time de futebol se estamos na casa deles.

Não estamos prontos para trocar de lugar nessa relação.

É difícil aceitar que nossos pais envelheçam. Entender que as pequenas limitações que começam a apresentar não é preguiça nem desdém. Não é porque se esqueceram de dar o recado que não se importam com a nossa urgência. Que pedem para repetirmos a mesma frase porque não escutam mais tão bem – e às vezes, não está surdo o ouvido mas distraído o cérebro. Demora até aceitarmos que não são mais os mesmos – que dirá “super-heróis”? Não podemos dividir toda a nossa angústia e todos os nossos problemas porque, para eles, as proporções são ainda maiores e aí tudo se desregula: o ritmo cardíaco, a pressão, a taxa glicêmica, o equilíbrio emocional.

Vamos ficando um pouco cerimoniosos por amor. Tentando poupar-lhes do que é evitável. Então, sem querer, começamos a inverter os papéis de proteção. Passamos a tentar resguardar nossos pais dos abalos do mundo.

Dizemos que estamos bem, apesar da crise. Amenizamos o diagnóstico do pediatra para a infecção do neto parecer mais branda. Escondemos as incompreensões do casamento para parecer que construímos uma família eterna. Filtramos a angústia que pode ser passageira ao invés de dividir qualquer problema. Não precisam preocupar-se: estaremos bem no final do dia e no final das nossas vidas. Mas, enquanto mudamos esses pequenos detalhes na nossa relação, ficamos um pouco órfãos. Mantemos os olhos abertos nas noites insones sem poder correr chorando para a cama dos pais. Escondemos deles o medo de perder o emprego, o cônjuge ou a casa para que não sofram sem necessidade e, aí, estamos sós nessa espera; não há colo nem bala nem cafuné para consolar-nos.

Quanto mais eles perdem memória, vigor, audição, mais sozinhos nos sentimos, sem aceitar que o inevitável aconteceu. Pode até surgir alguma revolta interior por esperar deles que reagissem ao envelhecimento do corpo, que lutassem mais a favor de si, sem percebermos, na nossa própria desorientação, que eles não têm a mesma consciência que nós, não têm como impedir a passagem do tempo ou que possuem, simplesmente, o direito de sentirem-se cansados.

Então pode chegar o dia em que nossos pais se transformem, de fato, em nossos filhos. Que precisemos lembrá-los de comer, de tomar o remédio ou de pagar uma conta. Que seja necessário conduzi-los nas ruas ou dar-lhes as mãos para que não caiam nas escadas. Que tenhamos que prepará-los e colocá-los na cama. Talvez até alimentá-los, levando o talher a sua boca.

E eles serão filhos que darão mais trabalho porque lembrarão que são seus pais. Reagirão as suas primeiras investidas porque sabem que, no fundo, você sabe que lhes deve obediência. Enfraquecerão seus primeiros argumentos e tentarão provar que ainda podem ser independentes, mesmo quando esse momento tiver passado, porque é difícil imaginarem-se sem o controle total das próprias rotinas. Mas cederão paulatinamente, quando a força física ou mental reduzir-se e puderem encontrar no seu amor por eles o equilíbrio para todas as mudanças que os assustam.

Não será fácil para você.
Não é a lógica da vida. Mesmo que você seja pai, ninguém o preparou para ser pai dos seus pais. E se você não o é, terá que aprender as nuances desse papel para proteger aqueles que ama.

Mas, se puder, sorria diante dos comentários senis ou cante enquanto estiverem comendo juntos. Ouça aquela história contada tantas vezes como se fosse a primeira e faça perguntas como se tudo fosse inédito. E beije-os na testa com toda a ternura possível, como quando se coloca uma criança na cama, prometendo-lhe que, ao abrir os olhos na manhã seguinte, o mundo ainda estará lá, como antes, intocável, para ela brincar.

Porque se você chegou até aqui ao lado dos seus pais, com a porta aberta para interferir em suas vidas, foi porque tiveram um longo percurso de companheirismo. E propor-se a viver esse momento com toda a intensidade só demonstrará o quanto é grande a sua capacidade de amar e de retribuir o amor que a vida lhe ofereceu.

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*Fonte: portalraizes

Nossos filhos nos esquecerão?

“O tempo é um animal estranho. Se parece a um gato que deseja ser conquistado. Te olha sagaz e indiferente, vai embora quando tu suplicas que pare e para quando suplicas que se vá. Às vezes te morde quando demonstra carinho e te arranha quando o acaricia.

O tempo, pouco a pouco, me liberou de ter filhos pequenos. Das noites sem dormir e dos dias sem repouso. Mas não fez esquecer das mãos gordinhas que me agarravam sem parar, subiam no meu pescoço, me agarravam, me conquistaram sem restrições e sem duvidar. Dos corpinhos que encheram meus braços e dobraram minhas costas. Das muitas vezes que me chamavam e não permitiam atrasos, espera, nem vacilações.

O tempo há de me devolver o ócio dos domingos e das chamadas repetidas de “mãe, mãe, mãe…”, que deram-me o privilégio e afastavam o medo da solidão. O tempo talvez alivie o peso da responsabilidade que me oprime o peito. O tempo, sem embargo, inexoravelmente esfriará outra vez minha cama que já esteve quente de corpos pequenos e respiros apressados. Esvaziará os olhos dos meus filhos que transbordaram um amor poderoso e incontrolável.

Mas o tempo tirará de seus lábios meu nome que fora gritado e cantado, chorado e pronunciado cem, mil vezes. Cancelará, pouco a pouco, e de repente, a intimidade da sua pele com a minha, a confiança absoluta que nos fez um único corpo com o mesmo cheiro, acostumados a misturar nosso espírito e coragem, no mesmo espaço em que respirávamos.

O Tempo separou, para sempre, o pudor e a vergonha com o prejulgamento da consciência adulta de nossas diferenças. Como se fosse um rio que escava o seu leito, o tempo colocará em risco a confiança de seus olhos em mim, como se eu já não fosse uma pessoa onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o oceano, regular o irregulável e curar o incurável.

Deixarão de me pedir ajuda, porque não mais crerão que eu possa salvá-los. Pararão de imitar-me porque não gostarão de parecer comigo. Deixarão de preferir a minha companhia pelas dos outros (e, olhe, tenho que seguir…).

Foram-se as paixões, as raivas passageiras e o zelo, o amor e o medo. Apagaram-se os ecos dos risos e das canções, o acalanto e os “Era uma vez…” hoje ecoam na eternidade. Com o passar do tempo, meus filhos descobriram que tenho muitos defeitos e, se tiver sorte, algum deles me perdoará.

Sábio e cínico, o tempo fará com me esqueçam. Esquecerão, ainda que não queiram. As cócegas e o “corre-corre”, os beijos nas pálpebras e os choros que, de repente, cessavam com um abraço. As viagens e os jogos, as caminhadas e a febre alta. As danças, as tortas, as carícias enquanto dormem em silêncio.

Meus filhos se esqueceram que os amamentei, e os protegi durante um tempo até que o sono chegasse. Que lhe dei de comer, os consolei e levantei-os depois de cair. Esqueceram que dormiram sobre meu peito de dia e de noite, que houve um tempo em que necessitaram tanto de mim como o ar que respiram. Esqueceram, porque isto é o que fazem os filhos, porque é isso que o tempo faz. E eu, eu tenho que aprender a recordar esse tempo também por eles, com ternura e sem arrependimentos, com imensa gratidão! E que o tempo, astuto e indiferente, seja amável com esta mãe que não quer ESQUECER”.

Autora desconhecida

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*Fonte: portalraizes

10 fatos científicos sobre personalidade de irmãos mais velhos, do meio e caçulas

Seja qual for o seu papel na família, saiba não é culpa sua, tudo é uma questão da ordem em que você nasceu. De acordo com especialistas, a idade e a hierarquia entre irmãos é capaz de definir seus gostos para uma especialidade, profissões escolhidas ou o quanto serão bem sucedidos como adultos.
Ordem em que nasceu influencia personalidade

De acordo Jeffrek Klugert, autor de “The Sibling Effect”, dependendo se você nasce por primeiro, por último ou entre seus irmãos, sua personalidade se desenvolve de uma forma diferente de outra. Conheça os principais fatos envolvidos nessa ordem hierárquica.

1. Quando filhos primogênitos chegam ao mundo se tornam os reis da casa. Seus pais, ainda iniciantes, tendem a superprotegê-los, a perdoá-los com facilidade, assim, crescem com a sensação de serem o centro das atenções. Dessa forma, é possível dizer que assumem sua liderança no sangue.

2. Primogênitos são focados e perseverantes e, de acordo com as estatísticas, são os irmãos mais velhos que vêm a assumir cargos como CEO de empresas, senador ou astronauta, e muitas vezes ganham mais do que os seus irmãos mais novos.

3. Estudos mostram que quando você conversa com algumas pessoas por 5 a 15 minutos, como se fosse um “encontro a jato”, os homens que cresceram com irmãs tendem a se dar melhor do que aqueles que cresceram apenas com irmãos ou foram filhos únicos. Da mesma forma, as mulheres com irmãos tendem se dar melhor com os meninos.

4. Os irmãos mais velhos recebem mais imersão total na orientação de seus pais antes que os irmãos mais novos nasçam. Como resultado, eles adquirem mais QI e vantagem linguística, porque eles são o foco exclusivo da atenção dos pais.

5. Falar de filhos do meio, em geral, é difícil já que uma família pode ter um ou mais filhos que se incluem nesta categoria. Alguns adotam uma posição mais próxima ao irmão mais velho, enquanto outros se movem exatamente para o lado oposto.

6. O comportamento dos irmãos do meio é uma mistura de ambos os extremos, e se caracteriza precisamente por isso: por não terem um papel definido também. Como resultado, por não serem nem os “primeiros” e nem os “últimos” a chegarem em casa, tendem a ter mais problemas de autoestima, a passar mais desapercebido e se tornarem mais introvertido. No entanto, eles também são mais independentes e observadores.

7. Filhos do meio realmente exigem um pilar de segurança em termos de atenção dos pais. É por isso que eles tendem a investir mais em amizades fora de casa e acabam sendo muito menos ligado à família.

8. Os caçulas são os mais espertos. As crianças mais novas na família tendem a desenvolver uma maior capacidade de usar estratégias de baixo consumo de energia porque elas são as menores na casa. Quando você não pode bater os seus irmãos mais velhos para conseguir o que você precisa, você aprende a desarmá-los por ser engraçado, ou você aprender a ter uma sensação melhor intuitiva.

9. Muitas vezes os filhos caçulas costumam estar em desacordo com a ordem estabelecida, especialmente, por serem o último elo da cadeia. Eles são os menores da casa, tanto no que se refere à idade e ao tamanho, se forçando a compensar sua fraqueza com um caráter forte, com certa rebeldia. Eles são carismáticos e um pouco mais espontâneos que seus antecessores.

10. Os pais, que já conhecem o ofício da paternidade, se mostram mais tranquilos diante da educação e do contato de seu filho caçula com o mundo. Isso converte os mais novos em pessoas mais intuitivas do que seus irmãos mais velhos, também mais engraçadas e, em algumas ocasiões, mais doces. Eles tendem a ouvir mais as pessoas e tentam conhecer seus desejos e intenções para poder dar um passo adiante.
Por que essas diferenças ocorrem?

Muitos psicólogos têm sugerido que os irmãos constróem personalidades diferentes à medida em que adotam estratégias distintas para ganhar atenção e favor de seus pais. Segundo esta teoria, o filho mais velho pode ser mais propenso a se identificar com a autoridade e apoiar o status quo, enquanto as crianças mais jovens são mais propensas a procurar a atenção por se rebelar.

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*Fonte: vix / texto: Jaqueline Rodrigues

 

tres-irmaos

Adesiva aqui, ô panaca \m/

Uma coisa que chama a atenção são esses mecanismos, essas frescuras que inventam sei lá onde, sei lá quem, sei lá quando e que via de regra são muito feias, bregas e o escambau mas de uma hora prá outra tá “todo mundo” (eu foras), embarcando bonitinho de gaiato na tal onda. Uma modinha instantânea.

Vem cá, pode contar prá mim… teu carro já tem um daqueles adesivos ridículos de bonequinhos de  “família” colado na traseira, né? … Pode falar!

Que coisa mais chinela. Coloca lá um da vovó, do gato, do tamanduá bandeira, do ornitorrinco, do pacú,  do abajur e de um fogão seis bocas elétrico. Dizem que é para humanizar o trânsito, uma alegoria do bem para ajudar a diminuir a ansiedade e o stress. Que seja, cada um faz o que quiser, mas caraca,  além de feios e sem graça (para não dizer bizarros), o troço serve até como um indicativo/sinalizador para assaltos ou então sequestros relâmpagos. Pô, é muita babaquice. As pessoas precisam mesmo aparecer, êta necessidade mais “sem noção” de querer dar mostras de suas vidas para todo mundo. A vida hoje em dia parece uma vitrine. Tenho a impressão de que há uma competição velada de quem se mostra mais, quem TEM e quem FAZ mais e assim por diante. Bullshitagem.
Vai lá, mete mais uns trocentos adesivinhos na traseira do seu carro, melhor, porque não estampa todinho ele com esses adesivos, cheio de cachorrinho ficaria legal, ou então porque não colocam logo adesivos gigantes com cópias de seu contracheque, de seu saldo bancário, do número de seu CPF ou então até o tamanho do seu pau, sim, porque isso me parece coisa de exibicionismo mesmo, coisa de picinha de salão….huahuahuahau.

Ah! Quer saber, quisifuqui, tô pouco me lixando, isso não me incomoda em nada apenas acho esquisito, mas but… cada um é livre para fazer o que quiser, até para ter mau gosto.

Que tal um retratinho em família?

O Awkward Family Photos é um site recheado ao ponto com aquelas maravilhosas fotos desastrosas (para não chamar de ridículas), dos tais momentos “inesquecíveis” de família.

O layout do site é tosco e de navegação ruim, mas tenha paciência porque compensa, as fotos são incrivelmente chineludas, pura falta de sacanagem. Merece aquela olhada com calma porque tem um grande acervo de fotos ridículas. Tenho quasiqui-semi-certeza de que você ainda vai me agradecer por isso.

http://awkwardfamilyphotos.com